Source: http://bo.io.gov.mo/bo/i/93/07/decretolei39.asp
Timestamp: 2013-05-21 19:22:36+00:00
Document Index: 78032896

Matched Legal Cases: ['artigo 200', 'artigo 6', 'artigo 2', 'artigo 2', 'artigo 2', 'artigo 2', 'artigo 2', 'Artigo 2', 'artigo 2', 'artigo 2', 'artigo 2', 'artigo 2', 'artigo 2', 'artigo 5', 'artigo 5', 'artigo 5', 'Artigo 2', 'artigo 2', 'artigo 2', 'Artigo 2', 'artigo 5', 'artigo 5', 'artigo 5', 'Artigo 1', 'Artigo 1', 'artigo 1', 'artigo 1', 'artigo 1', 'Artigo 2', 'artigo 2', 'Artigo 2', 'artigo 2', 'Artigo 2', 'artigo 2', 'Artigo 2', 'artigo 2', 'Artigo 2', 'artigo 2', 'Artigo 2', 'artigo 2', 'artigo 5', 'Artigo 2', 'artigo 2', 'artigo 2', 'Artigo 2', 'artigo 2', 'Artigo 2', 'artigo 2', 'Artigo 2', 'artigo 5', 'artigo 5', 'artigo 5', 'Artigo 2', 'artigo 2', 'Artigo 2', 'artigo 5', 'artigo 5', 'Artigo 2', 'artigo 2', 'Artigo 2', 'artigo 5', 'artigo 5', 'artigo 5', 'artigo 5', 'Artigo 3', 'artigo 2', 'artigo 3', 'artigo 3', 'Artigo 4', 'artigo 4', 'artigo 10', 'artigo 10', 'artigo 10', 'artigo 10', 'artigo 4', 'artigo 2', 'artigo 7', 'artigo 4', 'Artigo 5', 'artigo 5', 'artigo 10', 'artigo 8', 'artigo 10', 'Artigo 6', 'artigo 2', 'artigo 6', 'Artigo 7', 'artigo 7', 'artigo 1', 'artigo 2', 'Artigo 9', 'artigo 9', 'Artigo 10', 'artigo 10', 'Artigo 10', 'artigo 5', 'artigo 5', 'artigo 9', 'artigo 5', 'artigo 5', 'artigo 5', 'Artigo 10', 'artigo 10', 'Artigo 10', 'artigo 5', 'Artigo 11', 'artigo 11', 'artigo 6', 'Artigo 17', 'artigo 17', 'Artigo 19', 'artigo 19', 'artigo 2', 'Artigo 2']

Imprensa Oficial - Decreto n.� 39/92
Novidades: Legisla��o da RAEM - DVD-ROM Cerim�nia de Imposi��o de Medalhas e T�tulos Honor�ficos do Ano de 2012 Revista da P.S.P. Investiga��o Criminal e Sistema Jur�dico Manual de Forma��o sobre Contratos P�blicos Justi�a Arbitral em Macau Li��es de Direito Internacional P�blico Revista �Administra��o� Colect�nea de Jurisprud�ncia do Tribunal de Segunda Inst�ncia da Regi�o Administrativa Especial de Macau (Tradu��es) [ P�gina Anterior ][ Vers�o Chinesa ]BOLETIM OFICIALDiploma:Decreto n.� 39/92BO N.�:7/1993Publicado em:1993.2.15P�gina:650Aprova, para ratifica��o, as emendas introduzidas ao Protocolo de Montreal sobre as Subst�ncias Que Empobrecem a Camada de Ozono.Vers�o ChinesaDiplomasrelacionados : Decreto n.� 23/88 - Aprova, para ades�o, a Conven��o de Viena para a Protec��o da Camada de Ozono.Decreto n.� 20/88 - Aprova, para ratifica��o, o Protocolo de Montreal sobre as Subst�ncias que Empobrecem a Camada de Ozono.Despacho Normativo n.� 8/93 - Determina a publica��o no Boletim Oficial de Macau do Decreto n.� 39/92, de 20 de Agosto, que aprova, para ratifica��o, as emendas introduzidas ao Protocolo de Montreal sobre as Subst�ncias Que Empobrecem a Camada de Ozono.Aviso n.� 91/99 - Torna p�blico que, por nota da Miss�o Permanente de Portugal junto das Na��es Unidas de 15 de Fevereiro e 1994, foi notificado o Secret�rio-Geral da Organiza��o, na sua qualidade de deposit�rio das emendas ao Protocolo de Montreal sobre as Subst�ncias Que Empobrecem a Camada de Ozono, adoptadas em Londres em 29 de Junho de 1990, que as referidas emendas ao Protocolo s�o aplic�veis ao territ�rio e Macau.Aviso do Chefe do Executivo n.� 31/2002 - Manda publicar a notifica��o da Rep�blica Popular da China sobre a assun��o das responsabilidades de parte em rela��o � continua��o da aplica��o na RAEM da Conven��o de Viena para a Protec��o da Camada de Ozono, conclu�da em Viena, em 22 de Mar�o de 1985.Aviso do Chefe do Executivo n.� 18/2009 - Manda efectuar diversas publica��es relativas ao Protocolo de Montreal sobre as Subst�ncias que Empobrecem a Camada de Ozono, conclu�do em Montreal, em 16 de Setembro de 1987. Aviso do Chefe do Executivo n.� 20/2012 - Manda efectuar diversas publica��es relativas ao Protocolo de Montreal sobre as Subst�ncias que Empobrecem a Camada de Ozono, conclu�do em Montreal, em 16 de Setembro de 1987. Categoriasrelacionadas : AMBIENTE - DIREITO INTERNACIONAL - OUTROS - DIREC��O DOS SERVI�OS DE PROTEC��O AMBIENTAL - DIREC��O DOS SERVI�OS DE REFORMA JUR�DICA E DE DIREITO INTERNACIONAL - Notas em LegisMacDecreto n.� 39/92
Nos termos da al�nea c) do artigo 200.� da Constitui��o, o Governo decreta o seguinte: Artigo �nico. S�o aprovadas, para ratifica��o, as emendas introduzidas ao Protocolo de Montreal sobre as Subst�ncias Que Empobrecem a Camada de Ozono, adoptadas na 2.� Reuni�o das Partes Contratantes do Protocolo, que teve lugar em Londres, de 27 a 29 de Junho de 1990, cujo texto original em l�ngua inglesa e a respectiva tradu��o em l�ngua portuguesa seguem em anexo ao presente decreto. Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 2 de Julho de 1992. � An�bal Ant�nio Cavaco Silva �Jo�o de Deus Rogado Salvador Pinheiro � Lu�s Fernando Mira Amaral � Carlos Alberto Diogo Soares Borrego. Ratificado em 27 de Julho de 1992. Publique-se. O Presidente da Rep�blica, M�RIO SOARES. Referendado em 28 de Julho de 1992. O Primeiro-Ministro, An�bal Ant�nio Cavaco Silva.
ANNEX I Adjustments to the Montreal Protocol on Substances that Deplete the Ozone Layer
The Second Meeting of the Parties to the Montreal Protocol on Substances that Deplete the Ozone Layer decides, on the basis of assessments made pursuant to article 6 of the Protocol, to adopt adjustments and reductions of production and consumption of the controlled substances in annex A to the Protocol, as follows, with the understanding that: a) References in article 2 to �this article� and throughout the Protocol to �article 2� shall be interpreted as references to articles 2, 2-A and 2-B; b) References throughout the Protocol to �paragraphs 1 to 4 of article 2� shall be interpreted as references to articles 2-A and 2-B; and
c) The reference in paragraph 5 of article 2 to �paragraphs 1, 3 and 4� shall be interpreted as a reference to article 2-A. A � Article 2-A: CFCs Paragraph 1 of article 2 of the Protocol shall become paragraph 1 of article 2-A, which shall be entitled �Article 2-A: CFCs�. Paragraphs 3 and 4 of article 2 shall be replaced by the following paragraphs, which shall be numbered paragraphs 2 to 6 of article 2-A: 2 � Each Party shall ensure that for the period from 1 July 1991 to 31 December 1992 its calculated levels of consumption and production of the controlled substances in group I of annex A do not exceed 150% of its calculated levels of production and consumption of those substances in 1986: with effect from 1 January 1993 the twelve-month control period for these controlled substances shall run from 1 January to 31 December each year. 3 � Each Party shall ensure that for the twelve-month period commencing on 1 January 1995, and in each twelve-month period thereafter, its calculated level of consumption of the controlled substances in group I of annex A does not exceed, annually, 50% of its calculated level of consumption in 1986. Each party producing one or more of these substances shall, for the same periods, ensure that its calculated level of production of the substances does not exceed, annually, 50% of its calculated level of production in 1986. However, in order to satisfy the basic domestic needs of the Parties operating under paragraph 1 of article 5, its calculated level of production may exceed that limit by up to 10% of its calculated level of production in 1986. 4 � Each Party shall ensure that for the twelve-month period commencing on 1 January 1997, and in each twelve-month period thereafter, its calculated level of consumption of the controlled substances in group I of annex A does not exceed, annually, 15% of its calculated level of consumption in 1986. Each Party producing one or more of these substances shall, for the same periods, ensure that its calculated level of production of the substances does not exceed, annually, 15% of its calculated level of production in 1986. However, in order to satisfy the basic domestic needs of the Parties operating under paragraph 1 of article 5, its calculated level of production may exceed that limit by up to 10% of its calculated level of production in 1986. 5 � Each Party shall ensure that for the twelve-month period commencing on 1 January 2000, and in each twelve-month period thereafter, its calculated level of consumption of the controlled substances in group I of annex A does not exceed zero. Each Party producing one or more of these substances shall, for the same periods, ensure that its calculated level of production of the substances does not exceed zero. However, in order to satisfy the basic domestic needs of the Parties operating under paragraph 1 of article 5, its calculated level of production may exceed that limit by up to 15% of its calculated level of production in 1986. 6 � In 1992, the Parties will review the situation with the objective of accelerating the reduction schedule. B � Article 2-B: Halons Paragraph 2 of article 2 of the Protocol shall be replaced by the following paragraphs, which shall be numbered paragraphs 1 to 4 of article 2-B: Article 2-B: Halons 1 � Each Party shall ensure that for the twelve-month period commencing on 1 January 1992, and in each twelve-month period thereafter, its calculated level of consumption of the controlled substances in group II of annex A does not exceed, annually, its calculated level of consumption in 1986. Each Party producing one or more of these substances shall, for the same periods, ensure that its calculated level of production of the substances does not exceed, annually, its calculated level of production in 1986. However, in order to satisfy the basic domestic needs of the Parties operating under paragraph 1 of article 5, its calculated level of production may exceed that limit by up to 10% of its calculated level of production in 1986. 2 � Each Party shall ensure that for the twelve-month period commencing on 1 January 1995, and in each twelve-month period thereafter, its calculated level of consumption of the controlled substances in group II of annex A does not exceed, annually, 50% of its calculated level of consumption in 1986. Each Party producing one or more of these substances shall, for the same periods, ensure that its calculated level of production of the substances does not exceed, annually, 50% of its calculated level of production in 1986. However, in order to satisfy the basic domestic needs of the Parties operating under paragraph 1 of article 5, its calculated level of production may exceed that limit by up to 10% of its calculated level of production in 1986. This paragraph will apply save to the extent that the Parties decide to permit the level of production or consumption that is necessary to satisfy essential uses for which no adequate alternatives are available. 3 � Each Party shall ensure that for the twelve-month period commencing on 1 January 2000, and in each twelve-month period thereafter, its calculated level of consumption of the controlled substances in group II of annex A does not exceed zero. Each party producing one or more of these substances shall, for the same periods, ensure that its calculated level of production of the substances does not exceed zero. However, in order to satisfy the basic domestic needs of the Parties operating under paragraph 1 of article 5, its calculated level of production may exceed that limit by up to 15% of its calculated level of production in 1986. This paragraph will apply save to the extent that the Parties decide to permit the level of production or consumption that is necessary to satisfy essential uses for which no adequate alternatives are available. 4 � By 1 January 1993, the Parties shall adopt a decision identifying essential uses, if any, for the purposes of paragraphs 2 and 3 of this article. Such decision shall be reviewed by the Parties at their subsequent meetings. ANNEX II Amendment to the Montreal Protocol on Substances that Deplete the Ozone Layer
Article 1: Amendment A � Preambular paragraphs 1 � The 6th preambular paragraph of the Protocol shall be replaced by the following:
Determined to protect the ozone layer by taking precautionary measures to control equitably total global emissions of substances that deplete it, with the ultimate objective of their elimination on the basis of developments in scientific knowledge, taking into account technical and economic considerations and bearing in mind the developmental needs of developing countries. 2 � The 7th preambular paragraph of the Protocol shall be replaced by the following:
3 � The 9th preambular paragraph of the Protocol shall be replaced by the following:
B � Article 1: Definitions 1 � Paragraph 4 of article 1 of the Protocol shall be replaced by the following paragraph: 4 � �Controlled substance� means a substance in annex A or in annex B to this Protocol, whether existing alone or in a mixture. It includes the isomers of any such substance, except as specified in the relevant annex, but excludes any controlled substance or mixture which is in a manufactured product other than a container used for the transportation or storage of that substance. 2 � Paragraph 5 of article 1 of the Protocol shall be replaced by the following paragraph: 5 � �Production� means the amount of controlled substances produced, minus the amount destroyed by technologies to be approved by the Parties and minus the amount entirely used as feedstock in the manufacture of other chemicals. The amount recycled and reused is not to be considered as �productions�. 3 � The following paragraph shall be added to article 1 of the Protocol: 9 � �Transitional substance� means a substance in annex C to this Protocol, whether existing alone or in a mixture. It includes the isomers of any such substance, except as may be specified in annex C, but excludes any transitional substance or mixture which is in a manufactured product other than a container used for the transportation or storage of that substance. C � Article 2, paragraph 5 Paragraph 5 of article 2 of the Protocol shall be replaced by the following paragraph:
5 � Any Party may, for any one or more control periods, transfer to another Party any portion of its calculated level of production set out in articles 2-A to 2-E, provided that the total combined calculated levels of production of the Parties concerned for any group of controlled substances do not exceed the production limits set out in those articles for that group. Such transfer of production shall be notified to the Secretariat by each of the Parties concerned, stating the terms of such transfer and the period for which it is to apply. D � Article 2, paragraph 6 The following words shall be inserted in paragraph 6 of article 2 before the words �controlled substances� the first time they occur: �annex A or annex B�.
E � Article 2, paragraph 8, a) The following words shall be added after the words �this article� wherever they appear in paragraph 8, a) of article 2 of the Protocol: �and articles 2-A to 2-E�.
F � Article 2, paragraph 9, a), i) The following words shall be added after �annex A� in paragraph 9, a), i) of article 2 of the Protocol: �and/or annex B�. G � Article 2, paragraph 9, a), ii) The following words shall be deleted from paragraph 9, a), ii), of article 2 of the Protocol: �from 1986 levels�. H � Article 2, paragraph 9, c) The following words shall be deleted from paragraph 9, c) of article 2 of the Protocol: �representing at least 50% of the total consumption of the controlled substances of the Parties� and replaced by: �representing a majority of the Parties operating under paragraph 1 of article 5 present and voting and a majority of the Parties not so operating present and voting�. I � Article 2, paragraph 10, b) Paragraph 10, b) of article 2 of the Protocol shall be deleted, and paragraph 10, a) of article 2 shall become paragraph 10. J � Article 2, paragraph 11 The following words shall be added after the words �this article� wherever they occur in paragraph 11 of article 2 of the Protocol: �and articles 2-A to 2-E�.
K � Article 2-C: Other fully halogenated CFCs The following paragraphs shall be added to the Protocol as article 2-C: Article 2-C: Other fully halogenated CFCs 1 � Each Party shall ensure that for the twelve-month period commencing on 1 January 1993, and in each twelve-month period thereafter, its calculated level of consumption of the controlled substances in group I of annex B does not exceed, annually, 80% of its calculated level of consumption in 1989. Each Party producing one or more of these substances shall, for the same periods, ensure that its calculated level of production of the substances does not exceed, annually, 80% of its calculated level of production in 1989. However, in order to satisfy the basic domestic needs of the Parties operating under paragraph 1 of article 5, its calculated level of production may exceed that limit by up to 10% of its calculated level of production in 1989. 2 � Each Party shall ensure that for the twelve-month period commencing on 1 January 1997, and in each twelve-month period thereafter, its calculated level of consumption of the controlled substances in group I of annex B does not exceed, annually, 15% of its calculated level of consumption in 1989. Each Party producing one or more of these substances shall, for the same periods, ensure that its calculated level of production of the substances does not exceed, annually, 15% of its calculated level of production in 1989. However, in order to satisfy the basic domestic needs of the Parties operating under paragraph 1 of article 5, its calculated level of production may exceed that limit by up to 10% of its calculated level of production in 1989. 3 � Each Party shall ensure that for the twelve-month period commencing on 1 January 2000, and in each twelve-month period thereafter, its calculated level of consumption of the controlled substances in group I of annex B does not exceed zero. Each Party producing one or more of these substances shall, for the same periods, ensure that its calculated level of production of the substances does not exceed zero. However, in order to satisfy the basic domestic needs of the Parties operating under paragraph 1 of article 5, its calculated level of production may exceed that limit by up to 15% of its calculated level of production in 1989. L � Article 2-D: Carbon tetrachloride The following paragraphs shall be added to the Protocol as article 2-D: Article 2-D: Carbon tetrachloride
1 � Each Party shall ensure that for the twelve-month period commencing on 1 January 1995, and in each twelve-month period thereafter, its calculated level of consumption of the controlled substance in group II of annex B does not exceed, annually, 15% of its calculated level of consumption in 1989. Each Party producing the substance shall, for the same periods, ensure that its calculated level of production of the substance does not exceed, annually, 15% of its calculated level of production in 1989. However, in order to satisfy the basic domestic needs of the Parties operating under paragraph 1 of article 5, its calculated level of production may exceed that limit by up to 10% of its calculated level of production in 1989. 2 � Each Party shall ensure that for the twelve-month period commencing on 1 January 2000, and in each twelve-month period thereafter, its calculated level of consumption of the controlled substance in group II of annex B does not exceed zero. Each Party producing the substance shall, for the same periods, ensure that its calculated level of production of the substance does not exceed zero. However, in order to satisfy the basic domestic needs of the Parties operating under paragraph 1 of article 5, its calculated level of production may exceed that limit by up to 15% of its calculated level of production in 1989. M � Article 2-E: 1.1.1 � trichloroethane (methyl chloroform) The following paragraphs shall be added to the Protocol as article 2-E: Article 2-E: 1.1.1 � trichloroethane (methyl chloroform) 1 � Each Party shall ensure that for the twelve-month period commencing on 1 January 1993, and in each twelve-month period thereafter, its calculated level of consumption of the controlled substance in group III of annex B does not exceed, annually, its calculated level of consumption in 1989. Each Party producing the substance shall, for the same periods, ensure that its calculated level of production of the substance does not exceed, annually, its calculated level of production in 1989. However, in order to satisfy the basic domestic needs of the Parties operating under paragraph 1 of article 5, its calculated level of production may exceed that limit by up to 10% of its calculated level of production in 1989. 2 � Each Party shall ensure that for the twelve-month period commencing on 1 January 1995, and in each twelve-month period thereafter, its calculated level of consumption of the controlled substance in group III of annex B does not exceed, annually, 70% of its calculated level of consumption in 1989. Each Party producing the substance shall, for the same periods, ensure that its calculated level of consumption of the substance does not exceed, annually, 70% of its calculated level of consumption in 1989. However, in order to satisfy the basic domestic needs of the Parties operating under paragraph 1 of article 5, its calculated level of production may exceed that limit by up to 10% of its calculated level of production in 1989. 3 � Each Party shall ensure that for the twelve-month period commencing on 1 January 2000, and in each twelve-month period thereafter, its calculated level of consumption of the controlled substance in group III of annex B does not exceed, annually, 30% of its calculated level of consumption in 1989. Each Party producing the substance shall, for the same periods, ensure that its calculated level of production of the substance does not exceed, annually, 30% of its calculated level of production in 1989. However, in order to satisfy the basic domestic needs of the Parties operating under paragraph 1 of article 5, its calculated level of production may exceed that limit by up to 10% of its calculated level of production in 1989. 4 � Each Party shall ensure that for the twelve-month period commencing on 1 January 2005, and in each twelve-month period thereafter, its calculated level of consumption of the controlled substance in group III of annex B does not exceed zero. Each Party producing the substance shall, for the same periods, ensure that its calculated level of production of the substance does not exceed zero. However, in order to satisfy the basic domestic needs of the Parties operating under paragraph 1 of article 5, its calculated level of production may exceed that limit by up to 15% of its calculated level of production in 1989. 5 � The Parties shall review, in 1992, the feasibility of a more rapid schedule of reductions than that set out in this article. N � Article 3: Calculation of control levels
1 � The following shall be added after �articles 2� in article 3 of the Protocol: �2-A to 2-E�. 2 � The following words shall be added after �annex A� each time it appears in article 3 of the Protocol: �or annex B�. O � Article 4: Control of trade with non-Parties 1 � Paragraphs 1 to 5 of article 4 shall be replaced by the following paragraphs:
1 � As of 1 January 1990, each Party shall ban the import of the controlled substances in annex A from any State not party to this Protocol. 1-bis � Within one year of the date of the entry into force of this paragraph, each Party shall ban the import of the controlled substances in annex B from any State not party to this Protocol. 2 � As of 1 January 1993, each Party shall ban the export of any controlled substances in annex A to any State not party to this Protocol. 2-bis � Commencing one year after the date of entry into force of this paragraph, each Party shall ban the export of any controlled substances in annex B to any State not party to this Protocol. 3 � By 1 January 1992, the Parties shall, following the procedures in article 10 of the Convention, elaborate in an annex a list of products containing controlled substances in annex A. Parties that have not objected to the annex in accordance with those procedures shall ban, within one year of the annex having become effective, the import of those products from any State not party to this Protocol. 3-bis � Within three years of the date of the entry into force of this paragraph, the Parties shall, following the procedures in article 10 of the Convention, elaborate in an annex a list of products containing controlled substances in annex B. Parties that have not objected to the annex in accordance with those procedures shall ban, within one year of the annex having become effective, the import of those products from any State not party to this Protocol. 4 � By 1 January 1994, the Parties shall determine the feasibility of banning or restricting, from States not party to this Protocol, the import of products produced with, but not containing, controlled substances in annex A. If determined feasible, the Parties shall, following the procedures in article 10 of the Convention, elaborate in an annex a list of such products. Parties that have not objected to the annex in accordance with those procedures shall ban, within one year of the annex having become effective, the import of those products from any State not party to this Protocol. 4-bis � Within five years of the date of the entry into force of this paragraph, the Parties shall determine the feasibility of banning or restricting, from States not party to this Protocol, the import of products produced with, but not containing, controlled substances in annex B. If determined feasible, the Parties shall, following the procedures in article 10 of the Convention, elaborate in an annex a list of such products. Parties that have not objected to the annex in accordance with those procedures shall ban or restrict, within one year of the annex having become effective, the import of those products from any State not party to this Protocol. 5 � Each Party undertakes to the fullest practicable extent to discourage the export to any State not party to this Protocol of technology for producing and for utilizing controlled substances. 2 � Paragraph 8 of article 4 of the Protocol shall be replaced by the following paragraph: 8 � Notwithstanding the provisions of this article, imports referred to in paragraphs 1, 1-bis, 3, 3-bis, 4 and 4-bis, and exports referred to in paragraphs 2 and 2-bis, may be permitted from, or to, any State not party to this Protocol, if that State is determined by a meeting of the Parties to be in full compliance with article 2, articles 2-A to 2-E, and this article and have submitted data to that effect as specified in article 7. 3 � The following paragraph shall be added to article 4 of the Protocol as paragraph 9: 9 � For the purposes of this article, the term �State not party to this Protocol� shall include, with respect to a particular controlled substance, a State or regional economic integration organization that has not agreed to be bound by the control measures in effect for that substance. P � Article 5: Special situation of developing countries Article 5 of the Protocol shall be replaced by the following: 1 � Any Party that is a developing country and whose annual calculated level of consumption of the controlled substances in annex A is less than 0.3 kg per capita on the date of the entry into force of the Protocol for it, or any time thereafter until 1 January 1999, shall in order to meet its basic domestic needs, be entitled to delay for 10 years its compliance with the control measures set out in articles 2-A to 2-E. 2 � However, any Party operating under paragraph 1 of this article shall exceed neither an annual calculated level of consumption of the controlled substances in annex A of 0.3 kg per capita nor an annual calculated level of consumption of the controlled substances of annex B of 0.2 kg per capita. 3 � When implementing the control measures set out in article 2-A to 2-E, any Party operating under paragraph 1 of this article shall be entitled to use: a) For controlled substances under annex A, either the average of its annual calculated level of consumption for the period 1995 to 1997 inclusive or a calculated level of consumption of 0.3 kg per capita, whichever is the lower, as the basis for determining its compliance with the control measures; b) For controlled substances under annex B, the average of its annual calculated level of consumption for the period 1998 to 2000 inclusive or a calculated level of consumption of 0.2 kg per capita, whichever is the lower, as the basis for determining its compliance with the control measures. 4 � If a Party operating under paragraph 1 of this article, at any time before the control measures obligations in articles 2-A to 2-E become applicable to it, finds, itself unable to obtain an adequate supply of controlled substances, it may notify this to the Secretariat. The Secretariat shall forthwith transmit a copy of such notification to the Parties, which shall consider the matter at their next meeting, and decide upon appropriate action to be taken. 5 � Developing the capacity to fulfil the obligations of the Parties operating under paragraph 1 of this article to comply with the control measures set out in articles 2-A to 2-E and their implementation by those same Parties will depend upon the effective implementation of the financial co-operation as provided by article 10 and transfer of technology as provided by article 10-A. 6 � Any Party operating under paragraph 1 of this article may, at any time, notify the Secretariat in writing that, having taken all practicable steps it is unable to implement any or all of the obligations laid down in articles 2-A to 2-E due to the inadequate implementation of articles 10 and 10-A. The Secretariat shall forthwith transmit a copy of the notification to the Parties, which shall consider the matter at their next meeting, giving due recognition to paragraph 5 of this article and shall decide upon appropriate action to be taken. 7 � During the period between notification and the meeting of the Parties at which the appropriate action referred to in paragraph 6 above is to be decided, or for a further period if the meeting of the Parties so decides, the non-compliance procedures referred to in article 8 shall not be invoked against the notifying Party.
8 � A meeting of the Parties shall review, not later than 1995, the situation of the Parties operating under paragraph 1 of this article, including the effective implementation of financial co-operation and transfer of technology to them, and adopt such revisions that may be deemed necessary regarding the schedule of control measures applicable to those Parties. 9 � Decisions of the Parties referred to in paragraphs 4, 6 and 7 of this article shall be taken according to the same procedure applied to decision-making under article 10. Q � Article 6: Assessment and review of control measures The following words shall be added after �article 2� in article 6 of the Protocol: �articles 2-A to 2-E, and the situation regarding production, imports and exports of the transitional substances in group I of annex C�. R � Article 7: Reporting of data Article 7 of the Protocol shall be replaced by the following: 1 � Each Party shall provide to the Secretariat, within three months of becoming a Party, statistical data on its production, imports and exports of each of the controlled substances in annex A for the year 1986, or the best possible estimates of such data where actual data are not available. 2 � Each Party shall provide to the Secretariat statistical data on its production, imports and exports of each of the controlled substances in annex B and each of the transitional substances in group I of annex C, for the year 1989, or the best possible estimates of such data where actual data are not available, not later than three months after the date when the provisions set out in the Protocol with regard to the substances in annex B enter into force for that Party. 3 � Each Party shall provide statistical data to the Secretariat on its annual production (as defined in paragraph 5 of article 1), and, separately:
Amounts used for feedstocks; Amounts destroyed by technologies approved by the Parties; Imports and exports to Parties and non-Parties respectively;
of each of the controlled substances listed in annexes A and B as well as of the transitional substances in group I of annex C, for the year during which provisions concerning the substances in annex B entered into force for that Party and for each year thereafter. Data shall be forwarded not later than nine months after the end of the year to which the data relate. 4 � For Parties operating under the provisions of paragraph 8, a), of article 2, the requirements in paragraphs 1, 2 and 3 of this article in respect of statistical data on imports and exports shall be satisfied if the regional economic integration organization concerned provides data on imports and exports between the organization and States that are not members of that organization. S � Article 9: Research, development, public awareness and exchange of information
Paragraph 1, a), of article 9 of the Protocol shall be replaced by the following:
a) Best technologies for improving the containment, recovery, recycling, or destruction of controlled and transitional substances or otherwise reducing their emissions.
T � Article 10: Financial mechanism Article 10 of the Protocol shall be replaced by the following: Article 10: Financial mechanism 1 � The Parties shall establish a mechanism for the purposes of providing financial and technical co-operation, including the transfer of technologies, to Parties operating under paragraph 1 of article 5 of this Protocol to enable their compliance with the control measures set out in articles 2-A to 2-E of the Protocol. The mechanism, contributions to which shall be additional to other financial transfers to Parties operating under that paragraph, shall meet all agreed incremental costs of such Parties in order to enable their compliance with the control measures of the Protocol. An indicative list of the categories of incremental costs shall be decided by the meeting of the Parties. 2 � The mechanism established under paragraph 1 shall include a Multilateral Fund. It may also include other means of multilateral, regional and bilateral co-operation.
3 � The Multilateral Fund shall: a) Meet, on a grant or concessional basis as appropriate, and according to criteria to be decided upon by the Parties, the agreed incremental costs; b) Finance clearing-house functions to: i) Assist Parties operating under paragraph 1 of article 5, through country specific studies and other technical co-operation, to identify their needs for co-operation;
ii) Facilitate technical co-operation to meet these identified needs; iii) Distribute, as provided for in article 9, information and relevant materials, and hold workshops, training sessions; and other related activities, for the benefit of Parties that are developing countries; and iv) Facilitate and monitor other multilateral, regional and bilateral co-operation available to Parties that are developing countries; c) Finance the secretarial services of the Multilateral Fund and related support costs. 4 � The Multilateral Fund shall operate under the authority of the Parties who shall decide on its overall policies. 5 � The Parties shall establish an Executive Committee to develop and monitor the implementation of specific operational policies, guidelines and administrative arrangements, including the disbursement of resources, for the purpose of achieving the objectives of the Multilateral Fund. The Executive Committee shall discharge its tasks and responsibilities, specified in its terms of reference as agreed by the Parties, with the co-operation and assistance of the International Bank for Reconstruction and Development (World Bank), the United Nations Environment Programme, the United Nations Development Programme or other appropriate agencies depending on their respective areas of expertise. The members of the Executive Committee, which shall be selected on the basis of a balanced representation of the Parties operating under paragraph 1 of article 5 and of the Parties not so operating, shall be endorsed by the Parties. 6 � The Multilateral Fund shall be financed by contributions from Parties not operating under paragraph 1 of article 5 in convertible currency or, in certain circumstances, in kind and/or in national currency, on the basis of the United Nations scale of assessments. Contributions by other Parties shall be encouraged. Bilateral and, in particular cases agreed by a decision of the Parties, regional co-operation may, up to a percentage and consistent with any criteria to be specified by decision of the Parties, be considered as a contribution to the Multilateral Fund, provided that such co-operation, as a minimum: a) Strictly relates to compliance with the provisions of this Protocol; b) Provides additional resources; and c) Meets agreed incremental costs. 7 � The Parties shall decide upon the programme budget of the Multilateral Fund for each fiscal period and upon the percentage of contributions of the individual Parties thereto. 8 � Resources under the Multilateral Fund shall be disbursed with the concurrence of the beneficiary Party. 9 � Decisions by the Parties under this article shall be taken by consensus whenever possible. If all efforts at consensus have been exhausted and no agreement reached, decisions shall be adopted by a two-thirds majority vote of the Parties present and voting, representing a majority of the Parties operating under paragraph 1 of article 5 present and voting and a majority of the Parties not so operating present and voting. 10 � The financial mechanism set out in this article is without prejudice to any future arrangements that may be developed with respect to other environmental issues. U � Article 10-A: Transfer of technology The following article shall be added to the Protocol as article 10-A:
Article 10-A: Transfer of technology Each Party shall take every practicable step, consistent with the programmes supported by the financial mechanism, to ensure: a) That the best available, environmentally safe substitutes and related technologies are expeditiously transferred to Parties operating under paragraph 1 of article 5; and b) That the transfers referred to in subparagraph a) occur under fair and most favourable conditions. V � Article 11: Meetings of the Parties Paragraph 4, g), of article 11 of the Protocol shall be replaced by the following:
g) Assess, in accordance with article 6, the control measures and the situation regarding transitional substances.
W � Article 17: Parties joining after entry into force The following words shall be added after �as well as under� in article 17: �articles 2-A to 2-E, and�.
X � Article 19: Withdrawal Article 19 of the Protocol shall be replaced by the following paragraph: Any Party may withdraw from this Protocol by giving written notification to the depositary at any time after four years of assuming the obligations specified in paragraph 1 of article 2-A. Any such withdrawal shall take effect upon expiry of one year after the date of its receipt by the depositary, or on such later date as may be specified in the notification of the withdrawal. Y � Annexes The following annexes shall be added to the Protocol: ANNEX B Controlled substances
(CFC-13) 1.0
C2H3Cl3 (*)
1.1.1 � trichloroethane (methyl chloroform
(*) This formula does not refer to 1.1.2 � trichloroethane.
ANNEX C Transitional substances
Group I: CHFCl2
C3H3FCl3
Article 2: Entry into force 1 � This amendment shall enter into force on 1 January 1992, provided that at least 20 instruments of ratification, acceptance or approval of the amendment have been deposited by States or regional economic integration organizations that are Parties to the Montreal Protocol on Substances that Deplete the Ozone Layer. In the event that this condition has not been fulfilled by that date, the amendment shall enter into force on the 90th day following the date on which it has been fulfilled.
2 � For the purposes of paragraph 1, any such instrument deposited by a regional economic integration organization shall not be counted as additional to those deposited by member States of such organization. 3 � After the entry into force of this Amendment as provided under paragraph 1, it shall enter into force for any other Party to the Protocol on the 90th day following the date of deposit of its instrument of ratification, acceptance or approval.
Revis�o do Protocolo de Montreal sobre as Subst�ncias Que Deterioram a Camada de Ozono
A 2.� Reuni�o das Partes do Protocolo de Montreal sobre as Subst�ncias Que Deterioram a Camada de Ozono decidiu, na base das avalia��es feitas segundo o artigo 6.� do Protocolo, adoptar correc��es e redu��es da produ��o e consumo das subst�ncias regulamentadas no anexo A do Protocolo como segue, tendo em conta que: a) As refer�ncias no artigo 2.� a �este artigo� e por todo o Protocolo a �artigo 2.�� devem ser interpretadas como refer�ncias aos artigos 2.�, 2.�-A e 2.�-B;
b) As refer�ncias por todo o Protocolo aos �par�grafos de 1 a 4 do artigo 2.�� devem ser interpretadas como refer�ncias aos artigos 2.�-A e 2.�-B;
c) A refer�ncia no par�grafo 5 do artigo 2.� aos �par�grafos 1, 3 e 4� deve ser interpretada como refer�ncia ao artigo 2.�-A. A � Artigo 2.�-A: CFCs O par�grafo 1 do artigo 2.� do Protocolo dever� converter-se no par�grafo 1 do artigo 2.�-A, intitulado como �artigo 2.�-A: CFCs�. Os par�grafos 3 e 4 do artigo 2.� devem ser substitu�dos pelos par�grafos seguintes, que ser�o numerados no artigo 2.�-A como par�grafos 2 a 6: 2 � No per�odo compreendido entre 1 de Julho de 1991 a 31 de Dezembro de 1992, cada uma das Partes providenciar� que os seus n�veis calculados de produ��o e consumo das subst�ncias regulamentadas do grupo I do anexo A n�o excedam 50% dos seus n�veis calculados de produ��o e consumo dessas subst�ncias em 1986; com efeito, a partir de 1 de Janeiro de 1993, o per�odo de controlo de 12 meses para estas subst�ncias regulamentadas decorrer� de 1 de Janeiro a 31 de Dezembro de cada ano.
3 � Durante o per�odo de 12 meses a partir de 1 de Janeiro de 1995 e, a partir da�, durante cada per�odo de 12 meses, cada uma das Partes providenciar� que o seu n�vel calculado de consumo de subst�ncias regulamentadas do grupo I do anexo A n�o exceda, anualmente, 50 % do seu n�vel calculado de consumo de 1986. Cada Parte que produza uma ou v�rias destas subst�ncias providenciar�, durante os mesmos per�odos que o seu n�vel calculado de produ��o dessas subst�ncias n�o exceda, anualmente, 50% do seu n�vel calculado de produ��o de 1986. Contudo, para dar resposta �s necessidades internas fundamentais das Partes previstas no par�grafo 1 do artigo 5.�, o seu n�vel calculado de produ��o pode exceder esse limite num m�ximo de 10% do seu n�vel calculado de produ��o de 1986.
4 � Durante o per�odo de 12 meses a partir de 1 de Janeiro de 1997 e, a partir da�, durante cada per�odo de 12 meses, cada uma das Partes providenciar� que o seu n�vel calculado de consumo de subst�ncias regulamentadas do grupo I do anexo A n�o exceda, anualmente 15 % do seu n�vel calculado de consumo de 1986. Cada Parte que produza uma ou v�rias destas subst�ncias providenciar�, durante os mesmos per�odos, que o seu n�vel calculado de produ��o dessas subst�ncias n�o exceda, anualmente, 15% do seu n�vel calculado de produ��o de 1986. Contudo, para dar resposta �s necessidades internas fundamentais das Partes previstas no par�grafo 1 do artigo 5.�, o seu n�vel calculado de produ��o pode exceder esse limite num m�ximo de 10% do seu n�vel calculado de produ��o de 1986.
5 � Durante o per�odo de 12 meses a partir de 1 de Janeiro de 2000 e, a partir da�, durante cada per�odo de 12 meses, cada uma das Partes providenciar� que o seu n�vel calculado de consumo de subst�ncias regulamentadas do grupo I do anexo A n�o exceda zero. Cada Parte que produza uma ou v�rias destas subst�ncias providenciar�, durante os mesmos per�odos, que o seu n�vel calculado de produ��o dessas subst�ncias n�o exceda zero. Contudo, para dar resposta �s necessidades internas fundamentais das Partes previstas no par�grafo 1 do artigo 5.�, o seu n�vel calculado de produ��o pode exceder esse limite num m�ximo de 15% do seu n�vel calculado de produ��o de 1986.
6 � Em 1992, as Partes proceder�o � revis�o da situa��o, tendo em vista o aceleramento do per�odo de redu��o. B � Artigo 2.�-B: Halons
O par�grafo 2 do artigo 2.� do Protocolo deve ser substitu�do pelos seguintes par�grafos, que ser�o numerados de 1 a 4 no artigo 2.�-B: Artigo 2.�-B: Halons
1 � Durante o per�odo de 12 meses a partir de 1 de Janeiro de 1992 e, a partir da�, durante cada per�odo de 12 meses, cada uma das Partes providenciar� que o seu n�vel calculado de consumo de subst�ncias regulamentadas do grupo II do anexo A n�o exceda, anualmente, o seu n�vel calculado de consumo de 1986. Cada Parte que produza uma ou v�rias destas subst�ncias providenciar�, durante os mesmos per�odos, que o seu n�vel calculado de produ��o dessas subst�ncias n�o exceda, anualmente, o seu n�vel calculado de produ��o de 1986. Contudo, para dar resposta �s necessidades internas fundamentais das Partes previstas no par�grafo 1 do artigo 5.�, o seu n�vel calculado de produ��o pode exceder esse limite num m�ximo de 10% do seu n�vel calculado de produ��o de 1986.
2 � Durante o per�odo de 12 meses a partir de 1 de Janeiro de 1995 e, a partir da�, durante cada per�odo de 12 meses, cada uma das Partes providenciar� que o seu n�vel calculado de consumo de subst�ncias regulamentadas do grupo II do anexo A n�o exceda, anualmente, 50% do seu n�vel calculado de consumo de 1986. Cada Parte que produza uma ou v�rias destas subst�ncias providenciar�, durante os mesmos per�odos, que o seu n�vel calculado de produ��o dessas subst�ncias n�o exceda, anualmente, 50% do seu n�vel calculado de produ��o de 1986. Contudo, para dar resposta �s necessidades internas fundamentais das Partes previstas no par�grafo 1 do artigo 5.�, o seu n�vel calculado de produ��o pode exceder esse limite num m�ximo de 10% do seu n�vel calculado de produ��o de 1986.
As disposi��es do presente par�grafo aplicam-se desde que as Partes autorizem o n�vel de produ��o ou consumo necess�rio para a satisfa��o de pr�ticas essenciais que n�o tenham alternativas adequadas.
3 � Durante o per�odo de 12 meses a partir de 1 de Janeiro de 2000 e, a partir da�, durante cada per�odo de 12 meses, cada uma das Partes providenciar� que o seu n�vel calculado de consumo de subst�ncias regulamentadas do grupo II do anexo A n�o exceda zero. Cada Parte que produza uma ou v�rias destas subst�ncias providenciar�, durante os mesmos per�odos, que o seu n�vel calculado de produ��o dessas subst�ncias n�o exceda zero. Contudo, para dar resposta �s necessidades internas fundamentais das Partes previstas no par�grafo 1 do artigo 5.�, o seu n�vel calculado de produ��o pode exceder esse limite num m�ximo de 15% do seu n�vel calculado de produ��o de 1986.
As disposi��es do presente par�grafo aplicam-se desde que as Partes n�o autorizem o n�vel de produ��o ou consumo necess�rio para a satisfa��o de pr�ticas essenciais que n�o tenham alternativas adequadas.
4 � Em 1 de Janeiro de 1993, as Partes tomar�o uma decis�o determinadora das utiliza��es essenciais que sirvam os objectivos dos par�grafos 2 e 3 do presente artigo. Tal decis�o dever� ser revista pelas Partes em posteriores reuni�es.
ANEXO II Emenda ao Protocolo de Montreal sobre as Subst�ncias
Que Deterioram a Camada de Ozono Artigo 1.�: Emenda A � Par�grafos preambulares 1 � O sexto par�grafo preambular do Protocolo dever� ser substitu�do pelo seguinte:
Determinadas a proteger a camada de ozono, adoptando medidas preventivas para regulamentar equitativamente o total das emiss�es globais de subst�ncias que a deterioram, sendo o objectivo final a sua elimina��o em fun��o da evolu��o dos conhecimentos cient�ficos, tendo em conta considera��es t�cnicas e econ�micas e reconhecendo as necessidades crescentes dos pa�ses em vias de desenvolvimento. 2 � O s�timo par�grafo preambular do Protocolo dever� ser substitu�do pelo seguinte:
Reconhecendo que se imp�em medidas espec�ficas para dar resposta �s necessidades dos pa�ses em vias de desenvolvimento, incluindo a provis�o de recursos financeiros adicionais e acesso a tecnologias relevantes, reconhecendo que � previs�vel a magnitude da necessidade de fundos e tendo em conta que os fundos fazem uma diferen�a substancial na capacidade mundial de dirigir o problema cientificamente estabelecido da deteriora��o do ozono e seus efeitos prejudiciais. 3 � O nono par�grafo preambular do Protocolo dever� ser substitu�do pelo seguinte:
Considerando a necessidade de promover uma coopera��o internacional em mat�ria de investiga��o, desenvolvimento e transfer�ncia de tecnologias alternativas para o controlo e redu��o das emiss�es de subst�ncias que deterioram a camada de ozono, tendo em conta as necessidades espec�ficas dos pa�ses em vias de desenvolvimento.
B � Artigo 1.�: Defini��es 1 � O par�grafo 4 do artigo 1.� do Protocolo dever� ser substitu�do pelo seguinte par�grafo: 4 � Por �subst�ncia regulamentada� entende-se uma subst�ncia que figura no anexo A ou no anexo B do presente Protocolo, quer se apresente isolada ou numa mistura. A defini��o inclui os is�meros de qualquer subst�ncia desta natureza, excepto como especificado no anexo espec�fico, mas exclui qualquer subst�ncia regulamentada ou mistura que se encontre num produto manufacturado que n�o seja um contentor utilizado no transporte ou armazenagem dessa subst�ncia.
2 � O par�grafo 5 do artigo 1.� do Protocolo dever� ser substitu�do pelo seguinte par�grafo: 5 � Por �produ��o� entende-se a quantidade de subst�ncias regulamentadas produzidas, deduzindo-se a quantidade destru�da atrav�s de t�cnicas que h�o-de ser aprovadas pelas Partes e deduzindo-se o montante inteiramente usado como abastecedor na manufactura de outros produtos qu�micos. O montante reciclado e reutilizado n�o ser� considerado como �produ��o�. 3 � O seguinte par�grafo ser� acrescentado ao artigo 1.� do Protocolo: 9 � Por �subst�ncia transit�ria� entende-se uma subst�ncia que figura no anexo C do presente Protocolo, quer se apresente isolada ou numa mistura. A defini��o inclui os is�meros de qualquer subst�ncia desta natureza, excepto como especificado no anexo C, mas exclui qualquer subst�ncia transit�ria ou mistura que se encontre num produto manufacturado que n�o seja um contentor utilizado no transporte ou armazenagem desta subst�ncia. C � Artigo 2.�, par�grafo 5 O par�grafo 5 do artigo 2.� do Protocolo dever� ser substitu�do pelo seguinte par�grafo: 5 � Qualquer das Partes pode, por cada um ou v�rios per�odos de controlo, transferir para outra Parte qualquer por��o do seu n�vel calculado de produ��o fixada nos artigos 2.�-A a 2.�-E, desde que o total combinado dos n�veis calculados de produ��o das Partes em causa, para qualquer grupo de subst�ncias regulamentadas, n�o exceda os limites de produ��o fixados nesses artigos para esse grupo. Tal transfer�ncia de produ��o dever� ser comunicada ao Secretariado por cada uma das Partes envolvidas, indicando os fins de tal transfer�ncia e o per�odo durante o qual ser� aplicado.
D � Artigo 2.�, par�grafo 6
As seguintes palavras ser�o inseridas no par�grafo 6 do artigo 2.� antes das palavras �subst�ncias regulamentadas�, pela primeira vez que apare�am: �anexo A ou anexo B�. E � Artigo 2.�, par�grafo 8, a)
As seguintes palavras dever�o ser inclu�das depois das palavras �este artigo� sempre que apare�am no par�grafo 8, a), do artigo 2.� do Protocolo: �e os artigos 2.�-A a 2.�-E�.
F � Artigo 2.�, par�grafo 9, a), i)
As seguintes palavras dever�o ser inclu�das depois de �anexo A� no par�grafo 9, a), i), do artigo 2.� do Protocolo: �e ou anexo B�. G � Artigo 2.�, par�grafo 9, a), ii)
As seguintes palavras dever�o ser retiradas do par�grafo 9, a), ii), do artigo 2.� do Protocolo: �dos n�veis de 1986�. H � Artigo 2.�, par�grafo 9, c)
As seguintes palavras ser�o retiradas do par�grafo 9, c), do artigo 2.� do Protocolo: �representando, pelo menos, 50% do consumo total das subst�ncias regulamentadas pelas Partes� e substitu�das por: �representando uma maioria das Partes actuando segundo o par�grafo 1 do artigo 5.�, presentes e votantes, e uma maioria das Partes n�o t�o actuantes, presentes e votantes�. I � Artigo 2.�, par�grafo 10, b) O par�grafo 10, b), do artigo 2.� do Protocolo dever� ser retirado e o par�grafo 10, a), do artigo 2.� dever� converter-se no par�grafo 10. J � Artigo 2.�, par�grafo 11 As seguintes palavras dever�o ser inclu�das a seguir �s palavras �este artigo� onde apare�am no par�grafo 11 do artigo 2.� do Protocolo: �e os artigos 2.�-A a 2�-E�. K � Artigo 2.�-C: Outros CFCs Inteiramente halogenados Os seguintes par�grafos devem ser inclu�dos no presente Protocolo, como artigo 2.�-C: Artigo 2.�-C: Outros CFCs inteiramente halogenados
1 � Durante o per�odo de 12 meses a partir de 1 de Janeiro de 1993 e, a partir da�, durante cada per�odo de 12 meses, cada uma das Partes providenciar� que o seu n�vel calculado de consumo de subst�ncias regulamentadas no grupo I do anexo B n�o exceda, anualmente, 80% do seu n�vel calculado de consumo de 1989. Cada Parte que produza urna ou v�rias destas subst�ncias providenciar�, durante os mesmos per�odos, que o seu n�vel calculado de produ��o de subst�ncias n�o exceda, anualmente, 80% do seu n�vel calculado de produ��o de 1989. Contudo, para dar resposta �s necessidades internas fundamentais das Partes previstas no par�grafo 1 do artigo 5.�, o seu n�vel calculado de produ��o pode exceder esse limite num m�ximo de 10% do seu n�vel calculado de produ��o de 1989. 2 � Durante o per�odo de 12 meses a partir de 1 de Janeiro de 1997 e, a partir da�, durante cada per�odo de 12 meses, cada uma das Partes providenciar� que o seu n�vel calculado de consumo de subst�ncias regulamentadas no grupo I do anexo B n�o exceda, anualmente, 15% do seu n�vel calculado de consumo de 1989. Cada Parte que produza uma ou v�rias destas subst�ncias providenciar�, durante os mesmos per�odos, que o seu n�vel calculado de produ��o de subst�ncias n�o exceda, anualmente, 15% do seu n�vel calculado de produ��o de 1989. Contudo, para dar resposta �s necessidades internas fundamentais das Partes previstas no par�grafo 1 do artigo 5.�, o seu n�vel calculado de produ��o pode exceder esse limite num m�ximo de 10% do seu n�vel calculado de produ��o de 1989. 3 � Durante o per�odo de 12 meses a partir de 1 de Janeiro de 2000 e, a partir da�, durante cada per�odo de 12 meses, cada uma das Partes providenciar� que o seu n�vel calculado, de consumo de subst�ncias regulamentadas no grupo I do anexo B n�o exceda zero. Cada Parte que produza uma ou v�rias destas subst�ncias providenciar�, durante os mesmos per�odos, que o seu n�vel calculado de produ��o de subst�ncias n�o exceda zero. Contudo, para dar resposta �s necessidades internas fundamentais das Partes previstas no par�grafo 1 do artigo 5.�, o seu n�vel calculado de produ��o pode exceder esse limite num m�ximo de 15 % do seu n�vel calculado de produ��o de 1989. L � Artigo 2.�-D: Tetraclorometano de carbono Os seguintes par�grafos devem ser inclu�dos no Protocolo como artigo 2.�-D:
Artigo 2.�-D: Tetraclorometano de carbono
1 � Durante o per�odo de 12 meses a partir de 1 de Janeiro de 1995 e, a partir da�, durante cada per�odo de 12 meses, cada uma das Partes providenciar� que o seu n�vel calculado de consumo desta subst�ncia regulamentada no grupo II do anexo B n�o exceda, anualmente, 15% do seu n�vel calculado de consumo de 1989. Cada Parte que produza esta subst�ncia providenciar�, durante os mesmos per�odos, que o n�vel calculado de produ��o desta subst�ncia n�o exceda, anualmente, 15% do seu n�vel calculado de produ��o de 1989. Contudo, para dar resposta �s necessidades internas fundamentais das Partes previstas no par�grafo 1 do artigo 5.�, o seu n�vel calculado de produ��o pode exceder esse limite num m�ximo de 10% do seu n�vel calculado de produ��o de 1989. 2 � Durante o per�odo de 12 meses a partir de 1 de Janeiro de 2000 e, a partir da�, durante cada per�odo de 12 meses, cada uma das Partes providenciar� que o seu n�vel calculado de consumo desta subst�ncia regulamentada no grupo II do anexo B n�o exceda zero. Cada Parte que produza esta subst�ncia providenciar�, durante os mesmos per�odos, que o n�vel calculado de produ��o desta subst�ncia n�o exceda zero. Contudo, para dar resposta �s necessidades internas fundamentais das Partes previstas no par�grafo 1 do artigo 5.�, o seu n�vel calculado de produ��o pode exceder esse limite num m�ximo de 15% do seu n�vel calculado de produ��o de 1989. M � Artigo 2.�-E: 1,1,1-Tricloroetano (metil clorof�rmio) Os seguintes par�grafos devem ser inclu�dos no Protocolo como artigo 2.�-E:
Artigo 2.�-E: 1,1,1-Tricloroetano (metil clorof�rmio) 1 � Durante o per�odo de 12 meses a partir de 1 de Janeiro de 1993 e, a partir da�, durante cada per�odo de 12 meses, cada uma das Partes providenciar� que o seu n�vel calculado de consumo desta subst�ncia regulamentada no grupo III do anexo B n�o exceda, anualmente, o seu n�vel calculado de consumo de 1989. Cada Parte que produza esta subst�ncia providenciar�, durante os mesmos per�odos, que o seu n�vel calculado de produ��o desta subst�ncia n�o exceda, anualmente, o seu n�vel calculado de produ��o de 1989. Contudo, para dar resposta �s necessidades internas fundamentais das Partes previstas no par�grafo 1 do artigo 5.�, o seu n�vel calculado de produ��o pode exceder esse limite num m�ximo de 10% do seu n�vel calculado de produ��o de 1989. 2 � Durante o per�odo de 12 meses a partir de 1 de Janeiro de 1995 e, a partir da�, durante cada per�odo de 12 meses, cada uma das Partes providenciar� que o seu n�vel calculado de consumo desta subst�ncia regulamentada no grupo III do anexo B n�o exceda, anualmente, 70% do seu n�vel calculado de consumo de 1989. Cada Parte que produza esta subst�ncia providenciar�, durante os mesmos per�odos, que o seu n�vel calculado de produ��o desta subst�ncia n�o exceda, anualmente, 70% do seu n�vel calculado de produ��o de 1989. Contudo, para dar resposta �s necessidades internas fundamentais das Partes previstas no par�grafo 1 do artigo 5.�, o seu n�vel calculado de produ��o pode exceder esse limite num m�ximo de 10% do seu n�vel calculado de produ��o de 1989. 3 � Durante o per�odo de 12 meses a partir de 1 de Janeiro de 2000 e, a partir da�, durante cada per�odo de 12 meses, cada uma das Partes providenciar� que o seu n�vel calculado de consumo desta subst�ncia regulamentada no grupo III do anexo B n�o exceda, anualmente, 30% do seu n�vel calculado de consumo de 1989. Cada Parte que produza esta subst�ncia providenciar�, durante os mesmos per�odos, que o seu n�vel calculado de produ��o desta subst�ncia n�o exceda, anualmente, 30% do seu n�vel calculado de produ��o de 1989. Contudo, para dar resposta �s necessidades internas fundamentais das Partes previstas no par�grafo 1 do artigo 5.�, o seu n�vel calculado de produ��o pode exceder esse limite num m�ximo de 10% do seu n�vel calculado de produ��o de 1989. 4 � Durante o per�odo de 12 meses a partir de 1 de Janeiro de 2005 e, a partir da�, durante cada per�odo de 12 meses, cada uma das Partes providenciar� que o seu n�vel calculado de consumo desta subst�ncia regulamentada no grupo III do anexo B n�o exceda zero. Cada Parte que produza esta subst�ncia providenciar�, durante os mesmos per�odos, que o seu n�vel calculado de produ��o desta subst�ncia n�o exceda zero. Contudo, para dar resposta �s necessidades internas fundamentais das Partes previstas no par�grafo 1 do artigo 5.�, o seu n�vel calculado de produ��o pode exceder esse limite num m�ximo de 15% do seu n�vel calculado de produ��o de 1989. 5 � Em 1992, as Partes proceder�o � revis�o da possibilidade de um mais r�pido aceleramento do per�odo de redu��es do que o que consta no presente artigo. N � Artigo 3.�: C�lculo dos n�veis das subst�ncias regulamentadas 1 � Ap�s �artigo 2.�� no artigo 3.� do Protocolo dever� ser inclu�do o seguinte: �2.�-A a 2.�-E,�. 2 � As seguintes palavras devem ser inclu�das ap�s �anexo A� sempre que apare�am no artigo 3.� do Protocolo: �ou anexo B�. O � Artigo 4.�: Regulamenta��o das trocas comerciais
com Estados n�o Partes do Protocolo Os par�grafos 1 a 5 do artigo 4.� devem ser substitu�dos pelos seguintes par�grafos:
1 � A partir de 1 de Janeiro de 1990, cada uma das Partes proibir� a importa��o de subst�ncias regulamentadas mencionadas no anexo A provenientes de qualquer Estado que n�o seja Parte do presente Protocolo. 1-bis � No prazo de um ano a contar da data da entrada em vigor do presente par�grafo, cada uma das Partes proibir� a importa��o de subst�ncias regulamentadas mencionadas no anexo B provenientes de qualquer Estado que n�o seja Parte do presente Protocolo.
2 � A partir de 1 de Janeiro de 1993, cada urna das Partes proibir� a exporta��o de quaisquer subst�ncias regulamentadas mencionadas no anexo A para qualquer Estado que n�o seja Parte do presente Protocolo. 2-bis � No prazo de um ano a contar da data da entrada em vigor deste par�grafo, cada uma das Partes proibir� a exporta��o de quaisquer subst�ncias regulamentadas mencionadas no anexo B para qualquer Estado que n�o seja Parte do presente Protocolo.
3 � Em 1 de Janeiro de 1992, cada uma das Partes dever�, seguindo os procedimentos do artigo 10.� da Conven��o, elaborar, num anexo, uma lista de produtos que contenham subst�ncias regulamentadas mencionadas no anexo A. As Partes que n�o se tenham oposto a este anexo, de acordo com estes procedimentos, dever�o proibir, no prazo de um ano a partir da entrada em vigor do anexo, a importa��o desses produtos provenientes de qualquer Estado que n�o seja Parte do presente Protocolo. 3-bis � Num prazo de tr�s anos a partir da data da entrada em vigor do presente par�grafo, as Partes estabelecer�o, num anexo, uma lista de produtos que contenham subst�ncias regulamentadas mencionadas no anexo B, de acordo com os procedimentos espec�ficos no artigo 10.� da Conven��o. As Partes que n�o se tenham oposto a este anexo, de acordo com estes procedimentos, dever�o proibir, no prazo de um ano a partir da data da entrada em vigor do Anexo, a importa��o dos produtos provenientes de qualquer Estado que n�o seja Parte do presente Protocolo. 4 � Em 1 de Janeiro de 1994, as Partes decidir�o da possibilidade de interditar ou limitar as importa��es de Estados que n�o sejam Partes do presente Protocolo de produtos fabricados com subst�ncias regulamentadas mencionadas no anexo A, mas que n�o as contenham. Se esta possibiIidade for reconhecida, as Partes estabelecer�o, num anexo, uma lista dos referidos produtos, de acordo com os procedimentos do artigo 10.� da Conven��o. As Partes que se n�o tenham oposto ao anexo interditar�o, no prazo de um ano a contar da data da entrada em vigor do anexo, a importa��o desses produtos provenientes de qualquer Estado que n�o seja Parte do presente Protocolo.
4-bis � Num prazo de cinco anos a partir da data de entrada em vigor deste par�grafo, as Partes decidir�o da possibilidade de interditar ou limitar as importa��es de Estados que n�o sejam Partes do presente protocolo de produtos fabricados com subst�ncias regulamentadas mencionadas no anexo B, mas que n�o as contenham. Se esta possibilidade for reconhecida, as Partes estabelecer�o, num anexo, uma lista dos referidos produtos, de acordo com os procedimentos do artigo 10.� da Conven��o. As Partes que se n�o tenham oposto ao anexo interditar�o ou limitar�o, no prazo de um ano a contar da data da entrada em vigor do anexo, a importa��o desses produtos provenientes de qualquer Estado que n�o seja Parte do presente Protocolo. 5 � Cada uma das Partes compromete-se a tomar todas as medidas para desencorajar a exporta��o de tecnologias de produ��o ou de utiliza��o de subst�ncias regulamentadas para Estados que n�o sejam Partes do presente Protocolo. 2 � O par�grafo 8 do artigo 4.� do Protocolo dever� ser substitu�do pelo par�grafo seguinte: 8 � N�o obstante as disposi��es do presente artigo, as importa��es referidas nos par�grafos 1, 1-bis, 3, 3-bis, 4 e 4-bis e as exporta��es referidas nos par�grafos 2 e 2-bis provenientes ou destinados a um Estado que n�o seja Parte do presente Protocolo poder�o ser autorizadas se as Partes determinarem, em reuni�o, que o referido Estado est� inteiramente de acordo com as disposi��es do artigo 2.� e dos artigos 2.�-A a 2.�-E e do presente artigo e se este Estado comunicou informa��o a este respeito, como previsto no artigo 7.� 3 � O par�grafo seguinte dever� ser acrescentado ao artigo 4.� do Protocolo como par�grafo 9: 9 � Para os objectivos deste artigo, o termo �um Estado que n�o seja parte do presente Protocolo� dever� incluir, respeitando uma determinada subst�ncia regulamentada, um Estado ou organiza��o regional de integra��o econ�mica que n�o tenha concordado em ser abrangido pelas medidas de controlo efectuadas para esta subst�ncia. P � Artigo 5.�: Situa��o especial dos pa�ses em vias de desenvolvimento
O artigo 5.� do Protocolo dever� ser substitu�do pelo seguinte: 1 � Para poder dar resposta a estas necessidades internas fundamentais, autoriza-se a todas as Partes consideradas como um pa�s em vias de desenvolvimento e cujo n�vel anual de consumo calculado de subst�ncias regulamentadas mencionadas no anexo A seja inferior a 0,3 kg por habitante � data da entrada em vigor do Protocolo a que diz respeito, ou em qualquer data posterior at� 1 de Janeiro de 1999, o adiamento por 10 anos a contar do ano especificado nos artigos 2.�-A a 2.�-E da observa��o das medidas de regulamenta��o a� mencionadas. 2 � No entanto, cada uma das Partes previstas no par�grafo 1 deste artigo tamb�m n�o dever� exceder o n�vel anual calculado de consumo das subst�ncias regulamentadas mencionadas no anexo A, que � de 0,3 kg por habitante, nem do n�vel anual calculado de consumo das subst�ncias regulamentadas mencionadas no anexo B, que � de 0,2 kg por habitante. 3 � Para implementar as medidas de regulamenta��o publicadas nos artigos 2.�-A a 2.�-E, todas as Partes previstas no par�grafo 1 deste artigo dever�o ser entituladas a usar: a) Para as subst�ncias regulamentadas pelo anexo A, tanto a m�dia do n�vel anual calculado de consumo no per�odo compreendido entre 1995 e 1997, inclusive, como do n�vel calculado de consumo de 0,3 kg por habitante, qualquer que seja o mais baixo, como base para determinar a sua conformidade com as medidas regulamentadas;
b) Para as subst�ncias regulamentadas pelo anexo B, a m�dia do n�vel anual calculado de consumo no per�odo de 1998 a 2000, inclusive, ou do n�vel calculado de consumo de 0,2 kg por habitante, qualquer que seja o mais baixo, como base para determinar a sua conformidade com as medidas regulamentadas. 4 � Se uma Parte prevista no par�grafo 1 deste artigo se sente incapaz de obter uma adequada reserva das subst�ncias regulamentadas antes das medidas de regulamenta��o mencionadas nos artigos 2.�-A a 2.�-E lhes serem aplicadas, dever� comunic�-lo ao Secretariado. O Secretariado dever�, em seguida, transmitir uma c�pia dessa notifica��o �s Partes, que dever�o estudar o assunto na pr�xima reuni�o e decidir�o qual o procedimento mais apropriado. 5 � O desenvolvimento das capacidades para cumprir as obriga��es das Partes previstas no par�grafo 1 do presente artigo, de acordo com as medidas regulamentadas publicadas nos artigos 2.�-A a 2.�-E, e a sua implementa��o por essas mesmas Partes, depender�o da implementa��o eficaz da coopera��o financeira prevista pelo artigo 10.�-A.
6 � Qualquer das Partes previstas no par�grafo 1 do presente artigo pode, em qualquer momento, comunicar por escrito ao Secretariado que, tendo empregue todas as medidas vi�veis, � incapaz de executar alguma ou todas as obriga��es declaradas nos artigos 2.�-A a 2.�-E, devido � implementa��o inadequada dos artigos 10.� e 10.�-A. O Secretariado dever�, em seguida, transmitir uma c�pia dessa notifica��o �s Partes, que dever�o estudar o assunto na pr�xima reuni�o, dando o devido reconhecimento ao par�grafo 5 do presente artigo, e decidir�o qual o procedimento mais apropriado.
7 � No per�odo compreendido entre a notifica��o e a reuni�o das Partes na qual ser� decidida a ac��o apropriada referida no par�grafo 6, ou num seguinte per�odo, se a reuni�o das Partes assim decidir, os procedimentos n�o concordantes referidos no artigo 8.� n�o dever�o ser invocados contra a Parte notificada. 8 � A situa��o das Partes previstas no par�grafo 1 do presente artigo dever� ser revista at� 1995, numa reuni�o das Partes, incluindo a implementa��o eficaz da coopera��o financeira e a transfer�ncia de tecnologias para essas Partes, adoptando revis�es julgadas necess�rias relativamente � tabela das medidas regulamentadas aplicadas a essas Partes. 9 � As decis�es das Partes referidas nos par�grafos 4, 6 e 7 do presente artigo dever�o ser tomadas de acordo com o procedimento aplicado para a tomada de decis�o do artigo 10.� Q � Artigo 6.�: Avalia��o o exame das medidas de controlo As palavras seguintes dever�o ser acrescentadas depois de �artigo 2.�� no artigo 6.� do Protocolo: �artigos 2.�-A a 2.�-E e a situa��o respeitante � produ��o, importa��o e exporta��o das subst�ncias transit�rias mencionadas no grupo I do anexo C�.
R � Artigo 7.�: Comunica��o de dados O artigo 7.� do Protocolo dever� ser substitu�do por: 1 � Cada Parte comunicar� ao Secretariado, no prazo de tr�s meses a partir da data em que aderiu ao Protocolo, os dados estat�sticos relativos � sua produ��o, importa��o e exporta��o de cada uma das subst�ncias regulamentadas para o ano de 1986 mencionadas no anexo A, ou as estimativas o mais aproximadas poss�veis, nos casos em que as informa��es n�o estejam dispon�veis. 2 � Cada Parte comunicar� ao Secretariado os dados estat�sticos relativos � sua produ��o, importa��o e exporta��o de cada uma das subst�ncias do anexo B e subst�ncias transit�rias mencionadas no grupo I do anexo C para o ano de 1989, ou as estimativas o mais aproximadas poss�veis, nos casos em que as informa��es n�o estejam dispon�veis, no prazo de tr�s meses a seguir � data das disposi��es publicadas no Protocolo relativamente � entrada em vigor das subst�ncias mencionadas no anexo B para essa Parte. 3 � Cada Parte comunicar� ao Secretariado dados estat�sticos sobre a sua produ��o anual (como definido no par�grafo 5 do artigo 1.�) e individualmente: Quantidades usadas em armazenamentos; Quantidades destru�das por tecnologias aprovadas pelas Partes; Importa��es e exporta��es para as Partes e n�o Partes, respectivamente; de cada uma das subst�ncias regulamentadas registadas nos anexos A e B, bem como das subst�ncias transit�rias mencionadas no grupo I do anexo C, para o ano durante o qual entraram em vigor as provis�es relativas �s subst�ncias mencionadas no anexo B para essa Parte e consequentemente para cada ano seguinte. Estes dados ser�o comunicados no prazo de nove meses a seguir ao fim do ano a que dizem respeito. 4 � Para as Partes previstas nas disposi��es do par�grafo 8, a), do artigo 2.�, os requisitos dos par�grafos 1, 2 e 3 deste artigo em rela��o aos dados estat�sticos relativos �s importa��es e exporta��es dever�o ser cumpridos se a organiza��o regional de integra��o econ�mica em quest�o fornecer os dados das importa��es e exporta��es entre organiza��o e Estados que n�o s�o membros dessa organiza��o.
S � Artigo 9.�: Investiga��o, desenvolvimento, sensibiliza��o
do p�blico o troca de Informa��es
O par�grafo 1, a), do artigo 9.� do Protocolo dever� ser substitu�do pelo seguinte:
a) As tecnologias mais apropriadas para melhorar o armazenamento, recupera��o, reciclagem ou destrui��o das subst�ncias regulamentadas e transit�rias ou para reduzir as emiss�es dessas subst�ncias. T � Artigo 10.�: Mecanismos financeiros O artigo 10.� do Protocolo dever� ser substitu�do pelo seguinte: Artigo 10.�: Mecanismos financeiros 1 � As Partes dever�o estabelecer um mecanismo no sentido de providenciar coopera��o financeira e t�cnica, incluindo a transfer�ncia de tecnologias, �s Partes previstas no par�grafo 1 do artigo 5.� deste Protocolo para possibilitar o seu consentimento com as medidas de controlo publicadas nos artigos 2.�-A a 2.�-E do Protocolo. Os mecanismos, aos quais dever�o ser adicionadas as contribui��es com outras transfer�ncias financeiras das Partes previstas nesse par�grafo, dever�o reunir concord�ncia total no aumento de custos dessas Partes a fim de possibilitar a sua concord�ncia com as medidas de controlo do Protocolo. Na reuni�o das Partes dever� ser decidida uma lista indicativa das categorias do aumento dos custos. 2 � Os mecanismos estabelecidos no par�grafo 1 dever�o incluir um Fundo Multilateral. Dever�o tamb�m incluir outras formas de coopera��o regional, bilateral e multilateral.
O Fundo Multilateral dever�: a) Reunir, numa grande base de consenso apropriado e de acordo com os crit�rios decididos pelas Partes, os custos incrementados combinados; b) Financiar as fun��es da carteira de compensa��o para: i) Ajudar as Partes previstas no par�grafo 1 do artigo 5.�, atrav�s de estudos espec�ficos do pa�s e outras coopera��es t�cnicas, para identificar as suas necessidades de coopera��o; ii) Facilitar a coopera��o t�cnica para satisfazer as necessidades identificadas;
iii) Distribuir, como previsto no artigo 9.�, informa��o e materiais relevantes, apoiar workshops, sess�es de treino e outras actividades relacionadas em benef�cio das Partes consideradas pa�ses em vias de desenvolvimento; e iv) Facilitar e controlar outras coopera��es bilaterais, regionais e multilaterais acess�veis �s Partes consideradas pa�ses em vias de desenvolvimento; c) Financiar os servi�os de secretariado do Fundo Multilateral e os custos de manuten��o relacionados. 4 � O Fundo Multilateral dever� funcionar sob a autoridade das Partes, que decidir�o sobre toda a sua pol�tica. 5 � As Partes dever�o estabelecer um Comit� Executivo para desenvolver e controlar a implementa��o da pol�tica espec�fica operacional, o ajuste administrativo das directrizes, incluindo os meios despendidos, no sentido de alcan�ar os objectivos do Fundo Multilateral. O Comit� Executivo dever� cumprir os seus deveres e responsabilidades especificados nos seus termos de refer�ncia conforme acordado pelas Partes, com a coopera��o e assist�ncia do Banco Internacional para a Reconstru��o e Desenvolvimento (World Bank), o Programa das Na��es Unidas para o Ambiente, o Programa de Desenvolvimento das Na��es Unidas ou outras representa��es adequadas, dependendo das suas �reas respectivas de especialidade. Os membros do Comit� Executivo, que devem ser seleccionados com base numa representa��o equilibrada das Partes previstas no par�grafo 1 do artigo 5.� e das partes n�o previstas, ser�o apoiados pelas Partes. 6 � O Fundo Multilateral ser� financiado atrav�s das contribui��es das Partes n�o previstas no par�grafo 1 do artigo 5.� em moeda convers�vel ou, em certas circunst�ncias, em esp�cie e ou em moeda nacional, com base na escala de taxa��o das Na��es Unidas. As contribui��es das outras Partes ser�o apoiadas. Bilateralmente e em casos particulares, de acordo com a decis�o das Partes, a coopera��o regional deve, de acordo com uma percentagem e em harmonia com qualquer crit�rio especificado por decis�o das Partes, ser considerada como uma contribui��o para o Fundo Multilateral, desde que essa contribui��o possa minimamente: a) Estar em estricta conformidade com as disposi��es do presente Protocolo;
b) Estabelecer recursos adicionais; e c) Estar de acordo com o aumento dos custos. 7 � As Partes decidir�o sobre o programa or�amental do Fundo Multilateral para cada per�odo fiscal e tamb�m sobre a percentagem de contribui��es das Partes individuais.
8 � Os meios do Fundo Multilateral dever�o ser despendidos de acordo com as Partes benefici�rias. 9 � As decis�es das Partes previstas neste artigo dever�o ser tomadas, sempre que poss�vel, por unanimidade. No caso de terem sido esgotados todos os esfor�os para atingir a unanimidade e n�o tenham chegado a um acordo, as decis�es ser�o adoptadas por dois ter�os da maioria dos votos das Partes presentes e em vota��o, representando uma maioria das Partes previstas no par�grafo 1 do artigo 5.�, presentes e em vota��o, e uma maioria das Partes n�o previstas, presentes e em vota��o. 10 � O mecanismo financeiro publicado neste artigo n�o prejudica qualquer acordo futuro que possa ser desenvolvido respeitando outras quest�es ambientais. U � Artigo 10.1�-A: Transfer�ncia de tecnologias O artigo seguinte dever� ser adicionado ao Protocolo como artigo 10.�-A.
Artigo 10.�-A: Transfer�ncia de tecnologias Cada Parte dever� empregar todas as medidas vi�veis, em harmonia com os programas apoiados pelo mecanismo financeiro, para garantir: a) Que os melhores substitutos ambientais seguros dispon�veis e suas tecnologias derivadas sejam prontamente transferidos para as Partes previstas no par�grafo 1 do artigo 5.�; e b) Que as transfer�ncias �s quais se refere a al�nea a) ocorram nas mais justas e favor�veis condi��es. V � Artigo 11.�: Reuni�es das Partes O par�grafo 4, g), do artigo 11.� do Protocolo dever� ser substitu�do pelo seguinte:
g) Avalia��o de acordo com o artigo 6.�, das medidas de regulamenta��o e da situa��o relativamente a subst�ncias transit�rias. W � Artigo 17.�: Partes que aderem depois da entrada em vigor As palavras seguintes dever�o ser adicionadas a seguir a �e do artigo� no artigo 17�: �artigos 2.�-A a 2.�-E, e�. X � Artigo 19.�: Den�ncia O artigo 19.� do Protocolo dever� ser substitu�do pelo par�grafo seguinte:
Todas as Partes podem discordar do presente Protocolo atrav�s de notifica��o escrita, entregue ao deposit�rio, pelo menos quatro anos ap�s terem aceite as obriga��es especificadas no par�grafo 1 do artigo 2.�-A. Qualquer den�ncia entra em vigor ap�s o prazo de um ano a contar da data da sua recep��o pelo deposit�rio ou em qualquer data posterior que possa estar especificada na notifica��o de den�ncia. Y � Anexos Os anexos seguintes dever�o ser adicionados ao Protocolo: ANEXO B Subst�ncias regulamentadas Grupo
de deteriora��o
da camada
Grupo I: CF3Cl
C3FCl7 (CFC-211)
C3F4Cl4 (CFC-214)
(metil clorof�rmio) .............
* Esta f�rmula n�o se refere a 1,1,2-tricloroctano. ANEXO C Subst�ncias transit�rias Grupo
Subst�ncia Grupo I: CHFCl2
CHF2Cl (HCFC-22)
CH2FCl (HCFC-31)
C2H4FCl (HCFC-151)
C3HF6Cl (HCFC-226)
C3H6FCl (HCFC-271) Artigo 2.�: Entrada em vigor 1 � Esta emenda dever� entrar em vigor a 1 de Janeiro de 1992, prevendo que pelo menos 20 documentos de ratifica��o, aprova��o ou consentimento da emenda sejam depositados pelos Estados ou por organiza��es regionais de integra��o econ�mica que sejam Partes do Protocolo de Montreal sobre as Subst�ncias Que Deterioram a Camada de Ozono. No caso de estas condi��es n�o terem sido cumpridas at� esta data, a presente emenda dever� entrar em vigor no 90.� dia ap�s a data a que ter� sido cumprido. 2 � Para os objectivos do par�grafo 1, qualquer documento depositado por uma organiza��o regional de integra��o econ�mica n�o dever� ser considerado como adicional aos depositados pelos Estados membros de tal organiza��o. 3 � Ap�s a entrada em vigor da presente emenda conforme prevista no par�grafo 1, esta dever� entrar em vigor, para qualquer outra Parte do Protocolo, no 90.� dia ap�s a data do dep�sito dos seus documentos de ratifica��o, aprova��o ou consentimento.
(D.R. n.� 191, I S�rie-A, de 20-8-1992)
[ P�gina Anterior ][ Vers�o Chinesa ] Consulte tamb�m:Legisla��o da RAEM - DVD-ROM (20/12/1999 - 31/12/2012)