Source: https://matematicapopular.webnode.com/contabilidade/
Timestamp: 2019-08-18 02:52:36+00:00
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Matched Legal Cases: ['artigo 1', 'artigo 13', 'Artigo 26', 'artigo 15', 'artigo 18', 'artigo 179', 'artigo 180', 'artigo 179', 'artigo 180', 'artigo 182', 'ARTIGO 187', 'ARTIGO 188']

Contabilidade :: MATEMÁTICA POPULAR
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A contabilidade depende das legislações, inclusive para balanços, escrituração, demonstrações, cálculos, alíquotas, FGTS, INSS, homologações, etc.
As legislações mudam constantemente, são voláteis. Por isso o contador precisa estar atualizado.
Quem depende do trabalho contábil, como empresas e administradores, igualmente precisa estar bem informado.
Entre as legislações, está a lei societária, que você pode clicar aqui em Lei 6.404/76, e você entrará direto no site do Planalto, em que constam as alterações da Lei 11.638/2007 que trata de demonstrações financeiras, e da Lei 11.941/2009 que altera a legislação tributária. As definições de Balanço patrimonial, ativo, ativo circulante, passivo, patrimônio líquido, etc., estão na Lei 6.404/76 e suas modificações.
A escrituração para as empresas que não são sociedades abrangidas na Lei 6.404/76 estão no Novo Código Civil, Lei 10.406/2002, a partir do artigo 1.179.
Sobre CUSTOS o decreto lei 1.598/77, que altera IR, em Custo de Bens ou Serviços, artigo 13.
DEPRECIAÇÃO é definida no site da Receita com base na LEI 4506/64 e alteraçoes, como na MEDIDA PROVISÓRIA 627/2013. A depreciação de VEÍCULOS de passageiros e cargas é 20%, tratores, caminhões fora-de-estrada e motocilcos, 25%.
CONTABILIDADE - Decreto-lei 9295 /46
O Decreto-lei 9295 de 1946 instituiu o Conselho Federal de Contabilidade e estabeleceu parâmetros para os trabalhos de contabilidade e de seus profissionais. Sofreu várias alterações, inclusive profundas e recentes.
Veja o site www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del9295.htm
TRABALHOS TÉCNICOS DE CONTABILIDADE
O Decreto-lei 9295 estabelece os trabalhos de contabilidade:
c) perícias judidais ou extra-judiciais, revisão de balanços e de contas em geral, verificação de haveres revisão permanente ou periódica de escritas, regulações judiciais ou extra-judiciais de avarias grossas ou comuns, assistência aos Conselhos Fiscais das sociedades anônimas e quaisquer outras atribuições de natureza técnica conferidas por lei aos profissionais de contabilidade.
Os artigos 12 e 26 do Decreto-lei 9295, com alterações da Lei 12249 de 2012, definem quem pode exercer a profissão.
Art. 26. Salvo direitos adquiridos ex-vi do disposto no art. 2º do Decreto nº 21.033, de 8 de Fevereiro de 1932, as atribuições definidas na alínea c do artigo anterior são privativas dos contadores diplomados
CONTABILIDADE E CÁLCULOS
A matemática é obrigatória na escola pelo Artigo 26 da Lei de Diretrizes e Bases, Lei 9394/96. Mas, na prática, se baseia em decorar e em fórmulas. Porém, matemática tem como essência raciocínio. Fórmulas indecifráveis e decorar são o oposto de matemática. A "matemática escolar" não cumpre o que a lei determina.
Como consequência dessa práxis, há uma deficiência para calcular, e cálculos são fundamentais para a contabilidade.
Máquinas de calcular são utilizadas em contabilidade, assim como computador e programas como Excel, o que traz agilidade, segurança nos resultados e ainda minimiza os problemas causados pelo ensino fundamental.
Vamos redefinir alguns princípios: operações, sinais (débito e crédito) e porcentagem.
1) OPERAÇÕES
A contagem é a base das operações.
Quando juntamos objetos, é só contar.
Se eu tenho duas bolinhas em um canto e três em outro, para saber quantas bolinhas eu tenho, é só contar:
o o e o o o, é só contar
1 2 3 4 5, então, eu tenho 5 bolinhas.
Para JUNTAR foi utilizado o símbolo +
2 e 3 = 2 + 3 = 5
Quando tiramos objetos, é só contar.
Se eu tenho 5 bolinhas, duas bolinhas em um canto e três em outro, para saber quantas bolinhas eu tenho, é só contar:
o o e o o o
2, se eu tirar 3 bolinhas, sobram 2 bolinhas
Para TIRAR foi utilizado o símbolo -
5 tiro 3 = 5 - 3 = 2
Se eu tenho 2 bolinhas em um canto, 2 bolinhas em outro e 2 em outro para saber quantas bolinhas eu tenho, é só contar:
o o e o o e o o
1 2 3 4 5 6, então, eu tenho 6 bolinhas.
2 e 2 e 2 = 2 + 2 + 2 = 6
Como JUNTAMOS GRUPOS IGUAIS, para expressar quantos grupos iguais somamos podemos também utilizar o símbolo x
2 e 2 e 2 = 2 + 2 + 2 = 2 x 3 = 6 Portanto a MULTIPLICAÇÃO é ADIÇÃO.
Grupinhos, não só de bolinhas, dão o mesmo número, é só contar.
Para facilitar, podemos fazer grupinhos e anotar em algum lugar os resultados para não ter que contar sempre. Podemos anotar em um papel, em uma tábua, em uma tabela.
A TABUADA surge da contagem. Tentar decorar, "anotar" no cérebro repetindo, pode ser frustrante.
Por isso, para um resultado seguro, nas empresas e escritórios de contabilidade são utilizadas máquinas de calcular e computadores.
Veja o link www.matematicapopular.webnode.com/porcentagem
IMPOSTO DE RENDA E PARCELA A DEDUZIR
Veja o link www.matematicapopular.webnode.com/imposto-de-renda-nova-abordagem
Veja também tabelas do IR da lei 12.469/2011 no site www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12469.htm
Para facilitar os cálculos, vamos calcular alíquotas fáceis e valores também fáceis.
Parcela a deduzir – R$
Calcule o imposto de renda para a base de cálculo:
2100 x 10% - 200
2100 x 0,1 – 200
Imposto = R$ 10,00
podemos calcular de 2 maneiras, pela segunda faixa ou pela terceira:
pela segunda faixa: 5000 x 0,1 – 200 = 500 – 200 = 300
ou pela terceira faixa: 5000 x 0,2 – 700 = 1000 – 700 = 300
Portanto, imposto = R$ 300,00
6000 x 0,2 – 700 = 1200 – 700 = 500
Portanto imposto = R$ 500,00
DE ONDE VEM A PARCELA A DEDUZIR?
Veja no item b acima e na tabela que R$ 2.000,00 está isento. Porém, se aplicarmos a alíquota de 10% sobre R$ 2.000,0 resulta R$ 200,00 de imposto. Esse é o valor da parcela a deduzir, pois os 10% são apenas sobre o que exceder R$ 2.000,00. Veja no item c que a base de cálculo R$ 2.100, paga R$ 100,00.
OUTRA MANEIRA DE CALCULAR O IMPOSTO
Em vez de calcular utilizando a parcela a deduzir, podemos calcular apenas com a diferença que excede os R$ 2.000,00 e a porcentagem. 2100 – 2000 = 100, que é o excedente, o valor que está além dos 2000. Então, fazemos 100 x 10% = 100 x 0,1 = 10.
Portanto, para calcular na segunda faixa, sendo B o valor da base de cálculo, temos a seguinte propriedade para calcular sem a parcela a deduzir:
IMPOSTO DE RENDA NA SEGUNDA FAIXA = (B – 2000) x 0,1
https://www.previdencia.gov.br/noticias/beneficios-indice-de-reajuste-para-segurados-que-recebem-acima-do-minimo-e-de-623-em-2015/
O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço foi instituído pela lei 5.107/66 e alterado, entre outras, pela Lei 8036/90.
Veja site www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8036consol.htm
No artigo 15 da Lei 8036 consta "Para os fins previstos nesta lei, todos os empregadores ficam obrigados a depositar, até o dia 7 (sete) de cada mês, em conta bancária vinculada, a importância correspondente a 8 (oito) por cento da remuneração paga ou devida, no mês anterior, a cada trabalhador, incluídas na remuneração as parcelas de que tratam os artigos 457 e 458 da CLT e a gratificação de Natal a que se refere a Lei nº 4090, de 13 de julho de 1962, com as modificações da Lei nº 4.749, de 12 de agosto de 1965."
Vamos pegar o exemplo de uma pessoa que teve R$ 2.000,00 como remuneração no mês. Quanto será depositado no FGTS?
8% = 8 / 100 = 0,08
2000 x 8% = 2000 x 8/100 = 2000 x 0,08 = R$ 160,00
Supondo que sempre receba R$ 2.000,00, terá em um ano, considerando também a gratificação de Natal, 13 depósitos na conta bancária vinculada de R$ 160,00.
13 x R$ 160,00 = R$ 2.080,00
CÁLCULO APROXIMADO DO FGTS
No exemplo acima, vemos que, sendo o depósito constante, em um ano o empregador deposita aproximadamente um salário na conta vinculada do empregado.
Aplicando o conhecimento de porcentagem, como são depositados 13 salários, pois inclui gratificação de Natal, 13 x 0,08 = 1,04 = 104 %, ou seja pouco mais de 1 salário.
Caso o empregado seja despedido sem justa causa, o empregador deverá depositar 40% do está na conta vinculada. Portanto, aplicando novamente os conhecimentos de porcentagem, o empregado ficará com 1,4 do que foi depositado, ou seja 140%.
Isto se deve ao artigo 18 da lei 8036/90.
Assim, para se ter noção do que a legislação significa, tomemos um salário constante de R$ 2.000,00 ao longo do tempo. Calculemos o total da conta, o depósito de 40% e o total final, com referência anos de trabalho. Para facilitar as contas, em vez de R$ 2.080 de depósitos em 1 ano, consideremos R$ 2.000,00.
Depósitos - R$
40% - R$
Para aprimorar o conteúdo, além de livros, consulte o site www.contabilidadepopular.webnode.com, de Marcio Santos.
O patrimônio é o conjunto de bens, direitos e obrigações.
Exemplo: O valor dos bens de uma empresa é R$ 1.830.000,00, o valor dos direitos é R$ 2.800.000,00 e o valor das obrigações é R$ 4.500.000,00. Esses valores podem ser representados em uma tabela, onde o que é positivo é colocado à esquerda e o que é negativo é colocado à direita.
Bens , total de R$ 1.830.000,00
Obrigações, total de R$ 4.500.000,00
Direitos, total de R$ 2.800.000,00
ELIMINAÇÃO DE DÍGITOS
Nas demonstrações financeiras como acima podem ser eliminados dígitos e especificar. A tabela ficaria:
Bens , total de R$ 1.830.00
Obrigações, total de R$ 4.500,00
Direitos, total de R$ 2.800,00
A tabela a seguir mostra quais são os bens, direitos e obrigações.
mercadoria em estoque
Vamos detalhar abaixo os valores e esclarecer os conceitos expressos nas duas tabelas acima.
Os bens podem ser classificados como:
Bens tangíveis: veículos, imóveis, estoques de mercadorias, dinheiro, móveis ferramentas, etc.
Bens intangíveis (goodwill, capital intelectual, mais-valia): marcas, patentes de invenção, clientela, ponto comercial, reputação, recurso humano qualificado, etc.
Bens imóveis: edifícios, construções, etc.
Bens móveis: estoques de mercadorias, equipamentos, máquinas, etc.
Exemplo: Uma empresa possui os seguintes bens:
Esses bens podem ser classificados em tangíveis e intangíveis.
Tangíveis - R$
Intangíveis - R$
Esses bens também podem ser classificados em móveis e imóveis.
Móveis - R$
Imóveis - R$
Direito ou Direito a Receber são valores a receber: dinheiro depositado em banco, salário a receber, títulos a receber, aluguéis a receber, promissórias a receber, ações a receber.
Obrigações ou obrigações exigíveis são dívidas: mercadorias compradas a prazo, impostos, financiamentos, aluguéis a pagar, etc.
fornecedores (dívidas com mercadorias)
encargos sociais a pagar (FGTS, INSS)
empréstimos a longo prazo (financiamento)
O patrimônio líquido é o resultado da conta obtida pela soma de bens e direitos subtraída das obrigações.
Patrimônio líquido = bens + direitos (-) obrigações.
As principais demonstrações financeiras (demonstrações contábeis) exigidas por lei são:
- balanço patrimonial (BP): demonstra bens, direitos, obrigações e recursos investidos pelos proprietários.
- demonstração do resultado do exercício (DRE): demonstra lucro ou prejuízo no exercício.
- demonstração dos lucros e prejuízos acumulados (DLPAc): demonstra lucros e prejuízos.
- demonstração de fluxos de caixa (DFC): demonstra pagamentos, investimento e financiamentos.
- demonstração de valor adicionado para empresas com ações na bolsa (DVA): demonstra a riqueza produzida pela sociedade, a distribuição da riqueza e a parcela não distribuída.
As demonstrações exigidas das empresas dependem de alguns parâmetros. Para as Sociedades Anônimas (S.A.) há determinadas demonstrações exigidas.
Quando uma empresa, mesmo Ltda., tiver a soma de bens e direitos (ativo) superior a R$ 240 milhões ou receita bruta (vendas) superior a R$ 300 milhões, é considerada sociedade de grande porte e a lei determina que sua escrituração e demonstrações financeiras sejam as mesmas da S.A.
O balanço patrimonial possui 2 colunas.
A coluna da esquerda é o ativo, que é positivo.
A coluna da direita é o passivo, que é negativa.
PASSIVO EXIGÍVEL:
Matematicamente o patrimônio líquido é obtido através da equação contábil:
PL = ativo (bens + direitos) – passivo exigível (obrigações exigíveis)
Curto prazo é período inferior a 1 ano e longo prazo é período superior a 1 ano. O ativo e passivo podem ser classificados em circulante e não circulante.
ATIVO -Veja artigo 179 da Lei 6.404/76
PASSIVO - Veja artigo 180 da Lei 6.404/76
CIRCULANTE (CAPITAL DE GIRO): dinheiro, duplicatas a receber e estoque.
Longo prazo: dinheiro a ser recebido em período superior a 1 ano.
Investimento: ações de outras empresas, terrenos para expansão, prédio alugado para outros, etc.
Imobilizado: prédios, veículos, móveis e utensílios, máquinas e equipamentos, etc.
Intangível: marcas e patentes, software, etc.
CIRCULANTE (dívidas de curto prazo): dívidas com fornecedores, salários a pagar, impostos a pagar, empréstimos a pagar, etc.
NÃO CIRCULANTE (dívidas a longo prazo)
ATIVO - artigo 179 da Lei 6.404/76
PASSIVO EXIGÍVEL - artigo 180 da Lei 6.404/76
Art. 180. As obrigações da companhia, inclusive financiamentos para aquisição de direitos do ativo não circulante, serão classificadas no passivo circulante, quando se vencerem no exercício seguinte, e no passivo não circulante, se tiverem vencimento em prazo maior, observado o disposto no parágrafo único do art. 179 desta Lei. (Redação dada pela Lei nº 11.941, de 2009
PATRIMÔNIO LÍQUIDO - artigo 182 da Lei 6.404/76
EXEMPLO DETALHADO DE BALANÇO PATRIMONIAL
Exemplo extraído do livro Contabilidade Básica, de José Carlos Marion.
empréstimos a coligados
terrenos para expansão
PATRIMÓNIO LÍQ.
TOTAL PATRIM. LIQ.
BALANÇO PATRIMONIAL SEGUNDO A LEGISLAÇÃO
OUTRO EXEMPLO DETALHADO
Extraído do livro Curso Básico de Contabilidade, de Marcelo Cavalcanti Almeida.
Um proprietário abriu uma empresa e investiu R$ 8.000,00. O balanço é:
Foi adquirido imóvel de R$ 2.400,00
Compra a prazo de R$ 4.000 em materiais.
Aquisição a vista de veículo de R$ 400
50% do imóvel foi vendido a prazo
EXEMPLO PRÁTICO SIMPLIFICADO DE BALANÇO PATRIMONIAL PARA VOCÊ FAZER E ENTENDER
Complete o balanço patrimonial de uma empresa. No ativo circulante, R$ 2.000,00 em caixa e R$ 3.000,00 em estoque. No ativo circulante, no imobilizado, R$1.500,00 em prédio, R$ 150,00 em veículos R$ 250,00 em móveis e utensílios.
Vamos montar uma tabela
Vamos completar a tabela
DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO DE EXERCÍCIO – VEJA ARTIGO 187 DA Lei 6.404/76
Quando o valor é para subtrair, é colocado entre parênteses.
Exemplo: Uma empresa teve receita bruta de R$ 100.000,00. As deduções de vendas foram R$ 2.000,00. Houve imposto sobre vendas de R$ 20.000,00. Encontre a receita líquida.
Vamos montar uma tabela para melhor visualizar.
Vamos completar a tabela, colocar parênteses a subtração e encontrar a receita líquida.
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA – VEJA ARTIGO 188 DA Lei 6.404/76
(Redação dada pela Lei nº 11.638,de 2007)
Utilizaremos um exemplo simples para entender o valor de um estoque. A tabela abaixo mostra a entrada de 10 produtos em um estoque, sendo 4 com valor de R$ 1,00 e 6 com valor de R$ 3,00. Saíram 2 produtos.
Entrada – quantidade
Valor por unidade R$
Saída - quantidade
Valor inicial do estoque
O valor inicial do estoque será: 4 produtos de R$ 1,00 + 6 produtos de R$ 3,00 = 4 x 1 + 6 x 3 = 4 + 18 = R$ 22,00
1ª situação - saída de alguns dias
Suponhamos que saiu um produto do dia 18, de R$ 1,00, e um produto do dia 20, de R$ 3,00.
Como saiu um produto de R$ 1,00, ficam 3. Como saiu um produto de R$ 3,00, ficam 5.
Valor do estoque: 3x1 + 5x3 = 3 + 15 = 18,00
Valor da saída = 1 + 3 = R$ 4,00
Conferindo: valor do estoque + valor da saída = 18 + 4 = R$ 22,00 = valor inicial do estoque
2ª situação - saída do primeiro dia - Primeiro a entrar, primeiro a sair (PEPS)
Suponhamos que primeiramente saíram produtos do primeiro dia, então saíram os 2 produtos de R$ 1,00.
Como saíram 2 produtos de R$ 1,00, ficam 2. Como não saiu produto de R$ 3,00, ficam 6.
Valor do estoque: 2x1 + 6x3 = 2 + 18 = 20,00
Valor da saída = 2 x 1 = R$ 2,00
Conferindo: valor do estoque + valor da saída = 20 + 2 = R$ 22,00 = valor inicial do estoque
3ª situação - saída do último dia - Último a entrar, primeiro a sair (UEPS)
Suponhamos que primeiramente saíram produtos do último dia, então saíram os 2 produtos de R$ 3,00.
Como não saiu produto de R$ 1,00, ficam 4. Como saíram 2 produtos de R$ 3,00, ficam 4.
Valor do estoque: 4x1 + 4x3 = 4 + 12 = R$ 16,00
Valor da saída = 2 x 3 = R$ 6,00
Conferindo: valor do estoque + valor da saída = 16 + 6 = R$ 22,00 = valor inicial do estoque
4ª situação - preço único ou média aritmética ponderada
Em vez de valores diferentes, podemos colocar um único valor. O valor dos 10 produtos é 4 x 1 + 6 x 3 = 4 + 18 = R$ 22,00.
Como são 10 produtos, dividimos 22 por 10 = 22 / 10 = R$ 2,20. Então, em vez de um produto custar R$ 1,00 e o outro R$ 3,00, cada produto passa a valer R$ 2,20. Se vender os 10 a arrecadação será a mesma, 10 x 2,20 = R$ 22,00
Como saíram 2, ficam 8 no estoque.
Valor do estoque: 8 x 2,20 = R$ 17,60
Valor da saída = 2 x 2,20 = R$ 4,40
Conferindo: valor do estoque + valor da saída = 17,60 + 4,40 = R$ 22,00 = valor inicial do estoque
18.11.2015 e 20.11.2015