Source: http://docplayer.com.br/50273901-Regulamento-pos-graduacao-e-mestrado-em-seguranca-e-saude-do-trabalho.html
Timestamp: 2018-06-18 14:25:54+00:00
Document Index: 99106633

Matched Legal Cases: ['Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 6', 'Artigo 7', 'Artigo 8', 'Artigo 9', 'Artigo 10', 'Artigo 11', 'Artigo 12', 'Artigo 13', 'Artigo 14', 'Artigo 15', 'Artigo 16', 'Artigo 17', 'Artigo 18', 'Artigo 19', 'Artigo 20', 'Artigo 21', 'Artigo 22', 'Artigo 23', 'Artigo 24', 'Artigo 25', 'Artigo 26']

Regulamento. Pós Graduação e Mestrado em Segurança e Saúde do Trabalho - PDF
Download "Regulamento. Pós Graduação e Mestrado em Segurança e Saúde do Trabalho"
Jorge Imperial Laranjeira
1 Homologado por despacho do Sr. Presidente em 03/08/2012 (gestão documental) Regulamento Pós Graduação e Mestrado em Segurança e Saúde do Página 1 de 14
2 CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1.º Enquadramento jurídico Assumindo os objetivos e as condições definidas, no Decreto-Lei n.º 74/2006, de 24 de Março, no Regulamento do Instituto Politécnico de Coimbra e demais legislação aplicável, para a atribuição do grau de mestre, o presente Regulamento visa desenvolver e complementar o regime jurídico aí instituído. Artigo 2.º Âmbito de aplicação O presente Regulamento aplica-se ao, ministrado na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra (ESTeSC), do Instituto Politécnico de Coimbra (IPC). Artigo 3.º Grau de mestre em Segurança e Saúde do 1. O grau de mestre em Segurança e Saúde do (adiante designado por mestre em SST) é conferido aos estudantes que, através de aprovação em todas as unidades curriculares que integram o plano do ciclo de estudos e da aprovação no ato público de defesa de dissertação/ trabalho de projeto/ relatório de estágio, tenham obtido o número de créditos ECTS fixado para o mestrado. 2. O ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em SST, visa aferir e consolidar conhecimentos necessários à intervenção na área da Segurança e Saúde do. CAPÍTULO II Estrutura e acesso ao ciclo de estudos Artigo 4.º Ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em Segurança e Saúde do 1. O ciclo de estudos conferente do grau de mestre em SST contempla 120 créditos. Destes, 72 correspondem à conclusão de unidades curriculares e os restantes 48 à elaboração de um projeto/dissertação/estágio e sua defesa. 2. O ciclo de estudos conferente do grau de mestre em SST tem uma duração normal de 4 semestres curriculares de trabalho dos estudantes. 3. O plano de estudos está organizado em módulos de aprendizagem, totalizando doze unidades curriculares semestrais e uma anual a projeto / dissertação / estágio, que decorre no 2º ano curricular. 4. O ciclo de estudos conducente ao grau de mestre deve assegurar, predominantemente, a aquisição, pelo estudante, de uma especialização de natureza profissional, em SST. Página 2 de 14
3 Artigo 5.º Estrutura do ciclo de estudos 1. A área científica predominante para a obtenção do grau de mestre em SST é a Saúde Ocupacional, com a Classificação CNAEF O ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em SST integra: a) Aos estudantes que completem com sucesso as unidades curriculares constantes do plano de estudos do 1º ano, 1º e 2º semestres, (72 ECTS) será atribuído um diploma do curso especializado em Segurança e Saúde do. b) A atribuição do grau de mestre em SST é conferida aos que, através da aprovação em todas as unidades curriculares que integram o plano de estudos do curso e da aprovação no acto público de defesa da dissertação/projeto/estágio, tenham obtido 120 ECTS. Artigo 6.º Organização e estrutura curricular A estrutura curricular, plano de estudos e créditos ECTS do mestrado em SST são os constantes nos Quadros 1, 2, 3 e 4, em anexo ao presente regulamento e que dele faz parte integrante Artigo 7.º Acesso ao ciclo de estudos 1. Podem candidatar-se à matrícula e inscrição ao mestrado em SST: a) Titulares do grau de licenciado, ou equivalente legal; b) Titulares de um grau académico superior estrangeiro conferido na sequência de um primeiro ciclo de estudos organizado de acordo os princípios do processo de Bolonha por um Estado aderente a este processo; c) Titulares de um grau académico superior estrangeiro que seja reconhecido como satisfazendo os objetivos do grau de licenciado pelo Conselho Técnico Cientifico da ESTeSC/IPC; d) Detentores de um currículo escolar, científico ou profissional que seja reconhecido, pelo conselho técnico -científico da ESTeSC, como atestando capacidade para a realização deste ciclo de estudos. 2. O reconhecimento a que se referem as alíneas b), c) e d) do n.º 1 tem apenas como efeito o acesso ao ciclo de estudos conducente ao grau de mestre, não conferindo ao seu titular a equivalência ao grau de licenciado ou o reconhecimento desse grau. Artigo 8.º Limitações quantitativas 1. O número de vagas, definição de contingentes e os prazos de candidatura para a matrícula e inscrição no mestrado em SST serão afixados anualmente por despacho do Presidente do IPC, sobre proposta do Presidente da ESTeSC. Página 3 de 14
4 2. O mestrado em SST só entrará em funcionamento com um número mínimo de quinze participantes. 3. A proposta de vagas poderá conter vagas especificas para os candidatos que pretendem reingressar no Mestrado em SST. 4. As vagas referidas no número anterior que não forem ocupadas, serão preenchidas pelos restantes candidatos constantes da lista seriada, pela ordem aí indicada. 5. Se as vagas referidas no n.º 3 não forem suficientes para os candidatos que pretendem reingressar, e as vagas para o ingresso na edição do ciclo de estudos, não tiverem sido todas preenchidas, aqueles poderão ocupar estas vagas, até ao seu limite. Artigo 9.º Calendário escolar O calendário escolar será definido anualmente pelo Presidente da ESTeSC. CAPÍTULO III Seleção e seriação Artigo 10.º Apresentação de candidaturas 1. As candidaturas são efetuadas conforme fixado anualmente em Edital. 2. Ao boletim de candidatura devem ser anexados: a) Documentos comprovativos das habilitações de que o candidato é titular, com informação das classificações finais (no caso de documento estrangeiro, o candidato deverá apresentar, também, a respetiva tradução para uma das seguintes línguas: português/espanhol/francês/inglês); b) Curriculum vitae; c) Outros elementos solicitados no Edital. Artigo 11.º Seleção, classificação e seriação dos candidatos 1. Os candidatos que reúnam as condições de natureza académica e curricular expressas no artigo anterior são seriados e seleccionados tendo em atenção os seguintes critérios: a) Classificação de licenciatura; b) Curriculum académico e científico; c) Curriculum profissional; d) Eventual entrevista. 2. Aos candidatos titulares de equivalência ao grau de licenciado que haja sido atribuída sem classificação, bem como aos titulares de reconhecimento do grau de licenciado, será atribuída para efeitos de seriação a classificação de 10 (dez) valores. Página 4 de 14
5 3. Aos titulares de um grau académico superior estrangeiro, conferido na sequência de um 1º ciclo de estudos organizado de acordo com os princípios do Processo de Bolonha por um Estado aderente, a classificação da licenciatura, para efeitos de seriação, será a que consta da sua certidão curricular. 4. Os candidatos admitidos a concurso serão ordenados tendo em consideração a classificação obtida pela aplicação da seguinte fórmula: CF= (4*CL + 3*CAC + 3*CP)/10 Em que: CL - representa a classificação de licenciatura expressa através de uma escala num intervalo de 10 a 20 valores; CAC - representa a classificação atribuída na escala de 0 a 20 valores, ao curriculum académico e científico; CP representa a classificação atribuída na escala de 0 a 20 valores, ao curriculum profissional. 5. No curriculum académico e científico, o percurso académico do candidato será valorizado tendo em conta os seguintes parâmetros: a) Detentor do grau de Doutor 20 valores; b) Detentor do grau de Mestre 15 valores; c) Detentor do grau de Licenciado 12 valores; d) Detentor do grau de Bacharel 10 valores; e) Sem grau académico 5 valores. 6. A classificação a atribuir ao percurso académico corresponde à do grau académico mais elevado. 7. No curriculum académico e científico, o percurso científico do candidato será valorizado tendo em conta os seguintes parâmetros: a) Artigos científicos publicados em revistas ISI (10 valores cada); b) Artigos científicos publicados em revistas com peer review não ISI (5 valores cada); c) Apresentações de comunicações orais em congressos internacionais de natureza científica (5 valores cada); d) Apresentações de comunicações orais em congressos nacionais de natureza científica (3 valores cada); e) Apresentação de posters em congressos internacionais de natureza científica (2 valores cada); f) Apresentação de posters em congressos nacionais de natureza científica (1 ponto cada). 8. A classificação a atribuir ao percurso científico corresponde ao somatório das pontuações obtidas em cada parâmetro até ao máximo de 20 valores. 9. A classificação a atribuir no critério curriculum académico e científico, será a resultante da média das classificações obtidas nas componentes académica e científica. 10. O curriculum profissional do candidato será valorizado tendo em conta os seguintes parâmetros: a) Exercício Profissional na área da Segurança e Saúde do 10 valores; b) Por cada ano de exercício como Técnico Superior de Segurança e Higiene do 1 ponto, até ao máximo de 20; 11. A classificação a atribuir no critério curriculum profissional será a resultante do somatório das pontuações obtidas em cada parâmetro, até ao máximo de 20 valores. Página 5 de 14
6 12. A entrevista só será efetuada no caso de existirem candidatos com igual classificação e em condições de poderem vir a ser admitidos à matrícula e inscrição no ciclo de estudos. 13. A avaliação da entrevista estará centrada nas razões e motivações inerentes à candidatura ao ciclo de estudos de mestrado e será expressa numa escala de 10 a 20 valores. 14. Compete aos júris proceder à selecção, classificação e seriação dos candidatos. 15. As reclamações relativas aos processos da seleção, classificação e seriação dos candidatos são apreciadas pelo júri nomeado pelo CTC para este processo, e decididas pelo CTC. CAPÍTULO IV Matrícula e inscrição Artigo 12.º Matrículas e inscrições 1. Os candidatos admitidos devem proceder à matrícula e inscrição nos Serviços Académicos da ESTeSC, no prazo e condições fixados no Edital. 2. Em caso de desistência expressa da matrícula e inscrição, ou de não comparência para realização da mesma, a ESTeSC convoca, no prazo de 5 dias úteis após o termo do período de matrícula e inscrição, através de carta registada com aviso de receção, os candidatos constantes da lista seriada, pela ordem aí indicada. 3. Os candidatos a que se refere o número anterior têm um prazo improrrogável de 5 dias úteis, após a receção da notificação, para procederem à matrícula e inscrição. 4. A decisão de admissão apenas produz efeito para o ano letivo a que se refere o início do curso. 5. Os alunos inscritos num ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em SST, que não tenham completado nos prazos legais, poderão fazê-lo no âmbito de edição subsequente, se existir. 6. Sem prejuízo do disposto nos números anteriores, os alunos que não concluam no prazo legalmente previsto, a parte de dissertação/trabalho de projeto/relatório final do estágio, poderão solicitar a prorrogação do mesmo, por igual período de tempo, renovável por uma vez. 7. A prorrogação e a renovação do prazo, previstas no número anterior, estão sujeitas ao pagamento de uma propina proporcional ao número de ECTS em falta. 8. O pedido de prorrogação, e respectiva renovação, deve ser dirigido ao Presidente da ESTeSC, podendo ser deferido ouvido o Coordenador do Mestrado. 9. O reingresso em nova edição faz-se com a apresentação de nova candidatura e com ocupação de vaga especificamente fixada para o efeito, isenta do pagamento de taxa de candidatura. 10. No caso de não terem sido fixadas vagas especificas para os candidatos que pretendem reingressar, as candidaturas a reingresso no ciclo de estudos, serão apreciadas e seriadas juntamente com as restantes candidaturas. Página 6 de 14
7 Artigo 13.º Taxas de candidatura, de matrícula e de inscrição 1. São devidas: a) Uma taxa de candidatura; b) Uma taxa de matrícula no 1º ano; c) Uma taxa de inscrição nos anos subsequentes; d) Propinas. CAPÍTULO V Gestão do ciclo de estudos Artigo 14.º Comissão Coordenadora do Mestrado 1. A coordenação do curso de Mestrado em Farmácia, Especialização em Farmacoterapia Aplicada será assegurada por um coordenador do Mestrado (CM), nomeada pelo conselho técnico-científico mediante proposta da Comissão Científica do Departamento de Saúde Ambiental (CCSA). 2. A comissão científica do curso de mestrado em SST coincide com a comissão científica do Curso de Saúde Ambiental. Artigo 15.º Competências do Coordenador do Mestrado 1. Compete ao Coordenador do mestrado: a) Despachar os assuntos correntes; b) Assegurar a gestão corrente do curso; c) Promover a coordenação entre unidades curriculares e outras actividades do ciclo de estudos; d) Incentivar actividades complementares de intercâmbio com instituições similares na área científica de Farmácia; e) Elaborar proposta fundamentada para indigitação, pelo conselho técnico-cientifico da ESTESC, dos orientadores de trabalhos de projecto original II ou de relatórios de estágio II, tendo em conta os pareceres daqueles sobre a viabilidade dos planos de trabalho e a informação sobre a sua disponibilidade; f) Acompanhar o desenvolvimento do ciclo de estudos e propor eventuais correcções; g) Exercer as demais competências que lhe sejam delegadas pelo conselho. CAPÍTULO VI Página 7 de 14
8 Orientação e provas Artigo 16.º Orientação da dissertação / projeto / estágio 1. Durante os dois últimos semestres do ciclo de estudos proceder-se-á à execução de um projeto, de uma dissertação ou de um estágio. 2. A orientação da dissertação/ projeto observa os seguintes requisitos: a) A elaboração da dissertação/trabalho de projecto original de mestrado será orientada por um doutor ou por um especialista de mérito, reconhecido como tal pelo conselho técnico-científico da ESTeSC. b) A orientação da elaboração da dissertação/ projeto pode ser assegurada em regime de co-orientação, quer com orientadores nacionais quer com orientadores estrangeiros, um dos quais será sempre afeto à ESTeSC, docente do mestrado de SST. c) A proposta de nomeação do orientador da dissertação/ projeto deverá ser acompanhada por uma informação conjunta do mestrando e do orientador proposto sobre a temática a abordar e uma breve descrição do trabalho a realizar bem como a disponibilidade apresentada. Esta proposta deverá ser submetida ao conselho técnico-científico da ESTeSC até ao final do 1º semestre do 2º ano curricular, pela CCM. 3. A concretização da realização do estágio será aprovada pela CCM, mediante um projecto elaborado pelo discente proponente. A entrega do projeto de estágio à CCM deverá ocorrer até ao final do segundo mês do respectivo ano escolar. a) Deste projecto deve constar, no mínimo: i.o local onde vai decorrer o estágio; ii. Os objetivos do estágio; iii.o responsável do estágio e respetivo parecer. b) Do estágio será elaborado relatório que será sujeito a apresentação e defesa pública. c) A orientação da elaboração do relatório de estágio pode ser assegurada em regime de co-orientação, quer com orientadores nacionais quer com orientadores estrangeiros, um dos quais será sempre afeto à ESTeSC, docente do mestrado de SST. d) A proposta de nomeação do orientador do relatório de estágio deverá ser submetida ao conselho técnicocientífico da ESTeSC até ao final do 1º semestre do 2º ano curricular, pela CCM. Artigo 17.º Tramitação do processo 1. O trabalho original de projeto/dissertação/estágio deve ser entregue até dois meses após o último dia da época de exames de recurso desse ano letivo. 2. O aluno deverá entregar o pedido de realização de provas de mestrado, dirigido ao Presidente da ESTeSC, nos serviços académicos da ESTeSC, acompanhado de: Página 8 de 14
9 a) Três exemplares da dissertação/projeto/relatório de estágio (versão provisória) em papel e de um exemplar em suporte digital; b) Parecer do orientador e do co-orientador, quando exista; c) Declaração, emitida pelos Serviços Académicos da ESTeSC, comprovativa da aprovação nas unidades curriculares do curso de especialização, onde conste as classificações obtidas. 2. Após a nomeação do júri, este tem até 20 dias seguidos para decidir sobre a aceitação, reformulação ou rejeição da dissertação / projeto / estágio (versão provisória). 3. A decisão do júri de apreciação da dissertação / projeto / relatório de estágio deverá ser comunicado ao candidato por escrito. 4. Até 30 dias seguidos após a comunicação ao candidato, pelo Presidente da ESTeSC, da decisão referida no ponto anterior, aquele entrega a versão definitiva, se não tiver havido rejeição, seis exemplares da versão definitiva em papel e um exemplar em suporte digital ou apresenta declaração de que a/o pretende manter tal como o/a apresentou. 5. Recebida a reformulação ou a declaração do candidato, procede-se à marcação do acto público de defesa da dissertação/trabalho de projecto original/relatório de estágio. 6. Considera-se ter havido desistência se, esgotado o prazo referido no ponto 5, o aluno não apresentar a dissertação / projeto /relatório de estágio reformulada/o nem declarar que pretende manter a dissertação / projeto / relatório de estágio tal como a/o apresentou. 7. As provas públicas de defesa da dissertação / projeto /relatório de estágio deverão ocorrer no prazo de 90 dias a contar: a) Do despacho de aceitação da dissertação / projeto /relatório de estágio; b) Ou da data de entrega da dissertação / projeto / relatório de estágio original reformulada/o; c) Ou da declaração de que o aluno pretende manter a dissertação / projeto / relatório de estágio tal como a/o apresentou. 8. Os alunos que não concluam no prazo previsto, a parte de dissertação / projeto / relatório de estágio, poderão solicitar a prorrogação do mesmo, por dois semestres lectivos, renovável por uma vez. 9. O pedido de prorrogação e respectiva renovação deve ser dirigido ao Presidente da ESTeSC, podendo ser deferido, ouvido o coordenador de mestrado. Artigo 18.º Júri 1. A dissertação/ projecto /relatório de estágio do mestrado será objecto de apreciação e discussão pública por um júri. O júri será nomeado pelo conselho técnico-científico da ESTeSC, sobre proposta CCM, nos 20 dias seguidos posteriores à entrega da versão provisória da mesma (não contando para este prazo o mês de Agosto). 2. O júri será constituído por três a cinco membros, incluindo o orientador e co-orientador, quando houver. 3. Os membros do júri devem ser especialistas no domínio em que se insere a dissertação / projeto / relatório de estágio e serão nomeados de entre nacionais ou estrangeiros titulares do grau de doutor, ou especialistas de mérito reconhecido como tal pelo conselho técnico-científico da ESTeSC. Página 9 de 14
10 4. O júri será presidido pelo Presidente do Conselho Técnico-científico que pode delegar esta competência num professor da área científica dominante do curso, preferencialmente titular do grau de doutor. Artigo 19.º Provas públicas 1. O ato público de defesa da dissertação / projeto / relatório de estágio ocorre até 90 dias após a entrega da versão definitiva e só pode ter lugar com a presença de um mínimo de 3 elementos do júri, sendo obrigatória a presença do presidente e do arguente principal. 2. A discussão pública não pode exceder 90 minutos, devendo ser proporcionado ao candidato tempo idêntico ao utilizado pelo júri. 3. No início das provas, o candidato deverá fazer uma apresentação sobre a dissertação / projeto /relatório de estágio com a duração máxima de vinte minutos. 4. A discussão pública está a cargo de um arguente principal, ainda que nela possam intervir todos os membros do júri. 5. Finalizadas as provas, o júri reúne para apreciação e deliberação, através de votação nominal fundamentada, não sendo permitidas abstenções. 6. As decisões do júri são tomadas por maioria dos seus membros. Em caso de empate, o presidente do júri dispõe de voto de qualidade. 7. Das reuniões do júri são lavradas actas, das quais constam os votos de cada um dos seus membros e a respectiva fundamentação, que pode ser comum a todos ou a alguns membros do júri. 8. A apreciação da dissertação /projeto / relatório de estágio é expressa pelas designações de Aprovado ou Reprovado. 9. Da deliberação do júri não haverá recurso, excepto se fundamentada na preterição das formalidades legais. 10. No caso da dissertação / projeto / relatório de estágio ter merecido a designação de Aprovado, a sua classificação é a que resultar da média aritmética das classificações atribuídas por cada membro do júri na escala numérica de dez a vinte valores, bem como no seu equivalente na escala europeia de comparabilidade de classificações. Artigo 20.º Classificação final 1. Ao grau académico de mestre em SST é atribuída uma classificação final expressa no intervalo de da escala numérica inteira de 0 a 20, bem como no seu equivalente na escala europeia de comparabilidade de classificações. 2. A classificação final referida no ponto anterior corresponderá à média das classificações obtidas nas unidades curriculares do ciclo de estudos completo de 120 ECTS, ponderada pelo número de créditos ECTS de cada unidade curricular, incluindo a classificação obtida na dissertação / projeto / relatório de estágio. Página 10 de 14
11 3. A obtenção do grau de mestre exige a aprovação em todas as unidades curriculares do curso de especialização e uma classificação igual ou superior a 10 na componente dissertação / projeto / relatório de estágio. 4. A classificação obtida na pós-graduação em SST corresponderá à média das classificações obtidas nas unidades curriculares do ciclo de estudos completo de 120 ECTS, ponderada pelo número de créditos ECTS de cada unidade curricular, de acordo com a seguinte fórmula: ( CCi ECTSi) CM i 120 em que: CM = Classificação final do mestrado em Segurança e Saúde do CCi = Classificação de cada unidade curricular individual i, incluindo o projecto e a da dissertação/ projeto/estágio ECTSi = Número de créditos ECTS individual. Artigo 21.º Titulação do grau de mestre 1. O grau de mestre é titulado por um Diploma/Certidão de Registo e ou por Carta de Curso, no qual é designada a área científica. 2. A emissão do Diploma/Certidão de Registo e da Carta de Curso é acompanhada da emissão de um Suplemento ao Diploma, elaborado nos termos e para os efeitos do Decreto-Lei n.º 42/2005, de 22 de Fevereiro e da Portaria n.º 30/2008, de 10 de Janeiro. 3. O Diploma/Certidão de Registo, bem como a Carta de Curso, acompanhados do Suplemento ao Diploma, são emitidos no prazo máximo de 12 meses a contar da apresentação do(s) respetivo(s) requerimento(s). Artigo 22.º Diploma de especialização 1. A aprovação em todas as unidades curriculares do curso de pós-graduação confere o direito a um Diploma de especialização área da Segurança e Saúde do, com menção da classificação final obtida. 2. Se o Mestrando cumprir o regime de assiduidade, previsto pela Autoridade para as Condições de e constante do dossier de homologação, poder-se-á candidatar à obtenção do certificado de aptidão profissional de Técnico Superior de Segurança e Higiene do. Página 11 de 14
12 CAPÍTULO VII Normas regulamentares Artigo 23.º Regimes de funcionamento, precedências e avaliação 1. O regime de funcionamento do mestrado em SST tem carácter pós-laboral. 2. A avaliação de conhecimentos nas unidades curriculares do curso de mestrado tem carácter individual e será efectuada de acordo com as normas de avaliação em vigor na ESTeSC. O resultado da avaliação será expresso na escala numérica de zero a vinte valores. 3. Considera-se aprovado numa unidade curricular o aluno cuja nota final de avaliação seja igual ou superior a dez valores. 4. O regime de prescrições do mestrado em SST segue o estabelecido na tabela anexa à Lei nº 37/2003, de 22 de Agosto. Artigo 24º Acompanhamento pelos órgãos científico e pedagógico A direcção, a coordenação e a avaliação do mestrado em SST são acompanhadas pelo Conselho Técnicocientífico e pelo Conselho Pedagógico da ESTeSC. CAPÍTULO VIII Disposições finais Artigo 25.º Casos omissos Os casos omissos no presente regulamento serão resolvidos pela legislação aplicável, ou órgãos competentes do IPC e da ESTeSC. Artigo 26.º Entrada em vigor O presente regulamento entra em vigor na data de aprovação pelo Presidente do IPC. Página 12 de 14
13 Data: 26/06/2012 ANEXO Unidade Curricular Área Científica Tipo Horas de Contacto Total Contacto Créditos Psicossociologia do e das Organizações Gestão da Comunicação e Formação Legislação Regulamentação e Normalização Metodologias de Investigação, Estatistica e Fiabilidade CSH S1 135 TP 44 5 CSH S1 135 TP 40 5 CSH S1 110 TP 32 4 CE S1 135 TP 36 5 Segurança do SO S1 190 TP 80 7 Planeamento e Gestão da Emergência SO S1 110 TP 32 4 Quadro 1: Estrutura curricular, plano de estudos e créditos do 1º ano/1º semestre Unidade Curricular Área Científica Tipo Horas de Contacto Total Contacto Créditos Ergonomia SO S2 135 TP 36 5 Gestão da segurança e Saúde do SO S2 110 TP 32 4 Higiene do SO S2 190 TP 80 7 Metodologias de Avalização e Controlo de Riscos Profissionais Projeto individual em contexto real de trabalho SO S2 160 TP: 44 6 SO S2 215 E: Quadro 2: Estrutura curricular, plano de estudos e créditos do 1º ano/2º semestre Página 13 de 14
14 Data: 26/06/2012 Unidade Curricular Área Científica Tipo Horas de Contacto Total Contacto Créditos Gestão de Risco em Meio Hospitalar* SO S3 190 TP:44 7 Segurança na Construção Civil* SO S3 190 TP:44 7 Seminários SO S3 135 S:28 5 Projeto/dissertação/estágio SO S3 480 OT:30 18 Quadro 3: Estrutura curricular, plano de estudos e créditos do 2º ano/1º semestre Unidade Curricular Área Científica Tipo Horas de Contacto Total Contacto Créditos Projeto/dissertação/estágio SO S4 795 OT:60 30 Quadro 4: Estrutura curricular, plano de estudos e créditos do 2º ano/2º semestre Página 14 de 14