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Timestamp: 2019-09-23 18:43:36+00:00
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Matched Legal Cases: ['artigo 164', 'artigo 168', 'artigo 167', 'artigo 171', 'artigo 12', 'artigo 174', 'artigo 179', 'artigo 174']

Nota Técnica Nº: Fontes Abastecedoras De Água Para O Serviço De Incêndios
simpanSimpan NOTA TECNICA Nº14 Untuk Nanti
16 NT SCIE - SISTEMAS AUTOMÁTICOS DE EXTINÇÃO POR ÁGUA ref.VII.VI.01 20070531
SISTEMAS FIXOS DE EXTINÇÃO DE INCÊNDIO POR AGENTES GASOSOS
novalegislacaoSCIE
Pei Unidade Industrial Feup
Rjscie Inst Tecn
NOTA TCNICA N 14 FONTES ABASTECEDORAS DE GUA PARA O SERVIO DE INCNDIOS
Complementar do Regime Jurdico de SCIE
NOTA TCNICA n 14
FONTES ABASTECEDORAS DE GUA PARA O SERVIO DE INCNDIOS
Enunciar os tipos de fontes de alimentao de gua permitidos pelo RT-SCIE tendo em considerao as categorias de risco e as consequentes garantias a que devem satisfazer. Definir as caractersticas construtivas gerais a satisfazer pelos reservatrios de gua privativos do servio de incndios (RASI) e as respectivas capacidades mnimas de gua, considerando as categorias de risco das instalaes protegidas por meios de interveno, manuais e ou automticos, funcionando com recurso quele agente extintor.
Licenciamento e localizao de novos edifcios ou recintos ao ar livre que possuam utilizaes-tipo classificadas nas 2, 3 ou 4 categorias de risco.
NDICE 1 2 3 4 5 6 7 8 CARACTERISTICAS GERAIS ......................................................................... 2 REDE PBLICA ............................................................................................. 2 RESERVATRIOS PRIVATIVOS DO SI .......................................................... 3 RESERVATRIOS EM BETO ....................................................................... 3 RESERVATRIOS METLICOS DE SUPERFCIE .......................................... 4 CAPACIDADE MNIMA DOS RASI ................................................................. 5 DEPSITOS PRESSURIZADOS ..................................................................... 7 MANANCIAIS INESGOTVEIS ...................................................................... 8
Regulamento Tcnico de SCIE (Portaria 1532/2008, de 29 Dezembro). Decreto Regulamentar n. 23/95, de 23 de Agosto, rectificado pela Declarao de rectificao n. 153/95, de 30 de Novembro NFPA-13; NFPA-22; CEPREVEN-RT2-ABA
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NOTA TCNICA N 14 FONTES ABASTECEDORS DE GUA PARA O SERVIO DE INCNDIOS
Uma fonte abastecedora de gua do servio de incndios a componente primeira de qualquer sistema de combate a incndios que funcione com recurso quele agente extintor. Para ser considerado como tal, um determinado manancial de gua deve garantir de forma contnua: A alimentao daquele fluido por um tempo definido em funo do risco; O caudal e a presso adequados ao sistema considerando o nmero de dispositivos, bocas de incndio, sprinklers e cortinas de gua, passveis de abertura simultnea; O funcionamento automtico do sistema; O fluxo da gua sem matrias slidas em suspenso; O controlo pelo proprietrio da instalao servida; Os avisos automticos de perigo por falta de caudal ou presso.
A utilizao da rede pblica como fonte abastecedora s permitida para a alimentao de redes de incndio armadas do tipo carretel nas situaes previstas nas alneas a) e b) do artigo 164 do RTSCIE e, sempre que a ANPC o permita, nas situaes previstas nas alneas d) e e) do mesmo artigo, desde que haja garantia do cumprimento das condies de presso e caudal nos dispositivos mais desfavorveis, isto valores de: Presso dinmica mnima de 250 kPa; Caudal instantneo mnimo de 1,5 l/s por carretel com metade dos carretis em operao num mximo de quatro. Admite-se que os valores de presso e caudal referidos e as caractersticas de continuidade do abastecimento possam resultar, quer da ligao directa rede pblica, quer ser obtidos atravs da intercalao de um sistema de pressurizao, o qual poder ser constitudo, no mnimo, por um reservatrio hidropneumtico com a capacidade de 2 m3, hidrforo, cujo compressor seja dimensionado para satisfazer aqueles valores. Este depsito, excepcionando a sua capacidade, deve satisfazer as restantes condies indicadas no ponto 7. desta NT.
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RESERVATRIOS PRIVATIVOS DO SI
Excepto nos casos particulares atrs referidos e que se encontram regulamentarmente definidos, as condies de presso e de caudal dos sistemas fixos de extino por gua devem ser asseguradas por reservatrio privativo associado a grupos hidropressores. A rede hmida deve, assim, manter-se permanentemente em carga, com gua proveniente de um RASI, pressurizada atravs de um grupo hidropressor prprio, funcionando em conformidade com o disposto no n. 4 do artigo 168 do RT-SCIE. A capacidade do reservatrio e a potncia do grupo hidropressor devero ser calculadas com base no caudal mximo exigvel para a operao simultnea dos sistemas de extino manuais e automticos, durante o perodo de tempo adequado categoria de risco da utilizao-tipo, em conformidade com as normas portuguesas ou, na sua falta, de acordo com as especificaes da ANPC que seguidamente se referem. Quanto sua localizao relativamente ao solo os reservatrios considerados como RASI podem ser elevados, de superfcie, enterrados ou semi-enterrados. Podem ser construdos com recurso a diversos materiais, desde que os respectivos clculos de resistncia e estabilidade contemplem as solicitaes regulamentares estabelecidas para as diversas regies do territrio portugus. Os mais vulgarizados so em beto armado ou pr-esforado e os metlicos. Os reservatrios podem abastecer directamente os meios que servem, funcionando por gravidade ou pressurizados (como j referido), ou servir como fonte de alimentao a um grupo sobrepressor.
RESERVATRIOS EM BETO Este tipo de reservatrio dever possuir as seguintes caractersticas: Ser resistente, estanque e com o fundo inclinado, no mnimo, a 1% na direco da descarga; Se enterrado, deve ser bi-compartimentado, tendo as suas duas clulas comunicao entre si e com a cmara de aspirao atravs de tubagem dotada de vlvula de seccionamento e possibilitar o esvaziamento de qualquer das clulas e mantendo a outra em funcionamento; Cada clula dever possuir circuito de distribuio com a entrada protegida por ralo e equipado com vlvula de seccionamento, descarregador de superfcie de emergncia, circuito de
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esvaziamento e limpeza atravs de descarga de fundo, ventilao adequada e fcil acesso ao seu interior (no mnimo, tampa de 0,80 x 0,80 m, estanque); Cada clula deve possuir circuito de alimentao com vlvula de seccionamento; Se no for compartimentado deve possuir by-pass, como garante da continuidade da alimentao de gua durante as operaes de manuteno e limpeza; Ser alimentado a partir da rede pblica, com entrada dotada de contador, devendo o tempo de reposio do seu nvel mximo ser inferior a 36 horas; A boca da tubagem de alimentao a partir da rede pblica deve situar-se num plano superior ao nvel mximo do plano de gua do reservatrio, para evitar contaminao da gua da rede. Este reservatrio deve ser equipado com os seguintes acessrios: Tubo de ventilao em ferro galvanizado (mnimo 2) terminando em pescoo de cavalo e protegido por rede de malha fina; Tubagem de aspirao com placa anti-vrtice; Tubagem de enchimento (adutora) com vlvula de seccionamento; Tubo ladro em ferro galvanizado (mnimo 2); Sistema de enchimento automtico constitudo por vlvula de bia ou outro de reconhecida qualidade; Indicadores de nvel, mximo e mnimo, protegidos contra a corroso, com sada de alarme, transmitido distncia para o posto de segurana, quando este existir.
RESERVATRIOS METLICOS DE SUPERFCIE
Estes reservatrios devem apresentar certificado de homologao. A estrutura dos reservatrios deve ser anti-ssmica. O corpo dos reservatrios deve ser fabricado em ao galvanizado a quente. A ligao entre os vrios componentes do corpo dos reservatrios pode ser feita por soldadura ou parafusos. Quando a ligao feita por parafusos, estes tm que ser de ao galvanizado com revestimento a matria plstica nas partes exteriores e a selagem dos componentes do corpo dos reservatrios nos pontos de unio dever ser obtida utilizando membrana ou massa plstica apropriada.
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Quando a ligao feita por soldadura, esta deve ser suficientemente resistente e garantida por meio de radiografia O tecto dos reservatrios dever ser, tambm, em ao galvanizado a quente e com uma inclinao no inferior a 2%, para escoamento das guas pluviais. A base dos reservatrios dever ser construda em beto assente em cascalho. O permetro do depsito, na zona em que se apoia no macio, deve ser selado com massa plstica apropriada, salvo no caso de utilizao de membranas de estanquidade. O terreno ou o pavimento onde assenta a base de beto dever oferecer uma resistncia suficiente, tendo em conta a altura da gua e as caractersticas do reservatrio. Os reservatrios devem ser fornecidos com os seguintes acessrios: Escada vertical de acesso com proteco; Tubo de ventilao em ferro galvanizado de, no mnimo, 2", protegido com rede de malha apertada; Tubagem de aspirao com placa anti-vrtice; Vo de acesso ao reservatrio com porta estanque; Tubagem de enchimento (tubo adutor) com vlvula de seccionamento; Tubo ladro em ferro galvanizado de, no mnimo, 2"; Tubo de drenagem com vlvula de seccionamento; Sistema de enchimento automtico constitudo por vlvula de bia ou outro de reconhecida qualidade; Indicadores de nvel mximo e mnimo, protegidos contra a corroso, com sada de alarme, transmitido distncia para o posto de segurana, quando este existir.
CAPACIDADE MNIMA DOS RASI
A altura de referncia para o clculo da capacidade do reservatrio deve ser medida entre o tubo ladro e a placa anti-vrtice. A capacidade dos RASI deve ser calculada tendo em considerao o nmero de dispositivos em funcionamento e a autonomia requerida para os mesmos em funo da categoria de risco da utilizao-tipo.
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A frmula de clculo a seguinte: C = (Q + QH + QS + QC) T
Em que, C Capacidade do depsito, em litros Q = Q1 (se apenas existirem redes de 1. interveno) ou Q=Q2 (se tambm existirem redes de 2. interveno) Q1 Caudal de alimentao das redes de 1. interveno, em litros/ minuto Q2 Caudal de alimentao das redes de 2. interveno, em litros/ minuto QH Caudal de alimentao dos hidrantes, em litros/ minuto, se no forem alimentados pela rede pblica QS Caudal de alimentao das redes de sprinklers, em litros/ minuto QC Caudal de alimentao das cortinas de gua, em litros/minuto T Tempo de autonomia do sistema, em minutos conforme o quadro seguinte
Categoria de risco 1 e 2 3 4
Tempo de autonomia (a) 60(b) 90 120
(a) Com excepo para os sistemas tipo dilvio previstos para a utilizao-tipo VI que ser de 30 min (b) Sem prejuzo da autonomia mnima de 90 minutos para os sprinklers da UT XII Os caudais de alimentao das redes de incndio so calculados pelas seguintes expresses: Q1 (l/min.) = n1 x 1,5 l/s x 60 (n.1 do artigo 167. do RT-SCIE) Q2 (l/min.) = n2 x 4 l/s x 60 (n. 3 do artigo 171. do RT-SCIE) QH (l/min.) = nH x 20 l/s x 60 (n. 8 do artigo 12. do RT-SCIE) QS (l/min.) = qs x As (Quadro XXX VII da alnea a) do n. 3 do artigo 174. do RT-SCIE que se transcreve a seguir) QC (l/min.) = Ac x 10 l/min.m2 (alnea a) do artigo 179. do RT-SCIE)
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Quadro XXX VII da alnea a) do n. 3 do artigo 174. do RT-SCIE Densidade de descarga L/min/m2 II III, VI, VII, VIII XII * 5 5 10 rea de operao m2 144 216 260 N. de aspersores em funcionamento simultneo 12 18 29 Calibre dos aspersores mm 15 15 20 Tempo de descarga minuto 60 60 90
Utilizaes-tipo
* Incluindo sistemas tipo dilvio previstos para a utilizao-tipo VI, com um tempo de descarga de 30 min.
Aceita-se que nos sistemas de sprinklers ESFR a autonomia possa ser de 60 minutos, mesmo no caso da UT XII
Sendo, n1 Nmero de carretis a alimentar na rede de 1. interveno, considerando metade deles em funcionamento num mximo de quatro n2 Nmero de bocas-de-incndio a alimentar na rede de 2. interveno, considerando metade delas em funcionamento num mximo de quatro nH Nmero de hidrantes a alimentar na rede de hidrantes, considerando no mximo dois qs Densidade de descarga do sistema de sprinklers, variando com o local de risco a proteger, em l/min.m2 As rea de operao dos sprinklers, variando com o local de risco a proteger, em m2 Ac Somatrio das reas dos vos a irrigar pelas cortinas de gua, apenas no compartimento de fogo mais gravoso, em m2
DEPSITOS PRESSURIZADOS
Este tipo de reservatrios, cuja capacidade no deve ser inferior a 15 m3 pode ser utilizado como fonte exclusiva de abastecimento de uma rede de sprinklers, para proteco pontual de instalaes com rea inferior a 200 m2, pertencentes 1 categoria de risco, desde que satisfaa as seguintes condies: Estar protegido pela rede de extino automtica, quer esteja ou no implantado dentro do local das instalaes servidas por esta;
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No caso de no cumprir o referido no ponto anterior deve estar em compartimento corta-fogo isolado, cujos elementos de construo devem satisfazer a classe de resistncia EI 30 ou superior; O espao ocupado pelo ar deve ser superior a um tero do volume total do depsito; A presso dentro do tanque deve ser superior a 500 e inferior a 1200 kPa; A tubagem de descarga deve situar-se 0,05 m acima do fundo; O abastecimento de ar e gua devem garantir, aps utilizao, a reposio das condies iniciais em oito horas ou menos.
Estes depsitos devem estar equipados com: Manmetro que indique a presso de servio; Indicador de nvel de gua, em vidro, protegido contra danos mecnicos e dotado de vlvulas de fecho, normalmente fechadas, e de descarga; Dispositivo de escape de ar que evite a ultrapassagem da presso mxima de segurana.
MANANCIAIS INESGOTVEIS
O recurso aos designados mananciais inesgotveis (rio, lago ou mar) que apresentem as caractersticas referidas no ponto 1. desta NT, mesmo em situaes climticas de seca, no est previsto no RT-SCIE. A sua adopo, s autorizada a ttulo excepcional e em casos devidamente justificados, devendo satisfazer a regra tcnica CEPREVEN em referncia e ser submetida aprovao da ANPC.
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Dokumen Serupa dengan NOTA TECNICA Nº14
PREVENÇÃO-INCÊNDIO - IMPORTANTE
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