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Timestamp: 2018-02-24 08:28:00+00:00
Document Index: 120422486

Matched Legal Cases: ['artigo 406', 'artigo 522', 'artigo 521', 'artigo 402', 'artigo 392', 'artigo 334', 'Artigo 41']

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Postada:Quarta-Feira, 19 de setembro de 2012 às 10:49:13
Tópico Movido para esta sala por Wilson Fernando de A. Fortunato em 19/09/2012 12:29:35
(Regra 8) Postagem postada em sala ou tópico indevidos. por Wilson Fernando de A. Fortunato em 19/09/2012 12:29:35
Bom Dia, Preciso de um auxiolio quanto a emissão de nf no seguinte caso:
Empresa Contratante – Minas
Empresa Fornecedora – São Paulo
Empresa Serviço Industrialização – Interior de SP
A empresa de SP emite nf com CFOP 5924 o certo seria isso né? Porém a empresa emitiu nf com a CFOP 5923 temos que solicitar que eles façam alteração com a CFOP correta?
Quando formos emitir nf de venda (serviço) teremos que fazer com 2 CFOP na mesma nf 6125 e 6925?
Me ajudem por favor..!
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Postada:Sábado, 22 de setembro de 2012 às 10:41:32
Trata-se de uma operação triangular?
Operação Triangular de Industrialização (Industrialização por Conta e Ordem)
Por Vesso em 26/08/2011
Explicação: Por necessidade ou até mesmo para alcançar preços melhores em um mercado extremamente competitivo, as empresas buscam novas alternativas a fim de baratear seus custos. Atualmente uma das alternativas é a “Industrialização de Mercadorias por Conta e Ordem de Terceiros”, também denominada “Operação Triangular de Industrialização” ou “Industrialização por Encomenda”.
O exemplo mais comum deste tipo de operação é quando uma determinada empresa (Empresa A) vende mercadorias a uma outra empresa (Empresa B), mercadorias estas que ainda devem sofrer industrialização, porém será industrializada por uma outra empresa (Empresa C). Notem que a “Empresa A” é, por enquanto, a proprietária das mercadorias, já a “Empresa B” está adquirindo essas mercadorias e a “Empresa C” é quem vai somente industrializar, ou seja, é quem vai fazer um beneficiamento, transformação, montagem, acondicionamento ou renovação destas mercadorias.
O mais comum a se fazer sobre estes acontecimentos, seria que a “Empresa A – Fornecedora” enviasse as mercadorias para a “Empresa C – Industrializadora”, que por sua vez iria fazer a industrialização, e após sua conclusão, enviaria de volta para a “Empresa A – Fornecedora”, e então, a “Empresa A” posteriormente enviaria as mercadorias para a “Empresa B – Adquirente” compradora.
Visando pular uma etapa, ou seja, pular a etapa do retorno das mercadorias industrializadas até a “Empresa A – Fornecedora” é que utilizamos esta operação. A idéia é fazer com que as mercadorias saiam da “Empresa C – Industrializadora” e vão diretamente para “Empresa B – Adquirente” compradora, sem a necessidade de retornar a “Empresa A – Fornecedora”.
Agora vamos analisar como ficam os procedimentos fiscais em cada etapa desta operação:
(1.1a) Quando de fato a “Empresa A – Fornecedora” vender mercadorias a “Empresa B – Adquirente”, a “Empresa A – Fornecedora” deverá emitir duas notas fiscais, a primeira contra a “Empresa B – Adquirente”, contendo além dos demais requisitos (Art. 406 do RICMS/SP):
Natureza da Operação: Vendas.
CFOP: 5122 (Dentro do Estado) / 6122 (Fora do Estado) para produtos de Fabricação Própria ou 5123 (Dentro do Estado) / 6123 (Fora do Estado) para Revenda de Mercadorias.
Situação Tributária: 00 – Tributada Integralmente.
Imposto (ICMS) : Destacar normalmente, quando devido.
Imposto (IPI): Destacar normalmente, quando devido.
Informações Complementares de Interesse do Contribuinte: Escrever: “Nome do Titular, endereço, inscrição estadual, e CNPJ” do estabelecimento em que os produtos serão entregues.
Escrever também: “Entregue para este estabelecimento em Remessa para Industrialização por Conta e Ordem”.
(1.1b) E a segunda contra a “Empresa C – Industrializadora”, que deve acompanhar o transporte da mercadoria, no qual constarão além dos demais requisitos (Art. 406 do RICMS/SP):
Natureza da Operação: Remessa de Mercadorias por Conta e Ordem.
CFOP: 5924 (Dentro do Estado) ou 6924 (Fora do Estado).
Situação Tributária: 41 – Não Tributada.
Imposto (ICMS) : Não destacar.
Imposto (IPI): Não destacar.
Informações Complementares de Interesse do Contribuinte: Escrever “Número, série e data de emissão” da nota fiscal de venda dessas mercadorias, a mesma explicada no item 1.1a, o anterior a este.
Escrever também “Nome, endereço, inscrição estadual e CNPJ” da Empresa B – Adquirente (Cliente de fato) por cuja conta e ordem a mercadoria será industrializada.
(1.2) Para a “Empresa B – Adquirente”, deverá emitir nota fiscal contra a “Empresa C – Industrializadora”, relativa à remessa simbólica, constando além dos demais requisitos (Art. 406 do RICMS/SP):
Natureza da Operação: Remessa Simbólica.
CFOP: 5949 (Dentro do Estado) ou 6949 (Fora do Estado).
Informações Complementares de Interesse do Contribuinte: Escrever “Número, série e data” da nota fiscal emitida no item 1.2, o anterior a este.
(1.3) Quando a “Empresa C – Industrializadora”, de fato concluir a industrialização, nas saídas destas mercadorias com destino a “Empresa B – Adquirente”, a “Empresa C – Industrializadora”, deverá emitir nota fiscal contra a “Empresa B – Adquirente”, contendo além dos demais requisitos (Art. 406 do RICMS/SP):
Natureza da Operação: Retorno de Mercadoria Industrializada.
CFOP: 5925 / 5125 (Dentro do Estado) ou 6925 / 6125 (Fora do Estado).
Situação Tributária: Dependendo do caso 51 – Diferimento.
Imposto (ICMS) : Três situações:
1. Para o produto acabado: Não destacar ICMS, pois ele é diferido.
2. Para o valor cobrado como mão de obra: Não destacar ICMS, pois ele é diferido.
3. Caso o industrializador coloque matéria prima própria neste produto: Para esta parte destacar ICMS normalmente.
Imposto (IPI): Três situações:
1. Para o produto acabado: Não destacar IPI, pois ele é diferido.
2. Para o valor cobrado como mão de obra: Não destacar IPI, pois ele é suspenso.
3. Caso o industrializador coloque matéria prima própria neste produto, e esta matéria prima tenha sido importada ou fabricada pelo industrializador: Destacar IPI normalmente, inclusive para a parte da mão de obra.
Informações Complementares de Interesse do Contribuinte: Escrever “Nome, endereço, inscrição estadual e CNPJ” do fornecedor da mercadoria “Número, série e data” da nota fiscal emitida no item 1.1b
Escrever também, se for o caso, “ICMS Diferido conforme Portaria CAT 22/2007&#8243; e se for o caso “IPI Suspenso conforme Art. 43/RIPI”.
Obs 01: É considerado o diferimento do ICMS e a suspensão do IPI desde que aconteça o retorno da mercadoria ou dos produtos industrializados ao estabelecimento de origem dentro do prazo de 180 dias contados da data de saída das mercadorias.
Decorrido o prazo de 180 dias, será exigido o imposto devido por ocasião da saída.
Fonte de Pesquisa: clique aqui
Em relação a correção dos Dados. Veja em que situações poderá ser utilizada carta de correção:
Postada:Segunda-Feira, 29 de julho de 2013 às 17:24:19
Uma Concessionária de Veículos emitiu uma Nota para a empresa de Carrocerias com o CFOP 6924, discriminando um caminhão com seu valor de venda.
Este caminhão esteve lá na empresa de Carrocerias para que uma carroceria fosse colocada no caminhão.
A empresa de Carrocerias emitiu Nota de Venda da carroceria para nosso cliente.
Também emitiu Nota de RETORNO para nosso cliente, com CFOP 6925 com mesmos dados que tinha a Nota que a Concessionária tinha emitido.
Porém não concordo com estes CFOPs que tratam de industrialização. Pois colocar uma carroceria num caminhão não é industrialização. Cada bem é tratado separadamente (caminhão e carroceria). Além do que, meu cliente recebe assim uma nota de Retorno, sendo que nunca teve uma nota de Saída/Remessa. Pois a única nota de remessa foi feita com os dados dos outros dois envolvidos.
Não seria mais correto e mais prático o caminhão transitar com a Nota de Compra?
Peço ajuda, pois outra compra como essa vai acontecer e não estou concordando com a emissão desta nota para nosso cliente, mas posso estar errada.
Postada:Quinta-Feira, 17 de julho de 2014 às 10:34:04
Um fornecedor mandou sacos para embalar produtos, só que devido a ter que entregar em outro município fez a seguinte operação:
1 - Fornecedor (empresa A) fez uma nota com CFOP 6.122 para empresa B (adquirente).
2 - Fornecedor (empresa A) fez uma nota com CFOP 6.924 para empresa C (local onde será entregue o produto)
Na verdade o produto não será industrializado, ele apenas servirá para embalar os produtos da produção da empresa "B". Sendo assim há necessidade de fazer alguma outra operação?
Postada:Quinta-Feira, 17 de julho de 2014 às 13:14:33
Neste caso, a operação está correta.
Apesar das embalagens não sofrerem transformação no processo industrial, a pratica de embalar caracteriza industrialização.
Postada:Sexta-Feira, 9 de janeiro de 2015 às 15:58:38
Cliente no RJ
Industrializador PR
fornecedor SP
Sou fornecedora (SP) e meu cliente (RJ) quer que eu entregue material direto no industrializador (PR), posso efetuar essa operação?
Poderei ter problemas junto ao estado do PR se a mercadoria for parada?
Sei que o artigo 406 fala sobre industrialização, mas fiquei na duvida quanto à operação.
Postada:Segunda-Feira, 2 de fevereiro de 2015 às 14:27:51
Frá, boa tarde!
Neste caso, existe a operação triangular de industrialização, conforme já mencionado anteriormente (Art. 406 do RICMS - decreto 45.4900/2000).
Vale lembrar que como essa operação é interestadual, atente-se ao disposto na Decisão Normativa CAT n.º 3 de 28/11/2003.
A operação ocorrerá da seguinte forma:
Quando determinado estabelecimento mandar industrializar mercadoria com fornecimento de matérias-primas, produtos intermediários ou materiais de embalagem adquiridos de fornecedor que promover sua entrega diretamente ao industrializador (executor da encomenda), o estabelecimento fornecedor deverá:
a) emitir nota fiscal em nome do adquirente, com destaque do ICMS, se devido, que será aproveitado como crédito por este, se for o caso, na qual, além dos demais requisitos exigidos, constem:
a.1) no campo “Natureza da Operação”, a observação “Venda de produção do estabelecimento” ou “Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros”;
a.2) no campo “CFOP”, os códigos 5.122 (operação interna) ou 6.122 (operação interestadual) e 5.123 (operação interna) ou 6.123 (operação interestadual), conforme o caso; a.3) no campo “Informações Complementares”, a observação “Mercadoria enviada para fins de industrialização à empresa _________________ (nome do estabelecimento industrializador), localizada
ICMS, na qual mencionará, além dos demais requisitos exigidos: a.1) no campo “Natureza da Operação”, a observação “Remessa simbólica de insumos para industrialização”; a.2) no campo “CFOP”, o código 5.901 (operação interna) ou 6.901 (operação interestadual); a.3) no campo “Informações Complementares”, a observação “Mercadoria enviada para fins de industrialização por nossa conta e ordem pela empresa _________________ (indicar o nome do fornecedor), localizada na Rua ______________, nº ___, São Paulo/SP - Inscrição estadual nº ________ e CNPJ nº ___________, conforme nota fiscal nº ______, série _____ (se for o caso), de ___/___/___”; b) enviar a nota fiscal de remessa simbólica ao industrializador, que deverá anexá-la à nota fiscal emitida na forma da letra “b” do subitem 2.1 (ressalvada a hipótese de dispensa de emissão a que se refere o subitem 2.1.1) e efetuar as anotações pertinentes na coluna “Observações”, na linha correspondente ao respectivo lançamento no livro Registro de Entradas. (RICMS-SP/2000, art. 406, II) 2.3 Estabelecimento industrializador O industrializador deverá emitir nota fiscal, na saída do produto industrializado com destino ao adquirente (autor da encomenda), com destaque do ICMS (se devido), que será calculado sobre o valor total cobrado do autor da encomenda, ressalvada a aplicação do diferimento do ICMS (veja item 3), na qual, além dos demais requisitos exigidos, constarão: a) no campo “Natureza da Operação”, as observações “Retorno de industrialização” e, na linha logo abaixo, “Industrialização para outra empresa”; b) no campo “CFOP”, os códigos 5.925 (opera- ção interna) ou 6.925 (operação interestadual) e, na linha logo abaixo, 5.125 (operação interna) ou 6.125 (operação interestadual); c) no campo “Descrição dos Produtos” do quadro “Dados do Produto”, o valor das mercadorias empregadas, da mão de obra e do total cobrado do autor da encomenda; d) no campo “Situação Tributária”, o Código de Situação Tributária (CST) :
d.1) 050 - “Suspensão do imposto”; d.2) 051 - “Diferimento do imposto (parcela relativa à mão de obra)”; d.3) 000 - “Tributação sobre o valor do material empregado”; e) no campo “Informações Complementares”, o valor da mercadoria recebida para industrialização e a observação “Mercadoria recebida para fins de industrialização por conta e ordem do adquirente, enviada pela empresa _____________________ (indicar o nome do fornecedor), localizada na Rua ______________, nº ___, São Paulo/SP - Inscrição estadual nº _____________ e CNPJ nº ____________, com nota fiscal nº ____, série _______ (se for o caso), de ___/___/___”. (RICMS-SP/2000, art. 406, III e Anexo V, Tabelas I e II) 2.4 ICMS - Operação interestadual - Alíquota aplicável Transcrevemos, a seguir, texto da Decisão Normativa CAT nº 3/2003, que trata de questão relacionada à aplicação de alíquota do ICMS na operação de venda promovida por fornecedor paulista para estabelecimento localizado em outro Estado com entrega direta da mercadoria, por conta e ordem do adquirente, a estabelecimento industrializador paulista. Decisão Normativa CAT nº 3, de 28.11.2003 ICMS - Alíquota na operação de venda realizada por fornecedor paulista a estabelecimento localizado em outro Estado com entrega direta da mercadoria, por conta e ordem do adquirente, a estabelecimento industrializador paulista O Coordenador da Administração Tributária, tendo em vista o disposto no artigo 522 do Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto 45.490, de 30 de novembro de 2000, decide: 1. Fica aprovada a resposta dada pela Consultoria Tributária, em 5 de novembro de 2003, à Consulta nº 660/2003, cujo texto é reproduzido em anexo a esta decisão. 2. Conseqüentemente, com fundamento no inciso II do artigo 521 do Regulamento do ICMS, ficam reformadas todas as demais respostas dadas pela Consultoria Tributária e que, versando sobre a mesma matéria, concluíram de modo diverso. 3. Esta decisão produzirá efeitos a partir de sua publica- ção. “1. A Consulente expõe que importa e revende separadores de baterias, classificação NBM/SH 8507.90.10, a clientes situados em todo o País.
Postada:Segunda-Feira, 2 de fevereiro de 2015 às 15:14:17
Muito obrigada pelo material, fazemos certinho quando o cliente é de SP eo indutrializador de outro estado...
Só gostaria de confirmar se posso ter problemas em meu cliente ser do RJ e o industrializador PR...
Postada:Quarta-Feira, 4 de fevereiro de 2015 às 17:36:29
Quanto ao Seu cliente estar localizado no RJ e o industrializador no PR, você não terá problema algum.
O seu cliente tem o beneficio de Isenção no Rj, pois enviará apenas a NF-e da remessa simbólica.
Ja o Industrializador no PR, caso ele aplique matéria prima na transformação do produto, ele irá tributar e recolher o ICMS que será devido para o PR.
Quanto a você que está aqui em SP, tributará a Venda e recolherá o ICMS que é devido para SP, e a remessa saíra com a suspensão.
Não vejo problemas e nenhum Estado está sendo lesado.
Postada:Terça-Feira, 5 de maio de 2015 às 17:50:41
Galera, se vocês pudessem me ajudar nesta situação ficaria muito grato.
Supondo que sou industria e recebo uma nota fiscal de insumos (A e B) para realizar uma industrialização (5.901)
Minha indústria faz todo o processo produtivo e transforma esses insumos (A e B) no produto C.
No retorno para o autor da encomenda emito duas notas e a dúvida está nos produtos que colocarei nas mesmas:
- Na NF 5.902 - para acobertar o retorno do material, colocarei os itens A e B ou o item C que representa o produto novo? Caso seja o "produto C", o valor deverá ser correspondente ao valor dos insumos remetidos anteriormente?
- 5.124 - para fazer a cobrança, nesta nota colocaremos o "Produto C", com o valor cobrado ao autor? Ou colocaremos, ao invés do nome do produto, uma descrição do tipo "Valor mão de obra"?
Postada:Sexta-Feira, 23 de outubro de 2015 às 12:45:20
Bom dia Colegas, Adilson Castros e sua explicações sempre bem claras e entendedoras.
Meus amigos gostaria de saber como vou contabilizar essa operação triangular de industrialização de produtos?
No meu caso o meu cliente é a empresa B o adquirente... Recebi uma nota com o CFOP "6122- Venda de produção do estabelecimento remetida para industrialização, por conta e ordem do adquirente, sem transitar pelo estabelecimento do adquirente"
Ele Adquire mas o produto vai direto para a industrialização sem passar pela nossa empresa e depois retorna como produto ja industrializado!!!
Postada:Terça-Feira, 5 de julho de 2016 às 09:11:52
Preciso da ajuda de vcs. Estamos com a seguinte duvida, temos uma empresa (A) que enviou uma remessa para industrialização CFOP 5901 com ICMS diferido cf. artigo 402 RICMS-SP para a empresa (B) que efetuara a industrialização. O que esta ocorrendo que estou achando estranho, é que a empresa (B) ao receber esta remessa esta emitindo uma nota fiscal de ENTRADA CFOP 1901 com o ICMS destacado e esta se creditando deste ICMS, isto esta correto? pois esta operação tem o ICMS diferido (transferencia de obrigação de pagamento) não tendo do que se creditar. Entendemos que a empresa (B) ao receber a nota de remessa deveria efetuar a industrialização e retornala com o nota fiscal com o CFOP 5902 e 5124 destacando o imposto do icms se caso for utilizado seu proprio insumo.
Postada:Terça-Feira, 5 de julho de 2016 às 09:15:49
Bom dia, Vanessa Rosa Henrique
Você esta correta em seu entendimento, pois a operação de remessa para industrialização é "isenta" da operação, pois o ICMS devido será destacado na cobrança do serviço 5124/5125.
Postada:Terça-Feira, 5 de julho de 2016 às 10:01:48
Obrigada pelo retorno Everton Francisco, agora o dificil é a empresa (B) entender que a operação dele esta incorreta, pois eles dizem que para ele destacar o ICMS para uma operação futura primeiramente ele precisa se creditar, e além de tudo ele devolve este ICMS creditado na Nota Fiscal de retorno 5902, toda a operação que ele esta fazendo esta errada, e eu não consigo fazer com que eles entendam o correto, teria alguma sugestão?
Postada:Quarta-Feira, 6 de julho de 2016 às 14:28:13
Mensagem Editada por Everton Francisco Chalcoski Baptista em 06/07/2016 14:28:56
Primeiro, não tem como eles se creditarem do ICMS neste tipo de operação que o fato gerador é uma remessa que não gera crédito, é um material que eles apenas estão em poder para "industrializar" e depois devolver ao "dono", o correto é você continuar dando entrada nestes retornos sem o ICMS, apenas com o valor do produto, a empresa em questão que esta fazendo este procedimento que futuramente deve ter problemas com o Fisco de seu Estado.
O seu procedimento esta correto, emitir a nota de remessa sem destaque de ICMS conforme a legislação prevê, e lançar a nota de retorno do fornecedor 5902 sem creditar nada, creditar somente os impostos na nota de cobrança do serviço a de CFOP 5124/5125.
Postada:Quarta-Feira, 6 de julho de 2016 às 15:02:12
Mensagem Editada por Vanessa Rosa Henrique em 06/07/2016 16:18:11
Boa tarde Everton, acabei de voltar do posto fiscal, e ele disse que por ser sucata tem um tratamento diferenciado, que por ser sucata teria a quebra do diferimento, mas não soube me dizer se esta quebra acontece quando entra no estabelecimento do adquirente que é uma industria ou se a quebra ocorre na empresa que esta fazendo a modificação do produto. Não comentei aqui no forum que era sucata pq não sabia que teria diferença , vc tem algum entendimento sobre isso, pq ele me deixou ainda com muitas duvidas, ja que no artigo 392 diz que o lançamento do imposto nas sucessivas saidas de sucata de metal fica diferido para o momento de sua entrada em um estabelecimento industrial.
Postada:Quinta-Feira, 7 de julho de 2016 às 09:16:59
Bom dia Vanessa Rosa Henrique
Realmente, o posto fiscal esta correto na interpretação, fui verificar a legislação fiscal do Paraná e em seu artigo 334 do Capitulo VIII que trata das saídas de remessa para industrialização ou conserto no Paragrafo 1º letra a, diz que não se aplica a remessa de sucatas, esta deve ser tributada, deve ser o mesmo tratamento ai em seu Estado.
Somente em remessas de peças ou produtos específicos sem mencionar sucata, ai entra no regime de não incidência, então o procedimento da empresa ao qual você esta enviando a sucata nesse caso se torna correto para eles não terem problemas futuros quanto a cobrança de passivo fiscal.
Postada:Quinta-Feira, 7 de julho de 2016 às 11:20:16
Verdade, eu li novamente algumas materias sobre o assunto e ficou mais claro agora.
Mais uma vez obrigada Everton, minhas duvidas foram esclarecidas.
Postada:Sexta-Feira, 18 de novembro de 2016 às 08:37:36
Uma empresa irá enviar embalagens sendo, frascos, galões, bombonas e rótulos ao fabricante de adubos e fertilizantes onde os produtos serão previamente encomendados.(a matéria prima é toda do fabricante)
O fabricante receberá as embalagens e rótulos para acondicionar os produtos, saindo da fabrica direto para o contribuinte para revenda.
A remessa de embalagens e rótulos caracteriza industrialização por encomenda?
Em pesquisa a um site encontrei: RESPOSTA A À CONSULTA TRIBUTÁRIA 1255/2013, DE 01 DE MARÇO DE 2013 - onde diz que embalagens não se caracterizam industrialização, esse entendimento ainda é válido?
Qual a forma correta da emissão da nota fiscal e o CFOP na remessa dessas embalagens e rótulos?
Postada:Quinta-Feira, 24 de novembro de 2016 às 11:09:00
Se entendi corretamente o processo, acredito que você deva emitir uma nota com CFOP 5920/6920 - remessa de vasilhame e sacarias, e o fornecedor depois que devolver envasados fará uma nota de retorno deste vasilhame com CFOP 5921/6921 e claro emitir uma nota de venda dos produtos envasados para você.
Como a embalagem e os rótulos ja estão prontos não sofrendo nenhuma "tranformação" por isso não caracteriza industrialização acobertada pelo CFOP 5901/6901.
Acredito que sua operação cabe no CFOP que descrevi no começo.
Postada:Sexta-Feira, 25 de novembro de 2016 às 16:37:11
Obrigada Everton, ajudou muito.
Postada:Segunda-Feira, 28 de novembro de 2016 às 09:31:21
De nada Denise
Postada:Quarta-Feira, 21 de junho de 2017 às 09:12:40
Tenho um ativo imobilizado (caminhão) e vou agregar neste um munck (também ativo), pergunto:
1 - Como envio esse caminhão(operação) até a empresa (acredito que industrializador) que fará a montagem do munk no meu caminhão?
2 - O munck estou adquirindo de um fornecedor e este estará entregando direto no meu "industrializador" (sem transitar pelo meu estabelecimento). Eu como adquirente que tipo de nota tenho que fazer para o meu "industrializador (onde foi entregue fisicamente)?
3 - Depois de montado o munck no meu caminhão que tipo de nota "industrializador" fará para mim?
Achei a Resolução Sefaz 720/14, capitulo IX Artigo 41, porem fala de insumos e não de ativo....
Postada:Quinta-Feira, 22 de junho de 2017 às 10:48:18
1º se o caminhão for rodando acredito que você não necessite fazer nenhuma nota, agora se ele for transportado você deverá emitir uma nota de simples remessa para o destinatário 5949/6949 outras saidas e colocar nos dados adicionais que "segue para aplicação/instalação de...." ;
2º a empresa que vendeu o munk além da nota de venda para sua empresa deve emitir uma nota também de remessa para a empresa onde será "aplicado" o munk no caminhão;
3º a empresa que "instalar" o munk apenas emitira uma nota de simples remessa do caminhão para vc, e a nota da prestação de serviço do munk, e na sua entrada, você pode adicionar esta despesa de intalação no custo do produto a ser "ativado", normalmente eu agregaria o valor do munk junto ao caminhão como uma "melhoria".
Caroline Elizabeth da Silva Brauer
Postada:Sexta-Feira, 14 de julho de 2017 às 13:45:57
o CFOP 5125/5124 Podemos aproveitar o credito de ICMS?
Postada:Quinta-Feira, 21 de setembro de 2017 às 14:42:09
Mensagem Editada por Everton Francisco Chalcoski Baptista em 21/09/2017 14:42:35
Boa tarde, Caroline Elizabeth da Silva Brauer
Sim, pode sim, pois é um bem que esta na sua industrialiação, portando entende o fisco que você pode tomar esse crédito, tanto ICMS, IPI como de PIS e COFINS se for o seu caso.
Katia Ravaiano
Postada:Quinta-Feira, 19 de outubro de 2017 às 15:08:39
Postada:Quinta-Feira, 30 de novembro de 2017 às 15:39:14
Trabalho em uma facção de camisas( que fica no ceara), onde esta com a seguinte situação.
Empresa Adquirente(que fica em minas gerais) compra mercadoria do fornecedor (que fica em santa catarina) que emite duas notas : uma com CFOP 6122 para empresa adquirente e uma nota com CFOP 6924 para mim. Ai a gente industrializa e manda duas notas para e empresa adquirente: uma nota de retorno de mercadoria utilizada para industrialização com CFOP 6925 e outra do serviço de industrialização realizada CFOP 6125. No final a empresa adquirente vende as peças prontas para outras empresas com CFOP 6102.
A DUVIDA : A EMPRESA ADQUERINTE ME LIGOU HOJE E DISSE QUE EU NÃO TINHA QUE TIRAR DE RETORNO SO A DE SERVIÇO, POIS GEROU ESTOQUE PARA ELA E AGORA ELA QUER TIRAR UMA NOTA DE REMESSA POR ENCOMENDA PARA MIM. TA CERTO? NÃO VAI GERAR ESTOQUE? NÃOVOU TER QUE TIRAR UMA NOTA DE INDUSTRIALIZAÇÃO?