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Timestamp: 2017-11-20 02:05:56+00:00
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Matched Legal Cases: ['artigo 18', 'artigo 4', 'artigo 4', 'artigo 47', 'artigo 88', 'artigo 4']

GreatAssistants: Setembro 2013
Portaria 286-A/2013 1.º Suplemento, 16/09/2013
Cria a medida Incentivo Emprego. Para download siga o link.
Acórdão do Tribunal Constitucional 474/2013, 17/09/2013
Pronuncia-se pela inconstitucionalidade da norma constante do n.º 2 do artigo 18.º do Decreto n.º 177/XII (regime de requalificação de trabalhadores em funções públicas), enquanto conjugada com a segunda, terceira e quarta partes do disposto no n.º 2 do artigo 4.º do mesmo diploma; pronuncia-se pela inconstitucionalidade da norma constante do n.º 1 do artigo 4.º, bem como da norma prevista alínea b) do artigo 47.º do mesmo Decreto n.º 177/XII, na parte em que revoga o n.º 4 do artigo 88.º da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de fevereiro, e na medida em que impõem, conjugadamente, a aplicação do n.º 2 do artigo 4.º do mesmo Decreto aos trabalhadores em funções públicas com nomeação definitiva ao tempo da entrada em vigor daquela lei. Para download siga o link.
Com o presente texto, damos início a uma nova rubrica com informações relevantes sobre cidades de negócios a nível mundial.
Lisboa é a capital e maior cidade de Portugal, com uma população de cerca de três milhões de habitantes. Situada no estuário do rio Tejo, junto à costa atlântica da Península Ibérica, é a capital mais ocidental da Europa. Considerada uma cidade global devido à sua importância a nível financeiro, comercial, artístico e educacional, é o principal centro económico do país e um dos maiores da União Europeia.
Clima – Mediterrânico (temperaturas médias)
Como Chegar – Aeroporto de Lisboa (acessos); Gare do Oriente
Alojamento – Oferta hoteleira de qualidade, rica e diversificada (consultar o diretório).
Transportes – A cidade é servida por uma rede de metropolitano e por autocarros.
Restaurantes – Ampla oferta culinária, nacional e internacional (consultar o diretório).
Centros de Congressos – FIL - Feira Internacional de Lisboa; CCL – Centro de Congressos de Lisboa
Principais Atrações Culturais – Castelo de São Jorge; Mosteiro dos Jerónimos; Torre de Belém; Museu do Oriente; Museu Nacional de Arte Antiga. Para mais informações, consultar o diretório.
Indicações Genéricas de Âmbito Cultural – Os portugueses são tradicionalmente formais e respeitam a hierarquia. Preferem fazer negócios com interlocutores em quem sabem poder confiar e com quem se sentem confortáveis, sendo aconselhável um contacto inicial através de uma recomendação e que se invista algum tempo na criação de um clima de confiança. De uma forma geral, os portugueses negoceiam com base na relação estabelecida com as pessoas, e não com as empresas, sendo, por isso, desaconselhável mudar de equipa a meio de uma negociação. As conversações podem levar o seu tempo, uma vez que os portugueses são meticulosos e dão importância aos pormenores, não sendo recomendável que se demonstre impaciência. Embora, por vezes, se concentrem em ganhos rápidos, os portugueses preferem fazer negócios pensando a longo prazo. O mês de agosto, devido às férias de grande parte da população, e a semana entre o Natal e o Ano Novo são alturas desaconselháveis para a marcação de reuniões.
Guia para o visitante.
Docente das UC de Técnicas de Comunicação e Expressão e Competências Comunicacionais
Lidar com deadlines
Ao longo do estágio, tenho-me apercebido de que cada colega age de forma diferente quando tem um prazo para cumprir: há quem entre numa zona própria e se abstraia do que o rodeia, quem trabalhe num ritmo frenético e quem aja com normalidade, por estar habituado à pressão.
Pelo que tenho observado, a maior parte dos colaboradores é mais produtiva (se é que assim se pode chamar) quando tem um deadline. Nesta situação, a criatividade e a concentração aumentam quando existe a pressão do tempo.
Pessoalmente, prefiro trabalhar com prazos de entrega, desde que sejam exequíveis e, quando não os tenho, crio-os, consoante o trabalho. Assim, tenho a certeza que não deixo nada pendente, uma vez que aquilo que hoje não tem prazo, daqui a duas semanas pode tornar-se urgente.
Contudo, existem pessoas que não lidam bem com a pressão de um deadline e não a veem como emocionante nem motivadora. Isto pode dever-se ao facto de receberem prazos demasiado curtos com muita frequência ou de não os poderem negociar nem conseguirem envolver mais colegas nas tarefas.
Uma correta gestão de prioridades é importante para saber lidar com a pressão do tempo ou até mesmo evitar que esta tome proporções desnecessárias: uma má gestão pode significar deixar para trás uma tarefa que deveria ser terminada em primeiro lugar. Por outro lado, a forma como as chefias pedem os trabalhos é também crucial para saber priorizar: quem delega uma tarefa deve ter a noção de que utilizar o termo “urgente” em tudo o que se pede pode ter o efeito oposto ao pretendido.
Para os deadlines servirem o seu propósito e não serem desmotivadores, deve existir um meio termo entre a pressão constante e o “deixa andar”. E, para além de aprender a gerir as prioridades, o mais saudável é mesmo não deixar acumular o stress e desligar o “botão” quando se sai do trabalho. Trazer os problemas do trabalho para casa pode ser tão prejudicial como levar os dilemas pessoais para o trabalho!
Lei 72/2013, 03/09/2013
Décima terceira alteração ao Código da Estrada, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 114/94, de 3 de maio, e primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 44/2005, de 23 de fevereiro. Para download siga o link.
Lei 73/2013, 03/09/2013
Estabelece o regime financeiro das autarquias locais e das entidades intermunicipais. Para download siga o link.
Decreto-Lei 129/2013, 06/09/2013
Aprova o processo de privatização da CTT - Correios de Portugal, S. A. Para download siga o link.
Lei 74/2013, 06/09/2013
Cria o Tribunal Arbitral do Desporto e aprova a respetiva lei. Para download siga o link.
Se se revê numa destas situações, não se conforme! Desafie-se e arrisque! Escreva-nos para susana.casanova@europeia.pt. E se conhece alguém nesta situação, peça-lhes para nos escrever também.
Labels: coordenação, licenciatura SCE
Regressar ao Ensino Superior
Em 2013 faz, precisamente, 20 anos que entrei pela primeira vez numa instituição de Ensino Superior, para frequentar uma Licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Estudos Ingleses e Alemães. Volvido todo este tempo, concluo o 3.º ano da Licenciatura em Secretariado e Comunicação Empresarial do ISLA Campus Lisboa, agora Universidade Europeia.
Muitos questionam-me o porquê de voltar aos bancos da faculdade, sobretudo depois de tanto tempo; outros perguntam-me o porquê desta licenciatura. Na realidade, esta opção foi o resultado de distintos fatores que pesaram na minha decisão. Considerei a localização, o tempo de deslocações entre o emprego e a faculdade, os horários, os custos envolvidos, o ambiente que se sentia no campus, os conteúdos programáticos, além de dois pontos que destaco e passo a explicar.
Sou Secretária desde 1999, tendo passado por várias etapas, desde Assistente Administrativa, Secretária Júnior, Secretária de Direção, Secretária de Gerência a Personal Assistant. Ao longo desta jornada senti que necessitava de afirmar e valorizar a minha experiência e os conhecimentos adquiridos na prática, através de uma licenciatura. Era necessário comprovar perante os demais que a função que exerço, que as tarefas que me são atribuídas e o meu desempenho diário têm o mesmo peso e responsabilidade do que as de um Engenheiro, um Professor, um Advogado ou qualquer outro profissional. Felizmente, começamos a assistir, pouco e pouco, a uma mudança na forma de encarar esta profissão, quer devido à crescente globalização e uniformização de processos, quer na mentalidade daqueles que nos rodeiam.
Para esta escolha contribuiu também fortemente o prestígio e a longa tradição associados à licenciatura em Secretariado e Comunicação Empresarial do ISLA-Lisboa, assim como a sua alta taxa de empregabilidade pós-licenciatura.
Mas não só o atrás mencionado foi determinante ao escolher esta licenciatura. Pretendia adquirir novos conhecimentos em áreas com que nunca havia tido contacto, como por exemplo Gestão Financeira, Marketing, Comunicação Empresarial, só para mencionar algumas. Queria obter informações inovadoras e atuais, aprender novas técnicas e ferramentas que me ajudassem no meu dia a dia, adicionassem valor ao meu desempenho profissional e me distinguissem qualitativamente dos meus pares.
Passados três anos, olho para trás e ultrapassados diversos obstáculos como o cansaço, a escassa vida social, o andar sempre a correr de um lado para o outro, sem tempo para uma refeição decente (maiores intervalos este último semestre trouxeram uma melhoria significativa às nossas vidas) e nem sempre conseguir atingir o grau de eficiência que pretendia quer no emprego quer nas aulas, estou segura que ambos os pressupostos que me levaram à escolha desta licenciatura irão ser concretizados na íntegra:
esta licenciatura merece tanto respeito e admiração como qualquer outra, porque na maioria das organizações o Secretariado é a coluna vertebral que ajuda a sustentar e a trilhar/operacionalizar os caminhos definidos pelas chefias que assessoramos.
sem dúvida que a licenciatura em Secretariado e Comunicação Empresarial me trouxe maior autoridade e segurança a nível profissional, como complementa e enriquece o meu conhecimento.
Mafalda Baptista (Finalista)
A inteligência emocional refere-se, por um lado, à capacidade para reconhecer e compreender as nossas próprias emoções ou as emoções de outros e, por outro lado, à capacidade de usarmos esta consciência emocional na gestão dos nossos comportamentos e das relações interpessoais. Afeta a forma como gerimos os comportamentos, exploramos as complexidades sociais e tomamos decisões adequadas e eficientes. Por esta razão, pode ser uma ferramenta importante para o sucesso pessoal, social e profissional.
Todos enfrentamos o desafio diário de lidar de forma eficiente com as emoções. Os estímulos captados pelos órgãos dos sentidos (o que vemos, cheiramos, tocamos/sentimos, ouvimos, saboreamos) são transformados em sinais elétricos que vão ser posteriormente interpretados pelo cérebro. Neste processo, os sinais passam pelas áreas cerebrais responsáveis pela produção das emoções, antes de passarem para as áreas responsáveis pelo pensamento racional. O que isto quer dizer na prática é que experienciamos emocionalmente os estímulos ambientais antes mesmo de os experienciarmos racionalmente. Assim sendo, a forma como interpretamos racionalmente um evento é influenciada pelo nosso estado emocional – o mesmo estímulo ambiental pode ser interpretado de forma diferente de acordo com o nosso humor – e é por essa razão que, por exemplo, uma chamada de atenção do nosso superior hierárquico pode causar uma reação muito negativa num dia e noutro pode ser relativizada e interpretada como construtiva.
Temos reações emocionais todos os dias e, muitas (talvez demasiadas) vezes, não temos competências para gerir as nossas emoções no calor dos problemas desafiantes que enfrentamos. Na realidade, não temos qualquer controlo sobre as emoções que nos suscitam os acontecimentos de vida diários, mas podemos ter controlo sobre os comportamentos que se seguem a essas emoções.
Mas uma questão fundamental é: será que podemos melhorar a nossa inteligência emocional ou é algo biologicamente determinado e nada podemos fazer para a alterar? A boa notícia é que todos temos potencial para melhorar a nossa inteligência emocional, no sentido de a usarmos a favor do nosso sucesso em contextos diversos. A má notícia é que para isso temos que treinar, o que requer um esforço pessoal. Pense na inteligência emocional como um músculo, qualquer músculo do seu corpo: se o treinar ele irá desenvolver-se e ficar mais forte, se não o fizer certamente não se desenvolverá. Como em qualquer outra coisa na vida que queira alcançar terá que se esforçar; se está à espera que lhe caia no colo, então o melhor será sentar-se e parar de ler, pois o que se segue não lhe interessará.
Os leitores que estejam decididos a dar o benefício da dúvida, poderão explorar três estratégias que selecionei para este artigo, dentro de um vasto leque de opções possíveis. O critério de seleção foi aquelas com que mais me identifico e que mais utilizo no meu dia a dia em diversas situações, principalmente nas mais problemáticas. São formas práticas de melhorar a inteligência emocional e que nos últimos anos me têm ajudado a lidar com as mais diversas situações quer do foro pessoal e social, quer do foro profissional. No meu ponto de vista, estas estratégias têm um potencial imenso e mudaram a forma como perspetivo a minha vida, o meu trabalho e o meu mundo em geral e, por consequência, mudaram a forma como faço a gestão das relações interpessoais.
Uma das minhas estratégias de eleição ao nível da autogestão das emoções (capacidade para estar consciente das emoções pessoais e para decidir o que fazer com essa emoção) consiste em fazer uma lista “pensamentos emocionais” vs “pensamentos racionais” – esta lista é especialmente relevante quando pretendemos clarificar o que é que o nosso lado emocional nos diz para fazer e o que é que o nosso lado racional nos diz para fazer. Desta forma podemos ficar com uma ideia apurada sobre até que ponto o nosso lado emocional não estará a atrapalhar o lado racional e vice-versa.
Em situações inesperadas, que nos originam um turbilhão de pensamentos difíceis de gerir, então uma boa estratégia, do meu ponto de vista, será deixar passar algum tempo para clarificar os pensamentos e para ganhar novas perspetivas acerca do assunto. Não agir de “coração quente” pode ser fundamental para nos protegermos a nós próprios e às pessoas com que nos relacionamos. Quantos de nós não se arrependeram já de atos que cometeram no calor de momentos emocionalmente intensos?
Por último, a minha estratégia predileta consiste em ganhar novas perspetivas acerca do meu problema através da captação da opinião de outras pessoas que não estão emocionalmente envolvidas no problema em questão e, de preferência, que sejam diferentes de mim em vários aspetos ou que tenham perspetivas de vida diferentes da minha. Quando conversamos com alguém acerca do nosso problema podemos ganhar um “olhar de fora”, um novo ponto de vista que pode nunca nos ter ocorrido até ao momento em que alguém partilha a sua visão connosco. Nesse momento, abrem-se novas possibilidades que poderão ser úteis na resolução do problema.
Essencialmente estas estratégias requerem autocontrolo, o seu tempo e também o sentido estratégico para apurar o timing perfeito de ação.
Docente das UC de Psicologia e Metodologia das Ciências Sociais
Labels: artigos, opinião, profissão, universidade europeia
Muitas são as pessoas que se questionam sobre os atuais valores de mercado. Afinal quanto se ganha/pode ganhar por ano nesta profissão?
A empresa Page Personnel, que tem uma área de recrutamento dedicada ao “secretarial & management support” efetuou um estudo de remuneração que merece uma análise.
O trabalho é apresentado de forma organizada e por categorias: “Secretárias de Administração / Assistentes de Alta Direção, Assistentes de Direção / Secretárias de Departamento, Assistentes / Secretárias Comerciais, Assistentes / Secretárias Jurídicas, Office Manager / Secretárias Serviços Gerais, Personnal Assistant, Rececionistas Bilíngues”. Adicionalmente, é feita uma breve descrição da função, por categoria e indicadas as responsabilidades inerentes.
É também disponibilizada uma indicação sobre os diversos setores de negócio para os quais efetuam recrutamento: “Farmacêutico, Banca, Consultoria, Grande Distribuição, Serviços, FMCG (Fast-Moving Consumer Goods), Indústria, Tecnologias de Informação e Escritórios de Advogados.”
Por fim indicam-se os valores que surgem divididos por dimensão: pequenas, médias e grandes empresas.
Apresentam-se de seguida os valores ilustrativos para as seguintes posições:
Secretário executivo júnior: a remuneração anual bruta situa-se entre os 12.600€ e os 21.000€.
Assistente administrativo: a remuneração anual bruta situa-se entre os 11.900€ e os 18.900€.
Secretário executivo: a remuneração anual bruta situa-se entre os 14.000€ e os 22.400€.
Secretário executivo sénior: a remuneração anual bruta situa-se entre os 19.600€ e os 25.900€.
Office executive manager: a remuneração anual bruta situa-se entre os 16.800€ e os 25.200€.
O estudo não menciona mas em muitas empresas nacionais e multinacionais, acrescem à remuneração anual bruta, além do subsídio de alimentação, diversos benefícios adicionais tais como: seguro de saúde (em certos casos extensível ao agregado familiar), lugar de estacionamento, seguro de vida, complementos de reforma, subsídio de transporte, entre outros. Note-se, contudo, que estes números terão por base a dimensão da organização, bem como a experiência profissional e a formação académica do candidato.
O mercado seleciona os profissionais através de várias premissas, sendo que, cada vez mais, e tal como acontece para o exercício de outras profissões, se exige formação superior na área.
A publicação pode ser lida integralmente aqui.
Posted by GreatAssistants at 11:30 Sem comentários:
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