Source: http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=CELEX:32009R0397:PT:NOT
Timestamp: 2014-03-07 18:10:07+00:00
Document Index: 72654885

Matched Legal Cases: ['artigo 7', 'artigo 7', 'artigo 7', 'artigo 7', 'artigo 158', 'artigo 56']

EUR-Lex - 32009R0397 - PT
JO L 126de 21.5.2009, p. 3—4 (BG, ES, CS, DA, DE, ET, EL, EN, FR, GA, IT, LV, LT, HU, MT, NL, PL, PT, RO, SK, SL, FI, SV)
Edição especial em língua croata Capítulo 14 Fascículo 003 p. 129 - 130
de efeito: 10/06/2009; entrada em vigor data de publicação +20 ver art. 2
proposta Comissão; COM 2008/0838 final
12006E162 Selecionar todos os documentos que têm este ato como base jurídica
32006R1080 alteração adjunção artigo 7.1BI a partir de 10/06/2009
32006R1080 alteração alteração artigo 7.2 a partir de 10/06/2009
32006R1080 alteração adjunção artigo 7.4 a partir de 01/08/2006
52008PC0838 adoção Alterado por:
32006L0032 Selecionar todos os documentos que citam este documento
(1) Tendo em vista o reforço do potencial de crescimento sustentável a longo prazo da Europa, a Comissão aprovou em 26 de Novembro de 2008 uma Comunicação sobre um Plano de Relançamento da Economia Europeia, que salienta a importância dos investimentos tendentes a melhorar a eficiência energética dos edifícios, incluindo o sector da habitação.
(2) O Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) apoia intervenções no sector da habitação, incluindo a eficiência energética, apenas a favor dos Estados-Membros que tenham aderido à União Europeia em ou após 1 de Maio de 2004, caso estejam preenchidas as condições previstas no n.o 2 do artigo 7.o do Regulamento (CE) n.o 1080/2006 do Parlamento Europeu e do Conselho [3]. Esse apoio aos investimentos em matéria de eficiência energética e de energias renováveis deverá ser disponibilizado a todos os Estados-Membros.
(3) Deverá ser prestado apoio aos investimentos que têm lugar no âmbito de regimes públicos, de acordo com os objectivos da Directiva 2006/32/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 5 de Abril de 2006, relativa à eficiência na utilização final de energia e aos serviços energéticos [4].
(4) De forma a garantir o respeito dos objectivos da política de coesão tal como previstos no artigo 158.o do Tratado, as intervenções deverão apoiar a coesão social.
(5) O Tribunal de Contas Europeu recomendou, no seu Relatório Anual de 2007, que as autoridades legislativas e a Comissão estivessem preparadas para reconsiderar a concepção dos futuros programas de despesas, tendo em atenção a necessidade de simplificar a base de cálculo dos custos elegíveis e de utilizar em mais larga medida pagamentos de montantes fixos ou taxas forfetárias em vez de reembolsar os "custos reais".
(6) A fim de assegurar a simplificação necessária da gestão, da administração e do controlo de operações que beneficiam de subsídios do FEDER, particularmente quando ligadas a um sistema de reembolso baseado nos resultados, convém acrescentar três novas formas de custos elegíveis, a saber, custos indirectos, montantes fixos e taxas forfetárias normalizadas de custos unitários.
(7) A fim de garantir a segurança jurídica em relação à elegibilidade das despesas, estas formas adicionais de custos elegíveis deverão ser aplicáveis a todos os subsídios do FEDER. A aplicação retroactiva deverá, por conseguinte, ter início a partir de 1 de Agosto de 2006, data de entrada em vigor do Regulamento (CE) n.o 1080/2006.
(8) O Regulamento (CE) n.o 1080/2006 deverá, portanto, ser alterado neste sentido,
1. É inserido o seguinte número:
"1-A. Em cada Estado-Membro, as despesas para melhorar a eficiência energética e a utilização de energias renováveis em habitações existentes são elegíveis até um montante máximo de 4 % da dotação total do FEDER.
Os Estados-Membros definem as categorias de habitações elegíveis no âmbito da regulamentação nacional, nos termos do n.o 4 do artigo 56.o do Regulamento (CE) n.o 1083/2006, visando apoiar a coesão social.".
2. O proémio do n.o 2 passa a ter a seguinte redacção:
"2. As despesas com a habitação, à excepção da eficiência energética e da utilização de energias renováveis tal como previstas no n.o 1-A, são elegíveis apenas para os Estados-Membros que tenham aderido à União Europeia em ou após 1 de Maio de 2004, desde que estejam preenchidas as seguintes condições:".
3. É inserido o seguinte número:
"4. No caso de subsídios, as seguintes despesas são elegíveis para a contribuição do FEDER, desde que incorridas nos termos da regulamentação nacional, incluindo as regras contabilísticas, e nas condições específicas a seguir previstas:
i) custos indirectos declarados numa base forfetária, até um máximo de 20 % dos custos directos de cada operação,
ii) custos de taxa forfetária calculados por aplicação de escalas normalizadas de custos unitários, tal como definidas pelo Estado-Membro,
iii) montantes fixos destinados a cobrir a totalidade ou parte dos custos de uma operação.
O montante fixo referido na alínea iii) não deve exceder 50000 EUR.".
[4] JO L 114 de 27.4.2006, p. 64.