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Timestamp: 2013-06-20 03:06:57+00:00
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Matched Legal Cases: ['Artigo 28', 'Artigo 27', 'Artigo 26', 'Artigo 25', 'Artigo 24', 'Artigo 23', 'Artigo 22', 'Artigo 21', 'Artigo 20', 'Artigo 19']

Prof Fernando Graeff - Auditoria Cont�bil e Auditoria Governamental
(26/03/2013):
Coment�rios prova ICMS SP
Pessoal,No �ltimo final de semana foi aplicada a prova do ICMS SP, infelizmente foi cobrado muito mais contabilidade na prova de auditoria do que propriamente assuntos afetos � nossa disciplina.De qualquer forma, apesar de entender que a prova foi dif�cil, pois cobrou muitas especificidades das normas, n�o visualizo nenhuma possibilidade de recurso. Segue abaixo os coment�rios que acho pertinente:71. � correto afirmar, em rela��o ao fator de confian�a na sele��o da amostra, que quanto
(A) maior o fator de confian�a, maior o tamanho da amostra e o n�vel de seguran�a obtido.(B) maior o fator de confian�a, maior o tamanho da amostra e menor o n�vel de seguran�a obtido.(C) menor o fator de confian�a, maior o tamanho da amostra e da estratifica��o permitida.(D) maior o fator de confian�a, menor o tamanho da amostra e menor o n�vel de seguran�a obtido.(E) menor o fator de confian�a, menor o tamanho da amostra e da estratifica��o permitida.O fator de confian�a (ou de confiabilidade) � um par�metro tomado com base em um cen�rio de desvio nulo. Ou seja, a amostra � determinada com base na expectativa de que n�o haja desvio, e utiliza a seguinte f�rmula:Tamanho da amostra = Fator de confian�a � Taxa aceit�vel de desviosEsse fator de confian�a � dado em tabelas, como fun��o do risco de amostragem. Exemplo:Risco de amostragem: 1% 5% 10% 15%Fator de confian�a : 4,61 3,00 2,31 1,90Assim, se o auditor quiser determinar o tamanho de uma amostra, quando o risco de amostragem � 5% (risco de controle baixo) e a taxa aceit�vel de desvios � de 3%, dever� fazer:Tamanho da amostra = Fator de Confian�a (3,00) � Taxa aceit�vel de desvios (0,03)Tamanho da amostra = 100Assim, quanto maior o fator de confian�a, maior o tamanho da amostra e maior o n�vel de seguran�a obtido.Gabarito: A72. N�O � uma conta que deve ser ajustada a valor presente:(A) Adiantamento em dinheiro para recebimento em bens.(B) Provis�o para passivo previdenci�rio.(C) Contas a receber n�o circulante, com juros.(D) Contas a pagar n�o circulante, indexado.(E) Empr�stimos concedidos com juros prefixados de longo prazo.O CPC 12 determina que ativos e passivos monet�rios com juros impl�citos ou expl�citos embutidos devem ser mensurados pelo seu valor presente quando do seu reconhecimento inicial, por ser este o valor de custo original dentro da filosofia de valor justo. Assim, a �nica conta que n�o representa um ativo ou passivo monet�rio � a letra A.Gabarito: A73. Considere:I. O valor anormal de desperd�cio de materiais, m�o de obra ou outros insumos de produ��o.II. Gastos com armazenamento de produtos em fase de processo, aguardando pr�xima etapa.III. Despesas de comercializa��o, incluindo a venda e a entrega dos bens e servi�os aos clientes.
Deve compor os estoques das empresas o que consta em(A) II e III, apenas.(B) I, II e III.(C) II, apenas.(D) III, apenas.(E) I, apenas.A valora��o dos estoques � tratada pelo CPC 16, segundo referido pronunciamento, somente o item II deve compor o custo dos estoques.Os seguintes valores n�o devem ser inclu�dos no custo dos estoques e, portanto, devem ser reconhecidos como despesa do per�odo em que s�o incorridos: (a) valor anormal de desperd�cio de materiais, m�o de obra ou outros insumos de produ��o; (b) gastos com armazenamento, a menos que sejam necess�rios ao processo produtivo entre uma e outra fase de produ��o; (c) despesas administrativas que n�o contribuem para trazer o estoque ao seu local e condi��o atuais; e (d) despesas de comercializa��o, incluindo a venda e a entrega dos bens e servi�os aos clientes. Gabarito: C74. O auditor externo da empresa Consultoria Financeira S.A., ao efetuar a revis�o do Reconhecimento de Receitas, constatou que R$ 100.000,00 do total do valor dos servi�os vendidos e faturados n�o foram aceitos pelo cliente e n�o ser�o pagos. Constatou-se que � irrevers�vel a n�o possibilidade de cobran�a, em decorr�ncia da Consultoria Financeira S.A. n�o ter cumprido e n�o ter condi��es de cumprir a fase do projeto correspondente ao valor n�o pago. Dessa forma, deve o auditor recomendar � empresa (A) contabilizar uma perda em Outras Receitas e Despesas.(B) estornar a Receita de Servi�os contabilizada.(C) ajustar a Receita de Servi�os por uma provis�o para perdas.(D) reconhecer como uma despesa o valor incobr�vel.(E) deduzir a import�ncia do valor da Receita de Servi�os contabilizada.Segundo o CPC 30, quando surgir incerteza relativa � realiza��o de valor j� reconhecido na receita, o valor incobr�vel ou a parcela do valor cuja recupera��o � improv�vel deve ser reconhecido como despesa e n�o como redu��o do montante da receita originalmente reconhecida.Gabarito: D75. O auditor cont�bil da empresa TransEnergia S.A., empresa que atua no segmento de transmiss�o de energia, deve confirmar se a empresa realizou, em suas demonstra��es cont�beis,(A) a cria��o de contas cont�beis em registro suplementar para contabiliza��o dos custos de constru��o em conta de resultados.(B) o registro dos gastos realizados com novos empreendimentos, no passivo, como direitos de uso − concess�o.(C) a contabiliza��o do ativo imobilizado em opera��o, como ativo imobilizado em curso, tanto para a contabilidade regulat�ria como para a contabilidade societ�ria.(D) a cria��o de conta redutora para o ativo imobilizado em curso, exclusivamente para atender ao balan�o societ�rio, com o objetivo de registrar os custos do ativo imobilizado em uso para ativo imobilizado em servi�o.(E) a manuten��o dos valores do Intang�vel em conta do Imobilizado ou de Investimento, conforme determina a contabilidade regulat�ria.O art. 2�, � 4�, da Resolu��o Normativa 396 da ANEEL prev� que para atendimento �s normas cont�beis societ�rias, dever�o ser criadas contas cont�beis em registro suplementar ap�s o 4� grau, de forma a atender �s necessidades dos registros cont�beis exigidos quando da aplica��o do CPC 04 � Ativo Intang�vel, entre essas contas est� a �Conta de receita de constru��o�, correspondente ao valor justo da constru��o; Gabarito: A76. Uma demonstra��o cont�bil apresenta distor��es relevantes, quando o valor de distor��es(A) n�o corrigidas, individualmente ou em conjunto, supera o valor de R$ 10.000.000,00.(B) corrigidas n�o foi divulgado nas notas explicativas e supera a materialidade global estabelecida pelo auditor.(C) corrigidas, individualmente ou em conjunto, � maior que a materialidade global estabelecida para o trabalho.(D) n�o corrigidas, individualmente, � menor que a materialidade global.(E) n�o corrigidas, individualmente ou em conjunto, � maior que a materialidade global estabelecida para o trabalho.Uma distor��o relevante n�o corrigida pode, individualmente ou em conjunto, fazer com que um usu�rio das demonstra��es cont�beis tome erroneamente uma decis�o, como comprar ou vender uma a��o, dar ou negar um empr�stimo, concretizar ou desistir de um neg�cio etc.A materialidade � um valor de refer�ncia para o auditor (par�metro) que ele utiliza para ter seguran�a de que os problemas eventualmente detectados nas demonstra��es cont�beis n�o se constituam em distor��es relevantes.Gabarito: E77. O auditor externo da empresa Cabos S.A. identificou que a empresa construiu nova unidade e utilizou cabos de energia produzidos em sua linha de produ��o. Para confirmar o registro adequado do custo do ativo imobilizado, a auditoria deve certificar-se de que o custo corresponde ao custo do produto(A) para venda, mais os lucros gerados internamente.(B) para venda, menos quaisquer lucros gerados internamente.(C) pelo valor de reposi��o, para expressar o valor justo do imobilizado.(D) pelo valor justo, menos os impostos para expressar o valor no mercado.(E) pelo valor de reposi��o, para expressar o valor em uso.O custo de ativo constru�do pela pr�pria empresa determina-se utilizando os mesmos princ�pios de ativo adquirido. Se a entidade produz ativos id�nticos para venda no curso normal de suas opera��es, o custo do ativo � geralmente o mesmo que o custo de construir o ativo para venda. Por isso, quaisquer lucros gerados internamente, s�o eliminados para determinar tais custos.Gabarito: B78. A empresa Expans�o S.A. recebeu um terreno, como subven��o governamental, para se instalar na cidade Nova. Estabeleceu-se como condi��o somente a constru��o da f�brica. Dessa forma, em condi��es normais, o terreno deve ser lan�ado no ativo(A) imobilizado pelo valor em uso.(B) imobilizado pelo valor justo.(C) n�o circulante pelo valor nominal.(D) imobilizado por custo zero.(E) n�o circulante pelo valor justo.Segundo o CPC 07, no caso de subven��es recebidas na forma de ativos n�o monet�rios, o valor justo dever� ser a base de registro cont�bil, a n�o ser que seja imposs�vel a obten��o desse valor, quando um valor nominal ser� utilizado.Gabarito: B79. O auditor externo, ao avaliar as demonstra��es cont�beis da empresa Saracura farmac�uticos S.A., solicitou que as provis�es para cr�ditos de liquida��o duvidosa fossem constitu�das de forma conservadora, incluindo todos os cr�ditos vencidos h� mais de 60 dias. O procedimento foi adotado em decorr�ncia de a empresa estar com bons resultados e apresentar posi��o mais conservadora, resguardando a administra��o e a auditoria. Nesse caso, a estrutura conceitual vigente (A) est� sendo atendida, desde que sejam justificados os motivos que levaram � ado��o do procedimento, em nota explicativa, e quantificados seus efeitos.(B) est� sendo atendida, pois contempla a caracter�stica da prud�ncia, requisito b�sico para elabora��o de uma demonstra��o cont�bil fidedigna.(C) n�o est� sendo atendida, uma vez que para reconhecer os cr�ditos vencidos h� mais de 60 dias, a empresa tem a obrigatoriedade de efetuar a cobran�a judicialmente para s� posteriormente realizar a provis�o.(D) est� sendo atendida, pois ela faculta a apresenta��o das demonstra��es cont�beis considerando a caracter�stica da prud�ncia.(E) n�o est� sendo atendida, pois ela n�o permite a apresenta��o de uma demonstra��o fidedigna e que seja consistente com a neutralidade.Os relat�rios cont�bil-financeiros representam um fen�meno econ�mico em palavras e n�meros. Para ser �til, a informa��o cont�bil-financeira n�o tem s� que representar um fen�meno relevante, mas tem tamb�m que representar com fidedignidade o fen�meno que se prop�e representar. Entre os atributos para uma representa��o perfeitamente fidedigna est� a neutralidade. Ou seja, a demonstra��o deve ser desprovida de vi�s na sele��o ou na apresenta��o da informa��o cont�bil-financeira. Um retrato neutro n�o deve ser distorcido com contornos que possa receber dando a ele maior ou menor peso, �nfase maior ou menor, ou qualquer outro tipo de manipula��o que aumente a probabilidade de a informa��o cont�bil-financeira ser recebida pelos seus usu�rios de modo favor�vel ou desfavor�vel.Gabarito: E80. O auditor externo, para certificar-se de que uma opera��o de leasing se enquadra na classifica��o de leasing operacional, deve, al�m de verificar se o arrendamento mercantil n�o transfere os riscos e benef�cios inerentes � propriedade, constatar se(A) os ganhos ou as perdas da flutua��o no valor justo do valor residual s�o atribu�dos ao arrendador.(B) o arrendamento mercantil transfere a propriedade do ativo para o arrendat�rio no fim do prazo do arrendamento mercantil.(C) o prazo do arrendamento refere-se � maior parte da vida econ�mica do ativo, mesmo que a propriedade n�o seja transferida.(D) o valor presente dos pagamentos m�nimos, no in�cio do arrendamento mercantil, totaliza pelo menos substancialmente todo o valor justo do ativo arrendado.(E) os ativos arrendados s�o de natureza especializada, de tal forma que apenas o arrendat�rio possa us�-los sem grandes modifica��es.Um arrendamento � considerado como operacional se n�o h� transfer�ncia substancial dos riscos e benef�cios inerentes � propriedade de um ativo.Al�m disso, segundo o item 11 do CPC 06, os indicadores de situa��es que individualmente ou em combina��o tamb�m podem levar a que um arrendamento mercantil seja classificado como arrendamento mercantil financeiro s�o:(a) se o arrendat�rio puder cancelar o arrendamento mercantil, as perdas do arrendador associadasao cancelamento s�o suportadas pelo arrendat�rio;(b) os ganhos ou as perdas da flutua��o no valor justo do valor residual s�o atribu�dos ao arrendat�rio(por exemplo, na forma de abatimento que equalize a maior parte do valor da venda no fim doarrendamento mercantil); e(c) o arrendat�rio tem a capacidade de continuar o arrendamento mercantil por um per�odo adicional com pagamentos que sejam substancialmente inferiores ao valor de mercado.Dessa forma, a contr�rio senso, conclui-se que quando os ganhos ou as perdas da flutua��o no valor justo do valor residual s�o atribu�dos ao arrendador, o arrendamento ser� considerado operacional.Gabarito: AUm grande abra�o.Fernando.
15/05/2013 - Regina Helena : H� um equ�voco no coment�rio da quest�o 74, tendo em vista o CPC 30 R1 item 20 a 28 sobre presta��o de servi�os, pois somente se deve reconhecer a receita na propor��o do servi�o executado ou quando haja despesas recuper�veis. Seu coment�rio aplica-se � venda de bens. 15/05/2013 - Prof Fernando Graeff :Ol�, Regina.
Muito obrigado pela pertinente observa��o.
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