Source: http://docplayer.com.br/198081-Despacho-n-gr-02105-2010.html
Timestamp: 2017-07-22 09:10:31+00:00
Document Index: 63899084

Matched Legal Cases: ['artigo 400', 'artigo 1', 'Artigo 1', 'Artigo 1', 'Artigo 1', 'Artigo 1', 'artigo 400', 'Artigo 1', 'artigo 11', 'Artigo 1', 'Artigo 1', 'Artigo 1', 'Artigo 1', 'artigo 26', 'Artigo 1', 'Artigo 1', 'Artigo 1', 'artigo 26', 'Artigo 1', 'artigo 45', 'artigo 26', 'Artigo 1', 'Artigo 1', 'Artigo 1', 'Artigo 1', 'artigo 45', 'Artigo 1', 'Artigo 1', 'artigo 12', 'Artigo 1', 'Artigo 1', 'Artigo 1', 'Artigo 1', 'Artigo 1', 'artigo 18', 'Artigo 1', 'Artigo 1', 'Artigo 1', 'Artigo 1', 'artigo 45', 'Artigo 1', 'Artigo 1', 'Artigo 1', 'Artigo 1', 'Artigo 1', 'Artigo 2']

DESPACHO N. GR.02105/ PDF
Download "DESPACHO N. GR.02105/2010"
Pedro Lucas Álvaro Brás
1 DESPCH N. GR.02105/2010 lteração do Regulamento geral para avaliação dos discentes de primeiros ciclos, de ciclos de estudos integrados de mestrado e de segundos ciclos da UPorto No uso da competência que me é consagrada na alínea o) do n 1 do artigo 400 dos estatutos da Universidade do Porto, aprovo a alteração do Regulamento geral para avaliação dos discentes de primeiros ciclos, de ciclos de estudos integrados de mestrado e de segundos ciclos da U Porto Nos termos estatutários, foi ouvido o Senado que se pronunciou favoravelmente na sua reunião de 19 de Maio de nova redacção deste regulamento fica em anexo a este despacho dele fazendo parte integrante. Revogo o regulamento anterior designado Regulamento dos princípios a observar na avaliação dos discentes da UPorto E Universidade do Porto, 19 de Maio de 2010 Reitor, (José Carlos D. Marques dos Santos) /ic2 té 5 o Regulamentos REGULMENT GERL PR VLIÇÃ DS DISCENTES DE PRIMEIRS CICLS, DE CICLS DE ESTUDS INTEGRDS DE MESTRD E DE SEGUNDS CICLS D U.PRT provado em 19 de Maio de 2010 CPÍTUL 1 Princípios gerais rtigo 1.0 Responsabilidade da avaliação avaliação em cada unidade curricular é da responsabilidade do respectivo regente, nos termos da distribuição de serviço docente aprovada pelo órgão estatutariamente competente da unidade orgânica. rtigo 2. Ficha da unidade curricular 1 modo de funcionamento de cada unidade curricular deve obrigatoriamente ser descrito na ficha de unidade curricular, pelo docente a que se refere o artigo anterior, com a máxima antecedência, respeitando os prazos para preparação do ano lectivo seguinte. 2 à data limite referida no número anterior, o docente a que se refere o artigo 1.0 deve disponibilizar no sistema de informação da U.Porto a ficha de unidade curricular, de que devem fazer parte, no mínimo, os seguintes elementos: a) bjectivos da unidade curricular e resultados da aprendizagem; b) Conteúdos; c) Bibliografia; 1/63 Quando s Para s Para penas d) Métodos de ensino-aprendizagem; e) Métodos de avaliação e de cálculo da classificação final. 3 aplicável, devem também ser indicados os recursos, equipamentos e as aplicações informáticas a utilizar. 4 - fichas de unidade curricular devem estar validadas pelo director de ciclo de estudos respeitando os prazos para a preparação do ano lectivo seguinte. rtigo 3. Relatório de unidade curricular No prazo máximo de um mês contado a partir do termo do período fixado pelo órgão competente para a época de recurso, o docente responsável pela unidade curricular deve elaborar um relatório no SI da U.Porto em que conste obrigatoriamente uma análise dos resultados, uma avaliação do cumprimento dos objectivos propostos e, sempre que oportunas, sugestões de melhoria de funcionamento da unidade curricular. CPíTUL II Regimes de avaliação rtigo 40 Regras gerais classificações de todas as componentes de avaliação das unidades curriculares são expressas na escala de a 20 valores. 2 - obter aprovação final numa unidade curricular, o estudante deve obter uma classificação final mínima de 10 valores. classificação final do ciclo de estudos é a média, ponderada pelas unidades de crédito, entendidas nos termos do capítulo II do Decreto-lei n. 42/2005, de 22 de Fevereiro, das classificações obtidas em cada unidade curricular. 4 de a 20. classificação final do ciclo de estudos é expressa no intervalo da escala numérica inteira 5 - efeitos da escala europeia de comparabilidade de classificações, às classificações finais de unidade curricular e ciclo de estudos ou curso aplicar-se-ão a correspondência e os princípios definidos nos artigos 18. a 22. do Decreto-lei n. 42/2005, de 22 de Fevereiro, na aplicação do algoritmo vigente na U.Porto em resultado da orientação da DGES. 6 - as classificações finais da unidade curricular e do ciclo de estudos ou curso, são arredondadas às unidades. 2/64 No No s s 7 Nos casos em que um estudante titular de um grau de licenciado ingressa num ciclo de estudos integrado de mestrado, a classificação final é a que resulta da média ponderada, pelos ECTS do ciclo de estudos, da classificação final do grau de licenciado e da classificação obtida nas unidades currículares realizadas neste ciclo de estudos. rtigo 5. rganização de provas escritas caso das provas escritas, os enunciados são apresentados em letra de forma e devem indicar o tempo de prova e a cotação máxima a atribuir a cada questão ou grupo de questões. 2 - caso em que as questões sejam de escolha múltipla, devem ser explicitadas as cotações a atribuir à resposta correcta, à resposta incorrecta e à omissão de resposta. 3 director de cada unidade orgânica fixará os prazos limite para divulgação das classificações obtidas nas provas de avaliação realizadas, bem como para o lançamento das classificações definitivas. 4 - s estudantes têm o direito de consultar as suas provas escritas até dois dias úteis antes da realização da prova seguinte da unidade curricular que ocorra no mesmo ano lectivo, devendo o horário e local de consulta das provas ser publicados juntamente com os respectivos resultados. 5 - docentes envolvidos na correcção das provas têm o dever de prestar esclarecimentos aos estudantes no período fixado para a consulta, podendo esses esclarecimentos ser dados de forma oral ou, em alternativa, através da publicação dos critérios indicativos da correcção da prova. 6 - regulamentos de avaliações de cada unidade orgânica devem definir os mecanismos para revisão de provas. rtigo 6. Métodos de avaliação avaliação de uma unidade curricular pode assumir uma das seguintes formas: a) Distribuída com exame final; b) Distribuída sem exame final; c) Excepcionalmente, apenas com exame final. 2 - exame final pode conter uma prova escrita, ou oral, ou laboratorial, ou de campo, ou qualquer combinação destas. 3 classificação das dissertações e dos relatórios de estágio ou projecto é a que for atribuída após a respectiva defesa pública. 3/6 3/5 Considera-se Estão Sem À s rtigo 7. ssiduidade métodos de avaliação podem, sempre que tal se revelar necessário para o sucesso pedagógico, incluir como condição o cumprimento da assiduidade. 2 - que um estudante cumpre a assiduidade a uma unidade curricular se, tendo estado regularmente inscrito, não exceder o número limite de faltas correspondente a 25% das aulas previstas, conforme regulamentado na unidade orgânica. dispensados da verificação das condições de assiduidade referidas no número anterior: a) s casos previstos na lei, nomeadamente os trabalhadores estudantes; b) s estudantes que cumpram critérios especiais de dispensa de frequência, obrigatoriamente constantes da ficha de unidade curricular. rtigo 8. Componente distribuída da avaliação componente distribuída da avaliação pode assumir a forma de trabalhos laboratoriais ou de campo, de testes escritos, de relatórios, de trabalhos ou projectos individuais ou de grupo, de provas orais ou de participação nas aulas. 2 - processo de obtenção da classificação final, que inclua uma componente de avaliação distribuída, deve estar definido na ficha de unidade curricular. órgão competente e os docentes responsáveis pelas unidades curriculares devem coordenar a calendarização da componente distribuída de avaliação das unidades curriculares de cada período lectivo. 4 - s estudantes que, por lei, estão dispensados da presença nas aulas podem ser chamados a realizar uma prova ou trabalho especiais, destinados a demonstrar que possuem os conhecimentos e as competências exigidas, e previamente definidos na respectiva ficha de unidade curricular. rtigo 90 Exame final prejuízo do disposto no artigo seguinte, existem três épocas de exame final: a) Época normal e época de recurso, a que têm acesso todos os estudantes inscritos que preencham os requisitos definidos na ficha de unidade curricular; b) Epoca especial de conclusão de ciclo de estudos, cujo acesso é definido nos termos do número seguinte. 2 - época especial referida na alínea b) do número anterior, têm acesso os estudantes que puderem concluir o ciclo de estudos através da aprovação no máximo de créditos legalmente permitido, desde que tenham pelo menos uma inscrição nas respectivas unidades curriculares. 4/66 Não s Depois disposto no presente artigo não prejudica a aplicação dos regimes especiais legalmente previstos. CPÍTUL III Melhoria de classificação rtigo 10.0 Definição estudantes podem efectuar melhoria de classificação de exame realizado, uma única vez por unidade curricular, numa das duas épocas de exame final imediatamente subsequentes àquela em que obtiveram aprovação e em que a unidade curricular tenha exame previsto. 2 - classificação final na unidade curricular é a mais elevada, entre aquela que havia sido obtida inicialmente e a que resultar da melhoria de classificação efectuada. 3 pode ser realizada melhoria de classificação para dissertações e para relatórios de estágios ou projectos. 4 de certificado o grau, não há lugar a melhoria de classificação a qualquer unidade curricular. CPÍTUL IV DISPSIÇÕES FINIS E TRNSITÓRIS rtigo 11. Faltas a provas de avaliação No caso da avaliação distribuída, a ficha de unidade curricular deve explicitar as consequências das faltas a alguma das componentes de avaliação previstas. rtigo 12. Estudantes abrangidos por regimes especiais avaliação dos estudantes abrangidos por regimes especiais obedece ao disposto nas presentes normas, sem prejuízo do cumprimento da legislação especial aplicável e de normas internas da Universidade do Porto aprovadas pelos órgãos competentes. rtigo 13. Fraudes fraude cometida na realização de uma prova em qualquer das suas modalidades implica a anulação da mesma e a comunicação ao órgão estatutariamente competente para eventual processo disciplinar. 5/67 s s s rtigo 14. plicação normas previstas no presente diploma aplicam-se aos primeiros ciclos, ciclos de estudos integrados de mestrado e segundos ciclos (com as necessárias adaptações no que diz respeito à avaliação da dissertação, relatório de projecto ou de estágio) de todas as unidades orgânicas da Universidade do Porto. 2 - normas previstas no presente diploma podem ainda vir a ser objecto de aplicação aos cursos de terceiro ciclo (cursos de doutoramento) das unidades orgânicas, sem prejuízo das necessárias adaptações. órgão estatutariamente competente de cada unidade orgânica da Universidade do Porto pode complementar e adaptar as normas constantes do presente diploma, desde que em sentido com ele compatível. 4 - situações de incumprimento determinam a intervenção dos órgãos estatutariamente competentes, na medida das suas competências específicas. rtigo 15. Dúvidas s dúvidas suscitadas pela interpretação e aplicação do presente diploma são resolvidas pelo órgão estatutariamente competente de cada unidade orgânica. rtigo 16 Entrada em funcionamento s normas previstas no presente documento entram em vigor no ano lectivo de 2010/ /6 7*5 Documentos relacionados
REGULAMENTO Regulamento dos Cursos de Pós-Graduação Elaborado por: Aprovado por: Versão Reitor 1.2 (Professor Doutor Rui Oliveira) Revisto e Confirmado por: Data de Aprovação Inicial (José João Amoreira) Leia mais R E G U L A M E N T O D E A V A L I A Ç Ã O
Escola Superior de Turismo e Hotelaria Instituto Politécnico da Guarda R E G U L A M E N T O D E A V A L I A Ç Ã O Data 2008-07-22 Conselho Científico Índice 1. Introdução... 3 2. Avaliação da aprendizagem... Leia mais Regulamento Geral dos Cursos de 1.º Ciclo de Estudos, conducentes ao grau de
Regulamento do 2º ciclo de estudos da Universidade da Madeira Artigo 1.º Enquadramento jurídico O presente Regulamento visa desenvolver e complementar o regime jurídico instituído pelo Decreto-Lei n.º Leia mais REGULAMENTO CURSOS ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA
REGULAMENTO CURSOS ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA (Com base no Regulamento de Estudos revisto e alterado em Reunião do Conselho Científico de 27 Novembro 2006) Anos Lectivos 2006/2007 e 2007/2008 Artigo 1.º Leia mais Instituto Superior de Engenharia de Lisboa
Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Regulamento dos cursos do ciclo de estudos conducente ao grau de licenciado O presente regulamento estabelece as normas que complementam as que decorrem do regime Leia mais GABINETE DA MINISTRA DESPACHO
DESPACHO A concretização do sistema de avaliação do desempenho estabelecido no Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário (ECD), recentemente regulamentado, Leia mais Regulamento Comum para os Cursos de 1º Ciclo da Escola Superior Agrária de Coimbra
E SCOLA S UPERIOR A GRÁRIA INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA Regulamento Comum para os Cursos de 1º Ciclo da Escola Superior Agrária de Coimbra (Documento alterado pelo Conselho Científico na Comissão Permanente Leia mais Regulamento dos Concursos Especiais de Acesso e Ingresso no Ciclo de Estudos Conducentes ao Grau de Licenciado
Regulamento dos Concursos Especiais de Acesso e Ingresso no Ciclo de Estudos Conducentes ao Grau de Licenciado Versão: 01 Data: 15/06/2009 Elaborado: Verificado: Aprovado: RG-PR12-02 Vice-Presidente do Leia mais Ministério da Defesa Nacional Marinha. Escola Naval REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DOS DISCENTES DOS CICLOS DE ESTUDOS DA ESCOLA NAVAL
Ministério da Defesa Nacional Marinha Escola Naval REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DOS DISCENTES DOS CICLOS DE ESTUDOS DA ESCOLA NAVAL Dezembro 2015 Índice por artigos CAP I Princípios gerais 1 Corpo discente Leia mais Regulamento da Avaliação de Conhecimentos nos Cursos da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Regulamento da Avaliação de Conhecimentos nos Cursos da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa CAPÍTULO I Princípios Gerais Artigo 1º Âmbito O presente regulamento aplica-se às unidades curriculares Leia mais REGULAMENTO DO REGIME DE FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO
DO PORTO REGULAMENTO DO REGIME DE FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto Julho de 2009 PREÂMBULO 3 CAP. I (ÂMBITO E APLICAÇÃO) 3 Art. 1º (Âmbito) 3 Art. 2º Leia mais Escola Superior de Educação João de Deus. Regulamento de Estudos dos Cursos de Especialização Tecnológica (CET)
Regulamento de Estudos dos Cursos de Especialização Tecnológica (CET) Preâmbulo A criação de oportunidades de formação para públicos diversos, com necessidades específicas, tem sido, desde sempre, uma Leia mais DESPACHO. N.º 21 /2011 Data: 2011/05/30 Para conhecimento de: Pessoal Docente, Discente e Não Docente
DESPACHO N.º 21 /2011 Data: 2011/05/30 Para conhecimento de: Pessoal Docente, Discente e Não Docente ASSUNTO: Regulamento de Cursos de Especialização Tecnológica da ESTeSL. No âmbito da sua missão e objectivos Leia mais Regulamento Pedagógico da Universidade de Coimbra
Regulamento Pedagógico da Universidade de Coimbra CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento Pedagógico (RP) estabelece um conjunto de normas e orientações gerais sobre o processo Leia mais REGULAMENTO PEDAGÓGICO DO MESTRADO INTEGRADO EM CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS DA FACULDADE DE FARMÁCIA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
REGULAMENTO PEDAGÓGICO DO MESTRADO INTEGRADO EM CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS DA FACULDADE DE FARMÁCIA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA [Aprovado em reunião do Conselho Pedagógico de 18 Março 2011, nos termos da línea Leia mais Regulamento Candidaturas Maiores de 23 Anos Página 1 de 6
REGULAMENTO GERAL DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ESCOLAR EM CURSOS SUPERIORES E PÓS-SECUNDÁRIOS DA ESTBARREIRO/IPS Aprovado na 12ª reunião do Conselho Pedagógico da ESTBarreiro/IPS de 24 de abril de 2012 Alterado Leia mais DESPACHO N. GR.O1.04.2011. Alteração do Regulamento Estatuto de Estudante-Atleta da U.Porto
DESPACHO N. GR.O1.04.2011 Alteração do Regulamento Estatuto de Estudante-Atleta da U.Porto No uso da competência que me é consagrada na alínea o) do n 1 do artigo 400 dos estatutos da Universidade do Porto, Leia mais UNIVERSIDADE DO PORTO GLOSSÁRIO DA ÁREA DA EDUCAÇÃO CONTÍNUA
UNIVERSIDADE DO PORTO GLOSSÁRIO DA ÁREA DA EDUCAÇÃO CONTÍNUA Acção de formação Módulo, curso, curso livre, curso multidisciplinar ou seminário realizado no âmbito da Educação Contínua ou da Aprendizagem Leia mais REGULAMENTO DO CURSO DE LICENCIATURA EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICO-PRIVADA DA FACULDADE DE DIREITO DE COIMBRA
REGULAMENTO DO CURSO DE LICENCIATURA EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICO-PRIVADA DA FACULDADE DE DIREITO DE COIMBRA (Aprovado pela Assembleia de Faculdade, em 16 de Janeiro de 2014) CAPÍTULO I Objecto e conceitos Leia mais INSTITUTO PORTUGUÊS DE ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING DE LISBOA. Regulamento de provas de avaliação da capacidade para a frequência dos maiores de 23 anos
INSTITUTO PORTUGUÊS DE ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING DE LISBOA Diário da República, 2.ª série N.º 186 26 de Setembro de 2006 Regulamento n.º 184/2006 Regulamento de provas de avaliação da capacidade para Leia mais Regulamento dos Cursos de Especialização Tecnológica
Regulamento dos Cursos de Especialização Tecnológica Artigo 1.º Objeto e âmbito 1. O presente regulamento estabelece o regime de funcionamento dos Cursos de Especialização Tecnológica, doravante designados Leia mais Regulamento de Aplicação do Sistema de Créditos Curriculares (ECTS - european credit transfer system) no IPS
INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL (IPS) Regulamento de Aplicação do Sistema de Créditos Curriculares (ECTS - european credit transfer system) no IPS Nos termos do artigo 11º do Decreto-Lei nº 42/2005, de Leia mais FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE
FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE O presente Regulamento tem como lei habilitante o Decreto-Lei nº 74/2006, de 24 de Março, Leia mais REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DO APROVEITAMENTO DOS ESTUDANTES
DO APROVEITAMENTO DOS CONSELHO PEDAGÓGICO Julho de 2014 CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1.º Objeto e âmbito O presente regulamento estabelece o regime de funcionamento e as normas de avaliação a aplicar Leia mais REGULAMENTO DE APLICAÇÃO DO SISTEMA DE CRÉDITOS CURRICULARES (ECTS)
REGULAMENTO DE APLICAÇÃO DO SISTEMA DE CRÉDITOS CURRICULARES (ECTS) (Ratificado pelo Conselho Científico em 20 de Abril de 2006) CAPÍTULO I Objecto, âmbito e conceitos Artigo 1.º Objecto Em conformidade Leia mais REGULAMENTO DE FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS DA NUTRIÇÃO
Campus Universitário de Viseu Instituto Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares (ISEIT)/ Viseu REGULAMENTO DE FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS DA NUTRIÇÃO ANO LETIVO DE 2012-2013 Leia mais REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO. CAPÍTULO I Disposições Comuns
REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO CAPÍTULO I Disposições Comuns SECÇÃO I Disposições gerais Artigo 1.º Objecto O presente regulamento procede Leia mais Regulamento Geral de Estudos Pós-Graduados. do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa
Regulamento Geral de Estudos Pós-Graduados do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito de aplicação 1 O presente Regulamento Geral (RG) aplica-se Leia mais REGULAMENTO PEDAGÓGICO DO MESTRADO INTEGRADO EM CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS DA FACULDADE DE FARMÁCIA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
REGULAMENTO PEDAGÓGICO DO MESTRADO INTEGRADO EM CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS DA FACULDADE DE FARMÁCIA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA (Aprovado em reunião da Comissão Coordenadora do Conselho Cientifico de 19 Fevereiro Leia mais REGULAMENTO DOS CURSOS DE MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA EMPRESARIAL DA FACULDADE DE DIREITO DE COIMBRA
REGULAMENTO DOS CURSOS DE MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA EMPRESARIAL DA FACULDADE DE DIREITO DE COIMBRA (Aprovado pela Assembleia de Faculdade, em 16 de Janeiro de 2014) CAPÍTULO Leia mais a) Regras sobre a admissão no ciclo de estudos
ANEXO Normas regulamentares do ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em a) Regras sobre a admissão no ciclo de estudos 1. Habilitações de acesso São admitidos como candidatos à inscrição no ciclo Leia mais REGULAMENTO DO MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO DE REDES E SISTEMAS INFORMÁTICOS
De forma a dar cumprimento ao estabelecido no artigo 26.º do Decreto-lei n.º 74/2006, de 24 de março, alterado pelo Decreto-Lei n.º 107/2008, de 25 de julho, o Conselho Pedagógico do Instituto Superior Leia mais Regulamento Geral de Matrículas e Inscrições. no ciclo de estudos conducente ao grau de Licenciado
Regulamento Geral de Matrículas e Inscrições no ciclo de estudos conducente ao grau de Licenciado Artigo 1.º Âmbito 1 - O presente Regulamento fixa as normas gerais relativas a matrículas e inscrições Leia mais Regulamento Geral de Avaliação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Regulamento Geral de Avaliação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa PREÂMBULO O actual Regulamento Geral de Avaliação (RGA) foi formulado, no essencial, em 2009 e reformulado em 2010. Teve Leia mais Regulamento de Aplicação do Sistema do Europeu de Transferência de Créditos (ECTS) à formação ministrada pelo Instituto Politécnico de Santarém (IPS)
Regulamento de Aplicação do Sistema do Europeu de Transferência de Créditos (ECTS) à formação ministrada pelo Instituto Politécnico de Santarém (IPS) CAPÍTULO I Objecto, âmbito e conceitos Artigo 1º Objecto Leia mais UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Sociologia
UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Sociologia REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM SOCIOLOGIA: EXCLUSÕES E POLÍTICAS SOCIAIS Artigo 1º Objecto O Regulamento do Leia mais NORMAS REGULAMENTARES DOS MESTRADOS DO ISEG
NORMAS REGULAMENTARES DOS MESTRADOS DO ISEG Nos termos do artigo 26.º do Decreto-Lei n.º 74/2006 de 24 de Março e do Regulamento de Mestrados da Universidade Técnica de Lisboa (Deliberação do Senado da Leia mais INSTITUTO POLITÉCNICO DE PORTALEGRE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO. Tecnologia e Design
INSTITUTO POLITÉCNICO DE PORTALEGRE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO Tecnologia e Design CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1.º (Definição) O Departamento de Tecnologia Leia mais C R E D I T A Ç Ã O D E F O R M A Ç Ã O E D E E X P E R I Ê N C I A P R O F I S S I O N A L
ISAL Instituto Superior de Administração e Línguas Regulamento de Creditação de Formação e de Experiência Profissional Preâmbulo O n.º 1 do artigo 45.º-A do Decreto-Lei n.º 115/2013, de 7 de agosto, prevê Leia mais PLANO DE ESTUDOS DO 51º CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA
PLANO DE ESTUDOS DO 51º CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA Janeiro de 2012 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. DESTINATÁRIOS... 4 3. FINALIDADE... 4 4. OBJECTIVOS GERAIS... 4 5. PLANO CURRICULAR... 5 6. Leia mais REGULAMENTO DO MESTRADO EM GESTÃO DE ENERGIA E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
De forma a dar cumprimento ao estabelecido no artigo 26.º do Decreto-lei n.º 74/2006, de 24 de março, alterado pelo Decreto-Lei n.º 107/2008, de 25 de julho, o Conselho Pedagógico do Instituto Superior Leia mais Regulamento do pagamento de propinas e outras taxas de frequência do Instituto Politécnico de Leiria PREÂMBULO
DESPACHO N.º /2015 Regulamento do pagamento de propinas e outras taxas de frequência do Instituto Politécnico de PREÂMBULO Considerando a experiência adquirida no Instituto Politécnico de (IP) com a aplicação Leia mais UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia
UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM EMPREENDEDORISMO E CRIAÇÃO DE EMPRESAS Artigo 1.º Criação A Universidade Leia mais Regulamentos REGULAMENTO DE PROPINAS DA UPORTO
Regulamentos REGULAMENTO DE PROPINAS DA UPORTO Aprovado pelo Conselho Geral da UPorto em 26 de Fevereiro de 2010 Alterado pelo Conselho Geral da UPorto em 18 de Março de 2011 Ao abrigo da Lei n.º 37/2003, Leia mais REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA
REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA Artigo 1.º (disposições gerais) 1. O presente Regulamento obedece aos princípios consignados nos diversos normativos que a tutela legislou Leia mais Universidade Nova de Lisboa ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA
REGULAMENTO O Regulamento do Curso de Especialização em Medicina do Trabalho (CEMT) visa enquadrar, do ponto de vista normativo, o desenvolvimento das actividades inerentes ao funcionamento do curso, tendo Leia mais 32708 Diário da República, 2.ª série N.º 151 8 de Agosto de 2011
32708 Diário da República, 2.ª série N.º 151 8 de Agosto de 2011 Maria Margarida da Fonseca Beja Godinho Prof. Catedrática, Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa; Paulo Leia mais REGULAMENTO PARA A CREDITAÇÃO DA FORMAÇÃO. Artigo 1º Objectivo e âmbito
REGULAMENTO PARA A CREDITAÇÃO DA FORMAÇÃO Artigo 1º Objectivo e âmbito 1. O presente Regulamento estabelece as normas relativas aos processos de creditação no ISCIA para efeitos do disposto no artigo 45.º Leia mais REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS DA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA
REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS DA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Preâmbulo O anterior Regulamento de Avaliação em vigor até 2011-2012 foi elaborado para um tipo Leia mais MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. N. o 184 11-8-1998 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A
N. o 184 11-8-1998 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A 3907 seguem as atribuições e competências que lhes são conferidas pelos respectivos estatutos, aprovados, respectivamente, pelos Decretos-Leis n. os 74/95, Leia mais Regulamento Cursos de Especialização Tecnológica. Ano Letivo 2013-2014. www.ipiaget.org
Instituto Piaget Campus Académico de Vila Nova de Gaia Escola Superior de Saúde de Vila Nova de Gaia www.ipiaget.org Ano Letivo 201-201 Regulamento Cursos de Especialização Tecnológica Índice Artigo 1º Leia mais Regulamento de Estágios
Programa de Inserção Profissional Regulamento de Estágios Faculdade de Ciências Humanas Nos últimos anos, o ensino universitário tem vindo a integrar nos percursos formativos a realização de estágios curriculares Leia mais Regulamento Cursos de Pós Graduação
A Associação Amigos da Grande Idade (AAGI) é uma entidade de direito privado, sem fim lucrativos, tendo por isso capacidade para desenvolver em colaboração com o Instituto Superior de Línguas e Administração Leia mais REGULAMENTO DE SEMINÁRIO / ESTÁGIO DA LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E DE COMPUTADORES PREÂMBULO
REGULAMENTO DE SEMINÁRIO / ESTÁGIO DA LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E DE COMPUTADORES PREÂMBULO A disciplina de Seminário/Estágio, do 3º ano da Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Leia mais INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO GAYA
NORMAS REGULAMENTARES DAS LICENCIATURAS DO ISPGAYA Preâmbulo As presentes normas visam dar cumprimento ao estabelecido no artigo n.º14.º do Decreto- Lei n.º 74/2006, de 24 de março, na sua redação atual, Leia mais Regulamento das Provas Especiais de Acesso e Ingresso no Ensino Superior para Maiores de 23 Anos
Regulamento das Provas Especiais de Acesso e Ingresso no Ensino Superior para Maiores de 23 Anos O Decreto-Lei nº64/2006, de 21 de Março, regulamenta as provas especialmente adequadas destinadas a avaliar Leia mais REGULAMENTO DE FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO DA LICENCIATURA EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA N O TRABALHO
Campus Universitário de Almada Instituto Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares / Almada REGULAMENTO DE FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO DA LICENCIATURA EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA N O TRABALHO ANO Leia mais 47586 Diário da República, 2.ª série N.º 232 5 de Dezembro de 2011
47586 Diário da República, 2.ª série N.º 232 5 de Dezembro de 2011 2) Cartas de curso identificação do Reitor da Universidade Nova de Lisboa, identificação do titular do grau, n.º do documento de identificação Leia mais REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO E MESTRADOS EXECUTIVOS DO ISLA CAMPUS LISBOA
UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de e Economia REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM GESTÃO Artigo 1.º Criação A Universidade da Beira Interior, através do Departamento Leia mais 47720 Diário da República, 2.ª série N.º 233 6 de Dezembro de 2011
47720 Diário da República, 2.ª série N.º 233 6 de Dezembro de 2011 UNIVERSIDADE DA MADEIRA Aviso (extracto) n.º 23548/2011 Nos termos do disposto no n.º 6 do artigo 12.º da Lei n.º 12 -A/2008, de 27 de Leia mais UNIVERSIDADE INTERNACIONAL DA FIGUEIRA DA FOZ. Diário da República, 2.ª série N.º 103 29 de Maio de 2007 Despacho n.º 9957-AU/2007
UNIVERSIDADE INTERNACIONAL DA FIGUEIRA DA FOZ Diário da República, 2.ª série N.º 103 29 de Maio de 2007 Despacho n.º 9957-AU/2007 Considerando o disposto no Decreto-Lei n.º 64/2006, de 21 Março, acerca Leia mais REGULAMENTO DE ACESSO E INGRESSO CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS DO ISVOUGA
UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM GESTÃO DE UNIDADES DE SAÚDE Artigo 1.º Criação A Universidade da Beira Leia mais REGULAMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE VOLUNTARIADO NA FCUL
REGULAMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE VOLUNTARIADO NA FCUL GAPsi- Gabinete de Apoio Psicopedagógico Artigo 1º Objecto O Programa de Voluntariado na FCUL visa: a) Estimular a formação e educação dos estudantes Leia mais Reitoria. É revogado o Despacho RT-34/2014, de 2 junho. Universidade do Minho, 5 de dezembro de 2014. O Reitor. António M. Cunha. despacho RT-55/2014
Reitoria despacho RT-55/2014 A Universidade do Minho tem vindo a atrair um número crescente de estudantes estrangeiros, que hoje representam um importante contingente da sua comunidade estudantil. Com Leia mais !!!!!!!!!!!!!!!! REGULAMENTO!MESTRADO!EM!SUPERVISÃO!PEDAGÓGICA!E! AVALIAÇÃO!
2014/2016 INSTITUTOPIAGET ESCOLASUPERIORDEEDUCAÇÃOJEANPIAGET/ARCOZELO REGULAMENTOMESTRADOEMSUPERVISÃOPEDAGÓGICAE AVALIAÇÃO OpresenteRegulamentoaplicaKseaocursodeMestradoemSupervisãoPedagógicaeAvaliação, Leia mais UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA. Faculdade de Ciências e Tecnologia Diário da República, 2 série N.º 186 26 de Setembro de 2006. Resolução n.
UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Faculdade de Ciências e Tecnologia Diário da República, 2 série N.º 186 26 de Setembro de 2006 Resolução n.º 94/2006 Por resolução do conselho directivo da Faculdade de Ciências Leia mais REGULAMENTO DOS DIPLOMAS DE ESPECIALIZAÇÃO
REGULAMENTO DOS DIPLOMAS DE ESPECIALIZAÇÃO Aprovado em reunião da Comissão Coordenadora do Conselho Científico em 22/11/2006 Aprovado em reunião de Plenário do Conselho Directivo em 13/12/2006 PREÂMBULO Leia mais REGULAMENTO DE FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO A APLICAR AOS 1 OS CICLOS
REGULAMENTO DE FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO A APLICAR AOS 1 OS CICLOS DE ESTUDOS DOS CURSOS ADEQUADOS AO PROCESSO DE BOLONHA I Calendário e carga horária 1. O ano escolar tem início em Setembro e termina em Leia mais REGULAMENTO DO CURSO CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO ADMINISTRAÇÃO EDUCACIONAL DE MESTRADO EM. Universidade da Madeira
REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO ADMINISTRAÇÃO EDUCACIONAL Universidade da Madeira O presente articulado baseia-se no regime jurídico instituído pelo Decreto- Lei n.º 74/2006, de Leia mais REGULAMENTO ESPECIFICO DO CURSO DE MESTRADO EM DESPORTO 2009 REGULAMENTO
Instituto Politécnico de Santarém Escola Superior de Desporto de Rio Maior MESTRADO EM DESPORTO REGULAMENTO Artigo 1º Natureza e âmbito de aplicação 1. O curso pretende atingir os objectivos apresentados Leia mais REGULAMENTO SOBRE INSCRIÇÕES, AVALIAÇÃO E PASSAGEM DE ANO (RIAPA)
REGULAMENTO SOBRE INSCRIÇÕES, AVALIAÇÃO E PASSAGEM DE ANO (RIAPA) CAPÍTULO I REGIME DE FUNCIONAMENTO Artigo 1º - Âmbito O disposto no presente Regulamento aplica-se apenas aos cursos de graduação da Universidade Leia mais REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO E DE TRANSIÇÃO DE ANO
Página 1 de 5 Artigo 1.º (disposições gerais) 1. O ISVOUGA Instituto Superior de Entre o Douro e Vouga, enquanto instituição de ensino politécnico, tem competência para ministrar cursos conducentes à atribuição Leia mais Universidade Portucalense Departamento de Direito
Universidade Portucalense Departamento de Direito Normas Regulamentares do 1º Ciclo do Curso de Direito DD, Departamento de Direito Aprovado em Conselho Científico de 2006-07-26 Com as alterações aprovadas Leia mais REGULAMENTO DE ESTUDOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA
NORMAS REGULAMENTARES De acordo com o estipulado pelos artigos 14.º e 26.º do Decreto-Lei n.º 107/2008, de 25 de Junho REGULAMENTO DE ESTUDOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA Regulamento n.º 487/2010, Leia mais Diário da República, 1.ª série N.º 120 23 de Junho de 2010 2237
Diário da República, 1.ª série N.º 120 23 de Junho de 2010 2237 o previsto para os docentes da educação pré -escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, continua aplicar -se o disposto no seu artigo 18.º Leia mais REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS
UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Ciências Sociais e Humanas REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS Artigo 1º Natureza O presente regulamento Leia mais 2014-2015. Curso de Fisioterapia. Regulamento do 1º Ciclo de Estudos. Campus Universitário de Viseu ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE JEAN PIAGET DE VISEU
2014-2015 Campus Universitário de Viseu Regulamento do 1º Ciclo de Estudos Curso de Fisioterapia Regulamento do 1º Ciclo de Estudos Curso de Fisioterapia Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1.º Âmbito Leia mais REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ISVOUGA - INSTITUTO SUPERIOR DE ENTRE O DOURO E VOUGA
REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ISVOUGA - INSTITUTO SUPERIOR DE ENTRE O DOURO E VOUGA O Estatuto de Carreira do Pessoal Docente do Ensino Superior Politécnico (ECPDP), na redacção Leia mais Deliberação n.º 762/2003
Deliberação n.º 762/2003 de 27 de Maio Deliberação n.º 763/2003. - Por deliberação da Secção Permanente do Senado, em reunião de 5 de Fevereiro de 2003, foi aprovada a criação do curso de Mestrado em Ciências Leia mais UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Reitoria Gabinete do Reitor. Apreciação do anteprojecto de decreto-lei Graus académicos e diplomas do Ensino Superior
Apreciação do anteprojecto de decreto-lei Graus académicos e diplomas do Ensino Superior 1. O anteprojecto de decreto-lei apresentado pelo governo regulamenta a recente alteração da Lei de Bases (Lei 49/2005, Leia mais REGULAMENTO GERAL DE PROPINAS E PRESCRIÇÃO DO IPVC
REGULAMENTO GERAL DE PROPINAS E PRESCRIÇÃO DO IPVC Artigo 1º Âmbito do regulamento 1. O presente regulamento define o regime do pagamento da propina pelos estudantes do IPVC inscritos a tempo integral, Leia mais UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia
UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM MARKETING Artigo 1.º Criação A Universidade da Beira Interior, através Leia mais [Regulamento Geral da Formação Graduada e Pós-Graduada no Instituto Politécnico de Leiria e Regimes Aplicáveis a Estudantes em Situações Especiais]
[Regulamento Geral da Formação Graduada e Pós-Graduada no Instituto Politécnico de Leiria e Regimes Aplicáveis a Estudantes em Situações Especiais] CAPÍTULO IV Regimes especiais SECÇÃO I Estatuto de estudantes Leia mais REGULAMENTO INTERNO DA UNIDADE CURRICULAR
REGULAMENTO INTERNO DA UNIDADE CURRICULAR DE DESENVOLVIMENTO PESSOAL CURSOS LIVRES ACTIVIDADES EXTRA-CURRICULARES REGULAMENTO INTERNO DA UNIDADE CURRICULAR DE DESENVOLVIMENTO PESSOAL Secção I Disposições Leia mais REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO DE FORMAÇÃO ACADÉMICA, OUTRA FORMAÇÃO E DE EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO DE FORMAÇÃO ACADÉMICA, OUTRA FORMAÇÃO E DE EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Preâmbulo No seguimento da terceira alteração ao Decreto-Lei nº 74/2006, de 24 de Março, introduzida pelo Decreto-Lei Leia mais Ministério da Ciência e Tecnologia
Ministério da Ciência e Tecnologia Decreto n.º4/01 De 19 de Janeiro Considerando que a investigação científica constitui um pressuposto importante para o aumento da produtividade do trabalho e consequentemente Leia mais REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO DE COMPETÊNCIAS, FORMAÇÃO E EXPERIENCIA PROFISSIONAL
REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO DE COMPETÊNCIAS, FORMAÇÃO E EXPERIENCIA PROFISSIONAL Considerando que, nos termos do n 3 do artigo 45. do Decreto -Lei n 74/2006, de 24 de margo, alterado pelos Decretos-Lei n Leia mais CICLO DE ESTUDOS DE CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE EM GENÉTICA MOLECULAR E BIOMEDICINA. Normas Regulamentares
CICLO DE ESTUDOS DE CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE EM GENÉTICA MOLECULAR E BIOMEDICINA Normas Regulamentares PREÂMBULO As presentes Normas Regulamentares do Ciclo de Estudos de Mestrado em Genética Molecular Leia mais REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO DE UNIDADES CURRICULARES 1
I - Disposições comuns... 2 1. Creditação... 2 2. Requerimentos... 3 3. Âmbito... 3 4. Procedimento... 3 5. Decisão e recurso... 3 6. Transição de ano... 4 7. Renúncia... 4 8. Certificação de creditações... Leia mais Regulamento de Funcionamento e Avaliação dos Mestrados da APNOR
ASSOCIAÇÃO DE POLITÉCNICOS DO NORTE (APNOR) Instituto Politécnico de Bragança Instituto Politécnico do Cávado e do Ave Instituto Politécnico do Porto Instituto Politécnico de Viana do Castelo Regulamento Leia mais REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS DA UNIVERSIDADE DA MADEIRA
REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS DA UNIVERSIDADE DA MADEIRA Preâmbulo A Universidade da Madeira (UMa) procedeu à adequação dos seus cursos em conformidade com a legislação em vigor e Leia mais REGULAMENTO GERAL SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PESSOAL DOCENTE INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA 1 TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais
REGULAMENTO GERAL DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PESSOAL DOCENTE DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA 1 TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais Artigo 1.º Objecto O presente regulamento define Leia mais INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DO PORTO
REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DAS UNIDADES DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DO PORTO Artigo 1º (Âmbito) O presente regulamento aplica se a todos os cursos ministrados no ISEP, podendo existir casos em Leia mais UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE REGULAMENTO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM REGIME PÓS-LABORAL
UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE REGULAMENTO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM REGIME PÓS-LABORAL Preâmbulo A necessidade de expandir a informação superior dos profissionais integrados no mercado trabalho constitui Leia mais REGULAMENTO INTERNO DOS MESTRADOS EM ENSINO - FORMAÇÃO DE PROFESSORES
REGULAMENTO INTERNO DOS MESTRADOS EM ENSINO - FORMAÇÃO DE PROFESSORES Artigo 1º Âmbito O Regulamento interno dos mestrados em ensino formação inicial de professores aplica-se aos seguintes ciclos de estudo Leia mais MESTRADOS. Artigo 1.º Criação A Escola Superior de Comunicação Social confere o grau de Mestre em Jornalismo.
MESTRADOS REGIME DE FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO JORNALISMO Artigo 1.º Criação A Escola Superior de Comunicação Social confere o grau de Mestre em Jornalismo. Artigo 2.º Destinatários O Mestrado em Jornalismo Leia mais 2017 © DocPlayer.com.br Política de Privacidade | Termos de serviço | Feedback