Source: http://www.cariracross.com.br/2017/01/regulamento-do-campeonato-sergipano-de.html
Timestamp: 2017-11-22 18:21:42+00:00
Document Index: 22578546

Matched Legal Cases: ['Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 6', 'Artigo 7', 'Artigo 8', 'Artigo 9', 'artigo 13', 'Artigo 10', 'Artigo 11', 'Artigo 12', 'Artigo 13', 'Artigo 14', 'Artigo 15', 'Artigo 16', 'Artigo 17', 'Artigo 18', 'Artigo 19', 'Artigo 20', 'Artigo 21', 'Artigo 22', 'Artigo 23', 'Artigo 24', 'Artigo 25', 'Artigo 26', 'Artigo 27', 'Artigo 28', 'Artigo 29', 'Artigo 30', 'Artigo 31', 'Artigo 1', 'Artigo 32', 'Artigo 33', 'Artigo 34', 'Artigo 35', 'Artigo 36', 'Artigo 37', 'Artigo 38', 'Artigo 39', 'Artigo 40', 'Artigo 41', 'Artigo 42', 'artigo 41', 'artigo 44', 'artigo 45', 'artigo 46', 'Artigo 43', 'Artigo 44', 'Artigo 45', 'Artigo 46', 'Artigo 47', 'Artigo 48', 'Artigo 49', 'Artigo 50', 'Artigo 51', 'Artigo 52', 'Artigo 53', 'Artigo 54', 'Artigo 55', 'Artigo 56', 'Artigo 57', 'Artigo 58', 'Artigo 59', 'Artigo 60', 'Artigo 61', 'Artigo 62', 'Artigo 63', 'Artigo 64', 'Artigo 65', 'Artigo 66', 'Artigo 67', 'Artigo 68', 'Artigo 69', 'Artigo 70', 'Artigo 71', 'Artigo 72', 'Artigo 73', 'Artigo 74']

CARIRACROSS: REGULAMENTO DO CAMPEONATO SERGIPANO DE KART 2017
REGULAMENTO DO CAMPEONATO SERGIPANO DE KART 2017
Tudo pronto para o estadual sergipano de kart da temporada do ano de 2017, maquinas e pilotos em ponto de bala aguardando o sinal verde da primeira etapa que está confirmado para o dia 18 de fevereiro no Kartódromo Emerson Fittipaldi em Aracaju.
Vai começar o ronco dos motores do kartismo sergipano, confirmado pilotos do estado da Bahia e Alagoas para essa temporada que promete ser uma das mais fortes de todos os tempos, disputa da categoria 125-2t larga com mais de vinte pilotos, todos com experiencia de grandes competições, um deles o atual campeão estadual da categoria Matheus Rouver, piloto de Aracaju que brilhou na formula Jr no Rio Grande do Sul, mas enfrenta nomes como Diego Freitas que tem experiencia da stock car, Ademir Flores e Marcos Reis que disputaram cada palmo de pista em 2016. Essa categoria eu pago pra ver o ronco dos motores.
Foto \ Piloto Matheus Rouver e seu Pai Wagner Rouver
O BICHO VAI PEGAR - 18\FEV\2017
Aproveita e coloca na agenda este sábado de pura adrenalina no Kartódromo Emerson Fittipaldi que fica localizado na Orla de Atalaia em Aracaju, lembrando que a entrada é gratuita, e pra você de outros estados o Kartódromo fica localizado frente aos melhores hotéis da capital, 400mt para curtir de perto o ronco dos motores, posso dizer os 20 melhores do Nordeste.
Veja o regulamento e o Traçados de pista abaixo!!
Artigo 1º: DA REGULAMENTAÇÃO DO CAMPEONATO
A ASSOCIAÇÃO SERGIPANA DE KART – ASK, entidade civil de direito privado, sem fins lucrativos, de caráter sócio esportivo, voltado à prática amadora do desporto do automobilismo, nas categorias do kartismo, sediada no Kartódromo Emerson Fittipaldi, na Cidade de Aracaju, Estado de Sergipe, promoverá dentro dos seus objetivos sociais, conforme suas disposições estatutárias, objetivando também a satisfação de seus associados o campeonato denominado “CAMPEONATO SERGIPANO DE KART 2017”, que será regido pelo Estatuto Social, pelo presente regulamento, pelo regulamento particular, pelo CDI/FIA, RIK/CIC e Código Desportivo do Automobilismo – CDA de 2017, pelo Regulamento Nacional do Kart – RNK de 2017 e seus adendos.
Parágrafo 1º: Pela necessidade de viabilizar a prática do kartismo por seus associados, a ASK, poderá adequar à realidade sergipana normas técnicas e desportistas, mesmo que tais adequações venham divergir do que determinam o CDA e RNK.
Parágrafo 2º: Os códigos e regulamentos constantes no caput deste artigo regerão o Campeonato Sergipano de Kart 2017, sendo assim tudo aquilo que não é especificamente permitido neste regulamento, é expressamente proibido e, assim sendo, todos os itens omissos neste regulamento deverão encontrar-se nas suas características originais.
Parágrafo 3º: Sempre que houver divergências entre as normas estabelecidas pelo CDA e RNK, e as normas do presente regulamento e dos regulamentos particulares do campeonato, prevalecerão em todas as hipóteses o que versa esses dois regulamentos, por terem sido elaborados pela ASK, contemplando as necessidades e capacidades de seus associados.
Artigo 2º: DOS PODERES COMPETENTES
O poder desportivo durante a realização dos eventos que compõem o campeonato de que trata este regulamento será exercido pelas autoridades de prova, composta do diretor de prova, comissário técnico, comissário desportivo, diretor de cronometragem, equipe médica, secretário e fiscais de pista.
Parágrafo 1º: A Supervisão do Campeonato Sergipano de Kart será feita pela Federação Sergipana de Automobilismo - FSA.
Parágrafo 2º: Será de competência do Diretor Técnico da ASK, nomear os membros que formarão a equipe das autoridades de prova.
Parágrafo 3º: Os membros da equipe das autoridades de prova, não poderão ocupar qualquer cargo na diretoria da ASK, ser piloto, participar e/ou manter qualquer ligação ou vínculo com nenhuma equipe de competição, salvo, quando a função a ser desempenhada depender unicamente de uma pessoa habilitada à função.
Artigo 3º: DO EXERCÍCIO DOS PODERES COMPETENTES
Para que se possa permitir que poderes competentes exerçam suas funções de maneira justa e equilibrada e que os participantes deste campeonato compitam em igualdade de condições a ASSOCIAÇÃO SERGIPANA DE KART – ASK, estabelece o presente regulamento.
Artigo 4º: DAS INSCRIÇÕES NAS ETAPAS DO CAMPEONATO
Parágrafo 1º: Para participar do campeonato e pontuar nas etapas os pilotos devem ser filiados às suas respectivas FAU’s/CBA.
Parágrafo 2º: Apenas os pilotos inscritos na etapa poderão ter acesso à pista para treinos nos horários estabelecidos pelo regulamento particular da prova.
Parágrafo 3º: Caberá ao Diretor de Prova a avaliação sobre a participação de um piloto novo em determinada categoria, assim como, a aceitação do termo de responsabilidade.
1) Pagamento da taxa de inscrição nas provas no valor de:
1.1) Até às 18h00min do dia anterior à prova, R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais). Para sócios da ASK em dia com as obrigações estatutárias a taxa de inscrição terá um desconto de 50%.
1.2) O valor de inscrição da categoria Cadete será de R$ 30,00 (trinta reais). Para os dependentes dos sócios da ASK em dia com as obrigações estatutárias a taxa de inscrição terá um desconto de 50%.
1.3) Aqueles pilotos que não realizarem a inscrição dentro do prazo previsto no item 1.1, pagarão um acréscimo de 50% na taxa de inscrição. Serão aceitas inscrições somente até às 09h00min do dia da realização da Etapa.
1.4) O piloto que participar de duas categorias terá 50% de desconto na segunda inscrição.
Artigo 5° DO CALENDÁRIO OFICIAL
Calendário das provas e trocas de pneus por categoria: 1º Etapa 18-02-17 Pneus novos: 125cc / Cadete / Super 400 / F400 Light 2º Etapa 18-03-17 3º Etapa 29-04-17 4º Etapa 20-05-17 Pneus novos: 125cc / Super 400 / F400 Light 5º Etapa 17-06-17 6º Etapa 26-08-17 Pneus novos: Cadete 7º Etapa 23-09-17 Pneus novos: 125cc / Super 400 / F400 Light 8º Etapa 28-10-17 9º Etapa 18-11-17 Final
Parágrafo 1°: Os pilotos que não trocarem pneus nas etapas previstas terão que acrescentar um lastro de peso acima do peso mínimo da sua categoria na seguinte proporção: Categoria 125, Super 400, F400 Light + 08 kg e Categoria Cadete + 05 kg.
Parágrafo 2°: As etapas do Campeonato Sergipano de Kart 2017 serão realizadas no Kartódromo Emerson Fittipaldi, na cidade de Aracaju, localizado na Orla da Praia de Atalaia, nos horários a serem apresentados pelo regulamento particular, que deverá ser divulgado até 03 (três) dias antes das suas realizações.
Parágrafo 3°: Pela vontade de todos os pilotos associados, de todas as categorias que disputam o campeonato 2017, as datas do calendário oficial poderão ser alteradas, desde que a decisão seja unânime, feita através de abaixo assinado entregue a diretoria da ASK com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Não será aceita a assinatura de terceiros mesmo sendo associado, nem mesmo sob procuração.
Parágrafo 4º: Não será facultado à direção da ASK alterar qualquer data deste calendário, nem mesmo que esta mudança resulte benefícios comprovados à associação. Qualquer alteração só poderá ser feita obedecendo ao parágrafo anterior.
Artigo 6º: DOS PNEUS
Os pneus a serem utilizados no campeonato 2017 deverão obrigatoriamente ser da marca MG do tipo HZ/HZi (vermelho). A categoria Cadete utilizará o pneu modelo CDT do mesmo fabricante (MG Pneus), os quais poderão ser ou não adquiridos através da ASK. Cabe enfatizar que o calendário para compra de pneus através da ASK será informado de maneira prévia aos associados e que a ASK não terá obrigação de manter estoque de pneus para revenda.
Parágrafo 1°: Os pneus para a disputa das provas do campeonato 2017 serão registrados para controle, através de código de barras pela Direção de Prova, para a 1°, 4° e 7° etapas nas categorias 125, Super 400 e F400 Light, em horário e data expressos no regulamento particular. Na categoria Cadete os pneus serão registrados para controle, através de código de barras pela Direção de Prova, na 1° e 6° etapas. Os pneus ficarão sob a custódia dos pilotos. Qualquer avaria que impeça a ASK a leitura do código de barras resultará na desclassificação sumária do piloto. A ASK fará a conferência do código de barras dos pneus no parque fechado, antes e após a disputa das baterias das etapas.
Parágrafo 2º: Os pneus do tipo “wet” (de chuva), somente serão permitidos se autorizados pela direção da prova. Cada piloto poderá utilizar apenas 01 (um) jogo de pneus de chuva por etapa, em cada categoria que ele participar.
Parágrafo 3º: Os pneus que serão utilizados na disputa das etapas só poderão ser inflados com ar comprimido e dentro do parque fechado.
Paragrafo 4º: Apenas a Diretoria da ASK, através do seu Diretor Técnico, poderá autorizar um concorrente a utilizar em uma etapa, pneus que não tenham sido adquiridos diretamente pela Associação Sergipana de Karts. Caso aprovado o seu uso, este deverá ser registrado para controle, através de código de barras pela Direção de Prova, e utilizado em etapa ou etapas conforme especificado neste regulamento.
Artigo 7° DAS RESPONSABILIDADES DOS CONCORRENTES:
É da responsabilidade do concorrente fazer com que todas as pessoas abrangidas pela sua inscrição respeitem as leis, códigos e regulamentos.
Parágrafo 1º: Todo piloto, responsáveis legais, bem como os membros de sua equipe, tem a obrigação de conhecer os códigos e os regulamentos, que regem o Campeonato Sergipano de Kart 2017, e submeterem-se a eles sem restrições, assim como às decisões das autoridades desportivas, e às consequências que delas possam resultar.
Parágrafo 2º: Os organizadores da prova, a ASK e os patrocinadores, eximem-se de toda e qualquer responsabilidade civil e penal, pelas infrações cometidas e/ou acidentes causados durante treinos, provas ou eliminatórias, sendo esta responsabilidade exclusiva daquele que a tenha cometido.
Parágrafo 3°: Nas provas ou treinos oficiais os mecânicos e/ou ajudantes não poderão ficar dentro da pista. O Diretor de Prova ou a Comissão Técnica determinará as áreas técnicas onde deverão ficar mecânicos e/ou ajudantes. O acesso à pista só será permitido em caso de problemas mecânicos ou quebra do kart, desde que autorizado pelo Diretor de Prova ou Comissário Técnico.
Parágrafo 4º: Todas as infrações, faltas disciplinares ou desrespeito aos artigos deste regulamento, cometida por qualquer membro da equipe, fará com que o piloto responsável seja passível de penalidades como segue:
a) Advertência b) Multa c) Perda de posição ou volta d) Exclusão da prova ou parte dela e) Desclassificação f) Suspensão
Artigo 8º: DOS PARTICIPANTES
Em condições normais uma categoria largará com no mínimo 03 (três) karts e no máximo 30 (trinta) karts, formando um único grid e posicionados conforme determina o regulamento 2017, dependendo da prova disputada. Caso o número de karts seja inferior a 03 (três) a prova terá a metade das voltas de uma prova normal e a sua pontuação será a metade da normal. No caso de um único piloto inscrito ele só precisará dar uma volta na pista e marcará a metade dos pontos do primeiro colocado. Caso o numero de pilotos seja superior a 30 (trinta), serão classificados como determina o regulamento os 25 (vinte e cinco) melhores. Os demais participarão de uma prova de repescagem, com 06 (seis) voltas, classificando-se para prova os 05 (cinco) melhores colocados.
Artigo 9º: DAS ETAPAS
O campeonato sergipano de kart 2017 terá 04 (quatro) categorias: Cadete, 125cc, Super 400 e F400 Light, e se realizará em 9 (nove) etapas a serem disputadas de fevereiro a novembro. O campeonato será disputado pelo sistema de pontos corridos com 01 (um) descarte, não podendo ser descartada a 9° etapa (final). O piloto poderá descartar etapa que não tenha participado. Só poderá disputar a etapa final nas categorias Cadete, F400 Light e 125cc os pilotos que tenham participado de pelo menos 04 (quatro) etapas. Na categoria Super 400 só poderá disputar da etapa final pilotos que tenham pontuado durante o campeonato. As etapas serão disputadas em duas baterias.
Para a categoria 125cc, o grid de largada da PRIMEIRA BATERIA na 1°, 4°, e 7° etapas (pneus novos) será determinado por tomada de tempos de 10 minutos. Nas etapas 2°, 3°, 5°, 6°, e 8°, o grid da 1° bateria será a ordem da classificação do campeonato (sem o descarte). Na 9° etapa, o grid da 1° bateria será determinado pela ordem de classificação do campeonato (com o descarte). Para todas as SEGUNDAS BATERIAS do campeonato, o grid de largada se dará da seguinte forma: inversão de grid para 50% dos primeiros colocados da 1ª bateria. Os 50% do restante do grid largarão nas posições que chegaram na 1ª bateria (Ex.: 20 pilotos completam pelo menos 75% da 1ª bateria. O grid da 2ª bateria será dado pela inversão dos 10 primeiros, ou seja, o 10º colocado larga em primeiro, o 9º colocado larga em 2º e assim por diante. Os outros 50% do grid largam em sua posição de chegada, ou seja, o 11º em 11º, o 12º em 12º e assim por diante. Aqueles que não obterem classificação na 1ª bateria deverão sempre largar nas últimas posições na 2ª bateria). No caso de números fracionados, para obtenção dos 50% primeiros colocados do grid, iremos considerar o próximo número inteiro para inversão (Exemplo: grid com 17 pilotos. 50% = 8,5. Próximo número inteiro = 9, ou seja, neste caso inverteríamos os nove primeiros colocados). Na categoria 125cc as baterias terão a duração de 12 minutos.
Para a categoria Super 400, o grid de largada da PRIMEIRA BATERIA na 1°, 4°, e 7° etapas (pneus novos) será determinado por tomada de tempos de 7 minutos, nas etapas 2°, 3°, 5°, 6°, e 8°, a 1° bateria será a ordem inversa da classificação do campeonato (sem o descarte). Na 9° etapa a 1° bateria será determinada pela ordem de classificação do campeonato (com o descarte). Na SEGUNDA BATERIA o grid de largada será sempre a ordem inversa da chegada da 1° bateria em todas as etapas do campeonato. Na categoria Super 400 a duração das baterias será de 15 minutos.
Para a categoria F400 Light, o grid de largada da PRIMEIRA BATERIA na 1°, 4°, e 7° etapas (pneus novos) será determinado por tomada de tempos de 7 minutos, nas etapas 2°, 3°, 5°, 6°, e 8°, a 1° bateria será a ordem inversa da classificação do campeonato (sem os descartes). Na 9° etapa a 1° bateria será determinada pela ordem de classificação do campeonato (com os descartes). Na SEGUNDA BATERIA o grid de largada será sempre a ordem inversa da chegada da 1° bateria em todas as etapas do campeonato. Na categoria F400 Light a duração das baterias será de 15 minutos.
Para a categoria Cadete, na 1° e 6° etapas (pneus novos) o grid de largada da 1° bateria será determinado por tomada de tempos de 7 minutos, nas etapas 2°, 3°, 4°, 5°, 7°, e 8°, a 1° bateria será a ordem da classificação do campeonato (sem descarte). Na 9° etapa a 1° bateria será determinada pela ordem de classificação do campeonato (com descarte). Na segunda bateria o grid de largada será sempre a ordem da chegada da 1° bateria em todas as etapas do campeonato. Na categoria cadete, a duração das baterias será de 10 minutos.
O resultado final da etapa será definido pelo somatório dos resultados das duas baterias. No caso de empate entre pilotos, a melhor colocação na tomada de tempos definirá o desempate, nas etapas que houver tomada de tempos. Nas demais etapas fica como critério de desempate a melhor volta da primeira bateria para se obter a pontuação final expressa no artigo 13.
O abastecimento será único para a tomada de tempo e para as duas baterias, em todas as categorias.
Parágrafo 1º: O piloto não poderá descartar nenhuma prova que sofrer desclassificação técnica. A única exceção será a desclassificação por falta de peso desde que não ultrapasse 2 Kg.
Parágrafo 2°: Em caso de empate na pontuação final do campeonato o critério para desempate será o maior numero de vitórias, segundo lugares, terceiro lugares e assim por diante até o desempate.
Parágrafo 3º: O número de voltas de cada bateria será determinado pelo Diretor de Prova, obedecendo ao tempo previsto neste regulamento para as baterias.
Artigo 10: DOS MOTORES
Nas categorias Cadete e Super 400 os motores serão sorteados para a 1° bateria e invertidos para a disputa da 2° bateria. Exemplo: o 1° com o último, o 2° com o penúltimo e assim por diante. Obs.: Os motores sorteados para a 1° bateria serão relacionados para controle da ASK porque na etapa seguinte do campeonato o piloto não poderá correr com o mesmo motor que correu a 1° bateria da etapa passada. Caso isso aconteça terá de ser feito um novo sorteio.
Parágrafo 1°: Para a categoria F400 Light só será passível de aceitação para participar da etapa aquele motor (novo ou seminovo) que passou pela vistoria do mecânico indicado pela categoria, devendo este motor possuir LACRE METÁLICO NUMERADO FORNECIDO PELA ASK.
Parágrafo 2°: Na categoria Cadete, só será passível de aceitação para participar da etapa aquele motor (novo ou seminovo) que passou pela vistoria/preparação da RBC, devendo este motor possuir LACRE METÁLICO NUMERADO FORNECIDO PELA RBC.
Parágrafo 3°: Se necessário for, só o mecânico responsável pela categoria poderá efetuar qualquer reparo no motor. Se o piloto optar pela troca de motor, terá de pagar a taxa de manutenção do outro motor que vai utilizar porque só será cobrada taxa de manutenção dos pilotos que participarem da etapa. O piloto que trocar de motor perderá 5 (cinco) segundos na classificação final da bateria que houver a troca.
Parágrafo 4°: os pilotos associados 125cc, Cadete, F400 Light e Super 400 poderão alugar os seus motores desde que atendidas às especificações da categoria. Os motores poderão ser alugados a associados ou não associados sob a responsabilidade e ajuste de locador e locatário, desde que o locador arque com as despesas da revisão do motor locado.
Parágrafo 5°: nas categorias 125cc e F400 Light os pilotos correrão com os seus motores que serão vistoriados no término da etapa, conforme premissas do regulamento técnico das respectivas categorias.
Parágrafo 6º: Cada categoria arcará com a taxa de manutenção de seus motores e nomeará um representante para administrar a manutenção. Nas categorias Cadete e Super 400, a manutenção será feita por um mecânico escolhido pela categoria e a taxa de manutenção será cobrada no ato da inscrição na secretaria da ASK e repassada para o representante da categoria no mesmo dia.
Artigo 11: DOS CIRCUITOS OFICIAIS
Fica determinado que para a disputa do Campeonato Sergipano, os circuitos já foram pré-estabelecidos para cada etapa e se encontram anexados a este regulamento, ficando disponíveis para treinos somente no sábado que antecede a corrida (uma semana antes) e a partir da quinta-feira da semana da corrida, com os horários de cada categoria determinados no regulamento particular da prova que será divulgado até quarta-feira da semana da corrida. Durante o intervalo de uma corrida para outra a ASK determinará o circuito que será usado para os treinos. O associado que descumprir este artigo está automaticamente excluído da etapa em que o fato ocorrer.
Artigo 12: DA PREMIAÇÃO
Serão distribuídos troféus para os cinco primeiros colocados de cada categoria.
Parágrafo único: Somente será premiado o piloto que comparecer ao pódio trajando macacão e calçado da competição, na forma determinada pelo CDA.
Artigo 13: DA PONTUAÇÃO A Pontuação por bateria e para a classificação final da 1ª a 8ª etapa será: 1º lugar - 11 pontos 6º lugar - 05 pontos 2º lugar - 09 pontos 7º lugar - 04 pontos 3º lugar - 08 pontos 8º lugar - 03 pontos 4º lugar - 07 pontos 9º lugar - 02 pontos 5º lugar - 06 pontos 10º lugar - 01 ponto
A Pontuação por bateria e para a classificação final da 9ª etapa será: 1º lugar - 22 pontos 6º lugar - 10 pontos 2º lugar - 18 pontos 7º lugar - 08 pontos 3º lugar - 16 pontos 8º lugar - 06 pontos 4º lugar - 14 pontos 9º lugar - 04 pontos 5º lugar - 12 pontos 10º lugar- 02 pontos
Parágrafo 1º: Para ter direito a pontuação nas baterias disputadas, os pilotos deverão completar pelo menos 75% (setenta e cinco por cento) das voltas previstas para aquela bateria (1ª ou 2ª). Caso isto não ocorra, o piloto não terá direito a somar pontos na bateria em questão, como também na terá direito à inversão de grid nas categorias aonde haja esta previsão. Ficará também sem direito a somar pontos na bateria em disputa e à inversão de grid nas categorias aonde haja esta previsão, aqueles pilotos que forem desclassificados por conduta antidesportiva ou que não atingirem o peso mínimo previsto para cada categoria. Cabe reforçar que o resultado final de cada ETAPA se dará pelo somatório de pontos das duas baterias.
Parágrafo 2º: Somente a categoria Super 400 bonificará com 01 (um) ponto o piloto que obter a pole-position nas etapas em que houver este tipo de disputa. Este ponto de bonificação não poderá ser descartado do resultado final do campeonato.
Artigo 14: DA CLASSIFICAÇÃO
A classificação final do campeonato será feita com o somatório dos 07 (sete) melhores resultados, entre as 08 (oito) primeiras etapas disputadas (um descarte), somados a pontuação da prova final que não será descartada. Totalizando oito etapas válidas para a pontuação do campeonato.
Parágrafo único: Em caso de empate, será adotado como primeiro critério de desempate, o maior número de vitórias, o maior número de segundos lugares, de terceiros e assim por diante, até o desempate.
Artigo 15: DAS CATEGORIAS DE PILOTOS
O Campeonato Sergipano de Kart 2017, segundo os interesses dos associados da ASK, será disputado pelas seguintes categorias de pilotos:
a) 125cc: para pilotos com idade mínima de 13 anos incompletos ou que completará 13 anos em 2017 e sem idade máxima limite. Pilotos com 12 anos poderão participar com autorização por escrito dos pais.
b) Cadete: para pilotos com idade mínima de 08 anos ou que completará 08 anos em 2017 e com idade máxima limite de 11 anos para iniciar a temporada.
c) Super 400: para pilotos com idade mínima de 13 anos incompletos ou que completará 13 anos em 2017 e sem idade máxima limite. Pilotos com 12 anos poderão participar com autorização por escrita dos pais.
d) F400 Light: para pilotos com idade mínima de 13 anos incompletos ou que completará 13 anos em 2017 e sem idade máxima limite. Pilotos com 12 anos poderão participar com autorização por escrita dos pais.
Parágrafo único: A ASK, não permitirá durante a realização do Campeonato Sergipano de Kart 2017, a inclusão de novas categorias e também será a única organizadora de provas ou eventos dentro das dependências do Kartódromo Émerson Fittipaldi.
Artigo 16: DA INDUMENTÁRIA
Será obrigatório o uso de capacete de proteção com viseira, homologado pelo INMETRO ou qualquer órgão internacional competente e / ou reconhecido pela FIA. Será obrigatório também o uso de macacão homologado pela CIK ou CIK / CBA, além de luvas e sapatilhas de competição. Pilotos com barba e /ou cabelos compridos deverão obrigatoriamente usar balaclava. A indumentária completa deverá ser usada pelo piloto em quaisquer situações nas quais ele esteja utilizando uma pista de kart, mesmo em treinos não oficiais ou de amaciamento de motores.
Parágrafo 1º: No macacão deverão constar de forma legível, o nome do piloto, seu tipo sanguíneo e fator RH;
Parágrafo 2º: As luvas deverão ser totalmente fechadas, e não poderão em nenhuma hipótese, apresentar furos que venham a deixar expostos punhos, palmas e dedos das mãos;
Parágrafo 3º: A indumentária completa deverá ser apresentada para vistoria durante o “briefing”, ou no momento em que for solicitado.
Artigo 17: DA IDENTIFICAÇÃO DOS KARTS
Todos os karts de competição deverão ter um número que os identifique. A posse do número é do piloto. Portanto, cada piloto tem o seu número de competição.
Parágrafo 1º: A numeração dos karts deverá ser colocada na parte superior do painel frontal, sobre um quadrado medindo no mínimo 200x200mm, e na proteção traseira, sobre um quadrado com as mesmas dimensões daquele do número frontal, como também nas carenagens laterais, devendo a numeração ser proporcional ao tamanho destas carenagens.
Parágrafo 2º: Os números deverão medir no mínimo 150 mm de altura por 20 mm de traço.
Parágrafo 3º: Se no transcorrer de qualquer atividade de pista vier a cair uma das identificações, ficará a cargo do piloto a sua reposição. Todavia, ficarão a cronometragem e a organização, isentas da responsabilidade da anotação da passagem do kart. No caso de perda das duas identificações obrigatórias, o piloto será comunicado pela Direção de Prova, através de sinalização por bandeira, para se dirigir imediatamente ao Parque Fechado ou ao box, e colocar nova identificação, que deverá ser utilizado, em duas placas de identificação, fixadas, uma na gravata frontal e outra no para-choque traseiro, com tamanho regulamentar de 20 cm x 20 cm, no padrão da sua categoria, com numeração bem visível.
Artigo 18: DO USO DO BOX
A entrada no box, quando autorizada, somente poderá ser feita através da zona de desaceleração, devendo o piloto levantar o braço, sinalizando a sua intenção, e assegurando-se de que poderá fazê-lo sem risco para si e para os outros concorrentes.
Parágrafo 1º: Todo o percurso compreendido entre a entrada e a saída da pista de rolamento dos boxes deverá ser percorrido obrigatoriamente em baixa velocidade, a fim de preservar a segurança de todos.
Parágrafo 2º: Em nenhuma hipótese, a pista de rolamento dos boxes poderá ser utilizada no seu sentido contrário.
Parágrafo 3º: Poderá ser proibido fazer funcionar o motor dentro da área dos boxes, a não ser exclusivamente para colocar o kart em movimento.
Parágrafo 4º: Mecânicos, auxiliares, chefes de equipe, etc., somente poderão se fazer presentes na área de box, usando calçado fechado e colete de identificação fornecido pela Direção de Prova.
Artigo 19: DA TOMADA DE TEMPO
Nas etapas que existir tomada de tempo os pilotos inscritos deverão apresentar-se com seu equipamento no parque fechado para abastecimento, acompanhados por até dois mecânicos devidamente identificados, nos horários determinados pelo regulamento particular.
Parágrafo 1º: Em caso da cronometragem ser manual, será tomado o tempo de uma volta lançada de cada piloto, pela ordem inversa das inscrições para a prova.
Parágrafo 2º: Em caso da cronometragem ser por fotocélula ou por sensores, a duração da tomada de tempo será de 05 (cinco) minutos para as categorias Cadete, F400 Light e Super 400 e de 10 (dez) minutos para a categoria 125cc.
Parágrafo 3º: A direção da prova determinará a forma que os pilotos acessarão a pista para a tomada de tempo.
Parágrafo 4º: Caso um piloto não consiga fazer seu kart funcionar para tomada de tempo ele largará no final do grid.
Parágrafo 5º: O piloto que não se apresentar para a tomada de tempo no momento determinado, ou se durante a mesma, por avaria mecânica ou falha do seu sensor, não puder concluí-Ia, perderá o direito de fazer nova tentativa, devendo largar no final do grid.
Parágrafo 6º: Em caso de empate no melhor tempo largará na frente o piloto que primeiro tiver feito o melhor tempo.
Parágrafo 7º: Depois de iniciada a tomada de tempo, e a partir do momento em que o piloto entrar na pista, será proibida a manutenção técnica por parte do mecânico ou qualquer outra pessoa tanto na pista quanto no parque fechado. Qualquer tipo de manutenção ou regulagem no kart ocasionará ao piloto a perda da posição conquistada na tomada de tempo e o piloto largará no final do grid
Parágrafo 8º: Ficará a critério do piloto o momento de saída do Parque Fechado, desde que respeite o inicio e término do tempo determinado para a tomada de tempo, porém, fica proibido o retorno ao parque fechado o piloto que o fizer perderá a posição conquistada na tomada de tempo, e largará no final do grid.
Parágrafo 9º: Os pilotos que não comparecerem ao abastecimento no horário previsto, perderão o direito de participar da tomada de tempo, devendo os mesmos se alinhar após o último piloto classificado por tempo.
Parágrafo 10: Os concorrentes que não conseguirem completar pelo menos uma volta terão as suas posições no "grid" determinadas por sorteio, logo após o último piloto classificado por tempo.
Parágrafo 11: Após a tomada de tempo, os pilotos ficarão na pista em local pré-determinado pelo Diretor de Prova, aguardando a ordem de alinhamento do grid para ser iniciada a prova.
Parágrafo 12: Nenhum kart poderá ser retirado da pista após a tomada de tempo, sob pena de perda da posição conquistada. A única manutenção permitida na pista após a tomada de tempo é a lubrificação da corrente desde que o kart seja colocado na grama para não sujar a pista com óleo.
Parágrafo 13: Qualquer tipo de manutenção após a tomada de tempos, só poderá ser executada no Parque fechado e com a autorização do Diretor de Prova e resultará na perda da posição conquistada na tomada de tempo, devendo o piloto largar no final do grid, obedecendo o tempo determinado pelo Diretor de Prova para a manutenção. Caso o kart não fique pronto no tempo préestabelecido pelo Diretor de Prova o piloto largará do Parque Fechado.
Artigo 20: DA FORMAÇÃO DO GRID DE LARGADA
Para a categoria 125cc, o grid de largada da PRIMEIRA BATERIA na 1°, 4°, e 7° etapas (pneus novos) será determinado por tomada de tempos de 10 minutos. Nas etapas 2°, 3°, 5°, 6°, e 8°, o grid da 1° bateria será a ordem da classificação do campeonato (sem o descarte). Na 9° etapa, o grid da 1° bateria será determinado pela ordem de classificação do campeonato (com o descarte). Para todas as SEGUNDAS BATERIAS do campeonato, o grid de largada se dará da seguinte forma: inversão de grid para 50% dos primeiros colocados da 1ª bateria. Os 50% do restante do grid largarão nas posições que chegaram na 1ª bateria (Ex.: 20 pilotos completam pelo menos 75% da 1ª bateria. O grid da 2ª bateria será dado pela inversão dos 10 primeiros, ou seja, o 10º colocado larga em primeiro, o 9º colocado larga em 2º e assim por diante. Os outros 50% do grid largam em sua posição de chegada, ou seja, o 11º em 11º, o 12º em 12º e assim por diante. Aqueles que não obterem classificação na 1ª bateria deverão sempre largar nas últimas posições na 2ª bateria). No caso de números fracionados, para obtenção dos 50% primeiros colocados do grid, iremos considerar o próximo número inteiro para inversão (Exemplo: grid com 17 pilotos. 50% = 8,5. Próximo número inteiro = 9, ou seja, nesta caso inverteríamos os nove primeiros colocados).
Para a categoria Super 400, o grid de largada da PRIMEIRA BATERIA na 1°, 4°, e 7° etapas (pneus novos) será determinado por tomada de tempos de 7 minutos, nas etapas 2°, 3°, 5°, 6°, e 8°, a 1° bateria será a ordem inversa da classificação do campeonato (sem o descarte). Na 9° etapa a 1° bateria será determinada pela ordem de classificação do campeonato (com o descarte). Na SEGUNDA BATERIA o grid de largada será sempre a ordem inversa da chegada da 1° bateria em todas as etapas do campeonato.
Para a categoria F400 Light, o grid de largada da PRIMEIRA BATERIA na 1°, 4°, e 7° etapas (pneus novos) será determinado por tomada de tempos de 7 minutos, nas etapas 2°, 3°, 5°, 6°, e 8°, a 1° bateria será a ordem inversa da classificação do campeonato (sem os descartes). Na 9° etapa a 1° bateria será determinada pela ordem de classificação do campeonato (com o descarte). Na SEGUNDA BATERIA o grid de largada será sempre a ordem inversa da chegada da 1° bateria em todas as etapas do campeonato. Para a categoria Cadete, na 1°, e 6° etapas (pneus novos) o grid de largada da 1° bateria será determinado por tomada de tempos de 7 minutos, nas etapas 2°, 3°, 4°, 5°, 7°, e 8°, a 1° bateria será a ordem da classificação do campeonato (sem descarte). Na 9° etapa a 1° bateria será determinada pela ordem de classificação do campeonato (com descarte). Na segunda bateria o grid de largada será sempre a ordem da chegada da 1° bateria em todas as etapas do campeonato.
Artigo 21: DA LARGADA DA PROVA
Na largada, os karts serão dispostos dois a dois, para a saída lançada. Na volta de apresentação, será terminantemente proibido, sob qualquer pretexto, ultrapassar outro concorrente antes que a linha de 25 (vinte e cinco) metros que tiver sido utilizada. O piloto que por qualquer motivo, não puder largar em sua posição, ou, ainda, se atrasar, deverá levantar o braço, deixando todo o pelotão ultrapassá-lo, permanecendo no fim do mesmo até a largada, ou dirigir-se ao Parque de Manutenção para sanar o problema, de onde largará quando o diretor de prova autorizar a largada, sempre após o último kart do pelotão.
Parágrafo 1º: Será exigido para a largada, que todo o pelotão, liderado pelo “pole-position”, faça o percurso completo da volta de apresentação até o instante da largada, em marcha reduzida e devidamente alinhado. A responsabilidade pela velocidade de condução do pelotão será do “pole-position”. O piloto que estiver largando na segunda posição será o responsável pela formação do “grid”, e não poderá estar à frente do “pole-position” em nenhum momento.
Parágrafo 2º: Uma linha deverá estar pintada 25 (vinte e cinco) metros antes da linha de largada, sendo proibido acelerar antes que ela tiver sido cruzada.
Parágrafo 3º: Para o momento da largada, os pilotos deverão estar alinhados e rigorosamente dentro das linhas limitadoras da fila, pintadas no grid de largada, sendo motivo de penalização transitar fora ou sobre elas, antes de autorizada a largada.
Parágrafo 4º: Se o diretor de prova suspender a largada, porque um concorrente está fora de sua posição, procurando ultrapassar seus concorrentes imediatos, ficará a critério dele, determinar ao infrator punições por este motivo, e, no novo alinhamento, impor perda da sua posição no “grid”, em cinco posições atrás daquela em que teria o direito de largar.
Parágrafo 5°: A largada deverá ser dada por semáforo luminoso. Na falta do semáforo a largada será dada por bandeira.
Artigo 22: DA INTERURPÇÃO DA PROVA
Caso seja necessária a interrupção de uma corrida, em face de obstrução do circuito após um acidente, ou na hipótese das condições climáticas prejudicarem o andamento da mesma, ou ainda em razão de quaisquer outros motivos, para que o seu prosseguimento se torne possível, deverá ser adotado o seguinte procedimento: I – Uma bandeira vermelha deverá ser mostrada no PSDP. II – Simultaneamente, a mesma bandeira deverá ser apresentada em todos os postos de sinalização. III – A decisão de interromper a corrida poderá ser tomada apenas pelo diretor de prova.
Parágrafo 1º: Quando a bandeira vermelha for apresentada, todos os karts deverão imediatamente, ter suas velocidades reduzidas, e serem conduzidos para o “grid” de largada, estacionando do lado esquerdo, se o sentido do circuito for horário, ou lado direito, se anti-horário, em fila indiana, ou ao local indicado pelos comissários, ficando bem claro que: I – Ninguém poderá tocar nos veículos, sob pena de exclusão sumária dos mesmos.
II – A classificação da corrida será a da volta precedente à daquela em que a bandeira vermelha tiver sido mostrada. III – Os veículos de socorro ou de serviço poderão estar circulando pela pista. IV – Os pilotos que forem para o parque fechado, deverão largar dos mesmos, caso pretendam continuar na corrida. V – Os pilotos que forem para o “grid”, e cujos veículos necessitarem de reparos mais específicos, poderão ser empurrados para o parque fechado, para a execução dos respectivos trabalhos, e de lá deverão largar para continuação da corrida, desde que autorizados pelos comissários desportivos.
Parágrafo 2º: Após a interrupção de uma corrida, estarão previstas as hipóteses seguintes, com seus respectivos procedimentos: I – Se menos de duas voltas tiverem sido completadas, a primeira largada será considerada nula, e não terá sido válida. E será observado: Todos os pilotos que dela tiverem tomado parte serão admitidos no novo “grid” de largada, que não será alterado em relação ao “grid” original. a) Os pilotos deverão estar utilizando os mesmos veículos com que tiverem participado da primeira largada, desde que consigam, por seus próprios meios, levá-los ao “grid” de largada. Esses veículos deverão ser vistoriados pelos comissários técnicos, que decidirão se eles estarão em condições de competir. b) Se algum veículo não reunir condições para participar da nova largada, sua posição no “grid” ficará vaga. c) Não serão admitidos veículos reserva. d) A corrida que se seguir à nova largada terá, se necessário, voltas descontadas do total a ser completado, ou o tempo descontado do total, a critério dos comissários desportivos. II – Se mais de duas voltas e menos de 80% da distância prevista para a corrida tiverem sido completados, a corrida deverá ser considerada como tendo duas partes (soma de tempos ou voltas): a) A classificação final da primeira parte deverá ser aquela da última volta que tiver precedido a interrupção da corrida; b) A distância da corrida que se seguir à nova largada será aquela necessária para se atingir toda a distância ou tempo previstos. c) Voltas ou tempo poderão ser descontados do total previsto para a prova. d) Somente os veículos que tiverem tomado parte da primeira largada serão admitidos no novo “grid”, sob a condição de que não tenham oficialmente abandonado a corrida até no momento de sua interrupção, e que tenham conseguido se dirigir ao local determinado pelos comissários, ou entrar no parque fechado por seus próprios meios, e utilizando o circuito oficial. e) Esses veículos deverão ainda ter sido vistoriados pelos comissários técnicos, e julgados aptos a participar da segunda parte da corrida. f) Nenhum veículo reserva ou substituto será admitido. Os veículos que tiverem se dirigido ao “grid” poderão ser levados aos boxes, desde que empurrados, e com a autorização dos comissários desportivos. Eles deverão largar do parque fechado para a segunda parte da corrida. III – Se mais de 80% da distância prevista para a corrida tiverem sido completados, a corrida será considerada como completada, e não haverá nova largada. A classificação final será aquela verificada no final da volta que tiver precedido a interrupção da corrida. Parágrafo 3º: A atribuição dos pontos para os pilotos nos casos de interrupção da corrida, deverá obedecer ao critério abaixo: a) – Se tiver ocorrido o caso previsto no inciso I do Parágrafo 2º, e não for possível uma nova largada, nenhum ponto será atribuído para o campeonato. b) – Se tiver ocorrido o caso previsto no inciso II do Parágrafo 2º, e não for possível uma nova largada, metade dos pontos será atribuída para o campeonato. c) – Se tiver ocorrido o caso previsto no inciso III do Parágrafo 2º, a totalidade dos pontos será atribuída para o campeonato..
Artigo 23: DA CHEGADA
A bandeira quadriculada branca e preta, apresentada agitada, significará para o primeiro carro, a vitória. Entretanto, será válida como classificação oficial, única e exclusivamente aquela registrada e declarada pela cronometragem.
Artigo 24: DA CLASSIFICAÇÃO AO FIM DE UMA CORRIDA
Para todas as corridas serão classificados apenas os karts que percorrem no mínimo 75% do numero de voltas de uma das baterias disputadas na etapa.
Artigo 25: DO ACESSO À PISTA
Durante as atividades oficiais, somente terá acesso o conjunto piloto / kart, nos horários estabelecidos e após a efetivação da inscrição.
Parágrafo 1º: No momento do lançamento dos karts para a volta de apresentação, será permitida a presença no grid de largada de mais um empurrador para cada kart e assim que os pilotos iniciarem a volta de apresentação, deverão todos se retirar para os boxes ou parque fechado ou para a área técnica definida pelo Diretor de Prova.
Parágrafo 2º: Para a categoria Parilla cujos conjuntos piloto / kart precisam ser empurrados e auxiliados na pista, a organização deverá fornecer jalecos identificados com cores e / ou números diferentes para cada categoria e somente um por kart. Nesse caso, o(s) empurrador(es) identificado(s) terá(ão) a obrigação de empurrar qualquer kart que necessite ser empurrado, e que esteja mais próximo dele(s) do que de outro empurrador, sob pena de punição para o(s) piloto(s) que esse(s) empurrador(es) representar(em) e posicionados em locais previamente determinados pela direção, não podendo ficar transitando pela pista, sob pena de punição para o piloto do qual é auxiliar.
Parágrafo 3º: Durante a realização da tomada de tempo, provas, baterias ou corrida, os mecânicos e auxiliares poderão ficar dentro do Parque Fechado, de prontidão para eventual necessidade de assistir ao seu piloto, observando que a entrada do mesmo deverá ficar livre para o acesso.
Parágrafo 4º: Não será permitida a presença de nenhuma pessoa na parte de fora do Parque Fechado.
Parágrafo 5º: Somente terão acesso à pista as ambulâncias e os veículos de serviço. Esses veículos somente poderão adentrar a pista após autorização expressa do diretor de prova.
Parágrafo 6º: Será terminantemente proibida a permanência na pista de qualquer pessoa que não estiver credenciada para tal, inclusive familiares, auxiliares, mecânicos, chefes de equipe, membros da ASK e demais autoridades.
Artigo 26: DA MANUTENÇÃO / AVARIA TÉCNICA
Na constatação de avaria técnica durante as atividades de pista, a direção de prova poderá sinalizar ao piloto através da bandeira preta com círculo laranja. Independentemente da apresentação da bandeira, o piloto deverá proceder conforme descrito abaixo: a) Treinos livres ou de aquecimento: o piloto deverá conduzir seu kart ao parque de manutenção ou aos boxes, para que seu time efetue o devido reparo. Caso não consiga fazê-lo por seus próprios meios, e se for do interesse do time, o responsável deverá solicitar à direção de prova, autorização para a retirada do kart, sem a utilização de carrinho de transporte. A autorização será concedida apenas se a direção de prova julgar seguro o procedimento; b) Tomada de tempo: não será permitido qualquer tipo de manutenção e reparo durante a tomada de tempo; c) Baterias ou prova: o piloto deverá conduzir seu kart até o Parque Fechado, por seus próprios meios, e sem nenhum tipo de ajuda externa, onde seu time efetuará o reparo, que não poderá incluir a troca do chassi e/ou motor. Caso ele consiga, sanar a avaria na pista, com a devida segurança, e sem se valer de qualquer forma de auxílio externo, ele poderá continuar na prova. Se o problema não for sanado, o kart deverá ser abandonado em local seguro, e somente retirado ao final das atividades, após a autorização da direção de prova.
Parágrafo 1º: A desobediência ao disposto no item “a” implicará na aplicação de penalidades no piloto infrator, conforme previsto no RNK e CDA, e a critério dos comissários desportivos.
Parágrafo 2º: A desobediência ao disposto nos itens “b” e “c” implicará na exclusão ou desclassificação do piloto infrator.
Parágrafo 3º: O kart levado ao abastecimento não poderá sofrer qualquer tipo de manutenção, salvo quando autorizado por um Comissário Técnico.
Artigo 27: DO POSTO DE DIREÇÃO DE PROVA
O posto de controle de corrida será o centro de supervisão e de direção da prova, sendo área do diretor de prova e demais autoridades e serviços necessários às atividades da competição, composto do prédio a ele destinado e toda extensão da reta de largada, sendo proibido o acesso e a permanência de qualquer pessoa que não autorizada.
Artigo 28: DAS VISTORIAS TÉCNICAS
Após a tomada de tempo ou corrida, será procedida a vistoria técnica dos três (03) primeiros colocados da prova, de cada categoria, porém, qualquer kart poderá ser vistoriado a qualquer momento, antes, durante e depois da tomada de tempo e/ou da prova, por quem de direito, podendo ser impedido de participar no primeiro caso, excluído no segundo e desclassificado no terceiro. Os pilotos cujos karts estiverem em desacordo com as especificações técnicas de suas categorias sofrerão as penalidades pertinentes, previstas no RNK.
Parágrafo 1º: Qualquer exame procedido num kart não tornará válida qualquer irregularidade existente no mesmo, e que porventura vier a ser constatada até o final da competição.
Parágrafo 2º: A Comissão Técnica da prova procederá a verificação dos karts em local previamente determinado. A desmontagem das partes exigidas será procedida por apenas um mecânico devidamente identificado, indicado pelo piloto, e sem nenhum ônus para ASK, e na presença do Comissário Técnico. As peças deverão ser apresentadas em condições de serem conferidas e medidas.
Parágrafo 3º: Todas as peças que porventura forem encontradas em desacordo com o regulamento poderão ser retidas e somente devolvidas depois de esgotados todos os prazos de recursos.
Parágrafo 4º: O Comissário Técnico poderá se valer de quaisquer métodos para exame de peças ou partes, podendo até mesmo inutilizá-las se isso se fizer necessário. Em nenhum caso o kart será devolvido nas condições em que se encontrar ao término da prova, mas sim nas condições em que se encontrar ao final da vistoria.
Parágrafo 5º: Se porventura as irregularidades encontradas envolverem itens que vierem a exigir exames especializados de alta precisão ou desmonte de partes, o kart ou suas peças ficarão à disposição da ASK, até que sejam conhecidos os resultados de tais verificações. Se esses exames forem necessários em razão de uma reclamação técnica, todas as despesas com os mesmos correrão por conta do reclamante, que deverá efetuar o depósito prévio pertinente.
Parágrafo 6º: No caso de desclassificação de um concorrente, assumirá esta posição o piloto classificado imediatamente após o concorrente desclassificado, devendo o mesmo ser vistoriado conforme o regulamento.
Parágrafo 7º: A violação de quaisquer lacres numéricos ou da RBC (Sênior/Cadete) colocados nos motores implicará numa multa de R$ 220,00 (duzentos e vinte reais) que será pago diretamente a ASK sob pena de suspensão no campeonato até a quitação da obrigação, sem prejuízos das despesas decorrentes.
Artigo 29: DO LACRE / IDENTIFICAÇÃO
As autoridades de prova, conforme seus próprios critérios poderão lacrar e / ou identificar os equipamentos, devendo esses ficarem à disposição da Comissão Técnica até o término do evento. Parágrafo único: a violação, a quebra ou a adulteração dos lacres de identificação resultará na desclassificação sumária do concorrente da tomada de tempo, da bateria ou da prova.
Artigo 30: DAS RECLAMAÇÕES
As reclamações técnicas e desportivas somente poderão ser impetradas por concorrentes da mesma prova e da mesma categoria, devendo ser apresentadas por escrito e acompanhadas da respectiva caução, até trinta minutos (30 min) após a divulgação do resultado oficial, procedida através de sua fixação no quadro de avisos.
Parágrafo 1º: A reclamação técnica deverá ser acompanhada do comprovante de pagamento da taxa de reclamação que será no valor equivalente de R$ 150,00 (cento e cinquenta reais) e da taxa relativa a cada item reclamado, que será no valor equivalente a R$ 100,00 (cem reais). O piloto reclamante terá o seu kart vistoriado nos mesmos itens do kart do piloto contra quem for impetrada a reclamação.
Parágrafo 2º: Quando julgada procedente, os valores depositados pelo reclamante serão devolvidos ao mesmo e o reclamado pagará à ASK uma multa no montante depositado pelo reclamante e será penalizado com a desclassificação da prova.
Parágrafo 3º: Quando julgado improcedente o valor depositado pelo reclamante será repassado ao concorrente contra quem tiver sido impetrada a reclamação e o reclamante pagará à ASK uma multa no montante por ele depositado.
Parágrafo 4º: Não serão acolhidas quaisquer reclamações contra decisões dos juízes de largada e chegada, no exercício de suas funções.
Parágrafo 5º: O concorrente que se negar a se submeter à vistoria técnica ou não comparecer ao parque fechado para realização da mesma será automaticamente desclassificado da prova e pagará à ASK, a multa correspondente a cinquenta por cento (50%) do valor depositado pelo reclamante.
Artigo 31: DAS INFRAÇÕES
Serão consideradas infrações ao presente regulamento, além daquelas previstas nos demais instrumentos regulamentadores a que se refere o caput do Artigo 1º do presente regulamento, as seguintes: I - Toda interferência de qualquer elemento não vinculado ASK ou às autoridades da prova. II - Todos os procedimentos indevidos, palavras e atos do piloto ou do chefe de time, mecânicos, ajudantes, empurradores, amigos e parentes do piloto concorrente, implicarão em penalidade ao piloto responsável e/ou do infrator.
Parágrafo único: O concorrente ou seu responsável legal que efetuar pagamentos à ASK ou a fornecedores da organização ligados diretamente ao evento, com cheque sem provisão de fundos, de sua emissão ou de terceiros, ou sustar o pagamento do mesmo, perderá a classificação obtida na prova a que se referir o pagamento, terá a sua participação suspensa no campeonato pela ASK, até a quitação de seu débito, e sem prejuízo de outras sanções.
Artigo 32: DAS PENALIDADES
Todas as infrações contra o Estatuto Social da ASK, Regimento interno ASK, este Regulamento, os Regulamentos Particulares, o CDA e RNK, e os seus adendos, acometidas pelos concorrentes, pilotos, pessoas equiparadas e demais pessoas físicas ou jurídicas vinculadas a ASK, e que não estejam de outra forma sancionadas, poderão ser objeto das seguintes penalidades: I - Advertência: a) Sinalizada. b) Verbal. c) Escrita. II - Perda de posição no “grid”. III - Perda de posição na ordem de chegada. IV - Impedimento de participação em treino oficial ou parte dele. V - Multa (independentemente de outras sanções). VI - Exclusão da Tomada de tempo / bateria / prova. VII - Proibição de acesso à área técnica e/ou desportiva. VII - Desclassificação da Tomada de tempo / bateria / prova.
Parágrafo 1°: ATITUDE ANTI-DESPORTIVA – O piloto receberá punição em perda de tempo, perda de posição no grid, perda de volta, exclusão da tomada de tempo/bateria/prova, desclassificação da tomada de tempo/bateria/prova, a critério e determinação unicamente do diretor de prova, naquela prova. Parágrafo 2°: ATITUDE ANTI-DISCIPLINAR - Todos os procedimentos indevidos, palavras e atos do piloto ou seu responsável, implicarão em penalidade ao piloto e/ou responsável que receberá 03 pontos na sua ficha disciplinar da ASK, pontos estes que
serão descontados de sua pontuação total no final do campeonato, a critério e determinação unicamente do Conselho Técnico. Ao atingir 06 pontos na sua ficha disciplinar, ou seja, duas advertências, o piloto não poderá participar da prova subsequente e na prova final do campeonato largará no final do grid. Parágrafo 3°: DESCLASSIFICAÇÃO TÉCNICA – O piloto será excluído da prova, não pontuará e receberá 05 pontos na sua ficha disciplinar da ASK, pontos estes que serão descontados de sua pontuação total no final do campeonato. Na reincidência será automaticamente excluído do campeonato. A falta de peso, desde que não ultrapasse 05 quilos, e a desclassificação técnica por falta de peças ou acessórios comprovadamente desprendidos durante a prova não será passiva da punição de 05 pontos na ficha disciplinar da ASK, desde que seja comprovada pelos comissários técnicos. Nestes casos a exclusão do piloto no campeonato ocorrerá se estes fatos se repetirem em três provas.
Artigo 33: DAS PENALIZAÇÕES EM MULTA
As multas poderão ser impostas aos concorrentes, pilotos, equipes, auxiliares, mecânicos, familiares e demais integrantes de um time, que não se enquadrarem no código, nos regulamentos ou nas instruções dos oficiais da prova, sem prejuízo de outras penalizações previstas.
Parágrafo 1º: Os concorrentes, pilotos e equipes serão responsáveis pelas multas impostas aos seus familiares e elementos de seu time/equipe.
Parágrafo 2º: A pena de multa poderá ser aplicada em dobro, quando se referir a um reincidente específico.
Parágrafo 3º: A pena de multa poderá ser aplicada nos casos de irregularidade técnica e/ou desportiva.
Artigo 34: DO PRAZO PARA PAGAMENTO DAS MULTAS
As multas deverão ser pagas em até 30 (trinta) minutos após o piloto/equipe tomar ciência da penalização, sob pena de suspensão da participação no evento e ainda do piloto/equipe não poder continuar participando da competição.
Parágrafo único: As multas deverão ser pagas na secretaria da ASK, que emitirá um recibo.
Artigo 35: DOS VALORES DAS MULTAS
As penalidades em multas poderão ser aplicadas de conformidade com o critério estabelecido pela ASK para definir seus respectivos valores. O valor de uma multa será apurado com base na mensalidade da ASK. Essas multas poderão ser aplicadas nos pilotos, concorrentes, equipes, organizadores, promotores, oficiais de competição familiares, conforme o caso. Cada infração cometida corresponderá a uma multa específica, cuja quantidade de mensalidade se encontra na tabela a seguir:
Nº INFRAÇÃO QTDE. DE MENSALIDADES ASK 1. Pilotar sem capacete, sem macacão devidamente atado, sem luvas, sem sapatilhas, e sem balaclava, quando exigida, em qualquer atividade de pista. 20% da mensalidade da ASK (para cada infração, além de outras sanções). 2. Dar ou aceitar “carona” em qualquer atividade de pista (penalidade para ambos os envolvidos). 40% da mensalidade da ASK (para cada infração, além de outras sanções). 3. Praticar atitudes antidesportivas contra outros pilotos, concorrentes, oficiais de competição e autoridades desportivas. 50% da mensalidade da ASK (além de outras sanções). 4. Não comparecer, quando comunicado oficialmente das reuniões (“briefing”). 20% da mensalidade da ASK. 5. Ingerir bebidas alcoólicas durante o evento, nas áreas técnicas e desportivas do autódromo, kartódromo ou circuito de rua. 100% da mensalidade da ASK (além de outras sanções). 6. Não permitir vistoria técnica em seu veículo, além da exclusão / desclassificação. 100% da mensalidade da ASK (além de outras sanções). 7. Utilizar o circuito não oficial em treinos livres, treinos cronometrados ou prova. 20% da mensalidade da ASK (além de outras sanções). 8. Não obedecer à sinalização por bandeira Amarela (agitada ou parada). 20% da mensalidade da ASK (além de outras sanções). 9. Não obedecer à sinalização por bandeira Vermelha. 50% da mensalidade da ASK (além de outras sanções). 10. Não obedecer à sinalização por bandeira Quadriculada branca e preta (PSDP). 100% da mensalidade da ASK (além de outras sanções). 11. Não obedecer à sinalização por bandeira Azul. 20% da mensalidade da ASK (além de outras sanções). 12. Não obedecer à sinalização por bandeira Preta (PSDP). 100% da mensalidade da ASK (além de outras sanções). 13. Não obedecer à sinalização por bandeira Preta com círculo laranja (PSDP). 50% da mensalidade da ASK (além de outras sanções). 14. Conduzir o veículo na contramão, ou dar ré com o veículo engrenado na área de Box. 90% da mensalidade da ASK (além de outras sanções). 15. Não comparecer ou comparecer indevidamente trajado à solenidade de entrega de prêmios (pódio). 50% da mensalidade da ASK (além de outras sanções). 16. Invadir a pista em treinos oficiais, treinos cronometrados, tomada de tempo e corridas. 100% da mensalidade da ASK (além de outras sanções).
CAPÍTULO III– REGULAMENTO TÉCNICO
Artigo 36: DO PESO
Parágrafo 1º: Obrigatoriamente o peso de todos os correntes será verificado, após o término de baterias, provas ou corrida. Na pesagem será considerado o conjunto piloto/kart, sendo que o piloto deverá estar trajando indumentária completa (macacão, capacete, sapatilhas, luvas e acessórios) e o kart com todas as peças, acessórios, líquidos e lastros, no estado em que se encontrar ao entrar no Parque Fechado.
Parágrafo 2º: Não serão considerados para a pesagem: peças, acessórios, equipamentos e lastros soltos, que durante a prova ou tomada de tempo tiverem se desprendido do kart, ou eventualmente materiais como pedras, argila expandida e terra. Os karts que não receberem a bandeirada de chegada, por quebra ou outro fato qualquer, deverão ser levados ao Parque Fechado para vistoria. Esses karts deverão ser pesados.
Parágrafo 3º: O lastro, quando de sua utilização, deverá estar fixado solidamente no chassi, assoalho ou banco, por meio de parafuso com arruela, porca e contra-porca, Todo lastro será passível de vistoria e aprovação da Comissão Técnica.
Parágrafo 4º: O peso de cada categoria será mínimo e absoluto, podendo ser vistoriado pela Comissão Técnica a qualquer momento de um evento. Parágrafo 5º: A falta de peso será considerada infração. O concorrente cujo conjunto piloto/kart não atingir o peso mínimo na bateria ou prova, perderá a sua posição na ordem de chegada, sem direito a pontuação.
Parágrafo 6º: Toda e qualquer manobra fraudulenta visando o aumento de peso do conjunto kart/piloto será considerada infração grave e resultará na desclassificação sumária, independentemente de outras sanções.
Parágrafo 7º: Para a pesagem o kart será colocado sobre a balança e o piloto deverá sentar-se na posição de pilotagem.
Artigo 37: DO CHASSI
Somente poderão ser usados chassis que tenham sido homologados pela CIK-FIA, de qualquer marca, liberado o intercâmbio de peças entre elas, porem, o chassi não poderá sofrer alteração que mude a sua característica.
Parágrafo 1º: Somente poderá ser utilizado apenas um chassi por prova, salvo por comprovada situação de quebra irreparável do chassis, devidamente autorizado pelo Diretor de Prova. Parágrafo 2º: Será obrigatória a utilização da proteção traseira (pára-choque de plástico ou alongado).
Parágrafo 3°: No chassis poderá ser usado eixo de 40 ou 50mm, nas categorias 125cc, Super 400 e F400 Light. Na categoria Cadete somente eixo de 35mm.
Artigo 38: DA CARENAGEM
A carroceria será composta por duas carenagens laterais, uma dianteira e um painel frontal, todas plásticas de acordo com o RNK, ficando dispensada a homologação e liberado um corte na lateral direita para alojar o escapamento se necessário. Parágrafo 1º: Se durante o transcorrer de qualquer atividade de pista, qualquer uma das partes da carenagem soltar-se ou cair, a Direção de Prova sinalizará ao piloto, a fim de que ele se dirija ao Parque de Manutenção, durante as provas, e ao box ou ao parque de manutenção, conforme o caso, durante os treinos livres ou de aquecimento, para reparo. A não obediência a essa determinação implicará na exclusão do mesmo. No caso específico do bico frontal, mesmo que apenas um pedaço dessa peça tenha se soltado ou caído, o piloto estará sujeito ao procedimento acima descrito.
Parágrafo 2º: Independentemente do diretor de prova apresentar ou não a bandeira preta com disco laranja ao piloto de cujo kart soltar-se ou cair, quaisquer partes da carenagem, seu time deverá providenciar imediatamente a correção do problema no Parque de Manutenção, sob pena de desclassificação por ocasião da vistoria técnica na chegada.
Parágrafo 3º: Na tomada de tempo, o piloto será sinalizado para se dirigir ao Parque Fechado e prevalecerá somente o percurso realizado antes do equipamento se soltar. Se o fato ocorrer durante a última volta de uma bateria ou prova, o piloto poderá concluí-la sem que seja feita a correção.
Artigo 39: DO COMBUSTÍVEL
Só será utilizada Gasolina SHELL VPOWER pura, nas categorias Cadete, F400 Light e Super 400. Na categoria 125cc haverá uma mistura com óleo Motul 800 na proporção de 25/1. Os pilotos das categorias Super 400 e F400 Light deverão entregar no parque fechado no dia da corrida em horário préestabelecido no regulamento particular 8 litros de combustível puro para ser utilizado na corrida. Os pilotos da categoria Cadete deverão entregar no parque fechado no dia da corrida em horário pré-estabelecido no regulamento particular 3 litros de combustível puro para ser utilizado na corrida. Os pilotos da categoria 125cc deverão entregar no parque fechado no dia da corrida em horário pré-estabelecido no regulamento particular, 8 litros de combustível misturado para ser utilizado na corrida.
Parágrafo 1º: Os karts deverão ser encaminhados ao parque fechado para abastecimento com seus tanques completamente vazios, o que será realizado sob a supervisão do diretor técnico da prova.
Parágrafo 2º: Após o abastecimento os karts não mais poderão retomar aos boxes, sob pena de desclassificação da prova.
CAPÍTULO IV– REGULAMENTO TÉCNICO – Categoria 125cc
Artigo 40: IDENTIFICAÇÃO DA CATEGORIA
A categoria 125cc será identificada pela placa amarela com números pretos.
Artigo 41: DO PESO
O peso específico da categoria 125cc para o conjunto kart/piloto é de 173 kg (cento e setenta e três quilos).
Artigo 42: DO MOTOR
Será permitido o uso dos motores marcas PPK, KTT, Parilla/Iame MY 09, Parilla/Iame MY 10, Raptor, Riomar, Vortex, Italsistem e Maxter, refrigerado a água, devendo ser mantidas as medidas da ficha de homologação, proibido preparação, e ainda proibidos quaisquer artifícios que venham impedir, dificultar, ou mascarar a medição da câmara de combustão, não podendo ainda fazer a criação de quaisquer outras câmaras, mesmo que interligadas, ou ainda fazer quaisquer tratamento térmico ou químico. O retrabalho da rosca de assentamento da vela de diâmetro 14 mm e passo de 1,25mm, e ainda a invasão do espaço da câmara de combustão pela vela, serão também proibidos. O volume mínimo obrigatório no interior da câmara de combustão deverá estar entre 11 e 12 cm³. Será permitido somente um ajuste na terceira luz, apenas na camisa, para adequação na diagramação do motor, respeitando as medidas da ficha de homologação, sendo permitido ainda rasquetear o “canto vivo” das janelas de transferência, na parte inferior. Para vistoria será tomado como base o motor do fabricante homologado e lacrado em poder da CBA. Permitido somente o uso de anel 2,2mm.
Parágrafo 1º: Está liberado o uso de qualquer marca de radiador e bomba de água, bem como são proibidos quaisquer artifícios que venham impedir, dificultar ou mascarar a medição da câmara de combustão, ou ainda, a criação de quaisquer outras câmaras, mesmo que interligadas.
Parágrafo 2º: Os competidores deverão concorrer com motores e carburadores próprios, sendo que a manutenção será feita individualmente pelo seu proprietário ou pelo locatário destes itens.
Parágrafo 3º: Toda e qualquer avaria dos motores, causadas pelo uso ou por desgaste natural, seja por parte do piloto e/ou sua equipe e/ou locatário serão reparadas pelo proprietário/locatário do motor, visto que ele é o único responsável pela manutenção.
Parágrafo 4º: Ao término de cada etapa, os motores e carburadores dos três primeiros colocados serão vistoriados pelo mecânico indicado pelo grupo de pilotos da categoria. Caso haja qualquer irregularidade com os cinco primeiros colocados, serão vistoriados os conjuntos dos pilotos que chegaram nas posições subsequentes (6º, 7º colocados, em diante). Serão analisados volume (conforme artigo 41º do presente regulamento), ponto de ignição (conforme artigo 44º do presente regulamento), vela (conforme artigo 45º do presente regulamento), carburador (conforme artigo 46º do presente regulamento), além de quaisquer outros itens previstos neste regulamento técnico. O piloto que necessitar trocar ou realizar qualquer tipo de reparo no carburador/motor entre as baterias, deverá largar em último lugar na 2ª bateria. Poderão acompanhar estas vistorias, a comissão técnica da categoria (formada por Arivaldo Filho e Marcos Reis), membros da Diretoria e Conselho Técnico da ASK, pilotos e preparadores dos participantes do campeonato da categoria 125cc de 2017.
Artigo 43: DAS JUNTAS
As juntas de vedação no pé do carburador/flange, flange/pirâmide e pirâmide/bloco deverão manter obrigatoriamente sua função de vedação e não poderão ocasionar entradas de ar. A função de vedação deverá ser cumprida por somente uma unidade de no máximo 02 mm, medida na sua maior espessura.
Artigo 44: DO FILTRO DE AR DO MOTOR
É liberado o uso de filtro de qualquer marca, desde que já tenha sido homologado pela CBA.
Artigo 45: DA IGNIÇÃO
A ignição poderá ser da marca PVL com centralina, PVL analógica e Seleta analógica. Para as duas últimas serão proibidos sistema de avanço e retrocesso progressivo e todo sistema de circuito eletro / eletrônico, que puderem variar quando o kart estiver em movimento ou que provocarem o aumento da intensidade da centelha. Parágrafo único: É proibido alterar o ponto de ignição (ponto em 2.2).
Artigo 46: DA VELA DE IGNIÇÃO
Somente poderão ser usadas as seguintes velas, sem qualquer modificação:
 NGK B9 EGV  NGK B10 EGV  NGK BR10EG
Artigo 47: DO CARBURADOR
Fica liberado o uso dos carburadores modelo CR-116-ASK e CR-106-ASK Riomar Evolution (tanto de corpo verde como de corpo amarelo), na medida 24 mm de venturi por 27,0 mm a 27,9 mm de borboleta, e também do carburador modelo KTT – FF Fuel Flow, cabendo enfatizar que ambos os carburadores não poderão apresentar qualquer retrabalho interno (tipo usinagem, polimento, alteração na furação original, etc.) e deverão manter as medidas originais de fábrica.
Artigo 48: DA FLANGE (COLETOR) DO CARBURADOR
A flange deverá ser da mesma marca do motor, sem retrabalho (tipo usinagem, polimento, etc.), diâmetro máximo do furo de 28mm.
Artigo 49: DAS PALHETAS E PIRAMIDES
Livre. Permitido retrabalho desde que contenha a marca do fabricante.
Artigo 50: DO PINHÃO / COROA
Será permitido o uso de coroa de até 77 dentes e pinhão de somente 10 dentes.
Artigo 51: DO ESCAPAMENTO
Somente serão permitidos da marca SPINERY, sem retrabalho, sendo que o sistema de descarga e escapamento deverá ser localizado atrás do banco, não poderá superar a altura máxima de 450 mm, medidos do solo até a sua extremidade superior e nem exceder o perímetro do chassi, bem como o piloto não deverá ter contato com o mesmo, quando sentado na posição normal de pilotagem, sendo limitada a intensidade sonora do escapamento em 103,0dB (decibéis), deverá ser utilizado o escapamento com a curva original homologada, sem retrabalho, mantendo suas medidas, características e aparência.
Parágrafo 1º: Se durante o transcorrer de qualquer atividade de pista, o escapamento soltar-se, cair, ou modificar o som emitido, a Direção de Prova sinalizará ao piloto para que o mesmo se dirija ao Parque de Manutenção, durante as provas, e ao box ou parque de manutenção, conforme o caso, durante os treinos livres ou de aquecimento, para reparo. A não obediência a essa determinação implicará na exclusão do piloto. Independentemente do diretor de prova apresentar ou não a bandeira preta com disco laranja ao piloto que tiver o som do escapamento de seu kart modificado, ou de cujo kart o mesmo soltar-se ou cair, seu time deverá providenciar imediatamente a correção do problema no Parque de Manutenção, sob pena de desclassificação por ocasião da vistoria técnica na chegada.
Parágrafo 2º: Na tomada de tempo, o piloto será sinalizado para dirigir-se ao Parque Fechado e prevalecerá somente o percurso realizado antes do equipamento se soltar. Se o fato ocorrer durante a última volta de uma bateria ou prova, o piloto poderá concluí-la sem que seja feita a correção.
Parágrafo 3º: Mesmo que o escapamento não estiver completamente solto, que não tiver caído ou que não tiver o som emitido modificado, se ficar constatado durante o transcorrer de qualquer atividade, que ele esteja parcialmente solto, será aplicado integralmente o disposto no parágrafo 1º deste artigo, por motivo de segurança.
Artigo 52: DO FLEXÍVEL
O comprimento total do conjunto curva + flexível + escapamento, medindo-se a curva (com a base), flexível e escapamento (sem o bico), conforme figura que segue abaixo, deverá estar compreendido entre 75 cm a 78 cm.
75,0 cm a 78,0 cm
CAPÍTULO V – REGULAMENTO TÉCNICO – Categoria SUPER 400
Artigo 53: DA IDENTIFICAÇÃO DA CATEGORIA
A categoria Super 400 será identificada pela placa amarela com números pretos.
Artigo 54: DO PESO
O peso específico da categoria Super 400 para o conjunto kart/piloto é de 183 kg (cento e oitenta e três quilos).
Artigo 55: DO MOTOR SUPER 400
Somente serão utilizados motores Honda GX390, preparados e lacrados pela RBC dentro dos padrões RBC para motores Sport 400. Para o ingresso de novos pilotos na categoria só serão aceitos motores novos ou seminovos preparados e lacrados pela RBC nos padrões da categoria Sport 400. No caso de motores seminovos o piloto que está ingressando na categoria pagará uma taxa de R$ 120,00 pela vistoria do mecânico responsável pela categoria acompanhará motor, par de mesa, embreagem, sistema de combustível, filtro turbo com abraçadeira, curva de escape e escapamento e nenhum destes poderá ser trocado unilateralmente pelo piloto, inclusive, o filtro turbo com abraçadeira.
Parágrafo 1°: Na primeira prova em que um motor novo participar da categoria ele será amaciado pelo seu proprietário, que também participará da prova com o seu motor.
Parágrafo 2°: A partir da segunda prova disputada, todos os conjuntos motores / carburadores / silenciosos serão sorteados entre os participantes da prova.
Parágrafo 3°: Após o término de cada prova, ainda no parque fechado, os pilotos deverão retirar os conjuntos utilizados e devolvê-los a ASK.
Parágrafo 4º: Toda e qualquer avaria dos motores, causadas pelo mau uso por parte do piloto e/ou sua equipe e/ou locatário serão reparadas pelo proprietário do motor, visto que neste caso ele é o único responsável pela manutenção.
Parágrafo 5º: Caso o associado/piloto se recuse a assumir suas obrigações, no que se refere a arcar com os ônus financeiros dos reparos de manutenção, será suspenso do campeonato e o conjunto de motor / carburador / escapamento a ele pertencente, serão retidos por um prazo máximo de 90 dias, para que ele pague os custos da manutenção executada no equipamento. Terminado o prazo o conjunto motor / carburador / escapamento serão incorporados ao patrimônio da ASK.
Parágrafo 6°: Toda e qualquer avaria dos conjuntos motores/carburadores /silenciosos que tenham sido causados por fadiga ou desgaste natural, será rateado por todos os proprietários dos motores Super 400.
Parágrafo 7º: O flexível do escapamento será no tamanho compreendido entre 8 (oito) cm a 10 (dez) cm.
Parágrafo 8º: a relação terá embreagem com pinhão de 13 (treze) dentes de passo 428 (moto) e coroa de 41 (quarenta e um) e/ou 42 (quarenta e dois) dentes.
CAPÍTULO VI – REGULAMENTO TÉCNICO - Categoria F400 Light
Artigo 56: DA IDENTIFICAÇÃO DA CATEGORIA
A categoria F400 Light será identificada pela placa amarela com números pretos.
Artigo 57: DO PESO
O peso da categoria F400 Light é de 183 kg (cento e oitenta e três quilos).
Artigo 58: DA RELAÇÃO
Embreagem com pinhão de 13 (treze) dentes de passo 428 (moto) e coroa de 41 (quarenta e um) e/ou 42 (quarenta e dois) dentes.
Artigo 59: DO MOTOR F400 Light
O motor será o Honda GX390, modelo T1, T2, H1, 4 tempos,13 HP, monocilíndrico, refrigerado a ar, com partida de acionamento por corda e com as seguintes conduções:
Parágrafo 1°: O valor mínimo obrigatório no interior da câmera de combustão, acrescido do habitáculo da vela, será 45cc, medidos a partir do pistão, no seu ponto motor superior ate a face superior externa do cabeçote, não podendo haver descarbonização.
Parágrafo 2°: Será permitida a preparação do CABEÇOTE para equalização de volume, faceamento e retrabalho nos dutos.
Parágrafo 3°: As válvulas serão originais permitindo o retrabalho.
Parágrafo 4°: Travas, tuchos, varetas e balancins terão que ser originais, sem retrabalho.
Parágrafo 5°: As molas das válvulas poderão de ser de livre procedência, sendo permitido o uso de calço nessas mesmas molas.
Parágrafo 6°: Será permitida a retirada do suporte do tanque.
Parágrafo 7°: Será proibido o retrabalho do pistão, do pino munhão e dos anéis de segmento, devendo estar montados em suas posições originais e podendo atingir até a sobre medida de 0,75mm.
Parágrafo 8°: Será permitida a colocação de bronzinas, porém a equidistância dos furos deverá ser mantida.
Parágrafo 9°: Será permitida a adaptação da embreagem e a retifica do virabrequim em até 0,75mm, devendo ser mantidos originais o seu curso e a posição da engrenagem de distribuição.
Parágrafo 10: Será permitida a retirada do limitador de giro.
Parágrafo 11: Será proibido o retrabalho do comando de válvulas.
Parágrafo 12: Será obrigatório o uso de balancetes harmônico.
Parágrafo 13: Será permitido fazer um furo no coletor de admissão somente par ligação da bomba de combustível.
Parágrafo 14: Será proibido o jateamento de qualquer componente do motor.
Parágrafo 15: Será permitida a substituição dos parafusos de fixação dos cabeçotes por prisioneiros.
Parágrafo 16: Será obrigatório o uso de rolamentos e retentores originais e completos
Parágrafo 17: O motor deverá possuir obrigatoriamente no respiro um condutor flexível dirigido para um reservatório recuperador de fluidos em material plástico e transparente, fixado no chassi.
Parágrafo 18: O volante do motor deverá ser o original (de material ferroso), mantendo suas furações, podendo apenas ser aliviado o seu peso.
Artigo 60: DA VELA DE IGNIÇÃO
Será permitido o uso das seguintes velas:  NGK BP6ES  NGK BPR6ES
Artigo 61: DO FILTRO DE AR
Somente poderá ser usado o filtro de ar tipo turbo, conforme modelo abaixo:
Artigo 62: DA FLANGE DO CARBURADOR
Só poderão ser usadas flanges de nylon, conforme modelo apresentado abaixo:
Artigo 63: DO CARBURADOR
Somente serão permitidos carburadores ORIGINAIS Honda Keihin, que serão fornecidos pela categoria e sorteados a cada etapa.
Artigo 64: DO ESCAPAMENTO
Somente serão permitidos da marca SPINERY, com bocal de duas saídas, sem retrabalho, sendo que o sistema de descarga e escapamento deverá ser localizado atrás do banco, não poderá superar a altura máxima de 450 mm, medidos do solo até a sua extremidade superior e nem exceder o perímetro do chassi, bem como o piloto não deverá ter contato com o mesmo, quando sentado na posição normal de pilotagem, sendo limitada a intensidade sonora do escapamento em 103,0 dB (cento e três decibéis), deverá ser utilizado o escapamento com a curva original homologada, sem retrabalho, mantendo suas medidas, características e aparência
Artigo 65º: DO FLEXÍVEL
Serão permitidos o uso de flexíveis de material ferroso com medidas entre 8 (oito) cm a 10 (dez) cm.
CAPÍTULO VII – REGULAMENTO TÉCNICO CADETE
Artigo 66: DA IDENTIFICAÇÃO DA CATEGORIA
A categoria Cadete será identificada pela placa amarela com números pretos.
Artigo 67: DO PESO
O peso da categoria Cadete é de 106 Kg (cento e seis quilos).
Artigo 68: DA RELAÇÃO
Embreagem com pinhão de 20 (vinte) dentes e coroa de 70 (setenta) dentes.
Artigo 69: DO MOTOR CADETE
Somente serão utilizados motores Honda, PREPARADOS E LACRADOS pela RBC dentro dos padrões RBC para motores categoria Cadete. Para o ingresso de novos pilotos na categoria só serão aceitos motores novos ou seminovos PREPARADOS E LACRADOS pela RBC nos padrões da categoria Cadete. O “pacote preparação RBC” acompanhará motor, par de mesa, embreagem, sistema de combustível, filtro turbo com abraçadeira, curva de escape e escapamento e nenhum destes poderá ser trocado unilateralmente pelo piloto, inclusive, o filtro turbo com abraçadeira.
Parágrafo 1°: Na primeira prova em que o motor novo participar da categoria ele será amaciado pelo seu proprietário, que também participará da prova com o seu motor.
Parágrafo 2°: A partir da segunda prova disputada, todos os motores serão sorteados entre os participantes da prova.
Parágrafo 3°: Após o término de cada prova, ainda no parque fechado, os pilotos deverão retirar os motores e devolvê-los ao mecânico responsável da categoria para que seja feita a devida manutenção e posterior custódia.
Parágrafo 5º: Caso o associado/piloto se recuse a assumir suas obrigações, no que se refere a arcar com os ônus financeiros dos reparos de manutenção, será suspenso do campeonato e o conjunto de motor / carburador / escapamento a ele pertencente, serão recolhidos pela ASK.
Artigo 70: DAS DEMAIS NORMAS TÉCNICAS - CATEGORIA CADETE
A categoria Cadete seguirá as normas e especificações estabelecidas pela CBA, para a categoria, exceto nas disposições em contrário, estabelecida neste regulamento e nos regulamentos particulares editados pela ASK. Devido à categoria ser composta por karts cadetes mais antigos, as especificações passam a ser as seguintes: Largura: A largura máxima do kart cadete não poderá ultrapassar 120 cm. Eixo traseiro: Será obrigatório o uso de eixo de material ferroso e imantável, com diâmetro de 35mm, com parede de espessura mínima de 3,8mm, comprimento de 960 +/- 2mm. Mangas de eixo: Homologada ou autorizada CBA. Será proibida a regulagem das mangas de eixo, devendo essas estar equidistantes, e posicionadas no interior do seu suporte “U”. Rodas: Homologadas CBA para a categoria. Cubo: Homologado CBA para eixo 35mm. Mancal do rolamento do eixo traseiro: Homologado CBA para a categoria.
Rolamento do eixo traseiro: Somente poderá ser usado o rolamento esférico UC – 207 (35 x 72)
Artigo 71: DOS TERMOS TÉCNICOS
Os termos técnicos adotados oficialmente pela ASK na supervisão das provas realizadas no Campeonato Sergipano de Kart 2017 têm seus significados demonstrados no CDA.
Artigo 72: DOS CASOS OMISSOS
Os casos omissos no presente regulamento, se possível serão resolvidos à luz do CDA, do CNK e da FSA respeitando sempre a realidade do kartismo praticado na ASK. As dúvidas na sua interpretação serão resolvidas pelos conselhos desportivos e/ou técnicos, desde que sejam procedidas consultas por escrito, cabendo, modificações em seu conteúdo e redação serão feitas através de adendos, no prazo máximo de quinze (15) dias úteis. Parágrafo único: Nos casos de desacordo quanto à interpretação dos regulamentos técnico e/ou desportivo que regem este campeonato, durante uma determinada prova, a definição será dada pelos comissários desta prova e terão o mesmo valor e força das atuais disposições. Estas novas decisões serão encaminhadas aos conselhos técnico e/ou desportivo para, se aprovadas, serem incluídas em forma de adendos.
Artigo 73: DA CORREÇÃO DOS PREÇOS
Os valores fixados neste regulamento poderão ser corrigidos pela Diretoria da ASK se tal providência se fizer necessária.
Artigo 74: DAS VIGÊNCIAS
Este regulamento entrará em vigor na data de sua publicação, alterando e substituindo o anterior e terá força de lei desportiva.
Parágrafo 1º: Os adendos aos regulamentos desportivos e/ou de segurança deverão entrar em vigor na data de sua emissão e publicação.
Parágrafo 2º: Os adendos aos regulamentos técnicos de quaisquer campeonatos ou torneios deverão entrar em vigor trinta dias após a data de sua publicação.
Parágrafo 3°: Qualquer artigo do presente deste regulamento só poderá ser alterado desde que haja consonância entre toda a Diretoria da ASK, juntamente com a Federação Sergipana de Automobilismo.
Aracaju-SE, 16 de janeiro de 2017.
Ademir Flores Júnior Diretor Técnico – ASK
Roberto Jackson Cordeiro Wanderley Diretor Presidente – ASK
TRAÇADOS DO CAMPEONATO