Source: http://www.anapp.org.br/boletim/
Timestamp: 2017-05-25 21:57:46+00:00
Document Index: 85885445

Matched Legal Cases: ['Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 6']

Boletim de produção, mercado, lojas de produtos de piscinas | ANAPP
Considerando-se como premissas as adotadas pelo CONAR, segue abaixo a proposta de diretrizes de comunicação para os associados da Anapp. SEÇÃO 1 – Preâmbulo Artigo 1 – Todo anúncio deve ser respeitador e se conformar às leis do país; deve, ainda, ser honesto e verdadeiro. Artigo 2 – Todo anúncio deve respeitar os princípios de leal concorrência, geralmente aceitos no mundo dos negócios. Artigo 3 – Os padrões éticos de conduta estabelecidos nessas diretrizes devem ser respeitados por quantos estão envolvidos na atividade publicitária, sejam Anunciantes, Agências de Publicidade, Veículos de Divulgação, sejam Publicitários, Jornalistas e outros Profissionais de Comunicação participantes do processo publicitário, envolvidos ou colaboradores com o setor representado pela ANAPP. Os fabricantes se obrigam a informar corretamente o mercado, incluindo lojistas e terceiros que revendam seus produtos, porém, não podem ser responsabilizados por eventuais informações e/ou interpretações incorretas dadas por esses terceiros ao mercado consumidor. Artigo 4 – Qualquer empresa associada à ANAPP e cumpridora das diretrizes aqui expostas poderá oferecer à ANAPP denúncia comprovada e documentada, quando entender que uma ou mais empresas participantes desse grupo está violando alguma regra acordada neste documento, em lei ou norma brasileira. Para receber e julgar essas denúncias, será composto um Comitê de Ética, com no mínimo cinco (5) representantes associados, escolhidos pela Diretoria da Associação, para sua análise e deliberação em, no máximo, trinta (30) dias. Ao aferir a conformidade de uma campanha ou anúncio aos termos dessas diretrizes, o teste primordial deve ser o impacto provável do anúncio, como um todo, sobre aqueles que irão vê-lo ou ouvi-lo. A partir dessa análise global é que se examinará detalhadamente cada parte do conteúdo visual, verbal ou oral do anúncio, bem como a natureza do meio utilizado para sua veiculação. Após analisar a denúncia com base nessas diretrizes, o Comitê de Ética informará a diretoria da ANAPP sobre sua decisão e, caso entenda que existe uma violação, informará a(s) empresa(s) violadora(s) para que ela(s) possa(m) corrigir e resolver as pendências levantadas, em um prazo acordado entre as partes, além de retirar imediatamente de circulação qualquer material (real ou virtual) que caracterize essas violações. No caso de uma empresa que esteja violando as diretrizes e não resolva as pendências no prazo acordado, a ANAPP poderá decidir pela exclusão dessa empresa do seu quadro de associados. SEÇÃO 2 – Honestidade Artigo 5 – Os anúncios devem ser realizados de forma a não abusar da confiança do Consumidor, não explorar sua falta de experiência ou de conhecimento e não se beneficiar de sua credulidade. Artigo 6 – O anúncio deve conter uma apresentação verdadeira do produto oferecido, conforme disposto nos artigos seguintes desta Seção, onde estão enumerados alguns aspectos que merecem especial atenção. 1° – Descrições – No anúncio, todas as descrições, alegações e comparações que se relacionem com fatos ou dados objetivos devem ser comprobatórias, cabendo aos Anunciantes e Agências fornecer as comprovações, quando solicitadas. 2° – Alegações – O anúncio não deverá conter informação de texto ou apresentação visual que, direta ou indiretamente, por implicação, omissão, exagero ou ambiguidade, leve o Consumidor a engano quanto ao produto anunciado, quanto ao Anunciante ou seus concorrentes, nem tampouco quanto à: natureza do produto (natural ou artificial); procedência (nacional ou estrangeira); composição; finalidade. 3° – Valor, Preço, Condições – O anúncio...
Por José Eduardo e José Carlos Gomes Uma piscina bem tratada requer que sejam observados três parâmetros básicos: sua água precisa estar limpa, balanceada e saudável. A combinação desses fatores reduz em quase 100 % a probabilidade de ocorrer algo que possa mudar sua aparência. Água limpa é aquela que se apresenta transparente, cristalina, livre de sólidos em suspensão. Essa aparência é obtida através de um processo de filtração eficiente, fazendo-se uso de filtros, sendo a areia o meio filtrante mais utilizado em nosso país. Dentro dos filtros, as partículas maiores dos sólidos são retidas nas camadas superiores da areia, funcionando como suporte para que as partículas menores sejam também retidas. A passagem da água através dessa “malha” formada pelas partículas menores faz com que haja um aumento da pressão no interior do filtro até o ponto em que seja indicado que a areia deva ser lavada ou trocada. Há que se considerar que o processo de filtração não retém algas e metais como o ferro e o manganês, que também acabam turvando a cor da água e que, normalmente, estão presentes em águas provenientes de poços. Água balanceada é aquela que não produz irritação nos olhos e mucosas dos banhistas, não corrói equipamentos, cimento ou argamassa e também não deposita incrustações nas juntas dos materiais utilizados no revestimento da piscina. E essa condição é obtida mantendo-se o pH (potencial hidrogênico) na faixa entre 7,2 e 7,8 , a alcalinidade total entre 80 e 120 ppm (partes por milhão) e a dureza cálcica entre 200 a 400 ppm. Esses parâmetros são usuais e devem ser medidos diariamente e corrigidos com uma simples ação de tratamento por empresa ou profissionais qualificados com a adição de agentes químicos em medida adequada. Água saudável deve apresentar aspecto límpido e transparente. Não deve ter cheiro ou gosto estranho, não pode conter microrganismos que possam causar doenças, assim como não deve conter substâncias em concentrações que possam causar prejuízo à saúde dos banhistas. Para esse fim, em uma piscina deve(m) ser adicionado(s) produto(s) necessário(s) à garantia saudabilidade da água. Ao fazer uso da piscina os banhistas “poluem” a água contaminando-a com cabelos, pelos, cosméticos, células mortas e óleos da pele, suor, urina e outras secreções, além de seus próprios microrganismos. Mesmo sem a presença de banhistas, uma piscina pode ser contaminada através de germes que normalmente são arrastados pelo ar, pelo vento, pelas chuvas e até mesmo pela poeira, insetos, folhas, algas, fungos e bactérias. Essa contaminação pode também estar presente na água de abastecimento da piscina, qualquer que seja a sua origem. Portanto, o meio mais eficaz para se evitar tais transtornos, como o ocorrido nas piscinas do Parque Maria Lenk, é manter uma constante análise dos parâmetros físicos e químicos da piscina, como acima recomendado e, quando necessário, acionar empresas e profissionais qualificados para fazer rapidamente as correções necessárias. Veja também: Piscina verde na...
Episódio reforça importância da correta manutenção da água Por: Alcides Lisboa Em meio às exuberantes imagens da Rio-2016 geradas por câmeras de última geração, canais de TV do mundo inteiro comentaram em mais de 100 idiomas o inusitado fenômeno de esverdeamento da água das piscinas de salto e de polo aquático no Parque Maria Lenk. A coloração verde começou a ser percebida no dia 9 de agosto e foi se intensificando nos dias seguintes até que, em 13 de agosto, o Comitê Olímpico decidiu substituir todos os 3,75 milhões de litros da água da piscina de polo aquático. As causas – primeira pergunta que veio à mente de espectadores, atletas, jornalistas e organizadores – ninguém conseguiu explicar. PH da água, alcalinidade baixa – fatores que jamais provocariam esse efeito, segundo os especialistas -, filtração ineficiente e até “muito calor e falta de ventos”, entre outras pérolas da sabedoria humana, se candidataram a receber essa desonrosa medalha da Rio-2016. Mas nenhum deles levou. No domingo, 14 de agosto, um dos organizadores disse em entrevista na TV que o problema foi causado pela adição indevida de 80 litros de peróxido de hidrogênio na água. Segundo o diretor de instalações do Comitê Rio-2016 Gustavo Nascimento, a adição do produto “enganou” o sistema elétrico de controle dos níveis de cloro, prejudicando ajustes na qualidade da água. Essa é a explicação mais compatível com o problema constatado. Oxidante, a água oxigenada reage com o cloro (uma reação na qual os dois produtos se extinguem), consumindo seu residual desinfetante. Assim, equipamentos de controle não detectaram a ausência do cloro e a água ficou desprotegida, sem residual de cloro livre por algum tempo. Com o uso intensivo das piscinas e o calor intenso, compostos orgânicos, especialmente amoniacais presentes no suor (atletas podem transpirar até 0,5 litro de suor em uma hora), facilitaram a proliferação de algas (como acontece nas represas no alto verão). A adição de água oxigenada (alguns disseram 160 litros) ocorreu no dia 5 de agosto e uma explicação plausível apareceu publicamente no domingo, 14. Nesse intervalo, foram veiculadas notícias desencontradas, irreais, de contundente ignorância e, pior, de nenhuma autoridade sanitária ou, no mínimo, especializada em tratamento de águas. A nosso ver, muitas lições podem ser tiradas desse infeliz incidente em disciplinas diversas como Administração, Relações Públicas, Engenharia etc.: Se você vai sediar um grande evento, seja uma festa, uma competição ou olimpíada, que envolva o uso da piscina, assegure-se sempre de ter a assessoria de profissional habilitado e experiente. Certifique-se previamente que todos os equipamentos estejam funcionando em perfeita ordem e não deixe para testá-los na hora do evento. Pratique alguns dias antes para não ter surpresas repentinas. Tratamento de água é coisa séria. Use produtos confiáveis e seguros, adquira familiaridade com seu uso e não faça experiências novas se está satisfeito com o que está utilizando. Mas, se não estiver satisfeito e quiser experimentar algo novo, que não seja durante um evento importante. Tratar piscinas de forma correta e consistente é também a mais econômica. Não tenha medo de assumir erros. A confissão sincera do erro, logo no início teria evitado os desencontros, descalabros e desperdícios testemunhados mundo afora e, principalmente, teria evitado o agravamento do problema com uma solução rápida. Estimule sua equipe a reconhecer erros sem medo de punições....
Entenda os critérios do Selo de Qualidade ANAPP Garantia Comprovada Em reunião realizada pela diretoria em 9 de agosto, foram definidos critérios para a aplicação do Selo de Qualidade ANAPP Garantia Comprovada na linha de produtos das empresas do mercado de piscinas e produtos afins. Os objetivos do Selo, renovável a cada 12 meses, são fortalecer o setor, valorizar as empresas que têm compromisso com a qualidade e proteger o consumidor. Para obter o Selo de Qualidade ANAPP Garantia Comprovada, as empresas devem formalizar na Associação um termo de compromisso para atendimento das exigências estabelecidas em seu respectivo Grupo Setorial. Tal documento é renovado anualmente. A partir desse passo, a empresa que comprovar atendimento às exigências de aferição da qualidade poderá usar o Selo em suas instalações físicas, nos produtos qualificados, em material publicitário e qualquer tipo de mídia utilizada como estratégia de divulgação. As aplicações da imagem do Selo deverão ser previamente submetidas à apreciação da ANAPP para validação quanto à pertinência do uso e devido cadastramento. Os custos decorrentes da utilização do Selo são de responsabilidade das empresas. Para obtê-lo, a empresa deverá atender a requisitos mínimos indicados em cada Grupo Setorial. Veja o exemplo dos requisitos previstos para os segmentos de indústrias químicas para entender as demandas necessárias para cada empresa. Grupo Setorial Indústrias Químicas Comprovar, mediante atas e listas de presença, participação ativa em, pelo menos, 75% das reuniões do Grupo Setorial; Ter registro atualizado de toda a linha de produtos na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); Manter homologada toda a linha de baldes, quando necessário, como o dicloro em 60% e hipoclorito de cálcio, validados conforme documentos da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro); Ser associada a projeto de logística reversa, de acordo com o controle interno da ANAPP; Atender à legislação de importação de produtos, com documentos válidos da Receita Federal e da Anvisa; Estar em acordo com as exigências normativas para tampas de segurança nas embalagens, conforme documentos da Anvisa. Com os compromissos assumidos, as empresas certamente ganharão destaque com o reconhecimento diferenciado do mercado, tanto dos clientes quanto de fornecedores. A expectativa da ANAPP é de que o Selo também contribua para estreitar o relacionamento com as associadas e incentive a manutenção e melhoria de indicadores de qualidade, valorizando todo o setor. Fonte: Revista ANAPP...
Foi publicada a tão esperada Lei nº 12.996/2014 que trata da reabertura do REFIS até o último dia útil do mês de agosto de 2014 (29/08/2014). Referida lei reabre os prazos de que trata a Lei 11.941/2009 (Refis-2009) e Lei 12.249/2010 (débitos administrados por autarquias e fundações federais, tributários e não tributários), que por alguma razão não foram pagos. Nos termos da nova lei, poderão ser pagas ou parceladas as dívidas de que tratam vencidas até 31 de dezembro de 2013. As regras são praticamente as mesmas do REFIS 2009. A opção pela modalidade de parcelamento em até 180 meses, se dará mediante: I – antecipação de 10% (dez por cento) do montante da dívida objeto do parcelamento, após aplicadas as reduções, na hipótese de o valor total da dívida for até R$ 1.000,000,00 (um milhão de reais). II – antecipação de 20% (vinte por cento) do montante da dívida objeto do parcelamento, após aplicadas as reduções, na hipótese de o valor total da dívida for superior a R$ 1.000,000,00 (um milhão de reais). As antecipações de 10% (dez por cento) e 20% (vinte por cento) mencionadas poderão ser pagas em até 5 (cinco) parcelas iguais e sucessivas, a partir do mês do pedido de parcelamento. Débitos que podem ser parcelados: com exigibilidade suspensa ou não; inscritos ou não em dívida ativa, considerados isoladamente, mesmo em fase de execução fiscal já ajuizada; dívidas que tenham sido objeto de parcelamento anterior, não integralmente quitado, ainda que cancelado por falta de pagamento, assim considerados: a) os débitos de qualquer natureza de pequeno valor ou não, tributários ou não, inscritos em Dívida Ativa da União, no âmbito da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional; e b) os débitos relativos ao aproveitamento indevido de crédito de IPI. c) débitos remanescentes dos valores consolidados nos seguintes parcelamentos, ainda que a pessoa jurídica tenha sido excluída dos programas: a) Programa de Recuperação Fiscal – REFIS (Lei 9.964/2000); b) Parcelamento Especial – PAES; c) Parcelamento Excepcional – PAEX; d) parcelamentos ordinários junto à RFB e PGFN ( art. 10 da Lei nº 10.522/ 2002); e) parcelamento previsto no art. 38 da Lei nº 8.212/91 (Contribuições Previdenciárias). Estes débitos serão realizados na forma de “renegociação” (reparcelamento). Aproveitamento de depósitos para quitação: Os depósitos existentes vinculados aos débitos a serem pagos ou parcelados serão automaticamente convertidos em renda da União, após aplicação das reduções para pagamento à vista ou parcelamento. Ou seja, o devedor poderá utilizar os depósitos existentes para pagamento, com aplicação da redução previamente à conversão. Pagamento com prejuízo fiscal e base negativa da CSLL: As empresas que optarem pelo pagamento ou parcelamento desses débitos poderão liquidar os valores correspondentes a multa, de mora ou de ofício, e a juros moratórios, inclusive as relativas a débitos inscritos em dívida ativa, com a utilização de prejuízo fiscal e de base de cálculo negativa da CSLL próprios (não pode ser de terceiros). Acréscimo de SELIC: O valor de cada prestação é acrescido de juros correspondentes à variação mensal da taxa SELIC a partir do mês subsequente ao da consolidação até o mês anterior ao do pagamento e de 1% (um por cento) no mês do pagamento. Desoneração da folha de pagamento – base de cálculo Publicada a Solução de Consulta Vinculada Nº 8.029/2014 que trata sobre a base de cálculo...
Alertar sobre como evitar afogamentos nunca é demais. É por isso que a ANAPP consultou a SOBRASA (Sociedade Brasileira de Salvamento Aquática) para dar mais orientações de como evitar tragédias. Com as 4 medidas a seguir, você evita o risco de uma nova tragédia em até 95%. Isso pode seguir uma formula: A: ATENÇÃO de 100% na criança. A distância máxima entre ela deve ser de apenas um braço – mesmo na presença de um guarda-vidas. Nada substitui a supervisão de um adulto responsável. U: URGÊNCIA – aprender a agir em emergência aquáticas (em cursos, por exemplo) A: ACESSO RESTRITO – as piscinas devem ser equipadas com uso de grades com portões auto-travantes a uma altura que impeça crianças de entrar no recinto da piscina sem a presença de um adulto. S: SUCÇÃO de cabelo e partes do corpo pode ser evitado com uso de ralo (s) anti-aprisionamento e precauções de desligamento do funcionamento da bomba. Quando se tratar de um gradil, ele deverá estar íntegro e não escalável com altura superior a 1,2m, largura inferior a 12cm entre as barras verticais e no máximo 8 centímetros entre o piso e o bordo inferior da vedação, isolamento necessário para impedir a passagem de uma criança e possibilidade de interditar a piscina. Propósito: o isolamento da piscina com grades ou cerca não escalável, com tranca de travamento automático da porta permite delimitar com precisão as áreas de acesso á sua piscina, mantendo distantes crianças e animais domésticos, as quais poderão circular com segurança ao redor da piscina e sem risco de afogamento. O ralo anti-aprisionamento possui tecnologia que impede a sucção dos cabelos dos banhistas, bem como partes do corpo eliminando o risco de aprisionamento e afogamento. A SOBRASA dá algumas dicas para evitar o afogamento em casa: 1. Ensine flutuação e brincadeiras na água para crianças à partir dos 6 meses e natação à partir dos 2 anos. 2. Caso seja necessário afastar-se da piscina para atender um telefona, campainha ou até mesmo ir pegar uma toalha, leve a criança consigo. 3. Incentive o uso de coletes salva-vidas para crianças menores e pessoas sem conhecimento de natação. Não permita o uso de boias de braço, pranchas, pneus, e bolas, elas transmitem a falsa impressão de segurança. 4. Evite brinquedos próximos à piscina. Isso atrai a criança e aumenta o risco de afogamento. Cuidados para os adultos: Não permita mergulhos de cabeça em locais rasos. Não permita competições de prender a respiração embaixo d’água. Evite a ingestão de bebidas alcoólicas e alimentos pesados antes do banho de piscina. Em caso de relâmpagos, saia imediatamente da piscina Se você for fazer uma festa com piscina em casa, lembre-se de contratar um guarda-vidas. Após tomar esses cuidados, estará seguro para se divertir na piscina....
Automação e aspiradores automáticos
No tipo de vida atual, tempo é uma preciosa comodidade. Nem sempre você pode ter tempo para o trabalho que deve ser feito para realçar a aparência da piscina e de seus arredores, que fazem da aquisição de uma piscina uma atitude muito agradável. Equipamentos automáticos podem ser usados para controlar o ciclo de filtração (timers), para a adição de produtos químicos (bombas dosadora/sondas), para controlar a temperatura da água (termostatos), para corrigir o nível da água da piscina, (controladores de nível), para ligar ou desligar a iluminação subaquática, para acionar equipamentos de segurança, para acionar capas automáticas, para facilitar a limpeza física da piscinas (aspiradores automáticos), etc. Pode-se controlar a distância simplesmente apertando um botão, economizando tempo e esforço tornando o cuidado de uma piscina apenas uma diversão. Neste artigo vamos nos ater à aspiração automática de uma piscina. As piscinas, principalmente as externas, mas, não só elas, são vulneráveis às excursões de finas partículas, sejam orgânicas ou minerais, ao pó carregado pelo vento, aos diversos insetos, folhas, etc., sem se falar as sujeiras humanas como principalmente aos diversos tipos de cosméticos. Parte desta sujeira é retirada pelo filtro, parte pelo ralo de fundo ou pela coadeira, mas uma parte considerável deposita-se no piso e nas paredes das piscinas e ainda na linha d’água. No Brasil, diferente de outros países, a maioria da operação aspiração é feita por um sistema manual, desde piscinas de pequeno porte (residenciais), de médio porte (hotéis e condomínios) até às de grande porte (academias e clubes). Estes aspiradores, no caso de piscinas de pequeno e médio porte, são compostos basicamente de três peças – tais como: cabo de comprimento ajustável, mangueira e carrinho do aspirador. A mangueira é adaptada ao bocal de aspiração ou eventualmente a coadeira. A aspiração é feita por uma pessoa. Para as piscinas de grande porte o cabo é substituído por uma corda. Neste caso, é necessário o apoio de pelo menos duas pessoas. São operações demoradas, com frequência de uma ou duas vezes por semana e às vezes mais de 3 horas por dia. Aspiração automática compreende em 4 tipos, ou seja: 1- Sistema de limpeza de piso de piscina, sendo fixado no piso da piscina. Vantagens: É estético. Boa limpeza do piso da piscina. Boa distribuição de produtos químicos e de temperatura da água. Economiza produtos químicos Dispensa o uso de mangueiras. Desvantagens: É extremamente caro. O custo da manutenção é abusivo A instalação é difícil. Não esfrega o piso da piscina, assim como as paredes e a linha d’água. Com tubulação abaixo do piso da piscina qualquer reparo nela tem custo muito elevado. É um sistema fixo e, portanto, é usado para apenas uma piscina, e pode ser deslocado para outra piscina. Usado apenas em piscinas novas Não existe a possibilidade de adaptação a diversos tipos de filtros. 2-Aspiradores de sucção, são conectados ao sistema de filtração pela bomba principal. Vantagens: Baratos Confiáveis. Funcionam como um ralo móvel Desvantagens Não aspiram paredes e linha d’água. Não esfregam os pisos, paredes e linha d’água. Necessitam de frequente retrolavagem com perda de água, produtos químicos e eventualmente calor. Tem necessidade do uso de mangueiras e suas substituições quando necessária. Não pode ser usado em piscinas cobertas e com raias. Não tem a opção para ser usado com diversos...
Resultados de testes podem nem sempre mostrar a realidade. Para obter exatidão, siga estas simples etapas. Testes são fundamentais para identificar antecipadamente problemas em piscinas. Vejamos diferentes métodos que podem ser utilizados para analisar a água de piscinas e hidromassagens e os prós e contras de cada um. Testes com fita Um dos métodos mais fáceis para analisar a água é o teste com fita “mergulhar e ler”. Para uma rápida verificação química da água de uma piscina ou hidromassagem são indicadas as fitas de teste. Blocos de teste na fita são quimicamente tratados com um reagente que reage com os componentes da água. Uma vez que os blocos da fita mudam de cor, eles podem ser comparados com os padrões de cor para determinar se são necessários testes adicionais. As fitas são uma boa forma de obter uma análise geral do estado químico da piscina, pois avaliam a maioria de seus parâmetros. No entanto, algumas limitações deste método incluem o fato de essas fitas serem altamente afetadas por condições de iluminação, pela percepção de quem realiza o teste e pelos limites de padrões de cor oferecidos para comparação. Devido a essas influências, é possível não se obter os mesmos resultados em uma série de testes. Uma evolução das fitas de teste “mergulhar e ler” é o leitor digital de fita. O leitor digital compara digitalmente a amostra de cor com o padrão, ou relaciona a cor a uma concentração usando diversas equações matemáticas. Como as condições de iluminação e as considerações pessoais não são mais um fator de limitação, o leitor digital é considerado mais preciso do que as fitas comuns. Porém, a tecnologia das fitas de teste, de forma geral, possui algumas limitações que afetam a exatidão da análise da água. Medição de cloro livre Além do teste com fita, que pode analisar a maioria dos componentes químicos da piscina de uma só vez, existem outras opções disponíveis. Vejamos cada parâmetro individualmente. A ortotolidina, ou OTO, é um teste frequentemente utilizado pelos clientes para avaliar os níveis de higienização de piscinas e hidromassagens, mas se tornou menos popular devido aos métodos mais precisos disponíveis atualmente. Não é possível obter uma leitura do cloro livre por meio deste método de teste, o que dificulta a medição da quantidade de cloro presente na água. O teste com DPD (N, N-dietil-p-fenilenodiamina) também é utilizado para testar a higienização e possui a capacidade de analisar o cloro livre e o total. O teste com DPD pode ser realizado como um teste de gota colorimétrico, como a OTO, e comparado a um padrão de cores para a leitura. Ele também pode ser feito utilizando um método de teste titulométrico e, em alguns casos, com ajuda de um fotômetro. O teste colorimétrico com DPD é o método mais comum e com maior custo-benefício. A maioria dos blocos de cores de DPD medirá o cloro livre até cinco partes por milhão, mas pode não ser exato acima desse residual, a não ser que a amostra seja diluída. O branqueamento da cor pode ocorrer nesses testes quando a quantidade de cloro é de 10 a 15 ppm, podendo resultar em uma leitura incorreta de cloro zero, embora o residual esteja, na verdade, muito alto. Além disso, em leituras de pH elevado, a...
Chuveiros Embora não se relacione com a economia de água nas piscinas, abordaremos o item chuveiros porque este é um dos grandes responsáveis pelo consumo de água. Estima-se que mais de 80% da água consumida em academias e clubes, sai dos chuveiros Uma das formas de consumo que se pode chamar de desperdício é o que ocorre quando o chuveiro está funcionando e ninguém está tomando banho. Três atitudes podem reduzir o desperdício. São elas: educar os usuários com cartazes afixados no vestiário alertando sobre os cuidados para evitarem desperdícios deixar a tarefa para o encarregado no vestiário alertando sobre os cuidados para se evitar desperdícios deixar a tarefa para o encarregado do vestiário, o faxineiro, de evitar o desperdício, fechando os registros quando abertos sem a presença de usuário e alertando-os quando for necessário Afixar dispositivo, no piso que fica abaixo do chuveiro, afim de que a passagem da água só ocorra quando o usuário estiver em cima dele. combinação de todos esses itens O outro consumo, que chamamos de consumo útil, é função de duas variáveis. • Vazão do chuveiro, que pode ser controlada por meio de registros ou de redutores de vazão colocados na entrada do chuveiro. Não se deve reduzir demasiadamente a vazão, sob pena de tornar o banho insatisfatório. Temos verificado vazões de chuveiro variante entre 5 e 15 1/min, com um valor médio de 10 1/min para chuveiros alimentados por aquecedor central e 8 1/min para chuveiros elétricos. • Duração do banho, que tem variado bastante. Ele tem uma duração maior quando o chuveiro é alimentado por aquecedor central e menor no caso do chuveiro elétrico. Em média, um banho de chuveiro com aquecedor central é de 8 minutos e de chuveiro elétrico é de 6 minutos. O consumo médio por banho de chuveiro com aquecedor central é de 10 x 8 – 80 litros, ou 0,080 m³, com um custo de 0,080 x R$20,36 = R$1,63 por banho e o consumo médio por banho de chuveiro elétrico é de 8 x 6 = 48 litros, ou 0,048 m³, com um custo por banho de: 0,048 x R$20,36 = R$0,98. Existem chuveiros de procedência americana que possuem uma vazão menor e dão a mesma sensação de um banho com maior vazão. Mas, para funcionar, devem estar sujeitos a uma pressão maior que a usual, o que impossibilita se uso em muitos casos. Deve-se procurar diminuir o desperdício, usando-se sempre que possível os chuveiros americanos, no caso de aquecimento central, ou reduzir gradativamente a vazão dos chuveiros até o limite do tolerável. Quando se trata de uma academia ou clube novos, é muito importante começar com a vazão dos chuveiros em valor mínimo. Energia Cabine primária Da mesma maneira que o poço artesiano fornece água a um custo menor, a cabine primária fornece água a um custo menor, a cabine primária é também uma maneira de se obter energia elétrica a um custo menor. A Diferença é que a confiabilidade no cálculo do retorno do investimento na cabine primária é bem maior. O retorno deverá ser avaliado pelos responsáveis da piscina, a fim de se verificar se é interessante ou não, mas a decisão deve ser influenciada pela situação econômica. Nota 1: a consciência de energia elétrica cobrará a maior demanda entre a contratada...
Moneyball – o homem que mudou o jogo, é um filme de 2011 baseado na história verídica de Billy Beane, gerente geral de um time de basebol que adotou uma sofisticada análise estatística dos jogadores na composição e gestão da sua equipe, em vez de fazer mais do mesmo, prática comum entre dirigentes e outros profissionais dos esportes em geral. Já assistiu ou leu o livro? O filme começa com a frase atribuida ao destacado jogador de basebol Mickey Mantle: “É inacreditável o quanto você não sabe sobre o jogo que jogou a sua vida toda”. E é mesmo. Dos campos e quadras dos jogos esportivos, seja nos esportes de alto rendimento, seja nos dependentes de cooperação e ação conjunta, para os demais campos da ação humana, é impressionante como nos deixamos cegar pelo foco exagerado em aspectos particulares das operações e permitimos que velhos paradigmas e preconceitos em geral distorçam nossa percepção e limitem o campo e a eficácia das ações. O fenômeno é mesmo cruel. Miopia, teimosia e mesmice tendem a aumentar na razão inversa da abertura mental e na razão direta do tempo. Sem opção de pensar fora da caixa, acabamos nos perdendo em um círculo vicioso onde causas e efeitos se reforçam mutuamente. No jogo do atendimento ao cliente esse risco está sempre presente. Podemos internalizar a falsa crença de que clientes são naturalmente mesquinhos e só se interessam por preço, querem todo tipo de vantagem e são incapazes de criar laços para fidelizar o relacionamento. Com esse indigesto modelo mental, tendemos a interagir defensivamente com os clientes e criamos várias respostas padrão para problemas que possuem causas próprias, desdobramentos específicos e detalhes que os transformam em casos únicos, mesmo quando se repetem. Com esse mais do mesmo simplesmente ficamos cegos, surdos e perdemos a sensibilidade para diferenciar situações, problemas e possibilidades. Podemos ter toda uma vida em determinado campo de atuação, mas veremos pouco, ouviremos nada e entenderemos menos ainda. O modelo precisa ser outro. Atendimento, tratamento e serviço ao cliente são atividades nobres, essenciais para a operação de um negócio e vitais para que se alcance resultados positivos no presente e longevidade no futuro. No varejo, é o que cria e garante sustentabilidade. Para validar visões construtivas e provocar novas percepções, considere as coisas que todo mundo sabe sobre atendimento, mas que nem sempre damos a atenção que requerem: 1) Atendimento é pessoal. Só existe e só funciona como um ato de vontade. Não pode ser imposto, nem delegado. Excelência de atendimento depende das pessoas, não de sistemas, processos, tecnologia e outros recursos não humanos. 2) Cada história é única. Então, não adianta atender José como se atende Maria. Mesmo quando apresentam necessidades de mesma natureza, seu impacto e pressão sobre cada pessoa é exclusivo, não dá para generalizar. 3) O que você dá, é o que você recebe. O atendimento é sempre reflexivo. Simpatia, boa vontade, cortesia, sorriso, gentileza agregam valor ao contato e facilitam o processo de interação e influência. 4) Interesse genuíno. Atender não é representar, não se pode fingir nem iludir. Se você pergunta “Posso ajudar?” tem que estar disposto a ajudar de fato e se diz “sinto muito” isso tem que traduzir como você se sente e ser acompanhado da ação correspondente à situação. 5) Isolado e pontual...