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Timestamp: 2017-06-24 01:58:23+00:00
Document Index: 72807388

Matched Legal Cases: ['artigo 141', 'Artigo 1', 'artigo 141', 'Artigo 141', 'Artigo 2', 'artigo 141', 'artigo 141', 'artigo 141', 'artigo 141', 'artigo 80', 'Artigo 80', 'artigo 81', 'Artigo 81', 'artigo 138', 'Artigo 138', 'artigo 141']

CBB Ninho de Águias: Outubro 2015
ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA: PEC Nº 12/2015 - NOVA REDAÇÃO AO ART. 141 DA CE
Fonte: http://www.al.sp.gov.br/propositura/?id=1275849
PROPOSTA DE EMENDA Nº 12, DE 2015, À CONSTITUIÇÃO
Dá nova redação ao artigo 141 da Constituição do Estado de São Paulo.
Artigo 1º – O artigo 141 da Constituição do Estado de São Paulo, passa a vigorar com a seguinte redação:
"Artigo 141 - À Polícia Militar, órgão permanente, incumbe, além das atribuições definidas em lei, a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública. §1º - O Comandante-Geral da Polícia Militar será nomeado para mandato bienal, permitida reeleição, pelo Governador do Estado dentre oficiais da ativa, ocupantes do último posto do Quadro de Oficiais Policiais Militares, por sua livre escolha indicados em lista tríplice resultante de sufrágio pelos integrantes do posto de Coronel da Polícia Militar, devendo fazer declaração pública de bens no ato da posse e de sua exoneração. §2º - Lei Orgânica e Estatuto disciplinarão a organização, o funcionamento, direitos, deveres, vantagens e regime de trabalho da Polícia Militar e de seus integrantes, servidores militares estaduais, respeitadas as leis federais concernentes. §3º - A criação e manutenção da Casa Militar e Assessorias Militares somente poderão ser efetivadas nos termos em que a lei estabelecer. §4º - O Chefe da Casa Militar será escolhido pelo Governador do Estado entre oficiais da ativa, ocupantes do último posto do Quadro de Oficiais Policiais Militares." (NR)
Artigo 2º - Esta emenda constitucional entre em vigor na data de sua publicação. JUSTIFICATIVA
Tenho a honra de encaminhar à elevada consideração de Vossas Excelências a inclusa minuta de Emenda à Constituição do Estado de São Paulo, dando nova redação ao artigo 141 da Constituição do Estado e aos seus parágrafos, tratando Polícia Militar, enquanto importante instituição, essencial à função jurisdicional do Estado e à defesa da ordem jurídica.
Desde a promulgação de nossa Constituição Estadual, a conjuntura nacional da segurança pública e do sistema de justiça tem exigido constantes avanços normativos para possibilitar melhores condições de combate ao crime e a impunidade, cuja atuação da Polícia Militar, incumbida das funções de polícia ostensiva, mostra-se cada dia mais importante.
A presente proposta busca exatamente adequar o texto constitucional à necessidade da Polícia Militar bandeirante de constante superação dos antagonismos que dificultam o aprimoramento de sua eficiência.
Para tanto, as alterações propostas no artigo 141 de nossa Constituição Estadual visam a expressar de forma mais clara a direção institucional dos Comandantes da Polícia sobre as demais patentes da policia militar.
O novo texto do § 1º do artigo 141 insere o princípio democrático na direção da Polícia Militar, nos moldes da evolução que já se vislumbra em vários Estados da União e que tem no Ministério Público Estadual o melhor exemplo de sucesso pelo mecanismo de escolha do Procurador Geral de Justiça e do Defensor Público Geral. Assim, pelo novo texto, o Comandante Geral de Polícia Militar, como o cargo máximo da instituição policial militar, será nomeado pelo Governador do Estado, por sua livre escolha dentre os indicados em lista tríplice resultante de sufrágio pelos integrantes da respectiva carreira pelo período de 2 (dois) anos, permitida a recondução por critério exclusivo do Governador do Estado.
A alteração não tira o poder do Governador para escolha e destituição daquele que será nomeado ao cargo de Comandante Geral da instituição, mas abre espaço democrático para que os Comandantes da Policia Militar possam participar do processo indicando aqueles, integrantes da classe de maior hierarquia da carreira, com melhores condições de chefia e liderança, afastando ingerências externas na escolha a possibilitar assim ao dirigente o apoio e confiança de seus subordinados. A indicação democrática na nomeação do Comandante Geral da Polícia Militar, embora propicie maior apoio e segurança à direção da Polícia Militar, não afasta o controle sob seus atos e sua eventual substituição, pois, poderá ser destituído antes do término de seu mandato.
Com estas razões e mantidas as demais previsões originais do artigo 141 da Constituição Estadual, observando que as presentes pretensões de alteração no texto constitucional não implicam em qualquer impacto orçamentário, apresento esta proposta de Emenda à Constituição, certo de que merecerá a sábia apreciação da Assembleia Legislativa, para a consecução do interesse público e da legalidade sistemática das normas vigentes.
Sala das Sessões, em 25/9/2015.
a) Coronel Telhada a) Clelia Gomes a) Abelardo Camarinha a) Celso Giglio a) Paulo Correa Junior a) Coronel Camilo a) Jorge Wilson Xerife do Consumidor a) Carlos Cezar a) Carlão Pignatari a) Orlando Morando a) Orlando Bolçone a) Gileno Gomes a) Vaz de Lima a) Luiz Fernando Machado a) Marcos Neves a) Ed Thomas a) Marcio Camargo a) Gilmaci Santos a) Davi Zaia a) Mauro Bragato a) Welson Gasparini a) Roberto Engler a) Cezinha de Madureira a) Maria Lúcia Amary a) Carlos Bezerra Jr a) Antonio Salim Curiati a) Afonso Lobato a) Luis Carlos Gondim a) Marcos Zerbini a) Antonio Olim a) Marta Costa a) Marcos Damasio a) Celino Cardoso a) Caio França -- CBB-Ninho
V - O "caput" do artigo 80 Artigo 80 - O Tribunal de Justiça Militar do Estado, com jurisdição em todo o território estadual e com sede na Capital, compor-se-á de sete juízes, dividido em duas câmaras, nomeados em conformidade com as normas da Seção I deste Capítulo, exceto o disposto no art. 60, e respeitado o art. 94 da Constituição Federal, sendo três militares Coronéis da ativa da Polícia Militar, um militar Coronel do Corpo de Bombeiros Militar do Estado e três civis.(NR)
VI - Os incisos I e II, do artigo 81 Artigo 81 – (...)
VII - O artigo 138 caput e § 4º Artigo 138 - São servidores públicos militares estaduais os integrantes da Polícia Militar do Estado e do Corpo de Bombeiro Militar do Estado.
§1º - O Estado manterá a Segurança Pública por meio de sua polícia e de seu Corpo de Bombeiros Militar, subordinados ao Governador do Estado. § 2º - A polícia do Estado será integrada pela Polícia Civil e Polícia Militar.
X – A Seção IV do Capítulo III do Título III SEÇÃO IV – Do Corpo de Bombeiros (NR)
§ 2º - Lei Orgânica e Estatuto disciplinarão a organização, o funcionamento, direitos, deveres, vantagens e regime de trabalho do Corpo de Bombeiros Militar e de seus integrantes, militares estaduais, respeitadas as leis federais concernentes.(NR) § 3º - A criação das Assessorias de Bombeiros Militares somente poderão ser efetivadas nos termos em que a lei estabelecer.(NR) § 4º - Aos oficiais da ativa, ocupantes do último posto do Quadro de Oficiais Bombeiros Militares, aplicam-se as disposições contidas no artigo 141-A. (NR) § 5º - Para ingresso no curso de formação, via de acesso ao Quadro de Oficiais do Corpo de Bombeiros Militar serão exigidos requisitos específicos dentre os especificados em lei, e a aprovação em concurso público de provas e títulos.(NR)
O desmembramento pretendido vem à bem da modernização, evolução tecnológica, otimização de recursos humanos e materiais, racionalização e aprimoramento de processos, além de melhoria significativa da eficiência e prestação de serviços à comunidade, com notável evolução da profissionalização do Corpo de Bombeiros. Proposta que altera tão substancialmente a estrutura do Estado, em especial da Polícia Militar, instituição tão cara à sociedade paulista.
a) Coronel Telhada a) Helio Nishimoto a) Paulo Correa Junior a) Roberto Massafera a) Atila Jacomussi a) Geraldo Cruz a) Carlos Giannazi a) Gileno Gomes a) Marcia Lia a) Carlos Neder a) Afonso Lobato a) Ricardo Madalena a) Abelardo Camarinha a) Clelia Gomes a) Enio Tatto a) Antonio Salim Curiati a) Raul Marcelo a) Luiz Turco a) Ramalho da Construção a) Cezinha de Madureira a) Caio França a) Carlão Pignatari a) Marcio Camargo a) Milton Vieira a) Marcos Damasio a) Igor Soares a) Wellington Moura a) Vaz de Lima a) Edson Giriboni a) Alencar Santana Braga a) Campos Machado (apoiamento) a) Edmir Chedid a) Marcos Neves a) Jooji Hato a) Beth Sahão a) Feliciano Filho a) Carlos Cezar a) Celso Nascimento a) Mauro Bragato a) Antonio Olim a) Marcos Martins a) Estevam Galvão a) Luiz Fernando a) André do Prado a) João Paulo Rillo a) Leci Brandão a) Welson Gasparini a) Celso Giglio a) Carlos Bezerra Jr a) Pedro Tobias a) Adilson Rossi a) Fernando Cury a) Roberto Morais a) Milton Leite Filho a) Chico Sardelli a) Alexandre Pereira a) Roberto Engler a) Célia Leão a) Teonilio Monteiro da Costa a) Luis Carlos Gondim a) André Soares a) Davi Zaia a) Orlando Morando a) Rodrigo Moraes a) Ana do Carmo a) Ed Thomas -- CBB-Ninho
Olavo de Carvalho - O comunismo no Brasil está Inevitável
Olavo de Carvalho - Avisei: O comunismo no Brasil é Inevitável - Os céti...
Conselho de Controle de Atividades Financeiras, mais conhecido pela sigla Coaf, terminaram o trabalho mais difícil que já fizeram.
FORMAÇÃO DE "FAMÍLIA" – OS MILHÕES
DE LULA, PALOCCI, PIMENTEL E ERENICE
by Leudo Costa Há duas semanas, analistas do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, mais conhecido pela sigla Coaf, terminaram o trabalho mais difícil que já fizeram. O Coaf, subordinado oficialmente ao Ministério da Fazenda, é a agência do governo responsável por combater a lavagem de dinheiro no Brasil. Reúne, analisa e compartilha com o Ministério Público e a Polícia Federal informações sobre operações financeiras com suspeita de irregularidades. Naquela sexta-feira, dia 23 de outubro, os analistas do Coaf entregavam à chefia o Relatório de Inteligência Financeira 18.340. Em 32 páginas, eles apresentaram o que lhes foi pedido: todas as transações bancárias, com indícios de irregularidades, envolvendo, entre outros, os quatro principais chefes petistas sob investigação da PF, do Ministério Público e do Congresso.
O Coaf não faz juízo sobre as operações. Somente relata movimentações financeiras suspeitas de acordo com a lei e regras do mercado, como saques de dinheiro vivo na boca do caixa ou depósitos de larga monta que não tenham explicação aparente. O Coaf recebe essas informações diretamente dos bancos e corretoras. Eles são obrigados, também nos casos previstos em lei, a alertar o Coaf de operações "atípicas" envolvendo seus clientes. É obrigação do Coaf avisar as autoridades sobre operações suspeitas de crimes. A lavagem de dinheiro existe para esquentar recursos que tenham origem ou finalidade criminosa, como pagamentos de propina. Não cabe ao Coaf estipular se determinada transação é ilegal ou não. Cabe a ele somente informar a existência dessa transação às autoridades competentes, caso essa transação contenha características de uma operação de lavagem de dinheiro. Foi isso que o Coaf fez no caso do quarteto petista. Cabe agora à PF, ao MP e ao Congresso trabalhar detidamente sobre as informações reveladas pelo Coaf.
Leudo Costa | 31 de outubro de 2015 às 1:00 am | Categorias: Política, Uncategorized | URL: http://wp.me/p5EbWk-2v6
http://www.ssp.sp.gov.br/noticia/lenoticia.aspx?id=34406 Postado por
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Fonte: http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2015/10/28/senado-
aprova-tipificacao-do-crime-de-terrorismo
Soraya Mendanha | 28/10/2015, 22h54 - ATUALIZADO EM 29/10/2015, 11h49
O Plenário aprovou, nesta quarta-feira (28), com 38 votos favoráveis e 18 contrários, substitutivo do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) ao Projeto de Lei da Câmara (PLC)101/2015, que tipifica o crime de terrorismo. A proposta prevê pena de reclusão de 16 a 24 anos em regime fechado para quem praticar o ato. Mas se o crime resultar em morte, a reclusão será de 24 a 30 anos. O texto voltará a ser analisado pelos deputados por ter sido alterado no Senado.
O substitutivo aprovado tipifica o crime de terrorismo como aquele que atenta contra pessoa, "mediante violência ou grave ameaça, motivado por extremismo político, intolerância religiosa ou preconceito racial, étnico, de gênero ou xenófobo, com objetivo de provocar pânico generalizado". De acordo com o texto, é considerado terrorismo político o ato que atentar gravemente contra a estabilidade do Estado democrático, com o fim de subverter o funcionamento das instituições.
A alteração defendida por Aloysio Nunes considerava terrorismo político o ato que "atentar gravemente contra as instituições democráticas". O senador Valadares explicou que a mudança define melhor esse tipo de crime, sem abrir brechas para outras interpretações.
O substitutivo equipara a ato terrorista causar explosão, incêndio, inundação, desabamento ou usar gás tóxico, veneno, agente químico, biológico, radiológico ou nuclear em prédio ou local de aglomeração ou circulação de pessoas.
Também cometem ato terrorista aqueles que destruírem ou apoderarem-se de aeronave, embarcação ou trem de transporte de passageiros ou de carga, instalação de sistema de telecomunicações, de geração ou de distribuição de energia elétrica, porto, aeroporto, ferrovia, rodovia, estação ferroviária, metroviária ou rodoviária, hospitais, casas de saúde, escolas, estádios esportivos, instalações onde funcionem serviços públicos essenciais, instalações militares ou edifício público ou privado.
O projeto ainda classifica como terrorismo o ato de interromper ou embaraçar o funcionamento de serviço telegráfico, telefônico, informático, telemático ou de informação de utilidade pública.
Aloysio Nunes ressaltou a importância do PLC 101/2015. Ele afirmou que, no Brasil, houve uma abundante produção legislativa sobre terrorismo, mas nunca uma preocupação de definir o que seja terrorismo.
Para ele, o crime peca contra a humanidade, mais do que contra os indivíduos que possam vir a ser vítimas de atos terroristas, "porque o ato terrorista é uma negação da individualidade, é uma negação do ser humano, naquilo que ele tem de único, em nome de uma causa geral".
Se o agente praticar o crime com auxílio de governo estrangeiro ou organização criminosa internacional, a pena aumenta em um terço. Se o crime for praticado contra presidente da República, vice-presidente da República, presidente da Câmara dos Deputados, presidente do Senado Federal, presidente do Supremo Tribunal Federal, chefe de Estado ou de governo estrangeiro, chefe de missão diplomática ou consular ou de organização intergovernamental, a pena aumenta de um terço à metade.
O condenado pelo crime de terrorismo iniciará o cumprimento da pena em regime fechado, em estabelecimento penal de segurança máxima. O crime será inafiançável e insuscetível de graça ou anistia.
O texto do substitutivo ressalta que todos os crimes previstos no projeto são praticados contra o interesse da União, cabendo à Justiça Federal o seu processamento e julgamento.
Em relação ao crime de financiamento do terrorismo, a pena de reclusão proposta é de 12 a 20 anos e multa. Quem fizer, publicamente, apologia de ato de terrorismo ou de autor de ato terrorista cumprirá pena de reclusão de 3 a 8 anos. Já a pena de reclusão para aqueles que recrutarem indivíduos para praticar o ato será de dez a 16 anos.
A maior polêmica sobre a proposta foi em relação ao parágrafo que exclui da aplicação da lei manifestações políticas e movimentos sociais ou reivindicatórios. Nos termos do proposto inicialmente no PLC 101/2015, estariam excluídas do tipo penal do terrorismo as "pessoas em manifestações políticas, movimentos sociais, sindicais, religiosos, de classe ou de categoria profissional, direcionados por propósitos sociais ou reivindicatórios, visando a contestar, criticar, protestar ou apoiar, com o objetivo de defender direitos, garantias e liberdades constitucionais".
Aloysio Nunes Ferreira retirou esse parágrafo e destacou que, "em um Estado democrático de direito, as manifestações e reivindicações sociais, sejam elas coletivas ou individuais, não têm outra forma de serem realizadas senão de maneira pacífica e civilizada".
Para diversos senadores, a retirada do parágrafo poderia atacar os movimentos sociais e a liberdade de expressão. O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) chegou a afirmar que a proposta aprovada é muito ampla e ambígua e poderá ser usada "para criminalizar movimentos sociais e vozes dissidentes".
Os senadores Antonio Carlos Valadares (PSB-PE), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Lídice da Mata (PSB-BA), Humberto Costa (PT-PE) e Telmário Mota (PDT-RR) foram à tribuna para defender a volta do parágrafo como forma de proteção dos movimentos sociais.
- Por estar convencida que o projeto pode trazer mais problemas do que soluções é que acho que deveríamos maturar o debate – disse Grazziotin.
A polêmica sobre o tema foi tanta que os petistas votaram contra a orientação do líder do governo, Delcídio do Amaral (PT-MS).
Aloysio Nunes ressaltou que buscou compatibilizar a necessidade de reprimir o crime de terrorismo e a necessidade de preservação dos espaços de atuação democrática dos cidadãos, de manifestações pacíficas "ou mesmo de manifestações que venham a descambar para a violência, mas que não são promovidas com o objetivo de destruir o Estado de direito".
- A minha preocupação foi exatamente não abrir brecha para que direitos e garantias que são assegurados pela Constituição fossem vulnerados por uma lei ordinária – disse.
O senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) ressaltou que o projeto de Aloysio Nunes soube muito bem dividir o que é uma manifestação pública ordeira e do Estado democrático de direito e o que é uma manifestação da baderna, do movimento de destruir imóveis públicos e do poder praticar um "terrorismo bolivariano no país".
- Com esse equilíbrio, ele redigiu um texto que é exatamente aquilo que a sociedade brasileira espera do Senado Federal – disse.
O senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) explicou que votar a favor da proposta não significa ser contra os movimentos sociais. O senador disse que os movimentos sociais já estão protegidos pela Constituição, que garante a livre manifestação desses grupos, e ressaltou que o texto aprovado não é de Aloysio, mas sim um trabalho coletivo.
O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) destacou que o argumento utilizado de que o projeto foi elaborado por exigência do Grupo de Ação Financeira Internacional (Gafi) é falso. Segundo ele, o que o Gafi pediu foi uma legislação sobre o financiamento do terrorismo e o Brasil já tem três leis que tratam do tema. O senador lembrou ainda que somente cinco países que fazem parte do organismo internacional tipificaram o terrorismo.
Lindbergh ressaltou que nem mesmo a ONU conseguiu tipificar o terrorismo, tamanha a complexidade do tema, e defendeu a rejeição da proposta para que o assunto possa ser discutido com mais calma.
A senadora Fátima Bezerra (PT-RN) associou-se a Lindbergh e posicionou-se favorável a um debate mais aprofundado do projeto.
​Silvio Santos prepara uma surpresa para seus opositores políticos dentro de alguns dias. Depois ficar calado durante os ataques petistas a Sheherazade, Silvio decidiu apertar o cinto e contra-atacar. A apresentadora Eliana deverá dividir bancada com a jornalista Rachel Sheherazade no jornal do SBT com o objetivo de destroçar o PT. Ambas fizeram um pré-ensaio de notícias mês passado envolvendo assuntos políticos de ataques ao PT. Em reunião com a direção do SBT, Silvio Santos decidiu que está na hora de derrubar a Dilma. "Serei oposição de qualquer um que ferrar o povo. Podem cortar verbas o cão e o diabo a quatro.
Não dependo do dinheiro do governo. Agora é pra bater até cair.
E se não cair vamos morrer tentando. Conto com a audiência do povo de bem."
Eliana fez ensaios com Sheherazade na bancada do SBT e afirma que vem pra atacar o governo com a mesma força de Rachel Sheherazade. Serão duas bombas contra o PT.
Juiz anula anistia de Lamarca e quer que família devolva indenização
2/mai/2015, 19h29min
Como comandante da Vanguarda Popular Revolucionária, Carlos Lamarca foi um dos líderes da oposição armada à ditadura civil-militar brasileira, que derrubou o governo constitucional de João Goulart em 1964.
Lamarca foi morto no dia 17 de setembro de 1971, aos 34 anos de idade, no sertão da Bahia, após ter sido cercado por integrantes das forças armadas. Conforme essa decisão da Justiça Federal, ele foi promovido a coronel, com proventos de general de brigada. Em seu voto, o desembargador José Marcos Lunardelli, relator da ação, afirmou: "Reconhecemos a promoção (de Lamarca) ao posto de coronel, com soldo de general de brigada, tal como a Comissão da Anistia declarou. A decisão seguiu o que já havia sido declarado na esfera administrativa."
Em sua decisão que contesta agora a legalidade dos atos da Comissão de Anistia, o juiz Guilherme Corrêa de Araújo sustenta que "não se ignora que inúmeros brasileiros tenham padecido de graves e injustificados sofrimentos no período em questão, mas para a superação dos traumas desse momento histórico não foi prevista, de forma geral e abrangente, a concessão de reparação econômica ou moral". Além disso, Guilherme Corrêa de Araújo afirmou que "não houve comprovação de que a esposa do falecido exercia atividade econômica da qual foi privada, muito menos seus filhos, estes em razão da tenra idade que ostentavam na época dos fatos invocados para a concessão do benefício".
Para Tarso Genro, que era o ministro da Justiça em 2007, decisão "tem um nítido cunho político, quer fazer uma revisão histórica do que ocorreu na ditadura e representa um ataque à Constituição." Foto: Bernardo Jardim Ribeiro/Sul21
Ministro da Justiça na época que a anistia foi concedida a Carlos Lamarca, Tarso Genro considerou a decisão do juiz Guilherme Corrêa de Araújo "no mínimo, estranhíssima, na medida em que atinge um ato jurídico perfeito". "Como ocorreu com tantos outros casos, foi instalado um processo na Comissão Nacional de Anistia que fez todas as investigações necessárias. O caso de Lamarca foi julgado e a Comissão da Anistia orientou o ministro a publicar uma portaria concedendo a anistia, o que acabou acontecendo. Essa sentença ataca uma decisão legal, tomada nos marcos do sistema administrativo brasileiro", disse o ex-ministro ao Sul21.
Para Tarso Genro, a decisão do magistrado pode ser lida "como uma desautorização da norma constitucional que instituiu anistia no Brasil". Essa decisão, acrescentou, "tem um nítido cunho político, quer fazer uma revisão histórica do que ocorreu na ditadura e representa um ataque à Constituição que abre um precedente inaceitável. Será objeto de recurso e deve ser reformada nos tribunais superiores". O ex-ministro da Justiça também classificou como estranho o argumento do magistrado, segundo qual não haveria base legal para a "concessão de reparação econômica ou moral". "Isso é previsto pela lei e milhares de pessoas já receberam esse tipo de indenização", assinalou.
Tags: Carlos Lamarca, comissão da anistia, ditadura civil-militar, golpe de 1964, Guilherme Corrêa de Araújo, João Henrique Nascimento de Freitas, Maria Pavan Lamarca, Tarso Genro, Vanguarda Popular Revolucionária
ASSISTAM O DEP LUIZ CARLOS HAULY (PSDB-PR) GRITANDO PARA O CIDADÃO BRASILEIRO O QUE A QUADRILHA DO SAFADO lula/pt ESTÁ FAZENDO COM O BRASIL - LIGAR O SOM
ASSISTAM O DEP LUIZ CARLOS HAULY/PSDB-PR GRITANDO PARA O BRASILEIRO O QUE A QUADRILHA DO SAFADO lulla/pt ESTÁ FAZENDO COM O BRASIL O Deputado Luiz Carlos Hauly solta o verbo na sessão de do dia 14/10.
E coloca o Ministro Joaquim Levy, o Presidente da Câmara Eduardo Cunha e o Governo Federal na "parede".
Não deixe de assistir e repassar.
LINK ABAIXO>
https://www.facebook.com/AMADAPATRIABRASIL/videos/441223892748284/
QUANDO O SEU POVO PERDE O PODER DA INDIGNAÇÃO!
O GRANDE HERÓI DO BRASIL!!
PRESIDENTE DO BRASIL 2018!
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MANIFESTAÇÃO PELO IMPEACHMENT... A França mostra, a Globo, não!
Data: 9 de outubro de 2015 10:11
A França mostra, a Globo, não!