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Timestamp: 2019-09-22 21:01:43+00:00
Document Index: 26996654

Matched Legal Cases: ['Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 6', 'Artigo 8', 'Artigo 9', 'Artigo 10', 'Artigo 11']

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Plano Curricular dos Tcnicos de Higiene e Segurana no Trabalho
Tcnico de Segurana e Higiene do Trabalho
O presente Regulamento regula o funcionamento do Curso Tcnico de Higiene e Segurana do Trabalho, o qual se enquadra na FVform.
Artigo 2 OBJECTIVO DO CURSO
O Curso Tcnico de Higiene e Segurana do Trabalho visa fornecer a preparao terica e prtica necessria formao de tcnicos especializados para o exerccio da profisso de Tcnico de Segurana e Higiene do Trabalho, de acordo com os referencias estabelecidos no D.L 110/2000, de 30 de Junho, alterado pela Lei N. 14/2001, de 4 de Junho e pelo disposto no Cdigo do Trabalho (Lei n. 99/2003 de 27 de Agosto e a Lei n. 35/2004 de 29 de Julho).
Objectivos gerais Desenvolver capacidade de gesto de sistemas de segurana e sade do trabalho nas organizaes; Promover a aquisio de competncias necessrias ao desempenho profissional de tcnico de segurana e higiene do trabalho; Incrementar o conhecimento tcnico - cientfico associado s reas da segurana e sade do trabalho e da gesto das organizaes.
Objectivos especficos Especializar tcnicos de nvel superior com formao especfica no domnio da preveno de riscos profissionais, visando a sua certificao para o exerccio profissional de tcnico de segurana e higiene do trabalho;
Guia de Apoio ao Formando de TSHST
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Desenvolver capacidades de interveno dos formandos no contexto da integrao dos servios de segurana e sade do trabalho na gesto global das organizaes produtivas;
Incrementar nos formandos a capacidade de auto - valorizao contnua dos conhecimentos tcnicos e cientficos associados segurana e sade do trabalho;
Desenvolver a capacidade de inovao no plano das abordagens da segurana e sade do trabalho nas organizaes;
profissional em rede, seja no plano dos profissionais de segurana e sade do trabalho (benchmarking), seja no plano da rede nacional de preveno de riscos profissionais (enquadramento nas polticas pblicas).
Artigo 3 METODOLOGIA DE DESENVOLVIMENTO DO CURSO
1. Para atingir os objectivos propostos, o curso garantir:
A apresentao das abordagens pertinentes, bem como das tcnicas e instrumentos a elas inerentes;
Um espao de reflexo e troca de experincias sobre as temticas desenvolvidas;
A criao de um contexto de estudo sobre abordagens tericas e questes prticas concretas que afectam o exerccio da profisso de tcnico superior de segurana e higiene do trabalho e o
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desenvolvimento da preveno nos sectores econmicos e nas suas empresariais;
O desenvolvimento de condies de auto e inter - aprendizagem;
Um clima facilitador da aprendizagem com prazer, ao longo do curso. 2. A parte prtica do curso projecto aplicativo ser realizada em contexto de trabalho, com tutoria por parte de um formador com maior experincia profissional em funes de segurana e higiene do trabalho.
Artigo 4 PLANO DE ESTUDOS
1. O plano de estudos do curso foi aprovado pela FVform, de acordo com os princpios orientadores do Manual de Certificao dos Tcnicos de Segurana e Higiene do Trabalho, resultando desta forma a homologao do curso pelo ISHST - Instituto para a Segurana, Higiene e Sade no Trabalho.
2. O Plano de Estudos referido no nmero anterior constitudo pelos seguintes mdulos e cargas horrias parciais:
COMPONENTE SCIO CULTURAL Desenvolvimento Pessoal e Social Sensibilizao Ambiental Igualdade de Oportunidades Cidadania e Empregabilidade Organizao do Trabalho Psicossociologia do Trabalho Informao e Comunicao Pedagogia Legislao, regulamentos e normas sobre Segurana, Higiene e Sade do trabalho
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DURAO TOTAL: 280 HORAS
COMPONENTE CIENTFICO-TECNOLGICA Estatstica e Probabilidades Tcnicas de Gesto Gesto da Preveno Procedimentos de emergncia Avaliao e Controlo de Riscos Higiene do Trabalho Segurana do Trabalho Ergonomia Informtica Qualidade DURAO TOTAL: 875 HORAS
COMPONENTE PRTICA Formao Prtica em Contexto de Trabalho DURAO TOTAL: 160 HORAS
COMPONENTE DE FORMAO SCIO-CULTURAL
Auto - estima Motivao O Grupo Comunicao para a vida
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Relaes Interpessoais Trabalho em equipa Viver em Sociedade
Igualdade de Oportunidades Igualdade de Oportunidades entre Homens e Mulheres Direitos e Deveres dos Cidados Igualdade deficincia de Oportunidades para os cidados com
Sensibilizao Ambiental Proteco do ambiente Legislao existente sobre o ambiente Principais problemas ambientais Desenvolvimento e aplicao de campanhas de
sensibilizao ambiental
Cidadania e Empregabilidade Direitos e Deveres dos Cidados tica e Deontologia Profissional Direito e Legislao laboral Tcnicas de Procura de Emprego Curriculum Vitae e Entrevista Profissional
Componentes fundamentais dos processos produtivos Modelos e formas de organizao do trabalho
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Organizao do trabalho: conceitos, metodologia e critrios de avaliao de riscos associados : a) Carga fsica do trabalho (esforos, posturas, trabalho sedentrio, trabalho em p); b) Carga mental do trabalho (trabalho montono e repetitivo); c) Organizao do tempo de trabalho (trabalho por turnos e trabalho nocturno)
Metodologia psicossociais;
Interveno psicossocial: alteraes na organizao do trabalho, alteraes no individuo; O stress: conceito, factores de risco, avaliao do risco, consequncias, medidas preventivas; O erro humano: conceito, causas e consequncias, medidas preventivas;
Informao e Comunicao
A informao como recurso; O papel da informao na organizao do trabalho Tipos de informao (de suporte realizao de operaes e de tarefas; informao para deciso e informao para a qualificao); Metodologias e tcnicas de identificao de necessidades de informao, em funo dos diversos pblicos - alvo; Tcnicas de informao e de comunicao;
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Metodologias e tcnicas de avaliao da fiabilidade e eficcia da informao e comunicao; Instrumentos de informao e seus domnios de aplicao utilizados na preveno de riscos profissionais (cartaz, boletim, videograma, diaporama); Princpios e tcnicas bsicas utilizadas na concepo/ elaborao de instrumentos de informao; Tcnicas de utilizao de suportes de informao (script, udio, multimdia e outros); Tipos de informao especifica no mbito da preveno de riscos profissionais nomeadamente sinalizao de
segurana, rotulagem de produtos perigosos e respectivas fichas de segurana, manuais de instrues de mquinas, normas internas de procedimentos, manuais de segurana e higiene no trabalho; Metodologias e tcnicas de comunicao individual e grupal (negociao e concertao); Tcnicas de utilizao de equipamentos de comunicao (ex. retroprojector); Domnios e contedos e momentos dos registos a efectuar; Tcnicas de organizao de arquivo e gesto de arquivo Domnios, obrigatrias Metodologias e tcnicas de animao no domnio da preveno de riscos profissionais (organizao e animao de reunies, de grupos de discusso, etc.); contedos e momentos das notificaes
Noes de Pedagogia
Metodologias e tcnicas de identificao de necessidades de formao, em funo dos diversos pblicos alvo;
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Metodologias e tcnicas de concepo de programas de formao (definio de objectivos e contedos pedaggicos, recursos e condies de execuo da formao); Metodologias e tcnicas de formao adequadas s
estratgias definidas (ex. tcnicas de motivao, mtodos pedaggicos, gesto dos tempos e dos meios necessrios); Tcnicas de utilizao de equipamentos de formao (ex. retroprojector); Tcnicas de avaliao dos formandos Metodologias e tcnicas adequadas para a avaliao da qualidade e eficcia da formao;
Legislao, Regulamentos e normas sobre Segurana, Higiene e Sade no Trabalho
Jurdicos:
decretos-lei,
regulamentares, portarias Normas vinculativas e normas de recomendao Quadro normativo da preveno de riscos profissionais relativo gesto de um sistema de preveno na empresa (Dec. Lei n. 441/91, de 14 de Novembro); Organizao e funcionamento dos servios de segurana, higiene e sade no trabalho; Legislao relativa elaborao de planos detalhados de preveno e proteco; Legislao de mbito sectorial (estabelecimentos
industriais e de escritrio, comrcio e servios, minas e pedreiras, estaleiros temporrios ou mveis, pescas); Legislao relativa segurana e sade de grupos
particularmente vulnerveis (jovens, mulheres); Legislao relativa preveno de acidentes graves; Legislao aplicvel ao licenciamento industrial e
segurana de produtos;
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Reparao de acidentes de trabalho e doenas profissionais;
COMPONENTE DE FORMAO CIENTIFICO - TECNOLGICA
Noes Bsicas de Estatstica e Probabilidades Obteno, anlise e classificao de amostras Tratamento estatsticos) Intervalos de confiana Conceito de probabilidade estatstico de amostras (Parmetros
Gesto da Preveno
Conceitos de trabalho, de sade, de perigo, de risco, de acidente, de acidente grave, de incidente, doena profissional, doena relacionada com o trabalho, condies de trabalho, preveno, preveno integrada, proteco, avaliao de riscos, controlo de riscos; Glossrio de termos equivalentes em francs e Ingls Principais funes da gesto (recursos humanos;
organizao do trabalho; formao e informao; produo; aprovisionamento; manuteno; qualidade; ambiente;
preveno de riscos profissionais; sistemas de informao e de comunicao; Princpios e as tcnicas de planeamento Indicadores de segurana, higiene e sade no trabalho Custos directos e indirectos de acidentes de trabalho, doenas profissionais, absentismo;
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Indicadores profissionais
estatsticos
Modelos de gesto da preveno de riscos profissionais Medicina do trabalho: conceitos, objectivos e metodologia Planos de preveno Competncias e capacidades dos organismos da Rede Nacional de Preveno de Riscos Profissionais; mbitos, metodologias e tcnicas de auditorias e de inspeces Sistemas e critrios de qualidade relativos aos recursos externos existentes no mercado Elementos e contedos a contemplar nos cadernos de encargos Critrios de seleco de recursos externos rgos de consulta e participao dos trabalhadores no mbito da preveno de riscos profissionais; Domnios e momentos da consulta e participao dos representantes dos trabalhadores; Princpios de tica e de deontologia aplicveis aos
profissionais da preveno dos riscos profissionais Domnios de interveno das diferentes valncias que resultam de normativos legais;
Organizao da emergncia
Planos de emergncia: metodologias, meios e equipamentos necessrios; Procedimentos de emergncia; Critrios de localizao e manuteno de equipamentos de combate, de evacuao e de primeiros socorros; Equipamentos de proteco individual e respectivas
caractersticas (a utilizar pelas equipas de interveno); Entidades e organismos responsveis pela proteco civil;
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Avaliao e Controlo de Riscos
Conceitos e a terminologia, relativos ao processo de avaliao de riscos; Metodologias de avaliao dos riscos (ex. por sector de actividade, por tipo de risco, por profisso, por operao, por componente material do trabalho); Metodologias e tcnicas de avaliao de riscos potenciais na fase de concepo; Metodologias e tcnicas de identificao de perigos (ex. observao directa, entrevistas, consulta de trabalhadores, informao tcnica especializada, listas de matrias primas, produtos intermdios, subprodutos, resduos e produtos finais, rotulagem e fichas de segurana de produtos qumicos, listas de absentismo, de doenas profissionais e de acidentes de trabalho, investigao de acidentes e incidentes); Tcnicas qualitativas e quantitativas de estimativa de riscos Tcnicas de anlise indutivas e dedutivas Critrios e valores de referncia contemplados
nomeadamente na legislao, na normalizao, nos cdigos de boas prticas aplicveis aos riscos profissionais (ex. valores limite de concentrao, indicadores biolgicos de exposio, indicadores estatsticos de sinistralidade e de doenas
profissionais, ndices de explosividade, presses mximas admissveis, tenses de segurana). Princpios gerais de preveno; Medidas de preveno e de proteco (medidas de
engenharia, organizao do trabalho, formao, informao, proteco colectiva e individual); Medidas de engenharia (ex. modificao de processos e equipamentos, processos por via hmida, manuteno,
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ventilao, amortecedores);
acstica,
isolamentos,
Medidas organizacionais (gesto dos tempos de exposio aos factores de risco, procedimentos, rotao e permuta de trabalhadores, sistemas de coordenao, arrumao e limpeza dos locais de trabalho); Medidas de informao e de formao; Medidas de proteco colectiva: critrios de seleco, manuteno e conservao dos equipamentos de proteco colectiva; Equipamentos de proteco individual (tipos, componentes, rgos a proteger, classes de proteco) e respectivos critrios de seleco. Critrios de utilizao, manuteno e conservao dos equipamentos de proteco individual; Sinalizao de segurana: critrios de seleco, instalao e manuteno; Medidas de preveno e proteco adequadas fase do projecto; Critrios medidas para (ex. a programao da das implementao medidas, de
hierarquizao
disponveis, articulao com os diferentes departamentos da empresa); Tcnicas de acompanhamento e controlo da execuo das medidas de preveno; Manuteno de equipamentos e sistemas Metodologias e tcnicas para avaliao do grau de
cumprimentos de procedimentos; Critrios de avaliao do custo e beneficio das medidas de preveno e de proteco; Tcnicas de avaliao da eficcia das medidas (ex.: reavaliao dos riscos, entrevistas, questionrios);
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Tcnicas de Gesto Clculo Comercial Clculo Financeiro
Informtica Introduo Informtica (Informao, Hardware, Software, Redes de computadores e comunicaes, internet e intranets..) Microsoft Word Xp Microsoft Excel XP Microsoft Power Point Xp Microsoft Acess Xp
Qualidade Introduo Qualidade (conceitos fundamentais da
Qualidade, o Sistema Portugus da Qualidade Sistemas da Qualidade (Normas, requisitos, gesto) As Ferramentas da qualidade (recolha de dados) Auditorias da qualidade (conceitos e princpios) Planeamento e Melhoria da Qualidade
Princpios e domnios da Higiene do Trabalho; Noes de toxicologia (vias de penetrao dos txicos no organismo, concentraes e doses letais, toxicidade aguda e crnica, efeito dose resposta, efeitos fisiolgicos dos txicos);
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exposio aos agentes: a) Qumicos: tipos, classificao de perigo, vias de penetrao no organismo, efeitos da exposio, valores limite de exposio e nveis de aco, ndices biolgicos de exposio, instrumentos de medio e seus princpios de funcionamento, metodologia e estratgia de amostragem
(localizao dos pontos de recolha de amostras, durao e momentos da amostragem, nmero e frequncia de amostras, tratamento estatstico de resultados), mtodos noes analticos elementares (espectro relativas a
fotometria,
cromatografia, absoro atmica, microscopia); medidas de preveno e de proteco colectiva e individual, especficos exposio a agentes amianto, qumicos chumbo,
(cancergenos,
cloreto de vinilo), legislao aplicvel; b) Fsicos: rudo: parmetros de e unidades e seu de medio, de
funcionamento, efeitos da exposio, valores limite de exposio e nvel de aco, metodologia e estratgia de amostragem (localizao dos pontos de medio, durao e momentos da amostragem, nmero e frequncia de amostras, tratamento estatstico de resultados), medidas de preveno e de proteco colectiva e individual, legislao e normas tcnicas. Vibraes: parmetros e unidades de medio, equipamentos de leitura e princpios de
funcionamento, efeitos da exposio, valores limite de exposio, metodologia e estratgia de
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amostragem (localizao dos pontos de medio, durao e momentos de amostragem, nmero e frequncia de amostras, tratamento estatstico de resultados proteco ), medidas e de preveno e de e
normas tcnicas; Radiaes: tipos, parmetros e unidades de
medio, equipamentos de leitura e princpios de funcionamento efeitos da exposio, valores limite de exposio e nvel de aco, metodologia e estratgia de amostragem (localizao dos pontos de medio, durao e momentos da amostragem, nmero e frequncia de amostras, tratamento estatstico de resultados), medidas de preveno e de proteco colectiva e individual, legislao; Ambiente trmico: conceito de stress trmico e de conforto trmico, parmetros e unidades de medio, equipamentos de leitura e seus princpios de funcionamento, efeitos da exposio ao stress trmico, valores limite de exposio, metodologia e estratgia de amostragem (localizao dos pontos de medio, durao e momentos da amostragem, nmero e frequncia de amostras, tratamento estatstico de resultados), medidas de preveno e de proteco colectiva e individual, critrios para avaliao do conforto trmico, legislao e normas tcnicas; c) Biolgicos: Noes de microbiologia perigos, e epidemiologia: da exposio,
classificao,
critrios de avaliao da exposio, medidas de preveno e de proteco colectiva e individual, legislao
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(exposio simultnea ou sequencial a vrios factores de risco)
Procedimentos de calibrao dos instrumentos de leitura
Sistemas de ventilao e condicionamento do ar: parmetros bsicos de dimensionamento (taxas de renovao, caudal, localizao e tomadas de ar), critrios de manuteno e limpezas dos sistemas
Princpios e domnios da Segurana do Trabalho; Causas e Consequncias dos acidentes de trabalho; Avaliao e controlo de riscos associados a: a) Locais e postos de trabalho: riscos, medidas
preventivas e de proteco e legislao aplicvel; b) Equipamentos de trabalho: riscos, medidas
preventivas e legislao aplicvel; c) Armazenagem, utilizao e eliminao de produtos qumicos perigosos, riscos, medidas preventivas e de proteco e legislao aplicvel; d) Transporte mecnico de cargas: riscos, medidas preventivas e de proteco e legislao aplicvel; e) Transporte manual de cargas: riscos, medidas
preventivas e de proteco e legislao aplicvel; f) Actividades e operaes particularmente perigosos, (ex. soldadura, trasfega de lquidos inflamveis, trabalhos em espaos confinados, trabalhos
hiperbricos, trabalhos em altura).
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Avaliao e controlo de riscos especficos: a) Riscos da electricidade: tcnicas de avaliao de riscos, medidas preventivas e de proteco e
legislao aplicvel; b) Risco de incndio e exploso: tcnicas de avaliao de riscos, medidas preventivas e de proteco e
legislao aplicvel; c) Risco de emisso e disperso de produtos txicos: tcnicas de avaliao de riscos, medidas preventivas e de proteco e legislao e normalizao; Metodologias para concepo de listas de verificao a partir de diplomas legais, normas tcnicas, cdigos de boas prticas, informao tcnica, manuais de instrues dos equipamentos (ex: por sector de actividade, por tipo de risco, por profisso, por operao, por componente material do trabalho); Instrumentos de deteco e de medio de leitura directa no domnio da segurana (explosivimetros, detectores de gases e vapores, manmetros) e seus princpios de
Noes Bsicas de Ergonomia
Ergonomia: Conceito, Objectivos e metodologia de estudo; Noes de fisiologia (trabalho muscular) Antropometria Concepo de postos de trabalho Concepo de equipamentos de trabalho Interface homem mquina Factores ambientais de incomodidade: rudo (tarefas que requerem concentrao e sossego), vibraes, ambiente trmico, qualidade do ar;
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Sistemas de iluminao: tipos, parmetros e unidades de medio, equipamentos de leitura e seu principio de funcionamento, efeitos sobre a viso, critrios para
avaliao do risco, medidas de preveno e de proteco, parmetros bsicos de dimensionamento de sistemas de iluminao artificial (localizao, intensidade luminosa, seleco de armaduras); critrios de manuteno e limpeza do sistema de iluminao; nveis de iluminao
recomendados, normas tcnicas; Trabalho com ecrs de visualizao: riscos, medidas de preveno e de proteco, legislao;
COMPONENTE PRTICA Formao Prtica em Contexto de Trabalho
Aplicao prtica dos conhecimentos adquiridos e desenvolvidos ao longo da formao. Diagnstico de anomalias e apresentao de propostas de melhoria e correco.
Os principais mdulos a desenvolver, tero e seguiro os contedos programticos descritos .
3. A durao total do curso de 1260 horas de acordo com a distribuio atrs estabelecida, podendo a FVform proceder ao aumento de cargas horrias parciais mediante a prvia homologao do ISHST.
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Artigo 5 COORDENAO
1. A coordenao do Curso ser assegurada por uma Comisso constituda por um Coordenador Cientfico, um Coordenador Pedaggico e um Responsvel Executivo, que podem ou no ser formadores, e que assumem a responsabilidade tcnica e gestionria da globalidade do curso.
2. A Comisso Coordenadora referida no nmero anterior dever reunir periodicamente de forma a assegurar os seguintes objectivos fundamentais: a) A interaco necessria entre os diferentes mdulos e componentes do curso; b) A interaco necessria ao planeamento e concretizao das actividades; c) O adequado desenvolvimento da formao e dos percursos formativos individuais; d) A identificao e implementao atempada das medidas correctivas ou de reforo que se afigurem necessrias.
Artigo 6 CORPO DOCENTE
1. Os formadores devem demonstrar, atravs dos seus curricula, possuir qualidades tcnicas e pedaggicas e experincia profissional e formativa que garanta a qualidade da formao a desenvolver; 2. Os formadores que intervm em aces de formao que integram o sistema de formao inserida no mercado de trabalho/emprego tero de possuir, obrigatoriamente, o Certificado de Aptido Pedaggica de Formador ou documento que comprove essa certificao. 3. A formao distncia, nomeadamente na orientao do projecto aplicativo, dever ser criada a figura de tutor;
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Artigo 8 REGIME DE ASSIDUIDADE
1. A frequncia da formao obrigatria, funcionando o regime presencial;
2. O limite de faltas de 10% da carga horria do curso, no podendo o formando, em caso algum, faltar em cada mdulo a mais de um tero das sesses programadas.
3. A justificao de falta pode ser aceite mediante a anlise de documento comprovativo que seja considerado suficiente.
4. A ultrapassagem do limite previsto no nmero dois determina a no aprovao no curso.
Artigo 9 AVALIAO
Na FVform o sistema de avaliao ir contemplar, obrigatoriamente, trs fases distintas de interveno: Avaliao Inicial Diagnostica, Avaliao Continua e Avaliao Final
1. A FVform proceder a uma avaliao inicial de diagnstico dos conhecimentos iniciais possudos pelos formandos e de identificao das expectativas individuais face ao Curso. Este tipo de avaliao pode ainda servir para avaliar se o candidato domina conhecimentos fundamentais necessrios para acompanhar normalmente o processo formativo em que se integra, nomeadamente ao nvel de saberes nas reas de matemtica, fsica, no sentido do encaminhamento para a frequncia de uma unidade de integrao formativa prvia;
2. Cada formador elaborar a avaliao formativa ou continua dos formandos, com base numa grelha de avaliao da rea Comportamental e a avaliao sumativa, realizada no final do processo de formao, com uma
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perspectiva globalizante, visando testar e aferir a aprendizagem e as capacidades adquiridas. Os formandos so submetidos a um regime de avaliao contnua. Esta avaliao incide sobre dois aspectos cruciais:
Avaliao Qualitativa/ rea comportamental na qual so avaliados itens como a participao nas sesses, a assiduidade, o interesse demonstrado, o esprito de equipa, o trabalho em grupo, a receptividade s criticas e sugestes dos formadores, a pontualidade, a flexibilidade, a iniciativa, entre outros aspectos;
Avaliao Quantitativa/ Aprendizagem - na qual os formandos so avaliados atravs dos resultados obtidos nos trabalhos (individuais e em grupo) e nos testes e outros exerccios desenvolvidos ao longo do curso. Nesta avaliao tambm includa a avaliao do formando aquando da formao prtica em contexto de trabalho.
3. Os formandos sero avaliados no final de cada um dos mdulos, tendo que obter uma classificao final = ou > a 10 (numa escala de 1 a 20) em cada um deles. A avaliao dos parmetros ser feita de acordo com uma escala de nvel de 1 a 20. S tero aproveitamento os formandos que obtiveram resultados = ou > a 10. No final de cada um dos mdulos o formando ser avaliado qualitativa e quantitativamente. Esta traduzir as competncias e capacidades dos formandos quer ao nvel tcnico quer ao nvel de relacionamento e postura profissional. Assim sendo, a avaliao contnua incide sobre a forma como cada formando atingiu os objectivos de cada mdulo, relativos a cada contedo programtico, e no desenvolvimento pessoal e relacional, relativamente a parmetros do tipo participao, assiduidade, comunicao/ relaes
interpessoais, compreenso e capacidade de aplicao dos conhecimentos
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adquiridos. Da avaliao contnua pode resultar a necessidade de actividades de reforo de um determinado mdulo.
5. Os formandos sero avaliados no final de cada um dos mdulos, tendo que obter uma classificao final = ou > a 10 (numa escala de 1 a 20) em cada um deles. A nota que cada formando tem a cada mdulo, segue a seguinte frmula: Mdia = 25% avaliao qualitativa + 75% avaliao quantitativa
6. Nas reunies mensais realizadas com toda a equipa pedaggica todos os formandos so avaliados. No entanto esta uma avaliao global com a qual se pretende auferir o desenvolvimento (positivo ou negativo) e o empenho que o formando vem demonstrando ao longo do tempo.
7. Caso a avaliao no seja satisfatria nestas provas, ser apenas atribudo ao formando um certificado de presena na aco.
8. Tem por objectivo o acompanhamento/ controlo do progresso registado na aprendizagem dos formandos, devendo ter em conta o ritmo de aprendizagem individual de cada um para que possam ser atingidos os objectivos pedaggicos dos cursos de formao.
9. A avaliao final deve traduzir a suficincia das aquisies ao nvel dos conhecimentos e dos comportamentos. Esta avaliao assenta na comparao dos resultados atingidos com os objectivos estabelecidos.
A componente de formao prtica em contexto de trabalho/ estgio ser avaliada atravs da realizao pelos formandos de um relatrio final, onde sero descritos todos os objectivos, actividades, e resultados da formao prtica.
A avaliao final dos formandos ser efectuada atravs da realizao, por todos os formandos, de um trabalho final, enquadrado numa determinada
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empresa, que incidir sobre os temas desenvolvidos ao longo da aco de formao e, no qual, tero que evidenciar os conhecimentos adquiridos, quer atravs de um relatrio de falhas e anomalias, quer atravs da elaborao de um plano de trabalho/ interveno para correco de anomalias e preveno de acidentes, ou atravs da elaborao de um plano de aco de sensibilizao para a preveno e a segurana no trabalho.
9. A mdia final corresponde mdia das classificaes quantitativas obtidas nos mdulos do respectivo Plano de Estudos, correspondendo os mdulos de componente scio - cultural a um peso de 25%, os mdulos de componente cientfico tecnolgica, profissionalizante a um peso de 50% e a componente prtica/ relatrio de estgio a 25%. Mdia final = 25% da mdia dos mdulos scio-culturais + 50% mdia dos mdulos profissionalizantes + 25% relatrio de estgio
Aplicativo/Estgio, ser apresentado em forma escrita e defendido perante um jri.
11. Cada mdulo e respectivo formador ser objecto de avaliao pelos formandos, atravs do preenchimento de um questionrio prprio.
Artigo 10 CERTIFICADO
1. Aos formandos que tenham obtido aprovao em todos os mdulos, com uma classificao final de 10 ou mais valores e a assiduidade prevista no Regulamento do Curso ser emitido um certificado de aproveitamento integral.
2. O certificado referido no nmero anterior designado como Certificado de Tcnico Superior de Higiene e Segurana do Trabalho, constando a referncia
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legislao de enquadramento, devendo ainda contemplar os seguintes elementos: a) Identificao da entidade formadora que o emite, atravs da respectiva designao e do logtipo; b) Identificao do titular do certificado atravs do nome e do nmero e local de emisso do bilhete de identidade; c) Designao do curso de formao; d) Designao das componentes, respectivos mdulos e cargas horrias; e) Durao total, em horas, do curso de formao e datas de incio e fim respectivos; f) Resultado da avaliao final, com indicao da escala de avaliao; g) Local e data de emisso e assinatura do responsvel pela entidade, com selo branco ou carimbo.
3. Aos formandos que tenham a assiduidade prevista no Regulamento e atingido aprovao apenas em algumas unidades, ser emitido um certificado de aproveitamento parcial.
4. Aos formandos que tenham a assiduidade prevista no Regulamento e no tenham atingido aprovao nas unidades ou no se tenham apresentado a provas de avaliao ser emitido certificado de simples frequncia.
5. Nos termos da legislao em vigor, apenas os certificados de aproveitamento integral podero conferir direito aos formandos de requerer ao ISHST a emisso de certificado profissional de Tcnico de Higiene e Segurana do Trabalho.
Artigo 11 Avaliao do Curso O curso ser avaliado com base no feedback recebido de formandos e formadores. Para isso so utilizados dois tipos de questionrios, uns aplicados aos formandos e outros aos formadores. Desta forma, pretende-se obter uma
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avaliao globalizante, no s dos formandos e formadores como tambm da coordenao, assim como do prprio sistema de organizao da formao.
Por outro lado, so realizadas reunies mensais com todos os formadores assim como com os formandos. Nestas reunies mensais so avaliados os diversos parmetros desde os equipamentos, os materiais pedaggicos, formandos e formadores e restante equipa pedaggica.
No final do curso realiza-se uma reunio com o coordenador do curso e com todos os formadores onde discutido o desempenho de cada um dos formandos por forma a obter a avaliao final que permitir a emisso ou no a emisso do certificado comprovativo.
Todo este processo tem como finalidade a obteno dum conjunto coerente de informaes de forma a podermos prosseguir e melhorar constantemente os resultados da formao.
Com base em todos os dados recolhidos e devidamente analisados, elaborado um relatrio final do curso.
Com que finalidades se avalia:
Reajuste permanente das aces de formao a implementar de forma a minorar os desvios relativos aos objectivos propostos: Averiguar a eficincia e eficcia da formao ministrada; Controlar se as competncias foram adquiridas pelos formandos e se so as competncias desejadas; Recolher e processar informaes necessrias melhoria progressiva da formao.
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As dvidas suscitadas na interpretao deste Regulamento so resolvidas por deciso da comisso coordenadora do curso. Pelo facto de a Fvform no possuir ainda Bibliografia adquada a este tipo de curso, para alm dos manuais de cada mdulo fornecidos pelos respectivos formadores, referido a lista do manual de certificao para o caso de o aluno sentir necessidade de consulta. BIBLIOGRAFIA
ALVES DIAS, L. M; SANTOS FONSECA, M. Construo - Qualidade e segurana no trabalho. Trabalho realizado com o apoio do IDICT. Lisboa, 1998 Idem - Plano de Segurana e de Sade na Construo. Trabalho realizado com o apoio do IDICT. Lisboa, 1996 American Industrial Hygiene Association - New Frontiers in Occupational Health and Safety Management System: A Management System Approach and ISO Model. Virgnia. USA, 1996 Idem - Occupational Health and Safety Management System: An AIHA guidance document. Virgnia. USA, 1996 Assembleia da Repblica - Regulamento de segurana de linhas elctricas de alta tenso. Imprensa Nacional Casa da Moeda, Lisboa 1979 BALALA, Manuel Pereirinha - Equipamentos de proteco individual. Escola Profissional Bento de Jesus Caraa, Lisboa, 1997 BARROS, Lus - Organizao do trabalho. Instituto de Soldadura e Qualidade, Lisboa, 1998 British Standard Institution . BS 8800 Safety Management. Guide to Management Principles. London, UK, 1996 CABRAL, F; VEIGA, R - Higiene, Segurana, sade e preveno de acidentes de trabalho. VERLAG DASHOFER. Lisboa, 2000 CAIXINHAS, J; ALVES, N; SANTOS, R - Tcnico de Higiene, Sade e Segurana do Trabalho. Escola Profissional Bento Jesus Caraa. Lisboa, 1997 Idem - LAVES, Nair; SANTOS, Rafael; Qualificaes e perfil profissional. Escola Profissional Bento de Jesus Caraa, Lisboa, 1997 CARDIM, Lus Filipe; COUNHAGO, Amrico - Segurana, higiene e sade no local de trabalho : conceitos. IEFP, Lisboa, 1996 Idem - COUNHAGO, Amrico; Segurana, higiene e sade no local de trabalho : conceitos. IEFP, Lisboa, 1992 Idem - Ergonomia, higiene e segurana no trabalho. IEFP, Lisboa, 1994 CGTP - Pela defesa da sade e vida dos trabalhadores : documentos do 1. seminrio sindical sobre higiene e segurana no trabalho, realizado pela CGTP/IN, em Lisboa, em 12-5-1979. Edies Alavanca. Lisboa, 1980
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RECURSOS DIDCTICOS: SUPORTE PAPEL (continuao)
EDP; Efeitos fisiolgicos e fsicos da corrente elctrica. rgo Central Formao, Lisboa, _______; FERNANDES, Anbal; Ministrio do Trabalho e da Segurana Social. Contaminantes qumicos. Lisboa, 1985 FERNANDES, Anbal; Ministrio do Trabalho e da Segurana Social - Riscos da armazenagem. Direco-Geral de Higiene e Segurana do Trabalho. Lisboa, 1989 FONSECA, A ; RODRIGUES, M. F; PINA, J.S.; BATISTA, M. A. - Concepo de locais de trabalho. Trabalho realizado com o apoio do IDICT. Lisboa, 1998 Fundao Europeia para a Melhoria das Condies de Vida e de Trabalho - Do projecto ao estaleiro: condies de trabalho : qualidade : resultados econmicos. GPOCE, DGHST, IEFP; Lisboa, 1989 Gabinete de Preveno dos Acidentes da Sociedade Sua de Empresrios - Preveno de acidentes na construo civil : exemplos prticos para os trabalhadores, afim de evitar acidentes. IEFP, Lisboa, 1992 GASPAR, Cndido Dias Segurana, higiene e sade no trabalho: Introduo Segurana, Higiene e Sade no local de Trabalho, IEFP, Lisboa, 2000 Idem Segurana, higiene e sade no trabalho: Organizao e Gesto da Preveno nas Empresas, IEFP, Lisboa, 2000 Idem Segurana, higiene e sade no trabalho: O Rudo nos locais de trabalho, IEFP, Lisboa, 2000 Idem Segurana, higiene e sade no trabalho: A Iluminao nos locais e postos de trabalho, IEFP, Lisboa, 2000 Idem Segurana, higiene e sade no trabalho: Preveno e Proteco contra incndios, IEFP, Lisboa, 2000 Idem Segurana, higiene e sade no trabalho: Riscos Elctricos, IEFP, Lisboa, 2000 Idem Segurana, higiene e sade no trabalho: A Iluminao nos locais e postos de trabalho, IEFP, Lisboa, 2000 GOMES, Joo A.; CALDEIRA, Susana - Segurana, higiene e sade no trabalho. Citeforma, Lisboa, 200
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GOMES, Joo Fernando P.; Higiene e segurana em soldadura. Instituto de Soldadura e Qualidade, Lisboa, 1993 Instituto de Desenvolvimento e Inspeco das Condies de Trabalho - Riscos de soterramento na construo. IDICT, Lisboa 1996 Idem - Servio de preveno das empresas : livro verde. IDICT, Lisboa, 1998 Idem - Segurana, higiene e sade no trabalho Legislao Portuguesa. IDICT, Lisboa, 1994 Instituto de Soldadura e Qualidade - Higiene, segurana e sade no local de trabalho: indstria metalomecnica, Instituto de Soldadura e Qualidade, Lisboa, 1993 Idem - Manuseamento de substncias perigosas. Instituto de Soldadura e Qualidade, Oeiras, 1996 Idem - Manuseamento de substncias perigosas. Instituto de Soldadura e Qualidade, Oeiras, 1996 Idem - Movimentao de materiais. Diviso de Ambiente, Energia e Soldadura. Oeiras, 1996 Idem - Movimentao de materiais. Instituto de Soldadura e Qualidade, Oeiras, 1996 Idem - Soldadura. Instituto de Soldadura e Qualidade, Oeiras, 1996 Idem -Trabalho em andaimes. Instituto de Soldadura e Qualidade, Oeiras, 1996 d. I. Idem -Trabalho em valas. Instituto de Soldadura e Qualidade, Lisboa, 1996 Idem -Trabalho em valas. Instituto de Soldadura e Qualidade, Lisboa, 1996
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KINNERSLY, Patrick Hazards (The) of Work : how to fight them. Pluto Press, London, 1979 LEANDRO, Eduardo; Representaes dos empregadores : mdulo de formao. IDICT, Lisboa, 1997 Idem - Representaes dos trabalhadores : guia do formador. IDICT, Lisboa, 1997 LOPES, Maria Lucinda de Almeida; Queda (A) dos corpos e o uso de capacete. Escola Profissional Bento de Jesus Caraa, Lisboa, 1997 MACEDO, Ricardo; Manual de higiene do trabalho na indstria. Fundao Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1988; MACHADO, Lus Fontes Construo Civil: manual de segurana no estaleiro. AECOPS, 1996 MAYAN, Olga, Ministrio do Emprego e da Segurana Social - Avaliao de condies de trabalho na indstria de tintas e vernizes. Instituto de Desenvolvimento e Inspeco das Condies de Trabalho, Lisboa, 1995 MIGUEL, Alberto Srgio S.R. - Manual de higiene e segurana do trabalho. Porto Editora, 1989 Ministrio da Educao, Departamento da Educao Bsica. Ncleo de Educao Recorrente e Extra Escolar - Higiene e segurana no trabalho. Departamento da Educao Bsica PRODEP/FSE. Lisboa, 1999 Ministrio do Emprego e da Segurana Social. Iluminao (A) e a segurana no trabalho. Direco-Geral de Higiene e Segurana do Trabalho. Lisboa, 1987 Idem - Normas de segurana contra riscos de incndio a aplicar em estabelecimentos comerciais. Direco-Geral de Higiene e Segurana do Trabalho. Lisboa, 1991 Idem - Manipulao de substncias qumicas. Direco de Servios de Formao e Divulgao. Lisboa, 1991 Idem - Ordem e limpeza, cor e sinalizao. Direco de Servios de Formao e Divulgao, Lisboa, 1990 Idem - Proteco de mquinas : 1. parte Direco de Servios de Formao e Divulgao. Lisboa, 1987 Idem - Segurana, higiene e sade no trabalho : legislao no trabalho. MESS, Portugal, 1991 Idem - Transporte <O> de cargas a brao. Direco de Servios de Formao e Divulgao. Lisboa, 1989
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Ministrio do Trabalho e da Segurana Social - Medidas de segurana a tomar na produo e utilizao de ar comprimido das oficinas. Direco-Geral de Higiene e Segurana do Trabalho. Lisboa, 1986 Idem - Segurana (A) nas oficinas que utilizam o acetileno e o oxignio. Direco-Geral de Higiene e Segurana do Trabalho. Lisboa, 1986 Idem - Ambiente Trmico. Direco-Geral de Higiene e Segurana no Trabalho, Lisboa, 1985 Idem - Normas de segurana contra riscos de incndio a aplicar em estabelecimentos comerciais. Direco-Geral de Higiene e Segurana no Trabalho, Lisboa, 1986 Idem - Regulamento de proteco e segurana radiolgica nas minas e anexos de tratamento de minrio e de recuperao de urnio: decreto regulamentar n. 78/84. Direco-Geral de Higiene e Segurana no Trabalho, Lisboa, 1985; Idem - Riscos de intoxicao e exploso nas garagens, tunis de lavagem e oficinas de reparao de automveis. Direco-Geral de Higiene e Segurana no Trabalho, Lisboa, 1986 Idem - Segurana no manuseamento de maquinaria agrcola: (tractores). Direco-Geral de Higiene e Segurana do Trabalho. Lisboa, __________ Idem - Segurana, sade dos trabalhadores e ambiente de trabalho. Direco-Geral de Higiene e Segurana do Trabalho. Lisboa, 1984 Idem - Homem prevenido. Direco-Geral de Higiene e Segurana do Trabalho. Lisboa, 198______
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Ordem dos Engenheiros - Colquio internacional sobre segurana e higiene do trabalho, 22 e 23 de Fevereiro de 2001 Porto, Porto, 2001 Idem - Colquio internacional sobre segurana e higiene do trabalho, 22 e 23 de Fevereiro de 2001 Porto. Ordem dos Engenheiros, Porto, 2001 NP 442 - Sinalizao de segurana. Smbolo da radiao ionizante, Junho 66 NP 1024 - Poluio do meio ambiente. Chumbo. Colheita das amostras na atmosfera dos locais de trabalho, Julho 74 NP 1025 - Poluio do meio ambiente. Chumbo. Colheita das amostras nas emisses das chamins, Julho 74 NP 1026 - Poluio do meio ambiente. Chumbo. Determinao qualitativa e expedita pelo mtodo de reaco de gota (comparao visual), Julho 74 NP 1027 - Poluio do meio ambiente. Chumbo. Determinao quantitativa pelo mtodo colorimtrico de comparao visual, Julho 74 NP 1562 - Higiene e segurana no trabalho. Segurana na utilizao de equipamentos mecnicos de transmisso de fora motriz, Fevereiro 78 NP 1563 - Higiene e segurana no trabalho. Higiene e segurana nas operaes de pintura por projeco, Fevereiro 78 NP 1572 - Higiene e segurana nos estabelecimentos industriais. Instalaes sanitrias de vestirios e refeitrios. Dimensionamento e disposies construtivas, Dezembro 78 NP 1796 - Higiene e segurana no trabalho. Valores limites de exposio para substncias nocivas existentes no ar dos locais de trabalho, Maro 90 NP 1800 Agentes Extintores. Seleco segundo classes de fogos, 1981 NP 1837 - Higiene e segurana no trabalho. Higiene e segurana nas operaes de metalizao por projeco,
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Maio 86 NP 1936 Segurana contra incndios. Utilizao de lquidos quanto ao ponto de inflamao, 1983 NP 2036 - Higiene e segurana no trabalho. Ferramentas portteis. Requisitos gerais de concepo e utilizao., Maio 86 NP 2198 - Higiene e segurana no trabalho. Ferramentas portteis manuais. Requisitos de segurana, Maio 86 NP 2199 - Higiene e segurana no trabalho. Tcnicas de colheitas de ar para anlise de gases e vapores nos ambientes dos locais de trabalho, Maio 86 NP 2266 - Higiene e segurana no trabalho. Colheitas de ar para anlise de pelculas slidas e lquidas por locais de trabalho. Mtodo por filtrao, Maio 86 NP 2310 - Higiene e segurana no trabalho. Equipamento de proteco individual. Luvas de proteco. Definies, classificao e dimenses, Fevereiro 90 NP 3064 Segurana contra incndios. Utilizao de extintores de incndio portteis, 1988 NP 3874-1 Segurana contra incndios. Terminologia. Parte 1: Termos Gerais. Fenmeno do fogo, 1995 NP 3874-2 Segurana contra incndios. Terminologia. Parte 2: Proteco estrutural contra incndios, 1993 NP 3874-3 Segurana contra incndios. Terminologia. Parte 3: Deteco e alarme de incndios, 1997
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NP 3874-5 Segurana contra incndios. Terminologia. Parte 5Desenfumagem (controlo de fumos), 1994 NP 3874-6 Segurana contra incndios. Terminologia. Parte 6: Meios de evacuao e salvamento, 1994 NP 3874-7 Segurana contra incndios. Terminologia. Parte 7: Meios de deteco e supresso de exploses, 1994 NP 3992 Segurana contra incndios. Sinais de segurana, 1994 NP 4280 - Segurana contra incndios. Sinalizao de dispositivos de combate a incndio, 1995 NP 4303- Equipamento de segurana e de combate a incndio. Smbolos grficos para as plantas de projecto de segurana contra incndio. Especificao, 1994 NP EN 2 - Classes de fogos (errata 1994), 1995 NP EN 3-1- Extintores de incndio portteis. Parte 1: Designao, durao de funcionamento, fogos-tipo das classes A e B, 1997 NP EN 3-2- Extintores de incndio portteis. Parte 2: Estanqueidade, ensaio dielctrico, ensaio de compactao, dispositivos especiais, 1997 NP EN 3-3- Extintores de incndio portteis. Parte 3: Construo, resistncia presso, ensaios mecnicos, 1994 NP EN 3-4- Extintores de incndio portteis. Parte 4: Cargas, fogos tipo mnimo exigidos, 1997 NP EN 3-5- Extintores de incndio portteis. Parte 5: Especificaes e ensaios complementares, 1997 NP EN 3-5- Extintores de incndio portteis. Parte 5: Especificaes visando a avaliao da conformidade dos extintores portteis de acordo com a EN3 Parte 1 a 5, 1997 NP EN 54-1- Sistemas de deteco e alarme de incndio. Parte 1: Introduo, 1997 NP EN 54-4- Sistemas de deteco e alarme de incndio. Parte 4: Equipamento de alimentao de energia, 1999 NP EN 54-5- Elementos constituintes dos sistemas automticos de deteco de incndio. Parte 5: Detectores
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trmicos. Detectores pontuais contendo um elemento esttico, 1990 NP EN 54-6- Elementos constituintes dos sistemas automticos de deteco de incndio. Parte 6: Detectores trmicos. Detectores volucimtricos pontuais sem elemento esttico, 1990 NP EN 54-7- Elementos constituintes dos sistemas automticos de deteco de incndio. Parte 7: Detectores pontuais de fumo. Detectores funcionando segundo o principio da difuso da luz, da transmisso da luz ou da ionizao, 1990 NP EN 54-8- Elementos constituintes dos sistemas automticos de deteco de incndio. Parte 8: Detectores trmicos. De funcionamento a temperatura elevada, 1990 NP EN 54-9- Elementos constituintes dos sistemas automticos de deteco de incndio. Parte 9: Ensaios de sensibilidade com fogos-tipo, 1990 NP EN 132 - Aparelhos de proteco respiratria. Definio de termos e pictogramas, Outubro 00 NP EN 133 - Aparelhos de proteco respiratria. Classificao, Maio 96 NP EN 134 - Aparelhos de proteco respiratria. Nomenclatura de componentes, Janeiro 00 NP EN 135 - Aparelhos de proteco respiratria. Lista de termos equivalentes, Outubro 00 NP EN 136 - Aparelhos de proteco respiratria. Mscaras completas. Requisitos, ensaios e marcao, Julho 99
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NP EN 138 - Aparelhos de proteco respiratria. Aparelhos de proteco respiratria de ar fresco com mscara completa, semi-mscara ou corpo do conjunto bucal. Requisitos, ensaios e marcao, Dezembro 97 NP EN 144-2 Aparelhos de respiratria. Vlvulas para garrafas de gs. Parte 2 : Peas de ligao de sada, 2000 NP EN 148-3 Aparelhos de proteco respeiratria. Aparelhos autnomos de circuito fechado, tipo oxignio comprimido ou oxignio-nitrognio comprimido. Requisitos, ensaios e marcao. 1997 NP EN 149 - Aparelhos de proteco respiratria. Semi-mscaras filtrantes de partculas. Requisitos, ensaios e marcao, Dezembro 97 NP EN 165 - Proteco individual dos olhos. Vocabulrio, Setembro 97 NP EN 166 - Proteco individual dos olhos. Especificaes, Setembro 97 NP EN 172 - Proteco individual dos olhos. Filtros de proteco solar para uso industrial, Dezembro 97 NP EN 174 - Proteco pessoal dos olhos. culos para ski alpino, Outubro 00 NP EN 175 - Proteco individual. Equipamentos de proteco dos olhos e da cara durante a soldadura e processos afins, Outubro 00 NP EN 207 - Proteco individual dos olhos. Filtros protectores dos olhos contra as radiaes. Laser (culos de proteco laser), 2000 NP EN 208 - Proteco individual dos olhos. culos de proteco para operaes da regulao de lasers e sistemas laser, 2000 NP EN 269 - Aparelhos de proteco respiratria. Aparelhos de proteco respiratria de ar fresco de ventilao assistida com capuz. Requisitos, ensaios e marcao, Setembro 98 NP EN 270 - Aparelhos de proteco respiratria. Aparelhos de proteco respiratria de aduo por ar comprimido com capuz. Requisitos, ensaios e marcao, Setembro 98 NP EN 271 - Aparelhos de proteco respiratria. Aparelhos de proteco respiratria isolantes de aduo de ar
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comprimido o de ar fresco de ventilao assistida com capuz utilizados para as operaes de projeco de abrasivos. Requisitos, ensaios e marcao, Setembro 98 NP EN 344-2 - Calado de segurana, de proteco e de trabalho para uso profissional. Parte 2: Requisitos adicionais e mtodos de ensaios, Dezembro 99 NP EN 345-2 - Calado de segurana para uso profissional. Parte 2: Especificaes adicionais, Outubro 99 NP EN 346-2 - Calado de proteco para uso profissional. Parte 2: Especificaes adicionais, Agosto 99 NP EN 347-2 - Calado de trabalho para uso profissional. Parte 2: Especificaes adicionais, Agosto 99 NP EN 352-1 - Protectores auditivos. Requisitos de segurana e ensaios. Parte 1: Protectores auriculares, Novembro 66 NP EN 352-2 - Protectores auditivos. Requisitos de segurana e ensaios. Parte 2: Tampes auditivos, Dezembro 97 NP EN 352-3 - Protectores auditivos. Requisitos de segurana e ensaios. Parte 3: Protector auricular montado num capacete de proteco para a indstria, Junho 99 NP EN 371 - Aparelhos de proteco respiratria. Filtro anti-gs do tipo AX e filtros combinados contra compostos orgnicos de baixo ponto de ebulio. Requisitos, ensaios e marcao, Setembro 96
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NP EN 372 - Aparelhos de proteco respiratria. Filtro anti-gs do tipo SX e filtros combinados contra determinados compostos especficos. Requisitos, ensaios e marcao, Setembro 96 NP EN 379 - Especificaes para filtros de soldadura com factor de transmisso no visvel comutvel e filtros de soldadura com duplo factor de transmisso no visvel, Agosto 98 NP EN 379:1996/A1 - Especificao para filtros de soldadura com factor de transmisso no visvel comutvel e filtros de soldadura com duplo factor de transmisso no visvel, Novembro 00 NP EN 379 / A1 - Especificao para filtros de soldadura com transmitncia luminosa comutvel e filtros de soldadura com transmitncia luminosa dupla, 2000 NP EN 397 - Capacetes de proteco para a indstria, Abril 97 NP EN 443 - Capacetes para bombeiros. 2000 NP EN 457 - Segurana de mquinas. Sinais auditivos de perigo. Requisitos gerais, concepo e ensaios, Agosto 97 NP EN 458 - Protectores auditivo. Recomendaes relativas seleco, utilizao, aos cuidados na utilizao e manuteno. Documento guia, Novembro 96 NP EN 547-1 - Segurana de mquinas. Medidas do corpo humano. Parte 1: Princpios de determinao das dimenses requeridas pelas aberturas destinadas passagem do corpo nas mquinas, 1998 NP EN 547-2 - Segurana de mquinas. Medidas do corpo humano. Parte 2: Princpios para a determinao das dimenses exigidas para as aberturas de acesso, 2000 NP EN 547-3 - Segurana de mquinas. Medidas do corpo humano. Parte 3: Dados antropem+etricos, 2000 NP EN 563 - Segurana de mquinas. Temperaturas de superfcies acessveis. Factores ergonmicos para a fixao dos valores limite de temperaturas nas superfcies quentes, Dezembro 96 NP EN 614-1 - Segurana de mquinas. Princpios de concepo ergonmica. Parte 1: Terminologia e princpios
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gerais, Abril 97 NP EN 615 - Segurana contra incndio. Agentes extintores. Especificaes para os ps (distintos dos ps da classe D), 1995 NP EN 671-1 Instalaes fixas de combate a incndio. Sistemas armados com mangueiras. Parte 1: Bocas de incndio armadas com mangueiras semi-rigidas, 1995 NP EN 671-2 Instalaes fixas de combate a incndio. Sistemas armados com mangueiras. Parte 2: Bocas de incndio armadas com mangueiras flexveis, 1995 NP EN 795 - Proteco contra as quedas de altura. Dispositivos de amarrao. Requisitos e ensaios, Junho 99 NP EN 812 - Bons de proteco individual, 2000 NP EN 813 Equipamento de proteco individual para a preveno de quedas em altura. Arneses de cintura e pernas, 2000 NP EN 842 - Segurana de mquinas. Sinais visuais de perigo. Requisitos gerais, concepo e ensaios, Dezembro 98 NP EN 894-1 Segurana de mquinas. Requisitos ergonmicos para a concepo de dispositivos de sinalizao e rgos de controlo. Parte 1: Princpios gerais das interaces entre o homem e os dispositivos de sinalizao e rgos de controlo, 2000 NP EN 894-2 Segurana de mquinas. Requisitos ergonmicos para a concepo de dispositivos de sinalizao e rgos de controlo. Parte 2: Dispositivos de sinalizao, 2000
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NP EN 960 - Cabeas de ensaio a utilizar nos ensaios dos capacetes de proteco, Setembro 97 NP EN 960:1997/A1 - Cabeas de ensaio a utilizar nos ensaios dos capacetes de proteco, Novembro 00 NP EN 966 - Capacetes para desportos areos, Abril 97 NP EN 967 - Protectores da cabea para jogadores de hquei no gelo. 2000 NP EN 981 Segurana de mquinas. Sistema de sinais sonoros e visuais de perigo e de informao, 2000 NP EN 1061 - Aparelhos de proteco respiratria para evacuao. Aparelhos de proteco respiratria isolantes autnomos de circuito fechado. Aparelhos de evacuao de oxignio qumico (NaCIO3). Requisitos, ensaio, marcao, Outubro 00 NP EN 1078 - Capacetes para ciclistas e para utilizadores de pranchas de rolos e patins de rodas, Julho 99 NP EN 1080 - Capacetes de proteco contra os choques para crianas pequenas, Maio 99 NP EN 1095 - Arneses de convs e cabos de segurana para uso em embarcaes de recreio. Requisitos e mtodos de ensaio. 2000 NP EN 1146/A1 - Aparelhos de proteco respiratria para evecuao. Aparelhos de proteco respiratria isolantes autnomos de circuito a ar comprimido com capuz (aparelhos de evacuao de ar comprimido com capuz). Requisitos, ensaios e marcaes. 2000 NP EN 1146 - Aparelhos de proteco respiratria para evecuao. Aparelhos de proteco respiratria isolantes autnomos de circuito, a ar comprimido com capuz (aparelhos de evacuao de ar comprimido com capuz). Requisitos, ensaios e marcaes. 2000 NP EN 1384 - Capacetes de proteco para desportos hpicos. 2000 NP EN 1385 - Capacetes para canoagem kayak e desportos de guas bravas. 2000
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NP EN 1496 - Equipamentos de salvamento. Dispositivos de salvamento por elevao, Julho 99 NP EN 1497 - Equipamentos de salvamento. Arneses de salvamento, Julho 99 NP EN 1498 - Equipamentos de salvamento. Cintas de salvamento, Outubro 99 NP EN 1731 - Protectores dos olhos e da face tipo rede, para uso industrial e no industrial, para proteco contra os riscos mecnicos e/ou contra o calor, Junho 99 NP EN 1836 - Proteco individual dos olhos. culos solares e filtros de proteco contra as radiaes solares para uso geral, Junho 99 NP EN 1866 Extintores de incndio mveis, Junh2000 e NP EN 1869 Mantas antifogo, 1998 NP EN 1891 - Proteco contra quedas em altura incluindo cintos de segurana. 2000 NP EN 1938 - Proteco individual dos olhos. culos para utilizadores de motociclos e ciclomotores. 2000 NP EN 12021 - Aparelhos de proteco respiratria. Ar comprimido para aparelhos de proteco respiratria isolantes. 2000 NP EN 12083 - Aparelhos de proteco respiratria. Filtros com tubos de respirao (filtros exteriores mscara). Filtros de partculas, filtros de gs e filtros combinados. Requisitos, ensaios e marcao. 2000 NP EN 12568 - Protectores dos ps e das pernas. Requisitos e mtodos de ensaio para biqueiras protectoras e palmilhas metlicas resistentes penetrao. 2000 NP EN 12941 - Aparelhos de proteco respiratria. Aparelhos filtrantes de ventilao incorporando um capacete ou capuz. Requisitos, ensaios, marcao, 2000
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NP EN 12942 - Aparelhos de proteco respiratria. Aparelhos filtrantes de ventilao incorporando mscaras completas, semi-mscaras ou mscaras de contado. Requisitos, ensaios, marcao. 2000 NP EN 25923 - Segurana contra incndio. Agentes extintores. Dioxido de Carbono, 1996 NP EN 26184-1 - Sistemas de proteco contra exploses. Parte 1: Determinao dos ndices de exploso das poeiras combustveis no ar, 1994 NP EN 26184-2 - Sistemas de proteco contra exploses. Parte 2: Determinao dos ndices de exploso dos gases combustveis no ar, 1994 NP EN 26184-3 - Sistemas de proteco contra exploses. Parte 3: Determinao dos ndices de exploso de misturas combustveis no ar distintas das misturas de poeiras/ar e gases/ar, 1994 NP EN 26184-4 - Sistemas de proteco contra exploses. Parte 4: Determinao da eficcia dos sistemas de supresso de exploses, 1994 NP EN 27201-1 - Segurana contra incndio. Agentes extintores. Hidrocarbunetos halogenados. Parte 1: Especificaes para halons 1211 e 1301, 1995 NP EN 27201-2 - Segurana contra incndio. Agentes extintores. Hidrocarbunetos halogenados. Parte 2: Especificaes para manipulao em segurana e mtodos de transfega, 1995 NP EN ISO 7250 - Medies bsicas do copor humano para a concepo tecnolgica, 2000 pr NP 4397 Sistemas de gesto de segurana e sade do trabalho. Especificaes, 2000 OIT - Safety and Health in Construction Convention (n. 167). Genebra, Sua, 1988 OTERO, Carlos; MATOS, Cristina; COSTA, Joo - Segurana, higiene e sade no trabalho. Instituto de Soldadura e
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Qualidade, Lisboa, 2001 PEDRO, Ana - Segurana, higiene e sade no local de trabalho. IEFP; Lisboa, 1992 Quimiparque - Fogo: definio, caractersticas, extino, classificao. Quimiparque, Lisboa, ______; Idem - Noes de preveno: preveno. Direco Operacional Estudos e Formao; _______ Repblica Portuguesa - Regulamento de segurana de subestaes e postos de transformao e de seccionamento. Imprensa Nacional Casa da Moeda, Lisboa 1979 RIBEIRO, Victor Rocha - Reparao Automvel : manual de preveno. IDICT, Lisboa, 1998 RODRIGUES, Germano - Segurana na construo : glossrio. IDICT, Lisboa, 1996 Servios de Segurana da Mobil Portuguesa - Cuidado, manipulao e armazenagem de lubrificantes. Mobil Portuguesa, Lisboa, 1976 Idem - Segurana, higiene e sade no trabalho : escritrios e servios. IEFP, Lisboa, 1998 SILVA, Maria Odete de Brito - Segurana, higiene e sade no trabalho : escritrios e servios. IEFP, Lisboa, 1998 SOROMENHO, Ana Paula - Construo Civil. Escola Profissional Bento de Jesus Caraa, Lisboa, 1997 Idem Iluminao Escola Profissional Bento de Jesus Caraa, Lisboa, 1997 TEIXEIRA, Filomena - Movimentao manual de cargas. IDICT, Lisboa 1998 Idem - Utilizao de pesticidas agrcolas. IDICT, Lisboa 1998 VALENTE, Domingos Antunes - Condies gerais de higiene e segurana na indstria de panificao em Portugal. Ministrio do Trabalho e da Segurana Social, Lisboa, 1989
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DIDCTICOS:
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