Source: http://www.apk.pt/index.php?scat_id=13&tipo=news&detail=43
Timestamp: 2013-06-19 23:20:28+00:00
Document Index: 33010389

Matched Legal Cases: ['Artigo 3', 'Artigo 10', 'Artigo 12', 'Artigo 18', 'Artigo 19', 'Artigo 22', 'Artigo 23', 'Artigo 29']

Objectivos e Princípios Orientadores
A Associação Portuguesa de Killifilia, adiante também designada por APK, tem por objectivo estimular a manutenção, preservação e propagação de Ciprinodontídeos, assim como divulgar informações e/ou conhecimentos a eles respeitantes.
Na prossecução dos seus objectivos, a APK subordina-se aos seguintes princípios:
1. Respeito pela diferença, valorizando os diferentes saberes e experiências; 2. Respeito pelo pluralismo e liberdade de expressão, orientação e opinião; 3. Democraticidade e participação de todos os membros nas actividades da Associação, de acordo com o disposto no presente regulamento; 4. Representatividade dos orgãos de direcção, garantida pela sua eleição democrática; 5. Estabilidade e eficiência da Direcção da APK, garantindo a existência de mecanismos de comunicação e de informação; 6. Transparência dos actos de direcção. Artigo 3º
A Associação Portuguesa de Killifilia decide com inteira autonomia, no que respeite à sua área de intervenção.
Sede e Orgãos Sociais
A sede social da Associação Portuguesa de Killifilia está localizada na residência do Presidente da Direcção em exercício.
1. São órgãos sociais da Associação Portuguesa de Killifilia: a) A Assembleia Geral; b) A Direcção; c) O Conselho Fiscal Secção I
A Assembleia Geral é o orgão representativo de todos os associados da APK e responsável pela definição das linhas orientadoras da actividade da associação, com respeito pelos princípios consagrados neste regulamento.
(Periodicidade das Assembleias Gerais ordinárias)
As Assembleias Gerais Ordinárias realizam-se uma vez por ano, preferencialemnte em Janeiro.
1. Apreciar e votar a proposta de orçamento e plano anual de actividades apresentada pela Direcção; 2. Apreciar e votar o Relatório e Contas da Direcção, acompanhadondo correspondente parecer do Conselho Fiscal; 3. Estabelecer e concretizar o processo eleitoral; 4. Discutir e votar alterações aos Estatutos e ao Regulamento Interno. Artigo 10º
1. A convocatória das Assembleias Gerais Ordinárias compete ao Presidente da Mesa. 2. A Assembleia Geral poderá ser convocada extraordináriamente por: a) Deliberação do seu Presidente; b) A pedido da Direcção ou do Conselho Fiscal; c) A requerimento de pelo menos 10 sócios efectivos no gozo dos seus direitos. 3. A Assembleia não pode deliberar, em primeira convocação, sem a presença de metade, pelo menos, dos seus associados.
4. As deliberações - incluindo as que introduzam modificações a este Regulamento - são tomadas por maioria absoluta dos votos dos associados presentes, salvo o disposto no nº seguinte.
5. Carecem de voto favorável de 3/4 do número total de associados da APK:
a) As deliberações que envolvam alteração dos Estatutos;
b) As deliberações visando a eventual dissolução da associação.
6. Qualquer associado pode confiar a outro o exercício do seu direito de voto, desde que se faça representar para o efeito, com suporte documental bastante.
(Competências do Presidente e Vice-Presidente da mesa da AG)
1. Compete ao Presidente e Vice-Presidente da mesa da Assembleia Geral: a) Convocar a Assembleia Geral; b) Dirigir os respectivos trabalhos; c) Convocar eleições para os órgãos sociais; d) Representar a Assembleia nas relações mantidas com outras entidades. 2. O Vice-Presidente substitui o Presidente na ausência e impedimentos deste. Artigo 12º
(Competências do Secretário da mesa da AG)
1. Redigir e ler as actas da Assembleia Geral; 2. Assistir o Presidente na condução dos trabalhos da AG; 3. Substituir o Presidente e o Vice-Presidente na sua ausência. Secção II
A Direcção é o orgão de gestão da Associação Portuguesa de Killifilia nas diferentes áreas de actividade, incluindo a administrativa e financeira.
A Direcção é composta por um Presidente, um Vice-Presidente e três Vogais.
1. Compete ao Presidente da Direcção da APK: a) Presidir às reuniões da Direcção; b) Representar a associação; c) Coordenar as actividades decorrentes das competências próprias da Direcção. 2. O Presidente da Direcção pode delegar as suas competências no Vice-Presidente ou noutro membro da Direcção. 3. Nas suas faltas e impedimentos, o Presidente é substituído pelo Vice-Presidente ou, em caso de impossibilidade, por outro membro da Direcção por si designado. Secção III
O Conselho Fiscal é composto por um Presidente e dois Vogais, competindo-lhe fiscalizar os actos administrativos e financeiros da Direcção e verificar as suas contas e relatórios.
1. Os órgãos sociais são eleitos por sufrágio universal e directo. 2. As eleições realizam-se de dois em dois anos, aquando da Assembleia Geral Ordinária ou em Assembleia Geral Extraordinária convocada para o efeito pelo Presidente da mesa da AG. Artigo 18º
1. Podem candidatar-se aos órgãos sociais todos os sócios maiores de 18 anos que tenham as quotas em dia. 2. As candidaturas serão apresentadas aquando da realização da respectiva Assembleia Geral. 3. Só serão aceites listas de candidaturas que abranjam, simultaneamente, a Assembleia Geral, a Direcção e o Conselho Fiscal. Artigo 19º
Os mandatos dos órgãos sociais têm a duração de dois anos.
1. Determinam perda do mandato: a) A impossibilidade permanente de exercício das funções; b) O atraso do pagamento das quotas por período superior a um ano; c) O abuso do poder conferido pelo mandato; d) A revogação do mandato, por deliberação da Assembleia Geral, quando existir justa causa. 2. A vaga criada por perda de mandato será preenchida por cooptação. Capítulo III
Condições de admissibilidade, exclusão e pagamento
1. Podem existir três tipos de sócios: a) Efectivos b) Beneméritos c) Honorários 2. Consideram-se sócios efectivos os de qualquer nacionalidade, sexo ou idade, que paguem as quotas estabelecidas. 3. Serão sócios beneméritos as pessoas, singulares ou colectivas, que contribuam para a associação com ofertas de reconhecido valor. 4. Poderão ser sócios honorários as pessoas, singulares ou colectivas, reconhecidas por prestarem relevantes serviços à conservação e manutenção dos Killies em geral ou à APK em particular. Artigo 22º
1. Podem associar-se pessoas singulares ou colectivas que se inscrevam e aceitem o presente Regulamento Interno, bem como os Estatutos e o Código de Conduta. 2. A admissão dos sócios efectivos é da competência da Direcção sob proposta assinada pelo interessado. 3. A admissão ou elevação a sócios beneméritos ou honorários é da competência da Direcção, ficando sujeita a ratificação da primeira Assembleia Geral subsequente. Artigo 23º
Os associados podem ser excluídos por falta grave, apreciada pelo Conselho de Disciplina.
(Periodicidade e pagamento de quotas)
Os associados efectivos obrigam-se ao pagamento de uma quota anual, a fixar por deliberação da Assembleia Geral.
1. Todo o associado tem direito a:
a) Ser orientado e ajudado de modo a maximizar o seu conhecimento e experiência na manutenção e reprodução de killies;
b) Participar activamente nas reuniões de sócios e na Assembleia Geral;
c) Receber gratuitamente o Boletim da Associação Portuguesa de Killifilia;
d) Candidatar-se a cargos nos Orgãos Sociais desde que seja maior de 18 anos.
2. O exercício dos direitos enunciados no número anterior supõe, da parte do seu titular, o atempado pagamento das quotas.
Todo o associado tem o dever de:
1. Orientar e ajudar quem necessite desde que possua disponibilidade, conhecimentos e capacidade para tal, segundo os objectivos superiormente definidos; 2. Manter a civilidade do trato para com os outros associados da APK; 3. Participar activamente nas reuniões de sócios e nas Assembleias Gerais sempre que tenha disponibilidade para tal; 4. Não tomar atitudes e iniciativas que possam denegrir a imagem e objectivos da APK; 5. Promover o bom funcionamento da APK; 6. Pagar atempadamente a quota estabelecida. Capítulo IV
Conselho de Disciplina e medidas de coacção
(Conselho de Disciplina)
1. O Conselho de Disciplina é o órgão consultivo da Direcção da APK, para efeitos de preservação da disciplina no seio da associação.
2. Integram o Conselho de Disciplina os membros eleitos da Direcção e da Assembleia Geral e o Presidente do Conselho Fiscal.
1. São medidas de coacção: a) A recomendação; b) A advertência; c) A admoestação d) A suspensão; e) A expulsão. 2. Os pareceres do Conselho de Disciplina com vista à suspensão ou à expulsão só poderão ser aprovados com voto favorável de pelo menos 2/3 dos seus membros. 3. Os pareceres do Conselho de Disciplina que preconizem a aplicação de recomendação, advertência ou admoestação poderão ser aprovados por maioria simples. 4. As medidas enunciadas no nº1 serão aplicadas pela Direcção, mediante proposta do Conselho de Disciplina. 5. Na aplicação de quaisquer medidas de coacção será devidamente assegurada a defesa dos visados. Artigo 29º
(Aplicação e duração da suspensão)
O período de suspensão pode oscilar entre sessenta dias e um ano, sendo fixado em concreto pelo Conselho de Disciplina.
Estatutos, Código de Conduta e Programa de Manutenção de Espécies
(Complementaridade)
O Código de Conduta da APK e o Programa de Manutenção de Espécies, assim como quaisquer outros regulamentos que venham a ser estabelecidos, constituem parte integrante do presente Regulamento, sendo adoptados e alterados em condições análogas.