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Timestamp: 2020-05-25 20:54:32+00:00
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Fisioterapia Unifio - Centro Universitário de Ourinhos e Região
O COFFITO (Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional) reconhece 15 áreas de atuação do fisioterapeuta, denominando-as como “especialidades reconhecidas”:
RESOLUÇÃO Nº 454, DE 25 DE ABRIL DE 2015 – Reconhece e disciplina a Especialidade Profissional de Fisioterapia Cardiovascular.
RESOLUÇÃO Nº. 337, DE 08 DE NOVEMBRO DE 2007 – Reconhece a Especialidade de Fisioterapia Esportiva
Art. 1º – Reconhecer a Especialidade Fisioterapia Esportiva como própria e de exercício exclusivo por Fisioterapeutas que assim forem distinguidos, na forma da Resolução COFFITO nº. 336, de 08/11/2007.
Art. 2º – Os Registros dos Títulos de Especialista em Fisioterapia Esportiva serão promovidos pelo COFFITO em obediência aos requisitos estabelecidos na Resolução COFFITO nº. 336, de 08/11/2007, e também pelo convênio que a Autarquia Federal celebrar com associação de caráter nacional na área de Fisioterapia Esportiva.
§ 1º. – A Atuação do Fisioterapeuta na Especialidade em Fisioterapia Esportiva se caracteriza pelo exercício profissional desde a promoção de atenção básica direta à saúde do paciente por meio do diagnóstico cinético-funcional bem como a eleição e execução de métodos fisioterapêuticos pertinentes a este, observando os seguintes aspectos relacionados à prática esportiva:
I – Atividade física no contexto da saúde, do esporte e do lazer;
II – Exercício físico e condicionamento físico dentro do processo da recuperação funcional, seguindo os critérios de retorno à prática esportiva;
III – Relação do esporte e atividade física no contexto da saúde coletiva e da prevenção das lesões;
IV – Fisiologia do exercício, propriedades biomecânicas do tecido músculo-esquelético e características biomecânicas das lesões esportivas;
V – Fatores predisponentes (extrínsecos e intrínsecos) relacionados com as modalidades esportivas;
VI – Fatores epidemiológicos e predisponentes à ação da assistência fisioterapêutica especializada na área;
VII – Contextualização dos diferentes níveis de complexidade de atenção à saúde e das políticas públicas de saúde, com enfoque especial para a Atenção Básica garantindo a promoção da saúde de atletas profissionais, praticantes de atividades esportivas, incluindo aqueles com deficiência ou necessidades especiais, bem como a prevenção de lesões e a recuperação funcional em casos de comprometimentos;
RESOLUÇÃO N.º 260, DE 11 DE FEVEREIRO DE 2004 – Reconhece a Especialidade de Fisioterapia Traumato-Ortopédica Funcional
Art. 1º – Fica reconhecida a Fisioterapia Traumato-Ortopédica Funcional como uma Especialidade própria e exclusiva do Fisioterapeuta.
Art. 2º – Receberá o Título de Especialista nesta tipicidade do conhecimento, o Fisioterapeuta portador de Título, outorgado nos termos do artigo 2º e incisos da Resolução COFFITO n.º 207, de 17.08.2000.
Art. 3º – Fica assegurado ao Fisioterapeuta, pelo prazo de até 180 (cento e oitenta) dias a partir da publicação desta Resolução, desde que comprovado o efetivo exercício profissional no campo desta especialidade, por período não inferior a 05 (cinco) anos e após ter o exame documental comprobatório da atividade profissional referida, analisado e homologado pelo Plenário do COFFITO, requerer o seu reconhecimento pelo COFFITO na qualidade de Especialista, nos termos desta Resolução.
RESOLUÇÃO Nº. 318, DE 30 DE AGOSTO DE 2006 – Reconhece a especialidade de Fisioterapia Respiratória
Artigo 1º – Designar pela nomenclatura Fisioterapia Respiratória a especialidade própria e exclusiva do profissional Fisioterapeuta, em seu campo de atuação, anteriormente designada Fisioterapia Pneumo Funcional.
Artigo 2º – Os Títulos de Especialista em Fisioterapia Pneumo Funcional emitidos em data anterior à publicação desta Resolução serão considerados, para efeitos de registro e atuação profissionais, equivalentes aos de Especialista em Fisioterapia Respiratória.
Artigo 3º – O COFFITO promoverá, a pedido do interessado e sem cobrança de emolumentos, alterações do registro profissional para constar a titulação de Especialista em Fisioterapia Respiratória.
Artigo 4º – Os casos omissos serão deliberados pelo Plenário do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional.
Artigo 5º – Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas disposições em contrário, especialmente as contidas na Resolução COFFITO nº. 188, de 9 de dezembro de 1998, para efeito de alteração do nome da especialidade.
RESOLUÇÃO Nº 465, DE 20 DE MAIO DE 2016 – Reconhece a especialidade de Fisioterapia do Trabalho.
Art. 3º Para o exercício da Especialidade Profissional em Fisioterapia do Trabalho é necessário o domínio das seguintes Grandes Áreas de Competência:
I – Realizar avaliação e diagnóstico cinésiológico-funcional, por meio da consulta fisioterapêutica (solicitando e realizando interconsulta e encaminhamento), para exames ocupacionais complementares, reabilitação profissional, perícia judicial e extrajudicial. Na execução de suas competências o Fisioterapeuta do Trabalho ainda poderá:
a)	Solicitar, aplicar e interpretar escalas, questionários e testes funcionais;
b)	Solicitar, realizar e interpretar exames complementares;
c)	Determinar diagnóstico e prognóstico fisioterapêutico;
d)	Planejar e executar medidas de prevenção e redução de risco;
e)	Prescrever e executar recursos terapêuticos manuais;
f)	Prescrever, confeccionar, gerenciar órteses, próteses e tecnologia assistiva;
g)	Determinar as condições de alta fisioterapêutica;
h)	Prescrever a alta fisioterapêutica;
i)	Registrar, em prontuário, consulta, avaliação, diagnóstico, prognóstico, tratamento, evolução, interconsulta, intercorrências e alta fisioterapêutica;
II – Utilizar recursos de ação isolada ou concomitante de agente cinesiomecanoterapêutico, massoterapêutico, termoterapêutico, crioterapêutico, fototerapêutico, eletroterapêutico, sonidoterapêutico, aeroterapêutico entre outros;
III – Realizar Análise Ergonômica do Trabalho (AET), Laudo Ergonômico, Parecer Ergonômico, Perícia Ergonômica (de acordo com as leis e normas vigentes);
IV- Implementar cultura ergonômica e em Saúde do Trabalhador, por meio de ações de concepção, correção, conscientização, prevenção e gestão em todos os níveis de atenção à saúde e segurança do trabalho, ergonomia, riscos ambientais, ecológicos, incluindo atividades de educação e formação.
V – No âmbito da gestão ergonômica, realizar a análise e adequação dos fluxos e processos de trabalho; das condições de trabalho; as habilidades e características do trabalhador; dos ambientes e postos de trabalho; das pausas, rodízios de grupamento muscular, ginástica laboral; ensinar e corrigir modo operatório laboral; além de outras ações que promovam melhora do desempenho morfofuncional no trabalho, podendo, ainda:
a)	Atuar junto às CIPAs (Comissões Internas de Prevenção de Acidente do Trabalho);
b)	Auxiliar e participar das SIPATs (Semanas Internas de Prevenção de Acidentes do Trabalho), SIPATRs (Semanas Internas de Prevenção de Acidentes no Trabalho Rural), entre outros;
c)	Auxiliar e participar na elaboração e atividades do PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais), entre outros;
d)	Elaborar, auxiliar, participar, implantar e/ou coordenar programas e processos relacionados à saúde do trabalhador, acessibilidade e ao meio ambiente;
VI – Elaborar, implantar, coordenar e auxiliar os Comitês de Ergonomia (COERGO);
VII – Estabelecer nexo causal, tanto para diagnóstico de capacidade funcional quanto para perícia ergonômica;
VIII – Avaliar, elaborar, implantar e gerenciar a qualidade de vida no trabalho e projetos e programas de qualidade de vida, ergonomia e saúde do trabalhador; promovendo a saúde geral e bem-estar do trabalhador, incluindo grupos específicos como: gestantes, hipertensos, sedentários, obesos entre outros;
IX – Atuar em programas de reabilitação profissional, reintegrando o trabalhador à atividade laboral;
X– Realizar ou participar de perícias e assistências técnicas judiciais e extrajudiciais, emitindo laudos de nexo causal, pareceres, relatórios e atestados fisioterapêuticos;
XI – Elaborar, implantar e gerenciar programas de processos e produtos relacionados à Tecnologia Assistiva;
XII – Auxiliar e participar dos processos de certificação ISO, OHSAS, entre outros.
Art. 4º O exercício profissional do Fisioterapeuta do Trabalho é condicionado ao conhecimento e domínio das seguintes áreas e disciplinas, entre outras:
I-	Anatomia geral dos órgãos e sistemas;
II-	Ergonomia;
III-	Doenças ocupacionais ou relacionadas ao trabalho;
IV-	Biomecânica ocupacional;
V-	Fisiologia do trabalho;
VI-	Saúde do trabalhador;
VII-	Legislação em saúde e segurança do trabalho;
VIII-	Legislação trabalhista e previdenciária;
IX-	Sistemas de gestão em saúde e segurança do trabalho;
X-	Organização da produção e do trabalho;
XI-	Aspectos psicossociais e cognitivos relacionados ao trabalho;
XII-	Estudo de métodos e tempos;
XIII-	Higiene ocupacional;
XIV-	Ginástica laboral;
XV-	Recursos terapêuticos manuais;
XVI-	Órteses, próteses e tecnologia assistiva;
XVII-	Acessibilidade e inclusão;
XVIII-	Administração e Marketing em Fisioterapia do Trabalho;
XIX-	Humanização;
XX-	Ética e Bioética.
I-	Coordenação, supervisão e responsabilidade técnica;
II-	Gestão;
III-	Gerenciamento;
IV-	Direção;
V-	Chefia;
VI-	Consultoria;
VII-	Auditoria;
VIII-	Perícias.
I-	Hospitalar;
II-	Ambulatorial;
III-	Domiciliar e Home Care;
IV-	Públicos;
V-	Filantrópicos;
VI-	Militares;
VII-	Privados;
VIII-	Terceiro Setor;
IX-	Rede pública em saúde do trabalhador, como, por exemplo, participar da rede pública de atenção e assistência em saúde do trabalhador como a RENAST (Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador), CEREST (Centro de Referência em Saúde do Trabalhador).
Resoluções COFFITO de nºs. 60/85, 97/88 e 201/99 pelos positivos efeitos éticos e científicos produzidos, legitimam e justificam a ascensão da Acupuntura ao grau de especialidade, Resolve:
RESOLUÇÃO Nº 443, DE 3 DE SETEMBRO DE 2014 – Reconhece a especialidade de Fisioterapia Aquática
RESOLUÇÃO COFFITO nº. 362, de 20 de maio de 2009 – Reconhece a Fisioterapia Dermato-Funcional como especialidade do profissional Fisioterapeuta.
Art. 1º – Reconhecer a Fisioterapia Dermato-Funcional como especialidade própria e exclusiva do profissional Fisioterapeuta.
Art. 2º – Terá reconhecido o seu título de Especialista em Fisioterapia Dermato-Funcional o profissional Fisioterapeuta que cumprir os critérios a serem estabelecidos em Resolução própria em conformidade com a Resolução COFFITO nº 360, de 18 de dezembro de 2008.
RESOLUÇÃO Nº 476, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2016 – Reconhece e disciplina a Especialidade Profissional de Fisioterapia em Gerontologia.
RESOLUÇÃO Nº. 189, DE 9 DE DEZEMBRO DE 1998 – Reconhece a Especialidade de Fisioterapia Neuro Funcional.
RESOLUÇÃO nº. 364, de 20 de maio de 2009 – Reconhece a Fisioterapia Onco-Funcional como especialidade do profissional Fisioterapeuta
Art. 1º – Reconhecer a Fisioterapia Oncológica, doravante denominada Fisioterapia Onco-Funcional, como especialidade própria e exclusiva do profissional Fisioterapeuta.
Art. 2º – Terá reconhecido o seu título de Especialista em Fisioterapia Onco-Funcional o profissional Fisioterapeuta que cumprir os critérios a serem estabelecidos em Resolução própria em conformidade com a Resolução COFFITO nº 360, de 18 de dezembro de 2008.
RESOLUÇÃO Nº 398 DE 03 DE AGOSTO DE 2011 – Disciplina a Especialidade Profissional Osteopatia.
RESOLUÇÃO Nº 399, 03 DE AGOSTO DE 2011 – Disciplina a Especialidade Profissional de Fisioterapia em Quiropraxia
RESOLUÇÃO Nº 372, DE 6 DE NOVEMBRO DE 2009 – Reconhece a Saúde da Mulher como especialidade do profissional Fisioterapeuta
RESOLUÇÃO Nº402, DE 03 DE AGOSTO DE 2011 – Disciplina a Especialidade Profissional Fisioterapia em Terapia Intensiva
Artigo 1º – Reconhecer e disciplinar a atividade do Fisioterapeuta no exercício da Especialidade Profissional Fisioterapia em Terapia Intensiva.
Artigo 2º – Para efeito de registro, o título concedido ao profissional Fisioterapeuta será de Especialista Profissional em Fisioterapia em Terapia Intensiva.
Artigo 3º – Para o exercício da Especialidade Profissional de Fisioterapia em Terapia Intensiva é necessário o domínio das seguintes Grandes Áreas de Competência:
II – Realizar avaliação física e cinesiofuncional específica do paciente crítico ou potencialmente crítico;
III – Realizar avaliação e monitorização da via aérea natural e artificial do paciente crítico ou potencialmente crítico;
V – Solicitar, realizar e interpretar exames complementares como espirometria e outras provas de função pulmonar, eletromiografia de superfície, entre outros;
VII – Planejar e executar medidas de prevenção, redução de risco e descondicionamento cardiorrespiratório do paciente crítico ou potencialmente crítico;
VIII – Prescrever e executar terapêutica cardiorrespiratória e neuro-músculo-esquelética do paciente crítico ou potencialmente crítico;
IX – Prescrever, confeccionar e gerenciar órteses, próteses e tecnologia assistiva;
X – Aplicar métodos, técnicas e recursos de expansão pulmonar, remoção de secreção, fortalecimento muscular, recondicionamento cardiorrespiratório e suporte ventilatório do paciente crítico ou potencialmente crítico;
XI – Utilizar recursos de ação isolada ou concomitante de agente cinésio-mecano-terapêutico, termoterapêutico, crioterapêutico, hidroterapêutico, fototerapêutico, eletroterapêutico, sonidoterapêutico, entre outros;
XII – Aplicar medidas de controle de infecção hospitalar;
XIII – Realizar posicionamento no leito, sedestação, ortostatismo, deambulação, além de planejar e executar estratégias de adaptação, readaptação, orientação e capacitação dos clientes/pacientes/usuários, visando a maior funcionalidade do paciente crítico ou potencialmente crítico;
XIV – Avaliar e monitorar os parâmetros cardiorrespiratórios, inclusive em situações de deslocamento do paciente crítico ou potencialmente crítico;
XV – Avaliar a instituição do suporte de ventilação não invasiva;
XVI – Gerenciar a ventilação espontânea, invasiva e não invasiva;
XVII – Avaliar a condição de saúde do paciente crítico ou potencialmente crítico para a retirada do suporte ventilatório invasivo e não invasivo;
XVIII – Realizar o desmame e extubação do paciente em ventilação mecânica;
XIX – Manter a funcionalidade e gerenciamento da via aérea natural e artificial;
XX – Avaliar e realizar a titulação da oxigenoterapia e inaloterapia;
XXI – Determinar as condições de alta fisioterapêutica;
XXII – Prescrever a alta fisioterapêutica;
XXIII – Registrar em prontuário consulta, avaliação, diagnóstico, prognóstico, tratamento, evolução, interconsulta, intercorrências e alta fisioterapêutica;
XXIV – Emitir laudos, pareceres, relatórios e atestados fisioterapêuticos;
XXV – Realizar atividades de educação em todos os níveis de atenção à saúde, e na prevenção de riscos ambientais e ocupacionais.
Artigo 4º – O exercício profissional do Fisioterapeuta Intensivista é condicionado ao conhecimento e domínio das seguintes áreas e disciplinas, entre outras:
I – Anatomia geral dos órgãos e sistemas e em especial do sistema cardiorrespiratório;
III – Fisiologia geral e do exercício;
IV – Fisiopatologia;
VI – Instrumentos de medida e avaliação relacionados ao paciente crítico ou potencialmente crítico;
VII – Estimulação precoce do paciente crítico ou potencialmente crítico;
VIII – Suporte básico de vida;
IX – Aspectos gerais e tecnológicos da Terapia Intensiva;
X – Identificação e manejo de situações complexas e críticas;
XI – Farmacologia aplicada;
XII – Monitorização aplicada ao paciente crítico ou potencialmente crítico;
XIII – Interpretação de exames complementares e específicos do paciente crítico ou potencialmente crítico;
XIV – Suporte ventilatório invasivo ou não invasivo;
XV – Técnicas e recursos de expansão pulmonar e remoção de secreção;
XVI – Treinamento muscular respiratório e recondicionamento físico funcional;
XVII – Próteses, Órteses e Tecnologia Assistiva específicos da terapia intensiva;
XVIII – Humanização;
XIX – Ética e Bioética.
Artigo 5º – São áreas de atuação do Fisioterapeuta Intensivista as seguintes:
I – Assistência fisioterapêutica em neonatologia;
II – Assistência fisioterapêutica em pediatria;
III – Assistência fisioterapêutica no adulto.
§ 1°: O COFFITO disporá acerca do Certificado das áreas de atuação do Especialista Profissional em Fisioterapia em Terapia Intensiva, nos termos do Título VII da Resolução COFFITO n°. 377/2010.
§ 2°: Transcorrido prazo mínimo de seis meses a contar do registro de especialidade o profissional poderá requerer o certificado de área de atuação e seu respectivo registro, devendo atender os critérios definidos em Portaria editada pelo presidente do COFFITO.
Artigo 6º – O Fisioterapeuta Especialista Profissional em Fisioterapia em Terapia Intensiva pode exercer as seguintes atribuições, entre outras:
III – Direção;
IV – Chefia;
V – Consultoria;
VI – Auditoria;
VII – Perícia.
Artigo 7º – A atuação do Fisioterapeuta Intensivista se caracteriza pelo exercício profissional em todos os níveis de atenção à saúde, em todas as fases do desenvolvimento ontogênico, com ações de prevenção, promoção, proteção, educação, intervenção, recuperação e reabilitação do cliente/paciente/usuário, nos seguintes ambientes, entre outros:
II – Ambulatorial (clínicas, consultórios, centros de saúde);
Projeto Integrador desde os termos iniciais do curso, possibilitando a vivência prática dos alunos na área fisioterapêutica, com a elaboração de projetos que visam a construção do conhecimento a partir da vivência prática, bem como, a interação interdisciplinar, possibilitando a elaboração de projetos com outros cursos da Unifio
Fisioterapia Preventiva e Comunitária I
Bioética e Atuação Profissional
Fisioterapia Preventiva e Comunitária II
Inglês Instrumental IV
Inglês Instrumental V
Fisioterapia Aplicada à Uroginecologia e Obstetrícia
Recursos Diagnósticos e Exames Clínicos Complementares
Fisioterapia em Clínica Geral e Cirúrgica
Fisioterapia Aplicada à Pediatria e Neonatologia
Inglês Instrumental VI
Fisioterapia Aplicada à Cardiologia I
Fisioterapia Desportiva I
Fisioterapia Aplicada à Ortopedia, Traumatologia e Reumatologia I
Fisioterapia Desportiva II
Fisioterapia Aplicada à Cardiologia II
Fisioterapia Aplicada à Ortopedia, Traumatologia e Reumatologia II
Fisioterapia Aplicada à Neurologia II
Estágio Supervisionado de Fisioterapia Aplicada à Pneumologia
Estágio Supervisionado de Fisioterapia Aplicada à Ortopedia e Traumatologia
Estágio Supervisionado de Fisioterapia Aplicada à Cardiologia
Temas Interdisciplinares em Fisioterapia
Optativa II (EAD)
Estágio Supervisionado de Fisioterapia Aplicada à Uroginecologia e Obstetrícia
Estágio Supervisionado de Fisioterapia Aplicada à Neurologia
Estágio Supervisionado de Fisioterapia Desportiva
Relações Étnico-Raciais; Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena