Source: http://portal.crfsp.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=8318
Timestamp: 2018-10-19 03:45:34+00:00
Document Index: 84843218

Matched Legal Cases: ['Artigo 5', 'Artigo 6', 'Artigo 8', 'artigo 7', 'Artigo 9', 'Artigo 10', 'Artigo 11', 'Artigo 12', 'Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 7', 'Artigo 8']

O Comitê de Educação Permanente, grupo criado em maio de 2008, tem como principal missão auxiliar na educação permanente do farmacêutico, discutindo e organizando os cursos essenciais e as atualizações online disponibilizadas na Academia Virtual de Farmácia do CRF-SP.
Veja a seguir os objetivos do Comitê de Educação Permanente:
Auxiliar na capacitação técnica do farmacêutico, propondo à Diretoria a realização de cursos e atualizações online de diferentes níveis de conhecimento;
Criar parâmetros de escolha e avaliação da grade de cursos e atualizações online oferecidos pelo CRF-SP, buscando abranger todas as áreas do conhecimento farmacêutico;
Analisar as avaliações e sugestões dos participantes referentes aos cursos e atualizações online e tomar as devidas providências, caso necessário;
Criar parâmetros de escolha e avaliação dos ministrantes de cursos e atualizações online;
Avaliar os candidatos a ministrantes para cursos e atualizações online, conforme critérios pré-estabelecidos;
Avaliar os ministrantes de cursos e atualizações online, conforme critérios pré-estabelecidos;
Promover cursos presenciais e atualizações online com qualidade e excelência, a fim de garantir a valorização do Farmacêutico;
Realizar estudos e emitir pareceres solicitados pela Diretoria do CRF-SP.
Dra. Rosana Matsumi Kageasawa Motta (coordenadora)
Dr. Geraldo Alécio de Oliveira
Dra. Amouni M. Mourad
Deliberação CRF-SP nº 14/2016 - Estabelece o valor a ser pago aos ministrantes dos cursos e atualizações online promovidos pelo CRF-SP
Estabelece o valor a ser pago aos ministrantes dos cursos e
atualizações online promovidos pelo Conselho Regional de
Farmácia do Estado de São Paulo, e dá outras providências.
O CRF-SP poderá promover cursos presenciais e atualizações online, sendo que os profissionais envolvidos
com esses cursos, escolhidos de acordo com os critérios de notória especialização na área, serão tratados como
I - O ministrante farmacêutico deve ter inscrição ativa. Caso seja inscrito em CRF de outro Estado, deverá
comprovar que possui inscrição ativa e que está quite com o respectivo Conselho.
III - Caberá ao ministrante comprovar perante o CRF/SP sua titulação, mediante apresentação de currículo e
cópia do diploma, que ficarão devidamente arquivados no CRF/SP.
V - Elaborar o conteúdo do curso, bem como o material visual em conjunto com o grupo de profissionais
definido previamente para o curso, salvo em cursos com apenas um ministrante, seguindo os padrões estabelecidos
pelo CRF-SP.
VI - Atualizar o material em conjunto com o grupo de profissionais definido previamente para o curso,
devendo encaminhar as propostas anteriormente ao CRF/SP e observar, ainda, as seguintes diretrizes:
a) As atualizações do material dos cursos presenciais deverão ser encaminhadas com antecedência de 15
(quinze) dias ao CRF/SP.
b) As atualizações dos materiais da atualização online somente serão realizadas mediante autorização do
CRF/SP.
d) Em hipótese alguma o ministrante poderá utilizar material diferente do encaminhado ao CRF/SP.
II - Responder a 10 perguntas referentes ao seu tema, que ficarão disponíveis aos farmacêuticos que
participarem das atualizações online.
Artigo 5º - Os valores a serem pagos, por hora, aos ministrantes dos cursos presenciais, dar-se-ão obedecendo
aos critérios de titulação e especialização abaixo descritos:
§ 1º - O pagamento dos cursos presenciais realizados no mês será efetuado de uma única vez, mediante
apresentação de recibo de pagamento de autônomo, até o décimo dia do mês subsequente à realização do curso.
Artigo 6º - Os valores a serem pagos, por hora, aos ministrantes das atualizações online, dar-se-ão obedecendo
§ 2º - O pagamento das atualizações online será efetuado de uma única vez, mediante apresentação de recibo
de pagamento de autônomo, até o décimo dia do mês subsequente à gravação.
I - Utilização de táxi da empresa conveniada ao CRF/SP ou de suas associadas, com utilização de boleto
próprio fornecido pelo CRF/SP. Nesse caso o CRF/SP realiza o pagamento direto à empresa;
II - Utilização de táxi comum nas cidades não atendidas pela empresa conveniada, seja com frota própria ou
com empresas parceiras. O ressarcimento do ministrante ocorrerá mediante apresentação de recibo devidamente
preenchido sem emendas, borrões ou rasuras, datado, nominal ao executor da despesa, contendo discriminação
detalhada do serviço a que se refere, valores despendidos, número do CPF/MF do ministrante e assinatura do motorista.
III - Utilização de veículo próprio: haverá o pagamento correspondente à proporção de 08 Km/L (oito
quilômetros por litro de combustível), sendo utilizados como referência o endereço residencial do ministrante e o
endereço do local do curso.
IV - Utilização de veículo locado pelo CRF/SP, mediante prévia solicitação e a comprovação de que o
ministrante possui carteira nacional de habilitação (CNH) válida. O ressarcimento do combustível ao ministrante
ocorrerá mediante apresentação de nota fiscal, devidamente preenchida sem emendas, borrões ou rasuras, datada,
nominal ao executor da despesa, contendo discriminação detalhada do serviço a que se refere, combustível adquirido,
valores despendidos (unitário e total), número do CPF/MF do ministrante e do CNPJ/MF do estabelecimento. O
ministrante se responsabilizará por quaisquer despesas adicionais decorrentes da locação do veículo, tais como multas,
avarias, lavagens, etc.
V - Utilização de ônibus intermunicipal: ocorrerá ressarcimento da passagem mediante a apresentação do seu
original, devidamente preenchido, acompanhado do comprovante do seguro;
§ 1º - É vedada a utilização de taxi, prevista nos incisos I e II, para os deslocamentos intermunicipais,
excetuando-se os municípios que integram a região da Grande São Paulo.
§ 2º - Nos deslocamentos previstos nos incisos III e IV, ocorrerá ressarcimento do valor do pedágio mediante
a apresentação do comprovante original ou extrato do serviço "Sem Parar".
§ 3º - O ministrante se responsabiliza totalmente pela utilização de seu veículo próprio, inclusive quanto a
possíveis despesas com gastos extras, estacionamentos, seguros e eventuais acidentes ou avarias no percurso.
§ 4º - Caso o deslocamento seja para: Adamantina, Araçatuba, Barretos, Bauru, Fernandópolis, Marília,
Presidente Prudente, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto, o CRF/SP poderá autorizar o deslocamento por meio aéreo
(avião), desde que a solicitação seja feita por escrito pelo ministrante ao CRF-SP, com antecedência mínima de 15
(quinze) dias, para que possa ser providenciada a aquisição da passagem aérea. Caso haja desistência, perda ou
remarcação de voo, o ministrante deverá arcar com os custos envolvidos.
Artigo 8º O ministrante deverá apresentar-se antes do horário de início do curso, devendo escolher a melhor
forma de transporte, desde que respeitado o determinado no artigo 7º.
Artigo 9º Caso seja necessária hospedagem, a reserva e o pagamento serão realizados pelo CRF/SP.
Entretanto, caso haja desistência do ministrante, esta só será admitida em tempo hábil para o cancelamento da reserva,
sob pena do ministrante arcar com o valor cobrado pela não hospedagem.
Parágrafo único - Entende-se como tempo hábil, o período de cancelamento estabelecido pelo hotel, para que
não haja a cobrança de nenhum valor ao CRF-SP.
Artigo 10º O CRF/SP fornecerá alimentação - refeição e bebidas não alcoólicas - ao ministrante, através de
restaurante cadastrado, até o limite de R$ 75,00 (setenta e cinco reais) por dia, mediante envio da nota fiscal pelo
estabelecimento ao CRF/SP.
§ 1º - O restaurante cadastrado receberá declaração emitida pelo CRF/SP autorizando a emissão de nota fiscal
em nome deste, até o valor máximo diário previsto neste artigo e calculado de acordo com o número de ministrantes.
§ 2º - Caso o ministrante opte por se alimentar em restaurante não cadastrado, o CRF/SP irá ressarci-lo até o
limite máximo diário de R$ 75,00 (setenta e cinco reais), mediante apresentação de nota/cupom fiscal contendo, sem
rasuras, o número do CPF/MF do ministrante e a descrição como refeição, ressaltando que outras terminologias não
§ 3º - O CRF/SP não se responsabilizará por gastos extras assumidos pelo ministrante, como valores
despendidos com lavanderia, internet, frigobar, sobremesa, bebidas alcoólicas etc.
§ 4º - Aplicam-se as disposições contidas neste artigo nos casos de ministrantes e palestrantes que participem
gratuitamente de eventos promovidos pelo CRF/SP.
Artigo 11º - Esta Deliberação entra em vigor na data de sua publicação, revogando a Portaria nº 09/2006,
Deliberação nº 27/2011, Deliberação nº117/2014, Deliberação nº11/2015, bem como as demais disposições em
Artigo 12º - Dúvidas ou omissões serão decididas pela Diretoria, ficando os funcionários e ministrantes
sujeitos às penalidades administrativas e cíveis cabíveis.
Deliberação CRF-SP nº 24/2013 - Define regras para a realização de cursos e suas respectivas inscrições
DELIBERAÇÃO nº 24/2013
Define regras para a realização de cursos e suas respectivas inscrições.
Artigo 1º - O CRF/SP oferecerá, mediante inscrição, cursos para aprimoramento profissional, os quais consistirão nas seguintes modalidades:
I – Cursos Essenciais – desenvolvidos com conteúdo de interesse das várias áreas de atuação do farmacêutico.
II – Cursos de Excelência – desenvolvidos com conteúdo específico para uma ou mais área de atuação do farmacêutico, que podem exigir conhecimento prévio.
Artigo 2º - Os cursos oferecidos pelo CRF/SP terão duração de no mínimo quatro horas, observadas as seguintes condições:
I – caso, no prazo de 03 (três) dias úteis que antecedem a data do curso, não haja no mínimo vinte e cinco farmacêuticos inscritos, o curso será cancelado, cabendo a Secretaria dos Colaboradores (SECOL) comunicar aos funcionários da Seccional e do departamento de Eventos, bem como os Diretores Regionais, salvo em caso de cursos com atividades práticas aos quais este critério de cancelamento não se aplica.
II – nos casos de cursos com atividades práticas, se, no prazo de 03 (três) dias úteis que antecedem a data do curso, não haja no mínimo vinte farmacêuticos inscritos, o curso será cancelado, cabendo a Secretaria dos Colaboradores (SECOL) comunicar aos funcionários da Seccional e do departamento de Eventos, bem como os Diretores Regionais.
III - caso o curso não atenda ao critério estabelecido nos incisos I e II deste artigo por 02 (duas) vezes, deverá ser cancelado, não havendo remarcação.
Artigo 3º - Nas hipóteses previstas nos incisos do artigo anterior, caberá:
I – a Secretaria dos Colaboradores – SECOL:
a. comunicar o cancelamento do curso aos funcionários da Seccional e do departamento de Eventos, bem como ao Diretor Regional e na sua ausência ao Vice-diretor Regional;
b. informar ao ministrante do curso sobre o seu cancelamento e verificar a disponibilidade de outra data para novo agendamento;
c. assim que houver agendamento de uma nova data com o ministrante, o Diretor Regional (na sua ausência o Vice-diretor Regional) deverá ser contatado para que verifique a possibilidade da realização do curso na data proposta;
d. após aprovação do Diretor Regional ou Vice-diretor Regional, os funcionários da Seccional e o departamento de Eventos deverão ser comunicados.
II – ao Departamento de Eventos:
a. quando o curso for ofertado na sede (São Paulo), entrar em contato com os inscritos e informar que o curso será adiado e, entrar em contato com os inscritos novamente quando for agendada uma nova data;
b. ser responsável também por realizar a alteração no portal do Conselho, bem como na planilha de cursos disponibilizada no Pub e no Sistema de Eventos.
III – aos Funcionários das Seccionais (Atendimento):
a. entrar em contato com os inscritos e informar que o curso será adiado e, entrar em contato com os inscritos novamente quando for agendada uma nova data.
IV – ao Diretor Regional e Vice-diretor Regional:
a. Indicar ao Comitê de Educação Permanente – CEP, no prazo por ele fixado, os cursos a serem realizados na seccional;
b. Divulgar para os farmacêuticos da região os cursos agendados na sua seccional, bem como aqueles de seccionais próximas;
c. Gerenciar a realização de cursos na sua seccional, evitando o cancelamento por falta de inscritos e/ou auxiliando na substituição de locais para atendimento da demanda de inscritos;
d. Realizar a abertura dos cursos.
Artigo 4º - Os cursos são disponibilizados aos farmacêuticos inscritos no CRF/SP, entretanto, havendo vagas remanescentes, poderão ser inscritos também acadêmicos do curso de farmácia. § 1º Para as inscrições de acadêmicos, deverá ser criada uma lista de espera e, no dia anterior à realização do curso, às 16h00, os funcionários da Seccional ou do departamento de Eventos (curso na sede em São Paulo) deverão entrar em contato com os acadêmicos da lista de espera e inscrevê-los nas vagas remanescentes até que se atinja a quantidade máxima das vagas disponibilizadas.
§ 2º Em nenhuma hipótese é permitido que o acadêmico tenha preferência ao farmacêutico inscrito no CRF/SP para vaga do curso tratado na presente deliberação.
§ 3º Antes da participação no curso, o acadêmico graduando em farmácia deverá comprovar sua condição por meio de carteira pessoal da Instituição de Ensino Superior (IES) com foto, boleto da IES quitado acompanhado de documento oficial com foto ou outro documento que lhe faça as vezes e seja possível a comprovação da sua graduação em farmácia.
Artigo 5º - Caso se constate, até 15 (quinze) dias antes da realização do curso, que as inscrições efetivadas superam a capacidade do local programado para realização do curso, o departamento de Eventos (quando o curso estiver programado para ser realizado na sede do CRF/SP (São Paulo) e o Diretor Regional (cursos realizados nas seccionais) deverão procurar local adequado, que comporte a demanda do curso, para transferência do curso, sendo vedada a recusa de novas inscrições sob a decorrência de ausência de vagas.
§ 1º O caput do artigo não se aplica aos cursos com atividades práticas.
§ 2º A transferência do local do curso deverá ser informada a todos os inscritos por meio do departamento de Eventos (caso o curso ocorra na sede CRF/SP em São Paulo) e pelos funcionários do atendimento (caso o curso seja realizado nas seccionais).
§ 3º Na hipótese das inscrições superarem as vagas para o curso em período inferior ao previsto no caput, o curso será mantido conforme programação inicial, e os excedentes serão elencados em uma lista apartada denominada de “lista de interesse”.
Artigo 7º - Esta Deliberação entra em vigor na data de sua publicação, revogando a Deliberação nº 35/2011, bem como as demais disposições em contrário.
Artigo 8º - Dúvidas ou omissões serão decididas pela Diretoria, ficando os funcionários sujeito às penalidades administrativas e cíveis cabíveis.
Procedimento para seleção de candidatos a ministrantes de cursos do CRF-SP
Critérios para seleção de ministrantes de cursos do CRF-SP
Critérios para avaliação contínua de ministrantes de cursos do CRF-SP
CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO CONTÍNUA DOS MINISTRANTES DE CURSOS DO CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO (CRF-SP)
Os ministrantes dos cursos promovidos pelo CRF-SP serão continuamente avaliados mediante um formulário padrão a ser preenchido pelos participantes.
Os participantes assinalarão seu nível de concordância com cada afirmação relacionada aos seguintes quesitos de avaliação:
Demonstração de experiência prática sobre o tema
Esclarecimento das dúvidas de forma clara e contextualizada ao dia a dia profissional
Apresentação dos assuntos de forma motivadora
Exposição dos conteúdos de forma objetiva, formal e em linguagem profissional
Demonstração de relacionamento profissional com os participantes
Estímulo da discussão sobre o tema, com tolerância a opiniões divergentes
Para o cálculo da pontuação obtida em cada curso, serão atribuídas notas aos níveis de concordância e pesos aos quesitos de avaliação, conforme descrito a seguir.
Nível de concordância
Parcialmente satisfatório
Com base na média da pontuação obtida nos formulários, será atribuída uma nota final ao ministrante em cada curso.
Caso a nota final do ministrante seja menor que 42 pontos, ele receberá um convite para participar de uma reunião com o Comitê de Educação Permanente, a fim de aprimorar os quesitos considerados a serem melhorados (apresentar o plano de melhoria).
As sugestões/comentários realizados pelos participantes dos cursos, representantes do CRF-SP e funcionários do CRF-SP que acompanharem os cursos serão analisados e também poderão gerar a providência anteriormente citada em relaçãos aos ministrantes.
Os cursos essenciais foram criados para promover a atualização do farmacêutico de forma a atender as novas demandas do mercado de trabalho e da sociedade, bem como propiciar informação sobre as legislações profissionais e sanitárias vigentes. Nesse contexto, a grade de temas é definida de acordo com:
formulários de avaliação preenchidos durante os cursos;
pesquisa sobre os temas disponível no portal do CRF-SP (clique aqui e participe);
sugestões recebidas pelo CRF-SP, por meio do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
Confira a grade de temas disponíveis pelo CRF-SP para 2018.
Descrever a importância do acompanhamento farmacoterapêutico na farmácia privada, principalmente no que refere a análise do tratamento e intervenções necessárias.
O Processo Assistencial do Acompanhamento Farmacoterapêutico;
Etapas para a Formação do Raciocínio Clínico;
Diálogo Farmacêutico-Paciente;
Métodos de Acompanhamento Farmacoterapêutico;
Método Pharmacoterapy Workup (Método Minessota);
Método Dáder;
Aplicação de um Caso Clínico.
Aspectos técnicos e regulatórios relacionados ao desenvolvimento, registro e pós-registro de medicamentos
Abordar os conhecimentos necessários para os farmacêuticos atuarem no em assuntos regulatórios nas indústrias farmacêuticas.
Fundamentação legal: histórico e compreensão da necessidade do registro;
Previsão legal do registro e notificação;
Categorias de registro de medicamentos no Brasil e suas articularidades;
Documentação legal e técnica.
Apontar os conhecimentos teóricos, técnicos e operacionais necessários para os farmacêuticos atuarem na Assistência Farmacêutica no âmbito do SUS, além da discussão sobre ações a serem desenvolvidas.
Conceitos gerais sobre a regulamentação do SUS;
Política Nacional de Medicamentos e de Assistência Farmacêutica;
Financiamento das ações e serviços de saúde;
Organização da Assistência Farmacêutica;
Atribuições dos Farmacêuticos no âmbito do SUS;
Discussão sobre as ações a serem desenvolvidas no SUS.
Autoinspeção na indústria
Discutir sobre os principais exames laboratoriais usados para o monitoramento terapêutico subsidiando as atividades clínicas do farmacêutico.
Avaliação Laboratorial para o acompanhamento Farmacoterapêutico:
Distúrbios da Coagulação e nas principais anemias;
Disfunções Hepática e Renal;
Disfunções da Tireoide.
Apresentar os conceitos básicos que caracterizam estudos de Avalição de Tecnologia em Saúde (ATS);
Apresentar os fatores que levaram ao desenvolvimento da produção de conhecimentos e recomendações baseados em ATS;
Discutir os ciclos de vida das tecnologias;
Identificar e compreender os principais determinantes para o intenso e dinâmico processo de produção, incorporação e utilização de tecnologias nos sistemas de saúde.
Introdução ao processo de Avaliação de Tecnologia em Saúde;
Modelos de estudos utilizados em Avaliação de Tecnologia em Saúde;
Modelos de análise econômica;
Modelo de parecer técnico científico.
Boas práticas na dispensação de medicamentos com ênfase em POPs
Demonstrar a importância das boas práticas em drogarias e a confecção dos Procedimentos Operacionais Padrão (POPs). Oferecer ferramentas aos participantes a fim de auxiliar na elaboração do Manual de Boas Práticas e dos POPs.
Boas práticas em dispensação;
Importância dos POPs;
Expectativas do cliente em relação a drogaria;
Controle de qualidade para serviços;
Como elaborar o Manual e os POPs;
POPs obrigatórios em drogarias.
Boas práticas na farmácia magistral com ênfase em POPs
Demonstrar os conceitos de Gestão da Qualidade, Políticas de Qualidade Empresariais, Garantia da Qualidade e suas ferramentas de controle, Boas Práticas de Manipulação e documentação relativa ao sistema proposto.
Necessidade Legal da Garantia da Qualidade na Farmácia Magistral;
Evolução dos marcos regulatórios da qualidade no ambiente magistral até a RDC 67/2007;
Ferramentas da Garantia da Qualidade;
Boas Práticas de Manipulação: conceitos e implementação;
Infraestrutura, Procedimentos e Recursos;
Estrutura da documentação básica:
Procedimentos Operacionais Padrão;
Registros e Documentação fundamental;
Requisitos legais e procedimentos obrigatórios;
Importância da Qualificação dos Fornecedores.
Abordar os conhecimentos necessários a aplicação das boas práticas de manipulação na farmácia homeopática.
Implantação de programas de qualidade em manipulação;
Validação de métodos e processos;
Controle em processo na produção de medicamentos homeopáticos;
Rastreabilidade de matrizes;
Controle de qualidade de insumos ativos e inertes;
Fichas de referência e fichas de especificação;
Análises periódicas do pool de matrizes: quais os critérios de elaboração e análise.
Para assunção de responsabilidade técnica de farmácia ou laboratório industrial homeopático, deve ser seguido o disposto na Resolução CFF n° 576/13.
Boas práticas farmacêuticas na manipulação de medicamentos veterinários
Aprendizado dos cuidados e algumas técnicas que o profissional farmacêutico necessita para atender melhor às prescrições magistrais destinadas aos pacientes animais pet, bem como atendimento das expectativas dos proprietários dos mesmos e dos prescritores veterinários.
Aspectos de legislação na área magistral/veterinária;
Aspectos de Farmacologia x Fisiologia Veterinária;
Estudos de pré-formulação;
Fases da formulação, estabilidade, polimorfismo;
Biofarmácia Veterinária x versatilidade de formas farmacêuticas;
Formas farmacêuticas veterinárias;
Estratégias para atendimento e interpretação das prescrições médico-veterinárias;
Estudos de casos em prescrições veterinárias (cases).
Abordar os trâmites administrativos segundo a Lei Estadual nº 10.083 de 1998 com foco no auto de infração e o auto de imposição de penalidade, além da abordagem dos principais artigos que dispõe sobre o Código Sanitário do Estado de São Paulo.
Lei Estadual nº 10.083 de 1998;
Como montar uma farmácia: passo a passo
Abordar os passos para a abertura de farmácias com e sem manipulação. Desenvolver estratégias para tornar o estabelecimento de saúde rentável e adequado as normas e regulamentações.
Perfil do varejo farmacêutico;
Assuntos regulatórios no Varejo – Documentação necessária para abertura da empresa;
Estratégia e Planejamento empresarial;
Definindo a sua marca;
Layout da Farmácia;
Contratação e treinamento de pessoal;
Atividade prática – Plano de negócios.
Cuidado farmacêutico baseada em evidências
Abordar sobre o manejo da asma e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) com foco na atenção farmacêutica, farmacologia clínica e raciocínio clínico avançado, alinhado com guidelines de sociedades de pneumologia de âmbito internacional.
Revisão da anatomia, fisiologia e patologias das vias aéreas;
Epidemiologia e propedêutica da asma e DPOC;
Propedêutica das patologias das vias aéreas superiores (VAS) correlacionáveis à asma e DPOC;
Diferenças entre asma, DPOC e patologias das vias aéreas inferiores;
Evidências científicas no manejo e farmacologia da asma e DPOC;
Farmacologia e raciocínio clínicos avançados em asma e DPOC;
Farmacologia: anti-histamínicos, estabilizadores mastocitários e vasoconstritores no manejo dos acometimentos das VAS, anticolinérgicos, corticoides, simpatomiméticos e xantinas;
Farmacoterapia inalatória e cuidados farmacêuticos específicos.
Oferecer ferramentas para implementação dos serviços farmacêuticos preconizados pela RDC 44/09 em diabetes.
Classificação; Fisiopatologia;
Complicações Agudas e Crônicas;
Não farmacológico;
Técnicas de aplicação de insulina.
Cuidado farmacêutico em pacientes com dislipidemia
Capacitar o farmacêutico para implementar o serviço de aferição de temperatura corporal, conforme preconiza a RDC 44/09 e manejo do tratamento de pacientes com febre.
Mecanismos fisiológicos e controle da temperatura;
Etiologia da febre;
Semiologia da febre;
Tipos de termômetro;
Tratamento da febre.
Capacitar o farmacêutico para implementação do serviço de aferição de pressão arterial e manejo do tratamento de pacientes com hipertensão, conforme preconiza a RDC 44/09.
Sintomas e fisiopatologia;
Como identificar e avaliar;
Avaliação de pacientes especiais;
Métodos de verificação da pressão arterial.
Contribuir para a atualização do farmacêutico no cumprimento das boas práticas relativas aos programas de imunização, destinados a todas faixas etárias e grupos distintos, contemplando raciocínio clínico, protocolos e condutas farmacêuticas.
Revisão da fisiologia do sistema imunológico e conceitos básicos de epidemiologia;
Mitos e erros relacionados à imunização;
Tipos de vacinas e indicações;
Bases legais do calendário básico de vacinação do Programa Nacional de Imunizações (PNI);
Calendário básico do PNI versus calendários diferenciados de vacinação;
Diferenças entre as Vacinas;
Farmacologia aplicada, interações medicamentosas relacionadas as vacinas, manejo de atrasos ou adiantamentos na administração de doses;
Vigilância de eventos adversos pós-vacinais;
Sistemas de Informação sobre imunização.
Cuidado farmacêutico na dispensação de antimicrobianos
Capacitar o farmacêutico na dispensação e administração de medicamentos antimicrobianos.
Descoberta e desenvolvimento de antimicrobianos;
Impacto da descoberta dos antimicrobianos;
Uso inadequado de antimicrobianos;
Causas de erros de prescrição;
Princípios de antibioticoterapia;
Principais antimicrobianos;
Principais infecções: otite, ITU, infecções respiratórias, infecções hospitalares;
O papel do farmacêutico na orientação e acompanhamento.
Cuidado farmacêutico na dispensação de dermocosméticos
Abordar o conceito de "Dermocosmético", bem como a sua atuação na pele e seus anexos, benefícios, indicações, cuidados e mecanismos de ação.
Definição de Dermocosméticos e Cosmecêuticos;
O Mercado Brasileiro de Dermocosméticos;
Legislações de Dermocosméticos;
Principais Marcas de Dermocosméticos;
Classificação de Ingredientes Utilizados em Dermocosméticos;
Entendendo Dermocosméticos por meio da Nomenclatura INCI;
Formas Dermocosméticas e suas características;
Cuidados no Uso de Dermocosméticos;
Anatomofisiologia da Pele e Anexos Cutâneos;
Mecanismos de Hidratação de Dermocosméticos;
Mecanismos de Rejuvenescimento de Dermocosméticos;
Mecanismos Anticelulite de Dermocosméticos;
Nanomateriais utilizados em Dermocosméticos.
Cuidado farmacêutico na dispensação de psicofármacos
Abordar a farmacologia dos medicamentos de ação no Sistema Nervoso Central juntamente com as principais interações medicamentosas que podem ocorrer durante o uso deste grupo de medicamentos.
Farmacologia dos psicofármacos:
Classificação das interações;
Caracterização dos psicofármacos;
Cuidado farmacêutico na dispensação de suplementos alimentares
Demonstrar aos farmacêuticos a importância de orientar a população no uso adequado de suplementos alimentares em diferentes grupos populacionais e estilos de vida, respeitando suas diversidades étnicas e culturais.
Alimentos com Alegação de Propriedade Funcional;
Alimentos para fins especiais;
Novos Alimentos/Ingredientes;
Suplementação Alimentar para Gestantes;
Ácido fólico, ferro e ômega-3, outros.
Suplementos para lactentes e lactantes;
Principais vitaminas e minerais;
Leite materno x Leite formulado: recomendações.
Vitaminas A, D, E e K, Vitaminas do complexo B, cálcio, ferro e outras;
Recomendações para cada idade.
As fórmulas da beleza da mulher e do homem contemporâneo;
Cuidados e suplementos recomendados na cirurgia bariátrica;
RDC nº18 de 2010;
Macronutrientes - carboidratos (maltodextrina); proteínas (proteínas do soro do leite); lipídeos (vitaminas lipossolúveis; ácidos graxos poliinsaturados);
Aminoácidos (glutamina e BCAAs), creatina e L-carnitina.
Fórmulas para Melhor Idade;
Principais ingredientes: fibras, ômega-3 e outras vitaminas e minerais;
Recomendações para fins especiais: diabetes, hipertensão, insuficiência cardíaca e renal.
Cuidado farmacêutico na gestação e lactação
Discutir os assuntos relacionados ao cuidado farmacêutico na gestação e lactação, aumentando o grau de conhecimento profissional quanto à segurança do uso dos medicamentos.
Classificação dos medicamentos de risco na gestação;
Principais doenças em obstetrícia;
Doenças crônicas e gestação;
Suplementação dietética na gestação e lactação;
Classificação dos medicamentos de risco na lactação;
Benefícios da lactação;
Fitoterápicos e MIPS na gestação e lactação;
Responsabilidades do Farmacêutico.
Cuidado farmacêutico na nutrição enteral e parenteral
Demonstrar a importância do farmacêutico nos serviços de oncologia. Abordar temas de relevância para o bom desempenho nas atividades assistenciais e processos. Explorar conceitos e práticas desde as bases moleculares do câncer até os serviços farmacêuticos em oncologia.
Bases moleculares do câncer;
Epidemiologia do câncer no Brasil e no mundo;
Princípios da terapia antineoplásica;
Novas abordagens terapêuticas na oncologia: imunoterapia;
Atuação do farmacêutico no tratamento com agentes antineoplásicos, anticorpos monoclonais, inibidores da tirosina quinase, hormonioterapia;
Serviços farmacêuticos na oncologia: dispensação, conciliação de medicamentos, revisão da farmacoterapia (análise farmacêutica da prescrição), acompanhamento farmacoterapêutico.
Cuidado farmacêutico na pediatria em ambiente hospitalar
Capacitar os farmacêuticos quanto ao cuidado farmacêutico em pediatria, aumentando o grau de conhecimento quanto à análise das prescrições e segurança do uso de medicamentos na população pediátrica.
Farmacoterapia pediátrica: contextualização de erros terapêuticos, estudos clínicos e uso off-label de medicamentos em pediatria;
Caracterização da população pediátrica: terminologia específica por faixa etária, aspectos farmacocinéticos e do desenvolvimento infantil e doenças mais frequentes na população pediátrica;
Perfil do "farmacêutico pediátrico";
Problemática envolvendo formulações adequadas para o uso pediátrico;
Incidência de eventos adversos a medicamentos em pediatria;
Critérios para garantir a segurança do paciente pediátrico;
Metodologia de seguimento farmacoterapêutico, análise de prescrições pediátricas e intervenções farmacêuticas;
Fracionamento de doses de medicamentos em pediatria;
Metodologia de orientação farmacêutica a pais e cuidadores de pacientes pediátricos;
Apresentação de caso clínico.
Cuidado farmacêutico na saúde da mulher
Discutir os assuntos relacionados ao cuidado farmacêutico na saúde da mulher, aumentando o grau de conhecimento profissional quanto à segurança do uso dos medicamentos.
Principais Doenças da Mulher;
Abordagem farmacêutica no uso de contraceptivos;
Tensão pré-menstrual: consequências e tratamento;
Menopausa e tratamento;
Obesidade e consequências;
Prevenção e tratamento de infecções urinárias;
Abordar sobre o cuidado farmacêutico no idoso, a fim de que o farmacêutico possa identificar e intervir nos problemas relacionados ao medicamento.
Alterações fisiológicas no idoso;
Farmacoterapia no idoso, principais aspectos;
Problemas relacionados ao medicamento no idoso.
Identificar e classificar os eventos adversos a medicamentos, bem como as ações para notificação de casos.
Caracterização das reações adversas medicamentosas;
Farmácia clínica aplicada à farmácia hospitalar
Demonstrar os principais conhecimentos e habilidades para a prática clínica farmacêutica, assim como as principais atividades executadas pelo profissional e exemplos da prática profissional em ambiente hospitalar.
Histórico das atividades clínicas;
Importância da atenção farmacêutica ao paciente crítico;
Segurança no uso de medicamentos;
Acompanhamento de exames laboratoriais;
Evolução em prontuário;
Gestão de risco em unidades críticas.
Farmacoeconomia aplicada à área hospitalar
Apresentar os conceitos básicos e metodologias utilizadas nos estudos de avaliação econômica e suas aplicações relacionadas ao impacto do uso dos medicamentos e outras tecnologias em saúde.
Conceitos: economia, economia em saúde, Farmacoeconomia;
Discussão de análises econômicas em saúde;
Farmacoeconomia x ciclo da Assistência Farmacêutica;
Farmacoeconomia x Comissão de Farmácia e Terapêutica;
Farmacoeconomia x demandas judiciais;
Farmacoeconomia x processo de compra (setor público e setor privado);
Tipos de análise Farmacoeconomia;
Custos diretos, indiretos e intangíveis;
Medicamentos biossimilares;
Avaliação de Tecnologia em saúde.
Abordar a aplicação da farmacoeconomia nas diversas atividades exercidas no SUS e Hospitais.
Conceitos gerais sobre SUS, Farmacoeconomia e Assistência Farmacêutica;
Aplicação dos estudos de farmacoeconomia nas diversas áreas do SUS;
Diferenças da farmacoeconomia no Hospital e na rede de atenção Básica;
Participação do Farmacêutico na gestão por meio da Farmacoeconomia.
Discutir a regulamentação sanitária de Farmacovigilância vigente no Brasil e apresentar ferramentas necessárias para o cumprimento das normas.
Cronologia da regulamentação sanitária no Brasil;
Farmacovigilância na Indústria Farmacêutica;
Documento de Descrição do Sistema de Farmacovigilância;
Ferramentas de Farmacovigilância: Relatório Periódico de Farmacovigilância e Plano de Minimização de Risco;
Boas Práticas de Farmacovigilância;
Auditorias e Inspeções;
Preparação para uma inspeção das autoridades reguladoras;
Tendências no âmbito nacional e internacional.
Gestão de laboratórios de análise clínicas
Capacitar o aluno para uma visão dos principais tópicos da gestão laboratorial que devem ser abordados para administrar com sucesso o negócio.
A administração das fases pré-analítica, analítica e pós-analítica.
Administração do recurso humano com enfoque na dinâmica organizacional.
Administração de custos.
Retorno sobre o investimento. Cálculos.
Principais ferramentas do marketing laboratorial.
Gestão do conhecimento e gestão de competências. Noções de “coaching”.
Explicar conceitos, métodos e técnicas para identificar, desenvolver e gerir habilidades e competências que possam, no ambiente profissional, auxiliar na compreensão do comportamento humano no mundo do trabalho.
Transformando o líder em um gestor de pessoas;
Papel do Gestor;
Liderando pessoas estrategicamente no mercado farmacêutico;
Como desenvolver uma equipe;
Gestão de Conhecimento e Competências;
Democratização das relações sociais;
Gerenciamento do ambiente de trabalho.
Demonstrar as legislações pertinentes a gestão de resíduos, identificar os tipos de resíduos e implementar o gerenciamento de resíduos nos estabelecimentos de atuação do farmacêutico.
A importância da Gestão;
Geradores e Responsabilidade;
Classificação dos Resíduos de Serviços de Saúde;
Coleta e Transporte Interno;
Armazenamento Temporário;
Armazenamento Externo;
Coleta e Transporte Externo.
Tecnologias do Tratamento;
Gestão e boas práticas em transporte e logística farmacêutica
Identificar as boas práticas para o armazenamento, a distribuição e o transporte de medicamentos e produtos para saúde, visando a aprimorar os serviços farmacêuticos em distribuidoras e transportadoras.
Importância das atividades desenvolvidas pelo farmacêutico na área de distribuição e transporte de medicamentos e produtos para saúde;
Boas práticas de armazenamento;
Boas práticas de distribuição;
Boas práticas de transporte;
Noções básicas da rede de frio;
Perspectivas do mercado e desafios.
Abordar os conhecimentos necessários para o farmacêutico atuar na gestão de uma farmácia hospitalar, contemplando seus desafios e integração com outros serviços.
Introdução à Farmácia Hospitalar;
Estratégias e Ferramentas de Gestão;
Seleção e Padronização;
Programação, Aquisição e Armazenamento de medicamentos e produtos hospitalares;
Farmacotécnica Hospitalar;
Atividades Clínica, Ensino e Pesquisa;
Gestão financeira e de estoque para farmácias e drogarias
Discutir os conceitos de orçamento empresarial: receitas, custos, despesas e lucro assim como os indicadores financeiros e de gestão.
Apresentar ferramentas para tomada de decisões e criar estratégias de negócio, com base em informações financeiras confiáveis.
Elaborar a gestão de estoque e manter os controles de contas a receber e contas a pagar.
Recursos da farmácia;
Composição das vendas da Farmácia;
Analisar o desempenho da Farmácia;
Política de compras (estoque, mix, CMV);
Política de descontos;
Retorno do investimento (vale a pena?);
DLP- (Demonstrativo de Lucros e Perdas);
DFC - (Demonstrativo de Fluxo de Caixa);
CMV - (Custo da Mercadoria Vendida).
Margens e Ponto de Equilíbrio;
Impacto dos Estoques no Lucro;
Índices ou Indicadores Financeiros;
Dicas para manter uma boa Gestão Financeira;
Como elaborar o controle de estoque de mercadorias;
Controle de estoque físico e financeiro;
Objetivos da ficha de estoque;
Os cinco pecados da gestão de estoque.
Indicadores e sistema de qualidade na logística farmacêutica
Evidenciar os conceitos do Sistema da Qualidade como uma ferramenta administrativa para a gestão da empresa, demonstrando a importância do uso de indicadores de desempenho operacionais e análise de risco para a implementação de um sistema eficaz, com processos eficientes para obter resultados de impacto positivo e relevante.
Eficácia, eficiência e efetividade;
Sistema de Gestão da Qualidade e Logística;
Indicadores na gestão;
Análise de risco e Indicadores em programas ou sistemas da Qualidade.
Interações Medicamentosas - álcool e alimentos
Explicar os principais mecanismos envolvidos nas interações entre: i. medicamentos e alimentos; ii. medicamentos e estado nutricional e; iii. etanol e o uso de medicamentos.
Explorar checklist de recomendações para diminuir potenciais interações.
Qualificar a prática clínica farmacêutica.
Etilismos: conceitos, riscos, tratamento medicamentoso e suporte;
Farmacocinética e mecanismos de ação do etanol no sistema nervoso central e órgãos alvos;
Medicamentos potencializados pelo etanol;
Medicamentos cujo efeito é reduzido ou abolido pelo etanol;
Efeitos tóxicos do etanol quando administrados concomitante a alguns medicamentos;
Suplementos nutricionais e uso de medicamentos;
Estado nutricional modificado por medicamentos;
Interações farmacocinéticas de nutrientes sobre os medicamentos;
Interações farmacodinâmica de nutrientes sobre os medicamentos;
Recomendações específicas para pacientes especiais (idosos, lactentes, grávidas, com HIV etc.);
Checklist de orientações para prevenir interações com alimentos e alterações no estado nutricional;
Abordar a farmacologia dos medicamentos isentos de prescrição juntamente com as principais interações medicamentosas que podem ocorrer durante o uso deste grupo de medicamentos.
Farmacologia dos medicamentos isentos de prescrição:
Caracterização dos medicamentos isentos de prescrição.
Interpretação de exames laboratoriais – curso I
Propiciar o conhecimento e interpretação dos principais exames laboratoriais e as bases fisiopatológicas de doenças.
Exames que avaliam perfil glicídico e lipídico;
Exames que avaliam função hepático-biliar e pancreática;
Exames que avaliam função renal;
Exame de urina tipo I, urocultura e antibiograma;
Provas reumáticas e inflamatórias.
Interpretação de exames laboratoriais – curso II
Oferecer atualização sobre exames laboratoriais ao profissional Farmacêutico, em especial, aos que atuam em Farmácias e Drogarias focando principalmente o resultado laboratorial e a sua importância para o monitoramento terapêutico otimizando a Assistência Farmacêutica.
Faremos a Interpretação dos principais exames laboratoriais e abordaremos as bases fisiopatológicas das doenças ou condições clinicas que estes exames avaliam. Neste módulo vamos abranger as seguintes áreas das Análises Clínicas:
Avaliação da função Hepático-biliar: ALT, AST, Bilirrubinas total e frações, Gama GT, LDH, Fosfatases;
Provas imunológicas na doença hepática: marcadores e indicadores da Hepatite: HBsAg, HBeAg, Ant-HCV, Anti-HVA, Anti-Hbc, Anti-Hbe;
Avaliação da função Renal: Uréia, Creatinina, Ionograma;
Avaliação das Doenças Inflamatórias e Reumáticas: Ácido Úrico, VHS, ASLO, Fator reumatóide, FAN, Proteína C reativa;
Urina tipo I: Análise fisico-quimica e sedimentoscopia (importância clinica: proteinúria, hemoglobinúria, leucocitúria, e outros);
Principais culturas com antibiograma de excreções e secreções;
Marcadores cardíacos: AST (TGO), CK, CKMB, Troponina T e I,Mioglobina.
Introdução à Medicina Tradicional Chinesa (MTC)
Descrever os conceitos básicos da Medicina Tradicional Chinesa; estes são utilizados como fundamento para Acupuntura e para Fitoterapia Chinesa.
Histórico da MTC;
Equilíbrio energético – relações entre o indivíduo e o ambiente;
Órgãos e Vísceras – Zang Fu;
Etiopatogenia pela MTC;
Síndromes energéticas;
Princípios de tratamentos.
Abordar as estratégias de marketing aplicadas em farmácias e drogarias.
Introdução ao marketing de serviços;
Legislação referente ao marketing de medicamentos;
Estrutura do canal farma: ponto de venda (PDV), Delivery e E-commerce;
Comportamento do consumidor e shopper;
Marketing promocional e merchandising;
Marketing de serviços farmacêuticos;
Layoutização, ponto de venda e exposição de loja;
Elaboração de plano de marketing;
Discussão de caso de gerenciamento de categorias;
Discussão de caso de interação do ambiente digital e ambiente analógico.
Abordar os principais aspectos da Portaria nº 344 de 1998 e o controle dos medicamentos realizado pelo Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados da Anvisa, incluindo os antimicrobianos.
Objetivo do SNGPC;
Autorização, cadastro, peticionamento eletrônico e renovação de cadastro;
Listas, denominações, tarjas e adendos das listas;
Conhecimento do sistema de SNGPC da Anvisa;
Medicamentos sob regime de controle especial e antimicrobianos.
Pesquisa Clínica: o que o farmacêutico pode fazer?
Portaria 344/98 e suas atualizações
Abordar as regras da Portaria 344/98 e suas atualizações relacionadas a compra, distribuição, dispensação e manipulação de produtos controlados.
Lei Federal n° 5.991/73;
Lei Federal n° 9.965/00;
Lei Federal n° 13.021/14;
Decreto n° 3.665/00 (R105) - Exército;
Portaria SVS/MS n° 344/98;
Portaria SVS/MS n° 06/99;
Portaria DPC n° 03/08;
Portaria n° 1.274/03 - Polícia Federal;
Resolução RDC n° 58/07;
Resolução RDC n° 20/11;
Resolução RDC n° 52/11;
Resolução RDC n° 22/14;
Resolução RDC n° 58/14;
Resolução CFF n° 357/01;
Resolução CFF n° 596/14;
Resolução CFM n° 14477/97;
Deliberação CRF-SP n° 247/04.
Prescrição farmacêutica – dor, febre e cefaleia
Subsidiar o farmacêutico para prescrição de medicamentos isentos de prescrição (MIPs) nos distúrbios de dor, cefaleia e febre.
Fundamentos legais para a Prescrição Farmacêutica para transtornos menores envolvendo dor, cefaleia e febre;
Caracterização da dor, parâmetros a serem avaliados, escalas da dor, algoritmo da dor, classificação dos analgésicos periféricos, tratamento com MIPs;
Caracterização da cefaleia, parâmetros a serem avaliados, algoritmo da cefaleia, tratamento com MIPs;
Caracterização da febre, parâmetros a serem avaliados, algoritmo da febre, tratamento com MIPs;
Discussão de casos clínicos envolvendo as condições de dor, cefaleia e febre.
Prescrição farmacêutica – Dermatites, Infecções Fúngicas, Acne e demais distúrbios autolimitados envolvendo a pele
Subsidiar o farmacêutico para a prática da prescrição de medicamentos isentos de prescrição (MIP) nos distúrbios menores que acometem a pele.
Fundamentos legais para a Prescrição Farmacêutica para distúrbios autolimitados cutâneos;
Caracterização e fisiopatologia básica dos distúrbios menores cutâneos;
Principais MIPs utilizados no tratamento e prevenção de alterações da pele;
Discussão das medidas não farmacológicas envolvidas no tratamento e prevenção de alterações cutâneas;
Algoritmos Farmacêuticos utilizados na prescrição de MIPs para tratar a pele;
Discussão de casos clínicos: acne, dermatites, infecções fúngicas e reações alérgicas cutâneas ao uso de medicamentos.
Prescrição farmacêutica – sistemas gastrointestinal e geniturinário
Subsidiar o farmacêutico para prescrição de medicamentos isentos de prescrição (MIPs) nos distúrbios gastrointestinal e geniturinário.
Fundamentos legais para a Prescrição Farmacêutica aplicada aos transtornos menores dos sistemas gastrointestinal e geniturinário;
Caracterização dos distúrbios gastrointestinais; parâmetros a serem avaliados, algoritmos dos distúrbios gastrointestinais, tratamento com MIPs;
Caracterização dos distúrbios geniturinários; parâmetros a serem avaliados;
Discussão de casos clínicos envolvendo os distúrbios dos sistemas gastrointestinal e geniturinário.
Prescrição farmacêutica – sistema respiratório
Subsidiar o farmacêutico para prescrição de medicamentos isentos de prescrição (MIPs) nos distúrbios do sistema respiratório.
Fundamentos legais para Prescrição Farmacêutica aplicada aos distúrbios autolimitados;
Perspectivas para a profissão: realidade e projeção com a nova legislação;
Sistemas respiratório e seus distúrbios autolimitados;
Caracterização da asma e o uso de MIPs;
Caracterização da dor de garganta e o uso de MIPs;
Caracterização da tosse e o uso de MIPs;
Caracterização da renite alérgica e o uso de MIPs;
Apresentação dos algoritmos para asma, dor de garganta, tosse, renite alérgica.
Subsidiar o farmacêutico para prescrição de fitoterápicos, aprimorando os conhecimentos na área legislativa e farmacológica.
Legislação pertinente (fitoterápicos e prescrição farmacêutica);
Mercado de fitoterápicos;
Importância da identificação correta das plantas;
Farmacologia e toxicologia aplicada aos fitoterápicos;
Fitoterápicos com ação no Sistema Nervoso Central;
Fitoterápicos com ação no Sistema Digestório;
Fitoterápicos com ação no Sistema Geniturinário;
Fitoterápicos com ação cicatrizante;
Fitoterápicos com ação no Sistema Respiratório.
Abordar o conhecimento teórico aplicado e a discussão dos aspectos práticos da prescrição farmacêutica de medicamentos homeopáticos isentos de prescrição médica.
Legislação sobre prescrição farmacêutica com ênfase em medicamentos dinamizados;
O tratamento homeopático;
A prescrição farmacêutica homeopática;
Revisão das principais matérias médicas;
Estudo dos principais transtornos menores passíveis de tratamento com medicamentos homeopáticos isentos de prescrição médica (patologias que não necessitam de diagnóstico prévio;
Estudo sucinto das matérias médicas de policrestos (Aconitum napellus, Arnica montana, Arsenicum album, Belladona, Bryonia, Calcarea ostrearum, Carbo vegetabilis, Chamomilla, China officinalis, Dulcamara, Hepar sulfuris, Hydrastis, Hyoscyamus, Ipecacuanha, Lachesis, Rhus toxicodendron, Sepia, Silicea, Sulfur, Veratrum álbum).
Descrever o embasamento filosófico e energético para compreender e executar a dispensação das Fórmulas Magistrais Chinesas.
Breve histórico da medicina chinesa e de seus produtos;
RDC dos Produtos da Medicina Tradicional Chinesa;
Bases Filosóficas da Medicina Tradicional Chinesa - MTC:
Conceito de Yin/Yang, conceitos fisiológicos e fisiopatológicos;
Aspectos clínicos de Yin e Yang;
Conceitos do Yin e Yang com os produtos da MTC;
Etiopatogenia chinesa.
Substâncias Fundamentais (Qi, Xue, Jin Ye), aplicação na fisiologia e nas patologias com interações dos produtos da MTC (Ervas e Fórmulas Magistrais Chinesas – FMC);
Cinco Elementos e Oito Critérios Diagnósticos, aspectos clínicos e aspectos terapêuticos utilizando os produtos da MTC;
Zang Fu (sistema de órgãos e vísceras da MTC, fisiologia energética e fisiopatologia correlacionando com as Ervas e Fórmulas Magistrais Chinesas;
Síndromes de Zang Fu focados para as FMC;
Correlação entre patologias da Medicina alopática com a MTC.
Para permitir a boa indicação/prescrição das FMC a fim de restabelecer e manter a saúde é necessário que o farmacêutico integralize um curso de especialização profissionalizante ou especialização Lato Sensu segundo a Resolução CFF nº 516/09
Prevenção de erros na manipulação de medicamentos homeopáticos
Saúde Estética: o que o farmacêutico pode fazer?
RDC nº 573 de 2013, que dispõe sobre as atribuições do farmacêutico no exercício da saúde estética e da responsabilidade técnica por estabelecimentos que executam atividades afins;
RDC nº 616 de 2015, que define os requisitos técnicos para o exercício do farmacêutico no âmbito da saúde estética, ampliando o rol das técnicas de natureza estética e recursos terapêuticos utilizados pelo farmacêutico em estabelecimentos de saúde estética;
RDC nº 645 de 2017, nova redação aos artigos 2º e 3º e inclui os anexos VII e VIII da Resolução/CFF nº 616/15;
Gestão e empreendedorismo em saúde estética;
Associação de Cosméticos aos procedimentos;
Associação de Nutracêuticos aos procedimentos;
Principais técnicas, exposição teórica:
Não invasivas e invasivas;
Luz pulsada intensa;
Sonoforese;
Procedimentos com microvasos.
Capacitar o farmacêutico para realização de aplicação de medicamentos injetáveis e de procedimentos de biossegurança.
Apresentação pessoal e cuidado com o paciente;
Legislação referente à aplicação de injetáveis;
Sala de aplicação;
Conhecimento de produtos;
Preparo de medicamentos;
Vias e locais de aplicação;
Seccional Total de cursos
Adamantina 2 4 3 5
Araçatuba 3 4 3 6
Araraquara 2 3 3 8
Avaré 2 3 1 4
Barretos 3 4 3 6
Bauru 3 3 1 3
Bragança Paulista 3 3 2 4
Campinas 4 6 4 5
Caraguatatuba 2 2 3 4
Fernandópolis 2 3 3 6
Franca 2 3 1 2
Guarulhos 3 4 3 6
Jundiaí 3 6 3 6
Marília 3 3 2 7
Mogi das Cruzes 3 4 4 6
Osasco 3 5 4 7
Piracicaba 4 5 4 5
Presidente Prudente 4 4 3 6
Registro 4 2 3 3
Ribeirão Preto 3 4 3 6
Santo André 4 7 4 7
Santos 3 5 2 5
São João da Boa Vista 3 4 1 4
São José do Rio Preto 6 5 5 5
São José dos Campos 4 5 3 6
São Paulo (Sede) 17 24 22 33
Sorocaba 4 6 4 6
Zona Leste 8 6 5 10
Zona Sul 3 4 - -
Total 110 141 102 181
O objetivo é oferecer atualizações à distância pela internet, facilitando o acesso e assegurando flexibilidade de horário, permitindo que o interessado aprenda o conteúdo no seu tempo livre.
As atualizações online do CRF-SP poderão ser acessadas por meio da Academia Virtual de Farmácia do CRF-SP, uma plataforma virtual que facilita o acesso dos profissionais de todos os locais do Estado de São Paulo.
Para acessar as atualizações online, o farmacêutico deve estar regularmente inscrito no Conselho, acessar o atendimento eletrônico no portal CRF-SP, clicar em Academia Virtual de Farmácia e seguir o passo a passo.
Se preferir, assista ao vídeo com as instruções para acessar a Academia Virtual de Farmácia: http://ow.ly/IC2h308ag62.
Confira as atualizações online disponíveis na Academia Virtual de Farmácia do CRF-SP.
Capacitar o farmacêutico para realizar o manejo do tratamento de pacientes com hipertensão e implementar o serviço de aferição de pressão arterial, conforme preconiza a RDC 44/09.
Apontar o conhecimento teórico e a discussão dos aspectos legais na prática da prescrição farmacêutica.
Propiciar ao farmacêutico o conhecimento dos trâmites administrativos segundo a Lei Estadual 10.083/98, que dispõe sobre o Código Sanitário do Estado de São Paulo, abordando principalmente o auto de infração e o auto de imposição de penalidade.
Capacitar o farmacêutico para realizar o manejo do tratamento de pacientes com febre e implementar o serviço de aferição de temperatura corporal, conforme preconiza a RDC 44/09.
Discutir sobre os principais exames laboratoriais utilizados para o monitoramento terapêutico, a fim de subsidiar as atividades clínicas do farmacêutico.
Abordar sobre os Cuidado farmacêutico no idoso, a fim de que o farmacêutico possa identificar e intervir nos problemas relacionados ao medicamento.
Abordar os principais aspectos da Portaria nº 344/98 e dos antimicrobianos, além do controle de medicamentos realizado pelo Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC) da Anvisa.
Portaria nº344/98
Conheça os ministrantes dos cursos do CRF-SP de 2017.
Caso tenha interesse em ser ministrante, conheça o procedimento e critérios para seleção de candidatos a ministrantes de cursos do CRF-SP em Normas.
Alessandra Carvalho de Souza
Adryella de Paula Ferreira Luz
Alexandre Henrique Leonel
Cuidado farmacêutico na manipulação de medicamentos veterinários
Aparecida Érica Bighetti Ribas
Bruna Kogici Mohammed Hateem
Carolina Montovam Monteiro
Cássio Higo Fedossi Furst
Daniel de Carvalho Bazoli
Daniela Vieira Baldini Batista
Diogo Duarte Fagundes Moia
Eder de Carvalho Pincinato
Elaine Cristina Izzo Manzano
Fabiana Cremaschi Palma
Fabrício de Faveri Favero
Fátima Cristiane Lopes Goularte Farah
Fernanda Carolina Cruz Evangelista
Fernanda Nogueira Cavalcanti
Jefferson da Silva Matos
João Baptista Junqueira Martins
Gestão de laboratórios de análises clínicas
José Luiz Franceschi
José Vanilton de Almeida
Lucas Portilho Geraldo
A evidência científica na prática clínica do farmacêutico
Mauren Luciana Estevam
Atuação do farmacêutico no SUS
Mônica Cristina Santos Ricci
Cuidado farmacêutico na pediatria
Pedro Paulo Dias Junior
Cuidado farmacêutico: comunicação entre profissionais de saúde e pacientes
Raphael Correa de Figueiredo
Ricardo Loss
Ronaldo Campanher
Rosa Malena Doretto Massura
Samir Nicola Mansour
Soraia Barbosa Salla
Soraia Guerra Silvares
Tatiana Barbosa Pereira
Thais Peretti Pereira