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Timestamp: 2018-08-17 10:15:25+00:00
Document Index: 73002930

Matched Legal Cases: ['ARTIGO 2', 'ARTIGO 3', 'ARTIGO 4', 'ARTIGO 5', 'ARTIGO 6', 'ARTIGO 7', 'ARTIGO 8', 'ARTIGO 9', 'ARTIGO 10', 'ARTIGO 11', 'ARTIGO 12', 'artigo 11', 'artigo 11', 'ARTIGO 1', 'ARTIGO 2', 'ARTIGO 3', 'ARTIGO 1', 'ARTIGO 01', 'ARTIGO 02', 'ARTIGO 1', 'ARTIGO 1', 'ARTIGO 1', 'ARTIGO 2', 'ARTIGO 3', 'ARTIGO 4', 'ARTIGO 1', 'ARTIGO 2', 'ARTIGO 3', 'ARTIGO 4', 'ARTIGO 5', 'ARTIGO 6']

FEDERAÇÃO DE AUTOMOBILISMO DE MATO GROSSO DO SUL. Filiada a Confederação Brasileira de Automobilismo - PDF
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Rebeca Bernardes Freire
1 FEDERAÇÃO DE AUTOMOBILISMO MS CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO CAMPEONATO ESTADUAL E INTERESTADUAL DE MARCAS E PILOTOS MS 2011 REGULAMENTO TÉCNICO INTRODUÇÃO CAPITULO I ARTIIGO - 1º - O presente Regulamento obedece às normas do Código Desportivo Internacional CDI/FIA e Código Desportivo do Automobilismo CDA. 1.1 O presente Regulamento Técnico refere-se ao Campeonato Estadual e Interestadual de Marcas e Pilotos MS Os Adendos Técnicos entram em vigor 30 (trinta) dias após a sua homologação pela Federação de Automobilismo de Mato Grosso do Sul FAMS. 1.3 Tudo que não for especificamente permitido neste regulamento é proibido, sendo que todos os itens que por ventura gerem dúvidas quanto à sua utilização, devem, necessariamente, estar com suas características originais. 1.4 É expressamente proibida a modificação das características originais dos veículos, com exceção das previstas neste regulamento. DOS VEÍCULOS PARTICIPANTES CAPITULO II ARTIGO 2º - Os veículos participantes deverão estar de acordo com artigos e parágrafos do anexo J emitido pelo anuário da FIA, seus boletins e anexos, além dos seguintes itens específicos para este regulamento. ARTIGO 3º - Categoria Turismo é permitida a participação de qualquer veículo de fabricação nacional, cujo motor de série tenha a capacidade cúbica de cc (um mil e seiscentos centímetros cúbicos) de 08 (oito) válvulas e 16 (dezesseis) válvulas. 3.1 Fica autorizada a troca do motor dos veículos de fabricação nacional, cuja motorização original é CHT 1.6 por motores AP 1.6, respeitando à preparação dos mesmos. ARTIGO 4º - Categoria Super Turismo é permitida a participação de qualquer veículo de fabricação nacional, cujo motor de série tenha a capacidade cúbica de até cc (dois mil centímetros cúbicos). REGULAMENTO TÉCNICO
2 4.1 Os veículos que participarão da Categoria Super Turismo até cc composta pelos carros enquadrados na categoria do Campeonato Brasileiro de Endurance e carros que não se enquadrem na categoria Turismo. ARTIGO 5º - Os veículos que participarão da Categoria Turismo 1600 cc obedecerão às disposições contidas neste artigo. 5.1 É permitida a participação de qualquer veículo fabricado no MERCOSUL, cujo motor de série tenha a capacidade cúbica de cc (um mil e seiscentos centímetros cúbicos) de 08 (oito) válvulas e 16 (dezesseis) válvulas. a) Fica autorizado a troca de carroceria do veículo participante do campeonato por uma de modelo mais novo da mesma montadora desde que mantenha o mesmo motor já usado no campeonato desta montadora. 5.2 É obrigatório o uso de pára-choques dianteiros e traseiros, sendo também obrigatória a retirada da lâmina interna, quando for o caso, sendo permitida a retirada de material para melhor refrigeração. 5.3 É permitido o uso opcional de spoiler dianteiro, traseiro e abas laterais, confeccionados em fibra de vidro ou plástico em modelos encontrados no mercado de peças e acessórios ou homologados pela FAMS. 5.4 As suspensões e suas peças devem permanecer originais, salvo aquelas cuja modificação ou retirada seja permitida por este regulamento. 5.5 Somente é permitido o corte e/ou retrabalho nas balanças para fins de caster e cambagem sem, contudo, adicionar material. 5.6 As molas dianteiras são livres quanto ao tipo e ao uso, desde que mantido o sistema original do veículo. 5.7 Os amortecedores são livres quanto ao tipo e ao uso, desde que mantido o sistema original, sendo proibido o uso de reservatório de expansão, ou adição de qualquer material que altere suas características originais e tenham procedência nacional, sendo permitido recalibrar os mesmos com ar e/ou óleo e/ou nitrogênio. 5.8 As buchas de suspensão são livres desde que mantidas as furações e características originais não sendo permitido o uso de Uniball. 5.9 A coluna da suspensão, incluindo o prato superior do amortecedor poderá ser regulável e usar uniball, e deverá ser mantido o sistema original quanto ao tipo e a fixação Os batentes dos amortecedores são livres, sendo proibido qualquer tipo de retrabalho que altere as características originais A barra estabilizadora deverá ser original do modelo e terá uso opcional É permitida a adição de arruelas ou calços nos pontos de fixação das pontas de eixos traseiras com a finalidade de ajuste de alinhamento e cambagem As peças de suspensão devem permanecer em suas posições originais, não podendo haver inversão nem mesmo para fins de ganho de convergência e divergência, cambagem, caster, etc. REGULAMENTO TÉCNICO
3 5.14 O eixo traseiro deve ser original, sem nenhum trabalho ou retrabalho, sendo permitida a fixação da suspensão traseira por meio de correntes. a) Uno fica permitido à retirada do feixe de mola traseiro É proibido o retrabalho dos furos de fixação dos suportes (esquerdo e direito) da barra tensora no monobloco As rodas são de livre escolha quanto ao modelo e material, devendo ser de aro de 13 (treze) polegadas de diâmetro, por até 06 (seis) polegadas de tala e quando alojadas, devem estar totalmente cobertas pela carroceria quando medidas verticalmente, sendo vedada a colocação de abas não originais do veículo Os pneus para todas as categorias são radiais de livre marca nacional e ou da marca HANKOOK. a) Linha Volkswagen 175/70 aro 13 b) Demais 165/70 aro 13 c) É obrigatório ser lacrados no máximo 03 (três) pneus novos para a tração e 03 (três) pneus usados para a traseira com no mínimo de 02 (dois) mm de altura no menor suco da borracha. Os pneus dianteiros lacrados somente poderão ser utilizados a partir da tomada de tempo, atividade em que deverão ser apresentados no brilho para a vistoria na saída dos boxes. Esses pneus serão novamente vistoriados na saída de box, no momento da saída para a formação dos grids das duas corridas de cada rodada dupla. Esses pneus não poderão ser utilizados nos treinos livres ou de aquecimento, e não poderão ainda ser frisados. d) É permitido o uso de alargador de roda É permitida a substituição dos parafusos de fixação das rodas por prisioneiros e porcas O sistema de freio deverá permanecer original, observado o seguinte: a) Poderá ser utilizado disco ventilado; b) As pinças e disco podem ser substituídos por de outro modelo, desde que da mesma linha de montagem; c) As lonas e pastilhas são livres quanto à marca desde que de procedência nacional; d) O fluido de freios e livre quanto à marca e procedência; e) O servo freio deverá ser original, com livre retrabalho interno e permitido o entupimento total ou parcial da mangueira. f) É permitida a remoção ou desativação do freio de estacionamento; g) É permitida a colocação de canalização flexível de até 10 (dez) cm de diâmetro para conduzir o ar até o freio de cada roda dianteira A caixa de câmbio e o diferencial deverá ser a original da marca/modelo do veículo, sendo permitida a troca das engrenagens do câmbio e diferencial, porém, deverão ser usados componentes originais da linha fornecidos pelo fabricante A embreagem poderá ser original ou de cerâmica, original do veículo, independentemente da cilindrada dos respectivos modelos. REGULAMENTO TÉCNICO
4 5.22 Não é permitida a instalação de diferencial blocado ou autoblocado, bem como nenhuma modificação do sistema original, como a instalação de arruela de ajuste ou qualquer outro artifício para travamento ou bloqueio do mesmo Os suportes da caixa de câmbio são livres, salvo quanto à quantidade, que deverá permanecer a original do modelo O sistema de arrefecimento deverá estar montado no local de origem, sendo as fixações do radiador e das mangueiras livres As mangueiras são livres sendo permitida a instalação de um bulbo para indicação de temperatura O tipo de ventoinha é livre, sendo permitida a sua retirada É permitida a montagem de proteção do radiador, do tipo grade ou tela, tanto junto ao mesmo como no envolvente do pára-choque dianteiro O combustível é o álcool hidratado, sendo proibida a adição, preparação ou uso de outras substâncias A bomba de combustível é de marca e modelo livres O coletor de descarga é livre quanto à marca e procedência É permitida a retirada dos filtros originais dos veículos É permitido o balanceamento do conjunto de manivelas (virabrequim, engrenagens, volante do motor e platô da embreagem) apenas por processo de retirada de material É permitido o aliviamento do peso do volante do motor que deverá ser do modelo original do veículo, independentemente da cilindrada do mesmo É permitida a equalização dos pesos das bielas e pistões por processo de retirada de material, devendo permanecer 01 (uma) biela e 01 (um) pistão sem qualquer tipo de retrabalho Os anéis deverão ser originais, permitindo-se a retirada de material exclusivamente entre as pontas É permitido encamisar o bloco e também a usinagem do bloco de cilindros na sua face de contato com o cabeçote por processo de retirada de material, sendo prevista a perda da numeração de identificação do bloco O retrabalho nos dutos e sede de válvulas será livre, permitindo-se a instalação de tuchos mecânicos É permitida a utilização de comando de válvulas como segue: a) Chevrolet Corsa original MPF 1.6 nº b) Volkswagen carburado; 053.1, 053.3, e c) injetado; , e d) Fiat comando até 278º (duzentos e setenta e oito graus) com levante máximo de 10,8 mm com tolerância de 0,05 mm. e) Motores 16 Válvulas Original do Motor. REGULAMENTO TÉCNICO
5 5.39 As polias, correntes, correias, guias, tensores e ajustes da distribuição são livres, tanto quanto ao percurso e quanto ao número, sendo que a utilização da correia de alternador é obrigatória As válvulas deverão permanecer originais, sendo permitido o retrabalho apenas na altura da haste As molas e pratos de válvulas devem permanecer originais, sendo somente permitida a utilização de 01 (um) calço de mola de até 01 mm (um milímetro). a) É permitido o uso do calço de mola fixo no guia de válvula A taxa de compressão é livre, sendo o único trabalho permitido para se modificar a taxa de compressão o rebaixamento do cabeçote e/ou bloco, por meio de usinagem por retirada de material, sendo livre a junta do cabeçote. a) É permitido rebaixar a face superior do dos pistões. b) É permitido o uso do pistão AP 1.8 nos motores AP 1.6 até 050 mm Os veículos deverão utilizar o sistema de alimentação original do motor em competição, podendo ser usado o EPRON mapeado para competição. Será permitido o uso da unidade de gerenciamento do motor nacional livre. Deverá ser fixado fora do alcance do piloto. Observadas as seguintes exceções: a) Os motores Volkswagen e Fiat poderão utilizar 01 (um) carburador das marcas Weber ou Solex, de até 40 mm com livre retrabalho. b) O corpo de borboleta dos veículos injetados deverá ser fixo ao coletor de admissão, obedecendo às medidas originais de cada veículo; c) É permitido o retrabalho dos bicos originais para fins de utilização de álcool como combustível A bomba de combustível é livre quanto ao modelo e procedência, assim como é livre o retrabalho da válvula reguladora de pressão do combustível O coletor de admissão deve ser o original permitindo-se o retrabalho para adaptação do carburador e o retrabalho dos dutos, quando permitido neste regulamento A bobina de ignição e o distribuidor deverão permanecer originais da montadora, sendo livres as velas A bomba de óleo deverá ser a original do motor podendo-se, apenas, trabalhar a sua regulagem de pressão É livre a construção de quebra ondas no interior do Carter que deverá ser o original do motor O lubrificante é de livre escolha dos concorrentes É permitida a utilização de radiador de óleo, desde que mantida a bomba de óleo original É proibida a utilização de reservatório suplementar de óleo, inclusive cárter seco É obrigatório o uso do recuperador de óleo do suspiro do motor de no mínimo de 02 (dois) litros. REGULAMENTO TÉCNICO
6 5.53 É permitido o uso de redutor no furo de lubrificação do bloco para o cabeçote. DA SEGURANÇA CAPITULO III ARTIGO 6º - Todos os veículos deverão estar de acordo com os artigos e parâmetros do anexo J do Código Desportivo Internacional CDI, da FIA, seus boletins e anexos, Código Desportivo do Automobilismo CDA. DO PESO DOS VEÍCULOS CAPITULO IV ARTIGO 7º - O peso mínimo para todos os veículos, com o piloto e indumentária completa, será o que consta a tabela abaixo deste artigo. A verificação do peso será efetuada em ordem de marcha, isto é, na condição em que o carro parou, sem adicionar combustível, líquidos, fluído de freios, lubrificantes e sem repor peças que eventualmente tenham sido perdidas durante as etapas ou treino cronometrado e deve ser respeitado durante todo o período do evento que pode ser vistoriado a qualquer momento da competição. Tabela de pesos: CARACTERÍSTICAS DO VEÍCULO PESO (Kg) Com motor de oito válvulas 860 Com motor de 16 válvulas Consideram-se o peso mínimo do veículo em ordem de competição, no estado em que se apresentarem para as pesagens oficiais durante a tomada de tempo ou no final da etapa, respeitados os seguintes requisitos: a) É permitida a retirada de material do interior do veículo para fins de atingir o peso mínimo desde que não se altere as características do mesmo e não comprometa a segurança do piloto. b) Reservatório de combustível no nível que se encontrar na hora que for solicitada a pesagem oficial; c) Todos os líquidos de arrefecimento, freio e lubrificantes nos níveis que se apresentarem para as pesagens oficiais; d) Com os acessórios e dispositivos obrigatórios de segurança; e) Com o piloto e sua indumentária a bordo. 7.2 Na pesagem ao final da tomada de tempo ou etapa, não será permitido adicionar qualquer líquido que tenha vazado ou peças, acessórios, equipamentos e/ou lastros que tenham se desprendido do veículo. 7.3 É permitido complementar o peso mínimo do veículo com um ou mais lastros desde que os mesmos sejam sólidos, fixados por meio de no mínimo dois parafusos de aço de diâmetro mínimo de 10 (dez) mm com porca e contra porca e localizados no interior do habitáculo, em local visível e de tal forma que permita a lacração efetiva pelo Comissário Técnico. 7.4 A balança oficial do evento deve estar à disposição de todos os concorrentes durante o desenrolar das atividades, no local indicado pela organização. REGULAMENTO TÉCNICO
7 7.5 Os veículos que durante as vistorias técnicas apresentarem problemas de falta de peso terão no máximo (03) três oportunidades seguidas para comprovarem estar no peso mínimo regulamentado para a categoria. DISPOSIÇÕES FINAIS CAPITULO V ARTIGO 8 Caso um veículo seja considerado perigoso com relação à sua preparação, dispositivos ou estado geral, poderá ser excluído da etapa a critério dos Comissários Desportivos. ARTIGO 9 Os veículos devem cumprir as regulamentações previstas neste regulamento em sua totalidade, a todo ou qualquer momento da etapa. ARTIGO 10 É dever de cada competidor provar aos comissários desportivos e técnicos de cada etapa que seus veículos cumprem todas as regulamentações e medições em sua totalidade durante toda a duração do evento. ARTIGO 11 Durante a etapa, os casos omissos serão julgados pelos comissários desportivos, com base no CDA/CBA e do anexo J do CDI/FIA. ARTIGO 12 Modificação do Regulamento O presente Regulamento poderá sofrer alterações em sua redação no decorrer do campeonato, para equiparação das marcas, assim que o Conselho Técnico Desportivo da FAMS achar necessário. O presente regulamento foi elaborado pelo Conselho Técnico Desportivo da FAMS entrando em vigor na data da sua homologação pelo Presidente da Federação de Automobilismo de Mato Grosso do Sul FAMS. Campo Grande, 12 Fevereiro de Conselho Técnico Desportivo Anderson Navarezi Presidente Federação de Automobilismo MS Valdemir Dias Terra Presidente REGULAMENTO TÉCNICO
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