Source: https://issuu.com/lrralves/docs/regulamentosactosengenharia
Timestamp: 2017-03-29 02:36:52+00:00
Document Index: 22856335

Matched Legal Cases: ['artigo 27', 'artigo 30', 'artigo 8', 'artigo 8', 'artigo 8', 'artigo 8', 'artigo 8', 'artigo 8', 'artigo 10', 'artigo 8', 'Artigo 152', 'Artigo 152', 'Artigo 152']

Regulamento Actos de Engenharia by Luis Alves - issuu
REGULAMENTO DE EXERCÍCIO DOS ACTOS e respectiva legislação Os modelos de declarações que neste espaço disponibilizamos correspondem aos pedidos efectuados por membros da ANET no exercício da profissão de Engenheiro Técnico. Por uma questão de simplificação, optámos por construir a presente matriz, anexando a legislação de suporte à mesma, sabendo quão difícil é, por vezes, ter acesso ao complexo sistema legislativo Português. Os actos de Engenharia, consoante a maior ou menor dificuldade de concepção, grau de complexidade do projecto de execução, constantes do Regulamento de Actos de Engenharia, encontram‐se estabelecidos pela ANET em grelhas e por especialidades. As Declarações emitidas pela ANET estão em conformidade com a legislação em vigor designadamente no que se refere ao nº 3 do art.º 10 do Decreto‐Lei nº 555/99, de 16 de Dezembro, alterado e republicado pela Lei nº 60/2007, de 4 de Setembro, n.º 3 do art.º 10º e n.º 8 do art.º 20, ao Decreto nº 73/73, de 28 de Fevereiro, à Portaria n.º 701‐
H/2008, de 29 de Julho, no que se refere à organização, instrução e classificação de obras, na regulação da actividade da Engenharia, bem como com o Decreto‐Lei n.º 12/2004, de 9 de Janeiro e a Portaria n.º 16/2004, de 10 de Janeiro, bem como com o Regulamento de Actos de Engenharia aprovado pela ANET ‐ Associação Nacional dos Engenheiros Técnicos. Com a publicação da Lei 31/2009, de 3 de Julho e consequente entrada em vigor no próximo dia 1 de Novembro e dado até agora não ter sido dada resposta ás propostas de protocolo enviadas pela ANET foi decidido adoptar a grelha que se anexa sendo nossa opinião que até pode ser dispensável a existência de qualquer protocolo e seja aconselhável a existência de uma portaria que regulamente o nº 3 do artº 10 e pouco mais pois tudo está na lei e cabe ás associações de direito público – ANET, O.E. e a O.A. ‐ a regulamentar questões de pormenor. Independentemente do protocolo ou portaria previsto no artigo 27.º da referida lei, as competências são as que a seguir se sintetizam para uma mais fácil compreensão: A – Autor de Projecto: o técnico ou técnicos que elaboram e subscrevem, com autonomia, o projecto de arquitectura, cada um dos projectos de engenharia ou o projecto de paisagismo, os quais integram o projecto, subscrevendo as declarações e os termos de responsabilidade respectivos. B – Coordenador de Projecto: o autor de um dos projectos ou o técnico que integra a equipa de projecto com a qualificação profissional exigida a um dos autores, a quem compete garantir a adequada articulação da equipa de projecto em função das características da obra, assegurando a participação dos técnicos autores, a compatibilidade entre os diversos projectos e as condições necessárias para o cumprimento das disposições legais e regulamentares aplicáveis a cada especialidade e a respeitar por cada autor de projecto. C – Director de fiscalização de obra: o técnico, habilitado nos termos da presente lei, a quem incumbe assegurar a verificação da execução da obra em conformidade com o projecto de execução e, quando aplicável, o cumprimento das condições da licença ou da comunicação prévia, bem como o cumprimento das normas legais e regulamentares aplicáveis, e ainda o desempenho das competências previstas no Código dos Contratos Públicos, em sede de obra pública. D – Director de Obra: o técnico habilitado a quem incumbe assegurar a execução da obra, cumprindo o projecto de execução e, quando aplicável, as condições da licença ou comunicação prévia, bem como o cumprimento das normas legais e regulamentares em vigor. E – Estruturas Complexas: as que se integrem na definição de edifícios designados por não correntes, de acordo com o artigo 30.º do Regulamento de Segurança e Acções para Estruturas de Edifícios e Pontes (RSA), aprovado pelo Decreto ‐Lei n.º 235/83, de 31 de Maio, ou que exijam ou integrem fundações por estacas em edifícios localizados em zonas sísmicas classificadas como A ou B, de acordo com o RSA; F – Contrato de Empreitadas – Entende ‐se por empreitada de obras públicas o contrato oneroso que tenha por objecto quer a execução quer, conjuntamente, a concepção e a execução de uma obra pública que se enquadre nas subcategorias previstas no regime de ingresso e permanência na actividade de construção. Considera‐se obra pública o resultado de quaisquer trabalhos de construção, reconstrução, ampliação, alteração ou adaptação, conservação, restauro, reparação, reabilitação, beneficiação e demolição de bens imóveis executados por conta de um contraente público. QUADRO RESUMO DE COMPETÊNCIAS Agente Técnico de Arquitectura e Engenharia (ATAE) CAP nível IV CET na condução de obras 1. Projectos de obras de conservação e alteração no interior dos edifícios 2. Projectos de obras isentas de comunicação prévia e licença TSHST CAP nível V Autor de projecto Lei 31/2009 Arquitecto Engenheiro Engenheiro Técnico Arquitecto Paisagista Todas as obras excepto as previstas no n.º 4(*) do artigo 8.º Projectos de arquitectura Restantes Projectos Restantes Projectos Obras específicas previstas no n.º 4(*) do artigo 8.º Não têm competência Apenas Engenheiro Civil Apenas Engenheiro Técnico Civil Não têm competência Não têm competência Não têm competência TSHST CAP nível V Não têm competência Arquitecto Engenheiro Engenheiro Técnico Arquitecto Paisagista Têm competência Têm competência Têm competência Têm competência Não têm competência Não têm competência Não têm competência Pelo menos 5 anos de actividade profissional em elaboração ou coordenação de projectos Pelo menos 5 anos de actividade profissional em elaboração ou coordenação de projectos Pelo menos 5 anos de actividade profissional em elaboração ou coordenação de projectos Pelo menos 5 anos de actividade profissional em elaboração ou coordenação de projectos Não têm competência Não têm competência Não têm competência Não têm competência Têm competência Engenheiro Civil Têm competência Engenheiro Técnico Civil Não têm competência Não têm competência Não têm competência Não têm competência Agente Técnico de Arquitectura e Engenharia (ATAE) CAP nível IV CET na condução de obras  Obras de construção de edifícios e trabalhos preparatórios e complementar
es à construção de edifícios até ao valor limite da Classe 2 de Alvará  Todas as obras excepto as previstas no n.º 4(*) do artigo 8.º e ainda as obras em edifícios com estruturas metálicas, com TSHST CAP nível V Obras específicas previstas no n.º 4(*) do artigo 8.º Director de fiscalização de Obra Lei 31/2009 Não têm competência Agente Técnico de Arquitectura e Engenharia (ATAE) CAP nível IV CET na condução de obras Coordenador de projecto Lei 31/2009 Obras de detentores de título de registo ou Classe de Alvará inferior a 5 Obras de detentores de Classe de Alvará igual ou superior a 5 Não têm competência TSHST CAP nível III Arquitecto 
Obras até Classe 5 do Alvará Todas as obras de bens imóveis classificados ou inseridos em zona automática de protecção Excepto todas as obras previstas no n.º 4(*) do artigo 8.º Engenheiro Obras na área de especialização de engenharia até à Classe 9 Engenheiro Técnico Arquitecto Paisagista Obras na área de especialização de engenharia até à Classe 9  Obras cujo projecto ordenador é o paisagista até à Classe 5 de Alvará  Todas as obras excepto as previstas no n.º 4(*) do artigo 8.º e ainda obras em edifícios com estruturas metálicas, com estruturas complexas Não têm competência TSHST CAP nível III TSHST CAP nível III Não têm competência ou em edifícios que envolvam obras de contenção periférica e fundações especiais estruturas complexas ou em edifícios que envolvam obras de contenção periférica e fundações especiais Director de Obra Lei 31/2009 Titulo de registo e Classe igual ou inferior a 2 Classe superior a 2 Projectista de Estruturas Complexas Lei 31/2009 Cálculo de estruturas – Lei n.º 31/2009, de 3 de Julho Cálculo de estruturas n.º 3 do artigo 10.º ‐ Lei n.º 31/2009, de 3 de Julho Contratos de empreitadas (Dec.‐Lei n.º 18/2008, 29 de Janeiro) Port. n.º 959/2009, de 21 de Agosto Alvarás Port. 16/2004 Lei 31/2009 Arquitecto Engenheiro Engenheiro Técnico Arquitecto Paisagista Agente Técnico de Arquitectura e Engenharia (ATAE) CAP nível IV CET na condução de obras Têm competência Têm competência Têm competência Têm competência Têm competência Não têm competência Têm competência Têm competência Não têm competência Arquitecto Engenheiro Engenheiro Técnico Arquitecto Paisagista Não têm competência Têm competência – Engenheiro Civil Têm competência – Engenheiro Técnico Civil Não têm competência Não têm competência Engenheiro Civil com Mestrado pré‐Bolonha, Mestrado pós‐
Bolonha ou Doutoramento Engenheiro Técnico Civil com DESE, Licenciatura pré‐Bolonha, Mestrado pré‐
Bolonha, Mestrado pós‐
Bolonha ou Doutoramento ou ser especialista em estruturas Não têm competência Não têm competência Arquitecto Paisagista Agente Técnico de Arquitectura e Engenharia (ATAE) CAP nível IV CET na condução de obras Não têm competência Não têm competência Arquitecto Paisagista Agente Técnico de Arquitectura e Engenharia (ATAE) CAP nível IV CET na condução de obras Não têm competência Arquitecto Engenheiro Engenheiro Técnico Não têm competência Têm competência – Engenheiro Civil Têm competência – Engenheiro Técnico Civil Arquitecto Engenheiro Engenheiro Técnico Não têm competência Agente Técnico de Arquitectura e Engenharia (ATAE) CAP nível IV CET na condução de obras Quadro mínimo de pessoal da até à Classe 5 até à Classe 9 até à Classe 9 até à Classe 5 até à Classe 2 área da produção Quadro mínimo de técnicos da área da ________ ________ __________ _______ ________ segurança e higiene do trabalho (*) Obras previstas no n.º 4 do artigo 8.º: a) Estradas, pontes, túneis, pistas de aeroportos e de aeródromos e vias‐férreas; b) Redes de transporte de águas, de esgotos, de distribuição de energia, de telecomunicações e outras; c) Obras de engenharia hidráulica, estações de tratamento de água ou de águas residuais; d) Obras portuárias e de engenharia costeira e fluvial; TSHST CAP nível V TSHST CAP nível III Não têm competência Não têm competência Não têm competência TSHST CAP nível V Não têm competência Não têm competência Não têm competência Não têm competência Não têm competência TSHST CAP nível V TSHST CAP nível III TSHST CAP nível III Engenheiro Engenheiro Técnico TSHST CAP nível V Engenheiro Engenheiro Técnico TSHST CAP nível III Não têm competência Não têm competência das Classes 6 à 9 das Classes 7 à 9 e) Estações de tratamento de resíduos sólidos; f) Centrais de produção de energia e de tratamento, refinação ou armazenamento de combustíveis ou materiais químicos, não de retalho; g) Demolição e preparação dos locais da construção, perfurações e sondagens; h) Instalações eléctricas, de canalização, de climatização e outras instalações. No entanto, este será sempre um trabalho incompleto, já que a constante alteração da legislação, a par do tempo de latência entre as datas de aprovação das leis e regulamentos com as datas das reuniões do Conselho Directivo Nacional da ANET, Conselho da Profissão e Colégios da Especialidade assim o determinam. Esta situação pode induzir um conjunto erros e omissões, para os quais pedimos a compreensão dos utilizadores e a colaboração na detecção das mesmas, numa perspectiva de melhoria e constante actualização desta base de informação. Tendo em vista a simplificação administrativa, assim como agilizar e uniformizar o processo de emissão das declarações necessárias ao exercício da profissão, a ANET adopta um conjunto de medidas simplificadoras do processo de emissão de declarações, integram‐se no plano de agilização e transparência de procedimentos, permitindo, tanto aos membros, como às entidades licenciadoras, identificar competências e reconhecer o rigor do processo de certificação dos Engenheiros Técnicos. Por outro lado, a ANET deliberou publicar a Listagem de Declarações disponíveis para emissão, com a possibilidade de visualização por todos os utentes, permitindo assim que cada membro saiba exactamente quais as declarações que pode obter (e em que condições) e efectuar os pedidos com outro conhecimento, evitando a sobrecarga e incómodo de obter informação prévia, via telefone ou outra. Esta base de informação pode ser consultada por todos os Engenheiros Técnicos, Engenheiros, Arquitectos, Câmaras Municipais, Direcções Gerais e demais Organismos Público, assim como por todos aqueles que a considerem útil., bastando para isso clicar na opção desejada: a) “N.º” – A cada��tipo de competências corresponde um número de ordem. b) “Tipo” – As declarações poderão ser emitidas na respectiva Secção Regional onde se encontra inscrito (G – genéricas) se passíveis de serem emitidas pelo simples facto de ser um membro da ANET, ou no Conselho Directivo Nacional (E – específicas), se a sua emissão depender de requisitos específicos (análise curricular, formação complementar, experiência profissional comprovada, etc.). Após a homologação do Conselho Directivo Nacional da competência certificada, no respectivo processo individual a mesma é registada na aplicação informática de gestão de membros existente no Registo Nacional. A partir de então, as declarações passam a ser emitidas pelas respectivas Secções Regionais. c) “Competências” – Visualização do tipo de declaração conforme os actos (clicando no modelo pode obter um fac‐simile da declaração). d) “Colégio de Especialidade” – Colégios de especialidade afectos aos actos mencionados na competência seleccionada. e) “Requisitos” – Requisitos necessários para habilitação das competências mencionadas. f) “Legislação” – Legislação de suporte referente a cada competência mencionada (clicando na legislação pode obter um fac‐simile da mesma). Sempre que, nas condições de acesso, seja exigido tempo de experiência profissional, a sua contagem tem início na data de conclusão do curso. DECLARAÇÕES PARA CADA ACTO DE ENGENHARIA ÍNDICE Modelo 1 – Auditoria energética Modelo 2 ‐ Elaboração de planos de racionalização e de relatório de execução e progresso Modelo 3 – Coordenação de Segurança e Saúde em Projecto e Obras Engenharia Civil Modelo 4 – Coordenação de Segurança em Projecto e Obra, Edifícios residenciais e não residenciais Modelo 5 – Elaboração de Planos de Segurança e Saúde ‐ PSS Modelo 6 – Elaboração de Planos de Segurança contra Incêndios em Edifícios e Recintos qualificados 1.ª e 2.ª Categoria Modelo 7 – Elaboração de Planos de Segurança contra Incêndios em Edifícios e Recintos qualificados 3.ª e 4.ª Categoria Modelo 8 – Elaboração de projectos de estruturas correntes Modelo 9 – Elaboração projectos estruturas que se integrem na definição de edifícios designados por “não correntes” Modelo 10 – Elaboração pareceres, realização de vistorias e inspecções das condições de SCI em edifícios Modelo 11 – Contratos de empreitadas Modelo 12 – Alvarás Modelo 13 – Alvarás (especial) Modelo 14 – Elaborar e subscrever projectos de ventilação e exaustão de fumos Modelo 15 – Declaração para apresentar nas Câmaras Municipais Modelo 16 ‐ Projecto de pessoa competente Modelo 17 – Projecto de planos de ordenamento e exploração cinegéticos Modelo 18 – Projecto de condicionamento acústico de edifícios Modelo 19 – Projecto de condicionamento acústico de edifícios, com características especiais Modelo 20 – Projecto condicionamento acústico de edifícios e demonstração do cumprimento das exigências do RCCTE Modelo 21 – Projecto e demonstração do cumprimento das exigências decorrentes do RCCTE Modelo 22 – Projecto e demonstração do cumprimento das exigências decorrentes do RSECE Energia Modelo 23 – Projecto e demonstração do cumprimento das exigências decorrentes do RSECE QAI Modelo 24 – Projecto e demonstração do cumprimento das exigências decorrentes do RSECE QAI (p/o InCI) Modelo 25 – Projecto e demonstração do cumprimento das exigências decorrentes do RSECE Energia (p/o InCI) Modelo 26 – TIM III, TRF III, TQAI Modelo 27 – Competência de Nível II para elaborar e subscrever projectos e de nível I para execução e exploração de instalações eléctricas Modelo 28 – Elaborar e subscrever projectos de instalações eléctricas ‐ Nível I Modelo 29 – Técnico qualificado grupo A Modelo 30 – Infra‐estruturas de suporte das estações de radiocomunicações – nível civil Modelo 31 – Infra‐estruturas de suporte das estações de radiocomunicações – nível instalações eléctricas Modelo 32 – Director Técnico EIC Modelo 33 – Inspector de EIC Modelo 34 – Ficha electrotécnica Modelo 35 – ITED – Electrónica e Telecomunicações Modelo 36 – ITED – Outras Especialidades de Engenharia Modelo 37 – Apresentação em Entidades diversas Modelo 38 – Projectista de Sistemas Solares Térmicos Modelo 39 – Projectista de Gás Modelo 40 – Redes Públicas e Prediais de abastecimento de águas e drenagem Modelo 41 – Redes Prediais de abastecimento de água e drenagem Modelo 42 – Postos de Abastecimento de combustível Modelo 43 – Técnico Responsável pela pesquisa e captação de águas subterrâneas Modelo 44 – Concursos públicos (único acto) Modelo 45 – Concursos públicos (validade 6 meses) Modelo 46 – Direcção Técnica de Pedreira Modelo 47 – Coordenação de Projectos Modelo 48 ‐ Exercício da profissão na Europa (versão francês) Modelo 49 – Exercício da profissão na Europa (versão inglês) Modelo 50 – Exercício da profissão em Cabo Verde Modelo 51 – Exercício da profissão em Espanha Modelo 52 – Para fins judiciais Modelo 53 – HACCP ‐ Plano de Segurança Alimentar Modelo 54 – Exercício da profissão – Especialidade Engenharia Mecânica Modelo 55 – Exercício da profissão – Especialidade Engenharia Mecânica (versão francês) Modelo 56 – Exercício da profissão – Especialidade Engenharia Mecânica (versão italiano) Modelo 57 – Exercício da profissão – Especialidade Engenharia Energia e Sistemas de Potência Modelo 58 – Exercício da profissão – Especialidade Engenharia Energia e Sistemas de Potência (versão francês) Modelo 59 – Exercício da profissão – Especialidade Engenharia Energia e Sistemas de Potência (versão inglês) Modelo 60 – Exercício da profissão – Especialidade Engenharia Electrónica e Telecomunicações Modelo 61 – Exercício da profissão – Especialidade Engenharia Civil Modelo 62 – Perito avaliador Modelo 63 – Técnico Responsável p/determinar o nível de conservação de edifícios Modelo 64 – Exercício da profissão – Especialidade Engenharia Agrária Modelo 65 – Técnico Responsável pelo controlo da qualidade dos géneros alimentícios Modelo 66 – Técnico Responsável por produtos fitofarmacêuticos Modelo 67 – Técnico Responsável pela instalação, manutenção e inspecção elevadores, monta‐cargas, escadas mecânicas e tapetes rolantes Modelo 68 – Técnico Responsável pela instalação, fabrico e armazenagem de produtos explosivos Modelo 69 – Técnico Responsável pela Direcção Técnica da Obra Modelo 70 – Coordenador de Segurança e Saúde no Trabalho em Estaleiros de Construção Modelo 71 – Técnico Responsável pelo Projecto – actividade industrial Modelo 72 – Alvarás – responsável empresa informática Modelo 73 – Coordenação de Segurança em Obra Modelo 74 – Projectos de microprodução p/fornecimento de energia eléctrica Modelo 75 – Perito RCCTE Modelo 76 – Perito RSECE ‐ Energia Modelo 77 – Perito RSECE – Qualidade do ar interior Modelo 78 – Responsável por instalações eléctricas e mecânicas p/apresentar no InCI Modelo 79 – Responsável técnico pelo sistema de tratamento embalagens de madeira não processada Modelo 80 – Director Responsável pelo Estaleiro Modelo 81 – Revisor de Projectos Modelo 82 – Técnico Responsável pela Gestão de Zona de Caça Modelo 83 – Técnico Responsável pelo projecto de renovação da Zona de Caça Modelo 84 – Técnico Responsável pelo acompanhamento da execução do projecto de ZIF Modelo 85 ‐ Director Técnico de Empresa de Transporte de Mercadorias Modelo 86 – Conselheiro de Segurança de Empresa de Transporte de mercadorias perigosas Modelo 87 – Director Técnico de Empresas de Transporte de veículos pesados de passageiros Modelo 88 – Director ou subdirector de escolas de condução Modelo 89 – Representante da Comissão Arbitral Municipal ‐ CAM Modelo 90 – Auditor de sistemas de gestão da qualidade e/ou de gestão ambiental Modelo 91 – Plano de pedreira Modelo 92 – Responsável de defesa da floresta contra incêndios Modelo 93 – Responsável pela instalação de motores fixos Modelo 94 – Técnicos avaliadores do NRAU Modelo 95 – Projecto de condicionamento acústico de edifícios e demonstração do cumprimento das exigências decorrentes do RSECE Modelo 96 – Execução das estruturas de betão Modelo 97 – Autores de planos de urbanização, de planos de pormenor e de projectos de operações de loteamentos Modelo 98 – Director Técnico – Produção Cartográfica Modelo 99 – Técnico Responsável por projecto, execução e exploração de instalações eléctricas de uso particular Modelo 100 ‐ ITUR (Características especiais) Modelo 101 ‐ ITUR Modelo 102 – Director de Obra Modelo 103 – Técnico Responsável da entidade (SCIE) Modelo 104 ‐ Técnico de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho Modelo 105 ‐ Instalações de Armazenagem de Produtos de Petróleo e Postos de Abastecimento de Combustíveis (outras especialidades) Modelo 106 ‐ Grandes Instalações de Armazenagem de Produtos de Petróleo Modelo 107 ‐ Elaboração de estudos, projectos, relatórios, obras ou intervenções sobre bens culturais classificados de interesse nacional Modelo 108 – Director de fiscalização de obra a) b) Nº TIPO 1 2 c) COMPETÊNCIAS E Auditoria energética E Elaboração de planos de racionalização e de relatórios de execução e progresso d) COLÉGIO DA ESPECIALIDADE E Restantes especialidades Restantes especialidades Coordenação de segurança e saúde, em projecto e obras de engenharia civil Engenharia Civil ou de Segurança E REQUISITOS Port. 519/2008, de 25 de 10 anos de exercício efectivo Junho da profissão Engenharia Civil ou de Energia 5 anos de exercício efectivo e Sistemas de Potência da profissão Restantes especialidades 4 f) LEGISLAÇÃO ou ACTOS DE ENGENHARIA Engenharia Civil ou de Energia 5 anos de exercício efectivo e Sistemas de Potência da profissão Engenharia Civil 3 e) Coordenação de segurança em Engenharia Mecânica, de projecto e obra, edifícios Energia e Sistemas de residenciais e não residenciais Potência, Química, Agrária, Geotécnica, Ambiente, Geográfica/Topográfica, Industrial e da Qualidade ou de Protecção Civil Port. 519/2008, de 25 de 10 anos de exercício efectivo Junho da profissão Dec.‐Lei 273/2003, de 29 de Outubro, artº 14 e nº 3 do artº 9.º Dec.‐Lei 110/2000, de 30 de Junho, artº 3º Lei 14/2001, 4 de Junho ‐
Altera o DL 110/2000 ‐ Segurança e Higiene no Trabalho 10 anos de exercício efectivo Projecto de Decreto‐Lei Of. ANET nº2269 ‐ MTSS da profissão e formação Complemento Of. ANET específica de pelo menos 250h (ou o equivalente a 15 nº2269 ‐ MTSS BTE Sep. 2/2009 de 5 de ECTS) ou CAP V Junho Lei 59 de 2007 ‐ Código Penal ‐ Anexo (Pág. 6225) Artigo 152.º‐B 1 ano de exercício efectivo da profissão e formação específica de pelo menos 250h (ou o equivalente a 15 ECTS) ou CAP V 1 ano de exercício efectivo da profissão e formação específica de pelo menos 250h (ou o equivalente a 15 ECTS) ou CAP V Dec.‐Lei 273/2003, de 29 de Outubro, artº 14 e nº 3 do artº 9.º Dec.‐Lei 110/2000, de 30 de Junho, artº 3º Lei 14/2001 , 4 de Junho 2 anos de exercício efectivo ‐Altera o DL 110/2000 ‐ Segurança e Higiene no da profissão e formação Trabalho específica de pelo menos 250h (ou o equivalente a 15 Projecto de Decreto‐Lei Of. ANET nº2269 ‐ MTSS ECTS) ou CAP V Complemento Of. ANET nº2269 ‐ MTSS BTE Sep. 2/2009 de 5 de Junho Lei 59 de 2007 ‐ Código Penal ‐ Anexo (Pág. 6225) Artigo 152.º‐B Engenharia Civil ou de Segurança 5 6 7 8 9 E G E G E Elaboração de planos de segurança e saúde – PSS, em Engenharia Mecânica, de projectos e obras de Energia e Sistemas de engenharia civil e edifícios residenciais e não residenciais Potência, Química, Agrária, Geotécnica, Ambiente, Geográfica/Topográfica, Industrial e da Qualidade ou de Protecção Civil Elaboração de estudos, projectos e planos de segurança contra riscos de incêndio – Edifícios e recintos qualificados nas categorias 1.ª e 2.ª Categoria de Risco Elaboração de estudos, projectos e planos de segurança contra riscos de incêndio – Edifícios e recintos qualificados nas categorias 3.ª e 4.ª Categoria de Risco Elaboração de projectos de estruturas – Estruturas Correntes Elaboração de projecto de estruturas “não correntes” – art.º 30 do RSA – Dec.‐Lei 235/83, de 31 de Maio 1 ano de exercício efectivo da profissão ou formação específica de pelo menos 250h (ou o equivalente a 15 ECTS) ou CAP V Dec.‐Lei 273/2003, de 29 de Outubro, n.º 3 do art.º 9.º Dec.‐Lei 110/2000, de 30 de Junho, art.º 3.º Lei 14/2001 de 4 de Junho ‐Altera o DL 110/2000 ‐ Segurança e Higiene no Trabalho 2 anos de exercício efectivo Projecto de Decreto‐Lei Of. ANET nº2269 ‐ MTSS da profissão e formação Complemento Of. ANET específica de pelo menos 250h (ou o equivalente a 15 nº2269 ‐ MTSS BTE Sep. 2/2009 de 5 de ECTS) ou CAP V Junho Lei 59 de 2007 ‐ Código Penal ‐ Anexo (Pág. 6225) Artigo 152.º‐B Engenharia Civil ou Mecânica, Energia e Sistemas de 1 ano de exercício efectivo Potência, Química, Segurança, da profissão ou Protecção Civil Restantes especialidades 2 anos de exercício efectivo da profissão Engenharia Civil, Mecânica, Energia e Sistemas de Potência, Química, Segurança, ou Protecção Civil 5 anos de exercício efectivo da profissão, comprovada, incluindo Formação complementar Restantes especialidades Dec.‐Lei 220/2008, de 12 de Novembro Dec.‐Lei 21/2006, de 2 de Fevereiro Port.1532/2008, de 29 de Dezembro Port.64/2009, de 22 de Janeiro Port.773/2009, de 21 de Julho Decisão SCIE – Projectos Dec.‐Lei 220/2008, de 12 de Novembro Dec.‐Lei 21/2006, de 2 de Fevereiro Port.1532/2008, de 29 10 anos de exercício efectivo de Dezembro Port.64/2009, de 22 de da profissão, comprovada, Janeiro incluindo Port.773/2009, de 21 de Julho Formação complementar Decisão SCIE – Projectos Engenharia Civil 1 ano de exercício efectivo da profissão Dec.‐Lei 235/83, de 31 de Maio, art.º 30.4 do R.S.A.
Lei 31/2009, de 3 Julho Engenharia Civil 10 anos de exercício efectivo da profissão comprovada Possuírem formações académicas adicionais, como sejam CESE’s, Licenciaturas pré‐Bolonha, Mestrados, Doutoramentos, pós‐
Graduações ou outras formações reconhecidas como relevantes para a área específica de estruturas Pertencer ao Colégio de Engenharia Civil – Secção Específica de Estruturas (veja aqui o regulamento) Lei 31/2009, de 3 Julho Decreto 73/73, de 28 de Fevereiro, nº 2 do artº 4 Regulamento dos Actos de Engenharia Protocolo celebrado em 1999 entre ANET/OE Protocolo celebrado em 2000 entre ANET/OE/OA 3 anos de exercício efectivo Engenharia Civil, Mecânica, da profissão e formação Química, Protecção Civil ou de complementar na área Segurança 10 11 12 13 14 15 E E E E E G Elaboração de pareceres, realização de vistorias e inspecções das condições de segurança contra incêndios em edifícios Restantes especialidades Contratos de empreitada Alvarás Alvarás (especial) Elaborar e subscrever projectos de ventilação e exaustão de fumos Declaração para Câmaras Municipais Engenharia Civil ou outra especialidade adequada Lei 31/2009, de 3 Julho CCP ‐ Dec.‐Lei 18/2008, de 29 de Janeiro Port.104/2001, de 21 de 10 anos de exercício efectivo Fevereiro da profissão comprovada Port. 959/2009, de 21 de Agosto Ofício SEAOP 2253 Ofício SEAOP 2417 Engenharia Civil ou outra especialidade adequada Port.16/2004, de 10 de Janeiro Dec.‐Lei 12/2004, de 9 de Janeiro Port. 18/2004, de 10 de Janeiro Port. 19/2004, de 10 de Janeiro Port. 1371/2008, de 2 de Dezembro Port.16/2004, de 10 de Janeiro Dec.‐Lei 12/2004, de 9 de Janeiro Port. 18/2004, de 10 de Janeiro Port. 19/2004, de 10 de Janeiro Port. 1371/2008, de 2 de Dezembro 1 ano de exercício efectivo da profissão Dec.‐Lei 79/2006, de 4 de Abril Dec.‐Lei 555/99, de 16 de Dezembro, artº 10 nº 3, alterado pela Lei 60/2007, de 4 de Setembro Decreto 73/73 de 28 de Fevereiro, artº 5 nº 3 Lei 31/2009, de 3 Julho Exercício de engenharia Lei 31/2009, de 3 Julho Dec.‐Lei 555/99, de 16 de Dezembro, artº 10 nº 3, alterado pela Lei 60/2007, de 4 de Setembro Engenharia Geotécnica Engenharia Civil ou de Mecânica Todas as especialidades Engenharia Civil, Mecânica ou de Segurança 16 E Pessoa competente Restantes especialidades 17 E Projectos de planos de ordenamento e exploração cinegéticos 6 anos de exercício efectivo da profissão e formação complementar na área Dec.‐Lei 220/2008, de 12 de Novembro Dec.‐Lei 21/2006, de 2 de Fevereiro Port.1532/2008, de 29 de Dezembro Port.64/2009, de 22 de Janeiro Port.773/2009, de 21 de Julho Decisão SCIE – Vistorias Engenharia Agrária Dec.‐Lei 50/2005, de 25 de Fevereiro, alínea f) do artº 2º conjugado com o 3 anos de exercício efectivo nº 4 do artº 6º da profissão e CAP V Higiene Dec.‐Lei 103/2008, de 24 e Segurança de Junho Exercício de engenharia 1 ano de exercício efectivo da profissão e formação com disciplinas específicas na área da cinegética; ou Dec.‐Lei 227‐B/2000, de 15 de Setembro Despacho Normativo 2 anos de exercício da profissão e formação complementar; ou 5 anos de exercício efectivo da profissão Engenharia Civil 18 19 20 21 22 23 24 25 26 1 ano de exercício efectivo da profissão E Projecto de condicionamento acústico de edifícios E Projecto de condicionamento acústico de edifícios, com características especiais, nomeadamente edifícios de restauração com música ambiente, salas de espectáculos, auditórios, estúdios ou discotecas Engenharia Civil, Mecânica ou de Energia e Sistemas de Potência 5 anos de exercício efectivo da profissão e formação especializada na área E Projectos de condicionamento acústico de edifícios e projecto Engenheiros Técnicos com as e demonstração do duas competências cumprimento das exigências certificadas decorrentes do RCCTE 5 anos de exercício efectivo da profissão e formação especializada na área E E E E E E Projecto e demonstração do cumprimento das exigências decorrentes do RCCTE Projecto e demonstração do cumprimento das exigências decorrentes do RSECE – ENERGIA Projecto e demonstração do cumprimento das exigências decorrentes do RSECE – QUALIDADE DO AR INTERIOR 2 anos de exercício efectivo Engenharia Mecânica ou de da profissão e formação Energia e Sistemas de Potência
complementar Dec.‐Lei 96/2008, de 9 de Junho Engenharia Civil ou Mecânica 1 ano de exercício efectivo da profissão Restantes especialidades 5 anos de exercício efectivo da profissão na área, devidamente comprovada Formação complementar adequada ‐Técnico de Instalação e Manutenção de Sistemas de Climatização de nível III ‐Técnico Responsável pelo funcionamento Dec.‐Lei 96/2008, de 9 de Junho Dec.‐Lei 80/2006, de 4 de Abril Dec.‐Lei 80/2006, de 4 de Abril Protocolo entre DGGE, APA, InCI, e OE, OA e ANET Engenharia Mecânica ou de 1 ano de exercício efectivo Energia e Sistemas de Potência da profissão Restantes especialidades Engenharia Mecânica, Ambiente ou Química Restantes especialidades Engenharia Mecânica, Ambiente ou Química Projecto e demonstração do cumprimento das exigências decorrentes do RSECE – QUALIDADE DO AR INTERIOR ‐ Restantes especialidades Para apresentação no InCI Projecto e demonstração do cumprimento das exigências decorrentes do RSECE – ENERGIA Para apresentação no InCI 6/2001, de 16 de Janeiro Dec.‐Lei 79/2006 de 4 de Abril 5 anos de exercício efectivo da profissão na área, Protocolo entre DGGE, devidamente comprovada, e APA, InCI, e OE, OA e ANET Formação complementar 1 ano de exercício efectivo da profissão Dec.‐Lei 79/2006 , de 4 de Abril 5 anos de exercício efectivo da profissão na área, Protocolo entre DGGE, devidamente comprovada, e APA, InCI, e OE, OA e ANET Formação complementar 1 ano de exercício efectivo da profissão Dec.‐Lei 79/2006 de 4 de Abril 5 anos de exercício efectivo da profissão na área, Protocolo entre DGGE, devidamente comprovada, e APA, InCI, e OE, OA e ANET Formação complementar Engenharia Mecânica ou de 1 ano de exercício efectivo Energia e Sistemas de Potência da profissão Restantes especialidades Engenharia Mecânica ou Engenharia de Energia e Sistemas de Potência Dec.‐Lei 79/2006, de 4 de Abril 5 anos de exercício efectivo da profissão na área, Protocolo entre DGGE, devidamente comprovada, e APA, InCI, e OE, OA e ANET Formação complementar Exercício de engenharia Dec.‐Lei 79/2006, de 4 de Abril ‐Técnico de Qualidade do Ar Interior 27 G Competência de Nível II para elaborar e subscrever projectos e de Nível I para execução e exploração de instalações eléctricas Engenharia de Energia e Sistemas de Potência 1 ano de exercício efectivo da profissão Dec.‐Reg. 31/83, de 18 de Abril Dec.‐Lei 229/2006, de 24 Novembro Elaborar e subscrever projectos de instalações eléctricas, Nível I Engenharia de Energia e Sistemas de Potência 5 anos de exercício efectivo da profissão Dec.‐Reg. 31/83, de 18 de Abril Dec.‐Lei 229/2006, de 24 Novembro 28 E Engenharia Mecânica 29 E Técnico qualificado do Grupo A Engenharia de Energia e Sistemas de Potência 30 31 G Infra‐estruturas de suporte das estações de Engenharia Civil radiocomunicações – nível civil 1 ano de exercício efectivo da profissão Dec.‐Lei 11/2003, de 18 de Janeiro G Infra‐estruturas de suporte das estações de Engenharia de Energia e radiocomunicações – nível Sistemas de Potência instalações eléctricas 1 ano de exercício efectivo da profissão Dec.‐Lei 11/2003, de 18 de Janeiro Director técnico de EIC Engenharia Mecânica ou de Química 4 anos de exercício efectivo da profissão Port.1211/2003, de 16 de Outubro Port.419/2009, de 17 de Abril Inspector EIC Engenharia Mecânica ou de Química 2 anos de exercício efectivo da profissão Port.1211/2003, de 16 de Outubro Port.419/2009, de 17 de Abril 1 ano de exercício efectivo da profissão Dec.Lei 517/80, de 31 de Outubro Dec.‐Lei 101/2007, de 2 de Abril Dec.‐Lei 229/2006, de 24 de Novembro 1 ano de exercício efectivo da profissão Dec.Lei 123/2009, de 21 de Maio 32 E 33 E Engenharia de Energia e Sistemas de Potência 34 G Ficha Electrotécnica 35 G Projectista e instalador de Engenharia de Electrónica e infra‐estruturas de Telecomunicações telecomunicações em edifícios 36 37 5 anos de exercício efectivo da profissão nas áreas de Dec.‐Lei 152/2005, de 31 climatização ou refrigeração de Agosto 8 anos de exercício efectivo Dec.‐Lei 35/2008, de 27 da profissão nas áreas de climatização ou refrigeração de Fevereiro e formação complementar E G Projectista e instalador de infra‐estruturas de telecomunicações em edifícios Características especiais Apresentação em Entidades Diversas (emprego) Engenharia de Energia e Sistemas de Potência 2 anos de exercício efectivo da profissão Comprovativo de anterior inscrição na ANACOM Outras especialidades Análise curricular Formação e experiência profissionais devidamente comprovadas Todas as especialidades Exercício de engenharia Engenharia Mecânica ou de 1 ano de exercício efectivo Energia e Sistemas de Potência da profissão 38 E Projectista de Sistemas Solares Térmicos
39 E Projectista de Gás Restantes especialidades Todas as especialidades 5 anos de exercício efectivo da profissão na área, devidamente comprovada Formação complementar Exercício de engenharia Dec.Lei 123/2009, de 21 de Maio Dec.‐Lei 79/2006, de 4 de Abril Protocolo entre DGGE, APA, InCI, e OE, OA e ANET Dec.‐Lei 7/2000, de 3 de Fevereiro Dec.‐Lei 232/90, de 16 de Julho Dec.‐Lei 263/89, de 17 de Agosto Decreto‐Lei 521/99, de 10 de Dezembro Anexos 40 41 42 43 44 E E Redes Públicas e Prediais de abastecimento de água e de drenagem Redes Prediais de abastecimento de água e drenagem G Instalações de Armazenagem de Produtos de Petróleo e Postos de Abastecimento de Combustíveis E Técnico Responsável pela pesquisa e captação de águas subterrâneas G Concursos Públicos (um único acto) Exercício de engenharia Dec.‐Reg 23/95, de 23 de Agosto Exercício de engenharia Lei 31/2009, de 3 Julho Decreto 73/73, de 28 de Fevereiro, nº 2 do artº 4 Protocolo celebrado em 1999 entre ANET/OE Protocolo celebrado em 2000 entre ANET/OE/OA Engenharia Mecânica ou Química (Outras especialidades ver declaração 105) Port. 422/2009, de 21 de Abril, Dec‐Lei 195/2008, de 6 de Outubro Dec.‐Lei 31/2006, de 15 de Fevereiro Dec.‐Lei 267/2002, de 26 de Nov. Engenharia Geotécnica ou Engenharia Civil Formação complementar adequada ou 5 anos de experiência profissional comprovada na área Dec.‐Lei 133/2005, de 16 de Agosto, n.º 7 Exercício de engenharia Lei 31/2009, de 3 Julho CCP – Dec.‐Lei 18/2008, de 29 de Janeiro Port. 959/2009, de 21 de Agosto Exercício de engenharia Lei 31/2009, de 3 Julho CCP – Dec.‐Lei 18/2008, de 29 de Janeiro Port. 959/2009, de 21 de Agosto Engenharia Civil Engenharia Mecânica Todas as especialidades 45 G Concursos Públicos (validade de 6 meses) Todas as especialidades 46 E Direcção Técnica da Pedreira Engenharia Civil ou Geotécnica Formação técnica específica 47 E Coordenação de Projectos Engenharia Civil 1 ano de exercício efectivo da profissão Lei 31/2009, de 3 Julho Lei 60/2007 de 4 de Setembro 48 G Exercício da profissão na Europa (versão francês) Todas as especialidades Exercício de engenharia Port. 325/2000, de 8 de Junho 49 G Exercício da profissão na Europa (versão inglês) Todas as especialidades Exercício de engenharia Port. 325/2000, de 8 de Junho
Dec.‐Lei 340/2007, de 12 de Outubro 50 G Exercício da profissão – Cabo Verde Todas as especialidades Exercício de engenharia 51 G Exercício da profissão ‐ Espanha Todas as especialidades Exercício de engenharia Port. 325/2000, de 8 de Junho 52 G Para fins Judiciais
Todas as especialidades Engenharia Alimentar 53 E HACCP ‐ Plano de Segurança Alimentar Restantes especialidades 54 G Exercício da profissão Engenharia Mecânica 1 ano de exercício efectivo da profissão e formação específica de pelo menos 250h (ou o equivalente a 15 ECTS) ou CAP V Dec.‐Lei 273/2003, de 29 2 anos de exercício efectivo de Outubro da profissão e formação específica de pelo menos 250h (ou o equivalente a 15 ECTS) ou CAP V Exercício de engenharia Port. 325/2000, de 8 de Junho 55 G Exercício da profissão (francês) Engenharia Mecânica Exercício de engenharia Port. 325/2000, de 8 de Junho 56 G Exercício da profissão (italiano) Engenharia Mecânica Exercício de engenharia Port. 325/2000, de 8 de Junho 57 G Exercício da profissão Engenharia de Energia e Sistemas de Potência Exercício de engenharia Port. 325/2000, de 8 de Junho 58 G Exercício da profissão (francês) Engenharia de Energia e Sistemas de Potência Exercício de engenharia Port. 325/2000, de 8 de Junho 59 G Exercício da profissão (inglês) Engenharia de Energia e Sistemas de Potência Exercício de engenharia Port. 325/2000, de 8 de Junho 60 G Exercício da profissão Engenharia Electrónica e Telecomunicações Exercício de engenharia Port. 325/2000, de 8 de Junho 61 G Exercício da profissão Engenharia Civil Exercício de engenharia Port.325/2000, de 8 de Junho 62 E Decreto‐Lei 94/2009, de 27 de Abril Proposta da ANET acerca do processo de emissão de declarações para o SCE Engenharia Ambiente, Agrária, Formação complementar na Port. 240/2008, de 17 de Civil, Geotécnica, área, certificada pela CMVM Março Geográfica/Topográfica Dec‐Lei 12/2007, de 19 de Janeiro Port. 788/2004, de 9 de Junho Dec‐Lei 125/2002, de 10 de Maio Perito Avaliador 63 E Técnico responsável para determinar o nível de conservação de edifícios Engenharia Civil 5 anos de execício efectivo da profissão Lei 6/2006, de 27 de Fevereiro Dec‐Lei 156/2006, de 8 de Agosto Port.1192‐A /2006, de 3 de Novembro 64 G Exercício da Profissão Engenharia Agrária Exercício de engenharia Port. 325/2000, de 8 de Junho Engenharia Alimentar, Química ou Agrária E Técnico Responsável pelo controlo da qualidade dos géneros alimentícios Restantes especialidades Com formação específica Engenharia Agrária Dispõe de qualificação adequada para o exercício desta actividade, obtida através da formação académica na área técnico‐
científica da Entomologia, Patologia e Fitossanidade, integrantes do respectivo curriculum dos cursos de engenharia agrária e florestal, que lhes permite o reconhecimento e identificação das pragas e doenças das plantas e seus derivados não processados. 65 66 67 68 E Técnico Responsável por produtos fitofarmacêuticos E Técnico Responsável pela instalação, manutenção e inspecção de elevadores, monta‐cargas, escadas mecânicas e tapetes rolantes Engenharia Mecânica ou Engenharia de Energia e Sistemas de Potência Técnico Responsável pela Engenharia Geotécnica E Restantes especialidades Com formação complementar na área Port. 949/90, de 6 de Outubro conjugada com o Despacho 8291/2002, de 23 de Abril Dec.‐Lei 173/2005, de 21 de Outubro Dec.‐Lei 320/2002, de 28 de Dezembro Dec.‐Lei 87/2005, de 23 69 70 71 72 73 E E E E E instalação, fabrico e armazenagem de produtos explosivos Restantes especialidades Com formação complementar na área Técnico Responsável pela Direcção Técnica da Obra Todas as especialidades Engenharia Civil, Mecânica, Segurança ou de Energia e Sistemas de Potência 1 ano de exercício efectivo da profissão Formação complementar ou experiência profissional comprovada Restantes especialidades 2 anos de exercício efectivo da profissão Formação complementar e experiência profissional comprovada Coordenadores de Segurança e Saúde no Trabalho para Estaleiros de Construção Técnico Responsável pelo Projecto ‐ Actividade Industrial
Alvarás ‐ Responsável por empresa de Informática Todas as especialidades Engenharia Informática de Maio Port. 216‐E/2008, de 3 de Março Dec.‐Lei 155/95, de 1 de Julho Dec.‐Lei 273/2003, de 29 de Outubro, n.º 3 do art.º 9.º Dec.‐Lei 110/2000, de 30 de Junho, art.º 3.º Lei 14/2001 , de 4 de Junho ‐Altera o DL 110/2000 ‐ Segurança e Higiene no Trabalho Dec.‐Lei 555/99, de 16 de Dezembro, alterado pela Lei 60/2007, de 4 de Setembro Dec.‐Lei 209/2008, de 29 de Outubro Port. 16/2004, de 10 de Janeiro Regulamento dos Actos de Engenharia Engenharia Civil ou de Segurança 1 ano de exercício efectivo da profissão e formação específica de pelo menos 250h (ou o equivalente a 15 ECTS) ou CAP V Projectos de microprodução para fornecimento de energia eléctrica
Engenharia de Energia e Sistemas de Potência 3 anos de Exercício da profissão Dec.‐Lei 363/2007, de 2 de Novembro Todas as especialidades Exercício da profissão Certificação da ADENE Nota B (rodapé) Dec.‐Lei 78/2006, de 4 de Abril http://www.adene.pt Todas as especialidades Exercício da profissão Certificação da ADENE Nota B (rodapé) Dec.‐Lei 78/2006, de 4 de Abril http://www.adene.pt Todas as especialidades Exercício da profissão Certificação da ADENE Nota B (rodapé) Dec.‐Lei 78/2006, de 4 de Abril http://www.adene.pt Engenharia de Energia e Sistemas de Potência Engenharia Mecânica 3 anos de exercício efectivo da profissão na área das instalações eléctricas e mecânicas Port.16/2004, de 10 de Janeiro Dispõem de qualificação adequada para o exercício desta actividade, obtida através da formação académica na área técnico‐
científica da Entomologia, Patologia e Fitossanidade, integrantes do respectivo curriculum dos cursos de engenharia agrária e Port. 230‐B/2009, de 27 de Fevereiro (Art.º 3.º n.º 5) Port.1339‐A/2008, de 20 de Novembro Dec.‐Lei 273/2003, de 29 de Outubro Dec.‐Lei 110/2000, de 30 de Junho Coordenação de Segurança em Engenharia Mecânica, Energia Obra
5 anos de exercício efectivo Lei 14/2001, 4 de Junho ‐ e Sistemas de Potência, da profissão e formação Geotécnica, Agrária, Segurança e Higiene no específica de pelo menos Geográfica/Topográfica, Trabalho 250h (ou o equivalente a 15 Industrial e da Qualidade, Química de Protecção Civil ou ECTS) ou CAP V Projecto de Decreto‐Lei Ambiente 74 E 75 E Peritos RCCTE 76 E Peritos RSECE‐E
77 E Peritos RSECE‐QAI E INCI ‐ RESPONSÁVEL POR INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS E MECÂNICAS
78 79 E Responsável Técnico pelo sistema de tratamento relativo Engenharia Agrária a material de embalagem de madeira não processada
florestal, que lhes permite o reconhecimento e identificação das pragas e doenças das plantas e seus derivados não processados. 80 81 82 E E E Director responsável pelo estaleiro Engenharia Civil 1 ano de exercício efectivo da profissão Outras especialidades 2 anos de exercício efectivo da profissão Engenharia Civil 1 ano de exercício efectivo da profissão Lei 31/2009, de 3 Julho Lei 60/2007, de 4 de Setembro Port. 701‐H/2008, de 29 de Julho Engenharia Agrária 1 ano de exercício efectivo da profissão e formação com disciplinas específicas na área da cinegética ou 2 anos de exercício da profissão e formação complementar ou 5 anos de exercício efectivo da profissão Dec.‐Lei 202/2004, de 18 de Agosto Dec.‐Lei 227‐B/2000, de 15 de Setembro Despacho Normativo 6/2001, de 16 de Janeiro Técnico responsável pelo projecto de renovação da Zona Engenharia Agrária de Caça
1 ano de exercício efectivo da profissão e formação com disciplinas específicas na área da cinegética ou 2 anos de exercício da profissão e formação complementar ou 5 anos de exercício efectivo da profissão Dec.‐Lei 202/2004, de 18 de Agosto Dec.‐Lei 227‐B/2000, de 15 de Setembro Despacho Normativo 6/2001, de 16 de Janeiro Revisor de Projectos
Técnico responsável pela Gestão de Zona de Caça
83 E 84 Técnico Responsável pelo E acompanhamento da execução Engenharia Agrária do projecto de ZIF 85 E 86 87 Dec.‐Lei 273/2003, de 29 de Outubro Proposta de alteração à legislação Director Técnico de empresas de Todas as especialidades transporte de mercadorias Conselheiro de Segurança de E empresas de transporte de Todas as especialidades mercadorias perigosas Director Técnico de empresas de E transporte de veículos pesados Todas as especialidades de passageiros 88 E Director ou subdirector de Escolas de Condução Todas as especialidades 89 E Representante da Comissão Arbitral Municipal ‐ CAM Engenharia Civil 90 Auditor de sistemas de gestão E da qualidade e/ou de gestão ambiental 91 E Plano de pedreira
Todas as especialidades Engenharia geotécnica Engenharia Civil Port.222/2006, de 8 de Março 3 anos de exercício efectivo da Port.456/2006, de 16 de profissão na área e formação Maio na área florestal Dec.‐Lei 127/2005, de 5 de Agosto Formação específica e Dec.‐Lei 257/2007, de 16 aprovação em exame pelo de Julho IMTT Formação específica e Dec.‐Lei 322/2000 , de 19 aprovação em exame pelo de Dezembro IMTT Formação específica e Dec.‐Lei 3/2001 , de 10 de aprovação em exame pelo Janeiro IMTT Formação específica e Dec.‐Lei 86/98, de 3 de aprovação em exame pelo Abril IMTT 5 anos de experiência Dec.‐Lei 161/2006, de 8 de profissional efectiva Agosto 2 anos de experiência efectiva Regulamento dos Actos de na área Engenharia Formação em auditores de 40h NP EN ISSO 19011 de 2003
CAP V Experiência profissional Dec.‐Lei 340/2007, de 12 comprovada de Outubro Experiência profissional 92 Engenharia Agrária, de Segurança, Protecção Civil Responsável de defesa da E floresta contra incêndios
93 E Engenharia Civil Responsável pela instalação de Engenharia Mecânica motores fixos
94 Técnicos Avaliadores do NRAU‐
E Novo Regulamento do Engenharia Civil Arrendamento Urbano 95 Projectos condicionamento acústico de edifícios e projecto e Engenheiros Técnicos com as E demonstração do cumprimento duas competências certificadas exigências decorrentes do RSECE ‐ Energia
Execução das estruturas de E Engenharia Civil betão
Autores de Planos de Urbanização, de Planos de E Engenharia Civil Pormenor e de Projectos de Operações de Loteamento
comprovada e formação complementar na área 5 anos de experiência profissional comprovada 10 anos de experiência profissional comprovada Dec.‐Lei 124/2006, de 28 de Junho Dec.‐Lei 61/2009, de 9 de Março Port. 1192‐B/2006, de 3 de Novembro Port. 24/2009, de 15 de Janeiro DLR 13/2008/M, de 21 de Maio DLR 14/2008/M, de 21 de Maio Dec.‐Lei 161/2006, de 8 de Agosto 5 anos de exercício efectivo da Dec.‐Lei 156/2006, de 8 de profissão Agosto Lei 6/2006, de 27 de Fevereiro Port. 232/2008, de 11 de Março Port. 1105/2001, de 18 de Setembro Port. 216‐E/2008, de 3 de Março Portal da habitação Dec.‐Lei 96/2008, 5 anos de exercício efectivo da de 9 de Junho profissão e formação Dec.‐Lei 79/2006 de 4 de especializada na área Abril 96 97 5 anos de exercício efectivo da Dec.‐Lei n.º 301/2007, de profissão 23 de Agosto 3 anos de exercício efectivo da Dec.‐Lei n.º 295/95, de 14 profissão de Novembro 98 Dec.‐Lei n.º 193/95, de 28 1 anos de exercício efectivo da de Julho Dec.Lei n.º 202/2007, de profissão 25 de Maio 1 ano de exercício efectivo da Dec.‐Reg. 31/83, de 18 de Técnico Responsável por Abril profissão projecto, execução e exploração E Características especiais de instalações eléctricas de uso Dec.‐Lei 101/2007, de 2 de Ter inscrição definitiva ou particular Abril provisória na DGGE Dec.Lei 123/2009, de 21 de Maio Declaração de Rectificação nº 43/2009, de 25 de Junho E ITUR ‐ Características especiais Características especiais Manual ITUR Contribuicoes da ANET p/ Manual ITUR Dec.Lei 123/2009, de 21 de Maio Declaração de Rectificação nº 43/2009, de 25 de E ITUR
Electrónica e Telecomunicações Junho Manual ITUR Contribuicoes da ANET p/ Manual ITUR Director Técnico – Produção E cartográfica
Engenharia Geográfica/Topográfica 99 100 101 102 103 104 E Director de Obra Engenharia Civil Técnico Responsável pela entidade que exerce a actividade de comercialização, E instalação e/ou manutenção de Todas as especialidades produtos e equipamentos de segurança contra incêndios em edifícios Técnico de Segurança, Higiene e E Todas as especialidades Saúde no Trabalho 1 ano de exercício efectivo na Port. 773/2009 , de 21 de área Julho CAP V Instalações de Armazenagem de Produtos de Petróleo e Postos de Abastecimento de Combustíveis Formação complementar e Outras especialidades para além de Engenharia Mecânica experiência profissional comprovada na área ou Química 105 E 106 Grandes Instalações de Engenharia Mecânica ou E Armazenamento de Produtos de Química Petróleo Elaboração de estudos, projectos, relatórios, obras ou intervenções Engenharia Civil sobre bens culturais classificados de interesse nacional, público ou Outras Especialidades municipal 107 E 108 E Director de fiscalização dE obra Engenharia Civil Lei 31/2009, de 3 Julho Formação complementar e 5 anos de experiência profissional comprovada na área 5 anos de experiência profissional na área Portaria 288/2009, de 20 de Março Lei 35/2004, de 29 de Julho (pág. 4852) Port. 422/2009, de 21 de Abril, Dec‐Lei 195/2008, de 6 de Outubro Dec.‐Lei 31/2006, de 15 de Fevereiro Dec.‐Lei 267/2002, de 26 de Nov. Port. 422/2009, de 21 de Abril, Dec‐Lei 195/2008, de 6 de Outubro Dec.‐Lei 31/2006, de 15 de Fevereiro Dec.‐Lei 267/2002, de 26 de Nov. DL 140/2009, de 15 de Junho Lei 31/2009, de 3 Julho G ‐ Genérica ‐ São as declarações que são passíveis de ser emitidas pelo simples facto de ser um membro efectivo da ANET. E ‐ Específica ‐ As declarações que exigem competências específicas (competências certificadas que exigem análise curricular, formação complementar ou experiência profissional comprovada) terão que ser objecto de processo individual. Após a homologação pelo Conselho Directivo Nacional, do reconhecimento da competência certificada, a mesma é registada na aplicação informática de gestão de membros existente no Registo Nacional, no respectivo processo individual e, só depois, as respectivas declarações podem ser emitidas pelas Secções Regionais (p.ex.: Técnico Qualificado do Grupo A, nos termos do D.L. 152/2005, de 31 de Agosto). Sempre que, nas condições de acesso, seja exigido tempo de experiência profissional, a sua contagem tem início na data de conclusão do curso. B ‐ SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA ‐ Decreto‐Lei n.º 78/2006, de 4 de Abril B 1 ‐ PERITOS Face ao crescente número de pedidos de certificação de competência para o Sistema de Certificação Energética (SCE), de especialidades diferentes das referidas no Protocolo, ficam definidas as seguintes condições, a serem observadas, na análise de candidaturas. Princípios gerais: ‐ especialidades referidas no Protocolo – 5 anos de experiência profissional ‐ certificação directa ‐ outras especialidades ‐ 5 anos de experiência profissional e formação complementar especifica Aos engenheiros técnicos certificados pela ANET, como técnicos do SCE, com competência para o projecto e demonstração do cumprimento das exigências decorrentes da aplicação do RCCTE e do RSECE, nas condições abaixo definidas, é assegurado o acesso à qualidade de Perito Qualificado do SCE, desde que estejam reunidas as condições de tempo de experiência profissional como técnico do SCE e a realização com sucesso da formação técnica específica e de certificação, esta da exclusiva responsabilidade da ADENE. Obtenha aqui o Requerimento para RCCTE Obtenha aqui o Requerimento para RSECE‐E Obtenha aqui o Requerimento para RSECE‐QAI B 2 – PROJECTISTAS Os Engenheiros Técnicos que pretendam desempenhar as funções de projectistas no âmbito de SCE, necessitam de realizar com sucesso uma acção de formação (de acordo com as normas actuais) independentemente da entidade onde a mesma é feita, tendo essa acção, no entanto, que ser validada pela ANET. Os Engenheiros Técnicos que quiserem ser peritos têm que ser projectistas durante 5 anos e satisfazer as demais condições referidas no ponto B 1. All pages:
Regulamento Actos de Engenharia
Resumo dos actos de engenharia