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Timestamp: 2019-09-19 10:50:48+00:00
Document Index: 79899662

Matched Legal Cases: ['Artigo 1', 'Artigo 2', 'artigo 13', 'Artigo 3', 'artigo 2', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'artigo 2', 'Artigo 6', 'artigo 2', 'Artigo 7', 'Artigo 8', 'artigo 434', 'Artigo 9', 'artigo 1', 'Artigo 10', 'artigo 2', 'artigo 1', 'Artigo 11', 'artigo 33', 'Artigo 12', 'Artigo 13', 'Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 2', 'artigo 2']

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Provimento CSM 797/2003 e Provimento CSM 1462/2007 do Conselho Superior da Magistratura determina que o perito depois de nomeado deve se cadastrar O Poder Judiciário do Estado de São Paulo, através do Conselho Superior da Magistratura, determina que caberá ao profissional nomeado pela primeira vez a apresentação, ao respectivo Ofício de Justiça, no prazo de dez dias, de sua qualificação pessoal e do documentos abaixo - sendo assim esse procedimento válido apenas para a Justiça Estadual de São Paulo.
CONSIDERANDO que o interesse público recomenda a adoção de mecanismos de controle de nomeação e atuação de peritos judiciais e outros profissionais técnicos nas Varas e correspondentes Ofícios de Justiça de todo o Estado, bem como na segunda instância, especialmente para prevalência da moralidade e da transparência dos atos judiciais;
CONSIDERANDO que deve ser preservada a independência intelectual dos Juízes de primeiro e segundo graus de jurisdição no relevante desempenho de suas funções, observados os princípios acima aludidos;
CONSIDERANDO a conveniência de ter, em cartório, documentação capaz de informar os interessados sobre a capacitação de peritos e outros profissionais nomeados;
CONSIDERANDO o disposto nos artigos 138, incisos III e IV e §§; 139; 145 a 153; 218, § 1º; 422 a 424; 434; 842, § 3º; e 990, VI do Código de Processo Civil e nos artigos 60, §§ 2º a 4º; 66; 67; 170 e 171 da Lei de Falências;
Artigo 1º - A prestação de serviços por peritos, tradutores, intérpretes, administradores, liquidantes, comissários, síndicos, inventariantes dativos e outros auxiliares não funcionários na Justiça Estadual passa a ser regida nos termos deste Provimento.
Artigo 2º - Caberá ao profissional nomeado pela primeira vez a apresentação, ao respectivo Ofício de Justiça, no prazo de dez dias, de sua qualificação pessoal e dos seguintes documentos:
1. Currículo com informações sobre formação profissional, qualificação técnica ou científica, experiência e áreas de atuação para as quais esteja efetivamente apto e e-mail por meio do qual será intimado. (Com redação dada pelo Provimento nº 1462/2007)
2. Declaração, sob as penas da lei, de que não tem vínculo de parentesco sangüíneo, por afinidade ou civil por linha ascendente, descendente ou colateral, até quarto grau, com o (s) juiz (es) e servidores da unidade judiciária em que há de atuar.
3. Cópia de certidões dos distribuidores cíveis e criminais das comarcas da capital e de seu domicílio, relativas aos últimos dez anos.
§ 1º - Para os fins do disposto no item 2 acima e no artigo 13, compreendem-se no conceito de afinidade os vínculos decorrentes de união estável, com o (a) companheiro (a) e parentes. (Renumerado pelo Provimento nº 1462/2007)
§ 2º - No prazo de 30 dias da publicação deste Provimento, o perito já cadastrado deverá informar o e-mail por meio do qual será intimado. Da designação inicial deve constar que o perito é responsável pela confirmação do recebimento do e-mail no prazo de cinco dias da sua emissão, sob pena da baixa de sua habilitação. (Acrescido pelo Provimento nº 1462/2007)
Artigo 3º - O Ofício de Justiça autuará a documentação apresentada como prontuário para exame e, em caso de aprovação, a exclusivo critério do juiz responsável pela primeira nomeação (artigo 2º, caput), corregedor permanente ou não, serão ali anotadas todas as intercorrências úteis, também a seu critério, além de prazos excedidos na execução de trabalhos, destituições e punições. (Com redação dada pelo Provimento nº 1413/2007)
Artigo 4º - Demonstrado efetivo interesse para a solução de processo judicial em que houver perito ou outro profissional nomeado, os advogados das partes litigantes, o representante do Ministério Público e outros Juízes de Direito terão acesso ao prontuário e respectiva documentação.
Artigo 5º - Sendo urgente a realização da nomeação, ou da perícia, e evidenciado o interesse público, o perito ou profissional nomeado, excepcionalmente, poderá ser autorizado a providenciar a documentação referida no artigo 2º até a entrega do laudo.
Artigo 6º - No prazo máximo de dois anos, o interessado deverá atualizar toda a documentação mencionada no artigo 2º, itens 2 e 3, além de juntar outros documentos de seu interesse ao respectivo prontuário.
Parágrafo único – Findo o prazo acima sem renovação, os documentos serão inutilizados. (Com redação dada pelo Provimento nº 1413/2007)
Artigo 7º - A pedido de interessado ou das partes poderá ser expedida certidão ou cópia do ato judicial de nomeação.
Artigo 8º - Em caso de nomeação de estabelecimento oficial, nos termos do artigo 434 do Código de Processo Civil, sem identificação do perito, deverá o juiz comunicar ao estabelecimento nomeado a proibição de atuação de profissional que tenha parentesco sangüíneo, por afinidade ou civil com o juiz ou servidor da unidade judicial de origem do pedido, bem como de profissional que tenha sofrido punição administrativa ou penal em razão do ofício, submetendo-se ao juiz eventuais dúvidas.
Artigo 9º - Os ofícios de Justiça contarão com classificador para arquivamento obrigatório de cópia de todas as guias de levantamento expedidas em favor dos profissionais mencionados no artigo 1º. (Com redação dada pelo Provimento nº 842/2004)
Artigo 10 - Os documentos tratados no artigo 2º poderão ser substituídos por atestado de cadastramento expedido pelos órgãos oficiais de classe a que pertençam os profissionais mencionados no artigo 1º, mediante prévio convênio a ser celebrado com o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. (Com redação dada pelo Provimento nº 842/2004)
Artigo 11 – A remuneração de perito, intérprete, tradutor, liquidante, administrador, comissário, síndico ou inventariante dativo será fixada pelo juiz em despacho fundamentado, ouvidas as partes e, se atuante, o Ministério Público, à vista da proposta de honorários apresentada, considerados o local da prestação de serviços, a natureza, a complexidade, o tempo necessário à execução do trabalho e o valor de mercado para a hora trabalhada, sem prejuízo do disposto no artigo 33 do Código de Processo Civil.
Artigo 12 – As disposições acima aplicam-se, no que couberem, aos Tribunais e Colégios Recursais do Poder Judiciário do Estado.
Artigo 13 – Este Provimento entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário e em especial o Provimento CSM 755/2001.
São Paulo, 13 de março de 2003.
Sérgio Augusto Nigro Conceição - Presidente do Tribunal de Justiça
PROVIMENTO Nº 1.462/2007
O CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA, no uso das suas atribuições legais, CONSIDERANDO a necessidade do contínuo aprimoramento e racionalização dos serviços forenses;
CONSIDERANDO a necessidade de se imprimir maior celeridade às rotinas judiciais;
CONSIDERANDO o avanço do projeto de informatização e modernização do Tribunal de Justiça;
Artigo 1º - Alterar a redação do inciso 1º do Artigo 2º, do Provimento CSM nº 797/2003, que passa a contar com a seguinte redação:
1. Currículo com informações sobre formação profissional, qualificação técnica ou científica, experiência e áreas de atuação para as quais esteja efetivamente apto e e-mail por meio do qual será intimado.
Artigo 2º - Renumerar o parágrafo único do artigo 2º do Provimento CSM 797/2003 para § 1º, e ao artigo acrescer § 2º com a seguinte redação:
§ 2º. No prazo de 30 dias da publicação deste Provimento, o perito já cadastrado deverá informar o e-mail por meio do qual será intimado. Da designação inicial deve constar que o perito é responsável pela confirmação do recebimento do e-mail no prazo de cinco dias da sua emissão, sob pena da baixa de sua habilitação.
CELSO LUIZ LIMONGI, Presidente do Tribunal de Justiça, CAIO EDUARDO
CANGUÇU DE ALMEIDA, Vice-Presidente do Tribunal de Justiça ,GILBERTO PASSOS DE
FREITAS, Corregedor Geral da Justiça (D.O.E. de 21.12.2007)