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Timestamp: 2019-09-16 22:44:11+00:00
Document Index: 25055597

Matched Legal Cases: ['Artigo 167', 'Artigo 9', 'Artigo 9', 'Artigo 3', 'Artigo 3', 'Artigo 36']

Lei 10188/01 | Lei no 10.188, de 12 de fevereiro de 2001, Presidência da Republica
Lei 10188/01 | Lei no 10.188, de 12 de fevereiro de 2001
Regulamenta a Lei no 9.972, de 25 de maio de 2000, que institui a classificação de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico e dá outras providências. Ver tópico (31836 documentos)
O VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no exercício do cargo de Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 11 da Lei no 9.972, de 25 de maio de 2000, DECRETA:
Art. 1o É obrigatória, em todo o território nacional, a classificação de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico: Ver tópico (4514 documentos)
I - quando destinados diretamente à alimentação humana; Ver tópico
II - nas operações de compra e venda do Poder Público; e Ver tópico
III - nos portos, aeroportos, terminais alfandegados e demais postos de fronteira, quando da importação. Ver tópico
§ 1o Consideram-se como produtos vegetais, seus subprodutos ou resíduos de valor econômico destinados diretamente à alimentação humana aqueles que, a granel ou embalados, estejam em condições de serem oferecidos ao consumidor final. Ver tópico (906 documentos)
Art. 2o A classificação é o ato de determinar as qualidades intrínsecas e extrínsecas de um produto vegetal, seus subprodutos e resíduos de valor econômico, com base em padrões oficiais, físicos ou descritos, e está sujeita à organização normativa, à supervisão técnica, ao controle e à fiscalização do Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Ver tópico (3899 documentos)
Art. 3o O Ministério da Agricultura e do Abastecimento, mediante credenciamento, autorizará os Estados e o Distrito Federal, diretamente ou por intermédio de seus órgãos ou empresas especializadas, as cooperativas agrícolas, as empresas ou entidades especializadas na atividade, as bolsas de mercadorias, as universidades e institutos de pesquisa a executarem a classificação de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico, quando destinados diretamente à alimentação humana e nas operações de compra e venda do Poder Público. Ver tópico (569 documentos)
§ 1o Entende-se por empresa ou entidade especializada na atividade de classificação aquela que, no seu todo ou por meio de departamentos, disponha de estrutura física, de instalações e equipamentos e de profissionais habilitados para execução de tais serviços para si ou para terceiros. Ver tópico (1 documento)
§ 2o O credenciamento de que trata este artigo será feito por produto e terá validade em todo o território nacional. Ver tópico (1 documento)
§ 3o Caberá ao Ministério da Agricultura e do Abastecimento divulgar a relação das entidades credenciadas a executar a classificação de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico. Ver tópico (284 documentos)
§ 4o O credenciamento implica a observância do disposto na Lei no 9.972, de 25 de maio de 2000, neste Decreto e nos demais atos normativos deles decorrentes. Ver tópico (75 documentos)
Art. 4o O Ministério da Agricultura e do Abastecimento baixará, no prazo máximo de noventa dias da publicação deste Decreto, instruções para definir os requisitos, os critérios, a estrutura e as instalações exigidas, os prazos e as demais condições para o credenciamento previsto no art. 3o. Ver tópico (2683 documentos)
Art. 5o Para efeito deste Decreto, entende-se por classificador o profissional, pessoa física, devidamente habilitado e registrado no Ministério da Agricultura e do Abastecimento, responsável pela classificação dos produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico. Ver tópico (101 documentos)
Parágrafo único. O classificador deverá ser habilitado em curso específico, devidamente homologado e supervisionado pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento, e cumprir os demais requisitos estabelecidos em atos normativos complementares. Ver tópico (8 documentos)
Art. 6o A classificação dos produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico nas operações de compra e venda do Poder Público, na forma do que dispõe o § 1o do art. 1o da Lei no 9.972, de 2000, será de responsabilidade do órgão ou instituição do Poder Público que coordena o processo de aquisição e alienação, que poderá repassá-la às entidades credenciadas, na forma definida no art. 3o deste Decreto, para a prestação de serviços de classificação. Ver tópico (763 documentos)
Parágrafo único. Nas compras do setor público, os alimentos rotulados e embalados serão dispensados de nova classificação. Ver tópico (72 documentos)
Art. 7o A classificação dos produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico importados, na forma do que dispõe o § 2o do art. 1o da Lei no 9.972, de 2000, será executada diretamente pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento, que poderá utilizar o apoio operacional e laboratorial das entidades credenciadas para a prestação de serviços de classificação. Ver tópico (24 documentos)
Parágrafo único. A classificação nos portos, aeroportos, terminais alfandegados e demais postos de fronteira tem como objetivo aferir a conformidade dos produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico importados, com os padrões estabelecidos pela legislação nacional específica. Ver tópico
Art. 8o Serão objeto de classificação todos os produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico que possuam padrão oficial estabelecido pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Ver tópico (303 documentos)
Art. 9o O resultado da classificação será em função da amostra. Ver tópico (9458 documentos)
§ 1o A metodologia, os critérios e os procedimentos necessários à retirada de amostras ou à amostragem serão fixados pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Ver tópico
§ 2o Caberá ao detentor do produto arcar com a sua movimentação, independentemente da forma em que se encontre armazenado, bem como propiciar as condições necessárias à sua adequada amostragem. Ver tópico
§ 3o As amostras coletadas, que servirão de base para a classificação, deverão ser identificadas com o lote ou volume do produto do qual se originaram. Ver tópico
§ 4o Responderá legalmente pela representatividade da amostra a pessoa física ou jurídica que a coletou. Ver tópico
§ 5o Havendo contestação do resultado da classificação, poderá ser realizada arbitragem observando critérios, procedimentos e prazos a serem regulamentados pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Ver tópico
Art. 10. Fica sujeito a nova classificação o produto vegetal, subproduto e resíduo de valor econômico que por qualquer motivo perder a sua identidade ou for misturado ou mesclado com produto de outra classificação. Ver tópico (1214 documentos)
Parágrafo único. No caso de produtos ou lotes de produtos fracionáveis ou estocados a granel, a adição de parcelas ou parte do produto ao quantitativo total classificado torna obrigatória nova classificação. Ver tópico
Art. 11. O Certificado de Classificação é documento hábil para comprovar a realização da classificação obrigatória de que trata o art. 1o deste Decreto, devendo corresponder a um determinado lote do produto classificado. Ver tópico
§ 1o A indicação da classificação nos rótulos, embalagens e marcações dos produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico dispensará a apresentação do Certificado de Classificação previsto no caput deste artigo. Ver tópico
§ 2o Os modelos e operacionalização da classificação serão definidos pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento, em ato normativo específico. Ver tópico
DA PADRONIZAÇÃO
Art. 12. O Ministério da Agricultura e do Abastecimento estabelecerá os critérios e procedimentos técnicos para elaboração dos padrões oficiais de classificação, bem com a sua revisão e acompanhamento, assegurando, em sua discussão, a participação do setor de agronegócios e demais segmentos interessados. Ver tópico (1 documento)
§ 1o Para efeito deste artigo, entende-se por padrão oficial o conjunto das especificações de identidade e qualidade de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico, contidas em regulamento técnico, podendo, inclusive, dispor de modelos-tipo ou padrões físicos desses produtos, quando couber. Ver tópico
§ 2o Os padrões oficiais dos produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico deverão ser revistos em períodos máximos de cinco anos, ou a qualquer tempo, a requerimento dos setores interessados. Ver tópico
§ 3o Em caso de situações excepcionais, o Ministério da Agricultura e do Abastecimento poderá alterar temporariamente as especificações dos padrões oficiais, por período máximo equivalente ao ano-safra do produto. Ver tópico
Art. 13. O Ministério da Agricultura e do Abastecimento estabelecerá regulamentos técnicos para cada produto vegetal, seus subprodutos e resíduos de valor econômico sujeito a classificação, definindo o padrão oficial de classificação, com os requisitos de identidade e qualidade intrínseca e extrínseca, a amostragem e a marcação ou rotulagem. Ver tópico
§ 1o A classificação dos produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico deverá constar nos respectivos rótulos, marcações ou embalagens, observadas as orientações do Ministério da Agricultura e do Abastecimento e demais exigências legais. Ver tópico
§ 2o A classificação de que trata o parágrafo anterior deverá representar fielmente o produto ou lote. Ver tópico
Art. 14. Os padrões físicos são representados por série de amostras que devem corresponder rigorosamente às respectivas especificações descritivas do produto, e ser confeccionados e custeados pelo interessado, cabendo ao Ministério da Agricultura e do Abastecimento a aprovação e o estabelecimento dos seus prazos de validade e das suas condições de uso e conservação. Ver tópico
DO CADASTRO GERAL DE CLASSIFICAÇÃO
Art. 15. É obrigatório, para fins de controle e fiscalização, o Cadastro-Geral de Classificação. Ver tópico
§ 1o As pessoas físicas habilitadas e as jurídicas, de direito público ou privado, credenciadas pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento para realizar a classificação, deverão estar registradas no Cadastro-Geral de Classificação Ver tópico
§ 2o Os requisitos, prazos, critérios e demais procedimentos para o registro no Cadastro-Geral de Classificação referido neste artigo serão estabelecidos em ato normativo do Ministério da Agricultura e do Abastecimento, no prazo máximo de noventa dias da publicação deste Decreto. Ver tópico
§ 3o Como instrumento de auxílio à comercialização, o Ministério da Agricultura e do Abastecimento poderá instituir sistema voluntário de certificação de empresas e produtores relacionados com as atividades de seleção, acondicionamento e empacotamento de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico, observada a legislação específica. Ver tópico
Art. 16. A fiscalização da classificação consiste no conjunto de ações diretas com o objetivo de aferir e controlar: Ver tópico
I - a habilitação das pessoas físicas e o credenciamento das pessoas jurídicas envolvidas no processo de classificação; Ver tópico
II - a execução dos serviços credenciados no que se refere a requisitos técnicos de instalações, equipamentos, sistema de controle de processos e garantia de qualidade dos serviços e produtos, bem como a expedição dos certificados; Ver tópico
III - a exatidão da classificação dos produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico; Ver tópico
IV - o cumprimento das disposições contidas na Lei no 9.972, de 2000, neste Decreto e nos demais atos normativos atinentes à matéria. Ver tópico
§ 1o O Ministério da Agricultura e do Abastecimento poderá delegar a fiscalização de que trata este artigo aos Estados e ao Distrito Federal, desde que não tenham sido credenciados nos termos do art. 3o deste Decreto. Ver tópico
§ 2o A execução das atribuições delegadas ficará sujeita à coordenação, supervisão e avaliação do Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Ver tópico
§ 3o A fiscalização nos portos, aeroportos, terminais alfandegados e demais postos de fronteira objetiva controlar, do ponto-de-vista da classificação, a conformidade dos produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico, com os padrões estabelecidos pela legislação nacional específica. Ver tópico
§ 4o A fiscalização será exercida por servidor público credenciado e identificado funcionalmente pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento ou pela Unidade da Federação que tenha recebido esta delegação. Ver tópico
§ 5o Ficam as pessoas físicas e jurídicas obrigadas a permitir a fiscalização das atividades previstas neste Decreto. Ver tópico
§ 6o Os agentes de fiscalização quando no exercício de suas funções e mediante identificação terão livre acesso aos estabelecimentos, produtos e documentos a que se refere este Decreto, sendo-lhes facultada a solicitação de auxílio policial, no caso de recusa ou embaraço à sua ação. Ver tópico
Art. 17. A aferição da qualidade dos produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico classificados será realizada mediante a classificação de fiscalização, cujos procedimentos serão regulamentados pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Ver tópico
§ 1o As análises dos produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico objeto de classificação de fiscalização serão feitas em laboratórios oficiais ou credenciados pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Ver tópico
§ 2o O órgão de fiscalização informará ao interessado sobre o resultado da classificação de fiscalização. Ver tópico
§ 3o O interessado, quando discordar do resultado da classificação de fiscalização poderá requerer a perícia, no prazo máximo de cinco dias, contados da data de recebimento do resultado. Ver tópico
§ 4o Requerida a perícia, esta será realizada por dois profissionais legalmente habilitados, sendo um deles indicado pelo interessado e o outro pelo órgão fiscalizador, os quais efetuarão a classificação e a análise da amostra de contra-prova com observância dos padrões de identidade e de qualidade específicos e dos métodos analíticos oficiais. Ver tópico
§ 5o Notificado o interessado, em tempo hábil e por escrito, da data, hora e local em que se realizará a perícia, o não-comparecimento de seu perito, na data, hora e local aprazados, implicará a aceitação do resultado da classificação de fiscalização. Ver tópico
§ 6o A amostra de contra-prova deverá apresentar-se inviolada, o que será, obrigatoriamente, atestado pelos peritos. Ver tópico
§ 7o Ocorrendo a violação da amostra de contra-prova, o processo de fiscalização será arquivado, instaurando-se sindicância para apuração de responsabilidade por essa violação. Ver tópico
§ 8o As análises periciais e seus resultados constarão de ata lavrada e assinada pelas partes envolvidas, mencionando os procedimentos e as ocorrências verificadas Ver tópico
§ 9o Concluída a análise pericial, a autoridade fiscalizadora comunicará ao interessado o resultado final e adotará as providências cabíveis. Ver tópico
Art. 18. A infringência às disposições contidas na Lei no 9.972, de 2000, neste Decreto e nos demais atos normativos deles decorrentes sujeita o infrator, sem prejuízo das responsabilidades civil e penal cabíveis, à aplicação, isolada ou cumulativamente, das sanções previstas neste artigo. Ver tópico
§ 1o O descumprimento de disposições relacionadas com a prestação de serviços de classificação de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico sujeita as pessoas físicas habilitadas como classificadores e as pessoas jurídicas credenciadas na forma definida no art. 3o deste Decreto às seguintes sanções administrativas: Ver tópico
II - multa de até R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais); Ver tópico
III - suspensão do credenciamento; e Ver tópico
IV - cassação ou cancelamento do credenciamento. Ver tópico
§ 2o O descumprimento de disposições relacionadas com a classificação dos produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico e matérias-primas sujeita as pessoas físicas e jurídicas que processam, embalam, distribuam ou comercializem esses produtos às seguintes sanções administrativas: Ver tópico
III - suspensão da comercialização do produto; Ver tópico
IV - apreensão ou condenação das matérias-primas e produtos; e Ver tópico
V - interdição do estabelecimento. Ver tópico
§ 3o Responde isolado ou solidariamente pelas infrações ao disposto neste Decreto, quem lhe der causa ou dela obtiver vantagem. Ver tópico
Art. 19. As pessoas físicas e jurídicas envolvidas com as atividades previstas neste Decreto ficam obrigadas a: Ver tópico
I - comunicar ao Ministério da Agricultura e do Abastecimento qualquer alteração dos elementos informativos e documentais; Ver tópico
II - atender às exigências e respeitar os prazos dispostos na intimação; Ver tópico
III - cumprir com as exigências regulamentares de classificação e fiscalização de produtos vegetais, subprodutos e resíduos de valor econômico; Ver tópico
IV - colocar no mercado de consumo produto em acordo com os requisitos legais; Ver tópico
V - realizar a classificação obrigatória nos termos fixados pelo art. 1o deste Decreto; Ver tópico
VI - dispor dos documentos comprobatórios de registro, credenciamento ou habilitação, devidamente regularizados e atualizados para fornecer serviços de classificação; Ver tópico
VII - observar as normas constantes neste Decreto e demais atos administrativos dele decorrente; Ver tópico
VIII - facilitar a ação fiscalizadora; e Ver tópico
IX - cumprir as penalidades impostas. Ver tópico
Art. 20. As infrações classificam-se como de natureza leve, grave e gravíssima. Ver tópico (1 documento)
§ 1o Infrações de natureza leve são aquelas em que o infrator tenha sido beneficiado por circunstância atenuante. Ver tópico
§ 2o Infrações de natureza grave são aquelas em que for verificada uma circunstância agravante. Ver tópico
§ 3o Infrações de natureza gravíssima são aquelas em que for verificada a ocorrência de duas ou mais circunstâncias agravantes. Ver tópico
Art. 21. Serão considerados, para efeito de fixação das penalidades, a gravidade do fato, os antecedentes do infrator e as circunstâncias atenuantes e agravantes. Ver tópico
§ 1o São circunstâncias atenuantes: Ver tópico
I - a ação do infrator não ter sido fundamental para a consecução da infração; Ver tópico
II - a iniciativa do infrator no sentido de procurar minorar ou reparar as conseqüências do ato lesivo pelo qual for responsável; e Ver tópico
III - ser primário o infrator ou acidental o cometimento da infração. Ver tópico
§ 2o São circunstâncias agravantes: Ver tópico
I - a reincidência; Ver tópico
II - a prática da infração com vistas à obtenção de qualquer tipo de vantagem; Ver tópico
III - o conhecimento da lesividade do ato pelo infrator e a abstenção na adoção das providências necessárias a evitar ou reparar a lesão; Ver tópico
IV - a coação de terceiro para a execução material da infração; Ver tópico
V - a criação de obstáculo ou embaraço à ação de inspeção, supervisão, auditoria e fiscalização; Ver tópico
VI - o dolo, a má-fé e a fraude; e Ver tópico
VII - o uso de ardil, simulação ou outro artifício, visando encobrir a infração ou impedir a ação fiscalizadora. Ver tópico
§ 3o No concurso de circunstâncias atenuante e agravante, a aplicação da sanção será considerada em razão da que seja preponderante. Ver tópico
§ 4o Verifica-se a reincidência quando o infrator cometer outra infração, depois de transitado em julgado da decisão que o tenha condenado pela infração anterior, podendo ser genérica ou específica. Ver tópico
§ 5o A reincidência genérica é a repetição de qualquer outro tipo de infração. Ver tópico
§ 6o A reincidência específica é caracterizada pela repetição de idêntica infração. Ver tópico
§ 7o A reincidência genérica acarretará a duplicação da multa que vier a ser aplicada e a específica, o agravamento da classificação da infração e a aplicação da multa no grau máximo desta nova classe, sendo que: Ver tópico
I - a infração de natureza leve passa a ser considerada como grave; Ver tópico
II - a infração de natureza grave passa a ser considerada como gravíssima; e Ver tópico
III - na infração de natureza gravíssima o valor da multa em seu grau máximo será aplicado em dobro. Ver tópico
§ 8o Apurando-se no mesmo processo a prática de duas ou mais infrações, aplicar-se-ão multas cumulativas. Ver tópico
Art. 22. A pena de advertência será aplicada isoladamente sem a previsão de multas na infração de natureza leve, nos casos em que o infrator for primário e não tiver agido com dolo, podendo o dano ser reparado se a infração não estiver relacionada com as características qualitativas do produto vegetal, seu subproduto e resíduos de valor econômico. Ver tópico
Art. 23. As multas previstas neste Decreto serão aplicadas na forma definida por este artigo. Ver tópico
§ 1o Quando a infração se referir ao descumprimento, pelas pessoas físicas e jurídicas citadas no § 1o do art. 18 deste Decreto, de disposições relacionadas com a prestação de serviços de classificação de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico, as multas observarão a seguinte graduação: Ver tópico
I - até R$ 2.000,00 (dois mil reais), quando a infração for de natureza leve; Ver tópico
II - até R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais), quando a infração for de natureza grave; Ver tópico
III - até R$ 50.000,00 (cinqüenta mil reais), quando a infração for de natureza grave com reincidência; e Ver tópico
IV - até R$ 100.000,00 (cem mil reais), quando a infração for de natureza gravíssima. Ver tópico
§ 2o Quando a infração se referir ao descumprimento, pelas pessoas físicas e jurídicas citadas no § 2o do art. 18 deste Decreto, de disposições relacionadas com classificação dos produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico, as multas observarão a seguinte gradação: Ver tópico
I - multa de R$ 1.000,00 (mil reais) acrescida do equivalente a vinte por cento do valor comercial da mercadoria fiscalizada, limitada a R$ 75.000,00 (setenta e cinco mil reais) na infração de natureza leve; Ver tópico
II - multa de R$ 2.000,00 (dois mil reais) acrescida do equivalente a vinte por cento do valor comercial da mercadoria fiscalizada, limitada a R$ 150.000,00 (cento e cinqüenta mil reais), na infração de natureza grave; e Ver tópico
III - multa de R$ 4.000,00 (quatro mil reais) acrescida do equivalente a vinte por cento do valor comercial da mercadoria fiscalizada, limitada a R$ 250.000,00 (duzentos e cinqüenta mil reais), na infração de natureza gravíssima. Ver tópico
§ 3o Quando a infração se referir ao descumprimento pelas pessoas físicas e jurídicas citadas no § 2o do art. 18 deste Decreto, de disposições relacionadas com a prestação de serviços de classificação de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico e não relacionadas com quantitativos de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico, as multas observarão à seguinte gradação: Ver tópico
Art. 24. Quando a infração constituir crime ou contravenção, ou lesão à Fazenda Pública ou ao consumidor, a autoridade fiscalizadora representará junto ao órgão competente para apuração das responsabilidades penal e administrativa. Ver tópico
Art. 25. A pena de multa poderá ser aplicada ao infrator primário ou reincidente, isolada ou cumulativamente com as demais sanções, e será graduada de acordo com a gravidade da infração e a vantagem auferida pelo infrator. Ver tópico
Art. 26. A suspensão da comercialização de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico constitui medida cautelar e deverá ser aplicada quando: Ver tópico
I - existirem indícios de que produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico não correspondem às especificações relativas à classificação contidas na embalagem, no rótulo ou na marcação; Ver tópico
II - os produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico se apresentarem mal conservados, com indícios de contaminação, com embalagens danificadas, estocados ou expostos de forma inadequada ou que possa comprometer sua classificação; e Ver tópico
III - ocorrer violação às obrigações estabelecidas neste Decreto e nos demais atos administrativos. Ver tópico
§ 1o A suspensão da comercialização dos produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico, prevista nos incisos I e II deste artigo, obriga a realização de classificação fiscal, mediante a coleta de amostras e análise de verificação. Ver tópico
§ 2o A suspensão da comercialização será sempre efetuada no ato da ação fiscalizadora, ficando os produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico sob a guarda do seu detentor, que será seu depositário, até a conclusão da classificação fiscal. Ver tópico
§ 3o No auto de suspensão da comercialização deverá constar o prazo máximo da medida suspensiva, que será definido pelo responsável pela fiscalização, considerando o prazo de validade do produto vegetal, subproduto e resíduo de valor econômico fiscalizado, bem como as exigências ou providências a serem tomadas. Ver tópico
Art. 27. A apreensão de produtos, seus subprodutos e resíduos de valor econômico é a medida administrativa que visa impedir a sua utilização quando inadequados e deverá ser adotada nos seguintes casos: Ver tópico
I - quando forem comprovadas divergências entre as especificações relativas à classificação e as apuradas na classificação fiscal; Ver tópico
II - quando for comprovada fraude ou adulteração; Ver tópico
III - quando houver descumprimento de exigência determinada pela fiscalização; e Ver tópico
IV - quando for comprovada a inadequação ou impropriedade para consumo ou uso a que se destina. Ver tópico
Parágrafo único. A critério da autoridade julgadora do Ministério da Agricultura e do Abastecimento, os produtos, seus subprodutos e resíduos de valor econômico apreendidos poderão ser alienados ou doados a instituições públicas ou privadas, beneficentes, de caridade ou filantrópicas, desde que estejam aptos para uso ou consumo. Ver tópico
Art. 28. A condenação é a penalidade imposta aos produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico apreendidos que se apresentem comprovadamente impróprios ao uso ou consumo. Ver tópico
§ 1o Os produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico condenados devem ser destinados para outros fins ou destruídos, a critério da autoridade competente, ficando o ônus da operação a cargo do detentor do produto. Ver tópico
§ 2o A inutilização de produto ou matéria-prima condenados deverá ser executada pela fiscalização, após a remessa de notificação ao autuado. Ver tópico
Art. 29. Fica o detentor ou responsável pelo produto vegetal, subproduto e resíduos de valor econômico, cuja comercialização foi suspensa ou que se encontra apreendido ou condenado, proibido de movimentar, remover, modificar, desviar, subtrair, substituir, extraviar, comercializar ou dar outra destinação, no todo ou em parte, sem a permissão expressa da autoridade fiscalizadora. Ver tópico
Art. 30. A interdição do estabelecimento é o ato administrativo que priva qualquer instituição de seu funcionamento, devendo ser aplicada: Ver tópico
I - de forma temporária: Ver tópico
a) quando a infração foi cometida acidentalmente; Ver tópico
b) quando a entidade estiver exercendo atividade de classificação de produto vegetal, subproduto e resíduo de valor econômico sem ser credenciada pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento; e Ver tópico
c) quando apresentar irregularidades relacionadas com as atividades de classificação, seleção, acondicionamento ou empacotamento de produtos, seus subprodutos ou resíduos de valor econômico.; Ver tópico
II - na forma disciplinada no art. 20 deste Decreto: Ver tópico
a) quando o infrator se recusar a cumprir com as penalidades impostas; Ver tópico
b) quando o infrator praticar violação contumaz à legislação da classificação de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico; e Ver tópico
c) quando ficar comprovado dolo ou má fé. Ver tópico
§ 1o A autoridade fiscalizadora estabelecerá exigências a serem cumpridas e fixará o prazo com vistas a desinterdição do estabelecimento interditado temporariamente. Ver tópico
§ 2o Fica estabelecido o prazo mínimo de dois anos e máximo de cinco anos para a pena de interdição segundo a gravidade definida no art. 20 deste Decreto. Ver tópico
Art. 31. A suspensão do credenciamento é medida cautelar de ação fiscal que suspende por tempo determinado a habilitação e o credenciamento da pessoa física e da pessoa jurídica para executar a classificação de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico e será aplicada nos seguintes casos: Ver tópico
I - descumprimento das exigências estabelecidas em ato da ação fiscalizadora; Ver tópico
II - utilizar equipamentos não compatíveis com a atividade, insuficientes ou sem a devida manutenção; Ver tópico
III - instalações inadequadas; Ver tópico
IV - execução de classificação de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico não compatível com a habilitação do responsável técnico ou classificador; Ver tópico
V - habilitação do classificador vencida; e Ver tópico
VI - irregularidade de natureza gravíssima. Ver tópico
Parágrafo único. No ato da suspensão do credenciamento, deverão ser estabelecidas as exigências e o prazo para o seu cumprimento. Ver tópico
Art. 32. A cassação ou cancelamento do credenciamento é ato administrativo que torna sem efeito a autorização para que as pessoas físicas e jurídicas exerçam a classificação de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico e será aplicada nos seguintes casos: Ver tópico
I - quando houver reincidência de infração já punida com suspensão da habilitação e do credenciamento; Ver tópico
II - quando ficar comprovado dolo, má fé ou ausência de idoneidade; e Ver tópico
III - quando não forem cumpridas ou sanadas as exigências relativas às irregularidades comprovadas e elencadas no momento da suspensão do credenciamento. Ver tópico
Parágrafo único. Fica estabelecido o prazo mínimo de dois anos e máximo de cinco anos, para a pena de cassação ou cancelamento, prevista no caput deste artigo. Ver tópico
Art. 33. As infrações à legislação aplicável à matéria serão apuradas em procedimento administrativo próprio, iniciado com a lavratura de auto de infração, observados o rito, procedimentos e prazos estabelecidos neste Decreto e nos demais atos normativos. Ver tópico
Art. 34. A defesa deverá ser apresentada, por escrito, no prazo de dez dias, contados da data do recebimento do auto de infração, junto à representação do Ministério da Agricultura e do Abastecimento da jurisdição onde foi constatada a infração, devendo ser juntada ao processo administrativo. Ver tópico
Art. 35. Decorrido o prazo legal, e sem que haja apresentação de defesa, o autuado será considerado revel, procedendo-se a juntada ao processo do termo de revelia, tendo a autoridade julgadora da jurisdição da ocorrência da infração prazo máximo de trinta dias para instruí-lo, com relatório, e proceder ao julgamento em primeira instância, notificando o infrator. Ver tópico
Art. 36. Das decisões administrativas cabe recurso, em face de razões de legalidade e de mérito. Ver tópico
§ 1o O recurso será dirigido à autoridade que proferiu a decisão, a qual, se não a reconsiderar no prazo de cinco dias, o encaminhará à autoridade superior, que terá o prazo máximo de trinta dias para proceder ao julgamento em segunda instância. Ver tópico
§ 2o O prazo para interposição de recurso administrativo é de dez dias, contados a partir da ciência ou divulgação oficial da decisão recorrida. Ver tópico
Art. 37. A multa deverá ser recolhida no prazo de trinta dias, a contar do recebimento da notificação, conforme instrução a ser baixada pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Ver tópico
§ 1o A multa recolhida no prazo de quinze dias, sem interposição de recurso, terá a redução de trinta por cento do seu valor. Ver tópico
§ 2o A multa que não for paga no prazo previsto na notificação será cobrada judicialmente, após sua inscrição na dívida ativa da União. Ver tópico
Art. 38. Os prazos começam a correr a partir da notificação oficial, excluindo-se da contagem o dia do começo e incluindo-se o do vencimento. Ver tópico
§ 1o Considera-se prorrogado o prazo até o primeiro dia útil seguinte, se o vencimento cair em dia em que não houve expediente ou este for encerrado antes da hora normal. Ver tópico
§ 2o Os prazos expressos em dias contam-se de modo contínuo. Ver tópico
Art. 39. Os pedidos de cancelamento de credenciamento, bem como as sanções de cancelamento ou cassação de credenciamento serão publicadas no Diário Oficial da União. Ver tópico
Art. 40. Quando a entidade tiver o seu credenciamento cassado ou cancelado, seus dirigentes não poderão participar como controladores ou dirigentes de outras entidades prestadoras de serviços de classificação de produtos vegetais, subprodutos e resíduos de valor econômico por um período de dois anos, contados da data de publicação da cassação ou cancelamento no Diário Oficial da União. Ver tópico
Art. 41. São documentos de fiscalização: Ver tópico
I - Intimação; Ver tópico
II - Auto de Coleta de Amostra; Ver tópico
III - Termo de Suspensão da Comercialização do Produto; Ver tópico
IV - Termo de Suspensão do Credenciamento; Ver tópico
V - Auto de Infração; e Ver tópico
VI - Termos de Execução de Julgamento determinando a: Ver tópico
a) Apreensão de Produto; Ver tópico
b) Liberação de Produto; Ver tópico
c) Condenação de Produto; Ver tópico
d) Destinação de Produto e de Matérias-Primas; Ver tópico
e) Interdição do Estabelecimento; e Ver tópico
f) Cassação ou Cancelamento do Credenciamento; Ver tópico
VII - Termo de Revelia; Ver tópico
VIII - Termo Aditivo; Ver tópico
IX - Notificação. Ver tópico
§ 1o A Intimação é o instrumento hábil para determinar e orientar a reparação de casos relacionados com adequação de equipamento ou instalação, bem como a solicitação de documentos e outras providencias e deverá: Ver tópico
I - mencionar expressamente a providência exigida; e Ver tópico
II - fixar o prazo máximo para cumprimento da determinação, prorrogável por igual período, mediante pedido fundamentado, por escrito, do interessado. Ver tópico
§ 2o Decorrido o prazo estipulado na intimação sem que haja o cumprimento da exigência, lavrar-se-á o Auto de Infração. Ver tópico
§ 3o O Auto de Coleta de Amostras é o documento hábil para início do trabalho de aferição de qualidade e de conformidade dos produtos vegetais, subprodutos e resíduos de valor econômico. Ver tópico
§ 4o O Termo de Suspensão da Comercialização do Produto é o documento hábil para aplicação da medida cautelar, conforme previsto no art. 26, e seus incisos, deste Decreto. Ver tópico
§ 5o O Termo de Suspensão do Credenciamento é o documento hábil para aplicação da medida cautelar, conforme previsto no art. 31 e seus incisos. Ver tópico
§ 6o O Auto de Infração é o documento hábil para início do processo administrativo de apuração de infrações previstas na Lei no 9.972, de 2000, neste Decreto e nos demais atos normativos deles decorrentes, e será lavrado pela autoridade competente, no ato da constatação de qualquer irregularidade decorrente do descumprimento ou inobservância de exigência legal. Ver tópico
§ 7o As omissões ou incorreções na lavratura do Auto de Infração, que não se constituam em vícios insanáveis, não acarretarão sua nulidade quando do processo constarem os elementos necessários à correta determinação da infração e do infrator ou quando puderem ser sanadas por meio de Termo Aditivo. Ver tópico
§ 8o O Termo de Execução de Julgamento é o documento hábil para configurar os atos de execução das seguintes decisões administrativas : Ver tópico
I - apreensão das matérias primas e produtos; Ver tópico
II - liberação das matérias primas e produtos; Ver tópico
III - condenação das matérias primas e produtos; Ver tópico
IV - destinação das matérias primas e produtos; Ver tópico
V - interdição do estabelecimento; Ver tópico
VI - cassação ou cancelamento do credenciamento. Ver tópico
§ 9o O Termo Aditivo é o documento legal destinado a corrigir eventuais impropriedades na emissão dos documentos fiscais, assim como para acrescentar informação neles omitida. Ver tópico
§ 10. A Notificação é o documento hábil para cientificar o infrator dos julgamentos proferidos em todas as instâncias administrativas. Ver tópico
§ 11. O Termo de Revelia é o instrumento que documenta a não apresentação da defesa, dentro do prazo legal. Ver tópico
Art. 42. A forma, os modelos e procedimentos relativos aos documentos citados no artigo anterior e os critérios, as exigências e a operacionalização da fiscalização serão definidos pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento, em ato normativo específico, no prazo máximo de noventa dias da publicação deste Decreto. Ver tópico
Art. 43. Em caso de recusa do infrator, seu mandatário ou preposto, em assinar os documentos lavrados pelo fiscal, o fato será consignado nos autos e termos, remetendo-se ao autuado, por via postal, com aviso de recebimento ou outro procedimento equivalente. Ver tópico
Art. 44. Quando o infrator, seu mandatário ou preposto, não puder ser notificado, pessoalmente ou por via postal, será feita a notificação por edital, a ser afixado nas dependências do órgão fiscalizador, em lugar público, pelo prazo de dez dias, ou divulgado, pelo menos uma vez, na imprensa oficial ou em jornal de circulação local, tendo os mesmos efeitos de cientificação da notificação. Ver tópico
Art. 45. Para efeito de reincidência, não prevalece a sanção anterior, se entre a data da decisão administrativa definitiva e aquela da prática posterior houver decorrido período de tempo superior a cinco anos. Ver tópico
Art. 46. Prescrevem em cinco anos as ações punitivas decorrentes deste Decreto, contados da data da prática da infração. Ver tópico
Art. 47. O Ministério da Agricultura e do Abastecimento fixará os emolumentos devidos em razão da classificação obrigatória de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico quando da importação, do credenciamento inicial e suas atualizações e demais serviços por ele prestados. Ver tópico
Art. 48. Os emolumentos devidos em razão do serviço de classificação obrigatória dos produtos destinados diretamente à alimentação humana e nas compras e vendas do Poder Público serão livremente pactuados entre as partes contratantes. Ver tópico
Art. 49. As pessoas jurídicas credenciadas para a execução da classificação ficam obrigadas a dar publicidade aos seus preços de classificação, discriminando os diferentes valores por produto, regiões, safras, tamanhos de lotes e outras eventuais características. Ver tópico
Parágrafo único. A publicidade de que trata este artigo poderá ser feita por meio da disponibilização da lista de preços na página da entidade na Internet, publicação em periódico de grande circulação em sua área de atuação ou envio de correspondência diretamente aos interessados. Ver tópico
Art. 50. O Ministério da Agricultura e do Abastecimento editará normas específicas e simplificadas para os produtos vegetais perecíveis destinados diretamente à alimentação humana. Ver tópico
Art. 51. O Ministério da Agricultura e do Abastecimento editará normas específicas, complementares ao disposto neste Decreto. Ver tópico
Art. 52. Os casos omissos e as dúvidas suscitadas na execução deste Decreto serão resolvidas pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Ver tópico
Art. 53. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Ver tópico
Art. 54. Fica revogado o Decreto no 82.110, de 14 de agosto de 1978. Ver tópico
Brasília, 17 de novembro de 2000; 179o da Independência e 112o da República.
Este texto não substitui o publicado no D.O.U. de 20.11.2000
Lei nº 11.474 de 15 de Maio de 2007
Decreto nº 5.434 de 26 de Abril de 2005
Lei nº 10.859 de 14 de Abril de 2004
Decreto nº 4.918 de 16 de Dezembro de 2003
Lei nº 10.188 de 12 de Fevereiro de 2001
Inciso I do Artigo 167 da Lei nº 6.015 de 31 de Dezembro de 1973
Parágrafo 1 Artigo 9 da Lei nº 8.036 de 11 de Maio de 1990
Artigo 9 da Lei nº 8.036 de 11 de Maio de 1990
Inciso II do Artigo 3 da Lei nº 8.036 de 11 de Maio de 1990
Artigo 3 da Lei nº 8.036 de 11 de Maio de 1990
Artigo 36 da Lei nº 6.015 de 31 de Dezembro de 1973
Lei nº 8.677 de 13 de Julho de 1993
Lei nº 6.168 de 09 de Dezembro de 1974
Decreto nº 103 de 22 de Abril de 1991
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