Source: http://docplayer.com.br/1036475-Universidade-portucalense-departamento-de-ciencias-economicas-e-empresariais-normas-regulamentares-do-2-o-ciclo-de-estudos-em-marketing.html
Timestamp: 2016-10-26 15:53:25+00:00
Document Index: 56862406

Matched Legal Cases: ['Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 6', 'Artigo 7', 'Artigo 8', 'Artigo 9', 'Artigo 10', 'Artigo 11', 'Artigo 12', 'Artigo 13', 'Artigo 14', 'Artigo 15', 'ARTIGO 1', 'ARTIGO 2', 'ARTIGO 3', 'ARTIGO 4', 'ARTIGO 5', 'ARTIGO 6', 'ARTIGO 7', 'ARTIGO 8', 'ARTIGO 9', 'ARTIGO 10', 'ARTIGO 11', 'ARTIGO 12', 'ARTIGO 13', 'ARTIGO 14', 'ARTIGO 15', 'Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'artigo 1', 'Artigo 6', 'Artigo 7', 'Artigo 8', 'ARTIGO 1', 'Artigo 8', 'Artigo 8', 'artigo 174', 'Artigo 19', 'Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 1']

⭐Universidade Portucalense. Departamento de Ciências Económicas e Empresariais NORMAS REGULAMENTARES DO 2.º CICLO DE ESTUDOS EM MARKETING
Download "Universidade Portucalense. Departamento de Ciências Económicas e Empresariais NORMAS REGULAMENTARES DO 2.º CICLO DE ESTUDOS EM MARKETING"
Domingos Natal Dinis
1 Universidade Portucalense Departamento de Ciências Económicas e Empresariais NORMAS REGULAMENTARES DO 2.º CICLO DE ESTUDOS EM MARKETING APROVADAS NO CONSELHO CIENTÍFICO 9 _2009 DE 23 DE SETEMBRO DE 20092 ÍNDICE Normas Regulamentares do 2.º Ciclo de Estudos em Marketing... 3 Artigo 1.º Objecto e Âmbito... 3 Artigo 2.º Designação do curso... 3 Artigo 3.º Atribuição do Grau de Mestre... 3 Artigo 4.º Objectivos de aprendizagem do curso... 3 Artigo 5.º Critérios de Seriação... 4 Artigo 6.º Duração do curso... 4 Artigo 7.º Composição da estrutura curricular... 4 Artigo 8.º Participação em Seminários, Conferências e outros Eventos... 4 Artigo 9.º Objectivos e regime de avaliação das unidades curriculares... 5 Artigo 10.º Calendário lectivo... 5 Dissertação, trabalho de projecto ou estágio... 5 Artigo 11.º Estrutura formal da dissertação de mestrado, do trabalho de projecto ou relatório de estágio... 5 Artigo 12.º Estágio... 6 Disposições finais e transitórias... 6 Artigo 13.º Creditação... 6 Artigo 14.º Lacunas e Dúvidas de Interpretação e Aplicação... 7 Artigo 15.º Entrada em vigor... 7 Anexo I... 8 Anexo II - PROTOCOLO DE ESTÁGIO Anexo III - Tabela de equivalências para os alunos que se licenciaram em gestão na Universidade Portucalense (planos pré-bolonha)3 NORMAS REGULAMENTARES DO 2.º CICLO DE ESTUDOS EM MARKETING ARTIGO 1.º OBJECTO E ÂMBITO O presente regulamento, aplicável ao 2.º ciclo de estudos em Marketing do Departamento de Ciências Económicas e Empresariais da Universidade Portucalense Infante D. Henrique (UPT), destina-se a definir as normas regulamentares relativas às matérias referidas no D.L. nº 74 / 2006 de 24 de Março alterado pelo D.L. nº 107 / 2008 de 25 de Junho que não tenham previsão expressa no Regulamento Geral do Ciclo de Estudos conducente ao grau de Mestre em vigor na UPT. ARTIGO 2.º DESIGNAÇÃO DO CURSO O curso, designado por Mestrado em Marketing, foi autorizado pela Portaria nº 505/1993, de 12 de Maio, adequado pelo Despacho /2006 de 23 de Junho e descrito no Anúncio n.º 6030-A-2007 de 10 de Setembro de ARTIGO 3.º ATRIBUIÇÃO DO GRAU DE MESTRE O grau de mestre em Marketing pela UPT é conferido aos que, através da aprovação em todas as unidades curriculares que integram o plano de estudos do curso de mestrado e da aprovação no acto público de defesa da dissertação, do trabalho de projecto ou do relatório de estágio, tenham obtido 120 ECTS. ARTIGO 4.º OBJECTIVOS DE APRENDIZAGEM DO CURSO São objectivos de aprendizagem do 2º Ciclo de estudos em Marketing: a) A aquisição de competências de raciocínio crítico por parte dos estudantes e a capacidade de desenvolverem um trabalho individual e autónomo; b) O desenvolvimento de competências de trabalho em equipa e de comunicação. Em particular, os estudantes deverão ser capazes de interagir e comunicar de forma clara com indivíduos com formações e áreas de conhecimento diferenciadas; c) A aquisição de uma formação teórica sólida em Marketing e a capacidade de aplicar esse conhecimento na abordagem a questões novas e à resolução de problemas; 34 d) A capacidade de utilização, por parte dos estudantes, de ferramentas quantitativas sofisticadas e tecnologias avançadas na análise e resolução de problemas financeiros, em ambientes complexos e em contextos de informação incompleta; e) A capacidade de tomada de decisões por parte dos estudantes, com plena consciência das restrições éticas e sociais inerentes e das suas consequências. ARTIGO 5.º CRITÉRIOS DE SERIAÇÃO Os candidatos ao acesso ao 2.º ciclo de estudos em Marketing são seriados de acordo com os seguintes critérios, por ordem decrescente de relevância: a) Candidatos com licenciatura ou grau académico em Gestão, Economia ou áreas afins; b) candidatos com classificação de licenciatura mais elevada, tendo em atenção a escala europeia de comparabilidade; c) candidatos possuidores de mais relevante currículo académico, científico ou profissional. ARTIGO 6.º DURAÇÃO DO CURSO O ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em Marketing tem 120 créditos e uma duração de 4 semestres, correspondendo 30 créditos a cada semestre. ARTIGO 7.º COMPOSIÇÃO DA ESTRUTURA CURRICULAR O ciclo de estudos integra um Curso de Mestrado, composto por um conjunto organizado de unidades curriculares obrigatórias, a que correspondem 60 créditos, e a realização e aprovação de uma dissertação de natureza científica, de um trabalho de projecto ou de um relatório de estágio, a que correspondem outros 60 créditos, nos termos do plano de estudos, definido no Anexo I. ARTIGO 8.º PARTICIPAÇÃO EM SEMINÁRIOS, CONFERÊNCIAS E OUTROS EVENTOS 1. Para além das unidades curriculares, o plano curricular pode ser complementado com seminários ou com a participação em conferências e outros eventos. 45 2. Estes seminários, conferências e outros eventos destinam-se a desenvolver competências técnicas em áreas de conhecimento complementares e acessórias. 3. Os seminários, conferências e outros eventos frequentados serão mencionados no Suplemento ao Diploma. ARTIGO 9.º OBJECTIVOS E REGIME DE AVALIAÇÃO DAS UNIDADES CURRICULARES 1. Os objectivos de aprendizagem de cada unidade curricular constam da respectiva ficha. 2. Os elementos e critérios de avaliação das unidades curriculares são da competência dos docentes responsáveis pelas mesmas e são descritos na respectiva ficha. ARTIGO 10.º CALENDÁRIO LECTIVO 1. Os períodos lectivos, os períodos de avaliação e as férias são definidos no início de cada ano lectivo. 2. A calendarização de todas as provas de avaliação deve ser afixada pelos serviços académicos no prazo máximo de um mês após o início das actividades lectivas. DISSERTAÇÃO, TRABALHO DE PROJECTO OU ESTÁGIO ARTIGO 11.º ESTRUTURA FORMAL DA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO, DO TRABALHO DE PROJECTO OU RELATÓRIO DE ESTÁGIO 1. A dissertação de mestrado, o trabalho de projecto ou o relatório de estágio devem obedecer às Normas Para a Formatação das Dissertações de Mestrado e Teses de Doutoramento da UPT. 2. Os trabalhos referidos no número anterior deverão ter entre 70±30 páginas, não abrangendo o índice, a indicação bibliográfica e eventuais anexos. 56 ARTIGO 12.º ESTÁGIO 1. O estágio representa a oportunidade do estudante realizar uma aplicação integrada dos seus conhecimentos, permitindo-lhe o contacto com o mercado de trabalho. 2. O estágio terá uma duração mínima de seis meses e uma duração máxima de nove meses. 3. O estágio poderá ser realizado em entidades propostas pela Universidade Portucalense ou pelo estudante. 4. As actividades desenvolvidas no estágio deverão desenvolver-se de acordo com um plano previamente definido e aprovado pelo Coordenador do Mestrado. 5. No Anexo II das presentes normas define-se um modelo tipo do protocolo a estabelecer com a organização ou empresa onde o estudante realiza o estágio. 6. O protocolo referido no número anterior será assinado pelo estudante, pela responsável da organização ou empresa acolhedora, pelo orientador do estudante e pelo Director do Departamento de Ciências Económicas e Empresariais. 7. Durante o estágio, o estudante terá de entregar um relatório intercalar ao seu orientador. 8. Poderá ser nomeado um co-orientador afecto à instituição ou empresa em que o estudante esteja a efectuar o seu estágio. DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS ARTIGO 13.º CREDITAÇÃO 1. Aos estudantes que tenham concluído a sua licenciatura em Gestão na UPT, nos termos dos planos de estudos pré-bolonha, são concedidas as equivalências definidas pela Comissão Departamental, constantes no anexo às presentes normas regulamentares Anexo III 2. Aos estudantes que tenham concluído a sua licenciatura em Economia ou Gestão noutras Universidades, nos termos dos anteriores planos de estudos, serão concedidas as equivalências adequadas, nos termos do Regulamento de Creditação e Reconhecimento de Competências. 67 3. Aos estudantes que tenham concluído outra licenciatura, ou que possuam experiência profissional considerada relevante, serão concedidas as equivalências adequadas, nos termos do Regulamento de Creditação e Reconhecimento de Competências. ARTIGO 14.º LACUNAS E DÚVIDAS DE INTERPRETAÇÃO E APLICAÇÃO Os casos omissos e as dúvidas de interpretação e aplicação do presente regulamento são resolvidos pelo Director do Departamento de Ciências Económicas e Empresariais que, caso se justifique, ouvirá previamente o Conselho Escolar. ARTIGO 15.º ENTRADA EM VIGOR O presente Regulamento entra em vigor no ano lectivo de 2009/8 ANEXO I Mestrado em Marketing (2.º ciclo de estudos) Áreas científicas e créditos que devem ser reunidos para a obtenção do grau ou diploma: MARKETING QUADRO N.º 1 CRÉDITOS ÁREA CIENTÍFICA SIGLA OBRIGATÓRIOS OPTATIVOS Marketing MKT 50 Métodos Quantitativos MQ 5 Métodos de Investigação MI 5 Dissertação, Relatório de Estágio ou Projecto MKT 60 TOTAL (1) (1) Indicar o número de créditos das áreas científicas optativas, necessários para a obtenção do grau ou diploma. Observações: Durante os 1º e 2º semestres os alunos frequentarão seminários temáticos que os ajudarão a definir as suas áreas de investigação. 89 Normas Regulamentares do 2º Ciclo de Estudos do Curso de Mestrado em Marketing Plano de estudos: 1º Semestre QUADRO N.º 2 UNIDADES CURRICULARES ÁREA CIENTÍFICA TIPO TEMPO DE TRABALHO (HORAS) TOTAL CONTACTO CRÉDITOS OBSERVAÇÕES (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) Marketing MKT Semestral 135 TP: Marketing Estratégico MKT Semestral 135 TP: Comportamento do Consumidor MKT Semestral 135 TP: Gestão de Relacionamentos MKT Semestral 135 TP: Gestão Comercial MKT Semestral 135 TP: Marketing de Serviços MKT Semestral 135 TP:10 Normas Regulamentares do 2º Ciclo de Estudos do Curso de Mestrado em Marketing 2º Semestre QUADRO N.º 3 UNIDADES CURRICULARES ÁREA CIENTÍFICA TIPO TEMPO DE TRABALHO (HORAS) TOTAL CONTACTO CRÉDITOS OBSERVAÇÕES (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) Marketing Internacional MKT Semestral 135 TP: Gestão da Marca e Estratégias de Comunicação MKT Semestral 135 TP: E-Marketing MKT Semestral 135 TP: Métodos de Investigação em Marketing MI Semestral 135 TP: Métodos Quantitativos para Marketing MQ Semestral 135 TP: Seminários de Marketing MKT Semestral 135 S:11 Normas Regulamentares do 2º Ciclo de Estudos do Curso de Mestrado em Marketing 3º e 4º Semestres QUADRO N.º 3 UNIDADES CURRICULARES ÁREA CIENTÍFICA TIPO TEMPO DE TRABALHO (HORAS) TOTAL CONTACTO CRÉDITOS OBSERVAÇÕES (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) Dissertação, Relatório de Estágio ou Projecto MKT 60 1112 ANEXO II - PROTOCOLO DE ESTÁGIO Ficou estabelecido entre 1º Outorgante - O Departamento de Ciências Económicas e Empresariais da Universidade Portucalense Infante D. Henrique, com sede na Rua Dr. António Bernardino de Almeida, , PORTO, nº de contribuinte e o 2º Outorgante..., contribuinte nº... com sede na... Código postal nº...,telefone nº..., o seguinte: Artigo 1º (Finalidade e função do Estágio) a) Permitir ao estagiário um contacto com a realidade do mundo do trabalho no sector do marketing, favorecendo a sua formação profissional e técnica, assim como o desenvolvimento do seu sentido de responsabilidade; b) Permitir que o estagiário elabore um relatório de estágio que, se aprovado, possibilite concluir o Mestrado em Marketing e obter o grau de Mestre. Artigo 2º (Identificação do estagiário) O segundo Outorgante aceita admitir, na qualidade de estagiário, o estudante..., inscrito no Mestrado em Marketing da Universidade Portucalense Infante D. Henrique. Artigo 3º (Local de Estágio) O local de execução da formação referida situa-se em: Artigo 4º (Período de duração do Estágio) O Estágio terá uma duração compreendida entre os seis e os nove meses. Artigo 5º (Contacto na organização ou empresa) 1 - A organização ou empresa designa na qualidade de responsável do estagiário o Sr...., portador do B.I. nº... de..., que ocupa na empresa ou organização a função de.... O responsável pelo estagiário na organização ou empresa deverá: a) Integrar o estagiário na realidade específica da profissão de modo a favorecer a concretização dos objectivos expressos no artigo 1 do presente protocolo; 12/1513 Normas Regulamentares do 2º Ciclo de Estudos do Curso de Mestrado em Marketing b) Coordenar, em conjunto com o professor orientador, as actividades que o estagiário deve experienciar durante o Estágio; c) informar o professor orientador de eventuais problemas surgidos no decorrer do Estágio e a este referentes; d) Informar e fazer cumprir, pelo estagiário, as normas de Segurança e Higiene de acordo com o trabalho que realize; e) Dar parecer sobre a actividade desenvolvida pelo estagiário; f) Facilitar ao estagiário os períodos necessários às reuniões com o seu orientador. 2 Em.../.../... foi aprovado no Conselho Científico da Universidade Portucalense, sob proposta do Director do Departamento de Ciências Económicas e Empresariais, o Prof...., como orientador do estagiário. São funções do professor orientador: a) Acompanhar e apoiar o estagiário de acordo, quer com as necessidades por este manifestadas, quer por solicitação do responsável pelo estagiário na organização ou empresa; b) Apoiar e colaborar com o responsável pelo estagiário na organização ou empresa, na coordenação das actividades que o estagiário deve desenvolver durante o Estágio. 3 - São obrigações assumidas pelo estagiário: a) Integrar o quadro de trabalho definido no presente protocolo; b) Respeitar os horários de trabalho definidos, não sendo permitidas faltas injustificadas; c) Respeitar as normas de Higiene e Segurança no Trabalho; d) Respeitar as regras internas de funcionamento da organização ou empresa; e) Respeitar o sigilo profissional da organização ou empresa. Artigo 6º (Rescisão do contrato) a) A organização ou empresa ou o Departamento de Ciências Económicas e Empresariais da Universidade Portucalense poderão rescindir, unilateralmente, este contrato desde que o desenvolvimento do Estágio se apresente lesivo para o funcionamento normal da organização ou empresa ou seja considerado, pelo Departamento de Ciências Económicas e Empresariais pedagogicamente desaconselhado; b) O abandono do Estágio, pelo estagiário, implica que este deve assumir toda a responsabilidade pelos efeitos da sua atitude a menos que esta seja plenamente justificada, e seja a justificação aceite pelo seu Orientador e pelo Coordenador do Mestrado. Artigo 7º (Remuneração) a) O presente protocolo não obriga a qualquer remuneração, por parte da organização ou empresa; 13/1514 Normas Regulamentares do 2º Ciclo de Estudos do Curso de Mestrado em Marketing b) Não existe nenhuma obrigação por parte da organização ou empresa onde o estagiário realiza a formação em assegurar-lhe trabalho no final do Estágio; c) Se for considerado de interesse pelos outorgantes, dada a natureza do Estágio, poderá estabelecer-se um contrato de prestação de serviços e respectivos encargos financeiros das partes, a anexar a este protocolo. Artigo 8º (Seguros) No plano jurídico, o estagiário permanece sob a responsabilidade da Universidade Portucalense Infante D. Henrique. Por conseguinte: a) O estagiário está coberto por um seguro escolar a cargo da Universidade Portucalense. Este seguro cobre todos os riscos provenientes da inaptidão e inexperiência ou culpa do estagiário; b) Em caso de acidentes corporais ocorridos na organização ou empresa ou no trajecto de/para a organização ou empresa, o estagiário beneficia das mesmas garantias como se se tratasse de um acidente ocorrido na Universidade Portucalense ou no trajacto de casa à Universidade. Porto,... de... de º Outorgante (Director do DCEE) 2ª Outorgante Orientador Estagiário 14/1515 Normas Regulamentares do 2º Ciclo de Estudos do Curso de Mestrado em Marketing ANEXO III - TABELA DE EQUIVALÊNCIAS PARA OS ALUNOS QUE SE LICENCIARAM EM GESTÃO NA UNIVERSIDADE PORTUCALENSE (PLANOS PRÉ- BOLONHA) 1º ano - 1º Semestre Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos Total Contacto Marketing MKT Semestral 135 TP: 30 5 Gestão Comercial MKT Semestral 135 TP: º ano - 2º Semestre Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos Total Contacto Marketing Internacional MKT Semestral 135 TP: 30 5 Métodos de Investigação em Marketing MI Semestral 135 TP: 30 5 Gabinete de Ingresso Rua Dr. António Bernardino de Almeida Telefone: / 40 Telemóvel: Linha verde: /15 Documentos relacionados
Diário da República, 1.ª série N.º 121 25 de Junho de 2008 3835 2 A organização interna da Fundação rege-se por regulamentos próprios, aprovados pelo conselho de administração, nos quais se estabelece Leia mais Consolidação dos Regulamentos da FDUNL PLANO
Consolidação dos Regulamentos da FDUNL PLANO 1. Regulamento do Primeiro Ciclo de Estudos 2. Regulamento do Segundo Ciclo de Estudos 3. Regras de transição para Bolonha 4. Normas complementares da FDUNL Leia mais REGULAMENTO DA PRÁTICA DE ENSINO SUPERVISIONADA DO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE EM ENSINO
Campus Universitário de Almada Instituto Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares / Almada REGULAMENTO DA PRÁTICA DE ENSINO SUPERVISIONADA DO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU Introdução Leia mais 2242 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 60 24 de Março de 2006 MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR
2242 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 60 24 de Março de 2006 MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR Decreto-Lei n. o 74/2006 de 24 de Março O Programa do XVII Governo estabeleceu como um Leia mais Bolsas de Formação Avançada
Bolsas de Formação Avançada Regulamento de Bolsas de Investigação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P. CAPÍTULO I Objeto e âmbito de aplicação ARTIGO 1.º OBJECTO 1. O presente regulamento disciplina Leia mais Colectânea de Legislação do Ensino Superior
REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DIRECÇÃO PARA A COORDENAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR Colectânea de Legislação do Ensino Superior EDIÇÃO REVISTA Maputo, Setembro de 2012 REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE Leia mais SUPLEMENTO I SÉRIE ÍNDICE. Ministérios da Economia e do Emprego e da Educação e Ciência. Sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013 Número 33
I SÉRIE Sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013 Número 33 ÍNDICE SUPLEMENTO Ministérios da Economia e do Emprego e da Educação e Ciência Portaria n.º 74-A/2013: Estabelece as normas de organização, funcionamento, Leia mais Diário da República, 2.ª série N.º 129 6 de Julho de 2010 36724-(3)
Universidade Aberta Departamento de Ciências Sociais e de Gestão Rua da Escola Politécnica, 141-147 1269-001 LISBOA PORTUGAL Equipa de Coordenação do Curso Coordenador: Professor Doutor Pedro Isaías Vice-Coordenadores: Leia mais TÍTULO I. 6358 Diário da República, 1.ª série N.º 174 10 de Setembro de 2007. Princípios e disposições comuns. Artigo 8.º
6358 Diário da República, 1.ª série N.º 174 10 de Setembro de 2007 Artigo 8.º Revisão da programação 1 O Governo deve apresentar de dois em dois anos, nos anos ímpares, uma proposta de lei de revisão da Leia mais GUIA DE CURSO MESTRADO GESTÃO / MBA
Universidade Aberta Departamento de Ciências Sociais e de Gestão Rua da Escola Politécnica, 141-147 1269-001 LISBOA PORTUGAL Candidaturas: As candidaturas efetuam-se online no sítio da UAb: http://www.uab.pt/web/guest/estudar-na-uab/candidato/candidaturas/dcsg Leia mais O R D E M D O S A R Q U I T E C T O S REGULAMENTO DE INSCRIÇÃO
O R D E M D O S A R Q U I T E C T O S REGULAMENTO DE INSCRIÇÃO IAprovado na 25.ª reunião plenária do cdn, de 12 de Setembro de 2006 Publicado no Boletim n.º 165, de Outubro de 2006 Regulamento de INSCRIÇÃO Leia mais Diário da República, 2.ª série N.º 93 14 de Maio de 2009 19106-(11)
Diário da República, 2.ª série N.º 93 14 de Maio de 2009 19106-(11) posse dos novos órgãos, sem prejuízo do disposto no n.º 3 do artigo 174.º do RJIES. 3 Cabe ao Reitor em funções promover a concretização Leia mais REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS DA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA
REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS DA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Preâmbulo O anterior Regulamento de Avaliação em vigor até 2011-2012 foi elaborado para um tipo Leia mais PÓS GRADUAÇÃO EM SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO E SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL 1ª Edição
PÓS GRADUAÇÃO EM SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO E SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL 1ª Edição O ISAG Instituto Superior de Administração e Gestão é um estabelecimento de ensino superior privado, fundado em 1979, Leia mais MANUAL DE APOIO AO ESTUDANTE
MANUAL DE APOIO AO ESTUDANTE Page 1 - HISTÓRIA - O Instituto Superior Monitor (ISM) é uma instituição de ensino superior, criada pelo decreto n.º 43/2008 de 16 de Setembro do Conselho de Ministros, e resulta Leia mais Decreto-Lei n.º 15/2007 de 19 de Janeiro
Decreto-Lei n.º 15/2007 de 19 de Janeiro No Programa do XVII Governo Constitucional reafirma-se a noção de que os educadores e professores são os agentes fundamentais da educação escolar. O trabalho organizado Leia mais Diário da República, 1.ª série N.º 149 4 de Agosto de 2009 5047
Diário da República, 1.ª série N.º 149 4 de Agosto de 2009 5047 Nacional de Saúde, de acordo com a articulação definida e as responsabilidades que lhe estão atribuídas. Artigo 19.º Alteração ao Decreto Leia mais DESPACHO N. GR.02105/2010
DESPCH N. GR.02105/2010 lteração do Regulamento geral para avaliação dos discentes de primeiros ciclos, de ciclos de estudos integrados de mestrado e de segundos ciclos da UPorto No uso da competência Leia mais (Aprovado pela Assembleia de Faculdade, em 16 de Janeiro de 2014) CAPÍTULO I. Artigo 1.º. Objecto. Artigo 2.º. Conceitos
REGULAMENTO DO CURSO DE LICENCIATURA EM DIREITO DA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA (Aprovado pela Assembleia de Faculdade, em 16 de Janeiro de 2014) CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo Leia mais MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL
8846-(2) Diário da República, 1.ª série N.º 237 10 de Dezembro de 2007 MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007 de 10 de Dezembro Com a aprovação do Quadro de Leia mais Decreto Legislativo nº 2 de 2004
Estatuto do Pessoal Docente Decreto Legislativo nº 2 de 2004 CAPITULO I Disposições gerais Artigo 1 (Objecto) O Estatuto do pessoal docente, adiante designado Estatuto, define os direitos e deveres, a Leia mais NORMAS DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ
NORMAS DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ 2012 i SUMÁRIO Página TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 1 TÍTULO II DA EXECUÇÃO, REGISTRO E CONTROLE ACADÊMICOS... Leia mais TÍTULO I MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR. 42474 Diário da República, 2.ª série N.º 202 17 de Outubro de 2008
42474 Diário da República, 2.ª série N.º 202 17 de Outubro de 2008 Despacho n.º 26129/2008 Com base no Despacho n.º 7465, de 13 de Março de 2008, eu Maria Mestre Manuel, professora titular do grupo 300, Leia mais RESOLUÇÃO N 10/CUn/97, de 29 de julho de 1997
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA GABINETE DO REITOR RESOLUÇÕES Em vigor Resolução nº 010/CUN/9729 de Julho de 1997 Orgão Emissor : CUN Ementa : Dispõe sobre a Pós-Graduação stricto sensu e lato sensu Leia mais Programa de Candidatura a Entidade Beneficiária
PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO Tipologia de Intervenção Formação Acção para PME Organismo Intermédio: Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) Programa de Candidatura a Entidade Beneficiária Leia mais MINISTÉRIO DA SAÚDE. N. o 295 21-12-1999 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A
7960 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o 264 12-11-1999 c) Um representante de cada administração regional de saúde; d) Um representante de cada agência; e) Um membro a nomear pelo Ministro da Saúde, em Leia mais Lei n.º 12-A/2008 de 27 de Fevereiro
Lei n.º 12-A/2008 de 27 de Fevereiro Estabelece os regimes de vinculação, de carreiras e de remunerações dos trabalhadores que exercem funções públicas A Assembleia da República decreta, nos termos da Leia mais 2016 © DocPlayer.com.br Política de Privacidade | Termos de serviço | Feedback