Source: http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=CELEX:41998A0126:pt:NOT
Timestamp: 2013-05-24 00:50:37+00:00
Document Index: 52781994

Matched Legal Cases: ['artigo 220', 'Artigo 1', 'Artigo 2', 'artigo 15', 'artigo 638', 'artigo 246', 'artigo 23', 'artigo 40', 'artigo 2', 'artigo 4', 'artigo 126', 'artigo 127', 'artigo 65', 'artigo 65', 'artigo 65', 'artigo 11', 'artigo 99', 'artigo 3', 'artigo 16', 'artigo 3', 'Artigo 5', 'Artigo 6', 'Artigo 7', 'artigo 4', 'artigo 5', 'Artigo 8', 'artigo 10', 'Artigo 12', 'artigo 12', 'Artigo 12', 'artigo 12', 'Artigo 13', 'artigo 4', 'artigo 5', 'Artigo 16', 'Artigo 17', 'artigo 16', 'artigo 5', 'artigo 16', 'Artigo 19', 'artigo 16', 'artigo 15', 'Artigo 21', 'Artigo 24', 'Artigo 25', 'Artigo 26', 'artigo 59', 'artigo 27', 'Artigo 31', 'Artigo 37', 'artigo 36', 'artigo 20', 'Artigo 41', 'artigo 40', 'Artigo 44', 'Artigo 46', 'artigo 46', 'artigo 47', 'artigo 48', 'Artigo 50', 'Artigo 52', 'Artigo 54', 'Artigo 54', 'Artigo 55', 'artigo 54', 'artigo 56', 'artigo 55', 'artigo 20', 'Artigo 58', 'artigo 4', 'artigo 3', 'Artigo 60', 'Artigo 61', 'Artigo 62', 'artigo 220', 'Artigo 64', 'Artigo 68', 'artigo 5', 'artigo 17', 'artigo 6', 'artigo 10', 'artigo 21', 'artigo 6', 'artigo 10', 'artigo 69', 'artigo 86', 'artigo 50', 'artigo 189', 'artigo 3', 'artigo 4', 'artigo 4', 'artigo 3', 'artigo 3', 'artigo 2', 'artigo 4', 'artigo 5', 'artigo 5', 'artigo 5', 'artigo 5', 'artigo 6', 'artigo 7', 'artigo 8', 'artigo 9', 'artigo 10', 'artigo 6', 'artigo 11', 'artigo 7', 'artigo 12', 'artigo 8', 'artigo 13', 'artigo 13', 'artigo 14', 'artigo 9', 'artigo 15', 'artigo 16', 'artigo 16', 'artigo 4', 'artigo 10', 'artigo 3', 'artigo 17', 'artigo 5', 'artigo 11', 'artigo 4', 'artigo 18', 'artigo 19', 'artigo 6', 'artigo 12', 'artigo 5', 'artigo 20', 'artigo 7', 'artigo 13', 'artigo 6', 'artigo 21', 'artigo 22', 'artigo 14', 'artigo 15', 'artigo 23', 'artigo 16', 'Artigo 34', 'artigo 1', 'Artigo 29', 'artigo 35', 'artigo 1', 'artigo 28', 'artigo 17', 'artigo 36', 'artigo 1', 'artigo 28', 'artigo 24', 'artigo 7', 'artigo 7', 'artigo 24', 'artigo 8', 'artigo 7', 'artigo 24', 'artigo 18', 'artigo 25', 'artigo 19', 'artigo 19', 'artigo 25', 'artigo 1', 'artigo 28', 'artigo 25', 'artigo 20', 'artigo 26', 'artigo 21', 'artigo 60', 'artigo 27', 'artigo 31', 'artigo 32', 'Artigo 32', 'artigo 15', 'artigo 16', 'artigo 33', 'artigo 17', 'artigo 22', 'artigo 28', 'artigo 41', 'artigo 17', 'artigo 34', 'artigo 18', 'artigo 37', 'artigo 13', 'artigo 14', 'artigo 8', 'artigo 29', 'artigo 9', 'artigo 29', 'artigo 9', 'artigo 23', 'artigo 29', 'artigo 29', 'artigo 10']

EUR-Lex - 41998A0126 - PT
JO C 27 de 26.1.1998, p. 1—27 (ES, DA, DE, EL, EN, FR, IT, NL, PT, FI, SV)
fim de validade: 00/00/0000; revogado e substituído por 22007A1221(01)
41968A0927(01) relação 41968A0927(02) relação 41978A1009(01) relação 41982A1025(01) relação 41989A0535 relação Alterado por:
retificado por 41998Y0126(01)R(01) relação 32001R0044 substituído por 22007A1221(03) a partir de /F/DATE
NOTA PRELIMINAR A assinatura, em 29 de Novembro de 1996, da Convenção de adesão da República da Áustria, da República da Finlândia e do Reino da Suécia à Convenção de Bruxelas, relativa à competência judiciária e à execução de decisões em matéria civil e comercial, bem como ao protocolo relativo à sua interpretação pelo Tribunal de Justiça, tornou desejável que, a exemplo do que aconteceu aquando das anteriores adesões, seja posta à disposição dos operadores do direito uma versão codificada da Convenção de Bruxelas e do protocolo referido, actualizada em relação à versão publicada no Jornal Oficial das Comunidades Europeias nº C 189 de 28 de Julho de 1990.
Esses textos são completados por três declarações dos representantes dos governos dos Estados-membros, uma feita em 1978 em articulação com a Convenção internacional para a unificação de certas regras sobre o arresto de navios de mar, outra em 1989 a propósito da ratificação da Convenção de adesão do Reino de Espanha e da República Portuguesa e uma última de 1996 relativa à competência nos casos um que um trabalhador é destacado, no âmbito de uma prestação de serviços, para um Estado-membro diferente daquele em que habitualmente trabalha.
O Secretariado-Geral do Conselho, em cujos arquivos estão depositados os originais dos instrumentos em questão, elaborou o texto impresso no presente fascículo. É todavia de referir que este texto não tem valor vinculativo. Os textos oficiais dos instrumentos codificados figuram nos Jornais Oficiais seguintes:
ANEXO CONVENÇÃO relativa à competência judiciária e à execução de decisões em matéria civil e comercial (1) PREÂMBULO (2) AS ALTAS PARTES CONTRATANTES NO TRATADO QUE INSTITUI A COMUNIDADE ECONÓMICA EUROPEIA,
DESEJANDO dar execução ao disposto no artigo 220º do referido Tratado, por força do qual se obrigaram a assegurar a simplificação das formalidades a que se encontram subordinados o reconhecimento e a execução recíprocos das decisões judiciais,
PREOCUPADAS em reforçar na Comunidade a protecção jurídica das pessoas estabelecidas no seu território,
CONSIDERANDO que, para esse fim, é necessário determinar a competência dos seus órgãos jurisdicionais na ordem internacional, facilitar o reconhecimento e instaurar um processo rápido que garanta a execução das decisões, bem como dos actos autênticos e das transacções judiciais (2),
TÍTULO I ÂMBITO DE APLICAÇÃO Artigo 1º
A presente convenção aplica-se em matéria civil e comercial e independentemente da natureza da jurisdição. A presente convenção não abrange, nomeadamente, as matérias fiscais, aduaneiras e administrativas (3).
TÍTULO II COMPETÊNCIA Secção I Disposições gerais Artigo 2º
As pessoas domiciliadas no território de um Estado contratante só podem ser demandadas perante os tribunais de um outro Estado contratante por força das regras enunciadas nas secções 2 a 6 do presente título.
- na Bélgica: o artigo 15º do Código Civil (Code civil - Burgerlijk Wetboek) e o artigo 638º do Código Judiciário (Code judiciaire - Gerechtelijk Wetboek),
- na Dinamarca: os nºs 2 e 3 do artigo 246º da Lei de Processo Civil (Lov om rettens pleje) (4),
- na República Federal da Alemanha: o artigo 23º do Código de Processo Civil (Zivilprozeßordnung),
- na Grécia: o artigo 40º do Código de Processo Civil (Êþäéêáò ðïëéôéêÞò äéêïíïìßáò),
- em França: os artigos 14º e 15º do Código Civil (Code civil),
- na Irlanda: as disposições relativas à competência fundada em acto que determine o início da instância, comunicado ou notificado ao requerido que se encontre temporariamente na Irlanda,
- em Itália: o artigo 2º e os nºs 1 e 2 do artigo 4º do Código de Processo Civil (Codice di procedura civile),
- no Luxemburgo: os artigos 14º e 15º do Código Civil (Code civil),
- nos Países Baixos: o nº 3 do artigo 126º e o artigo 127º do Código de Processo Civil (Wetboek van Burgerlijke Rechtsvordering),
- em Portugal: o nº 1, alínea c), do artigo 65º, o nº 2 do artigo 65º e a alínea c) do artigo 65ºA do Código de Processo Civil e o artigo 11º do Código de Processo do Trabalho,
- na Áustria: o artigo 99º da Lei da Competência Judiciária (Jurisdiktionsnorm);
- na Finlândia: oikeudenkäymiskaarilrättegångsbalken, capítulo 10, segundo, terceiro e quarto períodos do primeiro parágrafo,
- na Suécia: capítulo 10, primeira frase do artigo 3º do Código de Processo Judiciário (rättegångsbalken),
a) Em acto que determine o início da instância, comunicado ou notificado ao requerido que se encontre temporariamente no Reino Unido;
c) No arresto, pelo requerente, de bens situados no Reino Unido (5).
Se o requerido não tiver domicílio no território de um Estado Contratante, a competência será regulada em cada Estado Contratante pela lei desse Estado, sem prejuízo da aplicação do disposto no artigo 16º
Qualquer pessoa, independentemente da sua nacionalidade, com domicílio no território de um Estado contratante, pode, tal como os nacionais, invocar contra esse requerido as regras de competência que estejam em vigor nesse Estado e, nomeadamente, as previstas no segundo parágrafo do artigo 3º
Secção 2 Competências especiais Artigo 5º
1. Em matéria contratual, perante o tribunal do lugar onde a obrigação que serve de fundamento ao pedido foi ou deva ser cumprida; em matéria de contrato individual de trabalho, esse lugar é o lugar onde o trabalhador efectua habitualmente o seu trabalho e, se o trabalhador não efectuar habitualmente o seu trabalho no mesmo país, a entidade patronal pode igualmente ser demandada perante o tribunal do lugar onde se situa ou se situava o estabelecimento que contratou o trabalhador (6);
2. Em matéria de obrigação alimentar, perante o tribunal do lugar em que o credor de alimentos tem o seu domicílio ou a sua residência habitual ou, tratando-se de pedido acessório de acção sobre o estado de pessoas, perante o tribunal competente segundo a lei do foro, salvo se esta competência for unicamente fundada na nacionalidade de uma das partes (7);
3. Em matéria excontratual, perante o tribunal do lugar onde ocorreu o facto danoso;
4. Se se tratar de acção de indemnização ou de acção de restituição fundadas numa infracção, perante o tribunal onde foi intentada a acção pública, na medida em que, de acordo com a sua lei, esse tribunal possa conhecer da acção civel;
6. Na qualidade de fundador, de trustee ou de beneficiário de um trust constituído, quer nos termos da lei quer por escrito ou por acordo verbal confirmado por escrito, perante os tribunais do Estado Contrante em cujo território o trust tem o seu domicílio (8);
a) Tenha sido arrestado para garantir esse pagamento
a presente disposição só se aplica quando se alegue que o requerido tem direito sobre a carga ou sobre o frete ou que tinha tal direito no momento daquela assistência ou daquele salvamento (9).
2. Se se tratar de chamamento de um garante à acção ou de qualquer incidente de intervenção de terceiro, perante o tribunal onde foi instaurada a acção principal, salvo se esta tiver sido proposta apenas com o intuito de subtrair o terceiro à jurisdição do tribunal que seria competente nesse caso;
4. Em matéria contratual, se a acção puder ser apensada a uma acção em matéria de direitos reais sobre imóveis dirigida contra o mesmo requerido, perante o tribunal do Estado contratante onde está situado o imóvel (10).
Artigo 6ºAº (11)
Sempre que, por força da presente convenção, um tribunal de um Estado contratante for competente para conhecer das acções de responsabilidade emergente da utilização ou da exploração de um navio, esse tribunal, ou qualquer outro que, segundo a lei interna do mesmo Estado, se lhe substitua, será também competente para conhecer dos pedidos relativos à limitação daquela responsabilidade.
Secção 3 Competência em matéria de seguros Artigo 7º
Em matéria de seguros, a competência é determinada pela presente secção, sem prejuízo do disposto no artigo 4º e no ponto 5 do artigo 5º
Artigo 8º (12)
1. Perante os tribunais do Estado em que tiver domicílio
2. Noutro Estado contratante, perante o tribunal do lugar em que o tomador do seguro tiver o seu domicílio
O disposto nos artigos 7º, 8º e 9º aplica-se no caso de acção intentada pelo lesado directamente contra o segurador, sempre que tal acção directa seja possível.
Sem prejuízo do disposto no terceiro parágrafo do artigo 10º, o segurador só pode intentar uma acção perante os tribunais do Estado contratante em cujo território estiver domiciliado o requerido, quer este seja tomador do seguro, segurado ou beneficiário.
Artigo 12º (13)
1. Sejam posteriores ao nascimento do litígio;
2. Permitam ao tomador do seguro, ao segurado ou ao beneficiário recorrer a tribunais que não sejam os indicados na presente secção;
3. Sejam concluídas entre um tomador do seguro e um segurador, ambos com domicílio num mesmo Estado contratante, e tenham por efeito atribuir competência aos tribunais desse Estado, mesmo que o facto danoso ocorra no estrangeiro, salvo se a lei desse Estado não permitir tais convenções;
4. Sejam concluídas por um tomador do seguro que não tenha domicílio num Estado contratante, salvo se se tratar de um seguro obrigatório ou relativo a imóvel sito num Estado contratante;
5. Digam respeito a um contrato de seguro que cubra um ou mais dos riscos enumerados no artigo 12ºA.
Artigo 12ºA (14)
Os riscos a que se refere o ponto 5 do artigo 12º são os seguintes:
a) Resultante da utilização ou da exploração dos navios, instalações ou aeronaves, em conformidade com a alínea a) do ponto 1, desde que a lei do Estado contratante de matrícula da aeronave não proiba as cláusulas atributivas de jurisdição no seguro de tais riscos;
Secção 4 (15) Competência em matéria de contratos celebrados pelos consumidores Artigo 13º
Em matéria de contrato celebrado por uma pessoa para finalidade que possa ser considerada estranha à sua actividade comercial ou profissional, a seguir denominada «o consumidor», a competência será determinada pela presente secção, sem prejuízo do disposto no artigo 4º e no ponto 5 do artigo 5º:
1. Sejam posteriores ao nascimento do litígio
2. Permitam ao consumidor recorrer a tribunais que não sejam os indicados na presente secção
Secção 5 Competências exclusivas Artigo 16º
b) Todavia, em matéria de contratos de arrendamento de imóveis celebrados para uso pessoal temporário por um período máximo de seis meses consecutivos, são igualmente competentes os tribunais do Estado contratante onde o requerido estiver domiciliado, desde que o proprietário e o arrendatário sejam pessoas singulares e estejam domiciliados no mesmo Estado contratante (16);
2. Em matéria de validade, de nulidade ou de dissolução das sociedades ou outras pessoas colectivas que tenham a sua sede no território de um Estado contratante ou das decisões dos seus órgãos, os tribunais desse Estado;
Secção 6 Extensão de competência Artigo 17º (17)
Se as partes, das quais pelo menos uma se encontre domiciliada no território de um Estado contratante, tiverem convencionado que um tribunal ou os tribunais de um Estado contratante têm competência para decidir quaisquer litígios que tenham surgido ou que possam surgir de uma determinada relação jurídica, esse tribunal ou esses tribunais terão competência exclusiva. Este pacto atributivo de jurisdição deve ser celebrado:
b) Em conformidade com os usos que as partes estabeleceram entre si;
O tribunal ou os tribunais de um Estado contratante, a que o acto constitutivo de um trust atribuir competência, têm competência exclusiva para conhecer da acção contra um fundador, um trustee ou um beneficiário de um trust, se se tratar de relações entre essas pessoas ou dos seus direitos ou obrigações no âmbito do trust.
Os pactos atributivos de jurisdição, bem como as estipulações similares de actos constitutivos de trust, não produzirão efeitos se forem contrários ao disposto nos artigos 12º e 15º, ou se os tribunais cuja competência pretendam afastar tiverem competência exclusiva por força do artigo 16º
Se um pacto atributivo de jurisdição tiver sido concluído a favor apenas de uma das partes, esta mantém o direito de recorrer a qualquer outro tribunal que seja competente, por força da presente convenção.
Em matéria de contrato individual de trabalho, os pactos atributivos de jurisdição só produzirão efeitos se forem posteriores ao nascimento do litígio ou se o trabalhador os invocar para submeter a acção à apreciação de tribunais que não sejam o do domicílio do requerido ou o referido no ponto 1 do artigo 5º
Para além dos casos em que a competência resulte de outras disposições da presente convenção, é competente o tribunal de um Estado contratante perante o qual o requerido compareça. Esta regra não é aplicável se a comparência tiver como único objectivo arguir a incompetência ou se existir outro tribunal com competência exclusiva por força do artigo 16º
Secção 7 Verificação da competência e da admissibilidade Artigo 19º
O juiz de um Estado contratante, perante o qual tiver sido proposta, a título principal, uma acção relativamente à qual tenha competência exclusiva um tribunal de outro Estado contratante por força do artigo 16º, declarar-se-á oficiosamente incompetente.
O juiz deve suspender a instância, enquanto não se verificar que a esse requerido foi dada a oportunidade de receber o acto que iniciou a instância, ou acto equivalente, em tempo útil para apresentar a sua defesa, ou enquanto não se verificar que para o efeito foram efectuadas todas as diligências (18).
O disposto no parágrafo anterior será substituído pelo disposto no artigo 15º da Convenção de Haia, de 15 de Novembro de 1965, relativa à citação e à notificação no estrangeiro dos actos judiciais e extrajudiciais em matéria civil ou comercial, se o acto que iniciou a instância tiver sido transmitido em execução dessa convenção.
Secção 8 Litispendência e conexão Artigo 21º (19)
Quando acções com o mesmo pedido e a mesma causa de pedir e entre as mesmas partes forem submetidas à apreciação de tribunais de diferentes Estados contratantes, o tribunal a que a acção foi submetida em segundo lugar suspende oficiosamente a instância, até que seja estabelecida a competência do tribunal a que a acção foi submetida em primeiro lugar.
Secção 9 Medidas provisórias e cautelares Artigo 24º
TÍTULO III RECONHECIMENTO E EXECUÇÃO Artigo 25º
Para efeitos da presente convenção, considera-se «decisão» qualquer decisão proferida por um tribunal de um Estado contratante independentemente da designação que lhe for dada, tal como acórdão, sentença, despacho judicial ou mandado de execução, bem como a fixação pelo secretário do tribunal do montante das custas do processo.
Secção 1 Reconhecimento Artigo 26º
2. Se o acto que determinou o início da instância, ou acto equivalente, não tiver sido comunicado ou notificado ao requerido revel, regularmente e em tempo útil, por forma a permitir-lhe a defesa (20);
5. Se a decisão for inconciliável com outra anteriormente proferida num Estado não contratante entre as mesmas partes, em acção com o mesmo pedido e a mesma causa de pedir, desde que a decisão proferida anteriormente reúna as condições necessárias para ser reconhecida no Estado requerido (21).
As decisões não serão igualmente reconhecidas se tiver sido desrespeitado o disposto nas secções 3, 4 e 5 do título II ou no caso previsto no artigo 59º
Sem prejuízo do disposto nos primeiros e segundo parágrafos, não pode proceder-se ao controlo da competência dos tribunais do Estado de origem; as regras relativas à competência não dizem respeito à ordem pública a que se refere o ponto 1 do artigo 27º
A autoridade judicial de um Estado contratante, perante o qual se invocar o reconhecimento de uma decisão proferida na Irlanda ou no Reino Unido e cuja execução for suspensa no Estado de origem por força da interposição de um recurso, pode suspender a instância (22).
Secção 2 Execução Artigo 31º
As decisões proferidas num Estado contratante e que nesse Estado tenham força executiva podem ser executadas em outro Estado contratante depois de nele terem sido declaradas executórias, a requerimento de qualquer parte interessada (23).
Todavia, no Reino Unido, tais decisões são executadas na Inglaterra e no País de Gales, na Escócia ou na Irlanda do Norte, depois de registadas para execução, a requerimento de qualquer parte interessada, numa dessas regiões do Reino Unido, conforme o caso (24)
- na Dinamarca, no byret (25),
- na Grécia ao «ìïíïìåëÝò ðñùôïäéêåßï»,
- na Áustria, ao Bezirksgericht,
- na Finlândia, ao käräjäoikeus/tingsrätt,
- na Suécia, ao Svca kovrätt,
a) Na Inglaterra e no País de Gales, no High Court of Justice ou, tratando-se de uma decisão em matéria de obrigação alimentar, no Magistrates Court por intermédio do Secretary of State;
c) Na Irlanda do Norte, no High Court of Justice ou, tratando-se de decisão em matéria de obrigação alimentar, no Magistrates' Court por intermédio do Secretary of State (26).
Os documentos referidos nos artigos 46º e 47º devem ser juntos ao requerimento.
O requerimento só pode ser indeferido por qualquer dos motivos previstos nos artigos 27º e 28º
Artigo 37º (27)
- na Grécia, para o Ýöåôåúï,
- nos Países Baixos, para o arrondissementsrechtbank,
- na Áustria, para o Bezirksgericht,
- na Finlândia, para o hovioikeus/hovrätt,
- na Suécia, para o Svea/hovrätt,
1. Na Inglaterra e no País de Gales, para o High Court of Justice ou, tratando-se de decisão em matéria de obrigação alimentar, para o Magistrates' Court;
- na Áustria, em caso de recurso, unicamente recurso de revisão (Revisionrekurs) e, em caso de oposição, unicamente apelo (Berufung), com a eventual faculdade de revisão;
- na Finlândia, apenas de recurso para korkein orkeus/högsta domstolen,
- na Suécia, apenas de recurso para Högsta domstolen,
Quando a decisão tenha sido proferida na Irlanda ou no Reino Unido, qualquer via de recurso admissível no estado de origem é considerada como recurso ordinário para efeitos da aplicação do primeiro parágrafo (28).
Durante o prazo de recurso previsto no artigo 36º e na pendência de decisão sobre o mesmo, só podem tomar-se medidas cautelares sobre os bens da parte contra a qual a execução foi promovida.
- na Bélgica, para a cour d'appel ou para o hof van bercep,
- no Luxemburgo, para a Cour supérieure de justice, decidindo em matérial civil,
- na Finlândia, para o hovioikeus/hovrätten,
- na Suécia, para o Svea hovrätt,
3. Na Irlanda do Norte, para o High Court of Justice ou, tratando-se de decisão em matéria de obrigação alimentar, para o Magistrates' Court (29).
2. A parte contra a qual é promovida a execução deve ser notificada para comparecer no tribunal de recurso. Se faltar, é aplicável o disposto no segundo e terceiro parágrafos do artigo 20º, ainda que a parte não esteja domiciliada no território de um dos Estados contratantes.
Artigo 41º (30)
A decisão proferida no recurso previsto no artigo 40º apenas pode ser objecto:
- na Áustria, apenas de um Revisionsrekurs,
- na Finlândia, apenas de recurso para korkein oikeus/högsta domstolen,
Artigo 44º (31)
O requerente que, no Estado de origem, tiver beneficiado no todo ou em parte de assistência judiciária ou de isenção de preparos e custas, beneficiará, no processo previsto nos artigos 32º a 35º, da assistência mais favorável ou da isenção mais ampla prevista no direito do Estado requerido.
Secção 3 Disposições comuns Artigo 46º
2. Tratando-se de decisão proferida à revelia, o original ou uma cópia autenticada do documento que certifique que o acto determinou o início da instância ou um acto equivalente foi comunicado ou notificada à parte revel (32).
Na falta de apresentação dos documentos referidos no ponto 2 do artigo 46º e no ponto 2 do artigo 47º, a autoridade judicial pode fixar um prazo para a sua apresentação, aceitar documentos equivalentes ou, se se julgar suficientemente esclarecida, dispensá-los. Deve ser apresentada um tradução dos documentos desde que a autoridade judicial a exija; a tradução deve ser autenticada por pessoa habilitada para o efeito num dos Estados contratantes.
Não é exigível a legalização ou outra formalidade análoga dos documentos referidos nos artigos 46º, 47º e segundo parágrafo do artigo 48º, bem como, se for caso disso, da procuração ad litem.
TÍTULO IV ACTOS AUTÊNTICOS E TRANSACÇÕES JUDICIAIS Artigo 50º
Os actos autênticos exarados num Estado contratante e que nesse Estado tenham força executiva são declarados executórios, mediante requerimento, noutro Estado contratante, segundo o processo previsto nos artigos 31º e seguintes. O requerimento só pode ser indeferido se a execução do acto autêntico for contrária à ordem pública do Estado requerido (33).
TÍTULO V DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 52º
Para determinar se um trust tem domicílio no território de um Estado contratante a cujos tribunais tenha sido submetida a questão, o juiz aplicará as normas do seu direito internacional privado (35).
TÍTULO VI DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS Artigo 54º (36)
Todavia, nas relações entre o Estado de origem e o Estado requerido, as decisões proferidas após a data de entrada em vigor da presente convenção na sequência de acções intentadas antes dessa data são reconhecidas e executadas, em conformidade com o disposto no título III, se as regras de competência aplicadas forem conformes com as previstas, quer no título II, quer em convenção em vigor entre o Estado de origem e o Estado requerido aquando da instauração da acção (37).
Se, por documento escrito anterior a 1 de Junho de 1988, para a Irlanda, ou a 1 de Janeiro de 1987, para o Reino Unido, as partes em litígio sobre um contrato tiverem acordado em aplicar a esse contrato o direito irlandês ou o direito de uma região do Reino Unido, os tribunais da Irlanda ou dessa região do Reino Unido conservam a faculdade de conhecer do litígio (38).
Artigo 54ºA (39)
Durante um período de três anos a contar de 1 de Novembro de 1986, para a Dinamarca, e a contar de 1 de Junho de 1988, para a Irlanda, a competência em matéria marítima em cada um desses Estados é determinada, não só em conformidade com o disposto no título II, mas também em conformidade com os pontos 1 a 6 do presente artigo. Todavia, essas disposições deixarão de ser aplicáveis em cada um desses Estados a partir do momento em que neles entre em vigor a Convenção internacional para a unificação de certas regras sobre o arresto de navios de mar, assinada em Bruxelas em 10 de Maio de 1952.
3. Considera-se que vários navios têm o mesmo proprietário, quando todas as partes da propriedade pertencem à mesma ou às mesmas pessoas.
4. No caso de fretamento de um navio com transferência de gestão náutica, quando só o afretador responder por um crédito marítimo relativo a esse navio, pode ser arrestado esse ou qualquer outro navio pertencente ao afretador, mas nenhum outro navio pertencente ou proprietário poderá ser arrestado por tal crédito marítimo. O mesmo se aplica a todos as casos em que uma pessoa que não o proprietário é devedora de um crédito marítimo.
5. Entende-se por crédito marítimo a alegação de um direito ou de um crédito provenientes de uma das causas seguintes:
a) Danos causados por um navio, que por abalroação quer por outro modo;
n) Desembolsos de capitão e os efectuados pelos carregadores, afretadores ou agentes, por conta do navio ou do seu proprietário;
6. Na Dinamarca, a expressão «arresto judicial» abrange, no que diz respeito aos créditos marítimos referidos nas alíneas o) e p) do ponto 5, o forbud, quando esse processo for o único admitido no caso concreto pelos artigos 646º a 653º da Lei de processo civil (Lov om rettens pleje).
TÍTULO VII RELAÇÕES COM OUTRAS CONVENÇÕES Artigo 55º
Sem prejuízo no disposto no segundo parágrafo do artigo 54º e no artigo 56º, a presente convenção substitui, entre os Estados que nela são parte, as convenções concluídas entre dois ou mais desses Estados, a saber:
- a Convenção entre o Reino Unido e a França relativa à execução recíproca de sentenças em matéria civil e comercial, acompanhada de um protocolo, assinada em Paris em 18 de Janeiro de 1934 (40),
- a Convenção entre o Reino Unido e a Bélgica relativa à execução recíproca de sentença em matéria civil e comercial, acompanhada de um protocolo, assinada em Paris em 2 de Maio de 1934 (40),
- a Convenção entre o Reino da Bélgica e a Áustria relativa ao reconhecimento e à execução recíprocos de decisões judiciais e actos autênticos em matéria de obrigação alimentar, assinada em Viena em 25 de Outubro de 1957 (41),
- a Convenção entre a República Federal da Alemanha e a Áustria relativa ao reconhecimento e à execução recíprocos de decisões e transacções judiciais e actos autênticos em matéria civil e comercial, assinada em Viena em 6 de Junho de 1959 (42),
- a Convenção entre o Reino da Bélgica e a Áustria relativa ao reconhecimento e à execução recíprocos de decisões judiciais, sentenças arbitrais e actos autênticos em matéria civil e comercial, assinada em Viena em 16 de Junho de 1959 (42),
- a Convenção entre o Reino Unido e a República Federal da Alemanha relativa ao reconhecimento e execução recíprocos de sentenças em matéria civil e comercial, assinada em Bona em 14 de Julho de 1960 (43),
- a Convenção entre o Reino Unido e a Áustria relativa ao reconhecimento e à execução recíprocos de decisões judiciais em matéria civil e comercial, assinada em Viena em 14 de Julho de 1961, acompanhada de um protocolo assinado em Londres em 6 de Março de 1970 (42),
- a Convenção entre o Reino da Grécia e a República Federal da Alemanha relativa ao reconhecimento e execução recíprocos de sentenças, transacções e actos autênticos em matéria civil e comercial, assinada em Atenas em 4 de Novembro de 1961 (44),
- a Convenção entre o Reino dos Países Baixos e a Áustria relativa ao reconhecimento e à execução recíprocos de decisões judiciais e actos autênticos em matéria civil e comercial, assinada em Haia em 6 de Fevereiro de 1963 (42),
- a Convenção entre a França e a Áustria relativa ao reconhecimento e execução de decisões judiciais e actos autênticos em matéria civil e comercial, assinada em Viena em 15 de Julho de 1966 (45),
- a Convenção entre o Reino Unido e a República Italiana relativa ao reconhecimento e execução recíprocos de sentenças em matéria civil e comercial, assinada em Roma em 7 de Fevereiro de 1964, acompanhada de um protocolo assinado em Roma em 14 de Julho de 1970 (46),
- a Convenção entre o Reino Unido e o Reino dos Países Baixos relativa ao reconhecimento e execução recíprocos de sentenças em matéria civil e comercial, assinada em Haia em 17 de Novembro de 1967 (46),
- a Convenção entre a Espanha e a França sobre o reconhecimento e execução de sentenças e decisões arbitrais em matéria civil e comercial, assinada em Paris, em 28 de Maio de 1969 (47),
- a Convenção entre o Luxemburgo e a Áustria relativa ao reconhecimento e à execução de decisões judiciais e actos autênticos em matéria civil e comercial, assinada no Luxemburgo em 29 de Julho de 1971 (45),
- a Convenção entre a Itália e a Áustria relativa ao reconhecimento e à execução recíprocos de decisões e transacções judiciais e actos autênticos em matéria civil e comercial, assinada em Roma em 16 de Novembro de 1971 (45),
- a Convenção entre a Espanha e a Itália em matéria de assistência judiciária e de reconhecimento e execução de sentenças em matéria civil e comercial, assinada em Madrid, em 22 de Maio de 1973 (47),
- a Convenção entre a Dinamarca, a Finlândia, a Islândia, a Noruega e a Suécia relativa ao reconhecimento e à execução de sentenças em matéria civil, assinada em Copenhaga em 11 de Outubro de 1977 (45),
- a Convenção entre a Áustria e a Suécia relativa ao reconhecimento e execução de sentenças em matéria civil, assinada em Estocolmo em 16 de Setembro de 1982 (45),
- a Convenção entre a Espanha e a República Federal da Alemanha sobre o reconhecimento e execução de decisões e transações judiciais e de actos autênticos e executórios em matéria civil e comercial, assinada em Bona, em 14 de Novembro de 1983 (47),
- a Convenção entre a Áustria e a Espanha relativa ao reconhecimento e à execução recíprocos de decisões e transacções judiciais e de actos executórios autênticos em matéria civil e comercial, assinada em Viena em 17 de Fevereiro de 1984 (45),
- a Convenção entre a Finlândia e a Áustria relativa ao reconhecimento e execução de sentenças em matéria civil, assinada em Viena em 17 de Novembro de 1986 (45),
O Tratado e as convenções referidos no artigo 55º continuarão a produzir efeitos quanto às matérias a que a presente convenção não seja aplicável.
1. A presente convenção não prejudica as convenções de que os Estados contratantes sejam ou venham a ser parte e que, em matérias especiais, regulem a competência judiciária, o reconhecimento ou a execução de decisões (48).
2. Para assegurar a sua interpretação uniforme, o nº 1 será aplicado do seguinte modo:
a) A presente convenção não impede que um tribunal de um Estado contratante que seja parte numa convenção relativa a uma matéria especial se declare competente, em conformidade com uma tal convenção, mesmo que o requerido tenha domicílio no território de um Estado contratante que não seja parte nessa convenção. Em qualquer caso, o tribunal chamado a pronunciar-se aplicará o artigo 20º da presente convenção;
Se uma convenção relativa a uma matéria especial, de que sejam parte o Estado de origem e o Estado requerido, estabeleceu as condições para o reconhecimento e execução de decisões, tais condições devem ser respeitadas. Em qualquer caso, pode aplicar-se o disposto na presente convenção no que respeita ao processo de reconhecimento e execução de decisões (49).
3. A presente convenção não prejudica a aplicação das disposições que, em matérias especiais, regulem a competência judiciária e o reconhecimento ou a execução de decisões e que se incluam ou venham a ser incluídas nos actos das instituições das Comunidades Europeias ou nas legislações nacionais harmonizadas em execução desses actos (50).
Artigo 58º (51)
Até que a Convenção relativa à competência judiciária e à execução de decisões em matéria civil e comercial, assinada em Lugano em 16 de Setembro de 1988, produza efeitos relativamente à França e à Confederação Helvética, o disposto na presente convenção não prejudica os direitos reconhecidos aos nacionais suíços pela Convenção entre a França e a Confederação Helvética relativa à competência judiciária e à execução de sentenças em matéria civil, assinada em Paris em 15 de Junho de 1869.
A presente convenção não impede que um Estado contratante se vincule perante um Estado terceiro, nos termos de uma convenção relativa ao reconhecimento e execução de decisões, a não reconhecer uma decisão proferida, nomeadamente noutro Estado contratante, contra requerido que tinha domicílio ou residência habitual no território do Estado terceiro, quando, num dos casos previstos no artigo 4º, a decisão só pudesse fundamentar-se numa das competências referidas no segundo parágrafo do artigo 3º
1. Se o pedido que, incidir sobre a propriedade ou posse dos referidos bens, tiver como finalidade obter a autorização para deles dispor ou se relacionar com outro litígio a eles respeitante, ou
2. Se os bens constituírem a garantia de um crédito que seja objecto do litígio (52).
TÍTULO VIII DISPOSIÇÕES FINAIS Artigo 60º
Artigo 61º (54)
Artigo 62º (55)
A presente convenção entrará em vigor no primeiro dia do terceiro mês seguinte ao do depósito do instrumento de ratificação do Estado signatário que tiver procedido a essa formalidade em último lugar.
Os Estados contratantes reconhecem que qualquer Estado que se torne membro da Comunidade Económica Europeia assumirá a obrigação de aceitar a presente convenção como base das negociações necessárias para assegurar a execução do último parágrafo do artigo 220º do Tratado que institui a Comunidade Económica Europeia, nas relações entre os Estados contratantes e esse Estado.
A adaptações necessárias podem ser objecto de uma convenção especial entre os Estados contratantes, por um lado, e esse Estado, por outro.
Artigo 64º (56)
O protocolo que, por acordo mútuo dos Estados contratantes, consta em anexo à presente convenção, é dela parte integrante.
Artigo 68º (58)
A presente convenção, redigida num único exemplar, nas línguas alemã, francesa, italiana e neerlandesa, fazendo fé qualquer dos quatro textos, será depositada nos arquivos do Secretariado-Geral do Conselho das Comunidades Europeias. O Secretariado-Geral remeterá uma cópia autenticada da presente Convenção a cada um dos Governos dos Estados signatários (59).
[assinatura dos plenipotenciários] (60)
PROTOCOLO (61) As altas partes contratantes acordaram nas disposições seguintes que ficam anexas à convenção:
Qualquer pessoa domiciliada no Luxemburgo, demandada perante o tribunal de um outro Estado contratante nos termos do ponto 1 do artigo 5º, pode arguir a incompetência desse tribunal. O tribunal em causa declarar-se-á oficiosamente incompetente se o requerido não comparecer.
Qualquer pacto atributivo de jurisdição na acepção do artigo 17º, só produzirá efeitos em relação a uma pessoa domiciliada no Luxemburgo se esta expressa e especificamente o aceitar.
Desde que o Estado destinatário a tal não se oponha mediante declaração dirigida ao Secretário-Geral do Conselho das Comunidades Europeias, esses actos podem também ser transmitidos directamente pelos oficiais de justiça do Estado em que forem praticados aos oficiais de justiça do Estado em cujo território se encontre o destinatário do acto. Neste caso, o oficial de justiça do Estado de origem transmitirá uma cópia do acto ao oficial de justiça do Estado requerido, que tem competência para a enviar ao destinatário. Essa remessa será feita na forma prevista pela lei do Estado requerido e será comprovada por certidão enviada directamente ao oficial de justiça do Estado de origem.
Artigo V (62)
A competência judiciária prevista no ponto 2 do artigo 6º e no artigo 10º em matéria de chamamento de um garante à acção ou de qualquer incidente de intervenção de terceiros não pode ser invocada na República Federal da Alemanha nem na República da Áustria. Qualquer pessoa domiciliada no território de outro Estado contratante pode ser chamada perante os tribunais da:
- República Federal da Alemanha, em aplicação dos artigos 68º, 72º, 73º e 74º do Código de Processo Civil relativos à litis denuntiatio,
- República da Áustria, de acordo com o artigo 21º do Código de Processo Civil (Zivilprozeßordnung) relativo à litis denuntiatio.
As decisões nos outros Estados contratantes por força do ponto 2 do artigo 6º e do artigo 10º são reconhecidas e executadas na República Federal da Alemanha e na República da Áustria, nos termos do título III. Os efeitos produzidos em relação a terceiros, nos termos do parágrafo anterior, por decisões proferidas nestes Estados são igualmente reconhecidos nos outros Estados contratantes.
Artigo V A (63)
Na Suécia, nos processos simplificados de «injunção de pagar» (betalningsföreläggande) e nos «pedidos de assistência» (handräckning), os termos «juiz», «tribunal» e «órgão jurisdicional» abrangem igualmente o serviço público sueco de cobrança forçada (Kronofogdemyndighet).
Artigo V B (64)
Nos litígios entre um capitão e um membro da tripulação de um navio de mar matriculado na Dinamarca, na Grécia, na Irlanda ou em Portugal, relativos às remunerações ou outras condições de serviço, os tribunais de um Estado contratante devem verificar se o agente diplomático ou consular com autoridade sobre o navio foi informado do litígio. Os tribunais devem suspender a instância enquanto o agente não for informado. Devem, mesmo oficiosamente, declarar-se incompetentes se aquele agente, devidamente informado, tiver exercido as atribuições que lhe são reconhecidas na matéria por uma convenção consular ou, na falta de tal convenção, tiver suscitado objecções quanto à competência no prazo fixado.
Artigo V C (65)
Sempre que, no âmbito do nº 5 do artigo 69º da Convenção relativa à patente europeia do mercado comum, assinada no Luxemburgo em 15 de Dezembro de 1975, os artigos 52º e 53º da presente Convenção sejam aplicáveis às disposições relativas à residence, nos termos da versão inglesa daquela primeira convenção, considera-se que o termo «residence» usado nesse texto tem o mesmo alcance que o termo «domicílio» que consta dos artigos 52º e 53º da presente convenção.
Artigo V D (66)
Sem prejuízo da competência do Instituto Europeu de Patentes, nos termos da Convenção relativa à emissão de patentes europeias, assinada em Munique em 5 de Outubro de 1973, os tribunais de cada Estado contratante são os únicos competentes, sem consideração de domicílio, em matéria de inscrição ou de validade de uma patente europeia emitida para esse Estado e que não seja uma patente comunitária nos termos do disposto no artigo 86º da Convenção relativa à patente europeia para o mercado comum, assinada no Luxemburgo em 15 de Dezembro de 1975.
Artigo V E (67)
São igualmente considerados actos autênticos, na acepção do primeiro parágrafo do artigo 50º da convenção, os acordos em matéria de obrigações alimentares celebradas perante autoridades administrativas ou por elas autenticadas.
Os Estados contratantes comunicarão ao Secretário-Geral do Conselho das Comunidades Europeias os textos das suas disposições legislativas que venham a alterar, quer os artigos das respectivas leis que são mencionados na convenção quer os tribunais que são designados na secção 2 do título III da convenção.
[assinatura dos plenipotenciários]
DECLARAÇÃO COMUM Os Governos do Reino da Bélgica, da República Federal da Alemanha, da República Francesa, da República Italiana, do Grão-Ducado do Luxemburgo e do Reino dos Países Baixos,
Em fé do que, os plenipotenciários abaixo-assinados apuseram as suas assinaturas no final da presente declaração comum.
Feita em Bruxelas, aos vinte e sete de Setembro de mil novecentos e sessenta e oito.
CONSCIENTES do interesse de que existam disposições em matéria de competência judiciária nos casos em que um trabalhador é destacado, no âmbito de uma prestação de serviços, para um Estado-membro diferente daquele em que habitualmente trabalha;
REGISTAM que o Conselho adoptou uma posição comum em 3 de Junho de 1996 sobre a proposta alterada de directiva «Destacamento de trabalhadores no âmbito de uma prestação de serviços», que está a ser analisada pelo Parlamento Europeu no âmbito do artigo 189ºB do Tratado;
COMPROMETEM-SE a analisar a oportunidade de eventuais alterações às Convenções de Bruxelas e de Lugano a fim de concretizar a protecção dos trabalhadores no âmbito de uma prestação de serviços, na sequência da adopção pelo Conselho da directiva «Destacamento de trabalhadores no âmbito de uma prestação de serviços».
(1) Texto na redacção que lhe foi dada pela Convenção de 9 de Outubro de 1978 relativa à adesão do Reino da Dinamarca, da Irlanda e do Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda do Norte - a seguir designada «Convenção de adesão de 1978» -, pela Convenção de 25 de Outubro de 1982 relativa à da República Helénica - a seguir designada «Convenção de adesão de 1982» - pela Convenção de 26 de Maio de 1989 relativa à adesão do Reino de Espanha e da República Portuguesa - a seguir designada «Convenção de adesão de 1989», e pela Convenção de 29 de Novembro de 1996 relativa à adesão da República da Áustria, da República da Finlândia e do Reino da Suécia - a seguir designada «Convenção de Adesão de 1996».
(2) O preâmbulo da Convenção de adesão de 1989 integra o seguinte texto:
«CONSCIENTES de que, em 16 de Setembro de 1988, os Estados-membros da Comunidade e os Estados-membros da Associação Europeia de Comércio Livre celebraram em Lugano a Convenção relativa à competência judiciária e à execução de decisões em matéria civil e comercial, que alarga os princípios da Convenção de Bruxelas aos Estados que serão parte nessa convenção;».
(3) Segundo período acrescentado pelo artigo 3º da Convenção de adesão de 1978.
(4) Modificação resultante de uma comunicação feita em 8 de Fevereiro de 1988 nos termos do artigo VIº do protocolo anexo e confirmada pela Convenção de adesão de 1989, artigo 4º do anexo IV.
(5) Segundo parágrafo na redacção que lhe foi dada pelo artigo 4º da Convenção de adesão de 1978, pelo artigo 3º da Convenção de adesão de 1982, pelo artigo 3º da Convenção de adesão de 1989 e pelo artigo 2º da Convenção de adesão de 1996.
(6) Ponto 1 na redacção que lhe foi dada pelo artigo 4º da Convenção de adesão de 1989.
(7) Ponto 2 na redacção que lhe foi dada pelo nº 3 do artigo 5º da Convenção de adesão de 1978.
(8) Ponto 6 acrescentado pelo nº 4 do artigo 5º da Convenção de adesão de 1978.
(9) Ponto 7 acrescentado pelo nº 4 do artigo 5º da Convenção de adesão de 1978.
(10) Ponto 4 acrescentado pelo artigo 5º da Convenção de adesão de 1989.
(11) Artigo acrescentado pelo artigo 6º da Convenção de adesão de 1978.
(12) Texto na redacção que lhe foi dada pelo artigo 7º da Convenção de adesão de 1978.
(13) Texto na redacção que lhe foi dada pelo artigo 8º da Convenção de adesão de 1978.
(14) Artigo acrescentado pelo artigo 9º da Convenção de adesão de 1978.
(15) Texto na redacção que lhe foi dada pelo artigo 10º da Convenção de adesão de 1978.
(16) Ponto 1 na redacção que lhe foi dada pelo artigo 6º da Convenção de adesão de 1989.
(17) Texto na redacção que lhe foi dada pelo artigo 11º da Convenção de adesão de 1978 e pelo artigo 7º da Convenção de adesão de 1989.
(18) Segundo parágrafo na redacção que lhe foi dada pelo artigo 12º da Convenção de adesão de 1978.
(19) Texto na redacção que lhe foi dada pelo artigo 8º da Convenção de adesão de 1989.
(20) Ponto 2 na redacção que lhe foi dada pelo nº 1 do artigo 13º da Convenção de adesão de 1978.
(21) Ponto 5 acrescentado pelo nº 2 do artigo 13º da Convenção de adesão de 1978.
(22) Segundo parágrafo acrescentado pelo artigo 14º da Convenção de adesão de 1978.
(23) Texto na redacção que lhe foi dada pelo artigo 9º da Convenção de adesão de 1989.
(24) Segundo parágrafo acrescentado pelo artigo 15º da Convenção de adesão de 1978.
(25) Modificação resultante de uma modificação feita em 8 de Fevereiro de 1988 nos termos do artigo VIº do protocolo anexo e confirmada pela Convenção de adesão de 1989, artigo 16º do anexo IV.
(26) Primeiro parágrafo na redacção que lhe foi dada pelo artigo 16º da Convenção de adesão de 1978, pelo artigo 4º da Convenção de adesão de 1982, pelo artigo 10º da Convenção de adesão de 1989 e pelo artigo 3º da Convenção de adesão de 1996.
(27) Texto na redacção que lhe foi dada pelo artigo 17º da Convenção de adesão de 1978, pelo artigo 5º da Convenção de adesão de 1982, pelo artigo 11º da Convenção de adesão de 1989 e pelo artigo 4º da Convenção de adesão de 1996.
(28) Segundo parágrafo acrescentado pelo artigo 18º da Convenção de adesão de 1978.
(29) Primeiro parágrafo na redacção que lhe foi dada pelo artigo 19º da Convenção de adesão de 1978, pelo artigo 6º da Convenção de adesão de 1982, pelo artigo 12º da Convenção de adesão de 1989 e pelo artigo 5º da Convenção de adesão de 1996.
(30) Texto na redacção que lhe foi dada pelo artigo 20º da Convenção de adesão de 1978, pelo artigo 7º da Convenção de adesão de 1982, pelo artigo 13º da Convenção de adesão de 1989 e pelo artigo 6º da Convenção de 1996.
(31) Texto na redacção que lhe foi dada pelo artigo 21º da Convenção de adesão de 1978 e pelo anexo I, da alínea e), ponto 3 da Convenção de adesão de 1989.
(32) Ponto 2 na redacção que lhe foi dada pelo artigo 22º da Convenção de adesão de 1978.
(33) Primeiro parágrafo na redacção que lhe foi dada pelo artigo 14º da Convenção de adesão de 1989.
(34) Terceiro parágrafo suprimido pelo artigo 15º da Convenção de adesão de 1989.
(35) Segundo parágrafo acrescentado pelo artigo 23º da Convenção de adesão de 1978.
(36) Texto na redacção que lhe foi dada pelo artigo 16º da Convenção de adesão de 1989.
(37) A Convenção de adesão de 1978 contém no seu título V as seguintes disposições transitórias:
«Artigo 34º
1. A Convenção de 1968 e o Protocolo de 1971, com a redacção que lhes é dada pela presente convenção, são aplicáveis apenas às acções judiciais intentadas e aos actos autênticos exarados posteriormente à entrada em vigor da presente convenção no Estado de origem e aos pedidos de reconhecimento ou de execução de uma decisão ou de um acto autêntico após a entrada em vigor da presente convenção no Estado requerido.
2. Todavia, nas relações entre os seis Estados que são parte na convenção de 1968, as decisões proferidas após a data de entrada em vigor da presente convenção, na sequência de acções intentadas antes dessa data, serão reconhecidas e executadas em conformidade com o disposto no título III da Convenção de 1968 alterada.
3. Além disso, nas relações entre os seis Estados que são parte na convenção de 1968 e os três Estados referidos no artigo 1º da presente convenção, bem como nas relações entre estes três últimos, as decisões proferidas após a data de entrada em vigor da presente convenção nas relações entre o Estado de origem e o Estado requerido, na sequência de acções intentadas antes dessa data, serão reconhecidas e executadas em conformidade com o disposto no título III da Convenção de 1968 alterada, se a competência se tiver fundamentado em regras conformes com o disposto no título II alterado da Convenção de 1968 ou com disposições previstas em convenção vigente entre o Estado de origem e o Estado requerido aquando da instauração da acção.».
A Convenção de adesão de 1982 contém no seu título V as seguintes disposições transitórias:
1. A Convenção de 1968 e o Protocolo de 1971, com a redacção que lhes foi dada pela Convenção de 1978 e que lhe é dada pela presente convenção, são aplicáveis apenas às acções judiciais intentadas e aos actos autênticos exarados posteriormente à entrada em vigor da presente convenção no Estado de origem e aos pedidos de reconhecimento ou de execução de uma decisão ou de um acto autêntico após a entrada em vigor da presente convenção no Estado requerido.
2. Todavia, nas relações entre o Estado de origem e o Estado requerido, as decisões proferidas após a data de entrada em vigor da presente convenção, na sequência de acções intentadas antes dessa data, serão reconhecidas e executadas em conformidade com o disposto no título III da Convenção de 1968, com a redacção que lhe foi dada pela Convenção de 1978 e que lhe é dada pela presente convenção, se a competência se tiver fundamentado em regras conformes com o disposto no título II alterado da Convenção de 1968 ou com disposições previstas em convenção vigente entre o Estado de origem e o Estado requerido aquando da instauração da acção.».
A Convenção de adesão de 1989 contém no seu título VI as seguintes disposições transitórias:
«Artigo 29º
1. A Convenção de 1968 e o Protocolo de 1971, com a redacção que lhes foi dada pela Convenção de 1978 e pela Convenção de 1982 e que lhes é dada pela presente convenção, são aplicáveis apenas às acções judiciais intentadas e aos actos autênticos exarados posteriormente à entrada em vigor da presente convenção no Estado de origem e aos pedidos de reconhecimento ou de execução de uma decisão ou de um acto autêntico após a entrada em vigor da presente convenção no Estado requerido.
2. Todavia, nas relações entre o Estados de origem e o Estado requerido, as decisões proferidas após a data de entrada em vigor da presente convenção, na sequência de acções intentadas antes dessa data, serão reconhecidas e executadas em conformidade com o disposto no título III da Convenção de 1968, com a redacção que lhe foi dada pela Convenção de 1978 e pela Convenção de 1982 e que lhe é dada pela presente convenção, se as regras de competência aplicadas forem conformes com as previstas, quer no título II, com a redacção que lhe foi dada pela Convenção de 1968, quer em convenção em vigor entre o Estado de origem e o Estado requerido aquando da instauração da acção.»
A Convenção de adesão de 1996 contém no seu título V as disposições transitórias seguintes:
«1. A Convenção de 1968 e o Protocolo de 1971, com a redacção que lhes foi dada pela Convenção de 1978, pela Convenção de 1982, pela Convenção de 1989 e que lhes é dada pela presente convenção, apenas são aplicáveis às acções judiciais intentadas e aos actos autênticos introduzidos posteriormente à entrada em vigor da presente convenção no Estado de origem e aos pedidos de reconhecimento ou de execução de uma decisão ou de acto autêntico apresentados após a entrada em vigor da presente convenção no Estado demandado.
2. Todavia, nas relações entre o Estado de origem e o Estado demandado, as decisões proferidas após a data de entrada em vigor da presente convenção, na sequência de acções intentadas antes dessa data, serão reconhecidas e executadas nos termos do disposto no título III da Convenção de 1968, com a redacção que lhe foi dada pela Convenção de 1978, pela Convenção de 1982, pela Convenção de 1989 e que lhe é dada pela presente convenção, se a competência se baseava em normas conformes às disposições do título II, com a redacção que lhe foi dada pela Convenção de 1968, ou às disposições constantes da convenção em vigor entre o Estado de origem e o Estado demandado, quando a acção foi instaurada.».
(38) Este parágrafo vem substituir o artigo 35º do título V da Convenção de adesão de 1978 que tinha sido tornado extensivo à República Helénica pelo nº 2 do artigo 1º da Convenção de adesão de 1982. A Convenção de adesão de 1989 previu, no seu artigo 28º, a supressão daquelas duas últimas disposições.
(39) Este artigo foi acrescentado pelo artigo 17º da Convenção de adesão de 1989. Corresponde ao artigo 36º do título V da Convenção de adesão de 1978, o qual foi tornado extensivo à República Helénica pelo nº 2 do artigo 1º da Convenção de adesão de 1982. A Convenção de adesão de 1989 previu, no seu artigo 28º, a supressão daquelas duas últimas disposições.
(40) Travessão acrescentado pelo artigo 24º da Convenção de adesão de 1978.
(41) Travessão acrescentado pelo artigo 7º da Convenção de adesão de 1996.
(42) Travessão acrescentado pelo artigo 7º da Convenção de adesão de 1996.
(43) Travessão acrescentado pelo artigo 24º da Convenção de adesão de 1978.
(44) Travessão acrescentado pelo artigo 8º da Convenção de adesão de 1982.
(45) Travessão acrescentado pelo artigo 7º de Convenção de adesão de 1996.
(46) Travessão acrescentado pelo artigo 24º de Convenção de adesão de 1978.
(47) Travessão acrescentado pelo artigo 18º de Convenção de adesão de 1989.
(48) Nº 1 da redacção que lhe foi dada pelo nº 1 do artigo 25º da Convenção de adesão de 1978 e pelo artigo 19º da Convenção de adesão de 1989.
(49) Nº 2 acrescentado pelo artigo 19º da Convenção de adesão de 1989. Esta disposição corresponde ao nº 2 do artigo 25º da Convenção de adesão de 1978 o qual foi tornado extensivo à República Helénica pelo nº 2 do artigo 1º da Convenção de adesão de 1982. A Convenção de adesão de 1989 previu, no seu artigo 28º, a supressão daquelas duas últimas disposições.
(50) Nº 3 acrescentado pelo nº 1 do artigo 25º da Convenção de adesão de 1978.
(51) Texto na redacção que lhe foi dada pelo artigo 20º da Convenção de adesão de 1989.
(52) Segundo parágrafo acrescentado pelo artigo 26º da Convenção de adesão de 1978.
(53) O artigo 21º da Convenção de adesão de 1989 previu a supressão do artigo 60º, a que tinha sido dada nova redacção pelo artigo 27º da Convenção de adesão de 1978.
(54) A ratificação das Convenções de adesão de 1978 e 1982 regia-se pelos artigos 38º e 14º dessas convenções.
A ratificação da Convenção de adesão de 1989 rege-se pelo artigo 31º dessa mesma convenção, que estabelece:
A presente convenção será ratificada pelos Estados signatários. Os instrumentos de ratificação serão depositados junto do Secretário-Geral do Conselho das Comunidades Europeias.».
(55) A entrada em vigor das Convenções de adesão de 1978 e 1982 regia-se pelos artigos 39º e 15º dessas Convenções.
A entrada em vigor da Convenção de adesão de 1989 rege-se pelo artigo 32º dessa mesma convenção, que estabelece:
«Artigo 32º
1. A presente Convenção entrará em vigor no primeiro dia do terceiro mês seguinte à data em que dois Estados signatários, dos quais um seja o Reino de Espanha ou a República Portuguesa, tenham depositado os seus instrumentos da ratificação.
2. Em relação a qualquer outro Estado signatário, a presente Convenção produzirá efeitos no primeiro dia do terceiro mês seguinte à data do depósito do respectivo instrumento de ratificação.».
A aplicação da Convenção de adesão de 1996 é regulada pelo seu artigo 15º do seguinte teor:
A entrada em vigor da Convenção de adesão de 1996 é regulada pelo seu artigo 16º do seguinte teor:
1. A presente convenção entrará em vigor no primeiro dia do terceiro mês seguinte à data em que dois Estados signatários, dos quais um deverá ser a República da Áustria, a República da Finlândia ou o Reino da Suécia, tiverem depositado os respectivos instrumentos de ratificação.
2. Em relação a qualquer outro Estado signatário, a presente convenção produzirá efeitos a contar do primeiro dia do terceiro mês seguinte à data do depósito do respectivo instrumento de ratificação.».
(56) As notificações respeitantes às Convenções de adesão de 1978 e 1982 regem-se pelos artigos 40º a 16º dessas convenções.
A notificações respeitantes à Convenção de adesão de 1989 regem-se pelo artigo 33º dessa convenção, que estabelece:
As notificação relativas à Convenção de adesão de 1996 são reguladas pelo seu artigo 17º do seguinte teor:
O Secretário-Geral do Conselho da União Europeia notificará os Estados signatários:
a) Do depósito dos instrumentos de ratificação;
(57) O artigo 22º da Convenção de adesão de 1989 previu a supressão da alínea c), a que tinha sido dada nova redacção pelo artigo 28º da Convenção de adesão de 1978.
(58) A indicação dos textos que fazem fé resulta, para cada uma das convenções de adesão, das seguintes disposições:
- no que respeita à Convenção de adesão de 1978, do artigo 41º dessa convenção, que estabelece:
A presente convenção, redigida num único exemplar, nas línguas alemã, dinamarquesa, francesa, inglesa, irlandesa, italiana e neerlandesa, fazendo fé qualquer dos sete textos, será depositada nos arquivos do Secretariado do Conselho das Comunidades Europeias. O Secretário-Geral remeterá uma cópia autenticada da presente convenção a cada um dos Governos dos Estados signatários.»,
- no que respeita à Convenção de adesão de 1982, do artigo 17º dessa convenção, que estabelece:
A presente convenção, redigida num único exemplar, nas línguas alemã, dinamarquesa, francesa, grega, inglesa, irlandesa, italiana e neerlandesa, fazendo fé qualquer dos oito textos, será depositada nos arquivos do Secretariado do Conselho das Comunidades Europeias. O Secretário-Geral remeterá uma cópia autenticada da presente convenção a cada um dos Governos dos Estados signatários.»,
- no que respeita à Convenção de adesão de 1989, do artigo 34º dessa convenção, que estabelece:
A presente convenção, redigida num único exemplar, nas línguas alemã, dinamarquesa, espanhola, francesa, grega, inglesa, irlandesa, italiana, neerlandesa e portuguesa, fazendo fé qualquer dos dez textos, será depositada nos arquivos do Secretariado-Geral do Conselho das Comunidades Europeias. O Secretário-Geral remeterá uma cópia autenticada a cada um dos Governos dos Estados signatários.».
- no que respeita à Convenção de adesão de 1996 do artigo 18º dessa convenção, que estabelece:
A presente convenção, redigida num único exemplar, nas línguas alemã, dinamarquesa, espanhola, finlandesa, francesa, grega, inglesa, irlandesa, italiana, neerlandesa, portuguesa e sueca, fazendo fé qualquer dos doze textos, será depositada nos arquivos do Secretariado-Geral do Conselho da União Europeia. O Secretário-Geral remeterá uma cópia autenticada aos governos de cada um dos Estados signatários.».
(59) A redacção nas línguas oficias dos Estados-membros aderentes dos textos da Convenção de 1968 que fazem fé resulta:
- no que respeita à Convenção de adesão de 1978, do artigo 37º dessa convenção, que estabelece:
O Secretariado-Geral do Conselho das Comunidades Europeias remeterá aos Governos do Reino da Dinamarca, da Irlanda e do Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda do Norte, em língua alemã, francesa, italiana e neerlandesa, uma cópia autenticada da Convenção de 1968 e do Protocolo de 1971.
Os textos da Convenção de 1968 e do Protocolo de 1971, redigidos nas línguas dinamarquesa, inglesa e irlandesa, serão anexados à presente convenção. Os textos redigidos nas línguas dinamarquesa, inglesa e irlandesa fazem fé nas mesmas condições que os textos originários da Convenção de 1968 e do Protocolo de 1971.»,
- no que respeita à Convenção de adesão de 1982, do artigo 13º dessa Convenção, que estabelece:
O Secretário-Geral do Conselho das Comunidades Europeias remeterá ao Governo da República Helénica, nas línguas alemã, dinamarquesa, francesa, inglesa, irlandesa, italiana e neerlandesa, uma cópia autenticada da Convenção de 1968, do Protocolo de 1971 e da Convenção de 1978.
Os textos da Convenção de 1968, do Protocolo de 1971 e da Convenção de 1978, redigidos em língua grega, serão anexados à presente convenção. Os textos redigidos em língua grega fazem fé nas mesmas condições que os outros textos da Convenção de 1968, do Protocolo de 1971 e da Convenção de 1978.»,
1. O Secretário-Geral do Conselho das Comunidades Europeias remeterá aos Governos do Reino de Espanha e da República Portuguesa uma cópia autenticada da Convenção de 1968, do Protocolo de 1971, da Convenção de 1978 e da Convenção de 1982, nas línguas alemã, dinamarquesa, francesa, grega, inglesa, irlandesa, italiana e neerlandesa.
2. Os textos da Convenção de 1968, do Protocolo de 1971, da Convenção de 1978 e da Convenção de 1982, redigidos nas línguas espanhola e portuguesa, constam dos anexo II, III, IV e V. Os textos nas línguas espanhola e portuguesa fazem fé nas mesmas condições que os outros textos da Convenção de 1968, do Protocolo de 1971, da Convenção de 1978 e da Convenção de 1982.»,
- no que respeita à Convenção de adesão de 1996, do artigo 14º dessa convenção, que estabelece:
1. O Secretário-Geral do Conselho da União Europeia remeterá aos Governos da República da Áustria, da República da Finlândia e do Reino da Suécia uma cópia autenticada da Convenção de 1968, do Protocolo de 1971, da Convenção de 1978, da Convenção de 1982 e da Convenção de 1989, nas línguas alemã, dinamarquesa, espanhola, francesa, grega, inglesa, irlandesa, italiana, neerlandesa e portuguesa.
2. Os textos da Convenção de 1968, do Protocolo de 1971, da Convenção de 1978, da Convenção de 1982 e da Convenção de 1989, redigidos nas línguas finlandesa e sueca, fazem fé nas mesmas condições que os outros textos da Convenção de 1968, do Protocolo de 1971, da Convenção de 1978, da Convenção de 1982 e da Convenção de 1989.».
(60) As Convenções de adesão de 1978, 1982 e 1989 foram assinadas pelos respectivos plenipotenciários dos Estados-membros. A assinatura pelo plenipotenciário do Reino da Dinamarca da Convenção de adesão de 1989 vem acompanhada do seguinte texto:
«Sem prejuízo da adopção, aquando da ratificação, de uma reserva territorial relativa às ilhas Faroé e à Gronelândia, mantendo-se, no entanto, a possibilidade de alargar posteriormente o âmbito da convenção de modo a incluir esses dois territórios.»
(61) Texto na redacção que lhe foi dada pela Convenção de adesão de 1978, pela Convenção de adesão de 1982 e pela Convenção de adesão de 1989.
(62) Artigo na redacção que lhe foi dada pelo artigo 8º da Convenção de adesão de 1996.
(63) Artigo acrescentado pelo artigo 29º da Convenção de adesão de 1978, com a redacção que lhe foi dada pelo artigo 9º da Convenção de adesão de 1996.
(64) Artigo acrescentado pelo artigo 29º da Convenção de adesão de 1978, com a redacção que lhe foi dada pelo artigo 9º da Convenção de adesão de 1982 e pelo artigo 23º da Convenção de adesão de 1989.
(65) Artigo acrescentado pelo artigo 29º da Convenção de adesão de 1978.
(66) Artigo acrescentado pelo artigo 29º da Convenção de adesão de 1978.
(67) Artigo acrescentado pelo artigo 10º da Convenção de adesão de 1996.