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Timestamp: 2019-11-19 08:17:18+00:00
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Matched Legal Cases: ['Artigo 9', 'Artigo 12', 'Artigo 28', 'Artigo 29', 'Artigo 30', 'Artigo 33', 'Artigo 34', 'artigo 2', 'artigo 74', 'Artigo 65']

Lei nº 4.375, de 17 de agosto de 1964. Lei do Serviço Militar. - Nacional - Códigos - Legislação - VLEX 364344925
TÍTULO I. Da natureza, obrigatoriedade e duração do serviço militar
CAPÍTULO I. Da natureza e obrigatoriedade do serviço militar
CAPÍTULO II. Da duração do serviço militar
TÍTULO II. Da divisão territorial e dos órgãos de direção e execução do serviço militar
CAPÍTULO I. Da divisão territorial
CAPÍTULO II. Dos órgãos de direção e execução do serviço militar
TÍTULO III. Do recrutamento para o serviço militar
CAPÍTULO I. Do recrutamento
CAPÍTULO III. Da convocação
CAPÍTULO IV. Da incorporação e da matrícula nos órgãos de formação de reserva
CAPÍTULO V. Dos refratários, insubmissos e voluntários
TÍTULO IV. Das isenções, do adiamento de incorporação e da dispensa de incorporação
CAPÍTULO I. Das isenções
CAPÍTULO II. Do adiantamento de incorporação
CAPÍTULO III. Da dispensa de incorporação
TÍTULO V. Das interrupções e das prorrogações do serviço militar
CAPÍTULO I. Da interrupção
CAPÍTULO II. Das prorrogações do serviço militar
TÍTULO VI. Do licenciamento, da reserva dos certificados de alistamento de reservista, de dispensa de incorporação e de isenção
CAPÍTULO I. Do licenciamento
CAPÍTULO II. Da reserva
CAPÍTULO III. Dos certificados de aiistamento militar, de reservista, de dispensa de incorporação e de isenção
TÍTULO VII. Das infrações e penalidades
TÍTULO VIII. Dos órgãos de formação de reservas
CAPÍTULO I. Dos direitos dos convocados e reservistas
CAPÍTULO II. Dos deveres dos reservistas
CAPÍTULO III. Das autoridades participantes da execução desta lei
CAPÍTULO IV. Do fundo do serviço militar
CAPÍTULO V. Disposições diversas
Norma citada em: 3132 sentenças, 38 doutrinas, 7 disposições normativas, 7 notícias
TÍTULO I Da natureza, obrigatoriedade e duração do serviço militar Artigos 1 a 8
CAPÍTULO I Da natureza e obrigatoriedade do serviço militar Artigos 1 a 4
O Serviço Militar consiste no exercício de atividades específicas desempenhadas nas Fôrças Armadas - Exército, Marinha e Aeronáutica - e compreenderá, na mobilização, todos os encargos relacionados com a defesa nacional.
Todos os brasileiros são obrigados ao Serviço Militar, na forma da presente Lei e sua regulamentação.
§ 2.As mulheres ficam isentas do Serviço Militar em tempo de paz e, de acôrdo com suas aptidões, sujeitas aos encargos do interêsse da mobilização.
O Serviço Militar inicial será prestado por classes constituídas de brasileiros nascidos entre 1º de janeiro e 31 de dezembro, no ano em que completarem 19 (dezenove) anos de idade.
§ 2.A prestação do Serviço Militar dos brasileiros compreendidos no § 1º dêste artigo será fixada na regulamentação da presente Lei.
Os brasileiros nas condições previstas nesta Lei prestarão o Serviço Militar incorporados em Organizações da Ativa das Fôrças Armadas ou matriculados em Órgãos de Formação de Reserva.
CAPÍTULO II Da duração do serviço militar Artigos 5 a 8
A obrigação para com o Serviço Militar, em tempo de paz, começa no 1º dia de janeiro do ano em que o cidadão completar 18 (dezoito) anos de idade e subsistirá até 31 de dezembro do ano em que completar 45 (quarenta e cinco) anos.
§ 2.Será permitida a prestação do Serviço Militar como voluntário, a partir dos 17 (dezessete) anos de idade.
Artigo citado em: 62 sentenças, uma notícia
O Serviço Militar inicial dos incorporados terá a duração normal de 12 (doze) meses.
§ 2.Mediante autorização do Presidente da República, a duração do tempo do Serviço Militar inicial poderá:
Redação dada pelo Decreto-lei nº 549, de 1969
ser dilatada por prazo superior a 18 (dezoito) meses, em caso de interêsse nacional;
Incluído pelo Decreto-lei nº 549, de 1969
ser reduzida de período superior a 2 (dois) meses desde que solicitada, justificadamente, pelo Ministério Militar interessado.
§ 3.Durante o período de dilação do tempo de Serviço Militar, prevista nos parágrafos anteriores, as praças por ela abrangidas serão consideradas engajadas.
O Serviço Militar dos matriculados em Órgãos de Formação de Reserva terá a duração prevista nos respectivos regulamentos.
A contagem de tempo de Serviço Militar terá início no dia da incorporarão.
TÍTULO II Da divisão territorial e dos órgãos de direção e execução do serviço militar Artigos 9 a 11
CAPÍTULO I Da divisão territorial Artigo 9
O território nacional, para efeito do Serviço Militar, empreende:
Juntas de Serviço Militar, correspondentes aos Municípios Administrativos;
Delegacias de Serviço Militar, abrangendo uma ou mais Juntas de Serviço Militar;
Circunscrições de Serviço Militar, abrangendo diversas Delegacias de Serviço Militar, situadas, tanto quanto possível, no mesmo Estado;
Zonas de Serviço Militar, abrangendo duas ou mais Circunscrições do Serviço Militar, que serão fixadas na regulamentação da presente Lei.
§ 2.Os Municípios serão considerados tributários ou não-tributários, conforme sejam ou não designados contribuintes à convocação para o Serviço Militar inicial.
§ 3.Compete ao Estado-Maior das Fôrças Armadas (EMFA), mediante propostas dos Ministros Militares, planejar anualmente a tributação referida neste artigo.
CAPÍTULO II Dos órgãos de direção e execução do serviço militar Artigos 10 e 11
Ao Estado-Maior das Fôrças Armadas (EMFA), caberá a direção geral do Serviço Militar.
Os órgãos de direção e execução, no âmbito de cada Fôrça, serão fixados pela regulamentação da presente Lei.
§ 2.Nos Municípios onde houver Tiro-de-Guerra, os prefeitos ficam dispensados da presidência das J. S. M. que, neste caso, caberá ao Diretor do TG, tendo como secretário instrutor, designado na forma da regulamentação desta Lei.
§ 3.A responsabilidade de instalação e manutenção das J. S. M. , em qualquer caso, é da alçada do Município Administrativo.
TÍTULO III Do recrutamento para o serviço militar Artigos 12 a 27
CAPÍTULO I Do recrutamento Artigo 12
O recrutamento para o Serviço Militar compreende:
incorporação ou matrícula nos Órgãos de Formação de Reserva;
Artigo citado em: 27 sentenças, uma disposição normativa
CAPÍTULO II Da seleção Artigos 13 a 15
A seleção, quer da classe a ser convocada, quer dos voluntários, será realizada dentro dos seguintes aspectos:
Artigo citado em: 397 sentenças, uma notícia
A seleção será realizada por Comissões de Seleção, para isso especialmente designadas pelas autoridades competentes. Essas Comissões serão constituídas por militares da ativa ou da reserva e, se necessário, completadas por civis devidamente qualificados.
Os critérios para a seleção serão fixados pelo Estado-Maior das Fôrças Armadas (EMFA), de acôrdo com os requisitos apresentados pelas Fôrças Armadas, de per si.
CAPÍTULO III Da convocação Artigos 16 a 19
Serão convocados anualmente, para prestar o Serviço Militar inicial nas Fôrças Armadas, os brasileiros pertencentes a uma única classe.
A classe convocada será constituída dos brasileiros que completarem 19 (dezenove) anos de idade entre 1º de janeiro e 31 de dezembro do ano em que deverão ser incorporados em Organização Militar da Ativa ou matriculados em Órgãos de Formação de Reserva.
Redação dada pela Lei nº 12.336, de 2010
§ 2.Por Organização Militar da Ativa, entendem-se os Corpos de Tropa, Repartições, Estabelecimentos, Navios, Bases Navais ou Aéreas e qualquer outra unidade tática ou administrativa que faça parte do todo orgânico do Exército, da Marinha ou da Aeronáutica.
§ 3.Órgãos de Formação de Reserva é a denominação genérica dada aos órgãos de formação de oficiais, graduados e soldados para a reserva.
§ 4.As subunidades-quadros com a finalidade de formar soldados especialistas e graduados de fileira e especialistas, destinados não só à ativa como à reserva, são consideradas, conforme o caso, como Organização Militar da Ativa ou Órgão de Formação de Reserva.
Será elaborado anualmente pelo Estado-Maior das Fôrças Armadas (EMFA), com participação dos Ministérios Militares, um Plano Geral de Convocação para o Serviço Militar inicial, que regulará as condições de recrutamento da classe a incorporar no ano seguinte, nas Fôrças Armadas.
Em qualquer época, tenham ou não prestado o Serviço Militar, poderão os brasileiros ser objeto de convocação de emergência, em condições determinadas pelo Presidente da República, para evitar a perturbação da ordem ou para sua manutenção, ou, ainda, em caso de calamidade pública.
CAPÍTULO IV Da incorporação e da matrícula nos órgãos de formação de reserva Artigos 20 a 23
Incorporação é o ato de inclusão do convocado ou voluntário em uma Organização Militar da Ativa das Fôrças Armadas.
Tanto quanto possível, os convocados serão incorporados em Organização Militar da Ativa localizada no Município de sua residência.
Matrícula é o ato de admissão do convocado ou voluntário em qualquer Escola, Centro, Curso de Formação de Militar da Ativa, ou Órgão de Formação de Reserva.
§ 2.Caberá ao EMFA, em ligação com os Ministros Militares, designar os municípios constitutivos de cada uma das guarnições militares, para os efeitos desta lei.
Os convocados de que tratam os parágrafos do artigo anterior, embora não incorporados, ficam sujeitos, durante a prestação do Serviço Militar, às atividades correlatas à manutenção da ordem interna.
CAPÍTULO V Dos refratários, insubmissos e voluntários Artigos 24 a 27
O brasileiro que não se apresentar para a seleção durante a época de seleção do contingente de sua classe ou quê, tendo-o feito, se ausentar sem a ter completado, será considerado refratário.
O convocado selecionado e designado para incorporação ou matrícula, que não se apresentar à Organização Militar que lhe fôr designada, dentro do prazo marcado ou que, tendo-o feito, se ausentar antes do ato oficial de incorporação ou matrícula, será declarado insubmisso.
Aos refratários e insubmissos serão aplicadas as sanções previstas nesta Lei, sem prejuízo do que, sôbre os últimos, estabelece o Código Penal Militar.
§ 2.Em igualdade de condições, na Seleção a que forem submetidos, os refratários, ao se apresentarem, terão prioridade para incorporação.
Os Ministros Militares poderão, em qualquer época do ano, autorizar a aceitação de voluntários, reservistas ou não.
TÍTULO IV Das isenções, do adiamento de incorporação e da dispensa de incorporação Artigos 28 a 30
CAPÍTULO I Das isenções Artigo 28
São isentos do Serviço Militar:
por incapacidade física ou mental definitiva, em qualquer tempo, os que forem julgados inaptos em seleção ou inspeção e considerados irrecuperáveis para o Serviço Militar nas Fôrças Armadas;
em tempo de paz, por incapacidade moral, os convocados que estiverem cumprindo sentença por crime doloso, os que depois de incorporados forem expulsos das fileiras e os que, quando da releção, apresentarem indícios de incompatibilidade que, comprovados em exame ou sindicância, revelem incapacidade moral para integrarem as Fôrças Armadas.
CAPÍTULO II Do adiantamento de incorporação Artigo 29
Poderão ter a incorporação adiada:
por 1 (um) ou 2 (dois) anos, os candidatos às Escolas de Formação de Oficiais da Ativa, ou Escola, Centro ou Curso de Formação de Oficiais da Reserva das Fôrças Armadas, desde que satisfaçam na época da seleção, ou possam vir a satisfazer, dentro dêsses prazos, as condições de escolaridade exigidas para o ingresso nos citados órgãos de formação de oficiais;
pelo tempo correspondente à duração do curso, os que estiverem matriculados em Institutos de Ensino destinados à formação de sacerdotes e ministros de qualquer religião ou de membros de ordens religiosas regulares;
os que se encontrarem no exterior e o comprovem, ao regressarem ao Brasil;
os matriculados em Cursos de Formação de Oficiais das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros, até o término ou interrupção do curso;
os que estiverem matriculados ou que se candidatarem à matrícula em institutos de ensino (IEs) destinados à formação, residência médica ou pós-graduação de médicos, farmacêuticos, dentistas e veterinários até o término ou a interrupção do curso.
§ 2.Aquêles que tiverem a incorporação adiada, nos têrmos da letra b , se interromperem o curso eclesiástico, concorrerão à incorporação com a 1ª classe a ser convocada, e, se concluirem, serão dispensados do Serviço Militar obrigatório.
§ 3.Aquêles compreendidos nos têrmos da letra d , em caso de interrupção do curso, deverão ser apresentadas às Circunscrições de Serviço Militar, para regularizar a sua situação militar.
§ 4.Aquêles que tiverem a incorporação adiada, nos têrmos da letra e, dêste artigo, e concluírem os respectivos cursos terão a situação militar regulada em lei especial. Os que não terminarem os cursos, e satisfeitas as demais condições, terão prioridade para matrícula nos órgãos de Formação de Reserva ou incorporação em unidade da ativa, conforme o caso.
§ 5.As normas de abtenção de adiamento serão fixadas na regulamentação da presente Lei.
CAPÍTULO III Da dispensa de incorporação Artigo 30
São dispensados de incorporação os brasileiros da classe convocada;
residentes há mais de um ano, referido à data de início da época de seleção, em Município não-tributário ou em zona rural de Município sòmente tributário de órgão de Formação de Reserva;
residentes em Municípios tributários, excedentes às necessidades das Fôrças Armadas;
matriculados em Órgão de Formação de Reserva;
matriculados em Estabelecimentos de Ensino Militares, na forma estabelecida pela regulamentação desta Lei;
operários, funcionários ou empregados de estabelecimentos ou emprêsas industriais de interêsse militar, de transporte e de comunicações, que forem, anualmente, declarados diretamente relacionados com a Segurança Nacional pelo Estado-Maior das Fôrças Armadas (EMFA).
arrimos de família, enquanto durar essa situação;
§ 2.Os dispensados de incorporação de que trata a letra c , que, por motivo justo e na forma da regulamentação desta Lei, não tiverem aproveitamento ou forem designados, serão rematriculados no ano seguinte; no caso de reincidência, ficarão obrigados a apresentar-se à seleção, para a incorporação no ano imediato.
§ 3.Os dispensados de incorporação de que trata a letra c , desligados por motivo de faltas não-justificadas, serão incorporados na forma do parágrafo anterior.
§ 4.Os dispensados de incorporação de que tratam as letra, d e e , que respectivamente interromperem o curso ou deixarem o emprêgo ou função, durante o período de serviço de sua classe, serão submetidos a seleção com a classe seguinte.
§ 5.Os cidadãos de que trata a letra b ficarão, durante o período de serviço da classe a que pertencem, à disposição da autoridade militar competente, para atender à chamada complementar destinada ao preenchimento dos claros das Organizações Militares já existentes ou daquelas que vierem a ser criadas.
§ 6.Aqueles que tiverem sido dispensados da incorporação e concluírem os cursos em IEs destinados à formação de médicos, farmacêuticos, dentistas e veterinários poderão ser convocados para a prestação do serviço militar.
Incluído pela Lei nº 12.336, de 2010
Artigo citado em: 288 sentenças, uma doutrina, uma disposição normativa
TÍTULO V Das interrupções e das prorrogações do serviço militar Artigos 31 a 33
CAPÍTULO I Da interrupção Artigos 31 e 32
O serviço ativo das Fôrças Armadas será interrompido:
pela anulação da incorporação;
pela desincorporação;
pela expulsão;
pela deserção.
§ 2.A desincorporação ocorrerá:
por moléstia em conseqüência da qual o incorporado venha a faltar ao serviço durante 90 (noventa) dias, consecutivos ou não, hipótese em que será excluído e terá sua situação militar fixada na regulamentação da presente Lei;
por aquisição das condições de arrimo após a incorporação, obedecidas as disposições de regulamentação da presente Lei;
por moléstia ou acidente que torne o incorporado definitivamente incapaz para o Serviço Militar; - o incorporado nessas condições será excluído e isento definitivamente do Serviço Militar;
por condenação irrecorrível, resultante de prática de crime comum de caráter culposo; o incorporado nessas condições será excluído, entregue à autoridade civil competente e terá sua situação militar fixada na regulamentação da presente Lei.
§ 3.A expulsão, ocorrerá:
por condenação irrecorrível resultante da prática de crime comum ou militar, de caráter doloso;
pela prática de ato contra a moral pública, pundonor militar ou falta grave que, na forma da Lei ou de Regulamentos Militares, caracterize seu autor como indigno de pertencer às Fôrças Armadas;
pelo ingresso no mau comportamento contumaz, de forma a tornar-se inconveniente à disciplina e à permanência nas fileiras.
§ 4.O incorporado que responder a processo no Fôro Comum será apresentado à autoridade competente que o requisitar e dela ficará à disposição, em xadrez de organização militar, no caso de prisão preventiva. Após passada em julgado a sentença condenatória, será entregue à autoridade competente.
§ 5.O incorporado que responder a processo no Fôro Militar permanecerá na sua unidade, mesmo, como excedente.
A interrupção do Serviço Militar dos convocados matriculados em órgãos de Formação de Reserva, atendido o disposto nos parágrafos 2.e 3.do art. 30, obedecerá às normas fixadas nos respectivos regulamentos.
CAPÍTULO II Das prorrogações do serviço militar Artigo 33
Aos incorporados que concluírem o tempo de serviço a que estiverem obrigados poderá, desde que o requeiram, ser concedida prorrogação dêsse tempo, uma ou mais vêzes, como engajados ou reengajados, segundo as conveniências da Fôrça Armada interessada.
TÍTULO VI Do licenciamento, da reserva dos certificados de alistamento de reservista, de dispensa de incorporação e de isenção Artigos 34 a 43
CAPÍTULO I Do licenciamento Artigo 34
O licenciamento das praças que integram o contingente anual se processará de acôrdo com as normas estabelecidas pelos Ministérios da Guerra, da Marinha e da Aeronáutica, nos respectivos Planos de Licenciamento.
Artigo citado em: 73 sentenças
CAPÍTULO II Da reserva Artigos 35 e 36
A Reserva, no que concerne às praças, será constituída pelos reservistas de 1ª e 2ª categorias.
Os dispensados de incorporação, para efeito do parágrafo 3.do art. 181 da Constituição da República, são considerados em dia com o Serviço Militar inicial.
CAPÍTULO III Dos certificados de aiistamento militar, de reservista, de dispensa de incorporação e de isenção Artigos 37 a 43
O Certificado de Alistamento Militar é o documento comprovante da apresentação para a prestação do Serviço Militar inicial, fornecido gratuitamente pelas autoridades indicadas em regulamentação da presente Lei.
O Certificado de Reservista é o documento comprovante de inclusão do cidadão na Reserva do Exército da Marinha ou da Aeronáutica e será de formato único para as três Fôrças Armadas.
Aos brasileiros isentos do Serviço Militar será fornecido, pela autoridade militar competente, o Certificado de Isenção.
Aos brasileiros dispensados de incorporação, será fornecido, pela autoridade militar competente, um Certificado de Dispensa de Incorporação.
O Certificado de Isenção e o Certificado de Dispensa de Incorporação dos brasileiros concluintes dos cursos de Medicina, Farmácia, Odontologia e Veterinária terão validade até a diplomação e deverão ser revalidados pela região militar competente para ratificar a dispensa ou recolhidos, no caso de incorporação, a depender da necessidade das Forças Armadas.
A entrega do Certificado às praças expulsas será feita no próprio ato de expulsão, na forma da legislação em vigor.
É vedado, a quem quer que seja, reter Certificados de Alistamento, de Reservista, de Isenção ou de Dispensa de Incorporação, ou incluí-los em processo burocrático, ressalvados os casos de suspeita de fraude de pessoa ou da coisa e o que dispõe o art. 55 desta lei.
Os modelos de Certificados, sua impressão, distribuição, escrituração, autenticidade e mais particularidades serão estabelecidos na regulamentação desta Lei.
TÍTULO VII Das infrações e penalidades Artigos 44 a 55
CAPÍTULO ÚNICO Artigos 44 a 55
As infrações da presente Lei, caracterizadas como crime definido na legislação penal militar, implicarão em processos e julgamento dos infratores pela Justiça Militar, quer sejam militares, quer civis.
As multas estabelecidas nesta Lei serão aplicadas sem prejuízo da ação penal ou de punição disciplinar que couber em cada caso.
Parágrafo único. As multas serão calculadas em relação ao menor "Valor de Referência", fixado com apoio no artigo 2.da Lei nº 6.205, de 29 de abril de 1975; a multa mínima terá o valor de 1/17 (um dezessete avos) deste "Valor de Referência", arredondado para a unidade de cruzeiros imediatamente superior.
Redação dada pelo Decreto-Lei nº 1.786, de 20.5. 1980
Incorrerá na multa mínima quem:
não se apresentar nos prazos previstos no art. 13 e seu parágrafo único.
Redação dada pela Lei nº 4.754, de 1965
fôr considerado refratário;
na qualidade de reservista, deixar de cumprir a obrigação constante nas alíneas c e d do art. 65.
Incorrerá na multa correspondente a três vêzes a multa mínima quem:
alterar ou inutilizar Certificados de Alistamento, de Reservista, de Dispensa de Incorporação ou de Isenção ou fôr responsável por qualquer destas ocorrências;
sendo civil e não exercendo função pública ou em entidade autárquica, deixar de cumprir qualquer obrigação imposta pela presente Lei ou sua regulamentação, para cuja infração não esteja prevista outra multa nesta Lei;
na qualidade de reservista, deixar de cumprir o dispositivo na letra a do art. 65.
sendo reservista, não comunicar a mudança de domicílio até 60 (sessenta) dias após sua realização, ou o fizer erradamente em qualquer ocasião.
Incorrerá na multa correspondente a cinco vêzes a multa mínima, o refratário que se não apresentar à seleção:
pela segunda vez;
em cada uma das demais vêzes,
Incorrerá na multa correspordente a dez vêzes a multa miníma quem:
no exercício de função pública de qualquer natureza, seja autoridade civil ou militar, dificultar ou retardar, por prazo superior a vinte (20) dias, sem motivo justificado, qualquer informação ou diligência solicitada pelos órgãos do Serviço Militar;
fizer declarações falsas aos órgãos do Serviço Militar;
sendo militar ou escrivão de registro civil, ou em exercício de função pública, em autarquia ou em sociedade de economia mista, deixar de cumprir, nos prazos, estabelecidos - qualquer obrigação imposta pela presente Lei ou sua regulamentação - para cuja infração não esteja prevista pena especial.
Incorrerá na multa correspondente a vinte e cinco vêzes a multa mínima quem:
o Chefe de repartição pública, civil ou militar, Chefe de repartição autárquica ou de economia mista chefe de órgão com função prevista nesta Lei, ou quem legalmente fôr investido de encargos relacionados com o Serviço Militar, retiver, sem motivo justificado, documento de situação militar, ou recusar recebimento de petição e justificação;
os responsáveis pela inobservância de qualquer das prescrições do artigo 74 da presente lei.
Incorrerá na multa correspondente a cinqüenta vêzes a multa mínima a autoridade que prestar informações inverídicas ou fornecer documento que habilite o seu possuidor a obter indevidamente o certificado de Alistamento de Reservista, de Dispensa de Incorporação e de Isenção de Serviço Militar.
Os brasileiros, no exercício de função pública, quer em caráter efetivo ou interino, quer em estágio probatório ou em comissão, e extranumerários de qualquer modalidade, da União, dos Estados, dos Territórios, dos Municípios e da Prefeitura do Distrito Federal, quando insubmissos, ficarão suspensos do cargo ou função ou emprêgo, e privados de qualquer remuneração enquanto não regularizarem sua situação militar.
Os convocados que forem condenados ao pagamento de multa, e não possuírem recursos para atendê-lo, sofrerão o desconto do valor da mesma, quando forem incorporados.
As multas de que trata êste Capítulo serão aplicadas pelas autoridades competentes de qualquer das Fôrças Armadas.
§ 2.Se o infrator fôr militar, ou exercer função pública, a multa será descontada dos seus vencimentos, proventos ou ordenados e comunicado o desconto ao órgão que a aplicou, observadas as prescrições de leis e regulamentos em vigor.
O Alistado, o Reservista, o Dispensado de Incorporação ou o Isento de Serviço Militar, que incorrer em multa terá o respectivo certificado retido pelo órgão competente das Fôrças Armadas, enquanto não efetuar o pagamento.
TÍTULO VIII Dos órgãos de formação de reservas Artigos 56 a 59
CAPÍTULO ÚNICO Artigos 56 a 59
Os Ministros Militares poderão criar órgãos para formação de Oficiais, Graduados e Soldados a fim de satisfazer às necessidades da reserva.
As condições de matrícula e o funcionamento dos órgãos de formação de Oficiais, Graduados e Soldados para a Reserva serão fixadas na regulamentação desta lei, de acôrdo com os interêsses de cada uma das Fôrças Armadas.
A criação e localização dos Órgãos de Formação de Reserva obedecerá, em princípio, a disponibilidade de convocados habilitados às diferentes necessidades de Oficiais, Graduados e Soldados e às disponibilidades de meios de cada uma das Fôrças Armadas.
Os Órgãos de Formação de Vetado Reserva, Subunidades-quadros, Tiros-de-Guerra e outros se destinam também, a atender à instrução militar dos convocados não incorporados em organizações militares da ativa das Fôrças Armadas.
§ 1º Os Tiros de Guerra terão sede, material, móveis, utensílios e polígono de tiro providos, pelas Prefeituras Municipais, sem no entanto ficarem subordinados ao executivo municipal. Tais sejam o interesse e as possibilidades dos Municípios, êstes poderão assumir outros ônus do funcionamento daqueles Órgãos de Formação da Reserva, mediante convênios com os Ministérios Militares.
Redação dada pelo Decreto-lei nº 899, de 1969
§ 2.Os instrutores, armamento, munição e outros artigos julgados necessários à instrução dos Tiros de Guerra serão fornecidos pelas Fôrças Armadas, cabendo aos instrutores a responsabilidade de conservação do material distribuído. As Fôrças Armadas poderão fornecer fardamento aos alunos, quando carentes de recursos.
§ 3.Quando, por qualquer motivo, não funcionar, o Tiro-de-Guerra, durante dois anos consecutivos, será extinto.
TÍTULO IX Disposições gerais Artigos 60 a 81
CAPÍTULO I Dos direitos dos convocados e reservistas Artigos 60 a 64
Os funcionários públicos federais, estaduais ou municipais, bem como os empregados, operários ou trabalhadores, qualquer que seja a natureza da entidade em que exerçam as suas atividades, quando incorporados ou matriculados em Órgão de Formação de Reserva, por motivo de convocação para prestação do Serviço Militar inicial estabelecido pelo art. 16, desde que para isso forçados a abandonarem o cargo ou emprêgo, terão assegurado o retôrno ao cargo ou emprêgo respectivo, dentro dos 30 (trinta) dias que se seguirem ao licenciamento, ou término de curso, salvo se declararem, por ocasião da incorporação ou matrícula, não pretender a êle voltar.
Êsses convocados, durante o tempo em que estiverem incorporados a organizações militares da Ativa ou matriculados em órgãos de formação de Reserva, nenhuma remuneração, vencimento ou salário perceberão das organizações a que pertenciam.
§ 2.Perderá o direito de retôrno ao emprêgo, cargo ou função que exercia ao ser incorporado, o convocado que engajar.
§ 3.Compete ao Comandante, Diretor ou Chefe de Organização Militar em que fôr incorporado ou matriculado o convocado, comunicar sua pretensão à entidade a que caiba reservar a função, cargo ou emprêgo e, bem assim, se fôr o caso, o engajamento concedido; essas comunicações deverão ser feitas dentro de 20 (vinte) dias que se seguirem à incorporação ou concessão do engajamento.
§ 4.Todo convocado matriculado em Órgão de Formação de Reserva que seja obrigado a faltar a suas atividades civis, por fôrça de exercício ou manobras, ou reservista que seja chamado, para fins de exercício de apresentação das reservas ou cerimônia cívica, do Dia do Reservista, terá suas faltas abonadas para todos os efeitos.
Redação dada pelo Decreto-lei nº 715, de 1969
Artigo citado em: 7 sentenças, 11 doutrinas
Os brasileiros, quando incorporados por motivo de convocação para manobras, exercícios, manutenção da ordem interna ou guerra, terão assegurado o retôrno ao cargo, função ou emprêgo que exerciam ao serem convocados e garantido o direito à percepção de 2/3 (dois terços) da respectiva remuneração, durante o tempo em que permanecerem incorporados; vencerão pelo Exército, Marinha ou Aeronáutica apenas as gratificações regulamentares.
§ 2.Perderá a garantia e o direito assegurado por êste artigo o incorporado que obtiver engajamento.
§ 3.Compete ao Comandante, Diretor ou Chefe da Organização Militar em que fôr incorporado o convocado comunicar, à entidade a que caiba reservar a função, cargo ou emprêgo, a sua pretensão, opção quanto aos vencimentos e, se fôr o caso o engajamento concedido; a comunicação relativa ao retôrno à função deverá ser feita dentro dos 30 (trinta) dias que se seguirem a incorporação; as mais, tão logo venham a ocorrer.
Terão direito ao transporte por conta da União, dentro do território nacional:
os convocados selecionados e designados para incorporação, da sede do Município em que residem à da Organização Militar para que forem designados;
os convocados de que trata a alínea anterior que, por motivos estranhos à sua vontade, devam retornar aos Municípios de residência;
Os convocados licenciados que, até 30 (trinta) dias após o licenciamento, desejarem retomar às localidades em que residiam ao serem incorporados.
Os convocados contarão, de acôrdo com o estabelecido na Legislação Militar, para efeito de aposentadoria, o tempo de serviço ativo prestado nas Fôrças Armadas, quando a elas incorporados.
Em caso de infração às disposições desta lei, relativamente à exigência de estar em dia com as obrigações militares, poderá o interessado dirigir-se às autoridades militares fixadas na regulamentação desta lei, tendo em vista sobreguardar seus direitos ou interêsses.
CAPÍTULO II Dos deveres dos reservistas Artigo 65
Constituem deveres do Reservista:
apresentar-se, quando convocado, no local e prazo que lhe tiverem sido determinados;
comunicar, dentro de 60 (sessenta) dias, pessoalmente ou por escrito, à Organização Militar mais próxima, as mudanças de residência;
apresentar-se, anualmente, no local e data que forem fixados, para fins de exercício de apresentação das reservas ou cerimônia cívica do Dia do Reservista;
comunicar à Organização Militar a que estiver vinculado, a conclusão de qualquer curso técnico ou cientifico, comprovada pela apresentação do respectivo instrumento legal, e bem assim, qualquer ocorrência que se relacione com o exercício de qualquer função de caráter técnico ou científico;
apresentar ou entregar à autoridade militar competente o documento de quitação com o Serviço Militar de que fôr possuidor, para fins de anotações, substituições ou arquivamento, de acôrdo com o prescrito nesta lei e na sua regulamentação.
Artigo citado em: 8 sentenças, 21 doutrinas, uma disposição normativa
CAPÍTULO III Das autoridades participantes da execução desta lei Artigos 66 e 67
Participarão da execução da presente lei:
Estado-Maior das Fôrças Armadas, Ministérios Civis e Militares e as repartições que lhes são subordinadas;
os Estados, Territórios e Municípios e as repartições que lhes são subordinadas;
os titulares e serventuários da Justica;
os cartórios de registro civil de pessoas naturais;
as entidades autárquicas e sociedades de economia mista;
os estabelecimentos de ensino, públicos ou particulares, de qualquer natureza;
as emprêsas, companhias e instituições de qualquer natureza.
obrigatoriedade, na remessa de informações estabelecidas na regulamentação desta lei;
mediante anuência ou acôrdo, na instalação de postos de recrutamento e criação de outros serviços ou encargos nas repartições ou estabelecimentos civis, federais, estaduais ou municipais.
As autoridades ou os responsáveis pelas repartições incumbidas da fiscalização do exercício profissional não poderão conceder a carteira profissional nem registrar diplomas de profissões liberais a brasileiros, sem que êsses apresentem, prèviamente, prova de que estão em dia com as obrigações militares, obedecido o disposto nos arts. 74 e 75 desta lei.
CAPÍTULO IV Do fundo do serviço militar Artigos 68 a 72
É criado o Fundo do Serviço Militar, destinado a:
permitir à melhoria das instalações e o provimento de material de instrução para os Órgãos de Formação de Reserva das Fôrças Armadas, que não disponham de verbas próprias suficientes.
prover os órgãos do Serviço Militar de meios que melhor lhes permitam cumprir suas finalidades;
propiciar os recursos materiais para a criação de novos órgãos de formação de reservas;
proporcionar fundos adicionais como refôrço às verbas previstas a para socorrer a outras despesas relacionadas com a execução do Serviço Militar.
A Taxa Militar será cobrada, pelo valor da multa mínima, aos convocados que obtiverem adiamento de incorporação, concedida na forma do regulamento desta Lei, ou àqueles a quem fôr concedido o certificado de Dispensa de incorporação.
As multas e Taxa Militar serão pagas em selos próprios a serem emitidos pelo Ministério da Fazenda.
A receita proveniente do Fundo do Serviço Militar será escriturada pelo Tesouro Nacional, sob o Título dêsse Fundo.
na Receita - como Renda Ordinária - Diversas Rendas - Estado-Maior das Fôrças Armadas (EMFA) - Fundo do Serviço Militar;
na Despesa - em dotação própria para o Estado-Maior das Fôrças Armadas (EMFA), que a distribuirá de acôrdo com os encargos próprios e de cada uma das Fôrças Armadas.
Independente dos recursos provenientes das multas e Taxa Militar, serão anualmente fixadas, no orçamento do Estado-Maior das Fôrças Armadas e dos Ministérios Militares, dotações destinadas às despesas para execução desta lei, no que se relacionar com os trabalhos de recrutamento, publicidade do Serviço Militar e administração das Reservas.
CAPÍTULO V Disposições diversas Artigos 73 a 81
Para efeito do Serviço Militar, cessará a incapacidade civil do menor, na data em que completar 17 (dezessete) anos.
ingressar como funcionário, empregado ou associado em instituição, emprêsa ou associação oficial ou oficializada ou subcencionada ou cuja existência ou funcionamento dependa de autorização ou reconhecimento do Govêrno Federal, Estadual, dos Territórios ou Municipal;
assinar contrato com o Govêrno Federal, Estadual, dos Territórios ou Municipal;
exercer, a qualquer Título , sem distinção de categoria, ou forma de pagamento, qualquer função ou cargo público:
receber qualquer prêmio ou favor do Govêrno Federal, Estadual, dos Territórios ou Municipal;
Constituem prova de estar o brasileiro em dia com as suas obrigações militares:
o Certificado de Alistamento, nos limites da sua validade;
o Certificado de Reservista;
o Certificado de Isenção;
o Certificado de Dispensa de Incorporação.
§ 2.A regulamentação da presente lei poderá discriminar anotações periódicas ou não, a serem feitas nos Certificados acima.
§ 3.Para os concluintes de curso de ensino superior de Medicina, Farmácia, Odontologia e Veterinária, o Certificado de Dispensa de Incorporação de que trata a alínea ‘d’ do caput deste artigo deverá ser revalidado pela região militar respectiva, ratificando a dispensa, ou recolhido, no caso de incorporação, a depender da necessidade das Forças Armadas, nos termos da legislação em vigor.
Artigo citado em: 7 sentenças, uma doutrina, uma disposição normativa
A transferência de reservista de uma Fôrça Armada para outra será fixada na regulamentação da presente lei.
Os Ministros Militares deverão, no dia 16 de dezembro, considerado "Dia do Reservista", determinar a realização de solenidades nas corporações das respectivas Fôrças Armadas, visando a homenagear aquêle que, civil, foi o maior propugnador pelo Serviço Militar - Olavo Bilac; a despertar os sentimentos cívicos e a consolidar os de solidariedade e camaradagem militar.
RessaIvados os casos de infração desta lei, ficam isentos de sêlo, taxa, custas e emolumentos de qualquer natureza, as petições e, bem assim, certidões e outros documentos destinados a instruir processos concernentes ao Serviço Militar.
Os secretários das Juntas de Serviço Militar receberão uma gratificação pro labore por certificado entregue. O valor e o pagamento da gratificação serão objeto da regulamentação desta lei.
O Estado-Maior das Fôrças Armadas (EMFA) designará uma Comissão Interministerial para, no prazo de 90 (noventa) dias, apresentar um anteprojeto de regulamentação desta lei.
Esta lei revoga as Leis ns. 1.200-50, 1.585-52, 4.027-61, Decreto-lei nº 9.500-46 e demais disposições em contrário e só entra em vigor após a sua regulamentação.
Brasília, em 17 de agosto de 1964; 143.da Independência e 76.da República.
lei municipal de campinas 11.689
LEI ORDINÁRIA Nº 12797, DE 04 DE ABRIL DE 2013. Dispõe Sobre a Criação do Quadro de Oficiais de Apoio - Qoap No Corpo de Oficiais da Ativa do Comando da Aeronautica e da Outras Providencias.