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Timestamp: 2018-03-22 01:28:22+00:00
Document Index: 112033882

Matched Legal Cases: ['artigo 17', 'artigo 64', 'artigo 17', 'artigo 118', 'Artigo 1', 'artigo 7', 'Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 6', 'Artigo 7', 'artigo 9', 'Artigo 8', 'Artigo 9', 'Artigo 10', 'Artigo 11', 'Artigo 12', 'Artigo 13', 'Artigo 14', 'Artigo 15', 'artigo 9', 'artigo 162', 'artigo 21', 'Artigo 16', 'Artigo 17', 'Artigo 18', 'Artigo 19', 'Artigo 20', 'Artigo 21', 'Artigo 22']

MUNICÍPIO DE OLEIROS. Câmara Municipal - PDF
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Malu Alencar Guimarães
1 REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSPECÇÃO DE ASCENSORES, MONTA-CARGAS, ESCADAS MECÂNICAS E TAPETES ROLANTES Preâmbulo O Decreto-Lei nº. 320/02, de 28 de Dezembro, transfere para as câmaras municipais a competência para o licenciamento e fiscalização destas instalações, até ao momento atribuídas às direcções regionais de economia, em obediência à alínea a) do nº. 2 do artigo 17º. da Lei nº. 159/99, de 14 de Setembro, que estabelece o quadro de transferência de atribuições e competências para as autarquias locais. Atenta a necessidade de estabelecer regras de segurança e definir as condições de fiscalização, justificase a definição de regulamentos relativos à manutenção e inspecção de ascensores, monta-cargas, escadas mecânicas e tapetes rolantes. Quanto à concepção, fabrico, instalação, ensaios e controlo final dos ascensores e respectivos componentes de segurança ter-se-á em conta o preceituado no Decreto-Lei nº. 295/98, de 22 de Setembro. Assim o presente projecto de Regulamento, elaborado ao abrigo da alínea d) do nº. 7º do artigo 64.º da Lei 5-A/2002, de 11 de Janeiro, da alínea a) do nº. 2 do artigo 17.º da Lei n.º 159/99, de 14 de Setembro, e Decreto-Lei nº. 320/2002, de 28 de Dezembro, visa estabelecer o regime de manutenção e inspecção de ascensores, monta-cargas, escadas mecânicas e tapetes rolantes, bem como a competência para o licenciamento e fiscalização destas instalações, situadas no município de Oleiros, pelo que para os efeitos previstos no artigo 118º do Código do Procedimento Administrativo, deve ser submetido a apreciação pública. Página 1/8
2 Artigo 1.º Objectivo Atento o disposto no n.º 4 do artigo 7.º do Decreto-Lei n.º 320/2002, de 28 de Dezembro, o presente Regulamento pretende especificar as condições de prestação de serviço pelas entidades inspectoras (EI), para que a de Oleiros possa exercer, em tempo oportuno e sem grande investimento, as competências que lhe são atribuídas no citado decreto-lei, designadamente: Efectuar inspecções periódicas e reinspecções às instalações; Efectuar inspecções extraordinárias, sempre que o considere necessário, ou o pedido fundamentado dos interessados; Realizar inquéritos a acidentes decorrentes da utilização ou das operações de manutenção das instalações. Artigo 2.º Definições Para efeitos do presente Regulamento entende-se por: a) Entrada em serviço ou entrada em funcionamento o momento em que a instalação é colocada à disposição dos utilizadores; b) Manutenção o conjunto de operações de verificação, conservação e reparação efectuadas com a finalidade de manter uma instalação em boas condições de segurança e funcionamento; c) Inspecção o conjunto de exames e ensaios efectuados a uma instalação, de carácter geral ou incidindo sobre aspectos específicos, para comprovar o cumprimento dos requisitos regulamentares; d) Empresa de manutenção de ascensores (EMA) a entidade que efectua e é responsável pela manutenção das instalações; e) Entidade inspectora (EI) a empresa habilitada a efectuar inspecções a instalações, bem como a realizar inquéritos, peritagens, relatórios e pareceres, cujo estatuto constitui o anexo IV do Decreto-Lei nº. 320/02, de 28 de Dezembro. Artigo 3.º Entidades inspectoras As acções de inspecção, inquéritos, peritagens, relatórios e pareceres técnicos no âmbito do Decreto-Lei nº. 320/02, de 28 de Dezembro, serão efectuadas por entidades inspectoras (EI), reconhecidas pela Direcção-Geral de Energia (DGE), preferencialmente acreditadas para o efeito pelo Instituto Português da Qualidade, e seleccionadas pela de Oleiros. Tendo em consideração que o estatuto destas entidades foi criado pelo decreto-lei supra referido, enquanto não existirem EI, reconhecidas pela DGE, as acções de inspecção, inquéritos, peritagens, relatórios e pareceres técnicos poderão ser efectuadas por associações inspectoras de elevadores, igualmente reconhecidas pela DGE. Artigo 4.º Obrigações de Manutenção 1 As instalações abrangidas pelo presente Regulamento ficam, obrigatoriamente, sujeitas a manutenção regular, sendo objecto do correspondente contrato de manutenção com uma EMA devidamente inscrita, para o efeito, na DGE, que assumirá a responsabilidade, criminal e civil, pelos acidentes causados pela deficiente manutenção das instalações ou pelo incumprimento das normas aplicáveis. 2 O proprietário da instalação é responsável solidariamente, nos termos do número anterior, sem prejuízo da transferência da responsabilidade para uma entidade seguradora. 3 A EMA tem o dever de informar por escrito o proprietário das reparações que se torne necessário efectuar. 4 No caso do proprietário recusar a realização das obras indicadas no número anterior, a EMA é obrigada a comunicar à. Página 2/8
3 5 Caso seja detectada situação de grave risco para o funcionamento da instalação, a EMA deve proceder à sua imediata imobilização, dando disso conhecimento por escrito ao proprietário e à Câmara Municipal, no prazo de quarenta e oito horas. Artigo 5.º Contrato de manutenção 1 O proprietário de uma instalação em serviço é obrigado a celebrar um contrato de manutenção com uma EMA. 2 O contrato de manutenção, no caso de instalações novas, deverá iniciar a sua vigência no momento da entrada em serviço da instalação, sem prejuízo do disposto no número anterior. 3 Durante o primeiro ano de funcionamento da instalação, a entidade instaladora fica obrigada, directamente ou através de uma EMA, a assegurar a sua manutenção, salvo se o proprietário a desobrigar através da celebração de um contrato de manutenção com uma EMA. Artigo 6.º Tipos de contrato de manutenção 1 O contrato de manutenção, a estabelecer entre o proprietário de uma instalação e uma EMA, pode corresponder a um dos seguintes tipos: - Contrato de manutenção simples destinado a manter a instalação em boas condições de segurança e funcionamento, sem incluir substituição ou reparação de componentes; - Contrato de manutenção completa destinado a manter a instalação em boas condições de segurança e funcionamento, incluindo a substituição ou a reparação de componentes, sempre que se justificar. 2 Nos contratos definidos no número anterior devem constar os serviços mínimos e os respectivos planos de manutenção, identificados no anexo II do Decreto-Lei n.º 320/2002, de 28 de Dezembro. 3 A instalação, designadamente na cabina do ascensor, deve ser afixados, de forma bem visível e legível, a identificação da EMA, os respectivos contactos e o tipo de contrato de manutenção celebrado. Artigo 7.º Inspecções periódicas e reinspecções 1 As inspecções periódicas das instalações, cuja manutenção está a cargo de uma EMA, devem ser requeridas por escrito pela EMA, com a antecedência de 60 dias, à de Oleiros. 2 O requerimento é acompanhado do comprovativo da respectiva taxa, prevista no anexo I presente regulamento. 3 A inspecção periódica é efectuada por uma EI no prazo máximo de 60 dias, contados da data da entrega dos documentos referidos no número anterior, para o que a deverá proceder à requisição de serviços da EI. 4 Compete à EMA enviar ao proprietário da instalação os elementos necessários, por forma a que este proceda ao pagamento da taxa devida na e lhe devolva o respectivo comprovativo, previamente ao termo do prazo de apresentação do pedido de inspecção periódica. 5 Se o proprietário não devolver à EMA o comprovativo do pagamento da taxa de inspecção periódica com a antecedência necessária ao cumprimento do prazo estabelecido no artigo 9.º, a empresa deve comunicar tal facto à no fim do mês em que a inspecção deveria ter sido requerida. 6 No caso referido no número anterior, o proprietário fica sujeito à aplicação das sanções legais e a intimá-lo-á a pagar a respectiva taxa no prazo de 15 dias. 7 Por acordo entre o proprietário da instalação e a EMA, poderá o pagamento da taxa ser efectuado por esta. 8 Após a realização da inspecção periódica e encontrando-se a instalação nas condições regulamentares, deverá ser emitido pela EI o certificado de inspecção periódica, o qual deve mencionar o mês em que deverá ser solicitada a próxima inspecção. Página 3/8
4 9 O original deste certificado será enviado à EMA, sendo também enviadas cópias ao proprietário da instalação e à ; este certificado obedece ao modelo aprovado por despacho do director-geral da Energia. 10 Na sequência da emissão do certificado mencionado no número anterior, compete à EMA afixar o mesmo na instalação, em local bem visível. 11 O certificado de inspecção periódica não poderá ser emitido se a instalação apresentar deficiências que colidam com a segurança das pessoas, sendo estipuladas as cláusulas adequadas ao proprietário ou ao explorador com conhecimento à EMA, para o seu cumprimento num prazo de 30 dias. 12 Terminado o prazo referido no número anterior, é requerida a reinspecção da instalação periódica, e emitido pela EI o certificado de inspecção periódica se a instalação estiver em condições de segurança. Caso sejam detectada deficiências, a EMA deve solicitar nova reinspecção. 13 A reinspecção está sujeita ao pagamento da respectiva taxa, a qual deve ser paga pelo proprietário da instalação nos mesmos termos do n. 4º do presente artigo. 14 Havendo lugar a mais de uma reinspecção a responsabilidade do pagamento da respectiva taxa cabe à EMA. 15 Os ensaios e exames a realizar pela EI nas instalações são feitos segundo as boas regras da arte e de acordo com o especificado nas normas aplicáveis. 16 Compete a um técnico da EMA, responsável pela manutenção, cuja presença no acto de inspecção, inquérito ou peritagem é obrigatória, providenciar os meios para a realização dos ensaios ou testes que seja necessário efectuar. 17 Em casos devidamente justificados, o técnico responsável referido no número anterior pode fazerse representar por um delegado, devidamente credenciado. Artigo 8.º Inspecções extraordinárias 1 Os utilizadores poderão participar à o deficiente funcionamento das instalações, ou a manifesta falta de segurança, podendo a ordenar a realização de uma inspecção extraordinária. 2 A pode ainda tomar a iniciativa de determinar a realização de uma inspecção extraordinária, quando solicitada, pelos interessados está sujeita ao pagamento de taxa. Artigo 9.º Periodicidade das inspecções 1 As instalações devem ser sujeitas a inspecção com a seguinte periodicidade: 1-A) Ascensores: a) Dois anos, quando situados em edifícios comerciais ou de prestação de serviços, abertos ao público; b) Quatro anos, quando situados em edifícios mistos, de habitação e comerciais ou de prestação de serviços; c) Quatro anos, quando situados em edifícios habitacionais com mais de 32 fogos ou mais de oito pisos; d) Seis anos, quando situados em edifícios habitacionais não incluídos na alínea anterior; e) Seis anos, quando situados em estabelecimentos industriais; f) Seis anos, nos casos não previstos nas alíneas anteriores; 1-B) Escadas mecânicas e tapetes rolantes dois anos; 1-C) Monta-cargas seis anos. Decorridas duas inspecções periódicas, as mesmas passarão a ter periodicidade bienal. 2 A contagem dos períodos de tempo para a realização de inspecções periódicas, estabelecidas no número seguinte, inicia-se: a) Para as instalações que entrem em serviço após a entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 320/2002, de 28 de Dezembro, a partir da data de entrada em serviço das instalações; b) Para as instalações que já foram sujeitas a inspecções, a partir da última inspecção periódica; Página 4/8
5 c) Para as instalações existentes e que não foram sujeitas a inspecção, a partir da data da sua entrada em serviço, devendo a inspecção ser pedido no prazo de três meses após a entrada em vigor do presente Regulamento, no caso de ter sido já ultrapassada a periodicidade estabelecida. Artigo 10.º Acidentes 1 A EMA e os proprietários das instalações, directamente ou através daquelas, são obrigados participar à todos os acidentes ocorridos nas instalações, no prazo máximo de três dias após a ocorrência, devendo essa comunicação ser imediata no caso de existirem vítimas mortais. 2 Sempre que dos acidentes resultarem mortes, feridos graves ou prejuízos materiais importantes deve a EI proceder à sua imediata imobilização e selagem, por solicitação da, enquanto realiza uma inspecção às instalações a fim de ser elaborado um relatório técnico que faça a descrição pormenorizada do acidente. 3 Os inquéritos, visando o apuramento das causas e das condições em que ocorreu um acidente, devem ser instruídos pela e deles farão parte os relatórios técnicos elaborados pela EI, nas condições referidas nos termos do número anterior. 4 A deve enviar à DGE cópia dos inquéritos realizados, no âmbito da aplicação do presente artigo. Artigo 11.º Selagem das instalações 1 Sempre que as instalações não ofereçam as necessárias condições de segurança, compete à EI, a solicitação da, proceder à respectiva selagem. 2 Da selagem das instalações, a dará conhecimento ao proprietário e à EMA. 3 Após selagem das instalações, estas não podem ser postas em serviço sem inspecção prévia a efectuar pela EI, de modo a verificar as condições de segurança, sem prejuízo da prévia realização dos trabalhos de reparação das deficiências, a realizar sob responsabilidade da EMA Artigo 12.º Substituição das instalações 1 A substituição das instalações está sujeita ao cumprimento dos requisitos da concepção, fabrico, instalação e controlo final constantes do Decreto-Lei n.º 295/98 de 22 de Setembro. 2 A substituição parcial das instalações também se encontra sujeita à observância dos requisitos constantes do diploma referido no número anterior, que estejam directamente relacionados com a substituição em causa. Artigo 13.º Procedimento e controlo 1 Os instaladores devem entregar à até 30 de Novembro do presente ano, uma lista em suporte informático com a relação de todas as instalações colocadas em serviço após a publicação do Decreto-Lei n.º 295/98, de 22 de Setembro. 2 Os instaladores devem entregar na, até 31 de Janeiro e 31 de Julho de cada ano, uma lista em suporte informático com a relação de todas as instalações que colocaram em serviço, nos seis meses anteriores. 3 As EMA devem entregar na, até 30 de Novembro do presente ano, uma lista em suporte informático com todas as instalações por cuja manutenção sejam responsáveis. 4 As EMA devem entregar na, até 31 de Outubro de cada ano, uma lista em suporte informático com a relação das instalações por cuja manutenção sejam responsáveis. Artigo 14.º Arquivos Página 5/8
6 1 Os arquivos relacionados com os processos de inspecções periódicas, reinspecções, inspecções extraordinárias e inquéritos a acidentes solicitadas pela a uma EI ficarão à guarda da EI, nas suas instalações, embora sendo da propriedade da. 2 Em qualquer altura, a poderá solicitar a devolução de todo o arquivo. Artigo 15.º Sanções 1 Constitui contra-ordenação punível com coima: a) De 25 euros a 100 euros, a falta da presença do técnico responsável pela manutenção de ascensores no acto da inspecção, nos temos previstos no artigo anterior; b) De 25 euros a 5000 euros, o não requerimento da realização de inspecção nos prazos previstos no n.º 1 do anexo V ao Decreto-Lei n.º 320/2002, de 28 de Dezembro; c) De 1000 euros a 5000 euros, o funcionamento de um ascensor, monta-cargas, escada mecânica e tapete rolante sem existência de contrato de manutenção nos termos do previsto no artigo 9.º. 2 A negligência e a tentativa são puníveis. 3 À imobilização das instalações é aplicável o disposto no artigo 162.º do Regulamento Geral de Edificações Urbanas, aprovado pelo Decreto Regulamentar n.º 38382, de 7 de Agosto de No caso de pessoa singular, o montante máximo da coima a aplicar é de 3750 euros. 5 Em função da gravidade da infracção e da culpa do infractor, podem ser aplicadas as sanções acessórias previstas no n.º 1 do artigo 21.º do Decreto-Lei n.º 433/82, de 27 de Outubro, com a redacção que lhe foi dada pelo Decreto-Lei n.º 244/95, de 14 de Setembro. Artigo 16.º Instrução do processo e aplicação das coimas e sanções acessórias A competência para determinar a instauração dos processos de contra-ordenação e aplicar as coimas e sanções acessórias pertence ao presidente da. Artigo 17.º Obra em ascensores 1 As obras a efectuar nos ascensores presumem-se: a) Benfeitorias necessárias, as de manutenção; b) Benfeitorias úteis, as de beneficiação. 2 A enumeração das obras que integram a classificação do número anterior consta de anexo II ao Decreto-Lei n.º 320/2002, de 28 de Dezembro. 3 Os encargos com as obras classificadas no n.º 1 são suportados nos termos da legislação aplicável, nomeadamente do Regime Jurídico do Arrendamento Urbano e da Propriedade Horizontal. 4 Os proprietários dos ascensores não podem opor-se à realização de obras de beneficiação pelos inquilinos, desde que aquelas sejam exigidas por disposições regulamentares de segurança. Artigo 18.º Taxas 1 As taxas devidas à Câmara pela realização de inspecções periódicas, reinspecções e outras inspecções, são as constantes da tabela anexo I 2 As taxas são automaticamente actualizadas em função dos índices de preços no consumidor, publicados pelo Instituto Nacional de Estatística. 3 A actualização, nos termos do número anterior, é feita até ao dia 30 de Novembro de cada ano, sendo afixada nos lugares de estilo, até ao dia 20 de Dezembro, para vigorar a partir do início do ano seguinte, sendo o arredondamento feito por excesso para a unidade de euros seguinte. Página 6/8
7 Artigo 19.º Fiscalização A competência para a fiscalização do cumprimento das disposições relativas às instalações previstas no Decreto-Lei n.º 320/2002, de 28 de Dezembro, e no presente Regulamento, sem prejuízo das competências atribuídas por lei a outras entidades. Artigo 20.º Actualização 1 A taxa, referida no artigo anterior, será actualizada ordinária e anualmente em função dos índices de preços no consumidor, publicados pelo INE, acumulados durante 12 meses, contados de Novembro a Outubro, inclusive. 2 A actualização, nos termos do número anterior, é feita até ao dia 30 de Novembro de cada ano, que após deliberação da, é afixada nos lugares de estilo, até ao dia 20 de Dezembro, para vigorar a partir do início do ano seguinte. Artigo 21.º Casos omissos Os casos omissos e as dúvidas suscitadas, decorrentes da aplicação do presente Regulamento, serão resolvidos pela lei geral sobre a matéria que nele esteja em vigor e, na falta desta, depende de deliberação camarária. Artigo 22.º Entrada em vigor O presente Regulamento entra em vigor após aprovação da Assembleia Municipal e no 15.º dia seguinte ao da sua publicação no Diário da República. Página 7/8
8 ANEXO I TABELA Taxa devida por inspecção 125 euros. Taxa devida por reinspecção 125 euros. Taxa devida por inspecção extraordinária 125 euros. Inquéritos 125 euros. Publique-se Oleiros, 01 de Junho de 2006 O Presidente da Câmara Página 8/8