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Timestamp: 2018-05-22 02:45:36+00:00
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Matched Legal Cases: ['Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 6', 'Artigo 7', 'Artigo 8', 'Artigo 10', 'Artigo 11', 'artigo 8', 'Artigo 12', 'Artigo 13', 'Artigo 14', 'Artigo 15', 'Artigo 16', 'Artigo 17', 'Artigo 18', 'Artigo 19', 'artigo 10', 'artigo 19']

UNIDADE ORGÂNICA REGULAMENTO DOS TRABALHOS DE FIM DE CURSO DE LICENCIATURA - PDF
UNIDADE ORGÂNICA REGULAMENTO DOS TRABALHOS DE FIM DE CURSO DE LICENCIATURA
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Laura Vilalobos Farias
2 UNIDADE ORGÂNICA REGULAMENTO DOS TRABALHOS DE FIM DE CURSO DE LICENCIATURA LOCALIDADE: DATA: / / 2
3 Unidade Orgânica Regulamento -Trabalho de Fim do Curso de Licenciatura Introdução O presente regulamento complementa o Regime Académico da Universidade Agostinho Neto estabelece as normas e procedimentos a seguir pelas Unidades Orgânicas e pelos estudantes estagiários, na programação, orientação e realização dos estágios integrados no final dos planos curriculares dos cursos em vigor na Universidade Agostinho Neto. Artigo 1º (Definições e objectivos) 1. Considera-se estágio de licenciatura o período regulamentar em que o estudante das Unidades Orgânicas da UAN prepara o seu trabalho de fim de curso; 2. Os Estágios de Licenciatura têm como objectivo a realização de um trabalho individual em que os estudantes desenvolvam qualidades para a investigação científica e aprofundem conhecimentos sobre um tema que faça parte de uma área científica ou técnica do âmbito do curso em que se encontra inscrito; 3. O trabalho individual a que se refere o ponto anterior pode ser um projecto ou estar inserido num trabalho colectivo; 4. Os Estágios de Licenciatura culminam na apresentação, em sessão pública, de uma monografia ou relatório, denominada Trabalho de fim de Curso. Artigo 2º (Local de Realização) 1. Os Estágios de Licenciatura são realizados nos DEI e ou órgãos correspondentes ou nos Centros de Investigação da Unidade Orgânica ou ainda em estabelecimentos nacionais ou estrangeiros externos, com idoneidade científica reconhecida pelo Conselho Científico dessa Unidade Orgânica. 3
4 Artigo 3º (Regime de admissão) 1. A admissão dos estudantes finalistas ao Estágio de Licenciatura é feita mediante uma inscrição constante na tabela de emolumentos e é condicionada pela aprovação em todas as Disciplinas e Seminários do plano curricular do respectivo curso. 2. Excepcionalmente podem os DEI em casos devidamente justificados propor ao Conselho Pedagógico da Unidade Orgânica a admissão de estudantes ao Estágio de Licenciatura com alguma disciplina em atraso estando no entanto a apresentação do trabalho condicionada à aprovação nessa disciplina; 3. Exceptuando casos devidamente fundamentados pelo respectivo DEI em Conselho Pedagógico a não apresentação do trabalho dentro do prazo implicará uma nova inscrição; 4. Desde a inscrição, orientação e apresentação do trabalho de fim do curso os estudantes não devem pagar a nenhuma entidade individual ou colectiva qualquer quantia para além dos emolumentos estabelecidos. Artigo 4º (Temas de trabalho de fim de curso) 1. Os DEIS deverão tomar públicos, pelo menos três meses antes do início do ano lectivo os trabalhos de fim de curso, as propostas de Temas de Estágios previamente aprovadas pelo Conselhos Científicos Departamentais; 2. O estudante tem a prerrogativa de escolher o domínio de especialização no qual pretende realizar o Estágio, de entre a lista de temas propostos; 3. O estudante pode, eventualmente, sugerir ao Conselho Científico departamental, sob forma escrita, um tema particular em que pretenda trabalhar, apresentando os argumentos que achar convenientes; Artigo 5º (Plano de Estágio) 1. No início do Estágio de Licenciatura é fornecido ao (s) estudantes um Plano de Estágio, que inclui: a) o tema do Estágio (do qual sairá, posteriormente, título do trabalho de fim do curso; b) uma proposta de sub-temas ou tópicos para a orientação do estágio na organização do trabalho de pesquisa c) uma lista de referências bibliográficas iniciais ou outro material de consulta, e de contactos para recolha de dados d) uma proposta de metodologia de trabalho incluindo um calendário de actividades. Artigo 6º (Regime de Estágios) 1. O estágio de licenciatura têm a escolaridade Semestral e Anual ( dependendo da Estrutura Curricular do Respectivo Curso) e terá de terminar no prazo máximo de um (1) ano lectivo, prorrogável por mais seis (6) meses em casos excepcionais devidamente justificados pelo orientador e aprovados pelo Conselho Científico Departamental; 4
5 2. O estudante estagiário é obrigado à escolaridade semanal afixada no plano curricular de estudo; 3. Os DEI deverão criar todas as condições necessárias para a conclusão do trabalho de Estágio de Licenciatura dentro do tempo previsto. Orientação dos Estágios 1. Os Estágios de Licenciatura são dirigidos por orientadores, que deverão ser Professores; 2. Os orientadores poderão ser coadjuvados por coorientadores que deverão ser individualidades nacionais ou estrangeiras com capacidade científica ou experiência profissional comprovada sob proposta do DEI e aval do Conselho Científico da Unidade Orgânica. Artigo 7º (Funções dos Orientadores e Co-orientadores) 1. Compete aos Orientadores dos Estágios de Licenciatura o seguinte: a) Fornecer ao(s) estudantes(s) o Plano do Estágio e dá-lo a conhecer ao Conselho Científico Departamental b) Dirigir o trabalho do(s) estudante(s) durante o estágio c) Submeter ao Conselho Científico Departamental, um relatório sobre o funcionamento do estágio onde emite a sua opinião sobre a admissibilidade da Apresentação pública desse Trabalho; 2. O orientador deve dedicar ao Estágio de Licenciatura pelo qual é responsável, no mínimo, seis horas semanais constantes no horário afixado, destinadas a sessões de trabalho com o(s) estudante(s) que devem incluir aspectos metodológicos, orientação para a investigação e preparação do relatório e da defesa oral; 3. As tarefas constantes do número anterior podem ser realizados pelo coorientador,mas serão sempre sob responsabilidade do orientador; 4. Mesmo quando se recorra a instituições externas à Unidade Orgânica o orientador será sempre o responsável pela qualidade do trabalho a desenvolver pelo estudante não tendo este último em hipótese alguma a obrigação de qualquer pagamento por consultas, uso de equipamento e de bibliografia. Artigo 8º (Apresentação do Trabalho de Fim de Curso) 1. O estudante deverá fazer a entrega ao respectivo DEI de um mínimo de (6) exemplares da Trabalho de fim de Curso, dos quais: a) três (3) ou mais exemplares destinados ao Jurí b) um (1) exemplar destinado à biblioteca do DEI c) um (1) exemplar destinado à biblioteca central da Unidade Orgânica d) um (1) exemplar destinado à biblioteca da Reitoria da Universidade 2. os exemplares a que se refere o número anterior deverão ser entregues com uma antecedência mínima de vinte (20) dias relativamente à data da apresentação e defesa pública 5
6 Artigo 10º (Estrutura dos Trabalhos de Fim de Curso) 1. Os relatórios de Estágios (Trabalho de fim de Curso) deverão ser apresentados sob forma dactilografada segundo o modelo que se apresenta em anexo e obedecendo à seguinte estrutura: índice, síntese, introdução, desenvolvimento conclusões, recomendações, anexos (se necessário) e bibliografia: a) Índice, apresentação dos títulos e subtítulos das temáticas que trata o trabalho; b) Síntese, constitui nada mais que o resumo sintético de todo trabalho; c) A introdução deve apresentar de forma clara, simples e panorâmica, o tema, a sua importância e a metodologia aplicada na sua investigação; fundamentação lógica do assunto em questão. Esta parte será dividida em vários capítulos enquadrados em três fases: explicação, discussão e demonstração; d) A conclusão será a síntese de todo o trabalho constituindo no resumo da discussão dos dados apresentados no desenvolvimento e mostrando igualmente a relação e a concatenação existente entre as diversas partes do trabalho; e) As recomendações constituem a parte do trabalho onde o autor propõe a necessidade de se continuar trabalhar sobre o mesmo tema; f) Anexos (quadros, gráficos, desenhos, etc.) que completam a argumentação, expliquem a metodologia ou ilustrem opiniões, consideradas páginas extra-texto a anexar antes da bibliografia; g) A bibliografia é a relação das obras consultadas. Poderão ser incluídos nesta parte as referências a informadores ou a elementos de apoio e consulta que não sejam rigorosamente bibliográficos; Artigo 11º (O Júri de Avaliação) 1. A avaliação da Trabalho de fim de Curso é feita durante uma sessão pública onde o estudante defende o seu trabalho, perante um júri constituído por: a) Um presidente b) Pelo menos dois vogais c) 1 secretário 2. Os membros do júri são nomeados pelo Decano sob proposta do Chefe do DEI após cumprimento do artigo 8º); 3. A data provável da defesa é proposta conjuntamente pelo orientador e o DEI à Direcção da Unidade Orgânica; 4. O presidente do júri deve ser um docente ou investigador e a ele compete: a) Convocar os restantes membros do júri, para a avaliação prévia do trabalho. O júri verificará se o trabalho tem nível que justifique a sua defesa ou se deve ser remetido ao candidato para melhorá-lo em função das recomendações feitas por escrito pelo mesmo e a emissão escrita do seu parecer sob a forma duma média das 3 notas individuais, dez dias antes da apresentação pública. b) Proceder à abertura, dirigir e proceder ao encerramento da sessão de defesa. c) Organizar o desenrolar da sessão de defesa, dando a palavra aos membros do júri e aos candidatos. 5. O 1º Vogal é o orientador do Estágio, ou um seu representante, aceite pelo Conselho Científico departamental; 6
7 6. O 2º Vogal (opositor) é um Professor ou personalidade idónea duma disciplina afim ao tema do Estágio, que poderá ou não pertencer à Faculdade; 7. O secretário, não tem direito a voto e é designado pelo chefe do DEI ou do Departamento e a ele compete: a) manter e assegurar o sigilo; b) organizar a documentação necessária à redacção das actas da reunião da avaliação do trabalho escrito e da sessão de defesa; c) redigir as actas, assiná-las e dá-la a assinar aos membros do júri (ver anexos 2 e 3); d) fazer entrega ao Departamento dos Assuntos Académicos (DAAC), das actas e da ficha de avaliação em duas (2) vias, sendo uma para o processo individual do estudante, no DAAC, outra para o Departamento a que pertence o candidato; e) preparar o processo completo para ser apresentado ao Decano da Unidade Orgânica, ou seu substituto legal, na altura da solicitação da data de defesa. O secretário do júri deve permanecer no interior da sala em que realiza a defesa, durante o período em que o júri e o publico a devem abandonar para permitir ao candidato preparar as questões que lhe forem postas pelo júri. Findo aquele período o secretário convocará de novo o júri e o público para continuar a sessão. 8. Constituem prerrogativas dos membros do júri, as seguintes: a) Exigir respeito às normas de qualidade do trabalho; b) Aceitar ou rejeitar os trabalhos apresentados, em função dos critérios legislados para avaliação; c) Fazer perguntas na sessão da apresentação sobre dúvidas e problemas surgidos no trabalho, de forma a ficar comprovada a sua originalidade e autenticidade; d) elaborar uma acta de avaliação prévia do trabalho que deverá ser assinada e averbada no respectivo livro de termos Artigo 12º (Devolução ou Rejeição) 1. Se o Júri decidir não aceitar o trabalho, este será devolvido, acompanhado duma justificação, feita por escrito, com menção das principais deficiências que levaram à tomada da decisão, para que o candidato faça a melhoria do trabalho; 2. O trabalho devolvido implica a observância dos limites descritos nos respectivos artigos deste regulamento; 3. Devolvido pela segunda vez, o trabalho será definitivamente rejeitado. Artigo 13º (Desistência) 1. Até à sua aprovação podem o estudante ou tutor desistir do trabalho, devendo a desistência ser devidamente justificada por escrito ao respectivo Departamento de Ensino e ao Departamento Académico; 2. Neste caso, o DEI a que pertence o candidato tomará as medidas achadas convenientes, como por exemplo, a substituição do orientador ou do tema; 7
8 Artigo 14º (Processo conducente à defesa) 1. A defesa do trabalho só se poderá efectuar após parecer favorável do Júri; 2. Emitido o parecer a que se refere o número anterior., o secretário preparará os documentos seguintes: a) Parecer favorável do júri b) Pedido oficial do candidato c) Convite público Artigo 15º (Composição do processo) 1. Até oito dias antes da data prevista, o chefe do Departamento de Ensino a que pertence o candidato deve remeter ao Decano da Unidade Orgânica, através do DAAC, o pedido do candidato para a defesa do trabalho (ver anexo 4), acompanhado da seguinte documentação: - um exemplar do trabalho; - ficha académica do candidato; - o seu curriculum vitae; - a acta da reunião da avaliação do trabalho. (anexo 2) 2. Após o despacho do Decano, o Secretário do júri afixará em lugar publico um aviso/convite com o nome do candidato e o tutor, a data, a hora e o local de defesa do trabalho assim como a sua síntese. Artigo 16º (Local e época de defesa) 1. De acordo com a solenidade do acto, a defesa deverá ser condignamente preparada para o efeito sob a orientação e controlo do Secretário do júri; 2. A defesa do trabalho deverá coincidir com as actividades do fim de cada semestre, preferivelmente nos meses de Janeiro ou de Agosto consoante a escolaridade do estágio; 3. Por motivos razoáveis e sob proposta dos Departamentos, o Decano do estabelecimento poderá autorizar que a defesa seja realizada fora dos prazos estipulados. Artigo 17º (Sessão de defesa) 1. Cabe ao secretário em concordância com o Chefe de DEI oficializar a sessão de defesa indicando a sala de sua realização, a constituição do Júri, o dia e a hora, o nome do(s) estudantes(s) e o título da Trabalho de Fim de Curso; 2. O Júri e candidato devem dar entrada na sala, dez minutos antes da hora marcada para o início da defesa; 3. Em caso de atraso de um ou de outro, admitir-se-á uma tolerância de quinze minutos e continuando a verificar-se a ausência, a sessão ficará automaticamente cancelada; 4. a marcação de nova data será decidida pelo Decano, em função dos motivos alegados e comprovados; 8
9 5. uma vez iniciada a sessão, fica vedada a qualquer pessoa a entrada no anfiteatro ou sala. As portas serão fechadas por uma pessoa designada para o efeito que permanecerá de plantão enquanto decorrer a sessão; 6. A sessão de defesa pública inicia com a abertura feita pelo Presidente de júri, na qual este apresenta os restantes membros do júri, uma breve biografia académica do candidato e anuncia o título oficial do Trabalho de Fim de Curso. Artigo 18º (Procedimento da Sessão de Defesa) 1. O público interessado poderá assistir à sessão de defesa, estando, contudo, o número de pessoas limitado à capacidade em lugares sentados existentes na sala ou no anfiteatro; 2. O público não tem o direito de fazer perguntas ou comentários nem de intervir nos trabalho, limitando-se apenas a assistir ao acto; 3. Não será permitida a entrada de pessoas com idade abaixo dos 15 anos; 4. Enquanto estiver a decorrer a sessão, ninguém poderá sair da sala, para não perturbar o acto, salvo por evidente caso de força maior. 5. O presidente dirigir-se-á ao público, lembrando-lhe o comportamento a ter no decurso do acto; 6. O tempo máximo de debate num Trabalho de Fim de Curso individual, não poderá exceder os 60 minutos. 7. Os candidatos deverão fazer a sua exposição num período não inferior a quinze (15) minutos e nunca superior a trinta (30) minutos, salvo quando devidamente autorizado pelo Presidente de Júri.; 8. Feito o resumo, os membros do júri poderão fazer críticas e perguntas sobre dúvidas surgidas durante a leitura e exposição do trabalho. 9. Logo a seguir, o Presidente dará a palavra ao 1º vogal (Arguente) e mais tarde tomá-la-á ele próprio para apresentar ao candidato as dúvidas que lhes surgirem na leitura do trabalho para que ele as esclareça, sustentando o seu ponto de vista; 10. Esse esclarecimento poderá ser dado imediatamente ou após um intervalo de quinze minutos para a preparação das respostas, consoante a vontade do candidato. Por isso, o Presidente do Júri deve perguntar ao candidato qual das modalidades prefere; 11. No caso de haver intervalo, o candidato deverá permanecer no interior, acompanhando apenas do Secretário da sessão, para que esgotado o tempo de preparação, este possa convidar o Júri e o público a entrar de novo na sala; 12. A seguir às respostas do candidato, o Presidente do Júri dará novamente a palavra ao 1º vogal (Arguente) e poderá tomá-la ele próprio para, pedir ao candidato ulteriores esclarecimentos; 13. Após a última intervenção do candidato o Presidente do Júri dará a palavra ao orientador para este, se assim o desejar, fornecer mais esclarecimentos sobre o trabalho em apreço; 14. Finda a intervenção do orientador, ou se ele se abstiver de tomar a palavra, a sala será evacuada, nela permanecendo apenas o Júri para deliberar sobre a avaliação atribuir à defesa do trabalho; 9
10 15. a votação é sempre feita à porta fechada, sem a presença do público e do candidato. 16. obtido o consenso, o candidato, o Secretário e o Público regressam à sala e o Presidente do Júri encerra a sessão; 17. O encerramento da sessão consistirá no anúncio da classificação atribuída à defesa e da avaliação final que será a média da nota do trabalho escrito e da nota da defesa; 18. Da sessão de defesa será elaborada uma acta (segundo modelo anexo ao presente regulamento); Artigo 19º (Avaliação) 1. A avaliação do trabalho de Fim de Curso é feito sobre os três seguintes elementos e é ponderada de acordo com os critérios em curso no respectivo DEI. a) Avaliação relativa ao trabalho desenvolvido durante o estágio (pelo orientador) b) Avaliação relativa à monografia (por todos os membros do júri) c) Avaliação relativa à apresentação oral e à defesa (por todos os membros do júri) 2. A nota final corresponde à média aritmética atribuída de acordo com as alíneas a), b) e c) do ponto anterior numa escala de 0 a Se a avaliação final for positiva, o Presidente do Júri apresentará ao público o novo licenciado; 4. Se a avaliação final for negativa, como resultado da fraca avaliação da sessão de defesa, o candidato ficará reprovado e o Presidente do Júri deverá explicar, a ele e ao público, as razões desta decisão; 5. No caso da avaliação negativa o candidato pode, se assim o desejar requerer uma outra sessão de defesa, procedendo-se então conforme o estatuído para a sessão de defesa; 6. De todo o processo descrito nos números anteriores também se deverá lavrar a respectiva acta. Anexo 1 Modelo de Relatório de Trabalho de Fim de Curso Anexo 2 Modelo de acta a que se refere o nº. 8 d) do artigo 10º Anexo 3 Modelo de acta a que se refere o nº. 3 artigo 19 Anexo 4 Algumas sugestões de critérios gerais para avaliação de fim de curso Formatação do texto Espaçamento entre linhas: 1,5 Espaço entre parágrafos: 6pt, antes e depois Tamanho da letra: 12 Sublinhados: só os títulos Número de páginas (Incluindo anexos e figuras) mínimo: 50 (cinquenta)- a estabelecer pela UO Máximo: 100 (cem) 10
11 Anexo 1 MODELO DE RELATÓRIO DE TRABALHO DE FIM DO CURSO Os trabalhos de fim de curso deverão ser apresentados numa brochura dactilografada com a seguinte disposição, sendo (F), os casos facultativos: 1. Capa 2. Página de rosto (F) 3. Dedicatória 4. Índice 5. Lista de tabelas (F) 6. Lista de figuras (F) 7. Lista de símbolos, Abreviaturas e siglas (F) 8. Resumo 9. Abstact ou Resumo (F) 10. Introdução 11. Materiais e Métodos 12. Resultados e Discussão 13. Conclusões e Recomendações 14. Anexos (F) 15. Referências bibliográficas 16. Apêndice 17. Contracapa 1. Capa A capa é a protecção externa do trabalho e deve conter as informações necessárias à identificação da obra, obedecendo à seguinte ordem: Universidade ª Neto, Faculdade de, nome do Departamento, nome do Candidato, Titulo da tese e nº. Do registro. Em anexo o modelo de capa O número de registro é Atribuído pelo Vice-Decano para os Assuntos Académicos. Desta forma está assegurada, a partir de uma certa data, uma numeração sequencial de todas as teses de licenciatura realizadas em todos os Departamentos da Faculdade. Por Ex. Nº. 2 (2002), significa 2ª tese realizada na, 2002 é o ano em que foi realizada. Nº ; 7ª tese da, ano de realização Página de rosto A página de rosto segue-se imediatamente à capa e nela devem constar o nome da Universidade, da Faculdade, o tema da tese, nome do departamento, nome do candidato, nome do (s) orientador (es) e a data (mês) do termino da tese. Em anexo o modelo de página (exemplo do 1 tese desenvolvida por um estudante da Faculdade de Ciências) 11
12 Universidade Agostinho Neto Unidade Orgânica Departamento de Tese de Licenciatura realizada por José António Manuel Influências de Várias Técnicas de Cultivo na Actividade Orgânica e Estrutura de Solos Ferrosos da Região Norte de Catete Nº 1 (2002) Universidade Agostinho Neto Unidade Orgânica Departamento de Influência de Várias Técnicas de Cultivo na Actividade Orgânica e Estrutura de Solos Ferrosos da Região Norte de Catete Tese de licenciatura em 12
13 Apresentado por: José António dos Anjos Manuel Orientadores: Prof. Doutor Camilo João Luanda, / / Unidade Orgânica Lista de Teses de Licenciatura 1)... 2)... 3)... 4)
14 2) (ANEXO Unidade Orgânica ACTA DA SESSÃO DE DEFESA DO TRABALHO DE FIM DE CURSO ACTA Nº. /2003 Em, aos / / e (local) esteve reunido o Júri encarregue de julgar o Trabalho de Fim de Curso de da Especialidade de do Departamento de no ano lectivo de. O título do Trabalho de Fim de Curso é: e foi orientado por docente (ou orientador convidado) do Departamento de da Universidade Agostinho Neto. O Júri foi nomeado por despacho nº /GD/ e está integrado pelos Srs. Drs. Presidente: DEIP: 1º Vogal: 2º Vogal: Secretário: O Júri declarou aberta a sessão pública às e a sessão foi conduzida nos termos do presente regulamento de Trabalho de Licenciatura, tendo sido encerrada às. Concluída a sessão e prévia atribuição da Nota, a Avaliação é a seguinte: - Avaliação da Defesa do Trabalho de Licenciatura Valores. - Avaliação Final Valores Observações: O Presidente Os Vogais O Secretário 14
15 3) (ANEXO Unidade Orgânica ACTA AVALIAÇÃO PRÉVIA DO TRABALHO DE FIM DE CURSO ACTA Nº. /2003 Em, aos / / e (local) esteve reunido o Júri encarregue de julgar o Trabalho de Fim de Curso de da Especialidade de do Departamento de no ano lectivo de. O título do Trabalho de Fim de Curso é: e foi orientado por docente (ou orientador convidado) do Departamento de da Universidade Agostinho Neto. O Júri foi nomeado por despacho nº /GD/ e está integrado pelos Srs. Drs. Presidente: DEIP: 1º Vogal: 2º Vogal: Secretário: Depois de lido e discutido o trabalho de fim de curso o Júri decidiu atribuir a classificação de valores Observações: O Presidente Os Vogais O Secretário 15
16 (Anexo 4) CRITÉRIOS GERAIS PARA A AVALIAÇÃO DO TRABALHO DE LICENCIATURA Com vista a obter mais objectividade e tornar, por um lado mais integral e por outro, mais uniforme o processo de avaliação do trabalho por parte do Júri, apontam-se os seguintes critérios gerais. I. OBSERVAÇÕES SOBRE A INTRODUÇAO 1.1 O tema 1.2 As tarefas 1.3 As hipóteses (ou hipótese) 1.4 Os métodos de investigação II. OBSERVAÇÕES SOBRE O CONTEÚDO DO TRABALHO 2.1 O peso e valor do conteúdo 2.2 Lógica da apresentação 2.3 Argumentação e fundamento 2.4 Tratamento dos dados e sua interpretação 2.5 A contribuição do autor III. OBSERVAÇÕES SOBRE A FORMA DA APRESENTAÇÃO 3.1 Sobre a forma: - estrutura lógica e harmonia entre as partes - estilo e clareza - forma e nível de linguagem - estética e obediência às normas regulamentares (espaços, margens, citações, etc.) 3.2 Sobre a atitude científica - responsabilidade e convicção nas opiniões assumidas - seriedade, modéstia - utilização das fontes IV. OBSERVAÇÃO GERAIS E AVALIÇÃO FINAL 4.1 Pontos fortes 4.2 Pontos fracos 4.3 Recomendações do Júri 4.4 Conclusão geral e avaliação final (classificação) Estes critérios constituem apenas pontos de vista para orientar o processo de avaliação dos trabalhos de fim de curso por parte do júri, porque, além deles se deve considerar também a especificidade de cada disciplina. 16
17 AVALIAÇÃO DO TRABALHO DE LICENCIATURA 2. A Proposta ora apresentada corresponde à partida, às exigências científicas e metodológicas deste trabalho e ajuda, antes de mais, o próprio orientador, no seu trabalho de orientação do estudante. Os pontos nela constantes dão uma visão geral dos aspectos necessários a uma avaliação mais objectiva e mais rigorosa; 3. Todavia, estes critérios não são necessariamente suficientes para solucionar o problema actual da avaliação correcta do trabalho de fim de curso. É de toda a conveniência complementa-los com uma lista de sugestões concretas para que se possa atribuir uma nota tanto quanto possível exacta. É neste âmbito que se apresenta o quadro referente ao anexo 5 de escalas ou valores que correspondem qualitativamente às classificações de EXCELENTE, MUITO BOM, BOM, SUFICIENTE e INSUFICIENTE. Nesta base, poder- se-ão reduzir, em grandes medidas, as influências. subjectivas; 4. Estes critérios deverão ser utilizados de maneira flexível de modo a evitar aplicálos todos simultaneamente e obrigatoriamente. Dependendo da especificidade do ramo em que se investiga, o Júri pode, por exemplo, dar mais ou menos importância ao valor da (s) hipótese (s), ao nível da linguagem, etc. etc. ; 5. A experiência de vários docentes, oriundos ou formados em diferentes países, mostra que o orientador deve ser participante na avaliação final. Diminuir o seu papel ou afastá-lo deste processo seria de desconfiança da sua capacidade científica. Não deverá contudo ser o presidente do Júri. 17
18 (ANEXO 5) ESCALA DE VALORES, CLASSIFICAÇÃO E SUGESTÕES PARA A AVALIÇÃO DO TRABALHO DE FIM DE CURSO 1-ESCALA 2-CLASSIFICAÇÃO 3- SUGESTÃO PARA A AVALIÇÃO 19 a 20 EXCELCENTE - O tema apresenta alto valor teórico, é original e responde às exigências prementes da prática educativa; - Há grandes e novas contribuições teóricas e práticas do autor; - O tema foi esgotado e o conteúdo cumpriu totalmente, e com grandes resultados teóricos e práticos, as propostas do tema; - As fontes são muito ricas e variadas e as bases metodológicas são mais que suficientes para fazer amplas e profundas generalizações; - As conclusões são válidas e bem fundamentadas e verificam as hipóteses formuladas; - O estilo é muito claro, lógico e seguido, manifestando um alto grau científico; - A linguagem é muito correcta, científica, com a utilização adequada dos termos e conceitos; - A argumentação é dialéctica e a atitude é séria e honesta; - Os dados da investigação são numerosos, bem interpretados e generalizados; 18
19 1- ESCALA 2- CLASSIFICAÇÃO 3- SUGESTÕES PARA A AVALIAÇÃO - Elevado significado teórico e prático do tema; - O conteúdo responde complemente a todas as tarefas propostas; - Utilização adequada dos métodos de investigação e de tratamento dos dados; - A apresentação é clara e lógica e a linguagem é científica, correcta e clara; - O estilo é cientifico, a atitude é séria e 18 honesta; - Os dados foram bem aproveitados e a MUITO BOM interpretados e as generalizações feitas estão correctas; 17 as conclusões são válidas e satisfazem as hipóteses levantadas; 16 a 14 BOM - O conteúdo satisfaz as tarefas propostas do tema, embora muitas questões não tenham sido aprofundadas; - Os métodos de investigação foram bem utilizados e os documentos bem aproveitados; - Destaque para algumas ideias novas do autor; - Os dados estão bem tratados e verificam as hipóteses; - As conclusões alcançadas são válidas e correctas; - O estilo e a linguagem são aceitáveis e convenientes, mostram uma atitude científica definida; - A apresentação é lógica, seguida estética e clara; 13 a 10 SUFICIENTE - O tema é interessante e tem significado teórico e ou prático; - O conteúdo responde em parte às propostas do tema, faltando esclarecer algumas questões importantes; - As bases e o objecto da investigação são pobres e não permitem fazer grandes generalizações; - A apresentação, embora clara, é pouco lógica, e os dados, embora insuficientes, foram bem tratados; - O estilo é científico, a atitude é modesta; - As conclusões são aceitáveis e convenientes; - O tema é interessante, mas não foi suficientemente trabalhado, para responder bem às propostas do tema. O conteúdo apresenta algumas lacunas; - Os métodos não foram devidamente 19
20 MENOS 10 DE INSUFICIENTE (REPROVADO) aproveitados e aplicados; - As fontes foram escassamente exploradas e faltaram outras; - Os dados não têm significado amplo, impedem a generalização e dificultam a conclusão; - O estilo e a argumentação são pouco científicos; - A apresentação não é lógica e a linguagem é pouco correcta; - A atitude é demasiado modesta. Não se vê engajamento científico Luanda aos 22 de Abril de 2003 A VICE-REITORA PARA OS ASSUNTOS ACADÉMICOS Profª. Doutora Suzanete Nunes da Costa (Profª. Titular) 20