Source: http://rastronaweb.blogspot.com/2009/
Timestamp: 2020-02-26 13:32:37+00:00
Document Index: 159297426

Matched Legal Cases: ['Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 6', 'Artigo 7', 'Artigo 8', 'Artigo 9', 'Artigo 10', 'Artigo 11']

Rastronaweb - Tecnlogia de Informação e Consultoria em Webmarketing: 2009
Esta política se baseia nas práticas do "Código de Ética" do Conselho Nacional de Auto Regulamentação Publicitária – CONAR, do "Código de Ética" da ABEMD –Associação de Brasileira de Marketing Direto, bem como de toda a legislação vigente no país e normas internacionais regulando a matéria.
Artigo 1º - O presente código objetiva reger e orientar a comunicação institucional, comercial e publicitária enviada sob a forma de mensagens eletrônicas, sem prejuízo da concomitante aplicação, quando for o caso, da legislação vigente, especialmente em matéria de publicidade, privacidade e proteção ao consumidor.
Artigo 2º - Para os efeitos desse código se define a seguinte terminologia:
Mensagem Eletrônica - é qualquer mensagem, arquivo, dado ou outro tipo
assemelhado de informação enviados por meio eletrônico ou similar, seja ele correio eletrônico, telefone celular, internet ou mensagem instantânea, que se transmite a uma ou mais pessoas em ambiente de rede aberta ou fechada, fixa ou móvel.
Endereço de Correio Eletrônico - é a série de caracteres alfanuméricos utilizados para identificar e localizar remetente e destinatário(s) de uma mensagem de correio eletrônico.
Remetente - é a pessoa, física ou jurídica, responsável pela emissão da mensagem eletrônica, mas não quem atue como intermediário em relação ao envio da mesma.
Destinatário - é a pessoa, física ou jurídica, a quem a mensagem eletrônica é enviada, excluindo-se aquele que atua como intermediário nesta relação.
Assunto - é o título do tema objeto da mensagem eletrônica, inserido em espaço próprio ou, na falta deste, na primeira linha de texto, e que obrigatoriamente tenha relação de nexo com o conteúdo.
Provedor - é uma empresa prestadora de serviços de acesso, informações ou conteúdo, atividades essas que caracterizam serviços de valor adicionado nos termos e para os fins da Norma 004/95 aprovada pela Portaria SSC/MC nº 148/95 e da regulamentação expedida pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).
"Opt-in" - é a permissão concedida pelo destinatário, autorizando o envio de mensagens eletrônicas de um determinado remetente.
"Opt-out" - é a opção do destinatário de ser automática e definitivamente excluído de determinada lista de endereços eletrônicos ou banco de dados eletrônico a partir dos quais são enviadas mensagens eletrônicas ou malas diretas digitais.
Mensagem Eletrônica Não Solicitada - é qualquer mensagem eletrônica que não tenha sido previamente solicitada pelo destinatário e que obrigatoriamente deverá ser identificada com a sigla NS (não-solicitado) no campo assunto.
Mensagem Eletrônica Comercial - é qualquer mensagem eletrônica que objetive despertar o interesse dos destinatários por um produto, serviço, marca, empresa ou pessoa.
Mensagem Eletrônica Institucional - é qualquer mensagem eletrônica sem finalidade comercial direta e imediata, mas patrocinada por um produto, serviço, marca, empresa ou pessoa, que objetive prestar informações aos destinatários.
Mala Direta Digital - é qualquer mensagem eletrônica endereçada a um determinado conjunto de destinatários.
"Newsletter" - é o informativo eletrônico específico de determinado remetente, de periodicidade variável, encaminhada a destinatários que tenham previamente se cadastrado junto ao referido remetente ou quem o tenha contratado.
Artigo 3º - "Spam" - é a designação para a atividade de envio de Mensagens Eletrônicas e Mala Direta Digital que não possam ser consideradas nem Marketing Eletrônico, nem Newsletter, e nas quais se verifique a simultânea ocorrência de pelo menos 2 (duas) das seguintes situações:
c) Inexistência da opção "opt-out";
d) Abordagem enganosa - tema do assunto da mensagem é distinto de seu conteúdo de modo a induzir o destinatário em erro de acionamento na mensagem;
Artigo 4º - Considerar-se-á Mensagem Eletrônica Comercial, ou Institucional eticamente corretas as que contiverem cumulativamente os seguintes elementos:
d) Opções de "opt-in" e "opt-out" visíveis e em plenas condições de utilização eficaz;
Artigo 5º - Também não será considerada Spam a atividade de remessa de Mensagens Eletrônicas e Mala Direta Digital que nas quais se verifiquem, em cada caso, alguma das seguintes condições:
b) Haja a prévia e comprovada autorização do Destinatário, inclusive pela opção "opt-in", ao Remetente ou para empresas, por este contratadas, para remessa em seu nome e/ou por sua conta;
Artigo 6º - Ressalvados os casos previstos no item "d" do artigo anterior, o Destinatário tem o direito de recusar o recebimento de qualquer mensagem eletrônica comercial, Institucional e mala direta digital, bastando, para tanto, que solicite a qualquer tempo sua exclusão do banco de dados da lista de endereços eletrônicos diretamente à empresa remetente ou a quem possa fazer valer esse seu direito.
Artigo 7º - O destinatário que for vítima de Spam poderá informar a empresa que lhe provê o serviço de envio e recebimento de mensagens eletrônicas, com cópia da respectiva mensagem eletrônica, podendo o referido prestador, se o desejar e por sua conta e risco, tomar as medidas que entender cabíveis visando impedir que o praticante do Spam reincida nessa atividade anti-ética.
Artigo 8º - Essas mesmas medidas poderá o provedor de acesso, enquanto prestador do serviço de envio e recebimento de mensagens eletrônicas, tomar por sua livre iniciativa e independentemente de provocação de seus usuários, nos termos de política anti-spam que pratique e cujos critérios se recomenda sejam divulgados a seus usuários para que estes, se o desejarem, optem por não ter nenhuma mensagem eletrônica a ele dirigida filtrada e/ou barrada pelo mesmo provedor.
Artigo 9º - O praticante comprovado de Spam e toda e qualquer pessoa física ou jurídica que, conscientemente, ajudarem na transmissão de mensagens eletrônicas caracterizadoras daquela prática, estarão sujeitos a ser incluídos na Lista de Práticas Não Recomendáveis do Comitê Anti-Spam, com as conseqüências correspondentes e que se encontram elencadas no site www.brasilantispam.com.br que estará permanentemente à disposição para consultas.
Artigo 10º - Independentemente das medidas que os provedores, ou as demais empresas responsáveis pelo gerenciamento do envio e recepção de mensagens eletrônicas, adotem, como previsto nos artigos oitavo e nono acima, deverão encaminhar cópia das eventuais denúncias que lhes sejam encaminhadas pelos respectivos usuários ao Comitê Anti-Spam, que tomará as providências que entender cabíveis contra os responsáveis pela prática de Spam.
Artigo 11º - Para a coleta de informações e dados de consumidores ou Usuários de meios eletrônicos, deve ser observado o seguinte:
a) As informações dos usuários para uso e envio de mensagens eletrônicas deverão ser coletadas para esse fim exclusivo através de formulários de cadastramento nos sites e/ou e-mails; participação em concursos ou promoções; formulários de "e-commerce" ou qualquer outra forma que exponha explicitamente a finalidade de captação das informações;
e) A pessoa física ou jurídica responsável pela coleta de informações deve apresentar ao usuário sua "Política de Privacidade de Dados";
f) A "Política de Privacidade de Dados" acima referida deve descrever claramente como serão utilizadas ou comercializadas as informações coletadas, assim como se serão utilizados "cookies" nos navegadores de acesso à rede internet.
Para saber mais sobre politicas anti-spam acesse o site http://www.brasilantispam.com.br/
Orkut Marketing - Faça marketing em um dos maiores portais de relacionamento no mundo
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Edição 63: Gastos com publicidade online vão superar anúncios em jornais em 2011
Pesquisa divulgada pelo Financial Times revela que anúncios online vão crescer 21%, movimentando 62 bilhões de dólares em 2011.
O volume movimentado pelos anúncios online deve superar a publicidade em jornais em 2011, segundo dados Veronis Suhler Stevenson (VSS), divulgado pelo Financial Times nesta terça-feira (07/08).
O estudo prevê que os gastos com anúncios online vão crescer 21%, totalizando 62 bilhões de dólares em 2011. Desta forma, o setor será maior que o de mídia em jornais, previsto para movimentar 60 bilhões de dólares naquele ano.
A publicidade em TV aberta e paga continuará a movimentar o maior montante, atingindo 86 bilhões de dólares em 2011.
Em alguns países, como Reino Unido e Suécia, a virada da publicidade online sobre a mídia impressa deve ocorrer mais cedo, possivelmente ainda neste ano.
Dois terços dos usuários de internet compram on-line,diz estudo
Um novo estudo feito pelo Projeto Pew Internet e American Life, uma organização de pesquisa de Washington.
"É um marco no e-commerce usual", disse Lee Rainie, diretor do projeto
Pew, que está lançando seu último shopping on-line nesta semana.
"O que é impressionante sobre isso é que a porcentagem de usuários de internet que fazem compras tem crescido, assim como a população da internet", disse Rainie. "Então, o aumento é duplamente importante porque é uma fatia maior de um bolo maior".
Os dados fornecem o contexto do amadurecimento da indústria de varejo on-line, que espera vender cerca de US$ 120 bilhões em artigos neste ano,segundo a Forrester Reseasrch. Os números também indicam que grandes expectativas de amplo e-commerce no fim dos anos 90 não eram irreais,somente prematuras. Há quatro anos, 47% dos usuários on-line , ou
36 milhões de pessoas, compravam algo via internet. A nova pesquisa do Pew atualiza os números para 83 milhões de pessoas.
Os dados do Pew também sugerem que o mainstream do comércio na internet está quase completo. As estatísticas sobre sexo e etnia entre os compradores reflete aquelas de compradores off-line, disse Rainie.
Enquanto isso, as diferenças de renda e nível de escolaridade entre aqueles que compram no ciberespaço e aqueles que precisam de estacionamento estão se estreitando. Metade dos que vivem em famílias com renda de até US$ 50.000 compram on-line, notou ele, e 54% dosusuários de internet com nível secundário já compraram via net.
Isto obviamente é uma boa notícia para todos os administradores de varejo on-line, mas alerta, particularmente, os varejistas que tentam criar negócios para uma ampla parcela do público comprador.
Considere o Home Depot, que há muito tempo se concentra no segmento faça-você-mesmo e que Shelley Nandkeolyar, vice-presidente de marketing interativo da empresa, afirma que "representa muito bem demograficamente o mercado americano".
"Agora que a população on-line é mais mainstream", disse Nandkeolyar,
"isso reflete melhor a nossa base consumidora tradicional, e nos dá mais oportunidades para trazer muitas das nossas estratégias tradicionaispara a internet".
Na semana passada, o HomeDepot.com estreou um registro de presentes on-line, aprimorando um serviço oferecido pelas lojas que ficou aquém dasexpectativas da empresa. O serviço original limitava os presenteados à loja escolhida pelos que o registravam, fazendo o registro difícil de usar para os consumidores de fora da cidade.
A versão on-line permite que os registrados e os presenteados escolham entre 9.000 produtos, que são transportados diretamente para o endereço do presenteado. Na sexta-feira, por exemplo, o site tinha mais de 3.000 registrados logados, que mostra, segundo Nandkeolyar, que "há um grande nível de interesse".
Nandkeolyar, que já ocupou posições executivas nas divisões on-line da Williams-Sonoma e Martha Stewart Living Omnimedia, afirmou que as compras pela internet "se tornaram mais mainstream do que eu poderia imaginar mesmo há dois anos".
Mas segundo Rainie, isso não é surpreendente. Tipicamente, os compradores fazem suas primeiras aquisições on-line entre seu terceiro e quarto ano de uso da internet; 80% dos usuários de internet adultos hoje têm pelo menos três anos de experiência.
Rainie afirmou que a experiência na internet também ajuda a explicar a evaporação de algumas diferenças étnicas que existiam entre os compradores on-line e off-line. Hoje, hispânicos e negros geralmente compram via rede nas mesmas porções que os brancos hispânicos, um grande aumento em relação a um ou dois anos atrás.
Empresas voltadas para os negros, como a Fashion Fair, uma loja de cosméticos,estão começando a fazer diferença. A FashionFair.com, que ainda não vendeu nada através do seu Web site, viu um crescimento sólido nos visitantes nos últimos meses, segundo J. Lance Clarke, o vice-presidente e gerente geral.
Dado o aumento do tráfego, a companhia, que é propriedade da Johnson Publishing, a editora das revistas Ebony e Jet, "está procurando vender on-line, quem sabe em breve", disse Clarke.
O site fornece atualmente conselhos de beleza e um guia de lojas de varejo que vendem seus produtos. Mas com mais negros e mulheres em geral comprando on-line, Clarke afirma que "o timing é bom" para um site de comércio ajudar a empresa a atingir uma parte maior do estimado US$ 1,2bbilhões por ano que as mulheres negras gastam em itens de saúde e beleza.
O incentivo posterior para um movimento em direção às compras on-line é o esforço adicional que os varejistas on-line vêm empreendendo para fazer a experiência de compra virtual muito mais parecida com o mundo real. Lauren Freedman, presidente do E-Tailing Group, uma firma de consultoria para internet em Chicago, afirmou que varejistas on-line aprimoraram seus
serviços consideravelmente nos últimos anos, reduzindo algumas resistências dos compradores.
Freedman disse, por exemplo, que mais de 70% dos 400 varejistas on-line que sua empresa recentemente pesquisou permitem, hoje, que os compradores troquem nas lojas os itens que adquiriram on-line.
"Há três anos, somente uma pequena porcentagem permitia isso", disse Freedman. "Para muitas pessoas, a possibilidade de fazer isso muda a experiência".
Claro, alguns continuam resistentes às compras on-line. Segundo os últimos dados do Pew, os usuários de internet com 65 anos ou mais são menos prováveis a comprar pela internet do que os consumidores mais jovens. A porcentagem de idosos na internet que também compravam via rede em 2000 era de 38%; em fevereiro ela já atingiu 49%.
Um estudo separado do Pew divulgado na semana passada mostrou que mesmo com o aumento de 47% desde 2000 do uso da internet entre os americanos de 65 anos ou mais, 22% desse grupo estava on-line.
Varejistas on-line dizem que esperam fazer negócio com pelo menos parte desse grupo. "O problema clássico do mercado idoso é que ele é muito segmentado", disse Alan Beychok, chefe executivo da Brenchmark
Brands, uma loja de venda por catálogo e on-line dos produtos de cuidado com os pés.
A idade média de seus clientes off-line é 65 anos, afirmou Beychok, enquanto on-line é de 53. "Para pessoas de 75 anos ou mais, eu não acredito que as compras on-line realmente terão efeito", disse ele. "Eles tendem mais a pagar em cheque e a mandar seu pedido por carta, e há uma correlação entre aqueles que usam cartão de crédito e sua propensão a comprar pela internet. Essas pessoas não estão confortáveis a mudar seu método de pagamento".
Beychok, apesar de tudo, aumentou seu negócios de internet em mais de 50% no ano passado. Há muito mais pessoas no mais novo mercado de idosos,o que faz sentido concentrar nossos esforços aí". tos, pousadas e hotéis.
Adesão ao e-mail marketing por empresas brasileiras cresce 108%
Escrito por Bruno Queiroz
Em maio deste ano foi divulgado o resultado da terceira edição da pesquisa “O Uso do E-mail Marketing nas Corporações Brasileiras”, realizada pela WBI Brasil.
De acordo com a pesquisa, as empresas que desenvolvem ações via e-mail marketing representaram 64,5% do total de respostas em 2007, um incremento de 24,46% se comparado ao índice de 51,82% apurado na pesquisa de 2003.
Apenas 12,5% das empresas entrevistadas não desenvolveram nenhuma campanha de e-mail marketing em 2007.
A pesquisa também mostra que caiu a resistência à utilização da ferramenta.
Em 2007, 25,9% das corporações não pretendiam investir em soluções de e-mail marketing quando em 2003 essa posição abrangeu 40,68% das respostas.
Em 2007, 54,40% das empresas pesquisadas disseram possuir ferramenta de e-mail marketing, um incremento de 108% sobre 2003 quando apenas 26,12% das corporações possuíam a ferramenta
Escrito por Murilo Gun
O futuro é promissor para a propaganda via email. O site americano de pesquisas de marketing eMarketer estima que os gastos com propaganda via email devam crescer de 338 milhões de dólares em 2006, para 616 milhões de dólares em 2011 .
Um crescimento de 82% em seis anos. Apesar do crescimento expressivo, representa apenas a metade da taxa estimada de gastos totais com publicidade online no mesmo período.
O “apenas” se deve, segundo o site, ao enorme potencial guardado da ferramenta.Isso porque as estimativas mostram um leve declínio de investimento de 1,9% para 1,4% de 2007 a 2011.
Por que o número não é maior? Uma das explicações é que a ferramenta é mal compreendida, e simplesmente encarada como opção de baixo custo.
De acordo com o IAB (Interactive Advertising Bureau), é considerada propaganda via e-mail banners, links ou patrocínio que apareça em e-newsletters, campanhas de e-mail marketing ou outros tipos de comunicação comercial via e-mail.
De acordo com um levantamento feito pela empresa de pesquisas eRoi em 2005, a sexta e o domingo foram considerados os dias mais eficazes para enviar uma newsletter, pois são os dias da semana que apresentam a maior taxa de abertura e a maior taxa de cliques.
Por outro lado, levando em consideração que o alto índice de retorno é reflexo da menor quantidade de e-mails enviados nesses dias, este resultado pode variar bastante.
Se a grande maioria das empresas passarem a optar pelo envio no domingo, por exemplo, esse dia pode passar a ter baixos índices de retorno.Uma prova dessa grande possibilidade de variação é que, dois anos depois (em 2007), a eRoi divulgou um novo relatório com um cenário bastante diferente: o final da semana passou a ter índices baixos e a quarta-feira tornou-se o dia com melhores resultados.
De acordo com pesquisa realizada em 2007 pela WBI Brasil, a segunda-feira é o dia favorito para envio de newsletters. Em 2007, 87,02% das empresas que utilizam e-mail marketing com freqüência disseram preferir mandar as ações durante a semana, sendo que 15,72% (a maioria) escolheram o primeiro dia da semana.
No sábado e domingo, somente 2,96% das companhias fazem os envios.Existem diversas pesquisas sobre o assunto e cada uma delas traz conclusões diferentes. A recomendação, portanto, para definir o melhor dia para o envio, é conhecer os hábitos do seu público-alvo.
Se, por exemplo, o perfil do público for essencialmente corportivo (ou seja, acessa o e-mail em horário comercial), o envio no final de semana talvez não seja adequado, pois o usuário provavelmente acessará sua caixa postal apenas na segunda-feira, e a sua newsletter disputará a atenção do usuário com todos os spams enviados durante o final de semana.
Caros amigos, veremos agora como construir a sua lista de e-mail marketing de permissão.
Entenderemos primeiro alguns conceitos e então veremos a estratégia para construir a base.
Na coluna passada, comentamos que para uma campanha de e-mail marketing de sucesso precisamos de uma premissa: a sua lista deve ser opt-in.
Se você acha que comprando um cd com 1 milhão de e-mails você já está pronto para o e-mail marketing, você nem sabe o mal que está fazendo para a imagem sua empresa.
Antes de vermos propriamente como contruir a lista opt-in, precisamos entender alguns conceitos de listas de permissão.
opt-in: é a lista de permissão dada pelo próprio usuário que deseja receber e-mails da sua empresa.
double opt-in ou opt-in confirmado: é a confirmação do opt-in por e-mail.
É a garantia de que o destinatário realmente confirmou a entrada em sua lista. Isto impede que alguém coloque um e-mail invalido ou cadastre um e-mail de outra pessoa.
opt-out: é uma lista de pessoas que não deram permissão, também conhecida como NS(Não Solicitado).
É o exemplo do cd com 1 milhão de e-mails ou de clientes que são seus, mas que não permitiram envio de e-mails. A permissão não pode ser presumida, deve ser bem clara. O termo também é associado ao descadastro(unsubscribe) de uma lista opt-in.
Normalmente para construir a lista, é utilizada uma página do próprio site como um "fale conosco" e nele teria uma checkbox(campo de sim ou não) que pode ser marcada caso haja interesse em assinar a lista. Outra opção é ter uma área do site solicitando apenas o e-mail da pessoa para fazer parte da newsletter.
Em todas as maneiras de construir a lista opt-in, você deve deixar claro o que o destinatário irá receber. O que você está estabelecendo com o cliente é um marketing de relacionamento.
Diferentemente do marketing de interupção, você deve oferecer algo relevante a ele, afinal o seu objetivo é estreitar o relacionamento com o cliente. Falaremos sobre marketing de relacionamento com mais detalhes em uma próxima coluna.
Já fiz tudo isto, e agora?
Para que sua lista opt-in seja realmente válida, você não pode esquecer:
Nunca venda ou alugue sua lista para ninguém. Quando alguém fornece o seu endereço de e-mail, o faz pela confiança no seu site. Imagine se alguém resolve distribuir o seu e-mail para TODAS as empresas do planeta. Haja caixa de entrada.
Não use listas alugadas. Permissão não se empresta nem se transfere.
Se a pessoa permitiu receber e-mail da empresa XPTO, no máximo você pode enviar uma oferta por intermédio da empresa XPTO.
Política de privacidade. Tenha uma política em seu site e informe nela como você utilizará os dados coletados. Seja claro e franco e nunca desrespeite sua própria política.
Relevância. Forneça ao seu cliente apenas o que ele quer.
Seja relevante. Não adianta enviar e-mail ofertando produtos para gatos se ele só tem cachorro.
Respeite o cliente. Isso é o mais importante.
Se você chegou até aqui, é por que você sabe o quanto o SEU cliente é importante. Responda prontamente as suas mensagens, forneça link para o caso de ele não conseguir visualizar, tenha sempre link para descadastro, ou seja, respeite o cliente.
Ao contruir uma lista opt-in de e-mail marketing, deve-se ter muito cuidado com que está na sua base.
Vale mais ter uma base pequena com interesse, do que uma base de e-mail gigante sem ninguém realmente interessado. Reforçando, trate seu cliente como você gostaria de ser tratado.
Haja sempre com bom senso e ética.
Fonte: www.webpaulo.com
Os numeros do Email Marketing - Numeros que fazem a diferença
- 35% dos usuários abrem seus e-mails de acordo com o conteúdo do assunto.
- Incluir o nome da empresa ou marca no assunto pode aumentar em até 15% a taxa de leitura.
- Cerca de 30% dos e-mails de uma base mudam a cada ano.
- 11% das vendas on-line no varejo acontecem por campanhas de e-mail marketing.
- 60% dos consumidores que compraram a partir do e-mail o fizeram porque o e-mail continha produtos que eles já estavam considerando.
- Mensagens com apenas texto têm uma taxa de clique 54% acima de mensagens com quantidade igual de imagem e texto.
Fonte: JupiterResearch
E-mail comercial anunciando promoção atrai 59,5% dos internautas
De todas os títulos dados aos e-mails comerciais autorizados pelo internauta, os que mais atraem o consumidor são aqueles que anunciam promoções. O estudo anual da DoubleClick sobre o uso de e-mail por consumidores revelou que 59,5% dos entrevistados são atraídos por esse tipo de assunto, contra 56,7% com a mesma opinião em 2002.
Por outro lado, o interesse pelas mensagens com notícias e informações sobre as lojas caiu de 57,6% no ano passado para 48,6% em 2003.
O remetente do e-mail continua sendo o principal fator considerado pelo internauta na hora de decidir se vai ou não abrir a mensagem. A "Consumer Email Study", como é chamada a pesquisa, revela que 63,3% dos entrevistados citaram esse fator como fundamental, contra 59,9% em 2002. Isso porque eles vêem a necessidade de distinguir as mensagens comerciais autorizadas daquelas que caracterizam spam.
"A boa notícia da pesquisa de 2003 é que os internautas estão aprendendo a diferenciar o spam de e-mails comerciais legítimos", disse Scott Knoll, vice- presidente e gerente-geral da divisão Marketer Solutions, da DoubleClick. "Porém, também está claro que os marqueteiros devem continuar personalizando o conteúdo, foco e frequência de seus e-mails para continuar garantindo sucesso pelo canal eletrônico."
Leia a notícia na integra no site www1.folha.uol.com.br clique aqui
91% dos internautas autorizam envio de e-mail comercial
Apesar do atual ambiente de e-mail e da proliferação do spam, a mensagem eletrônica continua sendo um canal popular de comunicação entre os consumidores e empresas. De acordo com a pesquisa anual de uso do e-mail da DoubleClick, 91% dos internautas recebem algum tipo de e-mail comercial autorizado.
Intitulado "Consumer Email Study", o estudo aponta que 57,2% desses usuários recebem ofertas especiais de lojas on-line, 55,4% de varejistas do mundo físico e 48,5% recebem e-mails de catálogos.
A mensagem autorizada continua sendo o método preferido dos consumidores para saber quando suas lojas favoritas têm novidades, serviços ou promoções. O estudo revela que 59% dos entrevistados disseram que nesse caso preferem o e-mail marketing. Enquanto isso, 32,1% deles gostariam de receber e-mails diretos e personalizados.
Lojas desconectadas
Entre as categorias de lojas que não costumam enviar e-mails, os entrevistados disseram que gostariam de receber informações sobre alimentos (22,1%) e utensílios domésticos (13,6%). Outra categoria de interesse dos internautas é a de eletrônicos, hardware e software (13,8%), além de roupas e sapatos (12,3% ).
Veja a notícia direto do site da Folha Online Clique Aqui
48,5% dos usuários já compraram depois de propaganda por e-mail
Enganam-se os que pensam que o spam é apagado das caixas de e-mail sem nem ser lido. Uma pesquisa da consultoria de comunicação WBI Brasil revelou que 48,5% dos internautas brasileiros já fizeram compras depois de receber a propaganda por e-mail.
Segundo o estudo, realizado em 357 empresas de médio e grande porte entre junho e julho de 2003, 55% dos internautas lêem a mensagem --seja spam ou e-mail marketing-- quando o assunto interessa. Outros 25% apagam a correspondência sem sequer abrí-la, e apenas 5,32% disseram que sempre lêem o e-mail.
No entanto, a WBI Brasil descobriu que somente 2,5% denunciam o spam ao provedor de internet, e 11% pedem que seu endereço seja removido da lista do remetente.
Além disso, 81,5% das empresas ouvidas não têm nenhuma ferramenta para bloquear spam.
Entre os entrevistados, 27% disseram que recebem até 20 e-mails por dia, 24% afirmaram receber entre 31 e 50 mensagens e 19% contaram que entre 21 e 30 e-mails chegam diariamente a suas caixas de mensagens.
Outros 15% dos internautas recebem mais de cem e-mails por dia e 14,5% recebem entre 51 e 100 mensagens.
Quando se trata dos e-mails enviados por esses usuários, o volume é bem menor: 59% disseram que enviam até 20 mensagens a cada dia, 19,6% mandam entre 21 e 30 e-mails,
e 11,5% são remetentes de entre31 e 50 mensagens. Apenas 5,6% dos entrevistados afirmaram mandar entre 51 e 100 e-mails, e 3,9% são autores de 3,9% correspondências eletrônicas.
Quase todos os ouvidos --97,7%-- revelaram que verificam os e-mails todos os dias.
Dos usuários entrevistados, 49% disseram que recebem entre dois e cinco boletins por dia. Surpreendentemente, 30,8% dos internautas ouvidos recebem de seis a dez boletins diariamente.
Embora muitos reclamem da quantidade de spam enviada diariamente, somente 1,19% dos internautas disse que jamais se cadastram em sites. Outros 25% contaram que o fazem para receber informações do mercado em que atuam, enquanto 15% se cadastram para acompanhar a concorrência.
41,5% das empresas enviam e-mails para clientes na 2ª feira
Segunda-feira é o dia em que as empresas no Brasil mais enviam e-mails para seus clientes. Segundo uma pesquisa da consultoria em comunicação WBI Brasil, 41,5% das corporações o fazem nesse dia.
De acordo com o levantamento, sábado é o dia em que os consumidores são menos visados --somente 3,65% das companhias enviam correspondência eletrônica nesse dia. O domingo, porém, é o dia escolhido por 11,8% delas.
O estudo foi realizado em 357 empresas de médio e grande porte entre junho e julho deste ano, e descobriu que 76% delas têm como prática enviar e-mails periodicamente a seus clientes.
Leia a notícia na integra direto do site da Folha Online. Clique Aqui
Cresce procura pela Otimização em Mecanismo de Busca
Marketing Digital: Cresce no segundo semestre a procura pela Otimização de sites da WBI Brasil. O Serviço tem como objtivo posicionar os sites nos mecanismos de busca.
Nesse segundo semestre, mais sete empresas de atuação diversificada sediadas no sul e sudeste do país fecharam contrato com a WBI Brasil para desenvolvimento de MOB (Otimização em Mecanismo de Busca).
Entre os sites que estão optando pela otimização para ampliar sua visibilidade nos mecanismos de busca, cinco tem sede em São Paulo e dois no Rio Grande do Sul.
“Contratamos o trabalho de otimização da WBI Brasil depois do curso sobre Marketing Digital da empresa, quando vislumbramos o potencial dos mecanismos de busca na internet”, diz a direção da Aconchegart (http://www.aconchegart.com.br/), de Cachoeirinha (RS), de atuação em toda a linha profissional de cama, mesa e banho nos ramos de hotéis, pousadas, hospitais e restaurantes.
De acordo com a Aconchegart, depois da implementação das mudanças em seu site, a média de visitação triplicou e hoje a empresa está posicionada nas primeiras páginas do Google nas palavras chaves relacionadas ao seu negócio.
Em São Paulo, a WBI Brasil tem contrato fechado para MOB (Otimização em Mecanismo de Busca) com os sites http://www.africadosul.net/, da Atlantic Connection Travel, operadora especializada em África do Sul e Ilhas do Ìndico, há 10 anos no mercado e com o http://www.feriasetemporada.com.br/, guia Online de Imóveis para temporadas com opções em casas, apartamento.
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48,5% dos usuários já compraram depois de propagan...
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