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Timestamp: 2020-07-05 12:28:19+00:00
Document Index: 64326715

Matched Legal Cases: ['ARTIGO 41', 'ARTIGO 93', 'ARTIGO 68', 'ARTIGO 68', 'ARTIGO 4', 'ARTIGO 69', 'artigo 68', 'artigo 4', 'artigo 69', 'artigo 102']

Brasília, 5 de julho de 2020 - 09:28
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RE 1230446 AgR / PB - PARAÍBA
Julgamento: 27/03/2020 Órgão Julgador: Primeira Turma
DJe-085  DIVULG 06-04-2020  PUBLIC 07-04-2020
AGTE.(S)  : MARCELO RAPOSO DE FRANCA
Ementa: AGRAVO INTERNO NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. ADMINISTRATIVO. SERVIDOR PÚBLICO. ESTÁGIO PROBATÓRIO. AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO. IMPRESCINDIBILIDADE. ARTIGO 41, § 4º, DA CONSTITUIÇÃO. TEORIA DO FATO CONSUMADO E PRINCÍPIO DA SEGURANÇA JURÍDICA. INAPLICABILIDADE PARA AFASTAR O CUMPRIMENTO DE EXIGÊNCIAS CONSTITUCIONAIS RELATIVAS AO PROVIMENTO DE CARGOS PÚBLICOS. VIOLAÇÃO AO ARTIGO 93, IX, DA CONSTITUIÇÃO. INEXISTÊNCIA. AGRAVO INTERNO DESPROVIDO.
A Turma, por maioria, negou provimento ao agravo, nos termos do voto do Relator, vencido o Ministro Marco Aurélio. Primeira Turma, Sessão Virtual de 20.3.2020 a 26.3.2020.
- VOTO VENCIDO, MIN. MARCO AURÉLIO: FUNDAMENTAÇÃO, DECISÃO JUDICIAL, NECESSIDADE, JULGAMENTO, TOTALIDADE, CAUSA DE PEDIR.
ART-00041 PAR-00004 ART-00093 INC-00009
ART-00006 ART-00009 ART-00489 PAR-00001
(CARGO PÚBLICO, PROVIMENTO, TEORIA DO FATO CONSUMADO, SEGURANÇA JURÍDICA)
RE 608482 (TP), AI 794852 AgR (1ªT), MS 30294 (1ªT).
(APLICAÇÃO, REPERCUSSÃO GERAL, RECURSO)
AI 760358 QO (TP), ARE 761661 AgR (TP).
Análise: 17/06/2020, MJC.
ADI 3954 AgR / SC - SANTA CATARINA
Julgamento: 27/03/2020 Órgão Julgador: Tribunal Pleno
DJe-154  DIVULG 18-06-2020  PUBLIC 19-06-2020
AGTE.(S)  : ASSOCIAÇÃO DOS DELEGADOS DE POLÍCIA DO BRASIL - ADEPOL
ADV.(A/S)  : WLADIMIR SERGIO REALE
AGDO.(A/S)  : GOVERNADOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA
AGDO.(A/S)  : ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SANTA CATARINA
AGDO.(A/S)  : CORREGEDOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SANTA CATARINA
Ementa: AGRAVO REGIMENTAL NA AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE. DIREITO ADMINISTRATIVO. ARTIGO 68, PARÁGRAFO ÚNICO, DA LEI COMPLEMENTAR 339/2006 DO ESTADO DE SANTA CATARINA. PROVIMENTO 4/1999 DO CORREGEDOR-GERAL DO ESTADO. POSSIBILIDADE DE LAVRATURA DE TERMO CIRCUNSTANCIADO POR POLICIAL MILITAR. ALEGAÇÃO DE USURPAÇÃO DE COMPETÊNCIA DA UNIÃO PARA LEGISLAR SOBRE A MATÉRIA. SUPOSTA OFENSA À REPARTIÇÃO CONSTITUCIONAL DE COMPETÊNCIAS ENTRE AS POLÍCIAS CIVIS E MILITARES. ARTIGO 68, PARÁGRAFO ÚNICO, DA LEI COMPLEMENTAR ESTADUAL 339/2006. REPRODUÇÃO DO TEOR DO ARTIGO 4º, PARÁGRAFO ÚNICO, DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL. AUSÊNCIA DE IMPUGNAÇÃO DA TOTALIDADE DO COMPLEXO NORMATIVO QUE DISCIPLINA A MATÉRIA. VÍCIO PROCESSUAL QUE COMPROMETE O INTERESSE DE AGIR. PROVIMENTO DO CORREGEDOR-GERAL DO ESTADO. ATO NORMATIVO SECUNDÁRIO. INTERPRETAÇÃO DO ARTIGO 69 DA LEI FEDERAL 9.099/1995. CONFLITO DE LEGALIDADE. AGRAVO DESPROVIDO. 1. A ação direta de inconstitucionalidade tem por objeto o parágrafo único do artigo 68 da Lei Complementar 339/2006 do Estado de Santa Catarina, que reproduz o teor do parágrafo único do artigo 4º do Decreto-Lei 3.689/1941 (Código de Processo Penal), e o Provimento 4/1999 do Corregedor-Geral do Estado de Santa Catarina, que orienta os procedimentos a serem adotados pelos órgãos de segurança pública estaduais para a lavratura de termos circunstanciados. 2. “Estando-se diante de simples reprodução de normas estipuladas em lei federal de observância obrigatória pelos Estados-membros, as quais sempre prevaleceriam, independentemente da sorte do diploma estadual, desveste-se a presente ação, obviamente, nesse ponto, do interesse processual que condiciona o seu exercício” (ADI 2.084-MC, Rel. Min. Ilmar Galvão, Plenário, DJ de 28/4/2000). 3. A ausência de impugnação da totalidade do complexo normativo que rege a matéria configura vício processual que compromete o interesse de agir em sede de controle abstrato de constitucionalidade. Precedentes. 4. O Provimento 4/1999 do Corregedor-Geral do Estado de Santa Catarina consubstancia ato normativo secundário cuja função é regulamentar o disposto no artigo 69 da Lei federal 9.099/1995 em âmbito estadual. Destarte, o ato ora impugnado não constitui norma jurídica autônoma apta a autorizar a atuação deste Tribunal Constitucional, para fins de verificação de compatibilidade com a Constituição Federal. 5. O ato normativo de que cuida o artigo 102, I, “a”, da Constituição Federal, apto a promover a atuação deste Supremo Tribunal, é o que, em tese, viola diretamente o texto constitucional. É assente nesta Suprema Corte que as ações de controle concentrado de constitucionalidade não se prestam à impugnação de atos regulamentares ou de cunho interno dos órgãos da Administração, porquanto a controvérsia a respeito da harmonia de decreto executivo em face da lei que lhe dá fundamento de validade não caracteriza questão de constitucionalidade, mas sim de legalidade. Precedentes. 6. Agravo desprovido.
Após o voto do Ministro Luiz Fux (Relator), negando provimento ao agravo regimental, no que foi acompanhado pelo Ministro Edson Fachin, pediu vista dos autos o Ministro Alexandre de Moraes. Plenário, sessão virtual de 11 a 17.5.2018. Decisão: O Tribunal, por unanimidade, negou provimento ao agravo regimental, nos termos do voto do Relator. Não participou deste julgamento, por motivo de licença médica, o Ministro Celso de Mello. Plenário, Sessão Virtual de 20.3.2020 a 26.3.2020.
ARE 1095542 AgR / RJ - RIO DE JANEIRO
Julgamento: 20/03/2020 Órgão Julgador: Primeira Turma
DJe-080  DIVULG 31-03-2020  PUBLIC 01-04-2020
AGTE.(S)  : HOME CENTER NACIONAL MATERIAIS PARA CONSTRUCAO LIMITADA
ADV.(A/S)  : LUIZ GUSTAVO ANTONIO SILVA BICHARA
Ementa: AGRAVO INTERNO NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO. TRIBUTÁRIO. MANDADO DE SEGURANÇA. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA PATRONAL. BASE DE CÁLCULO. VALORES PAGOS PELO EMPREGADOR. CONSTITUCIONALIDADE SE PAGO COM HABITUALIDADE E EM RETRIBUIÇÃO DIRETA À ATIVIDADE LABORAL. FÉRIAS GOZADAS. NATUREZA DA VERBA. INTERPRETAÇÃO DE NORMAS INFRACONSTITUCIONAIS. IMPOSSIBILIDADE EM SEDE EXTRAORDINÁRIA. AGRAVO INTERNO DESPROVIDO.
A Turma, por unanimidade, negou provimento ao agravo, nos termos do voto do Relator. Primeira Turma, Sessão Virtual de 13.3.2020 a 19.3.2020.
LEG-FED   SUMSTF-000207
(CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA PATRONAL, NATUREZA JURÍDICA, APRECIAÇÃO, MATÉRIA INFRACONSTITUCIONAL)
ARE 1169318 AgR (2ªT), ARE 1106003 AgR (1ªT), RE 1202233 AgR (2ªT), ARE 1211572 AgR (TP), RE 1215171 AgR (1ªT).
(CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA PATRONAL, NATUREZA JURÍDICA, APRECIAÇÃO, TERÇO CONSTITUCIONAL DE FÉRIAS )
AI 705941 RG, RE 611512 RG,
RE 688001 RG, ARE 802082 RG,
ARE 784854 RG, ARE 745901
RG, RE 814204 RG, RE 892238
RG, RE 1072485 RG.
Análise: 25/05/2020, MJC.
RE 1212932 AgR PROCESSO ELETRÔNICO
JULG-27-04-2020  UF-PE  TURMA-01  MIN-LUIZ FUX N.PÁG-008
ART-00037 PAR-00010
ART-00001 PAR-00003 ART-00006 PAR-00003
(TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, LEGITIMIDADE PASSIVA, ACUMULAÇÃO, PROVENTO, MILITAR, REMUNERAÇÃO, CARGO PÚBLICO)
MS 34610 AgR (2ªT).
Análise: 14/05/2020, MJC.
ACO 158 / SP - SÃO PAULO
Julgamento: 12/03/2020 Órgão Julgador: Tribunal Pleno
DJe-156  DIVULG 22-06-2020  PUBLIC 23-06-2020
AUTOR(A/S)(ES) : UNIÃO
RÉU(É)(S)  : ESTADO DE SÃO PAULO
RÉU(É)(S)  : JOÃO DE OLIVEIRA LOUZADA
ADV.(A/S)  : JOÃO LYRA NETTO E OUTRO(A/S)
RÉU(É)(S)  : MARIA APARECIDA PAIFFER LOUZADA
RÉU(É)(S)  : ULISSES DE OLIVEIRA LOUZADA
RÉU(É)(S)  : FRANCISCO EDGARD
RÉU(É)(S)  : LINDONOR EDGARD
RÉU(É)(S)  : JOAO LOPES
RÉU(É)(S)  : CÉLIA GUAZZELLI LOPES
RÉU(É)(S)  : CELSO GUAZZELLI
RÉU(É)(S)  : ELY PRESTES GUAZZELLI
RÉU(É)(S)  : ARNALDO PAIFFER E OUTRO(A/S)
ADV.(A/S)  : JARBAS LEONEL MEIRA E OUTRO(A/S)
RÉU(É)(S)  : IRACEMA PAIFFER
RÉU(É)(S)  : PEDRO PAIFFER SOARES
RÉU(É)(S)  : OLÍMPIA NUNES DE MORAIS
RÉU(É)(S)  : ESPÓLIO DE ALBERTO SANT'ANNA E SILVA REPRESENTADA POR HILDA DE MELLO TEIXEIRA E SILVA
ADV.(A/S)  : ANTÔNIO RICHARD STECCA BUENO E OUTRO(A/S)
RÉU(É)(S)  : COMPANHIA DE CIMENTO IPANEMA
ADV.(A/S)  : AGENOR GARBUGLIO E OUTRO(A/S)
RÉU(É)(S)  : SILAS FERRAZ DE CAMPOS
RÉU(É)(S)  : GENNY FERRAZ DE CAMPOS
RÉU(É)(S)  : DANIEL FERRAZ DE CAMPOS E OUTRO(A/S)
RÉU(É)(S)  : NEWTON FERRAZ DE CAMPOS E OUTRO(A/S)
RÉU(É)(S)  : SAULO FERRAZ DE CAMPOS E OUTRO(A/S)
CURADOR(A/S)(ES) : DEFENSORIA PÚBLICA FEDERAL
RÉU(É)(S)  : DORCAS FERRAZ DE CAMPOS E OUTRO(A/S)
CURADOR  : JOSÉ MARIA DE SOUZA ANDRADE
ASSIST.(S)  : ESPÓLIO DE JOÃO GÂNDARA MENDES FILHO REPRESENTADO POR ELYDIA BERTIM GÂNDARA MENDES
ADV.(A/S)  : ANTONIO RICHARD STECCA BUENO E OUTRO(A/S)
AM. CURIAE.  : MUNICÍPIO DE IPERÓ
PROC.(A/S)(ES) : ANDRÉ LUIZ DOS SANTOS NETO
EMENTA AÇÃO CÍVEL ORIGINÁRIA. TERRAS PÚBLICAS ESTADUAIS. ÁREA DE 155,72 ALQUEIRES. CONCESSÃO DE DOMÍNIO PELO ESTADO APÓS AÇÃO DISCRIMINATÓRIA NA DÉCADA DE CINQUENTA DO SÉCULO XX. ÁREA CORRESPONDENTE A TREZENTOS E SETENTA E SEIS HECTARES. PROPRIEDADE CONCEDIDA A DEZESSEIS FAMÍLIAS. DEMANDA OBJETIVANDO A ANULAÇÃO DOS TÍTULOS DE DOMÍNIO E ATOS SUBSEQUENTES. CARÁTER REIVINDICATÓRIO DA AÇÃO RECONHECIDO. DOMÍNIO ANTERIOR DA ÁREA COM SUA CORRETA INDIVIDUAÇÃO NÃO DEMONSTRADO NOS AUTOS. ASPECTO ATUAL DA ÁREA A REVELAR CASARIO CORRESPONDENTE A BAIRRO URBANO NELA INCRUSTADO. SEGURANÇA JURÍDICA. AÇÃO AJUIZADA PELA UNIÃO QUE SE JULGA IMPROCEDENTE. 1. Terras devolutas pertencentes ao Estado de São Paulo por força da Constituição da República de 1891 e concedidas a particulares mediante ação discriminatória. 2. Anulação de títulos pretendida pela União com fundamento em direito de propriedade supostamente preexistente. Reconhecimento do caráter reivindicatório da ação anulatória. 3. Domínio da área, pela União, com sua correta individuação de forma apta a demonstrar se tratar dos imóveis descritos na inicial, antes da entrada em vigor da Constituição da República de 1891, não comprovado nos autos. 4. À incerteza da propriedade preexistente, soma-se a excepcional consequência consistente no expressivo tempo decorrido desde a concessão dos títulos de domínio – mais de cinco décadas –, com o desenvolvimento urbano da região, hoje repleta de residências, justificando-se, em respeito à segurança jurídica, a manutenção dos atos jurídicos que se buscam anular. Situação, mutatis mutandis, já resguardada por esta Suprema Corte em hipótese igualmente excepcional (ACO 79, Plenário, 15.3.2012, DJe 28.5.2013). 5. Ação julgada improcedente.
O Tribunal, por unanimidade, julgou extinto o processo sem julgamento de mérito por ilegitimidade passiva em face da Companhia de Cimento Ipanema (art. 485, VI, do CPC/2015) e, com fundamento no art. 487, I, do CPC/2015, julgou totalmente improcedente a ação em face dos demais réus, condenando a autora ao pagamento de honorários advocatícios aos patronos dos réus em 20% (vinte por cento) do valor da causa, quantia esta correspondente a R$ 20.000,00 (vinte mil reais) para cada, na forma do § 8º e § 2º do art. 85 do CPC/2015, nos termos do voto da Relatora. Falaram: pela União, o Dr. Adriano Martins de Paiva, Advogado da União; pelo réu Estado de São Paulo, o Dr. Daniel Tolentino, Procurador do Estado de São Paulo; pelos réus Silas Ferraz de Campos e Saulo Ferraz de Campos, o Dr. Rômulo Coelho, Defensor Público Federal; e, pelo amicus curiae Município de Iperó, o Dr. Solano de Camargo. Impedido o Ministro Dias Toffoli (Presidente). Não participou, justificadamente, deste julgamento, a Ministra Cármen Lúcia. Ausente, por motivo de licença médica, o Ministro Celso de Mello. Presidiu o julgamento o Ministro Luiz Fux (Vice-Presidente). Plenário, 12.03.2020.
(REPETIÇÃO DE INDÉBITO, PRAZO, APLICAÇÃO RETROATIVA, LEI COMPLEMENTAR)
RE 566621 (TP), ARE 951533 AgR-segundo (2ªT).
Análise: 07/04/2020, MJC.
- VOTO VENCIDO, MIN. MARCO AURÉLIO: CONVERSÃO, EMBARGOS DE DECLARAÇÃO, AGRAVO REGIMENTAL, VIGÊNCIA, CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL DE 1973. INTIMAÇÃO, PARTE RECORRENTE, COMPLEMENTAÇÃO, RAZÕES, CONVERSÃO, EMBARGOS DE DECLARAÇÃO, AGRAVO REGIMENTAL, VIGÊNCIA, CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL DE 2015.
(PRISÃO PREVENTIVA, CONVENIÊNCIA, INSTRUÇÃO CRIMINAL)
HC 126573 (1ªT), HC 129168 (2ªT), HC 139148 AgR (1ªT), HC 142369 (2ªT), HC 171714 AgR (1ªT).
HC 90922 (2ªT), HC 105022 (1ªT), HC 145562 AgR (1ªT), HC 149954 AgR (2ªT), HC 149255 AgR (2ªT), HC 152118 AgR (1ªT).
Análise: 05/05/2020, AMS.
HC 180891 AgR PROCESSO ELETRÔNICO
JULG-13-03-2020  UF-DF  TURMA-01  MIN-ALEXANDRE DE MORAES N.PÁG-013
DJe-081  DIVULG 01-04-2020  PUBLIC 02-04-2020
HC 181433 AgR PROCESSO ELETRÔNICO
JULG-27-03-2020  UF-SP  TURMA-01  MIN-ALEXANDRE DE MORAES N.PÁG-014
RE 636553 / RS - RIO GRANDE DO SUL
Julgamento: 19/02/2020 Órgão Julgador: Tribunal Pleno
RECDO.(A/S)  : JOÃO DARCI RODRIGUES DE OLIVEIRA
ADV.(A/S)  : AMARILDO MACIEL MARTINS E OUTRO(A/S)
AM. CURIAE.  : CONFEDERAÇÃO DOS TRABALHADORES NO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL - CONDSEF
AM. CURIAE.  : SEÇÃO SINDICAL DE CONCÓRDIA DO SINDICATO NACIONAL DOS SERVIDORES FEDERAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA E PROFISSIONAL - SINASEFE
AM. CURIAE.  : SINDICATO NACIONAL DOS SERVIDORES DAS AGÊNCIAS NACIONAIS DE REGULAÇÃO - SINAGÊNCIAS
ADV.(A/S)  : JOSÉ LUIS WAGNER
AM. CURIAE.  : FEDERAÇÃO DE SINTICATOS DE TRABALHADORES TÉCNICOS-ADMINISTRATIVOS EM INSTITUIÇÕES PÚBLICAS DE ENSINO SUPERIOR DO BRASIL - FASUBRA/SINCIAL
ADV.(A/S)  : CLAUDIO SANTOS DA SILVA
AM. CURIAE.  : FEDERAÇÃO NACIONAL DOS SINDICATOS DE TRABALHADORES EM SAÚDE, TRABALHO, PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA SOCIAL - FENASPS
ADV.(A/S)  : LUIS FERNANDO SILVA
AM. CURIAE.  : SINDICATO INTERMUNICIPAL DOS PROFESSORES DE INSTITUIÇÕES FEDERAIS DE ENSINO SUPERIOR DO RIO GRANDE DO SUL - ADUFRGS/SINDICAL
ADV.(A/S)  : EDUARDO UBALDO BARBOSA
AM. CURIAE.  : TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO (TC-01752320032)
AM. CURIAE.  : ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS TÉCNICOS DE FISCALIZAÇÃO AGROPECUÁRIA - ANTEFFA
AM. CURIAE.  : INSTITUTO BRASILEIRO DE DIREITO PREVIDENCIÁRIO - IBDP
ADV.(A/S)  : GISELE LEMOS KRAVCHYCHYN
Após os votos dos Ministros Gilmar Mendes (Relator) e Alexandre de Moraes, que davam parcial provimento ao recurso extraordinário, o julgamento foi suspenso. Falaram: pelo recorrido, o Dr. Amarildo Maciel Martins; pelos amici curiae Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnicos-Administrativos em Instituições Públicas de Ensino Superior do Brasil - FASUBRA/SINDICAL, Sindicato Intermunicipal dos Professores de Instituições Federais de Ensino Superior do Rio Grande do Sul - ADUFRGS/SINDICAL e Associação Nacional dos Técnicos de Fiscalização Agropecuária - ANTEFFA, o Dr. Cláudio Santos; pelo amicus curiae Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário - IBDP, o Dr. Diego Monteiro; pelos amici curiae Confederação dos Trabalhadores do Serviço Público Federal - CONDSEF, Seção Sindical de Concórdia do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica e Profissional - SINASEFE e Sindicato Nacional dos Servidores das Agências Nacionais de Regulação - SINAGÊNCIAS, o Dr. José Luis Wagner. Ausentes, justificadamente, os Ministros Cármen Lúcia e Luiz Fux. Presidência do Ministro Dias Toffoli. Plenário, 10.10.2019. Decisão: Após o voto do Ministro Edson Fachin, que negava provimento ao recurso extraordinário, o Relator indicou adiamento. Ausente, por motivo de licença médica, o Ministro Celso de Mello. Presidência do Ministro Dias Toffoli. Plenário, 12.02.2020. Decisão: O Tribunal, por maioria, apreciando o tema 445 da repercussão geral, negou provimento ao recurso extraordinário, nos termos do voto ora reajustado do Relator, vencido o Ministro Marco Aurélio. Nesta assentada, o Ministro Alexandre de Moraes reajustou seu voto para negar provimento ao recurso. Em seguida, por maioria, fixou-se a seguinte tese: “Em atenção aos princípios da segurança jurídica e da confiança legítima, os Tribunais de Contas estão sujeitos ao prazo de 5 anos para o julgamento da legalidade do ato de concessão inicial de aposentadoria, reforma ou pensão, a contar da chegada do processo à respectiva Corte de Contas”, vencido o Ministro Marco Aurélio. Quanto ao termo a quo, votaram no sentido de que se inicia com a chegada da decisão do ato de aposentadoria no Tribunal de Contas os Ministros Gilmar Mendes (Relator), Alexandre de Moraes, Roberto Barroso, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli (Presidente). Não participou, justificadamente, deste julgamento, o Ministro Luiz Fux. Ausentes, justificadamente, a Ministra Cármen Lúcia e, por motivo de licença médica, o Ministro Celso de Mello. Plenário, 19.02.2020.
MS 36359 AgR / DF - DISTRITO FEDERAL
Julgamento: 18/02/2020 Órgão Julgador: Segunda Turma
DJe-130  DIVULG 26-05-2020  PUBLIC 27-05-2020
AGTE.(S)  : CARLOS NATANIEL WANZELER
ADV.(A/S)  : ANTONIO CARLOS DE ALMEIDA CASTRO E OUTRO(A/S)
AGDO.(A/S)  : MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA
Ementa: AGRAVO REGIMENTAL EM MANDADO DE SEGURANÇA. DECLARAÇÃO DE PERDA DA NACIONALIDADE BRASILEIRA. BRASILEIRO NATO QUE SE NATURALIZOU CIDADÃO ESTADUNIDENSE. NÃO OCORRÊNCIA DAS HIPÓTESES CONSTITUCIONAIS DE MANUTENÇÃO DA NACIONALIDADE BRASILEIRA. AUSÊNCIA DE DIREITO LÍQUIDO E CERTO. AGRAVO A QUE SE NEGA PROVIMENTO. I – A hipótese constitucional do art. 12, § 4°, b, em nada se confunde com a situação vivida pelo agravante, que consistiu em clara opção pela adoção de nova cidadania, não ocorrendo a imposição de naturalização pela norma estrangeira. II – Eventual lentidão do Departamento de Estado estrangeiro não equivale à imposição de naturalização pela norma estrangeira como condição para permanência em seu território ou para o exercício de direitos civis.. III – Não merece prosperar a alegação de que o entendimento da Primeira Turma proferido no MS 33.864/DF, de relatoria do Ministro Roberto Barroso, não deve ser aplicado ao presente caso. Isso porque, em que pese a matéria fática não guardar similitude, a questão jurídica é idêntica, pois trata de situação de naturalização voluntária e não de imposição pela norma estrangeira como condição para permanência em seu território ou para o exercício de direitos civis. IV – Decisão administrativa em conformidade com a Constituição Federal e com as disposições do art. 250, do Decreto 9.199/2017. V – Agravo regimental a que se nega provimento.
Após a leitura do Relatório, apresentado pelo Ministro Ricardo Lewandowski, e a realização das sustentações orais, o julgamento foi suspenso para continuidade no início da sessão da próxima terça-feira, dia 18. Falaram: pelo agravante, o Dr. Marcelo Turbay e, pelo Ministério Público Federal, a Dra. Cláudia Sampaio Marques, Subprocuradora-Geral da República. Ausente, justificadamente, por motivo de licença médica, o Senhor Ministro Celso de Mello. Presidência da Ministra Cármen Lúcia. 2ª Turma, 11.2.2020. Decisão: A Turma, por maioria, negou provimento ao agravo regimental, nos termos do voto do Relator, vencido o Ministro Edson Fachin. Ausente, justificadamente, por motivo de licença médica, o Ministro Celso de Mello. Presidência da Ministra Cármen Lúcia. 2ª Turma, 18.2.2020.
ART-00008 PAR-00005
LEG-FED   LEI-058678      ANO-1966
LEG-FED   PJL-001350      ANO-2015
(MS, PROCESSO ADMINISTRATIVO, ANISTIA, DIREITO LÍQUIDO E CERTO)
RMS 25988 (2ªT), RE 368090 (2ªT).
(COMPETÊNCIA, JUSTIÇA DO TRABALHO, RECLAMAÇÃO TRABALHISTA)
CJ 3110 (TP).
(DECLARAÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE, NORMA CONSTITUCIONAL ORIGINÁRIA)
ADI 815 (TP), ADI 4097 AgR (TP).
RMS 35387.