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Timestamp: 2020-02-17 07:36:36+00:00
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Matched Legal Cases: ['artigo 40', 'artigo 40', 'artigo 57', 'artigo 40', 'artigo 57', 'artigo 57']

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RIR/99 - Lucro Real - Depreciação de Bens do Ativo Imobilizado
Subseção II - Depreciação de Bens do Ativo Imobilizado (artigos 305 a 312) (Revisada em 08-02-2020)
Dedutibilidade (art. 305)
Empresa Instalada em Zona de Processamento de Exportação - ZPE (art. 306)
Bens Depreciáveis (art. 307 e art. 308)
Quota de Depreciação (art. 309)
Taxa Anual de Depreciação (art. 310)
Depreciação de Bens Usados (art. 311)
Depreciação Acelerada Contábil (art. 312)
Alterações promovidas pelo artigo 40 da Lei 12.973/2014
Perguntas e Respostas da RFB - Receita Federal do Brasil sobre LUCRO OPERACIONAL
Taxas de depreciação = IN RFB 1.700/2017
Parecer Normativo RFB 01/2011 - As diferenças no cálculo da depreciação de bens do ativo imobilizado decorrentes do disposto no § 3º do art. 183 da Lei 6.404/1976, com as alterações introduzidas pela Lei 11.638/2007 , e pela Lei 11.941/2009 , não terão efeitos para fins de apuração do lucro real e da base de cálculo da CSLL da pessoa jurídica sujeita ao RTT, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007.
Soluções de Consultas à RFB sobre Depreciações
LALUR - Livro de Apuração do Lucro Real (Tributável) (e-Lalur)
Capítulo XV - Escrituração Contábil e Demonstrações Contábeis
NBC´TG-04 - Ativo Intangível
PADRON - Plano de Contas Padronizado / SPED
Contas de Resultado Devedoras - Custos e Despesas
Esquemas de Contabilização: Depreciação, Amortização e Cotas de Exaustão
Art.305. Poderá ser computada, como custo ou encargo, em cada período de apuração, a importância correspondente à diminuição do valor dos bens do ativo resultante do desgaste pelo uso, ação da natureza e obsolescência normal (Lei 4.506, de 1964, art. 57).
§1º A depreciação será deduzida pelo contribuinte que suportar o encargo econômico do desgaste ou obsolescência, de acordo com as condições de propriedade, posse ou uso do bem (Lei 4.506, de 1964, art. 57, §7º).
§2º A quota de depreciação é dedutível a partir da época em que o bem é instalado, posto em serviço ou em condições de produzir (Lei 4.506, de 1964, art. 57, §8º).
§3º Em qualquer hipótese, o montante acumulado das quotas de depreciação não poderá ultrapassar o custo de aquisição do bem (Lei 4.506, de 1964, art. 57, §6º).
§4º O valor não depreciado dos bens sujeitos à depreciação, que se tornarem imprestáveis ou caírem em desuso, importará redução do ativo imobilizado (Lei 4.506, de 1964, art. 57, §11).
§5º Somente será permitida depreciação de bens móveis e imóveis intrinsecamente relacionados com a produção ou comercialização dos bens e serviços (Lei 9.249, de 1995, art. 13, inciso III).
Art.306. A empresa instalada em Zona de Processamento de Exportação - ZPE não poderá computar, como custo ou encargo, a depreciação de bens adquiridos no mercado externo (Decreto-Lei 2.452, de 29 de julho de 1988, art. 11, §1º, e Lei 8.396, de 2 de janeiro de 1992, art. 1º).
Art.307. Podem ser objeto de depreciação todos os bens sujeitos a desgaste pelo uso ou por causas naturais ou obsolescência normal, inclusive:
I - edifícios e construções, observando-se que (Lei 4.506, de 1964, art. 57, §9º):
a) - a quota de depreciação é dedutível a partir da época da conclusão e início da utilização;
b) - o valor das edificações deve estar destacado do valor do custo de aquisição do terreno, admitindo-se o destaque baseado em laudo pericial;
II - projetos florestais destinados à exploração dos respectivos frutos (Decreto-Lei 1.483, de 6 de outubro de 1976, art. 6º, parágrafo único).
Parágrafo único. Não será admitida quota de depreciação referente a (Lei 4.506, de 1964, art. 57, §§10 e 13):
Art.308. No cálculo da depreciação dos bens do ativo imobilizado das concessionárias de serviços portuários, serão também levados em conta os valores correspondentes a investimentos feitos no porto pelo poder concedente, diretamente ou por órgão descentralizado, ou a investimentos feitos por conta de custeio, visando à reposição, substituição ou conservação dos bens objeto dos projetos de obras aprovados pelo Departamento Nacional de Transportes Aquaviários (Decreto-Lei 973, de 20 de outubro de 1969, art. 1º, §§2ºe 3º, e Lei 6.222, de 10 de julho de 1975, art. 4º).
A Lei 6.222/1975 foi REVOGADA pela Lei 8.630/1993, que foi REVOGADA pela Lei 12.815/2013 que dispõe sobre a exploração direta e indireta pela União de portos e instalações portuárias e sobre as atividades desempenhadas pelos operadores portuários.
O Decreto 8.033/2013 - Regulamenta o disposto na Lei 12.815/2013, e as demais disposições legais que regulam a exploração de portos organizados e de instalações portuárias.
Parágrafo único. No caso de novos investimentos a serem feitos pelas concessionárias de serviços portuários e que resultarem em parcela de capital reconhecido, o Ministro de Estado da Fazenda poderá fixar, para determinados bens, o respectivo período de vida útil (Decreto-Lei 973, de 1969, art. 10).
Art.309. A quota de depreciação registrável na escrituração como custo ou despesa operacional será determinada mediante a aplicação da taxa anual de depreciação sobre o custo de aquisição dos bens depreciáveis (Lei 4.506, de 1964, art. 57, §1º).
De acordo com o disposto no artigo 40 da Lei 12.973/2014, o § 1º do artigo 57 da Lei 4.506/1964 passa a vigorar com a seguinte redação:
§1º A quota anual de depreciação será ajustada proporcionalmente no caso de período de apuração com prazo de duração inferior a doze meses, e de bem acrescido ao ativo, ou dele baixado, no curso do período de apuração.
§2º A depreciação poderá ser apropriada em quotas mensais, dispensado o ajuste da taxa para os bens postos em funcionamento ou baixados no curso do mês.
§3º A quota de depreciação, registrável em cada período de apuração, dos bens aplicados exclusivamente na exploração de minas, jazidas e florestas, cujo período de exploração total seja inferior ao tempo de vida útil desses bens, poderá ser determinada, opcionalmente, em função do prazo da concessão ou do contrato de exploração ou, ainda, do volume da produção de cada período de apuração e sua relação com a possança conhecida da mina ou dimensão da floresta explorada (Lei 4.506, de 1964, arts. 57, §14, e 59, §2º).
Art.310. A taxa anual de depreciação será fixada em função do prazo durante o qual se possa esperar utilização econômica do bem pelo contribuinte, na produção de seus rendimentos (Lei 4.506, de 1964, art. 57, §2º).
§1º A Secretaria da Receita Federal publicará periodicamente o prazo de vida útil admissível, em condições normais ou médias, para cada espécie de bem, ficando assegurado ao contribuinte o direito de computar a quota efetivamente adequada às condições de depreciação de seus bens, desde que faça a prova dessa adequação, quando adotar taxa diferente (Lei 4.506, de 1964, art. 57, §3º).
O artigo 40 da Lei 12.973/2014 acrescentou os seguintes parágrafos no artigo 57 da Lei 4.506/1964:
No referido § 6º do artigo 57 da Lei 4.506/1964 lê-se:
§ 6º Em qualquer hipótese, o montante acumulado, das cotas de depreciação não poderá ultrapassar o custo de aquisição do bem, atualizado monetariamente.
§2º No caso de dúvida, o contribuinte ou a autoridade lançadora do imposto poderá pedir perícia do Instituto Nacional de Tecnologia, ou de outra entidade oficial de pesquisa científica ou tecnológica, prevalecendo os prazos de vida útil recomendados por essas instituições, enquanto os mesmos não forem alterados por decisão administrativa superior ou por sentença judicial, baseadas, igualmente, em laudo técnico idôneo (Lei 4.506, de 1964, art. 57, §4º).
§3º Quando o registro do imobilizado for feito por conjunto de instalação ou equipamentos, sem especificação suficiente para permitir aplicar as diferentes taxas de depreciação de acordo com a natureza do bem, e o contribuinte não tiver elementos para justificar as taxas médias adotadas para o conjunto, será obrigado a utilizar as taxas aplicáveis aos bens de maior vida útil que integrem o conjunto (Lei 4.506, de 1964, art. 57, §12).
Art.312. Em relação aos bens móveis, poderão ser adotados, em função do número de horas diárias de operação, os seguintes coeficientes de depreciação acelerada (Lei 3.470, de 1958, art. 69):