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Timestamp: 2019-10-22 07:18:44+00:00
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Matched Legal Cases: ['artigo 26', 'artigo 374', 'in dubio', 'artigo 379', 'artigo 115', 'in casu', 'artigo 314', 'artigo 816', 'artigo 821']

Newsletter nº 22 "Global to Local News" - NRDC@Escritório de Advogados - E-book by Nrdc Advogados-Lawyers - Issuu
Global to Local News
Edição: I 2015 – 12 – nº 4
Índice 1. Editorial ........................................... p.1 2. Artigo de Opinião………...……..…………p.2 3. União Europeia……………………………...p.4 4. Conselho Europeu…..……….………..….p.6 5. Assembleia Legislativa……………………p.6 5. Diário da República…………....…...……p.7 6. Assembleia Regional dos Açores……p.9 7. Recentes decisões dos Tribunais Superiores…………..…………………………..p.10
de comunicação com o objetivo de partilhar conhecimento jurídico com os colegas, clientes, amigos e demais interessados nestas temáticas jurídicas. Foi necessário inovar, arriscar e, principalmente, adaptar as novas tecnologias da informação em benefício da partilha do conhecimento jurídico.
BOAS FESTAS PRÓSPERO ANO 2016
Todavia, como disse Henrique Madeira, vice-reitor da Universidade de Coimbra "nunca se arriscou tão pouco... A mesma sociedade que glorifica o ato de inovar tolera mal os riscos da inovação. Fazer o que nunca ninguém fez, criar novos processos, melhorar técnicas existentes, procurar formas de valorizar o conhecimento criado, empreender, nunca é isento de erros. O erro é um elemento indissociável do processo criativo. Inovar é sempre um
Dora Cabete Advogada Mestre em Ciências Sociais
Edição: NRDC@ Escritório de Advogados Edição Gráfica: Dra. Fátima Oliveira Fotografia: Dr. Miguel Machado E-mail: nrdcadvogados@gmail.com Webpage: www.nrdc-advogados.com Tel: (+351)296 281 750/296 281 751 Endereço: Rua da Cruz, nº 55--1º andar, S.José, 9500-051 Ponta Delgada
NRDC@ Escritório de Advogados, visando dar cumprimento à sua missão, anuncia com enorme entusiasmo o términus da primeira edição da Newsletter "Global to Local News 2015". Inauguramos esse canal
A presente Newsletter destina-se a ser distribuída entre Clientes e Colegas e a informação nela contida é prestada de forma geral e abstrata, não substituindo o recurso a aconselhamento jurídico para a resolução de casos concretos, pelo que, não deve servir de base para qualquer tomada de decisão sem assistência profissional qualificada. O conteúdo desta Newsletter não pode ser reproduzido, no seu todo ou em parte, sem a expressa autorização do editor. Caso deseje obter esclarecimentos adicionais sobre este assunto ou deixar de receber a nossa Newsletter contate-nos: nrdcadvogados@gmail.com ou visite o nosso site www.nrdc-advogados.com. © NRDC - Escritório de Advogados 2015
Edição: I 2015 – 12 – nº4
Global to Local News processo de observação e de correção de erros. “A verdade é um erro à espera de vez”. Paradoxalmente, vivemos numa sociedade que tolera amiúde o erro quando este representa incumprimento de tarefas rotineiras, atrasos, incúria, desleixo, negligência, incompetência, má qualidade e até mesmo dolo. Mas somos severos com os erros de quem tenta inovar. As falhas de um novo sistema, os erros de um novo processo são criticados encarniçadamente e raramente são vistos como passos no caminho do progresso. Mata-se a inovação à nascença. Por vezes com deleite, sentados na confortável poltrona de quem não arrisca fazer nada de novo. Dar licença para errar é condição essencial para a inovação e para o progresso. O erro bom, o erro que encerra toda uma lição, o erro que induz progresso, não pode ser confundido com o erro negligente "
garantia de sermos a primeira Newsletter regional com a atribuição de ISSN (International Standard Serial Number) . Desejamos a todos uma boa leitura, boas festas e um Santo Natal!
Virgílio de Carvalho Mestre em Direito Doutorando em Direito pela Universidade Autónoma de Lisboa
A Pessoa Humana enquanto valor Supremo do Direito
Dito isso, no próximo ano de 2016, iniciamos uma nova fase desta publicação. Optamos por publicar a Newsletter "Global to Local News" num novo formato gráfico, com um periodicidade mensal em detrimento da semanal, com a publicação de artigos científicos e de opinião, com noticias de interesse geral, com alguns extratos de legislação (europeia, nacional e regional), entre muitos outros itens de informação jurídica. Mas, principalmente, com o selo de Edição: NRDC@ Escritório de Advogados Edição Gráfica: Dra. Fátima Oliveira Fotografia: Dr. Miguel Machado E-mail: nrdcadvogados@gmail.com Webpage: www.nrdc-advogados.com Tel: (+351)296 281 750/296 281 751 Endereço: Rua da Cruz, nº 55--1º andar, S.José, 9500-051 Ponta Delgada
Desde muito tem-se apregoado alguns princípios que acarretam, de per si, valores inefáveis da personalidade humana. A pessoa humana não se apresenta como conceito recente de culto se assim o quisermos. Desde os primórdios ela foi evocada. Importa trazer à ribalta alguns grandes homens de que reza a história, centrando-nos em Sócrates. Este pensador nunca escreveu nada mas fê-lo, por ele, o seu discípulo.
Global to Local News Platão. Portanto, a influência socrática pode ser subsumida na sua eterna expressão: “conheça-te a ti mesmo” que contrapõe a velha tendência dos filósofos naturalistas que centravam tudo numa visão cosmológica. (Para mais pormenores vide MATNER, Thomas (2010) Dicionário de Filosofia, pp. 699 e ss). A famosa expressão socrática, do conheça-te, a ti mesmo é um sinal clarividente de apreço à pessoa humana. Sócrates sempre entendeu que era no interior do homem onde residia a sua essência, ou seja, onde residia a sua hamanidade, princípio penere que norteia o ser humano enquanto ser de relações sociais, situação que, hodiernamente, se impõe o Direito, como norma suprema. A visão socrática foi tomada, por muitos dos seus contemporâneos, aliás, as constituições hodiernas, incluisive a moçambicana, apresentam alguns resquícios desta nobre visão socrática. A título de exemplo, sobre as liberdades e garantias fundamentais, no caso moçambicano importa ter em conta que os artigos 35.º e ss., são sinais clarividentes do esforço do legislador constituinte, em ver materializados os aspectos inerentes à pessoa humana. A Declaração Universal dos Direitos Humanos também se nos aparece como um dos instrumentos fulcrais que tendem a salvaguardar os valores que norteam a pessoa humana. Em alguns
aspectos deste instrumento vêem patentes estes elementos norteadores da personalidade humana. Essa materialização deve ser efectivada através das Constituições dos EstadosParte e até mesmo os Estados não aderentes, segundo os ditames da própria Declaração (vide Prefácio da Declaração). Na verdade, o convívio social, aliado aos factores diferenciais não devem atentar os valores mais sagrados da personalidade humana, pautando-se, insistentemente, pelo equilíbrio das relações humanas, pois, no dizer de DOMINGOS DE SOUSA “..é importante não destruir as naturais e inevitáveis diferenças individuais, devendo-se antes estimular-se os factores diferenciadores, enquanto traços essenciais de afirmação da personalidade…”. (Vide SOUSA, Domingos Pereira (2013) Noções Fundamentais de Direito, p. 25). No entanto, não deixaríamos de frisar, pois, seria abominável se tal não acontecesse que a dignidade da pessoa humana é o princípio último onde assentam todos os princípios da pessoa humana. Seria, portanto, infame desenvencilhar-se deste super princípio, enquanto princípio norteador de todo o Direito, tendo em conta que o direito surge para servir o homem ou como diz o velho ditado triádico ubi homo, ibi Societas, ubi Societas, ibi Ius, ubi Homo, ibi Ius. Por conseguinte, auguramos
Global to Local News que todos os princípios, chamados aqui à colação nunca desapareçam no seio do homem, pois, a sua morte pressupõe o término e o desvanecer do próprio ser humano. Somos defensores do Direito mas somos também defensores da humanidade porque acreditamos que a humanidade é o caminho certo para o alcance da justiça, pois, estreitando os conceitos, não há justiça sem esse valor supremo, o homem.
União Europeia Protocolo de Alteração do Acordo entre a Comunidade Europeia e a Confederação Suíça que prevê medidas equivalentes às previstas na Diretiva 2003/48/CE do Conselho relativa à tributação dos rendimentos da poupança sob a forma de juros.
Regulamento Delegado (UE, Euratom) 2015/2401 da Comissão, de 2 de outubro de 2015, sobre o conteúdo e o funcionamento do registo dos partidos políticos europeus e das fundações políticas europeias. Regulamento (UE) 2015/2406 da Comissão, de 18 de dezembro de 2015, que altera o Regulamento (CE) n.o 1126/2008, que adota determinadas normas internacionais de contabilidade nos termos do Regulamento (CE) n.o 1606/2002 do Parlamento Europeu e do Conselho, no que diz respeito à norma internacional de contabilidade 1 (Texto relevante para efeitos do EEE). Diretiva (UE) 2015/2376 do Conselho, de 8 de dezembro de 2015, que altera a Diretiva 2011/16/UE no que respeita à troca automática de informações obrigatória no domínio da fiscalidade. Decisão (UE, Euratom) 2015/2393 do Conselho, de 8 de dezembro de 2015, que altera o Regulamento Interno do Conselho.
Edição: I 2015 –12 – nº 4
Global to Local News Acordo entre a União Europeia e a República de Palau sobre a isenção de visto para as estadas de curta duração. Regulamento de Execução (UE) 2015/2387 da Comissão, de 17 de dezembro de 2015, que estabelece os valores forfetários de importação para a determinação do preço de entrada de certos frutos e produtos hortícolas.
Diretiva de Execução (UE) 2015/2392 da Comissão, de 17 de dezembro de 2015, relativa ao Regulamento (UE) n.o 596/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho no que se refere à comunicação, às autoridades competentes, de informações sobre infrações efetivas ou potenciais a esse regulamento. Decisão (UE) 2015/2354 do Conselho, de 10 de dezembro de 2015, que autoriza certos Estados-Membros a aceitar, no interesse da União Europeia, a adesão das Seicheles à Convenção da Haia de 1980 sobre os Aspetos Civis do Rapto Internacional de Crianças. Decisão (UE) 2015/2355 do Conselho, de 10 de dezembro de 2015, que autoriza certos Estados-Membros a aceitar, no interesse da União Europeia, a adesão da Federação da Rússia à Convenção da Haia de 1980 sobre os Aspetos Civis do Rapto Internacional de Crianças.
Decisão (UE) 2015/2356 do Conselho, de 10 de dezembro de 2015, que autoriza certos Estados-Membros a aceitar, no interesse da União Europeia, a adesão da Albânia à Convenção da Haia de 1980 sobre os Aspetos Civis do Rapto Internacional de Crianças. Decisão (UE) 2015/2363 da Comissão, de 16 de dezembro de 2015, que altera o anexo A da Convenção monetária entre a União Europeia e o Principado do Mónaco. Decisão de Execução (UE) 2015/2429 do Conselho, de 10 de dezembro de 2015, que autoriza a Letónia a introduzir uma medida especial em derrogação ao artigo 26.o, n.o 1, alínea a), e aos artigos 168.o e 168.o-A da Diretiva 2006/112/CE relativa ao sistema comum do imposto sobre o valor acrescentado.
Decisão (PESC) 2015/2430 do Conselho, de 21 de dezembro de 2015, que atualiza a lista de pessoas, grupos e entidades a que se aplicam os artigos 2.o, 3.o e 4.o da
Global to Local News Edição: I 2015 –12 – nº 4
Posição Comum 2001/931/PESC, relativa à aplicação de medidas específicas de combate ao terrorismo, e que revoga a Decisão (PESC) 2015/1334.
Decisão (PESC) 2015/2431 do Conselho, de 21 de dezembro de 2015, que altera a Decisão 2014/512/PESC que impõe medidas restritivas tendo em conta as ações da Rússia que desestabilizam a situação na Ucrânia.
1. Editorial ........................................... p.1 2. Artigo de Opinião………...……..…………p.2 3. União Europeia……………………………...p.4 4. Conselho Europeu…..……….………..….p.6 5. Assembleia Legislativa……………………p.6 5. Diário da República…………....…...……p.7 6. Assembleia Regional dos Açores……p.9 7. Recentes decisões dos Tribunais Superiores…………..…………………………..p.10
Regulamento (UE) 2015/2441 da Comissão, de 18 de dezembro de 2015, que altera o Regulamento (CE) n.o 1126/2008, que adota determinadas normas internacionais de contabilidade nos termos do Regulamento (CE) n.o 1606/2002 do Parlamento Europeu e do Conselho, no que diz respeito à norma internacional de contabilidade 27 (Texto relevante para efeitos do EEE).
Conselho Europeu Conclusões sobre a migração - Conselho Europeu (17 de dezembro de 2015) Conclusões sobre a migração.
Rússia: UE prorroga sanções económicas por seis meses Em 21 de dezembro de 2015, o Conselho prorrogou as sanções económicas da UE contra a Rússia até 31 de julho de 2016. Segundas conclusões do Conselho sobre a 10.ª Conferência Ministerial da Organização Mundial do Comércio Em 19 de dezembro de 2015, o Conselho adotou as segundas conclusões do Conselho sobre a 10.ª Conferência Ministerial da Organização Mundial do Comércio.
Assembleia Legislativa INICIATIVAS LEGISLATIVAS Projeto de Lei 83/XIII Assegura a gratuitidade da conta base.
Projeto de Lei 80/XIII Revoga o Decreto-lei nº 138/2013, de 9 de outubro que "define as formas de articulação do Ministério da Saúde e os estabelecimentos e serviços do Serviço Nacional de Saúde (SNS) com as instituições particulares de solidariedade social,
Global to Local News bem como estabelece o regime de devolução às Misericórdias dos hospitais objeto das medidas previstas nos Decretos-Leis n.ºs 704/74, de 7 de dezembro, e 618/75, de 11 de novembro, atualmente geridos por estabelecimentos ou serviços do SNS". Projeto de Resolução 57/XIII Recomenda a adoção de iniciativas urgentes para a defesa e sustentabilidade do setor leiteiro nacional na sequência do fim do regime de quotas leiteiras na União Europeia.
Projeto de Resolução 56/XIII Racionalização dos contratos de Associação com o ensino privado garantido a proteção da escola pública. Projeto de Resolução 55/XIII Restabelecimento de feriados suprimidos.
DIPLOMAS APROVADOS Proposta de lei n.º 8/XIII Procede à primeira alteração à Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro (Orçamento do Estado para 2015).
Diário da República Resolução da Assembleia da República n.º142/2015 – Diário da República n.º 246/2015, Série I de 2015-12-17 Assembleia da República Participação da Assembleia da República em Organizações Parlamentares Internacionais. Resolução da Assembleia da República n.º141/2015 – Diário da República n.º 246/2015, Série I de 2015-12-17 Assembleia da República Recomenda a divulgação e o estudo da Constituição da República Portuguesa na escolaridade obrigatória.
Resolução do Conselho de Ministros n.º96/2015 – Diário da República n.º 247/2015, Série I de 2015-12-18 Presidência do Conselho de Ministros Concede tolerância de ponto aos trabalhadores que exercem funções públicas no Estado, nos institutos públicos e nos serviços desconcentrados da administração central, no dia 24 e no dia 31 de dezembro de 2015. Índice 1. Editorial............................................ p.1 2. Artigo de Opinião………...……..…………p.2 3. União Europeia……………………………...p.4 4. Conselho Europeu…..……….………..….p.6 5. Assembleia Legislativa……………………p.6 5. Diário da República…………....…...……p.7 6. Assembleia Regional dos Açores……p.9 7. Recentes decisões dos Tribunais Superiores…………..…………………………..p.10
Resolução do Conselho de Ministros n.º 98/2015 – Diário da República n.º 248/2015, Série I de 2015-12-21 Presidência do Conselho de Ministros Delega na Ministra da Administração Interna a competência para a prática dos atos necessários para a adjudicação dos procedimentos pré-contratuais respeitantes à aquisição de combustíveis rodoviários, da prestação dos serviços de limpeza e prestação de serviços de manutenção e assistência técnica a veículos. Resolução do Conselho de Ministros n.º 97/2015 – Diário da República n.º 248/2015, Série I de 2015-12-21 Presidência do Conselho de Ministros Autoriza o Ministério da Justiça, através da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais, a proceder à aquisição de serviços de vigilância eletrónica. Resolução do Conselho de Ministros n.º 99/2015 – Diário da República n.º 248/2015, Série I de 2015-12-21 Presidência do Conselho de Ministros Delega no Ministro do Ambiente a competência para a prática de todos os atos necessários à execução dos contratos celebrados na sequência do procedimento pré-contratual de concurso público, autorizado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 92/2009, de 22 de setembro, para a aquisição de serviços de execução cadastral, no âmbito do Sistema Nacional de Exploração e Gestão de Informação Cadastral. Decreto Regulamentar Regional nº23/2015/A – Diário da República n.º 247/2015, Série I de 2015-12-18 Região Autónoma da Madeira - Presidência do Governo Aprova a orgânica da Direção Regional de Pescas. Resolução do Conselho de Ministros n.º 98/2015 – Diário da República n.º 248/2015, Série I de 2015-12-21 Presidência do Conselho de Ministros Delega na Ministra da Administração Interna a competência para a prática dos atos
necessários para a adjudicação dos procedimentos pré-contratuais respeitantes à aquisição de combustíveis rodoviários, da prestação dos serviços de limpeza e prestação de serviços de manutenção e assistência técnica a veículos.
Resolução do Conselho de Ministros n.º 97/2015 – Diário da República n.º 248/2015, Série I de 2015-12-21 Presidência do Conselho de Ministros Autoriza o Ministério da Justiça, através da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais, a proceder à aquisição de serviços de vigilância eletrónica. Resolução do Conselho de Ministros n.º 99/2015 – Diário da República n.º 248/2015, Série I de 2015-12-21 Presidência do Conselho de Ministros Delega no Ministro do Ambiente a competência para a prática de todos os atos necessários à execução dos contratos celebrados na sequência do procedimento précontratual de concurso público, autorizado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 92/2009, de 22 de setembro, para a aquisição de serviços de execução cadastral, no âmbito do Sistema Nacional de Exploração e Gestão de Informação Cadastral. Resolução do Conselho de Ministros n.º 101/2015 – Diário da República n.º 250/2015, Série I de 2015-12-23 Presidência do Conselho de Ministros Aprova o Programa Escolhas (2016-2018). Resolução do Conselho de Ministros n.º 100/2015 – Diário da República n.º 250/2015, Série I de 2015-12-23 Presidência do Conselho de Ministros Cria uma estrutura temporária de projeto designada por Estrutura de Missão para a Capitalização de Empresas.
Assembleia Regional dos Açores Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores Decreto Legislativo Regional N.º 25/2015/A de 17 de Dezembro Altera o Estatuto do Pessoal Docente da Educação Pré-Escolar e dos Ensinos Básico e Secundário na Região Autónoma dos Açores. Edição: NRDC@ Escritório de Advogados Edição Gráfica: Dra. Fátima Oliveira Fotografia: Dr. Miguel Machado E-mail: nrdcadvogados@gmail.com Webpage: www.nrdc-advogados.com Tel: (+351)296 281 750/296 281 751 Endereço: Rua da Cruz, nº 55--1º andar, S.José, 9500-051 Ponta Delgada
Global to Local News S.R. do Mar, Ciência e Tecnologia Despacho Normativo N.º 44/2015 de 21 de Dezembro Aprova o Regulamento Geral de Bolsas de Investigação Científica e de Apoio à Gestão do Fundo Regional para a Ciência e Tecnologia.
Índice 1. Editorial ............................................p.1 2. Artigo de Opinião………...……..…………p.2 3. União Europeia……………………………...p.4 4. Conselho Europeu…..……….………..….p.6 5. Assembleia Legislativa……………………p.6 5. Diário da República…………....…...……p.7 6. Assembleia Regional dos Açores……p.9 7. Recentes decisões dos Tribunais Superiores…………..…………………………..p.10
Vice-Presidência do Governo, Emprego e Competitividade Empresarial, S.R. do Turismo e Transportes, S.R. do Mar, Ciência e Tecnologia, S.R. da Agricultura e Ambiente Despacho Normativo N.º 46/2015 de 23 de Dezembro Fixa o preço máximo de venda ao público do gasóleo consumido na agricultura e do gasóleo consumido na pesca artesanal e pela frota de pesca costeira de convés fechado e do largo. Revogado o Despacho Normativo n.º 40/2015, de 30 de setembro.
Recentes decisões dos Tribunais Superiores Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa Burla; Falsificação de cheque; Vícios da Sentença; Nulidades; Omissão de fundamentação –Acórdão de 17-12-2015
“I - Não dá a sentença cabal cumprimento ao disposto no artigo 374.º, n.º 2 do CPP, ao não proceder ao exame critico das provas produzidas em julgamento, limitandose o Tribunal a quo a referir o que os arguidos e as testemunhas disseram, sem explicitar os concretos motivos porque entendeu valorar as declarações dos arguidos e das testemunhas, umas em detrimento das outras, nem fundamentando o motivo pelo qual usou do in dubio pro reopara absolver os arguidos do crime porque foram acusados, pois tal princípio não serve para colmatar as insuficiências do exame crítico da prova.II - O exame grafológico, realizado pelo LPC da PJ e junto com a acusação, constitui prova pericial e, como tal, subtraída à livre apreciação do julgador. Ao fazer a sentença tábua rasa do exame pericial junto aos autos, concluindo, sem qualquer fundamentação, em sentido diverso deste, está a violar o disposto nos artigos 127.º e 163.º do CPP e a consubstanciar a nulidade da sentença prevista no artigo 379.º, n.º 1, al. c), do mesmo diploma. III - Não é consentâneo com as regras da experiência comum que alguém que falsifica nove cheques, abusando das assinaturas dos titulares da conta, e depois procede ao
Edição: I 2015 – 11 – nº 4
Global to Local News depósito dos mesmos na sua conta bancária, atue sem intenção de lhes causar prejuízo e de estar obter para si um enriquecimento ilegítimo. Mesmo que se tivesse provado a tese da defesa de que a arguida assim procedeu porque tinha créditos pelos quais por esta via pretendia ressarcir-se, mal se andará se for permitido que todos aqueles que tendo créditos sobre outros falsifiquem cheques de contas bancárias destes e procedam em seu favor ao respetivo depósito.” Burla; Compras online-internet; Momento do Conhecimento do Facto Criminoso; Direito de Queixa; Tempestividade – Acórdão de 17-12-2015 “I - Para efeitos do disposto no artigo 115.º, n.° 1, do CP, quando é referido que o direito de queixa se extingue no prazo de 6 meses a contar da data em que o ofendido teve conhecimento do facto, esse facto tem de aparecer aos olhos do próprio ofendido como um facto que constitui a prática de um crime, pelo que só a partir do momento em que o ofendido tem a noção de que poderá estar a ser vítima de um crime é que poderá contabilizar-se o prazo para o exercício do direito de queixa.II - O conhecimento do facto criminoso por parte do lesado em burla por meio de vendas online, por encomenda telefónica ou outras à distância só ocorre quando decorrido algum tempo sobre a compra - o razoável para a chegada da encomenda ou aquele que o vendedor do bem/ mercadoria ou o fornecedor do serviço alvo do negócio indica como o previsível e o interessado aceita - o comprador percebe que caiu num engodo/ armadilha ardilosamente montada com aparência de coisa/ site/ empresa séria e que nunca nada irá receber em troca do que desembolsou, seja o bem que encomendou e antecipadamente pagou (total ou parcialmente como lhe era exigido nas conversações/ mensagens) seja o dinheiro que na aquisição daquele já despendeu, mormente por transferência bancária. Enquanto a vítima não se convenceu, consciencializa ou no mínimo apercebeu de que foi alvo de uma fraude, perante fundada suspeita de que afinal nada se concretizará, contrariamente ao que lhe fora prometido e assegurado no âmbito das negociações, as quais se devem pautar pela boa fé, sem reserva mental, entre as partes que celebram negócio comercial, não está obrigada a apresentar queixa. A assim não se entender os "burlões" que conseguissem enganar as vítimas durante seis meses com falsas promessas de entrega dos bens ou de devolução do dinheiro ficariam impunes. Por outro lado, precipitando-se, poderia facilmente o comprador incorrer em denúncia caluniosa, transformando-se de potencial vítima em previsível arguido.”
Global to Local News Condução sem Carta; Admoestação – Acórdão de 22-12-2015
Índice 1. Editorial............................................ p.1 2. Artigo de Opinião………...……..…………p.2 3. União Europeia……………………………...p.4 4. Conselho Europeu…..……….………..….p.6 5. Assembleia Legislativa……………………p.6 5. Diário da República…………....…...……p.7 6. Assembleia Regional dos Açores……p.9 7. Recentes decisões dos Tribunais Superiores…………..…………………………..p.10
“I - No crime de condução de veículo sem habilitação legal, salvo em situações excecionais, verificadas razões ponderosas, não se justifica a substituição da multa pela admoestação por o referido crime constituir uma grave violação das regras de trânsito, sendo de prática frequente, a tornar muito prementes as necessidades de prevenção geral.II - Configura uma situação excecional, justificando a substituição da multa pela admoestação e realizando de forma adequada e suficiente as finalidades da punição, as circunstâncias do arguido ter 18 anos de idade à data da prática do crime de condução sem carta; ter, no âmbito da suspensão provisória do processo, já prestado 100 (cem) horas de trabalho a favor da comunidade; ter, entretanto e um ano antes da condenação dos presentes autos, obtido a necessária licença de condução; terem os factos ocorrido há sete anos e cinco meses, sem que tenha sido o arguido a arrastar processualmente a tramitação dos autos com expedientes dilatórios ou outros, bem como sempre compareceu quando convocado e respondeu ao que lhe foi sendo solicitado; não estarem por reparar quaisquer danos; não ser conhecida, anterior ou posteriormente a ter perpetrado os factos dos autos, a prática pelo arguido de quaisquer outros crimes; ter manifestado censura relativamente à sua conduta; ter confessado integralmente e sem reservas, sendo que in casu a confissão é muito relevante já que o exercício da condução na data dos factos não foi presenciado pela autoridade policial e estar inserido social e familiarmente.” Acórdão do Tribunal da Relação do Porto Dano da Perda de Chance ou Oportunidade – Acórdão de 03-12-2015
“I - O dano da “perda de chance ou oportunidade” consiste na possibilidade real de alcançar um determinado resultado positivo, ainda que de verificação incerta e que por intervenção de um terceiro foi impossível obter, razão pela qual a indemnização a conceder não visa a perda do resultado querido, mas a oportunidade que se perdeu. II - Assim, apenas a omissão ou acção do terceiro que contendeu com um sério, real e muito provável desfecho favorável ao lesado pode configurar o dano, já que o dano está associado à possibilidade real do êxito que se frustrou. III - Tal não ocorre quando não obstante a conduta omissiva do patrono oficioso do autor alegadamente lesado, traduzida na não apresentação de articulado no qual iriam ser vertidas as razões nas quais o mesmo impugnaria a regularidade e a licitude do seu despedimento, se conclui perante os elementos de facto disponíveis,
Global to Local News que tal pretensão não teria reais e razoáveis probabilidades de obter provimento.” Prescrição Presuntiva –Acórdão de 03-12-2015
“I - Tendo o réu, na contestação, arguido a excepção da prescrição presuntiva de curto prazo e, em simultâneo, alegado que não pagou a quantia reclamada na petição inicial por não ter a obrigação de a pagar, praticou em juízo actos incompatíveis com a presunção de pagamento. II - A consequência dessa situação é apenas a de improceder a excepção da prescrição e já não também a de considerar confessada a existência da obrigação de pagamento alegada pelo autor mas impugnada, de forma expressa, pelo réu na contestação. III - Quando diz que perante a prática em juízo de actos incompatíveis com a presunção de cumprimento se “considera confessada a dívida”, o artigo 314.º do Código Civil deve ser interpretado não como conduzindo à confissão dos factos jurídicos geradores da obrigação cujo cumprimento o autor pretende, mas como confissão do devedor de que não pagou, contrariamente ao que se presumia.”
Acidente de Viação; Prescrição do Direito à Indemnização – Acórdão de 17-122015 “1 - Para efeitos de início da contagem do prazo de prescrição de 3 anos, a que alude o nº 1 do art.º 498º do C. Civil, o que releva não é o conhecimento do direito em termos jurídicos mas sim o conhecimento dos factos constitutivos do direito. 2 - Assim, emergindo o direito do lesado de acidente de viação, e conhecendo aquele, na data do acidente as circunstâncias do acidente, relativas à identidade do responsável e à existência do dano, é em princípio nessa data que se inicia a contagem do prazo prescricional. 3 - Para o efeito, é de todo irrelevante o facto de entretanto ter decorrido processocrime contra o autor na acção, não fazendo sentido que tivesse que ficar à espera do resultado do processo-crime (relativo ao acidente) que até foi instaurado contra si e que não se destinava a averiguar a responsabilidade do outro condutor.”
Global to Local News Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra Liberdade Condicional; Pressupostos da Liberdade Fundamentação da Decisão – Acórdão de 16-12-2015
“I - A decisão judicial deve conter sempre, de forma suficiente, as razões, de facto e de direito, em que se funda, variando a sua extensão em razão da complexidade e circunstancialismo de cada caso. II - O texto do n.º 1, art. 146.º do CEPMPL corresponde, quase que integralmente, ao do n.º 5 do art. 97.º do CPP, e a inobservância deste último tem como consequência o cometimento de mera irregularidade, sujeita ao regime de arguição previsto no art. 123.º do mesmo Código. III - O instituto da liberdade condicional, enquanto incidente de execução da pena de prisão que antecipa a libertação do condenado, visa eliminar ou, pelo menos, esbater, o efeito criminógeno da pena e consequente aumento das dificuldades dos condenados em regressarem, de forma integrada, ao seio da comunidade terminado que seja o respectivo cumprimento (cfr. Figueiredo Dias, Direito Penal Português, As Consequências Jurídicas do Crime, Aequitas, págs. 528 e 542). IV - A concessão da liberdade condicional depende da verificação dos pressupostos previstos no art. 61º, do C. Penal. V - A concessão da liberdade condicional aos dois terços do cumprimento da pena, com o consentimento do condenado, depende apenas da satisfação das exigências de prevenção especial de socialização [prognose favorável sobre o futuro comportamento em meio livre], presumindo-se que, dado o tempo de cumprimento de pena já decorrido, a libertação é compatível com a defesa da ordem jurídica e da paz social (cfr. Maria João Antunes, ob. cit., pág. 87).”
Venda por Negociação Particular; Valor; Autorização Judicial; Venda Executiva – Acórdão de 16-12-2015
“1. A venda de um bem, na modalidade de negociação particular, pode ser autorizada por valor inferior ao indicado no artigo 816.º, n.º 2, do NCPC, desde que garantidos os interesses das pessoas/entidades indicadas no artigo 821.º, n.º 3 do mesmo diploma. 2. A defesa dos interesses de todos os intervenientes e interessados acima referidos, mormente dos executados e demais credores, ao autorizar a venda por um preço inferior ao anunciado para a venda, terá de resultar, casuisticamente, da ponderação de diversos factores “tendo conta, designadamente, o período de tempo já decorrido com a realização da venda, a forma como a conjuntura económica evolui, as qualidades
Índice 1. Editorial ............................................ p.1 2. Artigo de Opinião………...……..…………p.2 3. União Europeia……………………………...p.4 4. Conselho Europeu…..……….………..….p.6 5. Assembleia Legislativa……………………p.6 5. Diário da República…………....…...……p.7 6. Assembleia Regional dos Açores……p.9 7. Recentes decisões dos Tribunais Superiores…………..…………………………..p.10
Global to Local News do bem e consequentes potencialidades da sua venda, o interesse manifestado pelo mercado, a eventual desvalorização sofrida, valores de mercado da zona, e quaisquer outros elementos que devam ser levados em conta para um bom juízo acerca da aceitação da(s) oferta(s) havidas.” 3. Ora, no caso em apreço, estamos em presença de uma venda que já se arrasta desde Novembro de 2013 em que, na modalidade de venda por negociação particular - adotada na sequência da frustração da venda por abertura de propostas por falta de proponentes -, foi apresentada uma única proposta de aquisição e por montante superior ao valor patrimonial tributário determinado no ano de 2014. Considerando estes factos, conjugados com a notória conjuntura nacional no mercado imobiliário, conclui-se que a venda por um valor inferior ao publicitado no art. 816º nº2 do NCPC não viola os interesses patrimoniais dos demais credores e dos executados, sendo, por isso, de autorizar.”
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