Source: https://pt.scribd.com/document/169667918/codigo-etica-psico
Timestamp: 2019-06-26 17:36:01+00:00
Document Index: 132750297

Matched Legal Cases: ['Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 6', 'Artigo 7', 'Artigo 8', 'Artigo 9', 'Artigo 10', 'Artigo 11', 'Artigo 12', 'Artigo 13', 'Artigo 14', 'Artigo 15', 'Artigo 16', 'Artigo 17', 'Artigo 18', 'Artigo 19']

Título original: codigo_etica_psico
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Psicomotricidade no contexto da.pdf
Psicomotricidade No Contexto Da Neuroaprendizagem
Ficha de Observação Para Os Alunos Com Dificuldades de Aprendizagem
o Papel Da Psicopedagogia Na Educação Básica.
Tornando Prof de Ciencias
Relato Das Atividades COBENGE 2018
Cdigo de tica do Psicopedagogo
Reformulado pelo Conselho da ABPp, gesto 2011/2013 e aprovado em Assembleia Geral em 5/11/2011
O Cdigo de tica tem o propsito de estabelecer parmetros e orientar os profissionais da Psicopedagogia brasileira quanto aos princpios, normas e valores ponderados boa conduta profissional, estabelecendo diretrizes para o exerccio da Psicopedagogia e para os relacionamentos internos e externos ABPp Associao Brasileira de Psicopedagogia. A reviso do Cdigo de tica prevista para que se mantenha atualizado com as expectativas da classe profissional e da sociedade.
Captulo I Dos princpios Artigo 1 A Psicopedagogia um campo de atuao em Educao e Sade que se ocupa do processo de aprendizagem considerando o sujeito, a famlia, a escola, a sociedade e o contexto scio-histrico, utilizando procedimentos prprios, fundamentados em diferentes referenciais tericos.
Pargrafo 1 A interveno psicopedaggica sempre da ordem do conhecimento, relacionada com a aprendizagem, considerando o carter indissocivel entre os processos de aprendizagem e as suas dificuldades.
Pargrafo 2 A interveno psicopedaggica na Educao e na Sade se d em diferentes mbitos da aprendizagem, considerando o carter indissocivel entre o institucional e o clnico.
Artigo 2 A Psicopedagogia de natureza inter e transdisciplinar, utiliza mtodos, instrumentos e recursos prprios para compreenso do processo de aprendizagem, cabveis na interveno. Artigo 3 A atividade psicopedaggica tem como objetivos: a) b) c) d) promover a aprendizagem, contribuindo para os processos de incluso escolar e social; compreender e propor aes frente s dificuldades de aprendizagem; realizar pesquisas cientficas no campo da Psicopedagogia; mediar conflitos relacionados aos processos de aprendizagem.
Artigo 4 O psicopedagogo deve, com autoridades competentes, refletir e elaborar a organizao, a implantao e a execuo de projetos de Educao e Sade no que concerne s questes psicopedaggicas.
Captulo II Da formao Artigo 5 A formao do psicopedagogo se d em curso de graduao e/ou em curso de ps-graduao especializao lato sensu em Psicopedagogia -, ministrados em estabelecimentos de ensino devidamente reconhecidos e autorizados por rgos competentes, de acordo com a legislao em vigor.
Captulo III Do exerccio das atividades psicopedaggicas Artigo 6 Estaro em condies de exerccio da Psicopedagogia os profissionais graduados e/ou ps-graduados em Psicopedagogia especializao lato sensu - e os profissionais com direitos adquiridos anteriormente exigncia de titulao acadmica e reconhecidos pela ABPp. indispensvel ao psicopedagogo submeter-se superviso psicopedaggica e recomendvel processo teraputico pessoal.
Pargrafo 1 O psicopedagogo, ao promover publicamente a divulgao de seus servios, dever faz-lo de acordo com as normas do Estatuto da ABPp e os princpios deste Cdigo de tica. Pargrafo 2 Os honorrios devero ser tratados previamente entre o cliente ou seus responsveis legais e o profissional, a fim de que: a) representem justa contribuio pelos servios prestados, considerando condies socioeconmicas da regio, natureza da assistncia prestada e tempo despendido; assegurem a qualidade dos servios prestados.
Artigo 7 O psicopedagogo est obrigado a respeitar o sigilo profissional, protegendo a confidencialidade dos dados obtidos em decorrncia do exerccio de sua atividade e no revelando fatos que possam comprometer a intimidade das pessoas, grupos e instituies sob seu atendimento.
Pargrafo 1 No se entende como quebra de sigilo informar sobre o cliente a especialistas e/ou instituies, comprometidos com o atendido e/ou com o atendimento. Pargrafo 2 O psicopedagogo no revelar como testemunha, fatos de que tenha conhecimento no exerccio de seu trabalho, a menos que seja intimado a depor perante autoridade judicial. Artigo 8 Os resultados de avaliaes s sero fornecidos a terceiros interessados, mediante concordncia do prprio avaliado ou de seu representante legal. Artigo 9 Os pronturios psicopedaggicos so documentos sigilosos cujo acesso no ser franqueado a pessoas estranhas ao caso. Artigo 10 O psicopedagogo procurar desenvolver e manter boas relaes com os componentes de diferentes categorias profissionais, observando para esse fim, o seguinte: a) trabalhar nos estritos limites das atividades que lhe so reservadas; b) reconhecer os casos pertencentes aos demais campos de especializao, encaminhando-os a profissionais habilitados e qualificados para o atendimento. Captulo IV Das responsabilidades Artigo 11 So deveres do psicopedagogo:
a) manter-se atualizado quanto aos conhecimentos cientficos e tcnicos que tratem da aprendizagem humana; b) desenvolver e manter relaes profissionais pautadas pelo respeito, pela atitude crtica e pela cooperao com outros profissionais; c) assumir as responsabilidades para as quais esteja preparado e nos parmetros da competncia psicopedaggica; d) colaborar com o progresso da Psicopedagogia; e) responsabilizar-se pelas intervenes feitas, fornecer definio clara do seu parecer ao cliente e/ou aos seus responsveis por meio de documento pertinente; f) preservar a identidade do cliente nos relatos e discusses feitos a ttulo de exemplos e estudos de casos; g) manter o respeito e a dignidade na relao profissional para a harmonia da classe e a manuteno do conceito pblico.
Captulo V Dos instrumentos Artigo 12 So instrumentos da Psicopedagogia aqueles que servem ao seu objeto de estudo a aprendizagem. Sua escolha decorrer de formao profissional e competncia tcnica, sendo vetado o uso de procedimentos, tcnicas e recursos no reconhecidos como psicopedaggicos.
Captulo VI Das publicaes cientficas Artigo 13
Na publicao de trabalhos cientficos devero ser observadas as seguintes normas: a) as discordncias ou crticas devero ser dirigidas matria em discusso e no ao seu autor; b) em pesquisa ou trabalho em colaborao, dever ser dada igual nfase aos autores e seguir normas cientficas vigentes de publicao. Em nenhum caso o psicopedagogo se valer da posio hierrquica para fazer publicar, em seu nome exclusivo, trabalhos executados sob sua orientao; c) em todo trabalho cientfico devem ser indicadas as referncias bibliogrficas utilizadas, bem como esclarecidas as ideias, descobertas e as ilustraes extradas de cada autor, de acordo com normas e tcnicas cientficas vigentes.
Captulo VII Da publicidade profissional Artigo 14 Ao promover publicamente a divulgao de seus servios, dever fazlo com exatido e honestidade.
Captulo VIII- Dos honorrios Artigo 15 O psicopedagogo, ao fixar seus honorrios, dever considerar como parmetros bsicos as condies socioeconmicas da regio, a natureza da assistncia prestada e o tempo despendido.
Captulo IX Da observncia e cumprimento do Cdigo de tica Artigo 16
Cabe ao psicopedagogo cumprir este Cdigo de tica.
Pargrafo nico Constitui infrao tica: a) utilizar ttulos acadmicos e/ou de especialista que no possua; b) permitir que pessoas no habilitadas realizem prticas psicopedaggicas; c) fazer falsas declaraes sobre quaisquer situaes da prtica psicopedaggica; d) encaminhar ou desviar, por qualquer meio, cliente para si; e) receber ou exigir remunerao, comisso ou vantagem por servios psicopedaggicos que no tenha efetivamente realizado; f) assinar qualquer procedimento psicopedaggico realizado por terceiros, ou solicitar que outros profissionais assinem seus procedimentos.
Artigo 17 Cabe ao Conselho Nacional da ABPp zelar, orientar pela fiel observncia dos princpios ticos da classe e advertir infraes se necessrio.
Artigo 18 O presente Cdigo de tica poder ser alterado por proposta do Conselho Nacional da ABPp, devendo ser aprovado em Assembleia Geral.
Captulo X Das disposies gerais Artigo 19
O Cdigo de tica tem seu cumprimento recomendado pelos Conselhos Nacional e Estaduais da ABPp. O presente Cdigo de tica foi elaborado pelo Conselho Nacional da ABPp do binio 1991/1992, reformulado pelo Conselho Nacional do binio 1995/1996 , passa por nova reformulao feita pelas Comisses de tica trinios 2008/2010 e 2011/2013, submetida para discusso e aprovado em Assembleia Geral em 05 de novembro de 2011. Quzia Bombonatto Presidente do Conselho Nacional da ABPp Presidente Nacional da ABPp Gesto 2008/2010 e2011/2013
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