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Timestamp: 2018-11-16 18:54:39+00:00
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Matched Legal Cases: ['Artigo 18', 'Artigo 4', 'Artigo 7', 'Artigo 16', 'Artigo 71', 'Artigo 21', 'Artigo 4', 'Artigo 7', 'artigo 4', 'artigo 37']

AVALIAÇÃO EXTERNA DO DESEMPENHO DOCENTE CLASSIFICAÇÃO - PDF
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Mateus da Costa Ribeiro
1 AVALIAÇÃO EXTERNA DO DESEMPENHO DOCENTE CLASSIFICAÇÃO DIREÇÃO-GERAL DA ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR
2 OBJETIVOS Enquadrar, em termos legislativos, a classificação da avaliação externa do desempenho docente; Explicitar as fases da classificação no âmbito da avaliação externa; Utilizar como referentes os parâmetros científicos e pedagógicos e os níveis de desempenho na operacionalização da classificação.
3 CONTEÚDOS 1. Enquadramento legal do processo de classificação no âmbito da avaliação externa. 2. Da observação à classificação: 2.1 A recolha de dados/ observação; 2.2. A interpretação dos registos, os referentes e a autoavaliação; 2.3. A tomada de decisão e a classificação. 3. Referentes para a operacionalização da classificação.
4 METODOLOGIA DA SESSÃO: 1º Momento: Dimensão reflexiva (duração:1hora e 30minutos) 2º Momento: Dimensão prática(duração:1hora e 30minutos)
5 Princípios a considerar Confidencialidade Transparência Simplicidade Rigor
6 1. Enquadramento legal do processo de classificação no âmbito da avaliação externa ETAPAS 1.ª Fase OBSERVAÇÃO DE AULAS AUTOAVALIAÇÃO CLASSIFICAÇÃO LEGISLAÇÃO Decreto Regulamentar n.º 26/2012, de 21 de fevereiro, Artigo 18.º ponto 3. Despacho normativo n.º 24/2012, de 26 de outubro, Artigo 4.º Despacho n.º 13981/2012, de 26 de outubro, Artigo 7.º Decreto Regulamentar nº 26/2012, de 21 de fevereiro, Artigo 16.º e 19.º Decreto-Lei n.º 6/1996, de 31 de janeiro, Artigo 71.º Decreto Regulamentar n.º 26/2012, de 21 de fevereiro, Artigo 21.º Despacho normativo n.º 24/2012, de 26 de outubro, Artigo 4.º Despacho n.º 13981/2012, de 26 de outubro, Artigo 7.º
7 FASES DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO EXTERNA Avaliação: Recolha de dados Preenchimento dos Instrumentos de Registo (com base nos parâmetros nacionais) Interpretação dos dados registados Interpretação da informação recolhida com base nos referentes Autoavaliação Parecer do avaliador externo sobre a componente cientifico pedagógica) autoavaliação (da Articulação entre avaliador externo e interno Classificação Atribuição da classificação
8 2. DA OBSERVAÇÃO À CLASSIFICAÇÃO A recolha de dados/ observação INSTRUMENTOS DE REGISTO Anexo I ou Instrumento próprio que respeite os parâmetros nacionais e suas especificações Observação de aulas Registo das observações
9 2.1 - A recolha de dados/ observação Os avaliadores recolhem a informação através da observação; Os avaliadores procedem ao registo de dados de cada aula observada com a ajuda do Anexo I ou de um instrumento de registo próprio que respeite os parâmetros nacionais e as respetivas especificações; Os instrumentos de registo não são ferramentas de classificação; Só na fase final é que os registos são interpretados e transformados em classificação.
10 2.2 A interpretação dos registos, os referentes e autoavaliação Análise dos registos Categorização dos registos Leitura e interpretação dos dados registados, à luz dos parâmetros científicos e pedagógicos e níveis de desempenho. Preenchimento do Instrumento de Registo/Anexo I Passagem do Instrumento de Registo/Anexo I, para descritores. Preenchimento de grelha de avaliação conforme Anexo II Tomada de decisão Classificação e menção Escala de 1 a 10 valores Atribuída de acordo com o expresso no Anexo III
11 2.2 A interpretação dos registos, os referentes e autoavaliação Análise dos registos Categorização dos registos Tomada de decisão Leitura e interpretação dos dados registados, à luz dos parâmetros científicos e pedagógicos e níveis de desempenho. Preenchimento do Instrumento de Registo/Anexo I Passagem do Instrumento de Registo/Anexo I, para descritores. Preenchimento de grelha de avaliação conforme Anexo II Classificação e menção Escala de 1 a 10 valores Atribuída de acordo com o expresso no Anexo III
12 2.3 - A TOMADA DE DECISÃO Dimensão Científica e Pedagógica 60% Avaliação Externa 70% Científico 50% Pedagógico 50% Conteúdo(s) disciplinar(es) A operacionalização da classificação Conhecimentos que enquadram e agilizam a aprendizagem do(s) conteúdo(s) disciplinar(es) Aspetos didáticos Aspetos Relacionais Avaliação Interna Dimensão participação na escola e relação com a comunidade Dimensão formação contínua e desenvolvimento profissional. Avaliação Ponderada Menção 40% 10% 40% 10% 30% 20% 20% Avaliador Externo
13 Emissão do Parecer pelo avaliador externo - aspetos a considerar - Implica obrigatoriamente o conhecimento formal do relatório de autoavaliação do avaliado; O parecer incide exclusivamente sobre a dimensão científica e pedagógica, no que respeita às aulas observadas; Utilizar uma linguagem cuidada, simples, clara e precisa; Ser coerente com o conteúdo expresso nos instrumentos de registo e com a classificação a expressar através do anexo II; Ter em conta que a emissão do parecer é tanto ou mais rigorosa e objetiva quanto mais tiver em conta os referentes de avaliação.
14 Articulação entre avaliador externo e interno O avaliador externo articula com o avaliador interno o resultado final da avaliação da dimensão científica e pedagógica do(s) docente(s) sujeitos à avaliação externa. Despacho normativo n.º 24/2012, alínea e) do artigo 4.º Pode ser o momento para: Reconhecer o trabalho do avaliado no seu contexto escolar; Reconhecer boas práticas;
15 ANEXO II Pedagógico (50%) Científico (50%) Preenchimento do Anexo II, com base no Instrumento de Registo/Anexo I Parâmetros Especificação e ponderação Descrição Classificação Apreciação global: Recomendações: O avaliador Conteúdo(s) disciplinar(es) Conhecimentos que enquadram e agilizam a aprendizagem do(s) conteúdo(s) disciplinar(es) 40% 10% Aspetos didáticos 40% Aspetos relacionais / / 10% Registo utilizado na descrição, baseado no Instrumento de Registo/Anexo I, deve contemplar a linguagem/descritores do Anexo III, para inferir uma classificação de: Excelente Muito Bom Bom Regular Insuficiente Classificação final (Escala: 1 a 10) Nível: ESCALA : de 1 a 10 (e aplicação da respetiva ponderação)
16 ANEXO II Pedagógico (50%) Científico (50%) EXEMPLO DO PREENCHIMENTO DO ANEXO II Parâmetros Especificação e ponderação Descrição Classificação APLICAR PONDERAÇÕES Conteúdo(s) disciplinar(es) 40% 10 (4) 10 X 40% = 4 Conhecimentos que enquadram e agilizam a aprendizagem do(s) conteúdo(s) disciplinar(es) 10% 8 (0,8) 8 X 10% = 0,8 Aspetos didáticos 40% 7 (2,8) 10% Aspetos relacionais Apreciação global: Recomendações: O avaliador / / 9,0 (0,9) 8,5 MUITO BOM 7 X 40% = 2,8 9 X 10% = 0,9
17 Classificação Final Anexo III (Escala de 1 a 10) Excelente (9 a 10 valores) Muito bom (8 a 8,9 valores) Bom (6,5 a 7,9 valores) Regular (5 a 6,4 valores) Insuficiente (1 a 4,9 valores) Parâmetros Níveis de desempenho O professor avaliado revela: Domínio pleno dos conteúdos disciplinares e de conhecimentos funcionais. Muito bom domínio dos conteúdos disciplinares e de conhecimentos funcionais. Bom domínio dos conteúdos disciplinares e de conhecimentos funcionais. Domínio regular dos conteúdos disciplinares e de conhecimentos funcionais. Falhas graves evidentes nos conteúdos disciplinares e de conhecimentos funcionais. 1. Científico 2. Pedagógico Tendo em conta 1.1. Os conteúdos disciplinares (40%) Os conhecimentos que enquadram e agilizam a aprendizagem dos conteúdos disciplinares (10%). Nota: Caso 1.2. não se aplique o 1.1.passará a ter a ponderação de 50%. Tendo em conta 2.1. Os aspetos didáticos que permitam estruturar a aula para tratar os conteúdos previstos nos documentos curriculares e alcançar os objetivos selecionados; verificar a evolução da aprendizagem, orientando as atividades em função dessa verificação, acompanhar a prestação dos alunos e proporcionarlhes informação sobre a sua evolução (40%) Os aspetos relacionais que permitam assegurar o funcionamento da aula com base em regras que acautelem a disciplina; envolver os alunos e proporcionar a sua participação nas atividades; estimulá-los a melhorar a aprendizagem (10%). O professor avaliado revela: Segurança inequívoca tanto em termos relacionais como didáticos. Muito boa segurança em termos relacionais e pedagógicos. Boa segurança em termos relacionais e pedagógicos. Segurança regular em termos relacionais e pedagógicos. Falhas graves evidentes em termos relacionais e pedagógicos.
18 3. REFERENTES PARA A OPERACIONALIZAÇÃO DA CLASSIFICAÇÃO Legislação DR n.º 26/2012, 21 de fevereiro Autoavaliação relativamente às aulas observadas Anexos II e III Despacho n.º 13981/2012, 26 de outubro DN n.º 24/2012, 26 de outubro PARECER ( com base no instrumento de registo / Anexo I)
19 DOCUMENTOS A ENTREGAR PELO(A) AVALIADOR(A) EXTERNO(A) CONFIDENCIAL 1.º Envelope a Entregar CONFIDENCIAL 2.º Envelope a Entregar
20 ATIVIDADE 1. Dividir a turma em grupos de trabalho; 2. Cada grupo preenche um ANEXO II virtual: - Excelente*; - Muito bom*; - Bom*; - Regular*; - Insuficiente*. * Para cada um dos parâmetros. (Duração 30 minutos) 3. Apresentação dos trabalhos ao grupo turma. (Duração: 50minutos)
21 BIBLIOGRAFIA Caetano, A. (2008). Avaliação de desempenho. O essencial que avaliadores e avaliados precisam de saber. Lisboa: Livros Horizonte. Figari, G. (1996). Avaliar: Que referencial? Porto: Porto Editora. Formosinho, J. (2002). A Supervisão na Formação de Professores II: da sala de aula à escola. Porto: Porto Editora. Hadji, C. (1994). A avaliação, regras do jogo. Das intenções aos instrumentos. Porto: Porto Editora. Hargraves, D. (1994). The new professionalism:the new syntesis of professional and institutional development. In: Teaching and Teacher Education, 4, pp Harris, B. (2002). Paradigmas e parâmetros da supervisão em educação. In, J. Oliveira-Formosinho (org.), A Supervisão na Formação de Professores II: da organização à pessoa. Porto: Porto Editora. Schön, D. (1992). Formar professores como profissionais reflexivos. In, A. Nóvoa (coord.), Os professores e a sua Formação. Lisboa: D. Quixote.
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