Source: http://docplayer.com.br/5045443-Projeto-pedagogico-do-curso-de-graduacao-em-engenharia-industrial-mecanica.html
Timestamp: 2017-12-16 02:29:06+00:00
Document Index: 29915457

Matched Legal Cases: ['Artigo 4', 'artigo 6', 'artigo 5', 'artigo 0', 'artigo 4', 'artigo 8', 'artigo 8']

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Industrial Mecânica - PDF
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Industrial Mecânica
Download "Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Industrial Mecânica"
Stefany Back Farinha
1 Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Câmpus Cornélio Procópio Diretoria de Graduação e Educação Profissional Coordenação do Curso de Engenharia Mecânica PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Industrial Mecânica Cornélio Procópio Paraná 0
2 Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Câmpus Cornélio Procópio Diretoria de Graduação e Educação Profissional Coordenação do Curso de Engenharia Mecânica PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Industrial Mecânica Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Mecânica, elaborado pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE) nomeado pela portaria nº 86 de 0 de outubro de 0 da Direção-Geral do Câmpus Cornélio Procópio da Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Membros do NDE: Prof. Rodrigo Henriques L. da Silva (Presidente) Prof. Adailton Silva Borges Prof. Henrique Cotait Razuk Prof. Márcio Aurélio Furtado Montezuma Prof. Romeu Rony Cavalcante Costa Prof. Santiago Del Rio Oliveira Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Mecânica, aprovado pelo Colegiado de Curso nomeado pela portaria nº 85 de 0 de outubro de 0 da Direção-Geral do Câmpus Cornélio Procópio da Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Membros do Colegiado: Prof. Rodrigo Henriques L. da Silva (Presidente) Prof. Celso Alves Correa Prof. Adriano Silva Borges Prof. João Roberto Sartori Moreno Prof. Romeu Rony Cavalcante Costa Prof. Márcio Aurélio Furtado Montezuma Prof. Carlos Elias da Silva Junior Prof. André Luis Machado Martinez Prof. Rosângela Borges Pimenta Prof. Rubens Gallo Luzia Rodrigues Marcos Vinícius Barbosa Cornélio Procópio Paraná 0
3 Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Câmpus Cornélio Procópio Diretoria de Graduação e Educação Profissional Coordenação do Curso de Engenharia Ind. Mecânica PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Reitor da UTFPR Carlos Eduardo Cantarelli Pró-Reitor de Graduação Maurício Alves Mendes Diretor do Câmpus Cornélio Procópio Devanil Antonio Francisco Diretor de Graduação e Educação Profissional Edson Luis Bassetto Coordenador de Curso de Graduação em Engenharia Mecânica Rodrigo Henriques Lopes da Silva
4 Índice HISTÓRICO 6 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 7 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 8. GESTÃO ACADÊMICO-ADMINISTRATIVO DO CURSO Missão, Visão e Valores Coordenação do Curso Colegiado de Curso Núcleo Docente Estruturante (NDE) Professor Responsável pelas Atividades Complementares Professor responsável pelo Trabalho de Conclusão de Curso Professor responsável pelo Estágio Curricular Obrigatório Departamento de Registros Acadêmicos IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS CONSTANTES DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI, NO ÂMBITO DO CURSO ATENDIMENTO AO DISCENTE ESTÍMULO ÀS ATIVIDADES ACADÊMICAS METODOLOGIA AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO....7 AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM... 4 CONCEPÇÃO DO CURSO 4 4. JUSTIFICATIVA, FINALIDADES E OBJETIVOS DO CURSO Justificativa Objetivos do Curso PERFIL DO EGRESSO PERFIL ESPERADO DO FUTURO PROFISSIONAL ÁREAS DE ATUAÇÃO HABILITAÇÕES OFERECIDAS MATRIZ CURRICULAR DO CURSO 5. MATRIZ CURRICULAR COMPOSIÇÃO DA FORMAÇÃO CONTEÚDOS POR PERÍODO Conteúdos Profissionalizantes Específicos Disciplinas Obrigatórias Conteúdos Profissionalizantes Específicos Disciplinas Optativas EMENTÁRIOS E BIBLIOGRAFIA Conteúdos Básicos Conteúdos Profissionalizantes Núcleo Comum Conteúdos Profissionalizantes Específicos - Aprofundamento Área de Processos de Fabricação Área de Projetos Industriais Área de Automação Área de Instalações Industriais Área de Gestão da Produção Atividades e Trabalhos de Síntese e Integração de Conhecimentos Totalização de Cargas Horárias Certificações ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO E PRÁTICA PROFISSIONAL Objetivos Procedimentos ATIVIDADES COMPLEMENTARES Objetivos Procedimentos TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
5 5.7. Objetivos Procedimentos INFRA-ESTRUTURA LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS DO CURSO DE ENG. MECÂNICA Laboratório de Materiais Laboratório de CNC Laboratório de Metrologia Laboratório de Processos de Fabricação Laboratório de Sistemas Automatizados Laboratório de Hidráulica e Pneumática Laboratório de Manutenção Laboratório de Termodinâmica e Refrigeração Laboratório de Transferência de Calor e Mecânica dos Fluidos Outros Laboratórios Núcleo Básico OUTROS AMBIENTES PEDAGÓGICOS Núcleo de Educação à Distância SALA DE AULA E DE DOCENTES Sala de Professores e Sala de Reuniões Gabinetes de Trabalho para Professores Salas de Aula BIBLIOTECA Recursos Humanos Acervo CORPO DOCENTE 0 7. TITULAÇÃO E FORMAÇÃO ACADÊMICA RELAÇÃO DE GRUPOS DE DISCIPLINAS COM OS POSSÍVEIS DOCENTES.. 7. TITULAÇÃO E FORMAÇÃO ACADÊMICA DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) COMPOSIÇÃO DO COLEGIADO DO CURSO COORDENAÇÃO DO CURSO CORPO TÉCNICO DISCIPLINAS INCLUÍDAS AO CURSO POR RESOLUÇÕES 8 8. EMENTA E BIBLIOGRAFIA
6 HISTÓRICO A Universidade Tecnológica do Paraná (UTFPR) é a primeira assim denominada no Brasil e tem uma história um pouco diferente das outras universidades. A Instituição não foi criada e, sim, transformada a partir do Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná (Cefet-PR). Como a origem deste centro é a Escola de Aprendizes Artífices, fundada em 909, a UTFPR herdou uma longa e expressiva trajetória na educação profissional. O Câmpus Cornélio Procópio iniciou suas atividades em março de 99, como Centro Federal de Educação Tecnológica Unidade de Cornélio Procópio, com os Cursos Técnicos em Eletrotécnica e Mecânica, em nível de º grau, atendendo inicialmente 400 alunos oriundos de vários municípios. Para tanto dispunha de 6 professores, 8 técnicos administrativos e 6 salas de aula. Rapidamente, a Instituição tornou-se um centro de referência educacional, não só da região como também de outros estados da Federação por oferecer ensino de qualidade e servir para a promoção do desenvolvimento regional e nacional, através da educação tecnológica e humanística, sempre com a preocupação de formar cidadãos conscientes e preparar profissionais competentes. Em 998 foi criado o Curso Superior de Tecnologia em Mecânica ênfase Manutenção Industrial. Este curso foi reconhecido pelo MEC em maio de 00 com o conceito A, e atualmente o Curso de Tecnologia em Manutenção Industrial possui aproximadamente 50 alunos de diversos municípios do estado do Paraná, sul de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Os cursos de pós-graduação da área de mecânica iniciaram-se em 00, com o Curso de Especialização em Gestão da Produção. Já foram disponibilizados pela área de mecânica os cursos de pós-graduação latu-sensu nas áreas de Produção, Projetos e Refrigeração e Ar Condicionado, sendo que alguns ainda estão em andamento. Estes cursos, juntamente com o Curso de Graduação em Engenharia Industrial Mecânica, atendem à demanda da inovação e do crescimento tecnológico, qualificando profissionais para atuarem de acordo com as necessidades mercadológicas. Atualmente os profissionais que atuam no Curso de Graduação em Engenharia Industrial Mecânica estão lotados, basicamente, em dois setores, a Coordenação de Engenharia Mecânica (COEME) e a Coordenação em Tecnologia em Manutenção Industrial (COMIN). Entretanto, esses profissionais recebem o apoio de outros núcleos, tais como, os de Informática, Elétrica, Matemática e o Núcleo Comum. O CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA FOI ABERTO COMO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA, CONFORME RESOLUÇÃO N 078/06-COEPP. ENTRETANTO, SEU NOME FOI ALTERADO PARA ENGENHARIA MECÂNICA NO ANO DE 00 COM O INTUITO DE ATENDER A 6
7 RESOLUÇÃO N 08/09-COEPP (CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E PÓS- GRADUAÇÃO) DE DE SETEMBRO DE 009, QUE CRIOU NOVA NOMENCLATURA PARA OS NOMES DOS CURSOS DA UTFPR. ESSE FATO OCORREU A FIM DE QUE SE ATENDESSE AO DOCUMENTO DO MEC COM AS NOVAS REFERÊNCIAS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO (BACHARELADOS E LICENCIATURAS) E ENGENHARIAS. COMO RESULTADO O CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA PASSOU A SE CHAMAR CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA, SEM QUALQUER ALTERAÇÃO EM SEU PROJETO PEDAGÓGICO. Este documento tem por objetivo mostrar a filosofia e as principais características do currículo do Curso de Graduação em Engenharia Industrial Mecânica, o qual se encontra em conformidade com princípios básicos estabelecidos na legislação em vigor, especialmente pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 994/96, resolução /00 do Conselho Nacional de Educação (CNE)/Câmara de Educação Superior (CES) e legislação interna da UTFPR. Outra finalidade deste documento é servir de referência para administração didáticopedagógica do Curso de Graduação em Engenharia Mecânica. O Projeto Pedagógico de Curso foi aprovado pelo Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia Mecânica em reunião ordinária realizada no dia 6 de outubro de 0. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO Denominação do Curso: Curso de Graduação Habilitação em Engenharia Industrial Mecânica. Titulação conferida: Engenheiro Mecânico. Nível do Curso (graduação, seqüencial, etc.): Graduação. Modalidade de Curso: Curso Regular de Engenharia. Duração do Curso: Cinco anos. O prazo mínimo para integralização curricular é de 4,5 anos e o máximo de 9 anos, sendo o tempo normal 0 semestres. Área de conhecimento: Engenharia Mecânica. Habilitação e/ou ênfase e/ou núcleo formador: Engenharia Mecânica. Regime escolar: Semestral com duas entradas anuais. Aulas de segunda a sábado. Sistema de Matrícula: o curso funciona por regime de pré-requisitos, sendo a matrícula realizada por disciplina; 7
8 Processo de seleção: Desde o primeiro semestre de 00 a entrada no Curso de Graduação em Engenharia Mecânica está sendo realizada por meio do Sistema de Seleção Unificada (SiSU), em que os candidatos são selecionados pela nota obtida no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Número de vagas anuais previstas por turmas: Inicialmente foi prevista uma entrada anual de 44 alunos, ou seja, alunos por semestre. Entretanto, a entrada foi aumentada para 88 alunos anuais, isto é, 44 alunos por semestre. Turnos previstos: Diurno. Ano de início de funcionamento: º semestre de 007. Número de vagas anuais autorizadas por docente equivalente a tempo integral :,57 alunos por professor. Alunos por turma de disciplina teórica: 44 alunos (máximo). Número médio de disciplinas por docente:,6 disciplinas por docente. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA A organização didático-pedagógica obedece ao estabelecido no Regulamento da Organização Didático Pedagógico dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura da UTFPR e suas normas e procedimentos complementares, aprovado pelo Conselho de Ensino em 9 de novembro de 00 pela Resolução n /00 COEPP (em substituição à Resolução nº /06 COEPP de 0 de dezembro 006), Regimento dos Câmpus da UTFPR, deliberação nº 0/009 de 5/09/009, e dos Regulamentos Específicos de Atividades Complementares, Trabalho de Conclusão de Curso e Estágio Curricular Obrigatório. A ampliação de para 44 vagas semestrais foi deliberada pela resolução nº 7/07-COEPP de 0//007. Números referentes ao segundo semestre de 0. 8
9 . GESTÃO ACADÊMICO-ADMINISTRATIVO DO CURSO.. Missão, Visão e Valores Os princípios que norteiam todo o desenvolvimento do trabalho de gestão do Curso de Graduação em Engenharia Industrial Mecânica são baseados na missão, visão e valores da UTFPR apresentados no PDI, descritos a seguir: Missão: promover a educação de excelência por meio do ensino, pesquisa e extensão, interagindo de forma ética e produtiva com a comunidade para o desenvolvimento social e tecnológico; Visão: ser modelo educacional de desenvolvimento social e referência na área tecnológica; Valores: os valores da UTFPR apresentados no PDI estão articulados com o perfil do egresso pretendido para os concluintes de Engenharia Mecânica, e são os seguintes: Ética: gerar e manter a credibilidade junto à sociedade. Desenvolvimento humano: formar o cidadão integrado no contexto social. Integração social: realizar ações interativas com a sociedade para o desenvolvimento social e tecnológico. Inovação: efetuar a mudança por meio da postura empreendedora. Qualidade e excelência: promover a melhoria contínua dos serviços oferecidos para a satisfação da sociedade... Coordenação do Curso Conforme, descrito nos artigos 7 e 8, do Regimento dos Câmpus da UTFPR, deliberação nº 0/009 de 5/09/009, subseção III, das coordenações de curso, a coordenação do Curso de Graduação em Engenharia Industrial Mecânica é subordinada à Secretaria de Bacharelados e Licenciaturas. O coordenador do Curso de Engenharia Mecânica atua com a função de: I. Garantir o cumprimento das normas institucionais, em consonância com a chefia de Departamento Acadêmico; II. Congregar e orientar os estudantes e atividades do curso, sob sua responsabilidade; 9
10 III. IV. Controlar e avaliar o desenvolvimento dos projetos pedagógicos e da ação didáticopedagógica no âmbito do curso; Coordenar a elaboração e divulgar à comunidade os planos de ensino das disciplinas do seu curso; V. Coordenar o processo de planejamento de ensino, no âmbito do curso; VI. VII. VIII. IX. Coordenar a elaboração de propostas de alteração e atualização curricular do curso; Coordenar as atividades relacionadas aos componentes curriculares constantes nos projetos pedagógicos dos cursos; Propor cursos de formação continuada; Zelar pelas questões disciplinares dos estudantes; X. Acompanhar e orientar o docente nas questões didático-pedagógicas; XI. XII. XIII. XIV. XV. XVI. Subsidiar a chefia de Departamento Acadêmico quanto à alocação dos docentes nas disciplinas; Coordenar as ações relacionadas ao reconhecimento e renovação de reconhecimento do curso; Propor, em consonância com a chefia de Departamento Acadêmico, à Secretaria de Gestão Acadêmica o plano anual de metas do curso; Solicitar e encaminhar os documentos acadêmicos, inclusive os de resultados de avaliações de ensino, nas datas estabelecidas no calendário acadêmico; Coordenar as atividades relacionadas com os processos de avaliação externa dos estudantes; Propor, com anuência da chefia de Departamento Acadêmico e nos termos da política institucional, a contratação dos docentes ou a alteração da jornada de trabalho destes, no âmbito do Departamento; XVII. Participar, com a chefia do Departamento Acadêmico, da avaliação de pessoal docente e administrativo, no âmbito do Departamento; XVIII. Definir, com a chefia do Departamento Acadêmico, as áreas de conhecimento a serem supridas e o perfil dos docentes a serem contratados, no âmbito do Departamento; XIX. XX. XXI. Coordenar, em consonância com a chefia de Departamento Acadêmico, o processo de matrícula; Atuar na divulgação do curso; Promover a articulação entre as áreas de seu curso com outras Coordenações de Curso e Departamentos Acadêmicos; e 0
11 XXII. Controlar e avaliar o desempenho dos monitores, no âmbito do seu curso... Colegiado de Curso Conforme, descrito no art. 0, do Regimento dos Câmpus da UTFPR, deliberação nº 0/009 de 5/09/009, subseção III, cada curso terá um Colegiado de Curso, de caráter propositivo, responsável pela assessoria didático-pedagógica à Coordenação, com Regulamento único, aprovado pelo Conselho de Graduação e Educação Profissional. Assim o colegiado do Curso de Graduação em Engenharia Mecânica é um órgão consultivo da coordenação do curso para os assuntos que envolvam as políticas de ensino, pesquisa e extensão, em conformidade com os princípios, finalidades e objetivos da UTFPR, descritos em sua lei de criação, em seu PPI, no Estatuto e Regimento Geral. A composição do colegiado do Curso de Graduação em Engenharia Mecânica, conforme Artigo 4 do Regulamento dos Colegiados de Curso, é constituído: I. Do Coordenador do Curso como presidente; II. Do Chefe de Departamento quando houver, como vice-presidente; ou do assessor pedagógico do coordenador do curso; III. Do Chefe de laboratórios, quando houver, ou de professor indicado pelo coordenador do curso; IV. Do representante da orientação acadêmica; V. Do professor orientador de estágio ou professor auxiliar da coordenação de estágio dependendo da forma com que este representante seja denominado em cada curso; VI. Do orientador dos trabalhos de diplomação ou professor coordenador de trabalhos de final de curso dependendo da forma com que este representante seja denominado em cada curso; VII. De membros eleitos pelos professores e seus respectivos suplentes lotados no curso de acordo com as regras definidas por cada coord.; VIII. De dois membros indicados pelo coordenador de cada curso sendo um da área de ciências exatas e um da área de humanas; IX. Do orientador das atividades complementares; X. De um aluno do curso indicado pelo órgão representativo dos alunos do curso ou pelo coordenador do curso. Conforme descrito no PDI, as atribuições dos Colegiados de Curso compreendem:
12 (i) do Curso; Definir as políticas para o desenvolvimento do ensino, pesquisa e extensão no âmbito (ii) (iii) Analisar e propor as atualizações necessárias nos PPCs aos conselhos pertinentes; Avaliar o desenvolvimento dos planos de ensino das disciplinas do curso; (iv) Aprovar o Plano Anual de Capacitação dos servidores lotados no curso, de acordo com as regulamentações internas da UTFPR; (v) Propor, aos órgãos superiores da UTFPR, o estabelecimento de convênios de cooperação técnica e científica com instituições afins, visando ao desenvolvimento e capacitação no âmbito do curso; (vi) Avaliar a produção acadêmica do curso; (vii) Avaliar e aprovar a adequação das atividades de ensino, pesquisa e extensão relacionadas aos docentes do curso, bem como os planos de trabalho, de pesquisa e extensão em conformidade com as Diretrizes para a Gestão das Atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão da UTFPR; (viii) Examinar, em primeira instância, as questões didático-pedagógicas propostas pelo corpo docente ou discente, de acordo com a legislação interna; (ix) Avaliar os resultados gerais da avaliação dos docentes pelos discentes, encaminhados pela Comissão de Avaliação de Desempenho, propondo, quando necessário, ações que promovam a melhoria do processo e dos seus indicadores; (x) Assessorar a CPA nos procedimentos relativos às avaliações previstas pelo SINAES. O colegiado do Curso de Graduação em Engenharia Mecânica funciona de acordo, com os artigos 8 ao 6 do Regulamento dos Colegiados de Cursos, destacando-se que o Colegiado e o Conselho funcionarão com a presença mínima de dois terços de seus membros. O colegiado do Curso de Graduação em Engenharia Mecânica é nomeado por portaria emitida pela direção do Câmpus, sendo renovada a portaria a cada início de ano letivo...4 Núcleo Docente Estruturante (NDE) O Núcleo Docente Estruturante (NDE) contribui na gestão pedagógica do Curso de Graduação em Engenharia Mecânica. Destacando-se principalmente as seguintes contribuições: O NDE criado pela Portaria Nº 47, de de fevereiro de 007,é caracterizado por ser responsável pela formulação do projeto pedagógico do Curso - PPC, sua implementação e desenvolvimento, composto por professores: a) com titulação em nível de pós-graduação
13 stricto sensu; b) contratados em regime de trabalho que assegure preferencialmente dedicação plena ao curso; e c) com experiência docente. Além das funções descritas na portaria nº 47/007 o parecer CONAES Nº. 4, de 7 de junho de 00, destaca as seguintes atribuições do Núcleo Docente Estruturante (NDE): (i) contribuir para a consolidação do perfil profissional pretendido do egresso do Curso; (ii) zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes no currículo; (iii) indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do Curso; (iv) além de zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia Mecânica. O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso de Graduação em Engenharia Mecânica é nomeado por portaria emitida pela direção do Câmpus, sendo composto por professores que atuam nos núcleos básico, profissionalizante e profissionalizante específico. Todos os professores do NDE possuem pós-graduação stricto sensu e experiência em docência no ensino superior...5 Professor Responsável pelas Atividades Complementares O professor responsável pelas atividades complementares é indicado pelo coordenador do curso, é nomeado por portaria emitida pela direção do Câmpus, e tem a função de auxiliar o coordenador no desenvolvimento das atividades complementares. As atribuições do professor responsável são descritas no artigo 6º do capítulo III do Regulamento das Atividades Complementares dos Cursos de Graduação da UTFPR e são as seguintes: I. Analisar e validar a documentação das Atividades Complementares apresentadas pelo aluno, levando em consideração este Regulamento; II. Avaliar e pontuar as Atividades Complementares desenvolvidas pelo aluno, de acordo com os critérios estabelecidos, levando em consideração a documentação apresentada; III. Orientar o aluno quanto à pontuação e aos procedimentos relativos às Atividades Complementares; IV. Fixar e divulgar locais, datas e horários para atendimento aos alunos; V. Controlar e registrar as Atividades Complementares desenvolvidas pelo aluno, bem como os procedimentos administrativos inerentes a essa atividade;
14 VI. Encaminhar à Divisão de Registros Acadêmicos - DERAC do respectivo Câmpus, o resultado da matrícula e da avaliação das Atividades Complementares; VII. Participar das reuniões necessárias para a operacionalização das ações referentes às Atividades Complementares. As atividades complementares serão desenvolvidas conforme estabelecido no Regulamento das Atividades Complementares dos Cursos de Graduação da UTFPR aprovado pela resolução 6/06-COEPP e retificada pela resolução 56/07-COEPP de /06/ Professor responsável pelo Trabalho de Conclusão de Curso O professor responsável pelo Trabalho de Conclusão de Curso é indicado pelo coordenador do Curso, é nomeado por portaria emitida pela direção do Câmpus, e tem a função de auxiliar o coordenador no desenvolvimento dos Trabalhos de Conclusão de Curso. As atribuições do professor responsável são descritas no artigo 5º do capítulo II do Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) para os Cursos de Graduação da UTFPR e são as seguintes: I - Apoiar a Coordenação de Curso no desenvolvimento das atividades relativas ao TCC. II - Organizar e operacionalizar as diversas atividades de desenvolvimento e avaliação do TCC que se constituem na apresentação do projeto de pesquisa, apresentação parcial, quando houver e defesa final. III - Efetuar a divulgação e o lançamento das avaliações referentes ao TCC. IV - Promover reuniões de orientação e acompanhamento com os alunos que estão desenvolvendo o TCC. V - Definir, juntamente com a Coordenação de Curso, as datas das atividades de acompanhamento e de avaliação do TCC. VI - Promover, juntamente com a Coordenação de Curso, a integração com a Pós-Graduação, empresas e organizações, de forma a levantar possíveis temas de trabalhos e fontes de financiamento. VII - Constituir as bancas de avaliação dos TCC. O Trabalho de Conclusão de Curso será desenvolvido conforme estabelecido no Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) para os Cursos de Graduação da UTFPR aprovado pela resolução 0/06 - COEPP de 07//006 e implementado pela instrução normativa 0/07-PROGRAD de 04/05/007. 4
15 ..7 Professor responsável pelo Estágio Curricular Obrigatório O professor responsável pelo Estágio Curricular Obrigatório é indicado pelo coordenador do curso, é nomeado por portaria emitida pela direção do Câmpus, e tem a função de auxiliar o coordenador no desenvolvimento das atividades relacionadas ao estágio curricular obrigatório. As atribuições do professor responsável são descritas no artigo 0, seção II do capítulo VII do Regulamento dos Estágios dos Cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio e do Ensino Superior da UTFPR e são as seguintes: I. Aprovar o Plano de Estágio apresentado pelo estudante, levando em consideração os objetivos estabelecidos neste Regulamento; II. Validar matrícula do estudante na disciplina/unidade curricular de Estágio Curricular Obrigatório após aprovação do Plano de Estágio; III. Designar Professor Orientador de Estágio de acordo com sistemática adotada pela respectiva coordenação do curso; IV. Organizar o Evento de Avaliação de Estágio Curricular Obrigatório; V. Fixar e divulgar datas e horários dos Eventos de Avaliação de Estágio Curricular Obrigatório para avaliação das atividades desenvolvidas pelos estudantes concluintes do Estágio; VI. Realizar a avaliação final do estagiário, efetuar o lançamento da nota junto ao Departamento de Registros Acadêmicos do Câmpus da UTFPR; VII. Receber e analisar pedidos de validação da disciplina/unidade curricular Estágio Curricular Obrigatório; VIII. Comunicar à parte concedente do estágio, no início do período letivo, as datas de realização de avaliações escolares ou acadêmicas. IX. Acompanhar e avaliar os Estágios não Obrigatórios por meio de instrumentos definidos pela Diretoria de Graduação e Educação Profissional do Câmpus. X. Divulgar este regulamento junto aos estudantes. O Estágio Curricular Obrigatório será desenvolvido conforme estabelecido na lei.788 de 5/09/008 e no Regulamento dos Estágios dos Cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio e do Ensino Superior da UTFPR aprovado pela resolução nº /08 COEPP (Resolução nº /0 COEPP de de março de 00; e Resolução nº 80/0 COEPP de 08 de junho de 00). A avaliação da atividade de estágio será realizada conforme a Resolução nº /08 COEPP (Resolução nº /0 COEPP, de de março de 00). Casos omissos serão resolvidos pelo colegiado do Curso de Graduação em Engenharia Mecânica. 5
16 ..8 Departamento de Registros Acadêmicos O departamento de Registros acadêmicos, conforme estrutura organizacional apresentado ao conselho da UTFPR, está ligado a Diretoria de Graduação e Educação Profissional. Sendo responsável pelo serviço de controle, registro acadêmico, processamento da vida acadêmica dos alunos. Este departamento dispõe de quatro funcionários administrativos e dentre as várias funções desempenhadas pelos funcionários deste setor destacam-se:. Efetuar inscrições e matriculas dos estudantes;. Organizar e manter sob sua guarda as pastas individuas dos discentes;. Receber, preparar e informar os processos relativos ao corpo discente; 4. Preparar e emitir documentos oficiais aos estudantes; 5. Emitir certificados de conclusão de curso e diplomas; 6. Verificar e atestar regularidade de registro acadêmico em documento. O gerenciamento das informações acadêmicas é realizado por meio de um sistema informatizado denominado de Sistema Acadêmico. Este sistema é de fácil acesso aos alunos, pois está ligado à internet e é acessado por meio de senhas individuais distribuídas no seu ingresso. Neste sistema destacam-se as seguintes tarefas que os estudantes podem realizar:. Visualizar a programação de aulas, grades e disciplinas, avaliações, frequência e planos de ensino;. Emitir histórico escolar e certificados;. Realizar e confirmar matrícula; 4. Efetuar as avaliações periódicas dos professores e etc. Já os professores utilizam o Sistema Acadêmico para lançamento de frequência, conteúdo, notas, plano de ensino, plano de atividades e acessar informações restritas. Destaca-se que as diretorias e coordenações possuem acesso irrestrito a todos os registros e informações acadêmicas, assim podem acompanhar o desenvolvimento de alunos e professores. 6
17 . IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS CONSTANTES DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI, NO ÂMBITO DO CURSO De acordo com o PDI (Plano de Desenvolvimento Institucional) da UTFPR (009-0), aprovado pela DELIBERAÇÃO Nº 8/009, de 8 de dezembro de 009 do Conselho Universitário da UTFPR, tem-se por objetivo formar profissionais capacitados, tendo em vista o enfrentamento do acelerado desenvolvimento tecnológico. Nesse contexto, o Curso de Graduação em Engenharia Industrial Mecânica está em consonância com as diretrizes estabelecidas nesse plano, destacando-se:. Articulação entre a teoria e a prática: os laboratórios são utilizados pelos discentes, para a realização de experimentação, na prática de conceitos vistos anteriormente na teoria. É sabido que para uma melhor fixação e desenvolvimento dos conceitos teóricos faz-se necessária a vivência desses na prática.. Integração acadêmica: é uma espécie de simbiose de experiências acadêmicas, ou seja, é a integração que permite uma visão mais abrangente da realidade, pois os estudantes do Curso de Graduação em Engenharia Industrial Mecânica são estimulados a participar de eventos na área.. Articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão: o contato com a comunidade possibilita um espaço privilegiado para os alunos e para a socialização do conhecimento adquirido, pois ao mesmo tempo em que esse conhecimento produzido na Instituição é socializado, também os docentes e discentes têm a oportunidade para aprimorar seus conhecimentos, bem como adquirir outros. No Curso de Graduação em Engenharia Industrial Mecânica os alunos são estimulados a participarem de trabalhos de extensão junto à comunidade. Em relação à pesquisa, os alunos do curso, participam de vários projetos de iniciação científica.. ATENDIMENTO AO DISCENTE A Coordenação do Curso de Graduação em Engenharia Mecânica funciona durante três turnos sendo que os horários do coordenador e dos professores estão disponíveis para os 7
18 acadêmicos. A secretaria da Coordenação do Curso de Graduação em Engenharia Mecânica conta com duas secretárias (técnicas-administrativas) e um secretário (técnico-administrativo) que se revezam durante os turnos matutino, vespertino e noturno A função dos secretários é auxiliar os alunos para que, mesmo na ausência do coordenador, diversos assuntos possam ser encaminhados agilizando os trâmites e solicitações dos acadêmicos. Além disso, propiciar que assuntos relacionados aos docentes também possam ser encaminhados sem a presença do coordenador de curso. Conforme item 5, da Instrução Normativa 05/0 PROGRAD, em todos os regimes de trabalho do docente, o número de tempos destinados às permanências para atendimento aos alunos será de, no mínimo, 5% do número de aulas ministradas. Sendo o horário de atendimento divulgado aos alunos. Tais horários são dedicados ao esclarecimento de dúvidas por parte dos discentes. Para o atendimento ao discente, o Curso de Graduação em Engenharia Industrial Mecânica, tem o suporte do Núcleo de Acompanhamento Psicopedagógico, Assistência Estudantil (NUAPE) e do Departamento de Ensino. Conforme artigo 4, do Regimento dos Câmpus da Universidade Tecnológica Federal do Paraná UTFPR, Deliberação nº 0/009 de 5/09/009, compete ao Núcleo de Acompanhamento Psicopedagógico e Assistência Estudantil: I. promover acompanhamento psicopedagógico aos discentes; II. executar os programas de assistência estudantil da UTFPR; III. prestar atendimento médico-odontológico aos discentes; IV. prestar atendimento aos discentes com necessidades educacionais especiais; A UTFPR, Câmpus Cornélio Procópio, oferece aos estudantes os serviços de atendimento médico, enfermagem e psicológico educacional. Atualmente, o serviço de atendimento conta com um profissional técnico em enfermagem, uma dentista e uma médica. O curso oferta bolsas de monitoria, segundo Regulamento específico (Resolução nº 5/09 COEPP, de de março de 009; modificado pela Resolução nº 4/0 COEPP, de de março de 00), para que os acadêmicos tenham uma opção adicional para acompanhamento e solução de dúvidas. Os monitores são selecionados para disciplinas chave, onde há maior grau de dificuldade ou alto nível de reprovação. Os monitores auxiliam o professor no acompanhamento da turma visando melhorar o aproveitamento da disciplina por parte dos alunos. A Instrução Normativa 0/09 PROGRAD estabelece procedimentos operacionais para implantação do Programa de Monitoria da UTFPR. Além disso, são ofertados aos discentes Cursos de nivelamento (ex: Pré-Cálculo), principalmente no primeiro período, onde os acadêmicos com maiores dificuldades em 8
19 conteúdos básicos, geralmente relacionadas a área de matemática, podem sanar suas maiores deficiências..4 ESTÍMULO ÀS ATIVIDADES ACADÊMICAS O Câmpus da UTFPR em Cornélio Procópio possui diversos programas de estímulo às atividades acadêmicas, que têm como objetivo a inserção dos alunos no âmbito universitário e complemento à formação técnica, sendo eles: (i) Incubadora: A incubadora é um mecanismo do PROEM que possibilita a continuidade dos trabalhos desenvolvidos no Hotel Tecnológico, acolhendo empresas oriundas das comunidades interna e externa, contemplando as áreas de atuação da UTFPR, Câmpus Cornélio Procópio. Durante o período de incubação será dado todo o apoio necessário até que ocorra a maturação da empresa, buscando finalizar o produto, o processo e/ou o serviço em desenvolvimento, bem como a inserção deste no mercado, por meio de clientes referenciais. (ii) Programa de bolsa permanência: possui a finalidade de estimular a permanência na Instituição dos discentes com dificuldades socioeconômicas, buscando reduzir os índices de evasão. Existe um Regulamento específico que trata do programa de bolsa permanência da UTFPR, aprovado pela Deliberação nº 0/08 COUNI, de 0 de maio de 008, alterado pelas Deliberações nº 0/09 COUNI, de 0 de fevereiro de 009 e nº 06/0 COUNI, de 05 de agosto de 00. (iii) Visitas técnicas: As visitas técnicas oferecidas pelas empresas fornecem uma visão prática do ambiente de trabalho dentro das especialidades de cada disciplina, que se soma aos conhecimentos teóricos adquiridos academicamente. (iv) ExpoUT: é um evento anual alusivo a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. Este evento busca fortalecer a interação entre a Universidade e a Comunidade por meio de palestras, minicursos, exposições de empresas, feira de profissões, etc. (v) Feira da Idéia: Este evento, realizado anualmente, tem por objetivo estimular alunos, professores, pesquisadores e inventores a transformarem idéias das mais variadas áreas do conhecimento em produtos/serviços ou processos inovadores que poderão viabilizar projetos para a criação de novos empreendimentos. (vi) SICITE: O Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UTFPR (SICITE) é um evento anual de natureza acadêmica e de caráter obrigatório, direcionado à divulgação dos 9
20 resultados dos trabalhos de Iniciação Científica e Tecnológica desenvolvidos por alunos bolsistas e voluntários sob a orientação de professores qualificados, no âmbito de programas apoiados por agências de fomento. O SICITE é um fórum importante para a comunidade acadêmica da Universidade, porque permite a interação e a criação de oportunidades de cooperação entre alunos de iniciação científica e tecnológica de Câmpus, distribuídos por todo o estado do Paraná. O evento é relevante para a política de desenvolvimento das áreas do conhecimento envolvidas porque contribui para a formação de recursos humanos para a pesquisa e incentiva o ingresso em carreiras científicas e tecnológicas. (vii) CPMec: O Ciclo de Palestras Técnicas da Mecânica (CPMec) é um evento de extensão e difusão acadêmica técnico-científica, destinado ao intercâmbio do conhecimento e de inovações e, também, à divulgação das tecnologias recentes aplicadas às indústrias brasileiras. A realização dos ciclos anseia estimular a comunidade acadêmica na troca e aprimoramento de conhecimento e experiências pertinentes ao ramo das Ciências Mecânicas, proporcionando um acréscimo à formação acadêmica dos alunos dos cursos da UTFPR, Câmpus Cornélio Procópio. (viii) Mobilidade Estudantil: O Câmpus Cornélio Procópio oferece a possibilidade de que o aluno participe de programas de mobilidade Estudantil, tanto nacional, quanto internacional. Para tanto, a UTFPR mantêm convênio com Instituições de excelência no Brasil e no exterior. A Mobilidade Estudantil Nacional e Mobilidade Estudantil Internacional são regulamentadas pelas instruções normativas conjuntas 0/0 PROGRAD/PROREC de 7 de junho de 0 e 04/0 PROGRAD/PROREC de 0 de agosto de 0..5 METODOLOGIA A metodologia de ensino que permeia toda evolução do currículo do Curso de Graduação em Engenharia Industrial Mecânica está pautada na participação ativa dos alunos, cuja compreensão dos fundamentos científicos e tecnológicos dos processos produtivos, do significado da ciência, do processo histórico de transformação da sociedade e da cultura norteia a prática docente, na seleção dos métodos de ensino, para oportunizar na formação dos alunos, o desenvolvimento de competências para o mundo do trabalho, para se comunicar e, consequentemente, identificar e resolver problemas. Para isso é fundamental contextualizar, relacionar a teoria com a prática, mostrando ao aluno que o conteúdo é importante e se pode aplicá-lo numa situação real. Portanto, a dinâmica curricular se dá por meio de diferentes atividades: 0
21 (i) aulas expositivas: nas aulas expositivas procura-se desenvolver atividades de fixação, individual ou em grupo, as quais permitem ao docente diagnosticar prontamente as dificuldades no aprendizado. (ii) aulas práticas: ocorrem nos laboratórios específicos, para as disciplinas que contam com aulas práticas na sua ementa. Podem ser experimentos demonstrativos realizadas pelo professor, experimentos individuais realizados pelos alunos. Também são utilizados softwares aplicativos para simulação de situações reais, como atividade prática. (iii) atividades práticas supervisionadas: são atividades acadêmicas desenvolvidas sob a orientação de docentes e realizadas pelos discentes em horários diferentes daqueles destinados às atividades presenciais. Tem a finalidade de fixar conteúdos trabalhados. (iv) projeto: nas disciplinas do núcleo profissionalizante específico é incentivado o desenvolvimento de projetos de engenharia pelos alunos. (v) pesquisa: pesquisa bibliográfica, pesquisa na base de periódicos disponibilizados pela Instituição ou consulta na rede mundial de computadores; (vi) seminários e palestras: são abordados conteúdos específicos, apresentados por professores, alunos do curso ou outros convidados. (vii) visita técnica: são realizadas visitas técnicas a empresas locais, da região e de outros estados com a finalidade de complementação da formação tecnológica. (viii) atividades vivenciadas pelos alunos: complementam a formação, destacando-se o estágio curricular e extracurricular, trabalho de conclusão de curso e a participação em iniciação científica, participação em congressos, seminários e simpósios da área, palestras e minicursos em semana acadêmica e feira de profissões. Continuamente procura-se estabelecer a interdisciplinaridade relacionando conteúdos das diversas disciplinas que compõem o curso. As unidades curriculares da mesma subárea são dispostas em linha, com as disciplinas de formação (ciência básica) no início e as disciplinas profissionalizantes (tecnológicas) nos períodos subsequentes, facilitando a interdisciplinaridade, e o relacionamento entre teoria e prática. A forma como cada unidade curricular é desenvolvida com base nas práticas metodológicas apresentadas acima é descrita nos planos de ensino de cada disciplina..6 AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO
22 Conforme o parágrafo º do artigo 8º da resolução /00 do Conselho Nacional de Educação (CNE)/Câmara de Educação Superior (CES) o Curso de Graduação em Engenharia Industrial Mecânica utiliza metodologias e critérios para auto-avaliação do curso. As metodologias e critérios utilizados na auto-avaliação do Curso de Graduação em Engenharia Industrial Mecânica devem ser discutidos e implementados pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE) em consonância com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da UTFPR. O PDI estabelece que os cursos devem estar em permanente processo de avaliação e em articulação com a Avaliação Institucional e Nacional. O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), regulamentado pela Lei Nº 0.86, de 4 de Abril de 004, organiza e fornece todas as diretrizes para os processos de avaliação. Em termos de avaliação institucional, a UTFPR possui uma política estruturada e descrita no PDI. A Comissão Própria de Avaliação (CPA) tem a função de coordenar e articular o processo de auto-avaliação. O Núcleo Docente Estruturante (NDE) deverá trabalhar em uma metodologia de autoavaliação composta por diversos instrumentos, externos e internos, alguns já implantados e outros em fase de implantação. Além disso, deve contar com o apoio do Coordenador de Curso. Esta metodologia é composta por:. Avaliação do docente pelo discente: é um instrumento de auto-avaliação que encontra-se implantando e bem desenvolvido. Consiste de uma avaliação informatizada realizada pelos alunos, para todos os professores que ministram aulas no Curso de Graduação em Engenharia Industrial Mecânica, os professores são avaliados pelos alunos em relação, a didática, conteúdo, relacionamento com a turma, avaliação e planejamento. Os alunos têm oportunidade de expressar comentários a respeito de cada professor em cada disciplina de maneira anônima. Os resultados da avaliação são repassados a cada professor pelo coordenador de curso. Este procedimento é realizado ao final de cada semestre e a nota desta avaliação corresponde a 0% da avaliação para progressão funcional dos docentes.. Reuniões com os representantes de turmas: ocorrem ao longo do semestre com o intuito de colher informações de como está o andamento das disciplinas. Assim, antes do encerramento do semestre, é possível que haja uma avaliação prévia, em relação ao desempenho de alunos e sua relação com os professores.. Reuniões pedagógicas dos coordenadores com os docentes do curso.
23 4. Resultado do Enade: A partir do resultado das provas realizadas pelos alunos concluintes do curso será possível ter um parâmetro de avaliação da qualidade do curso. A coordenação do Curso de Graduação em Engenharia Industrial Mecânica conta ainda com os seguintes elementos que contribuem no processo de auto-avaliação: (i) reunião de colegiado, onde o aluno, por meio de seu representante, tem poder de voto, pode solicitar inserção de temas na pauta, entre outros. Em tal reunião, professores responsáveis por Atividades Complementares, Trabalhos de Conclusão de Curso e de Estágios também trazem suas necessidades, visando uma contínua melhoria; (ii) reunião de grupo, onde qualquer professor pode trazer aspectos do curso em que entenda serem merecedores de melhoria. (iii) visitas periódicas do coordenador aos alunos; Como ações a serem desencadeadas a partir da auto-avaliação destacam-se: (i) desenvolver um processo contínuo de aperfeiçoamento do Curso de Graduação em Engenharia de Mecânica. (ii) consolidar o processo de avaliação do curso/execução de ações de melhoria, como um dos elementos da política de qualidade do Curso de Graduação em Engenharia Industrial Mecânica. (iii) atuar com maior exatidão e agilidade em eventuais desvios que necessitam de correção para se atingir o perfil do egresso pretendido, inclusive com reestruturação da organização curricular, desde que obedecida à legislação em vigor..7 AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Conforme o parágrafo º do artigo 8º da resolução /00 do Conselho Nacional de Educação (CNE)/Câmara de Educação Superior (CES) o Curso de Graduação em Engenharia Industrial Mecânica utiliza metodologias e critérios para acompanhamento e avaliação do processo ensino-aprendizagem. Conforme descrito no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), com relação à avaliação do discente, o rendimento escolar será apurado por meio da verificação de frequência e avaliação do desempenho acadêmico, conforme previsto nos Regulamentos da Organização Didático-Pedagógica dos Cursos da UTFPR. Com relação à frequência, ao discente é exigido um comparecimento mínimo de 75% (setenta e cinco por
24 cento) da carga horária da disciplina. A avaliação de desempenho acadêmico pode ser realizada por intermédio de diversos mecanismos, dentre eles: avaliações objetivas, avaliações dissertativas, avaliações práticas, palestras, seminários, projetos, relatórios, trabalhos individuais e em grupo, exercícios, entre outros, e constam do plano de ensino de cada unidade curricular. Os professores realizam a divulgação dos critérios de avaliação que constam nos planos de ensino, no início de cada semestre. As avaliações realizadas no Estágio Curricular Obrigatório e no TCC seguem regulamentações próprias da UTFPR. 4 CONCEPÇÃO DO CURSO 4. JUSTIFICATIVA, FINALIDADES E OBJETIVOS DO CURSO 4.. Justificativa O Engenheiro Mecânico é um profissional extremamente flexível e imprescindível em muitos segmentos industriais com atuação, nas mais diferentes áreas da indústria, bem como no setor de serviços. Dessa forma, a oferta do Curso de Graduação em Engenharia Industrial Mecânica, justifica-se pelos fatores elencados a seguir.. O Paraná não é mais um estado exclusivamente agrícola, como era considerado na década de setenta e oitenta. Na década de noventa ocorreu processo de industrialização acentuado devido aos programas dos governos estaduais, federais e a posição estratégica em relação ao mercado sul-americano.. A região norte do Paraná apresentou também um crescimento expressivo do seu parque fabril, principalmente na região de Londrina no contexto descrito anteriormente, no entanto esta região não possui nenhum Curso de Graduação em Engenharia Industrial Mecânica, mesmo particular.. O panorama descrito acima demanda uma quantidade significativa de profissionais de nível superior, sobretudo engenheiros mecânicos. 4
25 4. A UTFPR por intermédio do Câmpus Cornélio Procópio mantém grande interrelacionamento com o setor produtivo das regiões norte e centro-oeste do estado do Paraná, bem como, do interior do estado de São Paulo e Mato Grosso do Sul, devido à tradição do ensino técnico, dos cursos superiores de tecnologia e ao alto nível de tecnologia que esta detém e aos equipamentos e laboratórios de que dispõe. 5. A preocupação da UTFPR, como agência formadora de recursos humanos, na formação de profissionais que venham a participar do processo global de produção, assegurando-lhes a posse dos fundamentos teóricos e práticos da cultura científica. 6. A boa infra-estrutura de laboratórios existentes no Câmpus de Cornélio Procópio da UTFPR, que permitem atender às atividades práticas do curso durante todos os períodos letivos. 7. A existência de programas de pós-graduação na Instituição permitindo a verticalização do ensino para os egressos do curso. 8. O fato da UTFPR consolidar-se cada vez mais como uma agência formadora de recursos humanos na área tecnológica. 4.. Objetivos do Curso Visando dar coerência à estrutura curricular, foram definidas as principais diretrizes estratégicas do curso, a saber: Objetivo do Curso: Qualificar o engenheiro para o mercado de trabalho e prepará-lo para atuar na sociedade ; Missão do Curso: Desenvolver e disseminar conhecimentos para o aprimoramento científico e tecnológico da sociedade. Estas ações, pautadas em estudos envolvendo todos os segmentos internos da Instituição e atendendo também a recomendações do meio empresarial, foram realizadas em obediência ao planejamento estratégico, observando as etapas abaixo relacionadas.. Levantamento de informações.. Diagnóstico preliminar do perfil do curso.. Reuniões de diagnóstico e planejamento do ensino envolvendo professores. 4. Elaboração de proposta preliminar para o novo curso. 5. Discussão da proposta preliminar em reuniões da Coordenação de Mecânica. 5
26 6. Solicitação de apresentação de sugestões de melhorias nas disciplinas do núcleo básico pelos departamentos de área vinculados ao Curso. 7. Análise dos ementários das disciplinas do núcleo básico pelos professores envolvidos. Em função das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Engenharia, foi elaborada a matriz curricular do Curso de Graduação em Engenharia Industrial Mecânica, baseada nas seguintes ações:. Flexibilização curricular.. Criação de áreas de aprofundamento.. Emprego da quantidade mínima de pré-requisitos visando à melhoria no fluxo do curso. 4. Criação de novas disciplinas optativas visando atender novas tecnologias e necessidades locais. 5. Discussão dos métodos de ensino e dos sistemas de avaliação visando incorporar novas técnicas. 6. Elaboração dos ementários e dos conteúdos programáticos das disciplinas visando sua atualização. 7. Reforço das exigências de comunicação oral e escrita nas disciplinas de Estágio Curricular Obrigatório e de Trabalho de Conclusão de Curso. 8. Implantação de disciplinas visando reforçar a capacidade de comunicação oral e escrita do estudante. 9. Introdução de disciplinas profissionalizantes desde o primeiro período do curso visando motivar o aluno. 0. Valorização de atividades extraclasse através das atividades complementares, dos estágios e do Trabalho de Conclusão de Curso. Além das ações citadas, o currículo tem por filosofia o fortalecimento da formação básica, a aplicação dos conhecimentos na área de informática, a atualização dos conteúdos na área de Gestão, Economia e Administração, conteúdos que atendam a formação humana, a atualização da formação profissional específica e disciplinas optativas, com separação por áreas de concentração. Em função do planejamento estratégico institucional e das ações definidas pelo planejamento do curso foram definidos os seguintes objetivos:. Formar um profissional generalista com habilitação na área de Engenharia Mecânica que atenda as necessidades do mercado de trabalho regional e nacional.. Proporcionar ao profissional formado a competência para atuar em sistemas industriais complexos. 6