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Timestamp: 2020-06-05 04:12:23+00:00
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Livro De Regras: Regulamento Geral De Competições Manual De Formatação De Competições
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REGULAMENTO GERAL DE COMPETIÇÕES MANUAL DE FORMATAÇÃO DE COMPETIÇÕES
mANuAL DE FormATAÇÃo DE ComPETiÇÕES
ArTiGo 1º – ArbiTrAGEm
Autoridade do árbitro
1.1.1 árbitro é a autoridade máxima de cada luta.
1.1.2 resultado de cada luta proclamado pelo árbitro é soberano.
1.1.3 resultado proclamado de uma luta só poderá ser alterado nos seguintes casos:
Se houver interpretação errada do placar.
Se o atleta declarado vencedor tiver finalizado o adversário utilizando golpes restritos não observados pelo árbitro.
• Se o atleta tiver sido desclassificado por ter aplicado golpe permitido. Nesse caso, quando a interrupção da luta e a desclas- sificação acontecerem antes do atleta que sofreu o ataque ter batido, o combate retornará ao centro da área de luta e o atleta que aplicou o golpe receberá dois pontos. No caso do atleta que sofreu o golpe ter batido antes da interrupção da luta e da desclassificação, o atleta que aplicou o golpe será declarado vencedor.
Se o árbitro cometer um erro de direito, que consiste na aplicação incorreta das regras do esporte previstas neste livro.
erro de direito não inclui interpretações subjetivas do árbitro na marcação de pontos, vantagens ou punições.
1.1.4 Para alterar o resultado proclamado de uma luta, as seguintes condições devem ser observadas:
• O árbitro poderá consultar o diretor de arbitragem do evento, mas caberá ao árbitro a decisão final de alterar ou não o resultado proclamado.
• O diretor de arbitragem deverá consultar a mesa central do evento sobre o andamento da chave e só poderá autorizar a alteração do resultado caso a chave não tenha avançado para a fase posterior.
Formatação da arbitragem
A organização do campeonato poderá optar por escalar três árbitros para uma luta sempre que considerar necessário.
• Nesse caso, dois árbitros laterais ficarão sentados em cadeiras posicionadas em cantos opostos da área de luta.
• Os árbitros laterais terão poderes iguais ao do árbitro central e toda e qualquer marcação ou retirada de pontos, vantagens ou punições deverão ser confirmadas por pelo menos dois dos três árbitros.
• Em caso de concordância com o árbitro central, os árbitros laterais permanecerão sentados nas cadeiras nos cantos da área de luta.
• Em caso de discordância com o árbitro central, os árbitros laterais deverão levantar das cadeiras nos cantos da área de luta e assinalar a marcação de pontos, vantagens, punições ou a retirada das mesmas utilizando os gestos previstos nesta regra.
• No caso dos árbitros marcarem três pontuações diferentes para um mesmo movimento, valerá a marcação intermediária
(Ex. Quando um árbitro marca passagem de guarda, o segundo marca vantagem e o terceiro pede a retirada dos pontos, será assinalada no placar uma vantagem).
• Em caso de empate ao final da luta, o árbitro central e os árbitros laterais manterão suas posições e proclamarão o resultado da luta levantando cada um o braço referente ao atleta que considerarem vencedor do combate.
Funções do árbitro
1.3.1 Caberá ao árbitro chamar os atletas para a área de luta no início do combate.
1.3.2 Caberá ao árbitro fazer a checagem final de todas as exigências de vestimenta, higiene, etc. Caso um dos atletas não atenda a qualquer das exigências, caberá ao árbitro determinar que a exigência seja cumprida em tempo determinado.
1.3.3 Caberá ao árbitro posicionar os atletas na área de luta antes do início do combate.
• O atleta que ficar à direita do árbitro terá a sua pontuação assinalada pelo braço direito do árbitro, diferenciado do esquerdo por uma braçadeira verde e amarela que indicará que os pontos do atleta serão marcados na seção verde e amarela do placar.
• O atleta que ficar à esquerda do árbitro terá a sua pontuação assinalada pelo braço esquerdo do árbitro, que não apresenta a braçadeira e seus pontos serão marcados na seção sem cores do placar.
Caberá ao árbitro fazer o posicionamento dos atletas de acordo com a cor do kimono que usam.
Caso os dois atletas estejam de kimono da mesma cor, o primeiro atleta a ser chamado ficará à direita do árbitro, receberá a faixa verde e amarela de identificação, mantendo também a sua própria faixa amarrada na cintura.
Caso um atleta esteja de kimono branco e outro atleta de kimono azul ou preto, o atleta de kimono azul ou preto ficará à direita do árbitro.
Caso um atleta esteja de kimono preto e o outro atleta de kimono azul, o atleta de kimono azul ficará à direita do árbitro
Caberá ao árbitro dar inicio à luta.
Caberá ao árbitro interromper a luta quando achar necessário.
Caberá ao árbitro fazer com que os atletas cumpram a obrigação de lutar no centro da área de luta.
Quando os atletas estiverem com 2/3 do corpo fora da área de luta, em posição no solo estabilizada, o árbitro interromperá
luta e, observando a posição de cada atleta, reiniciará o combate no centro com os atletas em posições idênticas as do momento da interrupção.
Quando os atletas estiverem com 2/3 do corpo fora da área de luta, em pé ou em posição no solo mas não estabilizada, o árbitro interromperá a luta e reiniciará o combate com os dois atletas em pé no centro da área de luta.
Quando um atleta estiver com um golpe de finalização encaixado na área de segurança, o árbitro não interromperá o combate.
Quando um atleta estiver com um golpe de finalização encaixado e no movimento de defesa do adversário os dois atletas
forem para fora da área de segurança, o árbitro interromperá o combate e recomeçará a luta no centro com os atletas em pé. Nesse caso, quando o árbitro tiver clareza que o movimento que levou à saída da área de luta foi iniciado pelo atleta que estava sob o ataque da finalização, ele assinalará 2 (dois) pontos para o atleta que tinha o golpe de finalização encaixado, como previsto no ítem 3.1.1.
Caberá ao árbitro nas categorias de idade até 12 anos proteger a cervical do atleta se posicionando atrás deste quando ele é retirado do solo pelo adversário em caso de triângulo ou guarda fechada.
Caberá ao árbitro assinalar toda e qualquer punição, vantagem ou pontuação referente a cada atleta.
Caberá ao árbitro advertir e desclassificar os atletas.
Caberá ao árbitro solicitar a entrada do atendimento médico na área de luta.
Caberá ao árbitro encerrar a luta ao final do tempo regulamentar.
Caberá ao árbitro proclamar o resultado da luta.
Caberá ao árbitro levantar o braço do vencedor da luta e somente do vencedor, mesmo em caso de acordo entre dois atletas da mesma academia.
gestos e ordens verbais do árbitro
O árbitro utilizará uma série de gestos e comandos verbais para se comunicar com os atletas e mesários durante a luta. Abaixo,
a relação de gestos e comandos para cada situação de luta:
SiTuAÇÃo DE LuTA:
Chamar os atletas para dentro da área de luta
Braço dobrado em um ângulo de 90º fazendo movimentos de flexão em direção ao seu corpo.
Início da luta.
Braço esticado à frente seguido de movimento vertical do braço em direção ao solo.
Interrupção da luta e do cronômetro e encerramento da luta.
Braços abertos e elevados até a altura dos ombros.
1ª Advertência por falta de combatividade.
Braços a frente, na altura do peito com as mãos segurando os antebraços seguido do braço referente ao atleta advertido na diagonal apontando o solo.
Demais advertências por falta de combatividade.
Braços à frente, na altura do peito com as mãos segurando os antebraços.
Braço referente ao atleta a ser punido elevado à altura do ombro com o punho fechado.
Braços acima da cabeça com punhos cruzados e mãos fechadas seguido de indicação do atleta desclassificado com
o braço referente ao mesmo esticado em direção à faixa do atleta.
Braço referente ao atleta que receberá a vantagem esticado paralelo ao ombro com a mão aberta e a palma da mão virada para solo.
Braço referente ao atleta a receber os pontos erguido com os dedos indicador
e médio levantados.
3 (três) pontos: passagem de guarda.
Braço referente ao atleta a receber os pontos erguido com os dedos indicador, médio e anelar levantados.
4 (quatro) pontos: montada e pegada pelas costas.
Braço referente ao atleta a receber os pontos erguido com os dedos indicador, médio, anelar e mínimo levantados.
Braço referente ao atleta que recebeu os pontos erguido e balançado com a mão espalmada na altura da cabeça.
Declaração do resultado da luta.
Braço do atleta vencedor erguido de frente para a mesa de arbitragem mantendo o braço do atleta perdedor abaixado.
Arrumação do kimono pelo atleta.
Após indicar o atleta com o braço estendido em direção à cintura do mesmo, cruza os braços em direção ao solo na altura da cintura.
Recolocação da faixa.
Após indicar o atleta com o braço estendido em direção à cintura do mesmo, mãos na altura da cintura simulando o aperto de um nó em uma faixa imaginária.
Advertir que atleta deve se manter dentro da área de luta.
Após indicar o atleta com o braço estendido em direção à cintura do mesmo, mão na altura do ombro com dedo indicador estendido e fazendo movimento circulares.
Sinalizar que o atleta deve ficar de pé.
Indicar com o braço estendido o atleta que deve se levantar seguido do mesmo braço elevado até a altura do ombro.
Sinalizar que o atleta deve voltar à posição no solo determinada pelo árbitro após interrupção da luta.
Indicar o atleta com o braço estendido na altura do ombro seguido do braço apontando o solo cruzando o corpo.
ArTiGo 2º – DECiSÃo DAS LuTAS
• decisão do juiz
2.2.1 Quando o atleta dá duas batidas com a palma da mão no adversário, no chão, ou em si próprio, de forma manifesta e visível.
2.2.2 Quando o atleta bate duas vezes com os pés no chão quando tem os braços presos pelo adversário.
2.2.3 Quando o atleta anuncia sua desistência verbalmente ao árbitro, pedindo ao mesmo que interrompa a luta.
2.2.4 Quando o atleta grita ou emite som que expressa dor ao ser vítima de um golpe encaixado.
2.3.1 Quando um dos atletas alega estar sentindo câimbras, este será declarado perdedor da luta.
2.3.2 Quando o árbitro percebe que um golpe encaixado pode expor o atleta a sérios danos físicos.
2.3.3 Quando o médico declara que um dos atletas não tem condições de continuar no combate.
2.3.4 Quando um atleta apresenta sangramento que não é possível ser estancado mesmo após os dois atendimentos médicos a que cada atleta tem direito, que devem ser solicitados segundo avaliação do árbitro.
2.3.5 Quando um dos atletas vomita ou perde o controle de suas necessidades fisiológicas, apresentando micção ou evacuação involuntária.
2.4.1 Quando um ou os dois atletas cometerem faltas previstas no artigo 6º, o árbitro aplicará as punições previstas no art. 7º.
O atleta será declarado perdedor da luta quando perder os sentidos por golpe legal aplicado pelo adversário ou por acidentes
que não forem causados pelo adversário de forma ilegal. obs.: O atleta que perder os sentidos por trauma não poderá retornar a lutar na mesma competição e deverá ser encaminha- do para atendimento médico.
árbitro concederá pontos a cada atleta de acordo com o golpe aplicado como mostra a tabela abaixo.
Montada Montada pelas costas Pegada pelas costas
Queda Raspagem Joelho na barriga
2.6.4 Punições: Quando houver empate no número de pontos e vantagens, será declarado vencedor o atleta que tiver menor número de punições.
2.7.1 Se ao término do combate, os atletas apresentarem o mesmo número de pontos, vantagens e punições, caberá ao árbitro ou aos árbitros, quando a luta tiver três árbitros, declararem o vencedor.
2.7.2 Para determinar o vencedor, o árbitro deve observar que atleta foi mais ofensivo durante a luta e chegou mais perto de conseguir posições passíveis de pontuação ou finalizações.
2.8.1 Caso os dois atletas se acidentem numa luta semifinal ou final de categoria, com a luta empatada no momento do acidente, e nenhum dos dois atletas tenha condição de continuar no combate, a mesma será decidida por sorteio.
ArTiGo 3º – PoNTuAÇÃo
os pontos serão assinalados pelo árbitro central da luta sempre que o atleta estabilizar por 3 (três) segun- dos a posição conquistada, com excessão da queda quando o oponente cair de costas ou de lado ao solo.
3.1.1 Quando o movimento correto de defesa de um golpe de finalização acarretar na saída da área de luta, o árbitro asinalará 2 (dois) pontos para o atleta que estava aplicando a finalização (como previsto no ítem 1.3.7).
A luta deve seguir uma sequência crescente de domínio técnico em direção à finalização. Por isso, o
atleta que voluntariamente abandona uma posição pela qual recebeu pontos para repeti-la em busca de nova pontuação não terá os novos pontos assinalados.
o atleta que chegar a uma posição de pontuação, mas que estiver sob o ataque de um golpe de
finalização do adversário só terá os pontos assinalados quando se livrar do ataque e estabilizar a posição por 3 (três) segundos. somente no caso da queda, quando o oponente cair de costas ou de lado ao solo após a soltura do ataque, os pontos serão assinalados imediatamente.
o atleta que estiver se defendendo de uma raspagem e projetar o adversário ao solo de costas ou de lado
não recebera os dois pontos ou a vantagem referente à queda.
o atleta que projetar o adversário para se defender de uma pegada pelas costas onde o adversário tenha
um ou os dois ganchos postos e não tenha um pé no solo não receberá os dois pontos ou a vantagem referentes à queda.
o atleta que entrar em movimento de queda antes do adversário puxar para a guarda terá assinalados os
dois pontos ou a vantagem referentes ao movimento.
Quando o atleta tem uma pegada na calça do oponente e esse puxa para guarda aberta, o atleta que tinha a pegada na calça receberá imediatamente dois pontos referentes à queda se o oponente cair com as costas no chão.
3.7.1 Se oponente cair sentado, os dois pontos somente serão concedidos após os três segundos de estabilização.
3.7.2 Ainda referente ao ítem 3.7, se o oponente puxar para guarda fechada e ficar suspenso no ar, o atleta terá que coloca-lo com as costas no solo em até 3 (três) segundos para ter assinalados os pontos da queda.
o atleta poderá receber pontos cumulativos quando evoluir a movimentação através de diversas
posições de pontuação no caso do domínio de três segundos da última posição de pontuação representar também o domínio das posições de pontuação anteriores alcançadas na sequência. Nesse caso, o juiz contará apenas 3 (três) segundos de domínio ao final da sequência para assinalar os pontos. (exemplo: Passagem seguida de montada valerá 7 (sete) pontos).
ArTiGo 4º – PoSiÇÕES DE PoNTuAÇÃo*
• Quando o atleta projeta o adversário ao solo de costas ou de lado tendo em algum momento do movimen- to os dois pés no chão.
• Quando o atleta projeta o adversário e o faz cair sentado
os pontos só serão assinalados após o atleta que fez a projeção manter o adversário por 3 (três) segundos no chão.
• Quando o atleta projeta o adversário e o faz cair de quatro apoios ou com o abdome no solo os pontos só serão assina- lados quando o atleta que fez a projeção controlar as costas do adversário sem necessidade de colocar os ganchos, mas mantendo o adversário com pelo menos um dos joelhos no solo por 3 (três segundos).
• Quando o atleta projeta o adversário para a área de segurança, os pontos só serão assinalados se a projeção tiver sido
iniciada com o atleta que fez a projeção tendo os dois pés dentro da área de luta. Nesse caso, se os atletas caírem em posição estabilizada, a luta será reiniciada no centro da área de luta na posição do momento da interrupção.
• Quando o atleta projeta o adversário que está com um ou dois joelho no chão, os pontos só serão assinalados se o atleta que fez a projeção estiver em pé no momento da projeção, com exceção da situação prevista no ítem 3.4.
• Quando o atleta projeta o adversário numa baiana ou single leg e o oponente senta no solo aplicando um contragolpe (outra queda) bem sucedido, apenas o atleta que contragolpeou receberá os dois pontos.
• Em qualquer técnica de queda em que o atleta projeta o adversário ao solo de costas ou de lado, cai na guarda ou na meia- -guarda e imediatamente sofre uma raspagem bem sucedida do adversário, ele receberá os dois pontos referentes à queda e o adversário receberá os dois pontos da raspagem.
• O atleta que entrar em movimento de queda após o adversário puxar para a guarda não receberá os dois pontos ou a vantagem referentes ao movimento.
• Quando o atleta que está por cima consegue transpor as pernas do adversário que está por baixo (transpor a guarda ou
meia-guarda) e mantém o controle transversal ou longitudinal do mesmo de costas ou de lado no solo por 3 (três) segundos.
ADVERSáRIO DE LADO
obs. 1: A guarda define-se pelo uso de uma ou das duas pernas para impedir que o adversário atinja o controle transversal ou longitudinal do atleta que está por baixo.
obs. 2: A meia-guarda é a guarda onde o atleta por baixo está deitado de costas ou de lado e aprisiona apenas uma das pernas do adversário que está por cima impedindo que o mesmo alcance o controle transversal ou longitudinal do mesmo de costas ou de lado no solo por 3 (três) segundos.
obs. 3: A posição das pernas do atleta que está por cima diferencia a meia-guarda da meia-guarda invertida, de acordo com os exemplos a seguir:
Ex.1: Na meia-guarda, quando o atleta tem a perna direita aprisionada, a sua perna esquerda deve estar ao lado da perna direita do oponente que faz a guarda.
Ex. 2: Na meia-guarda invertida, quando o atleta tem a perna direita aprisionada, a sua perna esquerda está ao lado da perna esquerda do atleta que faz a guarda.
• Quando o atleta que está por cima, com controle transversal, coloca o joelho na barriga, no peito ou sobre as costelas do
adversário que está por baixo, de costas ou de lado no solo, mantendo a outra perna transversal ao corpo do oponente e o pé, e não o joelho, no solo, com o corpo virado para a cabeça do oponente e não para as pernas, tendo qualquer tipo de domínio com as mãos, mantendo-se assim por 3 (três) segundos.
• Quando o atleta que está por cima e já livre da meia-guarda senta sobre o tronco do adversário e mantém os dois joelhos
ou um pé e um joelho no solo, virado para a cabeça do adversário e com até um braço do adversário preso sob suas pernas, mantendo-se assim por 3 (três) segundos.
MONtADA CLáSSICA
MONtADA COM uM BRAçO PRESO
Não pontua:
MONtADA SEM OS PéS NO ChãO
MONtADA téCNICA
MONtADA COM OS DOIS BRAçOS PRESOS
• No caso de o atleta manter um dos braços do adversário preso sob sua perna, o atleta só receberá os pontos da montada caso o joelho da perna que aprisiona o braço do oponente não ultrapasse a linha do ombro do adversário.
• Quando o atleta cai por cima com o triângulo encaixado no adversário que está por baixo não serão assinalados os pontos da montada.
• Quando o atleta dominar as costas do adversário, colocando os calcanhares na parte interna das coxas do adversário, sem cruzar os pés, e podendo aprisionar até um dos braços do adversário, mantendo-o sob controle por 3 (três) segundos.
PEgADA CLáSSICA PELAS COStAS
PEgADA PELAS COStAS COM uM BRAçO PRESO
PEgADA PELAS COStAS COM tRIâNguLO
PEgADA PELAS COStAS COM DOIS BRAçOS PRESOS
PEgADA PELAS COStAS COM PéS CRuzADOS
• Quando o atleta está por baixo com o adversário na guarda ou meia-guarda inverter a posição, forçando o adversário que estava por cima a ficar por baixo, mantendo-o nessa posição por 3 (três) segundos.
• Quando o atleta que está por baixo com o adversário na guarda ou na meia-guarda inverter a posição e o adversário virar
de costas para cima, nos quatro apoios, e o atleta que iniciou a inversão controlar as costas do adversário sem necessidade de
colocar os ganchos, mas mantendo o adversário com pelo menos um dos joelhos no solo por 3 (três) segundos.
• Quando o atleta que está por baixo com o adversário na guarda ou na meia-guarda ficar em pé mantendo o domínio das
pegadas necessárias para a raspagem e derrubar o adversário, mantendo-o por baixo e controlando a posição por 3 (três) segundos.
* As imagens que ilustram esse artigo são apenas ilustrativas e não representam a totalidade das situações que podem ser passíveis de pontuação em cada uma das posições de luta.
ArTiGo 5º – VANTAGENS
A vantagem se caracteriza quando o atleta conquista uma posição passível de pontuação que exige domí-
nio sobre o adversário pelo tempo mínimo de 3 (três) segundos, mas não consegue manter tal domínio.
A vantagem se caracteriza pela movimentação incompleta de uma posição passível de pontuação. o
árbitro deverá avaliar se o atleta levou real perigo ao adversário, chegando muito próximo de atingir a posição passível de pontuação.
o atleta também terá uma vantagem assinalada quando aplicar uma tentativa de finalização que venha
a expor o adversário ao perigo real de desistência. Mais uma vez cabe ao árbitro avaliar a proximidade da finalização.
A vantagem poderá ser assinalada pelo árbitro mesmo após o término do tempo de luta e antes da
o árbitro só poderá assinalar a vantagem para o atleta quando este não tiver mais possibilidade de
chegar à posição de pontuação.
o atleta que chegar a uma posição de pontuação mas que estiver sob o ataque de um golpe de
finalização do adversário terá uma vantagem assinalada se não se livrar do ataque até o término da luta.
5.7.1 Vantagem de queda
• Quando o atleta projeta o adversário, mas esse não cai de costas ou de lado ao solo e se levanta em menos de 3 (três) segundos.
• Quando o atleta na tentativa de um single-leg aprisiona uma perna do adversário e leva o adversário a andar para fora da área de luta para evitar ser derrubado, obrigando o árbitro a interromper o combate.
5.7.2 Vantagem de passagem de guarda
• Quando o atleta tenta a passagem de guarda e o adversário vira com as costas para cima, ficando no quatro apoios.
• Quando o atleta conquista a posição de meia-guarda, com exceção da meia-guarda invertida.
• Quando os dois atletas puxam para a guarda ao mesmo tempo, o atleta que for para cima primeiro ganha a vantagem.
• Quando o atleta coloca o joelho na barriga do adversário, mas mantém o joelho e não o pé da outra perna no solo.
5.7.4 Vantagem da montada
• Quando o atleta que está por cima e já livre da guarda ou da meia-guarda senta sobre o tronco do adversário e mantém os
dois joelhos ou um pé e um joelho no solo, virado para a cabeça do adversário, mas com os dois braços do adversário presos sob suas pernas.
5.7.5 Vantagem da pegada pelas costas
5.7.6 Vantagem da raspagem
• Quando o atleta após conseguir um desequilíbrio claro do adversário na tentativa de completar o movimento de raspagem, conduzir o adversário para fora da área de luta .
• Quando o atleta tentar a raspagem da guarda fechada, derrubar o adversário e abrir a guarda na tentativa de ir para cima, mas não conseguir completar o movimento de raspagem.
• Na guarda 50/50, quando o atleta tentar a raspagem, derrubar o adversário e descruzar os pés na tentativa de ir para cima, mas não conseguir completar o movimento de raspagem.
* Os exemplos acima são apenas ilustrativos e não representam a totalidade das situações que podem ser assinaladas como vantagens.
Casos específicos em que não serão mais concedidas vantagens
reposição para a meia-guarda não significará uma vantagem para o atleta que estava montado ou que estava em posição
atleta que sofrer uma queda do adversário e conseguir rolar terminando o movimento por cima não mais terá uma
vantagem assinalada pelo árbitro.
atleta que iniciar um movimento de raspagem, mas deliberadamente não buscar completar a movimentação para preser-
var sua posição de defesa não receberá a vantagem referente à raspagem.
ArTiGo 6º – FALTAS
Classificação das faltas
6.2.1 Faltas gravíssimas
6.2.2 Faltas graves
6.2.3 Faltas leves
6.2.4 Falta de Combatividade
6.3.1 São divididas em faltas técnicas e faltas disciplinares.
6.3.2 Faltas técnicas
• Quando o atleta fugir deliberadamente da área de combate para evitar a desistência frente a um golpe de finalização aplicado pelo adversário.
• Quando o atleta não estiver vestindo cueca, sunga, calcinha ou short por baixo da calça do kimono e esse fato for percebido pelo árbitro.
• Na modalidade Jiu-Jitsu sem kimono, quando o atleta utilizar cremes, óleos, gels ou qualquer substância escorregadia em qualquer parte do corpo.
• Quando o atleta aplicar um dos golpes proibidos para cada categoria, como indicado na tabela abaixo*.
13 anos a 15 anos
16 a 17 anos e adulto (branca)
Adulto a Sênior 5 (azul e roxa)
Adulto a Sênior 5 (marrom e preta)
Chave que torça o joelho
Cruzar o pé de fora para dentro ultrapassando a linha da virilha do adversário (chave de pé reta, guarda X e 50/50)
Chave de pé reta
Na chave de pé reta, girar na direção do pé que não está sendo atacado.
Mata-leão de frente
Mata-leão no pé
No mata-leão no pé, aplicar a presão para o lado externo do pé
Torcer os dedos para trás
Triângulo (Puxando a cabeça)
Posição de finalização forçando a abertura da virilha
6.3.3 Faltas Disciplinares
são exemplos das posições proibidas
e não representam todas as variações possíveis das posições proibidas.
• Quando o atleta proferir palavras de baixo calão ou gestos obscenos em direção ao adversário, à mesa central, aos mesários, ao árbitro ou ao público.
• Quando o atleta agredir o adversário, o árbitro ou qualquer outro membro da organização ou do público.
• Quando o atleta morder, puxar cabelos, aplicar golpes nos órgãos genitais, nos olhos, ou qualquer golpe traumático intencional, tal como soco, cotovelada, joelhada, cabeçada, pontapé, etc.
• Quando o atleta durante a luta ou ao comemorar a vitória age de forma ofensiva ou desrespeitosa ao adversário ou ao público utilizando palavras ou gestos.
Quando o atleta ajoelha-se ou senta-se sem ter qualquer pegada no adversário.
Quando o atleta em pé foge para as extremidades da área de luta, evitando o combate com o adversário.
Quando o atleta em pé empurra o adversário para fora da área de luta sem a clara intenção de finalizar ou pontuar. (Obs:. Anteriormente, o atleta que fosse empurrado era punido.)
Quando o atleta no chão foge do combate arrastando-se para fora da área de luta.
Quando atleta no chão fica em pé fugindo da luta e não retorna ao combate no chão.
Quando o atleta quebra a pegada do oponente que está puxando para a guarda e não retorna ao combate no chão.
Quando o atleta retira propositalmente o próprio kimono ou a própria faixa, causando a interrupção da luta.
Quando o atleta segura nas bocas das mangas do paletó ou bocas da calça do adversário com um ou mais dedos virados para dentro mesmo que seja para efetuar uma raspagem ou qualquer outro movimento de luta.
Quando o atleta faz uma pegada no lado interno do paletó ou da calça do kimono do adversário e quando o atleta passa a mão por dentro do kimono do adversário para fazer uma pegada na parte externa do mesmo.
Quando o atleta desobedece uma ordem do árbitro.
Quando o atleta sai da área de luta ao final do combate antes da proclamação do resultado pelo árbitro*. *Nesse caso específico, não haverá punição gestual e o árbitro assinalará uma punição ao atleta no placar e concederá pelo menos uma vantagem ao adversário de acordo com a sequência de punições prevista no ítem 7.3.
Quando o atleta foge deliberadamente da área de luta para evitar que uma raspagem do adversário seja consolidada.** ** Nesse caso e apenas nesse caso, o árbitro deve assinalar dois pontos diretos para o adversário do atleta que fugiu da área de luta e marcar no placar uma punição para o atleta que fugiu da área de luta.
Na modalidade Jiu-Jitsu sem kimono, quando o atleta faz qualquer pegada no seu próprio uniforme ou no uniforme do adversário.
Quando o atleta coloca a mão ou pé sobre a parte frontal do rosto do adversário.
Quando o atleta prende propositalmente o pé na faixa do adversário.
Quando o atleta coloca propositalmente o pé na lapela do kimono do adversário sem ter pegada da mesma no mesmo lado.
Quando o atleta coloca o pé na lapela atrás do pescoço do adversário com ou sem pegada na mesma.
Quando o atleta utiliza a própria faixa ou a faixa do adversário como auxílio em estrangulamento ou qualquer outra situação de luta quando a mesma estiver desamarrada.
Quando o atleta sem o auxílio do kimono estrangula o adversário circundando o pescoço do mesmo com as duas mãos ou utiliza o polegar para pressionar a “glote” do adversário.
Quando o atleta posiciona uma das mãos envolta do pescoço do adversário e a outra mão na nuca.
Quando o atleta tapa o nariz e a boca do adversário com as mãos.
Quando o atleta demora mais de 20 segundos para amarrar a faixa durante uma interrupção da luta.
Quando o atleta fala com o árbitro durante o combate.
Quando o atleta corre em volta da área de luta e não busca contato com o adversário.
6.6.1 A falta de combatividade se configura quando um atleta claramente não busca evoluir suas posições dentro da luta e também impede que o adversário o faça.
6.6.2 Quando os dois atletas demonstram simultânea falta de combatividade em qualquer posição de luta.
6.6.3 Não será configurada falta de combatividade quando o atleta estiver defendendo ataques do adversário a partir da montada, da pegada das costas e das imobilizações.
6.6.4 Exemplos de situações que se configuram como falta de combatividade*.
• Quando o atleta após dominar o adversário em qualquer posição de imobilização, não busca a evolução da posição.
• Quando o atleta na guarda fechada do adversário não busca a passagem e ao
mesmo tempo evita que o adversário busque a evolução da luta a partir da guarda.
• Quando o atleta por baixo na guarda fechada abraça as costas ou usa qualquer outro movimento de controle para manter o adversário que está por cima colado ao seu peito sem o intuito de finalizar ou pontuar.
• Quando o atleta em pé segura e mantém a mão na faixa do adversário impedindo que o adversário complete os movimentos de queda sem ele mesmo tentar qualquer ataque.
* Os exemplos acima são apenas ilustrativos e não representam a totalidade das situações que podem ser caracterizadas como falta de combatividade.
ArTiGo 7º – PuNiÇÕES
As punições serão aplicadas pelos árbitros com o intuito de garantir o bom andamento da luta e o respeito às regras do esporte e da competição.
O árbitro seguirá as seguintes sequências de punições para cada categoria de falta.
7.2.1 Faltas técnicas: Desclassificação sumária da luta no momento da infração.
7.2.2 Faltas disciplinares: Desclassificação sumária da luta e da competição no momento da infração.
7.3.1 árbitro seguirá a seguinte sequência de punições.
Advertência gestual.
• 2ª FALtA
Concessão de uma vantagem para o adversário do atleta punido e marcação no placar da primeira punicão para o atleta.
• 3ª FALtA
Concessão de dois pontos para o adversário do atleta punido e marcação no placar da segunda punicão para o atleta.
• 4ª FALtA
Desclassificação do atleta.*
7.3.2 As faltas graves são cumulativas entre si e infrações diferentes incidirão na sequência crescente de punições prevista no inciso
* Nas categorias até 15 anos, na quarta e quinta faltas do atleta o árbitro concederá dois pontos em cada falta para o oponen- te e uma punição por cada falta para o atleta. Apenas na sexta falta o árbitro desclassificará o atleta.
7.4.1 árbitro seguirá a seguinte sequência de punições.
7.4.2 As faltas leves não são cumulativas entre si e apenas infrações iguais incidirão na sequência crescente de punições prevista no ítem 7.4.1.
Punições por falta de combatividade
punição por falta de combatividade atenderá a um critério especial.
A primeira punição por falta de combatividade será sempre uma advertência gestual e verbal (ordem “LutE”) independente de quantas punições já tenham sido assinaladas pelo árbitro no placar.
A partir da segunda punição por falta de combatividade, para definir qual punição será aplicada ao atleta punido, o árbitro deverá seguir a sequência de punições prevista no ítem 7.3 e o atleta será punido com a marcação para o adversário de uma vantagem ou dois pontos, ou com a sua a desclassificação de acordo com a marcação de punições assinaladas no placar.
As punições por falta de combatividade atenderão à seguinte sequência após o árbitro considerar que um ou os dois atletas estão incorrendo nas situações definidas no ítem 6.6.
• 1º – O árbitro contará 20 (vinte) segundos.
• 2º – O árbitro fará o gesto referente à 1a advertência por falta de combatividade (de acordo com tabela no ítem 1.4.1) e dará
a ordem verbal “LutE”.
• 3º – A partir da segunda punição por falta de combatividade, após a contagem dos 20 (vinte) segundos e a ordem verbal “LutE”, o árbitro fará o gesto referente à punição a ser aplicada ao atleta de acordo com o previsto no ítem 7.3.1.
ArTiGo 8º – obriGAÇÕES, ProibiÇÕES E ExiGêNCiAS
Devem ser confeccionados em algodão ou tecido similar. O material não deverá ser muito espesso ou duro de modo a impe- dir que o oponente faça a pegada. Nas categorias juvenil, adulto, máster e sênior, é obrigatório o uso de kimono trançado.
Os kimonos devem ser inteiramente das cores branco, azul ou preto. Não são aceitos kimonos com paletós e calças de cores diferentes, assim como não serão aceitos kimonos com golas de cores diferentes. Não é permitido o uso de camisas por baixo do kimono (com exceção do feminino).
Nas categorias da faixa-preta (masculino) e marrom/preta (feminino), adulto, a organização do evento pode exigir que os atletas tenham dois kimonos de cores diferentes (um azul e outro branco) para que nas lutas das categorias citadas acima cada atleta utilize um kimono de cor diferente do adversário.
O paletó deve ir até as coxas do atleta e o comprimento mínimo das mangas deve alcançar até 5 cm da articulação dos pulsos
dos atletas quando os braços estiverem esticados para frente, em ângulo de 90º com o corpo.
A calça do kimono deve ter comprimento mínimo de 5 cm acima do maléolo tibial (osso do tornozelo). é proibido utilizar
qualquer tipo de calça por baixo da calça do kimono.
O atleta deve utilizar uma faixa resistente de 4 a 5 cm de largura, cuja a cor corresponda à graduação com a ponta preta,
exceto faixas pretas, que terá a ponta branca ou vermelha. Essa deve ser usada sobre o paletó, dando duas voltas na altura da cintura e sendo amarrada com um nó duplo, suficientemente apertada para impedir que o paletó se solte. Após o nó duplo, cada ponta da faixa deve ter entre 20cm e 30cm de comprimento.
é proibido o uso de kimonos pintados em qualquer parte a não ser que seja a logomarca de sua academia ou de seu
patrocinador e apenas nos mesmos locais permitidos para os “patches” e, mesmos nos casos permitidos, o atleta será obrigado a trocar de kimono caso a tinta manche o kimono do adversário.
• A checagem vai verificar se estão dentro do padrão exigido, as seguintes medidas: expessura da gola do kimono (1,5 cm); largura da gola do kimono (5 cm); folga da manga do kimono em toda a sua extensão (7 cm).
Cada atleta tem direito a um total de mais 2 (duas) medições do kimono em caso de reprovação na primeira medição.
O Fiscal de Kimono deve verificar também o estado geral da faixa de cada atleta.
medidor tem as medidas regulamentares abaixo:
Expessura da gola do kimono: 1,5 cm
Folga da manga do kimono em toda a sua extensão: 7,0 cm
Após a pesagem, o atleta não pode trocar de kimono para a primeira luta, sob pena de desclassificação.
• Após a primeira luta, o atleta pode solicitar ao Coordenador de Ringue a troca de kimono. O novo kimono tem que passar por nova checagem de medidas.
• O atleta esta sujeito à desclassificação se não se submeter à checagem de medidas do novo kimono antes da sua primeira luta com o novo kimono.
8.1.12 Na modalidade Jiu-Jitsu sem-kimono, os atletas devem seguir as seguintes exigências de vestuário:
Bermuda majoritariamente de cor preta com até 30% na cor da graduação (faixa) a que o atleta pertence, sem bolsos ou com bolsos completamente fechados, sem botões, fechos ou qualquer peça plástica ou metálica que apresente risco ao adversário, e com o comprimento que atinja no mínimo abaixo da metade da coxa e no máximo até o joelho.
é permitido aos homens a utilização de short ou calça de tecido elástico (colado ao corpo), desde que o atleta as utilize por baixo da bermuda regulamentar.
Camisa de tecido elástico (colado ao corpo) com comprimento que cubra a linha da cintura da bermuda, de cor preta ou branca, e com pelo menos 10% na cor referente à graduação (faixa) a que o atleta pertence. Camisas 100% na cor da graduação (faixa) a que o atleta pertence também são aceitas.
Short, calça de tecido elástico (colado ao corpo) ou bermuda majoritariamente de cor preta com até 30% na cor da graduação (faixa) a que a atleta pertence, sendo a bermuda sem bolsos ou com bolsos completamente fechados e com o comprimento que atinja no mínimo abaixo da metade da coxa e no máximo até o joelho.
atleta deve apresentar unhas dos pés e das mãos cortadas e curtas.
Cabelos longos devem ser presos para não causar incômodo ao outro competidor.
atleta será desclassificado caso apresente pintura nos cabelos que durante a luta suje o kimono do adversário.
atleta deve utilizar calçados até a beira da área de luta nos locais onde isso for permitido.
Após a pesagem, o Fiscal de Kimono deve checar os atletas para verificar possíveis problemas de pele.
O atleta que apresentar lesão de pele percebida pelo fiscal será encaminhado ao setor médico do evento.
O atleta deve apresentar atestado assinado por médico declarando que a lesão percebida não é contagiosa e não represen-
perigo para os demais competidores.
• Para a organização do evento, o médico do campeonato tem a palavra final quanto à liberação ou não do atleta para competir.
Cada atleta subirá uma única vez na balança oficial do evento para ter seu peso aferido.
Os patches ou bordados só podem estar presentes nos locais autorizados no desenho abaixo. Os patches devem ser de tecido de algodão e devem estar devidamente costurados. todos os patches descosturados ou em locais não autoriza- dos devem ser retirados antes da checagem do kimono. Os kimonos com bordados em locais não autorizados deverão ser substituídos.
é permitida uma etiqueta do fabricante do kimono na parte frontal de uma das pernas da calça (segundo área especifi- cada na ilustração). A etiqueta deve ser feita de tecido fino com área máxima de 36cm2 e não poderá ser bordada.
Não é permitido o uso anéis, brincos, piercing, relógios, pulseiras, tornozeleiras, sapatilhas, protetores de orelha, grampos de cabelo, coquilha (protetor genital), nem outros protetores ou adornos que possuam material rígido que possam causar lesões no oponente ou no próprio atleta. também não é permitido o uso de qualquer cobertura na cabeça, sejam lenços, gorros ou touca de tecido elástico, além de óculos, mesmo os especiais para a prática de esportes.
Não é permitido o uso de protetores de articulações (joelheiras, cotoveleiras, etc) que aumentem o volume do corpo dificul- tando a pegada no kimono por parte do adversário.
No feminino, não é permitido o uso de roupa de baixo no estilo “fio dental” ou “tanga”, sendo aceito apenas o estilo “sunga”.
ArTiGo 1º – CATEGoriAS E TEmPo rEGuLAmENTAr DE LuTA
As categorias de idade são definidas pela idade que o atleta completou ou completará no ano de realização da edição de cada campeonato.
Nas categorias adulto, master e senior, não há limite máximo de idade, mas apenas limite mínimo.
As categorias obedecem aos limites de idade e tempo regulamentar de luta estabelecidos na tabela abaixo:
PRé-MIRIM III
(Ano atual) - (ano de nascimento) ≥ 18
minutos – Branca
minutos – Azul
minutos – Roxa
minutos – Marrom
minutos – Preta
(Ano atual) - (ano de nascimento) ≥ 30
minutos – Branca / Azul
minutos – Roxa / Marrom / Preta
(Ano atual) - (ano de nascimento) ≥ 36
(Ano atual) - (ano de nascimento) ≥ 41
(Ano atual) - (ano de nascimento) ≥ 46
(Ano atual) - (ano de nascimento) ≥ 51
(Ano atual) - (ano de nascimento) ≥ 56
os tempos mínimos de descanso entre cada luta são os definidos na tabela abaixo:
LutAS Até A SEMIFINAL
ArTiGo 2º – ChAVES
Cada categoria terá os atletas distribuídos em chaves.
As chaves funcionam em sistema de eliminação simples, onde o atleta perdedor em cada luta é eliminado e o vencedor passa à próxima fase de disputa da chave.
A única exceção ao sistema de eliminação simples é a chave de três (composta por apenas três atletas).
2.3.1 Na chave de três, após a primeira luta, o vencedor segue para a final e o perdedor segue para enfrentar o terceiro atleta da chave. O atleta que vencer a segunda luta, mesmo que seja o perdedor da primeira luta, segue então para a final com o vencedor da primeira luta.
atleta 1 luta contra o atleta 3.
Como vencedor, o atleta 1 avança para a final
No exemplo, o atleta 3 vence o atle-
vencedor, no exemplo, foi o atleta 1
e o atleta 3 não é eliminado. Ele passa para o outro lado da chave e luta contra o atleta 2.
ta 2 e avança para a final, lutando novamente contra o atleta 1.
desclassificações em semifinais e finais
2.4.1 Semifinais
• Quando os dois atletas de uma semifinal forem desclassificados por falta técnica, a outra semifinal passa a valer como final da categoria. Nesse caso, os atletas desclassificados são proclamados terceiros colocados.
• Quando os dois atletas de uma semifinal forem desclassificados por falta disciplinar, a outra semifinal passa a valer como final da categoria. Nesse caso, os atletas desclassificados não são proclamados terceiros colocados, ficando vagas essas colocações.
• Quando os quatro atletas das duas semifinais forem desclassificados por falta técnica, os quatro atletas derrotados por eles
nas quartas de final fazem semifinais extras para decidir os finalistas da categoria. Nesse caso, os semifinalistas desclassificados são proclamados terceiros colocados e os atletas derrotados nas semifinais extras não recebem medalhas.
• Quando os quatro atletas das duas semifinais forem desclassificados por falta disciplinar, os quatro atletas derrotados por
eles nas quartas de final fazem semifinais extras para decidir os finalistas da categoria. Nesse caso, os semifinalistas desclassifi-
cados não recebem medalhas e os atletas derrotados nas semifinais extras são proclamados terceiros colocados.
2.4.2 Finais
• Quando os dois atletas de uma final forem desclassificados por falta técnica, os atletas perdedores nas semifinais voltam para disputar a final. Nesse caso, os atletas desclassificados são proclamados terceiros colocados.
• Quando os dois atletas de uma final forem desclassificados por falta disciplinar, os atletas perdedores nas semifinais voltam para disputar a final. Nesse caso, os atletas desclassificados não são proclamados terceiros colocados, ficando vagas essas colocações.
ArTiGo 3º – DiSPuTA Por ACADEmiAS
os resultados dos três primeiros colocados de cada categoria valem pontos para a disputa por academias dentro de cada categoria de disputa dentro da competição.
os pontos atribuídos as três primeiras classificações são os seguintes:
Campeão – 9 pontos
• Vice-campeão – 3 pontos
• terceiro lugar – 1 ponto
3.3.1 Desempate em campeonatos onde os pontos das categorias de idade são contados separadamente.
• A academia com o maior número de medalhas de ouro é a vencedora.
• Em caso de empate no número de campeões, é vencedora a academia com o maior número de medalhas de prata.
• Em caso de empate no número de medalhas de ouro e de prata, é vencedora a academia com o maior número de campeões mais graduados.
• Em caso de empate na graduação dos campeões, é vencedora a academia com o campeão mais graduado e mais pesado.
• Em caso de empate em todos os casos previstos acima, é realizado sorteio.
3.3.2 Desempate em campeonatos onde os pontos de duas ou mais categorias de idade são contados de maneira unificada.
• Em caso de empate no número de medalhas de ouro e de prata, é vencedora a academia com o maior número de
campeões na faixa-preta das categorias de idade seguindo a seguinte sequência: adulto, master, sênior 1, sênior 2, senior 3, sênior 4, sênior 5.
• Em caso de empate no número de campeões na faixa-preta em todas as categorias de idade, é vencedora a academia com
o maior número de campeões na faixa de maior graduação das categorias de idade seguindo a seguinte sequência: adulto, master, sênior I, sênior II, senior III, sênior IV, sênior V, juvenil II, Juvenil I, Infanto-juvenil III, Infanto-juvenil II, infanto-juvenil I, Infantil III, Infantil II, Infantil I, Mirim III, Mirim II, Mirim I, pré-mirim III, pré-mirim II, pré-mirim I.
Categorias com apenas um atleta não contam pontos para a disputa por academias.
Categorias com apenas dois atletas da mesma academia não contam pontos para a disputa por academias.
o Wo ou a desclassificação de um atleta não alterará a estrutura anterior da chave de competição e nem
a forma de contagem de pontos.
ex.: Em caso de WO ou desclassificação de um atleta em uma chave com quatro atletas, a mesma não adotará o método de funcionamento da chave de 3 (ítem 2.3.1).
3.7.1 Ao final dos combates de todos os atletas, havendo empate as equipes poderão escolher um atleta cada para uma luta extra.
ArTiGo 4º – PrEmiAÇÃo
os tres primeiros colocados de cada categoria recebem medalhas no pódio oficial do campeonato.
4.1.1 Em todos os campeonatos, a premiação seguirá as seguintes normas:
• O campeão recebe uma medalha de ouro.
• O vice-campeão recebe uma medalha de prata.
• Os dois terceiros colocados recebem cada um uma medalha de bronze.
• A premiação é concedida de acordo com a proclamação soberana do resultado das lutas pelos árbitros. Não haverá troca de posições no pódio no momento da premiação.
• Para participar da cerimônia de premiação, o atleta deve estar uniformizado exclusivamente com kimono permitido em campeonatos com kimono e com o uniforme de competição em campeonatos sem kimono.
• Não é permitido o uso de adereços estranhos à prática do esporte.
4.1.2 Nos campeonatos por equipes, apenas as duas primeiras equipes recebem medalhas no pódio oficial do campeonato.
o atleta que for desclassificado por Wo em uma categoria não tem direito a receber medalha e seu nome
não constará na lista final de colocação da mesma.
4.2.1 única exceção ao determinado no item 4.2 se dá em caso de o atleta ja ter realizado pelo menos uma luta na categoria.
4.2.2 atleta que for desclassificado por falta disciplinar não tem direito a receber medalha e seu nome não constará na lista final
de colocação do campeonato.
receber medalha e ter seu nome na lista final de colocação do campeonato.
4.3.1 Nas categorias pesadíssimo e absoluto o atleta que estiver sozinho na categoria precisa ter o kimono checado e aprovado para receber medalha e ter seu nome na lista final de colocação do campeonato.
ArTiGo 5º – iNSCriÇÃo
academia está sujeita à aprovação da IBJJF.
Cada academia tem o direito a inscrever até dois atletas em cada categoria de peso, por faixa, categoria de idade e sexo.
o professor responsável por cada academia ou associação de academias tem poder soberano sobre a
inscrição dos atletas de sua academia ou associação de academias, podendo fazer alterações, inclusões e exclusões em todas as categorias, incluindo o absoluto.
As inscrições para cada campeonato seguirão cronograma amplamente divulgado pela IBJJF e todos os prazos deverão ser obedecidos.
o atleta que comprovado ser faixa-preta de judô nao poderá participar de nenhum campeonato como
faixa-branca.
o atleta que não atender às exigências do edital da competição ou às exigências deste regulamento
geral de Competições poderá ser desclassificado a qualquer momento antes, durante ou depois da competição.
ArTiGo 6º – ouTrAS DiSPoSiÇÕES
o edital publicado de cada competição se sobrepõe a este regulamento geral de Competição quando
proibido a qualquer pessoa que esteja exercendo função oficial na organização do campeonato dar instrução a qualquer atleta estando dentro da área de competição.
proibido a qualquer pessoa que não seja parte da equipe de organização do evento falar com os mesários.
ArTiGo 1° – árEA DE ComPETiÇÃo
A área de competição será composta de uma ou mais áreas de luta, mesas de controle de pontuação, área de aquecimento, área de pesagem e checagem de kimonos, mesa central e área de premiação.
áreas de luta
As áreas de lutas serão compostas de uma área de combate e uma área de segurança, demarcadas por cores diferentes.
O tamanho mínimo de uma área de luta será de 64m2, sendo 36m2 de área de combate e 28m2 de área de segurança ao
redor da área de combate.
O tamanho máximo de uma área de luta será de 100m2, sendo 64m2 de área de combate e 36m2 de área de segurança ao
Para a montagem da área de luta de 64m 2 com placas individuais de 2m de comprimento por 1m de largura, deve-se seguir a configuração ao lado.
• 18 placas na área de combate.
• 14 placas na área de segurança.
Para a montagem da área de luta de 100m 2 com placas individuais de 2m de
comprimento por 1m de comprimento, deve-se seguir a configuração ao lado.
• 32 placas na área de combate.
• 18 placas na área de segurança.
Mesas de controle de pontuação
áREA DE 100m 2
áREA DE 64m 2
1.3.1 Será composta por uma mesa e uma ou duas cadeiras situadas em frente a cada área de luta.
1.3.2 Cada mesa deve trazer visível o número da área de luta correspondente e conter dois placares de pontuação e um cronô- metro. Em casos especiais, poderá ser usado um placar eletrônico que substituirá os placares manuais e o cronômetro.
1.3.3 placar terá a seguinte configuração:
MONtADA PEgADA
1.3.4 placar manual ficará posicionado na mesa de forma que a metade verde e amarela fique à direita do árbitro quando esse
estiver de frente para a mesa de controle de pontuação.
Será uma área fechada adjacente à área de competição destinada exclusivamente aos atletas.
organização do campeonato convocará à área de Aquecimento os atletas de cada categoria de acordo com o cronograma
Será deste local e somente dele que os Coordenadores de Ringue chamarão os atletas para as áreas de luta.
Fica a critério da organização disponibilizar uma balança na área de Aquecimento para os atletas verificarem seus pesos antes da pesagem oficial.
área de pesagem e checagem de kimonos
1.5.1 Os atletas terão seus kimonos checados quanto ao tamanho, posição de patches, higiene, faixa e estado geral.
1.5.2 A área de pesagem conterá pelo menos uma balança para a aferição do peso dos atletas.
1.6.1 Será localizada em posição central em relação a todas as áreas de luta. Dela será feita a distribuição das chaves para os Coordenadores de Ringue e a tabulação dos resultados para a premiação dos atletas.
1.7.1 Será composto por três degraus; sendo o mais alto ao centro para o primeiro lugar; o da direita em altura intermediária para o segundo lugar; e o da esquerda, mais baixo, para o terceiro lugar.
ArTiGo 2º – EquiPE DE TrAbALho E FuNÇÕES
diretor geral de Competição: dirige a competição e toma as decisões finais de quaisquer questões referentes à organização e andamento do evento.
supervisor dos Coordenadores de ringue: gerencia o trabalho dos coordenadores de ringue, garantindo que os mesmos dêem andamento adequado às chaves. Ajuda a mesa central a distribuir e recolher as chaves, auxilia a mesa central no cruzamento das chaves.
diretor geral de Arbitragem: Faz a escala dos árbitros e a rotação dos mesmos durante o evento. orienta e faz a avaliação técnica dos árbitros ao fim de cada dia de competição.
Coordenador de Mesa Central: distribui e recolhe as chaves, passa os resultados à mesa central, e é o responsável pelo controle de inscrição e confecção de chaves do absoluto.
Auxiliar de Mesa Central: Auxilia o Coordenador de Mesa Central e tabula os resultados de cada chave entregue pelos Coordenadores de ringue.
árbitro: media cada combate.
Coordenador de ringue: recebe as chaves da mesa central, chama os atletas na área de aquecimento, checa suas identificações, leva-os ao medidor de kimono, pesa-os antes da primeira luta, os conduz até a área de luta e, após o final do combate, anota o resultado na chave. Ao término da chave, devolve a chave à mesa central.
Mesário: Marca os pontos no placar, vantagens e punições assinalados pelo árbitro, cronometra a luta e anuncia o final da luta ao árbitro através de apito.
Fiscal de Kimono: Fiscaliza se o kimono de cada atleta está dentro das especificações quanto a tamanho, higiene e apresentação, posição dos patches e estado geral.
equipe de Premiação: Chama os medalhistas ao pódio e controla a entrega de medalhas aos medalhistas de cada categoria.
Anunciador: Chama as categorias através do sistema de som do evento e faz anúncios gerais durante a competição.
RIO DE JANEIRO, BRASIL JANEIRO DE 2012
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