Source: http://docplayer.com.br/2501763-Relatorio-de-gestao-2010-factoring.html
Timestamp: 2017-01-16 13:41:52+00:00
Document Index: 833212

Matched Legal Cases: ['artigo 23', 'artigo 22', 'artigo 22', 'artigo 40', 'artigo 176', 'Artigo 46']

⭐Relatório de Gestão 2010 Factoring
Relatório de Gestão 2010 Factoring
Download "Relatório de Gestão 2010 Factoring"
Bento Belém do Amaral
1 Relatório de Gestão 2010 Factoring RELATÓRIO DE GESTÃO Prefácio Órgãos Sociais Relatório de Gestão Balanço Demonstração de Resultados Notas Certificação Legal de Contas Parecer do Conselho Fiscal NOTA Coface Austria Bank AG Stubenring 24, 1010 Vienna, Austria, T: +43 (1) , PREFÁCIO Martina Dobringer Presidente da Coface Austria & Coface Central Europe A recente crise demonstrou, claramente, a importância do seguro de crédito internacional numa economia globalizada. Assim, o Conselho de Administração da Coface aprovou uma reorientação estratégica a nível mundial a fim de apoiar a consolidação e a internacionalização continuada da nossa actividade principal o seguro de crédito. Apesar da procura de competências especializadas nesta área estar a aumentar mundialmente, a integração deste serviço com o factoring só teve sucesso num número limitado de países, como a Alemanha e a Polónia. Por esta razão, a Coface decidiu retirar-se gradualmente do mercado de factoring austríaco. A actual recuperação económica é o momento certo para esta reorientação estratégica. Vai permitir à Coface aumentar a sua concentração na actividade principal uma focalização que irá aumentar a satisfação do cliente e conduzirá à aquisição de novos clientes de seguro de crédito, dois desenvolvimentos que vão ser apoiados pela nossa extensa rede de consultores locais. Gostaríamos de agradecer a todos os clientes e parceiros pela sua lealdade e cooperação. Martina Dobringer2 ORGÃOS SOCIAIS Conselho de Administração Nadia Dax Membro do Conselho de Administração, Viena Franz Josef Michel (até ) Membro do Conselho de Administração, Viena Oliver Krupitza (a partir de ) Membro do Conselho de Administração, Viena Conselho Fiscal Martina Dobringer Presidente da Coface Austria Holding AG, Viena Presidente Gabriele Düker Vice-Presidente da Coface Austria Holding AG, Viena Membro do Conselho Christian Berger Membro da Coface Austria Holding AG, Viena Membro do Conselho3 Relatório de Gestão 2010 A Coface oferece quatro categorias de serviços para a gestão de créditos comerciais: Informação de crédito Seguro de crédito Gestão de Cobranças e Financiamento através da compra de créditos (factoring) Actualmente, o Factoring está implementado em 29 dos países onde a Coface está activa. Na Alemanha, a Coface é líder de mercado neste segmento. O Factoring está, igualmente, a ganhar uma posição cada vez mais importante no mercado austríaco. Cinco bancos especializados, quatro dos quais são filiais de instituições financeiras oficiais austríacas, negoceiam este produto. Desenvolvimentos na União Europeia demonstram, igualmente, um aumento substancial de fornecedores de factoring. O mercado de factoring austríaco registou um aumento anual homólogo de aproximadamente 25% em 2010, com lucros no valor de mais de 8,3 biliões. A Coface Austria Bank AG tinha uma quota de mercado de cerca de 5% em Em contraste com as outras empresas de factoring, a Coface Austria oferece factoring sem recurso. Este produto proporciona aos clientes de factoring uma vantagem especial através da redução do balanço e a subsequente melhoria dos indicadores financeiros. O factoring facilita, igualmente, a compra e o financiamento de créditos de exportação, pelo que estas actividades, actualmente, podem ser realizadas sem o envolvimento de parceiros estrangeiros na Coface. A forte integração das funções dos serviços centrais da Coface Áustria - contabilidade, controlo, marketing, recursos humanos e informática garante uma focalização contínua nos custos sem qualquer prejuízo na qualidade dos nossos serviços aos clientes. O DESENVOLVIMENTO DO NEGÓCIO O resultado operacional registou um forte aumento de 78.7%, 1.491,0 Keur no quarto ano de operações. Os ganhos operacionais do exercício foram positivos devido ao sólido desenvolvimento do resultado operacional e ao controlo rigoroso das despesas operacionais. Em Novembro de 2010, foi criada uma sucursal em Portugal. Desde Dezembro de 2010, os contratos adquiridos pela Coface em Portugal, têm sido registados nas contas desta empresa. A consolidação inicial da sucursal portuguesa resultou numa perda de 15.5 Keur no exercício. A aquisição de novos negócios em 2010 foi influenciada pela cooperação com os representantes de vendas da Coface Áustria. Durante o ano de 2010, foram concluídos treze contratos de factoring na Áustria, sendo que onze deles entraram em vigor e estavam operacionais no final do ano. A criação da sucursal portuguesa resultou na aquisição de sete contratos de factoring e um novo contrato foi assinado durante Assim, oito contratos entraram em vigor e estavam operacionais no final do ano. A Coface Austria Bank AG comprou créditos dos seus clientes, num volume total de aproximadamente milhões, durante o exercício.4 A implementação de novas regras em 2009 conduziu a uma melhoria na qualidade dos créditos comprados em Durante o exercício, foram registadas duas falências, e um ajustamento da avaliação individual foi registado para um destes casos. No balanço de 31 de Dezembro de 2010, os créditos a receber pelos credores totalizavam milhões, e mais de 91% deste volume foi protegido contra o incumprimento. Os clientes da Coface Austria Bank AG diferem significativamente na estrutura e dimensão. Aproximadamente 29% destas empresas geram lucros anuais de mais de 10 milhões. Com base no volume de créditos comprados, a carteira de clientes da Coface Austria Bank AG, incluindo a sucursal, é a seguinte: Retalho 35% Produção 45% Serviços 20% Juros no valor de Keur 941,2 foram cobrados durante o exercício. A margem financeira aumentou 173% para Keur 735,3 em As comissões recebidas aumentaram para Keur 625,9 e contrastam com a despesa de comissão no valor de Keur 33,8. Outros resultados operacionais totalizaram Keur 163,7. Durante o seu quarto ano de operações comerciais, a Coface Austria Bank AG registou um resultado operacional de Keur 1.491,0. Este valor inclui a consolidação inicial da sucursal em Portugal. O rendimento contrasta com os custos operacionais de Keur 1.458,9. Pela primeira vez em 2010, os resultados operacionais foram positivos e totalizaram Keur 32,1. A inclusão de ajustes de avaliação totalizando Keur 41,1 resultaram numa perda de Keur 15,5 para o exercício. O rácio custo/benefício e o rendimento do capital próprio são negativos em 2010 devido à ligeira perda verificada durante o exercício. Os resultados operacionais ascenderam a 1,4% do total do balanço para o exercício (2009: 2,9%). Os custos operacionais igualaram os 1,4% do total do balanço para 2010 (2009: 4,4%). A Coface Austria Bank AG cumpriu com a exigência de capital mínimo de 5 milhões de euros, que é uma exigência da concessão de serviços bancários ao longo de todo o ano do exercício, como resultado do contrato para a transferência de custos e perdas que foi celebrado com a Coface Austria Holding AG. Em Novembro de 2010, a Coface Austria Holding AG realizou uma entrada de capital no valor de 13,5 milhões. O objectivo desta entrada de capital foi dotar a empresa de capital próprio suficiente no decorrer da criação da sucursal em Portugal. Ma A oferta pública de acções, em conformidade com o definido no artigo 23 (14) da Lei Bancária Austríaca, totalizou 18,6 milhões. O capital próprio exigido, em conformidade com o artigo 22 (1) da Lei Bancária Austríaca, totalizou 7,1 milhõesno balanço de 31 de Dezembro de 2010, a oferta pública de acções foi de 21,5% da matéria colectável, em conformidade com o definido no artigo 22 (2) da Lei Bancária Austríaca. Relatório de Gestão de Riscos A base da gestão de riscos na Coface Austria Bank AG é formada pelo manual de riscos que foi aprovado pelo Conselho de Administração, bem como as respectivas orientações que são emitidas pelos órgãos sociais. As orientações dos riscos da Coface S.A., Paris são parte integrante da gestão de riscos. O Conselho de Administração é responsável pela gestão dos riscos. O processo de gestão dos riscos abrange todas as actividades necessárias para o tratamento sistemático dos riscos.5 Riscos Comerciais Esta categoria de riscos cobre o risco de perdas com créditos como resultado do incumprimento dos devedores. A compra dos créditos está regulamentada no manual de riscos e é gerida através da determinação de limites. Os limites são definidos em conformidade com as responsabilidades atribuídas e reflecte a situação de crédito do devedor assim como o compromisso de cobertura dado pela Coface Austria Kreditversicherung AG (ou outra seguradora de crédito) como parte da sua avaliação de risco e actividades de monitorização. A Coface Austria Bank AG não só concluiu a sua própria apólice de seguro de crédito como também trata da transferência de sinistros dos contratos de seguro de crédito celebrados pelos seus clientes. A cobertura do seguro é de 100%, onde a Coface Austria Bank AG alcança um volume apropriado dos chamados riscos antecipados. Risco dos Clientes O risco de validade representa uma situação em que falta a base legal para um crédito adquirido, desta forma, o cliente não satisfaz as exigências da Coface Austria Bank AG para solucionar essa falta ou para receber o reembolso do pagamento feito pelo preço da compra. A Coface Austria Bank AG tomou as medidas adequadas para controlar e limitar os riscos dos clientes no negócio de factoring. Os órgãos sociais responsáveis avaliaram e decidiram sobre todos os grandes e complexos compromissos. A gestão dos riscos é responsável pela monitorização contínua dos riscos associados aos compromissos individuais. Além disso, os clientes da Coface Austria Bank AG estão sujeitos a auditorias externas. A Coface Austria Kreditversicherung AG oferece, igualmente, cobertura de seguro para riscos de validade, pelo que os riscos antecipados são conduzidos pela empresa. Riscos Operacionais A definição de riscos operacionais previstos pelo Acordo Basileia II é importante para a Coface Austria Bank AG. Assim, o termo risco operacional representa o perigo de perdas que resultam da inadequação ou da falha dos processos internos, pessoas e/ou sistemas. Riscos de Liquidez A integração na Coface internacional faz com que a Coface Austria Bank AG tenha acesso a reservas de liquidez substanciais na forma de linhas de crédito. Riscos de Mercado O risco decorrente das alterações nas taxas de juro é irrelevante. Os riscos cambiais são transferidos para os parceiros contratuais da Coface Austria Bank AG de acordo com os contratos de factoring necessários. Financiamentos em moeda estrangeira foram aprovados em Financiamento Estrutura do financiamento O financiamento necessário para a nossa actividade é fornecido pelo grupo com o poder financeiro do maior banco francês, Natixis, S.A., como proprietário da Coface assim como o financiamento bilateral através de outras instituições de crédito. As linhas de crédito existentes dão à Coface Austria Bank AG a liberdade suficiente para desenvolver a actividade de factoring como planeado.6 Questões ambientais Informações sobre a estratégia ambiental da empresa não são fornecidas porque a Coface Austria Bank AG segue as estratégias desenvolvidas pelo Grupo. Empregados O Grupo da Coface Áustria, que engloba a Coface Austria Bank AG, aumentou os investimentos em novos sistemas de gestão de pessoal durante o exercício, e focalizou-se essencialmente na optimização de processos. O número de empregados (excluindo o Conselho de Administração) diminuiu em quatro durante o exercício para um total de cinco no final de Expectativas Organização A nova orientação estratégica da Coface foi aprovada em Fevereiro de 2011, em reuniões na sede da empresa em Paris. O objectivo desta nova estratégia é o de alcançar um claro enfoque no core business da Coface, ou seja, o seguro de crédito. Como consequência desta decisão estratégica, a Coface vai retirar-se gradualmente do mercado de factoring austríaco. Aquando da preparação deste relatório, alguns cenários de saída foram objecto de avaliação, e as resoluções necessárias irão passar mais tarde pelos órgãos sociais da Coface Austria Bank AG. Os nossos clientes foram informados deste desenvolvimento. A Coface Austria Bank AG está a falar individualmente com estes clientes a fim de desenvolver as melhores soluções. O Conselho de Administração gostaria de agradecer ao Conselho Fiscal pela sua confiança e cooperação eficaz, e também expressar a sua gratidão a todos os colaboradores pelo empenho, profissionalismo e motivação. Coface Austria Bank AG O Conselho de Administração Nadia Dax Oliver Krupitza Viena, 24 de Março de 20117 Balanço Em 31 de Dezembro de 2010 Balance Sheet ACTIVO Caixa, disponibilidades em bancos centrais 726, , Créditos e adiantamentos a instituições financeiras 5,409, ,050, Pagável à vista 5,409, ,050, Créditos e adiantamentos a clientes 99,750, ,365, Investimentos noutras empresas Das quais instituições financeiras Activos Intangíveis 8, Activos Fixos Tangíveis 13, , Outros activos 354, , Gastos diferidos 5, , Total do Activo 106,268, ,965, Rubricas extrapatrimoniais 1. Activos externos 78,418, ,207, Balance Shee CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO Disponibilidades de instituições financeiras 58,800, ,152, No prazo acordado ou pré-aviso 58,800, ,152, Disponibilidades dos clientes 28,003, ,285, Dos quais outros passivos 28,003, ,285, Dos quais Cobrança de créditos adquirido 28,003, ,285, Outros passivos 371, ,061, Ganhos diferidos 3, Provisões 479, , a) Provisões para indemnizações 37, , b) Outras provisões 441, , Capital subscrito 5,000, ,000, Reservas 13,600, , Total do Capital Próprio e do Passivo 106,268, ,965, Rubricas extrapatrimoniais 1. Risco de Crédito 28,598, ,169, Capital exigido de acordo com o art.º 23 (14) da Lei Bancária Austríaca 18,591, ,100, Capital exigido de acordo com o art.º 22 (1) da Lei Bancária Austríaca 7,090, ,252, Do qual: CP exigido de acordo com o art.º 22 (1) e (4) da Lei Bancária Austríaca 7,090, ,000,000,00 4. Passivos externos 77,242, ,000,000.008 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS PARA O PERÍODO DE A Juros e Proveitos similares 941, , Juros e Custos similares -205, , I. Margem Financeira 735, , Comissões recebidas 625, , Comissões pagas -33, , Outros proveitos operacionais 163, , II. Proveitos Operacionais 1,491, , Gastos Administrativos gerais -1,447, , a) Gastos com o pessoal -608, , Dos quais: aa) Salários -491, , bb) Encargos sociais obrigatórios -97, , cc) Outros encargos com o pessoal -1, , dd) Encargos para indemnizações pagas aos fundos de empregados -19, , b) Outros encargos administrativos (diversos) -839, , Perdas por imparidade reconhecidas no activo (item 5 do balanço) -10, , Outros custos operacionais , III. Custos operacionais -1,458, ,277, IV. Resultados operacionais 32, , Imparidade de dívidas a receber 41, , V. Resultados correntes -9, , Imposto sobre o rendimento -3, Outros Impostos -3, , VI. Perdas do exercício -15, , Alterações nas reservas Das quais: Aumento à reserva do passivo -900, , Reversão à reserva do passivo 900, , Transferência das perdas para os resultados transitados 15, , VII. Resultado Liquido Income Statem9 NOTAS 1. Nota introdutória Estas demonstrações financeiras foram preparadas em conformidade com os princípios do Código Comercial da Áustria na medida em que estes regulamentos são aplicáveis às instituições financeiras assim como as disposições da Lei Bancária Austríaca. O balanço e a demonstração de resultados reflectem a estrutura definida no Anexo 2 do art.43 da Lei Bancária Austríaca, partes 1 e 2. O ano do exercício abrange o período de 1 de Janeiro de 2010 a 31 de Dezembro de Note-se que a empresa não mantem um portfólio financeiro. 2. Métodos de avaliação e princípios contabilísticos As demonstrações financeiras anuais foram preparadas com base em princípios contabilísticos geralmente aceites e em consonância com o princípio de apresentar uma imagem verdadeira e fidedigna da posição financeira da empresa. O princípio da plenitude foi observado aquando da preparação das demonstrações financeiras anuais. Todos os activos e passivos foram avaliados individualmente. Além disso, estas demonstrações financeiras foram baseadas no pressuposto da continuidade. Na sequência de uma decisão estratégica da casa-mãe, em Fevereiro de 2011, a Coface Áustria vai retirar-se gradualmente do mercado de factoring austríaco. As respectivas resoluções dos órgãos sociais da Coface Austria Bank AG ainda não tinham sido aprovadas aquando da preparação deste relatório. As demonstrações financeiras anuais foram preparadas com base no valor de liquidação. Foi assegurado o princípio da prudência, incluindo apenas os ganhos realizados à data do fecho das demonstrações financeiras. Todos os riscos reconhecidos e perdas iminentes foram tidos em conta. 2.1 Investimentos noutras empresas Investimentos noutras empresas foram mensurados de acordo com o princípio do custo histórico. Se o justo valor destes activos foi inferior, este valor foi utilizado como valor líquido Activos intangíveis Os activos intangíveis adquiridos foram reconhecidos ao custo de aquisição e, caso sejam depreciáveis, foram reduzidos através de amortizações sistemáticas. As amortizações foram calculadas utilizando o método linear baseado na sua vida útil: Vida útil em anos Software Informático 4 Notes 2.3. Activos fixos tangíveis Os activos fixos tangíveis foram inicialmente registados ao custo de aquisição ou produção, e caso sejam depreciáveis, foram reduzidos através de amortizações sistemáticas. A amortização foi calculada utilizando o método linear baseado na vida útil das seguintes categorias de activos: Vida útil em anos Equipamento técnico e máquinas 8 Outro equipamento, mobiliário, instalações, material de escritório 4 10 A perda por imparidade é reconhecida se um activo foi considerado danificado de forma duradoura. Activos de baixo valor adquiridos durante o exercício foram totalmente considerados como gasto durante o ano da compra.10 2.4. Empréstimos e adiantamentos a instituições financeiras e a clientes Empréstimos e adiantamentos a instituições financeiras foram realizados pelo valor nominal. Empréstimos e adiantamentos em moeda estrangeira foram convertidos à taxa de câmbio em vigor à data da transacção ou à taxa de câmbio mais baixa à data do balanço. Riscos individuais reconhecidos foram reflectidos na utilização do justo valor mais baixo. Perdas por imparidade individuais foram reconhecidas para reflectir riscos específicos decorrentes de empréstimos concedidos Passivos Os passivos foram realizados pelo seu valor de reembolso de acordo com o princípio da prudência Provisões Provisões para indemnização A provisão para pagamento de indemnizações foi calculada em conformidade com os princípios financeiros, com base numa taxa de desconto de 3,5% e uma idade de reforma de 65 anos para homens e 60 anos para mulheres. Outras provisões Outras provisões foram criadas de acordo com o princípio da prudência, e reflectem todos os riscos identificáveis e obrigações incertas aquando da elaboração das demonstrações financeiras. Estas provisões reflectem os montantes recomendados segundo decisões empresariais justas. A utilização de equipamentos de processamento de dados automáticos pode levar a diferenças de arredondamento na adição de quantias arredondadas e taxas percentuais. Notes 3. Notas ao Balanço 3.1. Empréstimos e adiantamentos a instituições financeiras e a clientes O quadro seguinte mostra os empréstimos e os adiantamentos a clientes que não são pagos à vista, com base na classificação do prazo remanescente: Valor total em K Até 3 meses Acima dos 3 meses até 1 ano Acima de 1 ano até aos 5 anos - Acima dos 5 anos Empréstimos e adiantamentos de Keur a clientes são apresentados após a dedução de um ajuste de avaliação colectiva totalizando Keur 105 e três ajustes de avaliação individuais no valor de Keur 340. Empréstimos e adiantamentos de Keur a instituições financeiras consistem exclusivamente de saldos pagos à vista. Empréstimos e adiantamentos a instituições financeiras e a clientes, em moeda estrangeira (Dólar Americano) totalizaram Keur e foram convertidos à taxa de câmbio emitida pelo Banco Nacional Austríaco a 31 de Dezembro de Contas a receber (internas e externas) A classificação de empréstimos e adiantamentos a instituições financeiras e a clientes é a seguinte: Activo interno em Keur Activo externo em Keur Empréstimos e adiantamentos a instituições financeiras 3,555 1,854 Empréstimos e adiantamentos a clientes 23,186 76,564 26,741 78,418 Notes11 3.3. Desenvolvimento de activos não-correntes O quadro que se segue apresenta o desenvolvimento das categorias individuais dos activos não-correntes, assim como, a classificação das amortizações anuais por categoria (art.º 226 (1) do Código Comercial Austríaco): Custo de Reforços Alienações Custo de Amort./Deprec. Valor Amort./Deprec. Aquisição Portugal Aquisição Acumuladas Líquido Anuais Activos Não-correntes I. Activos Intangíveis 1. Software Informático 0, ,40 0, , , ,07 795,73 II. Activos Fixos Tangíveis 1. Equipamento técnico e máquinas 9.221, ,40 0, , , , ,86 2. Outro equipamento, Mobiliário, instalações e material de escritório , , , ,12 780, , ,61 Total , , , , , , ,20 III. Activos financeiros 1. Investimentos noutras empresas 70,00 0,00 0,00 70,00 0,00 70,00 0,00 Total Activos Não-Correntes , , , , , , ,20 Os reforços dos activos intangíveis e dos activos fixos tangíveis resultam da aquisição da sucursal em Portugal Outros activos A posição Outros activos inclui Keur 354 de items que só vencem e estão em pagamento após a data do balanço: Estes items são os seguintes: Notes Salários para Janeiro de , , Créditos vencidos da Coface Austria Holding AG de transferência de perdas 15, , Créditos vencidos da Coface Austria Kreditversicherung AG de prémios reembolsados 24, , Créditos vencidos da Coface Austria Holding AG por pagamento de sinistros Créditos acumulados 7, Outros Devedores Natixis Factor 289, , , Vencido em , , Depósitos de instituições financeiras e de clientes Depósitos de instituições financeiras que não são pagos à vista têm um prazo até três meses e totalizam Keur 58,800. Depósitos de clientes, no montante de Keur 28,004, consistem unicamente de passivos que se vencem de acordo com a cobrança de créditos adquiridos. O seguinte quadro mostra a classificação por prazo: O valor total em Keur Até 3 meses 27,449 Acima dos 3 meses até 1 ano 554 Acima de 1 ano até 5 anos -12 Acima dos 5 anos - Depósitos de instituições financeiras e de clientes, em moeda estrangeira (Dólar Americano), totalizam Keur 1,983 e são convertidos à taxa de emissão do Banco Nacional da Áustria, em 31 de Dezembro de Outros passivos O item outros passivos inclui os seguintes valores que são reconhecidos em despesas durante o exercício, mas que só vencerão e serão pagos no próximo ano. Outros passivos são classificados da seguinte forma: Montantes devidos à Coface Austria Kreditversicherung AG 0.0 2,000, Montantes devidos à Coface Austria Holding AG 306, Conta colectiva para credores nacionais 2, , Passivos resultantes de cartões de crédito Salários referente a Janeiro de , Montantes devidos às autoridades fiscais 48, , Montantes devidos para o cumprimento dos deveres para com os trabalhadores 9, , Passivos diversos , ,061, Vencido em , Todos os outros passivos têm um prazo inferior a 12 meses. Notes 3.7. Provisões Desenvolvimento das provisões: Saldo a Uso/Reversão Reforço Saldo a Provisões para indemnizações 41, , , , Outras provisões 323, , , , , , , , Outras provisões consistem nos seguintes items: Saldo a Reforço Uso/ Reversão Reforço Saldo a Portugal Keur Keur Keur Keur Keur Riscos legais Honorários advog/consultoria Créditos a empregados Auditoria às Dem. Financeiras Auditoria interna Férias não pagas Seguro de crédito Facturas por liquidar Horas extraordinárias Comissões factoring/diversos Capital subscrito A 31 de Dezembro de 2010, o capital subscrito era de 5,000,000 acções com um valor nominal de 1 Eur cada, e, portanto, totalizaram ,00. Todas as acções encontram-se integralmente realizadas e pertencem à Coface Austria Holding AG. A Coface Austria Holding AG efectuou uma entrada de capital de 13.5 milhões em Novembro de As reservas de capital eram de 13.6 milhões a 31 de Dezembro de 2010.13 O objectivo deste reforço foi o de dotar a empresa do capital próprio suficiente, durante a criação da sucursal em Portugal. 4. NOTAS À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS Juros e proveitos similares são produzidos principalmente na Áustria e totalizaram ,97 em Somente deste valor representa as receitas de juros dos bancos alemães e juros no valor de 7.147,70 de bancos portugueses. Outros proveitos operacionais ascenderam a ,85 em 2010 (2009: 137,925.06) e são classificados da seguinte forma: Outros proveitos operacionais Proveitos relativos à reversão de provisões , Benefícios cambiais 90, Proveitos pelo pagamento de auditorias externas 10, , Proveitos de pagamentos antecipados , Diversos 63, , , , As contribuições para fundos de trabalhadores totalizaram 7.655,85 em 2010 (2009: 8.362,68) e incluíam 2, para os membros do Conselho de Administração e 5.102,33 para outros empregados. Foi efectuado um acréscimo de 9.087,76 para a provisão de indemnizações durante o exercício. (2009: ,26). Deste montante, 6.616,00 está destinado ao Conselho de Administração e 2.471,76 a outros empregados. Em 2007, foi criado um grupo de empresas fiscais, tal como definido no art.º 9 do Imposto sobre as Sociedades austríacas, com a Coface Austria Kreditversicherung AG, a Coface Austria Kreditversicherung Service GmbH e a Coface Austria Bank AG como membros do grupo e a Coface Austria Holding AG como direcção do grupo. Activos por impostos diferidos e passivos por impostos diferidos são referidos somente pelo contribuinte, a Coface Austria Holding AG. Despesas com o imposto permanecem com a direcção do grupo de empresas fiscais. Obrigações decorrentes do uso de activos que não estão demonstradas no balanço totalizam ,56 para o próximo ano e ,40 para os próximos cinco anos. 5. OUTRAS DIVULGAÇÕES OBRIGATÓRIAS 5.1. Número de empregados O número de empregados durante o exercício, excluindo os membros do Conselho de Administração, é mostrado no quadro que se segue (art.º 239 (1) 1 do Código Comercial austríaco): Média para 2010 Saldo em Trabalhadores temporários Trabalhadores por conta de outrem Total Órgãos sociais Conselho de Administração As seguintes pessoas formam o Conselho de Administração da empresa durante o exercício: Nadia Dax, nascida a 6 de Maio de 1964, representa a empresa desde 1 de Janeiro de 2009 juntamente com outro membro do Conselho de Administração ou um executivo da empresa. Oliver Krupitza, nascido a 26 de Dezembro de 1971,representa a empresa desde 5 de Julho de 2010 juntamente com outro membro do Conselho de Administração ou um executivo da empresa.14 Franz Josef Michel, nascido a 3 de Novembro de 1954, representou a empresa de 15 de Outubro de 2008 a 5 de Julho de 2010, juntamente com outro membro do Conselho de Administração ou um executivo da empresa. (De acordo com o art.º 241 (4), as divulgações exigidas pelo art.º 239 (1) 3 e (4) do Código austríaco não são fornecidas.) Conselho Fiscal As seguintes pessoas foram membros do Conselho Fiscal em 2010: Martina Dobringer, nascida a 16 de Janeiro de 1947, Presidente Gabriele Düker, nascida a 21 de Março de 1961, Vice-Presidente Christian Berger, nascido a 1 de Junho de 1971, Membro Notes 5.3. Partes relacionadas Em conformidade com o art.º 237 (12) do Código Comercial austríaco, são fornecidas informações sobre a empresa que prepara as demonstrações financeiras consolidadas para o menor número de entidades. A empresa é uma subsidiária detida a 100% pela Coface Austria Holding AG, Viena. As demonstrações financeiras consolidadas da Coface S.A., Paris estão disponíveis na sede social desta empresa. As demonstrações financeiras consolidadas para o maior grupo de entidades, que também inclui a Coface S.A., Paris, são preparadas pelo Banque Populaire Caisse d Epargne, Paris. 5.4 Informação sobre investimentos noutras empresas As divulgações exigidas pelo art.º 238 (2) do Código Comercial austríaco não são fornecidas porque estas são irrelevantes para a apresentação da posição financeira, do activo e dos ganhos da empresa, e a empresa em questão detém menos de 20 das acções. 5.5 Resultados transitados De acordo com o contrato para a transferência de lucros e perdas, que foi celebrado entre a Coface Austria Bank AG e a Coface Austria Holding AG, as perdas totais do exercício, no valor de ,22 serão transferidas para a empresa mãe. 5.6 Riscos de crédito Os riscos de crédito decorrentes de parcelas não utilizadas da linha de crédito totalizaram o valor de Keur 28,598.2 a 31 de Dezembro de Honorários dos auditores Os honorários pela auditoria das demonstrações financeiras anuais de 2010 totalizaram Keur 37.0 e estão relacionados, somente, com o trabalho de auditoria do exercício de Coface Austria Bank AG O Conselho de Administração Nadia Dax Oliver Krupitza Viena, 24 de Março de 2011 Notes15 Certificação Legal de Contas Relatório sobre as Demonstrações Financeiras Examinámos as demonstrações financeiras, incluindo o sistema contabilístico da Coface Austria Bank AG, Viena, Áustria, para o exercício de 1 de Janeiro de 2010 a 31 de Dezembro de Estas demonstrações financeiras compreendem o Balanço a 31 de Dezembro de 2010, a Demonstração dos Resultados para o período findo a 31 de Dezembro de 2010 e as respectivas notas. Responsabilidade do Conselho de Administração pelas demonstrações financeiras e pelo Sistema contabilístico O Conselho de Administração é responsável pelo sistema contabilístico e pela preparação e apresentação verdadeira e adequada destas demonstrações financeiras em conformidade com os princípios contabilísticos geralmente aceites na Áustria. Esta responsabilidade inclui: a planificação, implementação e manutenção de um controlo interno relevante para a preparação e apresentação verdadeira e adequada das demonstrações financeiras que estão livres de qualquer distorção materialmente relevante, quer devido a fraude ou erro; seleccionar e aplicar políticas contabilísticas adequadas; e fazer estimativas contabilísticas que sejam adequadas às circunstâncias. Responsabilidade do Auditor e Descrição do Âmbito da Certificação Legal de Contas A nossa responsabilidade consiste em expressar uma opinião profissional e independente, baseada no nosso exame daquelas demonstrações financeiras. Realizámos a nossa auditoria em conformidade com as leis e regulamentos aplicáveis na Áustria e com as Normas austríacas de auditoria. Tais normas exigem o cumprimento de requisitos éticos e que o planeamento e a condução da auditoria se processem de forma a obter uma certeza razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de quaisquer distorções materialmente relevantes. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos para obter evidência que sustenta os valores e as divulgações incluídas nas demonstrações financeiras. Os procedimentos seleccionados dependem do julgamento profissional do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorções materiais nas demonstrações financeiras, seja devido a fraude ou erro. Ao efectuar tal avaliação, o auditor toma em conta o sistema de controlo interno aplicável na preparação e apresentação apropriada das demonstrações financeiras de forma a conceber procedimentos de auditoria apropriados de acordo com as circunstâncias, mas não com o propósito de emitir uma opinião sobre a eficiência do sistema de controlo interno da empresa. Uma auditoria também inclui uma avaliação dos princípios contabilísticos adoptados e a razoabilidade das estimativas contabilísticas feitas pela administração assim como uma avaliação da apresentação global das demonstrações financeiras. Acreditamos que a evidência da auditoria que obtivemos é suficiente e apropriada para nos permitir a emissão da nossa opinião. Opinião A nossa auditoria não originou quaisquer objecções. Em nossa opinião, as referidas demonstrações financeiras apresentam de forma verdadeira e apropriada, em todos os aspectos materialmente relevantes, a posição financeira da Empresa, em 31 de Dezembro de 2010, bem como o seu desempenho financeiro referente ao ano findo naquela data, de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites na Áustria. Relato sobre outros requisitos legais (Relatório de Gestão) De acordo com as disposições legais, o relatório de gestão deve ser objecto de auditoria para verificar se é concordante com as demonstrações financeiras e se as outras divulgações não induzem em erro relativamente à posição da Empresa. A Certificação Legal de Contas também deve conter uma declaração em como o relatório de gestão é concordante com as demonstrações financeiras. É nossa opinião que a informação constante no relatório de gestão é concordante com as demonstrações financeiras do exercício. Viena, KPMG Austria GmbH Wirtschaftsprüfungs- und Steuerberatungsgesellschaft Bernhard Mechtler ROC Philip Kudrna ROC Viena, 24 de Março de 201116 Esta Certificação é uma tradução livre do documento original em alemão, sendo este último o único válido. A publicação das demonstrações financeiras juntamente com a certificação legal de contas poderá acontecer, apenas se, a demonstração financeira e o relatório de gestão forem idênticos à versão auditada anexa a esta certificação. Em conformidade com a Secção 281, parágrafo 2 do Código Comercial Austríaco. PARECER Do Conselho Fiscal O Conselho de Administração forneceu relatórios periódicos sobre o desenvolvimento da empresa. O Conselho Fiscal cumpriu as suas obrigações durante o exercício. As demonstrações financeiras e o relatório de gestão para 2010 foram auditados pela KPMG Austria GmbH Wirtschaftsprüfungsund Steuerberatungsgesellschaft, que atestou a conformidade com os requisitos legais e emitiu um parecer sem ressalvas. O Conselho Fiscal tomou conhecimento da Certificação Legal de Contas. O Conselho Fiscal concorda com as demonstrações financeiras e com o relatório do Conselho de Administração e aceita as demonstrações financeiras para 2010, que são, assim, aprovados nos termos do art.º 125 (2) da Lei das sociedades anónimas austríacas. Os resultados obtidos para o exercício serão transferidos para a Coface Austria Holding AG, em conformidade com o contrato para a transferência de lucros e perdas. Presidente do Conselho Fiscal Martina Dobringer m.p. Presidente do Conselho Coface Austria Holding AG Coface Central Europe Holding AG, Vienna Viena, 28 de Março de 2011 Exibir mais
Scal - Mediação de Seguros, S. A. Anexo às Demonstrações Financeiras Individuais para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2014 1. Nota introdutória A Empresa Scal-Mediação de Seguros foi constituída Leia mais LAKE FUND SGPS, SA. Demonstrações Financeiras Individuais. Exercício 2014
Exercício 2014 Índice Demonstrações financeiras individuais para o exercício findo em Balanço Individual em 5 Demonstração dos Resultados Individuais em 6 Demonstração dos Fluxos de Caixa Individuais em...7 Leia mais ALVES RIBEIRO - INVESTIMENTOS FINANCEIROS, SGPS, S.A. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 (Montantes em Euros, excepto quando expressamente indicado) 1. NOTA INTRODUTÓRIA Leia mais Relatório de Gestão 2. Balanço 5. Demonstração de Resultados por Naturezas 7. Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8
ÍNDICE Relatório de Gestão 2 Balanço 5 Demonstração de Resultados por Naturezas 7 Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8 Relatório e Parecer do Conselho Fiscal 20 Certificação Legal das Contas Leia mais ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA)
30 de Junho de 2005 ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA) Relatório do Conselho de Administração Altri, S.G.P.S., S.A. (Sociedade Aberta) Contas Individuais Rua General Norton de Matos, 68 4050-424 Leia mais BNI Banco de Negócios Internacional, S.A.
Balanço Em 31 de Dezembro de 2006 ACTIVO Notas Caixa e disponibilidades no Banco Central 5 204 460 2 547 Disponibilidades sobre instituições de crédito 6 2 847 256 35 474 Créditos sobre clientes 7 75 154 Leia mais Enquadramento Page 1. Objectivo. Estrutura do documento. Observações. Limitações
Objectivo No âmbito do processo de adopção plena das Normas Internacionais de Contabilidade e de Relato Financeiro ("IAS/IFRS") e de modo a apoiar as instituições financeiras bancárias ("instituições") Leia mais CPC COOPERATIVA DE POUPANÇA E CRÉDITO, S.C.R.L. Demonstrações Financeiras. 31 de Dezembro de 2008
Demonstrações Financeiras 31 de Dezembro de 2008 4ª MINUTA EXERCÍCIO DE 2008 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 31 DE DEZEMBRO DE 2008 ÍNDICE PÁGINAS RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE 1 2 BALANÇO 3 DEMONSTRAÇÃO Leia mais NOTAS ANEXAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 2 REFERENCIAL CONTABILÍSTICO DE PREPARAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
31 de Dezembro de 2006 ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA) Relatório do Conselho de Administração Altri, S.G.P.S., S.A. (Sociedade Aberta) Contas Individuais Rua General Norton de Matos, 68 4050-424 Leia mais Nota às demonstrações financeiras relativas ao semestre findo em 30 de Junho de 2010
1. Nota Introdutória Elementos identificativos: Denominação Fortis Lease Instituição Financeira de Crédito, SA NIF 507 426 460 Sede Social Objecto Social A Fortis Lease Portugal Instituição Financeira Leia mais ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GOTE - SOCIEDADE DE MEDIAÇÃO DE SEGUROS, LDA
ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ANO : 2010 ÍNDICE 1 - Identificação da entidade 1.1 Dados de identificação 2 - Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras 2.1 Referencial Leia mais ANEXO AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS. 31 de Dezembro de 2014
ANEXO AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 31 de Dezembro de 2012 1 IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE 1.1 Designação da entidade: Mediator Sociedade Corretora de Seguros, S.A. 1.2 - Sede: Avª Fontes Pereira Leia mais PLC - CORRETORES DE SEGUROS, S.A. EXERCÍCIO DE 2007 RELATÓRIO DE GESTÃO
PLC - CORRETORES DE SEGUROS, S.A. EXERCÍCIO DE 2007 RELATÓRIO DE GESTÃO De acordo com as disposições legais e estatuárias venho submeter á apreciação dos senhores accionistas o Relatório de Gestão e as Leia mais Anexo às Contas Individuais da Sociedade ACCENDO, LDA
Anexo às Contas Individuais da Sociedade ACCENDO, LDA Exercício de 2011 Notas às Demonstrações Financeiras 31 De Dezembro de 2011 e 2010 1. Identificação da entidade Accendo, Lda, inscrita na conservatória Leia mais Enquadramento Página 1
No âmbito do processo de adopção plena das Normas Internacionais de Contabilidade e de Relato Financeiro ("IAS/IFRS") e de modo a apoiar as instituições financeiras bancárias ("instituições") neste processo Leia mais 2. Regra geral, o IVA não dedutível deve ser registado na conta 68111 : a) Verdadeira; b) Falsa Justificação:
1. A aplicação do princípio da prudência está exclusivamente relacionada com o registo de perdas de imparidade em activos e provisões : a) Verdadeira; b) Falsa 2. Regra geral, o IVA não dedutível deve Leia mais PLANO DE CONTAS PARA AS EMPRESAS DE SEGUROS
PLANO DE CONTAS PARA AS EMPRESAS DE SEGUROS Índice 1. Introdução 2. Considerações sobre as opções tomadas 3. Disposições gerais 4. Quadro de contas 5. Lista e âmbito das contas 6. Tabelas 7. Contas individuais Leia mais ABC da Gestão Financeira
ABC da Gestão Financeira As demonstrações financeiras são instrumentos contabilísticos que reflectem a situação económico-financeira da empresa, evidenciando quantitativamente os respectivos pontos fortes Leia mais ! " # $%&' (") *+)( *+)* , " # - %. " / 012 $ )"* *+)( 012+"4 "# *+)( 012 5"5 " 6! ! " '.! " 7 . % "' *+)( $%, % " ## *++* -. - ! $ ." )+#.
!! " # $%&' (") *+)( *+)*, " # %. " / 012 $ )"* *+)( 3 012+"4 "# *+)( 012 5"5 " 6!! " '.! " 7. % "' *+)(!, $%, % " ## *++*. 7! $." )+#. *+)*!! 28" *+)(. "' $%981!5": *+)(*+);!)5) *++**++ Leia mais CÓDIGO DE CONTAS DO SNC
ANEXO PE, EXERCÍCIO ECONÓMICO DE 2010 1 Identificação da entidade 1.1 Designação da entidade APOTEC Associação Portuguesa de Técnicos de Contabilidade 1.2 Sede Rua Rodrigues Sampaio, 50-3º-Esq. 1169-029 Leia mais NCRF 1 Estrutura e conteúdo das demonstrações financeiras
8. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Nota Introdutória A Manuel Rodrigues Gouveia, S.A. ( MRG ou Empresa ) tem sede em Seia, foi constituída em 1977 e tem como actividade principal a Construção Civil Leia mais NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 2 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA. Objectivo ( 1) 2 Âmbito ( 2) 2 Definições ( 3 a 6) 2
NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 2 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 7 Demonstrações de Leia mais PLANO DE CONTAS EMPRESAS DE SEGUROS PARA AS. Aprovado pela Norma Regulamentar n.º 4/2007-R, de 27 de Abril
PLANO DE CONTAS PARA AS EMPRESAS DE SEGUROS Aprovado pela Norma Regulamentar n.º 4/2007-R, de 27 de Abril Índice 1. Introdução 2. Considerações sobre as opções tomadas 3. Disposições gerais 4. Quadro de Leia mais Portaria n.º 107/2011, de 14 de Março, n.º 51 - Série I
Aprova o Código de Contas para Microentidades O Decreto-Lei n.º 36-A/2011, de 9 de Março, aprovou o regime da normalização contabilística para as microentidades, tendo previsto a publicação, em portaria Leia mais ANEXO. Anexo às Demonstrações Financeiras Individuais Para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2014
ANEXO Anexo às Demonstrações Financeiras Individuais Para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2014 1 - Identificação de entidade: 1.1- Designação da entidade: GATO - Grupo de Ajuda a Toxicodependentes Leia mais Notas às Demonstrações Financeiras 31 de Dezembro de 2003 e 2002
Credibom, Sociedade Financeira para Aquisições a Crédito, S.A. 1 Políticas contabilísticas 1.1 Bases de apresentação A Credibom, Sociedade Financeira para Aquisições a Crédito, S.A. foi constituída por Leia mais COFINA, SGPS, S.A. Sociedade Aberta
COFINA, SGPS, S.A. Sociedade Aberta Sede: Rua do General Norton de Matos, 68, r/c Porto Pessoa Colectiva Número 502 293 225 Capital Social: 25.641.459 Euros Informação financeira do exercício de 2014 (não Leia mais Objectivo 1 e 2. Âmbito 3. Considerações Gerais 4 e 5. Identificação das Demonstrações financeiras 6 a 8. Período de Relato 9.
ÍNDICE (parágrafos) Objectivo 1 e 2 Âmbito 3 Considerações Gerais 4 e 5 Identificação das Demonstrações financeiras 6 a 8 Período de Relato 9 Balanço 10 a 31 Demonstração dos Resultados 32 a 38 Demonstração Leia mais 1.5. Sede da entidade-mãe Largo Cónego José Maria Gomes 4800-419 Guimarães Portugal.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GOTE - SOCIEDADE DE MEDIAÇÃO DE SEGUROS, LDA ANO : 2012 ÍNDICE 1 - Identificação da entidade 1.1 Dados de identificação 2 - Referencial contabilístico de preparação das Leia mais Portaria n.º 107/2011, de 14 de Março
CENTRO SÓCIO - CULTURAL E DESPORTIVO SANDE S. CLEMENTE Rua N. Senhora da Saúde nº 91 -S. Clemente de Sande NIPC :501971327 NISS :20007555241 NOTAS PERÍODOS 31-12-2014 31-12- ACTIVO Activo não corrente Leia mais COFINA, SGPS, S.A. Sociedade Aberta
COFINA, SGPS, S.A. Sociedade Aberta Sede: Rua do General Norton de Matos, 68, r/c Porto Pessoa Colectiva Número 502 293 225 Capital Social: 25.641.459 Euros Informação financeira do terceiro trimestre Leia mais ANO DE 2010 BALANÇO DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA
CONTAS ANO DE 2010 BALANÇO DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE PARAQUEDISMO RUA DA UNIDADE, 9 7000-719 Leia mais IMPARIDADE DE ACTIVOS FINANCEIROS
BOLETIM INFORMATIVO N.º 3/2010 IMPARIDADE DE ACTIVOS FINANCEIROS ASPECTOS CONTABILÍSTICOS E FISCAIS (Esta informação contém apenas informação geral, não se destina a prestar qualquer serviço de auditoria, Leia mais Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A.
Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A. 31 de dezembro de 2014 com o relatório dos auditores independentes Demonstrações financeiras Índice Relatório dos auditores independentes Leia mais DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS (EM EUROS) Relatório Anual 2012 2 Relatório Anual 2012 3 Relatório Anual 2012 4 Relatório Anual 2012 5 Relatório Leia mais RELATÓRIO & CONTAS Liquidação
Fundo Especial de Investimento Aberto CAIXA FUNDO RENDIMENTO FIXO IV (em liquidação) RELATÓRIO & CONTAS Liquidação RELATÓRIO DE GESTÃO DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS RELATÓRIO DO AUDITOR EXTERNO CAIXAGEST Técnicas Leia mais Instrumentos de Gestão Previsional
Instrumentos de Gestão Previsional Ano 2012 Relatório 1.Introdução Dando cumprimento ao artigo 40º da Lei 53-F/2006 de 29 de Dezembro, a Empresa Municipal, TEGEC Trancoso Eventos, EEM, vem apresentar os Leia mais Relatório de Gestão. Exercício de 2014 INSTITUTO CARDIOLOGIA PREVENTIVA DE ALMADA. Audite Gestão Financeira
INTERPRETAÇÃO DAS CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2011 Nota Introdutória: A prestação de contas de 2011 é elaborada de acordo com o SNC 1, não existiram alterações no capital nem perdas ou ganhos por imparidade. Leia mais Fundação Casa Museu Mario Botas
DEMOSNTRAÇAO DE RESULTADOS 2012 Fundação Casa Museu Mario Botas RENDIMENTOS E GASTOS 31-Dez-2012 31-Dez-2011 Vendas 551,62 Prestação de serviços Subsídios à exploração Ganhos/perdas imputados a subsidiárias Leia mais Demonstrações Financeiras
Demonstrações Financeiras fevereiro de 2015 Este relatório contém 64 páginas Capital Social 22.375.000 o matricula na CRCL com o número único de matricula e identificação de pessoa coletiva 501 836 926 Leia mais 31-Dez-2013 31-Dez-2012
8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS Designação da Entidade: CÂMARA MUNICIPAL DE ODIVELAS Gerência de 1 de Janeiro a 31 de Dezembro de 2006 8.2.1 Não se aplica. 8.2.2 Os conteúdos das contas Leia mais ANEXO ANEXO DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012
ANEXO ANEXO DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 1 Nota introdutória A Empresa foi constituída em 26 de Junho de 1997, tem a sua sede na Rua São Gonçalo de Lagos, Pavilhão de Exposições em Torres Leia mais Anexo às Demonstrações Financeiras - ANIPB - Associação Nacional dos Industriais de Prefabricação em Betão ANEXO
ANEXO IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE Designação ANIPB - Associação Nacional dos Industriais de Morada Rua Dona Filipa de Vilhena, Nº 9-2.º Direito Código postal 1000-134 Localidade LISBOA DADOS DA ENTIDADE Leia mais Exame de 2.ª Chamada de Contabilidade Financeira Ano letivo 2013-2014
PARTE A (13,50v) Realize as partes A e B em folhas de teste separadas devidamente identificadas I A empresa A2, SA dedica-se à compra e venda de mobiliário, adotando o sistema de inventário periódico. Leia mais COFINA, SGPS, S.A. Sociedade Aberta
COFINA, SGPS, S.A. Sociedade Aberta Sede: Rua do General Norton de Matos, 68, r/c Porto Pessoa Colectiva Número 502 293 225 Capital Social: 25.641.459 Euros Informação financeira do terceiro trimestre Leia mais INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO LICENCIATURA EM MAEG LICENCIATURA EM FINANÇAS
INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO LICENCIATURA EM MAEG LICENCIATURA EM FINANÇAS CONTABILIDADE GERAL I III - CADERNO DE EXERCÍCIOS Terceiros e Antecipações Exercício 17 A empresa Leia mais 1 Políticas contabilísticas a) Bases de apresentação A F&C Portugal, Gestão de Patrimónios, S.A. ( Sociedade ) é uma sociedade privada constituída a 31 de Outubro de 2001, tendo iniciado a sua actividade Leia mais Balanço e análise setorial
Balanço e análise setorial Data 2-3-215 Utilizador Utilizador exemplo N.º 51871 Referência Relatório de exemplo SOCIEDADE EXEMPLO, LDA NIF 123456789 DUNS 45339494 RUA BARATA SALGUEIRO, 28 3º, 4º E 5º, Leia mais 8 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS
8 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS 1. Indicação e justificação das disposições do POC que, em casos excepcionais, tenham sido derrogadas e dos respectivos efeitos nas demonstrações financeiras, Leia mais NCRF 2 Demonstração de fluxos de caixa
NCRF 2 Demonstração de fluxos de caixa Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 7 - Demonstrações de Fluxos de Caixa, adoptada pelo texto Leia mais Exame para Contabilista Certificado. Contabilidade Financeira Aprofundada. Duração: 2 horas
Nome: Nº do BI/ Passaporte Duração: 2 horas Leia atentamente as questões. Depois, coloque no quadradinho que fica na parte superior direito de cada questão, a alínea correspondente à melhor resposta. Se Leia mais Demonstrações Contábeis
Demonstrações Contábeis 12.1. Introdução O artigo 176 da Lei nº 6.404/1976 estabelece que, ao fim de cada exercício social, a diretoria da empresa deve elaborar, com base na escrituração mercantil, as Leia mais ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS
ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS A Penafiel Verde, E.M. é uma empresa municipal, com sede em Penafiel, constituída em Maio de 2006 e que tem como actividades principais a gestão e exploração Leia mais IV - 2. LISTA E ÂMBITO DAS CONTAS CLASSE 8 PROVEITOS POR NATUREZA. As contas desta classe registam os proveitos correntes do exercício.
Anexo à Instrução nº 4/96 IV - 2. LISTA E ÂMBITO DAS CONTAS CLASSE 8 PROVEITOS POR NATUREZA As contas desta classe registam os proveitos correntes do exercício. 80 - JUROS E PROVEITOS EQUIPARADOS Proveitos Leia mais BALANÇO INDIVIDUAL. Dezembro 2011
BALANÇO INDIVIDUAL ACTIVO Activo não corrente: Activos fixos tangíveis... 5 52.063,72 63.250,06 Propriedades de investimento... Goodwill... Activos intangíveis. Activos biológicos.. Participações financeiras Leia mais SPMS, E.P.E. Índice. 1. Enquadramento... 2 2. Orçamento de Exploração... 5 3. Orçamento de Tesouraria... 10 4. Orçamento de Investimentos...
2012 ORÇAMENTO Índice 1. Enquadramento... 2 2. Orçamento de Exploração... 5 3. Orçamento de Tesouraria... 10 4. Orçamento de Investimentos... 11 1 Orçamento 2012 1. Enquadramento 1.1. Objectivos O presente Leia mais C O N T A B I L I D A D E
Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos ISCSP (UTL), Lisboa C O N T A B I L I D A D E Pedro V Matos ISEG-UTL 1 Análise Financeira e Contabilidade 2 1 Função Financeira O que é a Função Financeira? Consiste Leia mais Contabilidade Financeira II 2008/2009
Contabilidade Financeira II 2008/2009 Valores a receber e a pagar, Acréscimos e Diferimentos e Provisões Valores a receber e a pagar, Acréscimos e Diferimentos e Provisões Contas a receber e a pagar Acréscimos Leia mais 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS
8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS As Demonstrações Financeiras anexas foram elaboradas de acordo com os princípios contabilísticos definidos pelo Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Leia mais Resultado Líquido da Reditus aumenta 57,7% no 1º semestre de 2014
Resultado Líquido da Reditus aumenta 57,7% no 1º semestre de 2014 Proveitos Operacionais de 60,8 milhões de euros (+ 8,1%) EBITDA de 5,6 milhões de euros (+ 11,1%) Margem EBITDA 9,2% (vs. 8,9%) Resultado Leia mais ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS
ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS relativo às contas individuais do exercício de dois mil e quatro, do Conselho Geral da Ordem dos Advogados, pessoa colectiva de direito público nº 500 965 Leia mais INFORMAÇÕES FINANCEIRAS SINTETIZADAS BALANÇO SINTETIZADO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 Activos intangíveis 355.229
Relatório do Auditor Independent sobre informações financeiras resumidas Para: Acionistas da Companhia Ônix SEGUROS SA Relatório sobre as informações financeiras resumidas Informações financeiras resumo Leia mais ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EM 2009.12.31
00 - Introdução a) Objecto social e identificação da Empresa HABECE Cooperativa de Habitação e Construção de Cedofeita, Crl., tem por objecto a construção ou a sua promoção e a aquisição de fogos para Leia mais Estatísticas de Seguros
Estatísticas de Seguros 2009 Autoridade de Supervisão da Actividade Seguradora e de Fundos de Pensões Autorité de Contrôle des Assurances et des Fonds de Pensions du Portugal Portuguese Insurance and Pension Leia mais ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS.
ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. I. BALANÇO ATIVO 111 Clientes: duplicatas a receber provenientes das vendas a prazo da empresa no curso de suas operações Leia mais 26 de Junho de 2015 DEPARTAMENTO DE REGULAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA FINANCEIRO
Apresentação ao mercado do modelo de adopção plena das IAS/IFRS e outras matérias inerentes ao processo de adopção plena das IAS/IFRS no sector bancário nacional DEPARTAMENTO DE REGULAÇÃO E ORGANIZAÇÃO Leia mais Informação Financeira
Informação Financeira Balanço Código das contas POCMS Imobilizado ACTIVO Exercícios AB AP AL AL Bens de domínio público: 451 Terrenos e Recursos naturais 452 Edifícios 453 Outras construções e infra-estruturas Leia mais Relatório e Contas. Fundação Denise Lester
Relatório e Contas 2011 Fundação Denise Lester Fundação Denise Lester 1/16 Índice Balanço individual Demonstração dos resultados individuais Demonstração das Alterações dos fundos patrimoniais Demonstração Leia mais Balanço e demonstração de resultados Plus
Balanço e demonstração de resultados Plus Data 2-3-215 Utilizador Utilizador exemplo N.º 51871 Referência Relatório de exemplo SOCIEDADE EXEMPLO, LDA NIF 123456789 DUNS 45339494 RUA BARATA SALGUEIRO, 28 Leia mais Rodobens Locação de Imóveis Ltda.
Rodobens Locação de Imóveis Ltda. Demonstrações contábeis referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2014 e relatório dos auditores independentes Approach Auditores Independentes Relatório dos Leia mais 2. Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras
1. Identificação da entidade EXERCÍCIO DE 2011 INTRODUÇÃO PLC - Corretores de Seguros, S.A é uma sociedade anonima. A Empresa foi constituida em 1999, tem sede na Av. Infante Santo nº 48 2º Esq. em Lisboa, Leia mais Contabilidade Geral e Financeira. Enunciado da Prova
Governo da Região Administrativa Especial de Macau Comissão de Registo dos Auditores e dos Contabilistas Ano de 2014 (1.ª É poca) Prestação de provas para registo como auditor de contas 24 de Maio de 2014 Leia mais RESULTADOS CONSOLIDADOS A 30 DE JUNHO DE 2005 1
COMUNICADO Página 1 / 9 RESULTADOS CONSOLIDADOS A 30 DE JUNHO DE 2005 1 09 de Setembro de 2005 (Os valores apresentados neste comunicado reportam-se ao primeiro semestre de 2005, a não ser quando especificado Leia mais Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados consolidados
ANEXO AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS CONSOLIDADOS NOTA INTRODUTÓRIA A Lei nº 2/2007, de 15 de Janeiro (Lei das Finanças Locais), dispõe no seu Artigo 46.º o seguinte: «1 - Sem prejuízo dos documentos Leia mais Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2013/2014 1º Semestre. 28 de NOVEMBRO de 2013 Duração da prova: 60 minutos
Contabilidade Financeira Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2013/2014 1º Semestre 28 de NOVEMBRO de 2013 Duração da prova: 60 minutos 3º TESTE INTERMÉDIO NOME: NÚMERO: Atenção Leia mais MODELOS DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS OBSERVAÇÕES E LIGAÇÃO ÀS NCRF. 1. Conjunto completo de demonstrações financeiras
MODELOS DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS OBSERVAÇÕES E LIGAÇÃO ÀS NCRF 1. Conjunto completo de demonstrações financeiras Nos termos do previsto no ponto 2.1.4. das Bases para a Apresentação das Demonstrações Leia mais 05 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO GRUPO
05 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO GRUPO 1. BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS CAIXA CENTRAL DE CRÉDITO AGRÍCOLA MÚTUO, C.R.L. Balanços em 31 de Dezembro de e 2010 2010 ACTIVO Notas Activo Leia mais Balanço e Demonstração de Resultados. Conheça em detalhe a Avaliação de Risco. Risco Elevado SOCIEDADE EXEMPLO, LDA AVALIAÇÃO DO RISCO COMERCIAL
Balanço e Demonstração de Resultados Data 26-6-215 SOCIEDADE EXEMPLO, LDA NIF 123456789 DUNS 45339494 RUA BARATA SALGUEIRO, 28 3º, 4º E 5º, 125-44 LISBOA TEL.: 213 5 3 FAX: 214 276 41 ana.figueiredo@ama.pt Leia mais I B 1:) CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS. Introdução
Relatório e Contas do Exercício de 2013 10, I B 1:) Te[: +351 217 990 420 Av. da República, 50-1Q Fax: +351 217990439 1069-211 Lisboa www. bdo. pt CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS Introdução 1. Examinámos Leia mais a) Firma e sede das empresas associadas a empresas incluídas na consolidação;
14.5 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS CONSOLIDADOS I - Informações relativas às empresas incluídas na consolidação e a outras 1. Relativamente às empresas incluídas na consolidação a) Leia mais MBK Securitizadora S.A. Relatório sobre as demonstrações financeiras Período de 13 de abril de 2012 (Data de constituição da Companhia) a 31 de
MBK Securitizadora S.A. Relatório sobre as demonstrações financeiras Período de 13 de abril de 2012 (Data de constituição da Companhia) a 31 de dezembro de 2012 MBK Securitizadora S.A. Demonstrações Financeiras Leia mais Banco BPI, S.A. Sucursal Offshore de Macau 2013
Banco BPI, S.A. Sucursal Offshore de Macau 2013 Síntese Financeira ao abrigo da Circular No. 026/B/2012-DSB/AMCM de 16/11/2012 Síntese Financeira ao abrigo da Circular N.º 026/B/2012-DSB/AMCM de 16/11/2012 Leia mais Comunicado Reuters>bcp.Is Exchange>MCP Bloomberg>bcp pl ISIN PTBCP0AM00007
26 de Outubro de 2010 Actividade do Bank Millennium (Polónia) no 3º Trimestre de 2010 O Banco Comercial Português, S.A. informa que o Bank Millennium S.A. com sede em Varsóvia, Polónia, entidade na qual Leia mais DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS 113 SONAE, SGPS, SA BALANÇOS CONSOLIDADOS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 E DE 2008 (Montantes expressos em euros) ACTIVO Notas ACTIVOS NÃO CORRENTES: Leia mais 31. A DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA