Source: http://www.contabeis.com.br/forum/topicos/276995/calculo-do-fator-equotrequot-para-anexos-iii-e-v/
Timestamp: 2018-08-18 23:39:39+00:00
Document Index: 104123753

Matched Legal Cases: ['artigo 18', 'artigo 32', 'artigo 22', 'artigo 7', 'Artigo 22', 'Artigo 7', 'artigo 30']

6.222acessos
Postada:Quarta-Feira, 24 de janeiro de 2018 às 17:55:57
Dúvida sobre o cálculo do fator "r":
Soma da folha de salários (inclusive autônomo e pró-labore) + Contribuição Previdenciária Patronal + FGTS dos últimos doze meses, dividido pela receita bruta também dos últimos doze meses.
Se a descrição acima estiver correta, 02 perguntas:
1) Nesse caso é o salário Bruto? Sem o desconto do INSS devido pelo empregado?
2) A CPP é a que é paga pelo Das (INSS/CPP)?
Postada:Quarta-Feira, 24 de janeiro de 2018 às 22:51:49
Boa noite,referente ao questionamento 1.
No § 5-J do art 18, tem a seguinte redação:
As atividades de prestação de serviços a que se refere o § 5-I serão tributadas na forma do Anexo III desta Lei Complementar caso a razão entre a folha de salários e a receita bruta da pessoa jurídica seja igual ou superior a 28% (vinte e oito por cento). No meu entender também será usado o valor bruto da Folha para tal calculo.
Questionamento 2: O inciso VI do art 13 da mesma lei tem a seguinte redação:
Contribuição Patronal Previdenciária - CPP para a Seguridade Social, a cargo da pessoa jurídica, de que trata o art. 22 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, exceto no caso da microempresa e da empresa de pequeno porte que se dedique às atividades de prestação de serviços referidas no § 5º-C do art. 18 desta Lei Complementar.
Postada:Quinta-Feira, 25 de janeiro de 2018 às 08:49:50
As ME e as EPP optantes pelo Simples Nacional que obtiverem receitas sujeitas ao Anexo V da Lei Complementar nº 123, de 2006 listadas no artigo 18, § 5º-D, devem calcular a relação entre a folha de salários, incluídos encargos, nos 12 meses anteriores ao período de apuração e a receita bruta total acumulada nos 12 meses anteriores ao período de apuração.
FATOR R = Folha de salários, nos 12 meses anteriores ao período de apuração / Receita bruta total acumulada nos 12 meses anteriores ao período de apuração
Na hipótese de a ME ou a EPP ter menos de 13 (treze) meses de atividade, adotar-se-ão, para a determinação da folha de salários anualizada, incluídos encargos, os mesmos critérios para a determinação da receita bruta total acumulada, estabelecidos na apuração pela média aritmética, no que couber.
Somar-se-á as alíquotas apuradas na forma acima a parcela correspondente ao ISS prevista no Anexo IV.
Para composição do valor da folha de salários deverão ser considerados tão somente os salários informados na forma prevista no inciso IV do artigo 32 da Lei nº 8.212, de 1991:
"IV - declarar à Secretaria da Receita Federal do Brasil e ao Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS, na forma, prazo e condições estabelecidos por esses órgãos, dados relacionados a fatos geradores, base de cálculo e valores devidos da contribuição previdenciária e outras informações de interesse do INSS ou do Conselho Curador do FGTS;"
Será considerado "salários" o valor da base de cálculo da contribuição prevista nos incisos I e III do artigo 22 da Lei nº 8.212, de 1991, agregando-se o valor do décimo-terceiro salário na competência da incidência da referida contribuição, na forma do caput e dos §§ 1º e 2º do artigo 7º da Lei nº 8.620, de 5 de janeiro de 1993.
Artigo 22 da Lei nº 8.212, de 1991:
"I - vinte por cento sobre o total das remunerações pagas, devidas ou creditadas a qualquer título, durante o mês, aos segurados empregados e trabalhadores avulsos que lhe prestem serviços, destinadas a retribuir o trabalho, qualquer que seja a sua forma, inclusive as gorjetas, os ganhos habituais sob a forma de utilidades e os adiantamentos decorrentes de reajuste salarial, quer pelos serviços efetivamente prestados, quer pelo tempo à disposição do empregador ou tomador de serviços, nos termos da lei ou do contrato ou, ainda, de convenção ou acordo coletivo de trabalho ou sentença normativa;"
III - vinte por cento sobre o total das remunerações pagas ou creditadas a qualquer título, no decorrer do mês, aos segurados contribuintes individuais que lhe prestem serviços;"
Artigo 7º da Lei nº 8.620, de 5 de janeiro de 1993:
"O recolhimento da contribuição correspondente ao décimo-terceiro salário deve ser efetuado até o dia 20 de dezembro ou no dia imediatamente anterior em que haja expediente bancário.
§ 1º Nos casos da rescisão do contrato de trabalho o recolhimento deve ser efetuado na forma da alínea b do inciso I do artigo 30 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, com a redação desta lei.
§ 2º A contribuição de que trata este artigo incide sobre o valor bruto do décimo-terceiro salário, mediante aplicação, em separado, das alíquotas estabelecidas nos artigos 20 e 22 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991."
Postada:Quarta-Feira, 14 de fevereiro de 2018 às 10:47:32
estou com uma dúvida, uma empresa que estava em 2017 no anexo V e não tem folha de pagamento e nem tem pró-labore, somente faturamento de mais ou menos R$ 5.000,00/mês, em qual anexo ela estaria em 2018, anexo III ou anexo V
Jose Carlos Pereira de Araujo
Postada:Sexta-Feira, 16 de fevereiro de 2018 às 10:40:00
Continuará no anexo V. Haverá alternância nos anexos, somente quando houver gastos com folhas de salários, pró-labore e seus encargos de no mínimo 28% da receita bruta. No caso de seu cliente, que está enquadrado no anexo V (conforme atividade) e não tem nenhuma despesa citada, permanecerá tudo igual.
Postada:Sexta-Feira, 16 de fevereiro de 2018 às 10:51:43
Jose Carlos Pereira, muito obrigado pela ajuda,
Postada:Quarta-Feira, 14 de março de 2018 às 23:21:21
Estou com uma dúvida, tenho uma empresa que tem um único CNAE o 63.11.9/00 que até 2017 recolhia pelo anexo III com nota fiscal emitida para "Prestação de Serviços com Processamento de Dados" por não se tratar de serviço intelectual. Ocorre que este CNAE em 2018 aparece com recolhimento no anexo III ou V, sendo que a empresa não possui folha de pagamento. A minha pergunta é está empresa continua a recolher no anexo III sem incidência do fator "r" com ISS recolhido no próprio município ou devo recolher no anexo III com incidência do fator "r" considerando zero na folha de pagamento e o sistema irá efetuar o calculo no anexo V?
Postada:Sexta-Feira, 20 de abril de 2018 às 10:02:00
Postada:Quarta-Feira, 16 de maio de 2018 às 09:29:42
Estou com uma empresa que iniciou as atividades em fevereiro de 2018, a atividade principal é engenharia e se enquadra no anexo V.
Como faço o calculo do Fator R?
Ele teve receita pela primeira vez agora em abril e despesa com folha só retirada de pró-labore.
Pelo que entendi é da seguinte forma:
Pró-labore: mês 02 R$ 763,20, mês 03 e 04 R$ 954,00 = total 2671,20
INSS: mês 02 R$ 83,95 meses 03 e 04 R$ 104,94 = total INSS 293,83
TOTAL FOLHA: 2.965,03
Total Receita: R$ 23.600,00
2.965,03/23.600 = 0,1256*100 = 12,56% Nessa caso ficaria no anexo V.
Minha dúvida é se preciso fazer alguma média para fazer o cálculo correto, ou é assim mesmo?
Postada:Terça-Feira, 29 de maio de 2018 às 15:17:32
Olá boa Tarde Macontabil
Gostaria de saber se esse seu calculo está correto, se preciso pegar o CPP retirado do extrato do simples nacional?
Postada:Quarta-Feira, 4 de julho de 2018 às 14:53:14
Pessoal, estou com dúvidas em relação a esse fator R também. Caso uma empresa de Fisioterapia, que iniciou em Agosto/17 e que não tinha despesas com folha comece a ter a partir de agora, como calcularei para saber se ela irá ficar no anexo III ou no V?
Pegarei somente o valor da folha de pagamento do ultimo mês e o valor da receita bruta também do ultimo mês, ou tem que fazer algum outro cálculo? Já li bastante e não consigo tirar essa minha dúvida. Inclusive um colega acima perguntou algo parecido e não foi respondido ainda.