Source: http://www.faceres.com.br/cursos/medicina/regulamento-de-extensao
Timestamp: 2017-04-25 03:14:35+00:00
Document Index: 159697149

Matched Legal Cases: ['Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 6', 'Artigo 7', 'Artigo 8', 'Artigo 9', 'Artigo 10', 'Artigo 11', 'Artigo 12', 'Artigo 13', 'Artigo 14', 'Artigo 15', 'Artigo 16', 'Artigo 17', 'Artigo 18', 'Artigo 19']

Regulamento de Extensão - Faculdade Faceres
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Home \ Cursos \ Medicina CAPÍTULO I – DAS DEFINIÇÕES Artigo 1º – A extensão é um processo educativo que se articula com o ensino e a pesquisa e viabiliza a integração entre a faculdade e a sociedade, possibilitando a produção e a troca de conhecimentos
Artigo 2º –A extensão da FACERES rege-se pelo presente Regulamento, com base no regimento geral da FACERES, pela legislação de ensino superior e pelo estatuto da mantenedora
Artigo 3º –Através da extensão o compromisso social da FACERES se concretiza com a clara vocação de tornar-se parceira dos diferentes setores da sociedade no atendimento à comunidade, no cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de medicina e no fortalecimento do SUS – Sistema Único de Saúde
Artigo 4º – As atividades de extensão tem como princípios:
I – Criar os mecanismos necessários para identificar as demandas do contexto
II – Promover o desenvolvimento local, regional e nacional
III – Desenvolver e realimentar o ensino e a produção científica
IV – Ter a comunidade como público-alvo
V – Participação efetiva da comunidade na atuação da faculdade
VI – Transformação social
VII – Interdisciplinaridade
VIII – Indissociabilidade do ensino e da pesquisa
IX – Contribuir para a formação acadêmica ao promover a articulação entre aspectos teóricos e práticos
X – Atuar em parceria com os gestores locais e regionais do SUS – Sistema Único de Saúde
XI – Guardar relação preferencial com a área da saúde
Artigo 5º – As atividades de extensão são classificadas como:
I – Cursos: atividades de formação teórico e/ou prática, de curta duração,
II – Ações ou eventos: atividades acadêmicas realizadas de maneira eventual, de curta duração, podendo resultar em prestação de serviços
III – Projeto: conjunto de ações articuladas em torno de tema e objetivos comuns, com prazos definidos, geralmente de curto e médio prazo, podendo estar vinculado a um programa, sendo constituído por uma gama variada de ações,
IV – Programas: conjunto de projetos e ações articulados com o ensino e a pesquisa, com duração maior, com objetivos a médio e longo prazo. É de caráter multidisciplinar e resulta dos debates acerca das necessidades da comunidade
Artigo 6º – A extensão universitária da FACERES tem como objetivos:
I – Estabelecer mecanismos que relacionem o saber acadêmico a outros saberes
II – Democratizar o conhecimento acadêmico
III – Impactar na formação dos futuros profissionais de saúde
IV – Impactar nos indicadores de saúde da comunidade a ser trabalhada
V – Promover o desenvolvimento local e regional, econômico, educativo, científico, tecnológico, social e cultural
VI – Vivenciar a responsabilidade social nos cenários de ensino-aprendizagem
Artigo 7º –A coordenação de extensão universitária é responsável pelo fomento das atividades de extensão da FACERES
Artigo 8º – São atributos da coordenação:
I – Acompanhar e manter registro atualizado do andamento das atividades de extensão
II – Apresentar ao CONSUP relatórios periódicos das atividades realizadas e promovidas
III – Identificar dentro dos diferentes troncos do curso de medicina oportunidades para atender as necessidades das comunidades para execução de programas, projetos e cursos
IV – Promover e estruturar atividades de extensão, junto com os coordenadores, docentes e discentes de graduação e pós-graduação
V – Receber as propostas de ações de extensão apresentados pela comunidade acadêmica e membros da sociedade
VI – Aprovar, dar ciência e provimento aos projetos
VII – Orientar os proponentes, conforme regulamento próprio, sobre a organização do evento quanto a horários, datas e local de forma que o horário e data não choquem com o calendário acadêmico e outras atividades da instituição
VIII – Buscar a articulação das ações de extensão com as atividades de ensino e pesquisa desenvolvidas na FACERES
IX – Estabelecer contatos e parcerias com a comunidade alvo dos programas e projetos
X – Participar de reuniões preparatórias das ações de extensão
XI – Supervisionar as ações de extensão aprovadas
XII – Zelar pelos equipamentos, materiais e insumos destinados para a realização das ações de extensão
XIII – Apresentar cronograma pormenorizado do uso dos recursos financeiros envolvidos nas ações de extensão segundo relatório apresentado pelos proponentes das ações de extensão
XIV – Apresentar prestação de contas dos recursos utilizados nas ações de extensão segundo relatório apresentado pelos proponentes das ações de extensão
XV – Orientar a confecção dos certificados
Artigo 9º – São atributos dos proponentes das ações de extensão:
I – Formular propostas de acordo com os princípios do SUS e das DCN para o curso de medicina
II – Adequar as propostas de ações de extensão às necessidades da comunidade
III – Adequar as propostas de ações de extensão à missão e valores institucionais
IV – Adequar as propostas às linhas de pesquisa existentes na FACERES
V – Oferecer aos gestores locais e regionais da saúde bem como demais instituições da sociedade civil organizada as propostas de ações de extensão
VI – Preencher adequadamente o formulário-proposta de ações de extensão
VII – Apresentar a documentação requerida para a coordenação
VIII – Enviar resumo para o setor de comunicação
IX – Participar de reuniões preparatórias para os eventos e organizar os eventos
X – Cuidar da tesouraria, agenda, controle de presentes, convites, equipe de apoio e tudo o mais necessário para a produção de um evento
XI – Responsabilizar-se pelo agendamento, uso adequado e entrega dos equipamentos, materiais e insumos destinados para a realização das ações de extensão
XII – Documentar o evento inclusive com imagens e gravações
XIII – Elaborar relatórios sobre o evento conforme formulário próprio
XIV – Apresentar cronograma e relatório detalhado dos recursos financeiros utilizados nas ações propostas
XIV – Emitir certificados e declarações
Artigo 10º – Sobre a responsabilidade e a participação nos projetos:
I – Todo projeto deve ter o envolvimento de pelo menos um docente responsável
II – A participação de alunos da FACERES é obrigatória
III – Pessoas sem vínculos formais com a FACERES poderão figurar nas ações como participantes devendo o fato ser previamente informado na proposta
CAPÍTULO III – DA OPERACIONALIZAÇÃO
Artigo 11º – As ações de extensão tramitam da seguinte forma:
I – Preenchimento da proposta e resumo conforme modelos disponibilizados no site da FACERES
II – Anexar documentos necessários
III – Enviar por e-mail para a coordenação de extensão universitária
IV – Análise da coordenação
V – Encaminhamento da proposta para aprovação da coordenação de curso
VI – Encaminhamento da proposta para a mantenedora caso envolva utilização de recursos financeiros da instituição
VII – Só após aprovação nas instâncias citadas que o resumo é encaminhado para o setor de comunicação
VIII – Início das ações de organização
Artigo 12º – É vedada a realização de ações de extensão quando este vier a comprometer as atividades didático-pedagógicas do curso
Artigo 13º – Após a realização do evento, os organizadores deverão enviar o relatório e as imagens das ações para que o setor de comunicação possa torna-los de conhecimento público
Artigo 14º – Os certificados serão emitidos segundo regulamento próprio da FACERES
Artigo 15º – As propostas de atividades de extensão devem privilegiar ações em temas pertinentes à formação técnica e cidadã dos profissionais:
I – Direitos humanos (defesa, proteção e promoção dos direitos humanos)
II – Bioética médica e jurídica
III – Endemias e epidemias
IV – Uso correto de medicamentos para a assistência à saúde
V – Pessoas com deficiências, incapacidades, e necessidades especiais
VI – Sustentabilidade ambiental, cidadania e meio ambiente, recursos hídricos, resíduos sólidos, critérios sanitários, ambientais e econômicos, para coletar, segregar, tratar e dispor o lixo, planos de gestão integrada de resíduos sólidos urbanos, coleta seletiva
VII – Saúde da família, saúde do trabalhador, ergonomia, educação para a saúde e vigilância epidemiológica ambiental, tendo como alvo o ambiente de trabalho e como público os trabalhadores urbanos e rurais; saúde ocupacional.
VIII – Prestação de serviços à comunidade no Centro de Medicina de Família Rubens Santana Thevenard
IX – Atenção às pessoas idosas e suas famílias
X – Proteção dos direitos da pessoa com autismo
XI – Saúde dos grupos indígenas
XII – Saúde dos diferentes grupos étnico-raciais
XIII – Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente
CAPÍTULO IV – DOS REGISTROS ACADÊMICOS E DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA
Artigo 16º – A produção científica é compreendida como resultado advindo das ações de extensão produzida no âmbito da FACERES e/ou comunidade e deverá ser registrada
I – Os registros da produção acadêmica visam difusão e divulgação cultural, científica
II – Incluem-se aqui publicações resultantes das ações de ensino, pesquisa e extensão
Artigo 17º – Toda atividade de extensão deve resultar, pelo menos, em um item de produção científica tal qual previsto em regulamento próprio
Artigo 18º – A produção científica obedece a classificação prevista em regulamento próprio
Artigo 19º – Os casos omissos no presente Regulamento serão resolvidos pelo CAS.