Source: https://pt.scribd.com/document/187796440/Codigo-de-Etica-da-Psicopedagogia
Timestamp: 2020-07-08 02:26:36+00:00
Document Index: 11701673

Matched Legal Cases: ['Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 6', 'Artigo 7', 'Artigo 8', 'Artigo 9', 'Artigo 10', 'Artigo 11', 'Artigo 12', 'Artigo 13', 'Artigo 14', 'Artigo 15', 'Artigo 16', 'Artigo 17', 'Artigo 18', 'Artigo 19', 'Artigo 20']

Código de Ética da Psicopedagogia | Aprendizado | Julgamentos
salvarSalvar Código de Ética da Psicopedagogia para ler mais tarde
Código de Ética Dos Psicopedagogos_Atualizado 2011
Artigo Neurociencia Mito ou Realidade.pdf
A Psicopedagogia Institucional e a Busca Por Result a Dos Permanentes
A Arte No Atendimento Psicopedagógico Clínico
Psicopedagogia Reichiana VOLPI Sandra
Cdigo de tica da Psicopedagogia - ABPp
Reformulado pelo Conselho Nacional e Nato do binio 95/96 CAPTULO I - DOS PRINCPIOS Artigo 1 A psicopedagogia um campo de atuao em Sade e Educao que lida com o processo de aprendizagem humana; seus padres normais e patolgicos, considerando a influncia do meio _ famlia, escola e sociedade _ no seu desenvolvimento, utilizando procedimentos prprios da psicopedagogia. Pargrafo nico A interveno psicopedaggica sempre da ordem do conhecimento relacionado com o processo de aprendizagem Artigo 2 A Psicopedagogia de natureza interdisciplinar. Utiliza recursos das vrias reas do conhecimento humano para a compreenso do ato de aprender, no sentido ontogentico e filogentico, valendo-se de mtodos e tcnicas prprios. Artigo 3 O trabalho psicopedaggico de natureza clnica e institucional, de carter preventivo e/ou remediativo. Artigo 4 Estaro em condies de exerccio da Psicopedagogia os profissionais graduados em 3 grau, portadores de certificados de curso de Ps-Graduao de Psicopedagogia, ministrado em estabelecimento de ensino oficial e/ou reconhecido, ou mediante direitos adquiridos, sendo indispensvel submeter-se superviso e aconselhvel trabalho de formao pessoal. Artigo 5 O trabalho psicopedaggico tem como objetivo: (i) promover a aprendizagem, garantindo o bem-estar das pessoas em atendimento profissional, devendo valerse dos recursos disponveis, incluindo a relao interprofissional; (ii) realizar pesquisas cientficas no campo da Psicopedagogia. CAPTULO II - DAS RESPONSABILIDADES DOS PSICOPEDAGOGOS Artigo 6 So deveres fundamentais dos psicopedagogos: A) Manter-se atualizado quanto aos conhecimentos cientficos e tcnicos que tratem o fenmeno da aprendizagem humana; B) Zelar pelo bom relacionamento com especialistas de outras reas, mantendo uma atitude crtica, de abertura e respeito em relao s diferentes vises do mundo;
C) Assumir somente as responsabilidades para as quais esteja preparado dentro dos limites da competncia psicopedaggica; D) Colaborar com o progresso da Psicopedagogia; E) Difundir seus conhecimentos e prestar servios nas agremiaes de classe sempre que possvel; F) Responsabilizar-se pelas avaliaes feitas fornecendo ao cliente uma definio clara do seu diagnstico; G) Preservar a identidade, parecer e/ou diagnstico do cliente nos relatos e discusses feitos a ttulo de exemplos e estudos de casos; H) Responsabilizar-se por crtica feita a colegas na ausncia destes; I) Manter atitude de colaborao e solidariedade com colegas sem ser conivente ou acumpliciar-se, de qualquer forma, com o ato ilcito ou calnia. O respeito e a dignidade na relao profissional so deveres fundamentais do psicopedagogo para a harmonia da classe e manuteno do conceito pblico. CAPTULO III - DAS RELAES COM OUTRAS PROFISSES Artigo 7 O psicopedagogo procurar manter e desenvolver boas relaes com os componentes das diferentes categorias profissionais, observando, para este fim, o seguinte: A) Trabalhar nos estritos limites das atividades que lhes so reservadas; B) Reconhecer os casos pertencentes aos demais campos de especializao; encaminhando-os a profissionais habilitados e qualificados para o atendimento; CAPTULO IV - DO SIGILO Artigo 8 O psicopedagogo est obrigado a guardar segredo sobre fatos de que tenha conhecimento em decorrncia do exerccio de sua atividade. Pargrafo nico No se entende como quebra de sigilio, informar sobre cliente a especialistas comprometidos com o atendimento. Artigo 9 O psicopedagogo no revelar, como testemunha, fatos de que tenha conhecimento no exerccio de seu trabalho, a menos que seja intimado a depor perante autoridade competente. Artigo 10 Os resultados de avaliaes s sero fornecidos a terceiros interessados, mediante concordncia do prprio avaliado ou do seu representante legal. Artigo 11
Os pronturios psicopedaggicos so documentos sigilosos e a eles no ser franqueado o acesso a pessoas estranhas ao caso. CAPTULO V - DAS PUBLICAES CIENTIFICAS Artigo 12 Na publicao de trabalhos cientficos, devero ser observadas as seguintes normas: a) A discordncia ou crticas devero ser dirigidas matria e no ao autor; b) Em pesquisa ou trabalho em colaborao, dever ser dada igual nfase aos autores, sendo de boa norma dar prioridade na enumerao dos colaboradores quele que mais contribuir para a realizao do trabalho; c) Em nenhum caso, o psicopedagogo se prevalecer da posio hierarquia para fazer publicar em seu nome exclusivo, trabalhos executados sob sua orientao; d) Em todo trabalho cientfico deve ser indicada a fonte bibliogrfica utilizada, bem como esclarecidas as idias descobertas e ilustraes extradas de cada autor. CAPTULO VI - DA PUBLICIDADE PROFISSIONAL Artigo 13 O psicopedagogo ao promover publicamente a divulgao de seus servios, dever faz-lo com exatido e honestidade. Artigo 14 O psicopedagogo poder atuar como consultor cientfico em organizaes que visem o lucro com venda de produtos, desde que busque sempre a qualidade dos mesmos. CAPTULO VII - DOS HONORRIOS Artigo 15 Os honorrios devero ser fixados com cuidado, a fim de que representem justa retribuio ao servios prestados e devem ser contratados previamente. CAPTULO VIII - DAS RELAES COM SADE E EDUCAO Artigo 16 O psicopedagogo deve participar e refletir com as autoridades competentes sobre a organizao, implantao e execuo de projetos de Educao e Sade Pblica relativo s questes psicopedaggicas. CAPTULO IX - DA OBSERVNCIA E CUMPRIMENTO DO CDIGO DE TICA
Artigo 17 Cabe ao psicopedagogo, por direito, e no por obrigao, seguir este cdigo. Artigo 18 Cabe ao Conselho Nacional da ABPp orientar e zelar pela fiel observncia dos princpios ticos da classe. Artigo 19 O presente cdigo s poder ser alterado por proposta do Conselho da ABPp e aprovado em Assemblia Geral. CAPTULO X - DAS DISPOSIES GERAIS Artigo 20 O presente cdigo de tica entrou em vigor aps sua aprovao em Assemblia Geral, realizada no V Encontro e II Congresso de Psicopedagogia da ABPp em 12/07/1992, e sofreu a 1 alterao proposta pelo Congresso Nacional e Nato no binio 95/96, sendo aprovado em 19/07/1996, na Assemblia Geral do III Congresso Brasileiro de Psicopedagogia da ABPp, da qual resultou a presente soluo. FONTE: http://www.abpp.com.br/leis_regulamentacao_etica.htm
Documentos semelhantes a Código de Ética da Psicopedagogia
AULA de psicopedagogia
1570034493Fundamentos_da_Psicopedagogia.pdf
o papel do psicopedagogo no auxilio de universitarios com tdah.docx
Stefane Paulino
MODULO - II 14032014