Source: http://docplayer.com.br/40811943-Conselho-tecnico-desportivo-nacional-comissao-nacional-de-rally-campeonato-brasileiro-de-rally-de-velocidade-2014-regulamento-tecnico.html
Timestamp: 2018-08-19 02:44:40+00:00
Document Index: 155391530

Matched Legal Cases: ['ARTIGO 1', 'ARTIGO 2', 'ARTIGO 3', 'ARTIGO 4', 'ARTIGO 5', 'ARTIGO 6', 'ARTIGO 7', 'Artigo 1', 'Artigo 2', 'ARTIGO 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 6', 'Artigo 7', 'ARTIGO 1', 'ARTIGO 2', 'ARTIGO 1']

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE RALLY CAMPEONATO BRASILEIRO DE RALLY DE VELOCIDADE 2014 REGULAMENTO TÉCNICO - PDF
Download "CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE RALLY CAMPEONATO BRASILEIRO DE RALLY DE VELOCIDADE 2014 REGULAMENTO TÉCNICO"
Isabela Barata Andrade
1 1 CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE RALLY CAMPEONATO BRASILEIRO DE RALLY DE VELOCIDADE 2014 REGULAMENTO TÉCNICO ARTIGO 1 - DEFINIÇÃO... 1 ARTIGO 2 - FICHA DE HOMOLOGAÇÃO... 1 ARTIGO 3 - VEÍCULOS ADMITIDOS... 2 ARTIGO 4 - CATEGORIAS... 3 ARTIGO 5 - COMBUSTÍVEL... 3 ARTIGO 6 - PNEUS... 4 ARTIGO 7 - REGULAMENTAÇÕES E RESTRIÇÕES AO ANEXO "J" AO CDI DA FIA, ART GRUPO N. 5 Artigo 1 - DEFINIÇÃO O Campeonato Brasileiro de Rally de Velocidade 2014 seguirá a regulamentação do Anexo J ao CDI da FIA, Art Grupo "N" e Art Grupo A, com as restrições e regulamentações técnicas especificadas nesse Regulamento. Artigo 2 - FICHA DE HOMOLOGAÇÃO É obrigação de cada participante do Campeonato Brasileiro de Rally de Velocidade 2014 apresentar à CNR/CBA a Ficha de Homologação completa e com todos os dados técnicos do veículo participante. Qualquer outra modificação não indicada expressamente nesse Regulamento, no Anexo J ao CDI da FIA, Art Grupo N e Art
2 2 Grupo A vigente em 2014 e na Ficha de Homologação do veículo, não será aceita Todos os itens liberados por este Regulamento deverão constar na Ficha de Homologação, com os seus respectivos, pesos, tamanhos e fotos Os veículos que não possuírem as suas Fichas de Homologação homologadas pela CBA, terão até a data a ser informada pela CNR/CBA, para entregá-las para que sejam homologadas. Após a data limite os concorrentes que não tiverem entregue a Ficha de Homologação dos veículos à CNR/CBA, não poderão continuar a participar do Campeonato. ARTIGO 3 - VEÍCULOS ADMITIDOS Apenas poderão participar do Campeonato Brasileiro de Rally de Velocidade 2014, os veículos que estejam em conformidade com as prescrições do Anexo J ao CDI Todos os veículos deverão ter sua Ficha de Homologação devidamente regularizada junto a CBA Os veículos deverão respeitar os pesos nominativos informados pelos fabricantes e/ou constante na Ficha de Homologação Todos os veículos participantes do Campeonato que apresentem um desempenho superior ao dos demais participantes, da categoria, não permitindo um equilíbrio entre os mesmos, poderão sofrer algumas restrições e/ou algumas exigências após analise e avaliação da CNR/CBA É proibido o uso de kit-car Todos os veículos deverão seguir as normas de segurança conforme previsto no Art. 253 do Anexo J - FIA vigente.
3 3 Artigo 4 - CATEGORIAS O Campeonato será disputado nas seguintes categorias: - CBR 1; - CBR 2; - CBR Na categoria CBR 1 serão admitidos os seguintes veículos: XRC (classe 2); Maxi Rally (classe 2); Veículos da classe 3; Veículos Grupo R4; Veículos Grupo R5. Fica vetada a participação de pilotos campeões Brasileiro e Sul Americano em rally de velocidade nas categorias N4 classe 3 e 4x4, a disputar com veículos Grupo R4 e R5. No caso de participação de algum concorrente com veículo Grupo R5, o mesmo receberá da CNR/CBA, as Normas para a sua participação na categoria Na categoria CBR 2 serão admitidos os seguintes veículos: Veículos da classe 6 e Na categoria CBR 3 serão admitidos os seguintes veículos: Veículos da classe 8, 9 e 10. Fica vetada a participação de pilotos que tenham sido campeões e vicecampeões Brasileiro ou Sul Americano, em qualquer categoria de Rally de Velocidade. Artigo 5 - COMBUSTÍVEL Para todas as categorias o combustível é livre. Proibido o uso de AVGAS.
4 4 Artigo 6 - PNEUS Cada concorrente poderá utilizar uma quantidade determinada de pneus dependendo da categoria, por evento, conforme abaixo: - categoria CBR 1-13 (treze) pneus; - categoria CBR 2-09 (nove) pneus; - categoria CBR 3-07 (sete) pneus A critério dos Comissários Desportivos, dependendo das condições meteorológicas, poderão ser lacrados pneus de chuva, além dos pneus de piso seco, conforme definido no item No evento coincidente com o Campeonato Sul Americano, as quantidades de pneus acima definida, poderá ser alterada A marca e o modelo dos pneus são livres, para todas as categorias Os pneus deverão ser entregues para a lacração durante a vistoria técnica do veículo Os concorrentes só poderão utilizar os pneus que estiverem lacrados No caso de necessidade e por livre escolha dos pilotos os pneus poderão ser frisados É proibido o uso de pneus com mousse e cravos Os pneus deverão ter sulcos com profundidade de no mínimo 02 (dois) mm Os carros de competição poderão levar no máximo 02 (dois) estepes.
5 5 Artigo 7 - Regulamentações e restrições ao Anexo "J" ao CDI da FIA, Art Grupo N Categoria CBR 1 Essa categoria deverá seguir na sua totalidade o Art. 254 do Anexo J ao CDI / FIA ano 2014, publicado em 19/12/2013, com exceção para as modificações especificadas nesse Regulamento e na Ficha de Homologação do veículo Motor É permitido aos veículos da marca Mitsubishi Lancer Evolution até o modelo VIII e aos veículos da marca Subaru WRX e versões anteriores de usarem o restritor com diâmetro máximo interior de admissão de ar do compressor de 35 (trinta e cinco) mm, devendo manter todas as outras medidas conforme o Anexo J ao CDI da FIA, Art Grupo N Peças de Fibra Está autorizado nos veículos o uso das peças relacionadas abaixo em fibra de vidro, devendo respeitar as dimensões e formas indicadas na Ficha de Homologação: - Capo dianteiro e traseiro; - Paralamas; - Aerofólio traseiro; - Spoiler dianteiro; - Parachoques dianteiro e traseiro Suportes O material dos elementos elásticos dos suportes do motor e da caixa de câmbio é livre, mas não o número de suportes Apêndices É permitida a colocação de uma entrada de ar no teto do veículo para a ventilação do habitáculo. Os veículos que não tem este equipamento
6 6 homologado o deverão fazer e só será permitida 01 (uma) homologação para cada modelo de veículo Espelhos Os espelhos retrovisores exteriores do veículo poderão ser de um desenho distinto ao dos originais, sempre que tenha ao menos uma superfície de cristal de espelho de 09 (nove) centímetros quadrados Categoria CBR 2 Essa categoria deverá seguir na sua totalidade o Art. 255 do Anexo J ao CDI / FIA ano 2014, publicado em 19/12/2013, com exceção para as modificações especificadas nesse Regulamento e na Ficha de Homologação do veículo Veículos Serão admitidos os seguintes veículos: - até 1400cc - atmosférico, tração simples, peso mínimo de 980 (novecentos e oitenta) kg (classe 7); - de 1401 até 1600cc - atmosférico, tração simples, peso mínimo de (um mil e trinta) kg (classe 6) Motor Somente serão permitidos os veículos que possuam um motor original com até 135 cv É permitida a colocação de tubos na caixa de ar, sendo 02 (dois) na parte posterior às rodas dianteiras e 02 (dois) na parte anterior às rodas traseiras, somente visando encaixar os cavaletes para o levante do carro Apêndices É permitida a colocação de uma entrada de ar no teto do veículo para a ventilação do habitáculo. Os veículos que não tem este equipamento homologado o deverão fazer e só será permitida 01 (uma) homologação para cada modelo de veículo.
7 Categoria CBR 3 Essa categoria deverá seguir na sua totalidade o Art. 254 do Anexo J ao CDI / FIA ano 2013, publicado em 19/12/2013, com exceção para as modificações especificadas nesse Regulamento e na Ficha de Homologação do veículo Veículos Serão admitidos os seguintes veículos: - até 1400cc - atmosférico, tração simples, peso mínimo de 980 (novecentos e oitenta) kg (classe 10); - de 1401 até 1600cc - atmosférico, tração simples, peso mínimo de (um mil e trinta) kg (classe 9); - de 1601 até 2000cc - atmosférico, tração simples, peso mínimo de (um mil e oitenta) kg (classe 8) Motor Somente serão permitidos os veículos que possuam um motor original com até 135 cv Injeção Livre, sendo permitido o uso de um chicote adaptador que faça a ligação entre o chicote original do veículo e a caixa de injeção do mesmo Escape É permitido como Variante de Opção, o uso do coletor de escape 4 em 1, sendo o tubo de escape livre, devendo o mesmo terminar no local original do veículo. É permitida a retirada do catalisador e dos silenciadores Suportes O material dos elementos elásticos dos suportes do motor e da caixa de câmbio é livre, mas não o número de suportes Não é permitido o uso de diferencial auto blocante.
8 Apêndices É permitida a colocação de uma entrada de ar no teto do veículo para a ventilação do habitáculo. Os veículos que não tem este equipamento homologado o deverão fazer e só será permitida 01 (uma) homologação para cada modelo de veículo Estas Regulamentações e restrições não são necessariamente válidas para a participação em uma prova do Campeonato Sul Americano (CODASUR), ou de outro Campeonato Internacional no Grupo N e no Grupo A. O presente regulamento foi elaborado pela Comissão Nacional de Rally, aprovado pelo Conselho Técnico Desportivo Nacional e homologado pelo Presidente da Confederação Brasileira de Automobilismo. Rio de Janeiro, 20 de janeiro de Comissão Nacional de Rally Djalma de Faria Neves Presidente Conselho Técnico Desportivo Nacional Nestor Valduga Presidente Confederação Brasileira de Automobilismo Cleyton Tadeu Correia Pinteiro Presidente
CONSELHO TECNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE VELOCIDADE MERCEDES-BENZ GRAND CHALLENGE REGULAMENTO TÉCNICO 2013
1 CONSELHO TECNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE VELOCIDADE MERCEDES-BENZ GRAND CHALLENGE REGULAMENTO TÉCNICO 2013 1. DEFINIÇÕES... 2 2. REGULAMENTO... 3 3. TANQUE DE COMBUSTÍVEL E DRENAGEM...
REGULAMENTO TÉCNICO FORÇA LIVRE 2017 INFORMAÇOES SOBRE A CATEGORIA Serão aceitos na Categoria Força Livre, todos os veículos de competição que se enquadrem no presente Regulamento Técnico. Não serão aceitos
CONSELHO TECNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE VELOCIDADE MERCEDES-BENZ CHALLENGE C250 REGULAMENTO TÉCNICO 2017
1 CONSELHO TECNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE VELOCIDADE MERCEDES-BENZ CHALLENGE C250 REGULAMENTO TÉCNICO 2017 1. DEFINIÇÕES... 2 2. REGULAMENTO... 3 3. TANQUE DE COMBUSTÍVEL E DRENAGEM...
CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE RALLY COPA PEUGEOT - RALLY DE VELOCIDADE REGULAMENTO TÉCNICO
1 CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE RALLY COPA PEUGEOT - RALLY DE VELOCIDADE - 2012 REGULAMENTO TÉCNICO ARTIGO 1 - VEÍCULO... 2 ARTIGO 2 - MANUTENÇÃO... 2 ART. 3 - HOMOLOGAÇÃO /
COPA FORÇA LIVRE DE ARRANCADA ADENDO No 01/2016 AO REGULAMENTO TÉCNICO
COPA FORÇA LIVRE DE ARRANCADA 2016 ADENDO No 01/2016 AO REGULAMENTO TÉCNICO Conforme normas do Código Técnico Desportivo Nacional CTDN sobre adendo técnico, este estará sendo colocado em vigor em 30 (trinta)
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE RALLY RALLY CROSS COUNTRY DE VELOCIDADE 2017
1 CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE RALLY RALLY CROSS COUNTRY DE VELOCIDADE 2017 REGULAMENTO TÉCNICO ARTIGO 1 - PRESCRIÇÕES GERAIS... 2
CAPÍTULO XI REGULAMENTO TÉCNICO FÓRMULA
ÍNDICE CAPÍTULO XI REGULAMENTO TÉCNICO FÓRMULA 4 Art. 01º - Prova... 02 Art. 02º - Categorias... 02 Art. 03º - Numeração... 02 Art. 04º - Abastecimento... 02 Art. 05º - Peso... 02 Art. 06º - Equipamento
REGULAMENTO DA PROVA SUPER KART BRASIL 03. CATEGORIA PILOTO SUPER CADETE DE KART PSCK:
REGULAMENTO DA PROVA SUPER KART BRASIL 03. CATEGORIA PILOTO SUPER CADETE DE KART PSCK: IDADE: De 9 anos completos á 11 anos completos. COMBUSTÍVEL: Álcool I - MOTOR Será o da marca Riomar, modelo MRA I,
RALLY DE BARÃO DE COTEGIPE E 06 DE SETEMBRO DE PROVA DO CAMPEONATO GAÚCHO DE RALLY REGULAMENTO PARTICULAR
RALLY DE BARÃO DE COTEGIPE 2015 05 E 06 DE SETEMBRO DE 2015 3 PROVA DO CAMPEONATO GAÚCHO DE RALLY REGULAMENTO PARTICULAR 1 1. INTRODUÇÃO 1.1 Rally Velocidade Barão de Cotegipe 2015 O Rally Barão de Cotegipe