Source: https://fr.scribd.com/document/93967714/Clube-de-Investimento-Falcon-2
Timestamp: 2019-10-23 21:12:15+00:00
Document Index: 62382832

Matched Legal Cases: ['Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'artigo 2', 'Artigo 6', 'Artigo 7', 'Artigo 8', 'Artigo 9', 'Artigo 10', 'Artigo 11', 'Artigo 12', 'Artigo 13', 'Artigo 14', 'Artigo 15', 'Artigo 16', 'Artigo 17', 'Artigo 18', 'Artigo 19', 'Artigo 20', 'Artigo 21', 'Artigo 22', 'Artigo 23', 'Artigo 24', 'Artigo 25', 'Artigo 26']

Clube de Investimento Falcon (2) | Opção (Finanças) | Investimentos
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CLUBE DE INVESTIMENTO - FALCON
Alessandra Gallo Gatarossi Anderson Gatt Carolina Montemor Fernandes Cristina Machiavelli Erivelto Henrique Alves
1. Prospecto:
CLUBE DE INVESTIMENTO FALCON O Clube de Investimentos Falcon um Clube de Investimentos em aes e renda fixa, constitudo dentro das regras especficas estabelecidas pela CVM e pela Bovespa. Objetivo: o Clube de Investimento Falcon busca preservar o capital e gerar retornos absolutos em longo prazo, atravs de uma poltica de investimentos que procura selecionar aes com alto potencial de valorizao e uma boa margem de segurana. Riscos: por se tratar de um investimento com composio em renda varivel, e apesar de no haver carncia, recomendamos o investimento apenas dos recursos de longo prazo, ou seja, com um horizonte igual ou superior a 12 meses. Pblico Alvo: Investidores pessoa fsica, com perfil arrojado, que visam nveis de rentabilidade no longo prazo e que entendam os riscos envolvidos nas operaes do mercado de aes. Filosofia de Investimento: Critrio de Investimentos Fundamentalista; Horizonte de Investimento de Mdio e Longo Prazo; Busca de empresas de quatro segmentos diferentes com: diferenciais competitivos e vantagens comparativas, potencial de crescimento, administrao competente, lderes de mercado, comprometidas com a criao de valor para o acionista; Preservao do capital; Gerao de retornos absolutos consistentes.
Poltica de Investimento: Baixa Diversificao (4 empresas e CDI); Empresas com grande potencial de valorizao; Empresas com boas perspectivas de pagamento de dividendos; Empresas com histrico de resultados consistentes e perspectivas de crescimento; Alocao mxima em segmento renda varivel de 95% da carteira. Alocao mxima sem segmento renda fixa de 30% da carteira.
Comit de Gesto: Composto por executivos da Insper Investimentos. Reunies semanais; Rebalanceamento de Carteira; Aproveitamento de oportunidades pontuais;
Caractersticas: Aplicao Mnima: R$ 10.000,00; Horrio limite para movimentaes: 14:00 hrs; Converso de cotas na aplicao: D + 1 da disponibilidade dos recursos; Converso de cotas no resgate: D + 1 da solicitao; Pagamento do resgate: D + 4 da solicitao; Taxa de Administrao: 1% a.a. sobre o patrimnio lquido do Fundo. Apurada diariamente e paga mensalmente. Taxa de Gesto: 1% a.a. sobre o patrimnio lquido do Fundo. Apurada diariamente e paga mensalmente. Taxa de Performance: 10% a.a. a partir do momento em que a rentabilidade for superior ao ndice Ibovespa; No h taxa de ingresso ou de distribuio; Tributao: IR de 15% sobre os ganhos nominais (incidente apenas no resgate).
2. Poltica de Investimento: Objetivo: apresentar uma descrio da filosofia e das prticas de investimento adotadas pelo Clube de Investimento Falcon como um plano de investimento de longo prazo, visando assegurar: O claro entendimento por parte dos gestores e beneficirios, quanto aos objetivos e restries relativas ao investimento dos recursos do cliente; A existncia de um instrumento de planejamento que oriente a identificar e definir claramente suas necessidades e seus requisitos por meio de objetivos de retorno, tolerncias e restries de investimento; O estabelecimento de diretrizes aos gestores para que eles conduzam o processo de investimento em conformidade com os objetivos e restries de investimento; Prticas melhores na gesto, assim ajudando a salvaguardar os recursos e alcanar retornos mais altos para benefcio de seus clientes.
Perfil e Investimento: o clube Falcon possui perfil moderado, onde a alocao do capital realizada em fundos DI e aes que pertencem ao ndice Ibovespa. O investimento inicial de R$ 10.000,00 e possui taxa de administrao de 1,0% ao ano.
Benchmark: Os objetivos de rentabilidade sero fixados sempre tendo em vista o entendimento de que a meta estratgica garantir, em longo prazo, uma rentabilidade para o cliente cotista superior ao ndice Bovespa.
Estratgia de gesto: Ser adotada uma estratgia de gesto ativa, ou seja, o objetivo do clube melhorar a rentabilidade das carteiras atravs desse modelo de gesto, mesmo ciente de que, este tipo de gesto agrega riscos que sero adequadamente geridos.
Relaes de risco e retorno. A gesto de resultado e de risco no pode ser dissociada, por ambos serem dimenses igualmente importantes na performance dos investimentos. Portanto, no expor excessivamente ao risco quando se alcanar o retorno esperado. Como o clube de investimento possui perfil moderado, a carteira no poder ser alavancada.
Alocaes de Recursos: os recursos sero aplicados no segmento de Renda Fixa e de Renda Varivel.
Segmento de Aplicao Renda Fixa Renda Varivel
Limite Mnimo 5% 70%
Limite Mximo 35% 95%
Os investimentos sero feitos em Renda Fixa, atravs de aplicao em Fundos DI e, em Renda Varivel, atravs da compra e venda de aes no mercado vista. As estratgias dos segmentos de Renda Fixa e Renda Varivel sero definidas a partir de pesquisas com auxlio de instrumentos de suporte deciso e do seu modelo particular de prospeco e gesto dos ativos. Os investimentos especficos dentro do segmento de renda varivel devero ser avaliados com base na relao risco/retorno dos ativos, relao que ser apurada mediante modelos matemtico-estatsticos e anlise grfica e/ou fundamentalista.
3. Poltica de Controle de Rentabilidade: A rentabilidade mnima desejada no trimestre adotada como poltica de controle de rentabilidade o percentual mnimo de 70% do ndice Bovespa como limite inferior, com o objetivo de preservar o capital acumulado dos clientes cotistas. Ressalta-se que a perda da rentabilidade mnima no curto prazo, no implica em liquidao de posies. Caso a rentabilidade obtida no clube no final do trimestre seja menor ou igual rentabilidade mnima, o clube dever definir uma nova estratgia de gesto. Como patamar superior de conforto ser adotado o percentual de 110% do ndice Bovespa. Este patamar funcionar como um gatilho para preservao de capital, fornecendo um sinal para adoo de medidas defensivas. Independente do resultado do rendimento da cota no trimestre, a cota do ltimo dia til do trimestre anterior ser utilizada como base para o acompanhamento da rentabilidade mnima desejada e patamar superior de conforto. O Gestor dever acompanhar diariamente, mensalmente e trimestralmente a rentabilidade do clube, atravs do aplicativo (software) de gesto que far sistematicamente a comparao entre a evoluo diria da cota do clube e da cota definida como mnima, propondo estratgias compatveis com o resultado. 4. Cenrio Macroeconmico 2012: Cenrio Internacional: o cenrio internacional para 2012 apresenta-se beira de uma recesso. As economias avanadas esto endividadas, em funo do socorro necessrio ao setor privado na crise de 2008, e no h consenso, na Unio Europeia, em se resolver a crise da dvida soberana dos PIIGS (Portugal, Itlia, Irlanda, Grcia e Espanha), principalmente da Grcia. Existe um risco de nova crise no sistema financeiro j que os grandes bancos so os maiores credores dos pases. O Banco Central Americano, em sua reunio, encerrada dia 21/09, enxerga riscos associados instabilidade do sistema financeiro. Manteve a sua taxa bsica de juros entre zero e 0,25 at meados de 2013. As projees para as economias avanadas apontam para a manuteno de baixo crescimento e desemprego. As medidas que sero tomadas na rea da Europa, no devem ter como foco o combate inflao, como era o discurso do Banco Central Europeu, e sim ao nvel de desemprego. A China deve continuar
como base de sustentao dos mercados de commodities, mas com meta de crescimento rebaixada se as economias da Europa e dos EUA entrarem em recesso, dado que uma poltica de estmulo, liderada por incentivos aos investimentos levam inflao, bolhas de ativos e emprstimos podres no mdio prazo. A expectativa sobre a economia chinesa de crescimento um pouco abaixo do intervalo 9% - 10%. Vale registrar ainda os conflitos em vrias naes do Oriente Mdio e da frica. A elevao dos preos de matrias-primas, combustveis e alimentos fator de tenso em nvel mundial. Diante desse quadro, alguns pases em desenvolvimento ganham destaque, notadamente os chamados BRICS (Brasil, Rssia, ndia, China e frica do Sul). A dotao de recursos naturais, bem como a sua utilizao de forma racional, ganha importncia. O acidente nuclear no Japo, por sua vez, acirra o debate sobre as matrizes energticas do futuro. Produto Interno Bruto PIB: A economia mundial dever crescer 4,0% em 2012, e para a Organizao Mundial do Comrcio (OMC), o PIB global deve se elevar em apenas 2,5% neste ano. A taxa de crescimento do PIB dos pases desenvolvidos, segundo o Fundo Monetrio Internacional (FMI) ser moderada: EUA 1,8%; Unio Europeia 1,4%; Reino Unido 1,6% e Japo 2,3%. O desemprego permanecer elevado nessas naes e a Unio Europeia continuar enfrentando perodos de tenso, com a possibilidade de desencadear uma nova crise no sistema financeiro. Os pases emergentes e em desenvolvimento, por outro lado, devero crescer 6,1%. Presses inflacionrias, contudo, ameaam algumas dessas naes emergentes, tendo em vista a alta dos preos das commodities e dos alimentos e considerando os elevados fluxos de capitais de curto prazo para esses pases. A atuao dos pases emergentes, na conteno das presses inflacionrias, aumenta a probabilidade de um menor patamar de crescimento da economia mundial. No Brasil, a poltica monetria do Banco Central tem como objetivo manter um crescimento sustentvel em torno dos 4% em 2012. O Banco Central, a partir de uma postura de recrudescimento da poltica fiscal do Governo Federal, iniciou uma poltica monetria que combina juros baixos e expanso econmica em torno dos 4%.
Commodities: Tendncia de alta nos preos de produtos agropecurios, minerais e combustveis por conta da elevada demanda dos pases em desenvolvimento, notadamente naes asiticas. Os conflitos no Oriente Mdio e em pases muulmanos da frica tendem a comprometer a oferta de combustveis para o Ocidente. Alm disso, existe escassez de oferta de alguns desses bens, principalmente o petrleo. A reconstruo do Japo e os conflitos no Oriente Mdio, alm de especulao financeira em fundos de commodities, principalmente se o governo americano entrar com um novo plano de liquidez, pressionam os preos das matriasprimas.
Taxa de Juros: As taxas de juros devem permanecer reduzidas e at mesmo negativas em termos reais nos pases desenvolvidos, sobretudo nos Estados Unidos e Japo. O Banco
Central europeu dever inverter sua tendncia de elevao da taxa bsica de juros, em sua reunio de 06 de outubro. Ela dever ficar em 1,25% e pode-se esperar nova queda em 2012. No Brasil, a piora das expectativas de inflao e a alta do Dlar no devero levar o Copom a interromper a reduo da Selic. A autoridade monetria tem dedicado cada vez menos espao ao comportamento das expectativas inflacionrias, em suas avaliaes sobre o cenrio prospectivo para a inflao. O mercado comea a desviar sua ateno para a taxa de cmbio. Assim, nossa previso que a taxa Selic esteja em 10%, at o primeiro trimestre de 2012. O corte poder ser maior, dependendo do cenrio internacional e do esfriamento da atividade interna.
Taxa de Cmbio: Tendncia de queda do Dlar norte-americano frente a outras moedas em funo das polticas monetrias expansionistas dos Estados Unidos, e considerando a necessidade desse pas de expandir as exportaes e ao mesmo tempo reduzir as importaes. O Euro est sujeito a instabilidade e flutuaes. As moedas asiticas permanecem desvalorizadas por conta das polticas governamentais de incentivo s exportaes, tendncia de valorizao das moedas pertencentes aos pases exportadores de commodities. Com a mudana de foco do Banco Central, agora com uma perspectiva de queda da taxa de juros, a grande incgnita a taxa de cmbio. O que est por trs dessa desvalorizao acentuada , em grande parte, o aumento da averso ao rico/incerteza global. Se ocorrer uma piora na Europa e EUA, a corrida para o Dlar e sua desvalorizao nos vrios mercados ser natural. No longo prazo, o Dlar vai se valorizar, porque os fundamentos do crescimento brasileiro so slidos. Nossa expectativa sobre a taxa (R$/US$) no final de 2012 em torno de 1,75. No decorrer do ano, a volatilidade ser alta, principalmente no primeiro semestre.
Comrcio Internacional: As exportaes mundiais devero crescer 6,7% em 2012, totalizando US$ 23,7 trilhes. A China tornou-se em 2009 a principal exportadora mundial, tendo ultrapassado Alemanha, Estados Unidos e Japo. Referidos pases concentram
aproximadamente um tero das exportaes mundiais de mercadorias e servios. Tendo em vista a crise econmica, os pases desenvolvidos ensaiam uma retomada do protecionismo comercial, bem como buscam intensificar suas exportaes para os pases em
desenvolvimento. Os bens manufaturados (aproximadamente 55%) representam a maior fatia do comrcio internacional. Seguem servios (cerca de 19%), minerais e combustveis (18%) e produtos agropecurios (8%).
Fluxos de Capitais e Investimento Direto Estrangeiro: Os capitais de curto prazo so extremamente volteis e as decises dos gerentes de fundos de investimento de renda fixa e em aes podem se modificar rapidamente. A expanso monetria dos Estados Unidos, as taxas reais de juros prximas de zero nas economias avanadas, a persistncia do impasse em torno da crise grega e a percepo de que um default iminente, tm provocado aumento
de volatilidade nos mercados globais e aumento da liquidez no sistema financeiro, levando esses fluxos para os pases em desenvolvimento. Em relao ao investimento direto estrangeiro - IDE, os pases em desenvolvimento sero beneficiados com mais da metade desses ingressos. A maior participao dos pases em desenvolvimento, enquanto receptores de IDE, uma tendncia manifestada em 2010. Referidos pases tm se destacado tambm como importantes investidores no exterior. A crise nas economias avanadas torna a compra de alguns ativos acessveis para empresas e fundos soberanos provenientes de pases em desenvolvimento. Os setores de indstria e servios predominam nos processos de fuses e aquisies internacionais, mas a busca por terras agricultveis, fontes de gua potvel e depsitos minerais esto em alta.
Inflao: A percepo que o Banco Central passou a privilegiar um cenrio que combina juros baixos e manuteno do crescimento entre 3,5% e 4,0%. O cenrio externo sombrio, em termos de crescimento e isso dever trazer impactos positivos inflao interna. Os segmentos alimentos e bebidas e servios so os que mais exercem presso no ndice geral. Estes esto estreitamente vinculados ao mercado domstico, com emprego e massa salarial evoluindo de forma slida. Ainda no possvel avaliar se a desvalorizao do R$/US$ ter um efeito lquido inflacionrio.
Finanas e Investimentos Pblicos A meta de supervit primrio para 2012 foi definida em R$ 114,2 bilhes, ou 2,5% do PIB de R$ 4,57 trilhes. Esse valor j considera o abatimento de R$ 25,6 bilhes (ou 0,6% do PIB) de despesas associadas aos projetos do Programa de Acelerao do Crescimento (PAC). Com efeito, o resultado primrio passaria de 3,1% do PIB em 2011 para 2,5% do PIB em 2012. O Plano Plurianual 2012-2015 expe a inteno da presidente Dilma Rousseff de fazer, nos prximos quatro anos, duas rodadas de licitaes em reas do pr-sal com o novo regime de partilha e sete leiles em bacias maduras e em campos marginais. Na infraestrutura, o compromisso conceder 2.234 quilmetros de rodovias federais iniciativa privada e expandir em 4.546 quilmetros a malha ferroviria nacional, alm de duplicar a capacidade dos aeroportos, tanto para passageiros quanto para movimentao de cargas. No PPA, o governo no trata apenas de traar as perspectivas de investimentos na economia e de aes individuais dos ministrios dos prximos quatro anos, mas tambm estipula metas ousadas para o saneamento das contas pblicas. Uma delas inclui o equilbrio atuarial dos regimes prprios de Previdncia Social dos estados e municpios - fonte, hoje, de larga diferena entre os recursos que entram, via contribuies dos servidores na ativa, e o dinheiro que sai, em forma de aposentadorias e penses.
Intermediao Financeira: quase certo que o Banco Central no permitir que o Pas corra riscos de uma desacelerao exagerada. A expectativa, com relao ao crdito, que ele cresa em torno dos 15%. As informaes do crdito direcionado, diretamente vinculado s
fontes oficiais, mostram a queda no ritmo de crescimento, desde novembro de 2010. O crescimento, em doze meses, naquele ms de novembro foi de 30,4%. Em julho de 2011, o crescimento ficou no patamar de 23,6%. O maior problema ser fazer com que o crdito com recursos livres, caia mais rapidamente. No mesmo perodo de anlise do crdito direcionado, novembro de 2010 e julho de 2011, a mdia de crescimento, em doze meses, so de 18%. Cabe observar que os recursos livres representam 65% do total do crdito. Fonte: Cenrio Macroeconmico Banco do Nordeste Anexo 1
5. Alocao dos Ativos: Os ativos escolhidos para compor a carteira so:
Fonte: site comdinheiro extrado em 03/04/2012
Atravs da simulao da carteira pela teoria de Markowitz, obtivemos a seguinte carteira eficiente (carteira no alavancada):
6. Probabilidade de no atingir a rentabilidade esperada: A probabilidade de no atingir a rentabilidade esperada de 20,33%. Caso a probabilidade no seja atingida, ser necessrio revisar a composio dos ativos da carteira.
Os clculos para a elaborao da carteira eficiente foi baseada no desempenho histrico entre os dias 10/03/2011 e 10/03/2012.
O clube de investimento tem o compromisso de alcanar 110% do ndice Ibovespa. O Ibovespa est com tendncia de alta para 2012. A melhora do cenrio externo, a queda da inflao e o aumento da liquidez internacional so os responsveis pelo rali da bolsa brasileira no incio do ano. Alm disso, a bolsa possui comportamento inversamente proporcional ao de juros, ou seja, quando o Banco Central decide aumentar os juros, a bolsa tende a ter um comportamento de baixa. Uma das variveis que costuma antecipar o aumento das taxas de juros pelo Banco Central a inflao. O IPCA acumulado em 12 meses deve continuar se reduzindo at maio de 2012, alcanando 5,1% de acordo com as estimativas da Bradesco Corretora. Para os demais meses de 2012 espera-se ligeira elevao do ndice geral de preos, com o IPCA fechando o ano em 5,5%, muito aqum do mximo atingido em setembro de 2011, de 7,3%.
CLUBE DE INVESTIMENTO FALCON I Denominao e Objetivo Artigo 1 - O Clube de Investimento Falcon constitudo por nmero limitado de membros que tem por objetivo a aplicao de recursos financeiros prprios para a constituio, em comum, de carteira diversificada de aes. II Dos membros, das Cotas e de sua Integralizao Artigo 2 - O nmero de membros no poder exceder 50 (cinqenta) nem ser inferior a 3 (trs). Pargrafo nico - Nenhum cotista do Clube poder deter quantidade superior a 40% (quarenta por cento) das cotas emitidas. Artigo 3 - Os recursos entregues pelos membros, para Investimentos, sero representados por cotas escriturais de igual valor. Pargrafo nico - Da conta de depsito das cotas constar, no mnimo, o nome do cotista e o nmero de cotas possudas. Artigo 4 - O valor inicial de uma cota fixado em R$ 1.000,00 (hum mil real). Pargrafo nico - O valor mnimo para aplicaes e resgates no Clube ser de R$ 10.000,00 (dez mil reais). Artigo 5 - facultada a admisso de novos membros aps a data de constituio do Clube, mediante assinatura do Termo de Adeso ao presente Estatuto Social, observado o limite estabelecido no artigo 2. Artigo 6 - Os novos membros do Clube podero subscrever suas cotas pelo valor patrimonial, integralizando-as em dinheiro, no dia da assinatura do Termo de Adeso. Artigo 7 - O valor patrimonial das cotas do Clube de Investimento ser obtido pela diviso de seu patrimnio pelo nmero de cotas existentes. Artigo 8 - assegurado a qualquer membro o direito de aumentar o nmero de suas cotas, por novos Investimentos, at o limite mximo de 40% (quarenta por cento) das cotas existentes. Pargrafo Primeiro - A transferncia de cotas entre membros operar-se- pelo lanamento no registro que as represente. Pargrafo Segundo - facultado aos membros do Clube a integralizao de cotas com aes pela sua cotao atual, desde que seja aprovada pela Administradora do Clube e pelo
Administrador da Carteira e no conflitem com o disposto na poltica de investimentos, ou qualquer outro dispositivo deste Estatuto. I No caso de integralizao de cotas mediante a entrega ou venda privada das aes, o Clube registrar um crdito em nome do cotista em valor equivalente ao das aes recebidas em, ato contnuo, um dbito pela atribuio das cotas subscritas pelos cotistas. Artigo 9 - A cada cota corresponder um voto nas deliberaes da assemblia geral. Artigo 10 - Os membros participantes podero pedir o resgate total (retirando-se do Clube) ou de parte das cotas que possurem, a qualquer tempo, desde que comuniquem essa inteno por escrito a Administradora do Clube. 1 - O pagamento do resgate ser feito no prazo de 04 (quatro) dias teis a partir da data do recebimento da comunicao pela Administradora do Clube, salvo motivo de fora maior que justifique a dilatao do prazo, at o mximo de 30 (trinta) dias. 2 - As cotas sero liquidadas ou resgatadas pelo valor patrimonial apurado no dia posterior ao recebimento do pedido de retirada, deduzidas as despesas de praxe, inclusive as relativas a impostos. 3 - O pagamento do resgate se far em TED ou DOC em favor do membro resgatante. Artigo 11 - Em caso de morte ou incapacitao do membro, o Clube colocar as cotas disposio de quem legalmente o representar. III Das Aplicaes Artigo 12 - O Clube de Investimento Falcon far suas aplicaes nos seguintes ativos: I - No mnimo 65% dos recursos em aes e/ou em bnus de subscrio e/ou debntures conversveis em aes de emisso de companhias abertas, adquiridas em Bolsa de Valores ou no mercado de balco organizado; a) alternativamente, o Clube poder fazer suas aplicaes em: - cotas de fundos de Investimento que tenham sua carteira constituda exclusivamente com aes representativas de ndices de mercado calculados pelas bolsa de valores; - cotas de fundos de Investimento em aes, desde que as carteiras dos referidos fundos atendam ao percentual de aplicao definido no caput deste artigo. b) as aes componentes da carteira do Clube podero ser utilizadas para cobrir, at o limite da carteira, posies de vendas a termo ou lanamento de opes cobertas. II - O Clube poder, ainda, realizar aplicaes no mercado de derivativos, abaixo relacionados, nas seguintes condies, entendendo-se que aplicaes nesses mercados podem resultar em perdas patrimoniais e, em casos extremos, levar ocorrncia de patrimnio lquido negativo a ser coberto pelos membros: a) compras a termo e compras de opes; b) operaes de estratgias com opes de compra, envolvendo posies titulares e lanadoras sobre os mesmos ativos objeto, desde que as posies titulares tenham
vencimento igual ou posterior ao das lanadoras e o preo de exerccio das posies titulares seja igual ou inferior ao das posies lanadoras. c) operaes de estratgias com opes de venda, envolvendo posies titulares e lanadoras sobre os mesmos ativos objeto, desde que as posies titulares tenham vencimento igual ou posterior ao das lanadoras e o preo de exerccio das posies titulares seja igual ou superior ao das posies lanadoras. d) operaes de vendas a futuro e lanamentos de opes sobre ndices de aes somente podero ser feitas com o objetivo de proteger posies detidas no mercado a vista, at o limite de 50% do valor desta; e) a somatria das operaes nos mercados de derivativos envolvendo compra a termo, compra de opes, compras no mercado futuro sobre aes, compras de ndices de aes, compras de opes de ndices de aes e operaes com estratgias no poder exceder a 30 % (trinta por cento) do valor da carteira do Clube. f) compras no mercado futuro sobre aes , ndices de aes e opes sobre ndices de aes no podero exceder a 15% do valor da carteira; III Os recursos restantes podero ser aplicados em: (1) cotas de fundos de renda fixa, (2) Fundos de Investimento de Direitos Creditrios, (3) Fundos Imobilirios, (4) ttulos de renda fixa, (5) ou ainda, em outros valores mobilirios adquiridos em Bolsa de Valores ou no mercado de balco organizado ou durante o perodo de distribuio pblica. 1 - Os valores mobilirios componentes da carteira do Clube permanecero, obrigatoriamente, custodiados em instituio autorizada a prestar este servio. Artigo 13 - Os recursos financeiros provenientes de lucros obtidos com operaes de compra e venda de ttulos sero creditados em nome do Clube de Investimento e reinvestidos conforme poltica de Investimentos do Clube. Pargrafo nico - Os recursos financeiros do Clube de Investimento provenientes de dividendos ou outros proventos em dinheiro auferidos, sero reinvestidos de acordo com a poltica de investimento do Clube. IV Da Administrao do Clube Artigo 14 - A Administrao do Clube de Investimento ser exercida por CFM CORRETORA S/A, com sede em So Paulo - SP, sob a superviso e responsabilidade do diretor Sr. Chow Mi Demani. Pargrafo Primeiro: A Instituio administradora do Clube cobrar do Clube de Investimento mensalmente, pela prestao dos servios de administrao do Clube, a taxa de administrao de 1,00% a.a., que ser apropriada por dia til, tomando-se por base o valor do patrimnio do Clube, sendo que o valor no poder ser inferior R$ 400,00 (Quatrocentos reais). Pargrafo Segundo: A representao do Clube ser exercida pelo Sr. Anderson Gatt , portador do CPF n 100.100.100-10 e RG n 10.101.101-10.
V Gesto dos Recursos do Clube Artigo 15 - A gesto dos ativos do Clube ser exercida pelo Insper Administrao de Carteiras de Investimentos Ltda, CNPJ n 01.001.001/0001-01, com sede em So Paulo, autorizada pela CVM e receber mensalmente pelos servios de gesto, a taxa de 1,00% aa, apropriada por dia til, tomando-se por base o patrimnio do Clube. Artigo 16 - A partir do momento em que a rentabilidade do Clube de Investimento for superior ao valor do ndice Bovespa, a Administradora cobrar do Clube a taxa de performance de 10% (dez por cento), sobre o lucro excedente do referido ndice, semestralmente. Pargrafo Primeiro: A taxa de performance ser apropriada diariamente, tomando-se por base o patrimnio do Clube, devendo ser paga a Gestora da Carteira, semestralmente, por perodo vencido, aps a deduo de todas as despesas, inclusive a taxa de administrao. Pargrafo Segundo: No haver cobrana de taxa de performance quando o valor da cota do Clube for inferior ao valor da cota por ocasio da ltima cobrana. Pargrafo Terceiro: Caso o cotista ingresse no Clube quando o valor da cota for superior ao seu valor por ocasio da ltima cobrana efetuada, a Administradora cobrar um ajuste sobre a performance individual do cotista, at que o valor da cota atinja novamente o valor por ocasio da ltima cobrana de performance efetuada. Artigo 17 - Nenhuma taxa ser devida Administradora do Clube pelos seus membros, a ttulo de taxa de ingresso ou distribuio, restringindo-se a remunerao deste aos custos: administrativos, de custdia, das taxas de corretagem ajustadas nas operaes e respectivos emolumentos devidos bolsa e entidade prestadora dos servios de compensao e liquidao das operaes realizadas. Artigo 18 - Incluem-se entre as obrigaes da Administradora do Clube para com os cotistas: I. elaborar e manter sob sua guarda os registros administrativos, contbeis e operacionais do Clube, bem como providenciar os documentos necessrios ao pagamento das obrigaes tributrias; II. remeter mensalmente aos membros informaes relativas ao desempenho do Clube no ms anterior e posio patrimonial do Clube e de cada membro em particular; III. remeter, no mnimo anualmente, informaes relativas composio da carteira; IV. prestar aos membros, sempre que solicitado, todas as informaes e esclarecimentos sobre as operaes feitas pelo Clube; V. entregar aos membros, mediante recibo, cpia deste Estatuto. VI. Manter controles eficazes quanto s operaes realizadas pelo Clube, composio da carteira, custdia de ttulos e valores mobilirios e posio de cada membro do Clube. VII. Manter em seus arquivos cadastros com as informaes bsicas sobre cada membro do Clube. Pargrafo nico - Os documentos e informaes previstos nos incisos II, III, IV e V deste artigo podero, desde que devidamente autorizado, ser transmitidos aos cotistas do Clube mediante a utilizao do correio eletrnico ou disponibilizados para acesso por outros meios eletrnicos.
Artigo 19 expressamente vedado Administradora do Clube e a Gestora da Carteira, no exerccio especfico de suas funes: I. conceder, usando os recursos do Clube, emprstimos, adiantamentos ou crditos de qualquer modalidade; II. prometer renda fixa aos membros e; III. fazer promessas de retiradas e de rendimentos com base em desempenho histrico do Clube, de instituies congneres ou de ttulos e ndices do mercado de capitais ou qualquer outro indicador. Artigo 20 - A Administradora do Clube dever obrigatoriamente fornecer BOVESPA, sem prejuzo de outras que a Bolsa exigir, as seguintes informaes: I. At o dia 10 (dez) do ms subseqente, o informe mensal com base no fechamento do ms, contendo: a) Nmero de membros, bem como o de adeses e retiradas ocorridas no ms; b) patrimnio do Clube, o valor patrimonial da cota e o nmero de cotas emitidas, ao final do ms; c) distribuio das aplicaes do Clube em: aes, debntures conversveis em aes, mercado futuro, mercado de opes, mercado a termo e outros valores, ao final do ms. II. At o dia 20 (vinte) do ms subseqente, a relao e respectivas quantidades dos ativos componentes da carteira do Clube no encerramento do ms. III. Qualquer alterao do Estatuto Social, quando houver. Artigo 21 - A Gestora da Carteira do Clube compete: I. decidir, de acordo com a poltica de Investimentos do Clube, quanto aplicao dos recursos; II. executar os servios de gesto dos recursos do Clube; e, III. prestar informaes sobre as operaes realizadas, quando solicitadas pela CVM ou pela BOVESPA. VI A Assembleia Geral Artigo 22 A Assemblia Geral, convocada e instalada nos termos deste Estatuto, ter poderes para decidir sobre todas as matrias relativas aos interesses do Clube. 1 - dispensada a realizao de assemblia geral ordinria anual e, para tanto, sero enviados anualmente a cada condmino, mediante recibo, os respectivos relatrios objeto de apreciao, emitidos pela administradora do Clube e pelo gestor da carteira. 2 - A assemblia geral extraordinria ser convocada e realizada de acordo com as disposies estabelecidas no Regulamento de Clube de Investimento da Bolsa de Valores de So Paulo. 3 - A convocao da assemblia se far por carta registrada enviada a cada cotista, ou em publicao de circulao interna ou local, ou ainda em lista de cincia assinada pelos membros, e/ou seus procuradores regularmente constitudos, ou exclusivamente para o e-mail
de correspondncia informado pelo membro no Termo de Adeso ao Clube de Investimento, com seu respectivo comprovante de recebimento. 4 - A assembleia geral extraordinria poder ser convocada pelo Representante do Clube ou por membros do Clube que representem, no mnimo, 30% (trinta por cento) do nmero de membros e 30% (trinta por cento) do total de cotas, quando a Administradora do Clube no atender, no prazo de 8 (oito) dias, ao pedido de convocao que apresentarem, devidamente fundamentado, com a indicao das matrias a serem tratadas. 5 - Ser dispensada a realizao de assembleia geral extraordinria para a alterao do Estatuto Social do Clube sempre que tal alterao decorrer exclusivamente da necessidade de atendimento a exigncia expressa da CVM, de adequao as normas legais ou regulamentares ou ainda, em virtude de atualizao de dados cadastrais da administradora, do gestor, tais como alterao na razo social, endereo e telefone. a) As alteraes referidas neste pargrafo devem ser comunicadas por escrito ou disponibilizadas aos cotistas no prazo de at 60 dias, contados da data em que foram implementadas. Artigo 23 - A assembleia geral ser instalada em primeira convocao com a presena de membros do Clube ou seus procuradores regularmente constitudos que representem, no mnimo, a maioria absoluta de cotas emitidas e, em segunda convocao, com qualquer nmero. Pargrafo nico - sero vlidas as deliberaes da assembleia geral tomadas, em primeira convocao, pelo critrio da maioria absoluta de cotas emitidas e, em segunda convocao, pelo critrio da maioria de cotas dos membros presentes. VII Da Dissoluo do Clube Artigo 24 - A dissoluo do Clube se far: I. Automaticamente, quando o nmero de membros for inferior a 3 (trs) durante um perodo de 120 (cento e vinte) dias consecutivos. II. Por deliberao de membros que representem a maioria das cotas existentes, em reunio convocada especialmente para essa finalidade. Artigo 25 - Em caso de dissoluo, o patrimnio do Clube ser liquidado e seu resultado, em dinheiro, distribudo entre os membros, na proporo das cotas possudas, dentro do prazo de 30 (trinta) dias. Artigo 26 - O Clube de Investimento estar sujeito a todas as disposies contidas nas normas baixadas pela CVM Comisso de Valores Mobilirios e Bolsa de Valores de So Paulo, relativas ao disciplinamento dos Clubes de Investimento.
So Paulo, 27 de Fevereiro de 2012. Insper Administrao de Carteiras de Investimentos Ltda.
CLUBE DE INVESTIMENTO FALCON Eu, abaixo qualificado, declaro ter tomado conhecimento da ntegra do Regulamento e do inteiro teor do Estatuto Social do Clube de Investimento Falcon administrado pelo(a) CFM CORRETORA S/A. Declaro tambm que concordo com os termos do citado Estatuto, servindo este instrumento como comprovante de minha adeso ao referido Clube. Nome completo: Carolina Fernandes CPF: 321.728.288-40 Documento de identidade: 32.818.851-7 Data de emisso: 10/01/2008 rgo emissor: SSP/SP Data de nascimento: 22/05/1985 Nacionalidade: Brasileira Sexo: Feminino Estado civil: Solteira Nome do cnjuge/companheiro (a): Endereo residencial: Rua Salto Grande Nmero: 264 - Complemento: apto 61 Bairro: Perdizes CEP: 01257-020 Cidade: So Paulo Estado: SP Telefone (DDD): (011) 9869-4165 Empresa em que trabalha: Adecoagro Ocupao profissional: Administradora Rendimento R$: XXXX Valor aproximado do patrimnio pessoal R$: XXXX
............................................................................. Assinatura do(a) Quotista
27/02/2012 Data
Obs.: anexar cpia do documento de identidade e de comprovante de residncia.
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