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Timestamp: 2019-09-17 13:02:56+00:00
Document Index: 100057690

Matched Legal Cases: ['artigo 37', 'artigo 37', 'artigo 37', 'artigo 5', 'artigo 40', 'Artigo 144']

472 Edital de Abertura Completo e Anexos | Administração Pública | Julgamentos
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PREFEITURA MUNICIPAL DE MOCOCA- SP
A Prefeitura Municipal de Mococa, Estado de So Paulo, no uso de suas atribuies legais e em consonncia
com a Legislao Municipal, Estadual e Federal, em vista do disposto no art. 37, inciso II da Constituio da Repblica
Federativa do Brasil, realizar Processo Seletivo de Provas Objetivas e de Ttulos, para formao de Cadastro de
Reserva (CR) nas Funes Pblicas do Quadro de Pessoal do Departamento de Educao da Prefeitura Municipal.
As Funes Pblicas so as constantes do quadro no item 2.1, Contratao temporria de profissionais para
desempenharem funes junto ao Departamento Municipal de Educao para contratao de carter temporrio em
decorrncia de programas e convnios especiais, servios emergenciais, aposentadorias, falecimentos, exoneraes,
demisses, desistncias, afastamento e licena de concesso obrigatria.
1INFORMAES PRELIMINARES
As Funes Pblicas sero regidas pela CLT Consolidao das Leis do Trabalho.
1.2A empresa responsvel pela organizao e realizao do Processo Seletivo ser a Apta Assessoria e
1.3A validade do contrato temporrio de trabalho por tempo determinado ser de at 1 (um) ano, podendo ser
prorrogado, a critrio da Prefeitura Municipal de Mococa, por igual perodo, ou conforme necessidade da Prefeitura de
1.5Os Extratos de todas as publicaes relativas ao presente Processo Seletivo, at a homologao do mesmo,
sero realizadas oficialmente no jornal A Mococa. As publicaes na ntegra sero disponibilizadas em carter
informativo nos endereos eletrnicos: www.aptarp.com.br www.mococa.sp.gov.br www.educamococa.com.br e afixadas
no Quadro de Avisos da Prefeitura Municipal de Mococa, localizada Rua XV de novembro, N 360 - Centro Mococa/SP
Centro, Mococa SP, portanto, de inteira responsabilidade dos candidatos o acompanhamento de todas as
publicaes. Para contagem dos prazos sobre recursos sero consideradas as publicaes realizadas no jornal A
1.6Todos os questionamentos relacionados ao presente Edital devero ser encaminhados ao e-mail
1.7Estabelece ainda as instrues especiais que regularo todo o processo de seleo ora instaurado, sob a
coordenao da Comisso Fiscalizadora do Processo Seletivo, nomeada atravs da portaria n 110/15 de 26 de
DAS FUNES PBLICAS
2.1As Funes Pblicas, cdigos, vagas, vencimentos, cargas horrias semanais, escolaridades e respectivos
Professor da Educao Infantil PEI
Professor do Ensino Fundamental I PEF I
Professor do Ensino Fundamental I EJA
Professor da Educao Especial PEE
Professor do Ensino Fundamental II - Artes
Especfica em Educao Especial
Licenciatura Plena em Cincias
Fsica e Registro no CREF.
Escolaridade e Exigncias
Matemtica/Estatstica
Graduao de Nvel Superior na
rea de Tecnologia da Informao
(Informtica,
Informtica, Anlise de Sistemas,
Processamento de Dados e outros
pertinentes rea da Informtica)
Professor do Ensino Tcnico
Professor do Ensino Tcnico Cincias
Licenciatura Plena em Lngua
Graduao de Nvel Superior em
Administrao (Qualquer
Cincias Contbeis ou Cincias
*Cadastro de Reserva, quantidade de vagas ser em conformidade com as necessidades do Departamento
2.2O nmero de vagas ser em conformidade com a necessidade de contratao temporria, e a carga horria
semanal ser definida, poca da contratao, pelo Departamento Municipal de Educao.
As atribuies das Funes Pblicas encontram-se disponibilizadas no Anexo I Funes Pblicas.
2.4- Os candidatos podero se inscrever para dois empregos, sendo que as provas dos mesmos realizar-se-o
no mesmo dia, perodo e local, dentro do horrio previsto para aplicao da prova.
1.4.1- Caso um candidato inscreva-se para um terceiro emprego, a inscrio ser considerada
1.4.2- A Apta Assessoria e Consultoria Ltda. e a Prefeitura Municipal de Mococa no se
responsabilizaro por eventuais coincidncias de horrios no definidos no presente edital.
perodo de 14 a 27 de dezembro de 2015.
3.1.1Para os candidatos que no disponham de internet, os mesmos podero utilizar as instalaes da
Biblioteca Municipal de Mococa (projeto acessa So Paulo) Praa Major Jose Pedro, 143, centro Mococa/SP, de
segunda a sexta, no horrio das 07h00min s 17h00min.
requisitos exigidos para o ingresso na Funo Pblica.
conhece na integra e aceita todas as regras e critrios do Edital Completo do presente Processo Seletivo.
Para inscrever-se no Processo Seletivo, o candidato dever:
3.3.1- Acessar o endereo eletrnico www.aptarp.com.br, durante o perodo de inscrio, de 14 a 27 de
dezembro de 2015. at s 21h59 (horrio de Braslia) do ltimo dia de inscrio;
3.3.2- Localizar o link correspondente ao Processo Seletivo;
O valor correspondente Taxa de Inscrio ser de R$ 50,00 (cinquenta reais), que ser cobrada a ttulo de
reembolso de despesas com materiais e servios, sendo o mesmo para todas as Funes Pblicas.
3.4.1- No ser concedida iseno do valor da inscrio.
ou net-banking, at a data de vencimento do boleto dia 28 de dezembro de 2015. .
3.5A empresa Apta Assessoria e Consultoria Ltda. e a Prefeitura Municipal de Mococa no se responsabilizam por
podendo a Prefeitura Municipal de Mococa excluir do Processo Seletivo aquele que a preencher com dados
instrues especficas contidas nos comunicados e em outros editais pertencentes ao presente Processo
Seletivo, que porventura venham a ser publicados, em relao s quais no poder alegar desconhecimento de
conhecimento dos requisitos exigidos a seguir, os quais devero ser comprovados por ocasio no ato da
3.7.4- Ter 18 (dezoito) anos completos at a data do ato da contratao;
3.7.5- Estar quite com as obrigaes militares at a data do ato da contratao, quando for o caso;
3.7.8- Possuir, na data do ato da contratao, o nvel de escolaridade, especializao e capacitao exigidas
para o exerccio da Funo Pblica;
3.7.10- No ter antecedentes criminais que impeam a contratao;
3.7.12- No receber, no ato da contratao, proventos de aposentadoria oriundos de Cargo, Funo Pblica ou
Funes exercidas perante a Unio, Territrio, Estado, Distrito Federal, Municpio e suas Autarquias, Empresas
ou Fundaes, conforme preceitua o artigo 37, 10 da Constituio Federal, com a redao da Emenda
constitucional, os cargos eletivos e os cargos ou Funo Pblicas em comisso;
3.8Efetivada a inscrio, no sero aceitos pedidos para alterao de opo da Funo Pblica ou cancelamento
da mesma, portanto, antes de efetuar o pagamento do valor da inscrio, o candidato deve verificar as exigncias para a
Funo Pblica desejado, lendo atentamente as informaes, principalmente a escolaridade mnima exigida.
3.9Aps efetivadas as inscries as mesmas no podero ser canceladas a pedido dos candidatos, por qualquer
que seja o motivo alegado, no havendo a restituio do valor da inscrio, em hiptese alguma, salvo nos casos de
cancelamento, suspenso ou no realizao do Processo Seletivo .
3.11- Qualquer condio especial para participao no Processo Seletivo dever ser requerida dentro do prazo
estabelecido no item 4.9, perodo de inscrio, sendo que no se responsabilizaro a Comisso Fiscalizadora do
Processo Seletivo e a Apta Assessoria e Consultoria Ltda. por casos excepcionais que no tenham sido comunicados no
prazo devido.
4.1s Pessoas Com Deficincia (PCD) que pretendam fazer uso das prerrogativas que lhes so facultadas no inciso
VIII do artigo 37 da Constituio Federal e na Lei n 7.853/89 assegurado o direito de inscrio para as Funes
Pblicas em Processo Seletivo, cujas atribuies sejam compatveis com a deficincia que possuem desde que as
atribuies da Funo Pblica pretendida sejam compatveis com a deficincia apresentada.
4.2Em cumprimento ao disposto no inciso VIII do artigo 37 da Constituio Federal de 1988, no 2 do artigo 5 da
Lei n 8.112, de 11 de dezembro de 1990, bem como na forma do Decreto n 3.298, de 20 de dezembro de 1999, serlhes- reservado o percentual de 5% (cinco por cento) das vagas existentes, que vierem a surgir ou forem criadas no
prazo de validade do Processo Seletivo, para as Funes Pblicas/reas/Especialidades.
nmero inteiro subsequente, desde que no ultrapasse a 20% das vagas oferecidas, nos termos dos 1 e 2 do
art. 37 do Decreto 3.298/99 e do 2 do art. 5 da Lei n 8.112/90.
Prefeitura Municipal de Mococa.
4.3.1- O primeiro candidato com deficincia classificado no Processo Seletivo ser convocado para ocupar a 5
vaga aberta, relativa a Funo Pblica para o qual concorreu, enquanto os demais candidatos com deficincia
classificados sero convocados para ocupar a 20, 40, 60 vagas e, assim sucessivamente, observada a ordem
de classificao, relativamente criao de novas vagas, durante o prazo de validade de Processo Seletivo.
4.7Consideram-se Pessoas Com Deficincia aquelas estabelecidas na Lei Estadual do Estado de So Paulo n
14.481, de 13/07/2011 e que se enquadram nas categorias discriminadas no art. 4, do Decreto Federal n 3.298, de
20/12/1999 e suas alteraes, e na Smula 377 do Superior Tribunal de Justia - STJ.
4.8Ao inscrever-se, o candidato com deficincia estar declarando conhecer o Decreto n 3.298/99, o Decreto n
5.296/2004 e a Instruo Normativa n 07/96 TST. Alm de estar ciente das atribuies da Funo Pblica pretendida
e que, no caso de vir a exerc-lo, estar sujeito avaliao pelo desempenho dessas atribuies, para fins de
habilitao durante o estgio probatrio.
4.9O candidato dever declarar, quando da inscrio, ser Pessoa Com Deficincia, especificando-a no Formulrio
de Inscrio, e que deseja concorrer s vagas reservadas Para tanto, dever encaminhar, durante o perodo de
inscries (14 a 27 de dezembro de 2015), considerando para este efeito a data da postagem, via Sedex ou Aviso de
Recebimento (AR) Apta Assessoria e Consultoria Ltda. Rua Lafaiete, 1904 CEP 14020-053 - Ribeiro Preto - SP, o
Laudo Mdico (original ou cpia autenticada) expedido no prazo mximo de 12 (doze) meses antes do trmino das
de identidade (RG), nmero do CPF, nome do Processo Seletivo e a opo da Funo Pblica. O laudo mdico
apresentado ter validade somente para este Processo Seletivo e no ser devolvido.
4.10- As Pessoas Com Deficincia, resguardadas as condies especiais previstas no Decreto Federal n 3.298/99,
particularmente em seu artigo 40, participaro do Processo Seletivo em igualdade de condies com os demais
devero ser requeridos por escrito, durante o perodo das inscries (14 a 27 de dezembro de 2015), via Sedex ou
Aviso de Recebimento (AR), Apta Assessoria e Consultoria Ltda. Rua Lafaiete, 1904 CEP 14020-053 - Ribeiro Preto
- SP, considerando para este efeito a data da postagem.
4.10.1- O candidato com deficincia visual, que necessitar de prova especial em Braile ou Ampliada ou Leitura
de sua prova, alm do envio da documentao indicada no item 4.8, dever encaminhar solicitao por escrito,
at o trmino das inscries, especificando o tipo de deficincia;
4.10.3- O candidato com deficincia auditiva, que necessitar do atendimento do Intrprete de Lngua Brasileira
de Sinais, alm do envio da documentao indicada no item 4.8, dever encaminhar solicitao por escrito, at o
provas e transcrio das respostas, salas de fcil acesso, banheiros adaptados para cadeira de rodas etc.,
documentos que no atendam as exigncias constantes dos modelos em anexo, dentro do perodo estabelecido neste
Edital, NO SERO CONSIDERADOS COMO PORTADORES DE DEFICINCIA seja qual for o motivo alegado, sendo
assim no tero o atendimento da condio especial para a realizao da prova escrita, bem como no concorrero a
reserva de vagas estabelecida em Lei, participando do Processo Seletivo nas mesmas condies que os demais
4.11.2- A Prefeitura Municipal de Mococa e a Apta Assessoria e Consultoria Ltda. no se responsabilizam pelo
extravio dos documentos enviados via Sedex ou Aviso de Recebimento (AR).
classificao geral, ter seu nome constante da lista especfica de Pessoas Com Deficincia, por Funo
4.3O candidato com deficincia aprovado no Processo Seletivo , quando convocado, dever apresentar documento
de identidade original, submeter-se avaliao a ser realizada pela Junta Mdica da Prefeitura Municipal de Mococaou
por ela credenciada, objetivando verificar se a deficincia se enquadra na previso do art. 4, e seus incisos do Decreto
Federal n 3.298/1999 e suas alteraes, nos termos dos artigos 37 e 43 do referido Decreto n 3298/99 e na Smula
377 do Superior Tribunal de Justia (STJ) e no Enunciado AGU n 45, de 14/09/2009, observadas as seguintes
disposies: A avaliao de que trata este item, de carter terminativo, ser realizada por equipe prevista pelo art. 43 do
n 3.298/1999 e suas alteraes e na Smula 377/2012-STJ o candidato ser eliminado da lista de candidatos
com deficincia e passar a figurar apenas na lista geral por Funo Pblica em igualdade de condies com os
reprovao no Processo Seletivo ou na percia mdica, esgotada a listagem especial, sero preenchidas pelos demais
do direito a ser nomeado para as vagas reservadas as Pessoas Com Deficincia.
4.16- O candidato com deficincia, depois de nomeado, ser acompanhado pela Junta Mdica da Prefeitura
Municipal de Mococa ou por ela credenciada, que avaliar a compatibilidade entre as atribuies da Funo
DENOMINAO DAS FUNES
(Distribuies das Questes)
10 questes Conhecimentos Pedaggicos
10 questes Conhecimentos Especficos
5.1.1- As Provas de Conhecimentos Pedaggicos e Especficos visam aferir as noes relacionadas ao
desempenho das atividades inerentes a Funo Pblica;
5.2O programa das provas o constante do Anexo I - Programa de Provas que integra este Edital e estar
indicadas no Anexo II Cronograma, em locais a serem oportunamente divulgados conforme item 1.5.
6.1.1- Caso o nmero de candidatos inscritos no presente Processo Seletivo exceda a quantidade de carteiras
6.3Por justo motivo, a critrio da Comisso Organizadora do Processo Seletivo, a realizao de uma ou mais provas
do presente Processo Seletivo poder ser adiada ou anulada, sem a necessidade de prvio aviso, devendo, no entanto,
ser comunicado aos candidatos por novo Edital s novas datas em que se realizaro as provas.
6.4Na data prevista recomendado aos candidatos apresentar-se, no mnimo, 30 (trinta) minutos antes do
horrio determinado para o incio das provas, sendo que no sero admitidos nos locais de prova os candidatos que se
Nacional de Habilitao (com fotografia nos termos da Lei n 9.603/97).
candidato poder participar deste Processo Seletivo, devendo, para tanto, preencher formulrio especfico no dia
da referida regularidade, por apreciao da Comisso Organizadora do Processo Seletivo.
Prova Objetiva de seu Funo Pblica e um Carto de Respostas j identificado com seu local e horrio de prova, sala,
nome completo, Funo Pblica e nmero de inscrio no Processo Seletivo.
6.10.7- A no entrega do Carto de Respostas implicar na automtica eliminao do candidato deste Processo
ser caracterizado como tentativa de fraude e implicar na eliminao do candidato deste Processo Seletivo.
6.11.1- No momento da entrada dos candidatos nas salas de prova ser solicitado pelo fiscal de sala que os
candidatos que estejam portando qualquer um dos aparelhos eletrnicos discriminados anteriormente que
DESLIGUEM-OS TOTALMENTE.
fraude e implicar na eliminao do candidato deste Processo Seletivo.
O tempo mximo de durao das Provas ser de at 2 (duas) horas.
organizao do Processo Seletivo, fora da sala de prova e corredores. No momento da amamentao a candidata ser
acompanhada por fiscal at o local onde a criana e o acompanhante estiver aguardando. Neste momento o
candidato o acompanhamento das publicaes referentes a este Processo Seletivo.
de 20 (vinte) questes, de teste de mltipla escolha, com 4 (quatro) alternativas cada e somente 01 (uma) correta,
valer 5,00 (cinco) pontos.
7.3Ser considerado classificado o candidato que obtiver a nota final igual ou superior a 50,00 (cinquenta) pontos
8.1Os candidatos habilitados sero classificados dentro da Funo Pblica, em ordem decrescente da Nota
Organizadora do Processo Seletivo, o que ser admitido para nico efeito de correo de notrio erro de fato, o qual
ser analisado pela empresa Apta Assessoria e Consultoria Ltda. e referendado pela Comisso Organizadora do
tenha obtido o maior nmero de pontos na prova de Conhecimentos Especficos.
8.3.3- Ainda assim, persistindo o empate aps aplicao do item 9.3.2., ser dada preferncia, para efeito de
9.1O gabarito oficial das provas objetivas ser divulgado por meio de Edital a ser publicado conforme item 1.5 nas
datas previstas no Anexo II Cronograma.
dentro de 2 (dois) dias teis, contados a partir da data de publicao do ato, devendo o pedido ser encaminhado via email para recursmococa@aptarp.com.br qual ser analisado pela empresa Apta Assessoria e Consultoria Ltda. e
referendado pela Comisso Fiscalizadora do Processo Seletivo.
candidato recorrente, Funo Pblica e seu nmero de inscrio.
9.3O resultado com a classificao final do Processo Seletivo ser publicado conforme item 1.5, nas datas previstas
no Anexo III Cronograma.
9.4Os recursos devero ser apresentados conforme modelo disposto no Anexo IV Modelo de Formulrio de
10.1- A aprovao no Processo Seletivo assegurar apenas a expectativa de direito contratao, ficando a
disponibilidade de vagas e do exclusivo interesse e convenincia da Prefeitura Municipal e da rigorosa ordem de
classificao e do prazo de validade do Processo Seletivo.
10.2- Os candidatos aprovados, por ocasio de sua convocao, sero submetidos a exames mdicos pradmissionais de carter eliminatrio (avaliao clnica mdica, fsica e mental) realizados por junta mdica designada
10.3- A contratao dos candidatos, observada a ordem de classificao final por Funo Pblica, far-se- pela
Prefeitura Municipal de Mococa, obedecido ao limite de vagas existentes, as que vierem a ocorrer e as que forem criadas
posteriormente, durante o prazo de validade deste Processo Seletivo.
10.4- A convocao ser feita pelo setor competente da Prefeitura Municipal de Mococa que determinar o horrio, dia
e local para a apresentao do candidato.
10.4.1- Fica facultada Prefeitura Municipal de Mococa, a convocao dos candidatos atravs de carta, entrega
por seus agentes e atravs de publicao no jornal A Mococa, desde que no comprometa a eficcia
pretendida no Instrumento Convocatrio.
10.4.2- Perder os direitos decorrentes da aprovao no Processo Seletivo o candidato que no comparecer na
data, horrio e local estabelecido pela Prefeitura Municipal de Mococa.
10.5.2- facultado Prefeitura Municipal de Mococaexigir dos candidatos, na contratao, alm da
documentao prevista neste Edital, outros documentos comprobatrios de bons antecedentes que julgar
10.6- O candidato aprovado e classificado neste Processo Seletivo, na forma estabelecida neste Edital, ser investido
na Funo Pblica se atendidas s exigncias constantes do presente edital, e firmar contrato temporrio de trabalho
por tempo determinado de at 1 ano, prorrogvel por igual perodo.
Processo Seletivo tais como se acham estabelecidas neste Edital e nas normas legais pertinentes.
11.2- A determinao do local, data e horrio das provas atribuio exclusiva da Comisso Fiscalizadora do
Processo Seletivo e ser publicada oportunamente.
11.3- Cabe exclusivamente Prefeitura Municipal de Mococa direito de aproveitar os candidatos habilitados em
11.4- Ser excludo do Processo Seletivo, sem prejuzo das medidas de ordem administrativa, civil e criminal, o
11.4.8- Deixar de atender convocao ou qualquer outra orientao da Comisso Organizadora do
11.6- Dentro do prazo de validade do presente Processo Seletivo a Prefeitura Municipal de Mococa por ocasio do
provimento da Funo Pblica obedecer rigorosamente a ordem de classificao e o seu prazo de validade, podendo o
candidato que vier a ser convocado ser investido na Funo Pblica se atendidas, poca no ato da contratao, todas
as exigncias para a investidura.
aviso a ser publicado, devidamente justificado e com embasamento legal pertinente, sendo defeso a qualquer candidato
11.8- A Prefeitura Municipal de Mococa reserva-se o direito de anular o Processo Seletivo, bem como de adotar
11.9- Decorridos 120 (cento e vinte) dias da homologao e no caracterizado qualquer bice, facultada a
Processo Seletivo, os registros eletrnicos.
11.10- Caber ao Prefeito Municipal de Mococa a homologao dos Resultados Finais.
Comisso Fiscalizadora do Processo Seletivo.
Anexo I Anexo II Anexo III Anexo IV -
Atribuio das Funes Pblicas;
Programa de Provas;
Modelo de Formulrio de Recursos.
Mococa, 10 de dezembro de 2015.
Participar da elaborao da proposta pedaggica da escola;
Elaborar e cumprir plano trabalho segundo a proposta pedaggica da escola
Estabelecer e implementar estratgias de recuperao para os alunos de menor rendimento;
Ministrar os dias letivos e horas-aula estabelecidos, bem como cumprir as horas de trabalho pedaggico;
Participar integralmente dos perodos dedicados ao planejamento, avaliao e ao desenvolvimento
Colaborar com as atividades de articulao da escola com as famlias e comunidade;
Incumbir-se das demais tarefas indispensveis ao atendimento dos fins educacionais da
escola e ao processo de ensino e aprendizagem, e ao aluno;
Cumprir integralmente as horas de sua jornada de trabalho.
PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL I EJA (Educao de Jovens e Adultos)
PROFESSOR DE EDUCAO ESPECIAL PEE
PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL II ARTES
PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL II BIOLOGIA
PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL II CINCIAS
PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL II EDUCAO FSICA
PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL II ESPANHOL
PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL II FILOSOFIA
PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL II FSICA
PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL II HISTRIA
PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL II INFORMTICA
PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL II INGLS
PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL II MATEMTICA/ESTATSTICA
PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL II PORTUGUS
PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL II QUMICA
PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL II PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL
PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL II SOCIOLOGIA
PROFESSOR DO ENSINO TCNICO ADMINISTRAO
PROFESSOR DO ENSINO TCNICO CINCIAS CONTBEIS
CONHECIMENTOS PEDAGGICOS (Comuns a todos os Professores)
LEGISLAO GERAL:
BRASIL, Ministrio da Educao e do Desporto. Secretaria de Educao Bsica. Ensino de nove anos Orientaes
para a incluso da criana de seis anos de idade. Braslia: MEC/SEB, 2007.
Lei Federal n 9.394, de 20 de dezembro de 1996 Estabelece as Diretrizes e Bases da Educao Nacional.
Lei Federal n 8.069, de 13 de julho de 1990 Dispe sobre o Estatuto da Criana e do Adolescente e d outras
Lei Federal 11.274, de 06 de dezembro de 2006. Altera a redao dos artigos 29, 30, 32 e 87 da lei 9.394, de 20 de
dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educao nacional, dispondo sobre a durao de nove anos
para o ensino fundamental, com matrcula obrigatria a partir dos seis anos de idade.
Plano Nacional de Educao: (PNE 2011/2020).
Resoluo CNE/CEB n 5, de 17 de dezembro de 2009 Fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educao
Infantil. Disponvel em: file:///C:/Users/User/Downloads/diretrizescurriculares_2012.pdf
Braslia, RCNEI Referencial Curricular Nacional para a Educao Infantil. Volumes I, II e III, MEC/SEF (1998).
Disponvel em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/rcnei_vol1.pdf
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BARBOSA, Mana Carmem S.; HORN, Maria G. S. Projetos Pedaggicos na Educao Infantil. Porto
BRANDO, Ana Carolina Perusi; ROSA, Ester Calland de Sousa. Ler e escrever na Educao Infantil Discutindo
prticas pedaggicas. 2 Edio, Ed Autntica, 2011.
FRIEDMANN, Adriana O brincar na Educao Infantil Observao, adequao e incluso. 1 Edio, Ed. Moderna,
MORIN, Edgar. Os sete saberes necessrios educao do futuro. So Paulo: Cortez; Braslia, DF: UNESCO, 2001
SALLES, Ftima; FARIA, Vitria. Currculo na Educao Infantil Dilogo com os demais elementos da proposta
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PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL I PEF I
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1. Teorias e concepes da arte: pensamento antigo e ps-moderno.
2. As dimenses da arte e suas principais articulares.
3. Elementos bsicos das composies artsticas (coreogrficas, teatrais, musicais, visuais, audiovisuais) e suas
gramticas articuladoras.
4. Das origens da dana, do teatro, da msica e das artes visuais contemporaneidade.
5. Caractersticas, produes e produtores dos principais perodos, escolas, movimentos e tendncias no Brasil e no
6. O ensino de educao artstica no ensino fundamental.
7. O conhecimento arte no currculo escolar: razes e finalidades.
9. O desenvolvimento expressivo nas diferentes reas artsticas e suas relaes com o desenvolvimento biolgico,
afetivo, cognitivo e sociocultural do ser humano.
10. As diferentes linguagens artsticas e a educao.
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Teorias cientficas sobre a origem da vida.
Evoluo: histria da Biologia Evolutiva; origem da variao gentica; seleo natural e adaptao; mecanismos de
especiao; evoluo humana.
Vrus: composio qumica, estrutura, ciclo de reproduo e viroses.
Citologia: composio celular: membrana plasmtica, ncleo, hialoplasma e organelas citoplasmticas; Teoria
Celular; respirao celular; obteno de energia; cromossomos, DNA, RNA e protenas; ciclo celular; tcnicas para
visualizao de clulas.
Histologia: caracterizao de tecidos animais e vegetais.
Embriologia: fecundao, segmentao, embriognese e organognese.
Gentica: expresso gnica; leis de Mendel; mapa gentico; linkage; crossing over ou permuta; cdigo gentico;
mutao; definies de gene; gentica de populaes: princpio de Hardy-Weinberg e deriva gentica; engenharia
gentica: tecnologia do DNA recombinante, organismos geneticamente modificados e clonagem.
Classificao dos seres vivos: taxonomia e classificao hierrquica; filogenia; regras de nomenclatura; classificao
dos grandes grupos de eucariatos e procariotos.
Microbiologia: biologia e composio de bactrias, fungos e algas.
Zoologia: anatomia e fisiologia comparada de vertebrados e invertebrados.
Botnica: nutrio vegetal; crescimento vegetal; fotossntese; transporte de gua e nutrientes nas plantas, anatomia
vegetal; biologia, evoluo e sistemtica dos grandes grupos vegetais: Brifitas, plantas vasculares sem sementes,
Fisiologia humana: neurofisiologia, fisiologia cardiovascular, fisiologia da respirao, fisiologia renal, fisiologia do
sistema digestivo, fisiologia endcrina, fisiologia da reproduo.
Higiene e sade: doenas nutricionais e parasitrias; profilaxias para doenas infecciosas.
Ecologia: componentes biticos e abiticos de um ecossistema; biomas; energia no ecossistema; vias dos elementos
no ecossistema: ciclo da gua e ciclos biogeoqumicos; regenerao dos ecossistemas; crescimento e regulao
populacional; interaes entre as espcies; biogeografia; desenvolvimento econmico e ecologia global.
ALBERTS, Bruce. Fundamentos de Biologia Celular. Artmed.
AIRES, Maragarida de Mello. Fisiologia. Guanabara Koogan.
JUNQUEIRA, Luis C. Histologia Bsica. 10 edio. Guanabara Koogan.
KARDONG, Kenneth V. Vertebrados. 5 edio. Roca.
RAVEN, Peter H. Biologia Vegetal. 6 edio. Guanabara Koogan.
RICKLEFS, Robert E. A Economia da Natureza. 5 edio. Guanabara Koogan.
RUPPERT, Edward E. Zoologia dos Invertebrados. 7 edio. Roca.
SUSTAD, Peter D. Fundamentos de Gentica. Guanabara Koogan.
WOLPERT, Lewis. Princpios de biologia do desenvolvimento. Artes Mdicas Sul.
Teorias cientficas sobre a origem e evoluo da vida na Terra.
Caracterizao do planeta Terra e do sistema solar.
Caracterizao dos elementos que compem os ecossistemas.
gua e meio ambiente.
Desequilbrios ambientais.
Transformaes fsicas e qumicas da matria.
Organizao funcional dos seres vivos.
Interao dos seres vivos entre si e com o meio ambiente.
Relaes entre seres humanos e meio ambiente.
Desenvolvimento humano no perodo ps-natal.
Condies para o desenvolvimento e preservao da sade na alimentao, higiene ambiental e higiene corporal.
Sade do Brasileiro.
O ensino de cincias no Ensino Fundamental:
- Desenvolvimento histrico e social das cincias e suas implicaes para o ensino.
- Relaes entre cincia, tecnologia, sociedade e educao.
- Metodologia do Ensino de cincias.
- Critrios para seleo dos contedos de ensino.
- Critrios para anlise e seleo de livros didticos e outros recursos.
- Procedimentos didticos adequados.
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Contextualizao scio-poltica da Educao Fsica
Esporte na Escola (teoria e prtica conscientizadora)
A cultura popular, o lazer e a Educao Fsica escolar na escola de ensino fundamental
Caractersticas scio-afetivas, motoras e cognitivas
O Ensino da Educao Fsica no ensino Fundamental
Procedimentos metodolgicos e avaliatrios
Histria da Educao Fsica;
Tendncias Pedaggicas da Educao Fsica Escolar; Aprendizagem e desenvolvimento motor;
Esportes: Conceitos relacionados Iniciao Esportiva Universal; Jogos, lutas e
brincadeiras; Regulamento dos jogos; Atualidades.
Conhecimentos Especficos da rea: Regras e Regulamentos, Competies, Sistemas Ofensivos, Sistemas
Defensivos, Histrico e Notcias das modalidades: Basquetebol, Futebol de Campo, Futebol de Salo, Handebol,
Voleibol e Natao.
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REGRAS OFICIAIS: Voleibol, Basquetebol, Futebol, Handebol, Futsal e Natao. Confederao Brasileira de cada
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VARGAS, Angelo L.S.. Educao Fsica E O Corpo A Busca Da Identidade Editora Sprint
Pronombres, demostrativos, posesivos, relativos, interrogativos indefinidos, exclamativos
Pronombres personalers y reflexivos
GRAMATICA DE ESPANHOL PARA BRASILEIROS de Esther Maria Milani editora Saraiva.
DAS ORIGENS IDADE MDIA
a. O pensamento oriental
A ndia antes de Buda
Os mundos complementares da China
b. O nascimento da filosofia
A Revoluo Grega: Micnios, Drios e Idade das Trevas. Democracia e Filosofia. O desenvolvimento das
Os primeiros filsofos: Tales, Anaximandro e Anaxmenes
A Harmonia Universal: Pitgoras. Justa medida e a harmonia. O irracional.
Dois caminhos para a filosofia: Herclito, Parmnides e Zeno.
O movimento e o tomo: Empdocles, Anaxgoras, Leucipo e Demcrito.
c. A filosofia consolidada
Scrates: S sei que nada sei. Em busca da Essncia e a condenao da tica.
Plato: Dialtica e Theoria. A origem das coisas, a verdade, plena de luz.
Aristteles: A busca da felicidade. A lgica. O princpio da no contradio. O silogismo. A poltica e a potica.
A Cultura Helnica: cinismo e ceticismo. Epicuro e a medicina da alma. O estoicismo e a vida sem paixes. O
desenvolvimento das cincias. Euclides e Aristarco. Eratstenes e Arquimedes. O erro de Ptolomeu.
A contribuio de Roma: desenvolvimento do Imprio, Filosofia de Ccero e o surgimento do direito. Sneca e a
arte do bem viver.
Entre a F e a Razo: A filosofia, um erro vazio.
Santo Agostinho: As cidades, dos homens e de Deus.
d. A Filosofia na Idade Mdia
Uma nova era se anuncia: O nascimento da escolstica, o nome da rosa, Santo Anselmo e Abelardo.
A rica cultura Islmica: conhecimento rabe. Avicena e Averris.
Santo Toms: um caminho at Deus.
O fim da escolstica: Boaventura e Llio, a cincia de Grosseteste e Roger Bacon. A f de Scot e Ockham.
a. O mundo novo do renascimento
Mudanas: O fim do sonho cristo e o papel da Itlia
A descoberta do Homem: A valorizao da criatividade
Um lugar para Plato: Deus, cabala e magia. Nicolau de Cusa e a verdade divina
A arte sob influncia da filosofia: o carter divino da pintura e a reinveno do espao
O avano da cincia e da tcnica: A revoluo do heliocentrismo, o universo de Giordano Bruno. Deus est na
A utopia de Thomas Morus. Os fins justificam os meios.
Comportamento Humano: Montaigne e a debilidade da razo.
b. A Reforma e Contra-reforma
O incio da contestao: resistncia opresso
A rebelio de Martinho Lutero
Da religio ao Capitalismo
A reao catlica: Conclio de Trento
c. A Filosofia Moderna
A reorganizao da Europa
A cincia vira a mesa: Bacon e seu saber poder. Coprnico e a salvao dos fenmenos. Kepler, da
astrologia astronomia. Galileu e sua concepo de mundo
Descartes: Penso, logo existo. Dos astros ao corpo humano. Deus existe?
Pascal: A razo frgil.
Malebranche: A razo Deus.
Espinoza: Deus a natureza.
Leibniz: A busca da harmonia. Da fsica metafsica.
Hobbes: O homem sem iluses
Locke: Crime e castigo
DO ILUMINISMO AO LIBERALISMO ECONMICO
a. O sculo das luzes
Newton e a teoria geral do universo
Berkeley: A abstrao no existe
Hume e suas investigaes: idias
Vico: As idades dos homens
b. O Iluminismo Francs
A repblica das letras
Voltaire: intolerncia e fanatismo
Diderot: Contra o sistema
Mostesquieu: Suas leis
Condorcet: ltimo filsofo
c. A Alemanha sob as Luzes
O racionalismo de Wolff
Lessing e sua arte da razo
Kant e o julgamento da razo
O saber absoluto de Fichte
d. Romantismo e Idealismo
O sentimento vende a razo
Herder procura da alma alem
Goethe e a fora da vida
Schilleer: Da arte liberdade
A filosofia encontra a poesia
Shelling e a filosofia da identidade
Hegel e a construo da realidade
e. O Liberalismo econmico
A economia poltica entra em cena: aumento da produtividade, Laissez Faire, laissez passer. O valor do
O PENSAMENTO CONTEMPORNEO
a. Transformar o mundo
A filosofia do futuro: um novo racionalismo. A realidade da iluso.
A revoluo de Marx e Engels: O sentido da histria
Utopia: A libertao do Homem, a necessidade das paixes, O Estado, uma fraude
Spencer: Da biologia moral
Solido e angustia de Kierkegaard
Nietzsche: A vontade como potncia
b. A Filosofia em Xeque
O crivo da linguagem: A lgica do pensamento, a anlise formal do discurso
As construes lgicas de Russell
A evoluo criativa de Brgson
c. A complexidade do Mundo
O sentido da existncia: a herana dos predecessores e o solitrio artfice da liberdade
Sartre e a angstia de ser livre
Merleau-Ponty e o espanto original
Heidegger e o sentido de ser
d. A filosofia no Brasil
Tobias Barreto, Miguel Lemos, Teixeira Mendes
Positivismo poltico
Filosofia sem doutrina
Anistia Poltica
Movimento estudantil de 60 e de 70
Lutas sindicais e o poder dos sindicatos
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EPICURO. Pensamentos. Coleo A Obra-Prima de Cada Autor. So Paulo: Editora Martin Claret, 2005
GORENDER, Jacob. Marxismo sem utopia. So Paulo: tica, 1998
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Cinemtica: Movimento uniforme e movimento uniformemente variado. Definio e clculo de velocidade.
Dinmica: Primeira, segunda e terceira leis de Newton. Energia cintica e potencial. Trabalho e potncia. Atrito.
Esttica: Definio de fora, unidades e sistemas de foras. Equilbrio de um corpo.
Hidrosttica: Densidade absoluta, massa especfica, presso e empuxo.
Ondulatria: Onda (conceito, classificao e propriedades).
Termologia: Calor e temperatura, propagao do calor, escalas termomtricas, calorimetria e dilatometria.
tica: Fundamentos bsicos, espelhos planos e curvos. Lentes. O olho humano e suas anomalias.
Acstica: Fundamentos, fontes sonoras, propagao do som, qualidades fisiolgicas e propriedades de ondas sonoras.
Eletricidade: Eletrosttica (formas de eletrizao, condutores e isolantes). Eletrodinmica (corrente eltrica, intensidade
de corrente eltrica, instrumentos de medida eltrica).
Magnetismo: Noes bsicas.
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RESNICK, Robert; HALLIDAY, David; WALKER, Jearl. Fundamentos de fsica 8 edio. Rio de Janeiro: Livros tcnicos
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FEYMAN, Richard. Fsica em 12 lies. 2 edio. Rio de Janeiro: Editora Sinergia/Ediouro, 2009.
Produo, dinmica e organizao do espao geogrfico.
A interao espao-temporal de elementos e fenmenos naturais.
As relaes sociedade e natureza: paisagens, territrios, regies e lugares.
A geografia das redes: a circulao, o comrcio e o transporte.
A sustentabilidade e a apropriao dos recursos naturais, culturais e tecnolgicos.
Populao, dinmica e condies de vida.
Produo, dinmica e organizao do espao geogrfico em escala mundial.
Produo, dinmica e organizao do espao geogrfico brasileiro.
Representao do espao geogrfico.
A revoluo informacional no espao geogrfico
3- A geopoltica do ps-guerra
- A economia mundial do ps-guerra
- O mundo ps-guerra fria
4- Um mundo em desintegrao
- O desmembramento da Unio Sovitica
- O desmembramento da Iugoslvia
- Conflito entre judeus e rabes
- Conflito na frica
- Conflito na Amrica Latina
AB Saber, Aziz. Os domnios da natureza no Brasil: potencialidades paisagsticas. So Paulo: Ateli Editorial 2003.
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VALADARES, Eduardo; BERBEL, Mrcia. Revolues do sculo XX. So Paulo: Scipione, 1994.
- Anlise das questes tnicas e raciais no mundo atual, considerando as diversidades tnicas culturais do mundo
- Reflexes sobre os atuais desafios das sociedades humanas com relao natureza, posse e produo da terra,
os movimentos sociais urbanos e os do campo, as relaes com o poder entre o homem comum e o homem pblico.
- Apreciar conhecimentos sobre as atuais tendncias do Ensino Aprendizagem da Histria.
- O Retrato fsico do continente
- Sociedades Africanas e as formas de organizao
- Comrcio de escravos e a escravido
O escravismo colonial: As relaes africanas entre si e com os crioulos, a relao com os senhores, as resistncia
Novas identidades: Os laos entre parentes e companheiros de trabalho, as religies africanas no Brasil e o
O negro na sociedade brasileira contemporneo
O fim da escravido e do contato com a frica
A mestiagem
Manifestaes culturais afro-brasileiras
O caminho em direo a igualdade
A frica depois do trfico de escravos
O fim do trfico de escravos
A ocupao colonial
Imperialismo: A partilha da frica
O sculo XX para os africanos
JNIOR, Caio Prado Histria Econmica do Brasil, Editora Brasiliense, 1998.
ALENCAR, Francisco, Lucia Carpi, Marcus Vincio Ribeiro Histria da Sociedade Brasileira, Editora Ao Livro Tcnico
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BERCITO, Snia de Deus Rodrigues Nos Tempos de Getlio: da Revoluo de 30 ao fim do Estado Novo, Editora
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RIBEIRO, Darcy Dirios ndios (os urubus kaapor), Editora Companhia das Letras, 2004.
HOBSBAWM, Eric A Era das Revolues 1789 1848. Traduo Maria Tereza Lopes Teixeira e Marcos Penchel.
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HOBSBAWM, Eric A Era dos Extremos O breve sculo XX (1914 a 1991). Trad. Marcos Santarrita, 2 ed.So Paulo:
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So Paulo ( Estado). Secretaria de Educao. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedaggicas. Proposta Curricular
para o ensino de histria 1 Grau.
So Paulo. SE/Cenp, 1992. E para o segundo grau em 1994.
BITTENCOURT, Circe (org) - O saber histrico na sala de aula. So Paulo. Contexto, 1997
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FREYRE, Gilberto. Casa-Grande e Senzala: Formao da famlia brasileira sob o regime da economia patriarcal. 49.ed.
ver. So Paulo: Global, 2004.
MS Office 2010/2013 (Word, Excel, Outlook e Power Point).
MS Internet Explorer, Firefox, Chrome.
MS Windows 7, 8, 8.1 e 10.
Configurao de redes locais, cabeamento estruturado e perifricos de rede
Hardware e manuteno de computadores
ALMEIDA, Filho, Jos P., Dimenses Comunicativas no Ensino de Lnguas. Campinas: Pontes, 1993.
fundamental: lngua estrangeira. Braslia: MEC/SEF, 1997.120p
CELCE-MURCIA, M. e LARSEN-FREEMAN, D. The grammar book: an ESLIEFL Teachers course. Heinle e Heinle,
GENESEE, F.; UPSHUR, F. Classroom based Evaluation in Second Language Education. Cambridge University Press,
RICHARDS, J.C. Approaches and Methods in Language Teaching: a description and analysis. Cambridge University
WIDDOWSON, H. G. O ensino de lnguas para a comunicao. So Paulo: Editora Papirus. 1991.
Conjuntos Numricos: naturais, inteiros, racionais, irracionais e reais;
Operaes com os conjuntos numricos: adio, subtrao, multiplicao,
Expresses Algbricas;
Diviso, potenciao e radiciao;
Equao e inequao do 1 grau;
Equao do 2 grau;
Fatorao;
Regra de Trs simples e composta;
Porcentagem; Juros simples e compostos;
Descontos; Relaes e Funes;
rea, permetro, volume e densidade;
rea das figuras planas;
Cumprimento e superfcies;
Sistema decimal de medidas; Polgonos e circunferncia;
Razes e propores.
Estatstica: Pirmide da definio
Razo: Comparao
Razo: Representao
Propores: Conceito
Razes: Propores: Escala
Medida de Comprimento: Segmento de reta
Regra de Trs: Exerccio
Coeficiente e Taxa Sistema de Coordenadas Cartesianas: Origem
Sistema de Coordenadas Cartesianas: Eixos
Sistema de Coordenadas Cartesianas: Pontos
Arredondamento: Fluxograma
Estatstica Dedutiva e Estatstica Indutiva: Fluxograma
Variveis: Definies
Polgono de Frequncia: Esboo
Curvas de Frequncia
Curvas Modais
Mdia, Mediana, Moda: Curva Simtrica
Mdia, Mediana, Moda: Curva Assimtrica
Desvio Padro: Grficos
Quartis: Representao
Desvio Padro: Dados No-Agrupados
Desvio Padro: Dados Agrupados
Medidas de Posio: Dados No-Agrupados: Quartil
Medidas de Posio: Quartil
Medidas de Posio: Dados No-Agrupados: Decil
Medidas de Posio: Dados No-Agrupados: Percentil
Medidas de Posio: Percentil
Aprendizagem da Lngua Portuguesa:
Aprendizagem da Gramtica Normativa;
Estrutura, uso e funes da lngua materna.
Uso, funes e anlise;
Lngua oral e lngua escrita;
Variaes lingusticas;
Norma padro;
Coeso e coerncia textuais;
Norma lingustica e o texto.
Histria literria;
BRASIL, Ministrio da Educao. Parmetros Curriculares Nacionais. Braslia: MEC/SEF. Volume Lngua Portuguesa,
BAKHTIN, Mikhail. Esttica da criao verbal. So Paulo: Martins Fontes, 2003.
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CHIAPPINI, Lgia, CITELLI, Adilson (coord). Aprender e ensinar com textos no escolares. So Paulo: Cortez,
CHIAPPINI, Lgia, NAGAMINE, Helena, MICHELETTI, Guaraciaba (coord). Aprender e Ensinar com Textos
Didticos e Paradidticos. So Paulo: Cortez, 1997.
CUNHA, C. e CINTRA L. Nova Gramtica do Portugus. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.
FIORIN, J. L. e SAVIOLI, F. P. Para entender o texto Leitura e redao. 16 ed. So Paulo: tica, 2003.
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GNERRE, M. Escrita linguagem e poder. So Paulo: Martins Fontes, 1983.
ILARI, Rodolfo; GERALDI, J. W. Semntica. So Paulo: tica, 1985.
KAUFMAN, A. M.; RODRIGUEZ, M. H. Escola, leitura e produo de textos. Porto Alegre: Artes Mdicas, 1995.
___________. Oficina de leitura: teoria e prtica. Campinas: Pontes, 2000.
KOCH, Ingedore G. Villaa. O texto e a construo dos sentidos. So Paulo: Contexto, 2008.
MARCUSCHI, Luiz Antnio: da fala para a escrita: atividades de retextualizao. So Paulo: Cortez, 2007.
MARTINS, Nilce Santanna. Introduo estilstica: a expressividade na Lngua Portuguesa. So Paulo: EDUSP, 2008.
MOISS, Massaud. Literatura brasileira: das origens aos nossos dias. So Paulo: Cultrix, 1995.
MOISES, Massaud. A literatura portuguesa. So Paulo: Cultrix, 2008.
ROCHA LIMA, Carlos Henrique. Gramtica Normativa da Lngua Portuguesa, 26 ed. Rio de Janeiro: Jos Olympio
Base da Teoria Atmica: matria e energia, elementos e tomos, compostos, nomenclatura dos compostos, mols e
massas moleculares, determinao das frmulas qumicas.
Estequiometria: balanceamento de equaes, estequiometria das reaes, reagentes limitantes, clculos
Atomstica: modelos atmicos, estrutura atmica, periodicidade das propriedades dos tomos.
Ligaes Qumicas, Forma e Estrutura das Molculas: ligaes inicas, covalentes, eletronegatividade, energias de
ligao, modelo VSEPR, teoria da ligao de valncia, teoria dos orbitais moleculares.
Gases: variveis (volume, presso e temperatura), leis dos gases, gs ideal, movimentos das molculas, gases reais.
Termodinmica: primeira lei; sistemas, estados e energia; entalpia; segunda e terceira leis, entropia, energia livre.
Lquidos e Slidos: foras intermoleculares, estrutura dos lquidos, estrutura e propriedades dos slidos.
Equilbrios Fsicos: fases e transies de fases, solubilidade e propriedades coligativas, misturas binrias lquidas.
Equilbrio Qumico: constantes de equilbrio; autoprotlise e pH, cidos e bases (fortes e fracos), tampo, equilbrios de
solubilidade, complexao e xido-reduo, efeito do on comum.
Eletroqumica: equaes redox, clulas galvnica e eletroltica, equao de Nernst.
Cintica Qumica: velocidade de reao, concentrao e tempo, mecanismos de reao, modelos de reaes,
acelerao de reaes.
Os No-metais: hidrognio, oxignio, gua, halognios, calcognios, nitrognio e fsforo, carbono, gases nobres.
Metais representativos e os semi-metais: metais alcalinos, metais alcalinos-terrosos, famlia do boro (grupo 13/III),
estanho, chumbo, germnio e silcio.
Elementos do bloco d e seus compostos: propriedades fsicas e qumicas, compostos de coordenao, estrutura
eletrnica dos complexos.
Qumica Orgnica: hidrocarbonetos saturados, insaturados e aromticos, grupos funcionais (alcois, teres, aldedos,
cetonas, cidos carboxlicos, steres, aminas), isomeria ptica, carboidratos e protenas.
Qumica Nuclear: decaimento nuclear, radiao nuclear, energia nuclear
ATKINS, P. W. Molculas. So Paulo: Edusp, 2000.
ATKINS, P. W JONES, L. Princpios de Qumica Questionando a Vida Moderna e o Meio Ambiente. So Paulo,
BRADY, J. E. HUMISTON, G. E. Qumica Geral. Rio de Janeiro: Livros Tcnicos e Cientficos, 1985.
MAHAN, Bruce H. Qumica: um curso universitrio. So Paulo: E. Blcher, 1995.
RUSSEL, J.B. Qumica Geral, vol. 1 e 2, 2 ed., So Paulo, Makron, 1994.
Psicologia Social do Trabalho e das Organizaes;
Psicologia Social e cultura;
Significados, Motivao e Sade Mental no Trabalho;
Cultura e Organizaes;
Aprendizagem, Processos Organizacionais e do Trabalho;
Sade e Trabalho em diferentes contextos institucionais;
Avaliao psicolgica no Trabalho;
Bem estar, suporte social e processos organizacionais;
Trabalho, Atividade e Interao Social;
Ecologia Cognitiva e Tecnologia de Experincia;
Noo de Autopoiesis;
Cognio enativa;
Redes de Conversao;
Tecnologias de Inteligncia;
Fundamentos sobre a organizao do trabalho capitalista;
O taylorismo, o fordismo e as propostas de reestruturao produtiva;
A psicodinmica do trabalho como um instrumento de investigao e de interveno;
Anlise e discusso de estudos;
Psicanlise e Lgica
Psicose e lao social;
Problematizaes da Psicanlise: epistemologia, genealogia, filosofia da diferena
Trabalho e Subjetivao:
a) Configuraes do trabalho contemporneo;
b) Processos de Subjetivao e Esttica da Existncia: definio e problematizaes
25. Epistemologia e Psicologia:
a) O contexto histrico e a inveno de uma psicologia social: anlise dos principais componentes da tecnologia
poltica efetivada pelo poder moderno.
b) A articulao entre os processos de subjetivao e os modos de produo de conhecimento no campo da
psicologia social: a emergncia de um saber psicolgico
c) A desnaturalizao da dicotomia indivduo x sociedade: as tecnologias de si e as polticas da subjetividade;
d) Os impasses na construo do problema de investigao: articulao entre problema e mtodo;
e) A questo dos paradigmas em Psicologia Social
26. Biopoltica: Em defesa da Sociedade:
a) relaes de poder - a guerra como analisador das relaes de poder;
b) formas de governar e produo de verdades
c) biopoder e racismo
MARX, K. O Capital: crtica de economia poltica. So Paulo: Abril Cultural, 1983, v1, cap.XI, p.257-266; cap.XII, p.267289; cap.XIII, p.7-102.
MERLO, A.R.C. A Informtica no Brasil: prazer e sofrimento no trabalho. Porto Alegre: Ed. da Universidade/UFRGS,
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Psicodinmica do Trabalho. In: JACQUES, M.G. e CODO, W. Sade Mental e Trabalho: leituras. Petrpolis: Vozes, 2002.
SPODE, C.B et alii. O trabalho entre prazer, sofrimento e adoecimento: a realidade dos portadores de leses por esforos
repetitivos. Psicologia & Sociedade, v.15, n.1, 2003, p.117-136.
ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do trabalho. So Paulo: Boitempo Editorial, 2000.
BAUMANN, Zigmund. Modernidade Lquida. Rio de janeiro: Jorge Zahar Editora. 2001.
FOUCAULT, M. Hermenutica do Sujeito. Madrid: Ediciones de la Piqueta, 1987.
Histria da Sexualidade I. Rio de Janeiro: Graal, 1980. v. II.
Sobre a genealogia da tica: uma reviso do trabalho. In: DREYFUS, H.; RABINOW,P. Michel Foucault: uma trajetria
filosfica: para alm do estruturalismo e da hermenutica. Rio de Janeiro: Forense Universitria, 1995b p. 231-249
O sujeito e o poder In: DREYFUS, H.; RABINOW,P. Michel Foucault: uma trajetria filosfica: para alm do
estruturalismo e da hermenutica. Rio de Janeiro: Forense Universitria, 1995b p. 231-249.
FOUCAULT, Michel (1978). A Filosofia Analtica da Poltica. In: FOUCAULT, Michel (2006). tica, sexualidade, poltica
Ditos & Escritos V - 2 ed. Rio de Janeiro: Forense Universitria, pp. 37-55.
FOUCAULT, Michel (1979). A Governamentalidade. In: FOUCAULT, Michel. A Microfsica do Poder. Rio de Janeiro:
Edies Graal, pp. 277-293.
Introduo: a Constituio das Cincias Sociais; a descoberta da Sociedade.
A Emergncia do Pensamento Social e Sociolgico: Marx, Durkheim e Weber
A Sociedade Moderna Capitalista
A Imaginao Sociolgica
A Sociedade Moderna - Interpretaes Contrastantes
Teoria da Sociedade Industrial e Teoria da Sociedade Capitalista
Classes Sociais, Sociedade Civil e Estado
As Classes Mdias e a Sociedade Contempornea
A Empresa Moderna, Mercado Universal e Sociedade
Movimentos Sociais e Polticos do Sculo XX e Sculo XXI
A crise da Sociedade do Trabalho (do fordismo acumulao flexvel)
Revoluo Informacional e Sociedade
O futuro das Sociedades: um tema em debate.
O pensamento social no Brasil: Sociologia da cultura, sociologia do trabalho, A questo agrria na teoria sociolgica.
Teoria sociolgica contempornea e Teoria sociolgica clssica
Teorias sociolgicas marxistas
Teoria Poltica moderna
Histria social e poltica geral
Histria social e poltica do Brasil: tradies culturais brasileiras
Populao e sociedade
Populao e meio ambiente
Mudanas no mundo contemporneo
Os movimentos sociais acontecendo no mundo atualmente
A onda de movimentos contra regimes autoritrios recentes
Conceito de Estado, Nao, Populao, Povo, Territrio, Soberania, Repblica, Presidencialismo.
Estudo dos Artigos 1 ao Artigo 144 da Constituio da Repblica Federativa do Brasil: Princpios, Garantias
fundamentais, Organizao do Estado, Organizao dos Poderes, Da Defesa do Estado e das Instituies Democrticas
BERGER, Peter; LUCKMANN, Thomas. A construo social da realidade, Petrpolis:Vozes, 2006.
BRAVERMAN, Harry. Trabalho e capital monopolista. Rio de Janeiro: LTC-Livros Tcnicos e Cientficos Editora S. A.,
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PINSKY, Jaime; Pinsky, Carla B. (org.) Histria da Cidadania. So Paulo: Editora Contexto, 2003.
- Definio e conceituao de MKT
- Definio e conceituao de administrao mercadolgica
- Conceitos e estrutura da administrao de produo
- Sistemas de produo
- Tcnicas modernas de administrao de produo
- Conceito e importncia da administrao de material
- Objetivos e polticas
- Estrutura organizacional da rea de material
- Noes de planejamento em compras
- Funo compra
- Negociaes
- Classificao dos itens de estoques.
- Mtodos de controle de estoques.
- Avaliao de estoques.
- Aspectos econmico-financeiros.
- Funes, normas e procedimentos.
- Contexto Histrico da Administrao de RH
- Administrao de RH nas Organizaes
- Objetivos, polticas e estratgias
- Expectativas do vnculo empresa-empregado
- O Planejamento de RH e sua vinculao com o Planejamento Estratgico da Empresa
- Processo Administrativo na Administrao Pblica
- Organizaes da sociedade civil de interesse Pblico
- Consrcios Pblicos
- Parceria Pblico-Privada PPP
- Organizaes Sociais
- Concesso e Permisso da prestao de servios pblicos
- Licitaes e contratos
- Prego eletrnico
- Princpios da Administrao Pblica
LEI FEDERAL 4320 / LEI FEDERAL 8.666 / PREGO ELETRNICO / LEI COMPLEMENTAR 101
RESPONSABILIDADE FISCAL / LEI FEDERAL 7.347 / LEI FEDERAL 8.429 / LEI FEDERAL 8.987 / LEI FEDERAL
LEI FEDERAL 9.784 / LEI FEDERAL 9.790 / LEI FEDERAL 11.079 / LEI FEDERAL 11.107
I Estrutura Conceitual Bsica da Contabilidade:
- Cenrios Contbeis;
- Princpios Fundamentais (postulados, princpios e convenes).
II Regimes Contbeis:
- Apurao de Resultados
III Registro Contbeis:
- Classificao.
IV Escriturao Contbil.
V Demonstraes Contbeis e Financeiras:
- Balano Patrimonial;
- Demonstrao do Resultado do Exerccio DRE;
- Demonstrao de Lucros ou Prejuzos Acumulados;
- Demonstrao da Origem e Aplicao dos Recursos;
- Demonstrao do Fluxo de Caixa;
- Notas Explicativas e Outras Evidenciaes.
VI Aspectos Contbeis na Apurao do Resultado:
- Balancete de Verificao
VII Estoque:
- Inventrio;
- Critrios de Atribuio de Preos e Estoque
VIII Plano de Contas:
- Patrimnio Lquido.
IX Equivalncia Patrimonial.
IUDCIBUS, Srgio, MARTINS, Eliseu, GELBCKE, Ernesto Rubens. Manual de Contabilidade das Sociedades por
Aes. FIPECAFI. 3. ed. So Paulo:Atlas, 2003.
MARION, Jos Carlos. Contabilidade Empresarial. 9. ed. So Paulo:Atlas, 2002.
IUDICBUS, Srgio. Teoria da Contabilidade. So Paulo: Atlas.
IUDCIBUS, Srgio. Contabilidade Intermediria. Equipe de Professores da FEA/USP. So Paulo:Atlas.
IUDCIBUS, Srgio. Contabilidade Introdutria. Equipe de Professores da FEA/USP. So Paulo:Atlas.
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos. So Paulo:Atlas.
(DATAS PROVVEIS)*
De 14 de dezembro a 27 de
Data limite para recolhimento da Taxa de Inscrio
Relao de Candidatos Inscritos**
Edital de Convocao para Prova Objetiva
Realizao das Provas Objetivas**
Divulgao de Gabarito das Provas Objetivas
Prazo de Recursos com relao ao Gabarito das Provas Objetivas
Prazo de Recursos contra o Resultado Final
Retificao do Resultado Final (se houver), Retificao do Gabarito (se houver), e
Homologao do Concurso Pblico.
** Publicaes oficiais pelos sites www.aptarp.com.br e www.mococa.sp.gov.br.
25 e 26 de janeiro de 2016
Enviar para: recursosmococa@aptarp.com.br
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