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Lei Nº 11675 DE 11/10/1999 - Estadual - Pernambuco - LegisWeb
Lei Nº 11675 DE 11/10/1999
Publicado no DOE - PE em 12 out 1999
CAPÍTULO II - DO ESTÍMULO À ATIVIDADE INDUSTRIAL
Seção I - Dos Agrupamentos Industriais Prioritários
Art. 4º Consideram-se prioritários ao desenvolvimento de Pernambuco, os agrupamentos industriais estruturados em cadeias produtivas formados por empresas localizadas em Pernambuco, cujas atividades também sejam realizadas no mencionado Estado. (Redação dada pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001).
I - agroindústria, exceto a sucroalcooleira; (Redação dada pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007).
(Redação dada ao inciso pela Lei Nº 14352 DE 07/07/2011):
VI - minerais não-metálicos, exceto:
a) no período de 12 de outubro de 1999 até 30 de junho de 2011, cimento e cerâmica vermelha;
b) a partir de 1º de julho de 2011, cerâmica vermelha.
"VI - minerais não-metálicos, exceto cimento e cerâmica vermelha."
§ 3º Para os efeitos deste artigo, considera-se incluído como agrupamento industrial prioritário, conforme previsto no § 1º, o estabelecimento industrial que utilize o parque industrial de outro estabelecimento localizado neste Estado, ainda que o mesmo seja beneficiário dos incentivos previstos nesta Lei, para industrialização própria ou mediante terceirização de parte ou de todo o processo produtivo, desde que previamente autorizado pelo Conselho Estadual de Política Industrial, Comercial e de Serviços - CONDIC. (Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 13956 DE 15/12/2009).
§ 4º Relativamente aos agrupamentos industriais prioritários previstos neste artigo, o Poder Executivo, mediante decreto, poderá autorizar que as respectivas atividades sejam realizadas, de forma excepcional e temporária, fora dos limites do território deste Estado. (Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 13956 DE 15/12/2009).
Art. 5º As empresas enquadradas nos agrupamentos industriais prioritários indicados no art. 4º, exclusivamente nas hipóteses de implantação, ampliação ou revitalização de empreendimentos, poderão ser estimuladas, nos termos previstos em decreto do Poder Executivo, mediante a concessão de crédito presumido do ICMS, que observará as seguintes características: (Redação dada pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007).
II - quanto ao montante a ser utilizado, o valor equivalente ao percentual de até 75% (setenta e cinco por cento) do imposto, de responsabilidade direta do contribuinte, apurado em cada período fiscal, tomando-se por base, para obtenção do referido valor, no caso de ampliação, o imposto incidente sobre a parcela do incremento da produção comercializada; (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007).
III - quanto ao prazo de fruição, até 12 (doze) anos, contados a partir do mês subseqüente ao da publicação do respectivo decreto concessivo, prorrogável ou renovável, no máximo, por igual período, a critério do Poder Executivo; (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 13449 DE 19/05/2008).
"III - quanto ao prazo de fruição, até 12 (doze) anos, contados a partir do mês subseqüente ao da publicação do respectivo decreto concessivo, prorrogável, no máximo, por igual período, a critério do Poder Executivo; (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007)."
IV - quanto à destinação, investimento fixo ou capital de giro, ou ambos, cumulativamente. (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001).
§ 1º Em substituição ao montante do crédito presumido previsto no inciso II do caput e mediante prévia habilitação do interessado, o valor do crédito presumido, obedecidas as condições e a gradação estabelecidas em decreto específico, poderá ser equivalente ao percentual de até 95% (noventa e cinco por cento) das bases indicadas no citado inciso, desde que atendida pelo menos uma das seguintes condições: (Redação dada pela Lei Nº 14505 DE 07/12/2011).
"§ 1º Em substituição ao montante do crédito presumido previsto no inciso II do "caput" e mediante prévia habilitação do interessado, o valor do crédito presumido, obedecidas as condições e a gradação estabelecidas em decreto específico, poderá ser equivalente ao percentual de até 95% (noventa e cinco por cento) das bases indicadas no citado inciso, desde que atendida pelo menos uma das seguintes condições: (Redação dada pela Lei Nº 14126 DE 24/08/2010)."
"§ 1º Em substituição ao montante do crédito presumido previsto no inciso II do "caput" deste artigo e mediante prévia habilitação do interessado, o valor do crédito presumido, obedecidas as condições e a gradação estabelecidas em decreto específico, poderá ser equivalente ao percentual de até 95% (noventa e cinco por cento) das bases indicadas no citado inciso, desde que atendida pelo menos uma das seguintes condições: (Redação dada pela Lei Nº 13485 DE 29/06/2008)."
"§ 1º Em substituição ao montante do crédito presumido previsto no inciso II do "caput" e mediante prévia habilitação do interessado, o valor do crédito presumido, obedecidas as condições e a gradação estabelecidas em decreto específico, poderá ser equivalente ao percentual de até 95% (noventa e cinco por cento) das bases indicadas no citado inciso, desde que atendida pelo menos uma das seguintes condições: (Redação dada pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007)."
I - a localização seja em município não integrante da Região Metropolitana; (Redação dada ao inciso pela Lei Complementar Nº 68 DE 21/01/2005).
"I - a localização seja em município não integrante da Região Metropolitana; (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007)."
II - o empreendimento integre um dos seguintes agrupamentos industriais especiais: (Redação dada pela Lei Nº 14505 DE 07/12/2011).
"II - o empreendimento integre um dos seguintes agrupamentos industriais especiais: (Redação dada pela Lei Nº 13485 DE 29/06/2008)."
"II - o empreendimento integre um dos seguintes agrupamentos industriais especiais: (Redação dada pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007)."
a) automobilístico; (Alínea acrescentada da pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007).
b) farmacoquímico. (Alínea acrescentada da pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007).
c) siderúrgico e de produção de laminado de alumínio a quente. (Alínea acrescentada pela Lei Nº 13485 DE 29/06/2008).
d) a partir de 01 de agosto de 2010, fabricação de vidros planos, temperados ou não; (Alínea acrescentada pela Lei Nº 14126 DE 24/08/2010).
e) a partir de 1º de julho de 2014, metalúrgico. (Alínea acrescentada pela Lei Nº 14505 DE 07/12/2011).
§ 2º (Revogado pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007).
§ 3º Para os efeitos deste artigo, considera-se incluído como atividade industrial relevante, conforme previsto no caput, o estabelecimento industrial que utilize o parque industrial de outro estabelecimento localizado neste Estado, ainda que o mesmo seja beneficiário dos incentivos previstos nesta Lei, para industrialização própria ou mediante terceirização de parte ou todo o processo produtivo, desde que previamente autorizado pelo CONDIC. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 14126 DE 24/08/2010).
"§ 3º (Revogado pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007)."
§ 5º Na hipótese de fabricação de produto não relacionado no inciso I, do caput, poderá ser concedido ao empreendimento enquadrado em agrupamentos industriais prioritários, nos termos do artigo 4º, o incentivo previsto na Seção II para as demais atividades industriais. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001).
§ 6º (Revogado pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007).
§ 7º Para fins de análise e avaliação dos projetos e conseqüente monitoramento da aplicação do incentivo, a empresa beneficiária dos estímulos previstos neste artigo, durante o período de fruição, deverá recolher, por meio de Documento de Arrecadação Estadual - DAE específico, até o último dia útil do mês subseqüente ao período fiscal da efetiva utilização do benefício, a título de taxa de administração, valor correspondente a 2% (dois por cento) do total efetivamente utilizado, observando-se o seguinte, além de procedimentos estabelecidos em decreto do Poder Executivo: (Redação dada pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007).
"§ 7º Para fins de análise e avaliação dos projetos e conseqüente monitoramento da aplicação do incentivo, durante o período de fruição, o beneficiário dos estímulos previstos neste artigo deverá pagar, mensalmente, até o último dia útil do mês subseqüente ao período fiscal, à AD/DIPER, a título de taxa de administração, valor correspondente a 2% (dois por cento) do total dos benefícios utilizados, não podendo ser superior a 10.000 (dez mil) UFIRs. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001)."
(Inciso acrescentado pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007):
I - o valor da mencionada taxa fica limitado a R$ 12.510,00 (doze mil, quinhentos e dez reais) nas seguintes hipóteses:
a) para os estabelecimentos localizados fora da Região Metropolitana do Recife - RMR, independentemente do termo inicial de concessão do benefício, exceto, a partir de 1º de janeiro de 2014, os estabelecimentos localizados na Mesorregião da Zona da Mata Pernambucana, quanto aos benefícios concedidos a partir da referida data; (Redação da alínea dada pela Lei Nº 15183 DE 12/12/2013).
a) para os estabelecimentos localizados fora da Região Metropolitana do Recife - RMR, independentemente do termo inicial de concessão do benefício;
b) para os estabelecimentos localizados na RMR, desde que o benefício seja concedido até 31 de agosto de 2007;
II - a partir de janeiro de 2008, o valor especificado no inciso I será corrigido, anualmente, pela variação acumulada da TR relativa ao exercício fiscal anterior ou de outro índice que a substitua; (Inciso acrescentado pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007).
(Redação do inciso dada pela Lei Nº 15183 DE 12/12/2013):
III - o valor da mencionada taxa não está sujeito a qualquer limite, na hipótese de benefícios concedidos a partir de 1º de setembro de 2007, bem como prorrogados ou renovados nos termos desta Lei, quando o estabelecimento estiver localizado:
a) na RMR; e
b) a partir de 1º de janeiro de 2014, na Mesorregião da Zona da Mata Pernambucana, quanto aos benefícios concedidos, prorrogados ou renovados a partir da referida data.
III - para os estabelecimentos localizados na RMR, cujos benefícios sejam concedidos a partir de 01 de setembro de 2007, bem como prorrogados ou renovados nos termos desta Lei, o valor da mencionada taxa não estará sujeito a qualquer limite. (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 13449 DE 19/05/2008).
"III - para os estabelecimentos localizados na RMR, cujos benefícios sejam concedidos a partir de 01 de setembro de 2007, bem como sejam prorrogados nos termos desta Lei, o valor da mencionada taxa não estará sujeito a qualquer limite. (Inciso acrescentado pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007)."
§ 8º (Revogado pela Lei Nº 12528 DE 30/12/2003).
"§ 8º Os recursos obtidos na forma do parágrafo anterior deverão ser, exclusivamente, aplicados na promoção dos incentivos fiscais e financeiros concedidos pelo Estado, observados os critérios estabelecidos em portaria conjunta da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Esportes e da AD-DIPER. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001)."
§ 9º (Revogado pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007).
"§ 9º Fica facultado ao Poder Executivo, a partir de 1º de fevereiro de 2005, mediante decreto e por solicitação da empresa beneficiária, prorrogar, em no máximo 3 (três) anos, o prazo de fruição do benefício estabelecido no inciso III, do caput, desde que aprovada pelo Comitê Diretor do PRODEPE, devendo, nesse caso, haver redução parcial do benefício em vigor na data em que for autorizada a prorrogação, conforme dispuser decreto do Poder Executivo. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Complementar Nº 68 DE 21/01/2005)."
"§ 9º Fica facultado ao Poder Executivo, a partir do 10º (décimo) ano de fruição, mediante decreto, prorrogar, em no máximo 03 (três) anos, o prazo de fruição do benefício estabelecido no inciso III, do caput, desde que a importância do empreendimento seja previamente demonstrada em estudo econômico específico e apreciada pelo Comitê Diretor do PRODEPE. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001)."
§ 10 Na hipótese de projeto de ampliação do empreendimento, inclusive com a fabricação de novo produto, por empresa já existente em Pernambuco, o valor do benefício será calculado, exclusivamente, com base na parcela equivalente ao ICMS mensal que exceda a arrecadação média dos últimos 12 (doze) meses anteriores à apresentação do projeto à AD/DIPER, devidamente atualizada pelo índice de correção adotado para os débitos do mencionado imposto. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001).
§ 11. Fica instituído o Fundo de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco - FEP, a ser gerido e administrado pela Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco - AD DIPER, com a finalidade de fomentar a implantação, a ampliação, a modernização e a manutenção de distritos industriais, bem como a interiorização do desenvolvimento no Estado de Pernambuco. (Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007).
(Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007):
§ 12. Constituem recursos do FEP aqueles provenientes da taxa de administração de que trata o § 7º, bem como outras receitas a ele alocadas, tendo como destinação, em especial:
I - aquisição de terrenos e execução de ações e de obras de instalações e de infra-estrutura objetivando a implantação, a ampliação, a modernização e a manutenção dos distritos industriais no Estado de Pernambuco;
II - realização de ações e eventos que tenham como objetivo a interiorização do desenvolvimento no Estado;
III - participação em ações, eventos e atividades que tenham como objetivo a promoção e a divulgação do PRODEPE;
IV - pagamento de despesas correntes e daquelas provenientes da análise e da avaliação dos projetos e do monitoramento da aplicação dos incentivos durante o período de fruição destes, realizadas pela AD DIPER.
§ 13. A AD DIPER encaminhará, nos prazos legais, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, os balancetes mensais e o balanço anual do FEP, à Secretaria da Fazenda, observando-se as disposições específicas relativas a Fundos previstas na Lei nº 7.741, de 23 de outubro de 1978, e alterações. (Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007).
§ 14. Na hipótese em que o estabelecimento, em 31 de agosto de 2007, esteja obrigado a recolher a taxa de que trata o § 7º, com o limitador previsto em seu inciso I, e passe a ser benefi ciário de incentivo, inclusive ampliação, concedido a partir de 1º de setembro de 2007, o respectivo valor será recolhido nos termos do inciso III do mencionado § 7º. (Redação do parágrafo dada pela Lei Nº 15183 DE 12/12/2013).
§ 14. Na hipótese em que o estabelecimento, em 31 de agosto de 2007, esteja obrigado a recolher a taxa de que trata o § 7º, por força de seu inciso I, e passe a ser beneficiário de incentivo, inclusive ampliação, concedido a partir de 01 de setembro de 2007, o respectivo valor será recolhido sem qualquer limite, desde que sua localização seja na RMR. (Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007).
(Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 13449 DE 19/05/2008):
§ 15. Para os efeitos do inciso III do "caput", considera-se:
I - prorrogação, a ampliação do prazo do incentivo originalmente concedido;
II - renovação, o restabelecimento do incentivo originalmente concedido.
§ 16. Relativamente à prorrogação ou à renovação, nos termos do § 15, observar-se-á:
I - poderá ser aplicada aos incentivos concedidos com base na Lei nº 11.288, de 22 de dezembro de 1995, e alterações;
II - a respectiva solicitação deverá ser protocolizada ainda durante o período de fruição do benefício, não sendo apreciados os pedidos formulados após esse período ou anteriores aos últimos 36 (trinta e seis) meses do prazo original; (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 13956 DE 15/12/2009).
II - a respectiva solicitação deverá ser protocolizada ainda durante o período de fruição do benefício, não sendo apreciados os pedidos formulados após esse período ou anteriores aos últimos 12 (doze) meses do prazo original; (Inciso acrescentado pela Lei Nº 13449 DE 19/05/2008).
III - o incentivo poderá ser reduzido em relação ao benefício original, a critério de decisão do Comitê Diretor do PRODEPE, em face da política econômica e fiscal adotada pelo Estado;
IV - somente poderá ser concedida, uma ou outra, uma única vez, limitada ao prazo máximo estabelecido no benefício original;
V - a fruição dos incentivos ocorrerá:
a) na hipótese de prorrogação, a partir do dia seguinte ao do termo final do incentivo original;
b) na hipótese de renovação, a partir do mês seguinte ao da publicação do respectivo decreto de renovação.
§ 17. O Poder Executivo, mediante decreto, poderá estabelecer outras condições ou requisitos para efetivação da prorrogação ou da renovação previstas neste artigo. (Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 13449 DE 19/05/2008).
§ 18. Relativamente aos benefícios concedidos nos termos do § 1º, II, a prorrogação, de que trata o § 15, será automática. (Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 13485 DE 29/06/2008).
§ 19. Relativamente ao disposto no § 4º do art. 4º, o prazo de fruição do beneficio ali previsto será concedido por no máximo 01 (um) ano, contado a partir do mês subsequente a data da publicação do respectivo decreto concessivo, podendo ser prorrogável por igual período, a critério do Poder Executivo, por meio de decreto concessivo, sendo atribuído nesse período, à empresa beneficiária, crédito presumido do ICMS em montante equivalente a 90% (noventa por cento) do percentual máximo previsto para cada região geográfica. (Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 13956 DE 15/12/2009).
§ 20. A partir de 01 de maio de 2010, ao percentual indicado no art. 5º, II, do caput, podem ser acrescidos dez pontos percentuais, desde que a empresa beneficiária tenha projeto de investimentos, em valor de, no mínimo, R$ 100.000.000,00 (cem milhões de reais) e atenda às condições definidas nos termos de decreto do Poder Executivo, não se aplicando nesta hipótese, o disposto no § 1º. (Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 14054 DE 07/05/2010).
§ 21. Na hipótese do não-atendimento das condições estabelecidas no § 20, a empresa beneficiária deverá efetuar o recolhimento do complemento do imposto calculado a menor, nos termos estabelecidos em decreto do Poder Executivo. (Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 14054 DE 07/05/2010).
§ 22. Relativamente ao investimento de que trata o § 20, o montante ali indicado também poderá ser atingido pela soma dos investimentos da empresa beneficiária em conjunto com aqueles realizados por empresas de que a interessada seja sócia controladora, bem como, a partir de 1º de abril de 2012, com investimentos daquela que detenha o seu controle societário. (Redação dada pela Lei Nº 14657 DE 04/05/20120
§ 22. O investimento mínimo de que trata o § 20 pode ser atingido pela soma dos investimentos da empresa beneficiária com empresas de que detenha o controle societário. (Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 14505 DE 07/12/2011).(Redação Anterior)
Seção II - Das Demais Atividades Relevantes
Art. 6º As atividades industriais não compreendidas nas cadeias produtivas relacionadas como prioritárias, exclusivamente nas hipóteses de implantação, ampliação ou revitalização de empreendimentos, poderão ser estimuladas mediante a concessão de crédito presumido do ICMS. (Redação dada ao caput pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001).
§ 1º As atividades industriais não passíveis de enquadramento no PRODEPE, em razão das diretrizes de política industrial, serão relacionadas em decreto do Poder Executivo. (Antigo parágrafo único renomeado pela Lei Nº 13449 DE 19/05/2008, e com redação dada pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001).
§ 2º Aplica-se aos empreendimentos beneficiados nos termos deste artigo, o disposto nos §§ 15, 16 e 17 do art. 5º. (Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 13449 DE 19/05/2008).
§ 3º Para os efeitos deste artigo, considera-se incluído como atividade industrial relevante, conforme previsto no § 1º, o estabelecimento industrial que utilize o parque industrial de outro estabelecimento localizado neste Estado, ainda que o mesmo seja beneficiário dos incentivos previstos nesta Lei, para industrialização própria ou mediante terceirização de parte ou todo o processo produtivo, desde que previamente autorizado pelo CONDIC. (Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 13956 DE 15/12/2009).
§ 4º Aplica-se aos empreendimentos cujas atividades sejam consideradas relevantes, nos termos deste artigo, o benefício previsto no § 4º do art. 4º e no § 19 do art. 5º, para estabelecimentos incluídos nos agrupamentos industriais prioritários. (Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 13956 DE 15/12/2009).
Art. 7º O crédito presumido de que trata o art. 6º tem as seguintes características: (Redação do caput dada pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007).
"Art. 7º O crédito presumido de que trata o artigo anterior observará as seguintes características: (Redação dada pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001)."
I - quanto ao montante a ser utilizado, valor equivalente a até 47,5% (quarenta e sete vírgula cinco por cento) do ICMS, de responsabilidade direta do contribuinte, apurado em cada período fiscal, tomando-se por base, para obtenção do referido valor, no caso de ampliação, o imposto incidente sobre a parcela do incremento da produção comercializada; (Redação dada pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007).
"I - quanto ao montante a ser utilizado, valor equivalente aos seguintes percentuais do ICMS, de responsabilidade direta do contribuinte, apurado em cada período fiscal, relativamente à parcela do incremento da produção comercializada: (Redação dada pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001)."
a) 47,5% (quarenta e sete inteiros e cinco décimos por cento), em se tratando de fabricação de produto sem similar no Estado; (Redação dada à alínea pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001).
b) 25% (vinte e cinco por cento), em se tratando de fabricação de produto com similar no Estado; (Redação dada à alínea pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001).
III - quanto ao prazo de fruição, até 08 (oito) anos, contados a partir do mês subseqüente ao da publicação do respectivo decreto concessivo, prorrogável ou renovável, no máximo, por igual período, a critério do Poder Executivo; (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 13449 DE 19/05/2008).
"III - quanto ao prazo de fruição, até 8 (oito) anos, contados a partir do mês subseqüente ao da publicação do respectivo decreto concessivo, prorrogável por, no máximo, igual período, a critério do Poder Executivo. (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007)."
"III - quanto ao prazo de fruição, 8 (oito) anos, contados a partir do mês subseqüente ao da publicação do decreto concessivo. (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001)."
§ 1º Em substituição ao montante do crédito presumido de que trata o inciso I do "caput" e mediante prévia habilitação do interessado, poderá ser concedido, nos termos previstos em decreto do Poder Executivo, crédito presumido no valor equivalente ao percentual de até 75% (setenta e cinco por cento) das bases referidas no citado inciso, desde que a empresa beneficiária esteja localizada em Município fora da RMR. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007).
"§ 1º Em substituição ao montante do crédito presumido previsto no inciso I, "b", do caput, e mediante prévia habilitação do interessado, poderá ser concedido valor equivalente ao percentual de 47,5% (quarenta e sete inteiros e cinco décimos por cento) sobre a base ali referida, observado o disposto nos incisos I e II, do § 1º, do artigo 5º. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001)."
"§ 2º Para efeito do disposto no parágrafo anterior, o prazo de concessão do crédito presumido no percentual ali indicado fica limitado a 04 (quatro) anos, contados a partir do início da sua fruição. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001)."
§ 3º (Revogado pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007).
"§ 3º Transcorrido o prazo máximo de utilização previsto no parágrafo anterior, o contribuinte adotará o percentual estabelecido no inciso II, do caput, durante o restante do prazo de fruição. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001)."
§ 4º (Revogado pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007).
§ 5º (Revogado pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007).
§ 7º Na hipótese de projeto de ampliação do empreendimento, inclusive com a fabricação de novo produto, por empresa já existente em Pernambuco, o valor do benefício será calculado, exclusivamente, com base na parcela equivalente ao ICMS mensal que exceda a arrecadação média dos últimos 12 (doze) meses anteriores à apresentação do projeto à AD/DIPER, devidamente atualizada pelo índice de correção adotado para os débitos do mencionado imposto. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001).
§ 10. Para fins de análise e avaliação dos projetos e conseqüente monitoramento da aplicação do incentivo durante o período de fruição, será observado o disposto no § 7º do art. 5º. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 12528 DE 30/12/2003).
"§ 10 Para fins de análise e avaliação dos projetos e conseqüente monitoramento da aplicação do incentivo durante o período de fruição, será observado o disposto nos §§ 7º e 8º do artigo 5º. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001)."
§ 11. Aplica-se aos empreendimentos beneficiados nos termos deste artigo, o disposto nos §§ 15, 16 e 17 do art. 5º. (Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 13449 DE 19/05/2008).
§ 12. A partir de 1º de janeiro de 2011, aos percentuais indicados no inciso I do caput e no § 1º, podem ser acrescidos 10 (dez) pontos percentuais, relativamente às empresas fabricantes de tintas, vernizes e afins que estejam instaladas ou que venham a se instalar neste Estado, desde que, a partir de 1º de janeiro de 2012, atendam às condições estabelecidas em decreto do Poder Executivo. (Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 14505 DE 07/12/2011).
CAPÍTULO III - DO ESTÍMULO AO COMÉRCIO IMPORTADOR ATACADISTA DE MERCADORIAS DO EXTERIOR
Art. 8º As atividades portuária e aeroportuária poderão ser estimuladas mediante a concessão de benefícios fiscais relativos ao ICMS, na modalidade de implantação ou de ampliação de empreendimento, abrangendo a importação de mercadorias do exterior. (Redação dada ao artigo pela Lei Nº 13956 DE 15/12/2009).
"Art. 8º A atividade portuária e a aeroportuária poderão ser estimuladas mediante a concessão de benefícios fiscais relativos ao ICMS, abrangendo a importação de mercadorias do exterior. (Redação dada ao artigo pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007)."
"Art. 8º O comércio importador atacadista de mercadorias do exterior poderá ser estimulado mediante a concessão de benefícios fiscais relativos ao ICMS. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001)."
Art. 9º Os incentivos fiscais de que trata o art. 8º terão as seguintes características: (Redação dada pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007).
"Art. 9º Os incentivos fiscais de que trata o artigo anterior terão as seguintes características: (Redação dada pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001)."
I - quando da importação da mercadoria do exterior, diferimento do ICMS, incidente sobre a operação, para a saída subseqüente promovida pelo importador; (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001).
(Redação do inciso dada pela Lei Nº 15675 DE 14/12/2015):
II - concessão de crédito presumido, quando da saída subsequente, limitado:
"II - concessão de crédito presumido, quando da saída subseqüente, limitado: (Redação dada pela Lei Nº 12075 DE 02/10/2001).
"II - quando da saída subseqüente, concessão de crédito presumido correspondente a 35% (trinta e cinco por cento) do ICMS incidente, limitado aos seguintes percentuais do valor da operação de importação: (Redação dada pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001)."
(Redação dada à alínea pela Lei Nº 12075 DE 02/10/2001):
a) em se tratando de operações internas, aos seguintes percentuais máximos do valor da operação de importação:
1. 3,5% (três e meio por cento), quando a carga tributária aplicável for inferior ou igual a 7% (sete por cento);
2. 6% (seis por cento), quando a carga tributária aplicável for superior a 7% (sete por cento) e inferior ou igual a 12% (doze por cento);
3. 8% (oito por cento), quando a carga tributária aplicável for:
3.1. superior a 12% (doze por cento) e inferior ou igual a 17% (dezessete por cento), nos períodos de 3 de outubro de 2001 a 31 de dezembro de 2015 e de 1º de janeiro de 2024 a 31 de dezembro de 2025; e (Redação dada pela Lei Nº 16676 DE 25/10/2019).
3.1. superior a 12% (doze por cento) e inferior ou igual a 17% (dezessete por cento), no período de 3 de outubro de 2001 a 31 de dezembro de 2015 e a partir de 1º de janeiro de 2020; e (REN/NR)
3.2. superior a 12% (doze por cento) e inferior ou igual a 18% (dezoito por cento), no período de 1º de janeiro de 2016 a 31 de dezembro de 2023; e (Redação dada pela Lei Nº 16676 DE 25/10/2019).
3.2. superior a 12% (doze por cento) e inferior ou igual a 18% (dezoito por cento), no período de 1º de janeiro de 2016 a 31 de dezembro de 2019;
3. 8% (oito por cento), quando a carga tributária aplicável for superior a 12% (doze por cento) e inferior ou igual a 17% (dezessete por cento);
4. 10% (dez por cento), quando a carga tributária aplicável for superior a:
4.1. 17% (dezessete por cento), nos períodos de 3 de outubro de 2001 a 31 de dezembro de 2015 e de 1º de janeiro de 2024 a 31 de dezembro de 2025; e (Redação dada pela Lei Nº 16676 DE 25/10/2019).
4.1. 17% (dezessete por cento), no período de 3 de outubro de 2001 a 31 de dezembro de 2015 e a partir de 1º de janeiro de 2020; e
4.2. 18% (dezoito por cento), no período de 1º de janeiro de 2016 a 31 de dezembro de 2023; e (Redação dada pela Lei Nº 16676 DE 25/10/2019).
4.2. 18% (dezoito por cento), no período de 1º de janeiro de 2016 a 31 de dezembro de 2019;
"4. 10% (dez por cento), quando a carga tributária aplicável for superior a 17% (dezessete por cento);
"a) 8% (oito por cento), na hipótese de a alíquota aplicável ser igual ou inferior a 17% (dezessete por cento); (Redação dada à alínea pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001)."
b) em se tratando de operações interestaduais, ao valor correspondente a, no máximo, 47,5% (quarenta e sete vírgula cinco por cento) do imposto apurado; (Redação dada à alínea pela Lei Nº 12075 DE 02/10/2001).
"b) 10% (dez por cento), na hipótese de a alíquota aplicável ser superior a 17% (dezessete por cento); (Redação dada à alínea pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001)."
III - quanto à destinação, capital de giro; (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001).
IV - quanto ao prazo de fruição, até 07 (sete) anos, contados a partir do mês subseqüente ao da publicação do respectivo decreto concessivo, prorrogável ou renovável, no máximo, por igual período, a critério do Poder Executivo; (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 13449 DE 19/05/2008).
"IV - quanto ao prazo de fruição, até 7 (sete) anos, contados a partir do mês subseqüente ao da publicação do respectivo decreto concessivo, prorrogável por, no máximo, igual período, a critério do Poder Executivo. (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007)."
"IV - quanto ao prazo de fruição, 7 (sete) anos, contados a partir do mês subseqüente ao da publicação do decreto concessivo. (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001)."
"IV - quanto aos encargos financeiros, Taxa de Juros de Longo Prazo - TJLP ou qualquer outra que vier a substituí-la, com base em índice oficial editado pelo Governo Federal;"
§ 1º Relativamente ao disposto no inciso II, do caput, o valor final da mercadoria será determinado em observância ao disposto no inciso V, do caput, do art. 6º da Lei nº 11.408, de 20 de dezembro de 1996, bem como nas demais disposições pertinentes. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 12266 DE 20/09/2002).
"§ 1º Relativamente ao disposto no inciso II, do caput, o valor final da mercadoria será determinado em observância ao disposto no inciso V, do caput, do artigo 6º, da Lei nº 11.408, de 20 de dezembro de 1996, bem como nas demais disposições legais pertinentes. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001)."
§ 2º (Revogado pela Lei Nº 13956 DE 15/12/2009).
"§ 2º A utilização dos benefícios fiscais previstos neste Capítulo fica condicionada à comprovação de que as mercadorias importadas tenham sido desembaraçadas em portos ou aeroportos localizados no Estado de Pernambuco. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007)."
"§ 2º A utilização dos benefícios fiscais previstos neste Capítulo fica condicionada à comprovação de que as mercadorias importadas tenham sido desembaraçadas no Estado de Pernambuco. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001)."
§ 3º Para fins de análise e avaliação dos projetos e conseqüente monitoramento da aplicação do incentivo durante o período de fruição, será observado o disposto nos §§ 7º e 8º do artigo 5º. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001).
§ 5º Respeitada a norma do art. 13, inciso II, o benefício a que se refere o caput poderá ser concedido a contribuinte localizado neste Estado, na importação de matéria-prima: (Redação dada pela Lei Nº 12075 DE 02/10/2001).
I - a ser utilizada na fabricação de produto não incentivado pelo PRODEPE;
II - a ser transferida para estabelecimento, matriz ou filial, localizado em outra Unidade da Federação, para ser utilizada no respectivo processo industrial. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 12075 DE 02/10/2001).
§ 6º O percentual referido na alínea "b" do inciso II poderá ser majorado em até 5 (cinco) pontos percentuais, com base em proposta fundamentada do Comitê Diretor do PRODEPE. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 12075 DE 02/10/2001).
§ 7º Aplica-se aos empreendimentos beneficiados nos termos deste artigo, o disposto nos §§ 15, 16 e 17 do art. 5º. (Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 13449 DE 19/05/2008).
CAPÍTULO IV - DO ESTÍMULO À CENTRAL DE DISTRIBUIÇÃO
Art. 10. A central de distribuição poderá, nos termos previstos em decreto do Poder Executivo, ser estimulada mediante a concessão de benefícios fiscais relativos ao ICMS, na modalidade de implantação ou de ampliação de empreendimento, observadas as seguintes normas: (Redação do caput dada pela Lei Nº 13956 DE 15/12/2009).
"Art. 10. A central de distribuição poderá, nos termos previstos em decreto do Poder Executivo, ser estimulada mediante concessão de incentivos fiscais relativos ao ICMS, observadas as seguintes normas: (Redação dada pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007)."
"Art. 10. A Central de Distribuição poderá ser estimulada mediante concessão de incentivos fiscais relativos ao ICMS, observadas as seguintes normas: (Redação dada pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001)."
I - quando se tratar de operações de saídas interestaduais, fica concedido à Central de Distribuição crédito presumido correspondente a 3% (três por cento) do valor total das mencionadas saídas promovidas pela Central de Distribuição; (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001).
II - quando se tratar de operações de entrada por transferência de mercadoria de estabelecimento industrial localizado em outra Unidade da Federação, fica concedido, à Central de Distribuição adquirente deste Estado, crédito presumido no montante correspondente a 3% (três por cento) do valor da transferência. (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 12528 DE 30/12/2003).
"II - quando se tratar de operações de entrada por transferência de mercadoria de estabelecimento industrial localizado em outra Unidade da Federação, fica concedido, à Central de Distribuição adquirente deste Estado, crédito presumido no montante correspondente a 3% (três por cento) do valor da transferência, limitado o referido crédito ao valor do frete. (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001)."
III - quanto ao prazo de fruição, até 15 (quinze) anos, contados a partir do mês subseqüente ao da publicação do respectivo decreto concessivo, prorrogável ou renovável, no máximo, por igual período, a critério do Poder Executivo; (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 13449 DE 19/05/2008).
"III - quanto ao prazo de fruição, até 15 (quinze) anos, contados a partir do mês subseqüente ao da publicação do respectivo decreto concessivo, prorrogável, no máximo, por igual período, a critério do Poder Executivo. (Inciso acrescentado pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007)."
§ 4º O percentual de crédito presumido de que tratam os incisos I e II do caput poderá ser elevado em até um ponto percentual, quando se tratar de operações de distribuição de veículos automotores, não podendo, em qualquer hipótese, implicar recolhimento inferior a 30% (trinta por cento) do saldo devedor original. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 12075 DE 02/10/2001).
§ 5º Aplica-se aos empreendimentos beneficiados nos termos deste artigo, o disposto nos §§ 15, 16 e 17 do art. 5º. (Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 13449 DE 19/05/2008).
§ 6º (Revogado pela Lei Nº 13956 DE 15/12/2009).
"§ 6º Não será concedido à Central de Distribuição, beneficiada nos termos deste Capítulo, qualquer outro incentivo estabelecido na presente Lei."
§ 1º Para os efeitos dos incisos II, "a", e III, do caput, será observado o seguinte: (Antigo parágrafo único renomeado pela Lei Complementar Nº 68 DE 21/01/2005).
I - a empresa pleiteante deverá publicar, no Diário Oficial do Estado e, no mínimo, em 1 (um) jornal de grande circulação do Estado, na parte referente à veiculação de notícias econômicas, edital específico discriminando os produtos objeto do pleito, a fim de viabilizar manifestação por parte dos fabricantes localizados em Pernambuco, quanto à possível concorrência entre os mencionados produtos e os de sua fabricação; (Redação dada ao inciso pela Lei Complementar Nº 68 DE 21/01/2005).
II - na hipótese de ficar comprovado que os produtos objeto do pleito concorrerão com os produtos fabricados por empresa industrial localizada em Pernambuco, o benefício somente poderá ser concedido quando a capacidade industrial instalada no Estado não for suficiente para atendimento da demanda em níveis mínimos, conforme estabelecido em decreto do Poder Executivo.
§ 2º O disposto no inciso I, do § 1º, poderá ser exigido de seguimentos industriais beneficiários do PRODEPE, conforme dispuser decreto do Poder Executivo. (Parágrafo acrescentado pela Lei Complementar Nº 68 DE 21/01/2005).
Parágrafo único. Na hipótese do inciso II do caput, poderá também habilitar-se ao PRODEPE empresa industrial com sede ou filial em Pernambuco que, a partir da data do encaminhamento do pleito à ADDIPER, apresente, com dados retrospectivos para os 12 (doze) meses imediatamente anteriores, declínio de, pelo menos, 60% (sessenta por cento) no índice de utilização de capacidade instalada de produção, observadas as condições previstas em decreto do Poder Executivo.
Art. 15. Para efeito de habilitação ao PRODEPE, as empresas beneficiárias deverão preencher, cumulativamente, as seguintes condições: (Redação do caput dada pela Lei Nº 13956 DE 15/12/2009).
"Art. 15. Para efeito de habilidade ao PRODEPE, as empresas beneficiárias deverão preencher, cumulativamente, as seguintes condições: (Redação dada pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007)."
I - se encontrar em situação regular perante a Fazenda Estadual, relativamente a todas as obrigações tributárias, inclusive as acessórias, do conjunto de estabelecimentos do contribuinte no Estado: (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 13956 DE 15/12/2009).
"I - se encontrar em situação regular perante a Fazenda Estadual, relativamente aos respectivos débitos tributários;"
III - não se encontrar usufruindo:
a) até 31 de dezembro de 2013, incentivo fi nanceiro ou fiscal similar, relativamente ao mesmo produto ou empreendimento a ser incentivado; e
b) a partir de 1º de janeiro de 2014, incentivo ou benefício fiscal de qualquer natureza sobre um mesmo produto incentivado que implique cumulação de benefícios sobre uma mesma operação incentivada;
IV - (Revogado pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001).
(Inciso acrescentado pela Lei Nº 15183 DE 12/12/2013):
V - a partir de 1º de janeiro de 2014, não ter sócio:
a) que participe de empresa em situação irregular perante a Fazenda Estadual; ou
b) que tenha participado de empresa em situação irregular perante a Fazenda Estadual, à época do respectivo desligamento, permanecendo como tal até a data da verificação do atendimento da condição aqui prevista.
§ 3º A partir de 1º de janeiro de 2014, para efeito de aplicação do disposto na alínea "b" do inciso III, compreende-se como cumulação de incentivos ou benefícios, entre outras, a situação de o contribuinte se utilizar do diferimento do ICMS, de que trata o inciso I do art. 9º, combinado com outro benefício sobre a operação de saída, não contemplado nesta Lei. (Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 15183 DE 12/12/2013).
Seção III - Da Suspensão e da Perda do Incentivo
Art. 16. A empresa incentivada fica impedida de utilizar os incentivos concedidos nos termos desta Lei, nas seguintes hipóteses: (Redação do caput dada pela Lei Nº 12308 DE 19/12/2002).
"Art. 16. Os incentivos concedidos nos termos desta Lei serão suspensos no caso de a empresa incentivada: (Redação dada pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001)."
I - não efetuar o recolhimento integral do ICMS devido, a qualquer título, nos prazos legais, observado o disposto no § 5º; (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 12308 DE 19/12/2002).
"I - não efetuar o recolhimento integral do ICMS devido, a qualquer título, nos prazos legais; (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001)."
IV - não efetuar, no respectivo vencimento, o pagamento de taxa de administração prevista no § 7º do art. 5º, aplicando-se o disposto no § 3º, I. (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007).
"IV - não efetuar, no respectivo vencimento, o pagamento de taxa de administração devida à AD/DIPER. (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001)."
V - não entregar à Secretaria da Fazenda, nos prazos previstos na legislação , os documentos de informações econômico-fiscais e os arquivos magnéticos previstos na legislação tributária, bem como os livros e demais documentos fiscais ou contábeis quando solicitados pelo fisco estadual. (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 12308 DE 19/12/2002).
VI - optar pela sistemática do Simples Nacional prevista na Lei Complementar Federal nº 123, de 14 de dezembro de 2006, e na Lei nº 13.263, de 29 de junho de 2007, enquanto durar a opção. (Inciso acrescentado pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007).
VII - a partir de 1º de janeiro de 2014, alterar as características do produto, o processo produtivo ou as etapas de produção descritas no projeto econômico aprovado pelo Estado, que tenha fundamentado a concessão do benefício, ressalvada prévia e expressa aprovação do CONDIC, após apreciação pelo Comitê Diretor; (Inciso acrescentado pela Lei Nº 15183 DE 12/12/2013).
VIII - a partir de 1º de janeiro de 2014, reduzir, no caso de projetos de ampliação, a capacidade instalada, independentemente de aumento de faturamento e, em qualquer hipótese, paralisar as atividades do empreendimento beneficiado; e (Inciso acrescentado pela Lei Nº 15183 DE 12/12/2013).
IX - a partir de 1º de janeiro de 2014, promover a terceirização das suas atividades, ressalvada a hipótese de prévia e expressa aprovação do CONDIC, após apreciação do Comitê Diretor. (Inciso acrescentado pela Lei Nº 15183 DE 12/12/2013).
§ 1º O impedimento da utilização do incentivo previsto neste artigo acarreta a impossibilidade de utilização do benefício durante o período em que persistirem as causas que tenham motivado o respectivo impedimento, sem prejuízo da contagem do prazo de fruição, não abrangendo as parcelas ou períodos que já tenham sido objeto do incentivo. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 12308 DE 19/12/2002).
"§ 1º A suspensão do incentivo prevista neste artigo implica no impedimento da continuidade de utilização do benefício durante o período em que persistirem as causas da suspensão, não abrangendo as parcelas ou períodos que já tenham sido objeto do incentivo. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001)."
(Redação do parágrafo dada pela Lei Nº 15183 DE 12/12/2013):
§ 2º O disposto no § 1º não se aplica na hipótese do inciso VI e, também:
I - até 31 de dezembro de 2013, nas hipóteses dos incisos I a IV do caput , nos períodos fiscais subsequentes àqueles em que tenham se verifi cado as referidas causas de impedimento, quando a empresa incentivada, sem prejuízo dos acréscimos legais e observado o disposto no § 5º, recolher espontaneamente o valor devido; e
II - a partir de 1º de janeiro de 2014, nos períodos fiscais subsequentes àqueles em que tenham se verifi cado as referidas causas de impedimento, quando a empresa incentivada, espontaneamente:
a) nas hipóteses dos incisos I e III do caput , recolher o valor devido;
b) nas hipóteses dos incisos IV e V do caput , regularizar as obrigações ali referidas, sendo que, nessas hipóteses, também será convalidado o uso dos benefícios do PRODEPE relativo ao próprio período fiscal em que se tenha verifi cado a irregularidade; e
c) nas hipóteses dos incisos II, VII, VIII e IX do caput , voltar à condição de regular quanto aos requisitos ali referidos e recolher o valor utilizado como crédito presumido do PRODEPE, a título de ICMS devido e não recolhido, com os devidos acréscimos legais, relativamente aos períodos fiscais abrangidos pelo início da causa do impedimento até aquele alcançado pelo da efetiva regularização, observando-se que o benefício somente será restabelecido em relação aos fatos geradores ocorridos a partir do primeiro dia do período fiscal subsequente ao da referida regularização.
§ 2º Nas hipóteses dos incisos I a IV, do caput, o disposto no § 1º não se aplica nos períodos fiscais subseqüentes àqueles em que tenham se verificado as referidas hipóteses, quando a empresa incentivada, sem prejuízo dos acréscimos legais e observado o disposto no § 5º, recolher espontaneamente o valor devido. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 12528 DE 30/12/2003).
"§ 2º Nas hipóteses dos incisos I a IV, do caput, o impedimento disposto no § 1º não se aplica quando a empresa incentivada recolher espontaneamente o valor devido, sem prejuízo dos acréscimos legais, observado o disposto no § 5º. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 12308 DE 19/12/2002)."
"§ 2º A partir de 01 de julho de 2000, com relação ao não-recolhimento integral do ICMS devido, pelas empresas beneficiárias do PRODEPE, a suspensão de que trata o inciso I, somente ocorrerá se o prazo legal for ultrapassado em 05 (cinco) dias. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001)."
§ 3º Relativamente ao impedimento previsto no inciso I do caput: (Redação dada pela Lei Nº 14505 DE 07/12/2011).
"§ 3º Relativamente ao impedimento previsto no inciso I, do caput: (Redação dada pela Lei Nº 12308 DE 19/12/2002)."
I - a partir de 01 de julho de 2000, com relação ao não-recolhimento total do ICMS devido, pelas empresas beneficiárias do PRODEPE, somente ocorrerá se o prazo legal for ultrapassado em 05 (cinco) dias; (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 12308 DE 19/12/2002).
II - não se configurará se o montante não recolhido do ICMS devido for de valor igual ou inferior a 5% (cinco por cento) do incentivo utilizado no mês respectivo, desde que não superior a R$ 30.000,00 (trinta mil reais); (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 13031 DE 14/06/2006).
"II - não se configurará se o montante não recolhido do ICMS devido for de valor igual ou inferior a 2 % (dois por cento) do incentivo utilizado no mês respectivo, desde que não superior a R$ 10.641,00 (dez mil e seiscentos e quarenta e um reais). (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 12308 DE 19/12/2002)."
III - não se configurará se o mencionado ICMS tiver sua exigibilidade suspensa, nos termos do artigo 151, da Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966 - Código Tributário Nacional, - ou se tiver garantia por fiança bancária ou penhora. (Inciso acrescentado pela Lei Nº 13031 DE 14/06/2006).
(Redação dada ao inciso pela Lei Nº 14505 DE 07/12/2011):
IV - no período de 16 de dezembro de 2009 a 31 de dezembro de 2013, não se configurará no caso de o contribuinte: (Redação do inciso dada pela Lei Nº 15183 DE 12/12/2013).
IV - a partir de 16 de dezembro de 2009, não se configurará no caso de o contribuinte:
a) recolher o crédito tributário conforme o disposto no inciso V do § 5º do art. 17;
b) efetuar o parcelamento nos termos do § 6º; ou
c) no período de 1º de janeiro a 29 de fevereiro de 2012, recolher o ICMS devido, com os acréscimos legais cabíveis ou iniciar o seu pagamento parcelado em até 12 (doze) prestações mensais e sucessivas, vedado o reparcelamento.
"IV - não se configurará no caso de o contribuinte recolher o crédito tributário conforme o disposto no art. 17, § 5º, V. (Inciso acrescentado pela Lei Nº 13956 DE 15/12/2009)."
§ 4º o impedimento de que trata o inciso V, do caput, somente se verificará caso o prazo legal ultrapassar o último dia do mês subseqüente ao da ocorrência da irregularidade. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 12308 DE 19/12/2002).
§ 5º Até 31 de dezembro de 2011, é vedado o parcelamento do ICMS devido referente aos períodos nos quais a empresa esteja usufruindo dos incentivos do PRODEPE, observando-se, a partir de 1º de janeiro de 2012, o disposto no § 6º. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 14505 DE 07/12/2011).
"§ 5º É vedado o parcelamento do ICMS devido referente aos períodos nos quais a empresa esteja usufruindo dos incentivos do PRODEPE. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 12528 DE 30/12/2003).
"§ 5º É vedado o parcelamento do saldo remanescente do ICMS devido. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 12308 DE 19/12/2002)."
§ 6º A partir de 16 de dezembro de 2009, poderá haver parcelamento do ICMS, não configurando a hipótese de impedimento de que trata o inciso I do caput: (Redação dada pela Lei Nº 14505 DE 07/12/2011).
"§ 6º Poderá haver parcelamento do ICMS, não configurando a hipótese de impedimento de que trata o inciso I do "caput": (Redação dada pela Lei Nº 13956 DE 15/12/2009).
"§ 6º Poderá haver parcelamento do ICMS, nos termos da legislação pertinente, tão-somente em relação aos períodos fiscais em que não tenha havido aproveitamento dos incentivos do Prodepe, não configurando, nesse caso, hipótese de impedimento, de que trata o inciso I do caput. (Acrescentado pela Lei Complementar Nº 68 DE 21/01/2005)."
I - relativo a período fiscal em que não tenha havido aproveitamento dos incentivos do PRODEPE, nos termos da legislação pertinente; (Inciso acrescentado pela Lei Nº 13956 DE 15/12/2009).
II - na hipótese de contribuinte em recuperação judicial, nos termos de lei específica. (Inciso acrescentado pela Lei Nº 13956 DE 15/12/2009).
(Inciso acrescentado pela Lei Nº 14505 DE 07/12/2011):
III - a partir de 1º de janeiro de 2012, em até 12 (doze) meses, relativamente a período fiscal em que tenha havido aproveitamento dos incentivos do PRODEPE, observando-se:
§ 7º Para efeito de interpretação do disposto no inciso IV do § 3º, também não se configura o impedimento na hipótese de o contribuinte, antes de qualquer procedimento fiscal de ofício, recolher integralmente o tributo com os acréscimos legais, observada, a partir de 1º de janeiro de 2012, a possibilidade de parcelamento por meio de confissão de débito prevista na alínea .a. do inciso III do § 6º. (Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 14505 DE 07/12/2011).
(Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 15183 DE 12/12/2013).
§ 8º A partir de 1º de janeiro de 2014, em caso de cessação da espontaneidade decorrente de intimação para regularização das hipóteses previstas nos incisos IV e V do caput , se o contribuinte sanar as irregularidades no prazo ali previsto, o impedimento somente atinge os períodos fiscais nela relacionados, não se aplicando o disposto no § 1º, relativamente aos períodos fiscais subsequentes àqueles em que tenham se verifi cado as causas do impedimento, devendo a referida regularização compreender:
I - na hipótese do inciso IV, o recolhimento do valor utilizado como crédito presumido do PRODEPE, a título de ICMS devido e não recolhido, com os acréscimos legais, relativamente aos períodos fiscais em que as irregularidades tenham ocorrido; e
II - na hipótese do inciso do V do caput , o recolhimento do valor de que trata o inciso I e a entrega dos documentos, livros e arquivos magnéticos de que trata o referido inciso V, relativos aos períodos omissos, bem como a retifi cação daqueles entregues de forma incompleta ou com erro de informação.
§ 9º O disposto no inciso II do § 8º também se aplica no caso de a intimação ter ocorrido no período de 1º de fevereiro a 31 de outubro de 2013, devendo a referida regularização ser efetuada até 31 de dezembro de 2013. (Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 15183 DE 12/12/2013).
§ 10. Para efeito de interpretação do disposto no inciso V do caput , somente se consideram regulares os arquivos entregues com todas as informações obrigatórias, conforme legislação específi ca, especialmente aquelas referentes aos itens de documentos fiscais, dos documentos fiscais emitidos por ECF, dos cupons da redução "Z" e do Livro Registro de Inventário. (Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 15183 DE 12/12/2013).
Art.17. Perderá o direito ao incentivo concedido nos termos desta Lei, a empresa que: (Redação dada pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001).
I - até 31 de dezembro de 2013, não efetuar o recolhimento integral do ICMS devido, a qualquer título, apurado em cada período fiscal, nos prazos legais, por mais de 12 (doze) vezes ou, no caso de importação por estabelecimento comercial importador atacadista, por mais de 12 (doze) operações, em ambas as hipóteses, de forma consecutiva ou não, observado o disposto no § 3º do art. 16; (Redação do inciso dada pela Lei Nº 15183 DE 12/12/2013).
I - não efetuar o recolhimento integral do ICMS devido, a qualquer título, apurado em cada período fiscal, nos prazos legais, por mais de 12 (doze) vezes ou, no caso de importação por estabelecimento comercial importador atacadista, por mais de 12 (doze) operações, em ambas as hipóteses, de forma consecutiva ou não, observado o disposto no § 3º do art. 16; (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 12308 DE 19/12/2002).
II - até 31 de dezembro de 2013, alterar as características do produto que tenha fundamentado a concessão do benefício, ressalvada prévia e expressa aprovação do CONDIC, após apreciação pelo Comitê Diretor; (Redação do inciso dada pela Lei Nº 15183 DE 12/12/2013).
III - até 31 de dezembro de 2013, reduzir, no caso de ampliação, a capacidade instalada, independentemente de aumento de faturamento e, em qualquer hipótese, paralisar as atividades do empreendimento benefi ciado; (Redação do inciso dada pela Lei Nº 15183 DE 12/12/2013).
III - reduzir, no caso de ampliação, a capacidade instalada, independentemente de aumento de faturamento e, em qualquer hipótese, paralisar as atividades do empreendimento beneficiado; (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001).
IV - não iniciar a implantação do projeto, no prazo máximo de 12 (doze) meses, contados do mês subsequente ao da publicação do decreto concessivo do benefício, ressalvado o disposto no § 4º do art. 5º, no § 8º do art. 7º e, a partir de 8 de dezembro de 2011, no art. 23-A; (Redação do inciso dada pela Lei Nº 15183 DE 12/12/2013).
V - praticar crime de sonegação fiscal e, a partir de 1º de janeiro de 2014, crime contra a ordem tributária, após transitada em julgado a correspondente sentença; (Redação do inciso dada pela Lei Nº 15183 DE 12/12/2013).
VI - até 31 de dezembro de 2013, promover a terceirização das suas atividades, ressalvada a hipótese de prévia e expressa aprovação do CONDIC, após apreciação do Comitê Diretor; (Redação do inciso dada pela Lei Nº 15183 DE 12/12/2013).
VI - promover a terceirização das suas atividades, ressalvada a hipótese de prévia e expressa aprovação do CONDIC, após apreciação do Comitê Diretor; (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001).
VII - até 31 de dezembro de 2013, relativamente aos benefícios estabelecidos no § 6º do art. 5º e § 9º do art. 7º, praticar infração que se caracterize como desvio de destino de mercadorias, após transitada em julgado, na esfera administrativa, a correspondente decisão; (Redação do inciso dada pela Lei Nº 15183 DE 12/12/2013).
(Redação dada ao inciso pela Lei Nº 14266 DE 23/02/2011):
VIII - até 31 de dezembro de 2013, estiver impedida de utilizar os seus incentivos, nos termos do art. 16, por mais de 12 (doze) meses, consecutivos ou não, exceto: (Redação dada pela Lei Nº 15183 DE 12/12/2013).
VIII - estiver impedida de utilizar os seus incentivos, nos termos do art. 16, por mais de 12 (doze) meses, consecutivos ou não, exceto:
a) a partir de 1º de agosto de 2010, na hipótese prevista no inciso VI do mencionado artigo;
b) a partir de 1º de fevereiro de 2010, na hipótese de o impedimento ser resultante de credenciamento do contribuinte, junto à Secretaria da Fazenda, para fruição dos incentivos do Programa de Estímulo à Atividade Portuária, previstos na Lei nº 13.942, de 04 de dezembro de 2009;
"VIII - estiver impedida de utilizar os seus incentivos, nos termos do art. 16, por mais de 12 (doze) meses, consecutivos ou não, exceto, a partir de 01 de agosto de 2010, na hipótese prevista no inciso VI do mencionado artigo; (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 14126 DE 24/08/2010)."
"VIII - estiver impedida de utilizar os seus incentivos, nos termos do art. 16, por mais de 12 (doze) meses, consecutivos ou não. (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 12308 DE 19/12/2002)."
"VIII - tiver suspensos, nos termos do artigo anterior, os seus incentivos, por período superior a 12 (doze) meses, consecutivos ou não. (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001)."
IX - não realizar a totalidade dos investimentos previstos no prazo de até 36 (trinta e seis) meses, contados do mês subseqüente ao da publicação do decreto concessivo, salvo prévia autorização do Comitê Diretor para que a empresa exceda o mencionado limite temporal; (Inciso acrescentado pela Lei Nº 12528 DE 30/12/2003).
X - até 31 de dezembro de 2013, permanecer com a inscrição no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco - CACEPE cancelada ou bloqueada, conforme o caso, por período superior a 03 (três) meses consecutivos; ou (Redação do inciso dada pela Lei Nº 15183 DE 12/12/2013).
X - permanecer com a inscrição no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco - CACEPE cancelada por período superior a 03 (três) meses consecutivos. (Inciso acrescentado pela Lei Nº 12528 DE 30/12/2003).
XI - formalizar à Secretaria da Fazenda a renúncia ao incentivo. (Inciso acrescentado pela Lei Nº 13031 DE 14/06/2006).
(Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 13829 DE 29/06/2009):
§ 1º Nas hipóteses de perda dos incentivos fiscais, fica cancelado o benefício, restaurando-se o valor originário, que deverá ser corrigido, pelo índice aplicável aos débitos do ICMS, com os demais acréscimos legais cabíveis, a partir do termo final do prazo em que o mencionado imposto deveria ter sido recolhido, caso não tivesse havido o incentivo, observando-se:
I - na hipótese de inobservância do disposto no inciso I, o valor do ICMS ali mencionado deve ser cobrado, de ofício, por meio de Auto de Infração ou Termo de Acompanhamento e Regularização; (Redação do inciso dada pela Lei Nº 16684 DE 01/11/2019).
I - o contribuinte deverá, no prazo de 30 (trinta) dias, contados a partir da publicação, no Diário Oficial do Estado, da portaria de cancelamento dos benefícios, efetuar o recolhimento, a título de ICMS devido e não recolhido, do valor utilizado como crédito presumido do PRODEPE ou iniciar o respectivo pagamento de forma parcelada, nos termos da legislação específica;
II - na hipótese de inobservância do disposto no inciso I, o valor do ICMS ali mencionado deve ser cobrado, de ofício, até 31 de dezembro de 2013, por meio de Notificação de Débito e, a partir de 1º de janeiro de 2014, por meio de Auto de Infração. (Redação do inciso dada pela Lei Nº 15183 DE 12/12/2013).
"§ 1º Nas hipóteses de perda dos incentivos fiscais, fica cancelado o benefício, restaurando-se o valor originário, que deverá ser corrigido, pelo índice aplicável aos débitos do ICMS, com os demais acréscimos legais cabíveis, a partir do termo final do prazo em que o mencionado imposto deveria ter sido recolhido, caso não tivesse havido o incentivo."
§ 2º Os efeitos do cancelamento do benefício, conforme previsto no parágrafo anterior, retroagirão à data em que tenha ocorrido o fato ensejador da medida. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001).
§ 3º Relativamente a fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2008, as hipóteses de perda previstas neste artigo, bem como a hipótese de impedimento de que trata o art. 16, I, não se aplicarão quando a empresa incentivada recolher, até 15 de agosto de 2009, o ICMS devido, com os acréscimos legais cabíveis, e sanar a irregularidade, podendo o respectivo pagamento ocorrer em até 12 (doze) prestações mensais e sucessivas. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 13829 DE 29/06/2009).
"§ 3º Relativamente a fatos geradores ocorridos at 31 de janeiro de 2005, as hipóteses de perda previstas neste artigo não se aplicarão quando a empresa incentivada, espontaneamente, recolher o ICMS devido e sanar a irregularidade, devendo o pagamento do mencionado imposto, com os acréscimos legais cabíveis, ser efetuado em at 12 (doze) prestações mensais e sucessivas. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Complementar Nº 68 DE 21/01/2005)."
"§ 3º Relativamente a fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2002, as hipóteses de perda previstas neste artigo não se aplicarão quando a empresa incentivada, espontaneamente, recolher o ICMS devido e sanar a irregularidade, devendo o pagamento do mencionado imposto, com os acréscimos legais cabíveis, ser efetuado em até 6 (seis) prestações mensais e sucessivas. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 12308 DE 19/12/2002)."
§ 4º As empresas beneficiárias do PRODEPE que tiveram o benefício cancelado até 31 de dezembro de 2002, em função do disposto no inciso I, do caput, poderão, até 28 de fevereiro de 2003, solicitar à Secretaria da Fazenda o restabelecimento do benefício pelo prazo de fruição restante a que tinham direito à data do cancelamento, desde que a irregularidade seja sanada, no mencionado prazo. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 12308 DE 19/12/2002).
§ 5º Na hipótese prevista no inciso I do caput, quando o não recolhimento resultar na lavratura de Auto de Infração, Auto de Apreensão, Auto de Lançamento sem Penalidade, Notificação de Débito ou Notificação de Débito sem Penalidades, será observado o seguinte: (Redação dada pela Lei Nº 14505 DE 07/12/2011).
"§ 5º Na hipótese prevista no inciso I, do caput, quando o não-recolhimento resultar na lavratura de Auto de Infração, Auto de Apreensão, Auto de Lançamento sem Penalidade, Notificação de Débito ou Notificação de Débito sem Penalidades, será observado o seguinte: (Redação dada pela Lei Nº 13031 DE 14/06/2006).
"§ 5º Na hipótese prevista no inciso I, do caput, quando o não-recolhimento resultar na lavratura de procedimento de ofício, fica suspenso o beneficio quando da respectiva impugnação na esfera judicial, observado o seguinte: (Redação dada pela Lei Nº 12308 DE 19/12/2002)."
I - o cancelamento do benefício não se configurará se o mencionado ICMS tiver sua exigibilidade suspensa, nos termos do artigo 151, da Lei nº 5.172, de 1966 - Código Tributário Nacional, - ou se tiver garantia por fiança bancária ou penhora; (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 13031 DE 14/06/2006).
"I - a suspensão interrompe, também, a contagem do prazo de fruição; (Inciso acrescentado pela Lei Nº 12308 DE 19/12/2002)."
II - não ocorrendo as hipóteses previstas no inciso I, quando da respectiva impugnação na esfera judicial, fica suspenso o benefício e o respectivo prazo de fruição; (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 13031 DE 14/06/2006).
"II - o benefício será restabelecido no mês subseqüente ao da decisão, em última instância, favorável ao contribuinte; (Inciso acrescentado pela Lei Nº 12308 DE 19/12/2002)."
III - o benefício será restabelecido no mês subseqüente ao da decisão, em última instância, favorável ao contribuinte; (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 13031 DE 14/06/2006).
"III - em caso de decisão em última instância desfavorável ao contribuinte, será cancelado definitivamente o benefício. (Inciso acrescentado pela Lei Nº 12308 DE 19/12/2002)."
IV - em caso de decisão em última instância desfavorável ao contribuinte, será cancelado definitivamente o benefício. (Redação dada ao inciso pela Lei Nº 13031 DE 14/06/2006).
(Inciso acrescentado pela Lei Nº 13829 DE 29/06/2009):
V - a perda dos benefícios não ocorrerá quando o contribuinte proceder ao recolhimento integral do crédito tributário nos seguintes prazos:
a) até 30 (trinta) dias após a referida lavratura;
b) até 20 (vinte) dias após a decisão em primeira instância, na esfera administrativa;
c) até 10 (dez) dias após a decisão em segunda instância, na esfera administrativa.
(Redação dada ao inciso pelo Decreto Nº 37913 DE 24/02/2012):
VI - a partir de 16 de dezembro de 2009, também não ocorrerá a perda dos benefícios na hipótese de parcelamento de débitos:
a) de contribuinte em recuperação judicial, nos termos de lei específica; ou
b) a partir de 1º de janeiro de 2012, em até 12 (doze) meses, desde que o pagamento da parcela inicial ocorra nos prazos previstos no inciso V, observadas as demais regras sobre parcelamento de débito, previstas na legislação específica, vedado o reparcelamento.
"VI - também não ocorrerá a perda dos benefícios, na hipótese de parcelamento de débitos de contribuinte em recuperação judicial, nos termos de lei específica. (Inciso acrescentado pela Lei Nº 13956 DE 15/12/2009)."
§ 6º Para efeito do § 4º, considera-se sanada a irregularidade ali mencionada, na hipótese de a empresa ter parcelado o débito respectivo. (Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 12528 DE 30/12/2003).
§ 7º Na hipótese do § 5º, não ocorrerá a perda dos benefícios em razão de o contribuinte não ter efetuado o recolhimento integral do crédito tributário nos prazos indicados no inciso V, quando a empresa incentivada proceder nos termos da alínea.c. do inciso IV do § 3º do art. 16. (Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 14505 DE 07/12/2011).
§ 8º O disposto no § 7º também se aplica na hipótese do inciso I do caput, ainda que o débito não tenha sido constituído. (Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 14505 DE 07/12/2011).
Art. 18. Os incentivos previstos nesta Lei, nas condições nela estabelecidas, poderão ser concedidos a contribuinte que se encontrar usufruindo benefício similar, pelo prazo de fruição máximo previsto nesta Lei, contado a partir do início de fruição do mencionado incentivo originário, desde que manifestada a opção do beneficiário pela substituição. (Redação dada ao caput pela Lei Complementar Nº 68 DE 21/01/2005).
"Art. 18. Os incentivos previstos nesta Lei, nas condições nela estabelecidas, poderão ser concedidos a contribuinte que se encontrar usufruindo benefício similar, pelo prazo de fruição que restar em relação ao mencionado incentivo originário, desde que manifestada a opção pela substituição. (Redação dada ao caput pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001)."
§ 1º O incentivo a ser concedido por meio do PRODEPE, em substituição a incentivo similar, no termos do "caput", somente começará a vigorar no mês subseqüente àquele em que ocorrer a publicação do decreto concessivo. (Antigo parágrafo único renomeado pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007, e com redação dada pela Lei Complementar Nº 68 DE 21/01/2005).
(Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 13956 DE 15/12/2009):
§ 2º O disposto no "caput" aplica-se ao estabelecimento:
I - que alterar sua localização de Município situado na RMR para outro situado fora da mencionada Região;
II - que ampliar o empreendimento, desde que observadas as seguintes normas:
a) a substituição do incentivo fica condicionada à realização do investimento previsto no art.14, I;
b) o benefício será calculado, exclusivamente, sobre a parcela do saldo devedor do ICMS normal, apurado em cada período fiscal, devido pelo incremento da produção comercializada;
III - cujos produtos tenham sido enquadrados em agrupamento industrial diverso do original ou em outra modalidade de incentivo.
"§ 2º O disposto neste artigo somente se aplica na hipótese de o estabelecimento alterar sua localização de Município situado na RMR para outro situado fora da mencionada Região. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007)."
Art. 19. Fica o Poder Executivo autorizado a conceder, mediante decreto, à empresa que fabrique ou venha a fabricar bem similar ao incentivado, nos termos desta Lei, idêntico benefício, pelo prazo que restar à pioneira e respeitada a equivalência dos estímulos relativamente à capacidade instalada de produção. (Redação dada ao caput pela Lei Complementar nº 60 DE 14/07/2004).
"Art. 19. Fica o Poder Executivo autorizado a conceder, mediante decreto, à empresa que fabrique ou venha a fabricar bem similar ao incentivado, nos termos desta Lei, benefício similar, podendo ser inferior ao da pioneira, respeitada a equivalência dos estímulos relativamente à capacidade instalada de produção. (Redação dada ao caput pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007)."
Art. 19. Fica o Poder Executivo autorizado a conceder, mediante decreto, à empresa que fabrique ou venha a fabricar bem similar ao incentivado, nos termos desta Lei, benefício similar, podendo ser inferior ao da pioneira, limitado pelo prazo que restar a esta, respeitada a equivalência dos estímulos relativamente à capacidade instalada de produção. (Redação dada ao caput pela Lei Complementar Nº 68 DE 21/01/2005)."
§ 1º (Revogado pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007).
"§ 1º Em hipótese alguma, o prazo de fruição restante poderá ser renovado nem poderá exceder os prazos máximos de fruição previstos nesta Lei. (Parágrafo acrescentado pela Lei Complementar Nº 68 DE 21/01/2005)."
(Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 14126 DE 24/08/2010):
§ 2º Na hipótese de a empresa, para a qual tenha sido concedido o benefício pelo maior prazo, deixar de fabricar o produto incentivado, o mencionado benefício será cancelado retroativamente à data da mencionada ocorrência, observando-se relativamente às demais empresas beneficiárias que fabriquem o mesmo produto, que os efeitos do referido cancelamento se darão:
I - até 31 de julho de 2010, retroativamente à data da mencionada ocorrência;
II - a partir de 01 de agosto de 2010, a partir da data da publicação de portaria do Secretário da Fazenda que declare a perda do benefício pela empresa pioneira;
"§ 2º Na hipótese de a empresa, para a qual tenha sido concedido o benefício pelo maior prazo, deixar de fabricar o produto incentivado, o mencionado benefício será cancelado retroativamente à data da mencionada ocorrência, inclusive para as demais empresas beneficiárias que fabriquem o mesmo produto. (Redação dada ao parágrafo pela Lei Nº 13280 DE 17/08/2007)."
"§ 2º Na hipótese de a empresa pioneira deixar de fabricar o bem objeto do incentivo concedido nos termos deste artigo, o mencionado benefício será cancelado retroativamente à data da mencionada ocorrência. (Parágrafo acrescentado pela Lei Complementar Nº 68 DE 21/01/2005)."
§ 3º O início do prazo de fruição do benefício concedido com base neste artigo só poderá ocorrer após a plena implantação da empresa pioneira. (Parágrafo acrescentado pela Lei Complementar Nº 68 DE 21/01/2005).
§ 4º A partir de 1º de janeiro de 2014, decreto do Poder Executivo poderá estabelecer critérios para avaliação e concessão dos incentivos com base neste artigo, bem como as exigências mínimas para que se conceda o benefício por isonomia, que devem orientar a elaboração do parecer de que trata o inciso I do art. 12. (Parágrafo acrescentado pela Lei Nº 15183 DE 12/12/2013).
§ 1º O incentivo concedido nos termos deste artigo deverá respeitar os limites máximos previstos nesta Lei. (Parágrafo acrescentado pela Lei Complementar Nº 68 DE 21/01/2005).
§ 2º O disposto nos §§ 1º a 4º do art. 19 poderá ser aplicado à hipótese prevista neste artigo, conforme dispuser decreto do Poder Executivo. (Redação do parágrafo dada pela Lei Nº 15183 DE 12/12/2013).
§ 2º O disposto nos §§ 1º a 3º do art. 19 poderá ser aplicado à hipótese prevista neste artigo, conforme dispuser decreto do Poder Executivo. (Parágrafo acrescentado pela Lei Complementar Nº 68 DE 21/01/2005).
Art. 23. A concessão e fruição dos incentivos previstos nesta Lei ficam condicionadas à manutenção de, no mínimo, o montante do ICMS já arrecadado pela empresa, atualizado nos termos de decreto do Poder Executivo, inclusive nas hipóteses do § 10 do art. 5º e do § 7º do art. 7º. (Redação dada ao caput pela Lei Nº 12528 DE 30/12/2003).
"Art. 23. A concessão e fruição dos incentivos previstos nesta Lei fica condicionada à manutenção de, no mínimo, o volume do ICMS já arrecadado pela empresa, na hipótese de projeto de ampliação, ou pelo setor, na hipótese de implantação ou de revitalização. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se, no que couber, às Centrais de Distribuição e ao comércio importador atacadista de mercadorias do exterior. (Redação dada ao caput pela Lei Nº 11937 DE 04/01/2001)."
Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se, no que couber, às Centrais de Distribuição e ao comércio importador atacadista de mercadorias do exterior.
Art. 23-A. O Poder Executivo, mediante decreto, poderá estabelecer que o termo inicial do prazo de fruição dos incentivos previstos nesta Lei possa ocorrer em momento posterior ao mês subsequente à publicação do decreto concessivo, inclusive em relação a incentivos já concedidos, em atendimento a solicitação expressa da empresa interessada. (Artigo acrescentado pela Lei Nº 14505 DE 07/12/2011).