Source: http://www.diocesedeanapolis.org.br/2012/estatutos/santuario-n-s-dabadia.html
Timestamp: 2013-05-22 17:13:37+00:00
Document Index: 81994010

Matched Legal Cases: ['Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 6', 'Artigo 7', 'Artigo 8', 'Artigo 9', 'Artigo 10']

Santuario N. Sra. D'Abadia	ESTATUTO CANÔNICODO SANTUÁRIO DIOCESANO NOSSA SENHORA D’ABADIAPosse D'Abadia
Artigo 1. A Paróquia Nossa Senhora D’Abadia criada em 11 de fevereiro de 1961 pelo decreto no. 45 do então Exmo. Arcebispo de Goiânia, Dom Fernando Gomes dos Santos, desmembrada posteriormente pelo Excelentíssimo Bispo diocesano de Anápolis Dom Epaminondas José de Araújo, em 27 de junho de 1975, pelo Decreto 01/75, foi elevada a SANTUÁRIO DIOCESANO NOSSA SENHORA D’ABADIA pelo Decreto no. 0013∕11 por Sua Excelência Reverendíssima Dom João Wilk OFMConv, Bispo de Anápolis, a 15 de agosto de 2011, solenidade da Assunção de Nossa Senhora. Tem como sede o Distrito de Posse D’Abadia, Município de Abadiânia, Estado de Goiás, no endereço Praça da Matriz, s/n, CEP 72944-000. O patrimônio material que a ele pertence, destinado ao bem espiritual do povo que peregrina neste Santuário, inclui os bens imóveis que compõem o patrimônio da Paróquia Nossa Senhora D’Abadia, adquiridos por doação a 17 de agosto de 1895, localizados no Distrito acima mencionado.Artigo 2. A orientação e a gestão do SANTUÁRIO é sujeita à jurisdição ordinária do Bispo de Anápolis. É integrado na pastoral orgânica da Igreja particular de Anápolis, das Diretrizes Pastorais da Igreja no Brasil, do Regional Centro Oeste e da Santa Sé. Tem por finalidade acolher os fiéis católicos da cidade e romeiros devotos vindos de todas as partes para cultuar o Deus Uno e Trino e a Virgem Maria. Artigo 3. O SANTUÁRIO DIOCESANO NOSSA SENHORA D’ABADIA, como lugar de verdadeira evangelização que se integra na pastoral de conjunto, terá um Regimento Interno (CDC, cân 95), com discriminação de todas as atividades, celebrações e horários. Artigo 4. Terá como finalidade:a) Promover atividades religiosas que servirão aos devotos a crescer na fé e encontrar neste SANTUÁRIO a paz e a força espiritual necessárias para prosseguir seus caminhos na fé, de modo especial pela escuta da Palavra de Deus, Eucaristia e Penitência;b) Promover o culto público de caráter devocional a Senhora D'Abadia e as práticas de devoção popular legitimamente reconhecidas pela Igreja e pelo Ordinário Local;c) Atender com caridade pastoral os peregrinos que buscam orientação e conforto espiritual, cura da alma e do corpo;d) Levar os peregrinos a maior comunhão e participação na vida e na missão da Santa Igreja Católica, integrando-os na sua ação evangelizadora pela qual o povo cristão evangeliza a si mesmo e cumpre a vocação missionária da Igreja (Doc Ap 264);e) Em todas as atividades do SANTUÁRIO DIOCESANO NOSSA SENHORA D’ABADIA preservar-se-á a sã doutrina, obedecer-se-á aos ensinamentos do Magistério Eclesiástico, às determinações ou diretrizes da Santa Sé, as diretrizes pastorais da Igreja de Anápolis e assumir-se-á integralmente as orientações e as campanhas promovidas pela Conferência Episcopal.f) Para o incremento da espiritualidade dos romeiros, adequar-se-á os textos e a linguagem das orações e dos cânticos, de tal forma que seja respeitada a tradição, correspondam aos anseios do povo, ao significado do Santuário, à doutrina e ao conteúdo renovado da teologia e da liturgia.Artigo 5. O templo, com toda a estrutura do Santuário, é destinado exclusivamente ao uso dos paroquianos, ao acolhimento espiritual dos romeiros, aos atos de culto e às atividades pastorais, não podendo nele acontecer ou integrar-se qualquer atividade ou estrutura que fira a sua sacralidade. É severamente proibida qualquer forma de alienação e depredação dos bens e das instalações.Artigo 6. A moderação da vida litúrgica do SANTUÁRIO DIOCESANO NOSSA SENHORA D’ABADIA é de competência exclusiva do Bispo Diocesano, não sendo permitida a ingerência na liturgia de pessoas ou instituições. Qualquer iniciativa neste sentido deve ser submetida ao parecer do Bispo Diocesano e receber a sua aprovação por escrito.Artigo 7. Os Ministros Ordenados, para celebrarem no SANTUÁRIO, deverão apresentar ao Reitor o "celebret" e obedecer as seguintes determinações:a) Usar Rituais e textos litúrgicos aprovados;b) Ter prudente discrição nos hábitos exteriores da celebração, como paramentos e gestos, tendo em vista que a liturgia deve refletir a unidade da Igreja e deve ser sóbria para que Cristo e seu Mistério apareçam e o celebrante desapareça.c) Respeitar e promover, segundo o espírito do Concílio Vaticano II, uma participação consciente, ativa e devota dos fiéis.Artigo 8. A transmissão, gravação e reprodução por qualquer meio das celebrações e dependências do SANTUÁRIO precisam ter autorização formal do Reitor.Artigo 9. A liturgia seja bem celebrada, com ajuda de equipe de liturgia bem formada e consciente da sua tarefa. As músicas e os cantos sejam executados em tom e volume sóbrios e moderados e respeitem o caráter sagrado e litúrgico da celebração.Artigo 10. Para a celebração dos sacramentos do Batismo e do Matrimônio das pessoas provenientes de outras paróquias exige-se o certificado de preparação e a transferência do respectivo pároco.
Última atualização em Qui, 08 de Março de 2012 16:22	História dos Santos São Ludgero Ludgero nasceu no ano 742 em Zuilen, Friesland, atual Holanda, e foi um dos grandes evangelizadores do seu tempo. Era descendente de família nobre e, dedicado aos estudos religiosos desde pequeno. Ordenou-se sacerdote em 777, em Colônia, na Alemanha. Seu trabalho de apóstolo teve início em sua terra natal, pois começou a trabalhar justamente nas regiões pagãs da Holanda, Suécia, Dinamarca, ponto alto da missão de São Bonifácio, que teve como discípulos São Gregório e Alcuíno de York, dos quais foi seguidor também Ludgero.
O corpo de Ludgero foi sepultado na capela do mosteiro de Werden. Os fiéis tornaram o local mais uma meta de peregrinação pedindo a sua intercessão para muitas graças e milagres, que passaram a ocorrer em abundância. O culto à São Ludgero, que ocorre neste dia é muito intenso especialmente na Holanda, Suécia, Bélgica, Dinamarca, Alemanha, Itália, países cujo solo pisou durante seu ministério. Santa Regina Regina ou Reine, seu nome no idioma natal, viveu no século III, em Alise, antiga Gália, França. Seu nascimento foi marcado por uma tragédia familiar, especialmente para ela, porque sua mãe morreu durante o parto. Por essa razão a criança precisou de uma ama de leite, no caso uma cristã. Foi ela que a inspirou nos caminhos da verdadeira fé e da virtude.
Esta festa secular ocorre, tradicionalmente, em todo o mundo cristão, no dia 7 de setembro. São Guido de Anderlecht Guido de Anderlecht viveu entre os séculos X e XI, tendo nascido em Brabante, Bélgica. Desde a infância, já demonstrava seu desapego pelos bens terrenos, tanto que, na juventude, distribuiu aos pobres tudo o que possuía e ganhava. Na ânsia de viver uma vida ascética, Guido abandonou a casa dos pais, que eram bondosos cristãos camponeses, e foi ser sacristão do vigário de Laken, perto de Bruxelas, pois assim poderia ser mais útil às pessoas carentes e também dedicar-se às orações e à penitência.
A sua festa litúrgica, tradicionalmente celebrada no dia 12 de setembro, traz uma carga de devoção popular muito intensa. Na cidade de Anderlecht, ela é precedida por uma procissão e finalizada com uma benção especial, concedida aos cavalos e seus cavaleiros. Santa Valburga Valburga nasceu em Devonshire, na Inglaterra meridional em 710. Era uma princesa dos Kents, cristãos que desde o século III se sucediam no trono. Ela viveu cercada de nobreza e santidade. Seus parentes eram reverenciados nos tronos reais, mas muitos preferiram trilhar o caminho da santidade e foram elevados ao altar pela Igreja, como seu pai, são Ricardo e os irmãos Vilibaldo e Vunibaldo.
Nesta mesma cerimônia, algumas relíquias da Santa foram enviadas para a França do Norte, onde o rei Carlos III, o Simples, havia construído no seu palácio de Atinhy, uma igreja dedicada a Santa Valburga. O seu culto, em 25 de fevereiro, se espalhou rápido, porque o óleo continuou brotando. Atualmente é recolhido em concha de prata e guardado em garrafinhas distribuídas para o mundo inteiro. Os devotos afirmam que opera milagres. São Domingos Sávio
Nessa solenidade, o papa Pio XII o definiu como "pequeno, porém um grande gigante de alma" e o declarou padroeiro dos cantores infantis. Suas relíquias são veneradas na basílica de Nossa Senhora Auxiliadora, em Torino, Itália, não muito distantes do seu professor e biógrafo são João Bosco. A sua festa foi marcada para o dia 6 de maio. São Rafael de São José Nascido no dia 1o de setembro de 1835, em Vilna, capital da Lituânia, São Rafael de São José era filho do casal André e Josefina, ambos de famílias nobres. Foi batizado com o nome de José e educado pelos pais dentro da religião cristã. Aos oito anos, ingressou no Instituto para os Nobres, da sua cidade natal, onde seu pai era professor e diretor.
O grande restaurador da Ordem dos Carmelitas na Polônia morreu no dia 15 de novembro de 1907, em Vadovice, cidade natal do papa João Paulo II, que o canonizou em 1991. A festa em memória a são Rafael de São José foi indicada para o dia 19 de novembro. Santos Marcelino e Pedro Esta página da história da Igreja foi-nos confirmada pelo próprio papa Dâmaso, que na época era um adolescente e testemunhou os acontecimentos. Foi assim que tudo passou.
Os seus corpos ficaram escondidos numa gruta límpida por muito tempo. Depois foram encontrados por uma rica e pia senhora, de nome Lucila, que desejava dar uma digna e cristã sepultura aos santos de sua devoção. O culto dedicado a eles se espalhou no mundo católico até que o imperador Constantino mandou construir sobre essas sepulturas uma igreja. Outros séculos se passaram e, em 1751, no lugar da igreja foi erguida a belíssima basílica de São Marcelino e São Pedro, para conservar a memória dos dois santos mártires, a qual existe até hoje. São Félix de Nicósia Félix nasceu em Nicósia, na Itália, em 5 de novembro de 1715, filho de Filipe Amoroso e Carmela Pirro, de origem humilde e analfabeto. Diz o postulador de sua causa de canonização, padre Florio Tessari: "Órfão de pai desde seu nascimento, era proveniente de uma família que conseguia sobreviver com muita dificuldade".
Morreu no dia 31 de maio de 1787. Foi beatificado pelo papa Leão XIII em 12 de fevereiro de 1888 e proclamado santo pelo papa Bento XVI no dia 23 de outubro de 2005. São João de Sahagun João Gonzáles de Castrillo, filho de nobres e cristãos, nasceu em 1430 na cidade de Sahagun, reino de León, Espanha. Estudou na sua cidade natal com os monges beneditinos da abadia de São Facundo, recebendo a ordenação sacerdotal em 1453.
João de Sahagun morreu em 11 de junho de 1479. Venerado ainda em vida por sua santidade, depois da morte as graças e milagres por sua intercessão continuaram a ocorrer. O seu culto foi autorizado para o dia 12 de junho, quando foi declarado santo pela Igreja, em 1690. A cidade de Salamanca considera são João de Sahagun um dos seus padroeiros. Doutrina e Fé Ano da Fé - catequeses Evangelho meditado Orações do cristão Liturgia das Horas Doutrina cristã Teologia Concílio Vaticano II Leitura cristã Perguntas e respostas Links Utilidades