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Timestamp: 2018-06-20 21:46:28+00:00
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Matched Legal Cases: ['Artigo 1', 'artigo 25', 'Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 6', 'Artigo 7', 'Artigo 8', 'artigo 4', 'Artigo 9', 'Artigo 10', 'Artigo 11', 'Artigo 12', 'Artigo 13', 'Artigo 14', 'Artigo 15', 'Artigo 16', 'Artigo 17', 'Artigo 18', 'Artigo 24', 'Artigo 19', 'Artigo 20', 'Artigo 21', 'Artigo 22', 'Artigo 27', 'Artigo 16', 'Artigo 23']

Regulamento do Mestrado em ENGENHARIA DA SOLDADURA - PDF
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Thomas Assunção Vilaverde
1 Regulamento do Mestrado em ENGENHARIA DA SOLDADURA Dezembro de 2008
2 MESTRADO EM ENGENHARIA DA SOLDADURA Regulamento PREÂMBULO O regulamento do ciclo de estudos conducente ao grau de Mestre em Engenharia da Soldadura da FCT-UNL organiza, estrutura e explicita o percurso de um estudante de mestrado ao longo das fases que constituem o seu trabalho. O presente regulamento descreve as atribuições dos órgãos de gestão do ciclo de estudos conducentes ao grau de Mestre em Engenharia da Soldadura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, a sua organização e funcionamento, e os mecanismos de orientação e acompanhamento de um candidato ao grau de Mestre em Engenharia da Soldadura. Artigo 1º Criação e Âmbito 1) A Universidade Nova de Lisboa (UNL), através da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) confere o grau de Mestre em Engenharia da Soldadura. 2) O grau de Mestre em Engenharia da Soldadura é titulado por uma carta de curso do grau de Mestre emitida pelo órgão legal e estatutariamente competente da UNL, de acordo com o determinado no artigo 25º do Decreto-Lei nº 74/2006, 24 de Março. Artigo 2º Objectivos do Mestrado em Engenharia da Soldadura O objectivo do Mestrado em Engenharia da Soldadura (MES) é o de formar mestres em Engenharia da Soldadura com competências para: conceber, elaborar, coordenar e executar projectos; propor soluções técnica e economicamente competitivas; decidir com espírito crítico; gerir e controlar processos de soldadura e desenvolver trabalhos de investigação científica no domínio da soldadura. Dada a grande diversidade das áreas intervenientes, o MES apresenta-se particularmente vocacionado para satisfazer os requisitos de empresas (industriais ou de serviços) e organizações (públicas ou privadas) nos domínios de: projecto, produção, consultoria, metalurgia, inspecção, qualidade e manutenção em empresas. bem como no ensino e na investigação. Na sua actividade profissional e fazendo uso das suas competências para integrar conhecimentos e lidar com questões complexas inovadoras, os mestres em Engenharia da Soldadura devem ser capazes de intervir a vários níveis, desde a concepção e inovação, à execução, bem como na coordenação de obras de engenharia.
3 Assim, estabeleceram-se os seguintes objectivos educacionais e de formação científicotecnológica para o 2.º ciclo de estudos conducente ao grau de Mestre em Engenharia da Soldadura: Assegurar uma formação sólida e actualizada em ciências da especialidade. Desenvolver competências para evidenciar uma abordagem profissional ao trabalho desenvolvido no âmbito da tecnologia da soldadura, incluindo: o o o o Coordenação e acompanhamento do processo de fabricação soldada; Inspecção e controlo de Qualidade em construção soldada; Análise e desenvolvimento de novos procedimentos de soldadura; Execução da preparação e programação de trabalhos de construção soldada. Nesta abordagem, os estudantes devem ser capazes de compreender e saber aplicar os conhecimentos adquiridos de ordem científica e tecnológica de forma a encontrar soluções para os problemas incorporando, sempre que necessário, as mais recentes inovações tecnológicas. Desenvolver competências para recolher, seleccionar e interpretar a informação relevante para fundamentar as soluções que preconizam e os juízos que emitem, incluindo na análise os aspectos sociais, científicos e éticos relevantes. Desenvolver competências que lhes permitam uma aprendizagem ao longo da vida, de um modo fundamentalmente auto-orientado ou autónomo com o objectivo de se manterem actualizados e de possuírem uma visão alargada sobre os diferentes domínios da engenharia da soldadura. Desenvolver competências para conceber e inovar, ou seja, serem capazes de integrar conhecimentos, lidar com questões complexas novas ou não familiares. Devem, assim, demonstrar capacidade para decidir e desenvolver soluções ou emitir juízos em situações de informação limitada ou incompleta, em contextos alargados e multidisciplinares. Desenvolver competências de análise e síntese, para actuar de uma forma crítica, autónoma e interdisciplinar. Desenvolver competências de interacção que permitam lidar com situações profissionais que envolvam sectores da sociedade com níveis culturais e educacionais muito diferenciados. Desenvolver uma atitude profissional, adulta e responsável como cidadãos informados que possuem uma sólida formação humana e ética. Desenvolver competências de empreendedorismo que permitam criar empresas de base tecnológica. Artigo 3º Ciclo de estudos conducente ao grau de Mestre em Engenharia de Soldadura O ciclo de estudos conducente ao grau de Mestre em Engenharia da Soldadura tem 120 ECTS e uma duração de quatro semestres curriculares de trabalho dos alunos. Este ciclo de estudos integra um curso de mestrado, a que correspondem 78 do total dos créditos do ciclo de estudos, e uma dissertação de natureza científica, original e especialmente 2
4 realizada para este fim. À dissertação correspondem 42 do total dos créditos do ciclo de estudos. 1) A área científica predominante do curso é a da Engenharia Mecânica com a participação da área de Ciência e Engenharia de Materiais. 2) Áreas científicas e créditos que devem ser reunidos para a obtenção do grau são os que constam do Quadro 1: Quadro 1 Áreas científicas Créditos Área científica Sigla Obrigatórios Optativos Engenharia Mecânica EM 96 Engenharia de Materiais EMat 24 TOTAL 120 A estrutura curricular, plano de estudos e créditos são os que constam no final deste regulamento. Artigo 4º Regras sobre a admissão no ciclo de estudos conducente ao grau de mestre 1) Podem candidatar-se ao acesso ao ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em Engenharia da Soldadura: a) Titulares do grau de Licenciado ou equivalente legal, na área de Engenharia Mecânica, Metalúrgica, Materiais, Produção Industrial, Construção Naval e Aeronáutica, isto é, com uma formação superior de pelo menos três anos ou 180 ECTS. b) Titulares de um grau académico superior estrangeiro conferido na sequência de um 1º ciclo de estudos organizado de acordo com os princípios do Processo de Bolonha por um Estado aderente a este Processo, na área de Engenharia Mecânica, Metalúrgica, Materiais, Produção Industrial, Construção Naval e Aeronáutica. c) Titulares de um grau académico superior estrangeiro que seja reconhecido como satisfazendo os objectivos do grau de licenciado pelo Conselho Científico da FCT-UNL, na área de Engenharia Mecânica, Metalúrgica, Materiais, Produção Industrial, Construção Naval e Aeronáutica. d) Detentores de um currículo escolar, científico ou profissional, que seja reconhecido como atestando capacidade para realização deste ciclo de estudos pelo Conselho Científico da FCT-UNL. 2) Os candidatos ao ciclo de estudos conducente ao grau de Mestre que reunam as condições de natureza académica e curricular expressas no número 1 do Art. 4º, serão seleccionados e seriados pela Comissão Científica do mestrado. Os critérios de selecção são: a) classificação de licenciatura; 3
5 b) currículo académico e científico; c) currículo profissional. Será dada preferência a profissionais que pretendam aprofundar os seus conhecimentos na área de Engenharia de Soldadura e adquirir um grau académico de Mestre neste domínio. d) eventual entrevista. Artigo 5º Curso de Mestrado em Associação A realização do ciclo de estudos conducente ao grau de Mestre em Engenharia da Soldadura decorre em associação com o Instituo de Soldadura e Qualidade, com a qual a FCTUNL estabeleceu um protocolo de colaboração específico para este efeito. Artigo 6º Gestão A gestão do ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em Engenharia de Soldadura é assegurada por: a) Coordenador do ciclo de estudos; b) Comissão Científica do ciclo de estudos; c) Comissão Pedagógica do ciclo de estudos; O mandato do Coordenador e da Comissão Científica do ciclo de estudos é de 3 anos. Artigo 7º Coordenador do ciclo de estudos conducente ao grau de mestre 1) O Coordenador do ciclo de estudos conducente ao grau de Mestre em Engenharia da Soldadura é nomeado pela Comissão Coordenadora do Conselho Científico da FCT-UNL, por proposta da Comissão Científica do Departamento de Engenharia Mecânica e Industrial. 2) O Coordenador do ciclo de estudos conducente ao grau de Mestre em Engenharia da Soldadura tem as funções de direcção e coordenação global do programa, em articulação com a Comissão Científica, a que preside, e a Comissão Pedagógica. 3) Compete-lhe ainda: a) Presidir à Comissão Científica, dispondo de voto de qualidade; b) Presidir à Comissão Pedagógica; c) Garantir o bom funcionamento do programa, propondo as respectivas regras de funcionamento; d) Representar oficialmente o curso; e) Promover a divulgação nacional e internacional do ciclo de estudos; f) Em articulação com a Comissão Científica do Departamento de Engenharia Mecânica e Industrial, propor ao Conselho Directivo da FCT-UNL o número de vagas e as regras de ingresso; 4
6 g) Organizar as propostas gerais ou individuais de equivalências. Artigo 8º Comissão científica do ciclo de estudos conducente ao grau de mestre A Comissão Científica do ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em Engenharia da Soldadura, nomeada pela Comissão Coordenadora do Conselho Científico da FCT- UNL, por proposta da Comissão Científica do Departamento de Engenharia Mecânica e Industrial, é constituída pelo Coordenador do ciclo de estudos, que preside, e três professores doutorados: um designado pelo Departamento de Engenharia Mecânica e Industrial (DEMI), outro pelo Departamento de Ciência de Materiais (DCM) e outro pelo Instituto de Soldadura e Qualidade. 1) Fazem parte das atribuições da Comissão Científica do ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em Engenharia da Soldadura: a) Assegurar a gestão global do ciclo de estudos, garantir o seu bom funcionamento e contribuir para a sua divulgação nacional e internacional; b) Elaborar as propostas do número de vagas e as regras de ingresso no ciclo de estudos; c) Proceder à selecção dos candidatos ao acesso ao curso de mestrado, quando provenientes de outros estabelecimentos de ensino ou de outras áreas científicas, nos termos dos números 1 e 2 do artigo 4º; d) Coordenar os programas das unidades curriculares do curso de mestrado; e) Elaborar as propostas de alteração de planos de estudos do curso, em articulação com a Comissão Científica do DEMI, que as submeterá ao Conselho Científico da FCT- UNL; f) Nomear o orientador científico, uma vez obtida a sua concordância e após livre escolha do aluno; g) Nomear os co-orientadores, sob proposta fundamentada do orientador científico; h) Elaborar as propostas de constituição dos júris de avaliação da dissertação; i) Elaborar anualmente um relatório de avaliação do curso. Artigo 9º Comissão pedagógica do ciclo de estudos conducente ao grau de mestre 1) A Comissão Pedagógica do ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em Engenharia da Soldadura tem como objectivo assessorar o Coordenador no âmbito do acompanhamento pedagógico. A Comissão Pedagógica do ciclo de estudos conducente ao grau de Mestre é constituída pelo Coordenador, que preside, e por um mínimo de 1 docente e 2 estudantes, de acordo com as normas do Conselho Pedagógico (DR nº 297, de 26 de Dezembro de 2001). 2) Cabe à Comissão Pedagógica do ciclo de estudos: a) Emitir pareceres sobre os assuntos para que seja consultada; b) Resolver conflitos de carácter pedagógico que surjam no âmbito do curso. 5
7 Artigo 10º Orientação Científica 1) A elaboração da dissertação será orientada por Doutor ou por especialista de mérito reconhecido como tal pelo Conselho Científico da FCT-UNL. 2) A orientação pode ser assegurada em regime de co-orientação, quer por orientadores nacionais, quer por nacionais e estrangeiros, sendo um deles afecto ao Departamento de Engenharia Mecânica e Industrial da FCT-UNL. Artigo 11º Avaliação de conhecimentos do curso de mestrado 1) A avaliação de conhecimentos relativos à parte escolar do curso de Mestrado tem carácter individual e será efectuada de acordo com as Normas de Avaliação em vigor na Faculdade de Ciências e Tecnologia. O resultado da avaliação será expresso na escala numérica de zero a vinte valores. 2) Considera-se aprovado numa unidade curricular o aluno cuja nota final de avaliação seja igual ou superior a 10 valores. 3) Considera-se aprovado na parte curricular do Curso de Mestrado o aluno cuja nota final seja igual ou superior a doze valores e que tenha cumprido uma assiduidade mínima de 90% das aulas presenciais. Artigo 12º Regime de equivalências A concessão de equivalências é da competência da Comissão Coordenadora do Mestrado, tendo como base a análise dos elementos fornecidos pelo candidato, de natureza académica, científica e profissional. Desta análise poderá resultar a concessão de uma equivalência à parte curricular do Curso de Mestrado para efeitos de prosseguimento de estudos conducentes à elaboração da dissertação de Mestrado. Aos alunos detentores do diploma EWE/IWE emitidos pelo ISQ após 2004 é concedida equivalência à parte curricular do Curso de Mestrado para efeitos de prosseguimento de estudos conducentes à elaboração da dissertação de Mestrado. Artigo 13º Inscrição em dissertação 1) O acesso à inscrição na dissertação só é permitido após a realização de todas as unidades curriculares do 1º ano do ciclo de estudos do curso de Mestrado. Artigo 14º Regras sobre a entrega da dissertação 6
8 A dissertação poderá resultar de um trabalho científico de natureza laboratorial, de um projecto ou de um estágio profissional, a acordar entre os alunos e a Coordenação do Mestrado. 1) A dissertação, acompanhada de um parecer do orientador e co-orientadores, deverá ser entregue até ao último dia do semestre lectivo previsto para a conclusão do curso, sem prejuízo das disposições legais relativas ao regime de prescrição. 2) A entrega da dissertação requer a realização prévia de todas as disciplinas do curso de mestrado. 3) O candidato deve entregar o pedido de realização de provas acompanhado de 5 exemplares em papel, e uma versão em suporte digital. 4) A dissertação pode ser redigida em língua Portuguesa ou Inglesa. 5) O despacho de nomeação do júri deve ser comunicado ao candidato por escrito no prazo de 5 dias úteis após a sua nomeação. 6) O titular de grau de Mestre deverá entregar 4 exemplares em papel (encadernados a quente) e 2 exemplares em suporte digital CD-ROM da versão definitiva da dissertação, integrando as alterações propostas pelo júri durante a discussão pública da dissertação, até 30 dias após a realização das provas. Artigo 15º Regras sobre a composição, nomeação e funcionamento do júri 1) A dissertação é objecto de apreciação e discussão pública por um júri homologado pela Comissão Científica do DEMI, sob proposta da Comissão Científica do ciclo de estudos. 2) O júri de apreciação da dissertação deverá ser nomeado no prazo máximo de 15 dias após a entrega da dissertação. 3) O júri é constituído por três a cinco membros, incluindo o orientador e/ou os coorientadores, sendo que pelo menos dois dos membros não estiveram envolvidos na orientação do Mestrando. 4) Os membros do júri devem ser especialistas no domínio em que se insere a dissertação e são nomeados de entre nacionais ou estrangeiros titulares do grau de doutor ou especialistas de mérito reconhecido como tal pelo Conselho Científico da FCT- UNL. 5) Nos 15 dias subsequentes à data do despacho de nomeação do júri, este profere um despacho liminar no qual declara que aceita a dissertação, em alternativa, recomenda ao candidato a sua reformulação, com indicações precisas. a) O candidato disporá de um prazo máximo de 30 dias durante o qual pode proceder à reformulação da dissertação ou declarar que a mantém tal como a apresentou; b) Recebida a dissertação reformulada, ou feita a declaração referida na alínea anterior, procede-se à marcação da prova de discussão pública. c) Considera-se ter havido desistência do candidato se, esgotado o prazo referido na alínea a), este não apresentar uma dissertação, nem declarar que prescinde da respectiva reformulação. 6) Após discussão pública da dissertação, o júri reúne para apreciação e classificação da prova. a) A apreciação final da dissertação é expressa pelas fórmulas de Aprovado ou Reprovado por votação nominal justificada não sendo permitidas abstenções; b) No caso de a dissertação ter merecido aprovação, a sua classificação é atribuída pelo júri na escala numérica de 10 a 20 valores. 7
9 7) Da reunião do júri é lavrada acta, da qual constam os votos de cada um dos seus membros e a respectiva fundamentação, que pode ser comum a todos ou a alguns membros do júri. Artigo 16º Prazos máximos para a realização do acto público de defesa da dissertação As provas devem ter lugar no prazo de 30 dias a contar da data de nomeação do júri, no caso de este não solicitar a reformulação da dissertação. No caso de o júri solicitar reformulação as provas devem ter lugar no prazo de 60 dias a contar da data de nomeação do júri. Artigo 17º Regras sobre as provas de defesa da dissertação 1) Na discussão da dissertação, que terá a duração máxima de noventa minutos, o candidato deverá fazer uma apresentação com a duração máxima de vinte minutos. O restante tempo deverá ser ocupado pela discussão do conteúdo científico/técnico do trabalho, podendo ser intervenientes todos os membros do júri, sendo distribuído em partes iguais pelas intervenções dos membros do júri e pelo candidato. A arguição da dissertação é da responsabilidade do(s) membro(s) do júri que não estiveram envolvidos na orientação do Mestrando. Artigo 18º Processo de atribuição da classificação final 1) Ao grau de Mestre é atribuída a classificação final expressa conforme o estipulado no Artigo 24º do Decreto-Lei nº 74/2006 de 24 de Março. 2) A classificação do curso de Mestrado corresponderá à média ponderada em função do número correspondente de créditos ECTS de todas as unidades curriculares e da dissertação: ( CCi ECTSi ) C = i M 120 C M Classificação final do Ciclo de Estudos do Mestrado em Engenharia da Soldadura CC i Classificação de cada componente curricular, incluindo a dissertação. ECTS i Número de créditos ECTS correspondente à mesma componente curricular. 2.1) Para os estudantes detentores do Diploma de Engenheiro Europeu de Soldadura emitido pelo ISQ que frequentaram o Curso de Engª de Soldadura, reconhecido pela FCTUNL para efeitos de prosseguimento de estudos conducentes so grau de Mestre em Engenharia da Soldadura a classificação final do curso de mestrado é calculada de acordo com a expressão: 8
10 CF( CES) CF( DM ) C M = C M Classificação final do Ciclo de Estudos do Mestrado em Engenharia da Soldadura CF(CES) - Classificação final do Curso de Engª da Soldadura CF(DM) - Classificação da Dissertação de Mestrado 3) Aos alunos que não realizarem a dissertação mas que completarem com aproveitamento a parte curricular do curso de Mestrado, será emitido um certificado de Pós-Graduação em Engenharia da Soldadura. 4) A classificação obtida no curso de Pós-Graduação corresponderá à média ponderada em função do número correspondente de créditos ECTS de todas as unidades curriculares efectuadas: ( UCi ECTS i ) C = i PG 78 C PG Classificação da Pós-Graduação UC i Classificação de cada unidade curricular ECTS i Número de créditos ECTS correspondente à mesma unidade curricular. Artigo 19º Prazos de emissão da carta de curso e suas certidões e do suplemento ao diploma 1) A emissão da carta de curso e do suplemento ao diploma será efectuada no prazo máximo de 60 dias após a sua requisição. 2) A emissão da certidão referente à carta de curso será efectuada no prazo máximo de 10 dias após a sua requisição. 3) A emissão do certificado de Pós-Graduação será efectuada no prazo máximo de 15 dias após a sua requisição, e a emissão do suplemento ao diploma respectivo será efectuada no prazo máximo de 60 dias após a sua requisição. Artigo 20º Processo de acompanhamento pelos órgãos pedagógico e científico Compete aos Conselhos Científico e Pedagógico da FCT-UNL a responsabilidade de acompanhamento do curso e de zelar para que sejam reunidas todas as condições indispensáveis ao seu início e funcionamento. 9
11 Artigo 21º Numerus clausus 1) A matrícula e a inscrição no curso estão sujeitas a limitações quantitativas, a fixar anualmente por despacho do Reitor da UNL, sob proposta do Conselho Directivo da FCT- UNL. 2) O despacho a que se refere o nº 1 deverá ser publicado no DR, 2ª série e publicitado no site da FCT/UNL - - antes do início do prazo de candidatura. Artigo 22º Propinas O montante das propinas e respectivo regime de pagamento será fixado anualmente pelo Conselho Directivo da Faculdade de Ciência e Tecnologia nos termos dos números 2 e 3 do Artigo 27º do Decreto-Lei 74/2006 de 24 de Março, e no nº 2 do Artigo 16.º da Lei nº 37/2003 de 22 de Agosto. Artigo 23º Casos omissos Os casos omissos no presente despacho serão resolvidos pela legislação aplicável, ou pelos órgãos competentes da FCT-UNL. ANEXO Estrutura curricular, plano de estudos e créditos A estrutura curricular, plano de estudos e créditos do MES são os que constam dos Quadros Nº. 2 a 4. 10
12 Plano de estudos: Universidade Nova de Lisboa Faculdade de Ciências e Tecnologia Engenharia da Soldadura Mestrado 1º Ano/1º Semestre Quadro n.º 2 Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Total Contacto Créditos Observações (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) Introdução às Tecnologias de Soldadura e Ligação EM Trimestral 168 T:13; PL:8 6 Processos de Soldadura I EM Semestral 336 T: 48; PL Materiais e Metalurgia EMat Trimestral 168 T: 36; PL: 9 6 Metalurgia da Soldadura I EMat Trimestral 168 T: 34 6 Notas: (1) Designação (2) Sigla constante do ponto 9 (3) Anual, semestral, trimestral ou outra (que se caracterizará) (4) Número total de horas de trabalho do estudante (5) T: Ensino teórico; TP: Ensino teórico-prático; PL: Ensino prático e laboratorial; TC: Trabalho de campo; S: Seminário; OT: Orientação tutorial; O: Outra (6) Número de créditos ECTS atribuídos à unidade curricular (7) Assinalar sempre que a unidade curricular for optativa OT Abrange o contacto, individual ou em grupo, que o aluno mantém com o professor, para além das aulas, para o esclarecimento de dúvidas ou orientação no âmbito de trabalhos em curso.
13 Universidade Nova de Lisboa Faculdade de Ciências e Tecnologia Engenharia da Soldadura Mestrado 1º Ano/2º Semestre Quadro n.º 3 Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Total Contacto Créditos Observações (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) Processos de soldadura II EM Trimestral 168 T: 27; PL:10: 6 Metalurgia da Soldadura II EMat Semestral 336 T: Fabricação Soldada I EM Semestral 336 T: 30; PL:6 12 Notas: (1) Designação (2) Sigla constante do ponto 9 (3) Anual, semestral, trimestral ou outra (que se caracterizará) (4) Número total de horas de trabalho do estudante (5) T: Ensino teórico; TP: Ensino teórico-prático; PL: Ensino prático e laboratorial; TC: Trabalho de campo; S: Seminário; OT: Orientação tutorial; O: Outra (6) Número de créditos ECTS atribuídos à unidade curricular (7) Assinalar sempre que a unidade curricular for optativa OT Abrange o contacto, individual ou em grupo, que o aluno mantém com o professor, para além das aulas, para o esclarecimento de dúvidas ou orientação no âmbito de trabalhos em curso. 2
14 Universidade Nova de Lisboa Faculdade de Ciências e Tecnologia Engenharia da Soldadura Mestrado 2º Ano 3º e 4º Semestres Quadro n.º 4 Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Total Contacto Créditos Observações (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) Concepção e cálculo em construção soldada EM Trimestral 168 T: 64 6 Fabricação Soldada II EM Semestral 336 T:25 ; PL:51 12 Dissertação EM Anual 1176 OT: Notas: (1) Designação (2) Sigla constante do ponto 9 (3) Anual, semestral, trimestral ou outra (que se caracterizará) (4) Número total de horas de trabalho do estudante (5) T: Ensino teórico; TP: Ensino teórico-prático; PL: Ensino prático e laboratorial; TC: Trabalho de campo; S: Seminário; OT: Orientação tutorial; O: Outra (6) Número de créditos ECTS atribuídos à unidade curricular (7) Assinalar sempre que a unidade curricular for optativa OT Abrange o contacto, individual ou em grupo, que o aluno mantém com o professor, para além das aulas, para o esclarecimento de dúvidas ou orientação no âmbito de trabalhos em curso. 3