Source: http://www.deacortelazzi.com/2009_10_01_archive.html
Timestamp: 2017-03-30 16:35:39+00:00
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Cantinho da Déa: Outubro 2009
O prazo para inscrições de docentes interessados em participar do processo de atribuição de aulas/classes na rede estadual em 2010 foi prorrogado até o dia 13 de novembro. Os candidatos deverão se apresentar nas Diretorias Regionais de Ensino de sua preferência. Os endereços podem ser encontrados no site www.educacao.sp.gov.br.
A Portaria-DRHU 72, expedida pela Secretaria da Educação, no último dia 13 de outubro, dispõe sobre o cronograma e as diretrizes do processo de atribuição de classes e aulas para o próximo ano letivo. "Com essa Portaria, estamos facilitando o acesso de todos os candidatos às vagas de professores da rede estadual de ensino e melhorando a dinâmica das atribuições de classes e aulas", afirma o secretário Paulo Renato Souza. Os candidatos à contratação devem ter diploma de Licenciatura ou ter diploma de bacharel ou de tecnólogo de nível superior ou ser aluno do curso regular de Licenciatura Plena. Esses candidatos ainda farão uma prova de classificação, com inscrição via Internet em período a ser divulgado no Diário Oficial do Estado. As datas e horários da realização desse exame também serão anunciados oportunamente no edital. Titulares de cargo devem se apresentar em escola Os titulares de cargo classificados nas escolas devem optar pela jornada de trabalho que desejam exercer em 2010, fazendo a inscrição na própria unidade escolar onde atuam, entre os dias 1º e 11 de dezembro. Estes professores não participarão do exame. Os cronogramas das fases de classificação dos inscritos e de atribuição de classes e aulas do processo do ano letivo de 2010 serão estabelecidos em Portaria-DRHU que se publicará oportunamente.
fonte:http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/
Deverá ser observado o disposto na Resolução SE nº 73, de 22 de outubro de 2009, para o devido cumprimento das exigências estabelecidas no artigo 1º das disposições transitórias da Lei Complementar nº 1.093 de 16.7.09.fonte:http://189.19.12.86/sumula/quadro.htm
Institui o sistema de promoção para os integrantes do Quadro do Magistério da Secretaria da Educação e dá outras providências O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei complementar: Artigo 1º - Fica instituído, nos termos desta lei complementar, o sistema de promoção para os integrantes do Quadro do Magistério da Secretaria da Educação. Artigo 2º - Promoção é a passagem do titular de cargo das classes de docentes, de suporte pedagógico e de suporte pedagógico em extinção, para faixa imediatamente superior da que estiver enquadrado, mediante aprovação em processo de avaliação teórica, prática ou teórica e prática, de conhecimentos específicos, observados os interstícios, os requisitos, a periodicidade e as demais condições previstas nesta lei complementar. § 1º - O interstício mínimo para fins de promoção de trata o “caput” deste artigo, computado sempre o tempo de efetivo exercício do servidor, é de 4 (quatro) anos na faixa inicial e de 3 (três) anos nas faixas subsequentes. § 2º - Os interstícios serão computados a partir da data:1- do início do exercício no cargo, na faixa inicial; 2- da última promoção, nas demais faixas. § 3º - Interromper-se-á o interstício a que se refere o § 1º deste artigo quando o servidor estiver em uma das situações previstas nos incisos I a VI do artigo 23 da Lei Complementar nº 836, de 30 de dezembro de 1997. Artigo 3º - Para participar do processo de avaliação de que trata o “caput” do artigo 2º desta lei complementar, o servidor deverá estar classificado na unidade de ensino ou administrativa há pelo menos 80% (oitenta por cento) do tempo fixado como interstício para a promoção a que concorre e somar pelo menos 80% (oitenta por cento) do máximo de pontos possível da tabela de freqüência, de acordo com sua assiduidade ao trabalho. § 1º- Observado o disposto nos §§ 1º e 2º do artigo 2º desta lei complementar, os critérios para a contagem do tempo de permanência na unidade de ensino ou administrativa e a tabela de freqüência serão estabelecidos em decreto, mediante proposta da Secretaria da Educação. § 2º- A tabela de freqüência estabelecerá pontuação especial para os servidores que não usufruírem de abonos de faltas, a qualquer título, previstos na legislação.Fonte:http://www.imprensaoficial.com.br/LEIA NA INTEGRA Postado por
Clipping Educacional - da Agência Senado/da Folha Online O Senado Federal aprovou por unanimidade nesta quarta-feira a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 96A/03 que reduz anualmente, a partir do exercício de 2009, o percentual da DRU (Desvinculação das Receitas da União) incidente sobre os recursos destinados à manutenção e ao desenvolvimento do ensino.
Criada em 1994 com o nome de Fundo Social de Emergência, a DRU permite à União retirar da área 20% dos recursos que, pela Constituição, teriam que ser destinados ao setor. Pela proposta, a alíquota que era de 20% cai para 12,5% no exercício de 2009 e 5% em 2010. Em 2011, não haverá mais a incidência da DRU na educação. O ministro Fernando Haddad (Educação) --que acompanhou a votação--, afirmou que o Congresso corrige uma distorção do passado. Segundo ele, desde 1994, a educação vem perdendo cerca de R$ 10 bilhões por ano com a DRU. "Fizemos as contas e a educação perdeu cerca de R$ 100 bilhões nesse período. Poderíamos ter formado todos os professores e matriculado todas as crianças na educação infantil", disse. Embora o fim da desvinculação dos recursos para a educação só esteja previsto para ocorrer a partir de 2011, a PEC estabelece redução da DRU já em 2009 e 2010, liberando verbas extras de R$ 4 bilhões e R$ 7 bilhões, respectivamente. Parte do valor poderia ser repassado a Estados e municípios, responsáveis pela oferta do ensino médio e da pré-escola, respectivamente. O Orçamento da educação neste ano é de cerca de R$ 41 bilhões. A previsão para o próximo ano é que seja R$ 50 bilhões. A PEC também torna obrigatório o ensino para crianças e jovens de 4 a 17 anos. Hoje, a obrigatoriedade abrange a faixa etária de 6 a 14 anos. Com isso, seriam acrescentados dois anos da pré-escola e o ensino médio. Durante a tramitação da proposta, a mudança da obrigatoriedade do ensino foi apoiada pelo Ministério da Educação. Pela Constituição, os pais e o poder público podem ser responsabilizados pelas crianças fora da escola. De acordo com Haddad, os recursos da desvinculação serão investidos na universalização da pré-escola e do ensino médio. A matéria segue, agora, para promulgação.
Fernanda Calgaro Clipping Educacional - Do G1, em São Paulo
Segundo Inep, mudança atendeu a um pedido da Secretaria Estadual.São aplicadas provas de matemática e português para a 4ª e 8ª séries.Estudantes participam da última edição da Prova Brasil (Foto: Júlio César Paes/MEC/Divulgação)A Prova Brasil, que avalia estudantes da 4ª e da 8ª séries do ensino fundamental das redes públicas, será aplicada em datas diferentes em São Paulo do que no restante do país. Segundo o Ministério da Educação, a mudança foi feita a pedido da Secretaria Estadual de Educação.
FÁBIO TAKAHASHIClipping Educacional - da Folha de S.Paulo
FOLHA - Como o sr. avalia a proposta aprovada em São Paulo?GUSTAVO IAIES - É um conceito que, acima da discussão de quais resultados trará, é justo. Concordo com a diferenciação entre os professores, o que considera a superação individual. É um valor presente em nossas vidas. Além disso, precisamos buscar mecanismos de melhora, formas que estimulem os docentes a se esforçarem.
FOLHA - Com base em experiências de outros países da América Latina, como o sr. analisa a ideia de avaliar e premiar os melhores professores?IAIES - As experiências ainda são muito recentes para tirarmos conclusões. A única que possui mais de 20 anos é a cubana. Mas, em tese, concordo em premiar os melhores.
FOLHA - Quais são as experiências desse tipo na região?IAIES - A avaliação é adotada com diferentes objetivos. No Chile [país com os melhores indicadores], busca-se melhora das práticas docentes. Aqueles que não atingem os objetivos passam a ser acompanhados por um tutor, inclusive durante as aulas. Na Colômbia e no Equador, busca-se instalar a ideia do mérito, com base em resultados em provas aplicadas aos professores.
SP fará 1ª prova para professor em fevereiro
Nota e tempo de permanência na escola serão usados para promoção A primeira prova para promoção de professores da rede estadual de São Paulo foi marcada para o início de fevereiro de 2010. Docentes de 1ª a 5ª série do ensino fundamental farão o exame no dia 3 de fevereiro e os de 6º ao 9º ano, no dia seguinte. O anúncio foi feito ontem pelo secretário estadual da Educação, Paulo Renato Souza. Para diretores e supervisores, o teste será no dia 31 de janeiro.De acordo com o Programa de Valorização pelo Mérito, os educadores passam a ter cinco faixas salariais. Os professores poderão encerrar a carreira ganhando até R$ 6.270, os diretores, R$ 7.100, e os supervisores, R$ 7.800. Estão mantidas as evoluções salariais atuais, baseadas em tempo de serviço e cursos de aprimoramento. "É um incentivo individual para a progressão, feito gradualmente", disse o governador José Serra, ao sancionar a lei. O projeto, de autoria do Executivo, foi enviado em agosto para a Assembleia Legislativa e aprovado sem alteração do original, apesar da atuação dos deputados da oposição e da pressão do sindicato dos professores. O texto será publicado hoje no Diário Oficial do Estado. De acordo com o secretário, 220 mil professores estão aptos a fazer a avaliação no início de 2010. São profissionais com pelo menos quatro anos de magistério na rede. Os temporários estáveis com no mínimo quatro anos de vínculo com a secretaria podem concorrer. Depois de passar para a faixa 2, ele pode ser promovido a cada três anos A cada ano serão promovidos, no máximo, 20% dos professores - índice criado para adequar o aumento de gasto com a folha de pagamento ao orçamento do Estado. "Não é a limitação de promoção a 20% dos professores que vai impedir uma movimentação rápida na carreira", disse Paulo Renato. "Em 25 anos, São Paulo terá 75% dos professores na faixa 5", completou. Segundo ele, o programa trará aumento de 5% na massa salarial do magistério. A folha é de R$ 700 milhões/ano.A lei incorpora o adicional de local de exercício ao salário. O benefício, para os que atuam em área vulnerável, será pago para aposentado na proporção do tempo que ele trabalhou na região.Saiba mais Como vai funcionar: Além de obter na prova uma nota mínima, que aumenta proporcionalmente a faixa salarial pretendida, os professores serão avaliados pela assiduidade e tempo de permanência na mesma escola.A avaliação: Será feita pelo Comitê de Elaboração de Provas, mesmo grupo que formulará os exames para ingresso no magistério estadual e para os professores temporários.fonte:http://www.saopaulo.sp.gov.br/
Anay CuryClipping Educacional - do Agora
A frequência e o tempo de permanência na mesma escola serão requisitos para que os professores possam participar do exame. fonte:http://www.agora.uol.com.br
Da Redação Em São Paulo As datas das provas para professores temporários da rede estadual de São Paulo foram divulgadas na terça-feira (27), durante a sanção do PLC (Projeto de Lei Complementar) 29/2009. As avaliações serão aplicadas nos dias 13 e 20 de dezembro.
Concurso para PEB IIA secretaria também divulgou informações sobre o próximo concurso de docentes: será voltado para professores PEB II (de 6ª a 9ª séries do ensino fundamental) e deverá ser aplicado em duas etapas.
Novo plano de carreiraA lei sancionada ontem cria o Sistema de Promoção no Quadro do Magistério do ensino oficial do Estado de São Paulo, com cinco fixas em cada uma das carreiras: professor, diretor e supervisor. Dentro de cada faixa são mantidas as evoluções previstas na legislação anterior, baseadas em tempo de serviço e cursos que aprimoram a formação.
No dia 31 de janeiro de 2010, acontece a avaliação para diretores e supervisores. Nos dias 3 e 4 de fevereiro, serão avaliados os professores de 1ª a 5ª série do ensino fundamental e de 6ª a 9ª, respectivamente. Cerca de 220 mil professores estão habilitados a fazerem a avaliação já em janeiro. A lei permite a promoção de apenas 20% deste total, que receberá aumento de 25%. Postado por
EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇÃO PARA PROVA - OFA
PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA DOCENTES EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇÃO PARA PROVA
1. A participação no Processo Anual de Atribuição de Classes/Aulas 2010 compreenderá, obrigatoriamente, duas etapas :
2ª Etapa:- Inscrição para realização de prova(s) relativas ao processo Seletivo Simplificado, via Internet, no endereço eletrônico da Fundação VUNESP - www.vunesp.com.br , no período de 03 a 20/11/2009, iniciando se no dia 3 de novembro de 2009 às 10h00 e encerrando-se impreterivelmente no dia 20 de novembro de 2009, às 16h00.
3. Para inscrever-se, o candidato deverá acessar o endereço eletrônico da Fundação VUNESP - www.vunesp.com.br, através do “link” correlato ao Processo Seletivo Simplificado da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, preencher a Ficha de Inscrição, on-line, e transmitir os dados pela Internet, conforme os procedimentos estabelecidos abaixo:
3.2- o candidato que não obtiver o Formulário de Inscrição personalizado deverá preencher os dados solicitados, sendo de sua inteira responsabilidade as informações prestadas.
5. O docente/candidato licenciado em Pedagogia, inscrever se- á para a prova, no campo de atuação Classe.
6. O docente que estiver na condição de readaptado ou afastado a qualquer título, deverá efetuar a sua inscrição, ficando obrigatoriamente classificado, na Diretoria de Ensino à qual estiver jurisdicionada a unidade sede de controle de frequência.
10. O candidato que deixar de realizar a prova, não constará da classificação e, consequentemente, não poderá participar do Processo de Atribuição de Aulas/2010.
Texto do Chalita em seu blog, vale a pena ler
Listagem de remoção
remoção 2009,
Em tempo, ontem (21/10) conversavamos na sala dos professores sobre o assunto Chalita e eu disse que ele iria começar a colocar no ventilador tudo, se o PSDB tentasse tomar o cargo dele....... hehe, ja começou Postado por
21/10/2009 Vinícius Segalla do Agora
A Secretaria Municipal de Educação vai contratar 1.285 professores. O edital do concurso será publicado até o fim deste mês. Os salários iniciais serão de R$ 1.950 para uma jornada de 40 horas-aula e de R$ 1.450 para uma jornada de 30 horas-aula. Saiba mais sobre o concurso na edição impressa do Agora, nas bancas nesta quarta-feira, 21 de outubro
O período de inscrição e a data das provas ainda não foram definidos, e é exatamente isso que está atrasando a publicação do edital, anteriormente prevista para a semana passada. Por enquanto, as inscrições estão marcadas para os dias 3 a 16 de novembro, nas agências do banco Santander e no site da Fundação Carlos Chagas. Os docentes que hoje trabalham na rede em cargos comissionados serão automaticamente inscritos na seleção. Já as provas, provisoriamente, estão agendadas para os dias 10 (educação infantil) e 24 de janeiro (ensino infantil e fundamental 1). Também haverá contagem de títulos. "Pedimos à prefeitura que a data da prova seja alterada. Janeiro é mês de férias dos professores, os candidatos seriam penalizados com o concurso em seu período de descanso. Além disso, haveria pouco tempo para os interessados se prepararem", diz Cláudio Fonseca, presidente do Sinpeem (Sindicato dos Profissionais em Educação no ensino Municipal de São Paulo), que fará um curso preparatório para os exames. A Secretaria Municipal da Educação informou que está avaliando a solicitação. Concurso no domingo
Graças a uma lei municipal, a prefeitura é obrigada a realizar concursos sempre que o número de vagas em aberto em determinado setor superar o limite de 5%. Por isso, os concursos na Educação são frequentes. No próximo domingo, por exemplo, acontecem as provas de um concurso que vai contratar 1.530 docentes para ensino fundamental 2 e médio. São 71.961 candidatos inscritos, que farão provas neste domingo e no dia 1º de novembro. Horários e locais das provas estão no endereço www.fcc.org.br. A ordem de classificação, junto com a contagem de títulos, servirá como critério para a escolha da unidade. Os professores contratados começarão a trabalhar no ano letivo de 2010.
Professores paulistas prometem uma "guerra política" após a aprovação, nesta madrugada, de projeto do governo de São Paulo que prevê reajuste salarial de 25% aos professores da rede estadual mais bem avaliados em uma prova de conhecimentos. Aprovado projeto de reajuste aos professores bem avaliados
Gilberto Dimenstein: É um bom estímulo ao professor "Isso não vai ficar assim não, sentimos o rolo compressor da Assembleia, mas eles vão sentir o rolo compressor da categoria. Todos os deputados que votaram "sim" serão exibidos em cartazes. Vai começar uma guerra politica mesmo, vão pagar o preço de não terem respeitado os educadores." A afirmação é de Maria Izabel Noronha, presidente da Apeoesp (sindicato dos professores do Estado), que avalia que o projeto exclui cerca de 80% dos professores da rede estadual. O projeto cria cinco faixas salariais. A cada avanço, o docente terá aumento de 25%. Por ano, até 20% dos docentes em cada patamar terão o reajuste. O número dependerá da disponibilidade orçamentária. Além da prova, também contará o número de faltas dos docentes e o tempo de permanência na mesma escola. Receberão o aumento os mais bem avaliados nos exames (haverá nota de corte para a ascensão). Noronha afirma que o projeto não respeitou lei que determina que qualquer projeto sobre salários passe por uma comissão de gestão da carreira (lei 836/07). Ela também acredita que o projeto do governo fere a isonomia salarial, prevista na Constituição. José Maria Cancelliero, presidente do CPP (Centro do Professorado Paulista), avalia de forma semelhante a aprovação. "Os deputados votaram na calada da noite, quando quase não havia público. O projeto pulou degraus. Mas vamos até o fim para barrar a lei." Segundo Noronha, a Apeoesp já entrou com ação na Justiça alegando o não cumprimento da lei estadual, e o setor jurídico do sindicato prepara uma Adin (ação direta de inconstitucionalidade) a ser apresentada no STF (Supremo Tribunal Federal). Para Cancelliero, a aprovação do projeto "é um descaso total do governo com o magistério. Eles não respeitam os professores, sequer ouvem as entidades". Com FÁBIO TAKAHASHI, da Folha de S.Paulo Postado por
Robson Bonin e Fernanda Calgaro Clipping Educacional - G1.globo.com - 16.10.09
Câmara debate projeto que pretende legalizar ensino domiciliar no país Crianças poderiam ser educadas em casa pelos pais ou responsáveis. 'Aprovação do projeto seria histórica', diz pai que educa filhos em casa. Um dos pilares do desenvolvimento humano, a educação escolar está no centro de um dilema que promete causar polêmica na Câmara dos Deputados. A Comissão de Educação da Casa discute uma proposta que pretende legalizar a educação domiciliar no Brasil. Apresentado pelos deputados Henrique Afonso (PT-AC) e Miguel Martini (PHS-MG), o projeto modifica a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e obriga o Ministério da Educação a reconhecer o ensino aplicado por pais ou responsáveis fora da sala de aula. Em fase final de discussão, a proposta tem parecer contrário da relatora, deputada Bel Mesquita (PMDB-PA), mas continua no centro dos debates. O parecer da relatora é pela rejeição do projeto, só que esse assunto é tão rico, que chegamos a um entendimento na comissão para adiar a votação desse parecer e manter o debate vivo" O deputado Wilson Picler (PDT-PR) planeja elaborar um calendário de audiências públicas para debater a questão com a sociedade. Nesta quinta-feira (15), ele coordenou uma audiência pública no plenário da Comissão de Educação para tratar do tema. “O parecer da relatora é pela rejeição do projeto, só que esse assunto é tão rico, que chegamos a um entendimento na comissão para adiar a votação desse parecer e manter o debate vivo”, relata Picler. Na próxima semana, Picler vai apresentar à comissão a proposta de levar o debate à sociedade: “Temos três caminhos: construir um substitutivo ao projeto para elaborar melhor os critérios dessa educação domiciliar, retirar o projeto da pauta e adiar a votação ou rejeitar esse projeto atual e apresentar outro mais bem elaborado no próximo ano.” Irmãos estudam em casa O modelo de educação domiciliar já levou o Ministério Público de Minas Gerais a se posicionar contra um casal residente na cidade de Timóteo, localizada a cerca de 200 quilômetros da capital mineira. O caso foi denunciado ao Conselho Tutelar em 2007 por um morador da cidade. Respondendo a um processo por abandono intelectual, o designer autônomo Cleber Nunes, 46 anos, tenta há quase quatro anos conseguir o aval da Justiça para que seus dois filhos adolescentes continuem estudando em casa. Para Nunes, a aprovação do projeto em debate na Câmara representaria “um momento histórico na educação brasileira”. O processo civil ele perdeu. “Entramos com vários recursos depois que a sentença saiu, em 2007, mas todos foram negados.” No entanto, ele não pretende cumprir a sentença, que determina o pagamento de 12 salários mínimos para o estado e a matrícula imediata dos garotos na rede de ensino. “Se fosse algo que fizesse sentido, pagaria correndo, mas não concordo com ela.” O processo criminal, segundo Nunes, está parado desde o final de 2008, depois que os meninos foram aprovados em exames aplicados pela Justiça. Enquanto isso, os irmãos Jonatas, 15 anos, e Davi, 16 anos, que participaram da audiência na Câmara, mantêm a sua rotina. “Eles estudam cerca de seis horas por dia, mas não existe um cronograma fixo de disciplinas. Neste momento, eles estão se dedicando ao estudo do inglês, hebraico, português e informática”, conta a mãe, Bernadeth, 41 anos. Bernadeth abandonou a faculdade de arquitetura no quarto ano para se dedicar à família. “Vimos que podíamos fazer mais pelos meninos. A nossa opção pode ser vista como uma alternativa radical, mas ela é válida e exige bastante do nosso tempo”, apoia Cleber. O rendimento nos estudos é muito melhor. Eles são mais maduros do que jovens da idade deles." Desde 2006, os meninos não frequentam a escola. Davi foi até a sexta série e Jonatas, até a quinta. Os pais garantem que eles não sentem falta. “O rendimento nos estudos é muito melhor. Eles são mais maduros do que os jovens da idade deles. Conseguem até u.fonte:http://www.crmariocovas.sp.gov.br Postado por
Clipping Educacional - Da EducaçãoOs docentes da rede estadual têm até o dia 6 de novembro para efetuar a inscrição no curso gratuito de pedagogia oferecido pelo Programa Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Podem participar do processo seletivo professores em exercício no Estado, com formação em magistério.
O curso semipresencial de Pedagogia UNESP/Univesp tem duração de três anos, com carga horária total de 3.390 horas (mesma carga horária da graduação já oferecida na modalidade totalmente presencial). Cerca de 60% das atividades são realizadas via Internet, e a parte presencial vai acontecer em dois encontros semanais nos pólos da Univesp. Os alunos contam ainda com material de apoio produzido pela Fundação Padre Anchieta e veiculado pelo canal digital Univesp TV. fonte:http://www.educacao.sp.gov.br
Aline VianaClipping Educacional - SEE/SPA Secretaria Estadual de Educação de São Paulo abriu o período de inscrições do processo seletivo para atribuição de aulas a docentes temporários para 2010. De acordo com o secretário Paulo Renato Souza, o processo foi antecipado com objetivo de melhorar a dinâmica de atribuição de aulas.
Salário médio do professor é 66% maior que o dos demais brasileiros
Um estudo divulgado pelo MEC (Ministério da Educação) mostra que o salário médio do professor da educação básica no país é 66% maior que o dos demais brasileiros. Se um docente ganha, em média, R$ 1.527, o restante da população tem remuneração de R$ 921. Os dados se referem a 40 horas de jornada semanais.
MEC divulga média salarial dos professores da educação básica; você concorda com os números? Salário médio dos professores da Educação Básica brasileira
O quadro é outro, se forem contados apenas os profissionais com nível superior completo ou com pelo menos um ano de faculdade. Aí, os docentes da educação básica ganham bem menos do que outros profissionais.
Entre os graduados ou em fase de graduação, tirando os professores, o salário é de R$ 2.503. Já para os docentes que chegaram ao mesmo grau de escolaridade, a remuneração média é de R$ 1.638 - 35% menor que a dos demais. Os dados fazem parte de estudo da assessoria do ministério com informações da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Professores contestam média salarialA média salarial dos docentes, no entanto, foi questionada por Roberto Leão, presidente da CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação).
"Essas contas do ministério me assustam muito. Queria saber onde conseguiram esta fábula", afirmou na última semana.
Segundo Leão, o salário médio nacional observado pela categoria está em torno de R$ 920. "O próprio ministério fala que o piso de R$ 950 iria melhorar a condição de 40% dos professores. Como é possível que o piso seja superior a R$ 1.500?", questionou.
Piso nacional ainda é polêmicaApesar da lei que estabeleceu o piso nacional do magistério, seu pagamento ainda é controverso. A lei exige que cada Estado pague, no mínimo, R$ 950. No entanto, este valor deve ser corrigido anualmente.
Para a CNTE o piso, hoje, é R$ 1.132. "Está uma bagunça generalizada. Queremos que esse valor seja pago para uma jornada de, no máximo, 40 horas. Há Estados que pagam menos e outros que estão até reduzindo a remuneração dos professores", afirmou Leão.
Nu pedagogico
minha fala: A SEE faz o que sempre faz, se omite.
Apenas profissionais em exercício nas redes públicas estaduais e municipais de ensino podem participar do programa. Os cursos são gratuitos. Além das vagas em licenciaturas, também há cursos de formação continuada presenciais e à distância. "São vagas dedicadas a professores em exercício, que não tiveram acesso à licenciatura ou que atuavam em área diferente de sua formação original. São algumas centenas de milhares de professores nesssa condição", disse o ministro Fernando Haddad (Educação).
Atualmente, 20 Estados participam do Plano Nacional de Formação. A expectativa do MEC é que outros quatro - Rondônia, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Minas Gerais - sejam integrados ao programa e disponibilizem vagas ainda para o primeiro semestre de 2010. "O planejamento estratégico está em curso e temos a expectativa de incluir datas nesses Estados também, sobretudo onde está mais avançado o processo, caso do Rio Grande do Sul e depois, Minas Gerais", disse Haddad. "Os Estados que ainda não entraram no plano poderão integrá-lo a qualquer tempo. As universidades federais estão todas mobilizadas, em todos os Estados, para atender os professores, mas nós dependemos de uma articulação em cada Estado pra fazer o mapeamento da demanda que será entregue às universidades". O plano nacional foi lançado em maio deste ano e, na primeira etapa, 49,8 mil professores foram selecionados. O número não completou as 57,9 mil vagas colocadas à disposição. "Muitas vezes é difícil montar turma em cada localidade, então, depende muito da demanda", justificou o ministro.
Fonte: http://www.imprensaoficial.com.br/ Professores poderão comprar computador portátil pelos Correios Clipping Educacional - Agência Brasil