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Timestamp: 2017-10-18 09:49:35+00:00
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Matched Legal Cases: ['Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 6', 'Artigo 7', 'Artigo 8', 'Artigo 9', 'Artigo 10', 'Artigo 11', 'Artigo 12', 'Artigo 13', 'Artigo 14', 'Artigo 15', 'Artigo 16', 'Artigo 17', 'Artigo 18', 'Artigo 19', 'Artigo 20', 'Artigo 21', 'Artigo 22', 'Artigo 23', 'Artigo 24', 'Artigo 25', 'Artigo 26', 'Artigo 27', 'Artigo 28', 'Artigo 29', 'Artigo 30', 'Artigo 31', 'Artigo 32', 'Artigo 33', 'Artigo 34', 'Artigo 35', 'Artigo 36', 'Artigo 37']

Registro de reunião do Serviços SCIH/DIP/NUVE/HOSP. SENTINELA - PDF
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Sabina Cipriano Gentil
1 Universidade Federal de Juiz de Fora Hospital Universitário Programa de Avaliação de Desempenho dos Técnicos-Administrativos em Educação (PROADES) - Segunda Fase Registro de reunião do Serviços SCIH/DIP/NUVE/HOSP. SENTINELA Data da reunião: SCIH SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR Em conformidade com o Programa de Controle de Infecção Hospitalar o SCIH do hospital é composto por cinco membros que são: Dr. Rodrigo Daniel de Souza, Enf. Everaldo César Motta, Enf. Mércia Guadalupe Ramos e Tec. em Enf. Marilene Fernandes de Oliveira. O Serviço realiza reuniões semanais com a equipe de trabalho no intuito de capacitar e esclarecer dúvidas existentes com relação ao serviço, coleta dados diários para elaborar as taxas de infecção hospitalar/mês, faz levantamento das requisições de antimicrobiano e para que haja a redução da resistência microbiana o SCIH utiliza de vários mecanismos, formulário de solicitação de antimicrobianos com auditoria posterior, isolamento de contato dos pacientes com bactérias caracterizadas como multiresistentes, padronização da profilaxia pré-operatória. Atuam também em conjunto com a SCIH os serviços NUVE - Núcleo de Vigilância Epidemiológica, DIP Doenças Infecto Parasitaria e o Hospital Sentinela, com reuniões de trabalho entre as equipes para desenvolver de atividades afins. A notificação dos casos diagnosticados ou suspeitos de doenças de notificação compulsória aos órgãos de gestão do SUS é realizada pelo NUVE (Núcleo de Vigilância Epidemiológica). Os registros dos acidentes com risco biológico serão feitos, assim como as orientações necessárias, pelo SCIH até a efetiva implantação do NUSST. As atividades do trabalho são parcialmente satisfatórias, pois, o serviço conta com uma equipe mínima para desenvolver as atividades tanto internas quanto externas. A demanda do serviço tem aumentado, porém, não houve contratação de profissionais para atuar diretamente no serviço, muitas ações estão em processo de
2 estruturação e necessita de capacitação para o Serviço de Controle de Infecção Hospitalar, há ainda dificuldades em promover treinamentos com as equipes de trabalho pelas precárias condições para se ministrar cursos ou palestras pertinentes ao controle de infecção hospitalar, acarretando com isso, prejuízo para o desenvolvimento da Instituição. No geral há uma infra-estrutura precária para desenvolver as atividades do setor de forma satisfatória. Há também falta de registros de acidentes perfuro-cortantes dos profissionais, dado importante para se desenvolver ações de prevenção e segurança no trabalho. Com intuito de reduzir as taxas e densidades de infecção hospitalar do HU-CAS e de atingir as metas assistenciais pactuadas no PRÓ-HOSP, estão expostas a seguir as atividades que serão desenvolvidas no período de Vacinação PLANEJAMENTO DE TRABALHO METAS OBJETIVOS PLANO DE AÇÃO PRAZO RESPONSÁVEL Garantir e facilitar Alocação de cobertura vacinal. materiais em 3 Janeiro SCIH Revisão Padronização de Antimicrobianos Auditoria Interna (unidade Dom Bosco) Vigilância Sanitária símile Auditoria Interna (unidade Santa Catarina) - Vigilância Sanitária símile * Funcionamento Pleno do Sistema SINAIS Oferecer subsídios a Comissão de Farmácia e Terapêutica para garantir drogas adequadas ao perfil de sensibilidade da flora hospitalar, redução de custos e estoques. Verificar irregularidades no cumprimento do PCIH e normas sanitárias, providenciando adequações necessárias. Verificar irregularidades no cumprimento do PCIH e normas sanitárias, providenciando adequações necessárias. Garantir e facilitar o registro das IH detectadas e divulgar mensalmente relatórios gerados pelo sistema meses. Pesquisa bibliográfica, avaliação dos relatórios de sensibilidade da flora hospitalar. Visita multidisciplinar com registro fotográfico. Visita multidisciplinar com registro fotográfico Cadastro de dados no Sistema; avaliação das infecções hospitalares confirmadas e das taxas encontradas; divulgar relatórios. Janeiro Março Março Fevereiro SCIH SCIH SCIH SCIH
3 Manutenção e orientação de POP para atendimento do profissional vítima de acidente com risco biológico - PARBOS *Implementar Fluxograma de Admissão na UTI *Prevenção das Infecções Hospitalares Ocupacionais Nortear conduta frente a acidentes com risco biológico profissional, visando reduzir tempo entre o evento e o atendimento correto, minimizando risco de aquisição de doenças e estresse psicológico. Evitar transmissão cruzada de germes resistentes tendo como fonte pacientes provenientes de outra instituição Desenvolver ações preventivas com destaque para uso de EPI, vacinação e biossegurança Disponibilização do protocolo para consulta pública na comunidade hospitalar em todos os setores das Unidades Dom Bosco e Santa Catarina. Implantação de Fluxograma de admissão na UTI Reuniões com Medicina e segurança do trabalho, NUSST. Janeiro Fevereiro 1º e 2º Semestres SCIH SCIH UTI SCIH e Medicina Ocupacional PLANEJAMENTO DE TRABALHO METAS OBJETIVOS PLANO DE AÇÃO Atualização e capacitação Treinamentos nas Treinamentos Técnicos CIH dos profissionais de saúde integrações, atendendo calendário de *Criação de Política para Uso Racional de Antimicrobianos Padronização da Antibioticoprofilaxia Cirúrgica Reduzir a resistência bacteriana e efeitos adversos relacionados ao uso desnecessário de antimicrobianos Garantir a prescrição adequada dos antimicrobianos profiláticos, em relação a dose, tempo e indicação. treinamentos. Elaboração de relatório descrevendo a política para Uso Racional de Antimicrobianos Pesquisa em artigos científicos e de padronizações em hospitais de referência PRAZO 1º e 2º Semestres Fevereiro Março RESPONSÁVEL SCIH e Educação Continuada SCIH SCIH *Inclusão de residentes na discussão CCIH Prevenção odontológica em paciente da UTI pelo residente da buco-maxilo Incorporar conhecimentos e atrair os residentes para a problemática da CCIH com conscientização dos mesmos. Reduzir taxas de infecção hospitalar e melhorar qualidade da saúde bucal. Visitas periódicas dos residentes da Cirurgia Bucomaxilofacial aos pacientes da UTI. Março Março SCIH/CCIH COREME Serviço de Cirurgia Bucomaxilofacial *Metas não cumpridas por questões organizacionais e de infra-estrutura precária, número reduzido de profissionais e dificuldade de consonância com os demais serviços.
4 ESCALA DE REUNIÕES DO SCIH - HU/UFJF HORÁRIO: 09:00-10:15 DATA TÓPICO RESPONSÁVEL MARÇO 5/3/2009 Guideline Meningite Dr. Ronald K. Roland 12/3/2009 Critérios NNISS Dr. Rodrigo Daniel de Souza 19/3/2009 Febre em paciente idoso Dr. Ronald K. Roland 26/3/2009 Critérios NNISS Dr. Rodrigo Daniel de Souza ABRIL 2/4/2009 Neutropenia Dr. Ronald K. Roland 9/4/2009 Regras de Isolamento Dr. Rodrigo Daniel de Souza 16/4/2009 Infecção de partes moles Dr. Ronald K. Roland 23/4/2009 Regras de Isolamento Dr. Rodrigo Daniel de Souza 30/4/2009 Notificações Dr. Evandro Tomasco MAIO 7/5/2009 Guideline Pneumonia Dr. Ronald K. Roland 14/5/2009 Vacinação de situações especiais Enf. Mércia Guadalupe Ramos 21/5/2009 Infecção respiratória e uso de antibiótico Dr. Ronald K. Roland 28/5/2009 Eventos adversos de vacinação Enf. Everaldo César Motta JUNHO 11/6/2009 Riscos Biológicos Dr. Rodrigo Daniel de Souza Programa de Controle de Infecção Hospitalar Em conformidade com a portaria 2616 de 1998 e com a RDC 48 de 2000 é deliberado e instituído o PCIH O Hospital Universitário da UFJF possui atualmente duas unidades de atendimento Dom Bosco e Santa Catarina. A unidade Dom Bosco disponibiliza atendimentos ambulatoriais (clínicos e cirúrgicos), leitos de internação de curta permanência (hospital-dia) e hemodiálise. A unidade Santa Catarina conta com 139 leitos, sendo três (3) leitos de Unidade Intermediária Cirúrgica, seis (6) leitos de Terapia Intensiva, seis (6) leitos para pacientes portadores do HIV e três (3) destinados a transplante de medula óssea. A CCIH do hospital é composta por 30 membros nomeados através da Portaria nº 18/2008-HU de 02 de abril de As atividades da CCIH são balizadas pelo Regimento Interno da CCIH. Sendo a SCIH composto por dois enfermeiros (com carga horária de 30h), um técnico de enfermagem (30h) e um médico (20h). Seguindo a realidade dos hospitais em todo mundo, o Hospital Universitário da UFJF enfrenta o desafio da redução das infecções hospitalares e o controle da resistência microbiana. Especialmente na UTI onde existe busca ativa implantada há alguns anos, por vezes alcançando taxas acima de 100% (onde o número de infecções
5 hospitalares é maior que o número de saídas naquele mês). A letalidade por Infecção Hospitalar no Hospital Universitário foi de 16,04% em Veja anexo 1 (consolidado final de 2008). Com intuito de reduzir as taxas alcançadas no ano de 2008 a CCIH promoverá reuniões bimestrais e o SCIH realizará reuniões semanais. A divulgação das taxas para dos setores serão realizadas nas reuniões da CCIH. Para a redução da resistência microbiana o hospital utiliza de vários mecanismos, formulário de solicitação de antimicrobianos com auditoria posterior, isolamento de contato dos pacientes com bactérias caracterizadas como multiresistentes padronização da profilaxia pré-operatória. A notificação dos casos diagnosticados ou suspeitos de doenças de notificação compulsória aos órgãos de gestão do SUS é feito pelo NUVE (Núcleo de Vigilância Epidemiológica). Com base na RDC número 48 da ANVISA verificou-se que não havia atendimento aos itens: Parte B 5 - Pela inexistência de PCIH. 7 - Pela inexistência de treinamento específico, sistemático e periódico do pessoal do hospital para o controle de Infecção Hospitalar. 8 - Pelo longo intervalo entre as reuniões da CCIH. 9 - Pela não participação da CCIH em comissões técnicas para especificação de produtos e correlatos a serem adquiridos Pela falta de divulgação dos relatórios entre o Corpo Clínico Pela ausência de debates com a comunidade hospitalar sobre o CIH Pela inexistência de política de utilização de antimicrobianos. Parte C 19 - Ausência de registros de acidentes perfuro-cortantes em funcionários Pela não elaboração de relatórios de sensibilidade/resistência bacteriana para o corpo clínico e CCIH Pela inexistência de auditorias internas.
6 REGIMENTO INTERNO DA COMISSÂO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (CCIH) E SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (SCIH) DO HU/UFJF CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO Artigo 1 - Atendendo à Portaria de número2616, de 12 de maio de 1998, do Ministério da Saúde, reestrutura-se a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora (CCIH/HU-UFJF). CAPÍTULO II DA NATUREZA E FIM Artigo 2 - A CCIH/HU-UFJF é uma Comissão permanente, devendo atuar como órgão assessor da Diretoria, com autonomia plena para decidir sobre assuntos que, direta, ou indiretamente, estejam relacionados com o controle de infecção hospitalar. Artigo 3 - As decisões emanadas da CCIH serão encaminhadas Direção Geral para as Providências pertinentes. Artigo 4 - A CCIH tem por finalidade constituir o suporte operacional do Programa de Controle de Infecções Hospitalares do HU-UFJF, que compreende o conjunto das ações desenvolvidas, deliberada e sistematicamente, com visitas à redução máxima possível da incidência e da gravidade das infecções hospitalares. CAPÍTULO III DA CONSTITUIÇÃO Artigo 5 - A CCIH/HU-UFJF é composta pelos seguintes Serviços, no mínimo: 1- Serviço de Doenças Infecciosas e Parasitárias responsável pelo Serviço de Controle de Infecções Hospitalares (SCIH) 2- Serviço de Enfermagem 3- Serviço de Microbiologia 4- Serviço de Farmácia Hospitalar 5- Serviço de Clínica Médica 6- Diretor Clínico 7- Diretor Administrativo Artigo 6 - O núcleo básico da CCIH é constituído pelo SCIH, que são membros executores do Programa de Controle de Infecções Hospitalares (PCIH/UFJF). É composto atualmente por: Médico Infectologista: Dr. Rodrigo Daniel de Souza Enfermeira: Mércia Guadalupe Ramos Enfermeiro: Everaldo César Motta Artigo 7 - Os membros da CCIH deverão ter sua indicação homologada pela Direção Geral. São membros pertencentes pelo menos:
7 Direção Administrativa Direção Clínica Farmácia Laboratório Central Centro Cirúrgico Serviço de Nutrição e Dietética Unidade de Terapia Intensiva Fisioterapia Pediatria Serviço de Enfermagem Ambulatório Terapia Renal Substitutiva São membros consultores, representativos do corpo clínico do HU-UFJF, não tendo participação nas ações executadoras do PCIH/HU-UFJF. Artigo 8 - O mandato de cada um dos membros executores é de duração indefinida, dependendo do tempo de exercício profissional dos mesmos, uma vez que o SCIH é um serviço de caráter técnico-científico que se beneficia com a experiência de seus membros. Artigo 9 - A Presidência e a Vice-Presidência da CCIH/HU-UFJF deverão ser indicadas, dentre os membros consultores, pela Direção Geral da Instituição. Artigo 10 - A composição da CCIH poderá ser modificada a critério da Direção Geral, sendo a nomeação realizada através de Portaria. Artigo 11 - O SCIH poderá contar com membros estagiários das áreas de Medicina, Enfermagem e Farmácia e Bioquímica para auxiliar na execução de tarefas específicas e acompanhar programas definidos. CAPÍTULO IV DAS ATRIBUIÇÕES E COMPETÊNCIAS Artigo 12 - referendar as diretrizes para a ação de Controle de Infecções Hospitalares do HU da UFJF Artigo 13 - Ratificar o programa anual de trabalho do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar. Artigo 14 - Informar-se sistemática e periodicamente sobre os dados de infecção hospitalar providas pelo SCIH e aprovar as medidas de controle propostas pelo mesmo. Ao SCIH compete: Artigo 15 - Definir diretrizes para a ação do Programa de Controle de Infecções Hospitalares do HU - UFJF. Artigo 16 - Ser órgão encarregado da execução das ações programadas no controle de infecções. Artigo 17 - Elaborar, implementar, manter e avaliar o Programa de Controle de Infecção Hospitalar do HU-UFJF.
8 Artigo 18 - Realizar investigação epidemiológica dos casos e surtos de infecção sempre que indicado e implementar medidas imediatas de controle. Artigo 19 - Propor, elaborar, implementar com o apoio da administração e supervisionar em parceria multiprofissional a aplicação de normas e rotinas técnico-administrativas visando prevenir, tratar e eliminar a disseminação das infecções em curso no HU- UFJF. Artigo 20 - Cooperar com o setor de treinamento com vistas a obter capacitação adequada do quadro de funcionários e profissionais no que diz respeito ao controle das infecções hospitalares. Artigo 21 - Elaborar e divulgar regularmente relatórios, no mínimo semestrais, informando sobre os índices de infecção e padrão de resistência bacteriana no HU- UFJF. Artigo 22 - Desenvolver um Programa de uso racional de antimicrobianos, através da implantação do sistema de auditoria de antimicrobianos. CAPÍTULO V DAS REUNIÕES Artigo 23 - As reuniões da CCIH serão semestrais, devendo ter início com qualquer número de representantes e ser registradas em livro de ata. Artigo 24 - As reuniões extraordinárias deverão ser convocadas pelo Presidente. Artigo 25 - As reuniões do SCIH serão mensais. CAPÍTULO VI DAS DECISÕES E DELIBERAÇÕES Artigo 26 - As decisões da CCIH serão baseadas exclusivamente em critérios técnicocientíficos. Artigo 27 - As decisões da CCIH serão comunicadas à Direção Geral do HU-UFJF, a qual caberá adotar as medidas necessárias para torná-las efetivas. Artigo 28 Todas as decisões e deliberações da CCIH deverão ser apoiadas pela Direção do HU-UFJF, a qual caberá fornecer toda infra-estrutura necessária tanto ao funcionamento da CCIH quanto do SCIH. CAPÍTULO VII DAS FUNÇÕES DOS MEMBROS DA CCIH Artigo 29 São funções do Presidente: Convocar, presidir e coordenar as reuniões da comissão Representar a comissão ou indicar substituto. Cumprir e fazer cumprir este regimento.
9 Artigo 30 Compete ao Vice-Presidente substituir seu efetivo na sua ausência ou impedimento. Artigo 31 Compete aos membros da CCIH participar das reuniões da comissão e demais atribuições que lhe forem designadas. Das funções dos membros do SCIH Artigo 32 Compete aos membros do Serviço de Controle de Infecções Hospitalares: Coletar dados sobre Infecções Hospitalares no HU- UFJF. Calcular os índices mensais de Infecção Hospitalar e redigir relatório semestral. Racionalizar o uso de antimicrobianos no HU-UFJF. Propor medidas visando o controle das Infecções Hospitalares no HU- UFJF. Elaborar e administrar Programas de Educação na área de Infecção Hospitalar a nível multiprofissional. CAPÍTULO VIII DAS ATRIBUIÇÕES DO ENFERMEIRO NA CCIH/SCIH Artigo 33 Algumas atividades se misturam a dos outros profissionais da equipe, principalmente do médico e do farmacêutico, mas existem as que são próprias deste profissional: 1. Realizar a vigilância epidemiológica das infecções hospitalares, através do método de busca ativa (ou notificação controlada); 2. Fornecer a taxa mensal de infecção hospitalar das unidades sob vigilância; 3. Fazer a investigação de surtos 4. Coletar materiais suspeitos de contaminação para investigação bacteriológica; 5. Realizar visitas às unidades de internação e aos diversos setores do hospital para detectar inadequações, bem como fornecer recomendações; 6. Avaliar e orientar medidas de isolamento e precauções junto à equipe multiprofissional; 7. Verificar o funcionamento mensal, e sempre que necessário, das autoclaves e estufas, através do controle de temperatura, pressão e tempo do ciclo de esterilização fornecido pelo responsável do setor; 8. Controlar a qualidade de esterilização das autoclaves e estufas, através de testes biológicos, realizados semanalmente pelo pessoal do setor e após manutenção preventiva da aparelhagem; 9. Elaborar planos de limpeza, desinfecção e esterilização para os diversos setores do hospital em conjunto com responsável pelo serviço de limpeza; 10.Normatizar junto com comissão de padronização o uso de germicidas hospitalares; 11.Fornecer junto com outros membros da CCIH/SCIH parecer técnico quanto à aquisição de materiais e equipamentos, bem como quanto a reformas de instalações prediais; 12.Elaborar normas e protocolos para prevenção e controle de infecções hospitalares;
10 13.Avaliar, orientar e treinar em conjunto com equipe multiprofissional os profissionais da saúde quanto a procedimentos de limpeza, desinfecção e esterilização; 14. Manter-se atualizado na área de controle de infecções hospitalares. CAPÍTULO IX DAS ATRIBUIÇÕES DO MÉDICO NA CCIH/SCIH Artigo 34 Algumas atividades se misturam a dos outros profissionais da equipe, mas existem as que são próprias deste profissional: 1. Proceder a investigação epidemiológica em colaboração com as equipes das unidades envolvidas e demais membros da CCIH/SCIH; 2. Supervisionar e revisar os casos levantados pela vigilância epidemiológica dos enfermeiros e assessorar tecnicamente este sistema; 3. Proceder a investigação epidemiológica de surtos ou suspeitas de surtos, em colaboração com os demais membros da CCIH/SCIH; 4. Recomendar os isolamentos nos pacientes com infecções transmissíveis; 5. Assessorar o corpo clínico sobre a racionalização no uso de antimicrobianos; 6. Assessorar a Direção do Hospital sobre questões relacionadas ao controle das infecções hospitalares; 7. Rever e normatizar a indicação de procedimentos invasivos, juntamente com os demais membros da equipe; 8. Manter-se atualizado nas questões relativas ao controle das infecções hospitalares e ao uso de antimicrobianos; 9. Divulgação dos resultados de exames em andamento no laboratório de bacteriologia às clínicas, a respeito de pacientes internados, sob o uso de antimicrobianos ou não; 10.Cumprir e fazer cumprir as decisões da CCIH; 11.Cumprir e fazer cumprir as determinações da Portaria nº de 12 de maio de 1998 CAPÍTULO X DAS ATRIBUIÇÕES DO FARMACÊUTICO NA CCIH/SCIH Artigo 35 Algumas atividades se misturam a dos outros profissionais da equipe, mas existem as que são próprias deste profissional: 1. Elaborar relatórios periódicos sobre o consumo, custos e freqüência de uso de antimicrobianos; 2. Elaborar, em conjunto com as unidades de internação, os protocolos para consumo de antimicrobianos, com a finalidade de racionalizar e melhorar o consumo em cada unidade; 3. Elaborar rotinas para o uso de antimicrobianos, em comum acordo com o corpo clínico, especialmente antibioticoprofilaxia em cirurgia e antimicrobianos especiais e não padronizados; 4. Rever anualmente a padronização dos antimicrobianos do hospital, em conjunto com a Comissão de Padronização de Medicamentos; 5. Verificar periodicamente o estoque de medicamentos, orientando sobre o uso daqueles a vencer e sobre as possíveis faltas de medicações que por ventura venham a ocorrer;
11 6. Monitorar diariamente o consumo de antimicrobianos, em especial aqueles mais tóxicos (ex.: vancomicina) e mais caros (ex.:imipenem), acompanhamento farmacológico dos pacientes; 7. Fornecer informações a respeito das incompatibilidades físico-químicas destes medicamentos; 8. Manter-se atualizado sobre os germicidas hospitalares e os antimicrobianos, entre outras questões; 9. Participar da investigação de casos suspeitos de contaminação por soluções parenterais e outros; 10.Participar da padronização e formulação de germicidas, bem como do uso e controle interno da qualidade destes produtos, entre outros; 11.Acompanhar os casos bacteriológicos de culturas dos produtos manipulados no setor de germicidas e saneantes do serviço de Farmácia, monitorando o processo de validação de suas técnicas; 12.Elaborar relatórios mensais do consumo de germicidas por clínica ou setores; 13. Participar das reuniões de Padronização de Medicamentos; 14.Fornecer informações a respeito das questões farmacêuticas no controle de infecções; 15. Proceder a investigação epidemiológica dos surtos ou suspeitas de surtos; 16.Analisar e avaliar a descrição dos produtos que vêm para parecer no SCIH. CAPÍTULO XI DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 36 Os casos omissos neste Regimento serão resolvidos pelos membros da CCIH. Artigo 37 Este regimento entrará em vigor após sua aprovação pelos membros da CCIH e Direção Geral do HU/UFJF.
12 Serviço de DIP - Doenças Infecciosas e Parasitárias As atividades da DIP são realizadas tanto no atendimento ambulatorial, com Dr. Ronald Kleinsorge Roland e Dr. Rodrigo Daniel de Souza, contando com a participação de Dr. Simone Almeida, Dr. Cristiane Marcos e Dr. Rosangela M. C. Cunha como médicas/professoras e o Dr. Laudo Yogue como médico voluntário. Existem 06 (seis) leitos fixos para AIDS e outras doenças infecciosas no HU/ CAS Santa Catarina, o Serviço atua também respondendo pareceres médicos e oferece suporte na Clínica Médica. Há visitas nas enfermarias nas quartas-feiras com os Residentes no horário de 7h30 as 9h30 e as sextas-feiras acontecem reuniões de 7h30 as 8h30. Reuniões toda quinta-feira juntamente com SCIH e NUVE e no mesmo dia reunião/discussão de casos com os Residentes, em rodízio de Clinica Médica, atividades de caráter mensal com os Residentes da Pediatria as segundas segundasfeiras do mês. Encontros mensais as quartas quartas-feiras com a Neurologia. Atendimento no Hospital Dia aos pacientes com AIDS, porém no presente momento a demanda é pequena. As atividades do trabalho não estão sendo desenvolvidas de forma satisfatória, porque há limites do espaço físico (com números pequenos de leitos) e número exíguo de profissionais médicos, como já solicitados anteriormente à Direção. Ausência da Residência Médica em função do processo de reestruturação da DIP. Dificuldade de exames e limitações propedêuticas, falta de agilidade por deficiência do sistema de informação e informatização, dificuldade da logística de distribuição de medicamentos. O desempenho e comprometimento da equipe são parcialmente satisfatórios, apesar de haver o movimento de mudança, porém ainda falta uma maior integração dos Serviços e Núcleos. Há sobrecarga e aumento das atividades de trabalho, porque o número de médicos na DIP é escasso. Atuação de humanização dentro do Serviço é feita com grupo de visita dominical, de apoio espiritual e emocional e, reuniões as quartas-feiras de caráter religioso. A proposta para melhor desempenho das atividades será com a implantação do PEC e reuniões integrativas com equipe multiprofissional que atua em diversos serviços do HU.
13 Planejamentos de Atividades do Núcleo de Vigilância Epidemiológica NUVE 1. Busca ativa (o que é): A interação profissional (médicos, enfermeiros; psicólogos; residentes, estagiários de enfermagem, de medicina, de serviço social e psicologia) na tentativa de identificar e comunicar no menor prazo as doenças de notificação compulsória. 2. Verificar internações: consulta através do SAI/SUS (AIHs); de acordo com os programas de informática. 3. Identificar diagnósticos: através do cadastro de prontuários do setor de internação (HU/CAS/UFJF). 4. Pesquisar dados: promover entrevista com os clientes (visita a enfermaria); pesquisar prontuários clínicos, fazer pesquisa in loco. 5. Preencher as fichas: usar os impressos específicos de cada doença a ser notificada, observando o preenchimento correto de todos os campos. 6. Informatizar em arquivo próprio: cadastrar as notificações no serviço específico NUVEH-HU/UFJF conforme planilha própria 7. Encaminhar à Epidemiologia/SMS: xerocar as fichas, protocolar através de ofício e enviar as originais ao Serviço de Epidemiologia da SMS. 8. Arquivar cópias das fichas/ofícios notificados: anexar às pastas próprias cópias (xérox) das atividades realizadas. NOTIFICAÇÃO IMEDIATA Port. Nº. 5 de 21/02/2006 Dias úteis; de 08 às 18h: (32) Sábados, domingos e feriados: (32) Botulismo Carbúnculo /Antraz Cólera Dengue Difteria Febre Amarela Febre Maculosa Hantavirose Influenza Humana Meningite Paralisia Flácida Aguda Peste Poliomielite Raiva Humana Sarampo Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) Tétano acidental Tétano Neonatal Tularemia Varíola Critérios clínico/ Laboratoriais para essas notificações: Dengue, Febre Amarela, Febre Maculosa: Febre, mialgia, náuseas, vômitos, contatos com transmissor há mais ou menos 15 dias e início dos sintomas mais ou menos 8 dias Coleta de sangue hemograma com plaquetas (05 ml de soro) Encaminhar 05 ml de soro, devidamente identificado para o serviço de epidemiologia NUVE/HU-CAS Santa Catarina 2º andar, salas 36/37; ramal 5184/5114 (De 2ª a 5ªfeira até às 12 horas).
14 Encaminhar a amostra recebida do laboratório central/hu ao Laboratório Macro Regional da GRS - JF (Avenida dos Andradas 222, ao lado do Hemominas) Sarampo: Contatos com alguém que viajou ao exterior, indivíduos com história de viagem ao exterior nos últimos 30 dias. Observação: Encaminhar a amostra com duas vias da notificação corretamente preenchida. FOLHA DE PLANEJAMENTO DAS ATIVIDADES DO NUVE HU/UFJF ATIVIDADES ( o que?) EXECUTORES (Quem?) 1. Busca Ativa Matilde, Evandro Valdenir, Ariany Shirley, Fernando Maíra 2. Notificação urgente (agravos notificáveis) Médicos, residentes, enfermeiros (plantonistas) TEMPO (Quando?) De segunda a sexta feira de 08 às 14 h Sábados, domingos e feriados. LOCAL (Onde?) Salas 36 e 37 2º andar da Unidade Administrativa HU/CAS Santa Catarina Tel.: De 2ª a 6ª feira de 08 às 18 horas (32) Plantonista da SMS/Epidemiolo gia (32) (aos sábados, domingos e feriados) SERVIÇOS (Porque?) Manter a estatística hospitalar Contribuir para atualização dos dados cadastrais da Epidemiologia / SMS Levantar dados para aprimorament o assistencial Especialidade dos agravos (necessidade de intervenções emergentes) FORMA (Como?) Preenchimento dos impressos específicos Obedecendo aos critérios utilizados para notificação de cada agravo. Via tel cel. (32) Via Internet: Site: io.pjf.mg.gov.br NUVE HU/UFJF Metas 2009 ATIVIDADES/AÇÕES OBJETIVOS PLANO DE AÇÃO PRAZO RESPONSAVEL Relatórios de notificações Elaboração de ofício Semanal Enfermeira Preenchimento / implantação do checklist Manter o cadastro do NUVE HU/UFJF e a Epidemio SMS-PJF sempre atualizados Computar os dados estatísticos (NUVE HU/UFJF DNC) conforme portaria Estimular/despertar desenvolvimento de pesquisas epidemiológicas Preencher os impressos próprios Visitar SAME (faturamento) S/N encaminhar à Epidemio/SMS Visitar as enfermarias Consultar as fontes de informação Atualizar as normas do serviço conforme portarias, ofícios, etc. Diário Quinzenal Estagiários Estagiários:
15 Realização de estudos científicos com toda a equipe (SCIH/DIP, NUVE, CCIH, Hospital Sent.) Levantamento dos profissionais vacinados Operacionalização dos POPs relacionados às DNCs Promover integração com os demais profissionais (SCIH, CCIH, Hospital Sent. Vacinação) Desenvolver/aprimorar atividades de capacitação. Atualizar cartão de vacina conforme o quadro de pessoal ativo Fornecer dados fidedignos à SMS Conscientizar os profissionais quanto a biossegurança Desmistificar os falsos conceitos, principalmente (DSTs) Orientar/conscientizar clientes/familiares Desenvolver atividades que contribuam para graduação dos estagiários (estatística atividade de enfermagem); avaliações médico/clínico/enf. Verificar junto aos setores a situação vacinal dos profissionais (exigir o cartão) Relacionar por setores a necessidade da vacinação Orientar os profissionais (conforme sua necessidade) Promover palestras Distribuir panfletos Semestral JAN/JULHO NUVE (Matilde) SCIH/Santa Catarina (Marilene) SCIH/CAS (Mércia) Hospital Sent. (César) Caroline (secretária DIP) Enfermeiros (Edu. Continuada) Estagiários. Valorização do Desempenho Hospital Sentinela Atividade desenvolvida pelo Hospital Sentinela é voltada para orientar sobre medidas de segurança com relação a medicamentos e equipamentos em conformidade com a ANVISA. São realizadas capacitação semanal através palestra on-line transmitida do Hospital Sírio Libanês, com lista de presença dos participantes sendo fornecido certificado aos participantes do módulo. Campanhas de conscientização sobre prevenção e controle de infecção hospitalar. Atividades educativas Relatório em sistema integrado de informações com ANVISA. Participação de eventos externos obrigatórios. Ações de fármaco tecno e hemovigilância. Sentimos falta de motivação interna e externa, para melhoria do trabalho é necessária a inclusão de mais um membro na equipe para dividir as atribuições, o acúmulo de atividades interfere no desdobramento das ações que o serviço se propõe. Há sobrecarga das atividades devido à participação em diferentes comissões, há necessidade de desdobramento para atender as demandas dos serviços. A proposta de contratar mais uma pessoa é para otimizar as atividades que já vem sendo desenvolvidas, que é de relevante importância para capacitação dos
16 profissionais que atuam nesta unidade, que carecem de treinamentos para prestar uma assistência de qualidade e com segurança, prevenindo a integridade tanto do paciente quanto de si próprio. MEMBROS DO SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR NOME Caroline Pyewell Martins Dra Cristiane Marcos Soares Dias Dr. Evandro Tomasco de Abreu Everaldo César Motta Dr. Laudo Yogui Marilene Fernandes de Oliveira Matilde Azevedo da Silva Mércia Guadalupe Ramos Dr. Rodrigo Daniel de Souza Dr. Ronald Kleinsorgee Roland Drª. Rosangela M. C. Cunha Drª. Simone Lopes de Almeida Pifano CARGO Secretária Médica Voluntária Professora Substituta Médico Epidemiologista Enfermeiro do SCIH/Santa Catarina Médico Voluntário Técnica em Enfermagem do SCIH/Santa Catarina Enfermeira do NUVE Enfermeira do SCIH/CAS Médico Chefe do SCIH Professor Chefe do Serviço Médico Médica Professora Adjunta Médica Voluntária Professora Substituta