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Timestamp: 2020-01-28 09:25:41+00:00
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Matched Legal Cases: ['artigo 5', 'artigo 5', 'artigo 5', 'artigo 5', 'artigo 5', 'artigo 5', 'artigo 3', 'artigo 18']

EDUCACAO INCLUSIVA | Educação especial | Pré-escola
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CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS
DE PROFESSOR DA CARREIRA DO MAGISTÉRIO DO
ENSINO BÁSICO TÉCNICO E TECNOLÓGICO
EDITAL Nº 295/2016-UFPA, DE 26 DE AGOSTO DE 2016
N.º de Inscrição: _________
Este BOLETIM DE QUESTÕES contém 20 QUESTÕES OBJETIVAS. Cada questão objetiva apresenta cinco
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UFPA 2016
CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS DE PROFESOR DO MAGISTÉRIO DO EBTT EDITAL N.º 295/2016 – UFPA, DE 26 DE AGOSTO DE 2016
MARQUE A ÚNICA ALTERNATIVA CORRETA NAS QUESTÕES DE 1 A 20. EDUCAÇÃO INCLUSIVA
1. De acordo com Christofari e Batista (2012, p. 393), no processo de avaliação “concebido como estratégia que pode ser construída em consonância com a perspectiva de inclusão escolar”, tornam-se imprescindíveis os seguintes vínculos:
(A) Com o contexto no qual se produz a avaliação, pois qualquer desempenho a ser avaliado é histórico, singular e produzido em determinadas condições; além disso, esse desempenho não diz respeito apenas ao sujeito avaliado, mas expressa, em sua configuração, as crenças e suposições daquele que avalia.
(B) Com práticas de avaliação que sejam específicas para estudantes com deficiência, além de construir estratégias de ação pedagógicas pautadas nos princípios da escola inclusiva, considerando-se ainda os discursos e as necessidades educativas especiais dos estudantes.
(C) Com alternativas metodológicas capazes de incluir os estudantes com deficiências, considerando-se que o processo de ensino e aprendizagem da escola inclusiva deve ser permeado por ações pedagógicas que acolham as diferenças e combatam qualquer tipo de discriminação.
(D) Com procedimentos pedagógicos que atendam especificamente as necessidades educacionais especiais dos estudantes com deficiências, transtorno global de desenvolvimento, altas habilidades e síndromes.
(E) Com práticas pedagógicas voltadas especificamente ao atendimento das necessidades e ansiedades dos estudantes que têm deficiências, considerando-se que o êxito dessas ações não depende exclusivamente da escola, é de fundamental importância envolver a família no processo de inclusão escolar.
2. “A alma humana, no momento do nascimento, é como uma tábula rasa” (BIANCHETTI, BERMAN, 2013). A epígrafe destaca que a criança nasce como uma tela em branco. A escola é um dos lugares, por meio do qual o professor tem papel fundamental em preencher as mentes das crianças com informações e vivências que irão produzir aprendizagem ao longo do tempo. Esse pensamento é um dos que se encontram presentes na prática da educação especial ainda nos dias atuais. A concepção de educação especial que demarca esse pensamento é:
(A) Liberalismo, pensamento burguês, influenciada pelo teórico Rousseau.
(B) Inatismo, pensamento originário de Aristóteles e Descartes.
(C) Ambientalismo, pensamento influenciado pela relação homem-natureza. Principal pensador é Descartes.
(D) Cognitivista, pensamento voltado para a ideia de que as crianças avançam para outra etapa, respeitando as fases de seu desenvolvimento cognitivo. Seu principal pensador é Jean Piaget.
(E) Empirismo, fundamentada por John Locke. Pensamento que critica o inatismo.
3. O processo de avaliação e aprendizagem na escola que concebe como ator principal o professor ou a professora revela o tipo de avaliação que se efetiva. Nesse sentido Sampaio (2010, p. 73) afirma:
A valorização dos conhecimentos “assimilados” pelos alunos e alunas, a partir do que foi
ensinado/transmitido pela professora, além de revelar a concepção mecanicista de
aprendizagem subjacente à prática pedagógica, torna visível uma noção de avaliação da
aprendizagem [ ...
Com base na citação acima a noção de avaliação de aprendizagem que se tem é:
(A) Avaliação da aprendizagem centrada nos diferentes modos de aprender e de compreender o que foi ensinado e discutido com os alunos demonstrando-nos trajetórias variadas e singulares vivenciadas por eles.
(B) Avaliação da aprendizagem centrada nos sujeitos alunos e alunas, produtores de conhecimentos, inseridos em dinâmicas culturais distintas, independentemente de suas de suas características individuais.
(C) Avaliação da aprendizagem descomprometida com a ampliação permanente de conhecimentos e com o processo de aprendizagem/ ensino, pois as atenções centram – se no “produto”, nos resultados do ensino.
(D) Avaliação da aprendizagem baseada nas experiências dos sujeitos alunos e alunas, a qual viabiliza o desenvolvimento global desses sujeitos, num processo permanente de socialização e aquisição de conhecimentos.
(E) Avaliação da aprendizagem voltada ao processo de interação social e à aquisição de novos conhecimentos, visando o sucesso escolar de todos os estudantes.
Decreto n 6.949, de 25 de agosto de 2009 . (E) Política Nacional da Educação Especial na perspectiva da inclusão (2008), Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo (2008), artigo 5º da constituição Federal e promulgados pelo Decreto n 6.949, de 25 de agosto de 2009 e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9394/96, artigos de 58 a 60. 5. Referindo-se ao currículo e a educação inclusiva, Carvalho (2008, p.104) afirma que: Quando o projeto curricular permite que a escola da vida entre para a vida da escola [ ... ] pode ser considerado de orientação inclusiva desenvolvendo, nos educadores e alunos a criatividade, a capacidade de pensar, de fazer, de cooperar, de se comprometer. Segundo a autora, um projeto curricular com tais características desenvolverá nos educandos: (A) Conhecimentos ou conteúdos, fundamentais a formação e orientação dos educandos que apresentam necessidades educativas, além das habilidades de pensar, aprender, socializar e participar dos diversos segmentos sociais. (B) Habilidades de desenvolvimento de aptidões, de comportamento, de criação, interação e socialização. (C) Habilidades e competências cognitivas, emocionais, afetivas visando o processo de desenvolvimento global, inclusivo de todos que apresentam deficiências. (D) Habilidades e competências cognitivas, relacionais, afetivas e políticas, reconhecendo as características diferenciadas de seus corpos e organismos. Contem em si mesmo, a aposta de que todos podem aprender, ainda que com ritmos e estilos de aprendizagem diferentes. (E) Habilidades necessárias à inclusão, considerando-se que para que se tenha êxito na escola inclusiva é preciso aprender, querer e fazer. Aspectos imprescindíveis no desenvolvimento dos educandos. 6. No artigo denominado “Surdez: A(s) linguagem (ns) como sistema de representação e organização mental”, de autoria de Priscila Augu sta Lima e Therezinha Vieira (2006), as autoras afirmam que: “ Dominar o português escrito é, portanto, uma tarefa especialmente difícil para a pessoa com Surdez. Isso ocorre porque a escrita é um desdobramento da linguagem interior ou fala interna. A linguagem que o surdo internaliza é a Língua de Sinais, bastante diferente do português falado e escrito ” (p. 69). Essa concepção de aquisição da Língua portuguesa escrita para o Surdo tem como fundamentação teórica: (A) Teoria do discurso e filosofia da linguagem de Bakhtin, influenciada por Jean Piaget. Destaca que a fala egocêntrica se encontra entre o discurso socializado e o discurso interior. (B) Teoria Sociointeracionista de Vygotsky, que destaca que a fala egocêntrica se encontra entre o discurso socializado e o discurso interior, que é utilizada como apoio ao planejamento de sequências a serem seguidas, auxiliando assim na solução de problemas. (C) Teoria sociocognitivista de Jean Piaget que traz a ideia inicial da importância da fala egocêntrica, ou seja, da fala interna da criança para o seu desenvolvimento externo. (D) Teoria do discurso e filosofia da linguagem de Bakhtin fundamentado na pós-modernidade, que tem como base a fala egocêntrica, princípio concebido por Jean Piaget e Chomsky, pois as crianças tem capacidade inata de se comunicar e escrever. (E) Teoria interacionista de Piaget, que destaca que a fala egocêntrica é resultante da conversa eu-outro na primeira infância. Esse contato faz com que a criança se desenvolva para as etapas subsequentes, e, portanto, para a escrita. 3 " id="pdf-obj-2-2" src="pdf-obj-2-2.jpg">
Decreto n 6.949, de 25 de agosto de 2009 . (E) Política Nacional da Educação Especial na perspectiva da inclusão (2008), Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo (2008), artigo 5º da constituição Federal e promulgados pelo Decreto n 6.949, de 25 de agosto de 2009 e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9394/96, artigos de 58 a 60. 5. Referindo-se ao currículo e a educação inclusiva, Carvalho (2008, p.104) afirma que: Quando o projeto curricular permite que a escola da vida entre para a vida da escola [ ... ] pode ser considerado de orientação inclusiva desenvolvendo, nos educadores e alunos a criatividade, a capacidade de pensar, de fazer, de cooperar, de se comprometer. Segundo a autora, um projeto curricular com tais características desenvolverá nos educandos: (A) Conhecimentos ou conteúdos, fundamentais a formação e orientação dos educandos que apresentam necessidades educativas, além das habilidades de pensar, aprender, socializar e participar dos diversos segmentos sociais. (B) Habilidades de desenvolvimento de aptidões, de comportamento, de criação, interação e socialização. (C) Habilidades e competências cognitivas, emocionais, afetivas visando o processo de desenvolvimento global, inclusivo de todos que apresentam deficiências. (D) Habilidades e competências cognitivas, relacionais, afetivas e políticas, reconhecendo as características diferenciadas de seus corpos e organismos. Contem em si mesmo, a aposta de que todos podem aprender, ainda que com ritmos e estilos de aprendizagem diferentes. (E) Habilidades necessárias à inclusão, considerando-se que para que se tenha êxito na escola inclusiva é preciso aprender, querer e fazer. Aspectos imprescindíveis no desenvolvimento dos educandos. 6. No artigo denominado “Surdez: A(s) linguagem (ns) como sistema de representação e organização mental”, de autoria de Priscila Augu sta Lima e Therezinha Vieira (2006), as autoras afirmam que: “ Dominar o português escrito é, portanto, uma tarefa especialmente difícil para a pessoa com Surdez. Isso ocorre porque a escrita é um desdobramento da linguagem interior ou fala interna. A linguagem que o surdo internaliza é a Língua de Sinais, bastante diferente do português falado e escrito ” (p. 69). Essa concepção de aquisição da Língua portuguesa escrita para o Surdo tem como fundamentação teórica: (A) Teoria do discurso e filosofia da linguagem de Bakhtin, influenciada por Jean Piaget. Destaca que a fala egocêntrica se encontra entre o discurso socializado e o discurso interior. (B) Teoria Sociointeracionista de Vygotsky, que destaca que a fala egocêntrica se encontra entre o discurso socializado e o discurso interior, que é utilizada como apoio ao planejamento de sequências a serem seguidas, auxiliando assim na solução de problemas. (C) Teoria sociocognitivista de Jean Piaget que traz a ideia inicial da importância da fala egocêntrica, ou seja, da fala interna da criança para o seu desenvolvimento externo. (D) Teoria do discurso e filosofia da linguagem de Bakhtin fundamentado na pós-modernidade, que tem como base a fala egocêntrica, princípio concebido por Jean Piaget e Chomsky, pois as crianças tem capacidade inata de se comunicar e escrever. (E) Teoria interacionista de Piaget, que destaca que a fala egocêntrica é resultante da conversa eu-outro na primeira infância. Esse contato faz com que a criança se desenvolva para as etapas subsequentes, e, portanto, para a escrita. 3 " id="pdf-obj-2-8" src="pdf-obj-2-8.jpg">
4. As bases legais que consolidaram a implementação da Lei 13.146 de 06 de julho de 2015, conhecida como Lei Brasileira de inclusão, foram:
(A) A lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9394/96, a Declaração de Salamanca (1994) e a Política nacional da Educação especial na perspectiva da inclusão (2008);
(B) Politica nacional da Educação especial na perspectiva da inclusão (2008), A lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9394/96 e o artigo 5º da constituição Federal.
(C) O artigo 5º da constituição Federal, Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo (2008) e a a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9394/96.
(D) Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo (2008), parágrafo 3º do artigo 5º da Constituição Federal e promulgados pelo Decreto n o 6.949, de 25 de agosto de 2009.
(E) Política Nacional da Educação Especial na perspectiva da inclusão (2008), Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo (2008), artigo 5º da constituição Federal e promulgados pelo Decreto n o 6.949, de 25 de agosto de 2009 e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9394/96, artigos de 58 a 60.
5. Referindo-se ao currículo e a educação inclusiva, Carvalho (2008, p.104) afirma que:
Quando o projeto curricular permite que a escola da vida entre para a vida da escola [
considerado de orientação inclusiva desenvolvendo, nos educadores e alunos a criatividade, a capacidade de pensar, de fazer, de cooperar, de se comprometer. Segundo a autora, um projeto curricular com tais características desenvolverá nos educandos:
(A) Conhecimentos ou conteúdos, fundamentais a formação e orientação dos educandos que apresentam necessidades educativas, além das habilidades de pensar, aprender, socializar e participar dos diversos segmentos sociais.
(B) Habilidades de desenvolvimento de aptidões, de comportamento, de criação, interação e socialização.
(C) Habilidades e competências cognitivas, emocionais, afetivas visando o processo de desenvolvimento global, inclusivo de todos que apresentam deficiências.
(D) Habilidades e competências cognitivas, relacionais, afetivas e políticas, reconhecendo as características diferenciadas de seus corpos e organismos. Contem em si mesmo, a aposta de que todos podem aprender, ainda que com ritmos e estilos de aprendizagem diferentes.
(E) Habilidades necessárias à inclusão, considerando-se que para que se tenha êxito na escola inclusiva é preciso aprender, querer e fazer. Aspectos imprescindíveis no desenvolvimento dos educandos.
6. No artigo denominado “Surdez: A(s) linguagem (ns) como sistema de representação e organização mental”, de autoria de Priscila Augusta Lima e Therezinha Vieira (2006), as autoras afirmam que: “Dominar o português escrito é, portanto, uma tarefa especialmente difícil para a pessoa com Surdez. Isso ocorre porque a escrita é um desdobramento da linguagem interior ou fala interna. A linguagem que o surdo internaliza é a Língua de Sinais, bastante diferente do português falado e escrito” (p. 69). Essa concepção de aquisição da Língua portuguesa escrita para o Surdo tem como fundamentação teórica:
(A) Teoria do discurso e filosofia da linguagem de Bakhtin, influenciada por Jean Piaget. Destaca que a fala egocêntrica se encontra entre o discurso socializado e o discurso interior.
(B) Teoria Sociointeracionista de Vygotsky, que destaca que a fala egocêntrica se encontra entre o discurso socializado e o discurso interior, que é utilizada como apoio ao planejamento de sequências a serem seguidas, auxiliando assim na solução de problemas.
(C) Teoria sociocognitivista de Jean Piaget que traz a ideia inicial da importância da fala egocêntrica, ou seja, da fala interna da criança para o seu desenvolvimento externo.
(D) Teoria do discurso e filosofia da linguagem de Bakhtin fundamentado na pós-modernidade, que tem como base a fala egocêntrica, princípio concebido por Jean Piaget e Chomsky, pois as crianças tem capacidade inata de se comunicar e escrever.
(E) Teoria interacionista de Piaget, que destaca que a fala egocêntrica é resultante da conversa eu-outro na primeira infância. Esse contato faz com que a criança se desenvolva para as etapas subsequentes, e, portanto, para a escrita.
Ao discorrer sobre currículo e adaptações curriculares, Carvalho (2012, 105) esclarece que “[
de elaborar um outro currículo e sim de trabalhar com o que for adotado, fazendo nele os ajustes necessários
Esses ajustes devem ser realizados levando-se em consideração:
(A) A forma como o professor ensina e conhecimentos gerais sobre currículo e o processo de inclusão dos estudantes.
(B) Flexibilizações nos objetivos, conteúdos, metodologia de ensino, temporalidade e práticas de avaliação de aprendizagem.
(C) O processo de ensino e aprendizagem, práticas pedagógicas, currículos adaptados e conhecimentos específicos da área de educação especial na perspectiva da inclusão.
(D) Adaptações curriculares necessárias ao atendimento dos alunos com deficiência, com base no plano de desenvolvimento individual adotado na escola.
(E) Os ritmos de aprendizagem de cada aluno, focando principalmente os que apresentam limitações acentuadas, assim como: instrumentos de avaliação, o currículo e as adaptações curriculares.
8. A lei 13.146 de 06 de julho de 2015 aponta novas diretrizes para a educação de Surdos. Tais diretrizes dizem respeito a:
(A) Implementação da Língua portuguesa escrita como disciplina obrigatória nos cursos de formação de professores para atuar na educação infantil e ensino fundamental e nos cursos de Letras/Língua portuguesa e Letras/Libras; os tradutores e interpretes de Libras, quando direcionados à tarefa de interpretar nas salas de aula dos cursos de graduação e pós-graduação, devem possuir nível superior, com habilitação, prioritariamente, em Tradução e Interpretação em Libras; Obrigatoriedade dos editais de processos seletivos e suas retificações em Libras e assegura ao candidato com deficiência auditiva requerer, no ato de sua inscrição para conseguir carteira de habilitação para veículos, os serviços de tradutores da Libras para acompanhamento em aulas práticas e teóricas.
(B) Obrigatoriedade dos editais de processos seletivos do ensino superior e suas retificações em Libras; Implementar a Língua portuguesa escrita como disciplina obrigatória nos cursos de formação de professores para atuar na educação infantil e ensino fundamental e nos cursos de Letras/Língua portuguesa; Os tradutores e interpretes de Libras, quando direcionados à tarefa de interpretar nas salas de aula dos cursos de graduação e pós-graduação, devem possuir nível superior, com Prolibras.
(C) Obrigatoriedade dos editais de processos seletivos do ensino superior e suas retificações em Libras; Os tradutores e interpretes de Libras, quando direcionados à tarefa de interpretar nas salas de aula dos cursos de graduação e pós-graduação, devem possuir nível superior, com Prolibras; E assegura ao candidato com deficiência auditiva requerer, no ato de sua inscrição para conseguir carteira de habilitação para veículos, os serviços de intérprete da Libras, para acompanhamento em aulas práticas e teóricas.
(D) Obrigatoriedade dos editais de processos seletivos do ensino superior e suas retificações em Libras; Os Interpretes de Libras quando direcionados à tarefa de interpretar nas salas de aula dos cursos de graduação e pós-graduação, devem possuir nível superior, com habilitação, prioritariamente, em Tradução e Interpretação em Libras; E assegura ao candidato com deficiência auditiva requerer, no ato de sua inscrição para conseguir carteira de habilitação para veículos, os serviços de intérprete de Libras para acompanhamento em aulas práticas e teóricas.
(E) Atuação de tradutores e intérpretes de Libras na educação básica, que devem, no mínimo, possuir ensino médio completo e certificado de proficiência na Libras; Obrigatoriedade dos editais de processos seletivos do ensino superior e suas retificações em Libras; Implementar a Língua portuguesa escrita como disciplina obrigatória nos cursos de formação de professores para atuar na educação infantil e ensino fundamental e nos cursos de Letras/Língua portuguesa e Letras/Libras.
9. A Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012, estabelece no seu artigo 3º, os seguintes direitos da pessoa com transtorno do espectro autista:
(A) Acesso à educação, à saúde, ao mercado de trabalho, com garantia dos seus benefícios e hora reduzida da jornada de trabalho, por ser pessoa com deficiência.
(B) Direito ao atendimento multiprofissional na escola e na instituição na qual trabalha, com direito ao acompanhante especializado e redução da jornada escolar, assim como direito ao mercado de trabalho, com redução de carga horária do trabalho.
(C) Direito ao atendimento de suas características próprias, relativas a uma ou mais deficiência, assim como de participar de atividades escolares somente quando tiver disposição.
(D) Direito ao acesso aos medicamentos que no âmbito escolar deverá ser tomado somente na presença de um profissional da área da saúde.
(E) Direito a vida digna, a integridade física e moral, o livre desenvolvimento da personalidade, a segurança e o lazer; a proteção contra qualquer forma de abuso e exploração; o acesso à ações e serviços de saúde.
10. O Art. 73 da Lei 13.146 de 2015, conhecida como Lei Brasileira de Inclusão, determina ao poder público, diretamente, ou em parceria com organizações da sociedade civil, promover a capacitação de profissionais habilitados em estenotipia. O trabalho do profissional estenotipista na área da inclusão consiste em
(A) ouvir as palavras que estão sendo ditas, traduzi-las por meio de códigos escritos em tempo real realizada na máquina chamada de estenótipo que fica acoplado a um computador que auxilia, através de um software, na tradução das notas estenotipadas o que permite a tradução simultânea do registro da fala para o escrito nas telas de um programa de forma acessível. Esse profissional ajuda, especialmente, as pessoas com deficiência auditiva ou surdos.
(B) transformar as palavras que estão sendo ditas para língua de sinais por meio de programas que usam softwares com avatares, tais como os programas hand talk, Rybená e outros. Os códigos escritos ou falados são traduzidos em tempo real por meio do estenotipista que envia as informações a um computador, o que permite a tradução simultânea do registro da fala para a Libras nas telas de um programa de televisão ou de um computador de forma acessível. Esse profissional ajuda, especialmente, as pessoas com deficiência auditiva ou surdos.
(C) traduzir o que está escrito para voz, em tempo real em canais televisivos. O estenotipista é aquele que ajuda o audiodescritor na tradução simultânea da escrita para a voz, através de um software na tradução das notas estenotipadas o que permite o registro da fala para a audiodescrição de forma acessível e rápida. Esse profissional ajuda, especialmente, as pessoas com deficiência visual.
(D) garantir em tempo real a interpretação em Libras apresentadas nas janelas acessíveis da televisão para a tradução simultânea em Língua portuguesa escrita. O trabalho do estenotipista consiste em ter formação em tradução em Língua brasileira de sinais para garantir a tradução em tempo real da mensagem reproduzida pelo intérprete de Libras para a Língua Portuguesa o mais fiel possível, e assim garantir a acessibilidade necessária para pessoas com deficiência auditiva que não conhecem a Libras.
(E) ouvir as palavras que estão sendo ditas, traduzi-las por meio do sistema braile em tempo real realizada na máquina chamada de estenótipo que fica acoplado a um computador que auxilia, através de um software, na tradução das notas faladas automaticamente para braile. O material pode ser utilizado nos softwares como braile fácil, o que facilita o trabalho do transcritor braile na digitação das frases integrais no computador. O estenotipista proporciona acessibilidade para pessoas cegas em parceira com o transcritor braile. A estenotipia diminuirá o tempo da produção de materiais acessíveis para pessoas cegas.
11. O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, DSM –V apresenta em relação ao Transtorno do Espectro Autista uma díade composta de:
(A) 1. Os Déficits cognitivos e de interação; 2. Comportamentos de linguagem estereotipada.
(B) 1. Os Déficits sociais e de comunição; 2. Comportamentos repetitivos e Restritivos.
(C) 1. Os desafios de comunição; 2. Comportamentos repetitivos e Restritivos.
(D) 1. Os Déficits cognitivos e de comunição; 2. Comportamentos estereotipados.
(E) 1. Os Déficits de linguagem; 2. Comportamentos repetitivos.
12. A medida que conhecimentos na área da Medicina foram sendo construídos, e acumulados, na história da humanidade, a deficiência passou a ser vista como doença, de natureza incurável, gradação de menor amplitude da doença mental. Tais ideias determinaram a caracterização das primeiras práticas sociais formais de atenção à pessoa com deficiência, quais sejam, as de segregá-las para cuidado e proteção.
(BRASIL, Cartilha “A educação inclusiva: fundamentação filosófica”, 2004, p. 10 e 11).
A filosofia de educação para pessoas com deficiência apresentada no trecho acima corresponde a
(A) Filosofia da integração.
(B) Filosofia da exclusão.
(C) Filosofia da institucionalização.
(D) Filosofia do protecionismo.
(E) Filosofia da medicalização.
13. O professor que atua na sala de atendimento educacional especializado e atende alunos com deficiência intelectual deve primar pela realização de ações específicas sobre os mecanismos de aprendizagem e desenvolvimento desses alunos. Nesse sentido, para desenvolver o AEE, é imprescindível que:
(A) O professor conheça o ambiente familiar do seu aluno e suas particularidades para além de seu desenvolvimento cognitivo. O trabalho do professor do AEE é colaborar com o fazer pedagógico do professor da sala de aula, com a intenção de ajudar o aluno com deficiência intelectual a realizar atividades escolares com independência e autonomia.
(B) O professor conheça seu aluno, sua família e suas particularidades, focando o desenvolvimento cognitivo do aluno com deficiência intelectual para que ele possa a atuar primeiramente no ambiente escolar e depois em outros segmentos sociais.
(C) O professor conheça seu aluno e suas particularidades, focando o desenvolvimento cognitivo e motor do aluno com deficiência intelectual para que ele possa a atuar primeiramente no ambiente escolar e depois em outros segmentos sociais.
(D) O professor conheça o aluno, sua família e suas particularidades investindo nas suas potencialidades para que possa superar sua deficiência intelectual. O trabalho do professor do AEE é colaborar com a formação continuada do professor da sala de aula, para que o aluno realize atividades escolares com independência e autonomia.
(E) O professor conheça seu aluno e suas particularidades para além de sua condição cognitiva. O trabalho do professor do AEE é ajudar o aluno com deficiência intelectual a atuar no ambiente escolar e fora dele, considerando as suas especificidades cognitivas.
14. Sobre a Lei Nº 11.126 de 27 de junho de 2005, é correto afirmar:
(A) Conhecida também como lei Berenice Piana. A pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA) passa a incorporar ao grupo de Pessoas com deficiência.
(B) Lei que garante o direito da Pessoa com deficiência visual de ingressar e permanecer em ambientes de uso coletivo acompanhado de cão-guia.
(C) Regulamenta a profissão do Transcritor Braile. Foi um grande avanço para a categoria, pois a Lei estabelece as funções da atuação do profissional, além do tempo de 6horas de trabalho, com 1 hora de descanso no decorrer do serviço de produção do sistema braile.
(D) Lei que regulamenta a avaliação das instituições escolares para o credenciamento, de acordo com as normas de acessibilidade.
(E) Lei que regulamenta o artigo 18 da lei 10.098 e a lei 10.094, conhecida como Lei da acessibilidade. Determina como deverá ocorrer a acessibilidade para diminuir as barreiras físicas, de comunicação e informação nos espaços públicos.
15. No que diz respeito à atuação do professor na sala de recursos multifuncionais é importante considerar dentre outros fatores, o que rege a Resolução CNE/CEB n.4/2009 e a Lei 7.611/2011. Assim sendo para atuar no atendimento educacional especializado, o professor deve ter:
(A) Formação continuada em magistério superior, específica na educação especial. A atuação do professor do AEE tem como função proporcionar atendimento especializado como forma de reforço escolar, considerando as habilidades e as necessidades específicas dos alunos público alvo da educação especial.
(B) Formação específica na educação especial. A atuação do professor do AEE tem como objetivo promover a escolarização do aluno especial e esse atendimento deve ser oferecido de forma suplementar a aprendizagem, considerando as habilidades e as necessidades específicas dos alunos público alvo da educação especial.
(C) Formação inicial que o habilite para exercício da docência e formação específica na educação especial. O professor do AEE tem como função realizar esse atendimento de forma complementar ou suplementar à escolarização, considerando as habilidades e as necessidades específicas dos alunos público alvo da educação especial.
(D) Formação específica na educação especial na perspectiva da educação inclusiva. O professor do AEE tem como obrigação garantir esse atendimento de forma complementar ao desenvolvimento e a aprendizagem, considerando as habilidades e as necessidades específicas dos alunos portadores de deficiências.
(E) Formação ampla na área da educação especial, em condições de atender alunos com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades e superdotados e com distúrbios de aprendizagem. O professor do AEE tem como função realizar esse atendimento de forma complementar ou suplementar à escolarização, considerando as habilidades e as necessidades específicas dos alunos público alvo da educação especial.
16. Sobre as estratégias metodológicas para trabalhar com alunos de baixa visão, apresentados no manual “AEE – deficiência visual” (2007, p.20), é correto afirmar:
(A) Sentar o aluno a uma distância de aproximadamente três metros do quadro negro na parte central da sala. Evitar a incidência de claridade diretamente nos olhos da criança. Posicionar a carteira de maneira que o aluno não escreva na própria sombra. Explicar, com palavras, as tarefas a serem realizadas, com voz alta e nítida.
(B) Estimular o uso constante dos óculos, mesmo que não seja esta a indicação médica. Colocar a carteira em local onde não haja reflexo de iluminação no quadro negro. Posicionar a carteira de maneira que o aluno não escreva na própria sombra. Adaptar o trabalho de acordo com a condição visual do aluno. Observar o espaçamento adequado entre letras, palavras e linhas.
(C) Colocar a carteira em local onde não haja reflexo de iluminação no quadro negro. Utilizar papel fosco, para não refletir a claridade. Posicionar a carteira de maneira que o aluno não escreva na própria sombra. Sentar o aluno a uma distância de aproximadamente um metro do quadro negro na parte central da sala. Adaptar o trabalho de acordo com a condição visual do aluno.
(D) Em certos casos, conceder maior tempo para o término das atividades propostas, principalmente quando houver indicação de telescópio. Ter clareza de que o aluno enxerga as palavras e ilustrações mostradas. Aumentar a iluminação em sala de aula para melhorar o campo visual do aluno com baixa visão. Observar a qualidade e nitidez do material utilizado pelo aluno: letras, números, traços, figuras, margens, desenhos com bom contraste figura/fundo. Observar o espaçamento adequado entre letras, palavras e linhas.
(E) Utilizar papel fosco, para não refletir a claridade. Explicar, com palavras, as tarefas a serem realizadas, com voz alta e nitidez. Aumentar a iluminação em sala de aula para aumentar o campo visual.
17. As orientações para a organização e oferta do atendimento educacional especializado para a educação infantil, confirmam que:
O AEE na educação infantil é fundamental para que as crianças, desde os seus primeiros anos de vida, usufruam da acessibilidade física e pedagógica aos brinquedos, aos mobiliários, às comunicações e informações, utilizando-se da Tecnologia Assistiva, como uma área que agrega recursos e estratégias de acessibilidade. (BRASIL, 2015, p. 4).
Diante ao exposto e considerando a educação infantil um “direito humano incondicional e inalienável” é de fundamental importância assegurar às crianças com deficiência,
(A) o acesso à educação infantil inclusiva, bem como o atendimento educacional especializado nas redes públicas de ensino.
(B) o atendimento educacional especializado na escola em que a criança estiver regularmente matriculada, desde que seja especial ou inclusiva.
(C) uma educação infantil de qualidade, com atendimento educacional especializado na infância, que seja oferecido nas redes públicas de ensino.
(D) o acesso à educação infantil inclusiva, bem como o atendimento educacional especializado nas redes publicas e privadas de ensino.
(E) escola inclusiva, garantindo a permanência à educação infantil, bem como acesso as estratégias de acessibilidade, sendo nas esferas públicas, ou ONGs.
18. A partir da Política nacional da educação especial na perspectiva da inclusão (2008), o Ministério da
Educação aprovou alguns planos voltados para atender os direitos da pessoa com deficiência. Um dos programas que passaram a nortear as políticas de inclusão, voltadas para a área da educação especial no Brasil, é o Plano viver sem Limites (Plano nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência). Sobre as ações desse Plano, é correto afirmar:
(A) Criação das salas de recursos multifuncionais; A implementação dos Núcleos de acessibilidade por meio do programa Educação especial inclusiva no Ensino Superior; Educação bilíngue; Crédito acessibilidade para PcD; Transporte acessível; Residências inclusivas.
(B) Prioridade na matrícula do Pronatec para PcD; Residências inclusivas; Implementação de núcleos de acessibilidades por meio do Programa Incluir; Criação de salas de recursos multifuncionais; Oferta de cursos de Letras Libras, Programa escola acessível; Atenção odontológica às pessoas com deficiência.
(C) Educação bilíngue; Salas de Recursos multifuncionais; Crédito acessibilidade para pessoas com deficiência física (prioridade cadeira de rodas motorizadas); Transporte acessível; prioridade nas matriculas de cursos de Licenciaturas; Criação da cota PcD nas instituições públicas.
(D) Criação do AEE, por meio da Lei 11.146/2011; Criação da cota PcD nas instituições públicas, Transporte acessível; implementação de núcleos de acessibilidades por meio programa incluir - educação especial; Crédito acessibilidade.
(E) Residências inclusivas; Implementação de núcleos de acessibilidades por meio do Programa Incluir - Acessibilidade; Crédito acessibilidade para pessoas com deficiência física (prioridade cadeira de rodas motorizadas), Criação das salas de recursos multifuncionais; Oferta dos cursos de Letras/Libras; Formação de professores em Libras e Braile por meio do Programa de Ações Articuladas - PAR.
19. Para Silva (2011, p.101, 102), uma das ações fundamentais da escola inclusiva refere-se à elaboração e organização do Plano Individualizado de Ensino (PIE), quando o referido plano se fizer necessário. Para tanto é de fundamental importância considerar que o PIE:
(A) somente deve ser adotado em casos bastante específicos para o público alvo da educação especial; deve explicitar objetivos e conteúdos próprios, diferenciados do plano de ensino adotado para os demais alunos da classe; deve ser elaborado pela equipe de professores, coordenadores e demais profissionais da escola, e até mesmo a família do educando; deve especificar materiais e recursos e deve estabelecer os parâmetros para verificação da terminalidade e a certificação do educando, a partir dos objetivos propostos.
(B) deve ser elaborado e adotado no processo de intervenção de todos os educandos com deficiência; deve explicitar objetivos semelhantes do plano de ensino adotado para os demais alunos da classe; deve ser elaborado pela equipe de professores, coordenadores e demais profissionais da escola, e até mesmo a família do educando; deve especificar materiais e recursos e deve estabelecer os parâmetros para verificação da terminalidade e a certificação do educando, a partir dos objetivos propostos.
(C) deve ser adotado somente em casos de estudantes que apresentam deficiência intelectual e deficiências múltiplas; deve explicitar objetivos e conteúdos próprios, diferenciados do plano de ensino adotado para os demais alunos da classe; deve ser elaborado pela equipe de professores, coordenadores e demais profissionais da escola, e até mesmo a família do educando; deve especificar materiais e recursos e deve estabelecer os parâmetros para verificação da terminalidade e a certificação do educando, a partir dos objetivos propostos.
(D) somente deve ser adotado em casos de estudantes que apresentem deficiências múltiplas; deve explicitar objetivos e conteúdos pautados no plano de ensino adotado para os demais alunos da classe; deve ser elaborado pela equipe de professores, coordenadores e demais profissionais da escola, e até mesmo a família do educando; deve especificar materiais e recursos e deve estabelecer os parâmetros para verificação da terminalidade e a certificação do educando, a partir dos objetivos propostos.
(E) somente deve ser adotado em casos de estudantes que apresentem transtornos funcionais específicos; deve explicitar objetivos e conteúdos pautados no plano de ensino adotado para os demais alunos da classe; deve ser elaborado pela equipe de professores, coordenadores e demais profissionais da escola, e até mesmo a família do educando; deve especificar materiais e recursos e deve estabelecer os parâmetros para verificação da terminalidade e a certificação do educando, a partir dos objetivos propostos.
20. É correto afirmar sobre o programa Escola Acessível do Plano “Viver Sem Limites”:
(A) O Programa Escola Acessível disponibiliza recursos financeiros às escolas públicas, por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola para promoção de acessibilidade arquitetônica nos prédios escolares e compra de materiais e equipamentos de tecnologia assistiva. Assim, as escolas podem construir rampas, sanitários acessíveis e vias de acesso, alargar portas, instalar corrimãos e equipamentos de sinalização visual, tátil e sonora, adquirir cadeiras de rodas e outros que envolvam acessibilidade arquitetônica.
(B) O Programa Escola Acessível disponibiliza recursos financeiros às escolas públicas e privadas conveniadas, por meio do FUNDEB, para promoção de acessibilidade arquitetônica nos prédios escolares e compra de materiais e equipamentos de tecnologia assistiva. Assim, as escolas podem construir rampas, sanitários acessíveis e vias de acesso, alargar portas, instalar corrimãos e equipamentos de sinalização visual, tátil e sonora, adquirir cadeiras de rodas e outros.
(C) O Programa Escola Acessível disponibiliza recursos financeiros às escolas públicas e privadas conveniadas, por meio do Plano de Desenvolvimento da Escola – PDE, para promoção de acessibilidade arquitetônica nos prédios escolares e compra de materiais e equipamentos de tecnologia assistiva. Assim, as escolas podem construir rampas, sanitários acessíveis e vias de acesso, alargar portas, instalar corrimãos e equipamentos de sinalização visual, tátil e sonora, adquirir cadeiras de rodas etc.
(D) O Programa Escola Acessível disponibiliza recursos financeiros às escolas públicas por meio do Plano de Desenvolvimento da Escola – PDE, para promoção de acessibilidade arquitetônica nos prédios escolares e compra de materiais e equipamentos de tecnologia assistiva. Assim, as escolas podem construir rampas, sanitários acessíveis e vias de acesso, alargar portas, instalar corrimãos e equipamentos de sinalização visual, tátil e sonora, adquirir cadeiras de rodas etc.
(E) O Programa Escola Acessível disponibiliza recursos financeiros às escolas públicas, por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola, para promoção de acessibilidade arquitetônica nos prédios escolares, de comunicação e informação e ainda na compra de materiais e equipamentos de tecnologias assistivas. Assim, as escolas podem construir rampas, sanitários acessíveis e vias de acesso, alargar portas, instalar corrimãos e equipamentos de sinalização visual, tátil e sonora, adquirir cadeiras de rodas e fazer contratações de intérpretes de Libras e transcritores Braile.
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