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Timestamp: 2017-10-18 14:46:30+00:00
Document Index: 169112425

Matched Legal Cases: ['artigo 16', 'artigo 198', 'artigo 198', 'artigo 37', 'artigo 39', 'artigo 39', 'artigo 39']

concurso da funasa para agente de endemias | Busca Jusbrasil
Página 1 de 5.077 17 1 3.738 1.294 27 resultados para "concurso da funasa para agente de endemias" em Notícias em Artigos em Jurisprudência em Diários em Legislação
Ementa: SERVIDOR PÚBLICO MUNICIPAL - MUNICÍPIO DE ARAÇUAI - CONTRATO TEMPORÁRIO - AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE - LEI FEDERAL Nº 11.350 /2006 C/C § 5º DO ART. 198 DA CR/88 - AUSÊNCIA DE CONCURSO OU PROCESSO SELETIVO - REGIME ESTATUTÁRIO EXPRESSAMENTE ASSEGURADO - FGTS INDEVIDO. As atividades de Agente Comunitário de Saúde e de Agente de Combate às Endemias são regulamentados pela lei Federal nº 11.350 , de 5 de outubro de 2006, por força do § 5º do art. 198 da CR/88 . Estabelece a Lei federal nº 11.350 , de 5 de outubro de 2006, regulamentando o § 5º do art. 198 da Constituição Federal , em seu Art. 8º , que "Os Agentes Comunitários de Saúde e os Agentes de Combate às Endemias admitidos pelos gestores locais do SUS e pela Fundação Nacional de Saúde - FUNASA, na forma do disposto no § 4º do art. 198 da Constituição Federal , submetem-se ao regime jurídico estabelecido pela Consolidação das Leis do Trabalho - CLT , salvo se, no caso dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, lei local dispuser de forma diversa". O parágrafo 4º do art. 198 da CR/88 exige que esses agentes sejam admitidos por processo seletivo, para ter os direitos previstos na lei que regulamentou a profissão. Não foi o que ocorreu neste caso, nem se trata de contratação por motivo de surtos endêmicos. O artigo 16 da lei que rege a espécie proíbe a contratação temporária. Assim sendo, o contrato em questão, feito entre as partes sem o devido processo de seleção, contendo cláusula de exclusão do regime celetista, se submete às mesmas regras dos demais contratos administrativos de contratação temporária, submetendo-se ao regime estatutário. FGTS indevido.
TJ-ES - Apelação APL 00185858820118080011 (TJ-ES)
Ementa: APELAÇÃO CÍVEL c⁄c REMESSA NECESSÁRIA Nº 0018585-88.2011.8.08.0011 APTE.: MUNICÍPIO DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM APDA.: GISELE MORAIS MOREIRA JUIZ: DR. ROBSON LOUZADA LOPES RELATORA: DESª. ELIANA JUNQUEIRA MUNHÓS FERREIRA A C Ó R D Ã O APELAÇÃO CÍVEL C⁄C REMESSA NECESSÁRIA. RECLAMAÇÃO TRABALHISTA. REEXAME NECESSÁRIO CABÍVEL EM RAZÃO DA SÚMULA 490 DO STJ. CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA. AGENTE DE ENDEMIA. CONTRATO PRORROGADO POR POUCO MAIS DE 36 MESES. LIMITAÇÃO PREVISTA NA LEI MUNICIPAL 5.976⁄2007. INEXISTÊNCIA DE PERMANÊNCIA EXCESSIVA. LEGALIDADE. FGTS inDEVIDO. REMESSA NECESSÁRIA E APELAÇÃO VONlUNtÁRIA CONHECIDAS E PROVIDAS. SENTENÇA REFORMADA PARA JULGAR IMPROCEDENTES OS PEDIDOS AUTORAiS. INVERSÃO DOS ÔNUS DE SUCUMBÊNCIA. 1) Embora o MM. Juiz sentenciante não tenha ordenado a remessa obrigatória, é cabível, na espécie, o reexame necessário, nos termos do art. 475, inciso I, do CPC, e consoante entendimento mais atualizado da Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (Súmula nº. 490 do STJ), por se tratar de sentença ilíquida na qual houve condenação da Fazenda Pública, não sendo aplicável a dispensa prevista no §2º do art.475 do CPC. 2) O Supremo Tribunal Federal, ao apreciar o Agravo Regimental no Recurso Extraordinário nº 752.206⁄MG, entendeu serem extensíveis aos servidores contratados por prazo determinado, na forma do art. 37, inc. IX, da Constituição da República, os direitos sociais previstos no art. 7º do mesmo diploma, inclusive o FGTS, desde que ocorram sucessivas renovações do contrato, em afronta ao princípio do concurso público. 3) Contratação temporária de Agente de Endemia subsidiada pela Lei Municipal nº 5.976, em 25⁄06⁄2007, e pelo(s) Convênio(s) FNS-FUNASA⁄PMCI. Contrato que perdurou por 36 (trinta e seis meses) e 22 dias. 4) A Lei Municipal nº 5.976⁄2007 prevê que a contratação na qual fundou-se o contrato da autora pode ter prazo máximo de 36 (trinta e seis) meses. 5) No caso vertente, não houve irregularidade suficiente a justificar...
TRT-6 - RECURSO ORDINARIO RO 141600032006506 PE 0141600-03.2006.5.06.0003 (TRT-6)
Ementa: RECURSO ORDINÁRIO - SERVIDOR PÚBLICO - INGRESSO SEM CONCURSO PÚBLICO - AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE E AGENTE DE COMBATE ÀS ENDEMIAS - IMPOSSIBILIDADE. 1. Inconcebível a pretensão dos autores de serem enquadrados nas vagas do Quadro Suplr de Combate às Endemias da FUNASA, cujo vínculo jurídico foi estabelecido unicamente com o Município do Recife, porquanto para a admissão de Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias, conforme preveem os §§ 4º e 5º do artigo 198 da Constituição Federal , acrescidos pela Emenda Constitucional nº 51 /06, impende a satisfação dos requisitos legais previstos na Lei nº 11.350 /2006, norma regulamentadora, atinente ao prévio processo seletivo público de provas ou de provas e títulos, o que não ocorreu na hipótese presente, situação que impede o sucesso da tese autoral. 2. Recurso ordinário desprovido.
Encontrado em: Barreto. ADV. RECORRENTE: Aurenice Accioly Lins. RECORRIDO: Fundação Nacional de Saúde - FUNASA
TRT-9 - 1126200871905 PR 1126-2008-71-9-0-5 (TRT-9)
Ementa: TRT-PR-29-01-2010 AGENTE DE COMBATE ÀS ENDEMIAS. EMPREGADO NÃO CONCURSADO. EQUIPARAÇÃO SALARIAL INDEVIDA. É incontroverso nos autos que a Obreira não se submeteu a certame público, em qualquer de suas modalidades, para ingresso no exercício de suas funções. Por sua vez, a Lei nº 11.350 /06 não ampara sua tese, pois, conforme se depreende da norma em questão, em nenhum momento foi intuito do legislador "regularizar" a situação de agentes de saúde e agentes de combates de endemias, exercentes das funções sem submissão a concurso público, dispensado-os deste, o que, de fato, nem mesmo poderia ocorrer, em face da exigência constitucional para o ingresso no Serviço Público. Percebe-se do texto legal, na verdade, a dispensa de nova submissão a teste seletivo daqueles trabalhadores que tenham sido anteriormente contratados por meio de processo de seleção pública efetuado pela FUNASA ou por esta supervisionado (art. 12), a facultar ao administrador público a manutenção de trabalhadores não concursados no exercício de suas atividades até que se efetuasse o regular processo seletivo (art. 17). Portanto, sem notícia de que a Obreira tenha sido submetida a qualquer processo seletivo, muito menos nos moldes determinados pela lei em questão, falta amparo legal para pretensão equiparatória almejada. Recurso da Reclamante a que se nega provimento, no particular.
TRT-6 - RECURSO ORDINARIO RO 618200701706003 PE 2007.017.06.00.3 (TRT-6)
Ementa: RECURSO ORDINÁRIO - SERVIDOR PÚBLICO - INGRESSO SEM CONCURSO PÚBLICO - AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE E AGENTE DE COMBATE ÀS ENDEMIAS - IMPOSSIBILIDADE. 1. Inconcebível a pretensão dos autores de serem enquadrados nas vagas do Quadro Suplementar de Combate às Endemias da FUNASA, cujo vínculo jurídico foi estabelecido unicamente com o Município do Recife. Para a admissão de Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias, conforme prevêem os §§ 4º e 5º do artigo 198 da Constituição Federal , acrescidos pela Emenda Constitucional nº 51 /06, impende a satisfação dos requisitos legais previstos na Lei nº 11.350 /2006, norma regulamentadora, atinente ao prévio processo seletivo público de provas ou de provas e títulos, o que não ocorreu na hipótese presente, situação que impede o sucesso da tese autoral. 2. Recurso ordinário desprovido.
Encontrado em: . RECORRIDO: Fundação Nacional de Saúde - FUNASA. ADV. RECORRIDO: Gilberto Lopes de Albuquerque
TRT-6 - RECURSO ORDINARIO RO 1398200601306009 PE 2006.013.06.00.9 (TRT-6)
Ementa: DIREITO CONSTITUCIONAL. SERVIDOR PÚBLICO. INGRESSO SEM CONCURSO PÚBLICO. AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE E AGENTE DE COMBATE ÀS ENDEMIAS. ART. 198 , §§ 4º E 5º , DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL , ACRESCIDOS PELA EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 51 /06. LEI Nº 11.350 /2006. Após a Constituição de 1988, não mais admissível é o ingresso de servidor público no âmbito da Administração, sem submissão a certame público, ex vi da previsão do seu artigo 37 , II e § 2º. Inconcebível a pretensão de ingresso no quadro de agentes de saúde da FUNASA de servidores, cujo vínculo jurídico foi estabelecido unicamente com o Município do Recife. Para a admissão de Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias, conforme prevêem os §§ 4º e 5º , do art. 198 da Constituição Federal , acrescidos pela Emenda Constitucional nº 51 /06, impende a satisfação do requisito legal constante no art. 9º , da Lei nº 11.350 /2006, atinente ao prévio processo seletivo público de provas ou de provas e títulos. Pa...
Encontrado em: : Evandro Cezar de Freitas Guimaraes. RECORRIDO: Fundação Nacional de Saúde - FUNASA. ADV. RECORRIDO
TCE-MS - ADMISSÃO 55802008 MS 905.491 (TCE-MS)
Ementa: ADMISSÃO DE PESSOAL. AGENTE COMUNITÁRIO. EMPREGO PÚBLICO.CONTRATAÇÃO POR TEMPO INDETERMINADO. CONCURSO REALIZADO.REGULARIDADE E LEGALIDADE. REGISTRO. INTEMPESTIVIDADE NAREMESSA DE DOCUMENTOS. RECOMENDAÇÃO.DO RELATÓRIOTrata o presente processo da apreciação da legalidade para fins de registrodo Ato de Admissão de Pessoal em emprego público para exercer a funçãode Agente Comunitário de Saúde e Agente de Combate a Endemias, portempo indeterminado, no Município de Dourados/MS, em Concurso Públicode Provas e Títulos realizado na data de 16/03/2008 e homologado em30/05/2008, sob a responsabilidade do Sr. José Laerte Tetila, prefeitomunicipal à época.A ICEAP procedeu à análise ANA n. 6491/2013 manifestando-se pelo nãoregistro das contratações por prazo indeterminado em Emprego Público,sugerindo a notificação dos responsáveis, observando, ainda, a remessaintempestiva de documentos.Regularmente notificado, compareceram aos autos o Sr. Ari Valdecir Artuziàs fls. 210-335, e Sr. José Laerte Cecilio Tetila às fls. 401-403 apresentandorespostas e justificativas para a contratação efetuada.Com a vinda das respostas, a ICEAP procedeu à reanálise ANA n.15683/2013, ratificando a análise anteriormente apresentada, opinandopelo não registro das contratações por prazo indeterminado em empregopúblico.Por sua vez, o Ministério Público de Contas manifestou-se por meio doParecer n. 16136/2013 opinando pela intimação de todos os contratadospara apresentarem defesa nos autos antes do julgamento, por esta Corte deContas, pelo principio do contraditório e da ampla defesa para,posteriormente, emitir seu parecer conclusivo.DO VOTOEm 02/08/2007, o Supremo Tribunal Federal concedeu liminar na ADIn.2135-4 para suspender a vigência do art. 39, caput, da ConstituiçãoFederal, em sua redação dada pela Emenda Constitucional n. 19 /98, comefeitos ex nunc, voltando a vigorar a redação anterior do artigo exigindo,assim, o Regime Jurídico Único de Contratação e planos de carreira para osservidores...
TCE-MS - ADMISSÃO 61912008 MS 909.112 (TCE-MS)
Ementa: Agentes Comunitários de Saúde e Combate aEndemias, por meio de processo seletivo público, de acordo com a naturezae complexidade das atribuições e dos requisitos específicos para a suaatuação.Com efeito, o regime a ser aplicado a esta categoria e à regulamentação desuas atividades foram definidos na Lei n. 11.350/2006, que em seu art. 8ºprevia que os Agentes Comunitários de Saúde e os Agentes de Combate àsEndemias admitidos pelos gestores locais do SUS e pela Fundação Nacionalde Saúde - FUNASA, na forma do disposto no § 4o do art. 198 daConstituição, submetem-se ao regime jurídico estabelecido pelaConsolidação das Leis do Trabalho - CLT, salvo se, no caso dos Estados, doDistrito Federal e dos Municípios, lei local dispuser de forma diversa. (grifonosso) Portanto, por essas orientações legais já vigentes à época, conclui-se quenão houve erro grosseiro por parte da Administração Municipal ao realizarconcurso para o provimento de empregos de Agente Comunitário de Saúde,com vínculo celetista.Embora em 02/08/2007, o Supremo Tribunal Federal tenha concedidoliminar na ADI n. 2135-4 para suspender a vigência do artigo 39, caput, daConstituição Federal, em sua redação dada pela Emenda Constitucional n.19/1998, com efeitos ex nunc, denota-se pelos documentos juntados aosautos que a Administração Municipal se adequou ao regime jurídico único,supervenientemente, editando a Lei Complementar n. 169/2010 e oDecreto n. 1500/2010, para transformar o vínculo dos AgentesComunitários de Saúde, de celetista para estatutário.Desta forma, a Administração fez uso do seu Poder de Autotutela paracontrolar seus próprios atos, seja para anulá-los quando ilegais, ou revogá-los, quando inconvenientes ou inoportunos, independentemente de revisãopor parte do Poder Judiciário, cabendo perfeitamente seu uso no casoconcreto, quando da edição de lei complementar para adequação doregime jurídico.O que não se pode perder de vista é que foi observado pela Administraçãoo requisito essencial para...
TCE-MS - ADMISSÃO 55832008 MS 905.492 (TCE-MS)
Ementa: de Saúde e Combate aEndemias, por meio de processo seletivo público, de acordo com a naturezae complexidade das atribuições e dos requisitos específicos para a suaatuação.Com efeito, o regime a ser aplicado a esta categoria e à regulamentação desuas atividades foram definidos na Lei n. 11.350/2006, que em seu art. 8ºprevia que os Agentes Comunitários de Saúde e os Agentes de Combate àsEndemias admitidos pelos gestores locais do SUS e pela Fundação Nacionalde Saúde - FUNASA, na forma do disposto no § 4o do art. 198 daConstituição, submetem-se ao regime jurídico estabelecido pelaConsolidação das Leis do Trabalho - CLT, salvo se, no caso dos Estados, doDistrito Federal e dos Municípios, lei local dispuser de forma diversa. (grifonosso) Portanto, por essas orientações legais já vigentes à época, conclui-se quenão houve erro grosseiro por parte da Administração Municipal ao realizarconcurso para o provimento de empregos de Agente Comunitário de Saúde,com vínculo celetista.Embora em 02/08/2007, o Supremo Tribunal Federal tenha concedidoliminar na ADI n. 2135-4 para suspender a vigência do artigo 39, caput, daConstituição Federal, em sua redação dada pela Emenda Constitucional n.19/1998, com efeitos ex nunc, denota-se pelos documentos juntados aosautos que a Administração Municipal se adequou ao regime jurídico únicosupervenientemente, editando a Lei Complementar n. 169/2010 e oDecreto n. 1500/2010, para transformar o vínculo dos AgentesComunitários de Saúde, de celetista para estatutário.Desta forma, a Administração fez uso do seu Poder de Autotutela paracontrolar seus próprios atos, seja para anulá-los quando ilegais, ou revogá-los, quando inconvenientes ou inoportunos, independentemente de revisãopor parte do Poder Judiciário, cabendo perfeitamente seu uso no casoconcreto, quando da edição de lei complementar adequando o regimejurídico.O que não se pode perder de vista é que foi observado pela Administraçãoo requisito essencial para a contratação dos Agentes Comunitários...
TCE-MS - ADMISSÃO 45782009 MS 941.207 (TCE-MS)
Ementa: admitir Agentes Comunitários de Saúde e Combate aEndemias, por meio de processo seletivo público, de acordo com a naturezae complexidade das atribuições e dos requisitos específicos para a suaatuação.Com efeito, o regime a ser aplicado a esta categoria e à regulamentação desuas atividades foram definidos na Lei n. 11.350 /2006, que em seu art. 8ºprevia que os Agentes Comunitários de Saúde e os Agentes de Combate àsEndemias admitidos pelos gestores locais do SUS e pela Fundação Nacionalde Saúde - FUNASA, na forma do disposto no § 4o do art. 198 daConstituição, submetem-se ao regime jurídico estabelecido pelaConsolidação das Leis do Trabalho - CLT , salvo se, no caso dos Estados, doDistrito Federal e dos Municípios, lei local dispuser de forma diversa. (grifonosso) Portanto, por essas orientações legais já vigentes à época, conclui-se quenão houve erro grosseiro por parte da Administração Municipal ao realizarconcurso para o provimento de empregos de Agente Comunitário de Saúde,com vínculo celetista.Embora em 02/08/2007, o Supremo Tribunal Federal tenha concedidoliminar na ADI n. 2135-4 para suspender a vigência do artigo 39 , caput, daConstituição Federal, em sua redação dada pela Emenda Constitucional n.19/1998, com efeitos ex nunc, denota-se pelos documentos juntados aosautos que a Administração Municipal se adequou ao regime jurídico únicosupervenientemente, editando a Lei Complementar n. 169/2010 e oDecreto n. 1500/2010, para transformar o vínculo dos AgentesComunitários de Saúde, de celetista para estatutário.Desta forma, a Administração fez uso do seu Poder de Autotutela paracontrolar seus próprios atos, seja para anulá-los quando ilegais, ou revogá-los, quando inconvenientes ou inoportunos, independentemente de revisãopor parte do Poder Judiciário, cabendo perfeitamente seu uso no casoconcreto, quando da edição de lei complementar adequando o regimejurídico.O que não se pode perder de vista é que foi observado pela Administraçãoo requisito essencial para...
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