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Timestamp: 2018-12-13 20:49:32+00:00
Document Index: 90205229

Matched Legal Cases: ['Artigo 12', 'Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 6', 'Artigo 7', 'Artigo 8', 'Artigo 9', 'Artigo 10', 'Artigo 11', 'artigo 3']

REGULAMENTO DO ESTÁGIO DO CURSO DE MESTRADO EM ENSINO DE DANÇA ESCOLA SUPERIOR DE DANÇA INSTITUTO POLITÉNICO DE LISBOA - PDF
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Andreia Palmeira Sabala
1 REGULAMENTO DO ESTÁGIO DO CURSO DE MESTRADO EM ENSINO DE DANÇA ESCOLA SUPERIOR DE DANÇA INSTITUTO POLITÉNICO DE LISBOA Maio de 2012
2 REGULAMENTO DO ESTÁGIO Preâmbulo De acordo com o previsto na alínea 3 do Artigo 12º do Regulamento do Curso de Mestrado em Ensino da Dança da Escola Superior de Dança (ESD) e nos protocolos acordados entre a ESD e as escolas cooperantes, o presente documento estabelece as normas para a organização e funcionamento do Estágio decorrentes das unidades Curriculares Estagio I e Estágio II. Artigo 1 Definição/Tempo de Trabalho e ECTS O Estágio previsto neste Ciclo de Estudos decorre no 3º e 4º Semestre e visa o desenvolvimento de competências dos estudantes em contexto de trabalho, ocupando um total de 54 ECTS correspondentes a 1350 horas de trabalho anual, das quais: a) 60 horas de Orientação Tutorial (OT); b) 60 horas de Prática Pedagógica distribuídas ao longo dos 2 semestres de acordo com a disponibilidade dos intervenientes e das escolas cooperantes; c) As restantes 1230 horas incluem o trabalho autónomo de preparação das aulas e o processo de elaboração do relatório final. Artigo 2 Rede de escolas cooperantes Com o fim de assegurar o funcionamento das unidades curriculares de Estágio I e Estágio II do mestrado em Ensino de Dança preferencialmente em instituições do ensino especializado, a ESD estabelece uma rede de escolas - cooperantes, através de protocolos com cada uma das interessadas. Artigo 3 Ciclos para efeitos dos Estágios Cada mestrando deverá observar, participar e lecionar por um período de 60 horas anuais distribuídas de acordo com as disponibilidades da Escola Cooperante, estando preferencialmente num ou em mais do que um dos ciclos de estudos indicados: a. Ensino básico; b. Ensino secundário. 2
3 Artigo 4 Modalidades dos Estágios Os Estágios incluem as seguintes modalidades: a. Observação estruturada de aulas na escola-cooperante; b. Participação acompanhada; c. Lecionação supervisionada de aulas. Artigo 5º Colocação dos mestrandos A ESD procederá à colocação dos mestrandos numa das escolas da rede, sempre que possível respeitando a preferência do estudante de acordo com o estipulado no nº 4 do Art.º 12 do Regulamento do Curso de Mestrado em Ensino de Dança. Artigo 6 Supervisão do Estágio 1. O estágio decorre sob a supervisão do docente da ESD designado como orientador, com a colaboração do professor-cooperante designado para o efeito pela escola cooperante. 2. Os professores cooperantes são designados pela escola cooperante de entre os docentes com habilitação profissional, ou própria, e prática docente na respetiva área ou disciplina não inferior a cinco anos. 3. Nos casos em que não existam docentes nas condições referidas no número anterior, a colaboração da escola-cooperante é assegurada pela direção pedagógica. Artigo 7 Competências do Orientador do Estágio Compete ao Orientador: 1. Apoiar o mestrando, sempre que por ele solicitado, dentro do seu horário de atendimento aos estudantes; 2. Orientar o aluno na planificação das modalidades a desenvolver no Estágio, em articulação com o professor cooperante; 3. Prestar colaboração aos professores cooperantes em todas as tarefas de supervisão relacionadas com as atividades letivas e não letivas; 4. Observar, pessoalmente ou através de vídeo-gravação, pelo menos uma vez por mês, para efeitos de orientação/avaliação, as aulas dadas pelo mestrando, na escola cooperante; 5. Avaliar o desempenho dos estudantes de acordo com as condições e critérios definidos, ouvido o professor cooperante; 3
4 6. Supervisionar o trabalho do aluno, apoiando-o nas diversas fases de desenvolvimento do Relatório Final. Artigo 8 Competências da Escola Cooperante Compete à escola-cooperante, através dos professores cooperantes ou das respetivas direções pedagógicas: 1. Disponibilizar ao mestrando as informações necessárias à sua integração na organização escolar; 2. Integrar o mestrando nas várias modalidades do estágio, previamente acordadas com a ESD; 3. Colaborar, em articulação com o orientador, na planificação das atividades a desenvolver pelo aluno nas diferentes modalidades; 4. Apoiar os estudantes na realização de outras atividades pedagógicas, em contexto escolar, para além das práticas letivas; 5. Prestar informações ao professor orientador sobre o desempenho pedagógico e organizacional dos mestrandos. Artigo 9º Avaliação do Estágio 1. A avaliação do Estágio incidirá, sobretudo, sobre o desempenho dos estudantes nos domínios da observação, participação e prática de ensino supervisionado num total de 60 horas anuais, distribuídas ao longo dos dois semestres letivos: a. 8 horas de observação estruturada; b. 8 horas de participação acompanhada; c. 40 horas de lecionação; d. 4 horas de colaboração em outras atividades pedagógicas realizadas na escola cooperante. 2. Esta prática, será efetuada de acordo com a disponibilidade das Escolas Cooperantes e respeitando o estipulado nos protocolos. 3. Para a classificação do Estágio considerar-se-á: 1. O desempenho dos estudantes nas Unidades Curriculares de Estágio I e II, nas dimensões do processo, referidas no ponto 1 e que deverão ser objeto de avaliação nos seguintes aspetos: a. Capacidade de observar, refletir e apresentar em registo sistemático, aspetos estruturais, pedagógicos, metodológicos, didáticos e relacionais, em contexto de aula; b. Capacidade de participar e interagir, em contexto de aula, em situações pontuais, utilizando estratégias de integração na turma e nível de ensino, através da participação acompanhada em 4
5 marcação de exercícios, explicitação de conteúdos, correções ou lecionação efetiva de secções de aulas, de acordo com o acordado com o professor cooperante; c. Capacidade de lecionação efetiva tendo em consideração: - A planificação e programação da intervenção pedagógica; - A seleção e a adequação dos conteúdos programáticos; - A diversidade e a eficácia das estratégias de ensino; - Aspetos relacionais com todos os intervenientes; - A integração na Instituição de ensino; - A reflexão e a avaliação dessa prática pedagógica. d. Capacidade de integrar grupos de trabalho e estabelecer relações de colaboração em outras atividades pedagógicas realizadas na escola cooperante. 2. No domínio Relatório Final será tida em conta, a estrutura, a qualidade pedagógico-científica e a discussão pública, de acordo com as regras definidas no Art.º 17 do Regulamento do Mestrado em Ensino de Dança. Artigo 10º Encargos com deslocações Os encargos com as deslocações que os professores cooperantes efetuem no âmbito da realização do estágio são suportados pela ESD. Artigo 11º Protocolos Os protocolos a estabelecer com as escolas-cooperantes vigoram por um ano e compreendem: 1. Um conjunto de regras e princípios estabelecidos com todas as Escolas cooperantes onde constam as seguintes indicações: a. Identificação dos professores-cooperantes disponíveis para cada ciclo/nível de educação em que decorre o estágio de habilitação para a docência; b. Número de lugares disponíveis para os mestrandos em cada ciclo de estudos; c. Contrapartidas disponibilizadas à escola-cooperante pela ESD. 2. Uma Adenda a estabelecer em cada ano letivo e com cada Escola em que se realiza o Estágio, definindo: a. A identificação dos Intervenientes: mestrando, professor cooperante e orientador; b. O ciclo de estudos, disciplinas e a/as turma/as em que o estágio se desenvolverá; c. A definição das modalidades e as horas previstas para cada uma. Aprovado pelo Conselho Técnico-Científico da ESD a 2 de Maio de
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Despacho N.º 16/2016 Assunto: Normas internas de funcionamento dos mestrados em ensino formação inicial de professores Tendo-se observado a necessidade de retificação do artigo 3.º, alínea b) das normas