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Timestamp: 2018-11-13 06:03:59+00:00
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5ª Conferência Internacional de Educação Financeira - PDF
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Lucas Gabriel Gabeira Barreto
1 A Educação Financeira nas Escolas: O Referencial de Educação Financeira e a formação de docentes 5ª Conferência Internacional de Educação Financeira Perspetivas e reflexões: por uma cidadania ativa
2 Educação para a Cidadania: quadro curricular Decreto-Lei n.º 139/2012 de 5 de julho, alterado pelo Decreto-Lei n.º 91/2013, de 10 de julho Princípios orientadores (Artigo 3.º) m) Reforço do caráter transversal da educação para a cidadania, estabelecendo conteúdos e orientações programáticas, mas não a autonomizando como disciplina de oferta obrigatória; p) Enriquecimento da aprendizagem, através da oferta de atividades culturais diversas e de disciplinas, de caráter facultativo em função do projeto educativo de escola, possibilitando aos alunos diversificação e alargamento da sua formação, no respeito pela autonomia de cada escola.
3 Educação para a Cidadania: quadro curricular Caráter transversal Vertentes Componente curricular complementar (1.º, 2.º e 3.º ciclos) Projetos e atividades
4 Domínios Educação para a Cidadania: quadro curricular Formação Pessoal e Social Conhecimento do Mundo Pré-Escolar Expressão e Comunicação Expressões Motora Dramática Plástica Musical Linguagem Oral e Abordagem à Escrita Matemática Formação Pessoal e Social Área transversal e integradora que enquadra e dá suporte a todas as outras. Promove o desenvolvimento de atitudes, de comportamentos sociais e cívicos e a aquisição de valores, bem como da capacidade de resolução de problemas do quotidiano. in Orientações Curriculares para a Educação Pré-escolar, DGIDC, 2009
5 Educação para a Cidadania: quadro curricular 1º Ciclo Componentes do currículo Português Matemática Estudo do Meio Expressões Artísticas e Físico Motoras Apoio ao Estudo (a) Oferta complementar Tempo a cumprir Atividades de enriquecimento curricular (b) Educação Moral e Religiosa (c ) Carga Horária Semanal Mínimo de 7,0 horas Mínimo de 7,0 horas Mínimo de 3,0 horas Mínimo de 3,0 horas Mínimo de 1,5 horas 1,0 hora Entre 22,5 e 25 horas 5,0 a 7,5 horas 1,0 hora (a) Atividades a desenvolver em articulação, integrando ações que promovam, de forma transversal, a educação para a cidadania e componentes de trabalho com as tecnologias de informação e comunicação. (b) Atividades de carácter facultativo, nos termos do artigo 14.º e do n.º 1 do artigo 9.º No caso de estas atividades serem oferecidas por entidade exterior à escola, o que carece sempre de contratualização, é necessária confirmação explícita do Ministério da Educação e Ciência para que a sua duração exceda 5 horas. (c) Disciplina de frequência facultativa, nos termos do artigo 19.º
6 Educação para a Cidadania: quadro curricular Matriz Curricular Ensino Básico: 2º Ciclo (f) Frequência obrigatória para os alunos, desde que criada pela escola, em função da gestão do crédito letivo disponível, nos termos do artigo 12.º
7 Educação para a Cidadania: quadro curricular Matriz Curricular Ensino Básico: 3º Ciclo (e) Frequência obrigatória para os alunos, desde que criada pela escola, em função da gestão do crédito letivo disponível, nos termos do artigo 12.º
8 Educação para a Cidadania: quadro curricular Matriz Curricular Ensino Secundário
9 Educação para Cidadania Linhas Orientadoras Dimensão Europeia da Educação Educação Ambiental/Desenvolvimento Sustentável Educação do Consumidor Educação Financeira Educação Intercultural Educação para a Igualdade de Género Áreas temáticas Educação para a Saúde e a Sexualidade Educação para a Segurança, a Defesa e a Paz Educação para o Desenvolvimento Educação para o Empreendedorismo Educação para os Direitos Humanos Educação para os Media Educação Rodoviária Voluntariado
10 Educação para Cidadania - Linhas Orientadoras Referenciais Produzidos, em colaboração com outros organismos e instituições públicas e com diversos parceiros da sociedade civil Documentos não prescritivos Instrumentos de apoio que, no âmbito da autonomia de cada estabelecimento de ensino, podem ser utilizados e adaptados em função das opções a definir em cada contexto, enquadrando as práticas a desenvolver.
11 Educação para Cidadania Educação Financeira Pertinência da abordagem Sociedade da informação e do conhecimento na qual os cidadãos, consumidores, em idades cada vez mais precoces, chamam a si decisões complexas e exigentes no domínio económico e financeiro. A aprendizagem por crianças e jovens de tópicos relacionados com o dinheiro e as finanças pessoais, e o consequente desenvolvimento de capacidades técnicas e comportamentais, além de se gerar um efeito multiplicador de informação e de formação junto das famílias.
12 Educação Financeira Estratégia de Intervenção no Sistema Educativo Plano Nacional de Formação Financeira (PNFF)/Conselho Nacional de Supervisores Financeiros (CNSF) Protocolo de colaboração com o Banco de Portugal (Maio de 2011) Participação do MEC (DGE/ANQEP) nos órgãos do PNFF Princípios Orientadores das Iniciativas de Formação Financeira Referencial de Educação Financeira (MEC/CNSF) Formação de docentes Materiais pedagógico-didáticos
13 PNFF Princípios Orientadores das Iniciativas de Formação Financeira Estabelece princípios e regras de modo a assegurar que a formação financeira: -Promova a literacia financeira e não sirva de instrumento de marketing ou de divulgação de produtos e serviços financeiros - Seja objetiva, rigorosa, atualizada, acessível e conforme às linhas de orientação das estratégias nacionais e aos padrões definidos para a educação em geral
14 PNFF Princípios Orientadores das Iniciativas de Formação Financeira Entidades promotoras de iniciativas (âmbito do documento) ( )No caso de instituições do setor financeiro, estas apenas podem participar na preparação e realização das referidas iniciativas quando desenvolvidas em conjunto com as respetivas associações representativas do setor, caso em que serão estas últimas as entidades promotoras ( ). Condições de utilização do logótipo e da marca da entidade promotora (Princípio nº 7) ( )Nos casos em que as instituições do setor financeiro participem nas iniciativas, o logótipo ou referência à marca destas instituições apenas poderá ser utilizado em conjunto com os das respetivas associações representativas.
15 Educação Financeira - Referencial de Educação Financeira Estrutura Organizado por níveis de educação e ensino e por ciclos metodologia de abordagem específica Identificação de temas globais, integradores de subtemas Definição de objetivos por subtema, especificados por descritores de desempenho Os descritores contemplam um conjunto de conhecimentos, capacidades, atitudes/valores e comportamentos
16 Referencial de Educação Financeira Estrutura
17 Referencial de Educação Financeira Estrutura
18 Referencial de Educação Financeira Estrutura
19 Referencial de Educação Financeira Estrutura
20 Referencial de Educação Financeira Estrutura
21 Referencial de Educação Financeira Estrutura
22 Referencial de Educação Financeira Estrutura
23 Referencial de Educação Financeira
24 Referencial de Educação Financeira Educação Pré-Escolar 1.º Ciclo Ensino Básico
25 Referencial de Educação Financeira 2.º Ciclo Ensino Básico
26 3.º Ciclo Ensino Básico Referencial de Educação Financeira
27 Referencial de Educação Financeira Ensino Secundário
28 Formação contínua de professores apoio à implementação do REF A Educação Financeira nas Escolas Referencial de Educação Financeira para a Educação Pré-Escolar, o Ensino Básico, o Ensino Secundário e a Educação e Formação de Adultos (acreditada pelo CCPFC) Modalidade oficina de formação Trabalho autónomo Produção de materiais 1.ª fase responsabilidade direta da DGE, em parceria com o CNSF Porto 2 turmas, de fevereiro a maio de 2014 Coimbra 2 turmas, de setembro a dezembro de 2014 e janeiro de 2015 Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve em 2015
29 Formação contínua de professores apoio à implementação do REF 2.ª fase região ou a nível nacional Cedência da acreditação da Oficina de Formação por parte da DGE. Alargamento da formação - rede dos centros de formação de associação de escolas (CFAE) em parceria com outras instituições ou entidades (Universidades, Institutos Politécnicos, )
30 Formação contínua de professores apoio à implementação do REF Oficina de formação do Porto Evidências A prática docente de abordagem da Educação Financeira na componente de trabalho autónomo revela: intervenção em todos os níveis de educação e ensino (do Pré- Escolar ao ensino secundário) Transversalidade (diversas componentes/disciplinas) Em componentes curriculares complementares (1º, 2º e 3º ciclos) Em projetos e atividades criados para o efeito ou em curso (a nível do agrupamento/escola/turma)
31 Protocolo com a FEP/UP Consultoria e assessoria científica, pedagógica e técnica Colaboração no processo de avaliação da formação de docentes Participação na avaliação da implementação da Educação Financeira em meio escolar
Agrupamento de Escolas de Gondifelos. Voar mais alto
Sumário Siglas 3 Nota introdutória 3 O papel do projeto curricular na escola 3 Linhas mestras do PCE 6 Metas definidas a nível nacional 6 Projeto Educativo / SER SABER FAZER / Formação integral do aluno