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Timestamp: 2016-09-01 03:33:44+00:00
Document Index: 150321909

Matched Legal Cases: ['Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 6', 'Artigo 7', 'Artigo 8', 'Artigo 9', 'Artigo 10', 'Artigo 11', 'Artigo 12', 'Artigo 13', 'Artigo 14', 'Artigo 15', 'Artigo 16', 'Artigo 17', 'Artigo 18', 'Artigo 19', 'Artigo 20', 'Artigo 21', 'Artigo 22', 'Artigo 23', 'Artigo 24', 'Artigo 25', 'Artigo 26', 'Artigo 27', 'Artigo 28', 'Artigo 29', 'Artigo 30']

. DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS PreâmbuloConsiderando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros dafamília humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento da liberdade, dajustiça e da paz no mundo;Considerando que o desconhecimento e o desprezo dos direitos do Homemconduziram a atos de barbárie que revoltam a consciência da Humanidade e que o advento de ummundo em que os seres humanos sejam livres de falar e de crer, libertos do terror e da miséria, foiproclamado como a mais alta inspiração do Homem;Considerando que é essencial a proteção dos direitos do Homem através de umregime de direito, para que o Homem não seja compelido, em supremo recurso, à revolta contra atirania e a opressão;Considerando que é essencial encorajar o desenvolvimento de relações amistosasentre as nações;Considerando que, na Carta, os povos das Nações Unidas proclamam, de novo, asua fé nos direitos fundamentais do Homem, na dignidade e no valor da pessoa humana, naigualdade de direitos dos homens e das mulheres e se declaram resolvidos a favorecer oprogresso social e a instaurar melhores condições de vida dentro de uma liberdade mais ampla;Considerando que os Estados membros se comprometeram a promover, emcooperação com a Organização das Nações Unidas, o respeito universal e efetivo dos direitos doHomem e das liberdades fundamentais;Considerando que uma concepção comum destes direitos e liberdades é da maisalta importância para dar plena satisfação a tal compromisso:A Assembléia Geral proclama a presente Declaração Universal dos DireitosHumanos como ideal comum a atingir por todos os povos e todas as nações, a fim de que todos osindivíduos e todos os órgãos da sociedade, tendo-a constantemente no espírito, se esforcem, peloensino e pela educação, por desenvolver o respeito desses direitos e liberdades e por promover,por medidas progressivas de ordem nacional e internacional, o seu reconhecimento e a suaaplicação universais e efetivos tanto entre as populações dos próprios Estados membros comoentre as dos territórios colocados sob a sua jurisdição.
Artigo 1°Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotadosde razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.Artigo 2°Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados napresente Declaração, sem distinção alguma, nomeadamente de raça, de cor, de sexo, de língua,de religião, de opinião política ou outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento oude qualquer outra situação. Além disso, não será feita nenhuma distinção fundada no estatutopolítico, jurídico ou internacional do país ou do território da naturalidade da pessoa, seja esse paísou território independente, sob tutela, autônomo ou sujeito a alguma limitação de soberania.Artigo 3°Todo indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.Artigo 4°Ninguém será mantido em escravatura ou em servidão; a escravatura e o trato dosescravos, sob todas as formas, são proibidos.Artigo 5°Ninguém será submetido a tortura nem a penas ou tratamentos cruéis, desumanos oudegradantes.Artigo 6°Todos os indivíduos têm direito ao reconhecimento, em todos os lugares, da suapersonalidade jurídica.Artigo 7°Todos são iguais perante a lei e, sem distinção, têm direito a igual proteção da lei.Todos têm direito a proteção igual contra qualquer discriminação que viole a presente Declaraçãoe contra qualquer incitamento a tal discriminação.Artigo 8°Toda a pessoa direito a recurso efetivo para as jurisdições nacionais competentescontra os atos que violem os direitos fundamentais reconhecidos pela Constituição ou pela lei.Artigo 9°Ninguém pode ser arbitrariamente preso, detido ou exilado.Artigo 10°Toda a pessoa tem direito, em plena igualdade, a que a sua causa seja eqüitativa epublicamente julgada por um tribunal independente e imparcial que decida dos seus direitos eobrigações ou das razões de qualquer acusação em matéria penal que contra ela seja deduzida.Artigo 11°1. Toda a pessoa acusada de um ato delituoso presume-se inocente até que a suaculpabilidade fique legalmente provada no decurso de um processo público em que todasas garantias necessárias de defesa lhe sejam asseguradas.2. Ninguém será condenado por ações ou omissões que, no momento da sua prática, nãoconstituíam ato delituoso à face do direito interno ou internacional. Do mesmo modo, nãoserá infligida pena mais grave do que a que era aplicável no momento em que o actodelituoso foi cometido.Artigo 12°Ninguém sofrerá intromissões arbitrárias na sua vida privada, na sua família, no seu domicílio ouna sua correspondência, nem ataques à sua honra e reputação. Contra tais intromissões ouataques toda a pessoa tem direito a proteção da lei.Artigo 13°1. Toda a pessoa tem o direito de livremente circular e escolher a sua residência no interiorde um Estado.2. Toda a pessoa tem o direito de abandonar o país em que se encontra, incluindo o seu, e odireito de regressar ao seu país.Artigo 14°1. Toda a pessoa sujeita a perseguição tem o direito de procurar e de beneficiar de asilo emoutros países.2. Este direito não pode, porém, ser invocado no caso de processo realmente existente porcrime de direito comum ou por atividades contrárias aos fins e aos princípios das NaçõesUnidas.Artigo 15°1. Todo o indivíduo tem direito a ter uma nacionalidade.2. Ninguém pode ser arbitrariamente privado da sua nacionalidade nem do direito de mudarde nacionalidade.Artigo 16°1. A partir da idade núbil, o homem e a mulher têm o direito de casar e de constituir família,sem restrição alguma de raça, nacionalidade ou religião. Durante o casamento e na alturada sua dissolução, ambos têm direitos iguais.2. O casamento não pode ser celebrado sem o livre e pleno consentimento dos futurosesposos.3. A família é o elemento natural e fundamental da sociedade e tem direito à proteção desta edo Estado.Artigo 17°1. Toda a pessoa, individual ou coletiva, tem direito à propriedade.2. Ninguém pode ser arbitrariamente privado da sua propriedade.Artigo 18°Toda a pessoa tem direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião;este direito implica a liberdade de mudar de religião ou de convicção, assim como a liberdade demanifestar a religião ou convicção, sozinho ou em comum, tanto em público como em privado, peloensino, pela prática, pelo culto e pelos ritos.Artigo 19°Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica odireito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, semconsideração de fronteiras, informações e idéias por qualquer meio de expressão.Artigo 20°1. Toda a pessoa tem direito à liberdade de reunião e de associação pacíficas.2. Ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação.Artigo 21°1. Toda a pessoa tem o direito de tomar parte na direção dos negócios, públicos do seu país,quer diretamente, quer por intermédio de representantes livremente escolhidos.2. Toda a pessoa tem direito de acesso, em condições de igualdade, às funções públicas doseu país.3. A vontade do povo é o fundamento da autoridade dos poderes públicos: e deve exprimir-seatravés de eleições honestas a realizar periodicamente por sufrágio universal e igual, comvoto secreto ou segundo processo equivalente que salvaguarde a liberdade de voto.Artigo 22°Toda a pessoa, como membro da sociedade, tem direito à segurança social; e podelegitimamente exigir a satisfação dos direitos econômicos, sociais e culturais indispensáveis,graças ao esforço nacional e à cooperação internacional, de harmonia com a organização e osrecursos de cada país.Artigo 23°1. Toda a pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha do trabalho, a condições eqüitativase satisfatórias de trabalho e à proteção contra o desemprego.2. Todos têm direito, sem discriminação alguma, a salário igual por trabalho igual.3. Quem trabalha tem direito a uma remuneração eqüitativa e satisfatória, que lhe permita e àsua família uma existência conforme com a dignidade humana, e completada, se possível,por todos os outros meios de proteção social.4. Toda a pessoa tem o direito de fundar com outras pessoas sindicatos e de se filiar emsindicatos para defesa dos seus interesses.Artigo 24°Toda a pessoa tem direito ao repouso e aos lazeres, especialmente, a uma limitaçãorazoável da duração do trabalho e as férias periódicas pagas.Artigo 25°1. Toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua famíliaa saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação, ao vestuário, ao alojamento,à assistência médica e ainda quanto aos serviços sociais necessários, e tem direito àsegurança no desemprego, na doença, na invalidez, na viuvez, na velhice ou noutroscasos de perda de meios de subsistência por circunstâncias independentes da suavontade.2. A maternidade e a infância têm direito a ajuda e a assistência especiais. Todas ascrianças, nascidas dentro ou fora do matrimônio, gozam da mesma proteção social.Artigo 26°1. Toda a pessoa tem direito à educação. A educação deve ser gratuita, pelo menos acorrespondente ao ensino elementar fundamental. O ensino elementar é obrigatório. Oensino técnico e profissional dever ser generalizado; o acesso aos estudos superioresdeve estar aberto a todos em plena igualdade, em função do seu mérito.2. A educação deve visar à plena expansão da personalidade humana e ao reforço dosdireitos do Homem e das liberdades fundamentais e deve favorecer a compreensão, atolerância e a amizade entre todas as nações e todos os grupos raciais ou religiosos, bemcomo o desenvolvimento das atividades das Nações Unidas para a manutenção da paz.3. Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o gênero de educação a dar aosfilhos.Artigo 27°1. Toda a pessoa tem o direito de tomar parte livremente na vida cultural da comunidade, defruir as artes e de participar no progresso científico e nos benefícios que deste resultam.2. Todos têm direito à proteção dos interesses morais e materiais ligados a qualquerprodução científica, literária ou artística da sua autoria.Artigo 28°Toda a pessoa tem direito a que reine, no plano social e no plano internacional, uma ordem capazde tornar plenamente efetivos os direitos e as liberdades enunciadas na presente Declaração.Artigo 29°1. O indivíduo tem deveres para com a comunidade, fora da qual não é possível o livre epleno desenvolvimento da sua personalidade.No exercício deste direito e no gozo destas liberdades ninguém está sujeito senão às limitaçõesestabelecidas pela lei com vista exclusivamente a promover o reconhecimento e o respeito dosdireitos e2. liberdades dos outros e a fim de satisfazer as justas exigências da moral, da ordempública e do bem-estar numa sociedade democrática.3. Em caso algum estes direitos e liberdades poderão ser exercidos contrariamente e aos finse aos princípios das Nações Unidas.Artigo 30°Nenhuma disposição da presente Declaração pode ser interpretada de maneira a envolver paraqualquer Estado, agrupamento ou indivíduo o direito de se entregar a alguma atividade ou depraticar algum ato destinado a destruir os direitos e liberdades aqui enunciados.
O governo atual tem incorrido num grande equívoco que mais tarde lhe custará muito caro, pois desconhecer e até estimular indisciplina, é a mesma coisa que criar um leão para mai tarde ser devorado por ele. Estimular e tolerar indisciplina é algo que só pode ser medido quando esse fenômeno estiver prestes a engolir os chefes que não a souberam combatê-la ou não tiveram coragem para fazê-lo.
Cabe registro o desfile macabro em carro aberto de autoria de um comandante de um batalhão na cidade de patos, exibindo homens como autores de um homicídio de um Policial Militar, que ao depois se descobriu inocentes, fato defendido pelo próprio Governador, que sem melhores e maiores informações, acreditou nos relatos dos chefes militares e defendeu o terrível cortejo vingativo, dizendo que não haviam outros veículos para transportar os detidos, dando azo a indisciplina e a vingança,quando deveria de imediato ter exonerado o comandante que comandou aquela cena de barbárie e punido todos aqueles que participaram do séquito vingativo.
Ficamos profundamente preocupados, pois os conceitos de lei e ordem devem ser cumpridos primeiramente pelo Estado, mas confiantes na impunidade por parte do chefe maior do Estado, um ex-ativista social que agora pisa nesses movimentos, dois delegados da Polícia Civil,ambos exercendo cargos de confiança na governança do momento, de forma aberrante e atrevida, demonstrando que não temem e nem respeitam os seus superiores, se engalfinharam em agressões verbais num dos programas de rádio detentor talvez da maior audiência do horário, inclusive, o que exerce o cargo de Secretário da Administração Penitenciária, taxou o que é Delegado Regional em Guarabira e ex-ocupante da SEAP de incompetente, louco, exibicionista, covarde e de ser uma fraude, pois conseguiu fabricar uma imagem mentirosa de que é um policial operacional, ao se apropriar de ações de colegas ou de outras forças policiais, e que na administração do mesmo os presídios e cadeias estaduais eram masmorras medievais, de forma que ao desqualificar o colega ex-secretário, atingiu o próprio governo a que serve. De maneira que a nossa humilde opinião é que ambos deveriam ter sido exonerados de pronto, ou brigas como essa vão desestruturar esse governo.
Em Campina Grande, o governador não sabe mas deveria saber, que o atual diretor do Presídio o Serrotão é o grande culpado pelas revoltas ali ocorridas, pois, ao espancar um cidadão que fora preso em flagrante,mas que logo depois também foi comprovado que ele nada havia com a ocorrência, como recompensa recebeu de bandeja o cargo de diretor da unidade, já tendo protagonizado cenas que horrorizou Campina Grande, a exemplo de ter sido procurado por dois presos que disseram estarem marcados para morrer e não os atendendo, os referidos segregados tiveram que retornar à cela onde um deles foi decapitado e outro morto com o crânio espremido na própria grade, cuja repercussão se espalhou pela cidade, tendo Campina sofrido uma noite de horror, por conta dos fatos ocorridos e estimulados pelo diretor daquela casa de detenção que ainda não foi exonerado.
Mais indisciplinas: Pois bem, o Capitão Sérgio, agora major, depois de prender seis Conselheiros dos Direitos Humanos e a arrogância e abuso de autoridade ter sido escancarada por uma comissão instalada pelo próprio chefe de governo, simplesmente foi promovido e agora é o Gerente do Sistema Penitenciário.
E para fechar, se o governador não sabe que fique ciente agora, Delegados de Polícia aprovados para trabalhar no interior e que no edital reza que teriam que passar pelo menos 60 meses em delegacias interioranas já estão de volta em pouquíssimo tempo de labor nas cidades afastadas da capital, inclusive uma delas, cunhada da Deputada Estela, já está exercendo ilegalmente uma delegacia especializada, e isto cala fundo na consciência moral, pois esses profissionais estão tomando o lugar de jovens estudiosos que tiveram nota maior do que eles, mas por terem optados pela capital não foram aprovados, sem falar que 82 (oitenta e duas) armas foram subtraídas por gente da própria SEAP e até hoje nada se apura, além de torturadores que agem no sistema sem nenhum incômodo às suas odientas práticas.
De forma que fica o alerta: OU O SENHOR PISA NO FREIO DO MONSTRENGO DA INDISCIPLINA OU O SENHOR PASSARÁ POR UM GRANDE VEXAME NACIONAL proporcionado pelos seus intocáveis subordinados.
A CAIXINHA DO BANDIDO - A PROVA DE UMA SEGURANÇA EM RUÍNAS.
No dia 05 do mês de junho deste ano de 2015, por volta das 12h03, na Rua Rogério Benevides, encravada no Bairro do Cristo Redentor na capital paraibana, foi morto covardemente pelas mãos de foras da lei, o SR. JÚLIO LEITE NETO, um idoso de 78 anos de idade, conhecido no Bairro do Cristo pela bondade contagiante, pela solidariedade que irradiava do seu eu solidário em forma de doação de cestas alimentícias, remédios e tudo que pudesse aliviar o sofrimento dos mais humildes.
Em audiência da qual participei, a filha única de Seu Leite, como era carinhosamente tratado pela família e por toda a comunidade do Cristo Redentor, revelou algo que deixou todos atônitos, ela disse para todos ouvirem, Ministério Público, Magistrada e Advogados presentes, que seu pai já havia sido assaltado dezenas de vezes e precavido com temor da violência que assombra toda a Paraíba e mais ainda, ciente da falta de uma política de segurança pública por parte do Estado, guardava em cima do balcão uma caixa contendo certa quantia em dinheiro, que era sempre entregue aos foras da lei que os assaltavam.
Senhoras e senhores, imaginem, pensem, reflitam este quadro: um comerciante de pequeno porte, exercendo a mercancia num bairro de classe média da capital do seu Estado ser obrigado a ter em cima do seu balcão uma caixa com dinheiro para entregar a meliantes, com medo de morrer! Poderíamos dizer de forma chula: É DOSE! uma porção que deixa sem esperança toda uma população que não se arrisca até mesmo a saí nas ruas da nossa primorosa comuna, sob pena de ser assaltado e morto, aliás, nem precisa percorrer os logradouros públicos, já que na falta de um projeto de segurança pública, a violência agora avança para o interior dos lares, matando de forma desapiedada, como fizeram com Seu Leite, um ancião que já estava prestes a completar os seus oitenta anos de vida.
A CAIXINHA DO BANDIDO é uma prova indelével e agudamente robusta da falência da segurança pública, gerida por pessoa que pode até entender de outras temáticas, mas como gerente de segurança pública detém avaliação zero. Até quando comerciantes que pagam salgados tributos e obrigações sociais terão que manter sobre suas mesas e seus guichês uma CAIXINHA DO BANDIDO? Visando de forma desesperada manter-se vivos, mesmo que a violência desalmada e sem controle venha a ceifar suas vidas, na ausência de um projeto de segurança pública, que não é ofertado pelo Estado Paraibano com quem contribuem com seus árduos e arriscados labor.
Mas até quando teremos que ter sobre os guichês das casas comerciais a CAIXINHA DO BANDIDO? Nossa pergunta tem lugar, quando se percebe a cada dia que não existem indícios de que um plano de segurança pública esteja sendo rabiscado, pois, passados mais de quatro anos nada foi feito e as crenças e fantasias que alimentavam as mentes dos mais otimistas se evaporaram e infelizmente, tenho que ecoar: DURANTE MUITO TEMPO AINDA, CIDADÃOS DE BEM TERÃO QUE TER NOS SEUS COMÉRCIOS A FAMIGERADA CAIXINHA DO BANDIDO, a maior prova de uma falência anunciada, de uma segurança arruinada. Postado por
A coluna é basicamente uma crônica política, que se diferencia da análise política clássica por não se prender ao factual nem à ordem ou pauta do dia. Contato com o colunista: rubensnobrega@uol.com.br
24/06/2015 06H00
Direitos humanos de todos
Extremamente adequada, atualizada, sintonizada com o interesse público e mui bem redigida a nota divulgada anteontem à tarde pelo Padre Bosco Nascimento, presidente do Conselho Estadual dos Direitos Humanos (CDH-PB), na qual registra seu mais veemente repúdio e fundada indignação “face ao ato feroz e covarde que foi praticado por brutais criminosos contra duas mulheres e uma criança de apenas nove meses, sequestradas na noite do dia 20 de junho, em João Pessoa, e encontradas em Goiana, após terem sido violentadas, sendo que uma delas foi assassinada e a outra ficou gravemente ferida”. Mesmo que não tenha sido essa a intenção, de minha parte entendo que a manifestação serve ainda para deixar muito claro que uma instituição e um trabalho em defesa dos direitos humanos não podem ser confundidos com “defensores dos direitos de bandidos”, pois direitos humanos são direitos de todos. Porque são direitos fundamentais, entre os mais expressivos e identificadores da nossa própria humanidade. Humanidade que deve sublimar o direito à vida que todo humano tem e ao mesmo tempo reconhecer e respeitar o direito à defesa e a um julgamento justo que todos devem ter quando acusados por qualquer crime.Outro reconhecimento devido ao trabalho do CDH da Paraíba é a permanente disponibilidade pessoal e profissional que seus membros oferecem aos familiares das vítimas dos crimes de morte. Já li dezenas de notas do Conselho nas quais se ressalta tal oferta, a mesma que se extrai dessa última assinada pelo Padre Bosco. Como bem assinala o texto, simultaneamente à solidariedade aos enlutados o órgão coloca-se à disposição “para intermediar junto às instituições públicas do Estado da Paraíba todo apoio e encaminhamentos necessários nesse momento, para que se chegue à identificação dos responsáveis e sua efetiva punição”.Dessa nota divulgada na segunda (22) merece destaque também a confiança que o CDH deposita no trabalho da Polícia, referindo-se particularmente ao “esforço de identificar e prender os responsáveis por esse abominável crime”. Em adendo, pede que os órgãos da segurança pública intensifiquem as investigações para que os bandidos que torturaram e estupraram aquelas mulheres “sejam capturados, processados e severamente punidos, conforme a legislação vigente, pela brutalidade cometida”. Nos conformes da lei, é sempre bom lembrar, repetir, insistir.
Fiscalizando e cobrandoMesmo afirmando que confia nas diligências policiais, embora sabendo, creio, que nesse caso a competência para apurar é da Polícia de Pernambuco (sem prejuízo do apoio da Paraíba, claro), o Conselho mostra que não abre mão do seu papel de fiscal e cobrador do desempenho do Estado em favor – ou não – dos direitos humanos. Direito humano como o direito a uma segurança pública eficiente ou a uma defesa social digna desse nome. Daí por que na mesma nota o CDH expõe ao Governo do Estado a urgência com que é preciso avançar na construção de “uma política de segurança que previna barbáries como essa e garanta a todo cidadão e cidadã o direito de viver em paz”.
Hors-concours em violênciaSob o título ‘A insegurança que envergonha a Paraíba mata cruelmente mais uma mulher”, o Promotor de Justiça Marinho Mendes distribuiu comentário anteontem na Internet ressaltando que “verdadeiramente vivemos num pedacinho do Brasil onde insegurança e violência nos deixam cobertos de vergonha, por falta de uma política de segurança pública”. Enfatizando que o nosso ‘sublime torrão’ não merece a pecha de “paraíso da violência", ele diz ainda ser “óbvio e mais do que cristalino que nunca foi pensada uma política pública de segurança, uma vez que se algo tivesse sido formatado nesse horizonte as ações de segurança não permitiriam o genocídio de mulheres, de jovens e de outras minorias na capital e no Estado, o qual é hors-concours em todas as estatísticas de violência no Brasil e no mundo”. Na sequência, Marinho Mendes ensina um ‘caminho das pedras’ para se chegar ao que todo mundo espera de um governo competente e reconhecidamente empenhado em encarar a questão de modo mais inteligente e eficaz: “Há muito tempo já verberamos aqui que a primeira providência que um gestor deveria executar seria uma pesquisa séria e bem trabalhada de quais tipos de ilícitos ocorrem mais em cada bairro e em cada cidade e, de posse desses dados, formatar o projeto de segurança pública, uma vez que num bairro onde os delitos de maior incidência sejam homicídios as ações de segurança devem ser diferentes de outro onde o maior número de infrações seja contra o patrimônio”. E arremata:- Se isto já tivesse ocorrido, mas para isto segurança teria que ser prioridade, sem proselitismo e publicidade enganosa, o Bancários já teria um monitoramento em todas as ruas, controlado de uma das salas da Secretaria de Segurança e sem dúvida alguma teriam captado os dois suspeitos numa motocicleta desfilando tranquilamente pelas ruas do bairro, livres de qualquer abordagem, uma vez que a carência de pessoal obriga os marqueteiros do governo a orientar que viaturas desfilem nos logradouros com um ou dois policiais, e de forma antiética, dando uma fugaz sensibilidade de segurança ao cidadão mais desatento.
Marcha pela SegurançaLembrando que amanhã, a partir das cinco da tarde, todos os cidadãos e cidadãs indignados com a violência e a falta de segurança na Paraíba devem vestir branco e comparecer à Praça da Paz do Bancários, em João Pessoa. Lá começará a Marcha pela Segurança, que será encerrada na Igreja do Menino de Jesus de Praga, no mesmo bairro, muito provavelmente ao som de orações e clamores por justiça e paz em nossa cidade e no resto do Estado.
O QUE É VESTIR-SE E USAR ACESSÓRIOS BIZARROS SR. GARGANTAMARINHO MENDES MACHADO
Heraldo Nóbrega é um jornalista da área política que nunca fez uma crítica a qualquer político paraibano, Talvez por frequentar as mesas e as cozinhas dessas figuras que nada fazem ou fizeram pela Paraíba e por isto é considerado no meio como bem informado, mas essa informação não passa de recados que os poderosos querem passar ao público e o utilizam como instrumento de recados, a ditadura chamava esses colaboradores de cachorro, quinta coluna e de bastante procuradores..Heraldo Nóbrega, em escrito que disse ter sido escrito por indignação à morte de Glória Silva, uma baiana estuprada e horrorosamente torturada até á morte por dois celerados desalmados, mas que na verdade tinha outro desiderato que era defender o governador e os incompetentes gestores da segurança pública em nosso Estado, Imagine o jornalista político dos bacanas se encontrar indignado com a morte de uma mulher do povo! Nunca meus amigos, a sua caneta foi mesmo colocada a serviço de um governo órfão de políticas públicas no setor segurança pública, aí ele se indignou de verdade e na sua ânsia de agradar o governo e seus pupilos, destilou verrinosas ofensas contra a minha simplória pessoa e o Deputado Federal Luiz Couto, pessoas que ao contrário dele, sem ganhar nada pela pena manejada, denuncia e coloca o dedo na ferida da incompetente gestão de segurança pública, aponta criminosos perigosos e de colarinho branco, alguns dentro da polícia e do próprio poder, coisa que Heraldo Nóbrega jamais terá a ousadia de fazê-la.Em sua destilação de ÓDIO Heraldo Nóbrega esqueceu-se da boa educação e do respeito ao próximo, e disse o seguinte, são palavras deles que ora transcrevo, AD LITTERAM: "O promotor de justiça, alvo da antipatia popular, já encontrou um culpado para o crime: o Governo do Estado, que ele acusa de inoperante na segurança pública. A acusação de Marinho Mendes é uma falácia, para não dizer mentira. Eu até pensava que a extravagância do membro do Ministério Público Estadual se manifestava apenas na roupas e acessórios bizarros que ele veste e usa. Mas vejo que ela penetra no seu cérebro. Porque como é que o governador Ricardo Coutinho, o secretário estadual de Segurança Pública Cláudio Lima e o comandante-geral da Polícia Militar Euler Chaves poderiam prever — adivinhar mesmo — que dois bandidos tramassem vir do Litoral Sul da Paraíba ou de Pernambuco para João Pessoa e sequestrar duas santas senhoras que saíam de uma inocente festa junina?".Este escrito denuncia que o seu autor não estava indignado coisa nenhuma com a triste ocorrência, mas se esforçando para defender um governo que pouco ou quase nada fez em termos de planejamento contra a violência em nosso Estado. O esforço foi tanto, que me recordei dos requebros, pulinhos e torcidas do rabicho do Porco Garganta, porta voz da Granja dos Bichos, quando explicava os atos totalitários do chefe ditador e verdugo dos animais que prometera tratar como iguais, o Porco Napoleão, que em todos os insucessos da Granja dos Porcos, colocava a culpa no Porco Branca de Neve. (Livro Revolução dos Bichos de George Orwell).De forma meu querido jornalista, que vc pegou o gancho da crítica que fiz à insegurança pública estadual e a exemplo do Porco Garganta, fez uma média com Napoleão e seus asseclas, agredindo pessoas com adjetivos grosseiros e o pior de tudo, com calúnias previamente pensadas, pois nem eu, nem o Deputado Luiz Couto somos condescendentes com bandidos e ao contrário de você que sem dúvida saboreava um bom vinho na mansão de um desses poderosos, durante a terrível procura a Glória Silva, eu diferente de você, estava juntamente com amigos e parentes da vítima perversamente imolada nos hospitais e institutos de perícias médico legais daqui e do vizinho Estado de Pernambuco.De forma que, BIZARRO é não ser detentor de coragem e verticalidade moral, para num momento de extrema angústia, se aproveitar para crescer no conceito do governo, isto sim é Bizarro sim senhor. E quanto ss minhas vestes são roupas simples, pois originário do cabo da enxada, nem palácios e nem políticos me seduziram e me fizeram esquecer as minhas origens. Na verdade você também expressou um sentimento de desprezo de arraigado preconceito com os pobres do nosso Estado, que me admiram e querem bem à minha pessoa, e sou antipatizado são pelo poderosos que lhe usam para mandar os seus recados.
A INSEGURANÇA DO ESTADO CONVENCEU O GOVERNADOR QUE PRENDER É TUDO
A INSEGURANÇA PÚBLICA DO ESTADO E A INGENUIDADE DO GOVERNADOR
Importado de Pernambuco, ousaria afirmar que o atual Secretário de Insegurança Pública é um verdadeiro arauto, um real mensageiro, um leal apregoador do mais ignaro atraso em termos de segurança pública, vejam a prova: Ele trouxe de Pernambuco a cópia de uma Guarda Militar da Reserva, chamada GMR, onde policiais militares que se aposentam, permanecem na ativa, percebendo outro salário, de forma que tal prática impede a oxigenação da Polícia Militar, impossibilitando a renovação dos seus quadros, com policiais que já estão inativos ocupando as vagas que deveriam ser renovadas. Aponto outra medida desastrosa da atual insegurança pública da Paraíba: É o chamado trabalho extraordinário ou serviço remunerado, iniciativa que gerou uma tropa desestimulada, cansada e que esgotada em suas energias, não produzem um patrulhamento, um policiamento ostensivo de primeira qualidade, muitos deles se apresentam sonolentos, lentos e patentemente fatigados e indispostos, de forma que o novo trazido por Cláudio Lima, é algo que foi testado em Pernambuco nos tempos de antanho e não deu certo.