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Timestamp: 2014-03-15 05:59:35+00:00
Document Index: 168645844

Matched Legal Cases: ['artigo 2', 'Artigo 20', 'Artigo 5', 'Artigo 3', 'Artigo 5', 'Artigo 3']

EUR-Lex - 32008R0690 - PT
Regulamento (CE) n. o 690/2008 da Comissão, de 4 de Julho de 2008 , que reconhece zonas protegidas na Comunidade expostas a riscos fitossanitários específicos (Reformulação)
JO L 193 de 22.7.2008, p. 1—6 (BG, ES, CS, DA, DE, ET, EL, EN, FR, IT, LV, LT, HU, MT, NL, PL, PT, RO, SK, SL, FI, SV)
Edição especial em língua croata Capítulo 03 Fascículo 058 p. 278 - 283
do documento: 04/07/2008
de efeito: 23/07/2008; entrada em vigor data de publicação +1 ver art. 2
32001L0032 revogação 32002L0029 revogação 12003TN02/06/B2 alteração revogação parcial 32003L0021 revogação 32003L0046 revogação 32004D0522 revogação 32004L0032 revogação 32005L0018 revogação 32006L0036 revogação 32007L0040 revogação Alterado por:
alterado por 32009R0823 alteração anexo 1 a partir de 01/12/2009
alterado por 32010R0017 alteração anexo 1 PT B) 2) a partir de 15/01/2010
alterado por 32010R0361 alteração anexo 1 a partir de 29/04/2010
alterado por 32011R0436 alteração anexo I a partir de 01/04/2011
alterado por 32012R0355 alteração anexo I P. B PT2 a partir de 01/04/2012
alterado por 32012R0355 alteração anexo I P. D PT3 a partir de 01/04/2012
31992L0072 Selecionar todos os documentos que citam este documento
Tendo em conta a Directiva 2000/29/CE do Conselho, de 8 de Maio de 2000, relativa às medidas de protecção contra a introdução na Comunidade de organismos prejudiciais aos vegetais e produtos vegetais e contra a sua propagação no interior da Comunidade [1], nomeadamente o n.o 1, primeiro parágrafo da alínea h), do artigo 2.o,
(1) A Directiva 2001/32/CE da Comissão, de 8 de Maio de 2001, que reconhece zonas protegidas na Comunidade expostas a riscos fitossanitários específicos e que revoga a Directiva 92/76/CEE [2] foi por várias vezes alterada de modo substancial. Devendo ser introduzidas novas alterações, é conveniente, com uma preocupação de clareza, proceder à reformulação da referida directiva.
(2) Em conformidade com a Directiva 2000/29/CE, podem ser definidas "zonas protegidas" expostas a riscos fitossanitários específicos, que podem beneficiar de protecção especial, em condições compatíveis com o mercado interno. Essas zonas foram definidas pela Directiva 2001/32/CE da Comissão.
(3) Determinados Estados-Membros ou determinadas zonas em Estados-Membros foram reconhecidos como zonas protegidas em relação a determinados organismos prejudiciais. Em alguns casos o reconhecimento foi dado provisoriamente, uma vez que não tinha sido fornecida a informação necessária para demonstrar que o organismo prejudicial em questão não se encontrava presente no Estado-Membro ou na zona em causa, ou não tinham sido concluídos os esforços de erradicação desse organismo. Nos casos em que os Estados-Membros envolvidos tenham fornecido a informação necessária, as zonas em questão devem ser reconhecidas como zonas protegidas permanentes. O reconhecimento provisório deve ser excepcionalmente prorrogado por um novo período limitado a fim de dar aos países em questão o tempo adicional necessário para apresentar informações que demonstrem a inexistência do organismo ou, se necessário, para concluir os seus esforços de erradicação do referido organismo. Noutros casos, as zonas protegidas devem deixar de ser reconhecidas como tal, uma vez que estão agora presentes organismos prejudiciais.
(4) Chipre foi reconhecido provisoriamente como zona protegida em relação aos organismos Daktulosphaira vitifoliae (Fitch), Ips sexdentatus Börner e Leptinotarsa decemlineata Say até 31 de Março de 2008. Com base nas informações fornecidas por Chipre após a concessão do reconhecimento provisório, conclui-se que esses organismos não estão presentes nesse país. Por conseguinte, Chipre deve ser reconhecido como zona protegida permanente no que diz respeito a esses organismos.
(5) Determinadas regiões de Espanha foram reconhecidas como zonas protegidas em relação ao organismo Thaumetopoea pityocampa (Den. and Schiff.). Com base nas informações fornecidas pela Espanha, conclui-se que o referido organismo se encontra agora presente nessas regiões. Por essa razão, tais regiões não devem continuar a ser reconhecidas como zona protegida relativamente a esse organismo.
(6) Determinadas regiões da Itália, Áustria, Eslovénia e Eslováquia e todo o território da Irlanda e da Lituânia foram reconhecidos provisoriamente como zonas protegidas em relação ao organismo Erwinia amylovora (Burr.) Winsl. et al. até 31 de Março de 2008.
(7) Com base nas informações fornecidas pela Irlanda, Lituânia e Eslováquia, conclui-se que o reconhecimento provisório das zonas protegidas desses países relativamente à Erwinia amylovora (Burr.) Winsl. et al. deve ser excepcionalmente prorrogado por dois anos, a fim de dar a esses Estados-Membros o tempo necessário para apresentar informações que demonstrem a inexistência daquele organismo ou, se necessário, para concluir os seus esforços de erradicação do mesmo.
(8) Com base nas informações fornecidas pela Itália e Eslovénia, conclui-se que o organismo Erwinia amylovora (Burr.) Winsl. et al. se encontra agora presente em algumas regiões que tinham anteriormente sido reconhecidas provisoriamente como zonas protegidas em relação a esse organismo até 31 de Março de 2008. Por essa razão, tais regiões não devem continuar a ser reconhecidas como zona protegida relativamente a esse organismo.
(9) Com base em informações fornecidas pela Áustria, conclui-se que, devido a condições desfavoráveis observadas em 2007, ocorreram diversos focos de Erwinia amylovora (Burr.) Winsl. et al. em algumas partes do seu território que tinham sido reconhecidas provisoriamente como zonas protegidas em relação a esse organismo prejudicial. Por esta razão, o reconhecimento provisório de certas regiões como zonas protegidas relativamente à Erwinia amylovora (Burr.) Winsl. et al. deve ser prorrogado por um ano, a fim de dar à Áustria o tempo necessário para verificar se os esforços de erradicação que empreendeu em 2007 foram eficazes e apresentar informações que demonstrem que a Erwinia amylovora (Burr.) Winsl. et al. não está presente ou, se necessário, para concluir os esforços de erradicação deste organismo em 2008.
(10) Malta foi reconhecida provisoriamente como zona protegida em relação ao organismo Citrus tristeza virus (estirpes europeias), até 31 de Março de 2008. Com base nas informações fornecidas por Malta, conclui-se que os esforços de erradicação desse organismo foram bem sucedidos. Por conseguinte, Malta deve ser reconhecida como zona protegida permanente no que diz respeito a esse organismo.
(11) O território de Portugal foi reconhecido como zona protegida em relação ao organismo Citrus tristeza virus (estirpes europeias). Com base nas informações fornecidas por Portugal, conclui-se que o referido organismo se encontra agora presente numa parte do seu território. Por conseguinte, essa parte do território português não deve continuar a ser reconhecida como zona protegida relativamente àquele organismo.
(12) É, pois, necessário alterar as zonas protegidas designadas em vigor.
(13) Até agora, o reconhecimento e a alteração das zonas protegidas eram efectuados por via de directiva. Para garantir a aplicação atempada e simultânea pelos Estados-Membros, deve proceder-se ao reconhecimento das zonas protegidas por via de regulamento.
(14) As medidas previstas no presente regulamento estão em conformidade com o parecer do Comité Fitossanitário Permanente.
(15) O presente regulamento não deve prejudicar as obrigações dos Estados-Membros relativas aos prazos de transposição para o direito nacional e de aplicação das directivas indicadas na parte B do anexo II,
Feito em Bruxelas, em 4 de Julho de 2008.
[1] JO L 169 de 10.7.2000, p. 1. Directiva com a última redacção que lhe foi dada pela Directiva 2008/64/CE da Comissão (JO L 168 de 28.6.2008, p. 31).
[2] JO L 127 de 9.5.2001, p. 38. Directiva com a última redacção que lhe foi dada pela Directiva 2007/40/CE (JO L 169 de 29.6.2007, p. 49).
Zonas da comunidade reconhecidas como "zonas protegidas", em relação ao organismo ou organismos prejudiciais indicados para cada zona
Organismos prejudiciais | Zonas protegidas: território de |
a)Insectos, ácaros e nemátodos, em qualquer fase de desenvolvimento
1.Anthonomus grandis (Boh.) | Grécia, Espanha (Andaluzia, Catalunha, Estremadura, Múrcia, Valência) |
2.Bemisia tabaci Genn. (populações europeias) | Irlanda, Portugal [Açores, Beira Interior, Beira Litoral, Entre Douro e Minho, Madeira, Ribatejo e Oeste (municípios de Alcobaça, Alenquer, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Nazaré, Óbidos, Peniche e Torres Vedras) e Trás-os-Montes], Finlândia, Suécia, Reino Unido |
3.Cephalcia lariciphila (Klug.) | Irlanda, Reino Unido (Irlanda do Norte, Ilha de Man e Jersey) |
4.Dendroctonus micans Kugelan | Irlanda, Grécia, Reino Unido (Irlanda do Norte, Ilha de Man e Jersey) |
5.Gilpinia hercyniae (Hartig) | Irlanda, Grécia, Reino Unido (Irlanda do Norte, Ilha de Man e Jersey) |
6.Globodera pallida (Stone) Behrens | Letónia, Eslovénia, Eslováquia, Finlândia |
7.Gonipterus scutellatus Gyll | Grécia, Portugal (Açores) |
8.Ips amitinus Eichhof | Irlanda, Grécia, França (Córsega), Reino Unido |
9.Ips cembrae Heer | Irlanda, Grécia, Reino Unido (Irlanda do Norte e Ilha de Man) |
10.Ips duplicatus Sahlberg | Irlanda, Grécia, Reino Unido |
11.Ips sexdentatus Börner | Irlanda, Chipre, Reino Unido (Irlanda do Norte e Ilha de Man) |
13.Leptinotarsa decemlineata Say | Irlanda, Espanha (Ibiza e Minorca), Chipre, Malta, Portugal (Açores e Madeira), Finlândia (distritos de Åland, Håme, Kymi, Pirkanmaa, Satakunta, Turku, Uusimaa), Suécia (circunscrições de Blekinge, Gotland, Halland, Kalmar e Skåne), Reino Unido |
14.Liriomyza bryoniae (Kaltenbach) | Irlanda, Reino Unido (Irlanda do Norte) |
15.Sternochetus mangiferae Fabricius | Espanha (Granada e Málaga), Portugal (Alentejo, Algarve e Madeira) |
b)Bactérias
1.Curtobacterium flaccumfaciens pv. flaccumfaciens (Hedges) Col. | Grécia, Espanha, Portugal |
2.Erwinia amylovora (Burr.) Winsl. et al. | Estónia, Espanha, França (Córsega), Itália (Abruzo, Basilicata, Calábria, Campânia, Friul-Venécia Júlia, Lácio, Ligúria, Marcas, Molise, Piemonte, Sardenha, Sicília, Toscânia, Úmbria, Vale de Aosta), Letónia, Portugal, Finlândia, Reino Unido (Irlanda do Norte, Ilha de Man e Ilhas Anglo-Normandas),e, até 31 de Março de 2010, a Irlanda, Itália [Apúlia, Emília-Romanha (províncias de Parma e Piacenza), Lombardia (excepto a província de Mântua), Veneto (excepto a província de Rovigo, os municípios de Castelbaldo, Barbona, Piacenza d’Adige, Vescovana, S. Urbano, Boara Pisani e Masi na província de Pádua e a zona situada a sul da auto-estrada A4 na província de Verona)], Lituânia, Eslovénia (excepto as regiões de Gorenjska, Koroška, Maribor e Notranjska), Eslováquia [excepto os municípios de Blahová, Horné Mýto e Okoč (circunscrição de Dunajská Streda), Hronovce e Hronské Kľačany (circunscrição de Levice), Málinec (circunscrição de Poltár), Hrhov (circunscrição de Rožňava), Veľké Ripňany (circunscrição de Topoľčany), Kazimír, Luhyňa, Malý Horeš, Svätuše e Zatín (circunscrição de Trebišov)],e, até 31 de Março de 2009, a Áustria [Burgenland, Caríntia, Baixa Áustria, Tirol (distrito administrativo de Lienz), Estíria, Viena] |
c)Fungos
01.Cryphonectria parasitica (Murrill) Barr | República Checa, Irlanda, Grécia (Creta e Lesbos), Suécia e Reino Unido (excepto Ilha de Man) |
1.Glomerella gossypii Edgerton | Grécia |
2.Gremmeniella abietina Morelet | Irlanda, Reino Unido (Irlanda do Norte) |
3.Hypoxylon mammatum (Wahl.) J Miller | Irlanda, Reino Unido (Irlanda do Norte) |
d)Vírus e organismos similares
1.Beet necrotic yellow vein virus | Irlanda, França (Bretanha), Portugal (Açores), Finlândia, Reino Unido (Irlanda do Norte) |
2.Tomato spotted wilt virus | Finlândia, Suécia |
3.Citrus tristeza virus (estirpes europeias) | Grécia, França (Córsega), Malta, Portugal (excepto Madeira) |
4.Grapevine flavescence dorée MLO | República Checa (até 31 de Março de 2009), França (Alsácia, Champanhe-Ardenas e Lorena) (até 31 de Março de 2009), Itália (Basilicata) (até 31 de Março de 2009) |
Directiva 2001/32/CE da Comissão (JO L 127 de 9.5.2001, p. 38) | |
Directiva 2002/29/CE (JO L 77 de 20.3.2002, p. 26) | |
Directiva 2003/21/CE (JO L 78 de 25.3.2003, p. 8) | |
Directiva 2003/46/CE (JO L 138 de 5.6.2003, p. 45) | |
Acto de Adesão de 2003 (JO L 236 de 23.9.2003) | Artigo 20.o e anexo II, p. 443 |
Directiva 2004/32/CE (JO L 85 de 23.3.2004, p. 24) | |
Decisão 2004/522/CE (JO L 228 de 29.6.2004, p. 18) | |
Directiva 2005/18/CE (JO L 57 de 3.3.2005, p. 25) | |
Directiva 2006/36/CE (JO L 88 de 25.3.2006, p. 13) | |
Directiva 2007/40/CE (JO L 169 de 29.6.2007, p. 49) | |
2001/32/CE | 21 de Maio de 2001 | 22 de Maio de 2001 |
2002/29/CE | 31 de Março de 2002 | 1 de Abril de 2002 |
2003/21/CE | 31 de Março de 2003 | 1 de Abril de 2003 |
2003/46/CE | 15 de Junho de 2003 | 16 de Junho de 2003 |
2005/18/CE | 14 de Maio de 2005 | 15 de Maio de 2005 |
2006/36/CE | 30 de Abril de 2006 | 1 de Maio de 2006 |
2007/40/CE | 31 de Outubro de 2007 | 1 de Novembro de 2007 |
Directiva 2001/32/CE | Presente regulamento |
Artigo 5.o, primeiro parágrafo | Artigo 3.o, primeiro parágrafo |
Artigo 5.o, segundo parágrafo | — |
— | Artigo 3.o, segundo parágrafo |
Anexo, alínea a), pontos 1, 2 e 3 | Anexo I, alínea a), pontos 1, 2 e 3 |
Anexo, alínea a), ponto 3.1 | Anexo I, alínea a), ponto 3.1 |
Anexo, alínea a), pontos 4 a 15 | Anexo I, alínea a), pontos 4 a 15 |
Anexo, alínea a), ponto 16 | — |
Anexo, alínea b), ponto 1 | Anexo I, alínea b), ponto 1 |
Anexo, alínea b), ponto 2, primeiro travessão | Anexo I, alínea b), ponto 2, primeiro travessão |
— | Anexo I, alínea b), ponto 2, segundo travessão |
Anexo, alínea b), ponto 2, segundo travessão | — |
— | Anexo I, alínea b), ponto 2, terceiro travessão |
Anexo, alínea c), ponto 01 | Anexo I, alínea c), ponto 01 |
Anexo, alínea c), pontos 1 a 3 | Anexo I, alínea c), pontos 1 a 3 |
Anexo, alínea d), pontos 1 a 4 | Anexo I, alínea d), pontos 1 a 4 |