Source: http://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/?uri=CELEX:32015R0227
Timestamp: 2017-10-20 02:40:59+00:00
Document Index: 40929415

Matched Legal Cases: ['artigo 99', 'artigo 99', 'artigo 101', 'artigo 394', 'artigo 37', 'artigo 15', 'artigo 5', 'artigo 18', 'artigo 2', 'artigo 3', 'artigo 3', 'artigo 3', 'artigo 95', 'artigo 98', 'artigo 96', 'artigo 97', 'artigo 458', 'artigo 459', 'artigo 3', 'artigo 49', 'artigo 49', 'artigo 49', 'artigo 63', 'artigo 63', 'artigo 63']

Regulamento de Execução (UE) 2015/227 da Comissão, de 9 de janeiro de 2015 , que altera o Regulamento de Execução (UE) n. ° 680/2014 que estabelece normas técnicas de execução no que diz respeito ao relato para fins de supervisão das instituições de acordo com o Regulamento (UE) n. ° 575/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho Texto relevante para efeitos do EEE
REGULAMENTO DE EXECUÇÃO (UE) 2015/227 DA COMISSÃO
de 9 de janeiro de 2015
que altera o Regulamento de Execução (UE) n.o 680/2014 que estabelece normas técnicas de execução no que diz respeito ao relato para fins de supervisão das instituições de acordo com o Regulamento (UE) n.o 575/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho
Tendo em conta o Regulamento (UE) n.o 575/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 26 de junho de 2013, relativo aos requisitos prudenciais para as instituições de crédito e para as empresas de investimento e que altera o Regulamento (UE) n.o 648/2012 (1), nomeadamente o artigo 99.o, n.o 5, quarto parágrafo, o artigo 99.o, n.o 6, quarto parágrafo, o artigo 101.o, n.o 4, terceiro parágrafo, e o artigo 394.o, n.o 4, terceiro parágrafo,
O Regulamento de Execução (UE) n.o 680/2014 da Comissão (2) estabelece os requisitos que as instituições deverão cumprir quando comunicam as informações relevantes para o cumprimento do Regulamento (UE) n.o 575/2013.
A comunicação de informação coerente, exata e comparável no que respeita às provisões para perdas de crédito e às medidas de diferimento de créditos nos termos do Regulamento de Execução (UE) n.o 680/2014 é um elemento essencial para se poder dispor de uma visão abrangente do perfil de risco das instituições e do risco sistémico que representam para o setor financeiro. Num contexto de incerteza em relação à qualidade dos ativos em toda a União e para que a Autoridade Bancária Europeia (EBA) e as autoridades competentes possam dispor dessa visão abrangente do perfil de risco das atividades das instituições, bem como para que o Comité Europeu do Risco Sistémico (ESRB) possa desempenhar as suas funções de fiscalização prudencial, as instituições deverão ser obrigadas a comunicar informação sobre as respetivas atividades de diferimento de créditos e exposições não produtivas.
As atividades de diferimento de créditos e as exposições não produtivas são abrangidas pelos requisitos contabilísticos atualmente aplicáveis que obrigam à comunicação de informação sobre as exposições decorrentes de empréstimos e de títulos de dívida e sobre a respetiva qualidade de crédito nos termos do Regulamento (CE) n.o 1606/2002 do Parlamento Europeu e do Conselho (3) e da Diretiva 86/635/CEE do Conselho (4). Contudo, não existe uma definição abrangente e harmonizada desses conceitos de diferimento e de exposições não produtivas, nem requisitos específicos e pormenorizados de comunicação de informação para efeitos de supervisão.
Assim, deverão ser estabelecidas, através de normas técnicas, definições específicas do diferimento e das exposições não produtivas, bem como modelos de comunicação de informações que permitam à EBA, às autoridades competentes e ao ESRB basear-se em conceitos de qualidade dos ativos ainda mais harmonizados do que já acontece atualmente. Desta forma, a informação comunicada será ainda mais comparável, já que se minimizarão as diferenças decorrentes da existência de diferentes conceitos do diferimento e associadas às diferentes formas como são aplicadas as definições de incumprimento e de imparidade na União. Nessa medida, a definição de exposição não produtiva deverá funcionar como um índice harmonizado de qualidade dos ativos, um instrumento de classificação, e não em substituição das atuais definições de incumprimento e de imparidade.
A fim de que as instituições e as autoridades competentes disponham de tempo suficiente para aplicarem os requisitos do presente regulamento respeitantes às atividades de diferimento e às exposições não produtivas de uma forma que permita dispor de dados de elevada qualidade, esses requisitos de comunicação de informação deverão ser objeto de uma aplicação diferida.
A fim de assegurar a correta aplicação dos requisitos estabelecidos no Regulamento de Execução (UE) n.o 680/2014, os modelos, instruções e definições utilizados pelas instituições para a comunicação de informações para efeitos de supervisão deverão ser mais pormenorizados. Assim, e por motivos de clareza jurídica, importa substituir diversos modelos constantes dos anexos I, III e IV e alterar algumas das instruções constantes dos anexos II, V, VII e IX. O presente regulamento baseia-se nos projetos de normas técnicas de execução apresentados pela EBA à Comissão.
A EBA realizou consultas públicas sobre os projetos de normas técnicas de execução respeitantes às atividades de diferimento e às exposições não produtivas em que o presente regulamento se baseia parcialmente, analisou os potenciais custos e benefícios conexos e solicitou o parecer do Grupo das Partes Interessadas do Setor Bancário criado em conformidade com o artigo 37.o do Regulamento (UE) n.o 1093/2010 do Parlamento e do Conselho (5).
Uma vez que as necessárias alterações ao Regulamento de Execução (UE) n.o 680/2014 não envolvem alterações significativas e de substância, em conformidade com o artigo 15.o, n.o 1, do Regulamento (UE) n.o 1093/2010, a EBA não realizou qualquer outra consulta pública, já que considerou que isso seria desproporcionado face ao alcance e ao impacto dos projetos de normas técnicas de execução em apreço.
O Regulamento de Execução (UE) n.o 680/2014 deve, portanto, ser alterado em conformidade.
A fim de assegurar que as instituições apresentem tão rapidamente quanto possível às autoridades competentes os seus dados para efeitos de supervisão, de modo a que estas últimas possam dispor de uma visão abrangente das primeiras, o presente regulamento deverá entrar em vigor no dia seguinte ao da sua publicação no Jornal Oficial da União Europeia,
No artigo 5.o, alínea b), o ponto 1 passa a ter a seguinte redação:
informações sobre todas as posições de titularização, como especificado no modelo 14 do anexo I, de acordo com as instruções constantes do ponto 3.9 da parte II do anexo II.
As instituições ficam isentas da apresentação dessas informações sobre as titularizações se estiverem integradas num grupo no mesmo país em que devem cumprir requisitos de fundos próprios;».
No artigo 18.o, é aditado o seguinte parágrafo.
«Sem prejuízo do artigo 2.o, a primeira data de entrega dos modelos 18 e 19 do anexo III é 31 de dezembro de 2014. As linhas e as colunas dos modelos 6, 9.1, 20.4, 20.5 e 20.7 do anexo III referentes às exposições diferidas e às exposições não produtivas devem ser preenchidas para essa data de entrega de 31 de dezembro de 2014.».
Os anexos I a V são substituídos pelo texto constante do anexo I do presente regulamento.
O anexo VII é substituído pelo texto constante do anexo II do presente regulamento.
O anexo IX é substituído pelo texto constante do anexo III do presente regulamento.
Feito em Bruxelas, em 9 de janeiro de 2015.
(2) Regulamento de Execução (UE) n.o 680/2014 da Comissão, de 16 de abril de 2014, que estabelece normas técnicas de execução no que diz respeito ao relato para fins de supervisão das instituições de acordo com o Regulamento (UE) n.o 575/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho (JO L 191 de 28.6.2014, p. 1).
(3) Regulamento (CE) n.o 1606/2002 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 19 de julho de 2002, relativo à aplicação das normas internacionais de contabilidade (JO L 243 de 11.9.2002, p. 1).
(4) Diretiva 86/635/CEE do Conselho, de 8 de dezembro de 1986, relativa às contas anuais e às contas consolidadas dos bancos e outras instituições financeiras (JO L 372 de 31.12.1986, p. 1).
Nome do modelo / grupo de modelos
RUBRICAS PARA MEMÓRIA:
INSTRUMENTOS OBJETO DE DIREITOS ADQUIRIDOS: INSTRUMENTOS QUE NÃO CONSTITUEM AUXÍLIO ESTATAL
SOLVÊNCIA DO GRUPO: INFORMAÇÕES SOBRE FILIAIS
RISCOS DE CRÉDITO E DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE E OPERAÇÕES INCOMPLETAS: MÉTODO-PADRÃO PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS
RISCOS DE CRÉDITO E DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE E OPERAÇÕES INCOMPLETAS: MÉTODO IRB PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS
RISCOS DE CRÉDITO E DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE E OPERAÇÕES INCOMPLETAS: MÉTODO IRB PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS (Repartição por graus ou categorias de devedores)
Quadro 9.1 – Repartição geográfica das posições em risco por residência do devedor (Posições em risco SA)
Quadro 9.2 – Repartição geográfica das posições em risco por residência do devedor (Posições em risco IRB)
Quadro 9.3 – Repartição dos totais de fundos próprios para o risco de crédito por posições em risco de crédito relevantes por país
RISCO DE CRÉDITO: CAPITAL PRÓPRIO – MÉTODOS IRB PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS
RISCO DE CRÉDITO: CAPITAL PRÓPRIO – MÉTODOS IRB PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS. REPARTIÇÃO DAS POSIÇÕES EM RISCO TOTAIS SEGUNDO O MÉTODO PD/LGD POR GRAUS DE DEVEDORES:
RISCO DE CRÉDITO: TITULARIZAÇÕES – MÉTODO-PADRÃO PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS
RISCO DE CRÉDITO: TITULARIZAÇÕES – MÉTODO IRB PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS
RISCO OPERACIONAL: PERDAS BRUTAS POR SEGMENTOS DE NEGÓCIO E POR TIPOS DE EVENTO NO ÚLTIMO EXERCÍCIO
OPR Pormenorizado
RISCO DE MERCADO: MÉTODO-PADRÃO PARA AS POSIÇÕES EM RISCO EM INSTRUMENTOS DE DÍVIDA NEGOCIADOS
RISCO DE MERCADO: MÉTODO-PADRÃO PARA AS POSIÇÕES EM RISCO EM AÇÕES
Rubrica para memória: Instrumentos de fundos próprios não elegíveis
(-) Obrigações reais ou contingentes de compra de instrumentos próprios de FPP1
Lucros retidos de exercícios anteriores
Ajustamentos transitórios devidos a instrumentos de FPP1 objeto de direitos adquiridos
Ganhos e perdas cumulativos devido a mudanças no risco de crédito próprio de passivos avaliados pelo justo valor
(-) Passivos por impostos diferidos que dependem da rentabilidade futura e não decorrem de diferenças temporárias líquidos dos passivos por impostos associados
(–) Défice no método IRB dos ajustamentos para o risco de crédito por perdas esperadas
(-) Posições num cabaz relativamente ao qual uma instituição não pode determinar a ponderação de risco nos termos do método IRB, e que podem alternativamente ser objecto de uma ponderação de risco de 1 250 %
(-) Posições em risco sobre ações segundo um Método dos Modelos Internos que podem alternativamente ser objeto de uma ponderação de risco de 1 250 %
(-) Instrumentos de FPP1 de entidades do setor financeiro em que a instituição não tem um investimento significativo
(-) Instrumentos de FPP1 de entidades do setor financeiro em que a instituição tem um investimento significativo
(-) Montante que excede o limite de 17,65 %
(-) Deduções adicionais aos FPP1 por força do artigo 3.o do RRFP
(-) Obrigações reais ou contingentes de compra de instrumentos próprios de FPA1
Ajustamentos transitórios devidos a instrumentos de FPA1 objeto de direitos adquiridos
Instrumentos emitidos por subsidiárias reconhecidos como FPA1
Ajustamentos transitórios devidos ao reconhecimento adicional nos FPA1 de instrumentos emitidos por subsidiárias
(-) Instrumentos de FPA1 de entidades do setor financeiro em que a instituição não tem um investimento significativo
(-) Instrumentos de FPA1 de entidades do setor financeiro em que a instituição tem um investimento significativo
Excesso de dedução de elementos dos FPA1 relativamente aos FPA1 (deduzido nos FPP1)
(-) Deduções adicionais aos FPA1 por força do artigo 3.o do RRFP
Elementos ou deduções dos FPA1 – outros
Rubrica para memória: instrumentos de fundos próprios e empréstimos subordinados não elegíveis
(-) Obrigações reais ou contingentes de compra de instrumentos próprios de FP2
Ajustamentos transitórios devidos a instrumentos de FP2 e empréstimos subordinados objeto de direitos adquiridos
Instrumentos emitidos por subsidiárias reconhecidos como FP2
Ajustamentos transitórios devidos ao reconhecimento adicional nos FP2 de instrumentos emitidos por subsidiárias
Ajustamentos para o risco geral de crédito SA
(-) Instrumentos de FP2 de entidades do setor financeiro em que a instituição não tem um investimento significativo
(-) Instrumentos de FP2 de entidades do setor financeiro em que a instituição tem um investimento significativo
Excesso de dedução de elementos dos FP2 relativamente aos FP2 (deduzido nos FPA1)
(-) Deduções adicionais dos FP2 por força do artigo 3.o do RRFP
Elementos ou deduções dos FP2 – outros
C 02.00 - REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS (CA2)
Do qual: Empresas de investimento nos termos do artigo 95.o, n.o 2, e do artigo 98.o do RRFP
Do qual: Empresas de investimento nos termos do artigo 96.o, n.o 2, e do artigo 97.o do RRFP
MONTANTES DAS POSIÇÕES EM RISCO PONDERADAS PELO RISCO RELATIVAMENTE AO RISCO DE CRÉDITO, AO RISCO DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE E AO RISCO DE DILUIÇÃO E ÀS OPERAÇÕES INCOMPLETAS
Governos regionais ou autoridades locais
Garantidos por hipotecas sobre imóveis
Posições em risco em incumprimento
Empresas – Crédito Especializado
Empresas – Outros
Métodos IRB nos casos em são utilizadas estimativas próprias das LGD e/ou Fatores de Conversão
Retalho – Garantidos por imóveis PME
Retalho – Garantidos por imóveis não PME
Retalho – Elegíveis renováveis
Retalho – Outros PME
Retalho – Outros não PME
Do qual: retitularização
Montante das posições em risco relacionadas com as contribuições para o fundo de incumprimento de uma CC
MONTANTE TOTAL DAS POSIÇÕES EM RISCO RELACIONADAS COM A LIQUIDAÇÃO/ENTREGA
MONTANTE TOTAL DAS POSIÇÕES EM RISCO RELACIONADAS COM OS RISCOS DE POSIÇÃO, CAMBIAL E DE MERCADORIAS
Montante total das posições em risco relacionadas com os riscos de posição, cambial e de mercadorias nos termos dos Métodos-Padrão (SA)
Montante total das posições em risco relacionadas com os riscos de posição, cambial e de mercadorias nos termos dos Modelos Internos (MI)
MONTANTE TOTAL DAS POSIÇÕES EM RISCO RELACIONADAS COM O RISCO OPERACIONAL (OpR)
Método do Indicador Básico (MIB) para o OpR
Métodos-Padrão (MN)/Métodos-Padrão alternativos (MNA) para o OpR
Métodos de Mensuração Avançada (MAM) do OpR
MONTANTE ADICIONAL DAS POSIÇÕES EM RISCO DEVIDO A DESPESAS GERAIS FIXAS
MONTANTE TOTAL DAS POSIÇÕES EM RISCO RELACIONADAS COM O AJUSTAMENTO DA AVALIAÇÃO DE CRÉDITO
Com base no Método da Exposição Global
MONTANTE TOTAL DAS POSIÇÕES EM RISCO RELACIONADAS COM OS GRANDES RISCOS NA CARTEIRA DE NEGOCIAÇÃO
OUTROS MONTANTES DE POSIÇÕES EM RISCO
Do qual: Requisitos prudenciais adicionais mais rigorosos com base no artigo 458.o
Do qual: requisitos relativos a grandes riscos
Do qual: por força das ponderações de risco modificadas para o tratamento de bolhas especulativas com ativos imobiliários para fins comerciais e residenciais
Do qual: por força de posições em risco no interior do setor financeiro
Do qual: Requisitos prudenciais adicionais mais rigorosos com base no artigo 459.o
Do qual: Montante adicional das posições em risco por força do artigo 3.o do RRFP
C 03.00 - RÁCIOS DE FUNDOS PRÓPRIOS E NÍVEIS DOS FUNDOS PRÓPRIOS (CA3)
Excedente(+)/Défice(–) dos FPP1
Excedente(+)/Défice(–) dos fundos próprios totais
Rubricas para memória: Rácios de fundos próprios devido a ajustamentos do Pilar II
Rácio de FPP1 incluindo ajustamentos do Pilar II
Objetivo de rácio de FPP1 devido a ajustamentos do Pilar II
Rácio de FP1 incluindo ajustamentos do Pilar II
Objetivo de rácio de FP1 devido a ajustamentos do Pilar II
Rácio de fundos próprios totais incluindo ajustamentos do Pilar II
Rácio de fundos próprios totais devido a ajustamentos do Pilar II
C 04.00 - RUBRICAS PARA MEMÓRIA (CA4)
Coluna Ativos e passivos por impostos diferidos
Total dos ajustamentos para o risco de crédito, ajustamentos de valor adicionais e outras reduções de fundos próprios elegíveis para inclusão no cálculo do montante das perdas esperadas
Montantes das posições ponderadas pelo risco para o cálculo do limite superior de provisões elegíveis como FP2
Limiares para as deduções aos fundos próprios principais de nível 1 das perdas esperadas elegíveis
Fundos próprios elegíveis para efeitos de detenções elegíveis fora do setor financeiro e grandes riscos
Detenções de FP1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo, líquidas das posições curtas
Montantes totais das posições em risco ligadas a detenções não deduzidas da correspondente categoria de fundos próprios:
Requisitos em termos de reservas prudenciais combinadas
Reservas prudenciais de conservação devido a um risco macroprudencial ou sistémico identificado a nível de um Estado-membro
Reservas prudenciais de fundos próprios anticíclicas específicas da instituição
Reservas prudenciais de instituição de importância sistémica
Posições em risco não domésticas originais
Requisitos de fundos próprios para o limite mínimo de Basileia I - MP Alternativo
C 05.01 - DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIOS (CA5.1)
Ajustamentos aos FPP1
Ajustamentos aos FPA1
Ajustamentos aos FP2
Rubricas para memória
Montante elegível sem as disposições de transição
INSTRUMENTOS OBJETO DE DIREITOS ADQUIRIDOS
Instrumentos objeto de direitos adquiridos: Instrumentos que constituem um auxílio estatal
Instrumentos que não constituem um auxílio estatal
Reconhecimento de transição nos fundos próprios consolidados de interesses minoritários
Reconhecimento de transição nos fundos próprios consolidados de fundos próprios de nível 2 elegíveis
Ganhos não realizados em posições em risco perante administrações centrais classificadas na categoria «Disponíveis para venda» da IAS 39 adotada pela UE
Perdas não realizadas em posições em risco perante administrações centrais classificadas na categoria «Disponíveis para venda» da IAS 39 adotada pela UE
Défice IRB de provisões para perdas esperadas
das quais: Introdução das emendas à IAS 19 – elemento positivo
das quais: Introdução de emendas à IAS 19 – elemento negativo
das quais: Detenções diretas
das quais: Detenções indiretas
C 05.02 - INSTRUMENTOS OBJETO DE DIREITOS ADQUIRIDOS: INSTRUMENTOS QUE NÃO CONSTITUEM AUXÍLIO ESTATAL (CA5.2)
CA 5.2 Instrumentos objeto de direitos adquiridos: Instrumentos que não constituem um auxílio estatal
Montante total objeto de direitos adquiridos
ligação a {CA5.1;r060;c010)
ligação a {CA5.1;r060;c020)
Instrumentos objeto de direitos adquiridos com opção de compra e incentivo ao resgate
Instrumentos com uma opção de compra exercível após a data de relato e que preenchem as condições previstas no artigo 49.o do RRFP após a data do vencimento efetivo
Elementos com uma opção de compra exercível após a data de relato e que não preenchem as condições previstas no artigo 49.o do RRFP após a data do vencimento efetivo
Instrumentos com uma opção de compra exercível até ao dia 20 de julho de 2011, inclusive, e que não preenchem as condições previstas no artigo 49.o do RRFP após a data do vencimento efetivo
Excesso sobre o limite para os instrumentos de FPP1 objeto de direitos adquiridos
ligação a {CA5.1;r060;c030)
Total de elementos sem um incentivo ao resgate
Elementos objeto de direitos adquiridos com um incentivo ao resgate
Elementos com uma opção de compra exercível após a data de relato e que preenchem as condições previstas no artigo 63.o do RRFP após a data do vencimento efetivo
Elementos com uma opção de compra exercível após a data de relato e que não preenchem as condições previstas no artigo 63.o do RRFP após a data do vencimento efetivo
Instrumentos com uma opção de compra exercível até ao dia 20 de julho de 2011, inclusive, e que não preenchem as condições previstas no artigo 63.o do RRFP após a data do vencimento efetivo
Excesso sobre o limite para os instrumentos de FPA1 objeto de direitos adquiridos
C 06.01 - SOLVÊNCIA DO GRUPO: INFORMAÇÕES SOBRE ENTIDADES LIGADAS - TOTAL (GS TOTAL)
CRÉDITO; CRÉDITO DE CONTRAPARTE; RISCOS DE DILUIÇÃO, TRANSAÇÕES INCOMPLETAS E RISCO DE LIQUIDAÇÃO/ENTREGA
INSTRUMENTOS DE FUNDOS PRÓPRIOS DE NÍVEL 1 INCLUÍDOS NOS FUNDOS PRÓPRIOS CONSOLIDADOS DE NÍVEL 1
RUBRICA PARA MEMÓRIA: GOODWILL (-) / (+) GOODWILL NEGATIVO
DAS QUAIS: FUNDOS PRÓPRIOS PRINCIPAIS DE NÍVEL 1
DAS QUAIS: FUNDOS PRÓPRIOS ADICIONAIS DE NÍVEL 1
DAS QUAIS: CONTRIBUIÇÕES PARA O RESULTADO CONSOLIDADO
DAS QUAIS: (-) GOODWILL / (+) GOODWILL NEGATIVO
RESERVAS PRUDENCIAIS CONTRACÍCLICAS ESPECÍFICAS DA INSTITUIÇÃO
RESERVAS PRUDENCIAIS DE CONSERVAÇÃO DEVIDO A UM RISCO MACROPRUDENCIAL OU SISTÉMICO IDENTIFICADO AO NÍVEL DE UM ESTADO-MEMBRO
INSTRUMENTOS DOS FUNDOS PRÓPRIOS DE NÍVEL 1 ELEGÍVEIS INCLUÍDOS NOS FUNDOS PRÓPRIOS ADICIONAIS DE NÍVEL 1 CONSOLIDADOS
INSITUIÇÃO OU EQUIVALENTE (SIM / NÃO)
DAS QUAIS: FUNDOS PRÓPRIOS ELEGÍVEIS
DAS QUAIS: FUNDOS PRÓPRIOS DE NÍVEL 1 ELEGÍVEIS
INSTRUMENTOS DE FUNDOS PRÓPRIOS DE NÍVEL 1 RELACIONADOS, RESULTADOS RETIDOS CONEXOS E PRÉMIOS DE EMISSÃO
DAS QUAIS: INTERESSES MINORITÁRIOS
INSTRUMENTOS DE FUNDOS PRÓPRIOS RELACIONADOS, RESULTADOS RETIDOS CONEXOS, PRÉMIOS DE EMISSÃO E OUTRAS RESERVAS
DAS QUAIS: FUNDOS PRÓPRIOS ADICIONAIS DE NÍVEL 1 ELEGÍVEIS
DAS QUAIS: FUNDOS PRÓPRIOS DE NÍVEL 2 ELEGÍVEIS
C 07.00 - RISCOS DE CRÉDITO E DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE E OPERAÇÕES INCOMPLETAS: MÉTODO-PADRÃO PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS (CR SA)
POSIÇÃO EM RISCO LÍQUIDA APÓS EFEITOS DE SUBSTITUIÇÃO CRM E ANTES DA APLICAÇÃO DOS FATORES DE CONVERSÃO
(-) GARANTIAS FINANCEIRAS: VALOR AJUSTADO (Cvam)
DAS QUAIS: COM UMA AVALIAÇÃO DE CRÉDITO DERIVADA DE UMA ADMINISTRAÇÃO CENTRAL
(-) GARANTIAS FINANCEIRAS: MÉTODO SIMPLES
(-) TOTAL DE SAÍDAS
TOTAL DE ENTRADAS (+)
DAS QUAIS: AJUSTAMENTOS DE VOLATILIDADE E PRAZO DE VENCIMENTO
das quais: PME sujeitas a um fator de apoio às PME
Posições em risco cobertas por hipotecas sobre imóveis comerciais
C 08.01 - RISCOS DE CRÉDITO E DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE E OPERAÇÕES INCOMPLETAS: MÉTODO-PADRÃO PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS (CR IRB 1)
POSIÇÃO EM RISCO APÓS EFEITOS DE SUBSTITUIÇÃO CRM E ANTES DA APLICAÇÃO DOS FATORES DE CONVERSÃO
LGD MÉDIAS PONDERADAS PELAS POSIÇÕES EM RISCO (%)
LGD MÉDIAS PONDERADAS PELAS POSIÇÕES EM RISCO (%) PARA AS GRANDES ENTIDADES DO SETOR FINANCEIRO E PARA AS ENTIDADES FINANCEIRAS NÃO REGULAMENTADAS
PRAZO MÉDIO DE VENCIMENTO PONDERADO PELA POSIÇÃO EM RISCO (DIAS)
UTILIZAÇÃO DE ESTIMATIVAS PRÓPRIAS DAS LGD:
DAS QUAIS: GRANDES ENTIDADES DO SETOR FINANCEIRO E ENTIDADES FINANCEIRAS NÃO REGULAMENTADAS
DAS QUAIS: ELEMENTOS EXTRAPATRIMONIAIS
OUTRA PROTEÇÃO REAL DE CRÉDITO
GARANTIAS FINANCEIRAS ELEGÍVEIS
OUTRAS GARANTIAS ELEGÍVEIS
OUTRAS GARANTIAS FÍSICAS
Do qual: na categoria 1
TRATAMENTO ALTERNATIVO: GARANTIDAS POR IMÓVEIS
POSIÇÕES EM RISCO DECORRENTES DE TRANSAÇÕES INCOMPLETAS COM APLICAÇÃO DE PONDERAÇÕES DE RISCO SEGUNDO O TRATAMENTO ALTERNATIVO OU DE 100 % E OUTRAS POSIÇÕES EM RISCO SUJEITAS A PONDERAÇÃO DE RISCO
RISCO DE DILUIÇÃO: TOTAL DOS VALORES A RECEBER ADQUIRIDOS
C 08.02 - RISCOS DE CRÉDITO E DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE E OPERAÇÕES INCOMPLETAS: MÉTODO IRB PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS: REPARTIÇÃO POR GRAUS OU CATEGORIAS DE DEVEDORES (CR IRB 2)
GRAUS DE DEVEDORES (IDENTIFICADOR DA LINHA):
C 09.01 - REPARTIÇÃO GEOGRÁFICA DAS POSIÇÕES EM RISCO POR RESIDÊNCIA DO DEVEDOR: POSIÇÕES EM RISCO SA (CR GB 1)
Novos incumprimentos observados no período
Do qual: anulações
Ajustamentos para o risco de crédito/anulações devidas a novos incumprimentos observados
Posições em risco sobre ações
Outras posições em risco
C 09.02 - REPARTIÇÃO GEOGRÁFICA DAS POSIÇÕES EM RISCO POR RESIDÊNCIA DO DEVEDOR: POSIÇÕES EM RISCO SA (CR GB 2)
Do qual: em incumprimento