Source: http://www.leginf.usp.br/?resolucao=resolucao-cog-no-3814-de-22-de-abril-de-1991
Timestamp: 2018-11-15 14:31:29+00:00
Document Index: 81030307

Matched Legal Cases: ['artigo 61', 'Artigo 1', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 7', 'artigo 9', 'Artigo 9', 'Artigo 3', 'Artigo 12', 'Artigo 13', 'Artigo 14', 'artigo 12', 'Artigo 16', 'Artigo 17', 'Artigo 18', 'artigo 17', 'Artigo 20', 'Artigo 21', 'artigo 11']

RESOLUÇÃO CoG Nº 3814, DE 22 DE ABRIL DE 1991 | Normas USP
Estabelece normas e dispõe sobre as disciplinas e respectivos programas para o Concurso Vestibular de 1992 na Universidade de São Paulo e dá outras providências.
O Pró-Reitor de Graduação da Universidade de São Paulo, tendo em vista o disposto no artigo 61 do Estatuto e considerando o deliberado pela Câmara do Vestibular em 07 e 28.02.91 e pelo Conselho de Graduação, em Sessões realizadas em 21.03.91 e 18.04.91, baixa a seguinte
Artigo 1º – O Concurso Vestibular de 1992 será composto de provas para avaliação dos conhecimentos comuns às diversas formas de educação do ensino de segundo grau e da aptidão intelectual do candidato para estudo superior.
Artigo 3º – A admissão a Universidade será feita mediante processo
classificatório dos candidatos habilitados, com o aproveitamento até o
limite das vagas fixadas para os diversos cursos.
§ 2º – O Concurso Vestibular versará sobre as disciplinas de Matemática, Física, Química, Biologia, História, Geografia, Português e uma Língua Estrangeira (Inglês ou Francês).
Artigo 4º – A realização do Concurso Vestibular da Universidade de São Paulo, correspondente a 1992, ficará a cargo da Fundação Universitária para o Vestibular – FUVEST.
Parágrafo único – À FUVEST caberá a responsabilidade de divulgar, com a necessária antecedência, as datas e locais de realização das provas e todas as informações relacionadas ao Concurso Vestibular.
Artigo 5º – A taxa de inscrição será fixada pela FUVEST e submetida a aprovação do Pró-Reitor de Graduação.
Artigo 7º – Os cursos oferecidos pela USP serão agrupados em carreiras, de acordo com a Tabela de Carreiras, Níveis e Pesos anexa, devendo o candidato inscrever-se numa única carreira, exceto no caso previsto no parágrafo 3º do artigo 9º.
Artigo 9º – Em todas as carreiras, exceto Música, a primeira fase será constituída de prova de conhecimentos gerais, sob a forma de testes de múltipla escolha, com 5 (cinco) alternativas, entendendo-se por conhecimentos gerais o conjunto de disciplinas que constituem o núcleo comum obrigatório do ensino de segundo grau, conforme mencionado no § 2º do Artigo 3º, exceto Língua Estrangeira.
§ 1º – Para os candidatos à carreira de Música, a primeira fase consistirá de prova de habilidade especifica, de caráter eliminatório, que selecionará, para a segunda fase, os candidatos com nota não inferior a 5,0 (cinco).
§ 2º – A prova de que trata o parágrafo anterior terá peso 5 para fins de classificação na carreira.
§ 3º – A prova de habilidade especifica em Música será realizada antes da primeira fase do Concurso Vestibular, de modo a possibilitar aos candidatos eliminados e que tenham, no ato da inscrição, optado por outra carreira, a realização do exame da primeira fase.
§ 1º – A disciplina de Português corresponderão duas provas, com notas independentes:
§ 2º – A prova de Redação será eliminatória para todos os cursos, exigindo-se a nota mínima 3,0 e terá peso 2 (dois) para fins de classificação.
§ 3º – As demais provas serão oferecidas em dois níveis; nível 1 e nível 2, que cobrirão todo o programa, diferindo quanto à dificuldade e complexidade, conforme discriminado na Tabela de Carreiras, Níveis e Pesos.
Artigo 12 – Serão realizadas, na segunda fase, provas de Habilidades Especificas e Aptidão.
§ 1º – Para as carreiras de Bacharelado em Educação Física e de Bacharelado em Esporte serão realizadas provas de Aptidão, de caráter eliminatório.
§ 2º – As provas de que trata este artigo terão caráter classificatório aos candidatos considerados aptos ao Bacharelado em Esporte e para as carreiras de Arquitetura, Artes Cênicas e Artes Plásticas.
§ 3º – Os pesos das provas mencionadas no parágrafo anterior serão: 4 (quatro) para as carreiras de Bacharelado em Esporte e de Arquitetura e 6 (seis) para ás carreiras de Artes Cênicas e de Artes Plásticas.
Artigo 13 – Em cada carreira, exceto Música, serão convocados, para a segunda fase, os candidatos melhor classificados, em número igual a 4 (quatro) vezes o número de vagas da carreira.
Artigo 14 – A classificação dos candidatos não eliminados na prova de Redação, observado o disposto no artigo 12, será feita pela ordem decrescente da média das notas padronizadas ponderadas com os pesos correspondentes à carreira.
Artigo 16 – As vagas porventura remanescentes após a chamada de todos os optantes poderão ser preenchidas por reopção, aberta aos candidatos não matriculados, ou mediante a realização de um Segundo Vestibular, a juízo do Conselho de Graduação.
Artigo 17 – A matricula dos candidatos classificados, para admissão aos
Cursos de Graduação da USP, dependerá, necessariamente, da apresentação de:
§ 1º – A entrega dos documentos mencionados nas alíneas a) e b) deste
artigo deverá ser acompanhada da apresentação do respectivo original.
§ 2º – A matricula feita por procuração deverá ser confirmada pessoalmente pelo candidato, em data a ser fixada no Calendário Escolar da Universidade de São Paulo correspondente a 1992.
Artigo 18 – O candidato que, dentro do prazo destinado à matricula, não completar a prova exigida pelo artigo 17 não poderá matricular-se na USP, nem terão qualquer eficácia as notas ou a classificação que lhe houverem sido atribuídas nas provas do Concurso Vestibular.
Artigo 20 – O aluno já matriculado em Curso de Graduação da USP e que, em virtude de aprovação no Concurso Vestibular a que se refere esta Resolução, efetuar matricula em novo Curso desta mesma Universidade, será automaticamente desligado do anterior, sendo vedada a realização simultânea de ambos.
§ 2º – Não será permitida a matrícula ao aluno que ingressar no mesmo Curso que já vinha realizando na mesma Unidade, excetuados os casos e alunos que pretendam mudança de turno.
Artigo 21 – Esta resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. (Proc. 91.1.6371.1.1)
Reitoria da Universidade de São Paulo, aos 22 de abril de 1991.
V – Programa a que se refere o artigo 11
1.1. Números naturais e números inteiros: indução finita, divisibilidade, máximo divisor comum e mínimo múltiplo comum, decomposição em fatores primos;
1.2. Números racionais. Noção elementar de números reais: operações e propriedades, relação de ordem, valor absoluto, desigualdades. Porcentagem;
1.3. Números complexos: representação e operações nas normas algébrica e trigonométrica, raízes da unidade;
1.4. Seqüências, progressões aritméticas, progressões geométricas, noção de limite de uma seqüência, soma da série geométrica, representação decimal de um número real.
2.1. Polinômios: grau, operações, divisão de um polinômio por um binômio da norma (x-a).
3.1. Equações algébricas: definição, raiz, multiplicidade de raízes. Número de raízes de uma equação;
3.2. Relações entre coeficientes e raízes. Pesquisa de raízes racionais. Raízes complexas conjugadas.
4.1. Problemas de contagem;
4.2. Arranjos, permutações e combinações;
4.3. Binômio de Newton;
4.4. Probabilidades: noção e distribuição de probabilidades, probabilidade condicional e eventos independentes;
5.1. Sistemas lineares: resolução e discussão;
5.2. Matrizes: operações e aplicações a sistemas lineares;
6.1. Utilização de coordenadas cartesianas para resolução de problemas geométricos simples na reta e no plano;
6.2. Representação analítica de lugares geométricos: retas, circunferências e demais cônicas. regiões simples. Posições relativas;
7.1. Noção de função. Gráficos. Funções crescentes e funções decrescentes. Máximos e mínimos;
7.2. Funções lineares, afins e quadráticas;
7.3. Composição e inversão de funções;
7.4. Funções exponenciais e logarítmicas;
7.5. Equações e inequações exponenciais e logarítmicas.
8 – Trigonometria.
8.1. Arcos e ângulos: medida, relações entre arcos;
8.2. Funções trigonométricas: periodicidade, cálculo dos valores em p/6, p/4 e p/3, gráficos. Arcsen e arctg;
8.3. Fórmulas de adição, subtração, duplicação e bissecção de arcos. Transformações de somas de funções trigonométricas em produtos;
8.4. Equações e inequações trigonométricas;
9.1. Figuras geométricas planas: retas, paralelismo, perpendicularismo, semi-retas, segmentos, ângulos, polígonos, circunferência, circulo;
9.2. Relações métricas nos triângulos, polígonos, polígonos regulares, circunferência e circulo;
9.3. Áreas de polígonos, círculos e partes do circulo;
9.4. Figuras geométricas espaciais: retas e planos, paralelismo, perpendicularismo, ângulos diédricos e poliédricos, poliedros, poliedros regulares;
9.5. Prismas, pirâmides, cilindros, cones e respectivos troncos: cálculo de áreas e volumes;
9.6. Esfera, superfície esférica e partes da esfera: cálculo de áreas e volumes;
9.7. Semelhança de figuras planas e espaciais. Razões entre comprimento de áreas e volumes.
As provas de Física procurarão avaliar a compreensão que os candidatos têm dos tópicos do programa e sua capacidade de manipular os conceitos fundamentais aplicando-se preferencialmente a casos concretos relacionados com resultados de experiências ou de situações de vida cotidiana. Verificarão a capacidade de raciocínio dos candidatos e não a simples memorização de fórmulas. o candidato deverá conhecer os aspectos fundamentais do programa tendo noções de como se processam as medidas das grandezas físicas conhecendo suas unidades do Sistema Internacional (SI) de uso corrente no pais, bem como suas dimensões.
A primeira fase dos vestibulares procurará verificar um conhecimento geral, mais qualitativo e prático, que se deve esperar de qualquer futuro universitário enquanto que a segunda fase, além disto, também verificará em domínio mais quantitativo e especifico. Na resolução das questões poderão ser exigidas manipulações matemáticas assim como construção e interpretação de gráficos.
1.1. Velocidade e aceleração escalares e vetoriais, médias e instantâneas, suas representações gráficas;
1.2. Movimentos retilíneos uniformes e uniformemente variados, suas equações;
1.3. Movimentos circulares uniformes, sua velocidade angular, período e freqüência, sua aceleração normal e correspondente relação com velocidade e raio, suas equações;
1.4. Movimentos harmônicos simples, sua relação com o movimento circular uniforme, sua velocidade e aceleração, relação entre sua aceleração e o deslocamento, suas equações.
2 – Leis da dinâmica, forças, movimento e equilíbrio.
2.1. A energia. O movimento sob a ação de uma força. Ação e reação. Aplicações das Leis de Newton;
2.2. Sistemas de referências inerciais e não inerciais;
2.3. Composição vetorial de forças atuando sobre um corpo;
2.4. Forças e momentos de forças (Torques). Condições de equilíbrio;
2.5. Os vetores, quantidade de movimento de um corpo ou sistema, e o impulso de uma força;
2.6. Conservação da quantidade de movimentos de um sistema isolado de partículas;
2.7. Peso e gravidade. Lei de Newton da Gravitação e o sistema solar;
2.8. Movimentos num campo gravitacional uniforme e suas equações;
2.9. Centro de massa de um sistema e movimento do centro de massa.
3 – Trabalho e Energia.
3.1. Trabalho de uma força. O trabalho no gráfico força versus deslocamento;
3.2. Trabalho de força resultante e energia cinética;
3.3. Campos de força. Forças conservativas e dissipativas. Trabalho de forças conservativas e energia potencial;
3.4. Condição para conservação da Energia Mecânica e seu teorema. Principio geral da conservação da energia;
3.5. Trabalho da força elástica, seu cálculo no gráfico forças versus deslocamento;
3.6. Trabalho dissipativo e forças de atrito;
3.7. Potência.
4.1. Pressão num gás ou num líquido;
4.2. Pressão em diferentes pontos de um fluido em repouso;
4.3. Princípios de Pascal e Arquimedes.
II – Física Térmica
5.1. Temperatura e equilíbrio térmico, termômetros e escalas;
5.2. Calor como forma de energia em trânsito e suas unidades de medida;
5.3. Dilatação térmica, condução de calor, calor específico (sensível).
5.4. Mudanças de fase e calor latentes;
5.5. Gases. Gases locais e suas leis;
5.6. Trabalho num gás em expansão;
5.7. Calores específicos de gases a volume ou pressão constantes;
5.8. A experiência de Joule e a conservação da energia. Calor e trabalho em máquinas e motores.
6 – Propagação, Reflexão e Refração.
6.1. Raios de luz. Sombra e penumbra;
6.2. Leis da reflexão. Espelhos planos e esféricos, imagens reais e virtuais;
6.3. O fenômeno da refração. Lei de Snell e índices de refração. Reversibilidade de percurso;
6.4. Lâmina de faces paralelas e prismas.
7 – Instrumentos ópticos.
7.1. Lentes delgadas e lupas, imagens reais e virtuais;
7.2. Equação das lentes delgadas, convergências de uma lente. Dioptria;
7.3. O olho humano;
7.4. Microscópio, telescópio de reflexão, lunetas terrestres e astronômicas, projetores de imagens e maquina fotográfica.
8 – Pulsos e Ondas. Luz e Som.
8.1. Propagação de um pulso unidimensional, velocidade de propagação.
8.2. Superposição de pulsos;
8.3. Reflexão e transmissão;
8.4. Ondas planas e circulares: reflexão, refração, difração, interferência e polarização;
8.5. Ondas estacionarias;
8.6. Caráter ondulatório da luz: cores e freqüência. Difração num prisma. Natureza eletromagnética da luz;
8.7. Caráter ondulatório do som: freqüência e timbre.
9 – Eletrostática.
9.1. Carga elétrica, sua conservação e quantização;
9.2. Lei de Coulomb. Indução eletrostática. Campo eletrostático.
9.3. Potencial eletrostático e diferença de potencial.
10 – Corrente e Energia
10.1. Corrente elétrica. Condutores e isolantes;
10.2. Resistência e resistividade, variação com a temperatura;
10.3. Conservação da energia e força eletro-motriz;
10.4. Relação entre corrente elétrica e diferença de potencial Condutores ôhmicos e não ôhmicos;
10.5. Circuitos e dissipação de energia em resistores. Potência elétrica.
11 – Eletromagnetismo.
11.1. Campo magnético de correntes e imãs. Indução magnética. Lei de Ampère;
11.2. Campo magnético de uma corrente num condutor retilíneo e num solenóide;
11.3. Forças sobre condutores elétricos com corrente;
11.4. Propriedades magnéticas dos materiais;
11.5. Corrente induzida devido ao movimento relativo do condutor em campos magnéticos;
11.6. Fluxo magnético, indução eletromagnética. Sentido da corrente, induzida (lei de Lentz). Campos magnéticos e variação de fluxo elétrico;
11.7. Principio de funcionamento de motores elétricos e de medidores de intensidade de corrente de diferença de potencial (tensão) e de resistência;
11.8. Noção de onda eletromagnética.
O estudo da Química visa a compreensão da natureza do conhecimento químico, do seu processo de elaboração, bem como da sua aplicação na sociedade. Para atingir estes objetivos, o ensino da Química valoriza a experimentação, a História da Ciência e o cotidiano, esperando que o aluno do 20 grau incorpore os conteúdos químicos sob as perspectivas científicas, humanas e sociais.
Deste modo, considera-se importante que o aluno demonstre que é capaz de observar e descrever fenômenos, de formular modelos explicativos para os mesmos e de relacionar os materiais e os fenômenos químicos ao sistema produtivo e ao meio ambiente. Não se pretende do candidato extensa memorização mas o conhecimento de equações usuais, de nomes e fórmulas químicas das substâncias mais comuns.
Os modelos atômicos deverão restringir-se apenas aos clássicos, não incluindo, desta maneira, o modelo orbital.
A Tabela Periódica deverá ser entendida como uma sistematização das propriedades físicas e químicas dos elementos e deste modo seu uso estará presente ao longo de todo o programa.
Quanto ao aspecto quantitativo, espera-se do candidato a capacidade de efetuar cálculos estequiométricos elementares, envolvendo grandezas como massa, volume, massa molar, quantidade de matéria, entalpia, etc. Se avaliara, também, a sua habilidade com cálculos que envolvem percentagens, fórmulas mínimas, moleculares e constantes físico-químicas.
As Leis Ponderais e os cálculos estequiométricos deverão ser encarados como conseqüências diretas da existência de átomos, que tomam parte em proporções definidas na constituição das substâncias.
Espera-se do candidato a capacidade de lidar com relações quantitativas para gases, envolvendo as variáveis pressão, volume, temperatura e quantidade de matéria. á importante que o estudante conheça o relacionamento quantitativo entre a constante de Avogadro, a carga do elétron e os processos de oxi-redução.
No tocante à Química Orgânica, o estudante deve ter a capacidade de reconhecer as diferentes classes de compostos (funções), seus métodos de obtenção e reações características mais comuns.
As Comissões de Seleção formularão questões que forneçam todos os dados necessários e que avaliem, principalmente, o nível de compreensão e a capacidade de manipulação das informações recebidas.
– mudança de cor, formação/desaparecimento de sólidos numa solução, absorção/liberação de energia, evolução de gases.
– lei de Lavoisier (lei de conservação da massa);
– modelo atômico de Dalton;
– representação simbólica dos elementos;
– massa atômica;
– estado gasoso: relação entre as variáveis de estado;
– desenvolvimento do conceito de molécula: experimentos e interpretações – Gay-Lussac, Avogadro e Cannizzaro;
– representação simbólica das moléculas massa molecular, mol.
1.4 – Natureza elétrica da matéria, modificações no modelo para interpretar as transformações químicas:
– eletrização por atrito, condutibilidade elétrica dos materiais;
– desenvolvimento do modelo atômico – Thomson e Rutherford;
– representação das transformações; equação química;
2. Utilização e propriedades dos materiais: aspectos científicos, tecnológicos e econômicos dos materiais
– alumínio, cobre e ferro: ocorrência, obtenção, propriedades e utilização. Suas ligas;
– ligação metálica;
– problemas ambientais decorrentes da produção e utilização de metais e
seus compostos.
– Principais compostos dos grupos cloreto, carbonato, sulfato, nitrato – ocorrência, obtenção, propriedades e utilização.
– hidrogênio, oxigênio, cloro, cloreto de hidrogênio, água, amônia, metano-ocorrência, obtenção, propriedades e utilização.
3.1 – Propriedades da água e sua importância para a vida;
3.2 – Estrutura da água; pontes de hidrogênio;
3.3 – Soluções aquosas: concentração em g/L, e mol/L e porcentagem;
3.4 – ácidos, bases, e sais e óxidos:
– propriedades gerais,
– ácido clorídrico, ácido sulfúrico, ácido nítrico, amônia e hidróxido de sódio – ocorrência, obtenção, propriedades e utilização.
– abaixamento da pressão de vapor e da temperatura de congelamento; elevação da temperatura de ebulição; pressão osmótica;
– aplicações praticas no cotidiano e no sistema produtivo.
– caracterização e propriedades;
– importância nos processos biológicos;
– fatores que influenciam a velocidade das transformações químicas;
– energia de ativação;
– caracterização macroscópica e microscópica (dinâmica) do estado de equilíbrio;
– equilíbrio em sistemas homogêneos gasosos e aquosos;
– equilíbrio em sistemas heterogêneos: solubilidade;
– constante de equilíbrio;
– produto iônico da água e pH;
– perturbação do equilíbrio;
5. Energia nas transformações químicas:
5.1 – Transformações químicas e energia térmica:
– calor de reação, entalpia;
– lei de Hess;
– energia envolvida na quebra e formação de ligações químicas;
– transformações químicas e produção de energia elétrica: pilha;
– transformações químicas e consumo de energia elétrica: cuba
– potenciais padrão de redução;
– histórico da radioatividade;
– fissão e fusão nucleares;
– problemas ambientais decorrentes de emprego de materiais radioativos;
7.1 – Características gerais: constituição, nomenclatura, temperatura de fusão e de ebulição, estabilidade térmica, combustão, solubilidade, isomeria;
7.2 – Petróleo: origem, ocorrência, composição e destilação:
– hidrocarbonetos: propriedades;
– estudo de alguns hidrocarbonetos: metano, etileno, acetileno, benzeno, tolueno;
– aplicações na sociedade e implicações no meio ambiente.
– generalidades; grupos funcionais, fórmulas gerais. Aplicações na sociedade e implicações no meio ambiente;
– fermentação alcoólica, fermentação acética;
– destilação seca da madeira, destilação da hulha;
– álcoois metílico e etílico;
– éter dietílico, formaldeído, acetona, ácido acético, fenol, acetato de etila;
– carboidrato, óleos e gorduras, sabões e detergentes.
7.4 – Compostos orgânicos nitrogenados (C, H, N, contendo ou não O)
– noções gerais de aminas, amidas e aminoácidos.
7.5 – Macromoléculas naturais e sintéticas;
– noções gerais de polímeros. Aplicações na sociedade e implicações no meio ambiente;
– glicogênio, amido e celulose, borracha natural e sintética, polietileno, poliestireno, PVC e teflon;
Organização dos Seres Vivos; da Célula ao Organismo.
A Biologia distingue diferentes níveis de organização nos seres vivos, desde sua constituição molecular até o organismo como um todo. Os seres vivos são formados por células-unidades onde ocorrem as atividades vitais fundamentais. As células de um organismo multicelular diferenciam-se durante o desenvolvimento, originando tecidos, órgãos e sistemas, que atuam integradamente na manutenção da vida.
I.1. O substrato físico-químico da vida (Estrutura e função das principais substâncias orgânicas e inorgânicas que compõem os seres vivos)
– Proteínas: papel constitutivo e enzimático;
– Açucares: papel constitutivo e energético;
– Lipídios: papel constitutivo e energético;
– Ácidos nucléicos;
– Vitaminas: papel no metabolismo e na saúde do homem;
– Água e nutrientes minerais essenciais.
I.2. As células vivas (Estrutura, funcionamento e variedade das células que constituem os seres vivos)
– Descoberta da célula e o papel unificador da Teoria Celular na Biologia;
– Organização básica das células procariontes e eucariontes;
– Fisiologia celular: processos passivos e ativos de transporte através de membranas. Processos de obtenção e transformação de energia (fotossíntese, fermentação e respiração) – o papel do ATP – Síntese de proteínas nas células – Digestão intra-celular – Movimento celular (cílios, flagelos e microfilamentos) – O núcleo e seus componentes: papel no controle das atividades celulares;
– Ciclo de vida das células: Interfase e mitose;
– O conceito de diferenciação celular.
I.3. Organização funcional dos seres multicelulares (Relação estrutura-função em plantas e animais)
– Crescimento e desenvolvimento: – Meristemas e tecidos vegetais diferenciados – Fatores reguladores (hormônios e tropismos; fotoperiodismo);
– Nutrição: – Nutrientes minerais, água e solo – Fotossíntese como fonte primária de matéria orgânica – Fatores que afetam a fotossíntese (luz, gás carbônico e temperatura);
– Transporte: – Absorção de água e minerais – Condução das seivas brutas e elaborada – Controle de transpiração (abertura e fechamento dos estômatos e adaptações da folha).
– Nutrição; – Variedade dos processos digestivos (digestões intra-celular, intra-e-extracelular e extracelular). Digestão e absorção em vertebrados – Nutrição humana (requisitos nutricionais fundamentais e desnutrição – causa e efeitos);
– Circulação e Respiração; – Sistemas circulatórios: abertos e fechados – Sistemas circulatórios de vertebrados (aspectos comparativos nas diferentes classes) – Sangue e linfa (componentes e funções) – Sistema imunitário (imunidade celular e humoral) – Mecanismos de trocas gasosas (trocas diretas pela superfície e por órgãos especializados-traquéias, brânquias e pulmões). A respiração humana;
– Controle do meio interno: – Os conceitos de excreção e osmorregulação – Tipos de estruturas excretoras (solenócitos, nefrídeos, túbulos de Malpighi e néfrons). – Sistema excretor humano (função renal) – Regulação da temperatura corporal (animais pecilotermos e homeotermos);
– Integração, Comunicação e Movimentação: – Sistema endócrino dos vertebrados (funções da hipófise, da tireóide, das suprarrenais e do pâncreas endócrino) – Sistema nervoso: – Neurônios – Natureza do impulso e transmissão sinóptica – Mecanismos sensoriais e coordenação nervosa nos animais (audição, visão, olfação, gustação, receptores de tato, temperatura e pressão; sistemas nervosos difusos e ganglionares; tendências à cefalização) – Organização funcional do sistema nervoso dos vertebrados (encéfalo, medula, nervos e gânglios nervosos) – O arco reflexo como modelo de ação nervosa. Sistemas esqueléticos; – Exoesqueletos e endoesqueletos. – O esqueleto dos vertebrados (0550 e cartilagem) – Músculos e a realização de movimentos: mecanismo da contração muscular – Impulso nervoso e contração – Relação músculo-esqueleto.
– Reprodução; Conceito de reprodução sexuada e assexuada – Gametogênese – Fecundações externa e interna – Fases do desenvolvimento embrionário – Desenvolvimento direto e indireto – Reprodução humana; aparelhos reprodutores masculino e feminino – Regulação hormonal da reprodução – Gravidez e parto.
“Ao se reproduzirem, os seres vivos transmitem à descendência tanto os traços básicos de sua espécie como os de sua linhagem particular. Os traços – fenótipos resultam da interação entre os gênese o ambiente. O estudo qualitativo e quantitativo dos fenótipos resultantes de cruzamentos tem permitido entender diversos padrões de herança exibidos pelos seres vivos. As mudanças espontâneas dos genes, aliadas às misturas genéticas durante a reprodução sexuada, dão origem às variações genéticas que têm permitido a evolução da vida na Terra.”
II.1. Hereditariedade (Natureza do material hereditário e mecanismos que regem a transmissão dos genes ao longo das gerações):
– Mendelismo: – O trabalho de Mendel – As leis da segregação e da segregação independente – Padrões de herança: ausência de dominância, alelos múltiplos, herança de caracteres quantitativos – Herança de tipos sangüíneos do homem: ABO, MN, Rh;
– Teoria cromossômica da herança: – Meiose e sua relação com os princípios mendelianos – Ligação gênica e permutação Cromossomos e determinação do sexo – Herança ligada ao sexo;
– Bases moleculares da hereditariedade. DNA e RNA como material genético – O modelo da dupla-hélice – Código genético e síntese de proteínas – O conceito de mutação gênica;
II.2. Evolução biológica:
(Teoria de evolução e variações das freqüências gênicas nas populações):
– Aspectos históricos da teoria da evolução: lamarquismo e darwinismo;
– Teoria sintética da evolução: – Mutação e recombinação como fontes de variabilidade genética – Seleção natural;
– Genética de populações: – O princípio de Hardy e Welnberg – Fatores que alteram o equilíbrio genético (mutações, migrações e deriva genética);
– Conceitos de população, raça e subespécie – Seleção e domesticação de animais e plantas – Isolamento reprodutivo e formação de novas espécies.
A grande diversidade das formas de vida atuais resulta do processo evolutivo, e está intimamente correlacionada à adaptação dos seres vivos aos diferentes ambientes da Terra. A classificação biológica, através da análise comparativa de semelhanças e diferenças entre os seres, estabelece categorias hierárquicas, que refletem as relações evolutivas entre os grandes grupos de seres vivos.
III.1. A classificação biológica:
– Os princípios de classificação e nomenclatura de Lineu;
– Hierarquia das categorias taxonômicas – Critérios modernos de classificação biológica (bioquímicos e genéticos);
– Os grandes reinos de seres vivos: caracterização geral dos Moneras, protistas, Fungos, Plantas e Animais;
– As grandes linhas de evolução: possíveis relações evolutivas entre os remos de seres vivos.
III.2. Vírus, Bactérias, Fungos, Algas e Protozoários (Características gerais e aspectos básicos da reprodução):
– Vírus: Patogenia – Prevenção pela vacinação de doenças causadas por vírus. Transmissão e prevenção do sarampo e da poliomielite. Síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS): etiologia, transmissão e prevenção;
– Bactérias: papel ecológico (na decomposição e no ciclo do nitrogênio) – Importância econômica na produção de alimentos – Patogenia – Formas de tratamento e prevenção de doenças causadas por bactérias (antibióticos e vacinação) – Transmissão e prevenção da tuberculose, do tétano e da difteria – Doenças sexualmente transmissíveis (gonorréia e sífilis);
– Fungos: papel ecológico (na decomposição) – Importância econômica na produção de alimentos – Patogenia;
– Algas; papel ecológico como produtoras nas teias alimentares aquáticas – Importância na alimentação humana;
– Protozoários; Patogenia – Ciclos de vida dos parasitas causadores da leishmaniose, da doença de Chagas e da malária – Prevenção das protozooses.
III.3. As plantas e a colonização do ambiente terrestre (Relações comparativas entre os principais grupos de plantas terrestres):
– Origem das primeiras plantas e adaptações ao ambiente terrestre;
– Caracterização geral e ciclos de vida das briófitas, pteridófitas, gimnospermas e angiospermas;
– Comparação dos ciclos de vida de briófitas, pteridófitas, gimnospermas e angiospermas (relação esporófito – gametófito e dependência de água para a fecundação).
III.4. Os animais invertebrados e a diversidade animal (Características gerais, aspectos básicos da reprodução e local onde vivem os animais representativos de cada grupo):
– Poríferos e celenterados;
– Platielmintes de vida livre e parasitas – Ciclos de vidados parasitas causadores da teníase e da esquistossomose: prevenção;
– Nematelmintes parasitas: ciclos de vida dos parasitas causadores da ascaridíase e da ancilostomíase: prevenção;
– Moluscos: diversidade e importância econômica;
– Anelídeos: diversidade e importância das minhocas na fertilidade do solo;
– Artrópodes: classes principais – Insetos, Aracnídeos e Crustáceos;
– Equinodermes:
Comparação dos animais Invertebrados quanto ao plano de organização corporal (número de folhetos germinativos, simetria, tipo de tubo digestivo, presença e tipo de cavidade corporal – acelomados, pseudocelomados e celomados, origem embriológica da boca-protostômios e deuterostômios) – Relações evolutivas entre os grupos de invertebrados.
III.5. A genealogia dos vertebrados (Comparações estruturais e fisiológicas e relações evolutivas no grupo dos vertebrados):
– A origem dos vertebrados – Fósseis como evidencias das relações de parentesco evolutivo;
– Características gerais, aspectos básicos da reprodução e local onde vivem Peixes (ósseos e cartilaginosos), Anfíbios, Répteis, Aves e Mamíferos;
– Comparação dos vertebrados quanto à respiração, circulação e reprodução;
– A evolução do homem – Características gerais dos primatas – Linhagem evolutiva humana; Australopitecus, Homo Eretus e Homo Sapiens.
Seres Vivos e Ambiente em interação
“Os seres vivos mantêm interações dinâmicas entre si e com o ambiente, através do fluxo de energia e de matéria nos ecossistemas do planeta. As alterações ambientais – entre as quais destacamos aquelas que o homem provoca – influenciam significativamente as populações e comunidades biológicas. A ação consciente da humanidade sobre tais alterações pode permitir relações mais harmoniosas com a natureza e a preservação da vida na Terra.”
IV.1. O fluxo de energia e de matéria nos ecossistemas
– Cadeias e teias alimentares;
– Níveis tróficos;
– Pirâmides de energia e de biomassa;
– Ciclos biogeoquímicos: água, carbono, oxigênio e nitrogênio.
IV.2. Dinâmica das comunidades biológicas (Crescimento, interação e equilíbrio das populações e comunidades biológicas)
– Populações: aspectos conceituais – Atributos (densidade e dispersão, taxas de natalidade, mortalidade e crescimento) – Equilíbrio e fatores de desequilíbrio.
– Comunidades: aspectos conceituais – Interação entre os seres vivos (predatismo, parasitismo, mutualismo, comensalismo e competição) – Habitat e nicho ecológico; aspectos conceituais. Sucessão ecológica.
– Biomas aquáticos e terrestres.
– Formações fitogeográficas do Brasil: localização, composição e importância econômica de florestas, cerrados, caatingas, campos, complexo pantaneiro, manguezais, babaçuais e carnaubais.
IV.3. O homem como parte da biosfera (Interação biopsicossociais da espécie humana)
– O crescimento da população humana (aspectos históricos e perspectivas).
– A utilização dos recursos naturais (uso da água e do solo, recursos minerais renováveis e não renováveis, extrativismo e agricultura).
– Alterações nos ecossistemas: – Erosão e desmatamento Poluição do ar, da água e do solo (poluentes químicos e radiativos) – o problema do lixo (armazenamento e reciclagem) – Extinção de espécies biológicas.
– O processo saúde-doença: aspectos conceituais – Indicadores de saúde. expectativa de vida e índice de mortalidade infantil. Determinantes sociais do processo saúde-doença.
– Endemias e epidemias: aspectos conceituais – A importância do controle ambiental, do saneamento básico, da vigilância sanitária e epidemiológica e dos serviços de assistência à saúde.
– A saúde e o consumo de drogas.
– Doenças ocupacionais e acidente de trabalho.
– Doenças degenerativas (câncer e doenças cardiovasculares).
O aluno que completa o segundo grau terá acumulado conhecimentos que lhe permitiram transformações em seu desempenho e competência lingüísticos. A escola lhe possibilitou contato mais sistemático com diferentes manifestações da língua, em diversas normas. Em função disso, espera-se que o estudante já compreenda que a língua é código em que não apenas existem leis de funcionamento interno, mas também se sedimentam conhecimentos, cultura e visão de mundo dos falantes que dela se utilizam.
Conhecer a língua em sua multiplicidade de manifestações, compreendê-la
em sua variedade, concebe-la em sua realização individual e única dentro do código que é patrimônio comum – esses são alguns dos fatores implícitos para que a competência e o desempenho individuais da linguagem, oral e escrita, sejam efetivamente conquistados.
Assim, as provas visam a verificar como os candidatos:
1. reconhecem e distinguem diversas possibilidades de utilização da Língua Portuguesa em seu registro escrito;
2. refletem sobre essas possibilidades de modo a identificar e empregar as formas mais adequadas a dada situação de comunicação:
3. compreendem as relações das manifestações lingüísticas com a realidade histórica e cultural e com a situação especifica de comunicação a que se referenciam.
Esses procedimentos implicam não apenas o conhecimento das estruturas básicas da língua e sua convencionalização em normas, mas também o exercício de operações analíticas e a compreensão das dimensões históricas e sociais da linguagem.
Uma vez que esses procedimentos se desenvolvem, principalmente, por meio da interação com diferentes manifestações da linguagem, e que é na situação do texto – e não na frase isolada – que podem ser verificados, as provas privilegiarão operações sobre textos, em sua variedade, e a observação dos fenômenos lingüísticos em sua realização textual, a saber:
I – Leitura, Compreensão Crítica e Interpretação
Supõe-se que, para a leitura, compreensão critica e interpretação de textos literários e não-literários, o candidato seja capaz de:
1. Operar sobre a norma lingüística culta (e suas convenções) ou sobre textos com outros níveis de linguagem, por meio da observação, análise e substituição de estruturas lingüísticas no plano do léxico, da sintaxe, da semântica (Ex. transformação de orações e períodos, procedendo-se as adaptações requeridas, tais como alterações de pontuação, concordância, substituição de conectivos, de tempos e modos verbais; reconhecimento da adequação ou inadequação de um texto, dada a situação em que foi
produzido). Isso implica:
a. consideração da totalidade do texto e o contexto em que foi produzido;
b. o domínio de: elementos e processos de correlação entre palavras, orações e períodos (conectivos e seus papéis semânticos; pontuação; concordância; regência; processos de coordenação e subordinação; correlação de tempos e modos verbais; citação de discursos – direto, indireto, indireto livre); convenções normativas quanto a acentuação e grafia de palavras vocabulário (adequação e pertinência lexical)
2. Reconhecer a natureza e a especificidade de cada texto (texto narrativo, dissertativo, poético, técnico, etc), pela analise dos elementos que o constituem e da função que nele desempenham (ex. fato e demonstração, argumento e inferência na dissertação; tempo e foco narrativo na narração; sonoridade, ritmo, verso e imagens no poema, etc.)
3. Verificar elementos de composição relevantes para a interpretação, tais como recursos expressivos, articulação entre as diversas partes e componentes do texto.
4. Comparar e relacionar textos, seja para contribuir no procedimento interpretativo, seja para que se percebam as suas características (Ex. relacionar um trecho ao conjunto da obra de onde foi extraído; observar o tratamento do mesmo tema em autores e épocas diversas ou em textos de natureza diversa, identificando semelhanças, diferenças e procedimentos específicos).
5. Relacionar o texto e seu contexto histórico e cultural, compreendendo-o
em suas dimensões sociais (Ex. identificar elementos lingüísticos, técnicos, temáticos que permitam localizar o texto em um determinado momento da cultura e/ou refletir sobre as visões de mundo que dele se podem depreender; dar conta da função ou valorização social do texto).
Observação: Para a formação do estudante no que se refere a textos literários, pressupõe-se um certo repertório de leituras que inclua, entre outras:
5.1. A lírica clássica: Camões
5.2. A lírica barroca: Gregório de Matos
5.3. A lírica arcádica:
5.4. A lírica romântica:
5.5. A lírica parnasiano-simbolista:
5.6. A lírica modernista:
5.7. A prosa barroca:
5.8. A prosa romântica:
5.9. A prosa realista-naturalista:
5.10. A prosa pré-modernista e modernista:
Mano de Andrade
5.11. Teatro:
5.12. A crônica:
Especificamente para o vestibular de 1992 será exigida a leitura integral das seguintes obras:
Carlos Drummond de Andrade – A rosa do povo, Claro enigma
Eça de Queirós – A ilustre casa de Ramires
II – REDAÇÃO (2ª fase)
1. Questões discursivas.
2. Dissertação: exposição, argumentação e conclusões a partir de tema que mobilize conhecimentos e opiniões. Espera-se que o candidato demonstre o domínio dos recursos lingüísticos necessários para a composição de textos coerentes, construídos em uma linguagem formal adequada a situação. Entre mencionados recursos lingüísticos, destacam-se:
– estrutura do texto dissertativo
– estrutura do parágrafo e da frase hierarquização e correlação das informações apresentadas.
– elementos e processos de correlação entre palavras, orações e períodos.
– convenções normativas quanto a acentuação e grafia de palavras.
– vocabulário – adequação e pertinência lexical na exposição de idéias.
– Na 1ª fase o exame constará de testes de múltipla escolha. Embora se privilegiem operações com textos, poderão ser formuladas questões a partir de palavras ou frases isoladas, envolvendo a reflexão sobre os procedimentos lingüísticos anteriormente arrolados.
– Os testes irão objetivar, principalmente, emprego de estruturas lingüísticas e/ou reflexão sobre suas possibilidades, por meio da identificação, transformações e comparação de períodos, frases, palavras.
– Na 2ª fase não serão aceitos textos, mesmo bem formulados, que fujam ao tema da dissertação ou às questões propostas.
O exame tem por objetivo avaliar a capacidade de compreensão de textos autênticos em língua inglesa, com grau de dificuldade compatível com o ensino de 1º e 2º graus. Os textos abordarão temas variados da realidade política, econômica e cultural do mundo contemporâneo.
As questões terão por objetivo fundamental medir a capacidade do candidato em inferir, estabelecer referências e promover relações entre textos e contexto, orações e frases. Nesse particular, serão prioritariamente tratados os aspectos gerais pertinentes ao tema, estrutura e propriedade dos textos. Poderão, ainda, ser avaliados os elementos lingüísticos relevantes à compreensão global e/ou parcial dos textos.
O exame de língua francesa tem por objetivo a verificação da compreensão de textos atuais e autênticos, que podem ser literários, científicos, de divulgação, jornalísticos ou publicitários.
Na medida de sua importância na compreensão dos textos em foco, testar-se-á também o reconhecimento do vocabulário assim como o de elementos gramaticais básicos: gênero, número, determinantes e substitutos nominais; modo, tempo e aspectos verbais; afirmação, negação, interrogação, restrição, comparação; expressão das circunstâncias de tempo, modo, causa, hipótese, etc.
O conteúdo do programa de História a seguir apresentado inclui todas as principais etapas e temas do passado humano que, da perspectiva brasileira e ocidental em que nos situamos, são indispensáveis para a formação de cidadãos com um mínimo de formação humanística e de visão critica da realidade. Pois, como dizia o filósofo Spinoza “aquele que compreende o que o acontece, e por que acontece, é livre.
Do candidato ao exame de História espera-se que disponha não só de informações e conhecimentos necessários para identificar e relatar fatos históricos, mas, sobretudo, de capacidade de abstração, generalização e análise que lhe permita compreender, relacionar e explicar os fenômenos históricos e seus significados.
1.2. O mundo grego e a pólis: do período homérico ao helenístico (aspectos sócio-econômicos e político-culturais).
2.1. Os elementos formadores do mundo feudal:
2.1.1. a crise do império romano
2.1.2. o cristianismo e a Igreja Católica
2.1.3. os remos germânicos
2.2. O sistema feudal e sua dinâmica:
2.2.1. o desenvolvimento do comércio, o crescimento urbano e a vida cultural
2.2.2. as monarquias feudais e os poderes locais (senhorios e cidades) e universais (império e papado)
3 – O Ocidente Moderno
3.4. O Estado Moderno e o Absolutismo Monárquico (Portugal, Espanha, França e Inglaterra)
4.7 Os regimes totalitários: fascismo, nazismo, stalinismo e franquismo.
4.9. Descolonização, Revolução e Libertação Nacional (China, Argélia e Egito e Vietnã).
4.10. Movimentos sociais, políticos e culturais nas décadas de sessenta, setenta e oitenta.
5 – História da América.
5.4. Idéias e Movimentos de Independência nas Américas
5.9 Militarismo, Ditadura e Democracia na América Latina.
6 – História do Brasil.
6.1. As populações indígenas do Brasil; organização e resistência.
6.2. O sistema colonial; engenho e escravidão.
6.4. A interiorização; bandeirismo, extrativismo, pecuária e mineração.
6.6. Apogeu e crise do sistema colonial. Reformismo ilustrado, rebeliões locais e tentativas de emancipação
6.8. A consolidação do Estado Nacional; centralização e resistências.
6.9. O 2º império; economia, urbanização, instituições políticas e vida cultural.
6.11. O advento e consolidação da República. As oligarquias e os interesses regionais.
6.16. O Estado Autoritário (1964-1985); repressão e desenvolvimento excludente.
6.17. Movimentos culturais e artísticos nos anos sessenta e setenta.
O candidato, pelo aprendizado das disciplinas constantes do currículo do segundo grau, das quais faz parte a Geografia, deverá ter formado um corpo de conhecimentos e adquirido uma capacidade critica de analise, síntese e interpretação do mundo em que vive.
Assim, as provas de Geografia verificarão, primordialmente, a capacidade de compreensão critica da realidade contemporânea, especialmente a brasileira, na dimensão especifica do espaço geográfico, espaço esse que abrange sociedade e natureza. Sociedade e natureza que são desiguais, refletindo condições diversificadas de organização, processos, evolução e transformação. A referida compreensão da realidade envolve conhecimentos de localização, orientação e representação cartográfica.
a. compreender o espaço geográfico, sua produção, paisagens, organização e transformação; como e porque a sociedade e a natureza apresentam-se na atualidade: características, problemas, evolução, transformação, relações e perspectivas futuras;
b. compreender os fatos e processos sociais e naturais como dinâmicos, interdependentes e analisáveis em diferentes escalas de observação;
c. compreender e estudar o mundo através dos processos de transformação que o trabalho social imprime à natureza;
d. refletir sobre a maneira de ver o mundo, como as idéias produzem valores e contribuem para a produção do espaço;
e. pensar a realidade brasileira como parte dos processos gerais, tanto no
que se refere à natureza como à sociedade, assim como marcada por suas especificidades.
O programa a seguir apresentado tem por objetivo servir de orientação para os estudos de Geografia do candidato;
1. A regionalização do espaço mundial; os sistemas sócio-econômicos e a divisão territorial do trabalho; os espaços supranacionais, países e regiões geográficas (suas organizações geopolíticas, geo-econômicas e culturais).
1.2. Os mecanismos de dependência e dominação a nível internacional, nacional e regional.
1.3. A distribuição territorial das atividades econômicas e a importância dos processos de industrialização, da urbanização/metropolização da transformação da produção agropecuária e das fontes de energia.
2. A regionalização do espaço brasileiro; o processo de transformação recente e a valorização econômico social do espaço brasileiro e a divisão territorial do trabalho; as regiões brasileiras; o Estado e o planejamento territorial.
2.1. As diferenças geográficas do processo recente de produção do espaço brasileiro e os mecanismos de dependência e dominação a nível internacional, nacional, regional e local.
2.2. A distribuição territorial das atividades econômicas e a importância dos processos de industrialização, da urbanização/metropolização, da transformação da produção agropecuária e da estrutura agrária, o desenvolvimento da circulação e das fontes de energia.
2.4. A relação entre produção e consumo; o comércio interno e externo e a concentração espacial da riqueza.
3. Os grandes domínios geoecológicos: gênese, evolução, transformação, características físicas e biológicas e o aproveitamento de seus recursos.
3.1. O espaço terrestre global e brasileiro em particular: configuração e diferenças naturais.
3.5. A especificidade dos ambientes tropicais do globo terrestre; unidade e
4. A questão ambiental; conservação, preservação e degradação.
4.4. Os processos naturais e antropogênicos de erosão e de desertificação, a devastação da vegetação natural e da fauna.
4.6. As mudanças climáticas, o efeito estufa e as conseqüências das atividades humanas.
5. A cartografia como disciplina auxiliar da Geografia subsidiando a observação, análise, correlação e interpretação dos fenômenos geográficos.
5.1. A cartografia como instrumento de compreensão do elo existente entre
5.2. A cartografia como recurso para a compreensão espacial dos fenômenos geográficos da superfície terrestre em diferentes escalas de
representação: local, regional e mundial.
5.3. Tratamento da informação e representação dos fenômenos físicos, sociais, econômicos, geopolíticos, etc. permitindo a visualização espacial dos fenômenos e a sua possível correlação e interpretação.
Estrang. Matemática Física Química Biologia História Geografia Aptidão e Hab. Espec.
e Ciência da Computação-São Paulo 1 1 2 2 2 1 1 1 –
Física – S.Paulo e S.Carlos e Meteorologia 2 1 2 2 2 1 1 1 –
Geofísica 1 1 2 2 1 1 1 1 –
II – Áreas de Ciências Biológicas
Ciências Biológ. Mod. Médica-R.Preto 1 1 1 2 2 2 1 1 –
Educação Física – Bacharelado 2 1 1 1 1 1 1 1 –
Esporte – Bacharelado 2 1 1 1 1 1 1 1 4
Odontologia-Rib.Preto 2 1 2 2 2 2 1 1 –
III – Áreas de Humanidades
Música 2 1 1 1 1 1 2 1 5
Ciências Sociais 2 2 1 1 1 1 2 1 –
História 2 2 1 1 1 1 2 1 –
Hebraico e Linguística) 2 2 1 1 1 1 2 1 –
Pedagogia 2 1 1 1 1 1 2 1 –