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Timestamp: 2019-10-15 21:46:07+00:00
Document Index: 91040501

Matched Legal Cases: ['Artigo 15', 'Artigo 10', 'Artigo 13', 'Artigo 14', 'Artigo 16', 'Artigo 18']

Novembro 2011 - BARREIRA DE SOMBRA
MOMENTOS DA TEMPORADA... 3
MOMENTOS DA TEMPORADA... 2
19.11.11 | António Lúcio / Barreira de Sombra
MOMENTOS DA TEMPORADA... 1
Tal como no ano anterior, aqui ficam algumas das fotos que fiz e que registam - na minha óptica - momentos que marcaram a minha temporada de 2011.
INSTITUTO DOS MUSEUS E DA CONSERVAÇÃO, I.P. – ANÚNCIO Nº 16895/2011 – INSCRIÇÃO DA “CAPEIA ARRAIANA” (MUNICÍPIO DO SABUGAL) NO INVENTÁRIO NACIONAL DO PATRIMÓNIO CULTURAL IMATERIAL
Diário da República, 2.ª série — N.º 220 — 16 de Novembro de 2011
1 — Nos termos do n.º 2 do Artigo 15.º do Decreto -Lei n.º 139/2009, de 15 de Junho, faço público que, por deliberação realizada a 4 de Novembro de 2011, exarada na Acta da sua reunião n.º 04/2011, a Comissão para o Património Cultural Imaterial decidiu favoravelmente sobre o pedido de inscrição da “Capeia Arraiana” no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, apresentado pela Câmara Municipal do Sabugal.
2 — A decisão da Comissão para o Património Cultural Imaterial sobre o pedido de inventariação da “Capeia Arraiana”, manifestação tauromáquica específica das comunidades de onze freguesias do município do Sabugal, singularizada pela lide do touro bravo com o auxílio exclusivo do Forcão, teve por fundamento, no enquadramento dos critérios de apreciação a que se refere o Artigo 10.º do Decreto –Lei n.º 139/2009, de 15 de Junho:
2.4 — A efectiva transmissão intergeracional desta manifestação do património cultural imaterial em onze freguesias do Sabugal, devendo ser salientado que a transmissão da prática abrange todos os elementos de cada comunidade considerada no sentido mais lato, abrangendo não apenas os residentes mas todos os que partilham laços de parentesco e que participam voluntariamente na realização da respectiva “Capeia”, desempenhando um papel de extrema importância na preservação da prática;
2.5 — As medidas preconizadas pela Câmara Municipal do Sabugal para salvaguarda e valorização desta manifestação do património cultural imaterial, designadamente as de âmbito cultural, patrimonial e científico, que aprofundem e, ou, iniciem novos planos de leitura sobre esta tradição, designadamente considerando -a na relação com a diversidade das práticas tauromáquicas.
3 — A decisão da Comissão para o Património Cultural Imaterial sobre o pedido de inventariação da “Capeia Arraiana”, teve ainda por fundamento:
3.1 — A conformidade do pedido de inventariação da “Capeia Arraiana” com os requisitos definidos conjuntamente pelo Decreto –Lei n.º 139/2009, de 15 de Junho, e pela Portaria n.º 196/2010, de 9 de Abril;
3.2 — O parecer positivo sobre a inventariação da “Capeia Arraiana” apresentado pela Direcção Regional de Cultura do Centro em sede da fase de consulta directa sobre o procedimento de inventariação, a que se refere o n.º 1 do Artigo 13.º do Decreto -Lei n.º 139/2009, de 15 de Junho;
3.3 — A não apresentação de observações contrárias à inventariação da “Capeia Arraiana” em sede da fase de consulta pública sobre o procedimento de inventariação, a que se refere o Artigo 14.º do Decreto –Lei n.º 139/2009, de 15 de Junho;
3.4 — O facto de que o pedido de inventariação resultou da iniciativa das comunidades, grupos e indivíduos que asseguram a prática e a transmissão “Capeia Arraiana”, tendo em vista a valorização desta manifestação do património cultural imaterial à escala nacional;
4 — A Comissão regista ainda o facto de a “Capeia Arraiana”, enquanto prática cultural histórica e territorialmente inscrita nas comunidades do município do Sabugal, e a respectiva lide do touro com recurso ao forcão, não revelar intencionalidade de infligir ferimentos ao animal pelos praticantes da tradição.
5 — Em resultado da conclusão do procedimento de inventariação da “Capeia Arraiana” e da respectiva decisão da Comissão para o Património Cultural Imaterial, a Ficha de Inventário da “Capeia Arraiana” é disponibilizada publicamente na página electrónica de acesso ao Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial (endereço web:
www.matrizpci.imc -ip.pt), de acordo com o Artigo 16.º do Decreto –Lei n.º 139/2009, de 15 de Junho.
6 — Conforme previsto no Artigo 18.º do Decreto -Lei n.º 139/2009, de 15 de Junho, a inventariação da “Capeia Arraiana” é objecto de revisão ordinária em períodos de 10 anos, sem prejuízo de revisão em período inferior sempre que sejam conhecidas alterações relevantes, sendo que qualquer interessado pode suscitar, a todo o tempo, a revisão ou a actualização do respectivo inventário.
4 de Novembro de 2011. — O Presidente da Comissão para o Património Cultural Imaterial, João Brigola.
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Nota: veja as fotos da capeia de Agosto em Aldeia da Ponte disponíveis no seguinte link http://fotos.aldeiadaponte.com/#page=albums/photo=1104/album=20
CAPEIA ARRAIANA DECLARADA PATRIMÓNIO CULTURAL IMATERIAL DA UNESCO
Trata-se de uma grande vitória no campo das tauromaquias populares a recente consagração das Capeias Arraianas como Património Cultural Imaterial da UNesco, sendo a 1ª registada no inventário nacional.
Foto: http://capeiaarraiana.wordpress.com/category/capeias-arraianas/
ANDT CORRIGE ESTATISTICAS 2011
17.11.11 | António Lúcio / Barreira de Sombra
Esta é a informação transmitida pela ANDT e que resulta numa correcção aos dados ontem avançados.
"No decorrer da montagem informática dos dados estatisticos elaborados por esta associação, foram por lapso omitidas as actuações do bandarilheiro Duarte Alegrete que toureou em 2011 por 58 vezes e colocado de forma repetida o nome de Nuno Boga na categoria de bandarilheiro praticante.
Nesse sentido, o bandarilheiro Duarte Alegrete deverá surgir em 2º lugar no numero de actuações efectuadas na temporada de 2011 e o bandarilheiro Nuno Boga com 7 actuações enquanto bandarilheiro praticante e 14 enquanto bandarilheiro profissional.
Certos de que compreenderão a falha e na esperança de não prejudicar qualquer análise já efectuada, vimos por este meio apresentar as nossas humildes e sinceras desculpas.
Hugo Ferro e David Costa"
ESTATISTICAS 2011 SEGUNDO A ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE TOUREIROS (2)
16.11.11 | António Lúcio / Barreira de Sombra
Passamos à categoria de emboladores, seguindo-se a de moços de espadas.
Quanto às empresas que organizaram espectáculos, ficaram na frente: Toiros e Tauromaquia, Campo Pequeno e Aplaudir, todos com mais de 25 espectáculos organizados.
Existiram várias alternativas e passagens de categoria em 2011, conforme os quadros que se seguem.
MENOS 26 ESPECTÁCULOS QUE EM 2010, SEGUNDO A ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE TOUREIROS
Foram hoje divulgados os números relativos á temporada 2011 segundo a Associação Nacional de Toureiros, um trabalho de referência e mérito, e onde se contabilizam os espectáculos realizados em praças de toiros portuguesas e as actuações dos associados da referida entidade, facto pelo qual alguns nomes não constam dos dados que hoje vos damos a conhecer.
E, desde logo, o factor crise fez com que houvesse um decréscimo de 26 espectáculos em relação ao ano anterior, totalizando 278 como se poderá verificar nos quadros que se seguem e que reflectem o trabalho de recolha da ANTP
De seguida podemos comparar os dados dos três últimos anos, de acordo com as diversas categorias de espectáculos:
Mantendo o estilo habitual de apresentação dos dados, podemos verificar a evolução dos espectáculos desde 1991, primeiro numa grelha numérica e depois num gráfico de barras.
Quanto aos cavaleiros de alternativa, Luis Rouxinol foi, uma vez mais e com 52 actuações, o primeiro de uma longa lista, onde se seguem João Moura Caetano e Joaquim Bastinhas ambos com 41 actuações.
Nos praticantes foi João MAria Branco quem encabeçou a lista de actuações:
Complemento das lides à portuguesa, ou seja, a cavalo, os Grupos de Forcados continuam a ser muitos e apenas uns quantos, poucos, conseguem um conjunto interessante de actuações. Alcochete foi o primeiro com 27 actuações, seguido por Montemor com 26 e Aposento da Moita e Cascais com 24, e Vila Franca em 5º lugar com 23 corridas.
Matadores, novilheiros e novilheiros praticantes registam poucas actuações ao longo da temporada apesar do público gostar do toureio a pé.
Continuando nestes números da temporada segundo a ANTP, temos a categoria dos bandarilheiros.