Source: http://socorrista2010.blogspot.com/
Timestamp: 2016-02-11 04:14:23+00:00
Document Index: 160100493

Matched Legal Cases: ['Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 6', 'Artigo 7', 'Artigo 8', 'Artigo 9', 'Artigo 10', 'Artigo 11', 'Artigo 12', 'Artigo 13', 'Artigo 14', 'Artigo 15', 'Artigo 4']

Socorristas na Alma!
Fotos do CTO!
Os anjos existem!!!! Mas... diferente do que imaginamos,Eles não possuem asas, nem poderes celestiais.
São como nós, pessoas normais.O amor ao proximo, é o que os tornam especiais. Estes anjos, tão sempre prontos a ajudar. E arriscam suas vidas, para outras vidas salvar.São fortes e destemidos,e enfrentam qualquer tipo de perigo, para o seu próximo ajudar.Mas, infelizmente nem sempre são lembrados. E por muitas vezes, depois de terem arriscado suas vidas; Não recebem, nem se quer um OBRIGADO!Mas isto, não os impede de continuar a trabalhar, Salvando vidas em qualquer hora e em qualquer lugar! Estes anjos, são merecedores de todo nosso respeito.Por muitos eles são chamados de BOMBEIROS. Mas eu os chamo de 'ANJOS'... ANJOS VERDADEIROS!!!! E aqui eu deixo... A minha singela homenagem, a estes anjos, de muita bravura e coragem!Que Deus abençoe a todos vocês!!!
Dando uma molhada na Galera!
Depois de um belo Banho com lama no rio.
Pegaram pesado, coitado! rsrs
Lá vem o restante so na ralação!
O entusiasmo, depois so o cansaso...
Isso que é bom...
Manda aí Candido, pois essa cambada pra ralar!
Até que enfim está terminando.
Galera, se preparando para o rapel do Terreo do 3ª Andar.
Que alegria e Paisagem ao Fundo...
Que cara de Felicidade! O que o Rapel não faz!!
Descendo na Ventilação do 3ª Andar.
Chegando, OK!!
Retirando o EPIS, após o rapel.
Vai lá Garoto, mostra ai que sabe!
Vai lá Segurança, Atenção aí!!
Show, sensacional, Adrenalina...
Deveres de Um SocorristaArtigo 4º - Dever de Isenção1. O dever de isenção consiste em não retirar vantagens directas ou indirectas, pecuniárias ou outras, das funções que exerce, actuando com independência em relação aos interesse e pressões particulares de qualquer índole.2. No cumprimento do dever de isenção deverão os voluntários da CVP:a) Conservar no desempenho de funções, em todas as circunstâncias, rigorosa neutralidade (politica, racial, religiosa e filosófica)b) Usar de prudência e justiça na exigência do cumprimento das ordens dadas, não impondo a subordinados a execução de actos ilegais ou estranhos ao serviço;c) Não usar de autoridade que exceda a decorrente da sua graduação ou qualificação que lhe foi atribuída.Artigo 5º - Dever de ZeloO dever de zelo consiste na diligência em conhecer, respeitar e aplicar as normas e instruções bem comopossuir e aperfeiçoar os conhecimentos técnicos e métodos de trabalho de modo a exercer as funções com eficiência de correcção.Artigo 6º - Dever de Lealdade1. O dever de lealdade consiste em desempenhar as funções de acordo com os objectivos do serviço, não prossecução dos fins da Cruz Vermelha.2. No respeito pelo dever de lealdade, cumpre ao voluntário:a) Agir com lealdade para com superiores e demais voluntários, tanto no serviço como fora dele;b) Informar com verdade sobre qualquer assunto de serviço;c) Apresentar as suas pretensões ou reclamações por intermédio da hierarquia, sem prejuízo do direito de petição.Artigo 7º - Dever de SigiloO dever de sigilo traduz-se na manutenção do segredo relativamente a factos de que se tenha conhecimento no exercício de funções e que não se destinem a ser domínio público.Artigo 8º - Dever de Correcção1. O dever de correcção consiste em tratar com urbanidade os cidadãos em geral e, nomeadamente, todos os elementos da Cruz Vermelha.2. No cumprimento do dever de correcção, deverão os voluntários da CVP:a) Não abusar nunca dos seus poderes funcionais nem exceder os limites do estritamente necessário;b) Adoptar sempre procedimentos justos e ponderados, linguagem correcta com atitudes firmes, serenas e generosas;c) Identificar-se prontamente, mediante exibição do cartão de identidade da CVP, sempre que isso lhe seja solicitado;d) Usar de moderação e compreensão no trato com os subordinados, tanto no serviço como fora dele.Artigo 9º - Dever de Assiduidade1. O dever de assiduidade consiste em comparecer, sempre que convocado para o exercício de missões e demais actividades da instituição.2. No respeito pelo dever de assiduidade, cumpre ao voluntário:a) Não faltar injustificadamente ás convocações;b) Não se ausentar, sem prévia autorização, do serviço ou do local para onde haja sido destacado.Artigo 10º - Dever de Disponibilidade1. O dever de disponibilidade consiste na manutenção permanente de disponibilidade para o serviço, ainda que com prejuízo dos seus interesses pessoais.2. O voluntário é obrigado a comunicar superiormente o seu domicilio habitual e qualquer eventual ausência por motivo de doenças ou outra.Artigo 11º - Dever de ApoioO dever de apoio consiste em se interessar pelos problemas dos subordinados e/ou colaboradores.Artigo 12º - Dever de Obediência1. O dever de obediência consiste em acatar e cumprir as ordens e directivas do superior hierárquico em matéria de serviço.2. No respeito pelo dever de obediência, cumpre ao voluntário:a) Acatar as normas e instruções relativas à actividade que lhes seja atribuída;b) Aceitar os riscos decorrentes das missões de serviço.c) Cumprir nos termos determinados, as sanções regularmente aplicadas.Artigo 13º - Dever do Aprumo1. O dever de aprumo consiste em assumir, no serviço e fora dele, princípios, normas e comportamentos que exprimam, reflictam e reforcem a dignidade e prestigio da Cruz Vermelha.2. No respeito pelo dever do aprumo, cumpre ai voluntário:a) Apresentar-se devidamente uniformizado e equipado sempre que necessário;b) Tratar da limpeza e conservação do uniforme, equipamento ou qualquer outro material que lhe tenha sido distribuído ou esteja sob a sua responsabilidade;c) Cultivar a solidariedade entre membros da Cruz Vermelha;d) Não usar distintivos não autorizados ou que não pertençam ao corpo em que estejam inseridos.Artigo 14º - Dever da Pontualidade1. O dever de pontualidade consiste em comparecer ao serviço quando solicitado e dentro do período determinado.2. No respeito pelo dever de pontualidade, cumpre ao voluntário:a) Apresentar-se ao serviço para que seja designado nos dias e horas previamente determinados;b) Apresentar-se ao serviço a que pertença ou para que haja sido destacado quando circunstâncias especiais exijam, designadamente em situação de emergência.Artigo 15º - Dever da incompatibilidadeO dever da incompatibilidade consiste em não fazer parte de qualquer outra instituição, corporação de segurança ou de salvação pública, que incompatibilize a respectiva actividade com a da Cruz Vermelha, salvo se especialmente autorizado pela entidade competente._________________"Fomos nós que escolhemos socorrer as pessoas, não foram as pessoas que escolheram ser socorridas por nós!"
Mandamentos Do Socorrista.1. Mantenha a calma.2. Tenha em mente a seguinte ordem de segurança quando estiver a prestar socorro:· PRIMEIRO EU (o socorrista)· DEPOIS MINHA EQUIPA (Incluindo os transeuntes)· E POR ÚLTIMO A VÍTIMAIsto parece ser contraditório a primeira vista, mas tem o intuito básico de não gerar novas vítimas.3. Ao prestar socorro, é fundamental ligar ao atendimento pré-hospital de imediato ao chegar no local do acidente.4. Verifique sempre se há riscos no local, para ti e para a tua equipa, antes de agir no acidente.5. Mantenha sempre o bom senso.6. Mantenha o espírito de liderança, pedindo ajuda e afastando os curiosos.7. Distribua tarefas, assim os transeuntes que poderiam atrapalhar lhe ajudaram e se sentiram mais úteis.8. Evite manobras intempestivas (realizadas de forma imprudente, com pressa)9. Em caso de múltiplas vítimas dê preferência àquelas que correm maior risco de vida.10. Seja socorrista e não herói (lembre-se do 2o mandamento).
Gelera olhem, leiam e comentam.
Blog do Donha
A vida de um Socorrista
Brasília, Gama, Brazil
Deveres de Um Socorrista
Artigo 4º - Dever de Is...
Mandamentos Do Socorrista.