Source: https://mutuall.pt/faqs-glossario/
Timestamp: 2019-01-19 13:20:50+00:00
Document Index: 42149051

Matched Legal Cases: ['artigo 19', 'artigo 9', 'artigo 30', 'artigo 17', 'artigo 17', 'artigo 12', 'artigo 12']

FAQ’s / Glossário – Mutuall Crowdfunding Imobiliário | Financiamento Colaborativo
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O crowdlending
é um tipo de financiamento
de entidades e projectos
através de plataformas online
na modalidade de empréstimo
+ Como é que a Mutuall protege o meu investimento ?
Na Mutuall, todos os investimentos estão integralmente cobertos por hipoteca a favor dos investidores, na sua devida proporção. As hipotecas estão todas registadas a favor dos investidores, na proporção dos seus investimentos, no Instituto de Registos e Notariado. No caso de liquididação ou suspensão da entidade gestora da plataforma Mutuall será designada uma entidade competente para a gestão de carteira de créditos e legalmente certificada para o exercício de actividade de gestão de carteiras de crédito.
A fim de minimizar quaisquer prejuízos a investidores e reduzir o incumprimento nos pagamentos, a Mutuall adopta os seguintes políticas de gestão de risco:
1 – Rejeitar quaisquer projectos que não tenham a documentação integral solicitada, conforme indicado na secção: Dossier de Projecto. Rejeitaremos também projectos com imóvel que já tenha inscrito qualquer tipo de ónus, encargo em dívida e/ou hipoteca registada;
2 – Rejeitar quaisquer projectos sem avaliação imobiliária, por perito avaliador. Não serão aceites projectos com imóveis sem estrutura anti-sísmica ou sem uma estrutura reforçada para eventos sísmicos;
3 – Rejeitar quaisquer projectos sem viabilidade económica comprovada com a informação credível e inquestionável do mercado local;
4 – Rejeitar projectos cujo valor de avaliação por metro quadrado exceda em mais de 20% a média do valor dos preços de mercado local e do segmento nos últimos 2 anos. Aceitando projectos com Loan-to-Value até 80%, em condições de mercado equilibrado. Consideramos uma situação de mercado equilibrado com taxas de crescimento média anual de até 6% nos últimos 3 anos;
5 – Rejeitar todos os projectos em que o promotor não demonstre ter capacidade ou experiência suficiente e adequada para a gestão e rentabilização do projecto;
6 – Rejeitar todos os projectos cuja taxa de esforço exceda 60% do rendimento associado ao projecto. Não financiamos créditos pessoais nem créditos para despesas que não contribuam para a rentabilidade do projecto;
7- Rejeitar todos os projectos cuja rentabilidade anual prevista não permita assegurar o pagamento das prestações mensais de capital e juros à taxa de juro fixa de 4% ao ano a investidores;
8- Adoptar os procedimentos recomendados e exigíveis pelo regulamento da CMVM do financiamento colaborativo por capital ou por empréstimo
+ Em que consiste o Crowdfunding e o Financiamento Colaborativo?
Também conhecido como financiamento colaborativo ou colectivo, em Portugal, é regulado e fiscalizado pela CMVM – Comissão de Mercados e Valores Mobiliários – nas modalidades de crowdequity (participação no capital) e crowdlending (participação no empréstimo). Adverte-se os utilizadores que a CMVM não é responsável pelo escrutínio de cada campanha individual e também que o Banco de Portugal não é responsável pelo escrutínio das campanhas na modalidade de empréstimo.
A Mutuall é uma plataforma de financiamento com garantia hipotecária. Adoptámos o modelo de crowdlending com taxa fixa de 4%, com o pagamento de empréstimo em prestações fixas de capital e juros, incluindo um prémio de 2% de remuneração adicional no primeiro ano do investimento em cada campanha, atribuído sob a forma de bónus para reinvestimento.
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+ Como posso iniciar a minha Campanha?
Uma campanha corresponde a uma acção coordenada de recolha e angariação de fundos a favor de um projecto, claramente identificado na sua finalidade e representado por um beneficiário registado na plataforma. As campanhas podem ser concluídas com sucesso caso atinjam a totalidade do valor objectivo. Caso contrário os fundos são automaticamente devolvidos para as contas dos investidores. As plataformas de crowdfunding não prestam aconselhamento financeiro relativamente a investimentos em campanhas ou portfolios de campanhas que disponibilizam nos seus websites.
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Na Mutuall as campanhas são utilizadas única e exclusivamente para financiar projectos na economia real, ou seja, projectos que tenham viabilidade económica e financeira assegurada, e que obedeçam também a critérios de responsabilidade social e de sustentabilidade do meio ambiente, de forma mensurável e monitorizável.
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+ O que tenho de fazer para iniciar uma Subscrição e começar a investir?
A subscrição é o acto de investir ou contribuir monetariamente para uma campanha de crowdfunding. As campanhas concluídas com sucesso equivalem a uma participação económica do investidor no projecto. Nas campanhas concluídas sem sucesso os fundos são devolvidos aos investidores. Ao subscrever o utilizador reconhece que lhe foram prestadas as informações fundamentais do projecto e as informações legais da plataforma.
Pedir uma simulação
Para obter as informações fundamentais de cada projecto o utilizador deverá registar-se na Mutuall e aceder à secção das campanhas onde poderá também descarregar os anexos que constituem o dossier do projecto. Para investir deverá estar registado e possuir uma conta de pagamento.
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+ Quem são os Beneficiários das campanhas?
O beneficiário de crowdfunding é por definição uma entidade independente da entidade gestora da plataforma. O beneficiário é um promotor de um ou vários projectos financiados.
Os Promotores da Mutuall são criteriosamente seleccionados e obrigam-se a prestar informações de carácter creditício, nomeadamente não deverão ter incidentes não justificados registados no Banco de Portugal nem Dívidas à Segurança Social e Autoridade Tributária.
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+ Como posso tornar-me um Investidor ou Aforrador?
São investidores da plataforma de crowdfunding todas as entidades com autonomia jurídica, registadas e validadas pela plataforma para realizar operações de investimento, nomeadamente através da transferência de fundos entre a sua conta de pagamentos e a conta de pagamentos do beneficiário.
Criar uma conta de investidor
Os investimentos realizados na Mutuall têm de ser efectuados, obrigatoriamente, por lei, através de um serviço ou instituição de pagamentos supervisionada pelo Banco de Portugal, estando os investidores sujeitos a medidas de prevenção nas áreas do AML/KYC (branqueamento de capitais, luta contra o terrorismo e conhecimento do cliente) por estas entidades.
Um investidor com vertente de poupança designa-se como aforrador.
Simular poupança
+ Quais são as Comissões da plataforma Mutuall ?
As comissões da plataforma mutuall incluem todos os custos associados à estrutura de gestão e da tecnologia utilizada para concretizar campanhas de crowdfunding e que têm de ser suportados de modo a que as plataformas sejam economicamente viáveis.
Vê como funciona:
Na Mutuall a adesão é gratuita para qualquer utilizador. Não existem custos de manutenção nem de gestão de contas. No entanto são aplicadas comissões nas campanhas cujo valor é angariado na sua totalidade. As comissões são sempre pagas pelo promotor e estão incluídas no valor da campanha.
Comissão de Dossier Mutuall = 600 EUR
Comissão de Sucesso Mutuall = 4% sobre o valor a financiar (VF), repartida por:
Comissão de angariação = 2%
Bónus a investidores = 2%
Valor residual de ajuste (inferior a 20 euros por cada 10.000 euros) , para financiar integralmente o pagamento de comissões e bónus, com base no valor da campanha (VC).
Exemplo de cálculo de uma campanha de crowdfunding na Mutuall:
(VF) = valor a financiar = 100.000 € ( (VF) inclui todas as taxas e custos que não são da mutuall)
(B+C) = (B) bonus mutuall + (C) comissão mutuall = 4.000 €
(D) = comissão de dossier mutuall = 600 €
(A) =Valor de Ajuste no exemplo =(B+C+D) * ( 1 / (1 – 4%) – 1) = 191,67 €
(VC) = Valor da Campanha = VF + A + B + C + D = 104 791,67 €
+ Que meios de pagamento são aceites? Para que serve uma Conta de Pagamento?
A conta de pagamento na mutuall é uma conta segregada e exclusiva para operações de crowdfunding. É necessário criar uma conta de pagamento na Lusopay e efectuar um carregamento de saldo. A Lusopay é uma entidade de pagamentos supervisionada pelo Banco de Portugal. Adverte-se os utilizadores que as contas de pagamento não estão protegidas pelo Fundo de Garantia de Depósitos do Banco de Portugal ou quaisquer fundos de garantia a investidores. Os fundos dos clientes Lusopay são depositados em contas segregadas numa instituição bancária e estão vedados para fins concessão de crédito a terceiros, garantias ou quaisquer outras operações bancárias. Para mais informações consulta o Decreto Lei n.º 317/2009.
As ordens de investimento e o crédito de prestações de capital e juros, realizados entre as contas Lusopay, através de instrução da plataforma mutuall, são consideradas operações por lote, pela Lusopay, e como tal beneficiam de isenção de comissões de processamento.
Na mutuall todas as contas de pagamento são abertas no momento de registo e com o consentimento do utilizador aderente. A instituição de pagamento responsável pela gestão das contas de pagamento é a Lusopay. As contas de pagamento não tem custos de adesão, nem encargos de manutenção excepto se não realizar nenhum movimento no prazo de 24 meses.
Para obter uma conta de pagamentos inicia o registo através da mutuall. Aconselhamos a efectuar o carregamento de saldo através de transferência bancária de acordo com as instruções na página de registo da mutuall.
O serviço de cativação de fundos das campanhas em angariação não é suportado pela Mutuall: o promotor irá pagar uma taxa de crowdfunding de 0,12% à entidade de pagamentos Lusopay sobre o valor angariado com sucesso. Em caso de insucesso na angariação esta taxa não é aplicada pela Lusopay e os fundos são devolvidos na conta de pagamento dos investidores sem qualquer custo.
As contas de pagamento Lusopay não tem custos de adesão ou manutenção mensal, excepto se não fizer nenhum pagamento no prazo de 24 meses. Para mais informações consulta o tarifário da Lusopay.
+ O que é um Contrato de Mútuo?
O contrato de mútuo é o instrumento jurídico utilizado em acordos entre duas entidades, o mutuário e o mutuante, jurídicas distintas e autónomas, com vista a definir as condições de transacção de bens fungíveis ou móveis que podem ser substituídos por outros da mesma espécie.
Na Mutuall todas as operações de financiamento regem-se por múltiplos contratos de mútuo bilaterais. Ao investir através da Mutuall aceita automaticamente todas as condições descritas no contrato de mútuo indicado e fornecido para cada uma das campanhas em vigor.
Consultar {documentos} contrato de mútuo
+ Como é que a Mutuall implementa a Garantia real a favor dos investidores?
Uma garantia real permite proteger o investidor contra o risco de insolvência do beneficiário, resultante da falência do projecto associado ao imóvel, e o atraso no pagamento das prestações de empréstimo indicadas no contrato de mútuo. Existem 3 tipos de garantias reais: penhor, consignação de rendimentos e hipoteca.
Na Mutuall a garantia real prestada pelo beneficiário a favor dos aforradores é a hipoteca sobre imóvel. As hipotecas serão registadas no Instituto dos Registos e Notariado (IRN), a favor dos aforradores em sociedade veículo que não poderá contrair dívidas nem quaisquer outras obrigações e despesas, para além das legais e fiscais.
A garantia real será no futuro registada directamente no IRN, quando esta entidade nos disponibilizar uma aplicação electrónica para ‘actos numerosos’ (SIR – Soluções Integradas de Registo – Programa Simplex, Decreto Lei 116/2008)
+ Como se calcula o rácio Loan-to-value na Mutuall?
O LTV é um rácio que corresponde à percentagem de financiamento solicitada relativamente ao valor do imóvel. Por exemplo, um imóvel com avaliação de 100 mil euros e com financiamento de 80 mil euros tem um LTV = 80%
Na Mutuall este rácio não pode ultrapassar os 80% e está sujeito a revisões, nomeadamente em situações de mercado imobiliário local com preços desajustados. A Mutuall vai complementar sempre a análise da LTV com a Taxa de Esforço do Beneficiário, ou seja a sua capacidade de pagamento da prestação do empréstimo obtido por crowdfunding. Por exemplo, se o mercado imobiliário estiver sobrevalorizado ou se a taxa de esforço do beneficiário estiver mais próxima dos 60%, o LTV deverá ser reajustado para um valor para significativamente abaixo dos 80%. Deste modo o risco reflecte-se essencialmente no limite ao LTV, mantendo-se para o empréstimo, uma taxa de retorno fixa em 4%.
Queres saber qual o Loan-to-value do teu projecto?
+ Quais são os documentos constituintes do Dossier de Projecto?
O dossier de projecto é o conjunto de documentos do promotor e do seu projecto, disponibilizados a investidores registados na plataforma de financiamento colaborativo. Alguns dados (como número de ID e outros) poderão ser omitidos para preservar a privacidade dos promotores beneficiários e a confidencialidade dos projectos.
A mutuall irá solicitar as seguintes informações para validação do projecto:
documento de identificação pessoal do promotor
certidão de não dívida à segurança social
certidão de não dívida à autoridade tributária (finanças)
mapa de responsabilidades no Banco de Portugal (não possuir incidentes bancários não justificados)
caderneta predial do imóvel
certidão da conservatória do registo predial actualizada
certificado energético válido + licença de habitabilidade + comprovativo não dívida ao condomínio
fotos do imóvel, plantas e/ou quaisquer projectos e orçamentos válidos
(eventual) contrato de promessa de compra e venda + comprovativos de NIB / IBAN
estudo económico/ plano de negócio /brochura do projecto, caso existam
avaliação do imóvel por perito avaliador, caso já esteja realizada
+ Quem é que realiza a Avaliação imobiliária?
A avaliação do valor do imóvel é uma operação restrita a peritos avaliadores registados na CMVM – – Comissão de Mercados e Valores Mobiliários – e tem influência directa no cálculo do LTV, que por sua vez se traduz numa garantia maior ou menor para o aforrador.
A Mutuall recorre exclusivamente a peritos certificados pela CMVM para as funções de avaliação imobiliária. Para validar um projecto na mutuall é obrigatório obter uma avaliação imobiliária.
+ As operações da Mutuall são operações de Risco?
O investimento em crowdfunding ou crowdlending é uma operação de risco e pode levar à perda total ou parcial do capital, bem como juros e/ou dividendos potenciais. Analisa cuidadosamente os termos e condições de serviço, efectua a tua própria due diligence da plataforma tecnológica, dos projectos e promotores já financiados e em financiamento, das sociedades gestoras, dos administradores e fundadores, antes de iniciar o registo e começar a investir.
Consulta informações detalhadas dos projectos da mutuall, visita:
Detalhe de campanhas
Todos os projectos da Mutuall estão sujeitos a uma análise de risco interna por meio de análise técnica dos mercados imobiliários e análise fundamental de rácios e indicadores financeiros empresariais. Os promotores são acompanhados por uma equipa experiente e conhecedora dos pormenores e a due diligence para sector de investimento imobiliário, com o objectivo de maximizar as potencialidades dos projectos consignados a um imóvel.
A plataforma mutuall não presta nenhum serviço de aconselhamento ao investidor.
+ Qual a Rentabilidade dos investimentos na plataforma Mutuall?
RENTABILIDADE NA ÓPTICA DO PROMOTOR / PROJECTO
A rentabilidade, na óptica do projecto, traduz-se no rácio percentual de rendimento sobre o capital (ROE – retorno do capital) ou activos totais (ROA – retorno dos activos) alocados a um projecto. A rentabilidade de um projecto imobiliário é muito variável e depende da maturidade do mercado local onde se pretende implementar. Para estudar a rentabilidade em pormenor, o promotor deverá solicitar-nos uma simulação. Na Mutuall apenas serão aceites projectos com rentabilidade acima de 6%.
RENTABILIDADE NA ÓPTICA DO INVESTIDOR AFORRADOR
Os investidores da Mutuall obtêm um retorno fixo de 4% com pagamento mensal de capital e juros. Os investimentos na mutuall estão seguros por hipoteca sobre bens imobiliários associados ao projecto financiado. A hipoteca constitui um direito real sobre o imóvel financiado, porém não se sobrepõe a outros direito nem previne a desvalorização de activos a preços de mercado. As rentabilidades históricas do imóvel e do mercado não garantem rentabilidades futuras para o investidor. A mutuall não presta serviços de aconselhamento fiscal, jurídico ou financeiro.
+ Existe algum Mercado secundário que garanta Liquidez dos investidores?
O mercado secundário é uma ferramenta que permite gerar maior liquidez nos títulos de participação de crowdfunding. A mutuall está a preparar a criação de um mercado secundário para transacção de posições entre mutuários de empréstimos, promovendo também a participação de formadores de mercado (market makers).
A mutuall é uma entidade autónoma de quaisquer utilizadores intervenientes no futuro mercado secundário e não prestará quaisquer garantias de liquidez.
+ Qual o Regime fiscal aplicável a investimentos e poupanças realizadas através da Mutuall?
Não existe nenhum regime fiscal específico para operações de financiamento colaborativo. Deste modo poderá optar pelo englobamento ou tributação autónoma dos rendimentos obtidos em plataformas de crowdfunding.
+ Quais são as Informações Fundamentais que a plataforma Mutuall se obriga a prestar?
Fonte: CMVM – regulamento do financiamento colaborativo:
“O beneficiário do investimento colaborativo disponibiliza à plataforma de financiamento colaborativo para disponibilização aos investidores, em momento prévio e em relação a cada oferta, um documento contendo as “informações fundamentais destinadas aos investidores de financiamento colaborativo”
A plataforma disponbiliza os sistemas e procedimentos de segurança e autenticação que assegurem a identidade e autenticidade no acesso dos investidores às plataformas eletrónicas e no preenchimento da informação relevante através do IFIFC
O IFIFC adota o formato previsto no Anexo II e contém a informação prevista no artigo 19.º do Regime Jurídico e ainda:
a) A identificação completa do beneficiário; b) Tratando-se de pessoas coletivas, se disponível, balanço e relatório de gestão do beneficiário relativo ao exercício imediatamente anterior; c) As características essenciais da atividade ou produto em causa que permita aos investidores compreender a natureza e os riscos inerentes ao produto ou atividade que se propõe financiar; d) Os custos e encargos associados à atividade ou produto a financiar, bem como uma breve descrição fundamentada das expetativas de rentabilidade dos montantes investidos; e) Os detalhes da tramitação da oferta; f) O prazo para revogação da aceitação pelos destinatários da oferta, quando aplicável; g) O momento e forma para a transferência dos montantes angariados, nomeadamente, os mecanismos para subscrição e, bem assim, para restituição dos montantes investidos caso se verifique uma angariação superior aos montantes previstos ou caso os montantes indicados não sejam angariados e a oferta não preveja a possibilidade de alteração das condições nos termos do n.º 2 do artigo 9.º do Regime Jurídico; h) Advertência quanto ao risco de perda parcial ou total dos montantes investidos; i) Advertência quanto ao risco de não se verificar a rentabilidade estimada dos montantes investidos; j) Advertência quanto ao risco de liquidez ou falta de mercado secundário para os instrumentos financeiros ou créditos subscritos pelos investidores; k) Advertência quanto ao facto de os produtos e atividades a financiar através do financiamento colaborativo não serem objeto de autorização ou supervisão pela CMVM ou por qualquer outra autoridade de supervisão financeira, nem estas entidades aprovarem a informação disponibilizada sobre os mesmos; l) Advertência quanto ao facto de o investimento não estar coberto pelo Sistema de Indemnização a Investidores a menos que decorrente de intermediação financeira e verificados os pressupostos da sua aplicação; m) Advertência quanto ao capital investido não ser garantido ao abrigo do Fundo de Garantia de Depósitos; n) Advertência quanto ao facto de, no caso de emissão de instrumentos financeiros, a emissão não ser objeto de supervisão da CMVM, de a CMVM não aprovar a informação disponibilizada através do IFIFC; o) Advertência quanto ao facto de, no caso de concessão de empréstimos, esta atividade não ser objeto de supervisão pelo Banco de Portugal, e de o Banco de Portugal não aprovar a informação disponibilizada através do IFIFC; p) Regime fiscal aplicável; q) Os procedimentos a serem adotados, incluindo, sem limitar, o destino dos montantes que tenham sido investidos na oferta em curso na plataforma com a entrada em liquidação ou com a suspensão, por qualquer motivo, das atividades da entidade gestora; r) Os procedimentos a serem adotados com vista a assegurar a continuidade dos pagamentos dos montantes que tenham sido investidos na oferta em curso na plataforma com a entrada em liquidação ou com a suspensão, por qualquer motivo, das atividades da entidade gestora.
Limites ao Investimento
1 – Os investidores em financiamento colaborativo não podem ultrapassar os seguintes limites de investimento, quando aplicáveis: a) EUR 3.000 por oferta; b) EUR 10.000 no total dos seus investimentos através do financiamento colaborativo no período de 12 meses. 2 – Os limites de investimento previstos no número anterior não são aplicáveis: a) Às pessoas coletivas; b) Às pessoas singulares que tenham um rendimento anual igual ou superior a EUR 70.000; c) Aos investidores qualificados nos termos das alíneas a) a k) do artigo 30.º do Código dos Valores Mobiliários. 3 – Com vista a assegurar o cumprimento do limite previsto na alínea b) do n.º 1, os investidores indicam nos termos do n.º 2 do artigo 17.º, o montante global já investido em ofertas em plataformas de financiamento colaborativo nos últimos 12 meses. 4 – Sempre que não se apliquem ao investidor os limites ao investimento previstos no n.º 1 do presente artigo, este presta declaração que ateste o cumprimento dos requisitos relevantes previstos nas alíneas a), b) ou c) do número 2, através do documento previsto no n.º 2 do artigo 17.º. 5 – As declarações referidas nos números anteriores devem ser conservadas pelo período mínimo de 5 anos.
Disponibilização do IFIFC 1 – O IFIFC é entregue gratuitamente ao investidor previamente à aceitação de qualquer oferta, sendo assegurada, pela entidade gestora da plataforma relevante a sua autenticidade e inteligibilidade, bem como a prova da sua receção pelo investidor e da tomada de conhecimento das advertências em momento prévio à subscrição de qualquer oferta. 2 – O IFIFC contém, nos termos constantes do Anexo II, um campo que deve ser preenchido e datado com dia e hora pelo próprio investidor, tendo o seguinte teor: a) Declaração referida no n.º 3 do artigo 12; b) Declaração referida no n.º 4 do artigo 12.º, se aplicável; c) Menção de que tomou conhecimento do teor do IFIFC, nomeadamente das advertências, em momento prévio à subscrição da oferta.”
+ Como posso efectuar uma sugestão ou reclamação?
Os utilizadores deverão encaminhar as suas reclamações por escrito através do formulário disponível na página de contactos ou através do e-mail indicado no rodapé.
A equipa da Mutuall irá analisar a reclamação e responder ao utilizador num prazo máximo de 48 horas, com uma proposta de solução adequada e razoável para ambas as partes.
Se estás insatisfeito com qualquer aspecto do funcionamento da plataforma Mutuall, o teu contributo é muito importante para nós. Queremos contribuir para a melhoria das funcionalidades da nossa plataforma.
+ Advertências quanto ao investimento em Financiamento Colaborativo
ADVERTÊNCIAS QUANTO AO INVESTIMENTO EM FINANCIAMENTO COLABORATIVO
Adverte-se os Investidores de que o Investimento em Financiamento Colaborativo acarreta os seguintes riscos:
O risco de perda parcial ou total dos montantes investidos;
O risco de não se verificar a rentabilidade estimada dos montantes investidos;
O risco de iliquidez ou falta de mercado secundário para os instrumentos financeiros ou créditos subscritos pelos investidores;
Os produtos e atividades a financiar através do financiamento colaborativo não são objeto de aprovação pela CMVM ou por qualquer outra autoridade de supervisão financeira, nem esta entidade aprova a informação disponibilizada sobre os mesmos;
Os investimentos realizados não estão cobertos pelo Sistema de Indemnização a Investidores a menos que decorrentes de intermediação financeira e verificados os pressupostos da sua aplicação;
Os investimentos realizados não constituem depósitos, não estando cobertos pelo Fundo de Garantia de Depósitos;
No caso de emissão de instrumentos financeiros, esta emissão não é objeto de supervisão da CMVM e a CMVM não aprova a informação disponibilizada através do IFIFC;
No caso de concessão de empréstimos, esta atividade não é objeto de supervisão pelo Banco de Portugal e o Banco de Portugal não aprova a informação disponibilizada através do IFIFC.
mail: info@mutuall.pt
mail: mutuall.pt@gmail.com
Tel. + 351 914 024 233
LICENCIAMENTO (EM REGISTO)
(c) Mutuall - Financiamento Colaborativo - Plataforma proprietária - Imoxtec SA - NIPC 508540950 - Capital Social 100,000.00 €
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