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Timestamp: 2018-08-16 18:47:23+00:00
Document Index: 1919369

Matched Legal Cases: ['Artigo 6', 'Artigo 7', 'Artigo 7', 'Artigo 9', 'Artigo 11', 'Artigo 16', 'Artigo 8']

CSHG RECEBIVEIS IMOBILIARIOS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII - PDF
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Lucas Gabriel Schmidt Cabral
1 CSHG RECEBIVEIS IMOBILIARIOS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII CNPJ / Administradora: Credit Suisse Hedging-Griffo Corretora de Valores S.A. CNPJ: / I. Objeto do Fundo Relatório de Administração O CSHG RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS BC FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII, cadastrado junto a Comissão de Valores Mobiliários sob o código (141-4) em 13 de janeiro de 2010, é um Fundo de Investimento Imobiliário regido pelo seu Regulamento, pela Instrução CVM nº 472/08 e pelas disposições legais e regulamentares que lhe forem aplicadas. Constituído sob a forma de condomínio fechado, é uma comunhão de recursos e tem por objeto o investimento em empreendimentos imobiliários por meio da aquisição, preponderantemente, de Certificados de Recebíveis Imobiliários ( CRI ), desde que atendam aos critérios definidos na política de investimentos do Fundo. II. Emissão de Cotas O Fundo realizou 02 emissões de cotas desde seu início, totalizando cotas. A 1ª emissão, de cotas, teve registro de distribuição pública junto à CVM em 27/10/2009 e foi integralizada em sua totalidade. A 2ª emissão, de cotas, teve registro de distribuição pública junto à CVM em 27/10/2009 e foi integralizada em sua totalidade. A oferta secundária da totalidade das cotas do Fundo teve registro de distribuição pública junto à CVM em 04/05/2010 e foi distribuída em sua totalidade. III. Negócios Realizados no Semestre Durante o segundo semestre de 2012 o Fundo adquiriu os seguintes ativos, de acordo com sua política de investimentos: Tipo Ativo Emissor Taxa Indexador Vencimento Valor Líquido (R$) 94% do CDI LCI - Mortgages - 31/08/ LCI - Santander 90.5% do CDI - 17/10/ % do CDI LCI - Mortgages - 02/01/ LCI - Santander 89.75% do CDI - 17/01/ LCI - ABC 95% do CDI - 30/01/ % CRI Securities IGP-M 20/10/ % CRI Securities IGP-M 13/05/ ªEM-3 BI Invest CRI 5.2% IGP-M ªEM-90 RB Capital CRI 1.25% CDI Total
2 O Fundo vendeu os seguintes ativos no período: Tipo Ativo Emissor Taxa Indexador Vencimento Valor Líquido (R$) LCI - Mortgages 95% do CDI CRI Securities 8.25% IGP-M 14/02/ CRI Securities 8.25% IGP-M 14/07/ CRI Securities 8.25% IGP-M 14/07/ CRI Securities 8.25% IGP-M 05/09/ CRI Securities 8.25% IGP-M 14/01/ Total IV. Programa de Investimentos Em foi aprovada, através de consulta formal enviada aos cotistas, a alteração da política de investimentos do Fundo. Seguem abaixo as alterações: Visando adaptar o Fundo à nova realidade do mercado de ativos financeiros em que este investe, a Administradora realizou as seguintes alterações na política de investimento do Fundo: (a) (b) Excluir a exigência de aplicação preponderante em CRI comerciais, mediante ajuste ao disposto no Parágrafo Primeiro do Artigo 6º do Regulamento; Estabelecer que os créditos imobiliários representados por CRI deverão ter as características descritas abaixo, mediante alteração do Artigo 7º do Regulamento: I. Valor do saldo devedor do crédito em relação ao valor de avaliação do imóvel (Loan To Value LTV ) máximo de 75% para imóveis comerciais e 80% para imóveis residenciais, exceto no caso de imóveis em construção (recebíveis não performados) em que os valores permanecem depositados em conta vinculada; II. III. IV. Prazo total de duração de no máximo 20 (vinte) anos; Garantia real do imóvel-lastro ou de cotas/ações do veículo detentor do imóvellastro; Saldo devedor, no momento de sua aquisição pelo Fundo, de no máximo 10% do patrimônio líquido do Fundo; e V. Rating mínimo inicial, verificado quando da aquisição do CRI pelo Fundo, equivalente a Investment Grade (BBB) ou classificação correspondente. (c) (d) Exclusão do limite de 50% (cinquenta por cento) do patrimônio líquido do Fundo permanecer aplicado em CRI com lastro em imóveis residenciais, com a consequente exclusão dos Parágrafos Primeiro e Segundo do Artigo 7º do Regulamento; Aprimorar redação do Artigo 9º do Regulamento, a fim de especificar que o regime fiduciário deve ser instituído na forma de que trata a Lei nº 9.514/97;
3 (e) (f) (g) Alteração do Artigo 11 do Regulamento do Fundo, a fim de especificar que o Fundo poderá alienar ativos integrantes do seu patrimônio a qualquer um de seus cotistas, a terceiros interessados, e a partes relacionadas ao Administrador do Fundo ou fundos de investimento administrados ou geridos pelo Administrador ou partes a ele relacionadas; Inclusão, no Artigo 16 do Regulamento, da possibilidade de investimento pelo Fundo em: (i) certificados de potencial adicional de construção emitidos com base na Instrução CVM nº 401, de 29 de dezembro de 2003 ( CEPAC ); e (ii) desde que a emissão ou negociação tenha sido objeto de registro ou de autorização pela CVM, debêntures, certificados de depósito de valores mobiliários, cédulas de debêntures, cotas de fundos de investimento, notas promissórias, e quaisquer outros valores mobiliários permitidos nos termos da Instrução CVM nº 472, desde que se trate de emissores cujas atividades preponderantes sejam permitidas aos FII; e Exclusão dos requisitos de verificação para investimento em LCI e LH, nos termos do Artigo 8º do Regulamento, com a sua consequente exclusão. V. Conjuntura Econômica e Perspectivas O ano de 2012 representou mais um período de incerteza no cenário econômico mundial, com recessão na problemática Zona do Euro (redução do PIB), leve desaceleração na China apesar do crescimento expressivo e continuação da gradual retomada dos Estados Unidos após a recessão de 2008/09. Não faltam desafios econômicos para cada um desses blocos superarem nos próximos anos, mas após o crescimento global mais baixo desde 2009 espera-se que em 2013 o mundo apresente sinais de recuperação, com números mais convincentes. O mercado projeta para o próximo ano uma recuperação maior que em 2012, que contempla a saída da área do euro da recessão, o maior crescimento do PIB global, atrelado ao desempenho dos emergentes, e a estabilização da economia americana, que crescerá mais lentamente devido ao abismo fiscal e à baixa expansão do consumo. Em relação à economia brasileira, 2012 foi o ano da intervenção governamental na economia. A agenda para estimular o crescimento adotada pelo governo e pelo Banco Central levou o juro básico da economia para o nível mais baixo da história do país: 7,25% ao ano. Economistas divergem em relação à manutenção da taxa no patamar mais baixo, principalmente por conta da pressão inflacionária que aos poucos aparece traduzida no IPCA e IGP-M, calculados mensalmente. Além da expansão monetária, que deveria estimular o consumo, concessão de crédito e investimento privado, o governo também reduziu os spreads bancários, anunciou desoneração da folha de pagamento de diversos setores, com destaque para o setor elétrico, e adotou medidas fiscais como IPI mais baixos para carros, linha branca e móveis. Tamanho esforço, entretanto, ainda não causou grandes impactos no crescimento do PIB, que fechou 2012 com alta de apenas 0.9% em relação a 2011 quando também não houve um grande desempenho (2.7%). O grande gargalo da economia brasileira, segundo especialistas, é o fato do investimento não ter crescido na proporção que o governo esperava. Desta forma, a projeção do Mercado de crescimento do PIB próximo de 4% em 2013 depende muito do investimento privado e por consequência da confiança dos empresários. A menor taxa de juros da história combinada com as medidas para expandir o crédito beneficiaram amplamente o mercado imobiliário brasileiro em Os fundos imobiliários apresentaram aumento significativo do número de ofertas e da liquidez no mercado secundário consolidando-se como uma alternativa de investimento com relação de risco e retorno atrativa - à renda fixa, que
4 deixou de ser atrativa com as consecutivas quedas na SELIC. Considerando a baixa expansão do PIB do país de 0.9% em um ano tão positivo para o setor, acreditamos que ainda há potencial de expansão para o setor em VI. Valor de Mercado dos Ativos O Fundo não possui ativos imobiliários. VII. Relação dos Encargos e Obrigações Contraídas no Período Período a a PL Médio Encargos R$ (%)* R$ (%)* Serviços de Terceiros Taxa Administração Taxa de Fiscalização CVM Outras despesas Total *Os percentuais acima foram calculados com base no Patrimônio Líquido médio do período. VIII. Resultados e Rentabilidade O fundo recebe, mensalmente, o resultado gerado pelos empreendimentos que compõem o seu patrimônio imobiliário e a rentabilidade auferida pelos investimentos em ativos financeiros. Durante o segundo semestre de 2012 o Fundo auferiu rendimentos que somaram R$ 73,05 por cota. De acordo com a Lei o Fundo enquadra-se na relação dos Fundos com isenção de IR. O cotista (pessoa física) que detém participação inferior a 10% tem direito a isenção do imposto de renda sobre os rendimentos distribuídos pelo Fundo mensalmente. O valor patrimonial da cota, por ocasião dos balanços, nos últimos 4 (quatro) semestres, bem como a rentabilidade apurada no período, estão assim representados: Data Patrimônio Líquido Número de Cotas Valor patrimonial da cota Rentabilidade Semestral Variação do Valor Patrimonial da cota Rendimentos auferidos* , ,56 0,43% 6,57% , ,35-0,50% 4,66% , ,42 0,48% 4,80% , ,87-0,91% 7,31% *Rentabilidade considerando rendimentos auferidos no semestre sobre o valor de emissão da cota na data da primeira integralização, de R$ 1.000,00 (21 de dezembro de 2009).
5 IX. Agradecimentos Agradecemos aos Senhores Cotistas a preferência e a credibilidade depositada em nossa instituição, colocando-nos ao inteiro dispor para eventuais esclarecimentos. São Paulo, 28 de março de Credit Suisse Hedging-Griffo Corretora de Valores S.A. Administradora do CSHG Recebíveis Imobiliários Fundo de Investimento Imobiliário FII Diretor Responsável: André Luiz de Santos Freitas Contador Responsável: Luiz Carlos Altemari CRC 1SP
CSHG Recebíveis Imobiliários Fundo de CNPJ n 11.160.521/0001-22 (Administradora: Credit Suisse Hedging-Griffo Corretora de Valores S.A.) (CNPJ n 61.809.182/0001-30) KPDS 109591 Conteúdo Relatório dos auditores