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Timestamp: 2017-12-15 09:16:54+00:00
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Matched Legal Cases: ['Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 6', 'Artigo 7', 'Artigo 8', 'Artigo 9', 'Artigo 10', 'Artigo 11', 'Artigo 12', 'artigo 4', 'artigo 4', 'Artigo 13', 'Artigo 14', 'Artigo 15', 'Artigo 16', 'Artigo 17', 'Artigo 18', 'Artigo 19', 'artigo 16', 'Artigo 20', 'Artigo 21', 'Artigo 22', 'artigo 25', 'artigo 24', 'Artigo 23', 'artigo 21', 'Artigo 24', 'Artigo 25', 'artigo 37', 'Artigo 26', 'artigo 39', 'Artigo 27', 'Artigo 28', 'Artigo 29', 'Artigo 30', 'Artigo 31', 'Artigo 32', 'artigo 30', 'artigo 31', 'artigo 33', 'artigo 9', 'artigo 6', 'artigo 7', 'artigo 8', 'Artigo 33', 'Artigo 34', 'Artigo 35', 'Artigo 36']

Regulamento do Transporte Público de Aluguer em Veículos Automóveis Ligeiros de Passageiros Transportes em Táxi - PDF
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Bruno Luiz Pacheco de Almada
1 Regulamento do Transporte Público de Aluguer em Veículos Automóveis Ligeiros de Passageiros Transportes em Táxi CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1.º Âmbito de aplicação O presente Regulamento aplica-se a toda a área do município de Vila Real de Santo António. Artigo 2.º Objecto O presente Regulamento aplica-se aos transportes públicos de aluguer em veículos ligeiros de passageiros, como tal definidos pelo Decreto-Lei n.º 251/98, de 11 de Agosto, e legislação complementar e adiante designados por transportes em táxi. Artigo 3.º Definições Para efeitos do presente regulamento considera-se: a) Táxi o veículo automóvel ligeiro de passageiros afecto ao transporte público, equipado com aparelho de medição de tempo e distância
2 (taxímetro) e com distintivos próprios, titular de licença emitida pela Câmara Municipal; b) Transporte em táxi o transporte efectuado por meio de veículo a que se refere a alínea anterior, ao serviço de uma só entidade, segundo itinerário da sua escolha e mediante remuneração; c) Transportador em táxi a empresa habilitada com alvará para o exercício da actividade de transportes em táxi. CAPÍTULO II Acesso à actividade Artigo 4.º Licenciamento da actividade 1 - A actividade de transportes em táxi só pode ser exercida por sociedades comerciais ou cooperativas licenciadas pela Direcção-Geral de Transportes Terrestres (DGTT), ou por empresários em nome individual no caso de pretenderem explorar uma única licença. 2 Aos concursos para a concessão de licenças para a actividade de transportes em táxi podem concorrer para além das entidades previstas no número anterior os trabalhadores por conta de outrem, bem como os membros de cooperativas licenciadas pela Direcção-Geral de Transportes Terrestres e que preencham as condições de acesso e exercício da actividade nos termos do Decreto-Lei n.º 251/98, de 11 de Agosto. 3 A licença para o exercício da actividade de transportes em táxi consubstancia-se num alvará, o qual é intransmissível e é emitido por um prazo não superior a cinco anos, renovável mediante comprovação de que se mantêm os requisitos de acesso à actividade. 4 A DGTT procederá ao registo de todas as empresas titulares de alvará para o exercício desta actividade.
3 Artigo 5.º Requisitos de acesso São requisitos de acesso à actividade a idoneidade, a capacidade técnica ou profissional e a capacidade financeira, tal como vêm estipuladas no Decreto-Lei n.º 251/98, de 11 de Agosto. CAPÍTULO III Acesso e organização do mercado SECÇÃO I Licenciamento de veículos Artigo 6.º Veículos 1 No transporte em táxi só podem ser utilizados veículos automóveis ligeiros de passageiros de matrícula nacional, com lotação não superior a nove lugares, incluindo o condutor, equipados com taxímetro e conduzidos por motoristas habilitados com certificado de aptidão profissional. 2 As normas de identificação, o tipo de veículo e outras características a que devem obedecer os táxis, são estabelecidos na Portaria n.º 277-A/99, de 15 de Abril. Artigo 7.º Licenciamento dos veículos
4 1 Os veículos afectos ao transporte em táxi estão sujeitos a uma licença a emitir pela Câmara Municipal, nos termos do capítulo IV do presente Regulamento. 2 A licença emitida pela Câmara Municipal é comunicada pelo interessado à Direcção-Geral de Transportes Terrestres, para efeitos de averbamento no alvará. 3 A licença do táxi e o alvará ou sua cópia certificada devem estar a bordo do veículo. SECÇÃO II Tipos de serviço e locais de estacionamento Artigo 8.º Tipos de serviço Os serviços de transporte em táxi são prestados em função da distância percorrida e dos tempos de espera, ou: a) À hora, em função da duração do serviço; b) A percurso, em função dos preços estabelecidos para determinados itinerários; c) A contrato, em função de acordo reduzido a escrito por prazo não inferior a 30 dias, onde constam, obrigatoriamente, o respectivo prazo, a identificação das partes e o preço acordado.
5 Artigo 9.º Regime de estacionamento 1 Na área do município vigorará o regime de estacionamento condicionado. 2 No regime de estacionamento condicionado, os táxis podem estacionar em qualquer dos locais reservados para o efeito, até ao limite dos lugares fixados. 3 Para efeitos no número anterior, são locais de estacionamento na área do município, os abaixo mencionados, com as seguintes dotações: a) Freguesia de Vila Real de Santo António: Mercado Municipal... 2 Lugares Estação da C. P Lugares Centro de Saúde... 2 Lugares Edifício da Alfândega... 6 Lugares Avenida da República...10 Lugares b) Freguesia de Monte Gordo: Avenida Infante D. Henrique Lugares Rotunda de Entrada... 3 Lugares c) Freguesia de Vila Nova de Cacela: Centro de Vila Nova de Cacela... 5 Lugares Praia da Manta Rota... 2 Lugares 4 Pode a Câmara Municipal, no uso das suas competências em matéria de ordenação de trânsito, alterar, dentro da área para que os contigentes são fixados, os locais onde os veículos podem estacionar.
6 5 Excepcionalmente, por ocasião de eventos que determinam um acréscimo excepcional de procura, a Câmara Municipal poderá criar locais de estacionamento temporário de táxis, em local diferente do fixado e definir as condições em que o estacionamento é autorizado nesses locais. 6 Os locais destinados ao estacionamento de táxis referidos no n.º 3 serão devidamente assinalados através de sinalização horizontal e vertical. Artigo 10.º Fixação de contigentes 1 O número de táxis em actividade no município será estabelecido por um contigente fixado pela Câmara Municipal e que abrangerá todas as freguesias do município. 2 A fixação do contigente será feita com uma periodicidade de dois anos e será sempre precedida da audição das entidades representativas do sector. 3 Na fixação do contigente, serão tomadas em consideração as necessidades globais de transporte em táxi na área municipal. Artigo 11º Táxis para pessoas com mobilidade reduzida 1 A Câmara Municipal atribuirá licenças de táxis para o transporte de pessoas com mobilidade reduzida, desde que devidamente adaptados, de acordo com as regras definidas por despacho do director-geral dos Transportes Terrestres. 2 As licenças a que se refere o número anterior são atribuídas pela Câmara Municipal fora do contigente e sempre que a necessidade deste tipo de veículos não possa ser assegurada pela adaptação dos táxis existentes no município.
7 3 A atribuição de licenças de táxis para transporte de pessoas com mobilidade reduzida fora do contigente, será feita por concurso, nos termos estabelecidos neste Regulamento. CAPÍTULO IV Atribuição de licenças Artigo 12.º Atribuição de licenças 1 A atribuição de licenças para o transporte em táxi é feita por concurso público aberto às entidades referidas no artigo 4.º do presente diploma. 2 No caso de a licença em concurso ser atribuída a uma das pessoas referidas no n.º 2 do artigo 4.º do presente Regulamento, esta dispõe de um prazo de 180 dias para efeitos de licenciamento para o exercício da actividade, findo o qual caduca o respectivo direito à licença. 3 O concurso público é aberto por deliberação da Câmara Municipal, de onde constará também a aprovação do programa de concurso. Artigo 13.º Abertura de concursos 1 Será aberto um concurso público por cada freguesia ou grupos de freguesias tendo em vista a atribuição da totalidade das licenças do contigente dessa freguesia ou grupos de freguesias ou apenas de parte delas. 2 Quando se verifique o aumento do contigente ou a libertação de alguma licença poderá ser aberto concurso para a atribuição das licenças correspondentes.
8 Artigo 14.º Publicitação do concurso 1 O concurso público inicia-se com a publicação de um anúncio no Diário da República, 3º série. 2 O concurso será publicado, em simultâneo com aquela publicação, num jornal de circulação nacional ou num de circulação local ou regional, bem como por edital a afixar nos locais de estilo e obrigatoriamente na sede ou sedes de junta de freguesia para cuja área é aberto o concurso. 3 O período para apresentação de candidaturas será, no mínimo, de 15 dias, contados da publicação no Diário da República. 4 No período referido no número anterior o programa de concurso estará exposto para consulta do público no edifício da Câmara Municipal. 5 A abertura do concurso será comunicada às organizações sócioprofissionais do sector. Artigo 15.º Programa de concurso 1 O programa de concurso define os termos a que obedece o concurso e especificará, nomeadamente, o seguinte: a) Identificação do concurso; b) Identificação da entidade que preside ao concurso; c) O endereço do município, com menção do horário de funcionamento; d) A data limite para a apresentação das candidaturas; e) Os requisitos mínimos de admissão ao concurso; f) A forma que deve revestir a apresentação das candidaturas, nomeadamente modelos de requerimentos e declarações; g) Os documentos que acompanham obrigatoriamente as candidaturas;
9 h) Os critérios que presidirão à ordenação dos candidatos e consequente atribuição de licenças. 2 Da identificação do concurso constará expressamente: a área e o tipo de serviço para que é aberto e o regime de estacionamento. Artigo 16.º Requisitos de admissão a concurso Só podem apresentar-se a concurso os interessados que preencham as condições de acesso e exercício da profissão, definidas nos termos da lei. Artigo 17.º Apresentação da candidatura 1 As candidaturas serão apresentadas por mão própria ou pelo correio até ao termo do prazo fixado no anúncio do concurso, no serviço municipal por onde corra o processo. 2 Quando entregues por mão própria, será passado ao apresentante recibo de todos os requerimentos, documentos e declarações entregues. 3 As candidaturas que não sejam apresentadas até ao dia limite do prazo fixado, por forma a nesse dia darem entrada nos serviços municipais, serão consideradas excluídas. 4 A não apresentação de quaisquer documentos a entregar no acto de candidatura, que devam ser obtidos perante qualquer entidade pública, pode não originar a imediata exclusão do concurso, desde que seja apresentado recibo passado pela entidade em como os mesmos documentos foram requeridos em tempo útil. 5 No caso previsto no número anterior, será a candidatura admitida condicionalmente, devendo aqueles ser apresentados nos dois dias úteis seguintes
10 ao limite do prazo para apresentação das candidaturas, findos os quais será aquela excluída. Artigo 18.º Da candidatura 1 A candidatura é feita mediante requerimento dirigido ao presidente da Câmara, de acordo com modelo a aprovar pela Câmara Municipal e deverá ser acompanhada dos seguintes documentos: a) Documento comprovativo de que é titular do alvará emitido pela Direcção-Geral de Transportes Terrestres, ou documentos comprovativos de se preencherem os requisitos de acesso à actividade, ou seja, certificado de registo criminal, certificado de capacidade profissional para o transporte em táxi e garantia bancária no valor mínimo exigido para a constituição de uma sociedade; b) Documento comprovativo de se encontrar regularizada a sua situação relativamente às contribuições para a segurança social; c) Documento comprovativo de que se encontra em situação regularizada relativamente a impostos ao Estado. 2 Sem prejuízo no disposto no n.º 1 do presente artigo, o programa de concurso poderá fixar outros requisitos mínimos de admissão ao concurso. Artigo 19.º Análise das candidaturas Findo o prazo a que se refere o n.º 1 do artigo 16.º, o serviço por onde corre o processo de concurso, apresentará à Câmara Municipal, no prazo de 10 dias, um relatório fundamentado com a classificação ordenada dos candidatos
11 para efeitos de atribuição da licença, de acordo com o critério de classificação fixado. Artigo 20.º Critérios de atribuição de licenças 1 Na classificação dos concorrentes e na atribuição de licenças serão tidos em consideração os seguintes critérios de preferência, por ordem decrescente: a) Localização da sede social na freguesia para que é aberto o concurso; b) Localização da sede social em freguesia da área do município; c) Número de anos de actividade efectiva no sector; d) Nunca ter sido contemplado em concursos anteriores realizados após a aprovação do presente Regulamento; e) Localização da sede social em município contíguo. 2 A cada candidato será concedida apenas uma licença em cada concurso, pelo que deverão os candidatos, na apresentação da candidatura, indicar as preferencias das freguesias a que concorrem. Artigo 21.º Atribuição de licença 1 A Câmara Municipal, tendo presente o relatório apresentado, dará cumprimento aos artigos 100.º e seguintes do Código de Procedimento Administrativo, dando aos candidatos o prazo de 15 dias para se pronunciarem sobre o mesmo. 2 Recebidas as reclamações dos candidatos, serão as mesmas analisadas pelo serviço que elaborou o relatório de classificação inicial, e que apresentará à
12 Câmara Municipal um relatório final, devidamente fundamentado, para decisão definitiva sobre a atribuição da licença. 3 Da deliberação que decida a atribuição de licença deve constar obrigatoriamente: a) Identificação do titular da licença; b) A freguesia, ou área do município, em cujo contigente se inclui a licença atribuída; c) O tipo de serviço que está autorizado a praticar; d) O regime de estacionamento e o local de estacionamento, se for caso disso; e) O número dentro do contigente; f) O prazo para o futuro titular da licença proceder ao licenciamento do veículo, nos termos dos artigos 7.º e 22.º deste Regulamento. Artigo 22.º Emissão da licença 1 Dentro do prazo estabelecido na alínea f) do artigo anterior, futuro titular da licença apresentará o veículo para verificação das condições constantes da Portaria n.º 277-A/99, de 15 de Abril. 2 Após a vistoria ao veículo nos termos do número anterior, e nada havendo a assinalar, a licença é emitida pelo presidente da Câmara Municipal, a pedido do interessado, devendo o requerimento ser feito em impresso próprio fornecido pela Câmara Municipal, e ser acompanhado dos seguintes documentos, os quais serão devolvidos ao requerente após conferência: a) Alvará de acesso à actividade emitido pela Direcção-Geral de Transportes Terrestres;
13 b) Certidão emitida pela Conservatória do Registo Comercial ou bilhete de identidade, no caso de pessoas singulares; c) Livrete do veículo e título de registo de propriedade; d) Declaração do anterior titular da licença, com assinatura reconhecida presencialmente, nos casos em que ocorra a transmissão da licença prevista no artigo 25.º do presente Regulamento; e) Licença emitida pela Direcção-Geral de Transportes Terrestres no caso de substituição das licenças prevista no artigo 24.º deste Regulamento. 3 Pela emissão da licença é devida uma taxa, de acordo com a tabela de taxas em vigor no município. 4 Por cada averbamento é devida uma taxa, de acordo com a tabela de taxas em vigor no município. 5 - A Câmara Municipal devolverá ao requerente um duplicado do requerimento devidamente autenticado, o qual substitui a licença por um período máximo de 30 dias. 6 A licença obedece ao modelo e condicionalismo previsto no Despacho n.º 8894 (2.ª série), da Direcção-Geral de Transportes Terrestres. (Diário da República n.º 104, de 5 de Maio de 1999.) Artigo 23.º Caducidade da licença 1 A licença de táxi caduca nos seguintes casos: a) Quando não for iniciada a exploração no prazo fixado pela Câmara Municipal, ou, na falta deste, nos 90 dias posteriores à emissão da licença;
14 b) Quando o alvará emitido pela Direcção-Geral de Transportes Terrestres não for renovado; c) Quando houver substituição de veículo; d) Sempre que haja abandono do exercício da actividade. 2 As licenças para a exploração da indústria de transportes de aluguer em veículo ligeiros de passageiros, emitidas ao abrigo do Regulamento de Transportes Automóveis (RTA), aprovado pelo Decreto n.º , de 31 de Dezembro de 1948, e suas posteriores alterações, caducam em 31 de Dezembro de Em caso de morte do titular da licença no decurso do prazo a que se refere, a actividade pode continuar a ser exercida pelo cabeça-de-casal, provisoriamente, mediante substituição da licença, contando-se o prazo de caducidade a partir da data do óbito. 4 - No caso previsto na alínea c) do n.º 1 deverá proceder-se a novo licenciamento de veículo, observando para o efeito a tramitação prevista no artigo 21.º do presente Regulamento, com as necessárias adaptações. Artigo 24.º Prova de renovação do alvará Os titulares de licenças emitidas pela Câmara Municipal devem fazer prova da renovação do alvará no prazo máximo de 30 dias. Artigo 25.º Substituição das licenças 1 As licenças a que se refere o n.º 2 do artigo 37.º do Decreto-Lei n.º 251/98, de 11 de Agosto, serão substituídas pelas licenças previstas no presente Regulamento, até 31 de Dezembro de 2002, a requerimento dos interessados e
15 desde que estes tenham obtido o alvará para o exercício da actividade de transportador em táxi. 2 Nas situações previstas no número anterior, e em caso de morte do titular da licença, a actividade pode continuar a ser exercida pelo cabeça-de-casal, provisoriamente, mediante substituição da licença pela Câmara Municipal. 3 O processo de licenciamento obedece ao estabelecido nos artigos 6.º e 21.º do presente Regulamento, com as necessárias adaptações. Artigo 26.º Transmissão das licenças 1 Durante o período de três anos a que se refere o artigo 39.º do Decreto-Lei n.º 251/98, de 11 de Agosto, os titulares de licenças para exploração da indústria de transportes de aluguer em veículos ligeiros de passageiros podem proceder à sua transmissão, exclusivamente para sociedades comerciais ou cooperativas com alvará para o exercício da actividade de transportador em táxi. 2 Num prazo de 15 dias após a transmissão da licença tem o interessado de proceder à substituição da licença, nos termos deste Regulamento. Artigo 27.º Publicidade e divulgação da concessão da licença através de: 1 A Câmara Municipal dará imediata publicidade à concessão da licença a) Publicação de aviso em Boletim Municipal, quando exista, e através de edital a afixar nos Paços do Município e nas sedes das juntas de freguesia abrangidas; b) Publicação de aviso num dos jornais mais lidos na área do município.
16 2 A Câmara Municipal comunicará a concessão da licença e o teor desta às seguintes entidades: a) Presidente da junta de freguesia respectiva; b) Comandante da força policial existente no concelho; c) Direcção-Geral de Transportes Terrestres; d) Direcção-Geral de Viação; e) Organizações sócio-profissionais do sector. Artigo 28.º Obrigações fiscais No âmbito do dever de cooperação com a administração fiscal que impende sobre as autarquias locais, a Câmara Municipal comunicará à direcção de finanças respectiva a emissão de licenças para exploração da actividade de transportes em táxi. Artigo 29.º Abandono do exercício da actividade 1 Salvo no caso fortuito ou de força maior, bem como de exercício de cargos sociais ou políticos, considera-se que há abandono de exercício da actividade sempre que os táxis não estejam à disposição do público durante 30 dias consecutivos ou 60 interpolados dentro do período de um ano. 2 Sempre que haja abandono de exercício da actividade caduca o direito à licença do táxi.
17 CAPÍTULO V Fiscalização e regime sancionatório Artigo 30.º Entidade fiscalizadora São competentes para a fiscalização das normas constantes do presente Regulamento, a Direcção-Geral de Transportes Terrestres, a Câmara Municipal, a Guarda Nacional Republicana e a Polícia de Segurança Pública. Artigo 31.º Iniciativa O processo de contra-ordenação inicia-se oficiosamente mediante denúncia das autoridades fiscalizadoras ou particular. Artigo 32.º Contra-ordenações 1 Sem prejuízo das competências atribuídas a outras entidades fiscalizadoras pelos artigos 27.º, 28.º 29.º, no n.º 1 do artigo 30.º e no artigo 31.º, bem como das sanções acessórias previstas no artigo 33.º do Decreto-Lei n.º 251/98 de 11 de Agosto, constitui contra-ordenação a violação das seguintes normas do presente Regulamento, puníveis com coima de $00 a $00: a) O incumprimento do regime de estacionamento previsto no artigo 9.º; b) A inobservância das normas de identificação e características dos táxis referidas no artigo 6.º; c) A inexistência dos documentos a que se refere o n.º 3 do artigo 7.º;
18 d) O abandono da exploração do táxi nos termos do art.º 29.º; e) O incumprimento do disposto no artigo 8.º. 2 O processamento das contra-ordenações previstas nas alíneas anteriores compete à Câmara Municipal e a aplicação das coimas é da competência do presidente da Câmara Municipal. 3 A Câmara Municipal comunica à Direcção-Geral de Transportes Terrestres, assim como, às organizações Sócio-profissionais do sector, as infracções cometidas e respectivas sanções. 4 A tentativa e a negligência são puníveis. CAPÍTULO VI Disposições finais e transitórias Artigo 33.º Regime supletivo Aos procedimentos do concurso para atribuição das licenças são aplicáveis, subsidiariamente e com as necessárias adaptações, as normas dos concursos para aquisição de bens e serviços. Artigo 34.º Omissões Os casos omissos no presente Regulamento serão regulados pela legislação vigente e pelas deliberações da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António.
19 Artigo 35.º Norma revogatória São revogadas todas as disposições regulamentares aplicáveis ao transporte em táxi que contrariem o estabelecido no presente Regulamento. Artigo 36.º Entrada em vigor publicação. O presente Regulamento entra em vigor no primeiro dia útil após a sua