Source: http://www.dgtf.pt/sector-empresarial-do-estado-see/informacao-sobre-as-empresas/entity/centro-hospitalar-do-porto-epe-a-partir-de-01042011
Timestamp: 2020-08-06 13:02:22+00:00
Document Index: 162454561

Matched Legal Cases: ['artigo 29', 'artigo 29', 'artigo 29', 'artigo 29', 'artigo 29', 'Artigo 5']

Instruções para a elaboração dos Planos de Atividades e Orçamentos (PAO)
€ 114.927.979,87 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 114.927.979,87 % DGTF
PDF Caracterização da Empresa 39 KB
PDF Esforço financeiro público 43 KB
PDF Estatutos 50 KB
PDF Ficha síntese 234 KB
PDF Informação Financeira histórica e actual 111 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 275 KB
PDF Príncipios de Bom Governo 192 KB
APA - Administração do Porto de Aveiro, SA
€ 30.000.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 30.000.000,00 % DGTF
A sustentabilidade do Porto de Aveiro é a garantia do seu futuro.
A 3 de Abril de 1808, cabe aos Engenheiros Reinaldo Oudinot e Luís Gomes de Carvalho a concepção do primeiro grande estudo para a abertura da obra da barra, é marcada a abertura da barra de Aveiro, constituindo este o primeiro marco para o desenvolvimento deste porto.
Desde então, Aveiro cria a sua identidade, única a nível nacional, prospera com a abertura do porto ao comércio internacional, com um sector de pesca (costeira e longínqua) dos mais importantes ao nível nacional, atraindo indústrias e restituindo crescimento e riqueza à região.
Depois da fixação da barra, até meados do século XX, ampliaram-se molhes e construíram-se diques. É do engenheiro Von Hafe a autoria daquele que pode ser considerado um dos primeiros planos para o Porto de Aveiro: projecção de um porto de pesca e um porto comercial junto ao Canal de S. Roque, na cidade Aveiro. Em meados do séc. XX é criada a Junta Autónoma da Ria e Barra de Aveiro (JARBA) e é orientado pelo engenheiro Coutinho de Lima o “Esquema Geral do Porto Interior de Aveiro” e os planos de arranjo e exploração dos portos de pesca do largo (porto bacalhoeiro), do porto de pesca costeira e do porto comercial.
O ano de 1998 constitui um novo marco na história do Porto, com a conversão da JAPA em APA – Administração do Porto de Aveiro, S.A., sendo-lhe assim reconhecido o estatuto de porto de âmbito nacional. Com as novas competências que lhe foram atribuídas no desenvolvimento do porto e a maior autonomia, a Administração do Porto de Aveiro procedeu à revisão do “Plano de Ordenamento e Expansão do Porto de Aveiro”, incluindo a ligação ferroviária do Porto de Aveiro à linha do Norte e a conclusão e melhorias das suas infra-estruturas.
Em 2005, já com a área de jurisdição reduzida apenas ao espaço com interesse portuário (diploma de 2002), a Administração elaborou e aprovou o “Plano Estratégico do Porto de Aveiro”, disponível em www.portodeaveiro.pt e que sustentará a gestão e futuro do porto até 2015.
A APA, S.A. é hoje uma empresa empenhada em cumprir a sua missão perante a sociedade e em garantir o futuro sustentável do porto, não deixando de valorizar o seu bicentenário histórico. É neste contexto, que o Porto de Aveiro assume como missão facultar o acesso competitivo de mercadorias aos mercados regionais, nacionais e internacionais, promovendo assim, o desenvolvimento económico da sua região.
De uma forma inovadora e dinâmica, a APA assume assim um compromisso público perante a sociedade civil e comunidade portuária, evocando cinco valores fundamentais de actuação:
Satisfação do Cliente: Orientação para a qualidade da prestação de serviços, com permanente adaptação às necessidades dos clientes.
Rentabilização económica: Rentabilização do porto, obtenção dos benefícios para os agentes e actores portuários e geração de riqueza para a economia regional.
Respeito pelo Ambiente: Subordinação da actividade aos valores e condicionalismos ambientais e aos princípios de desenvolvimento sustentável.
Garantia de segurança: Garantias de segurança e prevenção dos riscos ambientais.
Conformidade social e institucional: Observância dos princípios e políticas nacionais e europeias e compromisso com as normas de natureza ética e de responsabilidade social.
PDF Caracterização da Empresa 58 KB
PDF Esforço financeiro público 21 KB
PDF Estatutos 35 KB
PDF Ficha síntese 38 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 124 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 208 KB
PDF Príncipios de Bom Governo 104 KB
APDL-Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo, SA
€ 51.035.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 51.035.000,00 % DGTF
A missão da empresa traduz a razão de ser da APDL, as suas motivações e destinatários internas e externas. A nossa missão é:
“Prestar serviços de reconhecido valor para os utilizadores do Porto de Leixões, através de uma adequada oferta de infra-estruturas, de uma elevada eficiência operacional, de recursos humanos qualificados e motivados, de uma prática de sustentabilidade e de segurança, ordenando e desenvolvendo o espaço portuária, assegurando a adequada integração urbana e envolvendo a comunidade portuária de Leixões”.
A Visão é traduzida numa ambição que extravasa a própria empresa e envolve todos os actores envolvidos na prestação de serviços associados ao movimento de navios e cargas no porto, pretendendo funcionar como factor de motivação, coesão e articulação de todos os interessados e implicados no negócio portuário:
“Fazer do Porto de Leixões uma referência para os sistemas logísticos que utilizam a fachada atlântica da Península Ibérica”
Os Valores que norteiam as actividades desenvolvidas pela empresa no exercício e cumprimento da sua Missão são os seguintes:
Orientação para o cliente procurando satisfazer plenamente as suas expectativas;
Transparência, ética, lealdade e orgulho de pertencer à APDL;
Valorização e reconhecimento do mérito dos colaboradores da APDL;
Inovação, procura sistemática da excelência, ambição colectiva em atingir melhores resultados;
Participação activa na comunidade portuária de Leixões;
Valorização da localização através de uma integração responsável;
Exercício pleno de autoridade portuária orientado para o interesse público.
PDF Caracterização da Empresa 64 KB
PDF Esforço financeiro público 28 KB
PDF Estatutos 157 KB
PDF Ficha síntese - em revisão 396 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 164 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais - em revisão 231 KB
PDF Príncipios de Bom Governo 525 KB
APL-Administração do Porto de Lisboa, SA
€ 60.000.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 60.000.000,00 % DGTF
Nos termos legais, a APL, S. A., tem por objecto a administração do porto de Lisboa, visando a sua exploração económica, conservação e desenvolvimento e abrangendo o exercício das competências e prerrogativas de autoridade portuária. Assim, e de acordo com os seus estatutos, assegurará o exercício das competências necessárias ao regular funcionamento do porto nos seus múltiplos aspectos de ordem económica, financeira e patrimonial, de gestão de efectivos e de exploração portuária e ainda as actividades que lhe sejam complementares, subsidiárias ou acessórias.
Missão da Empresa: “A prestação de um serviço multifuncional de base portuária orientada para o Cliente – nossa base de sustentação – e segundo princípios de Racionalidade Operacional e Económico-financeira, de Eficácia Social e Ambiental e de acordo com as melhores práticas de Segurança Marítima e Patrimonial”.
Visão da Empresa: “Sermos os Herdeiros e a Referência do Porto de Lisboa como Porto Atlântico e os garantes da sua multifuncionalidade segundo os melhores padrões de qualidade e eficácia”.
PDF Caracterização da Empresa 35 KB
PDF Esforço financeiro público 14 KB
PDF Estatutos 88 KB
PDF Ficha síntese 29 KB
PDF Função de tutela e accionista 13 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 31 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 488 KB
APS-Administração do Porto de Sines e do Algarve, SA
€ 80.000.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 80.000.000,00 % DGTF
A missão do Porto de Sines encontra-se formulada da seguinte forma:
“Assegurar o exercício das competências e atribuições de planeamento, modernização, promoção e regulação do Porto de Sines, visando a racionalização e optimização do aproveitamento dos seus recursos e a eficiência económica e operacional, no respeito pelos requisitos de segurança e ambientais, proporcionando satisfação aos clientes e valor acrescentado no mercado ibérico e europeu.”
PDF Caracterização da Empresa 280 KB
PDF Esforço financeiro público 48 KB
PDF Estatutos 15 KB
PDF Ficha síntese 49 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 63 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 520 KB
PDF Príncipios de Bom Governo 281 KB
€ 3.616.580.885,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 2.595.880.885,00 % DGTF
BRISA - Autoestradas de Portugal, S.A.
€ 600.000.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 0,87 % DGTF
€ 105.180.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 105.180.000,00 % DGTF
Criado em 01.11.2009, por fusão do Hospital de Nossa Senhora do Rosário, E. P. E., com o Hospital do Montijo pelo Decreto-Lei n.º 280/2009, de 6 de Outubro
Assegurar os cuidados de saúde ao nível de educação, promoção, prevenção, tratamento e reabilitação, garantindo a qualidade e a equidade aos cidadãos numa perspectiva de eficiência e melhoria contínua.
Para tal, promove de forma sistemática a satisfação dos utentes, dos profissionais e da comunidade, respeitando o ambiente e procurando sinergias com outras instituições.
PDF Caracterização da Empresa 26 KB
PDF Esforço financeiro público 20 KB
PDF Estatutos 61 KB
PDF Ficha Síntese - em revisão 132 KB
PDF Função de tutela e accionista 16 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 1.17 MB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 456 KB
PDF Princípios de Bom Governo 578 KB
€ 32.740.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 32.740.000,00 % DGTF
Criado em 01.02.2009por integração do Hospital de S. Sebastião, E. P. E., do Hospital Distrital de São João da Madeira e do Hospital São Miguel — Oliveira de Azeméis, pelo Decreto-Lei n.º 27/2009, de 27 de janeiro.
A missão do centro hospitalar está centrada no atendimento e no tratamento, em tempo útil, dos doentes dos concelhos da parte norte do distrito de Aveiro, com eficiência, qualidade e a custos socialmente comportáveis, em articulação com a rede de hospitais que integram o Serviço Nacional de Saúde, com a rede de cuidados de saúde primários e com a rede nacional de cuidados continuados integrados. Faz ainda parte da sua missão, a participação no ensino e na formação de pessoal técnico de saúde e o desenvolvimento de linhas de investigação clínica.
PDF Caracterização da Empresa 38 KB
PDF Ficha síntese 42 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 885 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 255 KB
PDF Princípios de Bom Governo 83 KB
€ 36.220.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 36.220.000,00 % DGTF
O Centro Hospitalar de Leiria-Pombal, E.P.E. foi criado pelo Decreto-Lei n.º 30/2011, de 2 de março por fusão do Hospital de Santo André, E. P. E., e do Hospital Distrital de Pombal tendo sido, em 13.11.2013, redenominado para Centro Hospitalar de Leiria, E.P.E. pelo Decreto-Lei n.º 157/2013, de 12 de novembro.
O Centro Hospitalar tem por missão essencial prestar cuidados de saúde diferenciados, em articulação com os cuidados de saúde primários e com os demais hospitais integrados na rede do Serviço Nacional de Saúde. Faz igualmente parte da sua missão colaborar na prevenção e promoção da saúde da comunidade em geral e assegurar condições de investigação e de formação profissional aos respetivos colaboradores.
A consecução desta missão é orientada por uma visão centrada no desejo e empenhamento de construir um Centro Hospitalar de referência em termos de qualidade dos cuidados de saúde prestados, com reconhecimento da comunidade e elevada satisfação dos doentes e profissionais, e com altos padrões de eficiência e eficácia na utilização dos recursos disponíveis, subordinada ao seguinte quadro de valores essenciais: respeito pela dignidade humana; primado do doente; respeito pelos códigos de conduta próprios de cada grupo profissional, no quadro da prestação de cuidados em equipa; prossecução da qualidade e da eficiência no desenvolvimento da atividade; desenvolvimento de uma cultura de dedicação e empenhamento e de conhecimento científico e técnico.
Cnetro Hospitalar de Leiria
PDF Caracterização da Empresa 42 KB
PDF Ficha síntese - em revisão 34 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 116 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais - em revisão 234 KB
PDF Príncipios de Bom Governo - em revisão 41 KB
€ 156.100.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 156.100.000,00 % DGTF
Criado em 31.12.2005, por fusão entre o Hospital de Egas Moniz, S. A., o Hospital de Santa Cruz, S. A., e o Hospital de São Francisco Xavier, S. A. pelo Decreto-Lei n.º 233/2005, de 29 de Dezembro, alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º 12/2015, de 26 de janeiro.
O CHLO tem como missão a prestação de cuidados de saúde a todos os cidadãos no âmbito das responsabilidades e capacidades das Unidades Hospitalares que o integram, dando execução às definições de política de saúde a nível nacional e regional, aos planos estratégicos e decisões superiormente aprovados.
Intervém de acordo com as áreas de influência e redes de referenciação, cumprindo os contratos – programa celebrados, em articulação com as instituições integradas na rede de prestação de cuidados de saúde.
O CHLO desenvolve ainda actividades complementares como as de ensino pré e pós-graduado, investigação e formação, submetendo-se à regulamentação de âmbito nacional que rege a matéria dos processos de ensino - aprendizagem no domínio da saúde, sem prejuízo da celebração de contratos para efeitos de organização interna, repartição do investimento e compensação dos encargos que forem estipulados.
PDF Caracterização da Empresa 23 KB
PDF Esforço financeiro público 38 KB
PDF Ficha síntese 39 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 95 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 138 KB
PDF Príncipios de Bom Governo 158 KB
€ 228.500.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 228.500.000,00 % DGTF
Criado em 31.12.2005, por fusão entre o Hospital de São Bernardo, S. A., e o Hospital Ortopédico de Sant'Iago do Outão, pelo Decreto-Lei n.º 233/2005, de 29 de dezembro, alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º 12/2015, de 26 de janeiro.
O Centro Hospitalar de Setúbal (CHS) trabalha para ser reconhecido como uma instituição de referência no desenvolvimento de técnicas eficientes, diferenciadas e inovadoras, no tratamento em ambulatório e internamento. Pretende diferenciar-se pela sua especificidade e acessibilidade, pelo compromisso com o doente, assumindo-se como um centro de elevada competência na organização assistencial e no desenvolvimento e inovação na prestação de cuidados de saúde.
O CHS tem como missão a promoção da saúde a todos os cidadãos no âmbito das responsabilidades e capacidades dos hospitais que o compõem, prestando cuidados de saúde especializados, com respeito pela dignidade dos doentes, e estimulando o desenvolvimento profissional dos seus colaboradores, num quadro de qualidade, eficiência e eficácia organizativa.
PDF Caracterização da Empresa 283 KB
PDF Esforço financeiro público 18 KB
PDF Ficha síntese 173 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 405 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 693 KB
PDF Príncipios de Bom Governo 372 KB
€ 69.100.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 69.100.000,00 % DGTF
Criado em 01.03.2007, por fusão do Centro Hospitalar de Vila Real/Peso da Régua, E. P. E., com o Hospital Distrital de Chaves e o Hospital Distrital de Lamego, pelo Decreto-Lei n.º 50-A/2007, de 28 de fevereiro.
O CHTMAD assume como Missão, prestar cuidados de saúde diferenciados, com qualidade e eficiência, em articulação com outros serviços de saúde e sociais da comunidade, apostando na motivação e satisfação dos seus profissionais, com um nível de qualidade, efectividade e eficiência elevadas.
Faz igualmente parte da sua missão o ensino pós-graduado e o desenvolvimento das funções de formação consideradas necessárias ao desenvolvimento dos colaboradores do CHTMAD.
São, por fim, missão do CHTMAD, a investigação e o desenvolvimento científico em todas as áreas das ciências da saúde.
PDF Caracterização da Empresa 128 KB
PDF Esforço financeiro público 36 KB
PDF Ficha síntese 117 KB
PDF Informação Financeira histórica e actual 2.15 MB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 1.49 MB
PDF Príncipios de Bom Governo 81 KB
Centro Hospitalar de Vila Nova Gaia / Espinho, EPE
€ 80.400.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 80.400.000,00 % DGTF
Criado em 01.03.2007, por fusão do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia e do Hospital Nossa Senhora da Ajuda-Espinho, pelo Decreto-Lei n.º 50-A/2007, de 28 de fevereiro.
O Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho elegeu como missão a prestação de cuidados de saúde diferenciados, em articulação com os cuidados de saúde primários e os hospitais integrados na rede do Serviço Nacional de Saúde, com elevados níveis de qualidade e eficiência, apostando na motivação e satisfação dos seus profissionais.
Faz igualmente parte da sua missão o ensino pré e pós-graduado, bem como o desenvolvimento das funções de formação consideradas necessárias ao desenvolvimento dos colaboradores do CHVNG, sujeitando-se para esse efeito à regulamentação nacional em vigor em matéria de ensino no domínio da saúde.
É, ainda, missão do CHVNG, a investigação e o desenvolvimento científico em todas as áreas das ciências da saúde.
Centro Hospitalar de Vila Nova Gaia / Espinho
PDF Caracterização da Empresa 30 KB
PDF Esforço financeiro público 210 KB
PDF Ficha síntese - em revisão 300 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 191 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais - em revisão 616 KB
PDF Príncipios de Bom Governo 580 KB
€ 106.000.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 106.000.000,00 % DGTF
Criado em 01.04.2011 por fusão do Hospital Infante D. Pedro, E. P. E., do Hospital Visconde Salreu de Estarreja e do Hospital Distrital de Águeda (Decreto-Lei n.º 30/2011, de 2 de Março).
O CHBV, E.P.E. assume, como “Missão”, prestar, em tempo útil e com um elevado nível de qualidade, efetividade, eficiência e custos socialmente comportáveis, cuidados de saúde diferenciados, em articulação com outros Serviços de Saúde e Sociais da Comunidade que serve bem como com a rede de Cuidados de Saúde Primários e com a rede nacional de Cuidados Continuados Integrados, apostando na motivação e satisfação dos seus Profissionais e Colaboradores.
O CHBV, E.P.E. apresenta-se como uma referência na formação pré-graduada, pós-graduada e contínua e, também, na investigação científica, sustentadas no mais atualizado conhecimento científico e técnico dos seus Profissionais bem assim na inovação e desenvolvimento de metodologias terapêuticas e tecnológicas próprias.
Faz, igualmente, parte da “Missão” do CHBV, E.P.E. o desenvolvimento da “Função Formação” que for considerada necessária e adequada à atualização e monitorização das competências dos Colaboradores deste Centro Hospitalar numa tentativa e esforço de acompanhamento da dinâmica, também imparável, do conhecimento.
Centro Hospitalar do Naixo Vouga
PDF Caracterização da Empresa 93 KB
PDF Esforço financeiro público 16 KB
PDF Estatutos 209 KB
PDF Ficha Síntese - em revisão 136 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 139 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 938 KB
PDF Princípios de Bom Governo 586 KB
€ 46.800.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 46.800.000,00 % DGTF
Criado em 01.03.2007, por fusão do Hospital Conde de São Bento-Santo Tirso com o Hospital São João de Deus, E. P. E., pelo Decreto-Lei n.º 50-A/2007, de 28 de fevereiro.
O CHMA assume como Missão, prestar cuidados de saúde diferenciados, com qualidade e eficiência, em articulação com outros serviços de saúde e sociais da comunidade, apostando na motivação e satisfação dos seus profissionais, com um nível de qualidade, efectividade e eficiência elevadas.
Na prossecução da sua missão, o CHMA tem a finalidade da promoção da saúde, da prevenção da
doença, do ensino e da investigação, nos termos em que vierem a ser convencionados.
É, por fim, missão do CHMA, a investigação e o desenvolvimento científico em todas as áreas das ciências da saúde.
PDF Caracterização da Empresa 44 KB
PDF Esforço financeiro público 74 KB
PDF Ficha Síntese - em revisão 317 KB
PDF Informação Financeira histórica e actual 264 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais - em revisão 425 KB
PDF Príncipios de Bom Governo 135 KB
€ 95.100.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 95.100.000,00 % DGTF
Transformado em entidade pública empresarial pelo Decreto-Lei n.º 93/2005, de 7 de junho.
Prestar cuidados de saúde diferenciados, com eficiência e qualidade, em articulação com outros serviços de saúde e sociais da comunidade, a custos comportáveis, aos utentes da área de influência do Médio Tejo, promovendo a complementaridade entre os hospitais do Centro e apostando na motivação e satisfação dos seus profissionais.
PDF Caracterização da Empresa 22 KB
PDF Esforço financeiro público 111 KB
PDF Ficha síntese - em revisão 478 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 1.68 MB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais - em revisão 237 KB
PDF Príncipios de Bom Governo 230 KB
€ 7.000.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 7.000.000,00 % DGTF
Em 01.07.2018 foi criada a entidade pública empresarial denominada Centro Hospitalar do Oeste, E.P.E. por sucessão do Centro Hospitalar do Oeste através do Decreto-Lei n.º 44/2018, de 18 de junho.
Os estatutos do Centro Hospitalar do Oeste, E.P.E. são os constantes do anexo II do Decreto-Lei n.º 18/2017, de 10 de fevereiro.
O Centro Hospitalar do Oeste, E.P.E é uma entidade pública reclassificada (EPR) incluída no perímetro de consolidação das Contas Públicas.
€ 63.750.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 63.750.000,00 % DGTF
Criado em 01.10.2007 por fusão do Hospital Padre Américo - Vale do Sousa, E. P. E., com o Hospital São Gonçalo, E. P. E. pelo Decreto-Lei n.º 326//2007, de 28 de setembro.
O Conselho de Administração do CHTS, EPE, definiu a sua Missão e Valores, como a seguir se apresenta:
Prestar cuidados de saúde de qualidade;
Diferenciar os cuidados oferecidos;
Posicionamento e articulação na Rede SNS.
Atitude centrada no doente;
Humanização e qualidade do atendimento;
Equidade do acesso aos cuidados de saúde;
Promoção da saúde na comunidade;
Boas práticas e satisfação dos profissionais;
Cultura do conhecimento;
Cultura interna de multidisciplinaridade.
PDF Caracterização da Empresa 73 KB
PDF Esforço financeiro público 22 KB
PDF Ficha síntese - em revisão 244 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 240 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais - em revisão 624 KB
PDF Príncipios de Bom Governo 399 KB
€ 138.550.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 138.550.000,00 % DGTF
Criado em 01.04.2011 por fusão dos Hospitais da Universidade de Coimbra, E. P. E., do Centro Hospitalar de Coimbra, E. P. E., e do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Coimbra pelo Decreto-Lei n.º 30/2011, de 2 de março.
O CHUC tem como missão a prestação de cuidados de saúde de elevada qualidade e diferenciação, num contexto de formação, ensino, investigação, conhecimento científico e inovação, constituindo-se como uma referência nacional e internacional em áreas consideradas como pólos de excelência.
PDF Caracterização da Empresa 83 KB
PDF Esforço financeiro público 526 KB
PDF Estatutos 62 KB
PDF Ficha síntese 645 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 71 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 461 KB
PDF Príncipios de Bom Governo 1.01 MB
Centro Hospitalar Póvoa do Varzim e Vila do Conde, EPE
€ 34.900.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 34.900.000,00 % DGTF
Criado em 01.09.2008 pelo Decreto-Lei n.º 180/2008, de 26 de agosto
O Centro Hospitalar da Póvoa do Varzim/vila do Conde, EPE, tem como missão proporcionar cuidados de saúde de qualidade, integrados e continuados, aos utentes dos Municípios da Póvoa de Varzim e de Vila do Conde e populações limítrofes.
O Centro Hospitalar intervém, de acordo com as áreas de influência e redes de referenciação, cumprindo os contratos-programa celebrados, em articulação com as instituições integradas na rede de prestação de cuidados de saúde, sem prejuízo do direito de livre escolha dos doentes provenientes de outras áreas geográficas.
O Centro Hospitalar desenvolverá ainda actividades complementares como as de ensino pré e pós-graduado, investigação e formação, promovendo a articulação com os centros de saúde e os demais hospitais integrados no Serviço Nacional de Saúde sempre que necessário.
Centro Hospitalar da Póvoa de Varzim e da Vila do Conde
PDF Caracterização da empresa 27 KB
PDF Esforço Financeiro Público 17 KB
PDF Ficha síntese 136 KB
PDF Função de tutela e accionista 17 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 344 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 1.62 MB
PDF Príncipios de Bom Governo 151 KB
€ 46.540.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 46.540.000,00 % DGTF
Criado em 01.04.2011 por fusão do Hospital Cândido de Figueiredo e do Hospital São Teotónio, E. P. E pelo Decreto-Lei n.º 30/2011, de 2 de março.
A missão do Centro Hospitalar é prestar cuidados de saúde diferenciados, em articulação com os cuidados de saúde primários e com os hospitais integrados na rede do Serviço Nacional de Saúde, com qualidade e eficiência elevados.
Ao Centro Hospitalar compete, ainda, colaborar na promoção da saúde, no ensino, na investigação e no desenvolvimento científico e tecnológico, procurando assegurar a cada doente os cuidados que correspondam à sua necessidade.
Centro Hospitalar de Tondela Viseu
PDF Esforço financeiro público - em revisão 24 KB
PDF Ficha síntese - em revisão 49 KB
PDF Informação financeira histórica e actual - em revisão 1.72 MB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais - em revisão 316 KB
PDF Príncipios de Bom Governo - em revisão 379 KB
Centro Hospitalar Universitário de São João, EPE
€ 152.500.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 152.500.000,00 % DGTF
O Centro Hospitalar de São João, E.P.E. foi criado em 01.04.2011 por fusão do Hospital de São João, E. P. E. e do Hospital Nossa Senhora da Conceição de Valongo pelo Decreto-Lei n.º 30/2011, de 2 de março.
Em 04.08.2018 foi alterada a denominação para Centro Hospitalar Universitário de São João, E.P.E. (artigo 29.º do Decreto-Lei n.º 61/2018, de 3 de agosto)
O CHSJ associa competências assistenciais, de formação pré e pós graduada e de investigação, asseguradas por quadros de experiência reconhecida.
Centrada no doente, a equipa de profissionais garante uma oferta da máxima complexidade, diferenciação e qualidade, visando a humanização, a acessibilidade, a equidade, a segurança e o conforto assistenciais.
Dotado de autonomia administrativa e financeira e patrimonial, o CHSJ desenvolve uma organização responsável e eficiente capaz de gerir os seus recursos e favorecer o desenvolvimento, a participação e o empenho de todos os seus profissionais.
O CHSJ rege-se por valores de comprometimento e de rigor nas suas relações, quer na referenciação, quer no atendimento especializado, e faz da criatividade e do pragmatismo as bases da parceria capaz de gerar resultados
PDF Caracterização da Empresa 40 KB
PDF Esforço financeiro público 42 KB
PDF Ficha síntese - em revisão 44 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 271 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais - em revisão 324 KB
PDF Príncipios de Bom Governo - em revisão 127 KB
€ 56.300.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 56.300.000,00 % DGTF
O Centro Hospitalar Cova da Beira foi transformado em entidade pública empresarial pelo Decreto-Lei n.º 93/2005, de 7 de junho.
Em 04.08.2018 foi altterada a denominação para Centro Hospitalar Universitário Cova da Beira, E.P.E (artigo 29.º do Decreto-Lei n.º 61/2018, de 3 de agosto).
Desenvolver ensino de alta responsabilidade, por ser Hospital Nuclear da Faculdade de Ciências da Saúde, da Universidade da Beira Interior, nos termos do Protocolo nº 11/2001, publicado em Diário da Republica, II Série de 16 de Abril de 2006;
PDF Caracterização da Empresa 96 KB
PDF Esforço financeiro público 15 KB
PDF Ficha síntese 135 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 126 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais - em revisão 794 KB
PDF Princípios do Bom Governo 44 KB
€ 312.440.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 312.440.000,00 % DGTF
O Centro Hospitalar Lisboa Norte, E.P.E. foi criado em 01.03.2008, por fusão do Hospital de Santa Maria, E. P. E., com o Hospital Pulido Valente, E. P. E., pelo Decreto-Lei n.º 23/2008, de 8 de fevereiro.
Em 04.08.2018 foi alterada a designação para Centro Hospitalar Universitário Liboa Norte, E.P.E. (artigo 29.º do Decreto-Lei n.º 61/2018, de 3 de agosto).
O Centro Hospitalar Lisboa Norte, E.P.E., estabelecimento de referência do Serviço Nacional de Saúde (SNS), desempenha funções diferenciadas na prestação de cuidados de saúde, na formação pré, pós-graduada e continuada e na investigação. A sua actividade centra-se na satisfação das necessidades dos utentes no acesso aos cuidados de saúde e orienta-se por critérios exigentes de qualidade, economia, eficiência e eficácia, em quadro de equilíbrio económico e financeiro sustentável.
O Centro Hospitalar Lisboa Norte, composto pelos Hospitais de Santa Maria e de Pulido Valente, insere-se na Unidade Setentrional da Sub–Região de Lisboa da Região de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo. Presta cuidados directos a cerca de 365.000 habitantes, das áreas dos Centros de Saúde de Alvalade, Benfica, Loures, Lumiar, Odivelas e Pontinha. As suas características de centro de destino para a referenciação diferenciada alargam a sua influência para os níveis regional e nacional.
PDF Ficha síntese 25 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 370 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 189 KB
PDF Príncipios de Bom Governo 76 KB
€ 158.000.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 158.000.000,00 % DGTF
Criado em 24.08.2017, por alteração da denominação do Centro Hospitalar do Algarve, E.P.E. e da transferência de atribuições e competências, direitos e obrigações da Administração Regional de Saúde do Algarve, I.P. no que diz respeito ao Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul através do Decreto-Lei n.º 101/2017, de 23 de agosto.
PDF Caracterização da Empresa 155 KB
PDF Esforço financeiro público 183 KB
PDF Função de tutela e accionista 98 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 909 KB
Centro Hospitalar Universitário do Porto, EPE
€ 166.700.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 166.700.000,00 % DGTF
O Centro Hospitalar do Porto E.P.E. foi alterado em 01.04.2011 por fusão do Centro Hospitalar do Porto, E. P. E., criado pelo Decreto-Lei n.º 326/2007, de 28 de Setembro, e do Hospital Joaquim Urbano pelo Decreto-Lei n.º 30/2011, de 2 de março.
Em 04.08.2018 foi alterada a designação para Centro Hospitalar Universitário do Porto, E.P.E (artigo 29.º do Decreto-Lei n.º 61/2018, de 3 de agosto).
O Centro Hospitalar do Porto (CHP) tem por missão, a prestação de cuidados de saúde humanizados, competitivos e de referência, promovendo a sua articulação com os outros parceiros do sistema; a valorização do ensino pré e pós graduado e da formação profissional; a dinamização e incentivo à investigação e desenvolvimento científico na área da saúde.
PDF Caracterização da Empresa 29 KB
PDF Ficha síntese 26 KB
PDF Informação Financeira histórica e actual 34 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 716 KB
PDF Príncipios de Bom Governo 565 KB
€ 259.160.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 259.160.000,00 % DGTF
O Centro Hospitalar de Lisboa Central, E.P.E. foi criado em 01.03.2007, por fusão do Centro Hospitalar de Lisboa (Zona Central) com o Hospital de D. Estefânia e o Hospital de Santa Marta, E. P. E., pelo Decreto-Lei n.º 50-A/2007, de 28 de fevereiro.
Foi integrado em 28.04.2011 no Grupo Hospitalar do Centro de Lisboa, criado pela Portaria n.º 172/2011, de 27 de abril.
A partir de 01.03.2012 pelo Decreto-Lei n.º 44/2012, de 23 de fevereiro, passou a integrar o Hospital Curry Cabral, E.P.E e a Maternidade Alfredo da Costa.
Em 04.08.2018 foi alterada a denominação para Centro Hospitalar Universitário Lisboa Central, E.P.E. (artigo 29.º do Decreto-Lei n.º 61/2018, de 3 de agosto).
O CHLC, EPE tem por missão prestar cuidados de saúde diferenciados, em articulação com as demais unidades prestadoras de cuidados de saúde integradas no Serviço Nacional de Saúde. Para tal, procura assegurar a cada doente cuidados que correspondam às suas necessidades, de acordo com as melhores práticas clínicas e numa lógica de governação clínica, promovendo uma eficiente utilização dos recursos disponíveis e abrangendo ainda as áreas de investigação, ensino, prevenção e continuidade de cuidados, conforme o primado do doente.
Cnetro Hospitalar de Lisboa Central
PDF Caracterização da Empresa 114 KB
PDF Esforço financeiro público 55 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 39 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais - em revisão 545 KB
PDF Príncipios de Bom Governo 813 KB
€ 3.844.143.735,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 3.844.143.735,00 % DGTF
A CGD tem como Missão a consolidação da sua posição como um Grupo estruturante do sistema financeiro Português, distinto pela relevância e responsabilidade fortes na sua contribuição para
Enquanto líder do mercado, procura uma evolução equilibrada entre rentabilidade, crescimento e solidez financeira, sempre no quadro de uma gestão prudente dos riscos.
PDF Caracterização da Empresa 245 KB
PDF Esforço financeiro público 199 KB
PDF Estatutos 377 KB
PDF Ficha síntese 524 KB
PDF Função de tutela e accionista 108 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 533 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 1.42 MB
PDF Orientações de gestão 291 KB
PDF Príncipios de Bom Governo 765 KB
€ 672.000.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 220,00 % DGTF
CIPAN - Companhia Industrial de Antibióticos, S.A.
€ Não disponível Valor Nominal da Participação DGTF
% DGTF
CNEMA-Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas,SA
€ 3.300.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 30.000,00 % DGTF
€ 299.278,74 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 74.819,68 % DGTF
Cooperativa Cultural Recreativa Gafanha da Nazaré,CRL
€ 5,00 % DGTF
CP – Comboios de Portugal, E.P.E
€ 3.959.489.351,01 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 3.959.489.351,01 % DGTF
A CP tem por missão prestar serviço de transporte ferroviário de passageiros, com uma dinâmica de inovação, salvaguarda do ambiente e melhoria de segurança.
São seus desígnios:
? Oferta de comboios competitivos em termos de rapidez, frequência, pontualidade, conforto e higiene;
? Promoção da intermodalidade para uma oferta de serviços integrados e ajustados às necessidades dos clientes;
? Pessoal qualificado e motivado, funcionalmente enriquecido e com capacidade de iniciativa;
? Uma organização flexível e capaz de responder aos desafios do mercado;
? Estabelecimento de sistemas de preços compatíveis com os vários mercados e que tenham em conta a relação preço/qualidade;
? Contratualização justa quer dos serviços prestados, nomeadamente do serviço público, quer dos serviços necessários à exploração;
? Comunicação dinâmica e de qualidade;
? Desenvolvimento de parcerias (estratégicas) que reforcem a cadeia de valor dos serviços prestados;
? Valorização das relações com as comunidades locais.
Visa prestar um serviço de transporte ferroviário, orientado para o cliente e amiga das pessoas e do ambiente, capaz de satisfazer as expectativas de qualidade e de segurança dos seus clientes, pautando a sua atuação por critérios e objetivos de eficácia e de competitividade.
A atividade da CP tem subjacente como valores profundos, base do seu “core business”, a Segurança, a Qualidade e o Ambiente, como valores posicionais que lhe permitem diferenciar-se positivamente no mercado onde atua, o Profissionalismo, a Ética e a Iniciativa e como valores relacionais o Humanismo e o Compromisso.
A atividade desenvolvida pela CP em 2013 fundamentou-se nos vetores acima referidos.
PDF Estatutos - em revisão 254 KB
PDF Função de tutela e accionista 10 KB
PDF Informação financeira histórica e actual - em revisão 239 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais - em revisão 941 KB
PDF Princípios de Bom Governo 132 KB
D. Pedro - Investimentos Turísticos,S.A.
€ 15.000.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 195,00 % DGTF
€ 8.528.400,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 8.528.400,00 % DGTF
A Docapesca tem por objecto social actuar nos negócios do Sector da Pesca a saber, a Primeira Venda do Pescado e actividades conexas, criando as condições adequadas para a produção e para a comercialização, explorando novos caminhos e competências que garantam a criação de valor para a empresa, parceiros e sociedade.
Âncora no Sector da Pesca, contribuindo de forma determinante para a sua inovação, crescimento e garantia da excelência do pescado, alicerçada numa cadeia de valor que se pretende em expansão, a Docapesca ambiciona realizar e sustentar um conjunto de iniciativas, através da:
Ü Inovação – implementação de novos métodos e processos, novos negócios e competências;
Ü Investimento em responsabilidade social, dedicando uma activa atenção aos problemas das comunidades de Armadores/Pescadores, sobretudo nas localidades tradicionalmente dependentes da pesca extractiva, em articulação estreita com as autarquias locais; em responsabilidade ambiental e cívica e em qualidade e segurança alimentar (com a introdução da normalização, certificação e rastreabilidade dos produtos do mar e a garantia de condições higio-sanitárias);
Ü Cooperação, inspirando confiança, por conduta exemplar, no trabalho em equipa e nas relações contratuais e negociais.
PDF Caracterização da Empresa 37 KB
PDF Esforço financeiro público 29 KB
PDF Estatutos 275 KB
PDF Ficha síntese 48 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 38 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 199 KB
PDF Príncipios de Bom Governo 82 KB
EDIA - Empresa Desenv.Infraest Alqueva, SA
€ 838.810.320,00 Valor minal da Participação DGTF
€ 838.810.320,00 % DGTF
A concepção, execução, construção, gestão, exploração, manutenção e conservação das infra-estruturas que integram o sistema primário do EFMA.
A concepção, execução e construção, em representação do Estado, das infra-estruturas que integram a rede secundária do EFMA.
A promoção, desenvolvimento e prossecução de outras actividades económicas cujo aproveitamento contribua para a melhoria das condições de utilização dos recursos afectos ao EFMA.
PDF Esforço financeiro público 12 KB
PDF Estatutos 207 KB
PDF Ficha síntese 50 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 385 KB
PDF Príncipios de Bom Governo - 108 KB
EDM - Empresa de Desenvolvimento Mineiro, SGPS,SA
Proceder à recuperação ambiental de antigas áreas mineiras abandonadas, tendo em vista a sua reabilitação e valorização económica, actuando como representante do dono da obra, o Estado, no âmbito da Concessão que para o efeito lhe foi outorgada (Decreto-Lei nº198-A/2001, de 6 de Julho).
Conceber e executar, por si só ou em joint ventures, projectos de prospecção, pesquisa, avaliação e aproveitamento de recursos geológicos da Base de Recursos correspondente ao território nacional.
Desenvolver estudos e prestar serviços nos domínios das geociências, ciências da engenharia, energia e ambiente, bem como cooperar com outras entidades, no país ou no exterior, em projectos de investigação de interesse comum.
Servir de instrumento do Governo na assessoria técnica especializada e em intervenções estratégicas no domínio geológico-mineiro, no país e no estrangeiro.
PDF Caracterização da Empresa 105 KB
PDF Esforço financeiro público - em revisão 35 KB
PDF Estatutos 105 KB
PDF Ficha síntese 144 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 62 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 490 KB
PDF Príncipios de Bom Governo - em revisão 341 KB
ENSE - Entidade Nacional para o Sector Energético, E.P.E (ex-NMC - Entidade Nacional para o Mercado de Combustíveis, E.P.E.
€ 250.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 250.000,00 % DGTF
O Decreto-Lei n.º 69/2018, de 27 de agosto, procedeu à reestruturação e redenominação da ENMC - Entidade Nacional para o Mercado de Combustíveis, E.P.E. que passou a designar-se por Entidade Nacional para o Sector Energético, E.P.E. (ENSE, E.P.E.)
PDF Estatutos 4.24 MB
FCR Portugal Global Ventures 1
€ 20.300.000,04 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 1.704.968,98 % DGTF
FCR Portugal Ventures Grandes Projectos de Investimento
€ 71.971.504,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 6.200.000,00 % DGTF
PDF Regulamento de gestão 81 KB
FCR Portugal Ventures Valor 2
€ 88.527.127,86 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 8.200.913,87 % DGTF
FRME - Fundo para a Revitalização e Modernização do Tecido Empresarial, SGPS, SA
€ 72.305.149,90 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 46.971.558,62 % DGTF
Criação de um movimento de revitalização e modernização do tecido empresarial, visando o restabelecimento das condições de competitividade empresarial.
PDF Caracterização da Empresa 36 KB
PDF Estatutos 1.55 MB
PDF Ficha síntese 110 KB
PDF Função de tutela e accionista 27 KB
PDF Informação financeira histórica e actual - em revisão 2.02 MB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 86 KB
PDF Princípios de Bom Governo 29 KB
€ 650.000.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 350.000.000,00 % DGTF
Fundo de Estabilização da Zona Euro, S.A.
€ 28.440.453,35 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 713.298,46 % DGTF
€ 10.000.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 10.000.000,00 % DGTF
Fundo de Recuperação - FCR
€ 970.000.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
PDF Regulamento de gestão 233 KB
€ 5.000.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 4.000.000,00 % DGTF
€ 130.000.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 93.670.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 93.670.000,00 % DGTF
O Fundo tem por objectivo participar no financiamento de projectos de investimento de iniciativa pública ou privada em Moçambique, a efectuar através de empresas portuguesas, de parcerias integradas por empresas portuguesas, ou envolvendo a aquisição de bens e serviços de origem portuguesa, devendo ainda:
a) Promover uma adequada partilha de risco e transferência de know-how;
b) Garantir a sua compatibilidade com as prioridades da política de cooperação financeira para o desenvolvimento do Estado Português definidas pelo Governo;
c) Privilegiar a sua inserção em sectores económicos estruturantes, designadamente nas áreas da energia, ambiente, infra-estruturas e turismo;
d) Respeitar critérios de sustentabilidade e eficiência económica, financeira e ambiental, contribuindo, designadamente, para o fomento do recurso a energias renováveis e da transferência de tecnologias limpas, que conduzam à redução da emissão de gases com efeito de estufa e de resíduos urbanos.
PDF Regulamento de gestão 204 KB
Gestínsua-Aquisições Alienações Patrim.Imob. Mobil.,SA
€ 50.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 8.750,00 % DGTF
Hospital da Senhora da Oliveira Guimarães, EPE (ex-Centro Hospitalar do Alto Ave, EPE)
€ 72.700.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 72.700.000,00 % DGTF
Criado em 01.03.2007, por fusão do Hospital da Senhora da Oliveira, Guimarães, E. P. E., com o Hospital de São José – Fafe, pelo Decreto-Lei n.º 50-A/2007, de 28 de Fevereiro.
Em 26.08.2015 a denominação do Centro Hospitalar do Alto Ave, E.P.E. foi alterada para Hospital da Senhora da Oliveira Guimarães, E.P.E., pelo Decreto-Lei n.º 177/2015, de 25 de agosto.
A missão do Hospital é a de prestar cuidados de saúde de qualidade à população da sua área de influência, assegurando, em simultâneo o desenvolvimento profissional dos seus colaboradores, num quadro de eficiência e de eficácia.
Hospital da Senhors da Oliveira, Guimarães
PDF Caracterização da Empresa 481 KB
PDF Esforço financeiro público 144 KB
PDF Ficha síntese - em revisão 234 KB
PDF Função de tutela e accionista 48 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 451 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais - em revisão 2.83 MB
PDF Princípios de Bom Governo 515 KB
Hospital de Braga, EPE
€ 4.000.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
Constituído em entidade pública empresarial pelo Decreto-Lei n.º 75/2019, de 30 de maio.
€ 20.050.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 20.050.000,00 % DGTF
Criado em 01.02.2009 pelo Decreto-Lei n.º 27/2009, de 27 de janeiro
O HML tem por Missão a prestação de cuidados de saúde especializados de psiquiatria e de saúde mental à população adulta da respectiva área geodemográfica assegurando em simultâneo o desenvolvimento profissional dos seus colaboradores, num quadro de eficiência e efectividade e de satisfação, bem como de projectos de investigação e de formação pré e pós graduada.
PDF Esforço financeiro público 77 KB
PDF Ficha síntese 235 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 266 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais - em revisão 562 KB
PDF Princípios de Bom Governo 891 KB
€ 25.000.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 25.000.000,00 % DGTF
A actividade do Hospital Santa Maria Maior, E.P.E., orienta-se no sentido de contribuir para o equilíbrio económico e financeiro do conjunto do sector público e para a obtenção de níveis adequados de satisfação das necessidades da colectividade.
A missão do Hospital é prestar cuidados de saúde de elevada qualidade à população da sua área de influência, assegurando, em simultâneo o desenvolvimento profissional dos colaboradores, num quadro de eficiência e de eficácia.
PDF Caracterização da Empresa 94 KB
PDF Esforço financeiro público 45 KB
PDF Ficha síntese 183 KB
PDF Função de tutela e accionista 200 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 145 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais - em revisão 965 KB
PDF Príncipios de Bom Governo 56 KB
€ 29.100.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 29.100.000,00 % DGTF
O Hospital tem por missão a prestação de cuidados de saúde diferenciados de qualidade em
articulação com os cuidados de saúde primários e com os demais hospitais integrados na rede
do Serviço Nacional de Saúde, utilizando adequadamente os seus recursos humanos e
materiais dentro dos princípios de eficácia e eficiência.
A melhoria contínua dos cuidados e a implementação duma política de actuação assente num
modelo de gestão empresarial, através de sistemas de monitorização interna e avaliação do
desempenho, tem como objectivo a satisfação dos seguintes valores: orientação para o doente
e orientação para os resultados.
PDF Caracterização da Empresa 66 KB
PDF Ficha síntese 33 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 151 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 273 KB
PDF Príncipios de Bom Governo 80 KB
€ 69.470.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 69.470.000,00 % DGTF
Prestar cuidados de saúde de qualidade, acessíveis, em tempo oportuno, num quadro de desenvolvimento económico e financeiro sustentável.
VISÃO – Ser um hospital de referência pela capacidade de resposta às necessidades dos utentes e pela qualidade técnica e humana dos profissionais de forma a ser reconhecido como um dos melhores hospitais do Serviço Nacional de Saúde.
Orientação ao doente
Ter uma orientação clara para o doente, respondendo às suas necessidades, de acordo com as melhores práticas disponíveis.
Ter um compromisso com a inovação, criando soluções flexíveis que permitam assegurar a prestação de melhores cuidados de saúde.
Ser uma organização onde os colaboradores encontrem espaço para a realização pessoal e profissional.
PDF Caracterização da Empresa 31 KB
PDF Esforço financeiro público 85 KB
PDF Ficha síntese 21 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 536 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 1.19 MB
PDF Príncipios de Bom Governo 62 KB
€ 40.280.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 40.280.000,00 % DGTF
Criado em 01.03.2007 pelo Decreto-Lei n.º 50-A/2007, de 28 de Fevereiro.
O HESE, E.P.E. é um hospital público geral, integrado na rede do S.N.S., da Região Alentejo, que desenvolve a sua actividade dirigida à prestação de cuidados de saúde diferenciados, adequados e em tempo útil, garantindo padrões elevados de desempenho técnico-científico, de eficaz e eficiente gestão de recursos, de humanização e promovendo o desenvolvimento profissional dos seus colaboradores.
PDF Ficha síntese 161 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 64 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 174 KB
PDF Príncipios de Bom Governo 72 KB
€ 140.780.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 140.780.000,00 % DGTF
O Hospital Garcia de Orta, E.P.E. tem como missão a prestação de cuidados de saúde diferenciados à população dos concelhos de Almada, Seixal e Sesimbra, designadamente aos beneficiários do Serviço Nacional de Saúde ou de entidades externas que com ele contratualizem a prestação de cuidados de saúde e a todos os cidadãos em geral.
Hospital Grcia de Orta
PDF Caracterização da Empresa 24 KB
PDF Esforço financeiro público 70 KB
PDF Ficha síntese 65 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 358 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 276 KB
PDF Príncipios de Bom Governo 294 KB
€ 44.200.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 44.200.000,00 % DGTF
Transformado em entidade pública empresarial pelo Decreto-Lei n.º 203/2008, de 10 de outubro.
O HFF, EPE é um hospital público geral, integrado na rede do S.N.S., da Região de Lisboa e Vale do Tejo, que tem como objectivo principal prestar, de forma integrada com as restantes unidades de saúde da sua região, cuidados de saúde diferenciados, de qualidade, adequados e em tempo útil, garantindo padrões elevados de desempenho técnico-científico, de eficaz e eficiente gestão de recursos, de humanização e promovendo o desenvolvimento profissional dos seus colaboradores.
PDF Esforço financeiro público - em revisão 20 KB
PDF Ficha Síntese - em revisão 150 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 186 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 161 KB
PDF Princípios de Bom Governo 670 KB
€ 100.000.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 100.000.000,00 % DGTF
A IFD — Instituição Financeira de Desenvolvimento, S.A. foi constituída pelo Decreto-Lei n.º 155/2014, de 21 de outubro.
A IFD tem por objeto a realização de operações que visem colmatar as insuficiências de mercado no financiamento de pequenas e médias empresas viáveis através:
a) Da gestão e administração de fundos de investimento, de outros patrimónios autónomos ou de instrumentos de natureza análoga, todos suportados por fundos públicos de apoio à economia; e
b) Da realização de operações de crédito, incluindo concessão de garantias e outros compromissos.
Na prossecução do seu objeto, a IFD pode também desenvolver a atividade de consultadoria a pequenas e médias empresas em matéria de estrutura do capital, de estratégia empresarial e questões conexas, bem como consultadoria e serviços no domínio da fusão e compra de empresas.
PDF Caracterização da Empresa 133 KB
PDF Estatutos 429 KB
PDF Ficha síntese 221 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 29 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 451 KB
PDF Príncipios de Bom Governo - 163 KB
IGCP - Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública, EPE
€ 50.000,00 % DGTF
Criada em 27.08.2012, pelo Decreto-Lei n.º 200/2012, de 27 de Agosto.
1 - O IGCP, E.P.E tem por missão, gerir de forma integrada, a tesouraria, o financiamento e a divida pública direta do Estado, nesta se compreendendo, nos termos da lei aplicável, a divida das entidades do setor público empresarial cujo financiamento seja assegurado através do Orçamento de Estado, cabendo-lhe ainda coordenar o financiamento dos fundos e serviços dotados de autonomia administrativa e financeira, em obediência às orientações definidas pelo Governo através de membro responsável pela área das finanças.
2 – O IGCP, E.P.E. pode ainda desenvolver, a título acessório do seu objeto principal, atividades com este conexas, nomeadamente nos domínios da consultadoria e de assistência técnica, da gestão de dividas de entidades do setor público administrativo e da gestão de ativos destas entidades constituídos por títulos da divida pública.
3 – Nas atividades previstas no número anterior compreende-se a função de leiloeiro no contexto de mercado regulamentado europeu de leilões de licenças de emissão de gases com efeitos de estufa, estabelecido em execução da Diretiva do Comércio Europeu de Licenças e Emissões, em articulação com os serviços e organismos competentes do Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território.
PDF Esforço financeiro público - em revisão 16 KB
PDF Estatutos 71 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 207 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais - em revisão 264 KB
Imobiliária Construtora Grão-Pará,SA
€ 12.500.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 115,00 % DGTF
INAPA - Investimentos, Participações e Gestão,SA
€ 180.235.111,43 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 3.564,00 % DGTF
Ca3ital Social
€ 7.534.525.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 7.534.525.000,00 % DGTF
Em 01.06.2015 pelo Decreto-Lei n.º 91/2015, de 29 de maio a Rede Ferroviária Nacional - REFER, E.P.E. é transformada em sociedade anónima e passa a denominar-se Infraestruturas de Portugal, S.A.
A Infraestruturas de Portugal, S.A. incorpora por fusão as Estradas de Portugal, S.A.
Tem por objeto a concação, projeto, construção, financiamento, conservação, exploração, requalificação, alargamento e modernização das redes rodoviária e ferroviária nacionais, incluiindo-se nesta última o comando e controlo da circulação.
PDF Estatutos - em revisão 252 KB
IO - Investimentt Opportunities,SA
€ 41.200.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
IPE MACAU-Invest. e Participações Empresarias,SARL
€ 103.592,59 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 103.592,59 % DGTF
IPO - Instituto Português de Oncologia de Coimbra Francisco Gentil, EPE
€ 27.000.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 27.000.000,00 % DGTF
A missão do IPOCFG, E.P.E. está bem expressa no Artigo 5º do seu Regulamento Interno: “...desenvolver acções nos domínios da prestação de cuidados de saúde, da prevenção primária e secundária, da investigação, da formação e ensino oncológicos, do rastreio oncológico, do registo oncológico e da colaboração na definição e acompanhamento de execução da política oncológica nacional, constituindo-se como uma instituição de referência para os cidadãos que serve e para os serviços de saúde”.
PDF Caracterização da Empresa 79 KB
PDF Ficha síntese - em revisão 61 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 325 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais - em revisão 694 KB
PDF Princípios de Bom Governo 293 KB
IPO - Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco Gentil, EPE
€ 66.900.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 66.900.000,00 % DGTF
O IPOL é um centro oncológico multidisciplinar de referência para a prestação de serviços de saúde no domínio da oncologia, com actividade abrangente nas áreas de investigação, ensino, prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação e continuidade de cuidados, assegurando, a cada doente, cuidados que correspondam às suas necessidades, de acordo com as melhores práticas clínicas e uma eficiente utilização dos recursos disponíveis, conforme o primado o doente em primeiro lugar.
A prossecução da missão do IPOL prolonga-se através da articulação com as demais instituições e serviços do SNS, tendo em consideração o Plano Oncológico Nacional e a Rede de Referenciação Hospitalar.
O IPOL articula-se, de igual forma, com os Institutos de Oncologia de Coimbra e do Porto, através da Comissão Coordenadora, nos termos da legislação em vigor.
PDF Caracterização da Empresa 49 KB
PDF Ficha síntese - em revisão 47 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 356 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais - em revisão 235 KB
PDF Príncipios de Bom Governo 119 KB
IPO - Instituto Português de Oncologia do Porto Francisco Gentil, EPE
€ 52.000.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 52.000.000,00 % DGTF
O IPO-Porto tem como Missão a prestação de cuidados de saúde hospitalares oncológicos à população, com a máxima qualidade, humanismo e eficiência, desenvolvendo conjuntamente as actividades de investigação, formação e ensino no domínio da Oncologia.
PDF Caracterização da Empresa 82 KB
PDF Ficha síntese - em revisão 91 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 409 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais - em revisão 262 KB
PDF Príncipios de Bom Governo 260 KB
€ 5.325.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 2.670.000,00 % DGTF
PDF Esforço financeiro público 13 KB
PDF Estatutos 39 KB
PDF Ficha síntese 126 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 110 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 283 KB
PDF Príncipios de Bom Governo 152 KB
Marina do Parque das Nações - Soc. Concessionária da Marina, SA
€ 984.052,32 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 979.839,12 % DGTF
Matadouro Regional do Barroso e Alto Tâmega, SA
€ 125.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 36.450,00 % DGTF
Matur-Soc. de Empreendim. Turísticos da Madeira,SA
€ 2.918.970,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 20,00 % DGTF
€ 1.075.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 569.750,00 % DGTF
IMPLEMENTAR e DESENVOLVER um sistema de Metropolitano Ligeiro de Superfície (o Metropolitano Ligeiro do Mondego) nos municípios de Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo, optimizando a utilização dos recursos públicos afectos ao projecto.
GARANTIR um modo de transporte ecológico, moderno, confortável e seguro com uma adequada oferta de serviço e que promova a mobilidade da população.
INTEGRAR o Metropolitano Ligeiro de Superfície num processo de modernização e articulação dos sistemas de transporte, contribuindo para a melhoria das acessibilidades e do desenvolvimento económico e social, bem como para as condições de integração territorial e de planeamento e ordenamento urbano.
PDF Estatutos 254 KB
PDF Ficha síntese 23 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 455 KB
PDF Príncipios de Bom Governo 141 KB
€ 7.500.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 3.000.000,00 % DGTF
“A Missão da Metro do Porto, S.A. é planear, conceber, construir, equipar e explorar um Sistema de Metro Ligeiro na Área Metropolitana do Porto, em regime de concessão atribuída pelo Estado.”
PDF Estatutos 305 KB
PDF Ficha síntese 41 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 221 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 1.35 MB
PDF Príncipios de Bom Governo 231 KB
€ 3.107.936.510,04 Va3or Nnal da Participação DGTF
€ 3.107.936.510,04
A missão do Metropolitano de Lisboa (ML) é a prestação do Serviço Público de Transporte Colectivo de Passageiros, em sistema de metro, segundo princípios de racionalidade económico-financeira e de eficácia social e ambiental.
PDF Caracterização da Empresa 782 KB
PDF Esforço financeiro público 303 KB
PDF Estatutos 587 KB
PDF Ficha síntese 544 KB
PDF Função de tutela e accionista 303 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 269 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 872 KB
PDF Príncipios de Bom Governo 915 KB
MM - Gestão Partilhada, E.P.E.
€ 3.000.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
A MM - Gestão Partilhada, E.P.E foi constituída pelo Decreto-Lei n.º 11/2015, de 26 de janeiro.
A MM, E. P. E., tem por objeto a prestação de serviços às Forças Armadas, que se subsumem na atividade de reabastecimento de víveres, fornecimento de alimentação confecionada e gestão de messes militares.
PDF Caracterização da Empresa 103 KB
PDF Estatutos 211 KB
PDF Função de tutela e accionista 52 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 187 KB
MOBI.E,SA
A NAV Portugal, E.P.E. tem como missão prestar os serviços de tráfego aéreo nas Regiões de Informação de Voo (RIV) sob responsabilidade do Estado Português – RIV de Lisboa e RIV de Santa Maria - garantido o cumprimento da regulamentação nacional e internacional, as melhores condições de segurança, optimizando capacidades e melhorando a eficiência sem descurar preocupações ambientais.
É ainda objecto da sua missão, oferecer aos seus clientes um serviço de elevada qualidade e eficiência, criando valor para o Estado, na qualidade de detentor do seu capital estatutário, e assegurar elevados níveis de qualificação profissional e motivação dos seus colaboradores.
PDF Caracterização da Empresa 123 KB
PDF Esforço financeiro público 69 KB
PDF Estatutos 138 KB
PDF Ficha síntese - em revisão 188 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 115 KB
PDF Príncipios de Bom Governo 756 KB
NET-Novas Empresas e Tecnologias,SA
€ 1.137.205,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 17.500,00 % DGTF
Norvalor - Investimentos e Gestão de Valores, SA
€ 25,00 % DGTF
NOS, SGPS, SA (ex-ZON Multimédia, SGPS, SA)
€ 5.151.613,80 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 0,71 % DGTF
€ 4.935.890,50 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 4.935.890,50 % DGTF
O OPART tem como missão a prestação de um serviço público na área da música erudita e do bailado, nele se compreendendo a música, a ópera e o bailado, nomeadamente, com o recurso à Orquestra Sinfónica Portuguesa, ao Coro do TNSC e aos Bailarinos da CNB, através de dois projectos culturais e artísticos autónomos, com identidades próprias, sem prejuízo da coordenação, articulação e partilha dos meios pessoais e materiais de produção e programação, segundo os mais elevados padrões de qualidade a nível artístico e técnico.
O OPART deverá, assim, assegurar a promoção e produção regular de uma programação músico-teatral diversificada, compreendendo, nomeadamente, espectáculos de música, ópera e bailado segundo elevados padrões de reconhecida excelência e qualidade, bem como a promoção do acesso à fruição e à prática destes domínios de actividade artística por parte dos cidadãos.
Incumbe ainda ao OPART a preservação, a recuperação e a divulgação do património músico-teatral e do bailado clássico, bem como a conservação e beneficiação dos edifícios do TNSC e do Teatro Camões.
PDF Caracterização da Empresa 61 KB
PDF Esforço financeiro público - em revisão 21 KB
PDF Estatutos - em revisão 45 KB
PDF Ficha síntese - em revisão 33 KB
PDF Informação financeira histórica e actual - em revisão 87 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais - em revisão 410 KB
PDF Príncipios de Bom Governo - em revisão 144 KB
Parparticipadas, SGPS, SA
€ 90.050.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€.90.050.000,00 % DGTF
Parpública-Participações Públicas,SGPS, SA
€ 2.000.000.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 2.000.000.000,00 % DGTF
A Parpública – Participações Públicas, SGPS, SA, Sociedade Gestora de Participações Sociais de capitais exclusivamente públicos, criada por Decreto-Lei no final de 2000 constitui um instrumento do Estado para a gestão de participações em empresas em processo de privatização, apoiando os processos de privatização, no quadro aprovado pelo governo.
As missões cometidas à PARPÚBLICA pelo diploma que a constituiu desenvolvem-se através dos mecanismos próprios de uma SGPS, ou seja da sua carteira de participações e através da prestação de serviços à tutela.
Na sua qualidade de SGPS uma das suas funções essenciais continua a ser a gestão dos activos integrados na sua carteira, tendo como enquadramento o programa de privatizações aprovado pelo Governo nas condições específicas determinadas para cada operação pelos respectivos diplomas legais.
As participações em empresas em processo de reprivatização constituem ainda uma parte muito significativa da carteira o que por si só justifica a importância do papel da empresa na execução do Programa de Privatizações do Governo, o qual define não só o calendário, mas também as condições concretas das operações de alienação dessas participações.
Complementarmente a empresa pode gerir participações públicas que conferem direitos especiais ao Estado em empresas privatizadas apoiar processos de reestruturação de empresas, e apoiar ainda o exercício pelo Ministro das Finanças da tutela financeira sobre empresas do Estado e empresas concessionárias de serviço de interesse económico geral.
A Parpública pode ainda actuar como prestadora de serviços de apoio técnico em diversas aéreas, para além da gestão de empresas públicas, nomeadamente no acompanhamento de
processos de interesse público como os projectos em desenvolvimento sob a forma de parcerias público privadas (PPP’s) ou o apoio ao processo de venda da carteira de participações acessória detida pela Direcção Geral do Tesouro e Finanças.
A gestão de património imobiliário público através de empresas subsidiárias de objecto especializado constitui outra importante área de actuação que mais tem crescido nos últimos
anos e aquela que tem vindo a assumir um papel cada vez mais relevante na actividade do grupo, a par da gestão de participações sociais que até agora definiu o perfil de actuação da Parpública.
PDF Estatutos 123 KB
PDF Ficha síntese 177 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 422 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 328 KB
PDF Príncipios de Bom Governoo 253 KB
PDF Ficha síntese 127 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais - em revisão 339 KB
€ 2.500.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 875.000,00 % DGTF
A Parques de Sintra - Monte da Lua. SA (PSML) tem, entre outras missões, a de gerir os mais importantes valores naturais e culturais situados na zona da Paisagem Cultural de Sintra e em Queluz: o Parque e o Palácio da Pena, os Jardins e o Palácio de Monserrate, o Castelo dos Mouros, o Convento dos Capuchos, o Jardim e o Chalet da Condessa dÉdla e, desde 2012, os Palácios Nacionais de Sintra e de Queluz a a Escola Portuguesa de Arte Equestre sediada nos Jardins históricos de Queluz , - e com apresentações no Picadeiro Henrique Calado, na Calçada da Ajuda (Belém).
A gestão destas propriedades envolve a sua recuperação, requalificação, revitalização, conservação, investigação, divulgação e exploração, abrindo-as à fruição pública e potenciando a sua valência turistica.
PDF Caracterização da Empresa 43 KB
PDF Esforço financeiro público - em revisão 18 KB
PDF Estatutos 214 KB
PDF Ficha síntese - em revisão 40 KB
PDF Informação financeira histórica e actual - em revisão 179 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais - em revisão 386 KB
PDF Príncipios de Bom Governo - em revisão 56 KB
Parquinverca - Cooperativa Abastecimento Alimentar, SCARL
€ 49,88 % DGTF
€ 50.0000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 50.0000,00 % DGTF
Parvalorem, SA
PHAROL, SGPS, SA (ex-Portugal Telecom,SGPS,SA)
€ 26.895.375,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 15,30 % DGTF
PME Investimentos - Sociedade de Investimentos, SA
€ 27.500.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 4.133.750,00 % DGTF
A PME Investimentos assume como missão promover a dinamização e o alargamento da oferta de financiamento a PME, designadamente através da gestão de instrumentos de refinanciamento e de partilha de risco, no quadro de parcerias com intermediários financeiros, para a abordagem a segmentos-alvo prioritários, de acordo com os objectivos de política pública, prosseguindo desta forma uma dupla finalidade:
uma maior eficácia na operacionalização das políticas públicas que visam a melhoria dos modelos de financiamento das empresas
ma maior eficiência do sistema, através da implementação de mecanismos de articulação, governação, acompanhamento e controlo
PDF Caracterização da Empresa 324 KB
PDF Esforço financeiro público 255 KB
PDF Estatutos 228 KB
PDF Ficha síntese 484 KB
PDF Função de tutela e accionista 12 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 376 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 1.92 MB
PDF Príncipios de Bom Governo 460 KB
€ 40.412.650,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 4.174.810,00 % DGTF
PDF Caracterização da empresa 489 KB
PDF Esforço financeiro público 324 KB
PDF Estatutos 603 KB
PDF Ficha síntese 1.13 MB
PDF Informação financeira histórica e actual 778 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 1.28 MB
PDF Princípios de Bom Governo 668 KB
PVCI - Portugal Venture Capital Initiative, SA
€ 111.330.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 12.500.000,00 % DGTF
€ 1.432.773.340,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 1.432.773.340,00 % DGTF
A missão e objectivos são fixados na Lei e nos Contratos de Concessão. As políticas da Empresa são estabelecidas pelo Conselho de Administração, em linha com os objectivos fixados e as orientações que vêm sendo transmitidas pelas Tutelas.
Em especial, quanto aos objectivos financeiros, estão fixados no Acordo da Reestruturação Financeira e a análise detalhada do seu cumprimento consta do relatório específico previsto no Contrato de Concessão.
PDF Caracterização da Empresa 278 KB
PDF Estatutos - em revisão 214 KB
PDF Ficha síntese 109 KB
PDF Informação financeira histórica e actual 453 KB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 855 KB
PDF Príncipios de Bom Governo 445 KB
SANJIMO - Soc. Imobiliária SA
€ 61.876,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 4.930,12 % DGTF
Sociedade Águas da Curia,SA
€ 2.000.000,00 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 1.010,00 % DGTF
Sociedade Imagem Real,Lda
€ 288,31 % DGTF
€ 16.514.538,40 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 15.078.666,40 % DGTF
A SOFID deve envidar esforços para que projectos de internacionalização sólidos e que tragam benefícios para a economia do país beneficiário obtenham financiamento.
PDF Caracterização da Empresa 342 KB
PDF Esforço financeiro público - em revisão 195 KB
PDF Estatutos 473 KB
PDF Ficha síntese - em revisão 299 KB
PDF Função de tutela e accionista 181 KB
PDF Informação financeira histórica e actual - em revisão 1.89 MB
PDF Modelo de governo/Membros dos órgãos sociais 822 KB
PDF Príncipios de Bom Governo - em revisão 832 KB
€ 812.107.574,17 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 136,13 % DGTF
Sonagi - Sociedade Nacional Gestão Investimento, SGPS, SA
€ 11.28100 % DGTF
SPIDOURO-Soc. Prom. Inv. Douro Trás-os-Montes SA
€ 901.942,50 Valor Nominal da Participação DGTF
€ 74.850,00 % DGTF