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Timestamp: 2018-09-26 05:57:00+00:00
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Agrupamento de Escolas Oliveira Júnior Cód CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO. EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR, ENSINOS BÁSICO e SECUNDÁRIO - PDF
Agrupamento de Escolas Oliveira Júnior Cód CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO. EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR, ENSINOS BÁSICO e SECUNDÁRIO
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Aníbal de Sá Gusmão
1 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR, ENSINOS BÁSICO e SECUNDÁRIO NOTA INTRODUTÓRIA Ano letivo 2015/2016 Sendo a avaliação um «processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar e certificador dos conhecimentos adquiridos e capacidades desenvolvidas pelo aluno», in Decreto-lei n.º 139/2012, de 5 de julho, alterado pelo Decreto-lei n.º 91/2013, de 10 de julho, pelo Decreto-lei n.º 176/2014, de 12 de dezembro, e regulamentado pela Portaria n.º 243/2012, de 10 de agosto e pela Portaria 304-B/2015, de 22 de setembro e Despacho normativo n.º 17-A/2015, de 22 de setembro, esta abrange aspetos diversificados do processo ensino/aprendizagem, integrando não só a avaliação dos conhecimentos e capacidades, mas também das atitudes e valores, tendo em vista o sucesso educativo do aluno. A avaliação sumativa dos alunos deve obedecer aos critérios gerais definidos em Conselho Pedagógico a e aos critérios específicos definidos pelos grupos disciplinares e aprovados em sede de departamento ou conselho de docentes, no âmbito da legislação em vigor. Os alunos com Necessidades Educativas Especiais (NEE) são alvo de critérios específicos de avaliação, constantes do Programa Educativo Individual (PEI). Os Cursos Profissionais regem-se por critérios próprios, definidos pelo Despacho Conjunto n.º 453/2004 de 27 de julho, pela Portaria n.º 74-A/2013, de 15 de fevereiro e pela Portaria n.º 292-A/2012, de 26 de dezembro. Os critérios de avaliação são divulgados aos alunos, através dos diretores de turma, professores titulares de turma, docentes das várias disciplinas e Portal da Escola; aos encarregados de educação, através dos diretores de turma, professores titulares de turma e Portal da Escola. EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 1. A avaliação neste nível educativo assume uma dimensão marcadamente formativa e é um processo contínuo. 2. As atividades desenvolvidas nos jardins-de-infância estão inseridas em três grandes áreas de conteúdo: formação pessoal e social, expressão e comunicação e conhecimento do mundo. 3. Cabe a cada educador avaliar, numa perspetiva formativa, os processos educativos, o desenvolvimento e as aprendizagens de cada criança e do grupo, tendo em conta os seguintes aspetos: Interesse / motivação Participação / iniciativa Capacidade de organização Assiduidade e / ou pontualidade Criatividade Espírito de observação Espírito crítico / raciocínio Instrumentos utilizados: Registos de observação Registos formais e informais Trabalhos das crianças Intervenções e desempenhos orais Critérios gerais de avaliação - Ano letivo 2015/2016 Página 1/5
2 ENSINO BÁSICO 1.º CICLO Agrupamento de Escolas Oliveira Júnior Cód A avaliação dos alunos nas várias componentes do currículo deve ser realizada de acordo com os seguintes critérios: 1. Nas disciplinas de Português, Matemática, Estudo do Meio e Inglês (3.º ano) Componente cognitiva: fichas de avaliação 50% Componente operatório-instrumental: outros elementos/instrumentos de 2. Nas disciplinas de Expressões Artísticas e Físico-Motoras, Apoio ao Estudo e Oferta Complementar (Educação para a Cidadania) (1.º e 2.º anos) 3. Na disciplina de Oferta Complementar (Mandarim) (3.º e 4.º anos) Nota: As disciplinas de Apoio ao Estudo e Oferta Complementar não são consideradas para efeitos de progressão de ano e conclusão de ciclo. 4. A avaliação das disciplinas deve ser feita segundo as menções: Muito Bom, Bom, Suficiente e Insuficiente. Os critérios de avaliação são expressos através de um código de apreciação, de forma a possibilitar uma leitura global, clara e compreensiva dos vários níveis de desempenho. 5. No que respeita à avaliação sumativa, esta deve ser feita de forma descritiva em todas as disciplinas, sendo atribuída uma menção qualitativa, à exceção das disciplinas de Português e Matemática, no 4.º ano de escolaridade, a qual se expressa na escala de 1 a 5. 2.º e 3.º CICLOS 1. Em todas as disciplinas, exceto as mencionadas no ponto 2: Componente operatório-instrumental e/ou prática-motora: elementos/instrumentos de avaliação observáveis em contexto de aula Componente operatório-instrumental: outros elementos/instrumentos de A avaliação final da disciplina de Inglês no 9.º ano inclui os resultados do PET (Preliminary English Test). A classificação final da disciplina será a média ponderada entre a classificação obtida na avaliação interna do 3.º período da disciplina e a classificação obtida pelo aluno no PET, tendo este uma valoração de 20%. (1) Critérios gerais de avaliação - Ano letivo 2015/2016 Página 2/5 30% Componente socioafetiva 30% Componente cognitiva e operatório-instrumental: fichas de avaliação e elementos/instrumentos de 70% 80% 20%
3 2. Nas disciplinas de Educação Física, Educação Musical, Educação Visual, Oferta de Escola (Oficina de Leitura), Oferta Complementar (Educação para a Cidadania) e Tecnologias de Informação e Comunicação: Componente prática/motora 75% Componente socioafetiva 25% Nota: A disciplina de Apoio ao Estudo, no 2.º ciclo, e a disciplina de Oferta Complementar, nos 2.º e 3.º ciclos, não são consideradas para efeitos de progressão de ano e conclusão de ciclo. ENSINO SECUNDÁRIO 1. Na disciplina de Português: Componente da oralidade formal 20% Outros elementos/instrumentos de 10% 2. Nas disciplinas de Línguas Estrangeiras: Componente da oralidade 30% 3. Nas disciplinas bienais de Física e Química A, Biologia e Geologia e nas disciplinas anuais de Biologia, de Física, de Química e de Aplicações Informáticas B: Componente prática e/ou experimental 30% 4. Na disciplina de Educação Física: Componente prática e/ou motora 60% Componente operatório-instrumental: outros elementos/instrumentos de 20% 5. Nas restantes disciplinas: Componente cognitiva: testes 70% Componente operatório-instrumental: outros elementos/instrumentos de 20% Nas disciplinas de Matemática A e Matemática Aplicada às Ciências Sociais (MACS), o cálculo da componente cognitiva é obtido por média ponderada, de acordo com a seguinte tabela: 1º Período 2º Período 3º Período 40% componente cognitiva do 60% componente cognitiva do 100 % testes 1.ºperíodo+ 60% testes 2.º período 2.ºperíodo+40% testes 3.º período Critérios gerais de avaliação - Ano letivo 2015/2016 Página 3/5
4 CURSOS PROFISSIONAIS Componente cognitiva e componente operatório-instrumental: testes de avaliação, trabalhos práticos, trabalhos teóricos, trabalho de aula, participação oral. 80% COMPONENTE SOCIOAFETIVA Nesta componente devem ser avaliados, através de níveis de desempenho, os seguintes os parâmetros: responsabilidade, empenho, autonomia e relação interpessoal. A avaliação final da componente socioafetiva dos 1.º, 2.º, 3.º ciclos e ensino secundário deve ser feita de acordo com a classificação correspondente aos seguintes níveis de desempenho: Desempenho global do aluno Ensino Básico Ensino Secundário Desempenho Excelente 100% 20 Desempenho Muito Bom 85% 17 Desempenho Bom 70% 14 Desempenho Suficiente 55% 11 Desempenho Insuficiente 40% 8 EDUCAÇÃO ESPECIAL 1. Os alunos com necessidades educativas especiais abrangidos pelo Decreto-Lei n.º3/2008, de 7 de janeiro, alterado pela Lei n.º 21/2008, de 12 de maio e respetivas alterações, com a exceção daqueles que frequentam um Currículo Específico Individual (CEI), estão sujeitos ao mesmo regime de avaliação e de transição de ano escolar que os restantes alunos. 2. Na avaliação dos alunos cujo Programa Educativo Individual (PEI) prevê aplicação de adequações na avaliação, estas devem estar devidamente explicitadas e fundamentadas no referido documento. 3. As classificações quantitativas atribuídas pelo Conselho de Turma no final dos 1.º,2.º e 3.º períodos são registadas em pauta, bem como nos restantes documentos previstos para esse efeito, os quais não devem mencionar, caso existam, alunos com necessidades educativas especiais e a sua natureza. 4. Os alunos com necessidades educativas especiais prestam as provas finais de ciclo previstas para os restantes examinandos, podendo, no entanto, usufruir de condições especiais de avaliação ao abrigo de legislação em vigor. 5. Os alunos abrangidos pelo número 1, do artigo 20.º do Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, alterado pela Lei n.º 21/2008, de 12 de maio, realizam as provas finais de ciclo dos 4.º, 6.º e 9.ºanos de escolaridade com as adequações no tipo de prova, instrumentos ou condições de avaliação previstas no seu PEI. 6. Os alunos abrangidos por um Currículo Específico Individual (CEI), incluindo os alunos integrados na Unidade de Apoio Especializado, não estão sujeitos ao regime de transição de ano escolar nem ao processo de avaliação característico do regime educativo comum, ficando sujeitos aos critérios específicos definidos no PEI. 7. A informação resultante da avaliação sumativa dos alunos do ensino básico abrangidos pelo artigo 21.º do Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, alterado pela Lei n.º 21/2008, de 12 de maio, expressa-se numa menção qualitativa de Muito bom, Bom, Suficiente e Insuficiente, acompanhada de uma apreciação descritiva sobre a evolução do aluno. Critérios gerais de avaliação - Ano letivo 2015/2016 Página 4/5
5 8. Os alunos abrangidos pelo número 1, do artigo 21.º do Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, alterado pela Lei n.º 21/2008, de 12 de maio, não são admitidos às provas finais dos 4.º, 6.º e 9.º anos de escolaridade. 9. O Programa Educativo Individual (PEI) dos alunos abrangidos pela modalidade educação especial constitui referência de base de tomada de decisão para a sua progressão ou retenção, bem como para a decisão relativa à atribuição do certificado do ensino básico. CONSIDERAÇÕES FINAIS A avaliação dos alunos orienta-se, a partir dos critérios definidos, para a consecução dos objetivos estabelecidos nos seguintes documentos: Projeto Educativo, Plano Anual de Melhoria, planos de ação, planificações letivas, Regulamento Interno e Plano Anual de Atividades. A avaliação dos alunos contempla técnicas e instrumentos de avaliação diversificados e deve ser perspetivada como um processo contínuo e globalizante. A classificação dos testes é: o quantitativa, no ensino básico, expressando-se em percentagem. o quantitativa, no ensino secundário, expressando-se na escala de 0 a 20 valores. A cotação das questões deve constar no enunciado dos testes. Os alunos devem ser informados, pelo docente da disciplina/titular de turma, das datas de realização dos testes, com um mínimo de uma semana de antecedência. Não deverão realizar-se dois testes no mesmo dia. É obrigatória a devolução dos testes ou outros elementos de avaliação escrita devidamente corrigidos e classificados. Estes serão sempre entregues aos alunos, na sala de aula, e nunca após o termo do período letivo a que disser respeito. A entrega e correção dos testes de avaliação devem ser efetuadas antes da realização de novo teste. Aprovado em Conselho Pedagógico de 10 de setembro de 2015 Alterado em Conselho Pedagógico de 30 de setembro de 2015 O presidente do Conselho Pedagógico (Mário António da Silva Coelho) (1) Esta alteração aguarda ratificação por parte do Conselho Geral Critérios gerais de avaliação - Ano letivo 2015/2016 Página 5/5
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