Source: https://pt.slideshare.net/inforPROF/despacho-no-114212014-adocao-manuais-escolares
Timestamp: 2017-03-23 14:46:13+00:00
Document Index: 537713

Matched Legal Cases: ['artigo 2', 'artigo 3', 'artigo 16', 'artigo 11', 'artigo 21', 'artigo 22', 'artigo 5', 'artigo 20', 'artigo 22', 'artigo 9', 'artigo 22', 'artigo 9']

23666 Diário da República, 2.ª série — N.º 175 — 11 de setembro de 2014 b) Identificar as condições de instalação, funcionamento e os preços dos cuidados de saúde e de apoio social nas unidades de internamento e ambulatório dirigidos à idade pediátrica, propondo iniciativas que fomentem a melhoria da qualidade dos cuidados prestados. 3 — O Grupo de Trabalho é composto pelos seguintes elementos: a) Dr. Joaquim Manuel Abreu Nogueira, que coordena os trabalhos; b) Em representação do Ministério da Saúde: i) Prof. Doutor Paulo Faria Boto; ii) Enfermeira Maria Bárbara Menezes. c) Em representação do Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social: i) Dr. Paulo Jorge Antunes Ferreira; ii) Dra. Joana Maria Sanches Lourenço Vallera. d) Um representante a designar pela Comissão Permanente do Setor Solidário; e) Dois peritos externos designados pela Comissão Nacional de Saúde Materna da Criança e do Adolescente: i) Dra. Helena Maria Pereira Faria Jardim; ii) Dr. António José Foz Romão. 4 — O coordenador do Grupo de Trabalho definido no ponto 3 pode solicitar a colaboração de outros elementos, a título individual ou como representantes de serviços ou organismos dependentes do Ministério da Saúde e do Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social ou de outras Instituições. 5 — Os elementos que integram o Grupo de Trabalho exercem as suas funções no seu horário de trabalho, não lhes sendo devida remuneração adicional, mas têm direito à afetação de tempo específico para a realiza-ção dos trabalhos do Grupo de Trabalho, bem como ao abono de ajudas de custo e deslocações suportadas pelos seus respetivos locais de origem. 6 — O apoio logístico e técnico, a informação e o acompanhamento do funcionamento do Grupo de Trabalho são assegurados pela Admi-nistração Central do Sistema de Saúde, I. P. 7 — O mandato do Grupo de Trabalho termina com a apresentação do relatório final, até 31 de dezembro de 2014, contendo as propostas referidas no ponto 2. 1 de setembro de 2014. — O Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde, Fernando Serra Leal da Costa. — O Secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social, Agostinho Correia Branquinho. 208074375 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA Gabinete do Ministro Despacho n.º 11421/2014 A Lei n.º 47/2006, de 28 de agosto, definiu o regime de avaliação, certificação e adoção dos manuais escolares dos ensinos básico e se-cundário, bem como os princípios e objetivos a que deve obedecer o apoio socioeducativo relativamente à aquisição e empréstimo dos mesmos. A sua regulamentação suscitou a publicação de vários diplo-mas que permitiram que se instituísse um modelo formal e sistemático de avaliação e certificação de manuais escolares e, paralelamente e consequentemente, um modelo de acreditação de entidades avaliadoras e certificadoras que assegurassem, com as competências que lhes são formalmente reconhecidas, a referida avaliação e certificação visando a melhoria dos manuais escolares submetidos ao referido processo. Este processo de avaliação, implementado quer no modelo de avaliação e certificação de manuais escolares novos, prévia à sua adoção, quer no de avaliação e certificação de manuais escolares já adotados e em uti-lização, iniciado em 2008/2009 e com forte incremento e adequações significativas no sentido da simplificação dos processos desde 2012, envolveu diretamente autores e editores bem como as comissões de avaliação e sobretudo as equipas científico -pedagógicas das entidades acreditadas envolvidas e proporcionou uma reconhecida melhoria da qualidade científico -pedagógica dos manuais escolares avaliados e certificados. Deste processo de avaliação e certificação beneficiaria também o conjunto dos manuais escolares adotados no Sistema Educa-tivo Português, cuja qualidade científico -pedagógica global se pretendia melhorar sensivelmente. Em suma, é hoje consensual na comunidade educativa tanto a necessidade da avaliação de manuais escolares, como as vantagens da sua submissão a um procedimento de avaliação, sejam quais forem as formas que este possa assumir. A experiência recolhida com as sucessivas candidaturas de avaliação e certificação de manuais escolares suscitou naturalmente a atualização e simplificação dos procedimentos em vigor, processo que, em articulação com a homologação de metas curriculares em algumas disciplinas e anos de escolaridade, conduziu à publicação do Decreto -Lei n.º 258 -A/2012, de 5 de dezembro, que instituiu nomeadamente um procedimento es-pecial simplificado de avaliação e certificação de manuais escolares novos a avaliar previamente à sua adoção no ano letivo de 2013/2014, nas disciplinas para as quais foram homologadas metas curriculares; à publicação do Despacho n.º 95 -A/2013, de 3 de janeiro, que criou e regulamentou nomeadamente um procedimento excecional adaptado de avaliação e certificação dos manuais escolares já adotados e em utilização e à publicação do Despacho n.º 14788 -A/2013, de 14 de novembro, que publica nomeadamente nova redação de determinados números do Despacho anterior, relativas aos procedimentos de avaliação e certificação a terem lugar em 2013/2014 nos modelos de avaliação e certificação prévia e de avaliação e certificação dos manuais escolares já adotados e em utilização. Estes normativos conduziram, enfim, à publicação do Decreto -Lei n.º 5/2014, de 14 de janeiro, que aprova a nova regulação relativa ao regime de avaliação, certificação e adoção dos manuais escolares dos ensinos básico e secundário, nos termos do disposto na Lei n.º 47/2006, de 28 de agosto. A publicação do Decreto -Lei n.º 5/2014, de 14 de janeiro, suscita assim a necessidade da sua regulamentação em matérias tão importantes como os procedimentos a respeitar por autores e editores, bem como por entidades acreditadas e suas equipas científico -pedagógicas e a atualização de critérios de avaliação e certificação. A regulamentação do citado Decreto -Lei implica ainda a necessidade de rever e atualizar prazos e calendários relativos à avaliação e certificação de manuais escolares novos, prévia à sua adoção, entre os quais, pela primeira vez, manuais do ensino secundário, e, também, à avaliação e certificação de manuais escolares já adotados e em utilização, bem como o lançamento das bases de um futuro calendário multianual de avaliação e certificação que contemple as disciplinas e anos de escolaridade cujos manuais serão sujeitos, ano a ano, aos processos de avaliação e certificação consagrados pelo citado Decreto -Lei e regulamentados pelo presente Despacho. Importa do mesmo modo – uma vez publicada a Portaria n.º 81/2014, de 9 de abril, que estabelece os procedimentos para a adoção formal e a divulgação da adoção dos manuais escolares – atualizar e estabilizar o Calendário de Adoções de Manuais Escolares. Foram ouvidas as entidades representativas dos editores e livreiros. Assim, ao abrigo do estabelecido nos artigos 9.º, 11.º, 12.º, 13.º, 34.º e 35.º da Lei n.º 47/2006, de 28 de agosto, e ainda do disposto nos n.os 4 e 5 do artigo 2.º, no n.º 1 do artigo 3.º, e nos artigos 4.º, 5.º, 6.º, 8.º, 9.º, 11.º a 16.º e 20.º do Decreto -Lei n.º 5/2014, de 14 de janeiro, determino o seguinte: 1 – O presente despacho regulamenta os procedimentos de avalia-ção e certificação dos manuais escolares, os prazos e os critérios de avaliação para certificação e procede à atualização dos calendários de avaliação, certificação e de adoção de manuais escolares, nos termos dos números seguintes: 1.1 – A implementação do procedimento de avaliação e certificação de manuais escolares, no regime de avaliação prévia à sua adoção; 1.2 – A implementação do procedimento de avaliação e certificação de manuais escolares, no regime de já adotados e em utilização; 1.3 – A atualização dos calendários de avaliação, certificação e adoção de manuais escolares, a partir do ano letivo de 2015/2016, de acordo com o previsto no Anexo I ao presente despacho, do qual faz parte integrante, sendo igualmente disponibilizados na página eletrónica da Direção -Geral da Educação (DGE); 1.4 – Sempre que, em determinadas disciplinas, não haja lugar à adoção de manuais escolares prevista no calendário de adoções anteriormente aprovado, é prolongada a sua vigência até à nova adoção, determinada nos termos do calendário a que se refere o presente despacho; 1.5 – Quando no calendário em Anexo I ao presente despacho, se alude a todas as disciplinas devem considerar -se sempre excluídas aquelas em que, nos termos do normativo previsto no artigo 16.º do Decreto- -Lei n.º 5/2014, de 14 de janeiro, não há lugar à adoção de manuais escolares; 1.6 – A partir do ano de 2023, com efeitos a partir do ano letivo de 2023/2024, desenvolver -se -á o calendário definido pelo período normal de vigência de seis anos letivos estabelecido pela Lei n.º 47/2006, de 28 de agosto, para a adoção dos manuais escolares, de acordo com o calendário em Anexo I a este despacho. 2 – Os procedimentos de avaliação e certificação dos manuais esco-lares referidos no número anterior devem iniciar -se: 2.1 – A partir de 15 de novembro do ano civil anterior àquele em que a avaliação produz efeitos e ter a sua conclusão até 28 de fevereiro do ano civil seguinte, para os manuais a avaliar no regime de avaliação prévia à sua adoção; 2.
Diário da República, 2.ª série — N.º 175 — 11 de setembro de 2014 23667 2.2 – A partir de 15 de dezembro do ano civil anterior àquele em que a avaliação produz efeitos e ter a sua conclusão até 30 de abril do ano civil seguinte, para os manuais a avaliar no regime de já adotados e em utilização. 3 – Para os efeitos previstos no n.º 2 do presente despacho, os auto-res, os editores e outras entidades legalmente habilitadas para o efeito contactam as entidades acreditadas pela DGE e acordam com as mesmas os prazos procedimentais, bem como os montantes parcelares e as mo-dalidades de pagamento do respetivo custo da avaliação. 4 – Após a escolha da entidade acreditada ou da comissão de avaliação, os autores, os editores e outras entidades legalmente habilitadas para o efeito informam a DGE, mediante registo na aplicação eletrónica respe-tiva, até ao final do mês seguinte ao da data do início do procedimento, dos manuais escolares submetidos a avaliação e certificação, assim como das entidades acreditadas envolvidas. 5 – O nome da entidade acreditada ou da comissão de avaliação responsável pela avaliação e certificação de cada manual escolar pode ser mencionado na capa, na contracapa ou no frontispício do manual escolar certificado. 6 – Nos procedimentos de avaliação e certificação de manuais escolares a que se referem os n.os 1.1 e 1.2 deste despacho, as equipas científico -pedagógicas das entidades acreditadas ou as comissões de avaliação devem respeitar os critérios definidos no artigo 11.º da Lei n.º 47/2006, de 28 de agosto, com as especifi-cações constantes do Anexo II ao presente despacho, do qual faz parte integrante. 7 – Concluídos os procedimentos de avaliação e certificação, as entidades acreditadas ou as comissões de avaliação remetem à DGE, por carta registada com aviso de receção, com conhecimento ao editor respetivo, até às datas da conclusão dos procedimentos referidas nos n.os 2.1 e 2.2 do presente despacho, designadamente: 7.1 – Uma declaração formal nos termos dos n.os 7.2 e 7.3, assinada pelo responsável máximo da entidade acreditada e pelo coordenador da equipa científico -pedagógica respetiva ou pelo coordenador da comissão de avaliação; 7.2 – Da declaração a que se refere o n.º 7.1 deve constar explicita-mente que o manual escolar avaliado mereceu a menção de Certificado ou Não Certificado ou de Favorável ou Desfavorável, consoante se trate, respetivamente, de avaliação de manual escolar novo ou de manual já adotado e em utilização; 7.3 – A declaração mencionada no n.º 7.1 do presente despacho deve referir, ainda, explicitamente, que a versão disponibilizada do manual escolar avaliado, após audiência prévia, contempla, ou não, a inserção correta e integral de eventuais retificações e recomendações consideradas indispensáveis para a respetiva certificação. 8 – Concluídos os procedimentos de avaliação e certificação dos manuais escolares, os editores enviam à DGE, até às datas da conclu-são dos procedimentos referidas nos n.os 2.1 e 2.2, uma declaração de compromisso formal relativamente ao cumprimento das características físicas e materiais a que devem obedecer os manuais escolares e, ainda, de inserção correta e integral, no manual escolar na versão do aluno, das retificações e recomendações consideradas indispensáveis para a respetiva certificação. 9 – Antes da sua comercialização, os autores, os editores ou outras entidades legalmente habilitadas para o efeito devem enviar à DGE um exemplar do manual escolar na versão do aluno, que respeite o previsto no número 7. 10 – Sem prejuízo de poderem ser pedidos esclarecimentos adicionais, o dirigente máximo da DGE decide, sobre parecer do respetivo serviço, no prazo máximo de 15 dias úteis a contar da receção das declarações formais das entidades acreditadas ou das comissões de avaliação e das declarações de compromisso formal dos editores relativamente ao cumprimento dos requisitos a que se referem os n.os 7 e 8 do presente despacho, sobre a certificação ou não certificação, com a subsequente homologação das menções finais sobre os manuais avaliados pelas enti-dades acreditadas ou pelas comissões de avaliação, dando conhecimento dessas decisões aos interessados. 11 – Na matéria que não se encontra especificamente regulada pelos números anteriores, o regime de avaliação, certificação e adoção dos manuais escolares dos ensinos básico e secundário aplica -se a partir da data de entrada em vigor do presente despacho. 12 – O calendário relativo à avaliação e certificação de manuais escolares a ter lugar no próximo ano letivo de 2014/2015, com efeitos em 2015/2016 é o que consta do Anexo I do presente despacho. 13 – Transitoriamente no ano letivo de 2014/2015, com efeitos a partir do ano letivo de 2015/2016, o procedimento de avaliação e certificação dos manuais a avaliar no regime de avaliação prévia à sua adoção terá a sua conclusão até 9 de março de 2015. 14 – São revogados: a) O Despacho n.º 29864/2007, de 27 de dezembro, com a redação que lhe foi dada pelos Despachos n.º 15 285 -A/2010, de 8 de outubro, e n.º 13 173 -A/2011, de 30 de setembro; b) O Despacho n.º 29865/2007, de 27 de dezembro, com a redação que lhe foi dada pelos Despachos n.º 22025/2009, de 2 de outubro, n.º 15 285 -A/2010, de 8 de outubro e n.º 13 173 -B/2011, de 30 de setembro; c) O Despacho n.º 415/2008, de 4 de janeiro, com a redação que lhe foi dada pelos Despachos n.º 22025/2009, de 2 de outubro, n.º 15 285 -A/2010, de 8 de outubro e n.º 13 173 -B/2011, de 30 de setembro; d) O Despacho n.º 3063/2008, de 7 de fevereiro; e) O Despacho n.º 4857/2010, de 18 de março; f) O Despacho n.º 4751 -A/2012, de 3 de abril; g) O Despacho n.º 12729 -A/2012, de 27 de setembro; h) O Despacho 95 -A/2013, de 3 de janeiro, com a redação que lhe foi dada pelo Despacho n.º 14788 -A/2013, de 14 de novembro, retificado pela Declaração de Retificação n.º 1347/2013, de 12 de dezembro. 15 – O disposto no presente despacho produz os seus efeitos a partir de 30 de agosto de 2014. 4 de setembro de 2014. — O Ministro da Educação e Ciência, Nuno Paulo de Sousa Arrobas Crato. Ano de Adoção ANEXO I (a que se refere o n.º 1.3) Adoção de manuais escolares Ano letivo inicial Ano(s) de escolaridade Disciplina(s) 2015 2015/2016 1.º, 5.º, 7.º e 11.º Educação Moral e Religiosa Católicas 9.º Todas as disciplinas, com exceção de Educação Moral e Religiosa Católicas, Educação Visual, Língua Estrangeira I (Alemão, Espanhol e Francês), Língua Estrangeira II (Inglês),Matemática e Português 10.º Educação Moral e Religiosa Católicas, Física e Química A, Matemática A, Matemática B, Matemática Aplicada às Ciências Sociais e Português dos cursos científico -humanísticos 12.º Todas as disciplinas dos cursos científico -humanísticos, com exceção dos manuais de Biologia, Física, Geologia, Matemática A, Português e Química 2016 2016/2017 1.º Todas as disciplinas, com exceção de Educação Moral e Religiosa Católicas 2.º, 6.º, 8.º Educação Moral e Religiosa Católicas 5.º Todas as disciplinas, com exceção de Educação Moral e Religiosa Católicas, Educação Tec-nológica e Educação Visual 11.º Física e Química A, Matemática A, Matemática B, Matemática Aplicada às Ciências Sociais e Português dos cursos científico -humanísticos 3.
23668 Diário da República, 2.ª série — N.º 175 — 11 de setembro de 2014 Ano de Adoção Ano letivo inicial Ano(s) de escolaridade Disciplina(s) 2017 2017/2018 2.º Todas as disciplinas, com exceção de Educação Moral e Religiosa Católicas 3.º, 4.º, 9.º Educação Moral e Religiosa Católicas 6.º Todas as disciplinas, com exceção de Educação Moral e Religiosa Católicas, Educação Tec-nológica e Educação Visual 10.º Biologia e Geologia dos cursos científico -humanísticos 12.º Física, Matemática A, Português e Química dos cursos científico -humanísticos 2018 2018/2019 3.º Todas as disciplinas, com exceção de Educação Moral e Religiosa Católicas 7.º Todas as disciplinas, com exceção de Educação Moral e Religiosa Católicas 11.º Biologia e Geologia dos cursos científico -humanísticos 2019 2019/2020 4.º Todas as disciplinas, com exceção de Educação Moral e Religiosa Católicas 8º Todas as disciplinas, com exceção de Educação Moral e Religiosa Católicas 12.º Biologia e Geologia dos cursos científico -humanísticos 2020 2020/2021 9.º Todas as disciplinas, com exceção de Educação Moral e Religiosa Católicas 10.º Todas as disciplinas dos cursos científico -humanísticos 2021 2021/2022 11.º Todas as disciplinas dos cursos científico -humanísticos 2022 2022/2023 1.º Todas as disciplinas 5.º Todas as disciplinas 12.º Todas as disciplinas dos cursos científico-humanísticos Avaliação e certificação de manuais escolares novos, prévia à sua adoção, com efeitos a partir do ano letivo de 2015/2016 Ano de escolaridade Disciplina 10.º Física e Química A Matemática A Português. Avaliação e certificação de manuais escolares já adotados e em utilização, com efeitos a partir do ano letivo de 2015/2016 Ano de escolaridade Disciplina 9.º Matemática* *Os manuais escolares desta disciplina e ano de escolaridade, para a qual foram homolo-gadas as respetivas Metas Curriculares, foram já avaliados e certificados em ano anterior. ANEXO II (a que se refere o n.º 6) Critérios de avaliação para certificação Na avaliação para a certificação dos manuais escolares, as entida-des avaliadoras consideram obrigatoriamente os seguintes critérios e especificações: 1 — Rigor linguístico, científico e conceptual: a) Rigor linguístico: i) Usar corretamente a língua portuguesa (sem erros ou incorreções de carácter morfológico ou sintático, obedecendo às regras consolidadas de funcionamento da língua); ii) Usar vocabulário apropriado e linguagem adequada e inteligível; iii) Construir um discurso articulado e coerente. b) Rigor científico: i) Transmitir a informação correta e atualizada de acordo com o conhecimento consolidado na disciplina em causa; ii) Transmitir a informação sem erros, equívocos ou situações que prejudiquem a compreensão dos enunciados. c) Rigor conceptual: i) Empregar terminologias corretas ou que sejam de uso corrente na disciplina em causa; ii) Usar conceitos corretos, precisos e em contexto adequado, no âmbito da respetiva disciplina. 2 — Conformidade com os programas e orientações curriculares: a) Apresentar os conteúdos da disciplina no respeito pelos programas e metas curriculares homologadas ou orientações curriculares oficiais em vigor; b) Corresponder de forma integral e equilibrada aos objetivos e con-teúdos dos programas ou às metas curriculares homologadas, bem como às orientações curriculares caso existam. Em caso de conflito entre os programas e as metas curriculares existentes, devem prevalecer as metas curriculares; c) Valorizar a língua e a cultura portuguesas; d) Promover a utilização das tecnologias de informação e comuni-cação. 3 — Qualidade didático -pedagógica: a) Apresentar a informação adequada e em linguagem adaptada ao nível etário dos alunos a que se destina; b) Apresentar uma organização coerente; c) Apresentar as imagens (fotografias, gráficos, figuras, mapas, tabe-las, diagramas, etc.) sem erros ou sem situações que induzam ao erro, adequadas ao nível etário dos alunos. 4 — Valores: a) Não fazer referências a marcas comerciais de serviços e produtos, desde que possam constituir forma de publicidade indutora da utilização ou do consumo por parte dos alunos do nível etário a que se destina o manual, com exceção das informações relativas a produtos e serviços de natureza educativa próprios do editor. Excecionam -se, ainda, as mar-cas patentes em fotografias ou em textos relevantes para a exploração didática dos conteúdos, mesmo que constem em painéis publicitários visíveis no ambiente retratado; b) Respeitar os valores e os direitos e deveres fundamentais consa-grados na Constituição; c) Não constituir veículo de propaganda ideológica, política ou re-ligiosa. 5 — Reutilização e adequação ao período de vigência previsto: a) Não incluir espaços livres para a realização de atividades e de exercícios, com exceção dos manuais escolares destinados ao 1.º ciclo do ensino básico e dos manuais escolares de Língua Estrangeira dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico; b) Consideram -se «espaços livres» quaisquer campos visuais (espaço aberto, linha, figura, mapa, tabela, gráfico, diagrama, etc.) explicitamente destinados ao preenchimento pelo utilizador, enquanto resposta a per-guntas e atividades ou enquanto resolução de determinadas propostas de trabalho (por exemplo: sublinha, risca o que não interessa, pinta), ou seja, os espaços que o utilizador pode preencher com a resposta final ou intermédia em cada questão, item ou alínea proposta; 4.
Diário da República, 2.ª série — N.º 175 — 11 de setembro de 2014 23669 c) Nos manuais escolares não são considerados «espaços livres» os seguintes espaços: i) Margens de página; ii) Espaços interlinhas, independentemente da composição do texto; iii) Espaço circundante dos textos e das ilustrações, seja qual for a sua natureza; iv) Manchas e barras desprovidas de texto e imagem, independente-mente da sua cor e arranjo gráfico; v) Imagens (fotografias, gráficos, figuras, mapas, tabelas, diagramas, etc.) de carácter estritamente informativo; vi) Quaisquer espaços abertos, junto de figuras, quadros, imagens, esquemas, diagramas, enunciados e ou propostas de trabalho com a menção explícita e inequívoca de que não devem ser preenchidos nem utilizados, nomeadamente na resolução de quaisquer propostas de traba-lho, através da introdução de ícones ou de etiquetas como, por exemplo, «não escrevas», «não preenchas», ou «copia/transcreve para o caderno diário». 6 — Qualidade material, nomeadamente a robustez e o peso: a) Apresentar robustez suficiente para resistir à normal utilização; b) Ter formato, dimensões e peso (ou cada um dos volumes que constituem o manual escolar) adequados ao nível etário do aluno, de-signadamente: i) Usar papel com peso entre 70 g/m2 e 120 g/m2; ii) Ter dimensões entre o formato A5 e 25 cm × 31 cm ou 31 cm × 25 cm; iii) Ter um peso máximo por volume até 550 g (para o 1.º ciclo do ensino básico) ou 750 g (para os 2.º e 3.º ciclos do ensino básico). 208075736 Despacho n.º 11422/2014 1 — Dou por finda, a seu pedido, a equiparação a bolseiro no País, com dispensa total do exercício de funções, concedida, através do meu Despacho n.º 4862/2013, de 2 de abril, publicado no Diário da Repú-blica, 2.ª série, n.º 69, de 9 de abril de 2013, ao técnico superior do mapa de pessoal da Direção -Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, João Pedro Gomes Ruivo, com efeitos a partir do dia seguinte ao da publicação do presente despacho no Diário da República. 2 — Revogo o Despacho n.º 4862/2013, de 2 de abril, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 69, de 9 de abril de 2013. 4 de setembro de 2014. — O Ministro da Educação e Ciência, Nuno Paulo de Sousa Arrobas Crato. 208075744 Direção-Geral da Educação Despacho n.º 11423/2014 O Decreto -Lei n.º 125/2011, de 29 de dezembro, alterado pelos Decretos -Lei n.º 266 -G/2012, e n.º 102/2013, de 31 de dezembro e 25 de julho, respetivamente, aprovou a orgânica do Ministério da Educação e Ciência. O Decreto -Lei n.º 14/2012, de 20 de janeiro, definiu a missão, atri-buições e modelo de organização interna da Direção -Geral da Educação (DGE) do Ministério da Educação e Ciência, tendo por sua vez a Portaria n.º 258/2012, de 28 de agosto, no desenvolvimento do previsto naquele decreto -lei, fixado a sua estrutura nuclear, bem como as respetivas com-petências e estabelecido, nos seus artigos 8.º e 9.º, o número máximo de unidades flexíveis e matriciais deste serviço. Por outro lado, de acordo com o previsto nos n.os 5 e 6 do artigo 21.º e n.º 2 do artigo 22.º da Lei n.º 4/2004, de 15 de janeiro, na sua redação atual, é atribuída ao dirigente máximo dos serviços a competência para constituir, por despacho e dentro da dotação previamente estabelecida, as unidades orgânicas flexíveis e as equipas multidisciplinares da DGE integradas por trabalhadores do mapa de pessoal da DGE ou nela em efetividade de funções. Nos termos da alínea b) do artigo 5.º do Decreto -Lei n.º 14/2012, de 20 de janeiro, com a alteração que lhe foi conferida pelo Decreto -Lei n.º 266 -F/2012, de 31 de dezembro, e em conformidade com o disposto na alínea b) do n.º 1 e no n.º 2, ambos do artigo 20.º da Lei n.º 4/2004, de 15 de janeiro, na sua atual redação, foi determinada a adoção de um modelo de estrutura matricial nas áreas de atividades relacionadas com os recursos e tecnologias educativas, de projetos educativos ou outros pro-jetos transversais relacionados com a missão e atribuições da DGE. Assim, ao abrigo das citadas disposições da Lei n.º 4/2004, de 15 de ja-neiro, na sua redação atual, e dos artigos 8.º e 9.º da Portaria n.º 258/2012, de 28 de agosto, na sua redação atual, e tendo em conta as atuais neces-sidades de funcionamento da DGE, determino o seguinte: 1 — O n.º 1.3 do Despacho n.º 13608/2012, de 19 de outubro, passa a ter a seguinte redação: «1.3 — [...] 1.3.1 — [...] 1.3.2 — A Divisão de Recursos Humanos e Assuntos Jurídicos (DRHAJ); 1.3.3 — [...]» 2 — O n.º 9 do Despacho n.º 13608/2012, de 19 de outubro, passa a ter a seguinte redação: «9 — A Divisão de Recursos Humanos e Assuntos Jurídicos, abre-viadamente designada por DRHAJ, desenvolve as suas atividades no âmbito dos recursos humanos, planeamento, expediente e assuntos jurídicos, cabendo -lhe em particular: a) [...] b) [...] c) [...] d) [...] e) [...] f) [...] g) [...] h) [...] i) [...] j) [...] k) [...] l) Assegurar a preparação e elaboração de diplomas legais, despa-chos e demais instrumentos de natureza normativa ou administrativa nas áreas de intervenção da DGE; m) Responder a consultas, emitir pareceres técnicos, elaborar es-tudos e prestar o apoio, em matéria técnico -jurídica, que lhe for determinado.» 3 — Os n.os 11 a 16 do Despacho n.º 13608/2012, de 19 de outubro, passam a ter a seguinte redação: «11 — São constituídas, ao abrigo do disposto no n.º 2 do artigo 22.º da Lei n.º 4/2004, de 15 de janeiro, na sua redação atual, e do artigo 9.º da Portaria n.º 258/2012, de 28 de agosto, na sua redação atual, as se-guintes equipas multidisciplinares, funcionalmente integradas na DGE: a) A Equipa de Projetos de Inclusão e Promoção do Sucesso Es-colar (EPIPSE); b) A Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas (ERTE); c) A Equipa de Educação Artística (EEA). 12 — Equipa de Projetos de Inclusão e Promoção do Sucesso Escolar (EPIPSE): 12.1 — A EPIPSE é uma equipa multidisciplinar, dirigida por um chefe de equipa, na dependência direta do diretor -geral, à qual compete genericamente conceber, desenvolver, concretizar e avaliar iniciativas mobilizadoras e integradoras no âmbito da inclusão e promoção do sucesso escolar, cabendo -lhe em particular: a) Coordenar, acompanhar e propor orientações, em termos pe-dagógicos e didáticos para a promoção do sucesso e a prevenção do abandono escolar; b) Apoiar e assegurar o desenvolvimento de projetos e programas específicos de intervenção quer ao nível da organização da escola e do alargamento e diversificação da sua oferta quer da intervenção em áreas curriculares específicas; c) Propor, coordenar, acompanhar e avaliar atividades dirigidas às escolas, designadamente as desenvolvidas em parceria, que promovam o alargamento das ofertas educativas. 12.2 — O estatuto remuneratório do chefe de equipa da EPIPSE é equiparado ao de diretor de serviços, nos termos do n.º 3 do artigo 22.º da Lei n.º 4/2004, de 15 de janeiro, na sua atual redação, e do artigo 9.º do Decreto -Lei n.º 14/2012, na sua atual redação, incluindo a remu-neração base e as despesas de representação legalmente estabelecidas para aquele cargo, podendo optar pela remuneração correspondente à categoria de origem. Recomendadas