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Timestamp: 2017-09-22 20:50:47+00:00
Document Index: 19566441

Matched Legal Cases: ['artigo 121', 'artigo 121', 'artigo 121', 'artigo 288', 'artigo 16', 'artigo 12', 'artigo 33', 'artigo 157', 'artigo 115', 'artigo 10', 'artigo 10', 'artigo 16', 'artigo 121', 'artigo 12', 'artigo 157']

Leandro Oliveira Resende
RG Nº. (I.F.P.) 109.401.28 - 1
Município não informado - RJ
Tráfico de Drogas Roubo - Assalto a Mão Armada -
1 - Tráfico de Drogas e Condutas Afins (Art. 33 - Lei 11.343/06) E Associação para a Produção e Tráfico e Condutas Afins (Art. 35 - Lei 11.343/06) E Posse Ou Porte Ilegal de Arma de Fogo de Uso Restrito e Outros (Art. 16 - Lei 10.826/03)
2 - Roubo Majorado (Art. 157, § 2º - CP), incisos I e II
3 - Tráfico de Drogas e Condutas Afins (Art. 33 - Lei 11.343/06); Associação para a Produção e Tráfico e Condutas Afins (Art. 35 - Lei 11.343/06)
Morros do Pavão-Pavãozinh, Cantagalo e Gramacho em Duque de Caxias
Prisão realizado por DHNSG - 29/05/2014
Policiais da Divisão de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí prenderam, na manhã desta quinta-feira, Leandro de Oliveira Rezende, conhecido como azul, 38 anos. Ele é apontado como chefe do tráfico da comunidade Pavão-Pavãozinho. Contra Leandro foram cumpridos três mandados de prisão por tráfico de drogas.
Leandro Oliveira Resende, o Azul, também conhecido pelos apelidos de “Macaco” e “Preto”, é ligado a facção Comando Vermelho e era o ex-chefe do tráfico de drogas dos Morros do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, em Copacabana. Ele também costuma usar o nome de André Luiz Ferreira.
Após a pacificação dos morros em Copacabana, “Azul”, foi se esconder na Favela da Chatuba, que fica localizado no Complexo da Penha. Depois de a Chatuba ser ocupada pelo Exercito em novembro de 2010, ele teria ido se refugiar em redutos sob o domínio do Comando Vermelho. Outros membros de sua quadrilha estariam se refugiando em pontos do Morro do Fallet e Fogueteiro, em Santa Tereza.
Antes de ser ocupado, o tráfico do morro Pavão-Pavãozinho lucrava, em média, R$ 3 milhões por mês, sendo R$ 1,4 milhão somente com a venda de crack. O morro do Pavão-Pavãozinho possuía a maior cracolândia da zona sul do Rio. Eram vendidos em média 40 quilos da droga por mês, o que gerava um faturamento de cerca de R$ 1,4 milhão ao CV - Comando Vermelho. Tudo isso fez que “Azul”, ficasse atentado aos lucros que o CV recebia.
Em 2009, para escapar de um cerco da policia no Morro do Pavão, traficante liderados por “Azul”, tentaram deflagrar uma série de ações no bairro para desviar a atenção da polícia. Dois homens que estavam numa moto, lançaram uma granada na esquina das avenidas Atlântica e Princesa Isabel, em Copacabana, e teriam como objetivo permitir a fuga do traficante. Leandro usou uma granada para ameaçar funcionários de uma lanchonete na Rua Djalma Ulrich e roubar R$ 500. Ele teve que assaltar para conseguir dinheiro para fugir.
Em 2010, gravações feitas pela 13ª DP em um telefone usado por presos, Patrick do Vidigal, agradece Leandro de Oliveira Rezende, pelo fato de ele ter abrigado seus soldados expulsos do Vidigal após a invasão de rivais da Rocinha, em 2006, que na época era comandada pelo Comando Vermelho. Atualmente, “Azul” estaria se escondendo em Gramacho, no município de Duque de Caxias.
Contra Leandro de Oliveira Rezende, consta pelo Sistema de Cadastramento de Mandados de Prisão – Polinter – 3(três) mandados de prisão, expedidos pelas seguintes Varas Criminas: 33ª Vara Criminal da Capital – expedido em 08/01/2010 – CPB 157; 21ª Vara Criminal da Capital – expedido em 20/05/2010 – Lei 11343/06 e 26ª Vara Criminal da Capital – expedido em 10/05/2010 – Lei 11343/06.
Pelo Sistema de Identificação Penitenciaria, consta que o acusado já teve passagem pelo sistema carcerário do Rio de Janeiro. Ele ingressou em 04/08/1997 – indo cumprir pena no Instituto Penal Vicente Piragibe – SEAPVP – saindo em liberdade em 03/11/2008 – da Penitenciária Drº Serrano Neves – SEAPSN -.
Pelo Sistema de Cadastramento de Ocorrências Policiais, constam: 12ª DP – 24/04/2002 – artigo 121 do CP; 12ª DP – 24/03/2004 – artigo 121, § 2º I e IV do CP, artigo 121 parágrafo 2º I e IV do CP C/C 14,II do CP artigo 288 parágrafo único; 13ª DP – 15/03/1997 – artigo P2º do CP – Flagrante Delito; 13ª DP – 29/045/2005 – artigo 16 § único IV da Lei 6368/76 - Flagrante Delito; 13ª DP – 29/04/2005 – artigo 12 e 14 da Lei 11343/06; 13ª DP – 18/11/2009 – artigo 33 e 35 C/C 40, IV e VI todos do CP da Lei 11343/06; 13ª DP – 13/12/2009 – artigo 157 do CP; 13ª DP – 19/11/2010 – artigo 115 do CP; 19ª DP – 27/06/1999 – artigo 10 parágrafo 2º da Lei 9437/97 e DECOD – 08/05/2009 – artigos 33 e 35 da Lei 1134/06.
Pelo Sistema de Identificação Criminal, consta: 19ª DP – 12/11/1999 – artigo 10, par 2º da Lei 9437/97 – condenado a3 anos de reclusão; 13ª DP – 13/10/2005 – artigo 16 § único , IV da Lei 6368/76 – condenando a3 anos de reclusão; 12ª DP – artigo 121 § 2º I e IV do CP; 13ª DP – 10/09/2008 – artigo 12 e 14 da Lei 6368/76; 13ª DP – 27/04/2008 – condenado a 5 anos e 4 meses de reclusão- artigo 157 P2º II do CP.
0386843-72.2009.8.19.0001
EDITAL DE CITAÇÃO (Com o prazo de 15 dias) O MM. Juiz de Direito, Dr.(a) Claudia Pomarico Ribeiro - Juiz em Exercício do Cartório da 33ª Vara Criminal da Comarca da Capital, Estado do Rio de Janeiro, FAZ SABER que o Promotor de Justiça Titular deste juízo, denunciou o nacional Leandro de Oliveira Rezende - Alcunha: Preto, Macaco, Azul - Nacionalidade Brasileira - Naturalidade: Rio de Janeiro - RJ - Estado Civil: Solteiro - Data de Nascimento: 22/12/1976 Idade: 33 - IFP/DETRAN: 10.940.128-1 Emissor: IFP/DETRAN - Endereço não informado, acusado nos autos de nº 0386843-72.2009.8.19.0001, oriundo do Registro de Ocorrência, nº 5197/09 de 01/12/2009, da 13ª Delegacia Policial, como incurso no(a) Ação Penal - Procedimento Ordinário - Roubo Majorado (Art. 157, § 2º - CP), incisos I e II, Roubo Majorado (Art. 157, § 2º - Cp), Incisos I e II. Como não tenha sido possível citá-lo(a) e nem notificá-lo(a) pessoalmente, por se encontrar em local incerto e não sabido, pelo presente edital, cita e notifica o(a) referido(a) denunciado(a) para responder aos termos da ação penal, por escrito, no prazo de 10 dias onde poderá arguir preliminares e alegar tudo o que interessa à sua defesa, oferecer documentos e justificações, especificar as provas pretendidas e arrolar testemunhas. Não apresentada a resposta no prazo legal, ou se o(a) acusado(a) citado(a), não constituir defensor, o juiz nomeará defensor público para oferecê-la, neste caso serão suspensos o processo e o curso do prazo prescricional nos termos do art. 366 do CPP. E para que chegue ao conhecimento de todos e do referido acusado, foi expedido o presente edital. Rio de Janeiro, 02 de setembro de 2010. Eu, ______________ Leonardo Mahfuz de Araujo - Subst. do Resp. pelo Expediente - Matr. 30257, o subscrevo. Claudia Pomarico Ribeiro - Juiz em Exercício
(Atualizado em 05/09/2012)