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Timestamp: 2018-01-17 04:49:46+00:00
Document Index: 89704378

Matched Legal Cases: ['artigo 251', 'artigo 2', 'artigo 2', 'artigo 4', 'artigo 4', 'artigo 4', 'artigo 4', 'artigo 4']

Creation and Innovation: Fevereiro 2007
COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU nos termos do n° 2, segundo parágrafo, do artigo 251° do Tratado CE respeitante à Posição comum adoptada pelo Conselho tendo em vista a adopção da Directiva do Parlamento Europeu e do Conselho que altera a Directiva 97/24/CE relativa a determinados elementos ou características dos veículos a motor de duas ou três rodas
2000/0136 (COD)
- Data de transmissão da proposta ao PE e ao Conselho (COM(2000) 314 final - 2000/0136 (COD)): 22.6.2000
- Data do parecer do Parlamento Europeu em primeira leitura: 14.2.2001
- Data de adopção da proposta alterada: 23.5.2001
- Data de adopção da posição comum: 13.7.2001
Os requisitos relativos às emissões dos motociclos são regidos pela chamada "Multidirectiva" 97/24/CE de 17 de Junho de 1997. Esta directiva instituiu uma primeira fase de valores-limite (Euro 1), prevendo que os mesmos fossem progressivamente restringidos.
A presente proposta contém os seguintes elementos:
* Valores-limite reduzidos para as emissões dos veículos de duas ou três rodas, aplicáveis a partir de 2003 aos novos modelos de veículos, e de 2004 a todos os modelos de veículos (Euro 2), centrados na redução de hidrocarbonetos
* Valores não obrigatórios para efeitos de incentivos fiscais
* Previsão de uma nova fase (Euro 3) de limites para as emissões, baseada em novas análises e no desenvolvimento de um novo ciclo de ensaios, que reduza os óxidos de azoto, os hidrocarbonetos e, possivelmente, as partículas.
3. Comentários sobre a posição comum
Limites das emissões - fase 2003
A posição comum confirma em grande medida os valores-limite propostos pela Comissão para 2003, excepto quanto a um valor-limite ligeiramente mais restritivo para os hidrocarbonetos emitidos pelos motociclos acima dos 150cc (1 g/km em vez de 1,2 g/km). Isto coincide com as prioridades da proposta da Comissão e do programa AUTO-OIL II, que indicou as emissões de hidrocarbonetos, enquanto precursores de ozono, como prioridade principal nesta fase de valores-limite para os motociclos.
A posição comum altera a data de entrada em vigor obrigatória de 1 de Janeiro de 2004 para 1 de Julho de 2004 (artigo 2.º, n.º 3), dando assim alguma flexibilidade aos fabricantes na adaptação de todos os seus modelos de veículos às novas exigências, de acordo com o ponto de vista do Parlamento Europeu.
Também de acordo com as alterações do Parlamento Europeu, a posição comum inclui um calendário separado para a aplicação aos motociclos "trial". A posição comum inclui também os motociclos "enduro" neste calendário (artigo 2.º, n.º 4). Estas datas são 1 de Janeiro de 2004 para os novos modelos e 1 de Julho de 2005 para todos os modelos.
O Conselho concorda com a proposta da Comissão de introduzir "valores não obrigatórios" para que os Estados-Membros possam optar por promover tecnologias ambientais mais avançadas através da concessão de incentivos fiscais. Nos valores não obrigatórios e no método de ensaio a eles associado, o Conselho seguiu os limites do Euro 3 para os veículos de passageiros, actualmente em vigor.
Trabalhos futuros (artigo 4.º)
Na sua proposta, a Comissão anunciara que iria investigar a viabilidade técnica e económica de futuras reduções das emissões, para aplicar a partir de 2006. Esta fase basear-se-ia num novo ciclo de ensaios, possivelmente harmonizado a nível mundial, actualmente a ser desenvolvido através de uma acção coordenada a nível da UNECE (Comissão Económica para a Europa das Nações Unidas). O Conselho apoiou esta abordagem, mas foi mais longe ao exigir que a Comissão apresente uma proposta nesta matéria antes do final de 2002. Este prazo coincide com o prazo previsto pela Comissão, tal como consta da exposição de motivos.
O Conselho acrescentou alguns elementos ao artigo 4.º, que devem ser encarados como acções prioritárias nos trabalhos futuros. No fim de 2002, a Comissão deve apresentar propostas relativas a novas reduções das emissões das motorizadas, à medição de partículas e valores-limite associados, à medição das emissões de CO2 e aos requisitos de durabilidade. Outros elementos referidos no artigo 4.º relacionam-se com a conformidade, a inspecção e a manutenção dos veículos em circulação, os sistemas de diagnóstico a bordo e o controlo das emissões por evaporação. Assumindo esta posição, o Conselho acolhe em larga medida os pontos de vista do Parlamento Europeu, na medida em que estas questões foram igualmente levantadas nas alterações do Parlamento Europeu. No entanto, relativamente a alguns elementos, o calendário e as disposições pormenorizadas das alterações parlamentares diferem da posição comum do Conselho.
A posição comum relativa ao artigo 4.º é, sem dúvida, um programa muito ambicioso com um calendário muito apertado. Porém, os vários elementos estão de acordo com as prioridades já estabelecidas pela Comissão.
Dispositivos de desactivação e estratégias de controlo irracionais
De acordo com as alterações do Parlamento Europeu, o Conselho introduziu uma proibição quanto ao uso de dispositivos de desactivação e estratégias de controlo irracionais, bem como disposições sobre a informação a fornecer pelo fabricante para permitir que os serviços técnicos verifiquem os dispositivos de controlo de emissões.
4. Alterações do Parlamento Europeu em primeira leitura e parecer da Comissão
A 14 de Fevereiro, o Parlamento Europeu adoptou 25 alterações. Estas podem ser reunidas em 3 grupos:
4.1. Introdução de uma fase Euro 3 obrigatória (aplicável em 2006):
Alterações 3, 5, 10, 11, 23, 24 e 25.
Os valores-limite Euro 3 propostos limitam-se a fazer coincidir o ciclo de ensaios e os valores-limite para os grandes motociclos com os que se encontram actualmente em vigor para os veículos de passageiros. Na sua proposta, a Comissão anunciou que iria estudar a possibilidade, a nível técnico e económico, de aplicar em 2006 uma nova fase, cujos valores-limite serão determinados com base num ciclo de ensaios específico para os motociclos, bem adaptado à dinâmica dos modos de condução destes veículos.
Sendo assim, a Comissão rejeitou todas as alterações do Parlamento Europeu que introduziam uma fase Euro 3 obrigatória.
4.2. Alterações relativas a: durabilidade, dispositivos de desactivação, ensaio da conformidade dos veículos em circulação, CO2 e sistemas de diagnóstico a bordo (alterações 6, 7, 8, 13, 14, 15, 16, 17, 20 e 21, parte 4)
O relatório refere uma série de modos para assegurar mais eficazmente o funcionamento correcto do equipamento de controlo das emissões durante a vida útil do veículo. A aplicação desses requisitos poderá ter implicações consideráveis que carecem de avaliação cuidadosa, tendo em conta a relação custo-eficácia, a viabilidade técnica e as consequências práticas da respectiva aplicação ao sector dos motociclos.
Assim, a Comissão acedeu, em princípio, a estudar algumas daquelas medidas mas rejeita as alterações que prejudiquem qualquer decisão final quanto à sua aplicação.
4.3. Alterações várias (alterações 1, 2, 4, 12, 18, 19, 21, 22 e 26)
O relatório propôs também alterações adicionais sobre várias questões. A Comissão concorda plenamente com algumas delas, ou seja:
- possibilidade de instituir incentivos financeiros para reequipar veículos mais antigos (alterações 4 e 12);
- limitação do impacto económico nos pequenos fabricantes ao estudar medidas futuras (alteração 18).
Outras alterações, relativas a trabalhos futuros, são aceitáveis em princípio ou em parte mas devem ser analisadas antes da elaboração de propostas definitivas:
Uma das alterações várias não é aceitável:
- adiar a data Euro 2 para "todos os modelos" de 1 de Janeiro de 2004 para 1 de Janeiro de 2005 (alteração 26, parte 1).
Por conseguinte, a Comissão aceitou:
- na totalidade, três alterações (números 4, 12 e 18);
- parcialmente, seis alterações (números 1, 14, 19, 20, 22 e 26, 2.ª parte);
- em princípio, cinco alterações (números 2, 7, 8, 16 e 21),
e rejeitou onze alterações (números 3, 5, 6, 10, 11, 13, 15, 17, 23, 24 e 25).
Em geral, as instituições concordam que é necessária uma nova fase de redução das emissões, aplicável a partir de 2006. Há também acordo quanto à necessidade de um ciclo de ensaios melhorado. No entanto, ao contrário do Parlamento Europeu, o Conselho apoiou a abordagem da Comissão no sentido de que o melhor método de ensaio deverá ser estabelecido, de preferência, com base no ciclo de ensaios que se encontra actualmente a ser desenvolvido a nível da UNECE, antes de tomar uma decisão referente aos valores-limite de 2006.
Com a revisão do artigo 4.º, o Conselho traçou um programa ambicioso para a Comissão, com um calendário apertado. A este respeito, o Conselho foi, em larga medida, ao encontro das expectativas do Parlamento Europeu. A Comissão concorda que as medidas que garantem um desempenho mais eficaz das emissões em circulação, incluindo os necessários sistemas de controlo, deverão ser consideradas acções prioritárias.
Assim sendo, a Comissão apoia, em geral, a posição comum do Conselho e convida as duas instituições a chegarem a acordo o mais rapidamente possível. A Comissão está pronta para dar o seu apoio neste processo.
Etiquetas ambiente, News europe
Atenção: Este artigo possui passagens que não respeitam o Princípio da imparcialidade. Tenha cuidado ao ler as informações contidas nele. Existe alguma controvérsia quanto à forma de o tornar mais imparcial, e se sabe alguma coisa sobre o assunto deve evitar editar o artigo neste momento sem participar na conversa a decorrer na página de discussão.
A Herbalife é uma multinacional americana presente hoje em 64 países, que atua na indústria de nutrição humana, distribuindo seus produtos através de marketing multinível, onde cada elemento é um distribuidor independente. A empresa foi fundada em 1980 por Mark Hughes, o qual faleceu em 2000. Um de seus slogans é "Quer perder peso? Pergunte-me como".
Os principais líderes da Herbalife também são distribuidores, tal como o atual CEO, o executivo Michael O. Johnson, que atuou como presidente da Walt Disney Company por 17 anos.Índice [esconder]
1 História oficial
2 História extra-oficial
A empresa começou depois de uma tragédia pessoal de seu futuro fundador, nos seus 18 anos, quando viu sua mãe morrer por uma overdose de anfetaminas (remédios para emagrecer). Mark começou a pesquisar sobre formas de emagrecer sem que a saúde fosse prejudicada. Após participar de um simpósio sobre ervas chinesas, ele desenvolveu o seu primeiro produto, o pó nutricional, o qual começou a ser vendido em Fevereiro de 1980.
A empresa chegou ao Brasil em 1995, e atualmente conta com Eneida Bini (ex-executiva da Avon) como diretora-geral da filial no Brasil.
História extra-oficial
A história oficial é em grande parte um mito criado por Mark Hughes como parte de seu discurso de vendas.
Sua mãe, Jo Ann Hughes, morreu em 1975 (quando Mark tinha 19 anos), por overdose de Darvon (propoxifeno, um analgésico opióide).
Em 1976, Mark começou a trabalhar vendendo Slender Now ("mais magro agora") dos Laboratórios Seyforth, uma empresa de marketing multi-nível. Quando a mesma fechou em 1979, ele passou a vender equipamento de ginástica e produtos para controle de peso para a Golden Youth, outra empresa de marketing direto. Quando esta outra empresa também fechou, ele decidiu abrir sua própria empresa para combinar a filosofia oriental de ervas medicinais com a filosofia ocidental de minerais e vitaminas.
Em fevereiro de 1980, em parceria com Richard Marconi (responsável pelo Slender Now), ele abriu a Herbalife, com grande sucesso.
Em março de 1985, o procurador-geral do estado da Califórnia acusou a empresa de fazer promessas falsas ou enganosas quanto aos produtos (em particular, quanto ao teor de cafeína, um estimulante), além de operar a empresa como um esquema de corrente (ou pirâmide). Em maio ele prestou depoimento a uma comissão de senadores. O caso estadual foi fechado após a empresa pagar US$850.000 e retirar dois produtos do mercado. A investigação federal não resultou em uma acusação.
Distribuidores independentes da Herbalife questionam a rentabilidade deste tipo de negócio, alegando serem incentivados a manter grandes estoques, mesmo quando não conseguem vendê-los, embora essa não seja uma obrigação contratual. Há depoimentos de que distribuidores independentes ganham até cem mil reais por mês. A maioria dos distribuidores independentes, no entanto, encontra-se incapaz de atingir suas metas de venda.
Além disso nutricionistas contestam a eficácia dos produtos de emagrecimento. No final de 2005, a associação Pro Teste testou seis marcas de produtos nutricionais, incluindo o da Herbalife, concluindo que o mesmo não satisfaz as necessidades nutricionais do organismo [1].
A empresa se defende lembrando que o produto é aprovado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e pelo Ministério da Saúde no Brasil e de outras 61 nações. A equipe medica e científica da Herbalife inclui um laureado com o prémio Nobel da Medicina, Prof. Louis Ignarro.
Critica-se também o sistema de distribuidores independentes por funcionar como um esquema de matriz (semelhante ao esquema de pirâmide, porém com a comercialização de produtos), pois há a necessidade de progressão geométrica no número de distribuidores subordinados para que o distribuidor do topo da pirâmide alcance faturamentos de centenas de milhares de dólares, modelo de negócios insustentável dada a natureza finita da população consumidora.
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freud: "A unica aberração sexual é a abstinência!", bem la foi o freud que disse e quem somos nós para questiona quem estudou o assunto :D
pois eu seu, tantos videos seguidos, mas curti a musica
have got no clue
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Logo 1969-1983
Western Electric (sometimes abbreviated WE and WECo) was an American electrical engineering company, the manufacturing arm of AT&T from 1881 to 1995. It was the scene of a number of technological innovations and also some seminal developments in industrial management. It also served as the purchasing agent for the member companies of the Bell System.Contents [hide]
In 1856, George Shawk purchased an electrical engineering business in Cleveland, Ohio. In 1869, he became partners with Enos N. Barton and, later the same year, sold his share to inventor Elisha Gray. In 1872 Barton and Gray moved the business to Clinton Street, Chicago, Illinois and incorporated it as the Western Electric Manufacturing Company. They manufactured a variety of electrical products including typewriters, alarms and lighting and had a close relationship with the telegraph company Western Union to whom they supplied relays and other equipment.
In 1875, Gray sold his interests to Western Union, including the caveat that he had filed against Alexander Graham Bell's patent application for the telephone. The ensuing legal battle over patent rights, between Western Union and the Bell Telephone Company, ended in 1879 with the former company withdrawing from the telephone market and the latter acquiring Western Electric in 1881.
Despite the existence of 1300 Independent telephone companies, the Bell System, popularly known as Ma Bell, had a monopoly on long distance service from 1881 until nearly the time of its break-up in 1984, and monopolies in local service for most regions during that same period. AT&T secured all urban areas in the early 20th century. The independent companies were left to serve less-profitable outlying areas and vast stretches of rural America.
The bulk of AT&T revenue came from the Bell System — regional Bell operating companies (RBOCs), such as The New York Telephone Co., The Pacific Telephone and Telegraph Co. and Southwestern Bell Telephone Co. Other divisions of AT&T and parts of the Bell System included Bell Telephone Laboratories, Inc. (Bell Labs), AT&T Long Lines and Western Electric, the manufacturing arm.
All telephones in areas where AT&T subsidiaries provided local service, all components of the public switched telephone network (PSTN), and all devices connected to the network were made by Western Electric and no other devices were allowed to be connected to AT&T's network. To enforce their monopoly, AT&T and Bell System companies employed small armies of inspectors to check household line voltage levels to determine if non-leased phones were in use by consumers.
AT&T and the Bell System used its leasing arrangements for telephones and telephone equipment made by its subsidiary, Western Electric to increase its control over telephone manufacturing in the United States and Canada. Western Electric-made phones were owned not by individual customers, but by local Bell System telephone companies - all of which were in turn owned by AT&T, which also owned Western Electric itself. Instead, each phone was leased from AT&T on a monthly basis by customers, who generally paid for their phone and its connection many times over in cumulative lease fees. This monopoly made millions of extra dollars for AT&T and Western Electric, which had the secondary effect of greatly limiting phone choices and styles. Many phones made by Western Electric carried the following disclaimer permanently molded into their housings: "BELL SYSTEM PROPERTY--NOT FOR SALE." Telephones also labeled with a sticker marking the Bell Operating Company that owned the telephone. To increase revenues, the Bell System sometimes remodelled older-design returned phones with new housings, then leased them for use in new installations. The longevity of Western Electric phone models and the limited number of new designs was a direct result of AT&T and Bell System control of new phone sales in a monopolistic system.
AT&T and the Bell System also strictly enforced policies against buying and using phones by other manufacturers. A customer who insisted on using a phone not supplied by the Bell System had to first transfer the phone to the local Bell monopoly, who leased the purchased phone back to the customer for a monthly charge plus a 're-wiring' fee. In the 1980s, after some consumers began buying phones from other manufacturers anyway, AT&T changed its policy for its Design Line telephone series by selling customers the phone's housing, retaining ownership of the mechanical components - which still required paying AT&T a monthly leasing fee.
Until 1983, Western Electric telephones and/or their inner mechanical components continued to be leased by subscribers and never sold, and so had to be repaired at no charge if they failed. This led Western Electric to pursue extreme reliability and durability in design in hopes of minimizing service calls. In particular, the work of Walter A. Shewhart, who developed new techniques for statistical quality control in the 1920s, helped lead to the legendary quality of manufacture of Western Electric telephones. In 1983, Western Electric telephones began being sold to the public through the newly created American Bell subsidiary of AT&T, under the American Bell brand name. Prior to Judge Greene prohibiting AT&T from using the Bell name after January 1, 1984 the plan was to market products and services under the American Bell name, accompanied by the now familiar AT&T globe logo.
AT&T's only serious competitor in providing phone service was General Telephone and Electronics (GTE), which operated its own manufacturing arm, Automatic Electric.
In 1905 AT&T began construction of the Hawthorne Works on the outskirts of Chicago and which, by 1914 had absorbed all manufacturing work from Clinton Street and Western Electric's other plant in New York.
In addition to being a supplier for AT&T, Western Electric also played a major role in the development and production of professional sound recording and reproducing equipment, notably the Vitaphone system which brought sound to the movies, the Westrex optical sound that succeeded it, and the Westrex cutter and system for recording stereophonic sound in a single-groove gramophone record that was compatible with monophonic equipment.
In 1928, Western Electric issued the first telephone with a single handset, having both the transmitter and receiver placed thereon (previous telephones had been of the "candlestick" type). This telephone was known as the "102" phone, and had a round base; it was succeeded in 1930 by the "202" phone, which was identical except for the shape of the base, which was oval.
The next significant upgrade came in 1937 with the introduction of the "302" phone. Designed by the noted industrial designer Henry Dreyfuss, this telephone included the ringer within its rectangular housing; previous models (including the candlestick) had required a separate "bell box." The 302 was followed by the "500" phone; initially released in 1949 and continually updated over time, reflecting new materials and manufacturing processes, such as quieter and smoother dial gearing and a printed circuit board in the "network" (the phone's circuit module). It was discontinued in 1986, in favor of a Touch-Tone version that also electronically emulated a rotary dial, the Western Electric Model 500 Phone, which would become the most extensively-produced telephone model in the industry's history.
Later innovations included the Princess telephones of the 1950s and Trimline telephones of the 1960s, and the development of touch-tone dialing as a replacement for rotary dialing.
In 1929 they were also a big player in early cinema sound systems. They created the Western Electric Universal Base, a device by which early silent cinema projectors could be adapted to screen sound films. They also designed a wide audio range horn speaker for cinemas. This was estimated to be nearly 50% efficient thus allowing a cinema to be filled with sound from a 3 watt amplifier. This was an important breakthrough in 1929 because high powered audio valves were not generally available then.
On January 1, 1984, Western Electric Co. was assumed under the corporate charter of the new AT&T Technologies, Inc. Western Electric was then split up into several divisions, each focusing on a particular type of customer (e.g. AT&T Technology Systems, AT&T Network Systems). Telephones made by Western Electric prior to the breakup continued to be manufactured and continued to be marked "Western Electric", with the Bell logo absent, or "hidden" by metal filler inside of all telephone housings and most components, including new electronic integrated circuits with the famous "WE" initials.
Cost-cutting measures resulted in the consumer telephones, including the Trimline being redesigned and "modernized" in 1985, as well as more plastic being used in place of metal on the 500 & 2500 series phones, as well as the Princess. In 1986, the Indianapolis Works telephone plant closed, and US production of AT&T single line home phones ended. Business telephones and systems continued production in the Shreveport Works plant until 2001. Home telephones were redesigned an. production was moved overseas to Hong Kong, Singapore, and Bangkok. Western Electric no longer marked housings of telephones with "WE", but continued to mark the modular plugs of telephone cords with "WE".
Since the demise of Western Electric, telephones and telephone equipment have been made by numerous manufacturers. As a result of increased competition, modern telephones are now made in Asia using less expensive components. Since few people keep a phone more than a few years, today's models are often viewed as disposable commodities, as compared to long-lived Western Electric models.
Some people never purchased telephones after the AT&T breakup and continue to lease their existing Western Electric models from AT&T Consumer Lease Services. Such people have paid for their telephones ten or more times over, but the phones are perceived by some users to be superior to telephones commonly made today in aspects of durability and sound quality. Today many of these Western Electric telephones have become collector's items, renowned for their reliability.
Etiquetas economia, historia
Outro da dupla maravilha:
Etiquetas uniao europeia
Por rafael à(s) sexta-feira, fevereiro 23, 2007
Por pwr à(s) sexta-feira, fevereiro 23, 2007
Etiquetas lyrics, video
The Spartans did not depend upon slaves from other territories for their labor force. Instead, they created what Sue Blundell calls a “serf class” from the native populations they had conquered. These serf-like peoples, known as helots, resented their suppression and presented a constant threat of rebellion against Sparta, which met this danger early on (in the 7th century BCE) by turning their citizens into a highly trained, efficient army. A male citizen’s life was spent in learning and practicing the military arts: “All Spartan citizens were full-time professional soldiers,” writes Blundell. “They were trained for this role from boyhood, and up to the age of thirty they lived continuously in barracks. After that, they could set up their own domestic establishments, but for the rest of their lives they ate every night in a common mess.” As a result of a lifetime of training, the Spartans were famed for their military abilities. The Spartans and their alliance, the Peloponnesian League, were a strong military force and dominated the southern region of Greece.
Unlike the Spartans, who were to a great degree self-sufficient and did not have business dealings with others, the city-state of Athens became wealthy through trade with others, tributes from states that looked to Athens’s navy for protection, and a large slave-based economy. There were about 40,000 citizens in Attica (in the early 400s BCE) and 100,000 slaves. Athens was wealthy, many of its citizens had a relatively large amount of leisure, and they enjoyed contact with the outside world. The city produced a remarkable series of writers, thinkers, philosophers, and politicians; they invented theatre, created democracy, and produced great art, architecture, and literature.
To protect its trade routes over the water, Athens created a strong navy, one that, over time, dominated the sea. Athens and its allies, known as the Delian League, came into conflict with the Spartans and the Peloponnesian league, and in 431 BCE war broke out between the two cities—a war based on trade routes, rivalries, and tributes paid by smaller dependent states.
This conflict, the Peloponnesian War, essentially was a 28-year period of on-again off-again civil war among Greek city-states. (A city-state was the city, such as Athens, and the surrounding country under its influence and protection; Athens and its surrounding area, known as Attica, was about the size of Rhode Island). Sparta had a clear military advantage on land, but the Athenian navy far surpassed Sparta’s capabilities at sea; neither side was able to seize and maintain the upper hand. Both sides experienced major victories and crushing defeats, and the war was frequently interrupted by periods of negotiated peace. The war ended in 404 BCE with the defeat of Athens and its democracy.
Como Expandir o Vista de 30 Dias Para 120 Dias....
Muito se tem falado ultimamente sobre o novo sistema operativo da Microsoft, desde os supostos crack's às noticias de actualizações, todo o mundo fala no Windows Vista.
Contudo, e porque a CDRWXP gosta de dar sempre a conhecer as últimas novidades, existe uma forma - legal - de conseguir expandir os 30 dias iniciais até 120 dias. O método é bastante simples sendo que deverá ser utilizado com a devida conta-peso-e-medida para conseguir de facto expandir para os 4 meses de utilização completa.
Em primeiro lugar deverá estar "logado" como Administrador de sistema, sendo que de seguida deverá executar a consola de comandos (Tecla Win+R) e escrever slmgr -rearm.
O comando rearm, e como já dissemos pode ser utilizador até três vezes, o que faz é "reiniciar" a contagem inicial de forma a dar novamente os 30 dias iniciais. E como só pode ser utilizado três vezes é aconselhável que seja executado apenas quando faltar um dia para o final de cada período.
Como já dissemos este método é completamente legal, sendo que foi publicado pela própria Microsoft.
Por rafael à(s) quinta-feira, fevereiro 22, 2007
Etiquetas help, internet
http://forums.megagames.com/forums/showthread.php?t=46642
va alguem perceber este mundo
Etiquetas picture
Novo imposto de circulação obriga a pagar mínimo de 75 euros
[ 2007/02/19 | 07:57 ] Editorial
Automóvel: em cada dez euros de receita dois vão para o Fisco
Só 907 mil compraram selo do carro na Internet
Stands cobram margens brutas de 20 a 40% na venda de carros
Nova plataforma de compra e venda de usados entre particulares
Bruxelas quer reduzir emissões de CO2 nos automóveis
Crise já obriga pequenas oficinas automóveis a fechar
Os carros comprados a partir de 1 de Julho deste ano passam a pagar, em 2008, um mínimo de 75 euros e um máximo de 550 euros de Imposto Único de Circulação (IUC), que substituirá o actual «selo do carro».
De acordo com o «Diário de Notícias», os actuais proprietários e os veículos comprados até 30 de Junho deste ano continuam a liquidar o selo do carro de acordo com o actual formato. Para este ano está previsto um aumento de 2,1 por cento, de acordo com o Orçamento do Estado para 2007.
Para os veículos a comprar a partir de Julho deste ano deixa de existir a diferenciação entre gasolina e gasóleo para efeitos de pagamento do imposto.
O novo imposto de circulação, que o Executivo apresentará brevemente ao Parlamento para aprovação, prevê a taxação da cilindrada e das emissões de dióxido de carbono, Co2.
Assim, um carro com uma cilindrada até 1.250 centímetros cúbicos e com uma emissão de Co2 de 120 gramas por quilómetro, pagará 75 euros de Imposto Único de Circulação em 2008. Parte deste imposto, o correspondente à cilindrada, será receita municipal, já que este imposto substitui o actual Imposto Municipal sobre Veículos, o vulgar selo do carro.
O imposto de circulação complementa outro imposto «pago à cabeça», o Imposto sobre os Veículos (ISV) que substitui em Julho o actual Imposto Automóvel (IA). De acordo com o Governo, no primeiro ano de vigência, o imposto baixa em média 10%, mantendo-se no entanto a carga fiscal automóvel, já que , em contrapartida, aumenta o IUC, pago anualmente, durante a vida útil do automóvel.
Por rafael à(s) segunda-feira, fevereiro 19, 2007
Etiquetas noticias portugal
Videos de lord of the rings: battle for middle eart 2
http://www.ea.com/official/lordoftherings/bfme2/us/video.jsp
Etiquetas Electronic Games, internet, video
Redes Hamachi para: Battlefield 2142, The lord of the rings: battle formidle earth 2 version 1.06., COMAND AND CONQUER: ZERO HOUR e WAR CRAFT 3: TFT
==============Battlefield 2142=====================
+Do not patch the game if you play on these servers+
+Nao coloquem nenhum patch no jogo para jugarem nestas redes+
-All servers are cleaned every day or so-If one server is full just join the next one down-
-todos as redes sao limpas todos os dias ou quase-se uma rede estiver cheia entrem na proxima-
Password = bf
user/rede/network
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name: israel1
======The lord of the rings: battle formidle earth 2 version 1.06.========
The lord of the rings: battle for midle earth
All nights we are playing Battle for the middle earth 2 version 1.06. For any one who wants to join, here are the networks;
Note= When you join and see the people over there you get suprised!!!
Every week networks updated. During the week people who are not seen will be evicted. You should check if you ara a member or not of networks regularly.
user/rede/network:
oyna1
oyna7
oyna8
devağ
oyna17
all passwords= 123
==============COMAND AND CONQUER: ZERO HOUR=====================
COMAND AND CONQUER: ZERO HOUR
user/rede/network: HG - Zero Hour
=============WAR CRAFT 3: The frozen throne==================
WAR CRAFT 3: The frozen throne
user/rede/network:legolas`14
user/rede/network:legolas`15
Etiquetas Electronic Games, help, internet
atenção ao minuto 3:20 um knockout fantastico =)
Etiquetas interess, video
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Iraq’s Legal System Staggers Beneath the Weight of War (December 17, 2006)
Centenas de polacos protestam contra passagem de auto-estrada em reserva natural
18.02.2007 - 20h01 Reuters
Centenas de polacos manifestaram-se hoje contra a passagem de uma auto-estrada na reserve natural do Vale de Rospuda. A Comissão Europeia já avisou que o projecto de construção vai pôr em risco o compromisso da Polónia com a protecção da natureza.
Os críticos do projecto dizem que este ameaça o Vale de Rospuda, zona de turfeiras que alberga espécies de plantas e de animais raras no país.
O troço em questão faz parte de uma auto-estrada internacional que liga Varsóvia a Helsínquia, através dos países bálticos. A auto-estrada incluirá uma passagem aérea de 500 metros por cima do vale.
“Compreendemos que é necessária uma auto-estrada e, por isso, já propusemos vias alternativas para evitar danificar o ambiente”, disse o ecologista Jan Jakiel.
Dezenas de ecologistas foram para o local com tendas e ameaçaram acorrentar-se às árvores se a construção avançar, informou a estação de televisão TVN24.
O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, disse recentemente às autoridades polacas que a Comissão vê este projecto como uma violação à Rede Natura 2000 da Polónia.
Irão impede navio da Greenpeace de entrar nas suas águas territoriais
18.02.2007 - 20h23 AFP
As autoridades de Teerão impediram o “Rainbow Warrior”, da Greenpeace, de entrar nas suas águas territoriais. A organização ecologista preparava-se para dar, a bordo do navio, uma conferência de imprensa sobre energia nuclear, afirmou hoje a organização.
"Estava combinado darmos uma conferência de imprensa a bordo do ‘Rainbow Warrior’ em Bouchehr (a cidade a Sul do Irão onde se situa uma central nuclear) para mostrar os resultados de investigações sobre as possibilidades oferecidas ao Irão para satisfazer as suas necessidades energéticas, sem recorrer ao nuclear”, escreveu a Greenpeace em comunicado.
“Mas, no último minuto, e quando o navio se preparava para entrar nas águas territoriais iranianas, as autoridades recusaram dar-nos a autorização final para entrar”, acrescenta a Greenpeace, lamentando esta decisão.
A organização, presente em 40 países, garante que “vai encontrar outros meios para fazer passar a mensagem e continuar a nossa actuação pela paz na região”.
No mesmo comunicado, a organização diz ter realizado uma “acção pacífica em frente ao Parlamento israelita para chamar a atenção dos deputados para os perigos nucleares no Médio Oriente”.
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