Source: https://de.scribd.com/document/152421740/Edital-Sudam
Timestamp: 2020-02-22 05:13:14+00:00
Document Index: 30028779

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Edital Sudam | Engenharia | Ensino Superior
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Edital normativo publicado no Dirio Oficial da Unio no 122, de 27 de junho de 2013, Seo 3, pginas 111 a 118.
MINISTRIO DA INTEGRAO NACIONAL SUPERINTENDNCIA DO DESENVOLVIMENTO DA AMAZNIA EDITAL N 1, DE 27 DE JUNHO DE 2013 CONCURSO PBLICO 1/2013 SUDAM
A SUPERINTENDNCIA DO DESENVOLVIMENTO DA AMAZNIA, no uso de suas atribuies legais, tendo em vista o disposto na Lei no 124, de 03 de janeiro de 2007 e o Decreto no 6.218, de 4 de outubro de 2007, torna pblica a realizao de concurso pblico destinado ao provimento de 71 (setenta e um) cargos pblicos de carter efetivo regidos pela Lei n 8.112, de 11 de dezembro de 1990, do Quadro de Pessoal Permanente da Superintendncia do Desenvolvimento da Amaznia - SUDAM, Decreto n 6.944, de 21.08.2009, autorizado pela Portaria n 632, de 28 de dezembro de 2012, do Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto. 1 DAS DISPOSIES PRELIMINARES 1.1 O concurso pblico ser regulado pelas normas contidas no presente edital e seus anexos e ser executado pelo INSTITUTO AMERICANO DE DESENVOLVIMENTO - IADES. 1.2 O concurso pblico destina-se a selecionar candidatos para o provimento de cargos pblicos de carter efetivo regidos pela Lei n 8.112, de 11 de dezembro de 1990, do Quadro de Pessoal Permanente da Superintendncia do Desenvolvimento da Amaznia - SUDAM, autorizado pela Portaria n 632, de 28 de Dezembro de 2012, do Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto. 1.3 As provas referentes ao concurso pblico inclusive a percia mdica dos candidatos que se declararam com deficincia, sero aplicadas na cidade de Belm, estado do Par. 1.4 A seleo para os cargos de que trata este edital compreender as seguintes fases: a) provas objetivas, de carter eliminatrio e classificatrio, para todos os cargos, de responsabilidade do IADES; b) prova discursiva, de carter eliminatrio e classificatrio, somente para os cargos de nvel superior, de responsabilidade do IADES. 1.5 Os candidatos aprovados e convocados realizaro procedimentos pr-admissionais e exames mdicos complementares, em conformidade com a legislao vigente e de responsabilidade da SUDAM. 1.6 Os candidatos nomeados estaro subordinados ao Regime Jurdico nico dos Servidores Pblicos Civis da Unio, das Autarquias e das Fundaes Pblicas Federais (Lei no 8.112, de 11 de dezembro de 1990, e suas alteraes). 1.7 Os horrios mencionados no presente edital e nos demais editais a serem publicados para o certame obedecero ao horrio oficial de Braslia/DF. 2 DOS CARGOS 2.1 NVEL SUPERIOR CDIGO 101 - ANALISTA TCNICO ADMINISTRATIVO Lei N 11.357/2006 de 19/10/2006, publicada no DOU de 20/10/2006 e alteraes posteriores. Requisito: diploma, devidamente registrado, de concluso de curso de graduao de nvel superior em qualquer rea de formao, fornecido por instituio de ensino superior reconhecida pelo Ministrio da Educao (MEC), e registro no rgo de classe. Atribuies: planejamento, superviso, coordenao, controle, acompanhamento e execuo de atividades tcnicas e especializadas, de nvel superior, necessrias ao exerccio das competncias constitucionais e legais a cargo da Superintendncia do Desenvolvimento da Amaznia - SUDAM, bem como implementao de polticas e realizao de estudos e pesquisas na sua rea de atuao, ressalvadas as atividades privativas de carreiras especficas, fazendo uso de todos os equipamentos e recursos disponveis para a consecuo dessas atividades. Remunerao: R$ 3.980,62 (trs mil, novecentos e oitenta reais e sessenta e dois centavos), composta de R$ 1.990,22 (um mil, novecentos e noventa reais e vinte e dois centavos) referentes ao vencimento bsico, acrescida de Gratificao de Desempenho do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo - GDPGPE, no valor de R$ 1.990,40 (mil, novecentos e noventa reais e quarenta centavos), de que trata o 9 do artigo 7 A da Lei n 11.357, de 19 de outubro de 2006. Vagas: 17 (dezessete), sendo 1 (uma) vaga reservada para candidatos portadores de deficincia. CDIGO 102 - ANALISTA TCNICO ADMINISTRATIVO - ESPECIALIDADE: ANALISTA EM TECNOLOGIA DA INFORMAO Lei N 11.357/2006 de 19/10/2006, publicada no DOU de 20/10/2006 e alteraes posteriores. Requisito: diploma, devidamente registrado, de concluso de curso de graduao de nvel superior em qualquer rea de formao, fornecido por instituio de ensino superior reconhecida pelo Ministrio da Educao (MEC), e registro no rgo de classe.
Edital no 1, de 27 de junho de 2013 Concurso pblico 1/2013 SUDAM
Atribuies: planejamento, superviso, anlise, coordenao e controle dos recursos de tecnologia da informao relativos ao funcionamento da administrao pblica federal, bem como executar anlises para o desenvolvimento, implantao e suporte a sistemas de informao e solues tecnolgicas especficas; especificar e apoiar a formulao e acompanhamento das polticas de planejamento relativas aos recursos de tecnologia da informao; especificar, supervisionar e acompanhar as atividades de desenvolvimento, manuteno, integrao e monitoramento do desempenho dos aplicativos de tecnologia da informao; gerenciar a disseminao, integrao e controle de qualidade dos dados; organizar, manter e auditar o armazenamento, administrao e acesso s bases de dados da informtica de governo; e desenvolver, implementar, executar e supervisionar atividades relacionadas aos processos de configurao, segurana, conectividade, servios compartilhados e adequaes da infraestrutura da informtica da Administrao Pblica Federal. Remunerao: R$ 3.980,62 (trs mil, novecentos e oitenta reais e sessenta e dois centavos), composta de R$ 1.990,22 (um mil, novecentos e noventa reais e vinte e dois centavos) referentes ao vencimento bsico, acrescida de Gratificao de Desempenho do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo - GDPGPE, no valor de R$ 1.990,40 (um mil, novecentos e noventa reais e quarenta centavos), de que trata o 9 do artigo 7 A da Lei N 11.357, de 19 de outubro de 2006. Vagas: 2 (duas). CDIGO 103 - BILOGO Lei N 11.357/2006 de 19/10/2006, publicada no DOU de 20/10/2006 e alteraes posteriores. Requisito: diploma, devidamente registrado, de concluso de curso de graduao de nvel superior em Biologia, fornecido por instituio de ensino superior reconhecida pelo Ministrio da Educao (MEC), e registro no rgo de classe. Atribuies: planejar, analisar e coordenar aes, estudos e projetos relacionados a diagnstico de impacto referente a Biodiversidade Regional, acompanhamento e fiscalizao de projetos de desenvolvimento regional dentro de sua habilitao profissional e outras atividades correlatas a natureza do cargo. Remunerao: R$ 3.980,62 (trs mil, novecentos e oitenta reais e sessenta e dois centavos), composta de R$ 1.990,22 (um mil, novecentos e noventa reais e vinte e dois centavos) referentes ao vencimento bsico, acrescida de Gratificao de Desempenho do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo - GDPGPE, no valor de R$ 1.990,40 (um mil, novecentos e noventa reais e quarenta centavos), de que trata o 9 do artigo 7 A da Lei N 11.357, de 19 de outubro de 2006. Vaga: 1 (uma) vaga. CDIGO 104 - CONTADOR Lei N 11.357/2006 de 19/10/2006, publicada no DOU de 20/10/2006 e alteraes posteriores. Requisito: diploma, devidamente registrado, de concluso de curso de graduao de nvel superior em Cincias Contbeis, fornecido por instituio de ensino superior reconhecida pelo Ministrio da Educao (MEC), e registro no rgo de classe. Atribuies: executar as rotinas contbeis de acordo com as exigncias legais e administrativas, registrando atos de contabilidade, conciliando contas, elaborando balanos e demonstraes, apurando impostos e atendendo s fiscalizaes e auditorias internas e externas e outras atividades correlatas a natureza do cargo. Remunerao: R$ 3.980,62 (trs mil, novecentos e oitenta reais e sessenta e dois centavos), composta de R$ 1.990,22 (um mil, novecentos e noventa reais e vinte e dois centavos) referentes ao vencimento bsico, acrescida de Gratificao de Desempenho do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo - GDPGPE, no valor de R$ 1.990,40 (mil, novecentos e noventa reais e quarenta centavos), de que trata o 9 do artigo 7 A da Lei N 11.357, de 19 de outubro de 2006. Vaga: 3 (trs) vagas. CDIGO 105 - ECONOMISTA Lei N 11.357/2006 de 19/10/2006, publicada no DOU de 20/10/2006 e Lei N 12.277/2010 de 30/06/2010 publicada no DOU de 01/07/10. Requisito: diploma, devidamente registrado, de concluso de curso de graduao de nvel superior em Economia, fornecido por instituio de ensino superior reconhecida pelo Ministrio da Educao (MEC), e registro no rgo de classe. Atribuies: planejar, analisar, coordenar aes, estudos e projetos relacionados s atividades econmico-financeiras, identificando e analisando a viabilidade de aes e empreendimentos; implementao, gerenciamento, acompanhamento e fiscalizao de projetos de desenvolvimento regional, dentro de sua habilitao profissional, em conformidade com a legislao vigente e outras atividades correlatas natureza do cargo. Remunerao: R$ 5.081,18 (cinco mil e oitenta e um reais e dezoito centavos), composta de R$ 2.449,98 (dois mil, quatrocentos e quarenta e nove reais e noventa e oito centavos) referentes ao vencimento bsico, acrescida de Gratificao de Desempenho de Atividades de Cargos Especficos - GDACE, no valor de R$ 2.631,20 (dois mil, seiscentos e trinta e um reais e vinte centavos), de que trata o 7 do artigo 19 da Lei N 12.277, de 30 de junho de 2010. Vagas: 20 (vinte) vagas, sendo 1 (uma) vaga reservada para candidatos com deficincia. CDIGO 106 - ENGENHEIRO - ESPECIALIDADE: ENGENHARIA CIVIL Lei N 11.357/2006 de 19/10/2006, publicada no DOU de 20/10/2006 e Lei N 12.277/2010 de 30/06/2010 publicada no DOU de 01/07/10. Requisito: diploma, devidamente registrado, de concluso de curso de graduao de nvel superior em Engenharia, fornecido por instituio de ensino superior reconhecida pelo Ministrio da Educao (MEC), e registro no rgo de classe.
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Atribuies: planejar, analisar, acompanhar e coordenar aes, estudos e projetos relacionados implementao, gerenciamento, acompanhamento e fiscalizao de obras de infraestrutura e de projetos de desenvolvimento regional, dentro de sua habilitao profissional, e outras atividades correlatas a natureza do cargo. Remunerao: R$ 5.081,18 (cinco mil e oitenta e um reais e dezoito centavos), composta de R$ 2.449,98 (dois mil, quatrocentos e quarenta e nove reais e noventa e oito centavos) referentes ao vencimento bsico, acrescida de Gratificao de Desempenho de Atividades de Cargos Especficos - GDACE, no valor de R$ 2.631,20 (dois mil, seiscentos e trinta e um reais e vinte centavos), de que trata o 7 do artigo 19 da Lei N 12.277, de 30 de junho de 2010. Vagas: 13 (treze) vagas, sendo 1 (uma) vaga reservada para candidatos com deficincia. CDIGO 107 - ENGENHEIRO - ESPECIALIDADE: ENGENHARIA DE PESCA Lei N 11.357/2006 de 19/10/2006, publicada no DOU de 20/10/2006 e Lei N 12.277/2010 de 30/06/2010 publicada no DOU de 01/07/10. Requisito: diploma, devidamente registrado, de concluso de curso de graduao de nvel superior em Engenharia, fornecido por instituio de ensino superior reconhecida pelo Ministrio da Educao (MEC), e registro no rgo de classe. Atribuies: planejar, analisar, acompanhar e coordenar aes, estudos e projetos relacionados implementao, gerenciamento, acompanhamento e fiscalizao de esturios, lagos e cursos d'gua, a pesca e o beneficiamento do pescado em projetos de desenvolvimento regional, dentro de sua habilitao profissional e outras atividades correlatas a natureza do cargo. Remunerao: R$ 5.081,18 (cinco mil e oitenta e um reais e dezoito centavos), composta de R$ 2.449,98 (dois mil, quatrocentos e quarenta e nove reais e noventa e oito centavos) referentes ao vencimento bsico, acrescida de Gratificao de Desempenho de Atividades de Cargos Especficos - GDACE, no valor de R$ 2.631,20 (dois mil, seiscentos e trinta e um reais e vinte centavos), de que trata o 7 do artigo 19 da Lei N 12.277, de 30 de junho de 2010. Vagas: 1 (uma) vaga. CDIGO 108 - ENGENHEIRO - ESPECIALIDADE: ENGENHARIA DE PRODUO Lei N 11.357/2006 de 19/10/2006, publicada no DOU de 20/10/2006 e Lei N 12.277/2010 de 30/06/2010 publicada no DOU de 01/07/10. Requisito: diploma, devidamente registrado, de concluso de curso de graduao de nvel superior em Engenharia, fornecido por instituio de ensino superior reconhecida pelo Ministrio da Educao (MEC), e registro no rgo de classe. Atribuies: planejar, analisar, acompanhar e coordenar aes, estudos e projetos relacionados implementao, gerenciamento, acompanhamento e fiscalizao de projetos industriais e servios de interesse do desenvolvimento regional, dentro de sua habilitao profissional, e outras atividades correlatas a natureza do cargo. Remunerao: R$ 5.081,18 (cinco mil e oitenta e um reais e dezoito centavos), composta de R$ 2.449,98 (dois mil, quatrocentos e quarenta e nove reais e noventa e oito centavos) referentes ao vencimento bsico, acrescida de Gratificao de Desempenho de Atividades de Cargos Especficos - GDACE, no valor de R$ 2.631,20 (dois mil, seiscentos e trinta e um reais e vinte centavos), de que trata o 7 do artigo 19 da Lei N 12.277, de 30 de junho de 2010. Vagas: 3 (trs) vagas. CDIGO 109 - ENGENHEIRO - ESPECIALIDADE: ENGENHARIA ELTRICA Lei N 11.357/2006 de 19/10/2006, publicada no DOU de 20/10/2006 e Lei N 12.277/2010 de 30/06/2010 publicada no DOU de 01/07/10. Requisito: diploma, devidamente registrado, de concluso de curso de graduao de nvel superior em Engenharia, fornecido por instituio de ensino superior reconhecida pelo Ministrio da Educao (MEC), e registro no rgo de classe. Atribuies: planejar, analisar, acompanhar e coordenar aes, estudos e projetos relacionados implementao, gerenciamento, acompanhamento e fiscalizao de obras de infraestrutura eltrica e eletrnica e de projetos de desenvolvimento regional, dentro de sua habilitao profissional, e outras atividades correlatas a natureza do cargo. Remunerao: R$ 5.081,18 (cinco mil e oitenta e um reais e dezoito centavos), composta de R$ 2.449,98 (dois mil, quatrocentos e quarenta e nove reais e noventa e oito centavos) referentes ao vencimento bsico, acrescida de Gratificao de Desempenho de Atividades de Cargos Especficos - GDACE, no valor de R$ 2.631,20 (dois mil, seiscentos e trinta e um reais e vinte centavos), de que trata o 7 do artigo 19 da Lei N 12.277, de 30 de junho de 2010. Vagas: 2 (duas) vagas. CDIGO 110 - ENGENHEIRO - ESPECIALIDADE: ENGENHARIA MECNICA Lei N 11.357/2006 de 19/10/2006, publicada no DOU de 20/10/2006 e Lei N 12.277/2010 de 30/06/2010 publicada no DOU de 01/07/10. Requisito: diploma, devidamente registrado, de concluso de curso de graduao de nvel superior em Engenharia, fornecido por instituio de ensino superior reconhecida pelo Ministrio da Educao (MEC), e registro no rgo de classe. Atribuies: planejar, analisar, acompanhar e coordenar aes, estudos e projetos relacionados implementao, gerenciamento, acompanhamento e fiscalizao de processos mecnicos, mquinas em geral e instalaes industriais de projetos de desenvolvimento regional, dentro de sua habilitao profissional e outras atividades correlatas a natureza do cargo.
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Remunerao: R$ 5.081,18 (cinco mil e oitenta e um reais e dezoito centavos), composta de R$ 2.449,98 (dois mil, quatrocentos e quarenta e nove reais e noventa e oito centavos) referentes ao vencimento bsico, acrescida de Gratificao de Desempenho de Atividades de Cargos Especficos - GDACE, no valor de R$ 2.631,20 (dois mil, seiscentos e trinta e um reais e vinte centavos), de que trata o 7 do artigo 19 da Lei N 12.277, de 30 de junho de 2010. Vagas: 1 (uma) vaga. CDIGO 111 - ENGENHEIRO AGRNOMO Lei N 11.357/2006 de 19/10/2006, publicada no DOU de 20/10/2006 e Lei N 12.277/2010 de 30/06/2010 publicada no DOU de 01/07/10. Requisito: diploma, devidamente registrado, de concluso de curso de graduao de nvel superior em Engenharia Agronmica ou Agronomia, fornecido por instituio de ensino superior reconhecida pelo Ministrio da Educao (MEC), e registro no rgo de classe. Atribuies: elaborar estudos, planejar, analisar, acompanhar e fiscalizar projetos relacionados ao processo produtivo do setor agropecurio e do uso de recursos naturais renovveis e ambientais de interesse do desenvolvimento regional, dentro de sua habilitao profissional, e outras atividades correlatas a natureza do cargo. Remunerao: R$ 5.081,18 (cinco mil e oitenta e um reais e dezoito centavos), composta de R$ 2.449,98 (dois mil, quatrocentos e quarenta e nove reais e noventa e oito centavos) referentes ao vencimento bsico, acrescida de Gratificao de Desempenho de Atividades de Cargos Especficos - GDACE, no valor de R$ 2.631,20 (dois mil, seiscentos e trinta e um reais e vinte centavos), de que trata o 7 do artigo 19 da Lei N 12.277, de 30 de junho de 2010. Vaga: 1 (uma) vaga. CDIGO 112 - ESTATSTICO Lei N 11.357/2006 de 19/10/2006, publicada no DOU de 20/10/2006 e Lei N 12.277/2010 de 30/06/2010 publicada no DOU de 01/07/10. Requisito: diploma, devidamente registrado, de concluso de curso de graduao de nvel superior em Estatstica, fornecido por instituio de ensino superior reconhecida pelo Ministrio da Educao (MEC), e registro no rgo de classe. Atribuies: planejar, analisar, controlar, coordenar e supervisionar estudos que envolvam a coleta de informaes e dados com o objetivo de avaliar contextos ou situaes especficas, desenvolvendo e escolhendo mtodos e ferramentas de coletas de dados mais adequados, alm de analisar resultados, fornecendo informaes para elaborao de planos, programas e projetos e outras atividades correlatas a natureza do cargo. Remunerao: R$ 5.081,18 (cinco mil e oitenta e um reais e dezoito centavos), composta de R$ 2.449,98 (dois mil, quatrocentos e quarenta e nove reais e noventa e oito centavos) referentes ao vencimento bsico, acrescida de Gratificao de Desempenho de Atividades de Cargos Especficos - GDACE, no valor de R$ 2.631,20 (dois mil, seiscentos e trinta e um reais e vinte centavos), de que trata o 7 do artigo 19 da Lei N 12.277, de 30 de junho de 2010. Vaga: 1 (uma) vaga. CDIGO 113 - GEGRAFO Lei N 11.357/2006 de 19/10/2006, publicada no DOU de 20/10/2006 e alteraes posteriores. Requisito: diploma, devidamente registrado, de concluso de curso de graduao de nvel superior em Geografia, fornecido por instituio de ensino superior reconhecida pelo Ministrio da Educao (MEC), e registro no rgo de classe. Atribuies: anlise da organizao e da dinmica espacial em escala local e regional; caracterizao fisiogrfica, biogeogrfica, antropogeogrfica e geoeconmica; estudos demogrficos e de processos migratrios; anlises integradas e multicriteriais das variveis geogrficas; estudos e diagnsticos ambientais; formulao de planos de gesto territorial e ambiental; e outras atividades correlatas natureza do cargo. Remunerao: R$ 3.980,62 (trs mil, novecentos e oitenta reais e sessenta e dois centavos), composta de R$ 1.990,22 (um mil, novecentos e noventa reais e vinte e dois centavos) referentes ao vencimento bsico, acrescida de Gratificao de Desempenho do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo - GDPGPE, no valor de R$ 1.990,40 (um mil, novecentos e noventa reais e quarenta centavos), de que trata o 9 do artigo 7 A da Lei N 11.357, de 19 de outubro de 2006. Vaga: 1 (uma) vaga. CDIGO 114 - QUMICO Lei N 11.357/2006 de 19/10/2006, publicada no DOU de 20/10/2006 e alteraes posteriores. Requisito: diploma, devidamente registrado, de concluso de curso de graduao de nvel superior em Qumica, fornecido por instituio de ensino superior reconhecida pelo Ministrio da Educao (MEC), e registro no rgo de classe. Atribuies: planejar, coordenar analisar e fiscalizar projetos tcnicos de pesquisa e desenvolvimento, submetidos SUDAM, dentro de sua habilitao profissional; acompanhamento e fiscalizao de programas de desenvolvimento voltados a regio, compatibilizando-os ao planejamento local, estadual e nacional; execuo de trabalhos especializados na rea fsico-qumico; estudos e diagnsticos ambientais e outras atividades correlatas natureza do cargo. Remunerao: R$ 3.980,62 (trs mil, novecentos e oitenta reais e sessenta e dois centavos), composta de R$ 1.990,22 (um mil, novecentos e noventa reais e vinte e dois centavos) referentes ao vencimento bsico, acrescida de Gratificao de Desempenho do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo - GDPGPE, no valor de R$ 1.990,40 (um mil, novecentos e noventa reais e quarenta centavos), de que trata o 9 do artigo 7 A da Lei N 11.357, de 19 de outubro de 2006. Vaga: 2 (duas) vagas.
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CDIGO 115 - ZOOTECNISTA Lei N 11.357/2006 de 19/10/2006, publicada no DOU de 20/10/2006 e alteraes posteriores. Requisito: diploma, devidamente registrado, de concluso de curso de graduao de nvel superior em Zootecnia, fornecido por instituio de ensino superior reconhecida pelo Ministrio da Educao (MEC), e registro no rgo de classe. Atribuies: coordenao, anlise e elaborao de pareceres tcnicos, projetos e execuo de trabalhos especializados referentes a planejamento, pesquisa e estudos relativos s tcnicas de produo pecuria, envolvendo manejo, alimentao, defesa sanitria, habitat dos animais, visando o bem-estar animal e aes para elaborao de polticas pblicas de segurana alimentar como um todo; planejar, coordenar aes, estudos e projetos relacionados implementao, gerenciamento, acompanhamento e fiscalizao de projetos de desenvolvimento regional, dentro de sua habilitao profissional e outras atividades correlatas a natureza do cargo. Remunerao: R$ 3.980,62 (trs mil, novecentos e oitenta reais e sessenta e dois centavos), composta de R$ 1.990,22 (um mil, novecentos e noventa reais e vinte e dois centavos) referentes ao vencimento bsico, acrescida de Gratificao de Desempenho do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo - GDPGPE, no valor de R$ 1.990,40 (um mil, novecentos e noventa reais e quarenta centavos), de que trata o 9 do artigo 7 A da Lei N 11.357, de 19 de outubro de 2006. Vaga: 1 (uma) vaga. 2.2 NVEL MDIO CDIGO 201 - AGENTE ADMINISTRATIVO Lei N 11.357/2006 de 19/10/2006, publicada no DOU de 20/10/2006 e alteraes posteriores. Requisito: certificado, devidamente registrado, de concluso de curso de ensino mdio (antigo segundo grau) ou curso tcnico equivalente, expedido por instituio de ensino reconhecida pelo MEC. Atribuies: execuo de atividades tcnicas, administrativas, logsticas e de atendimento, de nvel intermedirio, relativas ao exerccio das competncias constitucionais e legais a cargo da Superintendncia do Desenvolvimento da Amaznia - SUDAM, ressalvada as privativas de carreiras especficas, fazendo uso de todos os equipamentos e recursos disponveis para a consecuo dessas atividades, alm de outras atividades de mesmo nvel de complexidade em sua rea de atuao. Remunerao: R$ 2.570,02 (dois mil, quinhentos e setenta reais e dois centavos) composta de R$1.568,42 (mil, quinhentos e sessenta e oito reais e quarenta e dois centavos) referentes ao vencimento bsico, acrescida de Gratificao de Desempenho do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo - GDPGPE, no valor de R$1.001,60 (mil e um reais e sessenta centavos), de que trata o 9 do artigo 7 A da Lei N 11.357, de 19 de outubro de 2006. Vaga: 2 (duas) vagas. 3 DOS REQUISITOS BSICOS PARA A INVESTIDURA DO CARGO 3.1 Ser aprovado no concurso pblico. 3.2 Ter a nacionalidade brasileira ou portuguesa nos termos do 1o do artigo 12 da Constituio Federal. 3.3 Estar em gozo dos direitos polticos. 3.4 Estar quite com as obrigaes militares, em caso de candidato do sexo masculino. 3.5 Estar quite com as obrigaes eleitorais. 3.6 Possuir os requisitos exigidos para o exerccio do cargo, conforme item 2 deste edital. 3.7 Ter idade mnima de 18 (dezoito) anos completos na data da posse. 3.8 Ter aptido fsica e mental para o exerccio das atribuies do cargo. 3.9 Cumprir as determinaes deste edital. 4 DAS INSCRIES NO CONCURSO PBLICO 4.1 A taxa de inscrio de R$ 46,00 (quarenta e seis reais) para o cargo de nvel mdio e de R$ 65,00 (sessenta e cinco reais) para os cargos de nvel superior. 4.2 As inscries devero ser feitas exclusivamente via internet no endereo eletrnico http://www.iades.com.br no perodo entre 8 (oito) horas do dia 15 de julho e 22 (vinte e duas) horas do dia 13 de agosto de 2013. 4.2.1 O IADES no se responsabilizar por solicitao de inscrio via internet no recebida por motivos de ordem tcnica dos computadores, falhas de comunicao, congestionamento das linhas de comunicao, bem como outros fatores de ordem tcnica que impossibilitem a transferncia de dados. 4.2.2 Aps a concluso da inscrio, o candidato dever efetuar o pagamento da taxa de inscrio por meio da Guia de Recolhimento da Unio - GRU. 4.2.3 A GRU estar disponvel no endereo eletrnico http://www.iades.com.br e dever ser, imediatamente, impressa, para o pagamento da taxa de inscrio aps a concluso do preenchimento da ficha de solicitao de inscrio online. 4.2.3.1 O candidato poder reimprimir a GRU pela pgina de acompanhamento do concurso. 4.2.4 A GRU poder ser paga exclusivamente nas agncias do Bando Brasil, obedecendo aos critrios estabelecidos nesse correspondente bancrio. 4.2.5 O IADES disponibiliza computadores com acesso a internet na CAC-IADES para uso pelos candidatos. 4.3 O pagamento da taxa de inscrio dever ser efetuado at o dia 30 de agosto de 2013. 4.3.1 As inscries somente sero efetivadas aps o pagamento da taxa de inscrio, por meio da ficha de recolhimento ou do deferimento da iseno da taxa de inscrio validado pelo IADES.
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4.3.2 O candidato responsvel pela veracidade dos dados cadastrais informados no ato de inscrio, sob as penas da lei. 4.4 DAS DISPOSIES GERAIS SOBRE A INSCRIO NO CONCURSO PBLICO 4.4.1 Antes de efetuar a inscrio, o candidato dever conhecer este edital e certificar-se de que preenche todos os requisitos exigidos. 4.4.2 vedada a inscrio condicional, fora do prazo previsto de inscries, estipuladas no presente edital. 4.4.3 Para efetuar a inscrio, imprescindvel o nmero de Cadastro de Pessoa Fsica (CPF) do candidato, emitido pelo Ministrio da Fazenda. 4.4.4 As informaes prestadas na inscrio sero de inteira responsabilidade do candidato, dispondo o IADES do direito de excluir do concurso pblico aquele que no preencher o formulrio de forma completa. 4.4.4.1 O candidato dever obrigatoriamente preencher de forma completa o campo referente a nome, endereo, telefone e e-mail, bem como dever informar o CEP correspondente sua residncia. 4.4.5 O valor referente ao pagamento da taxa de inscrio no ser devolvido em hiptese alguma, salvo nas condies legalmente previstas. 4.4.5.1 No caso do pagamento da taxa de inscrio ser efetuado com cheque bancrio que, porventura, venha a ser devolvido, por qualquer motivo, o IADES reserva-se o direito de tomar as medidas legais cabveis, no efetivando a inscrio. 4.4.5.2 vedada ao candidato a transferncia para terceiros do valor pago da taxa de inscrio. 4.4.6 O candidato dever declarar, no formulrio de inscrio, que tem cincia e que aceita que, caso aprovado, dever entregar, por ocasio da convocao para a contratao, os documentos comprobatrios dos requisitos exigidos para o respectivo cargo, conforme o disposto no item 3 deste Edital, sob pena de eliminao no certame. 4.4.7 No haver iseno total ou parcial do valor da taxa de inscrio, exceto para os candidatos amparados pelo Decreto Federal no 6.593, de 2 de outubro de 2008. 4.5 DA ISENO DO PAGAMENTO DA TAXA DE INSCRIO 4.5.1 Estar isento do pagamento da taxa de inscrio o candidato que: a) estiver inscrito no Cadastro nico para Programas Sociais do Governo Federal (Cadnico), nos termos do Decreto Federal no 6.135, de 26 de junho de 2007; e b) for membro de famlia de baixa renda. 4.5.2 Os candidatos que atendam ao disposto no subitem 4.5.1 podero requerer a iseno do pagamento da taxa de inscrio da seguinte forma: a) imprimir, preencher e assinar o formulrio para requerimento de iseno da taxa de inscrio disponvel no endereo eletrnico http://www.iades.com.br, com a indicao do Nmero de Identificao Social (NIS), atribudo pelo Cadnico; b) declarao de que atende condio estabelecida na letra "a" do subitem 4.5.1; c) tirar cpia legvel de documento de identidade vlido. 4.5.2.1 A documentao indicada no item 4.5.2 dever ser entregue pessoalmente na CAC-IADES (ver item 14) no perodo de 15 de julho a 14 de agosto de 2013 ou enviada por meio digital para o e-mail isencao@iades.com.br, respeitados os prazos indicados acima para envio ou entrega, at as 16 horas do dia 14 de agosto de 2013. 4.5.3 No ser aceita a solicitao de iseno de pagamento da taxa de inscrio via postal, via fax ou por procurador. 4.5.4 As informaes prestadas no requerimento de iseno sero de inteira responsabilidade do candidato, podendo este responder, a qualquer momento, por crime contra a f pblica, o que acarreta sua eliminao do concurso pblico. 4.5.5 Ser divulgada no endereo eletrnico http://www.iades.com.br e na data de 20 de agosto de 2013, a listagem contendo o resultado preliminar da apreciao dos pedidos de iseno da taxa de inscrio. 4.5.6 Os candidatos que no tiverem seu pedido atendido tero 2 (dois) dias teis subsequentes ao da divulgao do resultado da apreciao, para entrar com o recurso contra o indeferimento da solicitao de iseno. Caso o seu recurso seja indeferido, o candidato ter at o dia 30 de agosto de 2013 para o pagamento da taxa de inscrio, sob pena de indeferimento da inscrio no concurso pblico. 5 DAS INSCRIES PARA AS PESSOAS COM DEFICINCIA 5.1 As vagas destinadas s pessoas com deficincia so as previstas no item 2 deste Edital, e sero providas na forma do artigo 37, VIII, da Constituio Federal e do artigo 37, 1o do Decreto Federal no 3.298, de 20 de dezembro de 1999, e suas alteraes, observado o que estabelece o subitem 5.2. 5.2 O candidato que se declarar pessoa com deficincia concorrer em igualdade de condies com os demais candidatos. 5.3 Para concorrer s vagas destinadas aos candidatos com deficincia, o candidato dever, no ato da inscrio, declararse pessoa com deficincia e encaminhar laudo mdico, original ou cpia simples, emitido nos ltimos 12 meses, contados at o ltimo dia da inscrio, atestando o nome da doena, a espcie e o grau ou o nvel da deficincia, com expressa referncia ao cdigo correspondente da Classificao Estatstica Internacional de Doenas e Problemas Relacionados Sade (CID), bem como a provvel causa da deficincia, na forma do subitem 5.4 deste Edital, e o requerimento constante do Anexo III deste Edital. 5.4 O candidato com deficincia dever entregar pessoalmente ou por terceiro, na CAC-IADES (ver item 14), impreterivelmente at o dia 14 de agosto de 2013, o referido laudo mdico e o requerimento constante do Anexo III devidamente preenchido e assinado, desde que cumprida a formalidade de inscrio dentro dos prazos citados no item 5 deste Edital.
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5.5 O laudo mdico, original ou cpia simples, ter validade somente para este concurso pblico e no ser devolvido, tampouco ser fornecida cpia desse laudo. 5.6 O candidato que, no ato da inscrio, declarar ser pessoa com deficincia, se aprovado e classificado no concurso pblico, ter seu nome publicado em lista parte e, caso obtenha classificao necessria, figurar tambm na lista de classificao geral. 5.7 O candidato que declarar ser pessoa com deficincia, caso aprovado e classificado no concurso pblico, ser convocado para submeter-se percia mdica promovida pelo IADES, que verificar sua qualificao como pessoa com deficincia, o grau da deficincia e a capacidade para o exerccio do respectivo cargo, nos termos do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999, alterado pelo Decreto no 5.296, de 2 de dezembro de 2004. 5.8 O candidato mencionado no subitem 5.7 deste edital dever comparecer ao local determinado quando da convocao para a realizao da percia mdica munido de laudo mdico original, ou de cpia simples, que ateste a espcie e o grau ou o nvel de deficincia, com expressa referncia ao cdigo correspondente do CID, bem como a provvel causa da deficincia. 5.9 A inobservncia do disposto nos subitens 5.3 e 5.8 deste edital ou o no comparecimento ou a reprovao na percia mdica acarretar a perda do direito s vagas reservadas s pessoas com deficincia. 5.10 A comprovao pela junta mdica referida no subitem 5.7 deste edital acerca da incapacidade do candidato para o adequado exerccio da funo far com que ele seja eliminado do concurso pblico. 5.11 As vagas que no forem providas por falta de candidatos com deficincia ou por reprovao no concurso pblico ou na percia mdica sero preenchidas pelos demais candidatos, observada a ordem de classificao. 6 DAS SOLICITAES PARA ATENDIMENTO ESPECIAL NO DIA DE APLICAO DAS PROVAS 6.1 O candidato que necessitar de atendimento especial para realizao da prova dever indicar no formulrio constante do Anexo III, os recursos especiais necessrios e ainda entregar at o dia 14 de agosto de 2013 na CAC-IADES ou enviar via postal (SEDEX) (ver item 14), laudo mdico original ou cpia autenticada, emitido nos ltimos 12 meses contados at o ltimo dia de inscrio, que justifique o atendimento especial solicitado. Aps esse perodo, a solicitao ser indeferida, salvo nos casos de fora maior. 6.2 A candidata que tiver necessidade de amamentar durante a realizao da prova dever, ainda, levar um acompanhante, que ficar em sala reservada para essa finalidade e que ser responsvel pela guarda e cuidado da criana. A candidata que no levar o acompanhante no far a prova. 6.3 A solicitao de atendimento especial ser atendida segundo os critrios de viabilidade e razoabilidade. 6.4 O candidato que fizer uso de aparelho auditivo por orientao mdica, dever solicitar permisso para uso do referido aparelho, de acordo com as instrues contidas no subitem 6.1. 7 DAS INSTRUES PARA APLICAO DAS PROVAS OBJETIVAS E DISCURSIVAS 7.1 O tempo estipulado para a realizao das provas objetiva e discursiva de 5 (cinco) horas e sero aplicadas para todos os cargos na data provvel de 22 de setembro de 2013, no turno vespertino. 7.1.1 A prova discursiva ser aplicada exclusivamente para os candidatos aos cargos de nvel superior. 7.2 Os locais, datas e horrios de aplicao das provas objetiva e discursiva sero divulgados no endereo eletrnico http://www.iades.com.br, na data provvel de 13 de setembro de 2013. 7.3 O candidato dever transcrever, com caneta esferogrfica de tinta azul ou preta, fabricada de material transparente, as respostas da prova objetiva para a folha de respostas e o texto definitivo da prova discursiva (se for o caso) para a folha de texto definitivo, que sero os nicos documentos vlidos para a correo das provas. O preenchimento da folha de respostas e da folha de texto definitivo (se for o caso) ser de inteira responsabilidade do candidato, que dever proceder em conformidade com as instrues especficas contidas neste edital, no caderno de provas, na folha de respostas e na folha de texto definitivo (se for o caso). Em hiptese alguma haver substituio da folha de respostas e(ou) folha de texto definitivo por erro do candidato. 7.3.1 O candidato responsvel pela devoluo da sua folha de respostas e da sua folha de texto definitivo (se for o caso) devidamente preenchida(s) ao final da prova. Em hiptese alguma o candidato poder sair da sala de aplicao de prova com as folhas de respostas da prova objetiva e(ou) com a folha de texto definitivo da prova discursiva (se for o caso). 7.3.2 O preenchimento da folha de respostas e da folha de texto definitivo (se for o caso) dever ser feito dentro do prazo estipulado no subitem 7.1 para a realizao das provas objetivas, para os candidatos ao cargo de nvel mdio, e das provas objetivas e discursivas, para os candidatos aos cargos de nvel superior. 7.4 Sero de inteira responsabilidade do candidato os prejuzos advindos do preenchimento indevido da folha de respostas e(ou) da folha de texto definitivo. Sero consideradas marcaes indevidas as que estiverem em desacordo com este edital e(ou) com as folhas de respostas, tais como: marcao rasurada ou emendada, campo de marcao no preenchido integralmente e(ou) mais de uma marcao por questo. 7.5 O candidato no dever amassar molhar, dobrar, rasgar ou, de qualquer modo, danificar a sua folha de respostas ou folha de texto definitivo (se for o caso), sob pena de arcar com os prejuzos advindos da impossibilidade de realizao da leitura ptica. 7.6 No ser permitido que as marcaes na folha de respostas ou a escrita na folha de texto definitivo (se for o caso) sejam feitas por outras pessoas, salvo em caso de candidato que solicitou atendimento especial. Nesse caso, o candidato ser acompanhado por um fiscal do IADES devidamente treinado.
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7.7 No sero fornecidas, por telefone, fax e(ou) correio eletrnico, informaes a respeito de data, local e horrio de aplicao das provas. O candidato dever observar rigorosamente os editais e os comunicados a serem publicados na internet, no stio eletrnico http://www.iades.com.br. 7.8 O candidato dever comparecer ao local designado para a realizao das provas com antecedncia mnima de 1 (uma) hora do horrio fixado para o seu incio, munido de caneta esferogrfica de tinta azul ou preta, fabricada de material transparente, de comprovante de inscrio e de documento de identidade original. No ser permitido em hiptese alguma o uso de lpis, lapiseira/grafite e(ou) borracha durante a realizao das provas. 7.8.1 No ser admitido ingresso de candidato no local de realizao das provas aps o horrio fixado para o seu incio. 7.9 O candidato que se retirar da sala de aplicao de prova no poder retornar a ela, em hiptese alguma, exceto se sua sada for acompanhada, durante todo o tempo de ausncia, de fiscal ou de membro da coordenao do IADES. 7.10 Sero considerados documentos de identidade: carteiras expedidas pelos Comandos Militares, pelas Secretarias de Segurana Pblica, pelos Institutos de Identificao e pelos Corpos de Bombeiros Militares; carteiras expedidas pelos rgos fiscalizadores de exerccio profissional; passaporte brasileiro; certificado de reservista; carteiras funcionais do Ministrio Pblico; carteiras funcionais expedidas por rgo pblico que, por lei federal, valham como identidade; carteira de trabalho; carteira nacional de habilitao com foto. 7.10.1 Outros documentos ou documentos fora do prazo de validade no sero aceitos como documentos de identidade, bem como documentos ilegveis, no-identificveis e(ou) danificados e cpias autenticadas. 7.10.2 O candidato que no apresentar documento de identidade original, na forma definida no subitem 7.10 deste edital, no poder fazer a prova e ser automaticamente eliminado do concurso pblico. 7.11 Caso o candidato esteja impossibilitado de apresentar, no dia de aplicao das provas, documento de identidade original, por motivo de perda, furto ou roubo, dever ser apresentado documento que ateste o registro da ocorrncia em rgo policial, expedido h, no mximo, 30 (trinta) dias, ocasio em que ser submetido identificao especial, que compreender coleta de dados, de assinaturas e de impresso digital em formulrio prprio. 7.11.1 A identificao especial ser exigida, tambm, ao candidato cujo documento de identificao apresente dvidas relativas fisionomia e(ou) assinatura do portador. 7.12 No ser aplicada prova, em hiptese alguma, em local, em data e(ou) em horrio diferentes dos predeterminados em edital ou em comunicado. 7.13 No ser permitida, durante a realizao da prova, a comunicao entre os candidatos nem a utilizao de mquinas calculadoras e(ou) similares, livros, anotaes, rguas de clculo, impressos ou qualquer outro material de consulta. 7.14 No dia de realizao das provas, no ser permitido ingresso de candidato portando armas ou aparelhos eletrnicos (bip, telefone celular, relgio de qualquer espcie, walkman, aparelho porttil de armazenamento e de reproduo de msicas, vdeos e outros arquivos digitais, agenda eletrnica, notebook, tablets eletrnicos, palmtop, receptor, gravador, entre outros). Caso o candidato leve algum aparelho eletrnico, este dever permanecer desligado e, se possvel, com a bateria retirada durante todo o perodo de prova, devendo, ainda, ser acondicionado em embalagem fornecida pelo IADES. O descumprimento do disposto neste subitem implicar a eliminao do candidato, constituindo tentativa de fraude. 7.15 O IADES recomenda que o candidato no leve, no dia de realizao das provas, objeto algum citado nos subitens 7.13 e 7.14 deste edital. O funcionamento de qualquer tipo de aparelho eletrnico durante a realizao da prova implicar a eliminao automtica do candidato. 7.16 No ser admitido, durante a realizao das provas, o uso de bon, leno, chapu, gorro ou qualquer outro acessrio que cubra as orelhas do candidato. 7.17 O IADES no se responsabilizar por perdas ou extravios de objetos ou de equipamentos eletrnicos ocorridos durante a aplicao das provas, nem por danos a eles causados. 7.18 No haver segunda chamada para a aplicao das provas, em hiptese alguma. O no comparecimento implicar a eliminao automtica do candidato. 7.19 O controle de horrio de durao da prova ser efetuado conforme critrio definido pelo IADES. 7.20 O candidato somente poder retirar-se definitivamente da sala de aplicao da prova aps 1 (uma) hora de seu incio e no poder levar o caderno de prova. 7.21 O candidato somente poder retirar-se do local de aplicao da prova levando o caderno de prova no decurso dos ltimos 30 (trinta) minutos anteriores ao trmino do tempo destinado realizao da prova. 7.22 A inobservncia dos subitens 7.21 e 7.22 deste edital acarretar a no correo das provas e, consequentemente, a eliminao do candidato do concurso pblico. 7.23 Ter sua(s) prova(s) anulada(s) e ser automaticamente eliminado do concurso pblico o candidato que, em qualquer momento do concurso pblico ou durante a aplicao das provas: a) utilizar ou tentar utilizar meios fraudulentos e(ou) ilegais para obter vantagens para si e(ou) para terceiros, em qualquer etapa do concurso pblico; b) for surpreendido dando e(ou) recebendo auxlio para a execuo da(s) prova(s); c) utilizar-se de livro, dicionrio, notas e(ou) impressos no autorizados e(ou) que se comunicar com outro candidato; d) for surpreendido portando mquina fotogrfica, telefone celular, relgio de qualquer espcie, gravador, bip, receptor, pager, notebook, tablets eletrnicos, walkman, aparelho porttil de armazenamento e de reproduo de msicas, vdeos e outros arquivos digitais, agenda eletrnica, palmtop, rgua de clculo, mquina de calcular e(ou) equipamento similar;
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e) faltar com o devido respeito para com qualquer membro da equipe de aplicao das provas, as autoridades presentes e(ou) os candidatos; f) fizer anotao de informaes relativas s suas respostas no comprovante de inscrio e (ou) em qualquer outro meio, que no os permitidos; g) recusar-se a entregar o material das provas ao trmino do tempo destinado sua realizao; h) afastar-se da sala, a qualquer tempo, sem o acompanhamento de fiscal ou de membro da coordenao do IADES; i) ausentar-se da sala, a qualquer tempo, portando a folha de respostas; j) descumprir as instrues contidas no caderno de provas, na folha de respostas; k) perturbar, de qualquer modo, a ordem dos trabalhos, incorrendo em comportamento indevido; ou l) descumprir este Edital e(ou) outros que vierem a ser publicados. 7.24 Se, a qualquer tempo, for constatado, por meio eletrnico, estatstico, visual, grafolgico e(ou) por meio de investigao policial, ter o candidato utilizado de processo ilcito, sua prova ser anulada e ele ser automaticamente eliminado do concurso pblico. 7.25 No haver, por qualquer motivo, prorrogao do tempo previsto para a aplicao da(s) prova(s) em razo do afastamento de candidato da sala de prova. 7.26 No dia de aplicao das provas, no sero fornecidas, por nenhum membro da equipe de aplicao das provas e(ou) pelas autoridades presentes, informaes referentes ao contedo das provas e(ou) aos critrios de avaliao e de classificao. 7.27 Na realizao das provas, os trs ltimos candidatos de cada sala somente podero sair quando o ltimo candidato entregar a prova. 8 DA PROVA OBJETIVA 8.1 A prova objetiva ser composta de 50 (cinquenta) questes, de mltipla escolha, com 5 (cinco) alternativas em cada questo, para escolha de 1 (uma) nica resposta correta, e pontuao total variando entre o mnimo de 0,00 (zero) ponto e o mximo de 75,00 (setenta e cinco) pontos, de acordo com o nmero de questes e os pesos definidos no Anexo I e contedo programtico definido no Anexo II. 8.2 A prova objetiva ser corrigida por meio de processamento eletrnico. 8.3 Sero considerados aprovados na prova objetiva os candidatos que obtiverem o mnimo de 12 (doze) pontos em conhecimentos bsicos e o mnimo de 25 (vinte e cinco) pontos em conhecimentos especficos (ver tabelas no Anexo I). 9 DA PROVA DISCURSIVA 9.1 A prova discursiva ser realizada no mesmo dia e dentro dos prazos de durao previstos para a realizao da prova objetiva. 9.2 A prova discursiva ter o objetivo de avaliar os conhecimentos sobre o tema "Desenvolvimento Sustentvel da Amaznia" e, ainda, a capacidade de expresso na modalidade escrita e o uso das normas do registro formal culto da Lngua Portuguesa. 9.3 A prova discursiva receber pontuao mxima igual a 10,00 (dez) pontos. 9.4 A prova discursiva dever ser manuscrita, em letra legvel, com caneta esferogrfica de tinta azul ou preta, fabricada de material transparente, no sendo permitida a interferncia e(ou) a participao de outras pessoas, salvo em caso de candidato com deficincia, se a deficincia impossibilitar a redao pelo prprio candidato, e de candidato que solicitou atendimento especial, observado o disposto no item 6 deste edital. Nesse caso, o candidato ser acompanhado por um fiscal do IADES devidamente treinado, para o qual dever ditar o texto, especificando oralmente a grafia das palavras e os sinais grficos de pontuao. 9.5 A(s) folha(s) de texto definitivo da prova discursiva no poder(o) ser assinada(s), rubricada(s) nem conter, em outro local que no o apropriado, qualquer palavra ou marca que a identifique, sob pena de anulao da prova discursiva. Assim, a deteco de qualquer marca identificadora no espao destinado transcrio de texto definitivo acarretar a anulao da prova do candidato. 9.6 A(s) folha(s) de texto definitivo ser(o) o nico documento vlido para a avaliao da prova discursiva. A folha para rascunho, contida no caderno de provas, de preenchimento facultativo e no valer para tal finalidade. 9.7 A prova discursiva consistir na elaborao de texto dissertativo e(ou) descritivo, com extenso mnima de 20 (vinte) linhas e mxima de 40 (quarenta) linhas, com base em tema formulado pela banca examinadora, referente ao tema "Desenvolvimento Sustentvel da Amaznia", primando pela clareza, preciso, consistncia e conciso. 9.8 O candidato receber nota zero na prova discursiva em casos de fuga ao tema, de haver texto com quantidade inferior a 20 (vinte) linhas, de no haver texto ou de identificao em local indevido. 9.9 No texto avaliado, a adequao ao tema, a argumentao, a coerncia e a elaborao crtica, totalizaro a nota relativa ao domnio do conhecimento especfico (DCE), assim distribudos: a) Tema / Texto (TX), pontuao mxima igual a 2,5 (dois vrgula cinco) pontos. Sero verificadas a adequao ao tema (pertinncia ao tema proposto), a adequao proposta (pertinncia quanto ao gnero proposto e obedincia ao nmero de linhas exigidos) e a organizao textual; b) Argumentao (AR), pontuao mxima igual a 2,5 (dois vrgula cinco) pontos. Sero verificadas a especificao do tema, o conhecimento do assunto, a seleo de ideias distribudas de forma lgica, concatenadas e sem fragmentao e
a apresentao de informaes fatos e opinies pertinentes ao tema, com articulao e consistncia de raciocnio, sem contradio estabelecendo um dilogo contemporneo; c) Coerncia Argumentativa (CA), pontuao mxima igual a 2,5 (dois vrgula cinco) pontos. Ser verificada a coerncia argumentativa (seleo e ordenao de argumentos; relaes de implicao ou de adequao entre premissas e as concluses que dela se tiram ou entre afirmaes e as consequncias que delas decorrem); d) Elaborao Crtica (EC), pontuao mxima igual a 2,5 (dois vrgula cinco) pontos. Sero verificadas a elaborao de proposta de interveno relacionada ao tema abordado e a pertinncia dos argumentos selecionados fundamentados em informaes de apoio, estabelecendo relaes lgicas, que visem propor valores e conceitos. 9.10 Desta forma, DCE (domnio do conhecimento especfico) = TX + AR + CA + EC. 9.11 A avaliao do domnio da modalidade escrita da lngua portuguesa totalizar o nmero de erros (NE) do candidato, considerando-se aspectos como acentuao, grafia, pontuao, concordncia, regncia, morfossintaxe, propriedade vocabular e translineao. 9.12 Para o texto dissertativo e(ou) descritivo, ser computado o nmero total de linhas (TL) efetivamente escritas pelo candidato. 9.13 Ser desconsiderado, para efeito de avaliao, qualquer fragmento de texto que for escrito fora do local apropriado ou que ultrapassar a extenso mxima permitida. 9.14 Para cada candidato, ser calculada a pontuao final na prova discursiva (NPD) da seguinte forma: NPD = DCE ((NE/TL) x 2). 9.15 Ser atribuda nota zero ao candidato que obtiver NPD < 0,00. 10 DOS CRITRIOS DE AVALIAO E DE CLASSIFICAO 10.1 A pontuao final de cada candidato na prova objetiva ser obtida pela multiplicao da quantidade de questes acertadas, conforme o gabarito oficial definitivo, pelo valor de cada questo, em conformidade com o Anexo I do presente edital. 10.2 Ser reprovado na prova objetiva e eliminado do concurso pblico o candidato que obtiver nota inferior a 50% (cinquenta por cento) da pontuao total mxima permitida para cada um dos conhecimentos avaliados na prova, ou seja, menos de 12 (doze) pontos em conhecimentos bsicos e(ou) menos de 25 (vinte e cinco) pontos em conhecimentos especficos. 10.3 Os candidatos no eliminados na forma do subitem 10.2 deste edital sero ordenados de acordo com os valores decrescentes da pontuao final na prova objetiva. 10.4 Com base na lista organizada na forma do subitem 10.3 deste edital, e respeitados os empates na ltima posio, sero convocados para a correo da prova discursiva os candidatos de nvel superior aprovados na prova objetiva e classificados conforme o quadro a seguir: Cdigo Cargo 101 Analista Tcnico Administrativo 102 Analista Tcnico Administrativo - Esp.: Tecnologia da Informao 103 Bilogo 104 Contador 105 Economista 106 Engenheiro - Especialidade: Engenharia Civil 107 Engenheiro - Especialidade: Engenharia de Pesca 108 Engenheiro - Especialidade: Engenharia de Produo 109 Engenheiro - Especialidade: Engenharia Eltrica 110 Engenheiro - Especialidade: Engenharia Mecnica 111 Engenheiro Agrnomo 112 Estatstico 113 Gegrafo 114 Qumico 115 Zootecnista Classificao 60 posio 10 posio 10 posio 20 posio 60 posio 40 posio 20 posio 20 posio 20 posio 10 posio 10 posio 10 posio 10 posio 10 posio 10 posio
11 DA CLASSIFICAO FINAL DOS CANDIDATOS 11.1 Para os candidatos ao cargo de nvel mdio, a nota final no concurso pblico ser igual nota obtida na prova objetiva. 11.2 Para os candidatos aos cargos de nvel superior, a nota final no concurso pblico ser igual soma das notas da prova objetiva e da prova discursiva. 11.3 Os candidatos sero classificados por ordem decrescente da nota final. 11.4 Se no ato da convocao do candidato aprovado, por qualquer motivo, este no comparecer na data, no local e no horrio informado, perder automaticamente o direito vaga, sendo convocado o prximo, por ordem de classificao. 11.5 No h obrigatoriedade de convocao dos candidatos aprovados fora do quantitativo das vagas previstas no item 2 deste Edital.
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12 DOS CRITRIOS DE DESEMPATE 12.1 No caso de igualdade de pontuao na classificao final, dar-se- preferncia sucessivamente ao candidato que: a) tiver idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos, at o ltimo dia de inscrio neste concurso, conforme artigo 27, pargrafo nico, da Lei no 10.741/2003 (Estatuto do Idoso); b) acertar o maior nmero de questes de conhecimentos especficos; c) acertar o maior nmero de questes de Lngua Portuguesa. 12.2 Persistindo o empate, ter preferncia o candidato com maior idade. 12.3 Caso ainda persista o empate, a escolha ser feita a partir de sorteio a ser realizado, com convite aos candidatos empatados para presenciarem a definio final da ordem de classificao. 13 DOS RECURSOS 13.1 Ser admitido recurso ao IADES, sem efeito suspensivo, devidamente fundamentado contra os seguintes atos: a) indeferimento de solicitao de iseno da taxa de inscrio; b) contra o indeferimento da solicitao de atendimento especial; c) contra o indeferimento da solicitao para concorrer s vagas especficas para pessoas com deficincia; d) contra o gabarito preliminar da prova objetiva; e) contra o resultado preliminar da prova discursiva; e f) contra o resultado preliminar da percia mdica, informando as razes pelas quais discorda do gabarito ou do resultado. 13.2 Os recursos podero ser interpostos no prazo mximo de 2 (dois) dias teis, contados a partir da divulgao de cada um dos eventos do item. 13.2.1 Os recursos que no se refiram especificamente aos eventos citados no item 13.1 no sero apreciados. 13.2.2 O candidato dever entregar 2 (dois) conjuntos idnticos de recursos (original e 1 (uma) cpia), sendo que cada conjunto dever ter todos os recursos e apenas 1 (uma) capa. 13.3 Cada recurso ou conjunto de recursos dever ser apresentado com as seguintes especificaes: a) folhas separadas para questes diferentes; b) em cada folha, indicao do nmero da questo, da resposta marcada pelo candidato e da resposta divulgada pelo IADES; c) para cada questo, argumentao lgica e consistente; d) capa nica constando: nome e nmero do concurso pblico; nome, assinatura e nmero de inscrio do candidato; nome do cargo, com o respectivo cdigo, para o qual est concorrendo; endereo e telefone(s) para contato; e) sem identificao do candidato no corpo do recurso; f) recurso datilografado ou digitado em formulrio prprio, de acordo com o modelo a ser disponibilizado na internet pelo IADES no endereo eletrnico http://www.iades.com.br, sob pena de ser preliminarmente indeferido. 13.4 O candidato dever ser claro, consistente e objetivo em seu pleito. Recursos inconsistentes, em formulrio diferente do exigido e(ou) fora das especificaes estabelecidas neste edital, sero indeferidos. 13.5 Se do exame de recursos resultar anulao de questo(es), a pontuao correspondente a essa(s) questo(es) ser atribuda a todos os candidatos, independentemente de terem recorrido. Se houver alterao do gabarito oficial preliminar, por fora de impugnaes, a prova ser corrigida de acordo com o gabarito oficial definitivo. Em hiptese alguma, a quantidade de questes sofrer alteraes. 13.6 Em nenhuma hiptese ser aceito pedido de reviso da deciso de recurso, tampouco recurso de contra a deciso do recurso. 13.7 O recurso cujo teor desrespeite a banca examinadora ser preliminarmente indeferido. 13.7.1 No sero apreciados recursos que forem apresentados: a) em desacordo com as especificaes contidas neste item; b) com argumentao idntica argumentao constante de outro(s) recurso(s). 13.8 A banca examinadora constitui ltima instncia para recurso, sendo soberana em suas decises, razo pela qual no cabero recursos adicionais. 13.9 O recurso dever ser protocolado na CAC-IADES ou enviado via postal (SEDEX) - ver item 14. 13.10 No sero apreciados recursos encaminhados via fax e (ou) via internet. 14 DA NOMEAO E POSSE 14.1 De acordo com a necessidade da SUDAM, a convocao de candidatos classificados para admisso ser feita pela ordem rigorosa de classificao. 14.2 O candidato aprovado no concurso pblico, quando convocado para a posse e efetivo exerccio do cargo, ser submetido a exame mdico admissional para avaliao de sua capacidade fsica e mental, cujo carter eliminatrio e constitui condio e pr-requisito para que se concretize a posse. Correr por conta do candidato a realizao de todos os exames mdicos necessrios solicitados no ato de sua convocao. 14.3 No sero admitidos, em qualquer hiptese, pedidos de reconsiderao ou recurso do julgamento obtido nos exames mdicos. 14.4 Os candidatos aprovados no concurso pblico, convocados para a admisso e que apresentarem corretamente toda a documentao necessria, sero regidos pelo Regime Jurdico nico dos Servidores Civis da Unio das Autarquias e das Fundaes Pblicas Federais (Lei n 8.112, de 11 de dezembro de 1990, e suas alteraes).
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15 DA CENTRAL DE ATENDIMENTO AO CANDIDATO (CAC-IADES) 15.1 Durante todo perodo de realizao do certame, a Central de Atendimento ao Candidato do IADES (CACIADES) funcionar na cidade de Belm/PA, em dias teis e no horrio compreendido entre 10 (dez) horas e 16 (dezesseis) horas, em endereo a ser oportunamente informado no stio eletrnico http://www.iades.com.br antes do incio do prazo de inscries. 15.2 A CAC-IADES disponibiliza atendimento para entrega e protocolo de documentos e solicitaes, protocolo de recursos administrativos e pedaggicos, esclarecimento de dvidas e apoio s inscries. 15.3 O candidato poder obter informaes, manter contato ou relatar fatos ocorridos referentes ao concurso pblico na CAC-IADES por meio do telefone (61) 3202.1609 e(ou) via mensagens eletrnicas para o e-mail cac@iades.com.br. 15.4 Respeitando-se os prazos indicados no presente edital, os documentos, recursos e solicitaes tambm podero ser encaminhadas via postal (SEDEX), para o IADES - Concurso pblico SUDAM, Caixa Postal 8642, CEP 70.312-970, Braslia/DF. 16 DAS DISPOSIES FINAIS 16.1 A inscrio do candidato implicar na aceitao das normas para o concurso pblico contidas nos comunicados, neste edital e em outros editais a serem publicados. 16.2 As despesas decorrentes da participao em todas as fases e em todos os procedimentos do concurso pblico correro conta do candidato, que no ter direito a alojamento, alimentao, transporte e(ou) ressarcimento de despesas. 16.3 de inteira responsabilidade do candidato acompanhar a publicao de todos os atos, editais e comunicados referentes a este concurso pblico no Dirio Oficial da Unio e no endereo eletrnico http://www.iades.com.br. 16.4 A aprovao e a classificao de candidatos para o cadastro de reserva estabelecido no Anexo I deste edital geram para o candidato apenas a expectativa de direito nomeao, limitada ao prazo de validade do presente concurso pblico e convenincia e ao interesse da Administrao Pblica. 16.4.1 O cadastro de reserva no gera garantia de futuras vagas e, ocorrendo o surgimento de vagas, ser obedecida rigorosamente a ordem de classificao dos candidatos. 16.5 A SUDAM, na medida de suas necessidades, reserva-se no direito de convocar os candidatos aprovados, respeitando a ordem rigorosa de classificao. 16.6 O candidato dever manter atualizado seu endereo e seu telefone no IADES, enquanto estiver participando do concurso pblico, e na SUDAM, se aprovado no concurso pblico e enquanto este estiver dentro do prazo de validade. Sero de exclusiva responsabilidade do candidato os prejuzos advindos da no atualizao de seus dados. 16.7 O resultado final do concurso pblico ser homologado pelo Superintendente da SUDAM, publicado no Dirio Oficial da Unio e divulgado no endereo eletrnico http://www.iades.com.br. 16.8 O candidato convocado que deixar de atender a convocao, no prazo estabelecido pela SUDAM, perder os direitos decorrentes da sua contratao, e ser eliminado da lista de candidatos classificados. No haver, em nenhuma hiptese, uma nova convocao. 16.9 A inexatido das afirmativas e(ou) irregularidades dos documentos apresentados, a burla ou a tentativa de burla a quaisquer das normas estipuladas neste edital, mesmo que verificadas a qualquer tempo, acarretaro a nulidade da inscrio e a desqualificao do candidato, com todas as suas decorrncias, sem prejuzo de medidas de ordem administrativa, civil e criminal. 16.10 Os itens e anexos deste edital podero sofrer eventuais alteraes, atualizaes ou acrscimos, enquanto no consumada a providncia ou evento que lhe disser respeito, at a data da convocao dos candidatos para a prova correspondente, circunstncia que ser mencionada no edital ou comunicado publicado no endereo eletrnico http://www.iades.com.br. 16.11 O presente concurso pblico ser valido por 2 (dois) anos, contados a partir da data de homologao do resultado final do certame, podendo ser prorrogado, 1 (uma) nica vez, por igual perodo, por convenincia administrativa. 16.12 Os casos omissos sero resolvidos conjuntamente pela SUDAM e pelo IADES. 16.13 Quaisquer alteraes nas regras estabelecidas neste edital somente podero ser feitas por meio de outro edital. DJALMA BEZERRA MELLO Superintendente da SUDAM
ANEXO I - QUANTIDADE DE QUESTES E PESOS 1 Para os cargos de nvel superior (cdigos 101 a 115). reas de Conhecimento Lngua Portuguesa Raciocnio Lgico e Matemtico Legislao Aplicada SUDAM Atualidades Microinformtica Questes especficas da rea de formao Total 2 Para o cargo de nvel mdio (cdigos 201). reas de Conhecimento Lngua Portuguesa Raciocnio Lgico e Matemtico Legislao Aplicada SUDAM Atualidades Microinformtica Questes especficas da rea de formao Total Nmero de Questes 8 4 5 4 4 25 50 Peso 1 1 1 1 1 2 Total de Pontos 8,0 4,0 5,0 4,0 4,0 50,0 75,0 Nmero de Questes 8 4 5 4 4 25 50 Peso 1 1 1 1 1 2 Total de Pontos 8,0 4,0 5,0 4,0 4,0 50,0 75,0
ANEXO II - CONTEDO PROGRAMTICO A legislao indicada nos contedos programticos a seguir se refere s redaes vigentes quando da publicao do presente Edital. As alteraes de legislao com entrada em vigor antes da data de publicao deste Edital sero objeto de avaliao pela Banca Examinadora, ainda que no mencionadas nos objetos de avaliao constantes nos contedos programticos. 1 Lngua Portuguesa. 1 Compreenso, interpretao e reescrita de textos e de fragmentos de textos, com domnio das relaes morfossintticas, semnticas, discursivas e argumentativas. 2 Tipologia textual. 3 Coeso e coerncia. 4 Ortografia oficial. 5 Acentuao grfica. 6 Pontuao. 7 Formao, classe e cargo de palavras. 8 Significao de palavras. 9 Coordenao e subordinao. 10 Concordncia nominal e verbal. 11 Regncia nominal e verbal. 12 cargo do sinal indicativo de crase. 2 Raciocnio Lgico e Matemtico. 1 Compreenso de estruturas lgicas. 2 Lgica de argumentao: analogias, inferncias, dedues e concluses. 3 Diagramas lgicos. 4 Fundamentos de matemtica. 5 Princpios de contagem e probabilidade. 6 Arranjos e permutaes. 7 Combinaes. 3 Legislao Aplicada a SUDAM. 3.1 Nvel Superior: 1 Decreto 1.171 - Cdigo de tica Profissional do Servidor Pblico. 2 Lei 8.112/90. 3 Lei 124, de 03/01/2007. 4 Decreto n 4.254 de 03/05/2002 e suas alteraes. 5 Decreto n 7.839 de 09/11/2012. 6 Decreto n 4.212 de 26/04/2002. 7 Decreto n 756, de 11/08/1969 (art. 22). 8 Medida Provisria n 2.199, de 24/08/2000 (art. 1 ). 3.2 Nvel Mdio: Decreto 1.171 (Cdigo de tica Profissional do Servidor Pblico), Lei 8.112/90 e Lei 124, de 03/01/2007. 4 Atualidades. 1 Domnio de tpicos atuais e relevantes de diversas reas, tais como: desenvolvimento sustentvel, ecologia, tecnologia, energia, sade pblica, economia, sociedade, educao, segurana, artes e literatura e suas vinculaes histricas. 2 Atualidades e contextos histricos, geogrficos, sociais, polticos, econmicos e culturais referentes a Amaznia. 5 Conhecimentos em microinformtica. 1 Software Microsoft Excel verso 2003. 6 Conhecimentos especficos por cargo. 101 - Analista Tcnico Administrativo. 1 As organizaes e o trabalho. 1.1 Administrao mercadolgica. 1.2 Fenmenos sociais nas organizaes. 1.3 O comportamento humano nas organizaes. 1.4 Sustentabilidade organizacional. 1.5 Cultura organizacional e aprendizagem nas empresas. 2 Administrao para resultados. 2.1 O que administrar para atingir resultados. 2.2 Modelos de administrao para resultados. 2.3 Planejamento e gesto estratgicos. 3 Gesto organizacional. 3.1 Desenvolvimento organizacional. 3.2 Relacionamento com clientes e fornecedores. 3.3 Gesto do desempenho. 4 Gesto da qualidade nas organizaes. 4.1 Conceito de qualidade. 4.2 Indicadores de qualidade. 4.3 Passos para implantao. 4.4 Qualidade de vida no trabalho - QVT. 5 Processos de comunicao no trabalho. 5.1 Comunicao, cultura e desenvolvimento humano. 5.2 Relacionamento e comunicao. 5.3 Habilidades de comunicao (habilidades de transmisso, escuta e feedback) e barreiras na comunicao eficaz. 5.4 Dinmicas de grupo aplicadas ao trabalho (tcnicas de entrevista, dinmicas de interao grupal, de identificao de lideres). 5.5 Gesto de conflitos. 6 Processos administrativos. 6.1 Normas e padres. 6.2 Gesto de programas institucionais. 6.3 Gesto de equipamentos e de unidades operacionais. 6.4 Planejamento e execuo logstica. 6.5 Gesto de estoques. 7 Direito Administrativo. 7.1 Conceituao, objeto, fontes e princpios do direito administrativo. 7.2 Administrao pblica. 7.3 Atos administrativos. 7.4 Bens e servios pblicos. 7.5 Licitaes e legislao pertinente. 7.6 Contratos administrativos. 8 Compras na Administrao Pblica. 8.1 Licitaes e contratos. 8.2 Princpios bsicos da licitao. 8.3 Comisso Permanente de Licitao. 8.4 Comisso Especial de Licitao. 8.5 Pregoeiro. 8.6 Legislao pertinente. 8.7 Dispensa e inexigibilidade de licitao. 8.8 Definio do objeto a ser licitado. 8.10 Planejamento das compras. 8.11 Controles e cronogramas. 8.12 Registros cadastrais/ habilitao. 8.13 O processo de compras governamentais ligados ao SIASG. 8.14 Empenho. 8.15 Sistema de cotao eletrnica de preos. 8.16 Sistema de registro de preos. 8.17 Prego. 9 Noes de Administrao Financeira e Oramentria. 9.1 Oramento pblico. 9.2 O ciclo oramentrio. 9.3 Oramentoprograma. 9.4 Planejamento no oramento-programa. 9.5 Receita pblica e gastos pblicos. 9.6 Lei de Responsabilidade Fiscal - Lei Complementar n 101/2000. 10 Sistemas de gesto da administrao pblica federal. 10.1 SIASG. 10.2 Comprasnet. 10.3 SIAPE. 10.4 SIAFI. 102 - Analista Tcnico Administrativo - Especialidade: Tecnologia da Informao. 1 Governana de TI. 1.1 Cobit 4.1. Aspectos gerais, estrutura, conceitos e finalidade. 1.2 Gerenciamento de servios de TI - ITIL 2011. Conceitos, papis genricos e ciclos de vida dos servios. 2 Governo Eletrnico. 2.1 Conceitos bsicos: E-Ping e E-Mag. 2.2 SLTI/MP IN 04/2010. 2.3 Normas do Gabinete de Segurana Institucional GSI - PR: Instruo Normativa GSI n 1 e Normas Complementares n 04, 06, 07, 08 e 11/IN01/DSIC/GSIPR. 2.4 Decreto n 7.579, de 11 de outubro de 2011 (SISP). 3 Planejamento em TI. 3.1 Noes de Planejamento Estratgico de TI - PETI. 3.2 Plano Diretor de Tecnologia da Informao e Comunicao - PDTIC . 3.3 Poltica de Segurana da Informao e Comunicao - POSIC. 4
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Desenvolvimento de sistemas. 4.1 Projeto de sistemas em Java. Arquitetura e padres de projeto JEE v6. Desenvolvimento web em Java. 4.2 Interoperabilidade de sistemas. SOA e web services. Padres XML schema datatypes, UML, XSLT, UDDI, WSDL e Soap. 4.3 Segurana no desenvolvimento. Prticas de programao segura e reviso de cdigo. 4.4 Controle e testes de segurana para aplicaes web. Controles e testes de segurana para web services. 4.5 HTML 5, HTML 4 e XHTML 1.1 e Web Storage API. 4.6 CSS3: web fonts, transformaes, animao e colunas. 4.7 Tipos de computao em nuvem: SaaS, IaaS, PaaS e DaaS. 4.8 Processo: padres CMMI e MPS/BR. 4.9 Princpios de engenharia de requisitos de software, desenvolvimento de software (processo cascata e processo iterativo), projeto de software orientado a objetos, teste e validao. Metodologia Scrum. 4.10 Processo de desenvolvimento de software. Processo Unificado: conceitos gerais do RUP, disciplinas, fases, papis, atividades e artefatos. 4.11 Requisitos: casos de uso e diagrama de casos de uso. 4.12 Anlise de projeto. 4.13 Gerncia de projeto. 5 Infraestrutura de tecnologia da informao. 5.1 Sistemas operacionais Windows e Linux. Conceitos bsicos. Noes de administrao. Servios de diretrio: Active Directory e LDAP. Interoperabilidade. Cloud computing. 5.2 Servidores de aplicao JEE. Conceitos bsicos. Noes de administrao. 5.3 Redes de computadores. 5.4 Comunicao de dados: tipos e meios de transmisso, tcnicas bsicas de comunicao, topologia de redes de computadores, internet, intranet, modelo de referncia OSI e arquitetura TCP/IP. 6 Banco de dados e gesto da informao. 6.1 Fundamentos: finalidades, nveis de abstrao, modelagem de dados e modelagem funcional. 6.2 Administrao de dados. Fundamentos: dado, informao, conhecimento e inteligncia. Modelo de dados. Nveis de abstrao de modelos de dados. Metadados e linguagens de definio e manipulao. Normalizao. 6.3 Administrao de banco de dados. Fundamentos, sistemas de gerenciamento de banco de dados, organizao de arquivos, tcnicas de armazenamento, mtodo de acesso, tipos de bancos de dados e projeto de banco de dados. 6.4 Solues de suporte a deciso. Fundamentos: datawarehouse, OLAP, data mining e business intelligence. 103 - Bilogo. 1 Sistemas de informao geogrfica (SIG). 1.1 Conceitos bsicos. 1.2 Sistemas de coordenadas e georreferenciamento. 2 Noes de zoologia. 2.1 Regras de nomenclatura cientfica, diviso do reino animal, diviso do subfilo vertebrata at o nvel de ordem. 3 Noes de botnica. 3.1 Taxionomia vegetal at o nvel de classe, fitogeografia, evoluo, ciclo de vida e clulas vegetais. 4 Ecologia. 4.1 Teia alimentar. 4.2 Nicho. 4.3 Habitat, populaes e ecossistemas. 4.4 Biogeografia. 5 Biologia da conservao. 5.1 Biomas e biodiversidade na Amaznia. 5.2 Extino e trfico de animais silvestres. 5.3 Desmatamento. 5.4 Exploso populacional. 5.5 Espcies ameaadas de extino na Amaznia. 5.6 Unidades de conservao. 6 Climatologia. 7 Noes de fitossociologia. 8 Noes de limnologia. 9 Ecossistemas na Amaznia. 10 Geografia humana na Amaznia. 11 Gesto e manejo dos recursos ambientais. 11.1 Zoneamento ecolgico-econmico. 11.2 Instrumentos de controle e licenciamento. 11.3 Recursos hdricos. 11.4 Recuperao de reas degradadas. 11.5 Proteo da biodiversidade. 11.6 Conveno da biodiversidade. 11.7 Conveno de Ramsar. 11.8 Conveno de Marpol. 12 Manejo de fauna. 12.1 Introdues, reintrodues, translocaes e adensamento populacional de fauna silvestre. 12.2 Manejo de fauna silvestre e suas populaes. 12.3 Conteno qumica e fsica de animais silvestres. 12.4 Nutrio de animais silvestres. 12.5 Doenas nutricionais. 12.6 Biossegurana aplicada ao manejo de fauna silvestre. 12.7 Medidas mitigadoras para a captura incidental de aves, mamferos e rpteis aquticos em artes de pesca. 12.8 Fauna ameaada de extino - manejo de fauna invasora. 12.9 Taxonomia e sistemtica de vertebrados. 12.10 Biologia reprodutiva e cuidados parentais em animais selvagens. 13 Gesto ambiental. 13.1 Tratamento de gua e efluentes. 13.2 Anlise de impacto ambiental. 13.3 Avaliao de impactos ambientais. 13.4 Legislao ambiental. 104 - Contador. 1 Princpios fundamentais de contabilidade (aprovados pelo Conselho Federal de Contabilidade, atravs da Resoluo CFC n 750/93 e posteriores atualizaes). 2 Patrimnio. 2.1 Componentes patrimoniais. Ativo, passivo e patrimnio lquido. 3 Fatos contbeis. Conceitos, fatos permutativos, modificativos e mistos. 4 Contas. Conceitos, contas de dbitos, contas de crditos e saldos. 5 As contas patrimoniais. As contas de receitas, despesas e custos. As contas de compensao. A equao patrimonial. O regime de caixa e o de competncia. Os lanamentos e suas retificaes. 6 Plano de contas. Conceitos, elenco de contas, funo e funcionamento das contas. 7 Escriturao contbil. Lanamentos contbeis, elementos essenciais, frmulas de lanamentos, livros de escriturao, mtodos e processos. 8 Contabilizao de operaes contbeis diversas. Juros, descontos, tributos, aluguis, variao monetria e cambial, folha de pagamento, compras, vendas e provises, depreciaes e baixa de bens. 9 Anlise e conciliaes contbeis. Composio de contas, anlise de contas, conciliao bancria. 10 Balancete de verificao. Modelos e tcnicas de elaborao. 11 Balano patrimonial. Objetivo e composio. 12 Demonstrao de resultado de exerccio. Objetivo e composio. 13 Anlise das Demonstraes Financeiras. 13.1 Anlise Contbil. Objetivos, limitaes, clientela, cuidados prvios, preparao dos demonstrativos contbeis. 13.2 Anlise vertical esttica e dinmica. 13.3 Anlise horizontal, converso de valores nominais e reais. 13.4 Anlise por quocientes. Liquidez, solvncia, endividamento, garantia de capitais de terceiros, imobilizaes, rotao de valores, rentabilidade. 14 DVA Demonstrao de Valor Adicionado. Objetivo e composio. 15 Fluxo de caixa. Objetivo e composio. 16 DMPL Demonstrao das mutaes do Patrimnio Lquido. Objetivo e composio. 17 Lei Federal n 6.404, de 15 de dezembro de 1976. 17.1 Pronunciamentos do CPC (Comit de Pronunciamentos Contbeis). 18 Contabilidade Pblica. 18.1 Conceito, objeto, objetivo e campo de atuao. 18.2 Variaes patrimoniais. Variaes ativas e passivas, oramentrias e Extraoramentrias. 18.3 Portaria STN no 437/2012. Plano de Contas Aplicado ao Setor Pblico: conceito e estrutura bsica. Estrutura e caractersticas das contas. 18.4 Contabilizao dos principais fatos contbeis. Previso da
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receita, fixao da despesa, descentralizao de crditos, liberao financeira e realizao da receita e despesa. 18.5 Balancete: caractersticas, contedo e forma. 18.6 Demonstraes Contbeis. Balano oramentrio e balano financeiro. Balano patrimonial e Demonstrao das Variaes Patrimoniais. 18.7 Noes de SIAFI - Sistema de Administrao Financeira da Administrao Pblica Federal. 18.8 Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Pblico, aprovadas pelas Resolues do CFC nos 1.128/08 a 1.137/08. 18.9 Manual de contabilidade aplicada ao setor. 19 Oramento pblico. 19.1 Caractersticas do oramento tradicional, do oramento-programa e do oramento de desempenho. 19.2 Princpios oramentrios. 19.3 Leis oramentrias: PPA, LDO e LOA. 19.4 Oramento fiscal e de seguridade social. 19.5 Oramento na Constituio Federal de 1988. 19.6 Conceituao e classificao da receita e da despesa oramentria brasileira. 19.7 Execuo da receita e da despesa oramentria. 19.8 Crditos Adicionais. 19.9 Cota, proviso, repasse e destaque. 19.10 Lei n 10.180/2001 e alteraes posteriores. 19.11 Instruo Normativa STN n 01, de 15 de janeiro de 1997 e alteraes posteriores. 19.12 Procedimentos de reteno de impostos e contribuies federais. 19.13 Lei n 9430/1996 e alteraes posteriores. 19.14 Instruo Normativa SRF n 480/2004 e alteraes posteriores. 19.15 Lei n 4.320/1964 e alteraes posteriores. 105 - Economista. 1 Microeconomia. 1.1 Teoria do consumidor. 1.2 Teoria da firma. 1.3 Estrutura de mercados. 1.4 Equilbrio geral. 1.5 Economia do bem-estar. 1.6 Externalidades. 1.7 Bens pblicos. 1.8 Economia da informao. 1.9 Incerteza. 1.10 Teoria dos Jogos. 2 Economia industrial. 2.1 Conceitos bsicos (firma, indstria e mercados). 2.2 Elementos de estrutura de mercados (diferenciao de produtos, barreiras entrada, economias de escala e de escopo e inovao). 2.3 Padres de concorrncia e estratgias empresariais. Regulao dos mercados. Poltica industrial. 3 Macroeconomia. 3.1 Contabilidade nacional. 3.2 Sistema monetrio. 3.3 Principais modelos macroeconmicos: clssico, keynesiano, IS-LM, oferta agregada e demanda agregada. 3.4 Ciclos econmicos, inflao e desemprego: curva de Philips. 3.5 Expectativas adaptativas e racionais. Teoria dos novos keynesianos e dos ciclos reais. 4 Polticas fiscal e monetria. 4.1 Restrio oramentria, dficit pblico e dvida pblica. 4.2 Imposto inflacionrio. 4.3 Senhoriagem. 4.4 Equivalncia ricardiana. 4.5 Objetivos e instrumentos de poltica monetria. 4.6 Regras e discrio. 4.7 Regime de metas de inflao. 5 Economia aberta. 5.1 Arranjos de cmbio. 5.2 Paridade do poder de compra. 5.3 Paridade de juros. 5.4 Polticas macroeconmicas e determinao da renda em economias fechadas e abertas sob diferentes regimes cambiais. 6 Desenvolvimento econmico. 6.1 Conceitos de desenvolvimento e de crescimento econmicos. 6.2 Teoria do consumo e do investimento. 6.3 Modelos de crescimento endgeno e exgeno. 6.4 Agricultura e desenvolvimento econmico. 6.5 Teorias do desenvolvimento econmico e regional. 6.6 Arranjos produtivos e da indstria no desenvolvimento regional. 7 Economia do meio ambiente. 7.1 Poluio. 7.2 Recursos no renovveis. 7.3 O problema dos bens comuns. 7.4 Teorema de Coase. 7.5 Taxa Pigouviana. 7.6 Regra de Hotelling. 8 Economia Regional e Urbana. 8.1 Espao geogrfico e espao econmico. 8.2 Indstria motriz e plo econmico. 8.3 Teorias dos lugares centrais, da base econmica e da base de exportao. 9 Avaliao econmica de projetos de investimento. 9.1 Conceito de projeto de investimento. 9.2 Importncia, caractersticas e limitaes da elaborao e anlise de projetos. 9.3 Etapas na elaborao de projetos. 9.4 Metodologias de avaliao e seleo de projetos. 9.5 Taxa mnima de atratividade. 9.6 Parmetros para a anlise de projetos (vida econmica, depreciao, valor residual e capital de giro). 9.7 Indicadores econmicos de projetos e sua utilizao para tomada de deciso. 9.8 Anlise de sensibilidade e cenrios. 9.9 Incorporao da anlise de risco e incerteza na avaliao e seleo de projetos. 10 Anlise de projetos sociais. 11 Aspectos da economia brasileira contempornea e amaznica. 11.1 Evoluo histrica e ciclos da econmica amaznica. 11.2 Polticas de desenvolvimento regional para a Amaznia. 11.3 Redefinio dos papis do Estado e polticas de estabilizao. 11.4 A trajetria recente da economia brasileira. 11.5 Conhecimento de Arranjos Produtivos Locais e Teoria de clusters. 106 - Engenheiro - Especialidade: Engenharia Civil. 1 Estrutura de concreto armado. 1.1 Projeto estrutural em concreto armado. Composio do concreto. Formas de associao concreto-ao. 1.2 Pilares a compresso centrada. 1.3 Flexo normal simples de peas de concreto armado. 1.4 Lajes macias retangulares de edifcios. 1.5 Estados limites do concreto. 1.6 Fissurao. 1.7 Flechas. 1.8 Lajes ruptura. 1.9 Flexo composta normal e obliqua. 1.10 Pilar padro. 1.11 Toro. 1.12 Lajes nervuradas. 1.13 Cortinas. 1.14 Escadas. 1.15 Marquises. 1.16 Caixa d'gua. 1.17 Pilares e vigas parede. 1.18 Puno. 1.19 Normas tcnicas. 2 Estruturas metlicas e de madeira. 2.1 Critrios de dimensionamento e cargas. 2.2 Perfis de chapa dobrada a frio. 2.3 Dimensionamento de perfis laminados: barras tracionadas, barras comprimidas, barras fletidas e barras submetidas a solicitao composta. 2.4 Ligaes. Estruturas: resoluo de estruturas isostticas e hiperestticas (reaes de apoio, esforos, linhas de estado e de influncia); dimensionamento e verificao de estabilidade de peas de madeira, metlicas e de concreto armado e protendido; resistncia dos materiais; anlise estrutural. 3 Materiais de construo civil. 3.1 Classificao, propriedades gerais e normalizao. 3.2 Materiais cermicos. 3.3 Ao para concreto armado e protendido. 3.4 Polmeros. 3.5 Agregados. 3.6 Aglomerantes nohidrulicos (areos) e hidrulicos. 3.7 Concreto. 3.8 Argamassas. Materiais de Construo. 4 Tecnologia das construes. 4.1 Terraplanagem. 4.2 Canteiro de obras. 4.3 Locao de obras. Sistemas de formas para as fundaes e elementos da superestrutura (pilares, vigas e lajes). 4.4 Fundaes superficiais e profundas. 4.5 Lajes. 4.6 Telhados com telhas cermicas, telhas de fibrocimento e telhas metlicas. 4.7 Isolantes trmicos para lajes e alvenaria. 4.8 Impermeabilizao. 5 Planejamento e controle de construes. 5.1 Canteiro. Estruturas de apoio e de produo. 5.2 Oramento. Oramentos por estimativa e informatizado. Custo unitrio bsico. Discriminao tcnica. Composio dos servios. Discriminao oramentria e quantificao dos servios. Composio de BDI. 5.3 Custos. Materiais, equipamentos e mo-de-obra. 5.4 Projeto. Processo de projeto de edificaes. Compatibilizao de projetos. Documentos de projetos. Aprovao de
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projetos. 5.5 Planejamento. Tcnicas de planejamento e controle de obras. 6 Sistemas hidrulicos prediais. 6.1 Projetos de instalaes prediais hidrulicas, sanitrias e de guas pluviais. 6.2 Materiais e equipamentos. 6.3 Instalaes de preveno e combate a incndio. 6.4 Instalaes de esgoto sanitrio. 6.5 Instalaes de guas pluviais. Hidrulica, Hidrologia e Saneamento Bsico: escoamento em condutos forados e com superfcie livre (canais). 7 Instalaes prediais eltricas e telefnicas. 7.1 Instalaes eltricas de iluminao de interiores e exteriores. Simbologia, lanamento de pontos, diviso de circuitos, quadro de cargas, proteo e conduo, tubulao e fiao e entrada de energia. Proteo das instalaes eltricas arquitetnicas. Aplicao em projetos de edifcios. 7.2 Luminotcnica. Iluminao incandescente, fluorescente e a vapor de mercrio. Clculo de iluminao. 7.3 Instalaes telefnicas, para motriz e SPDA (pra-raios). 7.4 Projetos eltrico e telefnico. 8 Fenmenos de transporte. 8.1 Mecnica dos fluidos. Propriedades e esttica dos fluidos. Estudo dos fluidos em movimento. Anlise dimensional e semelhana dinmica. Escoamentos internos. Mquinas de fluxo. Escoamentos externos e de fluidos compressveis. 8.2 Transferncia de massa. Difuso molecular e difusividade. Transferncia de massa por conveco e difuso turbulenta. 8.3 Transmisso de calor. 9 Geologia. 9.1 Estrutura interna da Terra. 9.2 Cristais, minerais e rochas. 9.3 Rochas sedimentares e metamrficas. 9.4 Atividades da gua, do vento e do mar. Geologia aplicada Engenharia Civil, Fundaes e Obras de Terra: propriedades e classificao dos solos; movimentos de gua no solo; distribuio de presses no solo; empuxos de terra; sondagem; barragens de terra; fundaes superficiais e profundas. 10 Geotecnia. 10.1 Mecnica dos solos. Tipos de solo. O solo como material de fundao e de construo. 10.2 ndices fsicos. 10.3 Granulometria por peneiramento e por sedimentao. Anlise da curva granulomtrica. 10.4 Consistncia e classificao dos solos. 10.5 Forma das partculas dos solos. Estrutura dos solos grossos e finos. Superfcie especifica. Sensibilidade das argilas. Tixotropia. 10.6 Suco e Capilaridade. Curva caracterstica de reteno de gua. 10.7 Compactao. 11 Isosttica. 11.1 Hipteses bsicas, determinao de isostaticidade e esforos simples. 11.2 Trelias isostticas. Formulao da matriz de equilbrio. Mtodo do equilbrio nodal. Mtodo das sees de Ritter. 11.3 Vigas isostticas. Equao fundamental da esttica. Determinao de linhas de estado para carregamentos tpicos. Vigas Gerber. Tcnica da viga de substituio na resoluo de trelias de altura constante. 11.4 Prticos planos. 11.5 Arcos isostticos. 11.6 Grelhas e vigas isostticas. 12 Mecnica dos slidos. 12.1 Esttica. Equilbrio de corpos estruturais. Sistemas estruturais. Propriedades geomtricas. 12.2 Cinemtica. Posio, velocidade e acelerao de um corpo rgido. Teoremas cinemticos. Movimento de corpo rgido. Sistemas mecnicos. 12.3 Dinmica. Tensor de inrcia. Quantidade de movimento. Equao de movimento. 12.4 Trao, compresso e cisalhamento. 12.5 Membros carregados axialmente. 12.6 Toro. 12.7 Tenses em vigas. 12.8 Anlise de tenso e deformao. 12.9 Aplicaes de tenso plana. 12.10 Deflexo de vigas. 14 Informtica (programas de software bsicos para uso em escritrio e AutoCAD). 15 Pavimentao. 15.1 Manejo ambiental. 15.2 Sistemtica empregada na execuo da camada de sub base estabilizada granulometricamente. 15.3 Normas de pavimento flexveis e de concreto. 107 - Engenheiro - Especialidade: Engenharia de Pesca. 1 Administrao e legislao pesqueira. 2 Aquicultura. 3 Avaliao de estoques pesqueiros. 4 Botnica aqutica. 5 Carnicicultura. 6 Cartografia da Amaznia e geoprocessamento. 7 Confeco de apetrechos de pesca. 8 Dinmica de populaes pesqueiras. 9 Economia pesqueira. 10 Elaborao e avaliao de projetos pesqueiros. 11 Engenharia de processamento do pescado. 12 Engenharia aqucola. 13 Estatstica pesqueira. 14 Extenso pesqueira. 15 Fisioecologia de animais aquticos. 16 Geologia de ambientes aquticos. 17 Ictiologia. 18 Limnologia. 19 Microbiologia do pescado. 20 Piscicultura. 21 Qualidade do pescado. 22 Sistemas e tcnicas de pesca. 23 Tecnologia do pescado. 24 Zoologia aqutica. 25 Nutrio, parasitologia e sanidade de animais aquticos. 108 - Engenheiro - Especialidade: Engenharia de Produo. 1 Princpios de administrao organizacional. 2 Administrao dos recursos materiais. 3 Gerenciamento da cadeia de suprimentos. Logstica. 4 Gesto de sistemas da qualidade. Planejamento e controle da qualidade. 5 Confiabilidade de processos e produtos. 6 Gesto de sistemas de produo e operaes. 6.1 Planejamento, programao e controle da produo. 6.2 Anlise de riscos. 7 Programao linear. 8 Projeto e organizao do trabalho. 9 Ergonomia. 10 Gesto da manuteno. 11 Estudo de tempos e mtodos. 12 Noes de Contabilidade. 12.1 Gesto de Custos. 12.2 Anlise das demonstraes financeiras. 13 Matemtica financeira. 13.1 Regra de trs simples e composta, percentagens. 13.2 Juros simples e compostos. Capitalizao simples e composta e descontos. 13.3 Taxas de juros. Nominal, efetiva, equivalentes, real e aparente. 13.4 Rendas uniformes e variveis. 13.5 Planos de amortizao de emprstimos e financia mentos. 13.6 Taxa interna de retorno. 13.7 Anlise de investimentos. 14 Noes de macroeconomia. 5.1 Contas nacionais. 5.2 Balano de pagamentos. 5.3 Taxas de cmbio. 5.4 Sistemas de taxas de cmbio fixas e flexveis. 5.5 Agregados macroeconmicos. 5.6 Renda e produto de equilbrio. 5.7 Consumo. 5.8 Poupana. 5.9 Investimento. 5.10 Multiplicador. 15 Noes de microeconomia. 15.1 Lei da oferta e da demanda. 15.2 Curvas de demanda e de oferta. 15.3 Elasticidade-preo. 15.4 Fatores que afetam a elasticidade-preo. 15.5 Elasticidade-renda. 16 Noes de teoria da produo. 16.1 Funo de produo. 16.2 Conceitos bsicos de custos de produo. 16.3 Preo e produto em concorrncia perfeita, em oligoplio e em monoplio. 16.4 Falhas no sistema de mercado. 17 Probabilidade e estatstica. 17.1 Clculo de probabilidade. 17.2 Variveis aleatrias e suas distribuies. 17.3 Medidas caractersticas de uma distribuio de probabilidade. 17.4 Modelos probabilsticos. 17.5 Anlise de regresso linear. 17.6 Inferncia estatstica. 18 Estratgia empresarial. 18.1 Modelo das 5 foras competitivas. 18.2 Anlise de cadeia de valor. 18.3 Anlise SWOT. 18.4 Balanced Scorecard (BSC). 19 Gesto de projetos. 19.1 Mtodos PERT e Caminho Crtico (CPM). 19.2 Conjunto de boas prticas do PMI. 20 Gesto ambiental da produo. 20.1 Polticas pblicas ambientais. 20.2 Sistemas de gesto ambiental.
109 - Engenheiro - Especialidade: Engenharia Eltrica. 1. Circuitos eltricos. 1.1 Elementos eltricos bsicos. Fontes independentes e controlados. 1.2 Energia e potncia. Leis de Kirchhoff. 1.3 Circuitos resistivos. Associao de elementos em srie e em paralelo. Diviso de tenso e de corrente. 1.4 Lincaridade e invarincia no tempo. 1.5 Teorema da superposio. 1.6 Teoremas de Thevenin e de Norton. 1.7 Circuitos de 1a e de 2a ordem. Resposta ao degrau e ao impulso. Resposta completa, transitrio e regime permanente. 1.8 Equaes de circuitos lineares ao domnio do tempo. Equao das malhas e equao dos NOS. 1.9 Regime permanente senoidal. Transformada de Laplace. Equaes de circuitos lineares no domnio da frequncia. Anlise de Fourier. Potncia e energia. Quadripolos passivo e ativos. Acoplamento magntico e transformadores. 2 Circuitos polifsicos. 2.1 Valores percentuais e por unidade. 2.2 Componentes simtricas. 2.3 Clculo de curto-circuitos simtricos e assimtricos. 3 Anlise de sistemas de potncia. 3.1 Sistemas eltricos de potncia. Matrizes nodais. 3.2 Fluxo de carga. Estratgias timas de funcionamento. Estabilidades esttica e transitria. 4 Anlise dinmica linear. 4.1 Sistemas dinmicos, sistemas fsicos e sistemas lineares contnuos. 4.2 Funo de transferncia, diagramas de bloco, fluxografos. 4.3 Resposta dos sistemas lineares contnuos. 4.4 Resposta em frequncia, funo de transferncia senoidal e diagramas de Bode, polar e retangular. 4.5 Equao de estado. 4.6 Sistemas lineares discretos no tempo. 4.7 Equaes de diferenas. 4.8 Sistemas lineares discretos: sequncia de ponderao, transformada z, funo de transferncia discreta e equao de estados discretos. 5 Controle dinmico. 5.1 Estrutura de sistemas de controle. 5.2 Dinmica de sistemas realimentados. 5.3 Desempenho dinmico de sistemas controlados: estabilidade, robustez e acompanhamento de sinais. Critrio de Routh- Hurwitz. Especificaes da resposta no tempo. Mtodo do lugar geomtrico das razes. 5.4 Critrio de Nyquist. Especificaes da resposta em frequncia. Desempenho dinmico no diagrama de Bode. 5.5 Controle e observao no espao de estados. 5.6 Projeto de controladores analgicos: compensao dinmica no domnio-s. 5.7 Compensao dinmica no domnio. 5.8 Alocao de plos por realimentao de estado. Estimadores de estado. 5.9 Sistemas no-lineares. 5.10 Anlise dinmica no espao de estados. 5.11 Mtodos de anlise por aproximao. 5.12 Mtodo direto de Liapunov. 6 Converso de energia. 6.1 Princpios de converso de energia eltrica e eletromecnica. Circuitos magnticos e acoplados. Indutncia. Transformadores monofsicos. Energia e co-energia. Campos magnticos girantes. Fora e conjugado em dispositivos eletromecnicos. Mquinas sncronas e do motor de induo. 6.2 Mquina eletromecnica elementar. 6.3 Mquina de corrente contnua. Conceitos bsicos e tipos de mquinas. Funcionamento em regime permanente. Rendimento. Controle de velocidade. 7 Instalaes eltricas. 7.1 Instalaes eltricas de iluminao. 7.2 Proteo e controle dos circuitos. 7.3 Luminotcnica. 7.4 Iluminao de interiores e de exteriores. 7.5 Instalaes para fora motriz. 7.6 Seleo de motores. 7.7 Sistemas de automao predial integrada. 7.8 Sistemas de preveno contra descargas atmosfricas. 7.9 Normas e prescries da ABNT. 8 Mquinas eltricas. 8.1 Transformador. 8.2 Mquina de induo. 9 Eletromagnetismo. 9.1 Anlise vetorial. Campos eltricos e magnticos estticos. 9.2 Propriedades dieltricas e magnticas da matria. 9.3 Equaes de Maxwell. 9.4 Ondas Planas. 9.5 Reflexo e refrao de ondas eletromagnticas. 9.6 Linhas de transmisso. 10 Materiais eltricos e magnticos. 10.1 Estudo dos Cristais. 10.2 Noes de mecnica quntica. 10.3 Nveis de energia de eltrons em slidos. 10.4 Metais. 10.5 Semicondutores. Materiais magnticos e dieltricos. 11 Sistemas de produo. 11.1 Maturidade e valor em sistemas de produo. 11.2 Estratgia e modelos de produo. 11.3 Gesto da cadeia de suprimento. 11.4 Custos e formao de preos. 11.5 Engenharia econmica. 11.6 Gesto da qualidade e de projetos. 11.7 Planejamento e controle da produo. 12 Acionamentos industriais. 12.1 Acionamentos eltricos. 12.2 Partida e frenagem de motores eltricos. 12.3 Diagramas de cargas. 12.4 Escolha de motores. 12.5 Controle eletrnico de motores de corrente alternada. 13 Distribuio de energia eltrica. 13.1 Sistemas de distribuio. 13.2 Planejamento, projetos e estudos de engenharia. 13.3 Construo, operao, manuteno, proteo, desempenho, normas, padres e procedimentos. 14 Proteo de sistemas eltricos. 14.1 Sistemas eltricos de potncia. 14.2 Transformadores de corrente e de potencial para servios de proteo. 14.3 Proteo digital de sistemas eltricos de potncia. 14.4 Proteo de sobrecorrente de sistemas de distribuio de energia eltrica. 14.5 Esquemas de teleproteo. 14.6 Proteo diferencial de transformadores de potncia, geradores e barramento. 14.7 Proteo digital de sistemas eltricos de potncia. 15 Circuitos de eletrnica. 15.1 Conformao linear e no-linear de sinais. 15.1 Transformadores de pulso e linhas de retardo. 15.2 Circuitos grampeadores e de comutao. 15.3 Multivibradores. 15.4 Geradores de base de tempo. 15.5 Osciladores de bloqueio. 15.6 Amplificadores transistorizados especiais. 15.7 Amplificadores de vdeo. 15.8 Tcnicas de compensao da resposta em freqncia 15.9 Caractersticas e emprego de amplificadores operacionais. 15.10 Circuitos integrados lineares. 16 Sistemas digitais. 16.1 Sistemas de numerao e cdigos. 16.2 Portas lgicas e lgebra booleana. 16.3 Circuitos lgicos combinacionais. 16.4 VHDL. 16.5 Aritmtica digital. 16.6 Circuitos lgicos MSI. 16.7 Sistemas sequenciais. 16.8 Latches e flip flops. 16.9 Circuitos sequenciais sncronos e assncronos. 16.10 Registradores e contadores. 16.11 Memrias. 16.12 Sequenciadores. 16.13 Dispositivos lgicos programveis. 110 - Engenheiro - Especialidade: Engenharia Mecnica. 1 Desenho mecnico assistido por computador. 1.1 Normas de desenho tcnico. 1.2 Geometria descritiva. 1.3 Construo e edio em ambiente CAD. 1.4 Projeo ortogonal. 1.5 Cotagem e Indicao de tolerncias. 1.6 Textos, blocos, vistas em cortes e auxiliares. 1.7 Desenho isomtrico. 1.8 Roscas, parafusos, rebites, polias, chavetas, rolamentos e engrenagens. 2 Mecnica. 2.1 Modelagem de sistemas mecnicos. 2.2 Centrides e centros de massa. Vetores e lgebra matricial. Foras e momentos. Equilbrio de partculas. 2.3 Equilbrio de corpos rgidos e de estruturas. 2.4 Esforos internos. 2.5 Trabalho virtual e energia potencial. 2.6 Estabilidade em estruturas e de sistema de corpos rgidos e vinculaes elsticas. 2.7 Trao em barras. 2.8 Movimento de um ponto. Fora, massa e acelerao. 2.9 Mtodos de energia. 2.10 Cinemtica e dinmica de corpos rgidos. 2.11 Dinmica dos sistemas de partculas. 3 Mecnica dos fluidos. 3.1. Descrio dos fluidos. 3.2 Cinemtica de
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escoamentos. 3.3 Esttica dos fluidos. 3.4 Anlise de escala e dimensional de um escoamento. 3.5 Formulao integral das leis de conservao. 3.6 Escoamento compressvel uniforme. 3.7 Escoamento lquido incompressvel. 3.8 Formulao diferencial da equao do movimento. 3.9 Escoamento laminar viscoso incompressvel. 3.10 Teoria da Camada Limite. 4 Mecnica dos materiais. 4.1 Elasticidade. 4.2 Plasticidade. 4.3 Concentrao de tenses. 4.4 Mecnica da fratura linear elstica. 4.5 Fadiga de materiais. 4.6 Flambagem. 5 Mecnica dos slidos. 5.1 Esttica. Equilbrio de corpos estruturais. Sistemas estruturais. Propriedades geomtricas. 5.2 Cinemtica. Posio, velocidade e acelerao de um corpo rgido. Teoremas cinemticos. Movimento de corpo rgido. Sistemas mecnicos. 5.3 Dinmica. Tensor de inrcia. Quantidade de movimento. Equao de movimento. 5.4 Trao, compresso e cisalhamento. 5.5 Membros carregados axialmente. 5.6 Toro. 5.7 Tenses em vigas. 5.8 Anlise de tenso e deformao. 5.9 Aplicaes de tenso plana. 5.10 Deflexo de vigas. 6 Instalaes termomecnicas. 6.1 Trocadores de calor com e sem mudana de fase. 6.2 Ciclo de refrigerao por compresso de vapor. 6.3 Componentes e controles de sistemas de refrigerao. 6.4 Torres de resfriamento e condensadores evaporativos. 6.5 Clculo de carga trmica. 6.6 Cmaras frigorficas. 6.7 Projetos de sistemas de refrigerao. 6.8 Ventilizao. Dimensionamento bsico. Caractersticas gerais dos equipamentos. 6.9 Carga trmica. 6.10 Processos psicromtricos. 6.11 Equipamentos para climatizao. 6.12 Sistemas de ar condicionado. 7 Mquinas trmicas. 7.1 Compressores, turbinas a gs e turboreatores. 7.2 Motores de combusto internas, teoria da combusto, carburao, injeo, ciclos reais, centrais trmicas a vapor d'gua. 8 Materiais de construo mecnica. 8.1 Propriedades e comportamentos de materiais. 8.2 Ligaes qumicas. 8.3 Ordenao e desordem atmica nos slidos. 8.4 Metais monofsicos. 8.5 Fases moleculares. 8.6 Materiais cermicos. 8.7 Materiais polifsicos: diagramas de equilbrio, microtexturas e processamentos trmicos. 8.8 Diagrama ferro-carbono. 8.9 Corroso. 8.10 Ao e ferros fundidos. 8.11 Metais no ferrosos. 9 Metrologia. 9.1 Terminologia. Sistemas internacional de unidades. Medio direta e indireta. Padres e calibrao: Blocos padres. 9.2 Sistemas de tolerncias e ajustes. 9.3 Tolerncias geomtricas. 9.4 Rugosidade superficial. 9.5 Sistemas de medio. 9.6 Medio de roscas e engrenagens. 10 Sistemas fluido-mecnicos. 10.1 Mquinas de fluxo. 10.2 Equao fundamental das mquinas de fluxo. 10.3 Perdas e rendimentos nas mquinas de fluxo. 10.4 Anlise dimensional e semelhana nas mquinas de fluxo. 10.5 Altura de colocao de uma mquina de fluxo. 10.6 Curvas caractersticas para bombas e turbinas. 10.7 Dispositivos hidrulicos especiais. 11 Termodinmica. 11.1 1a lei da termodinmica. 11.2 Propriedades e relaes termodinmicas. 11.3 2a lei da termodinmica. 11.4 Anlise de energia. 11.5 Sistemas de potncia a vapor e a gs. 11.6 Sistemas de refrigerao e bombas de calor. 11.7 Misturas de gases ideais e psicrometria. 12 Transferncia de calor. 12.1 Conduo, conveco e radiao. 13 Dinmica de estruturas. 13.1 Procedimentos de discretizao. 13.2 Mtodos de matrizes de transferncia. 13.3 Sntese modal. 13.4 Resoluo de problemas de valor prprio. 13.5 Modelagem do amortecimento. 13.6 Identificao modal. 13.7 Correo de modelos. 14 Noes gerais de controles de fases de projetos. 15 Noes de automao. 15.1 Comandos e controles em instalaes termodinmicas. 15.2 Noes gerais de tubulaes industriais. 16 Sistemas de captao de p. 17 Noes gerais de pintura e proteo catdica. 111 - Engenheiro Agrnomo. 1 Agronomia e cincias ambientais. 1.1 Organizao da classe agronmica e do setor agrcola. 1.2 A agronomia e o desenvolvimento sustentvel. 1.3 Planta, gua e solo. 1.4 Ecossistemas, manejo e impactos ambientais. 1.5 Influncia do clima nos ecossistemas naturais e agroindustriais. 1.6 Poluio ambiental rural. 1.7 Conservao dos recursos naturais. 1.8 Saneamento bsico rural. 2 Administrao rural e comercializao agrcola. 2.1 Administrao rural. 2.2 Capital e custo de produo. 2.3 Medidas de resultado econmico. 2.4 Fatores que afetam os resultados econmicos. 2.5 Comercializao. 2.6 Crdito rural e seguro rural. 2.7 Planejamento agrcola. 3 Agroclimatologia. 3.1 Climatologia, meteorologia e agroclimatologia ou meteorologia agrcola. 3.2 Instrumentao e observao meteorolgica. 3.3 Atmosfera. 3.4 Radiao solar e plantas cultivadas. 3.5 Temperatura do ar e do solo e plantas cultivadas. 3.6 Vento e plantas cultivadas. 3.7 A gua na atmosfera. 3.8 Necessidade hdrica das culturas. 3.9 Proteo das plantas contra os efeitos adversos do tempo. 3.10 Zoneamento agroclimtico. 4 Conservao do solo e da gua. 4.1 Sustentabilidade do uso dos recursos solo e gua. Eroso. 4.2 Erosividade da chuva. Infiltrao, escoamento e conservao da gua. 4.3 Erodibilidade do solo. 4.4 Manejo da matria orgnica do solo. 4.5 Modelos de preciso de eroso e seu uso na conservao do solo. 4.6 Prticas conservacionistas de carter mecnico. 4.7 Sistemas de preparo do solo. 4.8 Tcnicas de manejo cultural. 5 Solos da regio amaznica. 5.1 Caractersticas e propriedades qumica, fsica, biolgica e morfologia. 5.2 Classificao dos solos. 5.3 Capacidade de uso dos solos. 5.4 Prticas conservacionistas do solo. Adubos, corretivos, adubao e calagem. 6 Extenso rural. 6.1 Desenvolvimento rural. 6.2 A extenso rural na amaznia. 6.3 O meio rural amaznico. 7 Fitotecnia. 7.1 Principais culturas da regio amaznica. 7.2 Tcnicas de cultivos de grandes culturas e de culturas olercolas. 7.3 Cultivo de espcies frutferas, ornamentais e florestais. 7.4 Fronteiras agrcolas fitogeogrficas brasileiras. 7.5 Produtividade agrcola. 7.6 Tecnologias de sementes. 7.7 Relao solo-gua-clima-planta. 8 Fitossanidade. 8.1 Fitopatologia e entomologia agrcola. 8.2 Defensivos agrcolas. 8.3 Manejo e controle integrado de doenas, pragas e plantas daninhas. 8.4 Receiturio agronmico. 9 Agricultura de Baixo Carbono. 9.1 Conceito, objetivo, linhas de crditos e iniciativas financiadas. 10 Tecnologia de gros e sementes aps a colheita. 10.1 Secagem. 10.2 Beneficiamento. 10.3 Armazenagem. 11 Topografia. 11.1 Coordenadas geogrficas. 11.2 Levantamentos topogrficos planimtricos e altimtricos. 12 Planejamento agrcola. 12.1 Noes de projetos. 12.2 Ciclo de vida do projeto e suas fases. 13 Geoprocessamento. 13.1 Princpios fsicos e elementos de interpretao. 13.2 Sistemas de sensoriamento remoto. 13.3 Interpretao de imagens. 13.4 Fotointerpretao e fotogrametria. 13.5 Restituio. 13.6 Tomada, transmisso, armazenamento, processamento e interpretao de dados. 13.7 Georreferenciamento. 14 Sistemas de irrigao e drenagem. 14.1 Irrigao por sulcos, por inundao, por asperso
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convencional, por piv central e localizada. 14.2 Drenagem subterrnea. 15 Mquinas agrcolas. 15.1 Mecanizao agrcola. 15.2 Energia, motores e tratores. 15.3 Preparo do solo. 15.4 Semeadura e plantio. 15.5 Defesa fitossanitria e pulverizadores. 15.6 Colheita e colhedoras. 112 - Estatstico. 1 Populao e amostra. 1.1 Tcnicas de amostragem. Amostragem aleatria simples, tamanho amostral, estimadores de razo e regresso, amostragem estratificada, amostragem sistemtica, amostragem por conglomerados e mtodos de seleo com probabilidades desiguais. 2 Sries Estatsticas. 2.1 Anlise e interpretao de dados em tabelas. 3 Dados absolutos e dados relativos. 3.1 Percentagens. 3.2 ndices, coeficientes e taxas. 4 Grficos estatsticos. 4.1 Anlise e interpretao de dados em grficos. 5 Organizao de dados em estatstica. 5.1 Dados no agrupados. 5.2 Dados agrupados sem intervalo de classe. 5.3 Dados agrupados com intervalo de classe. 6 Estatstica descritiva e anlise exploratria de dados. 6.1 Distribuies de frequncias. 6.2 Medidas descritivas de locao e de disperso. 7 Medidas de posio. 7.1 Mdia, moda, mediana e separatrizes. 8 Medidas de Disperso. 8.1 Amplitude, varincia, desvio padro e coeficiente de variao. 9 Medidas de assimetria e curtose. 10 Correlao, disperso e regresso linear simples. 11 Probabilidade. 11.1 Noes primitivas: conjunto, nmeros (naturais, inteiros, racionais, irracionais e reais), anlise combinatria (arranjos, combinaes e permutaes, arredondamentos de dados, fraes e razes). 11.2 Definies bsicas e axiomas. 11.3 Experimento aleatrio, espao amostral, eventos e probabilidade. Variveis aleatrias discretas e contnuas. 11.4 Eventos complementares, independentes e mutuamente exclusivos. 11.5 Probabilidade condicional e independncia. 11.6 Funo de distribuio, funo de probabilidade, funo de densidade, esperana e momentos. 12 Distribuio normal ou de Gauss. 12.1 Utilidades, propriedades e caractersticas da curva normal. 12.2 Parmetros da curva normal. 12.3 Curva normal padronizada. 12.4 rea entre valores, valores que limitam rea e interpretao de valores. 13 Distribuies especiais. 14 Distribuies condicionais e independncia. 14.1 Esperana condicional. 14.2 Lei dos Grandes Nmeros. 14.3 Teorema Central do Limite. 14.4 Amostras aleatrias. 15 Distribuies amostrais. 15.1 Estimao pontual. 15.2 Mtodos de estimao. 15.3 Propriedades dos estimadores. 15.4 Estimao por intervalos. 15.5 Testes de hipteses. 113 - Gegrafo. 1 Clima da Amaznia e interrelaes. 2 Formao scio-espacial de bacias hidrogrficas. 3 Geoarqueologia, domnios de natureza e territorialidades. 4 Recursos hdricos e sociedade na Amaznia. 5 Sistemas precipitantes tropicais. 6 Hidrografia e potamologia da Amaznia. 7 Pedologia. 8 Cartografia da Amaznia e geoprocessamento. Interpretao de imagens. 9 Geomorfologia: processos geodinmicos superficiais. 10 Polticas e organizao do espao agrrio. Ordenamento territorial. 11 Espao, territrio e cultura na Amaznia. 12 Geografia, educao ambiental e os novos paradigmas. 13 Paisagem, territrio e cultura. 14 Territorialidades das cidades e dos assentamentos humanos na Amaznia. 15 Avaliao e planejamento ambiental. 16 Geografia poltica e econmica da Amaznia. 114 - Qumico. 1 Fundamentos da Qumica. 1.1 Estrutura 1.2 Transformaes. 2 Bioqumica. 2.1 Bioqumica metablica. 3 Qumica dos elementos. 4 Compostos orgnicos. 4.1 Estrutura e propriedades. 4.2 Reatividade. 5 Anlise qumica. 6 Qumica quntica. 7 Termodinmica qumica. 8 Microbiologia bsica. 9 Bioqumica e biologia molecular. 10 Processos biotecnolgicos. 11 Processos qumicos orgnicos. 12 Reatores qumicos. 13 Gesto ambiental. 13.1 Tratamento de gua e efluentes. 13.2 Anlise de impacto ambiental. 13.3 Avaliao de impactos ambientais. 13.4 Legislao ambiental. 14. Energias alternativas. 115 - Zootecnista. 1 Agricultura, anatomia animal, botnica, ecologia, fsica, gesto ambiental e zoologia aplicadas a zootecnia. 2 Noes de qumica analtica. 3 Agrometeorologia. 4 Fisiologia. 4.1 Fisiologia vegetal. 4.2 Fisiologia e comportamento animal. 5 Metabolismo animal. 6 Tcnicas experimentais com animais. 7 Higiene e profilaxia animal. 8 Nutrio e melhoramento animal. 9 Forragicultura. 10 Etnologia e ezoognsia. 11 Produo animal. 11.1 Peixes. 11.2 Aves. 11.3 Sunos. 11.4 Bovinos de corte e de leite. 11.5 Caprinos. 11.6 Ovinos. 11.7 Bubalinos. 11.8 Equinos. 11.9 Rs. 11.10 Apicultura e criaes alternativas. 11.11 Produo e preservao de animais silvestres. 11.12 Reproduo animal. 12 Processamento de produtos de origem animal. 13 Alimentos e alimentao. 13.1 Anlise de alimentos. 13.2 Polticas pblicas de segurana alimentar. 14 Fertilidade e adubao dos solos. 15 Georreferenciamento e topografia na Amaznia. 16 Bioclimatologia zootcnica. 17 Administrao rural. 17.1 Planejamento da empresa rural. 17.2 Agronegcios. 17.3 Comunicao e extenso rural. 18 Biotica e legislao profissional. 201 - Agente Administrativo. 1 Qualidade no atendimento ao pblico. Comunicabilidade, apresentao, ateno, cortesia, interesse, presteza, eficincia, tolerncia, discrio, conduta e objetividade. 2 Trabalho em equipe. 2.1 Personalidade e relacionamento. 2.2 Eficcia no comportamento interpessoal. 2.3 Fatores positivos do relacionamento. 2.4 Comportamento receptivo e defensivo, empatia e compreenso mtua. 3 Conhecimentos bsicos de administrao. 3.1 Caractersticas das organizaes formais: tipos de estrutura organizacional, natureza, finalidades e critrios de departamentalizao. 3.2 Processo organizacional: planejamento, direo, comunicao, controle e avaliao. 3.3 Comportamento organizacional: motivao, liderana e desempenho. 4 Patrimnio. 4.1 Conceito. 4.2 Componentes. 4.3 Variaes e configuraes. 5 Hierarquia e autoridade. 6 Eficincia, eficcia, produtividade e competitividade. 7 Processo decisrio. 8 Planejamento administrativo e operacional. 9 Diviso do trabalho. 10 Controle e avaliao. 11 Motivao e desempenho. 12 Liderana. 13 Gesto da qualidade. 14 Tcnicas de arquivamento: classificao, organizao, arquivos correntes e protocolo. 15 Noes de cidadania. 16 Noes de uso e conservao de equipamentos de escritrio. 17 Compras na Administrao Pblica. 17.1 Licitaes e contratos. 17.2 Princpios bsicos da licitao. 17.3 Legislao
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pertinente. 17.4 O processo de compras governamentais ligados ao SIASG. 17.5 Sistema de cotao eletrnica de preos. 17.6 Sistema de registro de preos. 17.7 Prego.
ANEXO III - MODELO DE REQUERIMENTO PARA AS PESSOAS COM DEFICINCIA OU QUE TEM NECESSIDADES ESPECIAIS REQUERIMENTO DE VAGA PARA PESSOAS COM DEFICINCIA O(A) candidato(a) ________________________________________________________, CPF no o ______________________, Inscrio n ______________________, candidato(a) ao concurso pblico destinado ao provimento de cargos pblicos do Quadro de Pessoal Permanente da Superintendncia do Desenvolvimento da Amaznia - SUDAM, para o cargo de ___________________________, cdigo _________, regido pelo Edital no 1 do Concurso Pblico 1/2013 - SUDAM, de 27 de junho de 2013, vem requerer vaga especial para pessoas com deficincia. Nessa ocasio, o(a) referido(a) candidato(a) apresentou laudo mdico com a respectiva Classificao Estatstica Internacional de Doenas e Problemas Relacionados Sade (CID), no qual constam os seguintes dados: Tipo de deficincia que possui:________________________________________________. Cdigo correspondente da (CID): _______________________________________________. Nome e nmero de registro no Conselho Regional de Medicina (CRM) do mdico responsvel pelo laudo: _________________________________. Observao: no sero considerados como deficincia os distrbios de acuidade visual passveis de correo simples, tais como, miopia, astigmatismo, estrabismo e congneres. Ao assinar este requerimento, o(a) candidato(a) declara sua expressa concordncia em relao ao enquadramento de sua situao, nos termos do Decreto Federal no 5.296, de 2 de dezembro de 2004, publicado no Dirio Oficial da Unio de 3 de dezembro de 2004, sujeitando-se perda dos direitos requeridos em caso de no homologao de sua situao, por ocasio da realizao da percia mdica. REQUERIMENTO DE PROVA ESPECIAL E(OU) TRATAMENTO ESPECIAL Marque com um X no quadrado correspondente caso necessite, ou no, de prova especial e(ou) de tratamento especial. ( ) No h necessidade de prova especial e(ou) de tratamento especial. ( ) H necessidade de prova e(ou) de tratamento especial. No quadro a seguir selecione o tipo de prova e (ou) o(s) tratamento(s) especial(is) necessrio(s).
1 Necessidades fsicas: ( ) sala para amamentao (candidata que tiver necessidade de amamentar seu beb) ( ) sala trrea (dificuldade para locomoo) ( ) sala individual (candidato com doena contagiosa /outras) ( ) maca ( ) mesa para cadeira de rodas ( ) apoio para perna ( ) mesa e cadeira separadas ( ) gravidez de risco ( ) obesidade 1.1 Auxlio para preenchimento ( ) dificuldade/impossibilidade de escrever ( ) da folha de respostas da prova objetiva 1.2 Auxlio para leitura (ledor) ( ) dislexia ( ) tetraplegia 2 Necessidades visuais (cego ou pessoa com baixa viso) ( ) auxlio na leitura da prova (ledor) ( ) prova em braille ( ) prova ampliada (fonte entre 14 e 16) ( ) prova superampliada (fonte 28) 3 Necessidades auditivas (perda total ou parcial da audio) ( ) intrprete de Lngua Brasileira de Sinais (LIBRAS) ( ) leitura labial ( ) uso de aparelho auditivo 4 Outros ( ) Tempo Adicional mediante justificativa mdica
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