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Timestamp: 2020-02-21 01:29:26+00:00
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Lei nº 9.927, de 11/12/1998
LEI Nº 9.927 DE 11 DE DEZEMBRO DE 1998
(Publicação DOM 12/12/98:01)
REVOGADA pela Lei nº 12.445 , de 21/12/2005
Ver Suplemento "Mapa de Valores do exercício de 1999" Parte 1
Ver Suplemento " Mapa de Valores do exercício de 1999 " Parte 2
Alterada pela Lei nº 10.395 , de 22/12/1999
Ver Instrução Normativa 01/2000 , de 20/01/2000
Ver Instrução Normativa nº 01 , de 14/05/2004 - DRI
DISPÕE SOBRE O NOVO MAPA DE VALORES DE TERRENOS DO MUNICÍPIO DE CAMPINAS, VALOR DO M² DE CONSTRUÇÃO, TABELAS DE DESCONTO SOBRE O VALOR DO IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE PREDIAL E TERRITORIAL URBANA, TABELAS DE CLASSIFICAÇÃO DE IMÓVEIS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
Art. 1º - Para o cálculo do Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana, fica aprovado o Novo Mapa de Valores de terrenos do Município de Campinas, compreendendo os terrenos localizados nos perímetros urbanos e áreas de expansão urbana da cidade e dos distritos, de acordo com o anexo a esta lei, compreendendo listagem composta de 736 páginas determinantes dos valores unitários do metro quadrado de terreno por logradouros e loteamentos e mais 59 plantas de Referência Cadastral - PRC na escala 1:5.000, 14 Plantas de Referência Cadastral - PRC na escala de 1:10.000, e uma Planta de Articulação Geral na escala 1:25.000. (ver Lei nº 12.446 , de 21/12/2005 - aprova a Planta Genérica de Valores)
§ 1º O valor venal do terreno é obtido pela multiplicação da área do lote pelo valor unitário do metro quadrado, constante dos elementos mencionados no "caput" e o resultado multiplicado pelos seguintes fatores de correção:
I - FATOR GLEBA, aplicado apenas aos terrenos de área superior a 5.000 m² (cinco mil metros quadrados), conforme Tabela I, com exclusão dos demais fatores, exceto quando o fator profundidade ou o fator lote encravado forem inferiores, quando será aplicado apenas o fator de maior desconto;
II - FATOR VERTICALIZAÇÃO, incidindo se houver no terreno edifício classificado como comercial vertical (tipo "D"), residencial vertical (tipo "B") ou boxe de garagem (tipo "G"), sendo que o fator verticalização é de 1,15.
III - FATOR PROFUNDIDADE, calculado de acordo com a Tabela II, incidindo apenas sobre os terrenos que não apresentem nenhuma das frentes voltadas para a esquina e os que não possuam edificações classificadas nas categorias residencial vertical (tipo "B"), comercial vertical (tipo "D") ou boxe de garagem (tipo "G"), podendo ser neutro ou desvalorizante, mas nunca valorizante;
II - Fator Verticalização, incidindo se houver no terreno edifício classificado como comercial vertical (tipo "D"), residencial vertical (tipo "B") ou boxe de garagem vertical (tipos "GB" e "GD"), sendo que o fator verticalização é de 1,15; (nova redação de acordo com a Lei nº 12.176, de 27/12/2004)
III - Fator Profundidade, calculado de acordo com a tabela II, incidindo apenas sobre os terrenos que não apresentem nenhuma das frentes voltadas para a esquina e os que não possuam edificações classificadas nas categorias residencial vertical (tipo "B"), comercial vertical (tipo "D") ou boxe de garagem (tipos "GB" e "GD"), podendo ser neutro ou desvalorizante, mas nunca valorizante; (nova redação de acordo com a Lei nº 12.176, de 27/12/2004)
IV - FATOR ESQUINA, incidindo com o fator fixo de 1,10 sobre os lotes de esquina situados nas zonas de uso e ocupação do solo de nº 5 a 16, e com o fator fixo de 1,20 sobre os lotes de esquina situados na zona 17, não incidindo nas demais zonas de uso e ocupação de solo, definidas em legislação específica;
V - FATOR ZONEAMENTO, aplicado o fator fixo de 0,85, incidindo apenas sobre os terrenos, vagos ou não, localizados nas zonas 5 a 13, desde que não possuam edificações classificadas nas categorias residencial vertical (tipo "B"), comercial vertical (tipo "D") ou boxe de garagem (tipo "G"), observando-se ainda o seguinte:
V - Fator Zoneamento, aplicado o fator fixo de 0,85, incidindo apenas sobre os terrenos vagos ou não, localizados nas zonas 5 a 13, desde que não possuam edificações classificadas nas categorias residencial vertical (tipo "B"), comercial vertical (tipo "D") ou boxe de garagem vertical (tipos "GB" e "GD"), observando-se ainda o seguinte: (nova redação de acordo com a Lei nº 12.176 , de 27/12/2004)
a) se o terreno for de esquina, o fator só incidirá se a área for menor que 450 m² (quatrocentos e cinquenta metros quadrados);
b) se o terreno não for de esquina, o fator incidirá se a testada ou frente for menor que 15m (quinze metros) ou a área for menor que 450m² (quatrocentos e cinquenta metros quadrados);
VI - FATOR LOTE ENCRAVADO, aplicado o fator fixo de 0,50, incidindo sobre os lotes que não possuam testada ou frente para a via pública e que se comuniquem com esta através de passagens de servidão.
§ 2º Quando houver a incidência de mais de um fator de correção sobre o valor do metro quadrado de terreno, aplica-se o produto deles, o qual não poderá ser inferior a 0,50, ressalvado o disposto no inciso I deste artigo.
§ 3º Nos casos singulares de lotes particularmente desvalorizados, em virtude de forma extravagante, conformação topográfica desfavorável, fenômenos geológico-geotécnicos adversos ou sujeitos a inundações periódicas ou causas semelhantes, onde a aplicação dos processos estatuídos nesta lei possa conduzir, a juízo da autoridade competente, a tributação manifestamente injusta ou inadequada, poderá ser adotado processo de avaliação especial, mediante solicitação fundamentada do contribuinte, conforme mencionado no § 3º, artigo 2º da presente lei.
§ 4º É passível de alteração o valor unitário do metro quadrado de terreno de que dispõe o "caput", relativo a imóvel cuja deficiência de infraestrutura não tenha sido considerada para efeito de seu cálculo.
§ 3º - Nos casos de lotes desvalorizados, em razão de forma extravagante, conformação topográfica desfavorável, fenômenos geológico-geotécnicos adversos ou sujeitos a inundações periódicas ou causas semelhantes, em que a aplicação dos processos estabelecidos nesta lei possa conduzir a tributação injusta ou inadequada, poderá ser adotado processo de avaliação especial, mediante solicitação fundamental do contribuinte, conforme parágrafo 3º, do artigo 2º desta lei, dirigida à Secretaria Municipal de Finanças que se manifestará mediante parecer do titular da Secretaria Municipal de Planejamento, Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente.(nova redação de acordo com a Lei nº 10.400 , de 29/12/1999)
§ 4º - O valor unitário do metro quadrado de terreno de que dispõe o "caput", referente a imóvel cuja deficiência de infra-estrutura não tenha sido considerada para efeito de seu cálculo, poderá ser alterado se, por meio de impugnação administrativa do interessado, for apurado o equívoco em análise realizada pela Coordenadoria de Avaliação de Imóveis, cuja decisão em primeira instância, será proferida pelo titular da Secretaria Municipal de Finanças, mediante parecer do titular da Secretaria Municipal de Planejamento, Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente. (nova redação de acordo com a Lei nº 10.400 , de 29/12/1999)
§ 3º Nos casos de lotes desvalorizados, em virtude de forma extravagante, conformação topográfica desfavorável, fenômenos geológicos-geotécnicos adversos ou sujeitos a inundações periódicas ou causas semelhantes, em que a aplicação dos processos estabelecidos nesta lei possa conduzir à tributação injusta ou inadequada, poderá ser adotado processo de avaliação especial, mediante solicitação fundamentada do contribuinte, nos termos do § 3º, do artigo 2º da presente lei, dirigida ao Secretário Municipal de Finanças, que se manifestará após parecer devidamente motivado do titular da Secretaria Municipal de Planejamento, Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente.(nova redação de acordo com a Lei nº 10.736 , de 21/12/2000)(Revogado pela Lei nº 11.111, de 26/12/2001 - art.38 )
§ 4º O valor unitário do metro quadrado dos terrenos de que trata o "caput" deste artigo, referente ao imóvel cuja deficiência de infra-estrutura não tenha sido considerada para efeito de seu cálculo, poderá ser alterado se, por meio de impugnação administrativa do interessado, for apurado o equivoco em análise realizada pelo Departamento de Informação, Documentação e Cadastro, cabendo a decisão ao Secretário Municipal de Finanças, mediante parecer devidamente motivado do titular da Secretaria Municipal de Planejamento, Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente. (nova redação de acordo com a Lei nº 10.736 , de 21/12/2000)(Revogado pela Lei nº 11.111, de 26/12/2001 - art.38 )
§ 5º A referida alteração somente será possível se, mediante impugnação administrativa do interessado, for apurado o equívoco em nova análise pela Coordenadoria de Avaliação de Imóveis, cuja decisão em primeira Instância, será proferida pelo titular da Secretaria Municipal de Finanças e Recursos Humanos, mediante parecer do titular da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Urbano. (Revogado pela Lei nº 10.400 , de 29/12/1999)
Art. 2º - O valor do metro quadrado de construção, para cálculo do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana, obedecerá às Tabelas III a VIII desta lei. (Regulamentado pelo Decreto nº 13.364, de 18/04/2000)
§ 1º O valor unitário do metro quadrado de construção será obtido pelo enquadramento do número de pontos obtido no preenchimento das Planilhas de Informações Cadastrais de um dos tipos das Tabelas III a VIII, em função de sua área predominante e no padrão e sub-padrão de construção cujas características mais se assemelhem às suas.
§ 1º - O valor unitário do metro quadrado de construção será alcançado pela pontuação obtida no preenchimento das Planilhas de Informações Cadastrais e subsequente enquadramento em um dos tipos das Tabelas III a VIII, em função de sua área predominante e no padrão e subpadrão de construção cujas características mais se assemelhem às suas, ou supletivamente, por processos indiretos de classificação, baseados em métodos estatísticos, conforme regulamentação. (nova redação de acordo com a Lei nº 10.400 , de 29/12/1999) (Regulamentado pelo Decreto nº 13.364, de 18/04/2000)
§ 2º Havendo mais de um tipo/padrão de acabamento por edificação única ou não, classificado por pavimento ou recinto, no mesmo lote ou em lotes contíguos, ou unificados, em que a maior parte da totalidade da área construída indique categoria predominantemente não residencial, o valor do metro quadrado da construção será composto, ponderadamente, pela soma do valor de metro quadrado de cada tipo/padrão/subpadrão de edificação ou pavimento ou ambiente, existentes no local, cujo somatório, dividido pela área construída total das edificações, apontará novo tipo/padrão/sub-padrão, que contemple um valor médio ponderado de metro quadrado de construção para o imóvel.
§ 3º Nas hipóteses previstas no § 2º deste artigo e § 3º, artigo 1º, desta Lei, deverá ser protocolado, em até 15 (quinze) dias após a data de recebimento da notificação de lançamento, requerimento fundamentado e embasado em laudo técnico-pericial de avaliação do imóvel, a ser anexado em até 30 (trinta) dias da data da protocolização da impugnação, munido de fotografias e plantas ilustrativas, consubstanciado em normas registradas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia (IBAPE), assinado por profissional Habilitado pelo CREA, anexando-se cópia da guia de recolhimento da Anotação de Responsabilidade Técnica (A.R.T.). (Revogado pela Lei nº 11.111, de 26/12/2001 - art.38)
§ 4º A decisão em primeira Instância, em relação ao requerimento mencionado no § 3º deste artigo, será proferida pelo Diretor do Departamento de Receitas Imobiliárias, devendo ser fundamentada em Laudo Técnico de Engenharia, emitido por profissional credenciado, da área, pertencente aos quadros da Prefeitura Municipal de Campinas, e convalidada pelo titular da Secretaria Municipal de Finanças e de Recursos Humanos, que poderá, inclusive, autorizar à Fiscalização Imobiliária revisões de ofício, segundo os critérios do § 2º deste artigo.
§ 4º - A decisão em 1ª instância em relação ao requerimento mencionado no § 3º deste artigo, será analisada por uma comissão composta por 3 (três) auditores fiscais tributários, 1(um) técnico do cadastro fiscal, 1(um) engenheiro, 1(um) procurador municipal e o Diretor do Departamento de Receitas Imobiliárias - DRI, obedecendo os critérios da Legislação Municipal. (nova redação de acordo com a Lei nº 10.400 , de 29/12/1999) (Revogado pela Lei nº 10.736 , de 21/12/2000)
§ 5º Para determinação da idade das edificações, serão utilizados documentos oficiais, como "habite-se" e certificado de regularização, podendo os mesmos ser dispensados pela autoridade competente, caso em que serão procedidas vistorias nos imóveis para se arbitrar a data provável da construção.
§ 6º Havendo mais de uma edificação no mesmo terreno, ou ampliando-se a existente, e verificando-se anos-base para depreciação diferentes, será adotada a média aritmética ponderada, em função das áreas construídas, pelos respectivos anos-base de construção, para obter-se o ano-base de depreciação médio ponderado.
§ 6º Havendo mais de uma edificação no mesmo terreno, ou ampliando-se a existente, e verificando-se anos-base para depreciação diferentes, será adotada a média aritmética ponderada, em função das áreas construídas, pelos respectivos anos-base de construção, dividido pela soma das áreas, para obter-se o ano-base de depreciação médio ponderado. (nova redação de acordo com a Lei nº 10.736 , de 21/12/2000)
§ 7º O início da contagem do ano-base, para os casos previstos no parágrafo anterior, será o ano da conclusão da construção ou reforma.
§ 8º O valor venal da construção resultará da multiplicação da área total construída pelo valor unitário do metro quadrado de construção, constante em uma das Tabelas III a VIII e pelo fator de depreciação, constante da Tabela IX.
Art. 3º - Sobre o valor venal do imóvel, composto do valor venal do terreno e da construção, será calculado, conforme alíquotas determinadas na legislação tributária vigente, o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana, e concedidos descontos escalonados por faixas de imposto, correspondentes à soma das parcelas de descontos fixo e variável, estabelecidos para cada faixa de imposto, de acordo com as Tabelas X, XI e XII desta Lei.
Art. 3º - Sobre o valor venal do imóvel, composto dos valores venais do terreno e da construção, será calculado conforme alíquota determinada na legislação tributária vigente, o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana, e concedidos descontos escalonados por faixas de imposto, correspondentes à soma das parcelas de descontos fixo e variável, estabelecidas para faixa de imposto, de acordo com as tabelas X, XI e XII desta lei. (nova redação de acordo com a Lei nº 10.400 , de 29/12/1999)
§ 1º Considera-se desconto fixo o estabelecido para a respectiva faixa de valor do imposto, de acordo com as tabelas X a XII, constantes desta Lei, conforme a categoria do imóvel.
§ 2º Considera-se desconto variável o resultado da aplicação de percentagens sobre o valor excedente à faixa de Imposto respectiva.
Art. 4º - O valor dos lançamentos do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana, incidente sobre os imóveis construídos terá, como teto máximo, em consequência da aplicação do novo Mapa de Valores de terrenos, aprovado por esta Lei, a mesma quantidade de Unidades Fiscais de Referência do Governo Federal (UFIR), lançadas no exercício de 1998, para os imóveis de categoria residencial (tipos "A", "B" e "G"), implicando em variação percentual igual a "zero", e o percentual de até 20 % (vinte por cento) de variação nas quantidades de Unidades Fiscais de Referência - do Governo Federal (UFIR), para os imóveis de categoria não-residencial (tipos "C", "D", "E", e "F"), entre o exercício de 1998 e o de vigência desta Lei.
Parágrafo único - Os percentuais de que trata o "caput" não se aplicam aos imóveis construídos, quando se verificar alterações nos elementos constantes do cadastro municipal, que resultem, após o processamento dos dados, na majoração do valor venal do imóvel, comparando-se os respectivos exercícios.
Art. 4º - O valor em Unidades Fiscais de Referência do Governo Federal (UFIR) do imposto de que trata esta lei será, no mínimo, igual ao lançamento em 1999; e quando se tratar de imóvel construído, o aumento do imposto, em relação ao lançado em 1999, não poderá exceder de: (nova redação de acordo com a Lei nº 10.400 , de 29/12/1999)
I - 0% (zero por cento), se residencial do tipo "A" ou "B";
II - 30% (trinta por cento), se não-residencial do tipo "C", "D", "E" ou "F", enquadrado em padrão/subpadrão até 1.5(um ponto cinco) das tabelas V a VIII;
III - 50% (cinquenta por cento), se não-residencial do tipo "C", "D" ou "E", enquadrado em padrão/subpadrão entre 1.6 (um ponto seis) e 2,5 (dois ponto cinco) das tabelas V a VII;
IV - 50% (cinquenta por cento), se não-residencial do tipo "F", enquadrado em padrão/subpadrão superior a 1.5 (um ponto cinco) da tabela VIII;
V - 100% (cem por cento), se não-residencial do tipo "C", "D" ou "E", enquadrado em padrão/subpadrão superior a 2,5 (dois ponto cinco) das tabelas V a VII
§ 1º - Não se aplicará o disposto no "caput" e incisos, relativamente ao valor mínimo, para imóvel construído, cujo valor venal sofrer alteração em razão de mudança de aplicação das faixas de fator de depreciação de que trata a tabela IX desta lei. (acrescido pela Lei nº 10.400 , de 29/12/1999)
§ 2º - Não haverá incidência de limitadores no cálculo do valor do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana, de que trata o "caput" e incisos, quando se verificar que o imóvel foi objeto de alterações cadastrais que resultem, após o processamento dos dados, na majoração de seu valor venal, comparado com os exercícios fiscais anteriores. (acrescido pela Lei nº 10.400 , de 29/12/1999)
§ 3º - VETADO (acrescido pela Lei nº 10.400 , de 29/12/1999)
Art. 4º - O valor dos lançamentos do IPTU, incidente sobre os imóveis prediais e territoriais, terá como teto máximo a mesma quantidade de Unidades Fiscais de Referência lançadas no exercício de 2000. (nova redação de acordo com a Lei nº 10.736 , de 21/12/2000)
Parágrafo Único - Excetuam-se desses critérios imóveis construídos, quando se verifica alterações nos elementos constantes do Cadastro Municipal, que resultem após processamento dos dados na alteração do valor venal, para maior ou menor, quando comparado com o exercício anterior.
Art. 5º - Os valores referidos nesta lei, expressos em Unidade Fiscal de Referência - do Governo Federal (UFIR), serão convertidos em reais em 1º de janeiro do exercício a que se refere, unicamente para efeitos de referência a valores lançados em moeda corrente nacional.
Art. 7º - Fica concedido desconto de 9% (nove por cento) ao contribuinte que recolher, à vista, em cota única, o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana - IPTU e taxas constantes do respectivo carnê lançados a partir de 1º de janeiro de 1999.
§ 1º O lançamento comportará parcelamento para pagamento em até 11 (onze) parcelas, desde que nenhuma delas seja inferior a 18 (dezoito) UFIR's.
§ 2º O pagamento em cota única deverá ser feito até o dia 25 de janeiro do exercício a que se refere o lançamento, salvo se outra data for estipulada no respectivo carnê.
§ 3º O pagamento em cota única será permitido ao contribuinte que esteja em dia com o erário em relação ao imóvel objeto do lançamento, bem como ao contribuinte que esteja em dia com os pagamentos de acordos de parcelamento.
Art. 8º - Excepcionalmente, permitir-se-á, mesmo aos contribuintes em débito, o depósito administrativo por conta do IPTU e taxas que o acompanham a serem lançadas no exercício de 1999, desde que limitado ao valor do lançamento relativo ao exercício de 1998 e conforme decreto regulamentador. (Regulamentado pelo Decreto nº 13.020, de 14/12/1998) (Revogado pela Lei nº 10.364 , de 07/12/1999)
Parágrafo Único - O depósito administrativo a que se refere este artigo implicará em benefício correspondente a 18% (dezoito por cento) de desconto sobre o valor a ser quitado, de modo que, para a quitação de cada R$ 1,00 (um real) do que será lançado de tributo em 1º/01/99, o interessado estará depositando, antecipadamente, R$ 0,82 (oitenta e dois centavos). (Revogado pela Lei nº 10.364 , de 07/12/1999)
Art. 9º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário, especialmente as Leis nº 8.240 /94, 8.890/96, 9.191/96, 9.572/97 e artigo 20 da Lei nº 9.578/97.
Paço Municipal, 11 de dezembro de 1998.
O ANEXO A QUE SE REFERE O ARTIGO 1º DESTA LEI, COMPOSTO DE 736 PÁGINAS DETERMINANTES DOS VALORES UNITÁRIOS DO METRO QUADRADO DE TERRENO BEM COMO AS 73 PLANTAS DE REFERÊNCIA CADASTRAL E A PLANTA DE ARTICULAÇÃO GERAL, PUBLICAM-SE EM SUPLEMENTO DESTA EDIÇÃO.
TABELA DE FATOR GLEBA (FG)
FAIXA DE ÁREA EM M²
10. 000,01 a 15.000
15. 000,01 a 20.000
20.000,01 a 25.000
25.000,01 a 30.000
30.000,01 a 35.000
35.000,01 a 40.000
40.000,01 a 45.000
45.000,01 a 50.000
50.000,01 a 60.000
60. 000,01 a 70.000
70. 000,01 a 80.000
80.000,01 a 90.000
90.000,01 a 100.000
100. 000,01 a 125.000
125. 000,01 a 150.000
150. 000,01 a 175.000
175. 000,01 a 200.000
200.000,01 a 225.000
225.000,01 a 250.000
250.000,01 a 275.000
275.000,01 a 300.000
Ver Retificação DOM 15/12/1998:01 , p. 243
1. TABELA DE PROFUNDIDADES MÍNIMAS E MÁXIMAS EM METROS LINEARES
Característica da Zona
Numero da Zona
Profundidade Mínima Padrão
Profundidade Máxima Padrão
Prof. Mínima / 2
2 X Prof. Máxima
1 a 8 E 18
2. Residencial e Comercial (Misto)
2. FÓRMULAS PARA CÁLCULO DE FATOR PROFUNDIDADE FP
2.1 se: Pe < ( Pmin / 2 ) ===> FP = ( Pmin / 2 ) / Pmin = 0,7071
2.2 se: ( Pmin / 2 ) < Pe < Pmin ===> FP = Pe / Pmin
2.3 se: Pmin < Pe < Pmáx ===> FP = 1,00
2.4 se: Pmáx < Pe < 2 Pmáx ===> FP = Pmáx / Pe
2.5 se: Pe > 2 Pmáx ===> FP = ( Pmáx / 2 Pmáx ) = 0,7071
Pe = Profundidade equivalente (m²/m) que corresponde ao quociente da divisão da área do terreno (m²) pela sua frente (m), significando quantos m² de área há, em média, para um metro linear de frente.
Pmin = Profundidade mínima (m), de acordo com o padrão de zoneamento
Pmáx = Profundidade máxima (m), de acordo com o padrão de zoneamento
NOTA: quando houver frente para dois logradouros iguais ou diferentes, em lotes que não sejam de esquina, adotar-se-á a média (m) das respectivas testadas. Não há incidência de fator profundidade em lotes, com duas ou mais frentes voltadas para a esquina.
TABELA III - Categoria: Residencial Horizontal Tipo: A
Categoria, tipo, padrões e subpadrões de construção
Ver Decreto nº 14.579 , de 31/12/2003 (Construções Clandestinas)
Ver revogação na Lei nº 12.176 , de 27/12/2004
Construções com predominância de arquitetura adequada a moradias familiares, com aspectos externos característicos, sem modificações internas que as descaracterizem, independente de estilo, forma, utilização ou ocupação atual; em geral, mas não necessariamente, térreas até dois pavimentos ou assobradadas; em geral, mas não necessariamente, até três pavimentos, nos casos de aproveitamento de subsolo.
Tipos, Padrões
e Subpadrões
Intervalos de Pontos
( UFIR / m² )
De 241 a 242
De 243 a 244
176 ,0000
De 245 a 246
De 247 a 248
De 249 a 250
De 251 a 252
A - 1.7
De 253 a 254
De 255 a 256
De 257 a 258
De 259 a 269
De 270 a 280
De 281 a 291
De 292 a 302
De 303 a 313
De 314 a 324
A - 2.6
De 325 a 335
A - 2.7
De 336 a 346
A - 2.8
De 347 a 357
A - 2.9
De 358 a 368
De 369 a 391
A - 3.1
De 392 a 414
A - 3.2
De 415 a 437
De 438 a 460
De 461 a 483
De 484 a 506
De 507 a 529
De 530 a 552
A - 3.8
De 553 a 575
De 576 a 598
De 599 a 638
A - 4.1
De 639 a 678
De 679 a 718
A - 4.3
De 719 a 758
A - 4.4
De 759 a 798
De 799 a 838
A - 4.6
De 839 a 878
A - 4.7
De 879 a 918
De 919 a 958
A - 4.9
De 959 a 998
igual / maior que 999
TABELA III - TIPO, CATEGORIA, PADRÕES E SUB-PADRÕES DE CONSTRUÇÃO TIPO: A
CATEGORIA: RESIDENCIAL HORIZONTAL PARTE 1
ESTRUT. (EXCETO TELHADO)
Inexistência (sup.Tot.)
Inexistente / simples
(mais de 100 m²)
Inexistente (Sup. Total)
Amianto / Fibrocimento
Telha (Argila)
Pastilha / litocerâmica
Tijolo Vista / Cerâmica
Granito / Mármore (polidos)
PISO EXTERNO (CÉU ABERTO)
Solo (Superfície Total)
Pedrisco / Tijolo
Cimentado / Cacos
Lajotão sem esmalte ou vitrificação
Cerâmica Comum / esmaltada
Granilite / Marmorite
Paralelepípedo / Blokret
Granito / Mármore polidos
CATEGORIA: RESIDENCIAL HORIZONTAL PARTE 2
Pedriscos / Tijolos
Azulejo meia barra
Taco / Forração
Carpete (Fibra / madeira)
Paviflex / Análogo
Tábua Corrida / Tacão
Granito / Mámore (polidos)
Nº INSTALAÇÃO SANITÁRIA
INST. ELÉTRICA / TÉRMICA
Inexistente / Precária
WC serviço / WC Simples (*)
Vestiário / WC Coletivo
Elétrica Embutida
Social - maior que 2 m²
Chapa (Eucatex / Análogo)
(*) Até 2m² cada
(**) Sem Média Pontos
ÁREA DE LAZER - CONVÍVIO
Solárium /Deck
Ar Condic. Central
Depend. Churrasqueira
(*) Limitado a dois Sistemas / Imóvel
Campo Bocha / Malha
Bar em Alvenaria
(*) Sem Média Pontos
TABELA IV - Categoria: Residencial Vertical Tipo: B
Construções com arquitetura adequada a moradias típicas de apartamentos multifamiliares, com aspectos externos característicos, sem modificações funcionais internas que as descaracterizem, independente de estilo, forma, utilização ou ocupação atual, importando que mantenham características típicas de agrupamento exclusivamente residencial multifamiliar vertical, inclusive, com mais de uma unidade independente ou autônoma, por lote, contendo em geral, mas não necessariamente, mais de dois pavimentos, equipados ou não com elevadores, devendo apresentar escadaria interna para acesso e circulação.
Grupo de Acabamento
Tipos, Padrões e Subpadrões
B - 1.0
De 451 a 452
De 453 a 454
De 455 a 456
De 457 a 458
De 459 a 460
De 461 a 462
De 463 a 464
B - 1.8
De 465 a 466
De 467 a 468
De 469 a 486
De 487 a 504
De 505 a 522
B - 2.3
De 523 a 540
De 541 a 558
De 559 a 576
De 577 a 594
De 595 a 618
De 619 a 630
De 631 a 648
631 ,0000
De 649 a 673
De 674 a 698
B - 3.2
De 699 a 723
De 724 a 748
De 749 a 773
De 774 a 798
De 799 a 823
B - 3.7
De 824 a 848
B - 3.8
De 849 a 873
De 874 a 898
igual / maior que 899
TABELA IV - TIPO, CATEGORIA, PADRÕES E SUB-PADRÕES DE CONSTRUÇÃO
TIPO B: CATEGORIA: RESIDENCIAL VERTICAL PARTE 1
Inexistente (sup.Tot.)
REVEST. EXT. (FACHADA)
Social / Serviço
TIPO B: CATEGORIA: RESIDENCIAL VERTICAL
(*) Até 2 m² cada
TABELA V - Categoria: Comercial Horizontal Tipo: C
Construções com arquitetura adequada ao comércio, à prestação de serviços ou correlatas, com aspectos externos característicos, podendo apresentar vitrines, marquises, portas de aço ou blindex, com ou sem aproveitamento de recuo para exposição, "show-room", pátio de estacionamento ou convívio social, com divisões funcionais internas típicas, independente de estilo, forma, utilização ou ocupação atual, importando que mantenham características exclusivamente não residenciais familiares, podendo ser térreas, contendo em geral, mas não necessariamente, até dois pavimentos ou assobradados, contendo em geral, mas não necessariamente, até três pavimentos, nos casos de aproveitamento do subsolo; geralmente não providas de elevadores.
Valor ( UFIR / m² )
C - 1.1
De 341 a 344
De 345 a 348
C - 1.3
De 349 a 352
C - 1.4
De 353 a 356
De 357 a 360
De 361 a 364
De 365 a 368
De 369 a 372
C - 1.9
De 373 a 376
De 377 a 388
C - 2.1
De 389 a 400
De 401 a 412
636 ,0000
De 413 a 424
C - 2.4
De 425 a 436
De 437 a 448
C - 2.6
De 449 a 460
De 461 a 472
De 473 a 484
C - 2.9
De 485 a 496
925,0000
C - 3.0
igual / maior que 497
TABELA V - TIPO, CATEGORIA, PADRÕES E SUB-PADRÕES DE CONSTRUÇÃO TIPO: C
CATEGORIA: COMERCIAL HORIZONTAL PARTE 1
REVEST. EXT. FACHADA
TABELA V - TIPO, CATEGORIA, PADRÕES E BUB-PADRÕES DE CONSTRUÇÃO TIPO: C
CATEGORIA: COMERCIAL HORIZONTAL PARTE 2
TABELA VI - Categoria: Comercial Vertical Tipo: D
Ver regulamento no Decreto nº 13.096, de 08/04/1999
Ver alteração na Lei nº 10.400 , de 29/12/1999
Construções com arquitetura adequada ao comércio, à prestação de serviços ou correlatas, com aspectos externos característicos, com divisões funcionais internas típicas, independente de estilo, forma, utilização ou ocupação atual, importando que mantenham características típicas de agrupamento vertical não-residencial familiar, inclusive, podendo ter mais de uma unidade independente ou autônoma, por lote, contendo em geral, mas não necessariamente, mais de dois pavimentos, equipados ou não com elevadores, devendo apresentar escadaria interna para acesso e circulação. O referido padrão "D" será extensivo às vagas de garagem existentes no imóvel assim classificado, e ainda aos edifícios-garagem, mesmo que não tenham matrícula própria discriminada por vaga de estacionamento ou para a guarda de veículos.
D - 1.1
De 321 a 324
De 325 a 328
D - 1.3
De 329 a 332
463,0000
De 333 a 336
De 337 a 340
D - 1.9
De 357 a 367
De 368 a 378
De 379 a 389
D - 2.3
De 390 a 400
De 401 a 411
De 412 a 422
D - 2.6
De 423 a 433
696 ,0000
D - 2.7
De 434 a 444
717 ,0000
De 445 a 455
De 456 a 466
759,0000
D - 3.0
igual / maior que 467
TABELA VI - TIPO, CATEGORIA, PADRÕES E SUB-PADRÕES DE CONSTRUÇÃO TIPO: D
CATEGORIA: COMERCIAL VERTICAL PARTE 1
Inexistente (Sub. Tot.)
CATEGORIA: COMERCIAL VERTICAL PARTE 2