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Timestamp: 2020-06-02 04:18:39+00:00
Document Index: 26974278

Matched Legal Cases: ['Artigo 2', 'Artigo 5', 'Artigo 6', 'Artigo 7', 'Artigo 8', 'Artigo 9', 'Artigo 11']

Desde 01 de Janeiro de 2017 até 31 de Dezembro de 2020
Pároco: Padre Domingos Lourenço Vieira
- Conselho Paroquial para os Assuntos Económicos: A aguardar novo CPAE 2018 | 2020
A nomear aquando da 1ª Reunião 2018
Normas orientadoras do CPP
Com a data de 15 de Agosto de 2006, Solenidade Litúrgica da Assunção de Nossa Senhora, dia da nossa Padroeira, Nossa Senhora da Graça, foram aprovadas pelo Pároco, Padre Manuel José Torres Lima, as Normas Orientadoras do "Conselho Pastoral Paroquial", que até aí funcionava como "Comissão Instaladora do Conselho Pastoral Paroquial".
Estas Normas foram sendo elaboradas por uma pequena equipa de elementos da Comissão Instaladora, por esta nomeados para o efeito, e, depois de apresentadas e discutidas em várias das suas reuniões gerais, foram aprovadas por unanimidade na reunião de 17 de Julho de 2006.
Na elaboração desta Normas teve-se em conta a experiência de funcionamento da Comissão Instaladora, que já funcionava como um Conselho Pastoral à experiência.
NORMAS ORIENTADORAS DO CONSELHO PASTORAL PAROQUIAL DE SANTA MARIA DE CARREÇO
1. A Igreja, Mistério de Unidade na diversidade
Na Igreja – Povo de Deus da Nova Aliança – os seus membros são iguais em dignidade, pois todos são filhos de Deus pelo baptismo; contudo, a comum responsabilidade da Igreja no cumprimento da missão salvífica que Cristo lhe confiou reveste formas diversas, de acordo com a diferenciação dos seus membros e a diversidade dos ministérios. Por isso, a Igreja tem pastores, aos quais compete serem os guias do Povo de Deus, encaminhando-o a Jesus Cristo e à Salvação, religiosos, os quais dão provas de verdadeira humildade com o seu testemunho, e leigos, que devem ser fermento evangélico no mundo, podendo ser chamados a uma maior colaboração com a Hierarquia.
2. Baptismo e corresponsabilidade apostólica
Pelo Baptismo somos incorporados em Cristo, resultando daí a Igualdade entre os membros, embora com vocações específicas diferentes.
A Igreja, sendo o Corpo Visível de Jesus Cristo, constitui-se por fiéis clérigos e fiéis leigos. Todos eles devem contribuir para o Seu crescimento e comprometer-se no cumprimento do desígnio de Deus para a Salvação do mundo.
Todos os fiéis, pela sua comum qualidade de baptizados em Cristo, devem «segundo o grau de ciência, competência e autoridade que possuem, expor o seu parecer sobre assuntos que respeitam ao bem da Igreja. Se o caso o pedir, utilizem os órgãos para isso instituídos na Igreja» (LG. – Lumen Gentium – nº 37).
3. Uma vocação diferenciada, uma resposta de comunidades
A corresponsabilidade dos baptizados no cumprimento da missão apostólica da Igreja deve exercer-se nas dioceses e essencialmente nas paróquias, pequenas partes da Igreja Universal.
Os pastores da Igreja devem fomentar a dignidade e responsabilidade dos leigos, animando-os a tomarem iniciati­vas de interesse para a Igreja, sempre em comunhão com os pastores (LG. 37).
A paróquia deve constituir «exemplo claro de apostolado comunitário», pela palavra, acção e vida dos seus cristãos, por isso, os leigos «habituem-se a colaborar em todas as iniciativas apostólicas e missionárias da sua comunidade eclesial, na medida das próprias forças» (AA. – Apostólicam Actuositatem - nº 10).
Aliás, a realidade pastoral da paróquia tem de ser vista no con­texto das grandes transformações sócio-económicas dos últimos tempos, da nova cultura que surge, por exemplo, do desenvolvimento industrial, do materialismo prático e da democratização política, que originam nova mentalidade.
4. Conselho Pastoral Paroquial e crescimento comunitário
Todos devem participar na tarefa da Igreja de evangelização e difusão da Boa Notícia. Com esse intuito, deve-se proceder à criação de órgãos onde cada um possa participar e pôr seus talentos a render em face a essa obra.
Um desses órgãos é o Conselho Pastoral Paroquial, que representa os grupos e sectores da comunidade e tenta potencializar o melhor dos mesmos, para que, guiados pelo pároco, se possa atingir um maior sentido de corresponsabilização da comunidade.
Nesse sentido, será mais fácil conseguir a dinamização missionária de toda a paróquia, tornando-a consciente da sua responsabilidade de comunidade eclesial, e comprometendo-a no testemunho da fé, em resposta às exigências apostólicas do Evangelho e aos apelos dos «sinais dos tempos», nos diversos lugares e momentos.
5. Presidir à comunhão, um serviço
É o pároco que coordena toda a actividade eclesial da paróquia (LG. 28), incluindo a do Conselho Pastoral da mesma. A ele compete, em atitude de humildade e de serviço, velar pela orientação das iniciativas dos diversos membros do povo de Deus, de modo a respeitar o Espírito que actua em todos (LG. 12) e promover a unidade e comunhão entre os membros do Corpo de Cristo.
1. Por iniciativa do Pároco, e por tempo indeterminado, foi criado o Conselho Pastoral da Paróquia de Santa Maria de Carreço.
2. O Conselho Pastoral Paroquial, à frente designado por CPP ou Conselho, rege-se pelas presentes Normas Orientadoras, aprovadas pelo Pároco.
Artigo 2º - Definição
O Conselho Pastoral Paroquial é o órgão que, a nível da paró­quia, em união com o pároco e em comunhão com a Igreja Diocesana, investiga e pondera o que se refere às actividades pastorais e propõe linhas de acção em ordem à animação da vida da comunidade cristã, sem, no entanto, se alhear das realidades humanas em que a mesma se insere.
1. Para que a vida e actividade do Povo de Deus sejam cada vez mais conformes ao Evangelho, as atribuições do CPP são fundamen­talmente as seguintes:
a) Estudar o ambiente sócio-cultural e a situação real da paró­quia para que se saiba a quem se dirige a Mensagem da Salvação, numa atenção constante aos «sinais dos tempos»;
b) Colaborar na procura de soluções adequadas e na elaboração de programas pastorais, com incidência nos sectores da Evangelização, da Liturgia e da Acção Sócio-Caritativa, em consonância com os planos e programas de âmbito diocesano e atendendo às prioridades locais;
c) Estimular a execução dos programas pastorais elaborados como expressão permanente de corresponsabilidade;
d) Sensibilizar a comunidade para os problemas dos homens, tanto morais como sociais, de acordo com as orientações da Igreja derivadas do Evangelho, e para os critérios e planos de acção da Igreja.
2. O CPP tem voz consultiva, em ordem à tomada de decisões pelo Pároco, seu presidente nato.
3. O Pároco deve ter em grande apreço as propostas e sugestões do Conselho.
Para que o CPP seja uma imagem ou espelho de toda a comunidade paroquial e representativo da situação concreta do Povo de Deus, dele farão parte:
a) O Pároco, que preside por si ou por um seu delegado;
b) Os Ministros Extraordinários da Comunhão que exerçam o seu ministério na paróquia;
c) Um representante do Conselho para os Assuntos Económicos (Conselho de Fábrica da Igreja Paroquial);
d) Representantes dos Leigos, escolhidos por eleição, em número de 8, 2 de cada lugar, um jovem e outro adulto, preferencialmente;
e) Outros membros da Comunidade - Clérigos, Religiosos ou Lei­gos - nomeados pelo Pároco, até um máximo de 7;
f) Um representante de cada grupo, movimento ou associação cristã, devidamente reconhecidos na paróquia, tais como: catequistas, equipa de liturgia, grupo coral, grupo de informática e comunicação, confrarias e movimentos. Estes representantes serão eleitos pelos respectivos organismos.
2. Se, devido ao elevado número de membros do Conselho ou a outras circunstâncias, o Pároco achar conveniente ou for proposto pela maioria dos membros do CPP, poderá ser criado um Secretariado Permanente, que servirá para preparar as reuniões do CPP e acompanhar a execução dos programas pastorais emanados do mesmo. Caso exista este Secretariado, terá um mínimo de 3 elementos e um máximo de 7, escolhidos pelo Pároco de entre os membros do Conselho e sancionados pelo mesmo, e reunirá com o Pároco, ordinariamente, pelo menos 4 vezes por ano, no intervalo das reuniões do Conselho e extraordinariamente, sempre que o Pároco ache oportuno convocá-lo.
3. Na eleição e nomeação dos membros do Conselho deve procurar-se que os mesmos obedeçam, cumulativamente, aos seguintes requisitos:
c) Residam na paróquia ou nela trabalhem apostolicamente há, pelo menos, um ano;
4. Os membros do CPP procurarão exercer o seu cargo com prudên­cia, em plena comunhão com a Igreja e em sintonia com as suas in­quietações e as exigências do Evangelho.
Artigo 5º - Convocação e reunião
1. O CPP reunirá ordinariamente 4 vezes por ano, uma vez em cada trimestre, por convocação do Pároco.
2. O CPP reunirá extraordinariamente sempre que o Pároco o julgue útil para a vida da comunidade, por sua iniciativa, ou por solicitação do Secretariado Permanente, caso exista, ou de um terço dos membros do CPP.
3. A convocatória para as reuniões será feita por escrito, mencionando-se na mesma a agenda da reunião, preparada antecipadamen­te pelo Pároco e, sempre que possível, em conjunto com o Secreta­riado Permanente, caso exista. Se existir um Boletim Paroquial, a convocatória para as reuniões poderá ser feita exclusivamente no mesmo.
4. Para que as reuniões se possam realizar, será necessária a presença de dois terços dos membros do CPP. Contudo, se à hora marcada não estiver presente o número legal atrás mencionado, fun­cionará quinze minutos mais tarde com qualquer número de membros.
5. Para secretariar as reuniões e redigir as respectivas actas em livro próprio, o Conselho, no início de cada mandato, escolherá duas pessoas de entre os seus membros, que exercerão os cargos de 1º e 2º Secretários. O 2º Secretário substituirá o 1º nas ausências deste.
6. As reuniões serão sempre abertas a todas as pessoas da paróquia que nelas queiram participar, desde que e enquanto a maioria do Conselho considerar isso útil e conveniente para uma cada vez maior corresponsabilidade de toda a comunidade na vida da Paróquia. Estas pessoas, que na sala de reuniões estarão dispostas de maneira a facilmente se distinguirem dos membros do CPP, poderão apresentar as suas opiniões, críticas e sugestões, mas não têm direito a voto. Se, a juízo do Pároco, alguma destas pessoas se tornar inconveniente durante uma reunião, poderá ser-lhe dada ordem de saída da sala e proibida pelo plenário do Conselho a sua presença em futuras reuniões, temporária ou definitivamente.
7. A apresentação e aprovação do Plano de Actividades anual de­verá ser feita na reunião ordinária do CPP a realizar no quarto trimestre.
Artigo 6º - O CPP e a Comunidade Paroquial e Humana
1. O CPP procurará manter um clima de constante diálogo com os diferentes grupos, movimentos e associações paroquiais.
2. O CPP procurará conhecer, coordenar e impulsionar a vida da comunidade e dos diferentes grupos, movimentos e associações paro­quiais evitando desligar-se da sua realidade e isolar-se dos dinamismos que os definem.
3. O CPP deve evitar sobrepor-se, substituir ou entrar em coli­são com os grupos, movimentos e associações paroquiais, reconhe­cendo a sua autonomia e missão específica.
4. O CPP, através do diálogo, da dinamização e da colaboração com os diversos organismos da paróquia e com toda a comunidade pa­roquial, procurará que todos o reconheçam como órgão dinamizador da mesma.
5. Tendo presente que a Evangelização se destina a todos os ho­mens, como Mensagem de Salvação integral e resposta adequada às grandes questões da Humanidade, mesmo na esfera temporal, o CPP deve mostrar-se sensível às inquietações e necessidades, quer es­pirituais quer materiais, da comunidade humana em que a Paróquia se integra e é Sacramento de Salvação.
Artigo 7º - Mandato dos Membros
1. O mandato dos membros do CPP tem a duração de 3 anos.
2. Será exonerado do cargo:
a) O membro que apresente a sua demissão por incompatibilidade com a sua vida pessoal ou profissional;
b) O membro que deixe de pertencer ao grupo, associação paro­quial ou movimento pelo qual foi eleito;
c) O membro que não comparecer a três reuniões consecutivas, salvo se o plenário do Conselho encontrar motivo justificativo pa­ra as referidas faltas.
3. A deliberação de exoneração pertence ao Conselho, devendo sempre ser ouvido previamente o interessado.
4. O membro exonerado será substituído até ao final do mandato, por nomeação ou eleição de outro elemento, tendo presente o crité­rio inicial.
5. O ano mencionado diz respeito ao ano civil.
6. O Conselho manter-se-á em funções até à entrada em exercício dos novos membros, mesmo que o prazo do seu mandato tenha termina­do.
Artigo 8º - Alteração destas Normas Orientadoras
Qualquer proposta de alteração destas Normas Orientadoras só poderá ser apresentada ao Pároco para aprovação, se for aceite por mais de dois terços dos membros do CPP.
Artigo 9º - Resolução de conflitos
Qualquer conflito que porventura surja no âmbito do Conselho Pastoral e nele não se consiga solucionar, compete exclusivamente ao Pároco a sua solução, podendo este, contudo, recorrer ao Ordinário Diocesano.
Nos casos omissos destes Estatutos, aplicar-se-á as normas do Direito Comum da Igreja e as orientações do Pároco.
Artigo 11º - Cessação do Conselho
1. Constituído e aprovado pelo Pároco, o CPP só por ele pode ser dissolvido.
2. Com a vacatura de Pároco ou a sua mudança, o Conselho poderá continuar as suas funções, se o Administrador Paroquial ou o novo Pároco, no momento da entrada ao serviço da Paróquia, o reconduzir. Para isso, deve o Conselho apresentar-se ao novo Pastor.
Carreço, 15 de Agosto de 2006, Solenidade da Assunção de Nossa Senhora e dia da Padroeira, Nossa Senhora da Graça
Padre Manuel José Torres Lima
Plano de Pastoral para 2018
1 - Pastoral Litúrgica:
- Promover uma maior participação dos cristãos mais responsáveis no encontro diocesano de Pastoral Litúrgica;
- Tentar melhorar a equipa de liturgia aumentando o número de leitores e promovendo um grupo de acólitos;
- Tentar aumentar o número de elementos dos Grupos Corais e tentar uma melhor organização da sua acção nas Eucaristias;
- Promover uma melhor vivência da Quaresma e Páscoa, através da participação na via-sacra pública, a realizar no sábado antes do 4º domingo da Quaresma e nas celebrações do Tríduo Pascal;
- Incentivar para uma maior participação no “mês de Maria” e no “mês das Almas”;
- Continuar a promover a Pastoral do Sacramento da Unção dos Doentes;
- Promover maior devoção ao Santíssimo Sacramento através da realização do Lausperene no 1º Domingo de Dezembro;
- Continuar a promover um tempo de adoração ao Santíssimo Sacramento, na 3ª quinta-feira de cada mês, excepto nos meses de Agosto e Dezembro.
2 - Pastoral Social e de Comunicação Social:
- Continuar a sensibilizar para a necessidade da criação de um Núcleo Paroquial da Pastoral da Saúde, conforme proposto pela Capelania da Unidade Local de Saúde do Alto Minho {USALM} e que deverá funcionar em coordenação com a mesma e o Pároco;
- Realizar o dia do doente e do Idoso, no 4º domingo do mês de Maio, com administração da Sacramento da Santa Unção;
- Promover uma visita festiva aos doentes na época de Natal, levando o Menino Jesus a beijar no dia em que se celebra, na Liturgia, a Sagrada Família de Jesus, Maria e José {último domingo de Dezembro};
- Continuar a sensibilizar para a necessidade da criação de uma equipa de acolhimento aos que chegam de outras terras para os ajudar a integrar na Paróquia;
- Incentivar para um maior incremento do Grupo de Informática e Comunicação {GIC} e suas actividades.
ACTIVIDADES PASTORAIS A REALIZAR E RESPECTIVAS DATAS:
1 - Eucaristia Festiva do Dia do Pai no dia 19 de Março, às 19h00 {a organizar pela Catequese}.
2 - Via Sacra pública no dia 24 de Março, às 15h00, em local a indicar {a organizar pela Catequese}.
3 - Tríduo de Pregações em Honra do Sagrado Coração de Jesus nos dias 08, 09 e 10 de Março {a organizar pelo Apostolado da Oração}.
4 - Tríduo Pascal: Celebração da última Ceia do Senhor, celebração da Paixão e Morte do Senhor e Vigília Pascal, nos dias 29, 30 e 31 de Março. {a organizar pelo Pároco}
5 - Visita Pascal pelos lugares da paróquia/freguesia, nos dias 01 e 02 de Abril. {a organizar pelo Conselho Paroquial para os Assuntos Económicos {CPAE}.
6 - Dia do Bom Pastor e dia da Mãe em 22 de Abril e 06 de Maio, respectivamente {a organizar pela Catequese}.
7 - Mês de Maria: de 01 a 31 de Maio, a organizar pelo Conselho Pastoral Paroquial {CPP} na Igreja Paroquial e Capelas nos lugares de Carreço, Troviscoso e Paçô.
8 - Dia do Doente e do Idoso em 27 de Maio {a organizar pelo Conselho Pastoral Paroquial {CPP}
9- Peregrinação Diocesana ao Sagrado Coração de Jesus {Santa Luzia} no dia 10 de Junho {a organizar pelo Conselho Paroquial para os Assuntos Económicos {CPAE}.
10 - Lausperene no 1º Domingo de Dezembro: dia 02 {a organizar pelo Conselho Pastoral Paroquial {CPP}, Grupo de Informática e Comunicação {GIC} das 10h00 às 17h00.
12 - Visita de Natal aos doentes em 30 de Dezembro, domingo, dia da Sagrada Família de Jesus, Maria e José às 15h00 {a organizar pelo Pároco e Grupo Coral}.
Festa em Honra do Mártir S. Sebastião, nos dias 20 e 21 de Janeiro.
Festa em Honra do Mártir S. Paio, no dia 24 de Junho, com uma celebração eucarística na capela.
Festa em Honra de S. Pedro, nos dias 30 de Junho e 01 de Julho.
Festa em Honra de Nossa Senhora da Graça, dias 14 e 15 de Agosto.
Festa em Honra do Senhor do Bonfim, com uma celebração eucarística na capela.
{a organizar pelas Comissões de Festas ou de Obras}
1 – Pastoral Catequética e de Evangelização:
- incentivar os catequistas a buscarem uma melhor formação, através de: 1. Acções de formação a nível diocesano: retiros, encontros de espiritualidade e encontros de formação; 2. Um encontro de formação em cada trimestre orientado pelo pároco
- continuar a sensibilizar para a catequese em todas as idades
- promover a participação de jovens em retiros, encontros ou convívios a nível diocesano, especialmente nos Convívios Fraternos e no “Viana Jovem” – Festa Diocesana da Juventude
- promover a participação de Jovens e Adultos nos Encontros mensais de Formação Cristã, a recomeçar em Setembro
- promover a participação de adultos em Cursos de Cristandade, organizados a nível diocesano
- promover a participação dos cristãos mais responsáveis no Curso de Teologia Pastoral, na Semana de Estudos Teológicos e em outras acções de formação da Escola Superior de Teologia e Ciências Humanas
- continuar a incentivar todos os pais e padrinhos a participarem pelo menos numa reunião de preparação para o Sacramento do Baptismo, orientada pelo pároco
- continuar a incentivar os noivos a participarem nos Encontros de Preparação para o Matrimónio promovidos pelo CPM (Centro de Preparação para o Matrimónio)
- promover a pastoral das Vocações, através do Dia do Bom Pastor, Semana dos Seminários, Dia da Diocese, participação nas Ordenações em Viana, etc.
- continuar a sensibilizar para a necessidade da criação de um Núcleo de Pastoral Vocacional
- continuar a promover o Tríduo de Pregações do S. C. de Jesus na 5.ª Semana da Quaresma e incentivar à sua participação
2 – Pastoral Litúrgica:
- Promover uma maior participação dos cristãos mais responsáveis no Encontro Diocesano de Pastoral Litúrgica
- tentar melhorar a equipa de liturgia aumentando o número de leitores e promovendo um grupo de acólitos
- tentar aumentar o número de elementos dos Grupos Corais e tentar uma melhor organização da sua acção nas Eucaristias
- promover uma melhor vivência da Quaresma e Páscoa, através da participação: na Via-sacra pela freguesia, a realizar no sábado antes do 4.º domingo da Quaresma; e nas celebrações do Tríduo Pascal
- incentivar para uma maior participação no “Mês de Maria” e no “Mês das Almas”
- continuar a promover a Pastoral do Sacramento da Unção dos Doentes
- promover maior devoção ao S.mo Sacramento através da realização do Lausperene no 1.º Domingo de Dezembro (Catequese às 10,30 h., hora habitual da Catequese, com 30 minutos para preparação)
- continuar a promover um tempo de adoração ao S.mo Sacramento, a partir de agora na 3.ª quinta-feira de cada mês, excepto em Agosto e Dezembro
- continuar e melhorar, se possível, a publicação do boletim “Paróquia Viva” todos os domingos
3 - Pastoral Social e de Comunicação Social
- Continuar a sensibilizar para a necessidade da criação de um grupo paroquial voltado para a acção social e caritativa (GPASC – Grupo Paroquial de Acção Social e Caritativa)
- continuar a sensibilizar para a necessidade da criação de um Núcleo Paroquial da Pastoral da Saúde, conforme proposto pela Capelania do Hospital Distrital e que deverá funcionar em coordenação com a mesma e o pároco
- realizar uma festa do doente e da 3.ª idade, no 2.º domingo de Maio, com administração da Sacramento da Santa Unção
- promover uma visita festiva aos doentes na época de Natal, levando o Menino Jesus a beijar no dia em que se celebra, na Liturgia, a Sagrada Família
- continuar a sensibilizar para a necessidade da criação de uma equipa de acolhimento aos que chegam de outras terras para os ajudar a integrar na paróquia
- promover a realização de um Passeio Paroquial de um dia ?
- promover a realização de uma Peregrinação a Fátima no segundo fim de semana de Setembro (ano par: 1 dia)
- incentivar para um maior incremento do GIC – Grupo de Informática e Comunicação e suas actividades
- propor que passe a ser entregue ao pároco, por cada grupo paroquial, um plano anual desse grupo, até à 1.ª reunião do CPP
- fazer um regulamento eleitoral e definir quem fica no caso de empate, como aconteceu entre a Melissa e a Ana Cláudia (formar equipa para fazer o regulamento, a apresentar até à próxima reunião e a colocar como anexo às Normas Orientadoras do CPP)
- analisar a proposta de Festa do Doente às 11,15 h., com Almoço pago a 10 € pelos menores de 70 anos.
- analisar a proposta de celebração do cinquentenário da Missão dos Redentoristas.
ACTIVIDADES PASTORAIS A REALIZAR E RESPECTIVAS DATAS
1 – Eucaristia Festiva do Dia do Pai – 19 de Março (a organizar pela Catequese), às 20,30 h.
2 – Via Sacra pela freguesia, a organizar pelo Lugar de Paçô – 24 de Março, às 15,30 h.
3 – Tríduo de Pregações em honra do S. C. de Jesus – 15 a 18 de Março (a organizar pelo Apostolado da Oração)
4 – Mês de Maria, a organizar pelo CPP na Igreja e Capelas – Todo o mês de Maio
5 – Dia do Bom Pastor e dia da Mãe – 29 de Abril e 6 de Maio, respectivamente (a organizar pela Catequese)
6 – Festa do Doente e da 3.ª Idade – 13 de Maio, às 11,15 h. (a organizar pelo CPP)
7 – Peregrinação a Santa Luzia – 17/06, este ano no lugar de Carreço (a organizar pelo Conselho de Fábrica da Igreja)
8 – Peregrinação a Fátima – 9 de Setembro (a organizar pelo Pároco)
9 – Lausperene – 1.º Domingo de Dezembro: 02/12 (a organizar pelo CPP, GIC e Catequese) – das 9 às 17,30 h.
10 – Natal: presépio na igreja paroquial (a fazer pelos jovens, orientados pela Equipa de Serviço à Sacristia)
11 – Visita de Natal aos doentes – 30 de Dezembro, Domingo, dia da Sagrada Família, às 15 h. (a organizar pelo pároco e grupo coral)
CALENDÁRIO DAS REUNIÕES: REUNIÕES ORDINÁRIAS: 3 de Janeiro; 10 de Abril; 3 de Julho; 2 de Outubro
Esta proposta foi apresentada, discutida e aprovada, com as mudanças sugeridas na reunião de 03/01/2012
Calendário do CPP
A próxima reunião será no início do Ano de 2018.
O que é o Conselho Pastoral Paroquial?