Source: http://www.sumobrain.com/patents/wipo/System-reading-logging-providing-data/WO2019018908A1.html
Timestamp: 2019-07-18 21:43:36+00:00
Document Index: 75724460

Matched Legal Cases: ['ARTIGO 19', 'ARTIGO 19', 'ARTIGO 19', 'ARTIGO 19', 'ARTIGO 19', 'ARTIGO 19']

SYSTEM FOR READING, LOGGING AND PROVIDING DATA ON AND PARAMETERS OF THE DRIVING OF A MOTOR VEHICLE ADDED TO AN ELECTRONIC POINT LOGGING SYSTEM - SILVA, Dalton Alexandre Da
SYSTEM FOR READING, LOGGING AND PROVIDING DATA ON AND PARAMETERS OF THE DRIVING OF A MOTOR VEHICLE ADDED TO AN ELECTRONIC POINT LOGGING SYSTEM
WIPO Patent Application WO/2019/018908
A system for reading, logging and providing data on and parameters of the driving of a motor vehicle added to an electronic point logging system, which is particularly but not exclusively intended for use in connection with haulage and public-transport vehicles, which permits the use of tachographs normally used to produce a log, on a "Chart Disc", of driving parameters that include: vehicle speed, distance covered (kilometres travelled) and period of time of movement and stops, having, therefore, a standard external device (DEP) (1) positioned in the interior of the vehicle and interconnected via wireless communication (2) to a DDD file (3) coupled to a tachograph (4), the latter housed in a secure location in the interior of the same vehicle; there are, furthermore, other devices interconnected to the DEP (1) and to the DDD file (3), such as GPS (5), the configuration terminal (6), monitoring and control terminals (7) and driver (8) and inspection (9) apps, all connected to a mobile telephone network (10), the internet (11) and the cloud, in addition to backend servers (12).
SILVA, Dalton Alexandre Da (Rua Paraíba 39, -012 Rio do Sul, 89167-012, BR)
BR2017/050281
G07C5/00; G06F3/00; G06K11/00
WO2006008527A2 2006-01-26
BR102013015772A2 2015-05-26
EP0762339A2 1997-03-12
US5936315A 1999-08-10
US9196099B2 2015-11-24
SOARES JÚNIOR, José Carlos Tinoco et al. (Avenida Indianópolis, 995, -001 São Paulo, 04063-001, BR)
1. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", que utiliza um DDD (3), empregado em um cronotacógrafo (4) para efeito de registro dos parâmetros obtidos pelas agulhas (3H) do referido cronotacógrafo (4) ; o DDD (3) contando com uma unidade de processamento (3A) e memória (3D) , caracterizado por o sistema apresentar um dispositivo externo padrão - DEP (1), posicionado no interior do veiculo, interconectado através de comunicação sem fio (2) a um DDD (3) acoplado a um cronotacógrafo (4); além disso, outros dispositivos são interconectados ao DEP (1) e ao DDD (3), tais como, GPS (5), o terminal de configuração (6), terminais de monitoramento e controle (7) e os aplicativos do motorista (8) e de inspeção (9), todos conectados a uma rede de telefonia móvel (10), internet (11) e nuvem, além dos servidores Backend (12) .
2. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o dispositivo externo padrão DEP (1) ser constituído por um processador (108) dotado de memória flash (109), memória RAM (110) e um microcontrolador (111), dito processador (108) apresentando ainda, um SIM Card (112) e um Micro SD Card (113), processador (108) este, alimentado por uma bateria (114) e apresenta, por sua vez, uma interface serial (115), conectada à uma central de força (116) onde se posicionam um carregador (117) de bateria (114), além de um buck (118) e um boost (119); interligadas ao processador (108) do dispositivo externo padrão - DEP (1) são previstas duas interfaces (120) e (121), sendo uma interna (120) e uma externa (121), onde a interface interna (120) apresenta um circuito transmissor e receptor (122) do DDD (3), um circuito transmissor e receptor (123) do GPS (5) e um circuito transmissor e receptor (124) de internet (11) ; a interface externa (121) possui, por sua vez, um display (125), chaves (126) de seleção de navegação, campainha (127) e leitor de dados biométricos (128) .
3. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o processador (3A) previsto no DDD (3) e DEP (1) , através de bateria (3B) , alimentar o módulo (3C) de comunicação sem fio, a memória (3D) , sendo do tipo não volátil, o hardware criptográfico (3E) , o sensor de movimentação do relógio (3F) e os sensores (3G) das agulhas (3H) .
4. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE
DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com as reivindicações 1 e 3, caracterizado por as agulhas (3H) do cronotacógrafo (4), gerarem dados de velocidade e deslocamento do veiculo em relação ao tempo, que é provido por um relógio interno do tipo Real Time Clock (3F) , quando entram em contato com os sensores (3F) do DDD (3), sendo estas informações armazenadas na memória interna do DDD (3) em forma de arquivos sequenciais, assinados pela chave privada do processador criptográfico (3E) interno do dispositivo .
5. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com as reivindicações 1 e 2, caracterizado por o registro das informações do condutor do veiculo serem realizadas pelo dispositivo externo padrão - DEP (1), cuja interface de seleção da atividade do motorista (13) é confirmada com a leitura positiva da captura biométrica (15) .
6. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o dispositivo externo padrão - DEP (1) enviar, via comunicação sem fio (2), ao disco diagrama digital - DDD (3), o registro da atividade (13) do motorista, que, por sua vez, o armazena no arquivo de logs, assinado pelo processador criptográfico (3E) , além de enviar um registro de localização, obtido por um processador de GPS (5) instalado no Dispositivo Externo Padrão - DEP (1) .
7. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por os logs dos procedimentos de instalação, configuração, conexão, abertura e fechamento do cronotacógrafo (4), dentre outros, serem auditados .
8. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE
DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com as reivindicações 1 e 7, caracterizado por o processo de fiscalização, utilizar um smartphone com um aplicativo (8) e (9) .
9. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com as reivindicações 1, 2, 5 e 6, caracterizado por o DEP (1) possuir conexão com a rede de telefonia móvel (10) .
10. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com as reivindicações 1, 3 e 4, caracterizado por os arquivos gerados pelo DDD (3) serem enviados para os Servidores de Backend (12) .
11. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR
AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com as reivindicações 1, 3 e 4, caracterizado por o DDD (3) registrar, de forma simultânea, inalterável e instantânea, a velocidade e a distância percorrida pelo veiculo em função do tempo decorrido, a uma frequência de um registro por segundo.
12. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com as reivindicações 1, 3 e 4, caracterizado por o DDD (3) registrar o não funcionamento do relógio do cronotacógrafo (4) no intervalo de pelo menos 40 minutos.
13. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com as reivindicações 1, 3, 4 e 12, caracterizado por a solução DDD (3) disponibilizar, quando requerido, os dados monitorados pelo cronotacógrafo (4) .
14. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR
AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com as reivindicações 1, 3, 4, 12 e 13, caracterizado por o DEP (1) dispor de um mostrador não-analógico do RTC do dito DDD (3), contendo hora, minuto e segundo.
15. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE
DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com as reivindicações 1, 3, 4, 12, 13 e 14, caracterizado por o motorista registrar a atividade corrente por meio da confirmação da leitura biométrica (15) no DDD (3), contendo a identificação do motorista, a atividade, a hora e o local do registro.
16. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE
DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com a reivindicação 1 e 2, caracterizado por o DEP (1) apresentar indicadores de condição da bateria (3B) do DDD (3) e condição da bateria do DEP (1) , status da conexão com a rede de telefonia móvel (10) e o status da recepção do sinal de GPS (5) .
17. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com as reivindicações 1, 3, 4, 12, 13, 14, 15, 16, caracterizado por o DDD (3) gravar permanentemente as operações ou eventos relevantes, gerando registros das operações de registro de atividade (13), armazenando o identificador único do motorista, o identificador da atividade, marca temporal e coordenadas GPS (5) e, gravar também, as operações de configuração de proprietário do equipamento, além de gravar as operações de ajuste do RTC interno, armazenando os dados do RTC antes e depois do ajuste, o evento de abertura do cronotacógrafo (4) com marca temporal, o evento de energização do DDD (3) com marca temporal e o evento de conexão estabelecida entre DDD (3) e qualquer dispositivo autorizado, contendo o identificador único do dispositivo e uma marca temporal.
18. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE
DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com as reivindicações 1, 3, 4, 12, 13, 14, 15, 16 e 17, caracterizado por as chaves criptográficas dos arquivos do DDD (3) serem geradas internamente por meio de hardware criptográfico (3E) dedicado.
19. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR
AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com as reivindicações 1, 3, 4, 12, 13, 14, 15, 16, 17 e 18, caracterizado por o DDD (P) possuir mecanismos de controle de acesso aos dados e comandos e proteção contra intrusão em todas as interfaces.
20. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com as reivindicações 1, 3, 4, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18 e 19, caracterizado por os dados gerados no cronotacógrafo (4) serem capturados por meio de sensores (3G) contidos no DDD (3), a uma frequência de um registro por segundo, recebendo uma marca temporal e armazenados por meio de assinatura digital (14) na memória não volátil (3D) do dispositivo (3), assim como os comandos de registro de atividade (13), ou registro de ponto, recebidos por uma interface comunicação sem fio (2), que são então atrelados a uma marca temporal do RTC interno do DDD (3), assinados pelo processador criptográfico (3E) embarcado e armazenados na memória não volátil (3D) interna.
21. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com as reivindicações 1, 3, 4, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19 e 20, caracterizado por o movimento do relógio do cronotacógrafo (4) ser constantemente monitorado e, caso não apresente nenhum movimento em um período de 40 minutos, o DDD (3) gera um registro de log informando o problema.
22. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com as reivindicações 1 e 2, caracterizado por os dados armazenados pelo DDD (3) serem acessados por meio de módulos (3C) de comunicação sem fio através de smartphone, com o Aplicativo de Inspeção (9) ou pelo Dispositivo Externo Padrão - DEP (1) .
23. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR
AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com as reivindicações 1 e 2, caracterizado por o DEP (1) ser composto internamente por módulos eletrônicos (15) com capacidade de leitura (14) biométrica do motorista, conexão com rede de telefonia móvel (10), recepção de sinal de GPS (5), hardware criptográfico (3E) , BLE (3C) e unidade de processamento (3A) .
24. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com as reivindicações 1, 2 e 3, caracterizado por o conjunto (1) possuir interface de comunicação com o motorista por meio de uma tela (16), luzes indicativas (17) e botões (BT) de navegação, confirmação e cancelamento de operações.
25. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE
DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com as reivindicações 1, 2 e 3, caracterizado por os arquivos rodoviários e de logs das últimas 24 horas, quando conectados ao DDD (3) serem transferidos para o Aplicativo Inspetor (102), onde ocorre a validação e processamento dos dados recebidos e também coletados as informações referentes ao proprietário (104) do DDD (3) que são exibidas na tela principal (105) do aplicativo (102) .
26. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com as reivindicações 1, 2 e 3, caracterizado por todas as informações exibidas no Aplicativo de Inspeção serem exportadas para uma imagem que é salva no smartphone do inspetor, sendo posteriormente anexada no auto de infração como documento evidenciador de alguma irregularidade, como excesso de velocidade ou não cumprimento das leis de tempo de direção e parada obrigatória.
27. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com as reivindicações 1, 2 e 3, caracterizado por o leitor de dados biométricos (128) da interface externa (121) do dispositivo externo padrão DEP (1) ser configurado por digitais .
Recebidas pela Secretaria Internacional no dia 18 de junho de 2018 (18.06.2018)
2. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o dispositivo externo padrão DEP (1) ser constituído por um processador (108) dotado de memória flash (109), memória RAM (110) e um microcontrolador (111), dito processador (108) apresentando ainda, um SIM Card (112) e um Micro SD Card (113), processador (108) este, alimentado por uma bateria (114) e apresenta, por sua vez, uma interface serial (115), conectada à uma central de força (116) onde se posicionam um carregador (117) de bateria (114), além de um buck (118) e um boost (119); interligadas ao processador (108) do dispositivo externo padrão - DEP (1) são previstas duas interfaces (120) e (121), sendo uma interna (120) e uma externa (121), onde a interface interna (120) apresenta um circuito transmissor e
FOLHA MODIFICADA (ARTIGO 19) receptor (122) do DDD (3), um circuito transmissor e receptor (123) do GPS (5) e um circuito transmissor e receptor (124) de internet (11) ; a interface externa (121) possui, por sua vez, um display (125), chaves (126) de seleção de navegação, campainha (127) e leitor de dados biométricos (128) .
5. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com as reivindicações 1 e 2, caracterizado por o registro das informações do condutor do veiculo serem realizadas pelo dispositivo externo padrão - DEP (1), cuja
FOLHA MODIFICADA (ARTIGO 19) interface de seleção da atividade do motorista (13) é confirmada com a leitura positiva da captura biométrica (15) .
10. "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de
FOLHA MODIFICADA (ARTIGO 19) acordo com as reivindicações 1, 3 e 4, caracterizado por os arquivos gerados pelo DDD (3) serem enviados para os Servidores de Backend (12) .
DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com as reivindicações 1, 3, 4, 12, 13 e 14,
FOLHA MODIFICADA (ARTIGO 19) caracterizado por o motorista registrar a atividade corrente por meio da confirmação da leitura biométrica (15) no DDD (3), contendo a identificação do motorista, a atividade, a hora e o local do registro.
DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com as reivindicações 1, 3, 4, 12, 13, 14, 15, 16 e
FOLHA MODIFICADA (ARTIGO 19) 17, caracterizado por as chaves criptográficas dos arquivos do DDD (3) serem geradas internamente por meio de hardware criptográfico (3E) dedicado.
AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com as reivindicações 1 e 2, caracterizado por o DEP (1) ser composto internamente por módulos eletrônicos com capacidade de leitura assinatura digital (14) do motorista, conexão com rede de telefonia móvel (10), recepção de sinal de GPS (5), hardware criptográfico (3E) , BLE (3C) e unidade de processamento (3A) .
DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", de acordo com as reivindicações 1, 2 e 3, caracterizado por os arquivos rodoviários e de logs das últimas 24 horas, quando conectados ao DDD (3) serem transferidos para o Aplicativo Inspetor (102), onde ocorre a validação e processamento dos dados recebidos e também coletados as informações referentes
FOLHA MODIFICADA (ARTIGO 19) ao proprietário (104) do DDD (3) que são exibidas na tela principal (105) do aplicativo (102) .
"SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO" CAMPO DE APLICAÇÃO
O presente relatório descritivo de Patente de Invenção trata mais particularmente de um novo sistema de leitura, registro e disponibilização de dados e parâmetros de condução de um veiculo automotor, particularmente, porém não exclusivamente destinado ao uso em relação a veículos de carga e de transporte de passageiros, que permite a utilização de cronotacógrafos normalmente utilizados para registrar em um "Disco Diagrama" parâmetros de condução que incluem: velocidade do veículo, distância percorrida (quilometragem) e tempos de movimento e paradas.
Este pedido de Patente de Invenção propõe um sistema de leitura, registro e disponibilização de dados e parâmetros de condução de um veículo automotor, o qual simplifica e torna mais eficiente a administração de frotas de veículos com respeito à forma de condução por parte dos motoristas, diminuindo os acidentes de trânsito causados pelos excessos praticados no transporte de escolares, passageiros, cargas em geral, e cargas perigosas no que diz respeito ao cumprimento da jornada de trabalho e da observância aos limites de velocidade .
São conhecidos e integram o estado da técnica relacionado a este pedido de Patente de Invenção os cronotacógrafos e os discos diagrama, respectivamente, equipamento de registro e mídia em que são registrados parâmetros de condução de um veículo automotor (de carga ou de transporte de passageiros) , parâmetros esses que incluem velocidade do veículo, distância percorrida (quilometragem) e tempos de movimento e paradas .
Os parâmetros acima listados são obtidos diretamente do veiculo equipado com o cronotacógrafo mediante sensores específicos e gravados, de forma instantânea, em um disco diagrama, mídia que é inserida no cronot acógraf o e sobre a qual agem as agulhas de gravação do referido cronotacógrafo .
0 disco diagrama de papel, largamente utilizado como equipamento padrão nos equipamentos cronotacógrafos instalados nos veículos de transporte de cargas e passageiros, possui a finalidade de registrar de forma inalterável e instantânea a velocidade e a distância percorrida pelo veículo em relação ao tempo, assim como os dados referentes ao condutor do veículo como: motorista, rota e os tempos de direção e descanso.
Como referências do estado da técnica pode ser citado o documento MU7101093-9, depositado em 23/05/1991, que trata de "DISPOSIÇÃO EM DISCO DE DIAGRAMA PARA TACÓGRAFO) , que descreve inovação em um disco diagrama em que é proposto um material microcapsulado (papel especial) isento de quaisquer camadas de tinta e pó, o qual pode apresentar uma impressão mais acentuada quando em contato com o ar.
Outro documento pertencente ao estado da técnica e que tem relação com o assunto abordado por este pedido de Patente de Invenção é o MU72002114-0, depositado em 11/02/1992 e que trata de "DISPOSIÇÃO INTRODUZIDA EM DISCO DE TACÓGRAFO" e que descreve uma inovação em disco diagrama que é constituído por blocos de papel.
É também mais um documento integrante do estado da técnica a patente EP-0550080, depositada em 19/10/1992 e que trata de um "MÉTODO E DISPOSITIVO PARA 0 TRATAMENTO AUTOMÁTICO DE DADOS GRAVADOS EM UM GRÁFICO DE TACÓGRAFO". Outro documento também pertinente ao caso é a patente GB2075681, depositado em 03/05/1980 e que trata de "SISTEMA DE MANIPULAÇÃO DE DADOS", empregado para permitir a manipulação dos dados gravadas em um disco diagrama.
O estado da técnica relativo ao presente pedido inclui também o documento WO9308543, depositado em 16/10/1991 e que trata de "MÉTODO E APARELHO PARA LEITURA DE GRÁFICOS DE TACÓGRAFO", no qual as informações do disco diagrama são digitalizadas para produzir, de forma representativa, os dados gravados em uma tabela e enviar a um computador para o processamento das informações.
O documento DE4206139, depositado em 28/02/1992, que trata de "MÉTODO DE INTERPRETAÇÃO DE DIAGRAMAS DE CRONOTACÓGRAFOS" , que prevê a digitalização da imagem e do perfil da linha de gravação, a qual é traçada em uma imagem digital empregando um algoritmo de busca.
O estado da técnica pertinente ao presente pedido de patente de invenção contempla ainda o pedido de patente BR 10 2013 015772-4, depositado em 21/06/2013 e que tem por titulo "DISCO DIAGRAMA DIGITAL E SEU SISTEMA DE FUNCIONAMENTO". O referido pedido de patente foi desenvolvido pelo ora Requerente visando prover uma alternativa aos discos diagrama convencionais produzidos em papel .
O mencionado Disco Diagrama Digital tratado no documento anterior BR 10 2013 015772-4 revela um disco diagrama digital e seu sistema de funcionamento, sendo caracterizado por compreender, disperso no seu material constituinte ou em uma de suas superfícies, uma configuração de placas e circuitos eletrônicos interligados entre si de maneira peculiar, prevendo tecnologia embarcada de modo que o traço realizado no disco, particularmente pela agulha do cronotacógrafo, defina as informações da condução do veículo, ditas informações captadas e convertidas em sinal digital pelo próprio disco, sendo que estes dados digitais são armazenados diretamente no disco e transmitidos para dispositivos externos por meio de protocolos de comunicação sem fio.
Em estudos mais avançados, o requerente, no intuito de proporcionar ainda mais benefícios aos profissionais condutores de veículos em geral e outros profissionais envolvidos na indústria e comércio de cronotacógrafos e equipamentos correlatos, visa, desta feita, implementar o objeto do pedido de patente citado anteriormente, pedido este, registrado em nome deste mesmo dito requerente, e que, pelo fato de ser um constante observador e pesquisador destes equipamentos, notou a necessidade de agregar ao conjunto, a funcionalidade de registro de ponto eletrônico ao equipamento Cronotacógrafo, visando sua homologação e regulamentação por órgãos públicos baseado nas normas e diretrizes existentes pelo fato de conhecer a dificuldade de controle das condições de trabalho do motorista profissional a legislação que ensina sobre o exercício da profissão de motorista, ampliou direitos desta categoria profissional, ao mesmo tempo em que estendeu obrigações aos seus empregadores, embarcadores , empresas de logística e órgãos de fiscalização, dentre os quais obrigações de fiscalizar a jornada de trabalho e o tempo de direção do motorista profissional .
A fiscalização do tempo de direção dos motoristas profissionais tem sido dificultada pela inexistência de um sistema de controle efetivo, já que ele ocorre apenas por meio do uso de registros em papeletas, o que torna o trabalho do agente de trânsito improdutivo e ineficiente, em relação ao objetivo da fiscalização, qual seja o de prover a segurança no trânsito.
BREVE DESCRIÇÃO DA INVENÇÃO
Desta forma, o Requerente desenvolveu este "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO", que deve proporcionar substanciais benefícios aos motoristas profissionais, além de também trazer proteção e segurança não só aos referidos motoristas, mas também aos empregadores, embarcadores e até as empresas de logística, configurando assim, um sistema de proteção e controle eficaz e produtivo, dentro do fim ao qual se destina.
O "Disco Diagrama Digital - DDD", ora proposto é um equipamento que agrega ao cronotacógrafo , um sistema de registro de ponto eletrônico, produto multifuncional e inovador, que associa inteligência digital e atende à área privada e à pública, executando o controle das atividades do motorista do veículo, o registro de atividades e a identificação por meio de autenticação biométrica, ainda promovendo a rastreabilidade, integridade e segurança das informações garantidas por meio da assinatura digital e controle de acesso e, também, permitindo a fiscalização por meio de smartphones (Agentes de trânsito, PRF e INMETRO) .
Outra funcionalidade reside na possibilidade de envio e armazenamento das informações na nuvem e também permite a localização geográfica das atividades por meio de GPS.
0 DDD ora proposto possui um formato compatível com o Disco Diagrama de papel, já amplamente conhecido do estado da técnica, possibilitando a instalação sem nenhuma adaptação necessária, em qualquer equipamento Cronotacógrafo .
A utilização do cronotacógrafo para obtenção de registro de ponto eletrônico promove maior efetividade ao controle de jornada do motorista, possibilitando aos empregadores, frotistas, empresas de logística, de transporte de passageiros, de cargas perigosas e outros, facilitando a fiscalização e estabelecendo instrumento de prova consistente da jornada exercida pelos profissionais motoristas, facilitando as fiscalizações realizadas pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social e ainda, nas instruções processuais trabalhistas, civis e penais, se necessário .
Outro aspecto de relevância é que o projeto DDD ora proposto é sustentável. Sua concepção é totalmente digital, eliminando a impressão dos atuais discos diagramas de papel, sendo esta, uma evolução, tanto no quesito ecológico, quanto de disponibilidade de dados, pois além de possibilitar o acesso os dados em um aplicativo de smartphone, tem-se a possibilidade de replicação dos mesmos para servidores na nuvem, garantindo assim a redundância da informação com a mesma confiabilidade dos dados armazenados internamente no disco por meio da assinatura digital .
A matéria objeto desta Invenção ficará totalmente clara em seus aspectos técnicos a partir da descrição pormenorizada que será feita com base nas figuras abaixo relacionadas, nas quais :
A figura 1 mostra um diagrama do conjunto da solução proposta para o sistema de leitura, registro e disponibilização de dados e parâmetros de condução de um veículo automotor agregado a um sistema de registro de ponto eletrônico.
A figura 2 mostra o desenho esquemático do disco diagrama digital - DDD aqui proposto. A figura 3 mostra uma vista frontal esquemática do dispositivo externo padrão - DEP empregado em associação com o disco diagrama digital aqui proposto.
A figura 4 mostra um esquema da pré-inicialização em fábrica, dos certificados criptográficos de dispositivo, o qual configura informações permanentes como o identificador único, o modelo e o número serial.
A figura 5 mostra o diagrama de autorização de conexão entre dispositivos.
A figura 6 mostra o fluxo de assinatura, verificação e execução de comandos de configuração.
A figura 7 mostra o processo de assinatura de arquivos do disco diagrama digital - DDD aqui apresentado.
A figura 8 mostra o processo de verificação de assinatura .
A figura 9 mostra a vista frontal da tela principal do aplicativo de inspeção.
A figura 10 mostra a vista frontal das atividades do aplicativo de inspeção.
A figura 11 mostra a vista frontal dos gráficos do aplicativo de inspeção.
A figura 12 mostra a vista frontal de um ponto selecionado do aplicativo de inspeção.
A figura 13 mostra o desenho esquemático do dispositivo externo padrão, DEP 1, proposto.
De conformidade com o quanto ilustram as figuras acima mencionadas, a presente Invenção "SISTEMA DE LEITURA, REGISTRO E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS E PARÂMETROS DE CONDUÇÃO DE UM VEÍCULO AUTOMOTOR AGREGADO A SISTEMA DE REGISTRO DE PONTO ELETRÔNICO" apresenta um dispositivo externo padrão - DEP 1, posicionado no interior do veiculo, estando em contato direto com o motorista, além de estar interconectado através de comunicação sem fio 2 a um DDD 3 acoplado a um cronotacógrafo 4, conforme mostrado na figura 1, este abrigado em local seguro no interior do mesmo veiculo .
0 sistema DEP 1 e DDD 3 possuem interconexão com outros sistemas, tais como, GPS 5, o terminal de configuração 6, terminais de monit orament o e controle 7 e os aplicativos do motorista 8 e de inspeção 9, todos conectados a uma rede de telefonia móvel 10, internet 11 e nuvem, além dos servidores Backend 12, conforme ilustra o diagrama da figura 1.
0 dispositivo externo padrão DEP 1 apresenta gráfico funcional conforme ilustra a figura 13, sendo constituído por um processador 108 dotado de memória flash 109, memória RAM 110 e um microcontrolador 111, dito processador 108 apresentando ainda, um SIM Card 112 e um Micro SD Card 113.
0 sistema como um todo é alimentado por uma bateria 114 e, particularmente o processador 108 apresenta uma interface serial 115, conectada a uma central de força 116 onde se posicionam um carregador 117 para a bateria 114, além de um buck 118 e um boost 119 que fornecem as tensões de operação do sistema, segundo o sistema ser alimentado pela central de força externa 116 ou pela bateria interna 114, onde buck 118 e boost 119, fazem parte do macro bloco de gerenciamento de força do sistema, encarregado de gerenciar as diferentes tensões de operação do sistema e realizar o carregamento da bateria .
Interligadas ao processador 108 do dispositivo externo padrão DEP 1, são previstas duas interfaces 120 e 121, sendo uma interna 120 e uma externa 121, onde a interface interna 120 apresenta um circuito transmissor e receptor 122 do DDD 3, um circuito transmissor e receptor 123 do GPS 5 e um circuito transmissor e receptor 124 de internet 11.
Já a interface externa 121 possui, por sua vez, um display 125 para o usuário, as chaves 126 de seleção de navegação, uma campainha 127 e um leitor de dados biométricos 128, que pode configurar a leitura de digitais, da palma da mão, leitura de retina ou outros meios de biometria possíveis .
0 DDD 3 apresenta o mesmo formato físico do disco diagrama de papel, sendo assim, facilmente acoplado ao cronotacógrafo 4 exatamente da mesma maneira que um disco diagrama convencional, entretanto, apresentando estrutura de captação de informações bastante diversa.
0 processador 3A previsto no sistema DDD 3 e DEP 1, através de sua bateria 3B, alimenta o módulo 3C de comunicação sem fio, a memória 3D, do tipo não volátil, o hardware criptográfico 3E, o sensor de movimentação do relógio 3F e os sensores 3G das agulhas 3H, conforme é mostrado na figura 2.
Quando as agulhas 3H do cronotacógrafo 4 entram em contato com os sensores 3G do DDD 3, são produzidos dados que são processados para formar as informações de velocidade e deslocamento do veículo em relação ao tempo, que é provido por um relógio interno do tipo Real Time Clock 3F .
Estas informações, então, são armazenadas na memória interna do DDD 3 em forma de arquivos sequenciais, assinados pela chave privada do processador criptográfico 3E interno do dispositivo, garantindo consequentemente a integridade e legitimidade das informações.
0 registro das informações referentes ao condutor do veículo são realizadas com o auxílio do DEP 1, que possui uma interface para seleção da atividade do motorista 13, que deve ser confirmada com a leitura positiva da captura biométrica 15 do mesmo, conforme é possível se observar na figura 3.
0 dispositivo 1 envia, via comunicação sem fio 2, ao disco diagrama digital - DDD 3, o registro da atividade 13 do motorista, que, por sua vez, o armazena no arquivo de logs, também assinado pelo processador criptográfico 3E para garantir a integridade e legitimidade da informação.
Um registro de localização, obtido por um processador de GPS 5 instalado no Dispositivo Externo Padrão - DEP 1, também é enviado e armazenado na memória interna do disco 3 de maneira similar e garante a localização do motorista no momento do registro da atividade 13.
Por meio de logs dos procedimentos de instalação, configuração, conexão, abertura e fechamento do cronotacógrafo 4, dentre outros, pode-se auditar o funcionamento do Disco Diagrama Digital - DDD 3. Tais procedimentos asseguram sua integridade e auxiliam a identificar ações fraudulentas, uma vez que os registros armazenados na memória do dispositivo 1 não podem ser excluídos ou alterados.
Para o processo de fiscalização, utiliza-se um smartphone com um aplicativo 8 e 9 desenvolvido para esta finalidade .
Agentes fiscalizadores podem acessar e inspecionar qualquer disco diagrama digital 3 que proverá informações das últimas 24 horas de direção.
Com a combinação desses equipamentos, reduz-se, drasticamente, o tempo e a subjetividade da fiscalização do cumprimento das leis de trânsito e da jornada de trabalho dos motoristas profissionais.
0 DEP 1 possui, ainda, conexão com a rede de telefonia móvel 10. Os arquivos gerados pelo DDD 3 são constantemente enviados para os Servidores de Backend 12 da empresa, garantindo, assim, a redundância dos dados armazenados no DDD 3 também na nuvem. Tal funcionalidade possibilita, salvo as devidas limitações de disponibilidade de conexão, o gerenciamento em tempo real dos veículos com posicionamento e velocidade de deslocamento, além das informações do condutor e sua atividade corrente.
Uma visão geral da arquitetura da solução do DDD 3 pode ser vista através de diagrama mostrado na Figura 1 e o detalhamento de cada dispositivo no trecho em que se abordam os requisitos essenciais e funcionais da solução DDD 3.
Ao adquirir o equipamento 1 é necessário acoplar o DDD no cronotacógrafo 4, fixar o DEP 1 na cabine do veículo e se registrar nos Servidores Backend 12 da solução, criando uma conta de usuário e associando-a ao equipamento 1 adquirido, aos dados do veículo, aos dados do proprietário e aos possíveis motoristas usuários do DDD 3 naquele veículo.
Para a derivação dos requisitos da solução DDD 3, foram mapeados e consolidados os elementos que dispõe sobre o exercício da p rofissão do motorista, particularmente sobre a fiscalização do tempo de direção do motorista profissional, sobre os requisitos técnicos mínimos do registrador instantâneo e inalterável de velocidade e tempo, e sobre o registro eletrônico de ponto, além das normas que tratam dos requisitos do cronotacógrafo 4 e do disco diagrama 3 que estabelecem as condições mínimas que satisfazem os instrumentos registradores instantâneos e inalteráveis de velocidade e tempo e os parâmetros que estabelecem os requisitos a serem atendidos pelo Registrador Eletrônico de Ponto .
Assim, os elementos essenciais das normas e regulamentos citados, são requisitos específicos diretamente correlacionados ao material ou tecnologia utilizada para o Disco Diagrama de papel como áreas de impressão demarcadas para registro de velocidade ou preenchimento manual por parte do fiscalizador e motorista ou pertinentes ao modelo de relógio ponto estaticamente instalado nas empresas, todavia, que garantissem o correto registro das informações, assegurando sua fidelidade, autenticidade e credibilidade e proporcionando aos órgãos fiscalizadores condições precisas para o exercício do ato de fiscalização e de análise dos acidentes .
Os requisitos funcionais descrevem os serviços que a solução DDD 3 deve fornecer, reagir a entradas específicas e deve se comportar em determinadas situações, de forma a registrar fielmente os dados gerados pelo cronotacógrafo 4 e as marcações de atividades do motorista.
Assim, o DDD 3 deve registrar, de forma simultânea, inalterável e instantânea, a velocidade e a distância percorrida pelo veículo em função do tempo decorrido, a uma frequência de 1 registro por segundo.
0 DDD 3 deve registrar o não funcionamento do relógio do cronotacógrafo 4 no intervalo de pelo menos 40 minutos.
A solução DDD 3 deve disponibilizar, a qualquer momento, quando requerido, os dados monitorados pelo cronotacógrafo 4.
A solução DDD 3 deve dispor de um mostrador não- analógico do RTC do DDD 3, contendo hora, minuto e segundo.
A solução DDD 3 deve possibilitar a sincronização do RTC, usando um GPS 5.
A solução DDD 3 deve registrar a ocorrência de uma fiscalização, identificando o fiscalizador, a localização e a data e hora do ato fiscalizatório .
A solução DDD 3 deve permitir que o motorista registre a atividade corrente por meio da confirmação da leitura biométrica 15 de sua impressão digital, contendo a identificação do motorista, a atividade, a hora e o local do registro . A solução DDD 3 deve registrar a localização no momento do registro de uma atividade do motorista.
A solução DDD 3 deve apresentar os dados referentes às últimas 24 horas de funcionamento do cronotacógrafo 4, totalizando o tempo de direção e o tempo de não atividade por motorista, fazendo o cruzamento das atividades com o registro de movimentação do veiculo.
A solução DDD 3 deve dispor de meio de armazenamento dos dados necessários a sua operação contendo os dados do proprietário, tais como, nome, tipo documento, documento, placa do veiculo e quilometragem no momento da instalação, além dos dados do motorista, quais sejam, identificador único, nome, tipo documento e documento.
0 DDD 3 deve possuir autonomia energética de pelo menos um ano .
0 DEP 1 deve apresentar ao motorista, indicadores de condição da bateria 3B do DDD 3 e condição da bateria do DEP 1, ou seja, o status da conexão com o DDD, status da conexão com a rede de telefonia móvel 10 e o status da recepção do sinal de GPS 5 e ainda, o DEP 1 deve possuir interface para carregamento da bateria interna.
Os requisitos não funcionais descrevem principalmente os critérios para a segurança da informação, de forma a possibilitar a integridade dos programas embarcados na solução DDD 3, a autenticidade e rastreabilidade dos registros relevantes, a influência das interfaces de usuário e de comunicação entre os dispositivos da solução DDD 3, a transmissão segura de dados e a hierarquia dos programas embarcados .
0 DDD 3 grava permanentemente as operações ou eventos relevantes, gerando registros das operações de registro de atividade 13, armazenando o identificador único do motorista, o identificador da atividade, marca temporal e coordenadas GPS 5 e, grava também, as operações de configuração de proprietário do equipamento.
Referido DDD 3 grava ainda, as operações de ajuste do RTC interno, armazenando os dados do RTC antes e depois do ajuste, o evento de abertura do cronotacógrafo 4 com marca temporal, o evento de energização do DDD 3 com marca temporal e o evento de conexão estabelecida entre DDD 3 e qualquer dispositivo autorizado, contendo o identificador único do dispositivo e uma marca temporal.
0 DDD 3 armazena dados, com capacidade de retenção de dados gravados para, no mínimo, 10 (dez) anos e disponibiliza os atributos internos, tais como, o identificador único, chave pública e a versão dos aplicativos embarcados.
0 DEP 1 disponibiliza os atributos internos, tais como, o identificador único, a versão dos aplicativos embarcados e o identificador único do DDD ao qual ele está configurado para conexão .
0 DEP 1, quando conectado ao DDD 3 disponibiliza o identificador único, chave pública e a versão dos aplicativos embarcados .
0 DDD 3 deve assinar digitalmente os arquivos armazenados na memória interna.
As chaves criptográficas para a assinatura digital dos arquivos do DDD 3 devem ser geradas internamente por meio de hardware criptográfico 3E dedicado.
0 algoritmo para assinatura digital, seu respectivo nível de segurança e o tamanho da chave gerada devem estar entre os recomendados pelos órgãos competentes.
0 DDD 3 possui mecanismos de controle de acesso aos dados e comandos e proteção contra intrusão, para todas as interfaces .
0 DDD 3 é um dispositivo eletrônico destinado a registrar e disponibilizar os dados monitorados pelo cronotacógrafo 4, adicionando a funcionalidade de registro de ponto eletrônico.
Análogo ao disco diagrama de papel, ele foi desenvolvido para que seja compatível com os equipamentos cronotacógrafos existentes, sem necessidade de qualquer adaptador ou equipamento auxiliar.
Os dados gerados pelo cronot acógraf o 4 são capturados por meio de sensores 3G contidos no DDD 3, a uma frequência de 1 registro por segundo. Processados, estes dados recebem uma marca temporal e são armazenados seguramente por meio de assinatura digital 14 na memória não volátil 3D do dispositivo 3, assim como os comandos de registro de atividade 13, ou registro de ponto, recebidos por uma interface comunicação sem fio 2, que são então atrelados a uma marca temporal do RTC interno do DDD 3, assinados pelo processador criptográfico 3E embarcado e armazenados na memória não volátil 3D interna.
0 movimento do relógio do cronotacógrafo 4 é constantemente monitorado e, caso não apresente nenhum movimento em um período de 40 minutos, o DDD 3 gera um registro de log informando o problema.
A disponibilidade dos dados armazenados pelo DDD 3 é garantida por meio de módulos 3C de comunicação sem fio que podem ser acessados tanto por um smartphone, com o Aplicativo de Inspeção 9, quanto pelo Dispositivo Externo Padrão - DEP 1.
0 acesso a interface sem fio 2 do DDD 3 é protegido por um protocolo seguro de autorização que permite, após a correta identificação, que o dispositivo conectado ao DDD 3 tenha acesso restrito e seletivo aos serviços, de acordo com o tipo da autorização.
Os serviços disponíveis no DDD 3 são listados na tabela abaixo : SERVIÇOS DESCRIÇÃO DISPONIBILIDADE
PROVE A VELOCIDADE CORRENTE INFORMADA PELO CRONOTACÓGRAFO E A REQUER DISTÂNCIA PERCORRIDA DESDE A MEDIÇÃO AUTORIZAÇÃO. ANTERIOR.
PROVE ACESSO AOS ARQUIVOS ASSINADOS CONTENDO OS REGISTROS DE DADOS DE VELOCIDADE E DESLOCAMENTO EM RELAÇÃO REQUER AO TEMPO GERADO PELO AUTORIZAÇÃO. CRONOTACÓGRAFO. CADA ARQUIVO
ARMAZENA 30 MINUTOS DE INFORMAÇÃO.
PROVE ACESSO AOS ARQUIVOS DE LOG COM REQUER REGISTROS DE ATIVIDADES AUTORIZAÇÃO.
INSERIDAS PELO MOTORISTA, DA
LOCALIZAÇÃO DO VEÍCULO, DOS REGISTROS
DE ABERTURA E FECHAMENTO DO CRONOTACÓGRAFO, DA SINCRONIZAÇÃO DO
RTC, DE CONEXÃO COM OUTRO DISPOSITIVO
VELOCIDADE E EXTERNO, ENTRE OUTROS.
PROVE INFORMAÇÕES SOBRE O STATUS DE INSTANTÂNEA FUNCIONAMENTO DO DDD COMO: BATERIA,
ARQUIVO DE DADOS REQUER MEMÓRIA, CRONOTACÓGRAFO ABERTO OU
DO AUTORIZAÇÃO.
FECHADO, SENSOR DE MOVIMENTO DO
CRONOTACÓGRAFO RELÓGIO E VERSÃO DO FIRMWARE.
ARQUIVO DE DADOS DE LOGS FORNECE ACESSO AO RTC INTERNO DO DDD. NÃO REQUER STATUS AUTORIZAÇÃO. DATA E HORA PROVE ACESSO AO CERTIFICADO CONTENDO REQUER CHAVE PÚBLICA A CHAVE PÚBLICA DO DDD. AUTORIZAÇÃO. IDENTIFICADOR
PROVE ACESSO AO IDENTIFICADOR ÚNICO DO REQUER ÚNICO DO DDD DDD. AUTORIZAÇÃO. MODELO DO DDD NÚMERO SERIAL REQUER
PROVE ACESSO AO MODELO DO DDD.
PROPRIETÁRIO AUTORIZAÇÃO. ENVIAR TOKEN PROVE ACESSO AO NUMERO SERIAL DO DDD. NÃO REQUER DESAFIO AUTORIZAÇÃO.
REGISTRO DE LOG
FORNECE ACESSO AOS DADOS DO CONFIGURAÇÃO REQUER PROPRIETÁRIO DO DDD COM AS SINCRONIZAÇÃO DO AUTORIZAÇÃO.
INTERFACE DE ENTRADA PARA ESCRITA DE NAO REQUER UM TOKEN DE AUTORIZAÇÃO. AUTORIZAÇÃO.
FORNECE ACESSO DE LEITURA E ESCRITA AO NÃO REQUER DESAFIO DO PROTOCOLO DE AUTENTICAÇÃO. AUTORIZAÇÃO.
INTERFACE DE ESCRITA PARA REGISTRO DE REQUER LOGS NO DDD COMO: REGISTRO DE AUTORIZAÇÃO DE ATIVIDADE COM IDENTIFICAÇÃO DO DISPOSITIVO MOTORISTA E REGISTRO DE LOCALIZAÇÃO EXTERNO DA SOLUÇÃO DDD. GPS DO DEP.
INTERFACE DE ESCRITA DE INSTRUÇÕES DE
INTERAÇÃO REQUER CONFIGURAÇÃO ENVIADOS PELO SERVIDOR AUTORIZAÇÃO. DE BACKEND DA SOLUÇÃO DO DDD.
PROVE INTERFACE PARA QUE SEJA POSSÍVEL AUTORIZAÇÃO DE SINCRONIZAR O RTC DO DDD PELO GPS DO DISPOSITIVO DEP. EXTERNO DA
SOLUÇÃO DDD. 0 DDD 3 é construído em um circuito impresso com as dimensões de um disco de papel de um cronotacógrafo tradicional, agregando processadores 3A, memória 3D, sensores 3F e 3G, bateria 3B e demais componentes eletrônicos necessários para o seu funcionamento.
0 DEP 1 é um equipamento auxiliar, instalado no painel do veículo, que permite ao motorista selecionar e registrar uma atividade no DDD 3 perante a correta leitura 15 da impressão digital do mesmo. Um receptor de sinal do GPS 5 embarcado correlaciona o registro de uma atividade à localização do veículo.
A comunicação entre o disco 3 e o dispositivo externo se efetiva de forma wireless, por meio de uma conexão comunicação sem fio 2, seguindo um protocolo seguro de autenticação .
Os dados gerados no DDD 3 são periodicamente enviados para o DEP 1, que, por meio de uma conexão com a rede de telefonia móvel 10, sincroniza-os com Servidores Backend 12, por onde também são recebidas instruções de configuração, que são repassadas para o DDD 3 ou interpretadas localmente caso sejam endereçadas a ele próprio. 0 pacote das mensagens envidas para o Servidor Backend 12 é assinado pelo DEP 1 com a chave privada PVK_0, garantindo, assim, um rastro de origem das mensagens e os comandos de configuração são assinados pela chave privada PVK_1, que os tornam autênticos e confiáveis perante o receptor.
Como o DEP 1 fica constantemente conectado no DDD 3 ao qual tenha sido vinculado, é necessário, no caso de uma inspeção, que se selecione a opção de inspeção no DEP 1.
Quando invocada esta opção o DEP 1 envia a localização corrente para o arquivo de logs do DDD 3 e em seguida se desconecta do DDD 3 para que o Aplicativo Inspetor 9 possa se conectar e efetuar a abordagem necessária. Essa situação se reverte automaticamente em 10 minutos, ou quando a reconexão for instruída pelo DEP 1.
0 DEP 1 também possui a responsabilidade de manter o relógio interno 3F do DDD 2 sincronizado com o GPS 5, para que a diferença entre os dois não ultrapasse 30 segundos. Caso um ajuste faz-se necessário, o DEP 1 envia um comando de sincronização de hora para o DDD 3, que por sua vez ajusta o RTC interno e registra um log do fato ocorrido contendo a hora antes e depois do ajuste.
0 DEP 1 é composto internamente por módulos eletrônicos 15 com capacidade de leitura 14 da impressão digital do motorista, conexão com rede de telefonia móvel 10, recepção de sinal de GPS 5, hardware criptográfico 3E, BLE 3C e unidade de processamento 3A.
Externamente possuí interface de comunicação com o motorista por meio de uma tela LCD 16 e luzes indicativas 17 de status de funcionamento, possibilitando a interação por meio de botões BT de navegação, confirmação e cancelamento de operações, além da leitura 15 da impressão digital do motorista .
Para que os dispositivos da solução DDD estejam aptos a serem utilizados, eles passam por um processo de pré- inicialização (figura 4), que é responsável por configurar algumas informações que serão permanentemente armazenadas na memória não volátil dos mesmos, tais como: o identificador único, o modelo e número serial.
Conforme ilustra a figura 4, para que o DDD 3 e o DEP 1 estejam aptos a serem utilizados, eles passam por um processo responsável por configurar algumas informações, processo este que inicia 18 através da configuração do terminal, a partir da conexão serial 19 que demanda um plug físico 20 previsto no equipamento DDD 3 e/ou DEP 1, iniciando assim, a configuração 21. Primeiramente, o sistema gera 22 chaves públicas PU e privadas PR internamente, mais particularmente no processador criptográfico 3E PVK_0 e PBK_0, externalizando PBK_0 e o número identificador do dispositivo, apenas ao final do processo de assinatura do server.
Na sequência da configuração, a chave pública 24 e o identificador do dispositivo 24 são enviados para o servidor 12.
Em seguida, são geradas 27 as chaves públicas PUI e privadas PR1 externas PVK_1 e PBK_1, gerando certificado 28 X509 CERT_1 assinado com PVK_CA.
A identificação do dispositivo 26, geração 27 das chaves PUI e PR1 públicas e privadas externas PVK_1 e PBK_1 e o certificado 28 X509 CERT_1 assinado com PVK_CA gerado, são registrados no banco de dados 29 do Data Center.
Posteriormente é gerado o certificado 30 CERT_0 com PVK_1 e 31 x509 CERT_0 assinado e CERT_1 assinado e CERT_CA, sendo posteriormente armazenados 32, finalizando 33 este processo de configuração ou sendo salvos 34 no equipamento.
Tal como citado anteriormente, o identificador único de um dispositivo da solução DDD 3 é o número serial obtido do processador criptográfico 3E embarcado, que possui a garantia de unicidade declarada na especificação técnica do fabricante do hardware. Já o modelo e número serial são gerados no processo de fabricação do equipamento.
Esse processo também é responsável pelo carregamento do firmware e a inicialização das chaves criptográficas internas e externas dos dispositivos da solução do DDD 3.
A geração do par de chaves internas (utilizadas no processo de assinatura e verificação de autenticidade e integridade dos arquivos gerados e armazenados internamente nos dispositivos) dos dispositivos (PKV_0 PBK_0) é delegada ao processador criptográfico 3E, que utiliza algoritmo de criptografia de curva elíptica (ECC) , para gerá-las.
Por característica inerente aos processadores criptográficos 3E, somente a chave pública é externalizada, ficando a chave privada internamente armazenada e de acesso restrito e exclusivo ao próprio processador criptográfico 3E, conforme figura 4.
Também é gerado um par de chaves externas (utilizadas no processo de assinatura e verificação de autenticidade e integridade dos comandos enviados para os dispositivos) para os dispositivos (PKV_1, PBK_1) utilizando algoritmos de criptografia ECC.
Baseado na chave pública PBK_0 e na identificação única do dispositivo, é gerado um certificado que é assinado pela chave privada externa do mesmo, PVK_1, que por sua vez é assinado pela chave privada raiz da solução do DDD 3, PVK_CA, resultando na seguinte cadeia de certificados que são armazenados na memória permanente do dispositivo:
CERT_CA 35 Certificado raiz da solução DDD 3.
CERT_1 36 Certificado externo do dispositivo.
CERT_0 37 Certificado interno do dispositivo.
Os dados de pré inicialização são permanentemente escritos na memória interna não volátil 3D do dispositivo DDD 3, que gera um registro de log contendo uma marca temporal de quando o processo foi concluído. Esses dados também são salvos no Servidor Backend 12 da solução DDD 3, juntamente com o identificador único, a marca, o modelo, o par de chaves externas (PVK_1, PBK_1) e o certificado interno (CERT_0) do dispositivo .
A figura 5 ilustra a conexão entre dispositivos e é protegida por meio de um protocolo de autenticação, utilizando certificados assinados que difere dispositivos da própria solução do DDD 3 (Disco Diagrama Digital) e DEP 1 (Dispositivo Externo Padrão) entre os dispositivos de terceiros, como é o caso dos smartphones com aplicativos utilitários ou de fiscalização, restringindo a autorização conforme o tipo do dispositivo.
Quando um Dispositivo Externo necessita estabelecer uma conexão com o DDD 3 ou o DEP 1 pela primeira vez, esse deve requisitar ao Servidor de Backend 12 um token, que é o certificado CERT_0 37 do Dispositivo Externo requisitante assinado pela chave privada PVK_1 do DDD 3 ou DEP 1 alvo (target) .
Para solicitar um token ao servidor de Backend 12, o dispositivo externo, no inicio do processo 38 deve selecionar 39 um alvo e identificá-lo 40, dito alvo poderá ser autorizado 41 ou não.
Se for autorizado 42, será gerado um token 43 de autorização CERT_0 35 assinado pelo alvo PVK_1 e, na sequência, a informação "valida o token" 44 surge e a informação "valida?" 45 para que, em seguida, o referido token 43 seja validado 46 ou não 47.
Se não for autorizado 48, na identificação do dispositivo 49 e na identificação do target 50, uma nova permissão é verificada 51 e, após surgir a informação "autorizado?" 52 se autorizada 53, é gerada a autorização do token 43, contudo, se não for 54, o processo mostra a expressão "não autorizado" 55 é finalizado 56.
Se o token 43 for validado 45, é gerado um desafio 57, em seguida surge a expressão "assina o desafio com PVK_0" 58, sendo posteriormente assinado 59 com PVK_0 e, depois de assinado 59 e validado 60, surge a expressão "válido?" 61 que libera 62 os recursos 63 de autorização 64 e o processo é finalizado 56.
Em contra partida, se o token 43 não for validado 46, não será estabelecida a conexão entre os dispositivos e o processo será finalizado 56. Como citado anteriormente, ao tentar estabelecer uma conexão com o DDD 3 ou o DEP 1 pela primeira vez, deve-se requisitar um token 43, que é o certificado CERT_0 35 do Dispositivo Externo requisitante assinado pela chave privada PVK_1 do DDD 3 ou DEP 1 alvo (target) .
Isso significa que será criada uma credencial única para ser usada especificamente entre os dois dispositivos envolvidos no processo de requisição de autorização, sendo inválida para uso na conexão entre quaisquer outros dispositivos conforme mostra a figura 5.
Esse token 43 então é enviado para DDD 3 ou DEP 1 alvo, que por sua vez, o valida usando seu certificado CERT_1, que foi configurado na préinicialização (figura 4) .
Se o token 43 for válido, o DDD 3 ou DEP 1 alvo envia um desafio 57 (random bytes) para o Dispositivo Externo requerente, que deve provar que é dono do token 43 enviado assinando o desafio 58 com a sua chave privada PVK_0. Caso o desafio seja concluído com sucesso, o DDD 3 ou DEP 1 libera o uso de seus recursos de acordo com o tipo da autorização concedida conforme cada tipo:
- Dispositivo Externo Padrão: autorização utilizada para comunicação entre dispositivos que permite ao portador do token 43 acesso de leitura e escrita aos recursos do target. Válido por 20 anos.
- Smartphone : utilizada para autorizar aplicativos auxiliares a consumirem dados de tempo real do target sem permissão de escrita. Válido por 30 dias.
- Supervisor: autorização utilizada para que supervisores (PRF, Inmetro e outros), por meio do Aplicativo de Inspeção, possam enviar comandos de fechamento e leitura de arquivos armazenados no target. Válido por um dia.
0 diagrama da figura 5 demonstra o fluxo de autorização e autenticação entre os dispositivos. Para configurar, tanto o DDD 3 quando o DEP 1, conforme ilustra a figura 6, são enviados pacotes de instruções de configuração pelo Servidor Backend 12 da Solução do DDD 3 para os mesmos. Esses comandos são protegidos por meio da assinatura digital feita pela chave privada externa PVK_1 do respectivo dispositivo.
Quando recebido um comando, o DDD 3 ou DEP 1, valida-o verificando a assinatura com a chave pública PUI PBK_1 do CERT_1 36 que foi inserida no equipamento DDD 3 na pré- inicialização do mesmo. Esse processo garante que somente comandos autênticos sejam executados no DDD 3 ou DEP 1.
De forma mais detalhada, observando-se a figura 6, através do servidor Backend 12, inicia-se o processo de configuração 65 através da criação de um comando de configuração 66 que gera uma instrução 67, referido comando para assinar com PVK_1 68, depois de assinado 69, o comando é recebido 70 pelo DDD 3 ou pelo DEP 1, validando a assinatura 71 com PBK_1.
Surge a expressão "valido?" 72 Se efetivamente for validado 73 0 comando, a instrução é executada 74, caso contrário, em uma negativa 75, a instrução é invalida 76. Em ambos os casos, a execução é registrada 77 no arquivo de Logs e comunica o resultado ao servidor que arquiva 78 o resultado, finalizando o processo 79.
0 fluxo de emissão, verificação e execução de instruções pode ser visto no diagrama da figura 6.
0 único comando de configuração que o DDD 3 recebe é para atualizar os dados do proprietário. Já o DEP 1 recebe comandos para atualizar a lista de motoristas disponíveis e parâmetros de sincronização dos dados com o Servidor de Backend 12.
A credibilidade da solução DDD está em prover dados autênticos e íntegros com garantia irrefutável de origem. Para atingir tais objetivos, a solução foi desenvolvida utilizando tecnologia de assinatura digital recomendada por órgãos internacionais para assinatura digital de documentos eletrônicos em um hardware criptográfico 3E dedicado, que garante a não violabilidade da chave privada que fica armazenada internamente no próprio dispositivo criptográfico 3E.
Mais detalhadamente, o processo de assinatura de arquivos do DDD 3, revelado na figura 7, inicia-se 80 através da inserção de arquivos de dados 81, que são armazenados pelo DDD 3, passando por uma função 82 que gera um resumo 83 criptográfico seguro, onde a assinatura 84 do resumo utilizando o algoritmo ECDSA, gerando um resumo criptográfado 85 para adicionar 86, em seguida, a assinatura ao arquivo de dados e, depois de assinados 87, o processo é finalizado 88. 0 diagrama da figura 7 mostra o processo de assinatura dos arquivos .
As funcionalidades de integridade, autenticidade e não repúdio são garantidas pela verificação da assinatura digital, com o uso da chave pública (PBK_0) contida no certificado CERT_0 pertencente ao dispositivo originador do dado. 0 diagrama da Figura 8 ilustra essa validação.
A figura 8 ilustra o inicio 89 do processo de validação de assinatura digital com os dados assinados 90, sendo posteriormente separada a assinatura dos dados 91, gerando, de um lado, os dados 92 posteriormente gerando a função resumo 93 através do algoritmo SHA-256 e de outro, o resumo criptográfado 94 por PVK_0.
A função resumo, através do algoritmo SHA-256 estabelece o resumo 95, ao mesmo tempo em que o resumo criptográfado 94 por PVK_0, descriptografa 96 o resumo usando ECDSA com a chave PBK_0, gerando novo resumo 97.
0 sistema compara os resumos obtidos 95 e 97 e verifica a sua identicidade 98. Se for positiva 99, os dados 100 tornam-se validos e o processo é finalizado 101, ao passo que, se for negativa 102, os dados são inválidos 103 e o processo é finalizado 101.
O certificado CERT_0 35 de um dispositivo pode ser consultado a qualquer momento via interface bluetooth 2 do próprio dispositivo ou mesmo nos servidores de dados da empresa por meio de uma requisição com o identificador único e validado contra a cadeia de certificados que o assinam no processo de pré inicialização do equipamento, conforme ilustra a figura 4.
A inspeção visual dos dados gerados pelo cronotacógrafo 4 é feita com o uso de um aplicativo instalado em um smartphone Android. 0 inspetor, após se autenticar no aplicativo por meio de credenciais válidas, consegue estabelecer uma conexão com qualquer DDD 3 que esteja em modo de inspeção com uma autorização do tipo supervisor, conforme a conexão dos dispositivos.
Quando conectado ao DDD 3, os arquivos rodoviários e de logs das últimas 24 horas são transferidos para o Aplicativo Inspetor 102, onde ocorre a validação e processamento dos dados recebidos. Também são coletados as informações referentes ao proprietário 104 do DDD 3 que são exibidas na tela principal 105 do aplicativo 102, tal como é mostrado na figura 9.
Os dados processados são então apresentados em um gráfico de linha 106, que correlaciona a velocidade em relação ao tempo, permitindo a visualização da atividade 107 registrada em relação a velocidade e tempo do veiculo, destacando os intervalos ativos, inativos e não registrados 108, conforme ilustra a figura 10.
Também são exibidos totalizadores de tempo de atividade e inatividade 109, e um gráfico de barras, para possibilitar a visualização dos intervalos de tempo de cada atividade registrada, permitindo que o inspetor verifique o cumprimento das leis estabelecidas em relação as atividades praticadas pelo motorista, como consta na figura 12.
0 aplicativo permite a interação do usuário fiscalizador, por meio de seleção de pontos no gráfico, cruzando as informações de velocidade e tempo, além de exibir a distância do ponto selecionado até o momento em que a fiscalização ocorre entre outros detalhes do evento selecionado como atividade corrente e motorista responsável, conforme ilustra a figura 11.
Caso haja mais de um motorista com atividades registradas nas últimas 24 horas, é possível visualizar individualmente os dados registrados pelo cronotacógrafo 4 para cada motorista, acompanhado de dados cadastrais como nome completo e número da carteira de habilitação.
Todas as informações exibidas no Aplicativo de Inspeção podem ser exportadas para uma imagem que é salva no smartphone do inspetor. Essa imagem pode então, ser anexada no auto de infração como documento evidenciador de alguma irregularidade, como excesso de velocidade ou não cumprimento das leis de tempo de direção e parada obrigatória.
A solução DDD 3 unifica, de forma inequívoca, os principais instrumentos utilizados na fiscalização do cumprimento das leis, normas e resoluções referentes a jornada de trabalho dos motoristas profissionais e do respeito aos limites de velocidade estabelecidos ao veículo conduzido, agregando ao cronotacógrafo a funcionalidade de registro de ponto eletronico.
Utilizando-se de tecnologias de segurança reconhecidas e empregadas mundialmente, a solução DDD 3 armazena os dados coletados pelo cronotacógrafo 4 e as atividades do motorista do veículo de forma digital assegurando a confiabilidade, rastreabilidade e integridade das informações eximindo, do agente fiscalizador, quaisquer dúvidas quanto a correta interpretação dos discos diagrama de papel e ficha de controle de bordo que, na solução DDD 3, são facilmente interpretadas por meio de um aplicativo de smartphone.
Com a possibilidade de sincronização das informações para servidores na nuvem, a solução DDD permite o acompanhamento e deslocamento dos veículos de forma remota, além de servir como fonte de redundância dos dados armazenadas no DDD 3.
A sincronia estabelecida entre as normas e diretrizes já existentes, que tratam do controle da jornada de trabalho e descanso dos motoristas profissionais, e os requisitos norteadores para a concepção da solução DDD 3 projetam apenas uma adequação nos regulamentos existentes para a acomodação tecnológica da solução proposta.
A adoção da solução do DDD 3 contribuirá para a imediata modernização dos sistemas de controle, hoje totalmente dependentes da defasada tecnologia de discos diagrama de papel, presente na grande maioria da frota circulante no Brasil, que, apesar dos esforços, não consegue coibir o abuso de longas jornadas de trabalho que tanto vitimam pessoas e oneram os cofres públicos e privados, a um patamar homogênico, indiferente da idade média da frota, economicamente sustentável e digitalmente compatível com nações desenvolvidas.
Apesar de detalhada a invenção, é importante entender que a mesma não limita sua aplicação aos detalhes e etapas aqui descritos. A invenção é capaz de outras modalidades e de ser praticada ou executada em uma variedade de modos. Deve ficar entendido que a terminologia aqui empregada é para a finalidade de descrição e não de limitação.
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