Source: http://www.pgdlisboa.pt/leis/lei_mostra_articulado.php?nid=682&tabela=lei_velhas&nversao=17
Timestamp: 2013-05-19 02:24:01+00:00
Document Index: 84822970

Matched Legal Cases: ['Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 6', 'Artigo 7', 'Artigo 8', 'Artigo 9', 'Artigo 10', 'Artigo 11', 'Artigo 12', 'Artigo 13', 'Artigo 14', 'Artigo 15', 'Artigo 16', 'Artigo 17', 'Artigo 18', 'Artigo 19', 'Artigo 20', 'Artigo 21', 'Artigo 22', 'Artigo 23', 'Artigo 24', 'Artigo 25', 'Artigo 26', 'Artigo 27', 'Artigo 28', 'Artigo 29', 'Artigo 30', 'Artigo 31', 'Artigo 32', 'Artigo 33', 'Artigo 34', 'Artigo 35', 'Artigo 36', 'Artigo 37', 'Artigo 38', 'Artigo 39', 'Artigo 40', 'Artigo 41', 'Artigo 42', 'Artigo 43', 'Artigo 44', 'Artigo 45', 'Artigo 46', 'Artigo 47', 'Artigo 48', 'Artigo 49', 'Artigo 50', 'Artigo 51', 'Artigo 52', 'Artigo 53', 'Artigo 54', 'Artigo 55', 'Artigo 56', 'Artigo 57', 'Artigo 58', 'Artigo 59', 'Artigo 60', 'Artigo 61', 'Artigo 62', 'Artigo 63', 'Artigo 65', 'Artigo 66', 'Artigo 67', 'Artigo 68', 'Artigo 69', 'Artigo 70', 'Artigo 71', 'Artigo 72', 'Artigo 73', 'Artigo 74', 'Artigo 75', 'Artigo 76', 'Artigo 77', 'Artigo 78', 'Artigo 79', 'Artigo 80', 'Artigo 81', 'Artigo 81', 'Artigo 82', 'Artigo 83', 'Artigo 84', 'Artigo 85', 'Artigo 86', 'Artigo 87', 'Artigo 88', 'Artigo 89', 'Artigo 90', 'Artigo 91', 'Artigo 92', 'Artigo 93', 'Artigo 94', 'Artigo 95', 'Artigo 96', 'Artigo 96', 'Artigo 97', 'Artigo 98', 'Artigo 99', 'Artigo 100', 'Artigo 101', 'Artigo 101', 'Artigo 101', 'Artigo 101', 'Artigo 101', 'Artigo 102', 'Artigo 102', 'Artigo 103', 'Artigo 104', 'Artigo 105', 'Artigo 106', 'Artigo 107', 'Artigo 108', 'Artigo 109', 'Artigo 110', 'Artigo 111', 'Artigo 112', 'Artigo 113', 'Artigo 114', 'Artigo 115', 'Artigo 116', 'Artigo 117', 'Artigo 118', 'Artigo 119', 'Artigo 120', 'Artigo 121', 'Artigo 122', 'Artigo 123', 'Artigo 124', 'Artigo 125', 'Artigo 126', 'Artigo 127', 'Artigo 128', 'Artigo 129', 'Artigo 130', 'Artigo 131', 'Artigo 132', 'Artigo 133', 'Artigo 134', 'Artigo 135', 'Artigo 136', 'Artigo 137', 'Artigo 138', 'Artigo 139', 'Artigo 140', 'Artigo 141', 'Artigo 142', 'Artigo 143', 'Artigo 144', 'Artigo 145', 'Artigo 146', 'Artigo 147', 'Artigo 148', 'Artigo 149', 'Artigo 150', 'Artigo 151', 'Artigo 152', 'Artigo 153', 'Artigo 154', 'Artigo 155', 'Artigo 156', 'Artigo 157', 'Artigo 158', 'Artigo 159', 'Artigo 160', 'Artigo 161', 'Artigo 162', 'Artigo 163', 'Artigo 164', 'Artigo 165', 'Artigo 166', 'Artigo 167', 'Artigo 168', 'Artigo 169', 'Artigo 170', 'Artigo 171', 'Artigo 172', 'Artigo 173', 'Artigo 174', 'Artigo 175', 'Artigo 176', 'Artigo 177', 'Artigo 178', 'Artigo 179', 'Artigo 180', 'Artigo 181', 'Artigo 182', 'Artigo 183', 'Artigo 184', 'Artigo 185', 'Artigo 186', 'Artigo 187', 'Artigo 187', 'Artigo 187', 'Artigo 187', 'Artigo 188', 'Artigo 189', 'Artigo 190', 'Artigo 191', 'Artigo 192', 'Artigo 193', 'Artigo 194', 'Artigo 195', 'Artigo 196', 'Artigo 197', 'Artigo 198', 'Artigo 199', 'Artigo 200', 'Artigo 201', 'Artigo 202', 'Artigo 202', 'Artigo 202', 'Artigo 203', 'Artigo 204', 'Artigo 205', 'Artigo 206', 'Artigo 207', 'Artigo 208', 'Artigo 209', 'Artigo 209', 'Artigo 210', 'Artigo 210', 'Artigo 210', 'Artigo 210', 'Artigo 210', 'Artigo 210', 'Artigo 210', 'Artigo 210', 'Artigo 210', 'Artigo 210', 'Artigo 210', 'Artigo 210', 'Artigo 210', 'Artigo 210', 'Artigo 210', 'Artigo 210', 'Artigo 210', 'Artigo 210', 'Artigo 211', 'Artigo 212', 'Artigo 213', 'Artigo 214', 'Artigo 215', 'Artigo 216', 'Artigo 217', 'Artigo 218', 'Artigo 219', 'Artigo 220', 'Artigo 220', 'Artigo 220', 'Artigo 220', 'Artigo 220', 'Artigo 220', 'Artigo 220', 'Artigo 221', 'Artigo 222', 'Artigo 223', 'Artigo 224', 'Artigo 225', 'Artigo 226', 'Artigo 227', 'Artigo 228', 'Artigo 229', 'Artigo 230', 'Artigo 231', 'Artigo 232', 'Artigo 233', 'Artigo 234', 'Artigo 235', 'Artigo 236', 'Artigo 237', 'Artigo 238', 'Artigo 239', 'Artigo 240', 'Artigo 241', 'Artigo 242', 'Artigo 243', 'Artigo 244', 'Artigo 245', 'Artigo 246', 'Artigo 247', 'Artigo 248', 'Artigo 249', 'Artigo 250', 'Artigo 251', 'Artigo 252', 'Artigo 253', 'Artigo 254', 'Artigo 255', 'Artigo 256', 'Artigo 257', 'Artigo 258', 'Artigo 259', 'Artigo 260', 'Artigo 261', 'Artigo 262', 'Artigo 263', 'Artigo 264', 'Artigo 265', 'Artigo 266', 'Artigo 267', 'Artigo 268', 'Artigo 269', 'Artigo 270', 'Artigo 271', 'Artigo 272', 'Artigo 272', 'Artigo 272', 'Artigo 272', 'Artigo 273', 'Artigo 274', 'Artigo 275', 'Artigo 276', 'Artigo 277', 'Artigo 278', 'Artigo 279', 'Artigo 280', 'Artigo 281', 'Artigo 282', 'Artigo 283', 'Artigo 284', 'Artigo 285', 'Artigo 286', 'Artigo 287', 'Artigo 288', 'Artigo 289', 'Artigo 290', 'Artigo 292', 'Artigo 293', 'Artigo 294', 'Artigo 295', 'Artigo 296', 'Artigo 297', 'Artigo 298', 'Artigo 299', 'Artigo 300', 'Artigo 301', 'Artigo 302', 'Artigo 303', 'Artigo 304', 'Artigo 305', 'artigo 201', 'Artigo 1', 'Artigo 2', 'artigo 1', 'artigo 1', 'artigo 53', 'Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'artigo 9', 'artigo 9', 'artigo 9', 'Artigo 6', 'artigo 190', 'Artigo 7', 'Artigo 8', 'Artigo 9', 'Artigo 10', 'Artigo 11', 'artigo 7', 'artigo 5', 'Artigo 12', 'Artigo 13', 'Artigo 14', 'Artigo 15', 'Artigo 16', 'Artigo 17', 'Artigo 18', 'Artigo 19', 'Artigo 20', 'Artigo 21', 'Artigo 22', 'Artigo 23', 'Artigo 24', 'Artigo 25', 'Artigo 26', 'Artigo 27', 'Artigo 28', 'Artigo 29', 'Artigo 30', 'Artigo 31', 'Artigo 32', 'Artigo 33', 'Artigo 34', 'Artigo 35', 'Artigo 36', 'Artigo 37', 'Artigo 38', 'Artigo 39', 'Artigo 40', 'Artigo 41', 'Artigo 42', 'Artigo 43', 'Artigo 44', 'Artigo 45', 'artigo 40', 'Artigo 46', 'Artigo 47', 'Artigo 48', 'Artigo 49', 'artigo 292', 'artigo 292', 'Artigo 50', 'Artigo 51', 'Artigo 52', 'Artigo 53', 'artigo 6', 'artigo 9', 'artigo 6', 'artigo 11', 'artigo 33', 'artigo 82', 'Artigo 54', 'artigo 5', 'Artigo 55', 'Artigo 56', 'Artigo 57', 'Artigo 58', 'Artigo 59', 'Artigo 60', 'Artigo 61', 'artigo 157', 'Artigo 62', 'Artigo 63', 'Artigo 65', 'artigo 48', 'Artigo 66', 'Artigo 67', 'Artigo 68', 'Artigo 69', 'Artigo 70', 'Artigo 71', 'Artigo 72', 'Artigo 73', 'artigo 59', 'artigo 62', 'Artigo 74', 'Artigo 75', 'Artigo 76', 'Artigo 77', 'Artigo 78', 'artigo 274', 'Artigo 79', 'Artigo 80', 'Artigo 81', 'artigo 5', 'Artigo 81', 'Artigo 82', 'Artigo 83', 'Artigo 84', 'Artigo 85', 'artigo 74', 'artigo 61', 'Artigo 86', 'artigo 91', 'Artigo 87', 'artigo 369', 'artigo 174', 'Artigo 88', 'Artigo 89', 'Artigo 90', 'Artigo 91', 'artigo 83', 'artigo 61', 'artigo 74', 'Artigo 92', 'Artigo 93', 'Artigo 94', 'Artigo 95', 'artigo 92', 'Artigo 96', 'Artigo 96', 'Artigo 97', 'Artigo 98', 'artigo 84', 'artigo 295']

::: DL n.� 131/95, de 06 de Junho
Legisla��o DL n.� 131/95, de 06 de Junho C�DIGO DO REGISTO CIVIL
Vers�o desactualizada - redac��o: Lei n.� 61/2008, de 31 de Outubro! Cont�m as seguintes altera��es: Ver vers�es do diploma:
- Lei n.� 61/2008, de 31/10 - Rect. n.� 107/2007, de 27/11 - DL n.� 324/2007, de 28/09 - Lei n.� 29/2007, de 02/08 - DL n.� 53/2004, de 18/03 - DL n.� 194/2003, de 23/08 - DL n.� 113/2002, de 20/04 - DL n.� 323/2001, de 17/12 - Rect. n.� 20-AS/2001, de 30/11 - DL n.� 273/2001, de 13/10 - DL n.� 228/2001, de 20/08 - DL n.� 375-A/99, de 20/09 - DL n.� 120/98, de 08/05 - Rect. n.� 6-C/97, de 31/03 - DL n.� 36/97, de 31/01 - Rect. n.� 96/95, de 31/07- 24� vers�o - a mais recente (Lei n.� 23/2013, de 05/03) - 23� vers�o (DL n.� 209/2012, de 19/09) - 22� vers�o (Lei n.� 7/2011, de 15/03) - 21� vers�o (Lei n.� 103/2009, de 11/09) - 20� vers�o (Lei n.� 29/2009, de 29/06) - 19� vers�o (DL n.� 100/2009, de 11/05) - 18� vers�o (DL n.� 247-B/2008, de 30/12) - 17� vers�o (Lei n.� 61/2008, de 31/10) - 16� vers�o (Rect. n.� 107/2007, de 27/11) - 15� vers�o (DL n.� 324/2007, de 28/09) - 14� vers�o (Lei n.� 29/2007, de 02/08) - 13� vers�o (DL n.� 53/2004, de 18/03) - 12� vers�o (DL n.� 194/2003, de 23/08) - 11� vers�o (DL n.� 113/2002, de 20/04) - 10� vers�o (DL n.� 323/2001, de 17/12) - 9� vers�o (Rect. n.� 20-AS/2001, de 30/11) - 8� vers�o (DL n.� 273/2001, de 13/10) - 7� vers�o (DL n.� 228/2001, de 20/08) - 6� vers�o (DL n.� 375-A/99, de 20/09) - 5� vers�o (DL n.� 120/98, de 08/05) - 4� vers�o (Rect. n.� 6-C/97, de 31/03) - 3� vers�o (DL n.� 36/97, de 31/01) - 2� vers�o (Rect. n.� 96/95, de 31/07) - 1� vers�o (DL n.� 131/95, de 06/06) Procurar no presente diploma:
A express�o exacta Ir para o art.: Artigo 1.� Objecto e obrigatoriedade do registoArtigo 2.� Atendibilidade dos factos sujeitos a registoArtigo 3.� Valor probat�rio do registoArtigo 4.� Prova dos factos sujeitos a registoArtigo 5.� Actos praticados por �rg�os especiaisArtigo 6.� Actos lavrados pelas autoridades estrangeirasArtigo 7.� Decis�es dos tribunais estrangeirosArtigo 8.� �rg�os privativosArtigo 9.� �rg�os especiaisArtigo 10.� Conservat�rias do registo civilArtigo 11.� Conservat�ria dos Registos CentraisArtigo 12.� Compet�ncia das conservat�riasArtigo 13.� Intermedia��o com a Conservat�ria dos Registos CentraisArtigo 14.� Suportes dos actos das conservat�riasArtigo 15.� Reconstitui��o de actos e processos de registoArtigo 16.� Arquivo de documentosArtigo 17.� Destrui��o de documentosArtigo 18.� Legaliza��o dos livros de assentosArtigo 19.� Verbetes onom�sticosArtigo 20.� Encaderna��o dos livros de assentosArtigo 21.� Livro Di�rioArtigo 22.� Livros de invent�rio e de receitas e despesasArtigo 23.� Aprova��o de modelosArtigo 24.� Livros de registo paroquial e da administra��o do concelhoArtigo 25.� FundamentoArtigo 26.� Reconstitui��o, havendo duplicados ou extractosArtigo 27.� Reconstitui��o, na falta de duplicados ou extractosArtigo 28.� Reclama��esArtigo 29.� Julgamento das reclama��esArtigo 30.� Legaliza��o dos livros reformadosArtigo 31.� Reforma parcialArtigo 32.� Requisitos especiais dos assentos reformadosArtigo 33.� Suprimento das omiss�es n�o reclamadasArtigo 34.� Guarda do arquivoArtigo 35.� Processos, boletins e documentosArtigo 36.� Correspond�ncia expedida e recebidaArtigo 37.� Destrui��o de livros e documentosArtigo 38.� Remessa de livros e documentos a outros arquivosArtigo 39.� Quem � parteArtigo 40.� Identifica��o do declaranteArtigo 41.� Interven��o de pessoa surda, muda ou surda-mudaArtigo 42.� Nomea��o de int�rprete aos que n�o conhecerem a l�ngua portuguesaArtigo 43.� Representa��o por procuradorArtigo 44.� Procura��o para casamentoArtigo 45.� TestemunhasArtigo 46.� Quem pode ser testemunhaArtigo 47.� Impedimento do funcion�rioArtigo 48.� Instru��o de actos e processos de registoArtigo 49.� Documentos passados em pa�s estrangeiroArtigo 50.� Assentos e averbamentosArtigo 51.� Formas de os lavrarArtigo 52.� Assentos lavrados por inscri��oArtigo 53.� Assentos lavrados por transcri��oArtigo 54.� Assentos consularesArtigo 55.� Requisitos geraisArtigo 56.� Men��es especiais dos assentos lavrados por transcri��oArtigo 57.� Lugar em que podem ser lavradosArtigo 58.� Composi��oArtigo 59.� Regras a observar na escrita dos assentosArtigo 60.� Ordem de prioridade e numera��oArtigo 61.� Elabora��o dos assentos e aposi��o do nome do funcion�rioArtigo 62.� Inalterabilidade e men��es indevidas dos registosArtigo 63.� Cotas de refer�nciaigo 65.� Comunica��es a efectuar pelos tribunais e not�riosArtigo 65.� Exame do autoArtigo 66.� DataArtigo 67.� Repeti��oArtigo 68.� Averbamentos em geralArtigo 69.� Averbamentos ao assento de nascimentoArtigo 70.� Averbamentos ao assento de casamentoArtigo 71.� Averbamentos ao assento de �bitoArtigo 72.� Averbamentos ao assento de perfilha��oArtigo 73.� Lan�amento dos averbamentosArtigo 74.� Aposi��o do nome do funcion�rioArtigo 75.� Averbamento em conservat�ria distinta da que lavrou o registoArtigo 76.� Formalidades posterioresArtigo 77.� D�vidas sobre o assentoArtigo 78.� Comunica��o de decis�es judiciaisArtigo 79.� Conservat�rias a que devem ser remetidas as certid�esArtigo 80.� Comunica��es de averbamentos feitos com base em decis�es judiciaisArtigo 81.� Averbamentos omissosArtigo 81.�-A Elimina��o de averbamentos de factos respeitantes ao processo de insolv�Artigo 82.� Transcri��o de assentosArtigo 83.� Suprimento da omiss�oArtigo 84.� Elementos a levar ao registoArtigo 85.� FundamentosArtigo 86.� Regime da inexist�nciaArtigo 87.� FundamentosArtigo 88.� FalsidadeArtigo 89.� Falsidade do t�tulo transcritoArtigo 90.� Regime da nulidadeArtigo 91.� FundamentosArtigo 92.� FundamentosArtigo 93.� Rectifica��o administrativaArtigo 94.� Rectifica��o judicialArtigo 95.� Integra��o de rectifica��es e elimina��o de averbamentos canceladosArtigo 96.� Prazo e lugarArtigo 96.�-A Declara��es de nascimento em unidades de sa�deArtigo 97.� A quem competeArtigo 98.� Falta de declara��o de nascimentoArtigo 99.� Casos especiais de declara��es tardiasArtigo 100.� Declara��o simult�nea de nascimento e �bitoArtigo 101.� Compet�nciaArtigo 101.�-A Registo de nascimento ocorrido em unidades de sa�deArtigo 101.�-B Dilig�ncias posterioresArtigo 101.�-C Comunica��o e parecer pr�vio da Comiss�o Nacional de Protec��o de DadosArtigo 101.�-D Dilig�ncias oficiosas para preven��o de exclus�o socialArtigo 102.� Requisitos especiaisArtigo 102.�-A Comunica��es obrigat�riasArtigo 103.� Composi��o do nomeArtigo 104.� Altera��o do nomeArtigo 105.� Conceito de abandonadoArtigo 106.� Apresenta��o do abandonadoArtigo 107.� Assento de abandonadoArtigo 108.� NomeArtigo 109.� Viagem por mar ou por arArtigo 110.� Remessa do duplicadoArtigo 111.� Viagem por terraArtigo 112.� Obrigatoriedade da declara��o de maternidadeArtigo 113.� Nascimento ocorrido h� menos de um anoArtigo 114.� Nascimento ocorrido h� um ano ou maisArtigo 115.� Casos em que a men��o fica sem efeitoArtigo 116.� Maternidade desconhecidaArtigo 117.� Averigua��o oficial da maternidadeArtigo 118.� Men��o obrigat�ria da paternidadeArtigo 119.� Afastamento da presun��o de paternidade de filho de mulher casadaArtigo 120.� Indica��o de paternidade n�o presumidaArtigo 121.� Paternidade desconhecidaArtigo 122.� Cota de remessa de certid�oArtigo 123.� Novo assento de nascimentoArtigo 124.� Valor do registo em mat�ria de filia��oArtigo 125.� Registo lavrado por assentoArtigo 126.� Requisitos especiaisArtigo 127.� Refer�ncias complementaresArtigo 128.� Registo da declara��o de maternidade em viagem ou em campanhaArtigo 129.� Registo da declara��o de maternidade lavrado por averbamentoArtigo 130.� Registo lavrado por assentoArtigo 131.� Assentimento do perfilhadoArtigo 132.� Perfilha��o de nascituroArtigo 133.� Assento secretoArtigo 134.� Compet�ncia para a organiza��oArtigo 135.� Declara��o para casamentoArtigo 136.� Forma e conte�do da declara��oArtigo 137.� Documentos para a instru��o do processoArtigo 138.� Requisitos e dispensa de certid�esArtigo 139.� Novas n�pciasArtigo 140.� Publicidade do processoArtigo 141.� Substitui��o da afixa��o do edital no local da resid�nciaArtigo 142.� Declara��o de impedimentosArtigo 143.� Dilig�ncias a efectuar pelo conservadorArtigo 144.� Despacho finalArtigo 145.� Prazo para a celebra��oArtigo 146.� Passagem do certificadoArtigo 147.� Conte�do do certificadoArtigo 148.� Conhecimento superveniente de impedimentosArtigo 149.� PedidoArtigo 150.� Forma de prestar o consentimentoArtigo 151.� Necessidade do certificadoArtigo 152.� Casamento de portugueses no estrangeiroArtigo 153.� Dia, hora e localArtigo 154.� IntervenientesArtigo 155.� SolenidadeArtigo 156.� Casos em que � permitido e formalidadesArtigo 157.� Assento provis�rioArtigo 158.� Termos do assentoArtigo 159.� Organiza��o do processo e homologa��o do casamentoArtigo 160.� Recusa de homologa��oArtigo 161.� Forma do casamento celebrado no estrangeiroArtigo 162.� Processo preliminar de casamentoArtigo 163.� Verifica��o da capacidade matrimonial de portugu�sArtigo 164.� Casamento de portugu�s com estrangeiroArtigo 165.� Casamento celebrado em Portugal entre estrangeirosArtigo 166.� Certificado exigido ao estrangeiro que pretenda casar em PortugalArtigo 167.� Assento paroquialArtigo 168.� AssinaturaArtigo 169.� Remessa do duplicadoArtigo 170.� Dispensa de remessaArtigo 171.� Conservat�ria competente para a transcri��oArtigo 172.� Prazo para a transcri��oArtigo 173.� Transcri��o na aus�ncia de processo preliminar de casamentoArtigo 174.� Recusa de transcri��oArtigo 175.� Efectiva��o da transcri��o depois de recusadaArtigo 176.� Casamento cat�lico n�o transcritoArtigo 177.� Registo da sana��o e da convalida��o do casamentoArtigo 178.� Transcri��o do assento paroquialArtigo 179.� Registo por averbamentoArtigo 180.� Feitura do assentoArtigo 181.� Men��es que deve conterArtigo 182.� Assento de casamentoArtigo 183.� Cancelamento da transcri��oArtigo 184.� Registo consularArtigo 185.� Processo preliminar de casamentoArtigo 186.� Remessa do duplicadoArtigo 187.� Transcri��oArtigo 187.�-A Assento de casamento civil sob forma religiosaArtigo 187.�-B Remessa do duplicadoArtigo 187.�-C Transcri��o do assento de casamento civil sob forma religiosaArtigo 188.� RetroactividadeArtigo 189.� Conven��o antenupcialArtigo 190.� RegistoArtigo 191.� Efeitos em rela��o a terceirosArtigo 192.� Prazo e lugarArtigo 193.� A quem competeArtigo 194.� Certificado m�dicoArtigo 195.� Suprimento do certificado de �bitoArtigo 196.� Requisitos do certificado de �bitoArtigo 197.� Casos de aut�psiaArtigo 198.� Falta da declara��o de �bitoArtigo 199.� Processo de justifica��oArtigo 200.� Compet�nciaArtigo 201.� Requisitos especiaisArtigo 202.� �bito de pessoa desconhecidaArtigo 202.�-A Men��o da habilita��o de herdeiros e do processo de invent�rioArtigo 202.�-B Comunica��es a efectuar pelos tribunais e not�riosArtigo 203.� Comunica��o da ocorr�nciaArtigo 204.� Viagem por mar ou pelo arArtigo 205.� Viagem por terraArtigo 206.� AcidenteArtigo 207.� Justifica��o judicialArtigo 208.� Naufr�gioArtigo 209.� Dep�sito do certificado m�dico de morte fetalArtigo 209.�-A Dispensa de certificado m�dico de morte fetalArtigo 210.� Comunica��es a efectuar pelo conservadorArtigo 210.�-A Objecto, procedimentos e compet�nciaArtigo 210.�-B LegitimidadeArtigo 210.�-C Prazo e cumprimento de obriga��es tribut�riasArtigo 210.�-D Atendimento presencial �nico e meios electr�nicosArtigo 210.�-E Formalidades pr�viasArtigo 210.�-F Procedimento de habilita��o de herdeiros, partilha e registosArtigo 210.�-G Procedimento de habilita��o de herdeiros e registosArtigo 210.�-H Procedimento de partilha e registosArtigo 210.�-I Pedidos complementaresArtigo 210.�-J Dilig�ncias subsequentesArtigo 210.�-L IndeferimentoArtigo 210.�-M Desist�nciaArtigo 210.�-N Aplica��o subsidi�riaArtigo 210.�-O Objecto e efeitos da habilita��o de herdeirosArtigo 210.�-P Habilita��o de legat�rios e dilig�ncias subsequentesArtigo 210.�-Q Impugna��o da habilita��oArtigo 210.�-R Efeitos da partilhaArtigo 211.� Meios de provaArtigo 212.� Esp�ciesArtigo 213.� Conte�doArtigo 214.� Quem pode pedir certid�esArtigo 215.� Requisi��o e emiss�o das certid�esArtigo 216.� Forma externaArtigo 217.� Certid�es de documentos, de extractos e de registos canceladosArtigo 218.� Emiss�oArtigo 219.� Forma e conte�doArtigo 220.� Selo brancoArtigo 220.�-A Finalidade da base de dadosArtigo 220.�-B Entidade respons�vel pelo tratamento da base de dadosArtigo 220.�-C Dados recolhidosArtigo 220.�-D Direito � informa��oArtigo 220.�-E Seguran�a da informa��oArtigo 220.�-F SigiloArtigo 221.� Formas de processoArtigo 222.� Compet�nciaArtigo 223.� LegitimidadeArtigo 224.� Exposi��o do pedido e da oposi��o e oferecimento da provaArtigo 225.� Forma das cita��es e notifica��esArtigo 226.� Prova testemunhalArtigo 227.� Dilig�ncias oficiosasArtigo 228.� Tramita��o dos processosArtigo 229.� Proposi��o obrigat�riaArtigo 230.� Devolu��o dos processos � conservat�riaArtigo 231.� Disposi��es subsidi�riasArtigo 232.� Isen��o de custasArtigo 233.� Dom�nio de aplica��oArtigo 234.� In�cio do processoArtigo 235.� Dilig�ncias ordenadas pelo conservadorArtigo 236.� Inquiri��o das testemunhasArtigo 237.� Informa��o finalArtigo 238.� Vista do Minist�rio P�blicoArtigo 239.� Decis�o e sua execu��oArtigo 240.� Admissibilidade de recursoArtigo 241.� Dom�nio de aplica��oArtigo 242.� Organiza��o e instru��oArtigo 243.� Despacho finalArtigo 244.� Convers�o em processo de justifica��o judicialArtigo 245.� Declara��o de impedimentoArtigo 246.� Prazo para jun��o da provaArtigo 247.� Cita��o dos nubentesArtigo 248.� Falta de impugna��oArtigo 249.� Impugna��oArtigo 250.� Decis�o judicialArtigo 251.� Admissibilidade de recursoArtigo 252.� ResponsabilidadeArtigo 253.� Peti��oArtigo 254.� Instru��o e decis�oArtigo 255.� Peti��oArtigo 256.� Instru��oArtigo 257.� Decis�oArtigo 258.� Peti��oArtigo 259.� Instru��o e decis�oArtigo 260.� Termos posterioresArtigo 261.� Dom�nio de aplica��oArtigo 262.� Peti��oArtigo 263.� Instru��o e decis�o do processoArtigo 264.� Passagem do certificadoArtigo 265.� RecursoArtigo 266.� Dom�nio de aplica��oArtigo 267.� Peti��oArtigo 268.� Dilig�ncias subsequentesArtigo 269.� Emiss�o e valor do certificadoArtigo 270.� Outros casos de passagem de certificadoArtigo 271.� RequerimentoArtigo 272.� Instru��o e decis�oArtigo 272.�-A Partilha do patrim�nio conjugalArtigo 272.�-B Sequ�ncia de actosArtigo 272.�-C Remiss�oArtigo 273.� Registo da decis�oArtigo 274.� Recurso e averbamentoArtigo 275.� Peti��oArtigo 276.� Instru��oArtigo 277.� Decis�oArtigo 278.� Peti��oArtigo 279.� Instru��oArtigo 280.� Dilig�ncias complementares e despachoArtigo 281.� Publica��o de an�nciosArtigo 282.� RecursoArtigo 283.� Peti��oArtigo 284.� Instru��oArtigo 285.� DespachoArtigo 286.� AdmissibilidadeArtigo 287.� Motivos de recusaArtigo 288.� Peti��o de recursoArtigo 289.� Remessa do processo a ju�zoArtigo 290.� Decis�o Recorribilidade da decis�oArtigo 292.� Recurso da decis�o de recusa de celebra��o ou registo de casamento e de aArtigo 293.� Condena��o do funcion�rioArtigo 294.� Responsabilidade civilArtigo 295.� Omiss�o da declara��o de nascimento ou de �bitoArtigo 296.� Infrac��es cometidas pelos p�rocosArtigo 297.� San��es aplic�veis aos funcion�riosArtigo 298.� Elementos que as conservat�rias devem fornecerArtigo 299.� EmolumentosArtigo 300.� Casos de isen��oArtigo 301.� Certid�es isentasArtigo 302.� Registos consularesArtigo 303.� Modelos de livros e impressos em usoArtigo 304.� Factos n�o sujeitos a registo obrigat�rioArtigo 305.� Actos lavrados em Macau	N� de artigos : 344 P�ginas: 1 2 3 4 Seguinte >
SUM�RIOAprova o C�digo do Registo Civil
1. O Decreto-Lei n.� 51/78, de 30 de Mar�o, que aprovou o C�digo do Registo Civil vigente, reflectiu, essencialmente, na sua formula��o, as significativas altera��es ent�o acabadas de operar no instituto da fam�lia atrav�s do Decreto-Lei n.� 496/77, de 25 de Novembro. A evolu��o social sofrida desde ent�o at� ao presente vinha aconselhando uma detida reflex�o sobre o registo civil, ali�s j� enunciada em legisla��o avulsa que, entretanto, foi alterando pontualmente o C�digo em vigor. Assim, o C�digo ora aprovado surge como o produto da reavalia��o feita, contemplando importantes altera��es no dom�nio da compet�ncia dos conservadores do registo civil, a par de outras que se prendem com a adequa��o � legisla��o sobre adop��o, entretanto publicada, e com adapta��es �s modernas tecnologias e � inform�tica. O escopo das mudan�as preconizadas assenta, assim, na facilita��o da vida dos utentes e na simplifica��o e desburocratiza��o de procedimentos, na medida adequada � imprescind�vel garantia de seguran�a jur�dica das pessoas singulares, objectivo de interesse e ordem p�blica que o registo civil prossegue. 2. Desta forma, cumpre real�ar, em primeira linha, a transfer�ncia de certas compet�ncias, normalmente atribu�das a outras entidades, para as conservat�rias do registo civil. Na verdade, a cuidada prepara��o t�cnico-jur�dica reconhecida aos conservadores do registo civil e a especial voca��o destes na �rea do direito da fam�lia inspiraram as inova��es preconizadas neste dom�nio. Note-se que a nova filosofia implica a diversa conforma��o de certos preceitos do C�digo Civil que servem de matriz ao registo civil e que, por isso, s�o alterados em diploma aut�nomo, representando o presente C�digo, nessa parte, o inerente reflexo na lei adjectiva. Contempla-se, assim, neste diploma a forma do processo de dispensa de impedimentos e de suprimento de autoriza��o para casamento de menores, em que ao conservador passa a caber a respectiva decis�o final. Na sequ�ncia da respectiva altera��o substantiva, confere-se tamb�m ao conservador a compet�ncia para celebrar conven��o antenupcial em que apenas seja estipulado um dos regimes tipo de bens do casamento previstos na lei. Estabelece-se, ainda, no presente diploma o processo de div�rcio e de separa��o de pessoas e bens por m�tuo consentimento, que, em determinadas condi��es fixadas no C�digo Civil, passa a poder correr os seus termos na conservat�ria do registo civil, sendo decidido, a final, pelo respectivo conservador. Do mesmo modo, no processo para afastamento da presun��o de paternidade, � deferida ao conservador a compet�ncia para declarar a inexist�ncia de posse de estado por parte do filho de mulher casada relativamente a ambos os c�njuges. 3. Para al�m das significativas e profundas altera��es enunciadas, teve-se igualmente em vista harmonizar os dispositivos legais com os princ�pios e normas constitucionais, nomeadamente quanto aos que se reportam a igualdade de direitos dos cidad�os perante a lei, sem qualquer discrimina��o, e aos que imp�em o respeito pela intimidade da vida privada. Da mesma forma, eliminou-se do texto a refer�ncia a qualquer men��o discriminat�ria da filia��o consentida pela legisla��o anterior. Tamb�m nos assentos dos g�meos se retira a descri��o de particularidade f�sica de car�cter permanente que porventura individualizasse algum deles, por atentat�rio da dignidade da pessoa e do respeito devido � intimidade da vida privada. Eliminando-se a necessidade de apresenta��o do abandonado ao conservador, como formalidade pr�via do acto do registo de declara��o do nascimento, passou tamb�m a composi��o do respectivo nome a ficar sujeita � regra geral prevista no C�digo. Passa a admitir-se o registo, em campanha, de declara��o de maternidade prestada por elementos femininos integrados nas For�as Armadas, dado o seu novo regime. Finalmente, expurgam-se do novo C�digo e em definitivo as refer�ncias anteriores a licen�as especiais para casamento, por atentat�rias do livre direito de constituir fam�lia. 4. No que respeita aos processos comuns de justifica��o, al�m dos destinados � verifica��o dos v�cios do registo e do suprimento da sua omiss�o ou � sua reconstitui��o avulsa, cabe aos tribunais a compet�ncia para decidir os casos de rectifica��o do registo apenas quando se suscitem d�vidas acerca da identidade das pessoas a quem o registo respeita ou esteja em causa o estabelecimento da filia��o. Nos demais casos, a decis�o cabe � conservat�ria competente atrav�s do processo de justifica��o administrativa. Por outro lado, os referidos processos de justifica��o judicial passam a poder ser oficiosamente promovidos pelo conservador, mediante auto de not�cia, logo que tenha conhecimento dos factos que a eles d�o lugar, sem preju�zo da possibilidade sempre reservada aos interessados e ao Minist�rio P�blico de o fazerem. Desta forma, assegura-se n�o s� um not�vel aligeiramento dos servi�os nos tribunais como, por outro lado, se garante um evidente encurtamento no tempo m�dio deste tipo de ac��es, sem preju�zo da tutela judicial, assegurada pela interven��o obrigat�ria do Minist�rio P�blico, e ulterior decis�o final pelo juiz competente. 5. Com vista a imprimir celeridade aos processos respectivos, com as correspondentes vantagens para os utentes e o correlativo descongestionamento dos servi�os da Conservat�ria dos Registos Centrais, transfere-se para a esfera de compet�ncia do conservador do registo civil a decis�o nos processos de verifica��o da capacidade matrimonial de estrangeiros e de suprimento da certid�o de registo, que cabia anteriormente ao conservador da Conservat�ria dos Registos Centrais. Simultaneamente, dispensa-se o registo das senten�as relativas ao estado ou � capacidade civil dos Portugueses proferidas no estrangeiro, na referida Conservat�ria dos Registos Centrais, passando o seu registo a ser efectuado, por meio de averbamento, na conservat�ria detentora do assento respectivo, atrav�s da comunica��o directa do Tribunal da Rela��o onde a senten�a tiver sido revista e confirmada. 6. O novo C�digo alarga ainda a compet�ncia do conservador no sentido de este poder passar a traduzir e certificar as tradu��es dos documentos escritos em l�ngua estrangeira. 7. Sem postergar a facilidade e simplifica��o do servi�o para o utente, e com fundamento nos princ�pios b�sicos da seguran�a, certeza e unicidade registral, regressa-se � pureza do conceito de naturalidade, com o que nos aproximamos, de resto, dos pa�ses que integram a Comiss�o Internacional do Estado Civil. Assim, faz-se equivaler, sem equ�vocos, a naturalidade ao lugar ou local do nascimento, consagrando-se o princ�pio da concord�ncia do registo com a realidade. Mant�m-se, pois, a possibilidade de lavrar o registo, em alternativa, na conservat�ria da �rea do nascimento ou da �rea da resid�ncia da m�e, sem alterar, contudo, o conceito comum de naturalidade e evitando a possibilidade de duplica��o de registos. 8. Na linha de orienta��o j� anunciada no Decreto-Lei n.� 519-F2/79, de 29 de Dezembro, que aprovou a Lei Org�nica dos Servi�os dos Registos e do Notariado, consideram-se agora definitivamente extintos os postos e as delega��es do registo civil. Das delega��es criadas j� nenhuma existe e os raros postos ainda em funcionamento, pese embora o alto contributo prestado ao registo civil em lugares rec�nditos do Pa�s no passado, j� n�o correspondem hoje a uma necessidade real das popula��es, n�o s� face �s reduzidas compet�ncias que lhes eram atribu�das, mas, sobretudo, face � evolu��o dos meios de comunica��o. 9. Merece ainda o maior relevo a consagra��o da isen��o de imposto do selo em todos os actos e processos do registo civil, em aten��o � import�ncia social e ao interesse p�blico dos mesmos. 10. Por �ltimo, prev�-se a aprova��o dos modelos dos livros e dos impressos do registo civil por portaria do Ministro da Justi�a, em ordem a permitir a sua r�pida e atempada adequa��o �s necessidades dos servi�os e aos meios tecnol�gicos, entretanto dispon�veis. Assim:
No uso da autoriza��o legislativa concedida pela Lei n.� 3/95, de 20 de Fevereiro, e nos termos das al�neas a) e b) do n.� 1 do artigo 201.� da Constitui��o, o Governo decreta o seguinte: Artigo 1.�
Aprova��o do C�digo do Registo Civil
� aprovado o C�digo do Registo Civil, que faz parte integrante do presente diploma. Artigo 2.�
Delega��es e postos
S�o extintas as delega��es e postos do registo civil.
O C�digo do Registo Civil entra em vigor no dia 15 de Setembro de 1995.
S�o revogados:
a) O Decreto-Lei n.� 51/78, de 30 de Mar�o;
b) O artigo 1.� do Decreto-Lei n.� 418/79, de 17 de Outubro;
c) O Decreto-Lei n.� 379/82, de 14 de Setembro;
d) O Decreto-Lei n.� 20/87, de 12 de Janeiro;
e) Os artigos 1.�, 2.�, 6.� e 7.� do Decreto-Lei n.� 29/87, de 14 de Janeiro;
f) O artigo 1.� do Decreto-Lei n.� 54/90, de 13 de Fevereiro;
g) Os artigos 11.�, 12.�, 19.�, 51.�, 64.�, 86.� e 87.� do Decreto-Lei n.� 519-F2/79, de 29 de Dezembro; h) Os artigos 5.�, n.� 3, 9.�, 23.�, 99.�, 117.� e 118.� do Decreto Regulamentar n.� 55/80, de 8 de Outubro; i) O artigo 53.�, n.� 3, do Decreto-Lei n.� 414-A/86, de 15 de Dezembro;
j) A Portaria n.� 19856, de 16 de Maio de 1963;
l) Os artigos 18, 64, 84, 90, 2.� parte, 113 e 148 da Tabela Geral do Imposto do Selo. Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 30 de Mar�o de 1995. - An�bal Ant�nio Cavaco Silva - Eduardo de Almeida Catroga - �lvaro Jos� Brilhante Laborinho L�cio. Promulgado em 4 de Maio de 1995.
O Primeiro-Ministro, An�bal Ant�nio Cavaco Silva.
Objecto e valor do registo civil Artigo 1.� Objecto e obrigatoriedade do registo	1 - O registo civil � obrigat�rio e tem por objecto os seguintes factos:
b) A filia��o;
c) A adop��o;
e) As conven��es antenupciais e as altera��es do regime de bens convencionado ou legalmente fixado; f) A regula��o do exerc�cio do poder paternal, sua altera��o e cessa��o;
g) A inibi��o ou suspens�o do exerc�cio do poder paternal e as provid�ncias limitativas desse poder; h) A interdi��o e inabilita��o definitivas, a tutela de menores ou interditos, a administra��o de bens de menores e a curadoria de inabilitados; i) A curadoria provis�ria ou definitiva de ausentes e a morte presumida;
j) A declara��o de insolv�ncia, o indeferimento do respectivo pedido, nos casos de designa��o pr�via de administrador judicial provis�rio, e o encerramento do processo de insolv�ncia; l) A nomea��o e cessa��o de fun��es do administrador judicial e do administrador judicial provis�rio da insolv�ncia, a atribui��o ao devedor da administra��o da massa insolvente, assim como a proibi��o da pr�tica de certos actos sem o consentimento do administrador da insolv�ncia e a cessa��o dessa administra��o; m) A inabilita��o e a inibi��o do insolvente para o exerc�cio do com�rcio e de determinados cargos; n) A exonera��o do passivo restante, assim como o in�cio e cessa��o antecipada do respectivo procedimento e a revoga��o da exonera��o; o) O �bito;
p) Os que determinem a modifica��o ou extin��o de qualquer dos factos indicados e os que decorram de imposi��o legal. 2 - Os factos respeitantes a estrangeiros s� est�o sujeitos a registo obrigat�rio quando ocorram em territ�rio portugu�s.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 53/2004, de 18/03
Consultar vers�es anteriores deste artigo: -1� vers�o: DL n.� 131/95, de 06/06
Artigo 2.� Atendibilidade dos factos sujeitos a registo	Salvo disposi��o legal em contr�rio, os factos cujo registo � obrigat�rio s� podem ser invocados depois de registados.	Artigo 3.� Valor probat�rio do registo	1 - A prova resultante do registo civil quanto aos factos que a ele est�o obrigatoriamente sujeitos e ao estado civil correspondente n�o pode ser ilidida por qualquer outra, a n�o ser nas ac��es de estado e nas ac��es de registo. 2 - Os factos registados n�o podem ser impugnados em ju�zo sem que seja pedido o cancelamento ou a rectifica��o dos registos correspondentes.	Artigo 4.� Prova dos factos sujeitos a registo	A prova dos factos sujeitos a registo s� pode ser feita pelos meios previstos neste C�digo.	Artigo 5.� Actos praticados por �rg�os especiais	1 - Os actos de registo praticados nas condi��es previstas no artigo 9.� s�o obrigatoriamente integrados em suporte inform�tico do registo civil nacional e, na ordem interna, provam-se pelo acesso � base de dados do registo civil ou por meio de certid�o. 2 - Para a integra��o referida no n�mero anterior, as entidades referidas na al�nea a) do n.� 1 do artigo 9.� devem lavrar os assentos, bem como os averbamentos dos factos que decorram dos mesmos, em suporte inform�tico e disponibiliz�-los na base de dados do registo civil nacional. 3 - A integra��o dos assentos de nascimento, de declara��o de maternidade e de perfilha��o em suporte inform�tico do registo civil nacional s� se efectua ap�s atribui��o de cota ou averbamento electr�nicos pela Conservat�ria dos Registos Centrais. 4 - Para a integra��o referida no n.� 1, as entidades referidas nas al�neas b) a d) do n.� 1 do artigo 9.� devem enviar, preferencialmente por via inform�tica, as c�pias aut�nticas ou os duplicados dos assentos �s conservat�rias do registo civil ou � Conservat�ria dos Registos Centrais, de acordo com as regras de compet�ncia previstas nos artigos 10.� e 11.� 5 - Os assentos e processos de registo consulares devem ser disponibilizados na base de dados do registo civil nacional, nos termos definidos por portaria conjunta dos membros do Governo respons�veis pelas �reas dos neg�cios estrangeiros e da justi�a.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Consultar vers�es anteriores deste artigo: -1� vers�o: DL n.� 131/95, de 06/06 -2� vers�o: DL n.� 36/97, de 31/01
Artigo 6.� Actos lavrados pelas autoridades estrangeiras	1 - Os actos de registo lavrados no estrangeiro pelas entidades estrangeiras competentes podem ingressar no registo civil nacional, em face dos documentos que os comprovem, de acordo com a respectiva lei e mediante a prova de que n�o contrariam os princ�pios fundamentais da ordem p�blica internacional do Estado Portugu�s. 2 - Os actos relativos ao estado civil lavrados no estrangeiro perante as autoridades locais que devam ser averbados aos assentos das conservat�rias s�o previamente registados, por meio de assento, nas conservat�rias do registo civil ou na Conservat�ria dos Registos Centrais, de acordo com as regras de compet�ncia previstas nos artigos 10.� e 11.� 3 - Exceptuam-se do disposto no n�mero anterior os casos previstos no artigo 190.� e o registo de �bito de estrangeiro que dissolva casamento registado em Portugal. 4 - Se os actos respeitarem a estrangeiros, o seu ingresso no registo apenas � permitido quando o requerente mostre leg�timo interesse na transcri��o.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 7.� Decis�es dos tribunais estrangeiros	1 - As decis�es dos tribunais estrangeiros relativas ao estado ou � capacidade civil dos Portugueses, depois de revistas e confirmadas, s�o directamente registadas por meio de averbamento aos assentos a que respeitam. 2 - As decis�es dos tribunais estrangeiros, referentes ao estado ou � capacidade civil dos estrangeiros, est�o nos mesmos termos sujeitas a registo, lavrado por averbamento ou por assento, consoante constem ou n�o do registo civil portugu�s os assentos a que devam ser averbadas. 3 - As decis�es dos tribunais eclesi�sticos, respeitantes � nulidade do casamento cat�lico ou � dispensa do casamento rato e n�o consumado, s�o averbadas aos respectivos assentos, independentemente de revis�o e confirma��o.	CAP�TULO II
�rg�os do registo civil Artigo 8.� �rg�os privativos	Os �rg�os privativos do registo civil s�o as conservat�rias do registo civil e a Conservat�ria dos Registos Centrais.	Artigo 9.� �rg�os especiais	1 - A t�tulo excepcional, podem desempenhar fun��es de registo civil:
a) Os agentes diplom�ticos e consulares portugueses em pa�s estrangeiro;
b) Os comiss�rios de marinha dos navios do Estado, os capit�es, mestres ou patr�es nas embarca��es particulares portuguesas e os comandantes das aeronaves nacionais; c) As entidades designadas nos regulamentos militares;
d) Quaisquer indiv�duos nos casos especialmente previstos na lei.
2 - Os actos praticados nos termos do n�mero anterior devem obedecer, na parte aplic�vel, aos preceitos deste C�digo.	CAP�TULO III Regras de compet�ncia Artigo 10.� Conservat�rias do registo civil	1 - Compete �s conservat�rias do registo civil o registo de todos os factos previstos neste C�digo quando ocorridos em territ�rio portugu�s, qualquer que seja a nacionalidade dos indiv�duos a quem respeitem. 2 - Compete �s mesmas conservat�rias lavrar os registos: a) De casamento celebrado no estrangeiro; b) De �bito ocorrido no estrangeiro; c) De �bito ocorrido em viagem, a bordo de navio ou aeronave portugueses; d) De casamento urgente contra�do em campanha no estrangeiro por militares portugueses; e) De casamento urgente, em viagem, a bordo de navio ou aeronave de portugueses, qualquer que seja a nacionalidade dos nubentes. 3 - (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 11.� Conservat�ria dos Registos Centrais	1 - Compete � Conservat�ria dos Registos Centrais lavrar os registos: a) De nascimento, de declara��o de maternidade e de perfilha��o, respeitantes a portugueses, quando ocorridos no estrangeiro, com excep��o dos nascimentos ocorridos em unidades de sa�de no estrangeiro, ao abrigo de protocolo celebrado com o Estado Portugu�s; b) De nascimento ocorrido em viagem, a bordo de navio ou aeronave portugueses; c) (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.) d) (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.) e) (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.) f) (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.) g) (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.) h) De transcri��o das decis�es proferidas pelos tribunais estrangeiros, nos termos do n.� 2 do artigo 7.�; i) (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.) 2 - Compete tamb�m � Conservat�ria dos Registos Centrais a integra��o dos assentos correspondentes aos factos previstos na al�nea a) do n�mero anterior, nos termos do n.� 3 do artigo 5.�, se estes tiverem sido lavrados pelos agentes diplom�ticos ou consulares portugueses. 3 - Compete ainda � Conservat�ria dos Registos Centrais o registo, por meio de assento, das decis�es judiciais que devam ser averbadas a assento de nascimento cujo registo n�o seja obrigat�rio.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - Rect. n.� 6-C/97, de 31/03 - Lei n.� 29/2007, de 02/08 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Consultar vers�es anteriores deste artigo: -1� vers�o: DL n.� 131/95, de 06/06 -2� vers�o: DL n.� 36/97, de 31/01 -3� vers�o: Rect. n.� 6-C/97, de 31/03 -4� vers�o: Lei n.� 29/2007, de 02/08
Artigo 12.� Compet�ncia das conservat�rias	Os factos sujeitos a registo civil podem ser lavrados em qualquer conservat�ria, salvo disposi��o especial que fixe a conservat�ria competente.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 13.� Intermedia��o com a Conservat�ria dos Registos Centrais	1 - Os requerimentos, declara��es e documentos para a instru��o de actos e processos de registo destinados � Conservat�ria dos Registos Centrais podem ser apresentados por interm�dio de qualquer conservat�ria do registo civil, a qual procede ao seu envio imediato, por via inform�tica. 2 - As declara��es previstas no n�mero anterior s�o reduzidas a escrito, sendo lidas na presen�a simult�nea de todos os intervenientes pelo conservador ou pelo oficial de registos da conservat�ria. 3 - Recebida a declara��o, a Conservat�ria dos Registos Centrais lavra o respectivo assento, no prazo de um dia. 4 - Se as declara��es tiverem defici�ncias, a conservat�ria referida no n�mero anterior solicita, de imediato, a sua rectifica��o aos interessados sem o pagamento de encargos adicionais, podendo a rectifica��o ser promovida em qualquer conservat�ria do registo civil.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 324/2007, de 28/09
CAP�TULO IV Suportes dos actos e sua reconstitui��o SEC��O I Suportes e reconstitui��o de actos e processos de registo Artigo 14.� Suportes dos actos das conservat�rias	1 - Os actos e processos de registo civil, bem como os restantes procedimentos que corram termos nas conservat�rias s�o lavrados em suporte inform�tico, nos termos a regulamentar por portaria do membro do Governo respons�vel pela �rea da justi�a. 2 - As comunica��es e notifica��es, a apresenta��o de requerimentos e pedidos e o envio de documentos previstos no presente C�digo podem ser efectuados por via electr�nica, nos termos a regulamentar por portaria do membro do Governo respons�vel pela �rea da justi�a. 3 - (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.) 4 - (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 15.� Reconstitui��o de actos e processos de registo	1 - Quando se inutilizar algum suporte de acto ou processo de registo, deve proceder-se � reconstitui��o do acto ou processo, nos termos a regular por portaria do membro do Governo respons�vel pela �rea da justi�a. 2 - (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.) 3 - (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.) 4 - (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 324/2007, de 28/09
SEC��O II Arquivo de documentos Artigo 16.� Arquivo de documentos	1 - Os processos e documentos que serviram de base � realiza��o de registos, ou que lhes respeitem, s�o arquivados, devendo o arquivo ser efectuado por via electr�nica, nos termos a determinar pelo presidente do Instituto dos Registos e do Notariado, I. P. (IRN, I. P.) 2 - Os documentos f�sicos arquivados nas conservat�rias s� podem ser retirados das mesmas mediante autoriza��o do presidente do IRN, I. P., salvo caso de for�a maior ou noutros casos expressamente previstos na lei.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 17.� Destrui��o de documentos	1 - Todos os documentos que tenham sido digitalizados devem ser destru�dos imediatamente. 2 - Podem ser destru�dos, desde que tenham mais de um ano, os documentos arquivados que n�o tenham servido de base a qualquer registo, devendo ser feita a sua pr�via identifica��o, segundo a natureza e data, bem como a devida anota��o no invent�rio da conservat�ria. 3 - Os documentos comprovativos das despesas podem ser destru�dos, desde que tenham mais de cinco anos, nos termos referidos no n�mero anterior. 4 - Podem ser destru�das, desde que tenham mais de um ano, as certid�es de senten�as proferidas ou revistas e confirmadas por tribunais portugueses, bem como as certid�es de decis�es proferidas pelos conservadores que tenham servido de base a averbamentos.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 18.� Legaliza��o dos livros de assentos	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 19.� Verbetes onom�sticos	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 20.� Encaderna��o dos livros de assentos	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 228/2001, de 20/08 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Consultar vers�es anteriores deste artigo: -1� vers�o: DL n.� 131/95, de 06/06 -2� vers�o: DL n.� 36/97, de 31/01 -3� vers�o: DL n.� 228/2001, de 20/08
Artigo 21.� Livro Di�rio	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - Rect. n.� 96/95, de 31/07 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Consultar vers�es anteriores deste artigo: -1� vers�o: DL n.� 131/95, de 06/06 -2� vers�o: Rect. n.� 96/95, de 31/07
Artigo 22.� Livros de invent�rio e de receitas e despesas	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 23.� Aprova��o de modelos	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 24.� Livros de registo paroquial e da administra��o do concelho	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 25.� Fundamento	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 26.� Reconstitui��o, havendo duplicados ou extractos	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 27.� Reconstitui��o, na falta de duplicados ou extractos	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 28.� Reclama��es	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 228/2001, de 20/08 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Consultar vers�es anteriores deste artigo: -1� vers�o: DL n.� 131/95, de 06/06 -2� vers�o: DL n.� 228/2001, de 20/08
Artigo 29.� Julgamento das reclama��es	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 30.� Legaliza��o dos livros reformados	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 31.� Reforma parcial	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 32.� Requisitos especiais dos assentos reformados	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 33.� Suprimento das omiss�es n�o reclamadas	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 34.� Guarda do arquivo	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 228/2001, de 20/08 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 35.� Processos, boletins e documentos	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 36.� Correspond�ncia expedida e recebida	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 37.� Destrui��o de livros e documentos	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 228/2001, de 20/08 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 38.� Remessa de livros e documentos a outros arquivos	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 228/2001, de 20/08 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Partes e outros intervenientes em actos de registo Artigo 39.� Quem � parte	Dizem-se partes, em rela��o a cada registo, o declarante e as pessoas a quem o facto directamente respeite, ou de cujo consentimento dependa a plena efic�cia deste.	Artigo 40.� Identifica��o do declarante	1 - Os declarantes s�o identificados, no texto dos assentos em que intervieram, mediante a men��o do seu nome completo e resid�ncia habitual. 2 - (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.) 3 - (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.) 4 - (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - Rect. n.� 96/95, de 31/07 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 41.� Interven��o de pessoa surda, muda ou surda-muda	1 - A interven��o de indiv�duos surdos, mudos ou surdos-mudos em actos de registo s� pode fazer-se, consoante os casos, mediante a leitura dos assentos e documentos pelos pr�prios, ou por int�rprete id�neo que, sob juramento legal, seja nomeado no acto. 2 - Os mudos e os surdos-mudos que saibam ler e escrever devem exprimir a sua vontade por escrito, em resposta �s perguntas que, tamb�m por escrito, lhes forem formuladas pelo funcion�rio, arquivando-se ambos os escritos. 3 - Dos actos lavrados com interven��o de int�rprete, identificado pelo nome completo, deve constar a men��o de que o mesmo prestou juramento legal.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 42.� Nomea��o de int�rprete aos que n�o conhecerem a l�ngua portuguesa	Quando alguma das partes n�o conhecer a l�ngua portuguesa e o funcion�rio n�o dominar o idioma em que a parte se exprime, deve ser nomeado um int�rprete, nos termos e para os fins previstos no artigo anterior.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 43.� Representa��o por procurador	1 - A parte pode fazer-se representar por procurador com poderes especiais para o acto. 2 - A procura��o pode ser outorgada por documento assinado pelo representado, com reconhecimento presencial da assinatura, por documento autenticado ou por instrumento p�blico. 3 - Se a procura��o tiver sido passada a advogado ou solicitador, � suficiente documento assinado pelo representado. 4 - (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.) 5 - (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09 - Rect. n.� 107/2007, de 27/11
Consultar vers�es anteriores deste artigo: -1� vers�o: DL n.� 131/95, de 06/06 -2� vers�o: DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 44.� Procura��o para casamento	1 - No acto da celebra��o do casamento s� um dos nubentes pode fazer-se representar por procurador. 2 - A procura��o para representa��o de um dos nubentes ou para concess�o do consentimento necess�rio � celebra��o do casamento de menores deve individualizar o outro nubente e indicar a modalidade do casamento.	Artigo 45.� Testemunhas	1 - Nos assentos de nascimento podem intervir duas testemunhas e nos de casamento entre duas a quatro testemunhas. 2 - Nos assentos de qualquer esp�cie pode ser exigida a interven��o de duas testemunhas se ao conservador se suscitarem d�vidas fundadas acerca da veracidade das declara��es ou da identidade das partes. 3 - As testemunhas consideram-se sempre abonat�rias da identidade das partes, bem como da veracidade das respectivas declara��es, e respondem, no caso de falsidade, tanto civil como criminalmente. 4 - � identifica��o das testemunhas � aplic�vel o disposto no artigo 40.�	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 46.� Quem pode ser testemunha	1 - Em qualquer assento s� podem ser testemunhas pessoas id�neas e maiores ou emancipadas. 2 - As testemunhas podem ser parentes ou afins das partes e dos funcion�rios.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 47.� Impedimento do funcion�rio	1 - O conservador n�o pode realizar actos em que intervenham, como partes ou como seus procuradores ou representantes, ele pr�prio, o seu c�njuge ou qualquer parente ou afim, na linha recta ou em 2.� grau da linha colateral. 2 - O impedimento a que se refere o n�mero anterior � extensivo aos funcion�rios da conservat�ria a que pertence o conservador impedido que o devam substituir. 3 - Ao conservador que exer�a a advocacia � vedado aceitar mandato nos processos previstos nos artigos 253.�, 255.�, 266.� e 271.�	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 273/2001, de 13/10 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Consultar vers�es anteriores deste artigo: -1� vers�o: DL n.� 131/95, de 06/06 -2� vers�o: DL n.� 273/2001, de 13/10
SEC��O II Documentos para actos e processos de registo Artigo 48.� Instru��o de actos e processos de registo	1 - Para a instru��o de actos e processos de registo � dispensada a apresenta��o de certid�es de actos ou documentos, sempre que estes estejam dispon�veis na base de dados do registo civil ou tenham sido lavrados ou se encontrem arquivados na conservat�ria onde foi requerido o acto ou processo. 2 - O disposto no n�mero anterior tamb�m � aplic�vel quando o acto tenha sido lavrado ou o documento se encontre arquivado em conservat�ria do registo civil diferente daquela onde foi requerido o acto ou processo, ou em qualquer outro servi�o de registo. 3 - Na sequ�ncia de pedidos ou requerimentos de actos e processos de registo, se se verificar que os actos ou documentos necess�rios n�o est�o dispon�veis na base de dados do registo civil, devem ser imediatamente integrados na mesma. 4 - Fora dos casos previstos nos n.os 1 e 2, a conservat�ria onde foi requerido o acto ou processo deve solicitar oficiosamente �s entidades ou servi�os da Administra��o P�blica o envio de certid�es de actos lavrados ou de documentos arquivados naquelas entidades ou servi�os, preferencialmente por via electr�nica. 5 - A conservat�ria � reembolsada pelo requerente do acto ou processo das despesas resultantes dos pagamentos devidos �s entidades referidas no n�mero anterior.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 49.� Documentos passados em pa�s estrangeiro	1 - Os documentos passados em pa�s estrangeiro, em conformidade com a lei local, podem servir de base a actos de registo ou instruir processos independentemente de pr�via legaliza��o, desde que n�o haja d�vidas fundadas acerca da sua autenticidade. 2 - Em caso de d�vida sobre a autenticidade do conte�do de documentos emitidos no estrangeiro, pode ser solicitada �s autoridades emitentes a confirma��o da sua autenticidade, sendo os encargos suportados pelos interessados. 3 - A promo��o oficiosa das dilig�ncias exigidas pela confirma��o prevista no n�mero anterior constitui fundamento de susta��o da feitura do registo ou da prossecu��o do procedimento a instruir com o documento cuja autenticidade se pretende confirmar. 4 - Se, em virtude das dilig�ncias referidas no n�mero anterior, for verificada a falta de autenticidade do documento emitido, o conservador deve recusar a atribui��o de qualquer valor probat�rio ao mesmo. 5 - Se, em virtude das dilig�ncias referidas no n.� 3, se concluir pelo car�cter defeituoso ou incorrecto do documento emitido, o conservador aprecia livremente em que medida o seu valor probat�rio � afectado pelo defeito ou incorrec��o verificada. 6 - A recusa pelo conservador de atribui��o de valor probat�rio ao documento e a atribui��o de valor probat�rio parcial ao mesmo s�o notificadas ao interessado no registo ou procedimento, para efeitos do disposto no n.� 2 do artigo 292.� 7 - Sendo interposto o recurso a que se refere o n.� 2 do artigo 292.�, a falta de valor probat�rio, total ou parcial, do documento emitido em pa�s estrangeiro pode ser suprida com base nas declara��es ou meios de prova complementares apresentados em sede de recurso. 8 - Os documentos referidos no n.� 1, quando escritos em l�ngua estrangeira, devem ser acompanhados de tradu��o feita ou certificada nos termos previstos na lei.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Modalidades do registo Artigo 50.� Assentos e averbamentos	1 - O registo civil dos factos a ele sujeitos � lavrado por meio de assento ou de averbamento. 2 - Os averbamentos s�o havidos como parte integrante do assento a que respeitam.	SUBSEC��O I
Assentos Artigo 51.� Formas de os lavrar	Os assentos s�o lavrados por inscri��o ou por transcri��o.	Artigo 52.� Assentos lavrados por inscri��o	S�o lavrados por inscri��o:
a) Os assentos de nascimento e de �bito ocorridos em territ�rio portugu�s, quando declarados directamente na reparti��o competente; b) Os assentos de nascimento e de �bito de portugueses ocorridos no estrangeiro, quando declarados nas condi��es da al�nea anterior; c) Os assentos de nascimento e de �bito ocorridos em viagem a bordo de navio ou aeronave, quando as autoridades de bordo n�o tenham lavrado o respectivo registo e o facto s� venha a ser declarado nas condi��es da al�nea a); d) Os assentos de declara��o de maternidade e de perfilha��o, quando prestadas perante o funcion�rio do registo civil e n�o constem do registo de nascimento; e) Os assentos de casamento civil n�o urgente, celebrado em territ�rio portugu�s ou realizado no estrangeiro perante agente diplom�tico ou consular portugu�s.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01
Artigo 53.� Assentos lavrados por transcri��o	1 - S�o lavrados por transcri��o: a) Os assentos lavrados na Conservat�ria dos Registos Centrais, com base em declara��o prestada em conservat�ria intermedi�ria; b) Os assentos lavrados com base nos autos ou nas comunica��es a que se referem os artigos 106.� e 203.�; c) Os assentos de casamento cat�lico, de casamento civil sob forma religiosa ou de casamento civil urgente, celebrados em territ�rio portugu�s; d) Os assentos de casamento cat�lico ou civil, celebrado no estrangeiro, perante as autoridades locais competentes, por portugueses ou por estrangeiros que adquiram a nacionalidade portuguesa; e) Os assentos de casamento admitidos a registo, nos termos do n.� 4 do artigo 6.�; f) Os assentos de factos cujo registo tenha sido realizado pelos funcion�rios ou pelas autoridades a que se referem as al�neas b), c) e d) do n.� 1 do artigo 9.� 2 - S�o ainda lavrados por transcri��o os assentos ordenados por decis�o judicial ou do conservador, os assentos a que se referem o n.� 2 do artigo 6.�, o n.� 3 do artigo 11.�, o n.� 1 do artigo 33.� e o artigo 82.� e, em geral, os assentos de factos ocorridos no estrangeiro, cujos registos tenham sido efectuados pelas autoridades locais. 3 - Exceptuam-se do disposto na al�nea c) do n.� 1 os casamentos cat�licos celebrados entre c�njuges j� vinculados por casamento civil n�o dissolvido.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 273/2001, de 13/10 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Consultar vers�es anteriores deste artigo: -1� vers�o: DL n.� 131/95, de 06/06 -2� vers�o: DL n.� 36/97, de 31/01 -3� vers�o: DL n.� 273/2001, de 13/10
Artigo 54.� Assentos consulares	1 - Os assentos referentes a portugueses realizados no estrangeiro pelos agentes diplom�ticos ou consulares s�o lavrados em suporte inform�tico e disponibilizados na base de dados do registo civil nacional, sem preju�zo do disposto no n.� 3 do artigo 5.� 2 - (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.) 3 - (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 55.� Requisitos gerais	1 - Al�m dos requisitos privativos de cada esp�cie, os assentos devem conter os seguintes elementos: a) N�mero de ordem; b) Identifica��o das partes e de outros intervenientes; c) Designa��o da conservat�ria e indica��o do dia, m�s e ano em que s�o lavrados; d) Men��o de que as declara��es que serviram de base ao assento foram prestadas perante oficial p�blico; e) Aposi��o do nome do conservador ou oficial de registos, precedida da designa��o do cargo ou categoria. 2 - A interven��o de int�rprete e de procurador � mencionada no texto do assento, com indica��o do nome completo. 3 - (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 56.� Men��es especiais dos assentos lavrados por transcri��o	1 - Nos assentos lavrados por transcri��o, al�m das men��es legais privativas da sua esp�cie, extra�das do respectivo t�tulo, faz-se constar a natureza, a proveni�ncia e a data da emiss�o do t�tulo. 2 - Se o assento respeitar a acto lavrado no estrangeiro por autoridade local, a transcri��o � feita mediante reprodu��o das men��es constantes do t�tulo relativas ao modelo legal do assento ou, quando n�o haja modelo legal de assento, por simples recolha dos elementos necess�rios � realiza��o dos averbamentos previstos na lei. 3 - Se o t�tulo for omisso ou enfermar de irregularidade quanto a elementos de identifica��o ou referencia��o, a transcri��o � efectuada, sempre que poss�vel, por recolha dos elementos que constem do processo, a fim de permitir a sua correcta men��o no texto do assento. 4 - Para efeitos do disposto no n�mero anterior, � oficiosamente consultada a base de dados do registo civil, sendo integrados na base de dados os documentos que se mostrem necess�rios, de forma a permitir o completamento ou a correc��o dos elementos constantes do t�tulo apresentado para transcri��o, podendo ainda ser ouvidos os interessados, se tal for necess�rio. 5 - A transcri��o pode tamb�m ser completada, por averbamento, quanto a outras men��es que n�o interessem � subst�ncia do acto, com base nas declara��es dos interessados, provadas documentalmente.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 57.� Lugar em que podem ser lavrados	1 - Os assentos s�o lavrados nas conservat�rias ou, mediante pedido verbal dos interessados, nas unidades de sa�de ou em qualquer outro lugar a que o p�blico tenha acesso. 2 - O disposto no n�mero anterior � aplic�vel aos autos de consentimento para casamento e aos autos de declara��o destinados a servir de base a actos de registo ou � instaura��o dos respectivos processos. 3 - (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - Lei n.� 29/2007, de 02/08 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Consultar vers�es anteriores deste artigo: -1� vers�o: DL n.� 131/95, de 06/06 -2� vers�o: Lei n.� 29/2007, de 02/08
Artigo 58.� Composi��o	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 59.� Regras a observar na escrita dos assentos	1 - Os assentos devem ser escritos por extenso, em face das declara��es das partes ou das pr�prias observa��es do funcion�rio, na presen�a daquelas e dos demais intervenientes, ou com base nos documentos apresentados. 2 - � permitido o uso de abreviaturas de significado inequ�voco e a escrita das datas e dos n�meros por algarismos. 3 - (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.) 4 - (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.) 5 - (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 60.� Ordem de prioridade e numera��o	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 61.� Elabora��o dos assentos e aposi��o do nome do funcion�rio	1 - Os assentos podem ser lavrados pelo conservador ou por oficial de registos. 2 - Depois de lavrados, os assentos s�o lidos na presen�a de todos os intervenientes e o conservador ou o oficial de registos ap�e neles o seu nome. 3 - Se, depois da leitura, o conservador ou o oficial ficar impossibilitado de apor o seu nome no assento ou se recusar a faz�-lo, deve ser mencionada a raz�o por que o assento fica incompleto. 4 - Os assentos por transcri��o s�o lavrados sem a interven��o das partes ou de qualquer outra pessoa, salvo o disposto no n.� 2 do artigo 157.� 5 - Se de um assento n�o constar a aposi��o do nome do conservador ou oficial, o conservador que notar a omiss�o deve apor nele o seu nome, mencionando a omiss�o e a data em que foi suprida, se, em face de documentos ou de dilig�ncias efectuadas, obtiver elementos que permitam concluir que o registo estava em condi��es de ser lavrado.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 62.� Inalterabilidade e men��es indevidas dos registos	1 - Nenhuma altera��o pode ser introduzida no texto dos registos ap�s a aposi��o do nome do conservador ou do oficial de registos. 2 - As men��es constantes dos registos, al�m das previstas na lei, s�o havidas como n�o escritas.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 63.� Cotas de refer�ncia	1 - Na sequ�ncia do texto dos assentos, al�m das cotas especiais previstas neste C�digo, deve constar o n�mero atribu�do ao processo que cont�m os documentos que serviram de base ao assento. 2 - (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.) 3 - As cotas de refer�ncia a outros assentos, previstas em disposi��o especial, consistem na indica��o do n�mero, ano e conservat�ria detentora do assento referenciado. 4 - A seguir a averbamentos j� lavrados, devem ser lan�adas cotas de refer�ncia � integra��o ulterior dos assentos dos factos a que respeitam.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 324/2007, de 28/09
igo 65.� Comunica��es a efectuar pelos tribunais e not�rios	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 65.� Exame do auto	1 - Recebido o auto e achado conforme, � lavrado o respectivo assento, no prazo de quarenta e oito horas, arquivando-se aquele e os demais documentos que o acompanhem com as anota��es previstas no artigo 48.� 2 - Se as declara��es acusarem defici�ncias, o conservador deve devolv�-las, por of�cio, no prazo de vinte e quatro horas, a contar da recep��o, a fim de, consoante os casos, serem devidamente rectificadas ou repetidas.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 66.� Data	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 67.� Repeti��o	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 68.� Averbamentos em geral	1 - As altera��es ao conte�do dos assentos que devam ser registadas s�o lan�adas na sequ�ncia do texto, por meio de averbamento. 2 - (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 69.� Averbamentos ao assento de nascimento	1 - Ao assento de nascimento s�o especialmente averbados:
a) O casamento, sua dissolu��o, declara��o de inexist�ncia ou nulidade, anula��o e sana��o in radice, bem como a separa��o em qualquer das suas modalidades e a reconcilia��o dos c�njuges legalmente separados; b) O estabelecimento da filia��o;
c) O casamento dos pais, entre si, posterior ao registo de nascimento do filho; d) A adop��o plena e a revis�o da respectiva senten�a e a adop��o restrita, sua convers�o, revis�o e revoga��o; e) A regula��o do exerc�cio do poder paternal, sua cessa��o e a altera��o que respeite � confian�a do filho; f) A inibi��o e a suspens�o do exerc�cio do poder paternal, bem como as provid�ncias limitativas desse poder; g) A interdi��o e a inabilita��o definitivas, a tutela de menor ou interdito, a administra��o de bens de menor e a curadoria de inabilitado, a curadoria provis�ria ou definitiva de ausente e a incapacidade de menor casado para administrar os bens, sua modifica��o e extin��o; h) A declara��o de insolv�ncia, o indeferimento do respectivo pedido e o encerramento do processo de insolv�ncia; i) A nomea��o e cessa��o de fun��es do administrador judicial e do administrador judicial provis�rio da insolv�ncia, a atribui��o ao devedor da administra��o da massa insolvente, bem como a proibi��o da pr�tica de certos actos sem o consentimento do administrador da insolv�ncia e a cessa��o dessa administra��o; j) A inabilita��o e a inibi��o do insolvente para o exerc�cio do com�rcio e de determinados cargos; l) O in�cio, cessa��o antecipada e decis�o final do procedimento de exonera��o do passivo restante e a revoga��o desta; m) A altera��o de nome;
n) A conserva��o dos apelidos dos c�njuges que tenha lugar em caso de dissolu��o do casamento ou de novas n�pcias; o) O �bito e a morte presumida judicialmente declarada;
p) Em geral, todos os factos jur�dicos que modifiquem os elementos de identifica��o ou o estado civil do registado. 2 - A perfilha��o dependente de assentimento s� � averbada quando este for prestado. 3 - Os factos referidos na al�nea h) do n.� 1 s�o averbados aos assentos de nascimento dos filhos.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 273/2001, de 13/10 - Rect. n.� 20-AS/2001, de 30/11 - DL n.� 53/2004, de 18/03
Consultar vers�es anteriores deste artigo: -1� vers�o: DL n.� 131/95, de 06/06 -2� vers�o: DL n.� 36/97, de 31/01 -3� vers�o: DL n.� 273/2001, de 13/10 -4� vers�o: Rect. n.� 20-AS/2001, de 30/11
Artigo 70.� Averbamentos ao assento de casamento	1 - Ao assento de casamento s�o especialmente averbados:
a) O casamento cat�lico celebrado entre pessoas j� casadas civilmente;
b) A dissolu��o, inexist�ncia, declara��o de nulidade ou anula��o do casamento; c) A morte presumida de qualquer dos c�njuges;
d) A sana��o in radice do casamento cat�lico nulo;
e) A sana��o da anulabilidade do casamento celebrado por menor n�o n�bil, por interdito ou inabilitado por anomalia ps�quica ou sem a interven��o das testemunhas exigidas; f) A separa��o de pessoas e bens, a reconcilia��o dos c�njuges separados e a simples separa��o judicial de bens; g) A exist�ncia de conven��o antenupcial, quando desta for feita prova ap�s a celebra��o do casamento; h) As altera��es ao regime de bens convencionado ou legalmente fixado.
2 - O averbamento dos factos previstos nas al�neas a) a d) e f) do n�mero anterior deve preceder a dos correspondentes averbamentos aos assentos de nascimento dos c�njuges.	Artigo 71.� Averbamentos ao assento de �bito	Ao assento de �bito � especialmente averbado qualquer elemento de identifica��o ou referencia��o do falecido de que o conservador venha a ter conhecimento depois de lavrado o assento.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 228/2001, de 20/08
Artigo 72.� Averbamentos ao assento de perfilha��o	Ao assento de perfilha��o � especialmente averbado o assentimento do perfilhado, quando necess�rio, se n�o houver sido dado no pr�prio acto de perfilha��o.	Artigo 73.� Lan�amento dos averbamentos	1 - Os averbamentos obedecem aos modelos aprovados e s�o lan�ados com refer�ncia aos assentos ou documentos que lhes serviram de base. 2 - Se o documento base do averbamento for omisso quanto a elementos que n�o interessem � subst�ncia do facto, mas sejam indispens�veis � sua feitura, podem aqueles ser completados com outros documentos. 3 - Aos averbamentos � aplic�vel o disposto no n.� 2 do artigo 59.� e no n.� 2 do artigo 62.� 4 - Os averbamentos s�o lan�ados imediatamente ap�s a realiza��o do acto.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 74.� Aposi��o do nome do funcion�rio	1 - Os averbamentos devem conter a aposi��o do nome do conservador ou de oficial de registos. 2 - Se de um averbamento n�o constar a aposi��o do nome do conservador ou oficial, o conservador que notar a omiss�o deve nele apor o seu nome, mencionando a omiss�o e a data em que foi suprida, se verificar, em face dos assentos correspondentes ou dos documentos arquivados, que o averbamento estava em condi��es de ser efectuado. 3 - Se ap�s a feitura do averbamento se concluir que n�o � poss�vel a aposi��o do nome do funcion�rio, deve ser mencionada, de forma sucinta, a raz�o por que o averbamento fica incompleto.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 228/2001, de 20/08 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 75.� Averbamento em conservat�ria distinta da que lavrou o registo	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 76.� Formalidades posteriores	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 77.� D�vidas sobre o assento	1 - Compete � conservat�ria que lavrar o assento de que decorra averbamento efectuar as dilig�ncias necess�rias � localiza��o do assento a que o facto deva ser averbado. 2 - Se houver erro na feitura do assento ou omiss�o deste, deve ser instaurado o competente processo de justifica��o administrativa ou judicial, a fim de que o averbamento possa ser efectuado. 3 - (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.) 4 - (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.) 5 - N�o devem constituir obst�culo � realiza��o do averbamento as diverg�ncias que n�o suscitem d�vidas sobre a identidade das pessoas a quem respeite o facto a averbar. 6 - (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 78.� Comunica��o de decis�es judiciais	1 - O tribunal deve comunicar a qualquer conservat�ria do registo civil, sempre que poss�vel por via electr�nica, as decis�es proferidas em ac��es respeitantes a factos sujeitos a registo que devam ser averbados, salvo o disposto no artigo 274.� 2 - A comunica��o prevista no n�mero anterior � enviada no prazo de cinco dias ap�s o tr�nsito em julgado da decis�o e dela tem de constar a indica��o do tribunal, ju�zo e sec��o em que correu o processo, a identifica��o das partes, o objecto da ac��o e da reconven��o, se a houver, os fundamentos do pedido, a transcri��o da parte dispositiva da senten�a, a data desta e do tr�nsito em julgado e, bem assim, os demais elementos necess�rios ao averbamento. 3 - O disposto no n.� 1 n�o prejudica a possibilidade de o presidente do IRN, I. P., determinar a distribui��o por outras conservat�rias do servi�o de registo das decis�es judiciais comunicadas.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 79.� Conservat�rias a que devem ser remetidas as certid�es	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 80.� Comunica��es de averbamentos feitos com base em decis�es judiciais	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 81.� Averbamentos omissos	1 - A omiss�o de averbamento deve ser suprida oficiosamente, qualquer que seja a data da verifica��o do facto a averbar, solicitando-se a remessa dos documentos necess�rios, se disso for caso. 2 - A omiss�o pode ser suprida por iniciativa dos interessados em face do documento que comprove o facto a averbar. 3 - (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.) 4 - Para efeitos do disposto no n�mero anterior, pode ser apresentada certid�o do assento consular do casamento ou do �bito ocorrido no estrangeiro, ainda que n�o integrado nos termos do artigo 5.�	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 81.�-A Elimina��o de averbamentos de factos respeitantes ao processo de insolv�ncia	1 - Os averbamentos de factos respeitantes ao processo de insolv�ncia s�o eliminados mediante a elabora��o oficiosa de um novo assento de nascimento nas seguintes situa��es: a) Imediatamente ap�s o registo do tr�nsito em julgado da senten�a de indeferimento do pedido de declara��o de insolv�ncia; b) Decorridos cinco anos ap�s o registo da decis�o de encerramento do processo de insolv�ncia ou da confirma��o do fim do per�odo de fiscaliza��o da execu��o do plano de insolv�ncia; c) Decorridos cinco anos ap�s o final dos per�odos fixados para a inabilita��o e para a inibi��o para o exerc�cio do com�rcio e de determinados cargos, a contar do final do per�odo mais longo. 2 - Se existir registo do despacho inicial relativo ao procedimento de exonera��o do passivo restante, a elabora��o oficiosa de um novo assento de nascimento ocorre nas seguintes situa��es: a) Imediatamente ap�s o registo da decis�o final, caso a exonera��o tenha sido concedida; b) Decorridos cinco anos ap�s o registo da decis�o final, caso a exonera��o n�o tenha sido concedida; c) Decorridos cinco anos ap�s o registo do despacho de cessa��o antecipada da exonera��o; d) Imediatamente ap�s o registo do despacho de cessa��o antecipada da exonera��o, caso a cessa��o antecipada se deva � satisfa��o integral de todos os cr�ditos sobre a insolv�ncia; e) Decorridos cinco anos ap�s o registo do despacho de revoga��o da exonera��o. 3 - Verificando-se relativamente � mesma pessoa mais de um dos registos previstos nos n�meros anteriores, a elabora��o oficiosa de um novo assento de nascimento s� tem lugar uma vez decorrido o prazo mais longo. 4 - O novo registo deve ser lavrado nos termos e com os elementos exigidos neste C�digo. 5 - Na sequ�ncia do novo registo s�o lan�ados os averbamentos dos factos n�o integrados constantes do primitivo assento, o qual � cancelado. Aditado pelo seguinte diploma: Decreto-Lei n.� 324/2007, de 28 de Setembro	Artigo 82.� Transcri��o de assentos	(Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 228/2001, de 20/08 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Omiss�o de registo Artigo 83.� Suprimento da omiss�o	1 - Se n�o for poss�vel suprir, nos termos especialmente previstos neste C�digo, a omiss�o de registo n�o oportunamente lavrado, deve a mesma ser suprida por uma das formas seguintes: a) Tratando-se de registo que deva ser lavrado por inscri��o, o registo omitido � efectuado mediante decis�o do conservador em processo de justifica��o administrativa; b) Se o registo tiver de ser feito por transcri��o, o conservador deve requisitar � entidade competente o t�tulo necess�rio para o lavrar; c) Se n�o houver sido lavrado o original, o conservador deve providenciar para que a entidade competente fa�a suprir a omiss�o e remeta � conservat�ria o respectivo t�tulo; d) Se n�o for poss�vel obter o t�tulo destinado � transcri��o, aplica-se o disposto na al�nea a). 2 - O conservador, logo que tenha conhecimento da omiss�o de um registo, � obrigado a promover o seu suprimento, com as dilig�ncias que ao caso couberem.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 273/2001, de 13/10
Artigo 84.� Elementos a levar ao registo	A decis�o que determine a realiza��o do registo omitido fixa concreta e expressamente todos os elementos a levar ao registo, consoante os requisitos legais de cada esp�cie.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 273/2001, de 13/10
SEC��O V V�cios do registo SUBSEC��O I Inexist�ncia jur�dica do registo Artigo 85.� Fundamentos	1 - O registo � juridicamente inexistente quando: a) Respeitar a facto juridicamente inexistente e isso resultar do pr�prio contexto; b) Contiver a aposi��o do nome de quem n�o tinha compet�ncia para nele apor o seu nome, se tal resultar do pr�prio contexto; c) O registo n�o contiver a aposi��o do nome do funcion�rio que nele deva apor o seu nome; d) Tratando-se de assento de casamento, n�o contiver a expressa men��o de os nubentes haverem manifestado a vontade de contrair matrim�nio. 2 - O registo lavrado por averbamento s� � considerado inexistente por falta de aposi��o do nome do funcion�rio se a falta n�o for san�vel nos termos do artigo 74.� 3 - A falta de aposi��o do nome do funcion�rio n�o � causa de inexist�ncia do registo se a omiss�o for sanada nos termos do n.� 5 do artigo 61.�	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 86.� Regime da inexist�ncia	A inexist�ncia do registo pode ser invocada a todo o tempo por quem nela tiver interesse, devendo o conservador promover, logo que dela tenha conhecimento, o competente processo da sua declara��o ou o suprimento do registo em falta nas situa��es previstas no n.� 6 do artigo 91.�.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 273/2001, de 13/10 - Rect. n.� 20-AS/2001, de 30/11
SUBSEC��O II Nulidade do registo Artigo 87.� Fundamentos	O registo � nulo quando: a) For falso ou resultar da transcri��o de t�tulo falso; b) Os servi�os de registo forem incompetentes para o lavrar; c) Contiver a aposi��o do nome de quem n�o tenha compet�ncia funcional para nele apor o seu nome, se tal n�o resultar directamente do pr�prio contexto, sem preju�zo do disposto no n.� 2 do artigo 369.� do C�digo Civil; d) Tratando-se da transcri��o de casamento cat�lico, tiver sido lavrado com infrac��o do disposto nas al�neas d) e e) do n.� 1 do artigo 174.�	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 88.� Falsidade	A falsidade do registo s� pode consistir em: a) A aposi��o do nome do funcion�rio n�o ser da autoria da pessoa a quem � atribu�da; b) Ter sido viciado por forma a induzir em erro acerca do facto registado ou da identidade das partes; c) Apresentar-se como inscri��o de um facto que nunca se verificou; d) Apresentar-se como transcri��o de um t�tulo inexistente.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 89.� Falsidade do t�tulo transcrito	A falsidade do t�tulo transcrito s� pode consistir em:
a) A assinatura das partes, procurador, testemunhas, int�rprete ou funcion�rio, que deva constar do t�tulo, n�o ser da autoria da pessoa a quem � atribu�da; b) Ter sido viciado nas condi��es previstas na al�nea b) do artigo anterior;
c) Respeitar a facto que nunca existiu ou decis�o que nunca foi proferida.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 273/2001, de 13/10
Artigo 90.� Regime da nulidade	A nulidade do registo s� pode ser invocada depois de declarada por decis�o do conservador.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 273/2001, de 13/10
SUBSEC��O III Cancelamento do registo Artigo 91.� Fundamentos	1 - O registo deve ser cancelado nos casos seguintes: a) Quando seja declarada pelo conservador a sua inexist�ncia ou nulidade; b) Quando o pr�prio facto registado seja judicialmente declarado inexistente, nulo ou anulado, salvo tratando-se de casamento nulo ou anulado; c) Quando corresponder � duplica��o de outro registo regularmente lavrado; d) Quando tiver sido lavrado em conservat�ria diversa da competente; e) Quando ficar incompleto, por n�o terem sido prestadas as declara��es necess�rias ou por n�o chegar a ser registado o facto correspondente; f) Nos demais casos especificados na lei. 2 - O registo cancelado n�o produz nenhum efeito como t�tulo do facto registado, sem preju�zo da possibilidade de ser invocado para prova desse facto no processo destinado a suprir a omiss�o do registo. 3 - Quando for cancelado um registo com fundamento na al�nea a) do n.� 1, mas o facto registado for juridicamente existente, deve observar-se o disposto no artigo 83.� 4 - O cancelamento fundado nas al�neas c) e d) do n.� 1 deve ser efectuado por simples despacho do conservador, que, no primeiro caso, cancela o registo que n�o se mostre regularmente lavrado e, no segundo caso, providencia no sentido de ser efectuada transcri��o do registo na conservat�ria competente. 5 - O cancelamento nos termos da al�nea e) do n.� 1 pode ser efectuado pelo conservador, que previamente deve mencionar no assento a raz�o por que ficou incompleto. 6 - O cancelamento dos registos juridicamente inexistentes, por falta de aposi��o do nome do funcion�rio, pode ser efectuado, nos termos do n�mero anterior, independentemente da declara��o da inexist�ncia, se a omiss�o de registo do facto que deles conste j� se encontrar regularmente suprida. 7 - O cancelamento dos registos juridicamente inexistentes, nos termos do n.� 3 do artigo 61.� e do n.� 3 do artigo 74.�, � efectuado pelo conservador, acto cont�nuo � feitura da men��o exigida pelos referidos preceitos.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 228/2001, de 20/08 - DL n.� 273/2001, de 13/10 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Consultar vers�es anteriores deste artigo: -1� vers�o: DL n.� 131/95, de 06/06 -2� vers�o: DL n.� 228/2001, de 20/08 -3� vers�o: DL n.� 273/2001, de 13/10
SUBSEC��O IV Rectifica��o de registo Artigo 92.� Fundamentos	1 - O registo juridicamente inexistente, nulo ou irregular deve ser cancelado ou rectificado mediante processo de justifica��o ou por simples despacho do conservador. 2 - � obrigat�ria a promo��o oficiosa da rectifica��o sempre que a irregularidade a sanar seja da responsabilidade dos servi�os. 3 - Se esta responsabilidade n�o existir, devem os interessados requerer a rectifica��o e, se o n�o fizerem, poder� a mesma ser promovida pelo conservador. 4 - A rectifica��o � feita por averbamento. 5 - Tratando-se de registo lavrado por inscri��o, se a rectifica��o se mostrar necess�ria logo ap�s a aposi��o do nome do funcion�rio, deve fazer-se imediatamente por meio de declara��o lavrada pelo conservador ou oficial no seguimento do registo, com aposi��o do respectivo nome.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 273/2001, de 13/10 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 93.� Rectifica��o administrativa	1 - A rectifica��o administrativa de um registo irregular � feita, sempre que poss�vel, mediante simples despacho do conservador, bem como nos casos seguintes: a) Manifesto erro de grafia e de erro quanto � indica��o do lugar ou da data em que o registo foi lavrado; b) Desconformidade do assento lavrado por transcri��o, ou do averbamento, com o t�tulo ou assento que lhe tenha ou deva servir de base; c) Erro do assento lavrado por transcri��o ou do averbamento, proveniente do t�tulo que lhe serviu de base, se for obtida a correc��o deste pela entidade competente; d) Omiss�o ou inexactid�o, em face de documento comprovativo. 2 - H� lugar � organiza��o do processo de justifica��o administrativa quando: a) O registo enferme de v�cio que o torne juridicamente inexistente ou nulo; b) Face aos documentos comprovativos da irregularidade, o conservador verifique que esta, manifestamente, n�o pode ser sanada por simples despacho nem seja exig�vel processo de justifica��o judicial. 3 - Sempre que se mostre conveniente, devem ser ouvidos em auto os interessados.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 273/2001, de 13/10 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 94.� Rectifica��o judicial	O registo � rectificado mediante decis�o proferida em processo de justifica��o judicial quando se suscitem d�vidas acerca da identidade das pessoas a quem o registo respeita.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 273/2001, de 13/10
Artigo 95.� Integra��o de rectifica��es e elimina��o de averbamentos cancelados	1 - A rectifica��o averbada a um assento pode, a todo o tempo, ser integrada no texto, a requerimento verbal dos interessados, mediante a feitura de novo registo e o cancelamento do anterior. 2 - O disposto no n�mero anterior � tamb�m aplic�vel � declara��o de rectifica��o lavrada nos termos da segunda parte do n.� 4 do artigo 92.� 3 - Os averbamentos que se encontram cancelados podem ser eliminados do assento mediante a feitura de novo registo, requerido nos termos do n.� 1.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - Rect. n.� 96/95, de 31/07
CAP�TULO II Actos de registo em especial SEC��O I Nascimento SUBSEC��O I Declara��o de nascimento Artigo 96.� Prazo e lugar	1 - O nascimento ocorrido em territ�rio portugu�s deve ser declarado verbalmente, dentro dos 20 dias imediatos, em qualquer conservat�ria do registo civil ou, se o nascimento ocorrer em unidade de sa�de onde seja poss�vel declarar o nascimento, at� ao momento em que a parturiente receba alta da unidade de sa�de. 2 - O nascimento deve ainda ser declarado, nos mesmos termos, na unidade de sa�de para onde a parturiente tenha sido transferida, desde que seja poss�vel declarar o nascimento.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - Lei n.� 29/2007, de 02/08 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 96.�-A Declara��es de nascimento em unidades de sa�de	1 - A declara��o de nascimento ocorrido em unidades de sa�de privadas depende de protocolo a celebrar entre os membros do Governo respons�veis pelas �reas da justi�a e da sa�de e estas unidades de sa�de.
2 - As condi��es de celebra��o dos protocolos referidos no n�mero anterior e as respectivas cl�usulas tipo s�o fixadas por portaria conjunta dos membros do Governo respons�veis pelas �reas da justi�a e da sa�de. Aditado pelo seguinte diploma: Lei n.� 29/2007, de 02 de Agosto	Artigo 97.� A quem compete	1 - A declara��o de nascimento compete, obrigat�ria e sucessivamente, �s seguintes pessoas e entidades: a) Aos pais ou a outros representantes legais do menor ou a quem por eles seja, para o efeito, mandatado por escrito particular; b) (Revogada.) c) Ao parente capaz mais pr�ximo que tenha conhecimento do nascimento; d) Ao director ou administrador ou outro funcion�rio por eles designado da unidade de sa�de onde ocorreu o parto ou na qual foi participado o nascimento; e) (Revogada). 2 - O cumprimento da obriga��o por alguma das pessoas ou entidades mencionadas desonera todas as demais. 3 - (Revogado pelo DL 324/2007, 28/9.)	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - Lei n.� 29/2007, de 02/08 - DL n.� 324/2007, de 28/09
Artigo 98.� Falta de declara��o de nascimento	1 - Quando o nascimento n�o seja declarado no prazo legal, devem as autoridades administrativas e policiais participar o facto ao conservador ou ao Minist�rio P�blico, a fim de ser suprida a omiss�o do registo. 2 - Igual participa��o pode ser feita por qualquer pessoa, ainda que sem interesse especial na realiza��o do registo. 3 - A pend�ncia do processo instaurado nos termos do n.� 1 n�o impede que a declara��o de nascimento seja voluntariamente prestada e o registo omisso lavrado. 4 - A decis�o proferida em processo destinado a suprir a omiss�o do registo fixa os elementos que t�m de ser levados ao assento, nos termos previstos no artigo 84.� 5 - O processo instaurado nos termos do artigo 295.� cessa com a prova da feitura do assento e o pagamento volunt�rio da coima pelo m�nimo previsto.	Cont�m as altera��es dos seguintes diplomas: - DL n.� 36/97, de 31/01 - DL n.� 273/2001, de 13/10 - Rect. n.� 20-AS/2001, de 30/11
P�ginas: 1 2 3 4 Seguinte >