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Timestamp: 2018-09-19 19:59:57+00:00
Document Index: 15054734

Matched Legal Cases: ['Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 6', 'Artigo 7', 'Artigo 8', 'Artigo 9', 'Artigo 10', 'Artigo 11', 'Artigo 12', 'Artigo 13', 'Artigo 14', 'Artigo 15', 'Artigo 16', 'Artigo 17', 'Artigo 18']

REGULAMENTO INTERNO DA UNIDADE CURRICULAR - PDF
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Rafaela Fontes Palha
1 REGULAMENTO INTERNO DA UNIDADE CURRICULAR DE DESENVOLVIMENTO PESSOAL CURSOS LIVRES ACTIVIDADES EXTRA-CURRICULARES
2 REGULAMENTO INTERNO DA UNIDADE CURRICULAR DE DESENVOLVIMENTO PESSOAL Secção I Disposições e princípios gerais Artigo 1.º (Âmbito e componentes) 1. O Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), dando cumprimento à sua vocação de formação e no âmbito das orientações da Declaração de Bolonha, oferece aos alunos do 1.º ciclo a possibilidade de frequência de módulos disciplinares em regime de cursos livres e o reconhecimento e validação de um vasto leque de actividades extra-curriculares. 2. As componentes da unidade curricular de Desenvolvimento Pessoal são os cursos livres e as actividades extra-curriculares. 3. Admite-se a candidatura de alunos do 2.º ciclo aos cursos livres mediante as condições explicitadas na Secção II. Artigo 2.º (Objectivos) 1. A frequência dos cursos livres visa proporcionar aos alunos o aprofundamento e a actualização de competências e capacidades em áreas do conhecimento consideradas necessárias e complementares à formação de base. 2. O reconhecimento e a validação das actividades extra-curriculares, desenvolvidas fora do contexto de ensino formal, visam estimular os alunos a adquirirem, de forma diversificada, conhecimentos e competências sociais, relacionais, culturais e profissionais. Artigo 3.º (Creditação) 1. Os créditos de cada curso livre e de cada actividade extra-curricular são fixados anualmente pelo Conselho Científico. 2. Os créditos referidos no número anterior são acumuláveis na Unidade Curricular de Desenvolvimento Pessoal até ao limite máximo de seis ECTS. 3. A frequência de cursos livres e realização de actividades extra-curriculares que excedam o limite referido no número anterior são reconhecidas por inclusão no Suplemento ao Diploma. 2
3 Artigo 4.º (Candidaturas) 1. Os alunos que pretendam frequentar os cursos livres devem apresentar a sua candidatura junto da Secretaria das Licenciaturas do ISEG, de acordo com o calendário e procedimentos por esta estabelecida. 2. Os alunos que pretendam ver reconhecidas as actividades extracurriculares em que estão envolvidos devem fazer prova dessas actividades junto da Secretaria das Licenciaturas, mediante o preenchimento de formulário próprio e entrega dos documentos exigidos (ver anexo I). Secção II Cursos livres Artigo 5.º (Lista de cursos livres e programas) 1. Em cada ano lectivo, o Conselho Científico define e divulga a lista de cursos livres. 2. O programa de cada curso livre deve incluir os respectivos objectivos, conteúdos e métodos pedagógicos. O programa é elaborado pelo docente responsável do curso. Artigo 6.º (Número de vagas) 1. O número de vagas de cada curso livre é fixado anualmente pelo Conselho Científico. 2. Do total de vagas definido, 20% serão adstritas a alunos do 2.º ciclo. Caso não sejam preenchidas, essas vagas reverterão a favor dos alunos do 1.º ciclo. Artigo 7.º (Seriação de candidatos) 1. Quando o número de candidatos à frequência de um curso livre exceder o respectivo número de vagas, aplicar-se-ão os seguintes critérios de seriação: (a) o ano curricular; (b) o ranking geral do mérito escolar. 2. Nos casos em que se justifique, a escolha dos candidatos poderá ter por base a realização de entrevistas ou de teste de diagnóstico. 3
4 3. No caso dos alunos de 2.º ciclo, o critério de seriação será a média de licenciatura. Artigo 8.º (Depósito provisório reembolsável) 1. A candidatura a cada curso livre implica um depósito provisório reembolsável cujo valor é definido anualmente pelo Conselho Directivo. 2. No caso do aluno não ser seleccionado para o curso livre a que se candidatou, o valor do depósito provisório é reembolsável. 3. No caso dos alunos seleccionados, o valor do depósito provisório só é reembolsável se cumprirem os mínimos de assiduidade definidos pelo docente de cada curso livre e após se submeterem à avaliação de conhecimentos. 4. Caso os alunos se candidatem a dois ou mais cursos livres com horários sobrepostos e sejam seleccionados em todos, o valor do depósito provisório respeitante aos cursos que decidam renunciar não será reembolsável pois cabe ao aluno a responsabilidade na escolha dos cursos a que se candidata e para os quais os horários são previamente disponibilizados. Artigo 9.º (Avaliação e classificação) 1. No caso dos cursos livres, os alunos devem submeter-se ao regime de avaliação de conhecimentos e ao sistema de controlo de presenças estipulados pelos respectivos docentes. A avaliação final é expressa na escala de 0 a 20 valores e integra a média global de curso. 2. Para os alunos de 2.º ciclo, as notas obtidas nos cursos livres são unicamente reconhecidas no Suplemento ao Diploma. Secção III Actividades extra-curriculares Artigo 10.º (Tipo de actividades) 1. As actividades extra-curriculares podem decorrer no interior ou exterior do ISEG. Incluem a realização de estágios profissionais, acções de voluntariado, prática de actividades desportivas e artísticas, associativismo, padrinho/madrinha Erasmus, frequência de seminários. 4
5 2. Sem prejuízo da alínea anterior, o Conselho Científico pode reconhecer outro tipo de actividades extra-curriculares. Artigo 11.º (Requisitos temporais mínimos de participação) 1. Os tempos mínimos de participação nas actividades extra-curriculares variam consoante o conteúdo e exigências de cada actividade. 2. No caso dos estágios e das acções de voluntariado, a duração mínima exigida é de 6 semanas. Serão consideradas as candidaturas de alunos que tenham realizado várias práticas de voluntariado ou vários estágios desde que perfaçam aquele requisito temporal mínimo. 3. No que diz respeito à frequência de seminários (ou workshops, colóquios, conferências), é necessária a participação em dez eventos dessa natureza. As regras de contabilização são as seguintes: (a) a frequência de um seminário com a duração de algumas horas ou um dia conta como um evento; (b) um seminário com dois ou mais dias conta como dois eventos. Artigo 12.º (Carácter cumulativo) Cada actividade extra-curricular só é reconhecida uma única vez por ano lectivo, até ao limite máximo de três vezes. Artigo 13.º (Âmbito temporal de aplicação) O período de contabilização das actividades extra-curriculares, em termos de atribuição de créditos, medeia entre 1 de Julho e 30 de Junho do ano seguinte. Artigo 14.º (Processo de candidatura e documentação) O processo de candidatura às actividades extra-curriculares deverá ser instruído obrigatoriamente com a documentação identificada no Anexo I. 5
6 Artigo 15.º (Avaliação das candidaturas) 1. A avaliação das candidaturas às actividades extra-curriculares é da responsabilidade de uma Comissão de Avaliação nomeada para o efeito. 2. A Comissão é composta pelo(a) Coordenador(a) da Unidade Curricular de Desenvolvimento Pessoal e, pelo menos, por mais dois elementos nomeados pelo Conselho Científico. 3. A Comissão reúne-se no final de cada semestre para apreciar, avaliar e propor ao Conselho Científico a atribuição dos créditos às actividades extracurriculares apresentadas pelos candidatos. 4. Sempre que a comprovação das actividades a creditar suscite dúvidas, a Comissão poderá exigir mais documentos comprovativos, para além dos estipulados no anexo I. Artigo 16.º (Classificação) A avaliação das actividades extra-curriculares é de índole qualitativa. Apenas é tida em conta para o número total de créditos da Unidade Curricular de Desenvolvimento Pessoal. Secção IV Disposições finais Artigo 17.º (Dúvidas e lacunas) Todas as dúvidas sobre a aplicação e interpretação do presente regulamento são resolvidas pelo Conselho Científico, mediante propostas do(a) coordenador(a) da unidade curricular de Desenvolvimento Pessoal. Artigo 18.º (Entrada em vigor) Este regulamento é aplicável a partir do ano lectivo 2008/
7 Anexo I Documentação obrigatória por actividade extra-curricular Estágio * Relatório redigido pelo candidato com 1/2 páginas A4. Deverá incluir: (a) Descrição da(s) área(s) em que se desenvolveu o estágio; (b) Apresentação detalhada das actividades/funções desenvolvidas; (c) Exposição das competências (técnicas, profissionais, relacionais) adquiridas na prossecução do estágio; (d) Apreciação global do trabalho desenvolvido. * Grelha de avaliação (anexo II), devidamente preenchida, assinada e carimbada pela entidade acolhedora. Madrinha/Padrinho ERASMUS * Relatório redigido pelo(a) madrinha/padrinho ERASMUS com a dimensão de 5 páginas A4. Deverá contemplar as seguintes dimensões: (a) O contributo da experiência para o desenvolvimento pessoal do próprio; (b) Apoio cedido no domínio da integração académica (ISEG); (c) Apoio cedido no domínio da integração social em geral; (d) Sugestões para optimizar a experiência e o programa. * Relatório redigido pelo respectivo afilhado(a) com a dimensão de 2/3 páginas A4. Deverá abordar os seguintes tópicos: (a) Apoio prestado pelo padrinho/madrinha no domínio da integração académica (ISEG); (b) Apoio prestado pelo padrinho/madrinha no domínio da integração social em geral; (c) Sugestões para optimizar a experiência e o programa. Cursos de línguas / música / informática * Declaração, devidamente assinada e carimbada, da entidade que ministrou o curso. Essa declaração deverá conter diversas informações: (a) Duração total do curso em termos de horas (ou as datas de início e término do curso); (b) O nível de aprendizagem frequentado pelo aluno; (c) Avaliação obtida pelo candidato. 7
8 Acções de voluntariado * Relatório redigido pelo candidato com 1/2 páginas A4. Deverá incorporar os seguintes tópicos: (a) Apresentação das actividades desempenhadas na entidade receptora; (b) Descrição das valências de aprendizagem desenvolvidas; (c) Explanação do enriquecimento pessoal que resultou dessa experiência. * Declaração da entidade receptora, devidamente assinada e carimbada. Deverá contemplar: (a) A identificação da área em que o candidato trabalhou; (b) Funções exercidas; (c) Período temporal da acção de voluntariado; (d) Apreciação global do trabalho do candidato. Seminários/workshops/ conferências/colóquios * Certificados de participação em dez eventos. * Relatório de avaliação global com 1/2 páginas A4. Neste relatório, o candidato deve expor, de forma clara, em que medida é que os conhecimentos adquiridos no quadro desses eventos contribuíram para a sua formação de base e/ou desenvolvimento pessoal. Dirigentes associativos * Relatório redigido pelo candidato com 1/2 páginas A4. Deverá incluir as seguintes componentes: (a) Descrição detalhada das funções desempenhadas na estrutura associativa; (b) Explicitação da duração do mandato (ou data início/fim); (c) Exposição de como é que esta experiência contribuiu para o seu desenvolvimento e aprendizagem. * Cópia da certidão da acta da tomada de posse dos corpos sociais associativos. 8
9 Anexo II GRELHA DE AVALIAÇÃO DAS ACTIVIDADES EXTRA-CURRICULARES Nome do estagiário/colaborador: Organização: Duração do estágio: Início / / Fim / / Média de horas trabalhadas por dia: h Parâmetros de avaliação Interesse pela actividade/sector Integração no ambiente de trabalho/organização Cumprimento dos prazos definidos pela organização para a realização das tarefas Capacidade de trabalho individual Capacidade de trabalho em grupo/equipa Competências relacionais (relacionamento interpessoal com colegas, chefias, clientes/utentes) Competências comunicacionais (expressão oral e escrita) Capacidades em tecnologias de informação Aptidão na resolução de problemas Facilidade de compreensão dos conhecimentos transmitidos Cumprimento de regras, normas e regulamentos existentes Produtividade (tendo em conta o tempo e recursos disponíveis) Qualidade do trabalho (precisão, apresentação cuidada) Flexibilidade e capacidade de adaptação a novas situações Demonstração de iniciativa pessoal / voluntarismo Competências de liderança Organização e planificação das actividades Assiduidade Pontualidade Nota* Outros aspectos que considere importante mencionar para uma melhor apreciação do estagiário/colaborador: AVALIAÇÃO GLOBAL: Tudo somado, e considerando todos os aspectos do trabalho do estagiário/colaborador, que nota* lhe atribui? Responsável (assinatura): Data: / / * A escala das notas é a seguinte: A excelente; B muito bom; C bom; D suficiente+; E suficiente; F insuficiente. Quando não for possível avaliar um determinado parâmetro, escrever, por favor, NA ( não se aplica ) 9