Source: http://docplayer.com.br/2660638-Relatorio-anual-e-contas-2008.html
Timestamp: 2017-04-25 03:12:34+00:00
Document Index: 67178261

Matched Legal Cases: ['artigo 269', 'Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 1', 'Artigo 1', 'Artigo 1']

Relatório Anual e Contas PDF
Relatório Anual e Contas 2008
Download "Relatório Anual e Contas 2008"
Lucas Gabriel Arruda Bayer
1 Relatório Anual e Contas 20082 ÍNDICE Órgãos Sociais Missão e Áreas de negócio Missão Principais áreas de actuação Central de Valores Mobiliários Sistemas de Liquidação Agência Nacional de Codificação ENQUADRAMENTO DA ACTIVIDADE Enquadramento institucional Enquadramento de mercado ANÁLISE DA ACTIVIDADE DE Sistemas Centralizados de Valores Mobiliários Filiados Inscrição de valores mobiliários Forma de representação Controlo das emissões Exercício de direitos de conteúdo patrimonial e outros eventos a) Pagamento de Juros e Remunerações b) Amortizações c) Pagamento de Dividendos e Rendimentos d) Aumentos e reduções de Capital Social e) Fusões e Cisões de Empresas f) Exercício de Warrants e Certificados Movimentos em conta Serviços de Informação Sistemas de Liquidação Sistema de Liquidação Geral Sistema de Liquidação Real Time (SLrt) Sistema de Liquidação em Moeda Diferente de Euro (SLME) Agência Nacional de Codificação POLÍTICAS DE GESTÃO Organização Interna Estrutura Organizativa Comités Consultivos Inquéritos de avaliação do nível de satisfação dos Clientes Supervisão, cooperação e representação Envolvente normativa Diplomas legais Normas regulamentares Desenvolvimento de produtos e serviços Nota genérica Projectos concretizados em Projectos em desenvolvimento Estrutura do Preçário da INTERBOLSA SUMÁRIO DO RELATÓRIO ANUAL SOBRE PRÁTICAS DE GOVERNO DA SOCIEDADE E DE CONTROLO INTERNO REFERÊNCIAS FINAIS ANÁLISE ECONÓMICA E FINANCEIRA Introdução Resultados Proveitos e ganhos Custos e perdas Estrutura Patrimonial INFORMAÇÃO FINANCEIRA PROPOSTA DE APLICAÇÃO DE RESULTADOS DECLARAÇÃO SOBRE A CONFORMIDADE DA INFORMAÇÃO FINANCEIRA APRESENTADA Anexos Relatório Anual e Contas 2008 Página - 13 ÓRGÃOS SOCIAIS Durante o ano de 2008, não ocorreram quaisquer alterações na organização societária da INTERBOLSA. Deste modo, em 31 de Dezembro de 2008, os Órgãos Sociais da INTERBOLSA apresentavam a seguinte composição: Mesa da Assembleia Geral Presidente Secretária Miguel Luís Kolback da Veiga Helena Maria Teixeira Lopes Conselho de Administração Presidente Vice-Presidente Vogal Miguel José Pereira Athayde Marques Abel Casimiro Sequeira Ferreira Rui José Samagaio de Matos Fiscal Único PriceWaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda., representada por António Alberto Henrique Assis ou por José Manuel Henriques Bernardo. Fiscal Suplente Jorge Manuel Santos Costa, Revisor Oficial de Contas Secretário da Sociedade Mais se salienta que, na mesma data, mantinham-se como Secretários da Sociedade, efectivo e suplente: Secretária da Sociedade Secretária Suplente Helena Maria Teixeira Lopes Arlinda Maria de Sousa André Moreira Relatório Anual e Contas 2008 Página - 24 1. MISSÃO E ÁREAS DE NEGÓCIO 1.1. Missão A INTERBOLSA Sociedade Gestora de Sistemas de Liquidação e de Sistemas Centralizados de Valores Mobiliários, S.A. (de ora em diante, abreviadamente, designada por INTERBOLSA) é uma sociedade anónima que tem por objecto a gestão de sistemas de liquidação e de sistemas centralizados de valores mobiliários. A missão da INTERBOLSA consiste em: o fornecer aos intervenientes no mercado de capitais, instituições financeiras e entidades emitentes, sistemas de registo, depósito e guarda de valores mobiliários e sistemas de liquidação das transacções sobre esses mesmos valores; o contribuir para o desenvolvimento e eficiência do mercado de capitais, nomeadamente no que se refere às áreas de custódia e liquidação, através da disponibilização de serviços de qualidade superior e de infra-estruturas que respondam com segurança e fiabilidade às necessidades dos agentes de mercado, deste modo, criando condições competitivas, reduzindo riscos sistémicos e acautelando os direitos dos investidores. Na realização da sua Missão, e de acordo com a estratégia definida pelo Conselho de Administração, a INTERBOLSA prossegue um conjunto de actividades cuja maior visibilidade externa se espelha, essencialmente, nas seguintes áreas de actuação: o Central de Valores Mobiliários; o Sistemas de Liquidação; o Agência Nacional de Codificação. Relatório Anual e Contas 2008 Página - 35 1.2. Principais áreas de actuação Central de Valores Mobiliários A Central de Valores Mobiliários tem como principais funções: o a inscrição de emissões de valores mobiliários representados sob a forma escritural e a realização dos inerentes controlos; o a inscrição de emissões de valores mobiliários representados sob a forma titulada, a realização dos inerentes controlos e a respectiva guarda; o o registo das posições detidas pelos Intermediários Financeiros ou pelos seus clientes, nas contas abertas junto da Central de Valores Mobiliários; o a movimentação dos valores mobiliários acima referidos, para efeitos de liquidação física de operações; o a realização de todos os procedimentos necessários ao exercício de direitos de natureza patrimonial, designadamente alterações do capital social das sociedades, pagamento de rendimentos e pagamento de juros; o a prestação de serviços de informação, nomeadamente informação estatística e de natureza financeira aos Intermediários Financeiros, Entidades Emitentes, Auditores e a outros participantes no mercado Sistemas de Liquidação Os Sistemas de Liquidação têm como funções: o a liquidação de operações ou posições compensadas de operações, realizadas em mercado regulamentado ou em mercado não regulamentado; o a liquidação de operações instruídas directamente pelos participantes; o o apuramento da correspondente liquidação financeira e envio de instruções de pagamento para o sistema de pagamentos gerido pelo Banco de Portugal (TARGET2-PT); o o apuramento da correspondente liquidação financeira em moeda diferente do Euro e envio de instruções de pagamento ao sistema de pagamentos em moeda estrangeira operado pela Caixa Geral de Depósitos S.A Relatório Anual e Contas 2008 Página - 46 Agência Nacional de Codificação A Agência Nacional de Codificação é a entidade responsável pela atribuição de códigos ISIN - International Securities Identification Number e CFI- Classification of Financial Instruments, assegurando, no contexto da INTERBOLSA, as seguintes funções: o atribuição de códigos de identificação ISIN a todos os valores mobiliários e outros instrumentos financeiros emitidos em Portugal; o atribuição de códigos CFI a todos os valores mobiliários e instrumentos financeiros com código ISIN. Este código identifica o tipo e a forma do valor mobiliário; o divulgação a nível nacional, bem como a todos os membros da ANNA-Association of National Numbering Agencies, dos códigos ISIN e CFI atribuídos; o interlocução entre as entidades nacionais e as outras Agências Nacionais de Codificação. Relatório Anual e Contas 2008 Página - 57 2. ENQUADRAMENTO DA ACTIVIDADE 2.1. Enquadramento institucional A INTERBOLSA Sociedade Gestora de Sistemas de Liquidação e de Sistemas Centralizados de Valores Mobiliários, S.A. é uma sociedade anónima, cujo capital social é inteiramente detido pela Euronext Lisbon Sociedade Gestora de Mercados Regulamentados, S.A. (de ora em diante, abreviadamente, Euronext Lisbon). Enquanto Sociedade totalmente detida pela Euronext Lisbon, a INTERBOLSA integra, desde 4 de Abril de 2007, o Grupo NYSE Euronext. A sociedade NYSE Euronext é a holding, criada pela combinação do NYSE Group, Inc. e da Euronext N.V., que opera o maior e mais líquido grupo de bolsas no mundo, oferecendo um alargado leque de produtos financeiros e serviços. A INTERBOLSA rege-se pelo disposto nos respectivos Estatutos, no Decreto-Lei n.º 357-C/2007, de 31 de Outubro (Lei das Entidades Gestoras ou LEG), no Código dos Valores Mobiliários (CVM) e no Código das Sociedades Comerciais (CSC), bem como em outra legislação aplicável Enquadramento de mercado O ano de 2008 ficou marcado pela confirmação da extrema gravidade da crise financeira, em curso, a qual se apresenta como a de maior dimensão, pelo menos, desde a Grande Depressão do final da década de 30 do século passado. Sem prejuízo, o ano iniciou-se com previsões (ainda algo) optimistas, assentes na expectativa de uma delimitação dos efeitos da denominada crise do sub-prime, iniciada em meados de 2007, que se acreditava poder permanecer restrita apenas aos Estados Unidos e a alguns países que se encontravam em situação de sobreaquecimento imobiliário e elevadas taxas de endividamento. No entanto, a partir de Setembro de 2008, e em especial coincidindo com a falência do Banco Lehman Relatório Anual e Contas 2008 Página - 68 Brothers, todos os indicadores macro-económicos apresentaram, sucessivamente, valores que denotam o início do enfraquecimento acentuado da economia mundial. Assim, o ano de 2008 termina com as maiores economias do mundo em recessão, parecendo não haver nação que possa escapar incólume à crise financeira e, na sequência, económica, que assola os mercados globais. No mercado de crédito epicentro da crise, as perdas registaram valores recorde, propagando-se, depois, a crise a outros sectores da economia e segmentos dos mercados financeiros, com a actividade a entrar em crise profunda, com o preço do risco a assumir proporções inauditas, originando um dos piores anos de sempre, em termos de performance, para todos os mercados, reflectindo-se, naturalmente, no desempenho dos índices accionistas. Os índices de confiança baixaram para valores há muito não registados, provocando uma crise de liquidez generalizada em resultado da aversão ao risco que dominou os mercados financeiros ao longo de todo o ano. Os activos com maior grau de risco (e.g., acções) não têm conseguido (re)atrair os investidores, em boa medida mercê das informações veiculadas pelas empresas de rating, dando nota da possibilidade de intensificação dos fenómenos de insolvência a par com os resultados das empresas que, de forma geral, apresentaram decréscimos significativos. Por sua vez, os mercados de dívida, com destaque para a dívida pública, mantêm-se activos, funcionando com uma espécie de refúgio face à postura conservadora adoptada pelos investidores em tempos de imprevisibilidade e mercê das necessidades de financiamento dos mercados. A violência da crise económica e financeira obrigou os Governos a adoptar medidas de carácter intervencionista na tentativa de restabelecer a actividade do mercado monetário: foram reduzidas de forma significativa as taxas directoras, implementadas medidas impulsionadoras da liquidez no sistema financeiro (alargamento do leque de activos aceites como colateral, concessão de garantias para a emissão de dívida bancária), entre outras. A nível interno, a economia portuguesa, plenamente integrada em termos económicos e financeiros, é necessariamente afectada pela actual conjuntura económico-financeira internacional. Relatório Anual e Contas 2008 Página - 79 A economia portuguesa é pressionada sob várias formas e por um conjunto de canais, dos quais se destacam: a redução da procura externa, a deterioração das expectativas de crescimento económico dos agentes, e ainda, a incerteza face à evolução futura da situação económica e financeira. Sem prejuízo, e depois do forte aumento dos preços do petróleo e das matérias-primas de bens alimentares entre meados de 2007 e 2008, o colapso das perspectivas de crescimento económico global terá impelido uma correcção em baixa destes preços, implicando uma revisão das perspectivas de inflação à escala global e, também assim, em Portugal, de algum modo aliviando um dos tradicionais factores de pressão sobre a nossa economia. Em qualquer caso, o baixo crescimento da actividade económica que Portugal tem evidenciado ao longo das últimas décadas traduz-se, não apenas num baixo crescimento do emprego e da reserva de capital, mas sobretudo, num insignificante dinamismo da produtividade nacional, e que não pode ser analisado numa perspectiva meramente cíclica. O Produto Interno Bruto (PIB) ascendeu, em termos nominais, a milhões de euros, representando um aumento homólogo de 1,8 por cento, o que significa que, em termos reais, o PIB nacional apresenta uma variação nula em volume, face à variação positiva de 1,9 por cento registada em Para o comportamento do PIB contribuiu, por um lado, o decréscimo da procura externa, mercê da diminuição das exportações de bens e serviços e, por outro lado, a desaceleração da procura interna que, em 2008, apresenta um crescimento de apenas 1 por cento, representando um decréscimo homólogo face ao crescimento de 1,6 por cento registado no ano anterior. O investimento apresenta-se como o principal responsável pela desaceleração da procura interna, tendo registado uma diminuição homóloga de 8,7 por cento. Mercê da turbulência verificada nos mercados internacionais, o comportamento dos principais índices bolsistas apresentou desvalorizações significativas em O mercado bolsista nacional não foi excepção. Neste contexto, de evolução negativa da actividade económica nacional e a par com a performance do mercado bolsista nacional, também a actividade da INTERBOLSA aumentou de modo mais retraído do que nos últimos anos, tanto no que toca aos volumes de emissões e valores mobiliários inscritos nos seus sistemas centralizados, como no que respeita à quantidade de operações Relatório Anual e Contas 2008 Página - 810 liquidadas através dos seus sistemas de liquidação, pese embora de modo geral apresentarem valores superiores ao ano transacto. Assim, em 31 de Dezembro de 2008, encontravam-se inscritas no sistema centralizado emissões, representadas em termos de montante de valor nominal por milhões de euros, representando um crescimento do valor nominal das emissões inscritas de 23 por cento face ao final do ano anterior. Constituindo o exercício de direitos de conteúdo patrimonial e outros eventos uma das principais actividades da INTERBOLSA, importa igualmente realçar a sua evolução durante o ano de De forma conjunta, o sistema centralizado de valores mobiliários processou, durante o ano em análise, operações de exercício de direitos e outros eventos que, conforme a seguir se demonstra, representam um acréscimo de 18,5 por cento no que se refere ao número total de eventos processados, quando comparado com o ano anterior, sendo de referir que o montante envolvido nestes processamentos foi 29,9 por cento superior ao registado no ano transacto. Durante o ano de 2008 foram processadas operações de pagamento de juros, representando um acréscimo de 19,8 por cento face ao ano anterior. O montante de juros ascendeu a milhões de euros traduzindo-se num aumento de 18,4 por cento face ao montante de juros pagos em Por sua vez, o número de operações de amortização processadas na Central, no ano em apreço, aumentou 27,3% (de 176 para 224), tendo o montante amortizado aumentado de para milhões de euros (+54,2 por cento). Relativamente à distribuição de dividendos/rendimentos, durante o ano de 2008, foram realizadas, através do Sistema Centralizado, 116 operações de pagamento de dividendos/rendimentos, mais 7 do que em igual período do ano anterior, pese embora o montante de dividendo pago tenha decrescido de para milhões de euros, representando um decréscimo de 3,1 por cento face ao montante de dividendo pago em Por último, durante o ano em causa, a Central de Valores Mobiliários contabilizou o processamento de operações de exercício de Warrants e Certificados, ou seja, mais 516 operações do que no ano anterior. Este acréscimo não foi correspondido pelo montante global envolvido neste tipo de operações, o qual apresentou um decréscimo de 42,7 por cento. Relatório Anual e Contas 2008 Página - 911 Os Sistemas Centralizados de Valores Mobiliários procederam ainda, no ano em análise, a cerca de 305 mil transferências de valores mobiliários, representando esta movimentação de valores nas contas abertas junto da Central, um decréscimo de 8,1 por cento relativamente ao número de transferências realizadas durante o ano de Este decréscimo foi acompanhado por uma diminuição de 21,2 por cento na quantidade de valores mobiliários objecto de transferência. Em termos gerais, a INTERBOLSA liquidou, através do Sistema de Liquidação Geral, 297 mil instruções resultantes da compensação de operações realizadas nos mercados geridos pela Euronext Lisbon e garantidas pela LCH.Clearnet, S.A., no montante global de milhões de euros, o que representa um decréscimo de 41,6 por cento no montante liquidado, quando comparado com o ano transacto. Por sua vez, as operações OTC (over the counter) e de realinhamento liquidadas através do Sistema de Liquidação real time (Slrt) apresentaram um acréscimo de 20,1 por cento, quando comparadas com o número de operações concretizadas em O montante envolvido na liquidação das operações em tempo real decresceu de para milhões de euros (-22,2 por cento). Relatório Anual e Contas 2008 Página - 1012 3. ANÁLISE DA ACTIVIDADE DE Sistemas Centralizados de Valores Mobiliários Filiados Em termos globais, a INTERBOLSA, em 31 de Dezembro de 2008, contava 35 Intermediários Financeiros filiados nos seus sistemas, menos dois do que em igual período do ano anterior. No quadro abaixo apresenta-se a discriminação das entidades filiadas, com indicação da respectiva estrutura jurídico-formal. Fig. 1 Intermediários Financeiros ENTIDADES FILIADAS Sociedades Corretoras 2 2 Sociedades Financeiras de Corretagem 0 2 Bancos Total Intermediários Financeiros No que respeita, especificamente, às entidades bancárias, em Março de 2008, o Banco Privado Português, S.A. suspendeu a sua filiação nos sistemas geridos pela INTERBOLSA, passando a assumir apenas a categoria de agente do emitente. No entanto, também em Março de 2008, a INTERBOLSA passou a contar com mais um filiado nos seus sistemas: o Deutsche Bank AG, Amsterdam Branch. Em 31 de Dezembro de 2008, procedeu-se ao cancelamento da filiação do Banco Banif e Comercial dos Açores, S.A., na sequência da fusão por incorporação deste no Banif - Banco Internacional do Funchal, S.A. (a qual produziu efeitos a 1 de Janeiro de 2009). No que concerne às Sociedades Financeiras de Corretagem, em 31 de Dezembro de 2008, o conjunto dos filiados já não contemplava este tipo de Intermediários Financeiros. Na verdade, em Abril de 2008, a Intermoney Portugal Sociedade Financeira de Corretagem, S.A. (ex. Crédito Agrícola Dealer - Sociedade Financeira de Corretagem, S.A.) cancelou a sua filiação nos sistemas geridos pela INTERBOLSA, tendo, em finais de 2008, a L.J. Carregosa Sociedade Financeira de Corretagem, S.A. assumido a qualidade de instituição de crédito, passando a designar-se Banco L.J. Carregosa, S.A. Durante o ano de 2008, o número de Sociedades Corretoras filiadas não registou qualquer alteração Relatório Anual e Contas 2008 Página - 1113 De salientar, por último, que são igualmente participantes nos Sistemas geridos pela INTERBOLSA, o Banco de Portugal, o Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público, IP, a CMVM, enquanto entidade gestora do Sistema de Indemnização aos Investidores, e a LCH.Clearnet, S.A Inscrição de valores mobiliários Em 31 de Dezembro de 2008, encontravam-se inscritas no sistema centralizado emissões, representadas por mil milhões de unidades de valor mobiliário com um valor nominal de milhões de euros. Em termos globais e homólogos, verificaram-se acréscimos de 1,2 por cento no número de emissões integradas e de 23 por cento no valor nominal inscrito, tendo a quantidade de valores mobiliários inscrita aumentado 4,9 por cento. O quadro abaixo apresenta a repartição das emissões integradas na Central de Valores Mobiliários, por tipo de valor mobiliário, respectivamente, em 31 de Dezembro de 2007 e de Fig. 2 Valores mobiliários inscritos em Sistema Centralizado Valores Mobiliários Inscritos Quantidade 31 de Dezembro de de Dezembro de 2007 Montante Valor Nominal (10^3 ) Nº Emissões Quantidade Montante Valor Nominal (10^3 ) Nº Emissões Acções Dívida Dívida Pública Obrigações do Tesouro e Outras Dívida Privada Obrigações (1) Obrigações Hipotecárias Obrig. Titularizadas VMOC's (2) Títulos de Participação Papel Comercial Outros valores mobiliários Unidades de Participação Warrants Certificados Valores Estruturados Total de valores integrados (1) Inclui Obrigações Clássicas, Obrigações de Caixa, Obrigações Convertíveis, Obrigações c/ Direito Subscrição e Obrigações Participantes. (2) Valores Mobiliários Obrigatoriamente Convertíveis. Relatório Anual e Contas 2008 Página - 1214 Reportando a análise ao quadro acima, e com maior relevância na actividade da INTERBOLSA, em termos homólogos, as obrigações clássicas representativas de dívida privada totalizavam, em 31 de Dezembro de 2008, milhões de Euros. Este valor representa um crescimento de 36,3 por cento neste segmento. Quanto às obrigações hipotecárias, os milhões de Euros inscritos em 31 de Dezembro de 2008, representam um crescimento de 81,8 por cento face a A dívida pública, com um valor inscrito em 2008 de milhões de Euros, 5,9 por cento mais do que em 2007, merece, igualmente, destaque. De realçar, também, que em 2008 foram inscritas as primeiras quatro emissões de papel comercial, registando-se, em 31 de Dezembro, um valor total inscrito de milhões de Euros Forma de representação Em 31 de Dezembro de 2008, das emissões inscritas no Sistema Centralizado gerido pela INTERBOLSA, 81,7 por cento (1.627 emissões) encontram-se representadas sob a forma escritural. Das 364 emissões tituladas, 327 pertencem ao tipo de warrants e certificados, estando cada emissão, representada por um único certificado global. Fig. 3 Valores mobiliários inscritos Forma de Representação Rep. Titulada Rep. Escrit ural Relatório Anual e Contas 2008 Página - 1315 Importa referir que, pese embora o princípio da neutralidade da forma de representação consagrado na lei vigente, a INTERBOLSA, continua a efectuar todos os esforços para o aumento dos níveis de desmaterialização das emissões integradas nos seus Sistemas Centralizados, de acordo com as melhores práticas internacionais. Assim, exceptuando-se o caso dos warrants, não foram integrados, no Sistema Centralizado gerido pela INTERBOLSA, quaisquer outras emissões representadas sob a forma titulada Controlo das emissões O quadro da página seguinte, apresenta as quantidades e respectivos montantes, em valor nominal, dos valores mobiliários emitidos e objecto de integração nos Sistemas Centralizados geridos pela INTERBOLSA. A Central de Valores Mobiliários, assumindo a sua função de registo e controlo das emissões escriturais e de controlo e guarda de valores titulados, gere para cada forma de representação dos valores mobiliários uma conta interna na qual inscreve a diferença entre a quantidade de valores mobiliários emitida, duma emissão ou categoria, e a quantidade de valores mobiliários registados e/ou recebidos no Cofre da Central. Relatório Anual e Contas 2008 Página - 1416 Fig. 4 Valores mobiliários emitidos/inscritos na Central de Valores Mobiliários Tipo de Valor Mobiliário Nº. de Emissões Qt. Valores Mobiliários Emitidos Montante Valor Nominal 31 de DEZEMBRO de 2008 Qt. Valores Mobiliários Inscritos Montante Valor Nominal % Inscrita na CVM ACÇÕES ,97% Escriturais ,99% Tituladas ,49% OBRIGAÇÕES ,99% Escriturais ,99% Tituladas ,83% Obrigações - Dívida Pública ,99% Escriturais ,99% Obrigações - Divida Privada ,98% Escriturais ,98% Tituladas ,83% OBRIGAÇÕES HIPOTECÁRIAS ,00% Escriturais ,00% OBRIGAÇÕES TITULARIZADAS ,00% Escriturais ,00% VMOC's ,00% Escriturais ,00% TIT. PARTICIPAÇÃO ,97% Escriturais ,97% UNID. PARTICIPAÇÃO ,00% Escriturais ,00% WARRANTS ,00% Escriturais ,00% Tituladas ,00% CERTIFICADOS ,00% Escriturais ,00% VALORES ESTRUTURADOS ,00% Escriturais ,00% PAPEL COMERCIAL ,00% Escriturais ,00% TOTAIS - Eur ,99% Escriturais ,99% Tituladas ,48% TOTAIS - Out. Moedas (1) ,00% Escriturais ,00% TOTAIS - Sem Moeda (2) ,00% Notas: Escriturais ,00% Tituladas ,00% (1) Encontram-se inscritas seis emissões em USD e uma em JPY. (2) As unidades de participação, os warrants, os certificados, e os valores estruturados não têm associado valor nominal. Montante Valor Nominal em (10^3 ); Montante Valor Nominal em outras moedas - (10^3 USD/JPY) convertidos em, ao câmbio de 31 de Dezembro 2008 Relatório Anual e Contas 2008 Página - 1517 Exercício de direitos de conteúdo patrimonial e outros eventos O exercício de direitos de conteúdo patrimonial e outros eventos constitui uma das principais actividades da Central de Valores Mobiliários. Efectuada uma análise do conjunto dos eventos realizados através dos sistemas centralizados geridos pela INTERBOLSA, durante o ano de 2008, foram processadas operações de exercício de direitos de conteúdo patrimonial e outros eventos, que movimentaram milhões de unidades de valores mobiliários, ascendendo o montante de valor nominal envolvido nestes processamentos a milhões de euros. Em termos homólogos, o número total de eventos processados pela Central representa um acréscimo de 18,5 por cento face ao ano anterior, explicado principalmente pelo aumento do exercício de warrants e certificados. A quantidade global de valores mobiliários envolvida nestas operações foi 0,6 por cento inferior à registada em Por sua vez, o valor total movimentado apresenta um acréscimo de 29,9 por cento. De seguida é efectuada uma análise individualizada dos diferentes tipos de exercício de direitos de conteúdo patrimonial e outros eventos processados, durante o ano de 2008, no Sistema Centralizado, gerido pela INTERBOLSA. a) Pagamento de Juros e Remunerações Em 2008, foram processadas através do Sistema Centralizado operações de pagamento de juros, representando um acréscimo de 19,8 por cento face ao ano anterior. O montante de juros pagos em 2008 ascendeu a milhões de euros traduzindo-se num aumento de 18,4 por cento face ao montante de juros pagos no ano anterior. Analisada a informação individualmente, podemos aferir pela observação do quadro infra que, em termos homólogos, relativamente ao pagamento de juros directamente relacionados com a dívida pública, verificou-se um decréscimo tanto no número de operações processadas (menos 1) como no montante de juros pagos (-2,2 por cento). Relatório Anual e Contas 2008 Página - 1618 Outros (1) Nº Operações ,3% Fig. 5 Exercício de Direitos Pagamento de Juros e equiparados Juros / Remunerações Var.(%) Dívida Pública Nº Operações ,3% Quantidade Valores Mobiliários ,2% Valor (10^3 Eur) ,2% Dívida Privada, Títulos de Participação e Certificados VMOC's Nº Operações ,5% Quantidade Valores Mobiliários ,5% Valor (10^3 Eur) ,1% Nº Operações 2 2 0,0% Quantidade Valores Mobiliários ,5% Valor (10^3 Eur) ,9% TOTAIS Quantidade Valores Mobiliários ,1% Valor (10^3 Eur) ,9% Nº Operações ,8% Quantidade Valores Mobiliários ,3% Valor (10^3 Eur) ,4% (1) Outros: Valores Mobiliários Convertíveis por opção da EE; Obrigações Hipotecárias; Obrigações Titularizadas; Valores Estruturados; Papel Comercial. b) Amortizações Numa análise conjunta, em termos homólogos, o número de operações de amortizações processadas na Central no ano em apreço, aumentou de 176 para 224 (27,3 por cento) tendo o montante amortizado ( milhões de Euros) sido incrementado de 54,2 por cento. Relatório Anual e Contas 2008 Página - 1719 Fig. 6 Exercício de Direitos Pagamento de Amortizações Amortizações Var.(%) Dívida Pública Dívida Privada e Títulos de Participação Outros (1) TOTAIS Nº Operações 2 2 0,0% Quantidade Valores Mobiliários ,6% Valor (10^3 Eur) ,6% Nº Operações ,7% Quantidade Valores Mobiliários ,4% Valor (10^3 Eur) ,9% Nº Operações ,1% Quantidade Valores Mobiliários ,0% Valor (10^3 Eur) ,6% Nº Operações ,3% Quantidade Valores Mobiliários ,9% Valor (10^3 Eur) ,2% (1) Outros: Valores Mobiliários Convertíveis por opção da EE; Obrigações Titularizadas; Valores Estruturados; Papel Comercial. c) Pagamento de Dividendos e Rendimentos Durante o ano de 2008, foram realizadas, através do Sistema Centralizado, 116 operações de pagamento de dividendos/rendimentos, mais 7 do que em igual período do ano anterior. Apesar disso, o valor global processado ascendeu a milhões de euros, representando um decréscimo de 3,1 por cento face aos valores de Fig. 7 Exercício de Direitos Pagamento de Dividendos e Rendimentos Dividendos /Rendimentos Var.(%) Nº Operações ,4% Quantidade Valores Mobiliários ,7% Valor (10^3 Eur) ,1% d) Aumentos e reduções de Capital Social No que respeita às operações de aumento de capital social das entidades emitentes registadas junto do Sistema Centralizado, não houve alteração no número de operações realizadas mas verificou-se um acréscimo muito significativo nos valores envolvidos. Relatório Anual e Contas 2008 Página - 1820 Fig. 8 Exercício de Direitos Aumentos de Capital Aumentos de Capital Social Var.(%) Subscrições: Incorporações: TOTAIS Nº Operações 7 7 0,0% Quantidade Valores Mobiliários ,6% Valor (10^3 Eur) ,1% Nº Operações 5 5 0,0% Quantidade Valores Mobiliários ,2% Valor (10^3 Eur) ,5% Nº Operações ,0% Quantidade Valores Mobiliários ,1% Valor (10^3 Eur) ,7% As sete operações de aumento de capital por subscrição movimentaram milhões de euros, quando, em igual período do ano anterior, o montante envolvido se situou nos 253 milhões de euros. Foram igualmente processadas cinco operações relativas a incorporação de reservas, tendo o seu valor decrescido 34,5 por cento quando comparado com igual período do ano anterior. Fig. 9 Exercício de Direitos Reduções de Capital Reduções de Capital Var.(%) Nº Operações ,6% Quantidade Valores Mobiliários ,4% Valor (10^3 Eur) ,7% Em termos de operações de redução de capital social, foram processadas, no ano em análise, 10 operações, menos 4 do que o número registado no ano anterior, tendo o valor envolvido nestas operações apresentado um decréscimo de 76,7 por cento, face aos montantes de redução de capital registados em e) Fusões e Cisões de Empresas No que se refere às fusões e cisões de empresas, foram processadas 4 operações de fusão e três de cisão, representando, em conjunto, uma movimentação de capital de 474 milhões de euros, contrastando com os 65 milhões movimentados no ano transacto. Relatório Anual e Contas 2008 Página - 19 Exibir mais
Relatório Anual e Contas 2009
Relatório Anual e Contas 2009 ÍNDICE ÓRGÃOS SOCIAIS... 3 1. MISSÃO E ÁREAS DE NEGÓCIO... 4 1.1. MISSÃO... 4 1.2. PRINCIPAIS ÁREAS DE ACTUAÇÃO... 5 1.2.1. CENTRAL DE VALORES MOBILIÁRIOS... 5 1.2.2. SISTEMAS Leia mais Sociedade Gestora de Sistemas de Liquidação e de Sistemas Centralizados de Valores Mobiliários, S.A.
Sociedade Gestora de Sistemas de Liquidação e de Sistemas Centralizados de Valores Mobiliários, S.A. Informação Periódica Terceiro Trimestre de 2010 (Contas não Auditadas) INTERBOLSA Sociedade Gestora Leia mais Activo subjacente: activo que serve de base a outros instrumentos financeiros, como sejam os futuros, as opções e os warrants autónomos.
GLOSSÁRIO Activo subjacente: activo que serve de base a outros instrumentos financeiros, como sejam os futuros, as opções e os warrants autónomos. Assembleia geral: órgão das sociedades anónimas em que Leia mais REGULAMENTO DA INTERBOLSA N.º 3/2004 Regras operacionais gerais de funcionamento dos sistemas de liquidação de valores mobiliários
REGULAMENTO DA INTERBOLSA N.º 3/2004 Regras operacionais gerais de funcionamento dos sistemas de liquidação de valores mobiliários Ao abrigo do disposto no artigo 269.º do Código dos Valores Mobiliários Leia mais . INFORMAÇÃO E EMITENTES MOBILIÁRIOS
. INFORMAÇÃO 4.. I E EMITENTES DE VALORES MOBILIÁRIOS 4. Informação e Emitentes de Valores Mobiliários O QUE É PRECISO SABER PARA INVESTIR EM VALORES MOBILIÁRIOS? A informação desempenha um papel fundamental Leia mais VALORES MOBILIÁRIOS. Data de Entrada em vigor: 09-Mar-2015. Clientes Particulares e Empresas
Data de Entrada em vigor: 09-Mar-2015 VALORES MOBILIÁRIOS Clientes Particulares e Empresas 21 FUNDOS DE INVESTIMENTO 21.1. Fundos Banif 21.2. Fundos de Terceiros Internacionais 22 TÍTULOS 22.1. Transacção Leia mais Obrigações, Fundos Públicos e outros Valores Mobiliários de dívida. 0,5% (min. 7) 0,4% (min. 7) 0,035% (min. 7) > 25.000 e 100.000
VALORES MOBILIÁRIOS Na contratação de serviços de investimento em valores mobiliários, os investidores devem analisar atentamente o preçário para calcular os encargos totais previsíveis do investimento Leia mais Capítulo I Denominação, sede e objecto. Artigo 1º. (Firma e sede) Artigo 2º. (Agências, filiais, delegações e outras formas de representação)
Capítulo I Denominação, sede e objecto Artigo 1º (Firma e sede) 1 - A sociedade adopta a firma de APOR - Agência para a Modernização do Porto, S.A. e tem a sua sede na Rua Justino Teixeira, nº 861, 4300-281 Leia mais Portaria n.º 913-I/2003 de 30 de Agosto
Não dispensa a consulta do diploma publicado em Diário da República. Portaria n.º 913-I/2003 de 30 de Agosto (com as alterações introduzidas pela Portaria nº 1018/2004 (2ª Série), de 17 de Setembro e pela Leia mais PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR
PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR Princípios aplicáveis ao desenvolvimento dos Sistemas de Gestão de Riscos e de Controlo Interno das Empresas de Seguros As melhores práticas internacionais na regulamentação Leia mais Portaria nº 913-I/2003, de 30 de Agosto
Portaria n.º 913-I/2003 de 30 de Agosto * Na sequência do Decreto-Lei n.º 183/2003, de 19 de Agosto, que alterou o Estatuto da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), aprovado pelo Decreto-Lei Leia mais Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 705
Directriz de Revisão/Auditoria 705 FUNDOS DE INVESTIMENTO ÍNDICE Agosto de 2006 Parágrafos Introdução 1-3 Objectivo 4-5 Particularidades e Procedimentos de Validação 6-25 Outros Deveres e Competências Leia mais ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA)
30 de Junho de 2005 ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA) Relatório do Conselho de Administração Altri, S.G.P.S., S.A. (Sociedade Aberta) Contas Individuais Rua General Norton de Matos, 68 4050-424 Leia mais Banco Português de Investimento, S.A.
1 Banco Português de Investimento, S.A. TABELA GERAL DE REMUNERAÇÕES, COMISSÕES E DESPESAS PRODUTOS E SERVIÇOS Actualizada em 2008-07-16 7 VALORES MOBILIÁRIOS TRANSACÇÕES 1. Mercado a Contado a) Comissão Leia mais Informação complementar ao Relatório de Governo das Sociedades referente ao Exercício de 2007
BANIF SGPS S.A. Sociedade Aberta Matriculada na Conservatória do Registo Comercial do Funchal Sede Social: Rua de João Tavira, 30, 9004 509 Funchal Capital Social: 250.000.000 Euros * Número único de matrícula Leia mais newsletter Nº 82 NOVEMBRO / 2013
newsletter Nº 82 NOVEMBRO / 2013 Assuntos em Destaque Resumo Fiscal/Legal Outubro de 2013 2 Contabilização dos Subsídios do Governo e Divulgação de Apoios do Governo 3 Revisores e Auditores 7 LEGISLAÇÃO Leia mais Organização do Mercado de Capitais Português
Instituto Superior de Economia e Gestão Organização do Mercado de Capitais Português Docente: Discentes : Prof. Dra. Raquel Gaspar Inês Santos João Encarnação Raquel Dias Ricardo Andrade Temas a abordar Leia mais O investidor deve assumir um papel activo na recolha de informação que lhe permita tomar decisões de investimento fundamentadas.
O presente documento visa fornecer-lhe informações simples e práticas sobre como deve investir de forma responsável. Independentemente da protecção conferida pela legislação aos investidores não profissionais, Leia mais Regulamento da CMVM n.º 2/2014. Papel comercial. (Revogação do Regulamento da CMVM n.º 1/2004)
Regulamento da CMVM n.º 2/2014 Papel comercial (Revogação do Regulamento da CMVM n.º 1/2004) As alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 52/2006, de 15 de março, e pelo Decreto-Lei n.º 29/2014, de Leia mais Não existe garantia de capital nem rendimento.
91-67 Informação actualizada a: 01/04/2012 Designação Comercial: Operação de Capitalização Série Nº 67 (I.C.A.E - Não normalizado) Data início de Comercialização: 07/05/2009 Empresa de Seguros Entidades Leia mais PROJECTO ANÚNCIO DE LANÇAMENTO DE OFERTA PÚBLICA GERAL E OBRIGATÓRIA DE AQUISIÇÃO DE ACÇÕES EMITIDAS PELA FUTEBOL CLUBE DO PORTO FUTEBOL, SAD
PROJECTO ANÚNCIO DE LANÇAMENTO DE OFERTA PÚBLICA GERAL E OBRIGATÓRIA DE AQUISIÇÃO DE ACÇÕES EMITIDAS PELA FUTEBOL CLUBE DO PORTO FUTEBOL, SAD Na sequência da divulgação do anúncio preliminar em 2 de Outubro Leia mais REGULAMENTADO SESSÃO ESPECIAL DE MERCADO. Apuramento dos Resultados da Oferta Pública de Subscrição das OBRIGAÇÕES TAXA FIXA MOTA-ENGIL 2013/2016
SESSÃO ESPECIAL DE MERCADO REGULAMENTADO Apuramento dos Resultados da Oferta Pública de Subscrição das OBRIGAÇÕES TAXA FIXA MOTA-ENGIL 2013/2016 14 de Março de 2013 ENTIDADE OFERENTE OFERTA PÚBLICA DE Leia mais CONDIÇÕES FINAIS OBRIGAÇÕES CONTINENTE 7% 2015 [aprovado em 22 de Junho de 2012] Sonae, SGPS, S.A.
CONDIÇÕES FINAIS OBRIGAÇÕES CONTINENTE 7% 2015 [aprovado em 22 de Junho de 2012] Sonae, SGPS, S.A. Emissão de até 100.000.000 de Obrigações, com a possibilidade de alocação de um montante adicional até Leia mais PROPOSTA DE LEI N.º 101/IX CRIA O SISTEMA INTEGRADO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Exposição de motivos
PROPOSTA DE LEI N.º 101/IX CRIA O SISTEMA INTEGRADO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Exposição de motivos Tendo em consideração que a Administração Pública tem como objectivo fundamental Leia mais ALVES RIBEIRO - INVESTIMENTOS FINANCEIROS, SGPS, S.A. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 (Montantes em Euros, excepto quando expressamente indicado) 1. NOTA INTRODUTÓRIA Leia mais Estatutos da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E. P. E.
Estatutos da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E. P. E. DIPLOMA / ATO : Decreto-Lei n.º 229/2012 NÚMERO : 208 SÉRIE I EMISSOR: Ministério dos Negócios Estrangeiros SUMÁRIO: Aprova Leia mais [tradução livre dos Termos Finais em língua inglesa. Em caso de discrepância, a versão inglesa prevalecerá]
[tradução livre dos Termos Finais em língua inglesa. Em caso de discrepância, a versão inglesa prevalecerá] Termos Finais datados de 22 de Dezembro de 2011 Banif Banco Internacional do Funchal, S.A. Emissão Leia mais ORA newsletter. Resumo Fiscal/Legal Março de 2012 1 Custo Amortizado Enquadramento e Determinação 2 Revisores e Auditores 6
Assuntos Resumo Fiscal/Legal Março de 2012 1 Custo Amortizado Enquadramento e Determinação 2 Revisores e Auditores 6 LEGISLAÇÃO FISCAL/LEGAL MARÇO DE 2012 Ministério da Solidariedade e da Segurança Social Leia mais Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DA EDP
Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DA EDP 16.12.2010 REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL Leia mais FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PÚBLICA
FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PÚBLICA ASPECTOS FUNDAMENTAIS 1 F U N D O S F E C H A D O S D E S U B S C R I Ç Ã O P Ú B L I C A ASPECTOS FUNDAMENTAIS RE GIM E JURÍDICO O enquadramento jurídico dos Fundos Leia mais 7º CONGRESSO NACIONAL DOS CORRETORES E AGENTES DE SEGUROS. Feira Internacional de Lisboa Parque das Nações. 15 de Outubro de 2010
7º CONGRESSO NACIONAL DOS CORRETORES E AGENTES DE SEGUROS Feira Internacional de Lisboa Parque das Nações 15 de Outubro de 2010 Sessão Solene de Abertura Gostaria de começar por felicitar a APROSE pela Leia mais SESSÃO ESPECIAL DE MERCADO REGULAMENTADO
SESSÃO ESPECIAL DE MERCADO REGULAMENTADO Apuramento dos Resultados da Oferta Pública de Subscrição de Obrigações CONTINENTE 7% 2015 23 de Julhode 2012 ENTIDADE OFERENTE OFERTA PÚBLICA DE SUBSCRIÇÃO Obrigações Leia mais a) Quanto, quando e a que título o investidor paga ou pode pagar? b) Quanto, quando e a que título o investidor recebe ou pode receber?
Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Um investimento responsável exige que conheça as suas implicações e que esteja disposto a aceitá-las PFC Valorização Retalho Entidade Leia mais Preçário. ENVIO PONTUAL EXTRATO DE MOVIMENTOS (a pedido do cliente)
1 CONTAS DE DEPÓSITO 1.1. DEPÓSITOS À ORDEM ENVIO PONTUAL EXTRATO DE MOVIMENTOS (a pedido do cliente) Movimentos efetuados até últimos 31 meses inclusive Envio por email 1,00 Envio por correio 5,00 Movimentos Leia mais Comunicado. Lisboa, 29 de Junho 2015. O Emitente
Comunicado Banif informa sobre segundo período de exercício da faculdade de aquisição de acções ao Estado Português, pelos accionistas a 25 de Janeiro de 2013, no termos do parágrafo 9.º do Despacho n.º Leia mais Os valores mobiliários que fazem parte de uma mesma emissão conferem aos seus titulares os mesmos direitos e deveres.
VALORES MOBILIÁRIOS O QUE SÃO VALORES MOBILIÁRIOS? Valores mobiliários são documentos emitidos por empresas ou outras entidades, em grande quantidade, que representam direitos e deveres, podendo ser comprados Leia mais ANTE-PROPOSTA DE DECRETO-LEI VALORES MOBILIÁRIOS DE ESTRUTURA DERIVADA
ANTE-PROPOSTA DE DECRETO-LEI VALORES MOBILIÁRIOS DE ESTRUTURA DERIVADA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Âmbito O presente decreto-lei aplica-se aos seguintes valores mobiliários de estrutura derivada: Leia mais GLOSSÁRIO. Auditoria Geral do Mercado de Valores Mobiliários 39
GLOSSÁRIO Activo subjacente: activo que serve de base a outros instrumentos financeiros, como sejam os futuros, as opções e os warrants autónomos. Assembleia geral: órgão das sociedades anónimas em que Leia mais Regulamento da CMVM 12/2005, de 9 de Dezembro - II Série nº 235
Regulamento da CMVM 12/2005, de 9 de Dezembro - II Série nº 235 Contabilidade das sociedades e fundos de capital de risco A alteração do Decreto-Lei n.º 319/2002, de 28 de Dezembro, pelo Decreto-Lei n.º Leia mais Relatório de Transparência
Relatório de Transparência Exercício de 2013 Relatório de Transparência 1. Introdução Em cumprimento do disposto no art. 62-A do Dec Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro, vem esta sociedade apresentar o seu Leia mais RELATÓRIO & CONTAS Liquidação
Fundo Especial de Investimento Aberto CAIXA FUNDO RENDIMENTO FIXO IV (em liquidação) RELATÓRIO & CONTAS Liquidação RELATÓRIO DE GESTÃO DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS RELATÓRIO DO AUDITOR EXTERNO CAIXAGEST Técnicas Leia mais Regulamento da CMVM n.º X/2015 Capital de Risco, Empreendedorismo Social e Investimento Especializado (Revoga o regulamento da CMVM n.
Regulamento da CMVM n.º X/2015 Capital de Risco, Empreendedorismo Social e Investimento Especializado (Revoga o regulamento da CMVM n.º 1/2008) [Preâmbulo] Assim, ao abrigo do disposto no n.º 2 do artigo Leia mais RESULTADOS CONSOLIDADOS
2012 RESULTADOS CONSOLIDADOS Lisboa, 8 de Fevereiro de 2013 A presente informação anual não foi sujeita a auditoria. Processo de Recapitalização A 31 de Dezembro de 2012 foi anunciada a aprovação por parte Leia mais CONTRATO DE GESTÃO DE CARTEIRA (S)
CONTRATO DE GESTÃO DE CARTEIRA (S) ENTRE ALTAVISA GESTÃO DE PATRIMÓNIOS, S.A., pessoa colectiva n.º 507 309 189, com sede em Matosinhos, na Rua Roberto Ivens, n.º 1280, 1.º andar sala 6 4450 251 Matosinhos, Leia mais REGULAMENTADO SESSÃO ESPECIAL DE MERCADO. Apuramento dos Resultados da Oferta Pública de Subscrição das Obrigações FC PORTO SAD 2014-2017
SESSÃO ESPECIAL DE MERCADO REGULAMENTADO Apuramento dos Resultados da Oferta Pública de Subscrição das Obrigações FC PORTO SAD 2014-2017 4 de Junho de 2014 Não dispensa a consulta do prospecto e respectiva Leia mais GESTÃO BANCÁRIA (NOTAS DAS AULAS)
GESTÃO BANCÁRIA (NOTAS DAS AULAS) ANEXO 3 E S DAS SOCIEDADES FINANCEIRAS Fernando Félix Cardoso Ano Lectivo 2004-05 SOCIEDADES CORRETORAS E FINANCEIRAS DE CORRETAGEM Compra e venda de valores mobiliários Leia mais FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PARTICULAR
FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PARTICULAR ASPECTOS FUNDAMENTAIS 1 F U N D O S F E C H A D O S D E S U B S C R I Ç Ã O PA R T I C U L A R ASPECTOS FUNDAMENTAIS RE GIM E JURÍDICO O enquadramento jurídico Leia mais Através da sua rede de Balcões do Banco Espírito Santo, S.A.. Instituto de Seguros de Portugal e Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.
Mod. Versão 91-60 Informação actualizada a: 19/04/2011 Designação Comercial: Operação de Capitalização T- 1ª Série (ICAE- Não Normalizado) Período de Comercialização: de17/12/2008 a 17/12/20 Empresa de Leia mais ANEXO. Procedimentos para o exercício das opções de compra
ANEXO Procedimentos para o exercício das opções de compra I. Enquadramento 1. Operação O presente documento é relativo aos procedimentos estabelecidos para o segundo período de exercício da faculdade de Leia mais . FUNDOS DE INVESTIMENTO
. FUNDOS 7.. F DE INVESTIMENTO 7. Fundos de Investimento O QUE É UM FUNDO DE INVESTIMENTO? Um fundo de investimento é um património que pertence a várias pessoas, destinado ao investimento em determinados Leia mais Assembleia Geral de Accionistas de 30 de Março de 2012
Assembleia Geral de Accionistas de 30 de Março de 2012 Assembleia Geral de Accionistas da Sonae Capital, SGPS, S.A., reuniu no dia 30 de Março de 2012, pelas 11:00, no Lugar do Espido, Via Norte, na Maia, Leia mais ESTATUTOS DE MOBITRAL EMPRESA MUNICIPAL MOBÍLIAS TRADICIONAIS ALENTEJANAS, E.M. CAPÍTULO I
ESTATUTOS DE MOBITRAL EMPRESA MUNICIPAL MOBÍLIAS TRADICIONAIS ALENTEJANAS, E.M. CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1.º Denominação personalidade e capacidade jurídica 1 - A empresa adopta a denominação Leia mais Os riscos do DUETO, produto financeiro complexo, dependem dos riscos individuais associados a cada um dos produtos que o compõem.
Advertências ao Investidor Os riscos do, produto financeiro complexo, dependem dos riscos individuais associados a cada um dos produtos que o compõem. Risco de perda total ou parcial do capital investido Leia mais DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009)
Conferência de Imprensa em 14 de Abril de 2009 DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009) No contexto da maior crise económica mundial Leia mais DESTAQUE. Novembro 2014 I. INTRODUÇÃO
DESTAQUE Novembro 2014 MERCADO DE CAPITAIS PRINCIPAIS NOVIDADES REGULATÓRIAS EM MATÉRIA DE MERCADO DE INSTRUMENTOS FINANCEIROS, LIQUIDAÇÃO DE TRANSACÇÕES E CENTRAIS DE VALORES MOBILIÁRIOS I. INTRODUÇÃO Leia mais A experiência de integração do Grupo Euronext em matéria de Compensação e Liquidação
A experiência de integração do Grupo Euronext em matéria de Compensação e Liquidação Cartagena, 20 de Maio de 2004 Susana Marques Agenda Modelo de negócio Estrutura do grupo Euronext Supervisão do Grupo Leia mais Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto *
Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto * Nos termos da Resolução do Conselho de Ministros n.º 103/2002, de 26 de Julho, que aprovou o Programa para a Produtividade e o Crescimento da Economia, foi delineado Leia mais DE QUE FORMA OS CONHECIMENTOS
COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE QUE FORMA OS CONHECIMENTOS E A EXPERIÊNCIA DOS INVESTIDORES DETERMINAM O MODO COMO SÃO TRATADOS PELOS INTERMEDIÁRIOS Leia mais Financiamento das PME. Evolução fiscal e regulatória. Carlos Loureiro. 28 de Novembro de 2014. 2014 Deloitte
Financiamento das PME Evolução fiscal e regulatória Carlos Loureiro 28 de Novembro de 2014 1 Temas a discutir Abordagem da temática Financiamento bancário: Panaceia ou factor de restrição? As alternativas Leia mais CUSTÓDIA (POR SEMESTRE OU NA DATA DA LIQUIDAÇÃO DA CONTA TÍTULO) (*) EURO IMPOSTO Em todas as Bolsas 12,00 IVA
1. CONTAS DE TÍTULOS CUSTÓDIA (POR SEMESTRE OU NA DATA DA LIQUIDAÇÃO DA CONTA TÍTULO) (*) Em todas as Bolsas 12,00 (*) - Aplicável a todas as Contas Títulos com saldo médio diário superior a zero unidades Leia mais A INDÚSTRIA DA GESTÃO DE ACTIVOS 2002
A INDÚSTRIA DA GESTÃO DE ACTIVOS 2002 ÍNDICE 1. Caracterização da Indústria de Gestão de Activos...pág. 01 2. Evolução da Indústria de Gestão de Activos...pág. 04 2.1 A Gestão Colectiva de Activos...pág. Leia mais O investimento em instrumentos financeiros tem sempre associado uma rendibilidade potencial e um risco implícito.
INFORMAÇÕES GERAIS. O investimento em instrumentos financeiros tem sempre associado uma rendibilidade potencial e um risco implícito. A rendibilidade é a taxa de rendimento gerado pelo investimento durante Leia mais Decreto-Lei nº 495/88, de 30 de Dezembro
FUNDOS ESPECIAIS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO ASPECTOS FUNDAMENTAIS 1 F U N D O S M I S T O S ASPECTOS FUNDAMENTAIS RE GIM E JURÍDICO O enquadramento jurídico dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII) Leia mais Finantia SGFTC, S.A. Relatório e Contas 2012
Finantia SGFTC, S.A. Relatório e Contas 2012 Finantia S.G.F.T.C., S.A. Rua General Firmino Miguel, nº 5 1º 1600-100 Lisboa Matrícula na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa e Pessoa Colectiva nº Leia mais 5 Análise Orçamental RELATÓRIO E CONTAS
5 Análise Orçamental RELATÓRIO E CONTAS 1 PRINCIPAIS DESTAQUES [Indicadores] Indicadores 2010 2011 RECEITA Crescimento da Receita Total 19,8 3,7 Receitas Correntes / Receita Total 61 67,2 Crescimento das Leia mais PLANO DE CONTAS PARA AS EMPRESAS DE SEGUROS
PLANO DE CONTAS PARA AS EMPRESAS DE SEGUROS Índice 1. Introdução 2. Considerações sobre as opções tomadas 3. Disposições gerais 4. Quadro de contas 5. Lista e âmbito das contas 6. Tabelas 7. Contas individuais Leia mais Linha Específica para as Micro e Pequenas Empresas
Linha de Crédito PME Investe III Linha Específica para as Micro e Pequenas Empresas Objectivos Esta Linha de Crédito, criada no âmbito da Linha PME Investe III, visa facilitar o acesso ao crédito por parte Leia mais Decreto n.º 63/99, de 2 de Novembro
Decreto n.º 63/99, de 2 de Novembro Cria um instrumento financeiro denominado obrigações hipotecárias. B.O. n.º 40 - I Série Decreto n.º 63/99 de 2 de Novembro O presente diploma, dando sequência à reforma Leia mais Guia dos Emitentes. Departamento de Supervisão de Emitentes e Auditoria. Data: 17/12/2015
Guia dos Emitentes Departamento de Supervisão de Emitentes e Auditoria Data: 17/12/2015 Agenda Objectivos do Guia dos Emitentes Admissão de Valores Mobiliários nos Mercados Regulamentados Alternativas Leia mais PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO DOCUMENTO INFORMATIVO EUR BES PROTECÇÃO IV 2011-2014 NOTES
PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO DOCUMENTO INFORMATIVO EUR BES PROTECÇÃO IV 2011-2014 NOTES Advertências ao investidor: Impossibilidade de solicitação de reembolso antecipado por parte do Investidor Risco de Leia mais MERCADOS, INSTRUMENTOS E INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS ENQUADRAMENTO DO MERCADO DE TÍTULOS ESPAÇO O FINANCEIRO EUROPEU
MERCADOS, INSTRUMENTOS E INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS ENQUADRAMENTO DO MERCADO DE TÍTULOS ANÁLISE INSTITUCIONAL DO MERCADO DE TÍTULOS 1 ENQUADRAMENTO DO MERCADO DE TÍTULOS 2 ESPAÇO O FINANCEIRO EUROPEU CEE Leia mais Contratos Diferenciais CFDs: Contracts For Difference
Contratos Diferenciais CFDs: Contracts For Difference PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO ADVERTÊNCIA AO INVESTIDOR Risco de perda súbita total, superior ou parcial do capital investido Remuneração não garantida Leia mais AUDITORIA GERAL DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS 2. VALORES MOBILIÁRIOS
AUDITORIA GERAL DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS 2. VALORES MOBILIÁRIOS Banco de Cabo Verde O QUE SÃO VALORES MOBILIÁRIOS? Valores mobiliários são documentos emitidos por empresas ou outras entidades, Leia mais PARVEST USA LS30. Prospecto simplificado Abril de 2008
PARVEST USA LS30 Subfundo da SICAV PARVEST, Sociedade de Investimento de Capital Variável O subfundo Parvest USA LS30 foi lançado a 30 de Outubro de 2007. Prospecto simplificado Abril de 2008 Este prospecto Leia mais Ou seja, na data de maturidade, o valor garantido por unidade de participação será aquele que resulta da aplicação da seguinte fórmula:
1.Tipo e Duração 2.Entidade Gestora 3.Consultores de Fundo de Capital Garantido Aberto, constituído em Portugal. A sua constituição foi autorizada pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, em 12/ Leia mais REGULAMENTADO SESSÃO ESPECIAL DE MERCADO. 1 de Julho de 2015
SESSÃO ESPECIAL DE MERCADO REGULAMENTADO Apuramento dos Resultados de: - Oferta Pública de Subscrição de Obrigações ME Fev-2020 - Oferta Pública de Troca de Obrigações ME Mar-2016 1 de Julho de 2015 Não Leia mais POLÍTICA E CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA
POLÍTICA E CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA POLÍTICA DE ÉTICA A Política de Ética do CPCBeja está reflectida no Código de Conduta e Ética e integra os seguintes Princípios e Orientações: - Direitos e Dignidade Leia mais ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA)
31 de Dezembro de 2006 ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA) Relatório do Conselho de Administração Altri, S.G.P.S., S.A. (Sociedade Aberta) Contas Individuais Rua General Norton de Matos, 68 4050-424 Leia mais A PRESENTE OFERTA PÚBLICA DE SUBSCRIÇÃO FOI OBJECTO DE REGISTO NA COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS ( CMVM ) SOB O Nº 9109
SPORTING SOCIEDADE DESPORTIVA DE FUTEBOL, SAD Sociedade Aberta Sede Social: Estádio José de Alvalade, Rua Professor Fernando Fonseca - Lisboa, Pessoa Colectiva n.º 503 994 499 Capital Social: 42.000.000 Leia mais CONDIÇÕES DAS OBRIGAÇÕES
CONDIÇÕES DAS OBRIGAÇÕES 15.1. Admissão à negociação e código ISIN A presente admissão à negociação na Euronext Lisbon diz respeito às Obrigações com o código ISIN PTJMRJOE0005 e destina-se a permitir Leia mais GUIA PARA INVESTIR. Rentabilizar os Investimentos
www.facebook.com/santandertotta.pt http://twitter.com/santandertotta Onde deve investir? A escolha deve ter em conta diversos factores, tais como: quando é que pretende utilizar o montante que investiu? Leia mais CONHECER O COMISSARIADO DA AUDITORIA
CONHECER O COMISSARIADO DA AUDITORIA PARTE I - MISSÃO, VALORES, VISÃO E LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA DO COMISSARIADO DA AUDITORIA O Comissariado da Auditoria (CA) funciona como órgão independente na Leia mais Mercado de Capitais e Investimento de Longo Prazo
Mercado de Capitais e Investimento de Longo Prazo Alguns Tópicos Essenciais Dia da Formação Financeira 31 de Outubro de 2012 Abel Sequeira Ferreira, Director Executivo Outubro, 31, 2012 Crescimento Económico Leia mais REGULAMENTO DA INTERBOLSA N.º 2/2012 Altera o Regulamento da Interbolsa n.º 6/2005, relativo ao Preçário
REGULAMENTO DA INTERBOLSA N.º 2/2012 Altera o Regulamento da Interbolsa n.º 6/2005, relativo ao Preçário A alteração regulamentar contida no presente Regulamento consubstancia a introdução no Preçário Leia mais Balcão. 0,58% 0,58% -- -- Mínimo / Máximo 36,23/-- 36,23/-- -- --
Na contratação de serviços de investimento em valores mobiliários, os investidores não qualificados devem analisar atentamente o preçário para calcular os encargos totais previsíveis do investimento a Leia mais Princípios de Bom Governo
Princípios de Bom Governo Regulamentos internos e externos a que a empresa está sujeita Sendo a STCP uma sociedade anónima, rege-se pelo previsto nos seus estatutos, aprovados pelo Decreto-Lei 202/94, Leia mais compra compta - ASSEMBLEIA GERAL EQUTPAMENTOS E SERV ços DE TNFORMÁilCA, S.A. COMISSAO DE VENGI MENTOS Algés, 7 de maio de 2015
compra compta - EQUTPAMENTOS E SERV ços DE TNFORMÁilCA, S.A. Sociedade Aberta Sede: Avenida José Gomes Ferreira, 13, Miraflores, 1495-139 Algés CAPITAL SOCIAL: 14.775.000,00 CAPITAL PRÓPRIO: 1.159.754. Leia mais DOCUMENTO INFORMATIVO EUR BES DUAL 5%+ÁFRICA FEVEREIRO 2011 NOTES PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO
Advertências ao investidor: Remuneração não garantida DOCUMENTO INFORMATIVO EUR BES DUAL 5%+ÁFRICA FEVEREIRO 2011 NOTES PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Impossibilidade de solicitação de reembolso antecipado Leia mais Documento Informativo
Notes db Investimento Europa-América (2ª Versão) Notes relating to a Basket of Indices ISIN: XS0460668550 Produto Financeiro Complexo 1. Advertências ao investidor Risco de perda total ou parcial do capital Leia mais Instituto de Seguros de Portugal e Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.
Mod. Versão 65.01 Informação actualizada a: 04/04/2011 Designação Comercial: Fidelity Poupança Data de início de Comercialização: 01/02/2007 Empresa de Seguros Entidade Comercializadora Autoridades de Leia mais Linhas de Ação para o Plano de Atividade de 2014
Linhas de Ação para o Plano de Atividade de 2014 As entidades de supervisão do sistema financeiro internacional procederam ao longo dos últimos anos a profundas adaptações, por via legislativa e organizacional, Leia mais 2.12.2011 Jornal Oficial da União Europeia L 319/117
2.12.2011 Jornal Oficial da União Europeia L 319/117 DECISÃO DO BANCO CENTRAL EUROPEU de 16 de Novembro de 2011 que estabelece regras e procedimentos detalhados para implementação dos critérios de elegibilidade Leia mais PROSPECTO SIMPLIFICADO BES ESTRUTURADO FLEXÍVEL (ICAE NÃO NORMALIZADO) PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO
Informação actualizada a: 01/04/2010 Designação Comercial: BES Estruturado Flexível (I.C.A.E. Não Normalizado) Data início de Comercialização do Fundo BES Ouro: 03/03/2008 Empresa de Seguros Entidades Leia mais CIDADELA SOCIEDADE DE INVESTIMENTOS TURÍSTICOS, S.A.
CIDADELA SOCIEDADE DE INVESTIMENTOS TURÍSTICOS, S.A. Sede: Avenida 25 de Abril, Cascais Capital Social: 5.250.000 Matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Cascais sob o número 3.329 Pessoa Leia mais Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público. Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio
Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio Tendo em conta a história económica do nosso País após a independência, a propriedade pública ainda ocupa um lugar muito Leia mais Reuters: BANIF.LS Bloomberg: BANIF PL ISIN: PTBAF0AM0002 www.banif.pt/investidores 1S2015 RESULTADOS CONSOLIDADOS. Informação não auditada.
Reuters: BANIF.LS Bloomberg: BANIF PL ISIN: PTBAF0AM0002 www.banif.pt/investidores 2015 1S2015 RESULTADOS CONSOLIDADOS Lisboa, 7 de Agosto de 2015 Informação não auditada. RESULTADOS CONSOLIDADOS: Janeiro Leia mais Regulamento da CMVM n.º 6/2000 Auditores
Não dispensa a consulta do diploma publicado em Diário da República Regulamento da CMVM n.º 6/2000 Auditores A informação de natureza económico-financeira exige o controlo e apreciação por parte de entidades Leia mais ANÚNCIO DE LANÇAMENTO PELA TEIXEIRA DUARTE, S.A. DE OFERTA PÚBLICA GERAL DE AQUISIÇÃO DE ACÇÕES DA TEIXEIRA DUARTE ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES, S.A.
TEIXEIRA DUARTE, S.A. Sede: Lagoas Park, Edifício 2, Porto Salvo, Oeiras Capital social: 287.880.799,00 Matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Cascais sob o n.º único de matrícula e pessoa Leia mais 2017 © DocPlayer.com.br Política de Privacidade | Termos de serviço | Feedback