Source: http://docplayer.com.br/1777172-Declaracao-ambiental-2012.html
Timestamp: 2016-12-03 12:22:56+00:00
Document Index: 11444394

Matched Legal Cases: ['Artigo 32', 'artigo 110', 'Artigo 33', 'Artigo 1', 'Artigo 1', 'artigo 66']

⭐DECLARAÇÃO AMBIENTAL 2012
DECLARAÇÃO AMBIENTAL 2012
Download "DECLARAÇÃO AMBIENTAL 2012"
Airton Lobo Barreiro
1 fevereiro 20132 1.- FICHA TÉCNICA Edição: Título: Autor: Coordenação Técnica: Direcção Editorial: CENFIM - Centro de Formação Profissional da Indústria Metalúrgica e Metalomecânica Declaração Ambiental-2012 CENFIM - Departamento da Qualidade, Ambiente e Segurança e Saúde CENFIM - Departamento da Qualidade, Ambiente e Segurança e Saúde CENFIM - Departamento da Qualidade, Ambiente e Segurança e Saúde ISBN: Nº Depósito Legal: Data de Edição: /11 fevereiro de ª Edição Número: 17 CDU: 058 23 A responsabilidade social e a preservação ambiental significam um compromisso com a vida. [João Bosco da Silva] Figura 1 34 2.- SUMÁRIO EXECUTIVO Em todas as coisas da natureza existe algo de maravilhoso [Aristóteles] Figura 2 A Declaração Ambiental do CENFIM, tendo sido elaborada de acordo com o disposto no Regulamento (CE) n.º1221/2009, do Parlamento Europeu e do Concelho, de 25 de Novembro de 2009 (Regulamento EMAS), é elaborada no CENFIM desde o ano de 2004, e publicada no seu sítio, assim como disponível em papel, em todas as Unidades Orgânicas. Embora a Declaração Ambiental não esteja verificada de acordo com aquele Regulamento, não podemos deixar de publicar o seu balanço ambiental, e divulgar a todas as partes interessadas, o que contribui decisivamente para o conhecimento das boas práticas ambientais. A DECLARAÇÃO AMBIENTAL elaborada no CENFIM apresenta o seu desempenho ambiental e reporta as principais ações desenvolvidas, neste domínio, durante o ano civil. É assim, para o CENFIM, a sua Declaração Ambiental, um documento de Melhoria Contínua. A mesma está disponível no site Conclusão do desempenho ambiental do CENFIM, em 2012: O CENFIM para além do cumprimento normativo e legislativo, a que está obrigado, o que se pode verificar pela Avaliação da Conformidade Legal do Ambiente, assinala como pontos fortes: A elaboração e afixação das Plantas de Segregação de Resíduos para todas as U.O; 45 Diminuição dos gastos com a recolha de resíduos; Utilização de bebedouros alimentados através da rede pública (exceto nos Núcleos de Oliveira de Azeméis e Sines), diminuindo o consumo e gasto, efetuou o controlo semestral de fugas de água; Deu seguimento ao Plano para a certificação energética e QAI, em consonância com a alteração legislativa; Alterou as luminárias e colocou lâmpadas LED no Núcleo da Trofa; Divulgou Cartazes/Guiões/Autocolantes como forma de sensibilização para a diminuição do consumo de energia, água e papel. Determinou Indicadores ambientais tais como: 56 7 4.-APRESENTAÇÃO DO CENFIM 4.1 -BREVES DADOS HISTÓRICOS Foi em Janeiro de 1985 que os outorgantes, IEFP, ANEME e AIMMAP, assinaram o acordo para a formação do CENFIM, tendo nesse mesmo ano iniciado as suas atividades formativas. Situado em treze localidades do País, o CENFIM tem contribuído para a qualificação inicial de milhares de jovens e a formação ao longo da vida de trabalhadores no ativo. O gráfico seguinte, ilustra a evolução global da atividade formativa comparando o número de horas e o número de formandos em cada ano. EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE FORMATIVA Com a capacidade de realização de horas de formação/ano, é uma organização competente, eficiente e eficaz. Ao longo dos últimos anos tem investido no ambiente, com o objetivo de modernização e atividade pró ativa, cumprimento da legislação em vigor e defesa ambiental, e cumprindo as regras aplicadas às escolas e á indústria. 78 4.2- LOCALIZAÇÃO DAS INSTALAÇÕES DO CENFIM O CENFIM Centro de Formação Profissional da Indústria Metalúrgica e Metalomecânica, constitui o maior Centro de Formação Protocolar em Portugal, tendo uma capacidade de gerar mais de horas de formação/ano. Trabalharam em 2012 no CENFIM 159 pessoas, pertencentes ao quadro e mais de 700 em regime de prestação de serviços. O CENFIM encontra-se vocacionado para formação profissional, nos seus treze Núcleos de Formação, a saber Porto, Amarante, Trofa, Arcos de Valdevez, Oliveira de Azeméis, Ermesinde, Marinha Grande, Peniche, Caldas da Rainha, Torres Vedras, Santarém, Lisboa e Sines. Figura 3 89 4.2.1 ENDEREÇOS E CONTACTOS Web: Sítio na Internet - Sede/Direção: Rua do Açúcar, nº Lisboa ; Fax: e.mail s Director : DF: SI: DGP: ACM: DRH / DGAF Rua Conde da Covilhã, n.º 1400 Apartado Porto ; ; Fax: e.mail s DRH : DGAF: U.O. Caldas da Rainha Rua da Matel, n.º 6 Apartado Caldas da Rainha ; Fax: e.mail U.O. Ermesinde/DQASO Rua da Nossa Senhora da Mão Poderosa Formiga Ermesinde ; Fax: ; Fax: e.mail U.O. Lisboa Rua dos Amigos de Lisboa Lisboa ; Fax: Pólo Tecnológico do Lumiar Rua :Cesina Adães Bermudes, N Lisboa ; Fax: e.mail U.O. Marinha Grande Rua Eng.º André Navarro, n.º Marinha Grande / ; Fax: e.mail U.O. Oliveira Azeméis Rua da Industria Zona Industrial; Apartado Oliveira de Azeméis ; Fax: e.mail U.O. Peniche Edifício Forpescas Zona Industrial da Pragueira Peniche ; Fax: e.mail U.O. Porto Rua Conde da Covilhã, n.º 1400 Apartado 8007; Porto ; Fax: e.mail 910 U.O. Santarém Quinta do Mocho, Zona Industrial Estrada Nacional Várzea - Santarém ; Fax: e.mail U.O. Torres Vedras Rua António Leal d`ascenção Torres Vedras ; Fax: e.mail U.O. Trofa Rua João Paulo II, n.º 146 Esprela; Trofa ; Fax: e.mail U.O. Arcos de Valdevez Cen t r o d e F o r m a ç ã o e Ex p o s i ç õ e s Ap a r t a d o 6 2 Pa s s o s - G u il h a d e s e s Arcos d e Va lde v e z ; F a x : e. m a i l a v a lde v e c e n f im.p t U.O Amarante Tâmega Parque- Edificio Mercurio, Fracção AB Agração Telões Telões Amarante ; Fax: e.mail U.O. Sines Zona Industrial Ligeira, Nº 2- Lote Sines /21; Fax: e.mail 1011 MISSÃO, VISÃO E POLÍTICA Figura 4 1112 A Missão, Visão e os Valores do CENFIM, são orientadas pelos seguintes princípios. Figura 5 1213 5.- APRESENTAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO O SISTEMA AMBIENTAL O CENFIM possui desde 1998 um Sistema de Gestão da Qualidade, certificado de acordo com a norma NP EN ISO 9001:2008, e a partir de 2004 passou a possuir um Sistema de Gestão Integrado de Qualidade, Ambiente e Segurança, em Junho de 2008, o CENFIM obteve a certificação da Norma de Recursos Humanos NP 4427:2004. Este Sistema é totalmente integrado. O Sistema de Gestão Ambiental assenta num claro compromisso de hierarquia e na responsabilidade básica de cada colaborador(a). Nesse sentido é atribuída, a cada Diretor(a) e restantes colaboradores(as) internos(as) e externos(as), a responsabilidade pela implementação do Sistema de Gestão Integrada do CENFIM e aos Animadores dos Processos a dinamização e a melhoria dos mesmos sendo um compromisso de cada Unidade Orgânica o assumir o cumprimento da legislação ambiental nacional e comunitária, e outros requisitos aplicáveis. Este Sistema procura obedecer a uma regra importante: estar documentado e ser demonstrável. O registo no EMAS não foi ainda efetuado. Quer a integração dos quatro sistemas certificados mencionados, e outros não certificados, quer o estritamente relativo à Gestão Ambiental, obtiveram por parte do CENFIM, os seguintes compromissos: - Uma Política Integrada do CENFIM, onde existe o comprometimento ambiental; - O levantamento dos aspetos ambientais e a identificação da sua significância; - O cumprimento da legislação aplicável, nacional e comunitária e a respetiva avaliação de conformidade; - Estabelecer os Objetivos e Ações Ambientais, e os respetivos programas de ação; - A promoção de formação para os(as) colaboradores(as) internos(as) e externos(as) - Registar as questões ambientais 1314 - Pugnar para que os seus clientes (empresas e formandos) fornecedores e subcontratados sejam sensibilizados para as preocupações ambientais. Todo o Sistema Integrado está baseado na abordagem por processos, cujo diagrama a seguir o demonstra. CENFIM [PPE] Politica e Planeamento Estratégico Missão * Visão * Políticas * Objetivos [DMK] Diagnóstico e Marketing [CON] Conceção * [PCA] Planeamento e Controlo da Atividade [PRD] Produção [AVA] Avaliação [QAS] Qualidade Ambiente Segurança * [SIF] Sistemas de Informação [RHM] Recursos Humanos [LOG] Logística * [ADF] Administrativo e Financeiro Figura 6 1415 5.2.-ASPETOS AMBIENTAIS SIGNIFICATIVOS-2011/2012 Breve Resumo O CENFIM identifica os seus aspetos Ambientais com base num levantamento inicial da situação ambiental, ou seja faz a análise da situação dos Aspetos Ambientais relacionados com a utilização dos recursos da água, do ar, do solo, do ruído, dos resíduos sólidos, dos efluentes gasosos, da energia e tantos outros, quer da responsabilidade directa do CENFIM, quer da Indireta; ou seja são identificados aspetos ambientais diretos, (isto é aqueles sobre os quais o CENFIM, tem controlo), e também aspetos ambientais indiretos associados á atividade de fornecedores, subcontratados e prestadores de serviços sobre os quais o CENFIM, não possui controlo direto, mas pode exercer influência). São igualmente tidas em conta, a situação existente e atual, atividades passadas e também aquelas que razoavelmente se podem prever como futuras. Nesta análise são ainda consideradas a possível ocorrência de acidentes, como incêndios, e derrame de óleos. São desta forma determinados os aspetos ambientais (diretos e indiretos) e os impactes que estes provocam, como a poluição atmosférica, das águas ou o consumo de recursos naturais. A Avaliação dos Aspetos Ambientais no CENFIM é realizada de 3 em 3 anos, ou quando circunstâncias especiais o exigirem, tais como: sempre que existam alterações ao nível das infra-estruturas e ambiente de trabalho, de acordo com resultados de Auditorias, constatações, ações corretivas e preventivas ou propostas de melhoria; como resultado da investigação de incidentes/acidentes em situações normais, paragem, manutenção/limpeza ou na avaliação final dos resultados de uma situação de emergência; tendo em consideração a avaliação da eficácia da formação interna e exercícios de acidentes simulados; alterações de requisitos normativos ou legislativos nacionais ou comunitários; 1516 O último Levantamento geral dos Aspetos Ambientais foi realizado em 2011 e teve, em consideração: Levantamentos realizado em anos anteriores, monitorizações efetuadas até ao momento, do controlo operacional; a necessidade de proceder às melhorias decorrentes do Levantamento e Avaliação, de tal forma, que se possam definir as Ações para cada UO. Para este levantamento as situações mais significantes nas U.O foram a nível de: Ruído (N. M. Grande; A. Valdevez; Peniche; Santarém e Sede) Emissões Gasosas (N. Peniche; C. Rainha; Santarém e A. Valdevez) Consumo de Energia (Todas as U.O s) Ar Condicionado (todas as U.O s exceto N. Peniche e Sines) Obras (N. Trofa, C. Rainha e Ermesinde) Óleos Usados (N. A. Valdevez, Ermesinde, Lisboa - Lumiar) Consumo de água (Todas as U. O s) Essas alterações/melhorias tiveram, alguma importância nas Unidades Orgânicas respetivas, sendo que no Geral, em termos de resultados houve alterações, ou seja a Significância ficou agravada por essas modificações. Em 2012, decorrentes do aspeto ambiental Obras, foram alterados os Levantamentos dos Aspetos Ambientais das U.O: Oliveira de Azeméis, Marinha Grande, Arcos de Valdevez, Amarante, Lisboa, Porto, Ermesinde, Trofa e C. Rainha, para além deste aspeto o LAA do Núcleo de Arcos de Valdevez também contemplou a nova avaliação de ruído ambiental, que não revelou limites acima do legais. Essas alterações/melhorias tiveram, alguma importância nas Unidades Orgânicas respetivas, sendo que no Geral, em termos de resultados não teve alterações significativas, ou seja a Significância não ficou agravada por essas modificações. 1617 ASPETOS AMBIENTAIS SIGNIFICATIVOS-2011/2012 Após o diagnóstico obtido, foi efetuada a seleção dos Aspetos Ambientais, mais nocivos para o Ambiente, entre os 8 e os 16 pontos e com uma Significância, variando entre o Significante e o Importante, e apresentados num quadro resumo: 1718 6-OBJETIVOS ESTRATÉGICOS/AÇÕES DAS U.O DESCRIÇÃO DO OBJETIVO ESTRATÉGICO E PROGRAMA DE GESTÃO AMBIENTAL DE 2012 OBJETIVO ESTRATÉGICO OBJETIVO Nº 4 CONSOLIDAR A SUSTENTABILIDADE DE FORMA A ATINGIR PELO MENOS 80% DAS AÇÕES PREVISTAS PARA ESTE OBJETIVO Objetivo/Ação 1.- Elaboração e divulgação da Declaração Ambiental referente a Até 31/03/2012 O CENFIM, elaborou e divulgou em 2012 a Declaração Ambiental referente a 2011 embora não seja obrigado a isso. Objetivo/Ação 2.- Identificação e Avaliação dos Aspetos Ambientais em todas as U.O s. A realizar no 4º Trimestre Foi realizado o Levantamento de Aspetos Ambientais nas U.O: Oliveira de Azeméis, Marinha Grande, A. Valdevez, M. Grande, Amarante, Lisboa, Porto, Ermesinde, Trofa e C. Rainha. Objetivo/Ação 3.-Avaliação de Ruído Ambiental nos Núcleos de A. Valdevez, Peniche, Santarém e Sede/Implementação de ações corretivas provenientes da Avaliação de Ruído Ambiental. A realizar no 2º,3º e 4º Trimestres Implementada nas U.O de Arcos de Valdevez e Sede As avaliações de Ruído Ambiental não foram efetuadas nos Núcleos de Peniche porque esta U.O não teve atividade durante o ano de 2012, também no Núcleo de Santarém não foi implementada porque se aguarda uma reunião entre o IEFP e o CENFIM. Para a resolução do ponto de Ruído no Núcleo da Marinha Grande (não cumpre o critério de incomodidade no período entardecer), o CENFIM solicitou a colaboração da empresa que instalou a fonte nesta U.O., esta enviou um orçamento que está para aprovação superior. 1819 Objetivo/Ação 4.-Caraterização das Emissões Gasosas, nas U.O: Porto, Ermesinde, Amarante, Sines e Lisboa/Levantamento de ações corretivas provenientes da monitorização das emissões gasosas. A realizar no 2º Trimestre de 2012 Em 2012, foram realizadas nas U.O: Porto, Ermesinde, Amarante, Sines e Lisboa a caraterização às Emissões Gasosas obrigatória por lei (recorda-se que todas estas fontes possuem autorização das respetivas CCDR para monitorizar apenas uma vez de três em três anos), evidenciados mais uma vez todos os valores abaixo dos legais, comunicamos os resultados às CCDR competentes (os resultados das emissões atmosféricas das U.O do Norte foram registados no balcão eletrónico desta CCDR) e solicitamos autorização para continuar a monitorizar estas fontes uma vez de 3 em 3 anos, pedido este, aceite por esta entidade. Relativamente ao Núcleo de Arcos de Valdevez, foi em 2012 construída a respetiva chaminé, pelo que a caraterização às emissões gasosas será efetuada em O Núcleo de Caldas da Rainha, está a proceder à construção da chaminé, pelo que também em 2013, iremos proceder à caraterização das Emissões Gasosas Relativamente ás Emissões Gasosas nos Núcleos de Santarém e Peniche (este Núcleo encontra-se temporariamente desativado) dado que estes Núcleos não possuem chaminé, oficiamos o IEFP, no sentido de resolução desta matéria. Objetivo/Ação 5.-Monitorização do consumo de água do furo do Núcleo da Trofa/Levantamento de ações corretivas provenientes da Monitorização mensal do consumo de água do furo. A realizar mensalmente Implementada. Durante o ano de 2012, o Núcleo da Trofa, não teve consumo de água proveniente da captação de água subterrânea. Objetivo/Ação 6.-Controlo Trimestral do Consumo de Água (cumprir o Indicador do consumo de água de 0,29m 3 /formando). Este Indicador em 2012 foi cumprido, o consumo foi 0,26 m3/formando. 1920 Objetivo/Ação 7.-Controlo semestral das fugas de água nas U.O s que possuem contadores (Ermesinde, Trofa, M. Grande, T. Vedras, Peniche, C. Rainha e Sede). A realizar trimestralmente/semestralmente O CENFIM, enquanto utilizador de recursos hídricos atua no sentido de obter um uso económico da água. Efetuou o controle de fugas de água, o que permite um controlo substancial da água gasta. Nos Núcleos de Torres Vedras existiu uma fuga de água, que foi já foi resolvida, no Núcleo de Ermesinde também se verificou uma fuga de água, que ainda não está resolvida e que prevê que fique solucionada com a remodelação das casas de banho prevista nesta U.O Nestas duas U.O fizemos uma monitorização mensal para além das monitorizações semestrais. Objetivo/Ação 8.-Controlo do consumo de água dos bebedouros A realizar trimestralmente. O CENFIM manteve em 2012, a utilização de bebedouros alimentados da rede pública, em todas as suas U.O s exceto nos Núcleos de Oliveira de Azeméis e Sines. Objetivo/Ação 9.- Sensibilização para diminuição do consumo de água, de acordo com o Mapa de Ações a Desenvolver O CENFIM elaborou e distribuiu cartazes no sentido de sensibilizar para a diminuição do consumo de água. Objetivo/Ação 10.- Controlo Trimestral do Consumo de Energia (Cumprir o Indicador sobre o consumo de energia eléctrica 80Kw/formando+ pessoal interno). A realizar trimestralmente No ano de 2012 o consumo de energia elétrica foi de 59 Kw/formandos+ pessoal interno Realização de Auditorias Energéticas de acordo com o Plano de Certificação Energetica; 2021 Objetivo/Ação 11.-Inscrição no SIRAPA (Sistema Integrado de Registo de Resíduos) /Preenchimento dos MIRR (Mapa Integrado de Registo de Resíduos), relativos aos Resíduos produzidos em A realizar no 1º Trimestre O CENFIM preencheu os mapas de registo de resíduos de cada estabelecimento produzidos em 2011, e monitorizou o ano de Objetivo/Ação 12.- Avaliação da Conformidade Legal de Ambiente A realizar no 4º Trimestre O DQASO realizou em 2012 a Avaliação da Conformidade Legal de Ambiente nos seus 16 estabelecimentos, da qual resultaram 7 Fichas de Constatação, que serão implementadas em Neste seguimento foi realizado o Estado da Arte do CENFIM-2012, medido entre outros pela Avaliação da Conformidade Legal. Objetivo/Ação 13.- Sensibilização dos Clientes e Entidades Sub-Contratadas /Obras. Inclusão de um parágrafo nos contratos que responsabiliza as entidades do cumprimento da legislação ambiental nacional e dos procedimentos ambientais internos. Proceder á Identificação dos Aspetos Ambientais antes e depois das obras. Em 2012 verificou-se a existência de intervenções, em vários Núcleos para os quais foram determinadas a Identificação dos Aspetos Ambientais, porém em algumas situações ainda não se verifica o cumprimento do DL 46/2008 de 12 de Março, no sentido de proceder ao devido encaminhamento dos RCD, para um operador de RCD, acompanhado da respetiva Guia de Acompanhamento de Resíduos. Objetivo/Ação 14.- Compra e colocação de bacias de retenção/ecopontos e afixação das Plantas de Segregação de Resíduos. 2122 Esta ação foi cumprida em 2012, no entanto em 2013 vamos ainda proceder à compra de bacias de retenção para os oleões. Objetivo/Ação 15.- Controlo dos Aparelhos com Gases de Refrigeração Em 2012 as U.O que adquiriram novos aparelhos de refrigeração comunicaram ao DQASO. 2223 6.2.- DESCRIÇÃO DOS OBJETIVOS/ AÇÕES DO PROGRAMA DE GESTÃO AMBIENTAL PARA 2013 OBJETIVO ESTRATÉGICO OBJETIVO 4: CONTINUAR O DESENVOLVIMENTO DA SUSTENTABILIDADE, REFORÇANDO A ATUAÇÃO A VÁRIOS NÍVEIS, NOMEADAMENTE NA ENERGIA, MANUTENÇÃO, SEGURANÇA E SAÚDE DOS COLABORADORES E CLIENTES E A RESPONSABILIDADE SOCIAL, PROCURANDO ATINGIR 100% DAS AÇÕES PROGRAMADAS PARA ESTE EFEITO Objetivo/Ação DECLARAÇÃO AMBIENTAL Elaboração e divulgação da Declaração Ambiental referente a Até 31/03/2013 Implementada AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE LEGAL Avaliação da Conformidade Legal em todas as U.O s, bem como a implementação de Ações Corretivas, provenientes dos resultados da Avaliação da Conformidade Legal. A realizar no 4º Trimestre de 2013 RESÍDUOS Inscrição no SIRAPA (Sistema Integrado de Registo de Resíduos) /Preenchimento dos MIRR (Mapa Integrado de Registo de Resíduos), relativos aos Resíduos produzidos em A realizar no 1º Trimestre de Compra e colocação de Bacias de retenção para os oleões em todas as U.O. A realizar no 1º Trimestre de Controlo Trimestral dos Resíduos produzidos, implementando ações que visem a sua diminuição. 2324 IDENTIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DOS ASPETOS AMBIENTAIS A realizar em RUIDO Resolução do ponto de Ruído excedente no Núcleo da M. Grande, posterior monitorização bem como a implementação de Ações Corretivas provenientes do resultado desta avaliação. A realizar no 1º Trimestre de EMISSÕES GASOSAS Caraterização das emissões gasosas nos Núcleos da Marinha Grande, Oliveira de Azeméis, Arcos de Valdevez e Caldas da Rainha. A realizar no 1 e 3º Trimestres de 2013 Resolução da construção de chaminés nos Núcleos de Peniche e Santarém. A realizar no 1º Trimestre de 2013 AGUA 1. Controlo Trimestral do Consumo de água e respetivo levantamento de Ações Corretivas; 2. Monitorização Mensal do Consumo de água do Furo do Núcleo da Trofa e respetivo levantamento de Ações Corretivas; 3. Controlo Trimestral do consumo da Água dos bebedouros; 4. Monitorização Semestral/Trimestral das Fugas de água, e respetivo levantamento de Ações Corretivas. 5. Sensibilização para diminuição do consumo de água, de acordo com o Mapa de Ações a Desenvolver. ENERGIA 1. Controlo Trimestral do Consumo de Energia, e respetivo levantamento de Ações Corretivas provenientes do consumo de energia; 2. Realização de Auditorias Energéticas de acordo com o Plano de Certificação Energetica; 2425 GASES DE REFRIGERAÇÃO 1. Controlo Trimestral dos Aparelhos com Gases de Refrigeração; 2. Acompanhamento Anual do Plano para prevenção e redução das emissões de gases fluorados com efeitos de estufa 3. Controlo das Fichas de Intervenção março/abril Visita anual a cada U.O para verificação dos Aparelhos de Refrigeração SENSIBILIZAÇÃO DOS CLIENTES E ENTIDADES SUB- CONTRATADAS/OBRAS 1. Proceder á Identificação dos Aspetos Ambientais antes e depois das obras. 2. Controlo das obras e afins em todas as U.O s, para cumprimento do Levantamento dos Aspetos Ambientais, aquando de obras, transferências de equipamentos e afins. 3. Encaminhamento dos Resíduos de obra para um operador licenciado. 2526 6.3.- INDICADORES AMBIENTAIS 2012 Para além dos Indicadores já definidos e calculados, em anos anteriores como a poupança de água, energia e consumo de papel, continuamos a calcular em 2012 indicadores ambientais como a Pegada Hídrica, a Pegada de CO 2 /versus nº de árvores a plantar, Pegada do Carbono e ainda a Pegada Ecológica, não possuímos ainda indicadores de biodiversidade. A plantação de árvores do CENFIM, foi uma ação promovida pelo Projeto F1 e DQASO cujos resultados coroam o CENFIM como uma organização sustentável.tendo um objetivo de aumentar em 15% o número de árvores disponíveis para a absorção do CO 2 advindo da atividade do CENFIM, o que representava uma plantação de 44 árvores, foram plantadas 116 árvores, Figura 7 o que corresponde a 264% acima das nossas expetativas, e com grande contributo para a diminuição da Pegada do Carbono Mantivemos a adesão ao projeto Green Cork Escolas, passando o CENFIM a recolher o resíduos Figura 8 Rolhas de Cortiça. Do resultado desta campanha com o slogan Rolhas que dão folhas o CENFIM recolheu 425 sacos de rolhas, a que corresponderam rolhas de cortiça, o que por sua vez equivale a 756 árvores plantadas e cuidadas! Os Núcleos de Amarante, Caldas da Rainha, Trofa, Arcos de Valdevez, Sines, M. Grande, Porto e Ermesinde, receberam um Certificado de Participação, tendo os Núcleos de Caldas da Rainha, Sines e Porto/Ermesinde, obtido como prémio um leitor de DVD. O CENFIM adquiriu ecopontos para colocação do Resíduo Rolhas de Cortiça, idênticos para todas as U.O. ROLHINHAS Figura 9 2627 7.- O CENFIM NO ANO DE 2012 Matérias-primas Água m3 Papel resmas Energia Eléctrica ,84 kw/h Gasolina- 37,48 ton Gasóleo- 7,48 ton Propano- 0,30 ton Petróleo- 0,025 ton Gás- 5,10 ton Acetileno- 0,22 ton Óleos- 687,00 L Oxigénio 3.164,10m3 Árgon Nertal- 714,10m3 Árgon C ,93 m3 Árgon ,50 m3 Atal 5-300,50m3 Metano- 10,50m3 Protar-626,70 m3 Arco 195,60 m3 Corgon ,90m3 Azoto- 4,50m3 Cronigon- 4,50 m3 Candidatos a Formandos Formadores/Colaboradores Externos- 611 Fornecedores- 260 Ativos Fixos Tangíveis ,53 Figura 10 Efluentes Líquidos Não foram realizadas monitorizações aos Efluentes Líquidos, dado não ser necessário. Produtos Volume de horas de Formação Participantes (formandos) Serviços Complementares-16 Cooperação com Angola e Moçambique Resíduos Sólidos Papel e Cartão (kg) Plástico (Kg) Vidro (kg) Pilhas e Acumuladores (un) Lâmpadas fluorescentes (uni.) Aparas limalhas e metais ferrosos (kg) Resíduos de soldadura (kg) Discos de corte e rebarbar (kg) REEE (kg.) Sucata Metálica contaminada (Kg) Canetas e marcadores (un) Cartuchos e toners (un.) Lixo não separado (Kg) Tintas e Diluentes (Lt) Desperdícios e trapos com óleo (kg) óleos usados (L) Emulsões (L) Pensos higiénicos (kg) Madeira (kg) Vidro Máscaras de Soldadura (Kg) Embalagens Metálicas (kg) 2728 8.- DESCRIÇÃO DO DESEMPENHO AMBIENTAL DO CENFIM 8.1- PAPEL No ano de 2012 a meta prevista de fotocópias foi de 90,00% fotocópias/formando, atingindose 298,26 fotocópias/formando. Relativamente ao consumo de papel reciclado diminuímos consideravelmente a percentagem (40,43%) comparativamente ao período homólogo (67,00%). Para se conseguir uma redução do consumo de papel não reciclado e racionalização do consumo, Figura 11 divulgamos um cartaz de forma a sensibilizar todos os colaboradores e formandos para evitar as impressões, usar os dois lados da folha, partilhar fotocópias e reutilizar papel. 8.2 ÁGUA No respeitante ao consumo de água no ano de 2012, como se pode verificar pelo quadro seguinte, o consumo situa-se em m 3, com um custo de O Consumo por formando+ pessoal interno foi de 0,26 m 3 /formando e os custos de 0,76 /formando+ pessoal interno. O abastecimento de água ao CENFIM, provem da rede pública, existindo um contador em cada UO que permite o controlo do consumo deste recurso. Figura 12 Esse consumo durante o ano de 2012 foi monitorizado semestralmente/mensalmente, verificando-se uma pequena deriva nos Núcleos de Torres Vedras e Ermesinde. O consumo de água por formando em 2012 diminuiu, ou seja em 2012, tivemos um consumo de 0,26 m3/formando, e em 2011, o consumo foi de 0,56m3/formando. Neste consumo está incluído a água de bebedouros dos Núcleos de Sines e Oliveira de Azeméis. No Núcleo da Trofa, existe uma captação de água subterrânea devidamente licenciado, onde é realizada a contagem mensal, durante o ano de 2012, não teve 2829 qualquer consumo, isto porque o Núcleo da Trofa já se encontra com ligação à rede pública. O Núcleo de Oliveira de Azeméis também possui uma captação de água subterrânea embora sem titulo de utilização uma vez que a legislação não o obriga, porque possui um motor de extração inferior a 5 cv e profundidade inferior a 20 metros. Para se conseguir uma redução do consumo de água divulgamos um Guião para a poupança de água e autocolantes para colocação nos autocolantes de forma a sensibilizar todos os colaboradores e formandos para evitarem os desperdícios. CONSUMO DE ÁGUA Figura 13 U.O s ACUMULADO m3 Euros m3/formando+pessoal /formando+pessoal Porto 0,00 0,00 0,00 0,00 Amarante 0,00 0,00 0,00 0,00 O. Azeméis 2,55 700,36 0,00 0,93 Ermesinde 740, ,51 1,10 4,76 Trofa 976, ,98 0,49 2,08 A. Valdevez 0,00 0,00 0,00 0,00 Lisboa 359,00 629,06 0,17 0,29 M. Grande 307,00 222,83 0,17 0,13 Santarém 0,00 0,00 0,00 0,00 T. Vedras 449,00 819,74 0,38 0,69 Peniche 27,00 44,24 Sines 0,30 60,04 0,00 0,07 C. Rainha 453,00 230,82 0,41 0,21 Dep. - Porto 0,00 0,00 0,00 0,00 Dep - Lisboa 386,00 582,78 13,79 20,81 TOTAL ,26 0,76 2930 EVOLUÇÃO DO CONSUMO E CUSTO DE ÁGUA POR FORMANDO 0,60 0,50 0,40 0,30 0,20 0,10 0,00 3,00 2,00 1,00 0, CONSUMO (m3) CUSTO( ) O CENFIM possui uma rede de bebedouros, alimentados através da rede pública (exceto nos Núcleos de Oliveira de Azeméis e Sines) No ano de 2012, o consumo e custos foram os seguintes: AGUA DOS BEBEDOUROS U.O`s QUANT. (L) CUSTO ( ) IVA (6%) CUSTO TOTAL( ) O. Azeméis 2551,50 636,28 38,18 674,46 Sines 302,40 75,41 4,52 79,94 (Valores acumulados) TOTAL 2.853,90 711,70 42,70 754,40 Consumo de água dos Bebedouros-2012 QUANT. (L) Sines 302,40 O. Azemeis 2551,50 QUANT. (L) O CENFIM, enquanto utilizador de recursos hídricos atua no sentido de obter um uso económico da água (efetua o controlo de fugas de água), o que permite um controlo substancial da água gasta. 3031 8.3- ENERGIA ELÉTRICA O consumo de energia ativa em 2012 situou-se nos 227, 72 TEP (toneladas equivalentes de petróleo) com um custo total de ,73. Analisando as Unidade Orgânicas, individualmente, verifica-se que estão muito distantes dos 1000 tep s, mínimo definido para que o CENFIM seja considerado uma Empresa Consumidora Intensiva de Energia. No que se refere à Energia Elétrica o valor por formando+ colaboradores internos situa-se nos 59 Kwh, valor este inferior ao previsto de 80 Kwh por formando +colaboradores internos. Figura 14 Comparativamente ao ano de 2011 o consumo de energia aumentou ligeiramente passando de 55 Kwh /formando, para 59 Kwh/formando em De salientar que o consumo de energia elétrica, é monitorizado trimestralmente, e tem por base a faturação da EDP. A certificação energética e QAI Iniciou-se em 2010, decorrendo em 2012 de acordo com o Plano próprio. Figura 15 Para se conseguir uma redução do consumo de energia divulgamos um Guião para a poupança de energia de forma a sensibilizar todos os colaboradores e formandos indicando formas de reduzir o consumo. 3132 Energia Eléctrica U.O Consumo Coef. Red (Tep) Custo Kwh 0, Euros Porto 0,00 Amarante 0,00 O. Azeméis 0,00 Ermesinde ,28 23, ,11 Trofa ,40 49, ,28 A. Valdevez 0,00 Lisboa ,50 51, ,66 M. Grande ,66 22, ,55 Santarém 0,00 T. Vedras 86142,00 18, ,95 Peniche 13097,00 2, ,42 Sines 0,00 C. Rainha 0,00 Dep. Porto 49173,00 10, ,73 Dep Lisboa TOTAIS GERAIS ,84 178, ,70 POR FORMANDO + PESSOAL 59 8,33 VALOR PREVISTO 80 Figura 16 Nota: Relativamente ao estudo pormenorizado dos consumos energético e de água, existe um Plano de Ações, para apurar as possibilidades de redução. EVOLUÇÃO DO CONSUMO / CUSTO ENERGIA ELÉTRICA ,00 9,00 8,00 7,00 6,00 5,00 4,00 3,00 2,00 1,00 - CONSUMO (kw/formando+pessoal) Gasto ( /Formando+Pessoal) 3233 8.4 - RESÍDUOS A Gestão de Resíduos no CENFIM, apresenta-se como uma preocupação de forma a garantir que não resultem problemas ambientais da produção dos mesmos. As regras e princípios gerais a que deve obedecer essa gestão estão previstos na legislação nacional, através do Decreto-Lei nº 178/2006 de 5 de Setembro, (alterado pelo DL nº 73/2011, de 17 de Junho) e são as seguintes: -Separação Seletiva de Resíduos (Triagem); -Catalogação dos resíduos Atribuir o código de Figura 17 identificação do resíduo de acordo com a lista europeia de resíduos (LER); -Envio dos resíduos a Entidades Licenciadas para a sua Gestão (armazenagem, valorização ou eliminação); -Operações de Transporte realizadas apenas por entidades licenciadas e utilizando guias de transporte de resíduos (Modelo A); - Quantificação dos resíduos produzidos; - Comunicação anual dos resíduos produzidos através do mapa integrado de registo de resíduos (MIRR) no SIRAPA. A segregação dos resíduos sólidos é realizada por todos os colaboradores /formandos do CENFIM e o seu armazenamento realizado no local de segregação, tendo em conta a natureza e o destino final do mesmo. Os resíduos gerados no CENFIM são: papel e cartão, vidro e embalagens, consumíveis de impressão, pilhas, óleos usados, emulsões, sucata, RCD, REEE, canetas e marcadores, e rolhas de cortiça. Para o bom funcionamento da segregação de resíduos o CENFIM elaborou as Plantas de Segregação de Resíduos, para todos os seus edifícios, de que damos o exemplo da planta de uma das nossas Unidades Orgânicas. Estas plantas vão permitir uma maior sensibilização a todos os nossos colaboradores e clientes, até porque somos uma entidade formadora, e reforçar a questão importante de que separar os resíduos hoje, nos conduz a um mundo melhor amanhã. 3334 Figura 18 Não é possível diminuir os resíduos na sua totalidade, mas é possível diminuir a sua produção, reduzindo o consumo e reutilizando sempre que possível. Outra ação importante é separar os resíduos húmidos ou de fácil decomposição como os restos alimentares (quase 60%) dos resíduos secos que demoram mais tempo a se decomporem e ocupam muito espaço. O tratamento de resíduos pode ser muito caro, mas se estes forem tratados de forma adequada, pode ser muito rentável, evitando ou minimizando a poluição dos solos e águas. Para que isso aconteça é necessário mudarmos alguns paradigmas, repensar o nosso modo de vida e começarmos uma revolução de dentro para fora. 3435 RESIDUOS PRODUZIDOS/RECOLHIDOS NO CENFIM NO ANO 2012 RESÍDUOS TOTAL ACUMULADO PRODUZIDOS ARMAZENADO RECOLHIDOS CUSTOS Papel e Cartão (kg) Plástico (Kg) Vidro (kg) Pilhas e Acumuladores (un) Lâmpadas fluorescentes (un.) Aparas e limalhas metais ferrosos (kg) Aparas e limalhas metais n ferrosos (Kg) Resíduos de soldadura (kg) Discos de corte e rebarbar (kg) Sucata metálica contaminada (Kg) Equipamentos Electricos e Eletrónicos fora de uso Canetas e marcadores Cartuchos e tonners (kg) Lixo não separado (Kg) Tintas e Diluentes (Lt) Desperdícios Contaminados(kg) Emulsões óleos Usados Pensos Higienicos (kg) ,00 Madeira Vidro (máscaras soldadura ( LER ) ,90 Embalagens metálicas e plasticas contaminadas Kg ,45 No ano de 2012, os gastos com recolhas de resíduos situou-se em 4.430,20, valor este que tem vindo a diminuir relativamente aos anos anteriores. 3536 8.5- ÓLEOS/EMULSÕES No CENFIM os óleos/emulsões são corretamente armazenados. Para uma correta recolha de óleos usados, produto perigoso, o CENFIM aderiu a uma entidade gestora dos mesmos, autorizada para o efeito, incluindo as matrículas dos veículos de transporte. No ano de 2012, o CENFIM adquiriu 687,00 litros Figura 19 de óleo, a um custo de 3.901,97, produziu 3.366,00 litros de óleos usados/emulsões, tendo sido recolhidos por empresas licenciadas 2.420,00 litros. U.O.'s ACUMULADO Quantidade Custos Produzido Recolhidos Porto 42,00 305,64 0,00 0,00 O. Azemeis 0,00 0,00 80,00 0,00 Ermesinde 60,00 672,39 100,00 0,00 Trofa 258,00 980,43 150,00 0,00 A. Valdevez 102,00 590,41 100,00 0,00 Lisboa 0,00 0, , ,00 M. Grande 40,00 153,48 920,00 820,00 Santarém 0,00 0,00 3,00 0,00 T. Vedras 0,00 0,00 340,00 0,00 Peniche 0,00 0,00 0,00 0,00 C. Rainha 145,00 808,90 600,00 600,00 Dep. - Porto 0,00 0,00 0,00 0,00 Dep - Lisboa 0,00 0,00 0,00 0,00 Amarante 40,00 390,72 28,00 0,00 Sines 0,00 0,00 0,00 0,00 TOTAL 687, , , ,00 3637 Quantidade 687,00 Custos 3.901,97 Armazenados 946,00 Recolhidos 2.420,00 0, , , , , RUÍDO AMBIENTAL Desde o ano de 2007, que em todos os Núcleos do CENFIM (exceto Peniche) têm vindo a ser realizadas medições de ruído ambiental, com resultados avaliados á luz do Regulamento Geral do Ruído aprovado pelo DL 9/2007 de 17 de Janeiro, que prevê 3 períodos de referência, ou seja: Diurno 07h00-20h00 Entardecer 20h00-23h00 Nocturno 23h00-07h00 Figura 20 Analisados os requisitos acústicos aplicáveis concluímos que a atividade e funcionamento dos Núcleos do CENFIM cumprem (exceto do Núcleo da Marinha Grande, no período entardecer) os requisitos legais aplicáveis ao ruído impostas pelo Regulamento Geral do Ruído, aprovado pelo DL 09/2007, uma vez que não originam níveis sonoros acima dos limites regulamentares aplicáveis. Em 2012 realizamos Avaliações de Ruído Ambiental, nos Núcleos de Santarém, Arcos de Valdevez e Sede, com níveis sonoros dentro dos limites legais. Também em 2013, com a colaboração da empresa que instalou a fonte nos Núcleo da Marinha Grande, vamos em conjunto resolver esta questão. 3738 8.7- EMISSÕES LÍQUIDAS O CENFIM não faz qualquer tipo de monitorização relativamente ao Efluentes Líquidos, dado que as águas residuais produzidas, são essencialmente de carácter doméstico EMISSÕES GASOSAS No ano 2006 o CENFIM iniciou no Núcleo de Lisboa a monitorização dos seus Efluentes Gasosos, em 2008 no Núcleo da Trofa, em 2009 nos Núcleos de Sines, Ermesinde, Porto e Amarante, em 2010 nos Núcleos de Oliveira de Azeméis e Marinha Grande concluindo que em todas estas U.O são cumpridos os limiares mínimos e aos limiares máximos que definem as condições de monitorização das emissões de poluentes para a atmosfera, Figura 21 previstas nos artigos 19º e 20º do Decreto - Lei nº 78/2004, de 3 de Abril e na tabela nº 1 da Portaria 80/2006, ou seja os caudais mássicos dos poluentes monitorizados nestas fontes emissoras do encontram-se abaixo do limiar mínimo. Neste seguimento o CENFIM informou as respetivas Comissão de Coordenação de Desenvolvimento Regional dos resultados das monitorizações e solicitou autorização para que ao abrigo do nº 4 do artº 19 do DL 78/2004 de 3 de Abril de 2004, a monitorização pontual das emissões gasosas nestas U.O passe a ser efetuada apenas uma vez de 3 em 3 anos. Autorização essa concedida pelas respetivas CCDR s Em 2011 e 2012 continuamos a monitorizar apenas uma vez de três em três anos, continuando a evidenciando-se em todas as U.O s, valores abaixo dos legais., mantendo a autorização da CCDR para monitorizar de 3 em 3 anos. Também em 2012 iniciamos a construção da chaminé no Núcleo de Caldas da Rainha e concluímos no Núcleo de Arcos de Valdevez, pelo que estas monitorizações serão realizadas em39 Os resultados obtidos nas nove fontes do CENFIM monitorizadas entre 2010 a 2012 foram os seguintes: 8.9- EMERGÊNCIAS Figura 22 O CENFIM dispõe de Planos de Segurança Interno, por cada estabelecimento, contemplando cenários de possíveis incidentes ou acidentes ambientais e outros, (Derrame de Óleos/incêndios/Sabotagem /Ameaça de Bomba e Inundação). No ano de 2010 foram realizados simulacros de Derrame de Óleos e Sabotagem em todos os Núcleos e Sede. Nenhum dos Simulacros de Incêndio + Ameaça de Bomba e Inundação foi realizado durante o ano de 2010, devido ao atraso dos novos Planos de Segurança Internos. No ano de 2011 foram realizados simulacros de óleos/incêndio/ameaça de Bomba e Inundação em todas as U.O (exceto no Núcleo de Peniche) Em 2012 foram realizados todos os Simulacros de Derrames de óleos previsto no programa (14, exceto no Núcleo de Peniche), não foram realizados os simulacros de Incêndio nas U.O de Porto+ Dep. Porto e Núcleo de Ermesinde, também os simulacros de Incêndio + Sismo, não foram realizados nas U.O da Marinha Grande e Sede. 3940 Os riscos de contaminação dos solos são reduzidos, devido à existência de bacias de retenção, embora ainda em número insuficiente em alguns Núcleos, pelo que em 2012 o DQASO procedeu á compra destas, para assim evitar possíveis contaminações de solo. Não existem no CENFIM atividades associadas a aspetos/impactes relacionados com o solo. 9.- ENQUADRAMENTO LEGAL DO CENFIM Os requisitos legais, regulamentares e outros aplicáveis ao CENFIM, possuem um procedimento de identificação e avaliação que se encontra definido na IT QAS 005 Figura 23 (Documentos Relevantes para o Sistema de Gestão do CENFIM.). A metodologia associada à identificação dos requisitos legais, resume-se a : consulta de várias fonte de informação disponíveis como a leitura do Diário da República, por parte do DQASO, diariamente, pela pesquisa ao Diário da República usando os meios da Internet, pela leitura das informações publicadas pela ANEME e pela AIMMAP e da legislação europeia, Jornal Oficial da União Europeia, pela consulta ao sítio da Eur- Lex, de forma diária; análise da legislação, verificação da sua aplicabilidade, procedendo à sua codificação interna; realização de cópia do diploma, para o arquivo existente no DQASO em papel; arquivo em PDF (Legislação do Ambiente) no Portal de Informação interno, onde se visualiza toda a legislação ambiental, Aplicável, Não Aplicável e Revogada, consoante o tema/área a que se refere; actualização do Índice de Legislação, do qual faz parte a Refª interna, a designação do diploma, sumário, pasta, data de distribuição e requisitos aplicáveis; comunicação aos Responsáveis das U.O s da existência de novos diplomas. A Avaliação da Conformidade Legal é efectuada no IMP QAS 072 (Avaliação da Conformidade Legal), sendo que depois desta avaliação em cada U.O é afixado o IMP QAS 014 (autocolante de verificação de conformidade legal), de acordo com o modelo: 4041 Figura 24 O CENFIM realizou em 2012 a Avaliação da Conformidade Legal de Ambiente nos 15 estabelecimentos, da qual resultaram 7 Fichas de Constatação, que serão implementadas em Realizamos pela 4ª vez, o Estado da Arte do CENFIM, medido pela Avaliação da Conformidade Legal de Ambiente através do qual avaliamos o Desempenho Ambiental em SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL Medição e Inspeção Em 2012, o CENFIM efetuou monitorizações das emissões gasosas relativamente a seis fontes de emissões gasosas nos Núcleos do Amarante, Ermesinde, Porto (exaustão de esquentadores + exaustão de esquentadores), Lisboa e Sines. Figura 25 Realizou Avaliações de Ruído Ambiental nas U.O de Arcos de Valdevez, Santarém e Sede. 4142 Formação O CENFIM forma os seus colaboradores, sobre matérias relacionadas com o ambiente e com a melhoria da sua sensibilização ambiental. Auditorias Ambientais Internas Figura 26 O sistema de Gestão Ambiental é regularmente auditado pela APCER, para garantir a sua permanente eficácia. As auditorias internas são realizadas por auditores internos, que pertencem à Bolsa de Auditores, ao Departamento da Qualidade, Ambiente e Segurança e Saúde, é efetuada por Auditor Externo. No ano de 2012 foram levantadas no total 16 Fichas de Constatação em matéria de Ambiente (ver quadro seguinte): Figura 27 CLÁUSULAS NORMATIVAS ISO 14001:2004 REQUISITOS DO REGULAMENTO (CE) Nº 761/2001 (EMAS) NC NCM Total 4.1 REQUISITOS GERAIS POLÍTICA AMBIENTAL ASPETOS AMBIENTAIS REQUISITOS LEGAIS E OUTROS REQUISITOS OBJETIVOS, METAS E PROGRAMA(S) 1 1 ANEXO B DO REGULAMENTO EMAS (CLÁUSULAS 1 E 2) 0 ANEXO VI DO REGULAMENTO EMAS (ASPETOS AMBIENTAIS) 0 ANEXO VII DO REGULAMENTO EMAS (LEVANTAMENTO AMBIENTAL) RECURSOS, ATRIBUIÇÕES, RESPONDABILIDADES E AUTORIDADE COMPETÊNCIA, FORMAÇÃO E SENSIBILIZAÇÃO COMUNICAÇÃO 0 ANEXO B DO REGULAMENTO EMAS (CLÁUSULAS 3 E 4) DOCUMENTAÇÃO CONTROLO DOS DOCUMENTOS CONTROLO OPERACIONAL PREPARAÇÃO E RESPOSTA A EMERGÊNCIAS MONITORIZAÇÃO E MEDIÇÃO AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE NÃO CONFORMIDADES, AÇÕES CORRECTIVAS E PREVENTIVAS CONTROLO DOS REGISTOS AUDITORIA INTERNA 0 ANEXO II DO REGULAMENTO EMAS REVISÃO PELA GESTÃO 0 ANEXO III DO REGULAMENTO EMAS (DECLARAÇÃO AMBIENTAL) 0 TOTAL43 Reclamações Não se verificaram Reclamações ao nível da ACT, IGAOT, ASAE ou de outras partes interessadas, em Figura 28 Produtos Químicos Continua a ser realizado um trabalho de continuidade por parte do DQASO, no sentido de controlar as Fichas de Segurança dos Produtos Químicos, o CENFIM possui 171 Fichas de Segurança dos produtos químicos. Figura 29 Metas de Desempenho Anual As metas de desempenho anual traduzem-se no cumprimento dos objetivos ambientais. Figura 30 Participação dos Colaboradores Os colaboradores são solicitados e motivados a apresentarem sugestões para a introdução de melhorias, no âmbito do SGQ. No ano de 2012 foram apresentadas 50 Propostas de Melhoria. Figura Para verificar Eficácia Implementadas Em implementação Em atraso Anuladas A Melhoria Continua aplica-se a todo o Sistema de Gestão do CENFIM. 4344 11.- COMUNICAÇÃO COM OS STAKEHOLDERS Promovendo a participação de todos na gestão ambiental do CENFIM, privilegiamos a comunicação com todos os colaboradores, internos e externos. Figura Comunicação Externa documentos: Através do seu site o CENFIM divulga os seguintes Aspetos ambientais Significativos Declaração Ambiental Código de Ética Politica Relatório de Sustentabilidade As Pegadas do CENFIM Comunicação Interna A comunicação interna no CENFIM é realizada através de artigos, cartazes divulgados na Intranet (Sharepoint), utilizando para tal as Novidades da VISTA QAS (trata-se de uma página da Intranet que é da responsabilidade do Departamento da Qualidade, Ambiente e Segurança), jornal CinFormando, Boletim Digital (publicação bimensal) (publicação trimestral), Cartazes e Visitas Culturais/Eventos. Artigos publicados na Vista QAS Cartazes /Guiões/Autocolantes CinFormando/Bolet im Digital Visitas Culturais/Evento s/outros Fornecedores A Pegada do Carbono Dia Mundial do Publicação de artigo Envio de e a Plantação de Ambiente (5 de Junho) técnico: A última Informação aos Árvores Declaração Ambiental fornecedores da do CENFIM-2011 Declaração Ambiental Relatório sobre a O CENFIM no ANO Publicação de artigo análise do aumento do 2011 técnico: Resíduos - consumo de água e Uma oportunidade energia 4445 Artigos publicados na Vista QAS Cartazes /Guiões/Autocolantes CinFormando/Bolet im Digital Visitas Culturais/Evento s/outros Fornecedores Dia da árvore (N. Porto e Ermesinde- 100 Participantes, Relatório de Monitorização da Plantação de árvores no CENFIM Cartaz :Dia Mundial da água (22 de Março) Publicação de artigo: O Rolhinhas NO CENFIM N. Amarante - 30 Participantes, N. A. Valdevez - 26 Participantes, N. C. Rainha -40 Participantes) Publicação de artigo: Carrinhos Solares à Rio + 20 Guião sobre a poupança de água Plantação de árvores no CENFIM velocidade do Sol (N.Porto-50 Participantes) Workshop sobre Relatório de Monitorização Projeto Green Cork- Escolas Cartaz [Energia/ Água/Papel] Compostagem (N. Porto - 40 Participantes e N. Ermesinde - 48 Participantes) Visita de Estudo a Instalações Solares Relatório de Guião para poupança fotovoltaicos e Sustentabilidade-2011 de energia Térmicas (N. Amarante -18 Participantes) Sensibilização à Relatório Final: Cartaz: Formação Compostagem (N. Rolhinhas Sustentável Ermesinde -8 Participantes) "Green Cork Escolas - Campanha de Alecrim Calendário para 2013 Seja Consciente proteja o Meio Ambiente recolha de rolhas de cortiça" (N. M. Grande (120 participantes, N. Santarém - 50 participantes; N. A. Valdevez - 28 Participantes) 4546 Artigos publicados na Vista QAS Cartazes /Guiões/Autocolantes CinFormando/Bolet im Digital Visitas Culturais/Evento s/outros Fornecedores Ação de Sensibilização para Pegada Ecológica WWF a Proteção da Floresta (N. C. Rainha -40 Participantes) Relatório: Plantação de Árvores Hora do Planeta 2012 Calcule a Pegada Ecológica A sustentabilidade ambiental como solução para a crise? Stakeholders - Influência na Organização 4647 12.- PRAZO ESTABELECIDO PARA A APRESENTAÇÃO DA PRÓXIMA DECLARAÇÃO AMBIENTAL, NOME E NÚMERO DO VERIFICADOR AMBIENTAL ACREDITADO. DATA DE VALIDAÇÃO. A próxima Declaração Ambiental será emitida em DECLARAÇÃO AMBIENTAL VALIDADA POR: NOME: Nº de Verificador Ambiental: Assinatura e Carimbo: O Director DATA / / NOTA: Esta Declaração Ambiental, não se encontra validada. 4748 13.- INDICE 1.- Ficha Técnica 2.- Sumário Executivo 3.- Mensagem do Diretor 4.- Apresentação do CENFIM Breves Dados Históricos 4.2- Localização das Instalações do CENFIM Endereços e contactos Missão/Visão/Política/Valores 5.- Apresentação do Sistema de Gestão Ambiental 5.1- Sistema de Gestão Integrado - O Sistema Ambiental 5.2- Aspetos Ambientais significativos- 2011/ Descrição dos Objetivos e Ações e Programa de Gestão Ambiental 6.1- Objetivos /Ações de Objetivos /Ações de Indicadores Ambientais O CENFIM no ano de Descrição do desempenho ambiental do CENFIM 8.1- Consumo de papel 8.2- Consumo de Água 8.3- Consumo de Energia Eléctrica 8.4- Resíduos 8.5- Óleos 8.6- Ruído Ambiental 8.7- Emissões Líquidas 8.8- Emissões Gasosas 8.9- Emergências 9.- Enquadramento Legal do CENFIM 10.- Sistema de Gestão Ambiental 11.- Comunicação com os stakeholders Comunicação Externa Comunicação Interna 12.- Prazo estabelecido para a apresentação da próxima Declaração Ambiental, nome e número do verificador ambiental acreditado. Data de validação 13.- Índice 4849 Índice de Figuras Figura 1- [4/02/2013] Figura 2- [04/02/2013] Figura 3-Mapa com a localização das Instalações do CENFIM Figura 4- Cartaz da Missão, Visão e Política do CENFIM Figura 5- Cartaz com os Valores do CENFIM Figura 6- Processos do CENFIM Figura 7- Cartaz elaborado pelo DQASO para a Plantação de Árvores Figura 8- Capa do Relatório de Monitorização da Plantação de Árvores no CENFIM Figura 9- Recipiente para colocação do Resíduo Rolhas Rolhinhas Figura 10- Imagem retirada do Cartaz O CENFIM no ano 2011 Figura 11-Cartaz elaborado pelo DQASO para a sensibilização ao consumo de papel, energia e água Figura 12-Autocolante elaborado pelo DQASO para colocação dos autoclismos Figura 13- Guião elaborado pelo DQASO para a poupança de água Figura 14-Guião elaborado pelo DQASO para a eco-condução Figura 15-Guião elaborado pelo DQASO para a poupança de energia Figura 16- Figura17- age-1-waste-management.jpg[05/02/2013] Figura 18-Planta de Segregação de Resíduos do Núcleo da M. Grande Figura19- y1kp068fr_[05/02/2013] Figura20- apuj-fbyn [05/02/2013] Figura 21-Chaminé do Núcleo de Arcos de Valdevez Figura cjaUmyA[06/02/2013] Figura23 4950 Figura 24 Autocolante elaborado pelo DQASO para a Avaliação da Conformidade Legal no CENFIM Figura 25- B0oIwuRW_BQM[04/02/2013] Figura 26-http://www.jpm.pt/media/id x580.jpg[07/02/2013] Figura 27- CXMV4zXcp2l1Qr75eksA[07/02/2013] Figura 28- Figura 29- Exemplo de uma Instrução de Segurança elaborada pelo DQASO Figura DkxrtXRkkNjLgDhPV8XHddLtmfAIQ [07/02/2013] Figura 31- Figura 32- [07/02/2013] Figura 33- pk-y44yuvzla [07/02/2013] 5051 Os obstáculos que temos de ultrapassar PRODUTO INTERNO BRUTO (PIB) / INDICADOR PROGRESSO GENUINO (IPG) O Indicador PIB é a medida padrão do desempenho económico de um país, somando todo o valor de mercado de todos de todos os bens e serviços. O Indicador PG, é uma tentativa de medir a sustentabilidade das receitas e o bem estar económico de um país. O IPG ajusta os dados de consumo individual do PIB adicionando os benefícios do trabalho fora do mercado, como o trabalho doméstico e de voluntariado, e subtraindo os custos sociais como o crime, a poluição do ar e da água, e a perda de terras cultiváveis e de floresta. Ao longo dos últimos cinquenta anos, o IPG cresceu a uma taxa muito inferior à do PIB. Fonte: Robert Costanza, et. Al; The Pardee Papers, No.4, January52 Figura 33 DQASO Departamento da Qualidade, Ambiente e Segurança e Saúde Rua da N.ª S.ª da Mão Poderosa ERMESINDE Telefone: Fax: Sede Rua do Açúcar, LISBOA Telefone: Fax: Exibir mais
Melhoria do desempenho ambiental - implementação do Sistema de Gestão Ambiental 1 Melhoria do desempenho ambiental implementação do Sistema de Gestão Ambiental A Caixa Geral de Depósitos (CGD) tem implementado Leia mais SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA
SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA Ciclo de melhoria contínua conhecido como Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act) EMAS METODOLOGIA FASEADA DE IMPLEMENTAÇÃO FASEADA DO EMAS In, APA, Leia mais ORIENTAÇÕES NO ÂMBITO DA ELABORAÇÃO DA DECLARAÇÃO AMBIENTAL E RESPETIVAS
ORIENTAÇÕES NO ÂMBITO DA ELABORAÇÃO DA DECLARAÇÃO AMBIENTAL E RESPETIVAS I. Objetivo ATUALIZAÇÕES As Declarações Ambientais (DA) elaboradas no âmbito do Sistema Comunitário de Ecogestão e Auditoria, devem Leia mais Projecto de Lei nº /X
Grupo Parlamentar Projecto de Lei nº /X ESTABELECE O REGIME APLICÁVEL À GESTÃO DE ÓLEOS ALIMENTARES USADOS Exposição de motivos: Os óleos alimentares usados são um resíduo não perigoso que carece de legislação Leia mais ANEXO COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES
COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 2.12. COM() 614 final ANNEX 1 ANEXO da COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES Fechar o ciclo Leia mais Formulário de Candidatura para admissão como membro do Cluster 2Bparks
Formulário de Candidatura para admissão como membro do Cluster 2Bparks Eu, abaixo-assinado/a, declaro que a organização que represento solicita a sua admissão como Membro do Cluster Ambiental 2Bparks e Leia mais DECLARAÇÃO AMBIENTAL. F.MODA INDÚSTRIA TÊXTIL,LDA Guimarães REG. Nº P-000014
DECLARAÇÃO AMBIENTAL F.MODA INDÚSTRIA TÊXTIL,LDA Guimarães REG. Nº P-000014 DECLARAÇÃO AMBIENTAL Índice 1. Politíca de Qualidade e Ambiente 2 2. Aspectos Gerais 3 3. Introdução 4 4. Apresentação da Empresa Leia mais Indicadores Ambientais
Indicadores Ambientais / Desempenho Em, publicámos o nosso primeiro Relatório Ambiental, como forma de divulgar os nossos esforços e resultados na área da protecção ambiental. A presente publicação deve Leia mais Relatório Ambiental 2013 O nosso compromisso com o ambiente
Relatório Ambiental 2013 O nosso compromisso com o ambiente Relatório Ambiental 2013 O nosso compromisso com o ambiente Março de 2014 QEL/SQA Imprensa nacional-casa da moeda, s. A. Avenida de António Leia mais ALVARÁ DE LICENÇA PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS Nº 00081/2012 (S08958-201207)
1 5 ALVARÁ DE LICENÇA PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS Nº 00081/2012 (S08958-201207) Nos termos do Artigo 32º do Decreto-Lei n.º 178/2006, de 5 de Setembro, com a redação conferida Leia mais SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO
PÓS-GRADUAÇÃO/ESPECIALIZAÇÃO EM SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO QUALIDADE, AMBIENTE, SEGURANÇA E RESPONSABILIDADE SOCIAL FORMAÇÃO SGS ACADEMY PORQUÊ A SGS ACADEMY? Criada, em 2003, como área de negócio da Leia mais XXVIII. Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE
XXVIII Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE 1. Sistema de gestão de qualidade... 2 1.1 Objectivos do sistema... 2 1.2 Estrutura organizativa... 4 1.2.1 Organização interna... 4 1.2.2 Estrutura Leia mais PLANO DE GESTÃO DE RESIDUOS ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. IDENTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS PRODUZIDOS... 4 3. MODO OPERATIVO... 5 4. RESPONSABILIDADES...
PLANO DE GESTÃO DE RESIDUOS ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. IDENTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS PRODUZIDOS... 4 3. MODO OPERATIVO... 5 3.1. FASE DE PLANEAMENTO (PRÉ-OBRA)...5 3.2. FASE DE CONSTRUÇÃO...5 3.2.1. Deposição Leia mais RELATÓRIO DE AUDITORIA
RELATÓRIO DE AUDITORIA MUNICÍPIO DE SÁTÃO Nº EXPEDIENTE: 2008/0132/ER/01 NORMA DE APLICAÇÃO: ISO9001:2008 Nº RELATÓRIO: 08 TIPO DE AUDITORIA: AS1 Requer envio de PAC à LUSAENOR: SIM X NÃO o Data de realização Leia mais Manual para a Avaliação do Desempenho dos Bombeiros Voluntários
Cadernos Técnicos PROCIV Manual para a Avaliação do Desempenho dos Bombeiros Voluntários Edição: Autoridade NAcional de Protecção Civil abril de 2012 02 Cadernos Técnicos PROCIV #20 ÍNDICE 1. INTRODução Leia mais São mais de 80 os serviços que garantem o correcto acondicionamento e encaminhamento do papel/cartão para os respectivos pontos de recolha.
A Câmara Municipal procura ser um exemplo de bom desempenho ambiental. A gestão ambiental da autarquia promove, através de um conjunto de projectos, a reciclagem junto dos munícipes e dos seus trabalhadores. Leia mais Não é um sector específico (Pequenas e médias empresas em geral) - Go to 3
INQUÉRITO EUROPEU DAS PME E O MEIO-AMBIENTE Bem-vindo ao inquérito europeu sobre as PMEs e o meio-ambiente. O questionário deve demorar entre 5-10 minutos para ser concluído. Obrigado! Instituto Tecnológico Leia mais Actualização de dados da Declaração Ambiental
Actualização de dados da Declaração Ambiental 2 0 0 5 G U I M A R Ã E S REG. Nº P-000014 Actualização de dados da Declaração Ambiental 2005 Índice 1. Política de Qualidade e Ambiente 4 2. Aspectos Gerais Leia mais 1 - Introdução 3. 2 - Enquadramento 4. 3 Medidas a implementar 6. 3.1 - Guia de Boas Práticas para o Sector da Saúde 7
ÍNDICE Página 1 - Introdução 3 2 - Enquadramento 4 3 Medidas a implementar 6 3.1 - Guia de Boas Práticas para o Sector da Saúde 7 3.2 As estabelecidas pela ARSC IP, de acordo com as áreas de intervenção Leia mais II Jornadas do Curso do de Engenharia do Ambiente e Biológica Sustentabilidade, Recursos e Resíduos
II Jornadas do Curso do de Engenharia do Ambiente e Biológica Sustentabilidade, Recursos e Resíduos Humberto Marques e Humberto Gonçalves Tomar, 3 de Março 2012 INDUSTRIA DA CONSTRUÇÃO A indústria da construção Leia mais Mais clima para todos
Mais clima para todos 1 Mais clima para todos Na União Europeia, entre 1990 e 2011, o setor dos resíduos representou 2,9% das emissões de gases com efeito de estufa (GEE), e foi o 4º setor que mais contribuiu Leia mais D.R. DO AMBIENTE Despacho n.º 1059/2012 de 25 de Julho de 2012
D.R. DO AMBIENTE Despacho n.º 1059/2012 de 25 de Julho de 2012 Nos termos e para efeitos do disposto no n.º 2 do artigo 110.º do Decreto Legislativo Regional n.º 30/2010/A, de 15 de novembro, que estabelece Leia mais Plano de Ação ECO-ESCOLAS 2013/2014
Gestão ambiental da escola Tema Diagnóstico Objetivos Metas Ações e Atividades Previstas Concretização - Recursos Concretização - Intervenientes Concretização - Calendarização Indicadores (monitorização Leia mais Impostos com relevância ambiental em 2013 representaram 7,7% do total das receitas de impostos e contribuições sociais
Impostos e taxas com relevância ambiental 2013 31 de outubro de 2014 Impostos com relevância ambiental em 2013 representaram 7,7% do total das receitas de impostos e contribuições sociais O valor dos Impostos Leia mais Sistemas de Gestão de Energia
Gestão de Energia e Eficiência Energética nas Empresas Sistemas de Gestão de Energia 25 de Janeiro de 2013 Sistemas de Gestão de Energia Agenda: Gestão de Energia, porquê? Objetivos dos Sistemas de Gestão Leia mais Questionário para Subscrição de Seguro de Responsabilidade Ambiental e por Contaminação
Questionário para Subscrição de Seguro de Responsabilidade Ambiental e por Contaminação Este questionário deve ser preenchido pelo Segurado ou por um representante autorizado, devendo dar-se resposta completa Leia mais EDP - Gestão da Produção de Energia, S.A. Central Termoelétrica de Sines. Produção de Energia Elétrica e Deposição de resíduos não perigosos em aterro
2.º ADITAMENTO À LICENÇA AMBIENTAL nº 300/2009 Nos termos da legislação relativa à Prevenção e Controlo Integrados da Poluição (PCIP), é emitido o 2.º Aditamento à Licença Ambiental do operador EDP - Gestão Leia mais Guia. Boas Práticas Ambientais. Espalhe a Mensagem Ecológica.
Guia Espalhe a Mensagem Ecológica. INTRODUÇÃO 02 POLÍTICA DO AMBIENTE 04 DECLARAÇÃO DE COMPROMISSO 05 PRINCIPAIS ACÇÕES IMPLEMENTADAS 06 OBJECTIVOS A ATINGIR 07 BOAS PRÁTICAS A SEGUIR 08 SIMBOLOGIA ÚTIL Leia mais Sistema Integrado de Gestão da Qualidade e Ambiente
Sistema Integrado de Gestão da Qualidade e Ambiente Concelho de Esposende Distrito de Braga 15 Freguesias Área - Cerca de 95 Km2 População - 33.325 habitantes ( x 3 na época balnear ) Orla Costeira Parque Leia mais Capítulo Descrição Página
MANUAL DA QUALIIDADE ÍNDICE Capítulo Descrição Página 1 Apresentação da ILC Instrumentos de Laboratório e Científicos, Lda Dados sobre a ILC, sua história, sua organização e modo de funcionamento 2 Política Leia mais MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE
DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE DO SISTEMA DE GESTÃO Pág. 2 de 16 Se está a receber este documento, isto já significa que é alguém especial para a UEM Unidade de Estruturas Metálicas SA. Convidamo-lo Leia mais Reabilitação do Sistema de Abastecimento de Água de Luena
E1819 V6 Reabilitação do Sistema de Abastecimento de Água de Luena REHABILITATION OF LUENA WATER SUPPLY SYSTEM PGA PLANO DE GESTÃO AMBIENTAL (PGA) ENVIRONMENTAL MANAGEMENT PLAN (EMP) Adjudicante: Financial Leia mais ALVARÁ DE LICENÇA PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS Nº 5/2013
1 9 ALVARÁ DE LICENÇA PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS Nº 5/2013 (S00537-201301) Nos termos do Artigo 33º. do Decreto-Lei n.º 178/2006, com a redação conferida pelo Decreto- Lei n.º Leia mais PLANO DE AÇÃO 2013/14
Tema Diagnóstico (situações a melhorar) Objetivo(s) Meta(s) Ações e Atividades Previstas Sensibilizar a comunidade escolar para a necessidade crescente de reutilização de materiais; PLANO DE AÇÃO 2013/14 Leia mais XI Congresso Nacional de Engenharia do Ambiente Certificação Ambiental e Responsabilização Social nas Organizações
Livro de actas do I Congresso Nacional de Engenharia do Ambiente Certificação Ambiental e Responsabilização Social nas Organizações 20 e 21 de Maio de 2011 Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias Leia mais Levantamento da situação da atividade empresarial no que se refere à Certificação Ambiental
Levantamento da situação da atividade empresarial no que se refere à Certificação Ambiental Metalúrgico / Eletromecânico DECLARAÇÃO DE EXONERAÇÃO DE RESPONSABILIDADE Este estudo pretende ser essencialmente Leia mais MANUAL DA QUALIDADE. Câmara Municipal do Funchal. Divisão de Atendimento e Informação
Câmara Municipal do Funchal Divisão de Atendimento e Informação INDICE Promulgação Âmbito Exclusões Hierarquia da documentação do Sistema de Gestão da Qualidade Política da Qualidade Missão e Visão Apresentação Leia mais Perguntas Frequentes
Perguntas Frequentes Embalagens e Resíduos de Embalagens 1. Qual o enquadramento legal para embalagens e resíduos de embalagens? 2. Na adesão à entidade gestora do sistema integrado de embalagens e resíduos Leia mais ESTUDO DO IMPACTE AMBIENTAL
ENERGIN AZÓIA Empresa de Cogeração Industrial, S.A. CENTRAL DE COGERAÇÃO A INSTALAR NA SOLVAY PORTUGAL (PÓVOA DE SANTA IRIA, VILA FRANCA DE XIRA) ESTUDO DO IMPACTE AMBIENTAL RESUMO NÃO TÉCNICO Maio de Leia mais CTCV. seminários. Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020. Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015
23 10 2014 Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020 Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015 Victor Francisco Gestão e Promoção da Inovação 21 de outubro Leia mais Errata à Licença Ambiental n.º 19/2006, de 2006.06.23. Instalação Toyota Caetano Portugal, S.A. Divisão Fabril de Ovar Arada, Ovar
Errata à Licença Ambiental n.º 19/2006, de 2006.06.23 Instalação Toyota Caetano Portugal, S.A. Divisão Fabril de Ovar Arada, Ovar (ex. Salvador Caetano Indústrias Metalúrgicas e Veículos de Transporte, Leia mais Apresentação do Projeto
Apresentação do Projeto CTCV, 14 de dezembro 2012 filomena.egreja@iapmei.pt Índice Fundamentos e características do projeto Atividades executadas Empresas e setores: algumas constatações Análise SWOT Empresas Leia mais LEGISLAÇÃO BÁSICA. Portaria nº 867/89, de 7 de Outubro Determina quais devem ser os parâmetros para caracterizar os gases combustíveis
LEGISLAÇÃO BÁSICA Especificações GPL Portaria nº 867/89, de 7 de Outubro Determina quais devem ser os parâmetros para caracterizar os gases combustíveis Portaria nº 348/96, de 8 de Agosto Estabelece as Leia mais Sistema de Produção e Escoamento de Gás e Condensado no Campo de Mexilhão, Bacia de Santos
Sistema de Produção e Escoamento de Gás e Condensado no Campo de Mexilhão, Bacia de Santos (Unidade de Tratamento e Processamento de Gás Monteiro Lobato UTGCA) 3º Relatório Semestral Programa de gerenciamento Leia mais Perguntas Frequentes
Perguntas Frequentes Óleos Alimentares Usados (OAU) GERAL/ENQUADRAMENTO 1. Qual a legislação em vigor em matéria de gestão de óleos alimentares usados? 2. Quais as proibições previstas no âmbito da gestão Leia mais Transporte de resíduos em território nacional
Transporte de resíduos nacional Versão 1: outubro de 2015 em território Transporte de resíduos em território nacional Índice 1 Legislação aplicável ao transporte de resíduos em território nacional... 3 Leia mais Gestão de Instalações Desportivas
Gestão de Instalações Desportivas Ambiente, Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho Módulo 10 sessão 3 Gestão de Instalações Desportivas 1.3. Sistemas integrados de qualidade, ambiente e segurança Ambiente, Leia mais ERP Portugal. Fevereiro 2013
ERP Portugal Fevereiro 2013 1 1 Objetivos Reconhecer e premiar um projeto académico, que se destaque no âmbito da Inovação no Sector da Gestão de Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos (REEE) Leia mais Mod 10-381 rev 0. Manual de Boas Práticas Ambientais. Prestadores de Serviços de Manutenção de Elevadores e Escadas Rolantes
Mod 10-381 rev 0 Manual de Boas Práticas Ambientais Prestadores de Serviços de Manutenção de Elevadores e Escadas Rolantes Mensagem do Conselho de Administração Mensagem do Conselho de Administração A Leia mais Serviços Tecno Consultores em Formação. Serviços Tecnológicos MAPFRE Consultores em Engenharia e Formação
Serviços Tecno Consultores em Formação Consultores em Engenharia e Formação Plano de Formação 2014 Índice Curso Intensivo sobre Segurança no Trabalho para atualização de CAP s 4 Curso Intensivo sobre Segurança Leia mais A GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO UMA NOVA ABORDAGEM DE GESTÃO
por A GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO UMA NOVA ABORDAGEM DE GESTÃO por Resolução do Conselho 2002/C161/01 Nova Estratégia Comunitária de Saúde e Segurança (2002 2006) Redução dos Acidentes de Trabalho Leia mais Plano de Acção 2010-11. Escola Básica 2.3 Professor Noronha Feio Queijas, Oeiras. Página 1 de 7
Página 1 de 7 Diagnóstico Objectivos Diagnóstico Acções Recursos Intervenientes Calendarização Água Resíduos Energia Transportes Biodiversidade Mar Plano de Acção Elementos do Plano de Acção Temas em que Leia mais COMISSÃO DE ASSUNTOS PARLAMENTARES, AMBIENTE E TRABALHO RELATÓRIO E PARECER SOBRE A PROPOSTA DE RESOLUÇÃO N.º 0005/2005 PARA UMA
RELATÓRIO E PARECER SOBRE A PROPOSTA DE RESOLUÇÃO N.º 0005/2005 PARA UMA ASSEMBLEIA AMIGA DO AMBIENTE Ponta Delgada, 13-1 - de Abril de 2005 RELATÓRIO E PARECER SOBRE A PROPOSTA DE RESOLUÇÃO N.º 0005/2005 Leia mais S ão as pessoas, não as empresas, que fazem a qualidade do serviço.
S ão as pessoas, não as empresas, que fazem a qualidade do serviço. Qualidade Ambiente Segurança A Quambis é uma empresa do Grupo Sondar, que tem como principal finalidade prestar um serviço integrado Leia mais Regulamento do Núcleo de Formação
Regulamento do Núcleo de Formação 2013 1.Nota Introdutória Qualquer processo de formação com qualidade exige medidas e instrumentos de normalização e controlo, que permitam garantir desempenhos de excelência Leia mais Apresentação Wintek.Center... 4. Programa das Ações de Formação... 3. Básico de Refrigeração e Climatização... 6
ÍNDICE Apresentação Wintek.Center... 4 Programa das Ações de Formação... 3 Básico de Refrigeração e Climatização... 6 Automação, Controlo e Instrumentação... 7 Electricidade de Sistemas de Refrigeração Leia mais GESTÃO AMBIENTAL SOCIEDADE DE CONSTRUÇÕES SOARES DA COSTA, SA MONTE ADRIANO ENGENAHRIA E CONSTRUÇÃO, SA
GESTÃO AMBIENTAL SOCIEDADE DE CONSTRUÇÕES SOARES DA COSTA, SA MONTE ADRIANO ENGENAHRIA E CONSTRUÇÃO, SA Celina Mareco Gestor Qualidade e Ambiente Nov.11 Construção dos Acessos Rodoviários à Plataforma Leia mais Mod 10-381 rev 0. Manual de Boas Práticas Ambientais. Prestadores de Serviços de Manutenção de Material Circulante
Mod 10-381 rev 0 Manual de Boas Práticas Ambientais Prestadores de Serviços de Manutenção de Material Circulante Mensagem do Conselho de Administração Mensagem do Conselho de Administração A implementação Leia mais IDENTIFICAÇÃO. Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09. Sistema de Gestão da Qualidade
IDENTIFICAÇÃO Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09 Código: CMSeixalSGQ_2600204_ManualGestaoV09 Destinatários: Trabalhadores, Munícipes e Utentes da CMSeixal Campo de aplicação: Leia mais Certificação de Sistema de Gestão Relatório de Auditoria
Certificação de Sistema de Gestão Relatório de Auditoria Organização: Morada: MUNICÍPIO DE CANTANHEDE Praça Marquês de Marialva 3060-133 Cantanhede Representante: Drª Helena Teodósio Sede, Armazém e Estaleiro, Leia mais TUTORIAL PARA PREENCHIMENTO DO MEMORIAL DESCRITIVO
TUTORIAL PARA PREENCHIMENTO DO MEMORIAL DESCRITIVO Campos A Preencher: Todos os campos deverão ser preenchidos. Os campos que não se aplicam ao estabelecimento/empreendimento, preencher com não há. 01 Leia mais OFICINA DE REPARAÇÃO AUTOMÓVEL
OFICINA DE REPARAÇÃO AUTOMÓVEL Que resíduos produz? Segundo o Decreto-Lei nº178/2006, de 5 de Setembro, entende-se por resíduos quaisquer substâncias ou objectos de que o detentor se desfaz ou tem a intenção Leia mais Madeira: Soluções Globais para Investimentos de Sucesso
Madeira: Soluções Globais para Investimentos de Sucesso Prémio Ambiental ZFI Regulamento do Concurso Documento disponível em: www.ibc-madeira.com Regulamento do Concurso Prémio Ambiental ZFI A certificação Leia mais Política Obrigatória Fevereiro 2013. A Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental
Política Obrigatória Fevereiro 2013 A Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental Política Obrigatória Fevereiro 2013 Autor/ Departamento Segurança, Saúde e Sustentabilidade Ambiental Público-alvo Leia mais Contribuir para o desenvolvimento da região em que se inserem;
SIPIE SISTEMA DE INCENTIVOS A PEQUENAS INICIATIVAS EMPRESARIAIS FICHA DE MEDIDA Apoia projectos com investimento mínimo elegível de 15.000 e a um máximo elegível de 150.000, que visem a criação ou desenvolvimento Leia mais PORTUGAL 2009. Sumário Legislação Associação e Intervenientes Mercado EEE 2009 Recolha de REEE
PORTUGAL 2009 DADOS DE MERCADO DE EQUIPAMENTOS ELÉCTRICOS E ELECTRÓNICOS Sumário Legislação Associação e Intervenientes Mercado EEE 2009 Recolha de REEE Pg. 1 Sumário Uma política adequada de gestão de Leia mais PLANO DE PREVENÇÃO E GESTÃO DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO
PLANO DE PREVENÇÃO E GESTÃO DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO ÍNDICE 1.- INTRODUÇÃO... 3 2.- ESPECIFICAÇÕES SOBRE AS OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO... 3 3.- PLANO DE PREVENÇÃO Leia mais PLANO MUNICIPAL DE AMBIENTE PROPOSTA DO PLANO ELABORADO POR CÂMARA MUNICIPAL DE VILA POUCA DE AGUIAR
PLANO MUNICIPAL DE AMBIENTE PROPOSTA DO PLANO ELABORADO POR CÂMARA MUNICIPAL DE VILA POUCA DE AGUIAR FICHA TÉCNICA Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar Eng.º Duarte Marques Eng.ª Cristina Vieira Divisão Leia mais 13-09-2010 MATERIAIS RECICLÁVEIS, PROCESSO DE RECICLAGEM
MATERIAIS RECICLÁVEIS, PROCESSO DE RECICLAGEM 1 2 Introdução História da limpeza; Educação Ambiental; Campanhas de Sensibilização, Publicidade; Reciclagem antigamente; Materiais reutilizáveis; Processos Leia mais Nota Técnica sobre Instalação PCIP
Nota Técnica sobre Instalação PCIP De acordo com o previsto no art 2º do Decreto-Lei 173/2008 de 26 de Agosto que estabelece o regime jurídico relativo à prevenção e controlo integrados de poluição (Diploma Leia mais Portugal 2020 e outros instrumentos financeiros. Dinis Rodrigues, Direção-Geral de Energia e Geologia Matosinhos, 27 de fevereiro de 2014
Portugal 2020 e outros instrumentos financeiros Dinis Rodrigues, Direção-Geral de Energia e Geologia Matosinhos, 27 de fevereiro de 2014 O desafio Horizonte 2020 Compromissos Nacionais Metas UE-27 20% Leia mais 2ª Edição Abril de 2013
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA CERTIF SERVIÇO DE INSTALAÇÃO, MANUTENÇÃO E ASSISTÊNCIA TÉCNICA DE EQUIPAMENTOS DE REFRIGERAÇÃO, AR CONDICIONADO E BOMBAS DE CALOR QUE CONTENHAM GASES FLUORADOS COM EFEITO DE ESTUFA Leia mais Agostinho Paim Cota NIF: 128 659 823
LISTA DE OPERADORES DE GESTÃO DE RESÍDUOS LICENCIADOS EM SÃO JORGE ATUALIZADA A 31.07.2012 Agostinho Paim Cota NIF: 128 659 823 - Armazenagem dos seguintes resíduos: LER Alvará n.º 5/DRA/2012 (validade: Leia mais INSTITUTO MILITAR DOS PUPILOS DO EXÉRCITO 2009/2010
INSTITUTO MILITAR DOS PUPILOS DO EÉRCITO 2009/2010 Diagnóstico Objectivos Acções Previstas Recursos Intervenientes Calendarização Consumo de água acima das metas estabelecidas para 2009/2010 Reduzir o Leia mais GUIA DE ATIVIDADES DE
ATIVIDADES DE ATIVIDADES CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Pré-Escolar & 1º Ciclo CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DE ALBUFEIRA Localização: Quinta da Palmeira - R. dos Bombeiros Voluntários - 8200 ALBUFEIRA TEL.: Leia mais ENSAIOS E MEDIÇÕES UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE DAS EXPORTAÇÕES DO SECTOR METALOMECÂNICO
ENSAIOS E MEDIÇÕES UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE DAS EXPORTAÇÕES DO SECTOR METALOMECÂNICO Ordem dos Engenheiros Junho de 2015 Pedro Castro 1 Índice 1. Apresentação 2. A nossa missão 3. Dados Leia mais Página. Plano. de Gestão Sustentável do IFDR. Poupança. Boas Práticas. Energia. Reciclagem. Plano de Gestão Sustentável do IFDR
Página Plano de Gestão Sustentável do IFDR 2010 Energia Poupança Boas Práticas Reciclagem Dezembro de 2010 Página 2 Energia Poupança Página Reciclagem Boas Práticas Índice 1. Enquadramento 5 2. Objectivos Leia mais Sessão de informação. Janeiro de 2007
Sessão de informação Janeiro de 2007 Agenda Agenda 03 1. Enquadramento do tema Contexto do consumo energético em Portugal Protocolo de Quioto Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável 2. Apresentação Leia mais Ambiental. Cartilha. Aquecimento Global. Saiba como reduzir ou até neutralizar suas emissões de Co2. Vamos deixar um futuro melhor para nossos filhos?
Cartilha Ambiental Vamos deixar um futuro melhor para nossos filhos? Saiba como reduzir ou até neutralizar suas emissões de Co2 Com atitudes simples você pode contribuir para diminuir sua emissão de CO2, Leia mais Curso Requisitos da ISO 14001 - Introdução à Implementação da Norma
Curso Requisitos da ISO 14001 - Introdução à Implementação da Norma Referencial do Curso Objectivos Objectivos Gerais Dar a conhecer os requisitos da ISO 14001 e metodologias de resposta aos mesmos. Objectivos Leia mais REGULAMENTO PARA APROVAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1.º. Objecto
REGULAMENTO PARA APROVAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Objecto O presente Regulamento estabelece, ao abrigo do disposto no n.º 4 do artigo 66.º-B do Decreto-Lei Leia mais Março 2014 RELATÓRIO DE DESEMPENHO AMBIENTAL. Referente ao período 01.01.2014 a 31.12.2014
Março 2014 RELATÓRIO DE DESEMPENHO AMBIENTAL Referente ao período 01.01.2014 a 31.12.2014 Fevereiro 2015 ÍNDICE 1 Apresentação da Empresa... 2 1.1 Evolução Histórica... 2 1.2 Actividade da Empresa... 3 Leia mais Profico Projetos, Fiscalização e Consultoria, Lda.
Profico Projetos, Fiscalização e Consultoria, Lda. Rua Alfredo da Silva, 11B 1300-040 Lisboa Tlf. +351 213 619 380 Fax. +351 213 619 399 profico@profico.pt www.profico.pt INDICE 1. DESCRIÇÃO GERAL DA PROFICO... Leia mais CAU/SP. Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo
CAU/SP Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo Estudo para implantação do SGA, PE e A3P Sistema de Gestão Ambiental do CAU/SP Programa de Ecoeficiência do CAU/SP Agenda Ambiental na Administração Leia mais ANEXO REGULAMENTO DE AMBIENTE, SEGURANÇA E HIGIENE NA EXECUÇÃO DE OBRAS/PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS/COMPRA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTO
ANEXO REGULAMENTO DE AMBIENTE, SEGURANÇA E HIGIENE NA EXECUÇÃO DE OBRAS/PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS/COMPRA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTO 1. Objetivo do Regulamento O presente Regulamento, em reforço das exigências Leia mais RELATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE 2011
1 Nível de Aplicação, segundo o GRI FICHA TÉCNICA Edição: CENFIM - Centro de Formação Profissional da Indústria Metalúrgica e Metalomecânica Título: Relatório de Sustentabilidade do CENFIM - 2011 Autor: Leia mais DIREITOS DOS CONSUMIDORES. de energia europeus. O que cada consumidor de energia ganha com a legislação europeia. Energia
DIREITOS DOS CONSUMIDORES de energia europeus O que cada consumidor de energia ganha com a legislação europeia Energia Europe Direct é um serviço que responde às suas perguntas sobre a União Europeia Linha Leia mais RELATÓRIO DO ESTADO DO AMBIENTE 2008 INDICADORES
RELATÓRIO DO ESTADO DO AMBIENTE 28 1 INDICADORES ÁGUA 8 Evolução do número de análises em cumprimento do valor paramétrico 1, Análises (n.º) 7 6 5 4 3 2 1 591 65 64 278 97,48% 97,53% Fonte: ERSAR, 29 623 Leia mais PORTARIA N.º 744-A/99
MINISTÉRIOS DA SAÚDE E DO AMBIENTE PORTARIA N.º 7-A/99 P DE DE AGOSTO Aprova os programas de acção específicos para evitar ou eliminar a poluição proveniente de fontes múltiplas de mercúrio. A Directiva Leia mais Sistema de Incentivos ao Desenvolvimento do Artesanato
Sistema de Incentivos ao Desenvolvimento do Artesanato Formulário de Candidatura Nº do Processo ( I ) O promotor, abaixo assinado solicita a concessão do incentivo previsto no Decreto Legislativo Regional Leia mais Janeiro 2012. Instruções de Segurança. Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores
Cenário 1 Alarme de reconhecimento Responsável Bloco faz o reconhecimento Atuação Equipa 1ª Intervenção Alarme Parcial Bloco A Atuação Equipa Evacuação Bloco A Situação Controlada? Sinistro? Sim Não Reposição Leia mais ERS 3002 - Qualidade e Segurança Alimentar na Restauração. www.apcer.pt
ERS 3002 - Qualidade e Segurança Alimentar na Restauração www.apcer.pt AGENDA Apresentação APCER Desenvolvimento ERS3002 Conteúdo da ERS3002 Metodologias de auditorias Associação constituída em Abril 1996 Leia mais Colóquio: As Empresas de Serviços Energéticos em Portugal
Colóquio: As Empresas de Serviços Energéticos em Portugal Lisboa, 30 de Dezembro Miguel Matias Presidente da APESE Vice-Presidente Self Energy A Eficiência Energética na Cidade oportunidade na Reabilitação Leia mais Qualificação e Internacionalização das PME
Qualificação e Internacionalização das PME Portugal 2020 Programa Operacional INFEIRA GABINETE DE CONSULTADORIA, LDA. RUA DO MURADO, 535, 4536-902, MOZELOS 227 419 350 INFEIRA.PT 0 Tipologia de Projetos Leia mais VAMOS FAZER MENOS LIXO: REDUÇÃO REUTILIZAÇÃO REDUÇÃO, REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM
1 VAMOS FAZER MENOS LIXO: REDUÇÃO, REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM POLÍTICA DOS 3 R S: consiste na aplicação dos seguintes princípios, por ordem de prioridade: REDUÇÃO da quantidade de resíduos produzidos e Leia mais Análise de sustentabilidade da empresa
Análise de sustentabilidade da empresa Em 2013, a NAV Portugal manteve a prática de integração dos princípios de sustentabilidade nas políticas e processos da sua gestão, como suporte à promoção do seu Leia mais PERGUNTAS E RESPOSTAS
Fundo de Eficiência Energética PERGUNTAS E RESPOSTAS Aviso 11 Hotelaria - Incentivo à promoção da Eficiência Energética 2015 ÍNDICE 1. O que é o FEE Fundo de Eficiência Energética?... 3 2. Qual o enquadramento Leia mais SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO DE RESÍDUOS
SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO DE RESÍDUOS Passado, Presente e Futuro da Gestão de Resíduos Hospitalares em Portugal Missão Técnica a Portugal Logística Reversa 20 a 24 de Outubro de 2014 1 AGENDA 1 2 3 Leia mais Calendário Formação 2011
ÁREA: SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade IS0 9001:2008 16 HORAS 21 FEV 22 FEV LISBOA 21 MAR 22 MAR LISBOA 16 MAI 17 MAI PORTO 10 OUT 11 OUT LISBOA 14 NOV Leia mais 2016 © DocPlayer.com.br Política de Privacidade | Termos de serviço | Feedback