Source: https://de.scribd.com/document/68174962/Curso-Proffisional-de-Instrumentista-Jazz
Timestamp: 2020-01-21 20:21:39+00:00
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Curso Proffisional de Instrumentista Jazz | Comunicação | Cognição
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Diário da República, 1.ª série —N.º 195 —7
Portaria n.º 1039/2010
Manda o Governo, pelo Secretário de Estado Adjunto, das Obras Públicas e das Comunicações, ao abrigo das disposições do artigo 4.º do Decreto-Lei n.º 360/85, de 3 de Setembro, que seja lançada em circulação, cumula- tivamente com as que estão em vigor, uma emissão de selos alusiva ao tema «20 anos da AICEP», com as seguintes
Design — Folk Design; Dimensão — 40 mm × 30,6 mm; Picotado — 13 × Cruz de Cristo; Impressor — Cartor; 1.º dia de circulação — 25 de Outubro de 2010; Taxas, motivos e quantidades:
€ 0,80 — bandeira dos países membros da AICEP — 190 000.
e das Comunicações, Paulo Jorge Oliveira Ribeiro de Campos, em 29 de Setembro de 2010.
Portaria n.º 1040/2010
O Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março, rectificado pela Declaração de Rectificação n.º 44/2004, de 25 de Maio, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 24/2006, de 6 de Fevereiro, rectificado pela Declaração de Rectificação n.º 23/2006, de 7 de Abril, estabeleceu os princípios orientadores da organização e gestão do currí- culo, bem como da avaliação e certificação das aprendiza- gens do nível secundário de educação, definindo a diver- sidade da oferta formativa do referido nível de educação, na qual se incluem os cursos profissionais vocacionados para a qualificação inicial dos alunos, privilegiando a sua inserção no mundo do trabalho e permitindo o prossegui- mento de estudos. No n.º 5 do artigo 5.º, determina o supramencionado decreto-lei que os cursos de nível secundário de educação
e os respectivos planos de estudos são criados e aprovados por portaria do Ministro da Educação. Ao abrigo do mesmo diploma legal, veio a Porta- ria n.º 550-C/2004, de 21 de Maio, com as alterações entretanto introduzidas pela Portaria n.º 797/2006, de 10 de Agosto, rectificada pela Declaração de Recti- ficação n.º 66/2006, de 3 de Outubro, regular, na sua especificidade, os cursos profissionais, definindo, no seu artigo 7.º, os requisitos formais do acto de criação destes cursos e determinando, no seu artigo 2.º, que a criação e organização dos mesmos deverão obedecer, quanto às disciplinas, formação em contexto de traba- lho e respectivas cargas horárias, à matriz curricular aprovada. No seu artigo 4.º, a Portaria n.º 550-C/2004, de 21 de Maio, prevê a possibilidade de apresentação de pro- postas de novos cursos profissionais por parte das esco-
las, tendo em vista as necessidades de oferta formativa, designadamente no que se refere a perfis profissionais emergentes. Neste contexto, vem a presente portaria, através do
curso profissional de instrumentista de jazz, colmatar uma lacuna no que respeita à oferta formativa direccionada para
a qualificação profissional por ele visada. Nestes termos:
Atento o disposto no n.º 5 do artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março, rectificado pela Declaração de Rectificação n.º 44/2004, de 25 de Maio, com as alte- rações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 24/2006, de 6 de Fevereiro, rectificado pela Declaração de Rectificação
n.º 23/2006, de 7 de Abril, e ao abrigo do n.º 1 e do n.º 2 do artigo 7.º da Portaria n.º 550-C/2004, de 21 de Maio, com as alterações introduzidas pela Portaria n.º 797/2006, de 10 de Agosto, rectificada pela Declaração de Rectificação n.º 66/2006, de 3 de Outubro:
1 — É criado o curso profissional de instrumentista de jazz, visando a saída profissional de instrumentista de jazz. 2 — O curso criado nos termos do número anterior
enquadra-se na família profissional de artes do espectáculo
e integra-se na área de educação e formação de artes do
espectáculo (212), de acordo com a classificação aprovada
pela Portaria n.º 256/2005, de 16 de Março.
O plano de estudos do curso criado nos termos do n.º 1
é o constante do anexo n.º 1 da presente portaria, da qual faz parte integrante.
O perfil de desempenho à saída do curso é o constante
do anexo n.º 2 da presente portaria, da qual faz parte in- tegrante.
Os alunos que concluírem com aproveitamento o pre- sente curso profissional são certificados com o nível se- cundário de educação e o nível 3 de formação profissional, nos termos da regulamentação em vigor.
A presente portaria produz efeitos a partir do ano lectivo
Veiga Vilar, em 28 de Setembro de 2010.
Diário da República, 1.ª série —N.º 195 —7 de Outubro de 2010
História da Cultura e das Artes Teoria e Análise Musical
Instrumento — Jazz
. Orquestra de Jazz e Naipe Técnicas de Improvisação
. Formação em Contexto de Trabalho
(a) Carga horária global não compartimentada pelos três anos do ciclo de formação a gerir
pela escola, no âmbito da sua autonomia pedagógica, acautelando o equilíbrio da carga anual
de forma a optimizar a gestão modular e a formação em contexto de trabalho.
(b) O aluno escolhe uma língua estrangeira. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira
no ensino básico, iniciará obrigatoriamente uma segunda língua no ensino secundário.
O instrumentista de jazz, de nível 3, é o profissional que desenvolve a sua actividade interpretando obras, no instrumento musical da sua especialidade, executando, como solista ou em grupo, performances ao vivo e ou em estúdio, como formas de expressão artística. As actividades fundamentais a desempenhar por este profissional são:
1 — Interpretar e improvisar com base no repertório específico de cada instrumento, quer como solista, quer
inserido em pequenas ou em grandes formações, de acordo com as várias épocas e correntes estéticas do jazz.
1.1 — Interpretar e aplicar a linguagem e taxonomia
específica de cada época/corrente estética do jazz;
1.2 — Aplicar as técnicas de improvisação resultantes
da análise formal e harmónica;
1.3 — Adquirir e aplicar os processos de viabilização
performativa através da análise das condicionantes téc-
1.4 — Interagir artisticamente com os elementos das
diferentes formações musicais, compreendendo a sua fun- ção dentro do próprio grupo — binómio solista/acompa-
nhador.
2 — Criar arranjos para pequenas formações de jazz:
2.1 — Elaborar arranjos simples para pequenas forma-
ções de jazz;
2.2 — Elaborar partituras para as diferentes partes/ins-
trumentos. 3 — Conceber e realizar trabalhos artísticos, tanto para apresentações ao vivo como para registo em suporte áudio
e ou áudio-visual:
3.1 — Definir o conceito estético do trabalho artístico,
através de escolha de repertório e instrumentação.
3.2 — Planear e dirigir ensaios de preparação para o
projecto artístico específico.
Portaria n.º 1041/2010
O Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março, rectificado pela Declaração de Rectificação n.º 44/2004, de 25 de Maio, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 24/2006, de 6 de Fevereiro, rectificado pela Declaração de Rectificação n.º 23/2006, de 7 de Abril, estabeleceu os princípios orientadores da organização e gestão do currí- culo, bem como da avaliação e certificação das aprendiza- gens do nível secundário de educação, definindo a diver- sidade da oferta formativa do referido nível de educação, na qual se incluem os cursos profissionais vocacionados para a qualificação inicial dos alunos, privilegiando a sua
inserção no mundo do trabalho e permitindo o prossegui- mento de estudos. No n.º 5 do artigo 5.º, determina o supramencionado decreto-lei que os cursos de nível secundário de educação
por portaria do Ministro da Educação. Ao abrigo do mesmo diploma legal, veio a Portaria n.º 550-C/2004, de 21 de Maio, com as alterações en- tretanto introduzidas pela Portaria n.º 797/2006, de 10 de Agosto, rectificada pela Declaração de Rectificação n.º 66/2006, de 3 de Outubro, regular, na sua especifici- dade, os cursos profissionais, definindo, no seu artigo 7.º, os requisitos formais do acto de criação destes cursos e determinando, no seu artigo 2.º, que a criação e organiza- ção dos mesmos deverão obedecer, quanto às disciplinas, formação em contexto de trabalho e respectivas cargas horárias, à matriz curricular aprovada. No seu artigo 4.º, a Portaria n.º 550-C/2004, de 21 de Maio, prevê a possibilidade de apresentação de pro- postas de novos cursos profissionais por parte das esco- las, tendo em vista as necessidades de oferta formativa, designadamente no que se refere a perfis profissionais emergentes. Neste contexto, vem a presente portaria, através do curso profissional de técnico auxiliar de saúde, colmatar uma lacuna no que respeita à oferta formativa direccionada para a qualificação profissional por ele visada. Nestes termos:
Atento o disposto no n.º 5 do artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março, rectificado pela Declaração de Rectificação n.º 44/2004, de 25 de Maio, com as alte- rações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 24/2006, de 6 de Fevereiro, rectificado pela Declaração de Rectificação n.º 23/2006, de 7 de Abril, e ao abrigo do n.º 1 e do n.º 2 do artigo 7.º da Portaria n.º 550-C/2004, de 21 de Maio, com as alterações introduzidas pela Portaria n.º 797/2006, de
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