Source: https://pt.scribd.com/document/216893713/2014-1-Edital-091-Varios-Campi-Tae
Timestamp: 2019-08-24 22:32:46+00:00
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2014 1 Edital 091 Varios Campi Tae | Internet | Contabilidade
Enviado por Rodrigo Moncks
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RN09379
Sistemas Internet Curriculo 2014
BG095-21MAI2012
40 - Autoriza a Criacao e o Funcionamento Do Curso de Tecnologia Em Design de Moda - Campus Caico_revisado (1)
Inform Ex 06
Dificuldades Na Aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral Na Educação Tecnológica. Proposta de Um Curso de Nivelamento
GE Profissões Cap3
Livro_engenharia e Profissao
edital_19072018
Anexoi0022018 Faetec Concurso Para Professor 218
caderno1_2018-01-06 17
CBO secretariado
RESOLUÇÃO Nº 313_ConfeaTecnologos
SERVIO PBLICO FEDERAL INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAO, CINCIA E TECNOLOGIA SUL-RIO-GRANDENSE
EDITAL N 091/2014
O Reitor do Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia Sul-rio-grandense, no uso de suas atribuies legais e nos termos Decreto Presidencial n 6.944 de 21 de agosto de 2009, considerando o Decreto N 7.311 de 22 de setembro de 2010, torna pblico que estaro abertas, no perodo e na forma abaixo mencionados, inscries para CONCURSO PBLICO DE PROVAS destinado a selecionar candidatos para provimento de cargos de Tcnico-administrativos, sob o regime institudo pela Lei n 8.112/90, para os Cmpus constantes na tabela 2.3. 1.DAS DISPOSIES PRELIMINARES 1.1. O Concurso Pblico ser regido por este edital e ser executado pelo Departamento de Seleo (DES) do Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia Sul-rio-grandense (IFSul). 1.2. O provimento das vagas dar-se- no regime de trabalho de 40 (quarenta) horas semanais, submetendo-se o servidor, em atendimento ao interesse do educandrio, ao horrio que lhe for estabelecido, em qualquer dos turnos de funcionamento. 1.3. O ingresso no cargo de provimento efetivo de Tcnico-administrativo, far-se- no Nvel de classificao determinado conforme tabela abaixo:
Administrador Analista de Tecnologia da Informao Assistente Social Contador Engenheiro Civil
NVEL DE CLASSIFICAO NO PCCTAE
Curso Superior em Administrao e Registro no Conselho competente Curso Superior, em nvel de graduao, na rea Curso Superior em Servio Social e Registro no Conselho competente Curso Superior em Cincias Contbeis e Registro no Conselho competente Curso Superior em Engenharia Civil e Registro no Conselho competente Curso Superior em Jornalismo ou Comunicao Social com Habilitao em Jornalismo e Registro no Conselho competente Curso Superior em Medicina Veterinria e Registro no Conselho Competente Curso Superior em Pedagogia Curso Superior em Pedagogia com Orientao Educacional
REMUNERAO INICIAL*
R$ 3.392,42 R$ 3.392,42 R$ 3.392,42 R$ 3.392,42 R$ 3.392,42
Mdico Veterinrio Pedagogo Pedagogo / Orientao Educacional
R$ 3.392,42 R$ 3.392,42 R$ 3.392,42
Pedagogo / Superviso Pedaggica Programador Visual Tcnico em Assuntos Educacionais Tecnlogo em Gesto Pblica Tecnlogo em Agroindstria
Tecnlogo em Redes de Computadores
Tecnlogo em Sistemas para Internet
Assistente em Administrao Tcnico em
Curso Superior em Pedagogia com Superviso Pedaggica Curso Superior em Comunicao Visual ou Comunicao Social com Habilitao em Publicidade ou Desenho Industrial com habilitao em Programao Visual Curso Superior em Pedagogia ou Licenciaturas Curso Superior de Tecnologia em Gesto Pblica e Registro no Conselho Competente Curso Superior de Tecnologia em Agroindstria Curso Superior de Tecnologia em: Redes de Computadores; Administrao de Redes de Computadores; Administrao de Redes para Internet; Administrao de Redes; Administrador de Redes de Informao; Desenvolvimento de Projetos de Rede de Computadores; Gerenciamento de Redes de Computadores; Gerenciamento de Redes; Gesto de Redes de Computadores e Internet; Gesto de Redes de Computadores; Gesto Estratgica em Redes de Computadores; Hardware e Redes de Computadores; Informtica, Modalidade: Teleinformtica; Internet e Rede de Computadores; Redes Convergentes; Redes e Ambientes Operacionais; Redes Industriais; Redes Operacionais: Internet / Intranet; Redes. Curso Superior de Tecnologia em: Ambiente Web; Anlise de Sistemas Web; Comrcio Eletrnico; Comunicao em Criao e Desenvolvimento de Web Site e Design; Criao e Desenvolvimento de Sistemas Web; Criao e Desenvolvimento de Websites; Criao e Gesto de Ambientes e Internet; Desenvolvimento de Aplicaes para Internet; Desenvolvimento de Aplicativos Web; Desenvolvimento de Multimdia; Desenvolvimento de Sistema para Web; Desenvolvimento de Sistemas para Internet; Desenvolvimento de Software para Internet; Desenvolvimento de Web Sites e Comrcio Eletrnico; Desenvolvimento de Website; Desenvolvimento para Internet: Desenvolvimento para Web; Desenvolvimento para Web e Comrcio Eletrnico; Desenvolvimento Web com Software Livre; Gesto de Ambientes Web; Informtica e Aplicaes Web; Internet; Internet Business; Internet e Comrcio Eletrnico; Internet e Redes de Computadores; Multimdia Computacional; Web Design; Web Design e e-Commerce; Web Design; Web Site; Web; Webdesign e Internet. Mdio Profissionalizante ou Mdio completo Mdio Profissionalizante ou Mdio
R$ 2.039,89 R$ 2.039,89
Tcnico em Edificaes Tcnico em Secretariado Tcnico de Tecnologia da Informao Tradutor e Intrprete de Linguagem de Sinais Assistente de Aluno Operador de Mquinas Agrcolas
completo + curso Tcnico e Registro no Conselho competente Mdio Profissionalizante ou Mdio completo + curso Tcnico e Registro no Conselho competente Mdio Profissionalizante ou Mdio completo + curso Tcnico Mdio Profissionalizante ou Mdio completo + curso tcnico em eletrnica com nfase em sistemas computacionais Mdio completo + proficincia em LIBRAS Mdio completo Fundamental Completo + curso profissionalizante+ Carteira Nacional de Habilitao no mnimo categoria C.
R$ 2.039,89 R$ 2.039,89 R$ 2.039,89 R$ 2.039,89 R$ 1.640,34 R$ 1.640,34
*Acrescido de Auxlio Alimentao e Auxlio Transporte (quando necessrio) 2.DAS VAGAS 2.1. As vagas de que trata este Edital sero distribudas conforme item 2.3. 2.2. O candidato concorrer exclusivamente a vagas oferecidas para a cidade na qual realizar a prova, sendo que no haver o aproveitamento de candidatos aprovados em outras cidades onde o Instituto esteja presente. 2.3. TABELA DE VAGAS: CIDADE DE BAG TITULAO EXIGIDA Curso superior em Engenharia Civil e Registro no Conselho competente Curso Superior em Medicina Veterinria e Registro no Conselho Competente
Fundamental Completo + curso profissionalizante+ Carteira Nacional de Habilitao no mnimo categoria C
REA 01 02 03 04 05
CARGO Engenheiro Civil Mdico Veterinrio Operador de Mquinas Agrcolas Pedagogo / Orientao Educacional Tecnlogo em Agroindstria
VAGAS 01 01 01 01 01
Curso superior em Pedagogia com Orientao Educacional Curso Superior de Tecnologia em Agroindstria
REA 06 07
CIDADE DE CAMAQU TITULAO EXIGIDA Curso Superior em Administrao e Registro no Administrador Conselho competente Mdio Profissionalizante ou Mdio completo Assistente em Administrao CARGO
Curso Superior de Tecnologia em: Redes de Computadores; Administrao de Redes de Computadores; Administrao de Redes para Internet; Administrao de Redes; Administrador de Redes de Informao; Desenvolvimento de Projetos de Rede de Computadores; Gerenciamento de Redes de Computadores; Gerenciamento de Redes; Gesto de Redes de Computadores e Internet; Gesto de Redes de Computadores; Gesto Estratgica em Redes de Computadores; Hardware e Redes de Computadores; Informtica, Modalidade: Teleinformtica; Internet e Rede de Computadores; Redes Convergentes; Redes e Ambientes Operacionais; Redes Industriais; Redes Operacionais: Internet / Intranet; Redes.
VAGAS 01 01
REA 09 10
CIDADE DE CHARQUEADAS TITULAO EXIGIDA Curso superior em Engenharia Civil e Registro no Engenheiro Civil Conselho competente Curso Superior de Tecnologia em Gesto Pblica e Tecnlogo em Gesto Pblica Registro no Conselho Competente CARGO
REA 11 12 13 14 15 16 17 18 19
CARGO Analista de Tecnologia da Informao Assistente de Aluno Assistente em Administrao Pedagogo / Superviso Pedaggica Tcnico em Assuntos Educacionais Tcnico em Contabilidade Tcnico em Secretariado Tcnico de Tecnologia da Informao Tecnlogo em Gesto Pblica
CIDADE DE GRAVATA TITULAO EXIGIDA Curso Superior, em nvel de graduao, na rea Mdio Completo Mdio Profissionalizante ou Mdio completo Curso superior em Pedagogia com Superviso Pedaggica Curso Superior em Pedagogia ou Licenciaturas Mdio Profissionalizante ou Mdio completo + curso Tcnico e Registro no Conselho competente Mdio Profissionalizante ou Mdio completo + curso Tcnico Mdio Profissionalizante ou Mdio completo + curso tcnico em eletrnica com nfase em sistemas computacionais Curso Superior de Tecnologia em Gesto Pblica e Registro no Conselho Competente
VAGAS 01 01 02 01 01 01 01 01 01
REA 20 21 22 23
CARGO Tcnico em Assuntos Educacionais Tcnico em Edificaes Tcnico de Tecnologia da Informao Tecnlogo em Gesto Pblica
CIDADE DE JAGUARO TITULAO EXIGIDA Curso Superior em Pedagogia ou Licenciaturas Mdio Profissionalizante ou Mdio completo + curso Tcnico e Registro no Conselho competente Mdio Profissionalizante ou Mdio completo + curso tcnico em eletrnica com nfase em sistemas computacionais Curso Superior de Tecnologia em Gesto Pblica e Registro no Conselho Competente CIDADE DE LAJEADO TITULAO EXIGIDA Curso Superior em Administrao e Registro no Conselho competente Curso Superior, em nvel de graduao, na rea Mdio Completo Mdio Profissionalizante ou Mdio completo Curso superior em Pedagogia com Superviso Pedaggica Curso superior em Pedagogia com Orientao Educacional Curso Superior em Pedagogia ou Licenciaturas
VAGAS 01 01 01 01
REA 24 25 26 27 28 29 30
CARGO Administrador Analista de Tecnologia da Informao Assistente de Aluno Assistente em Administrao Pedagogo / Superviso Pedaggica Pedagogo / Orientao Educacional Tcnico em Assuntos Educacionais
VAGAS 01 01 01 01 01 01 01
Tcnico em Contabilidade Tcnico em Secretariado Tcnico de Tecnologia da Informao
Mdio Profissionalizante ou Mdio completo + curso Tcnico e Registro no Conselho competente Mdio Profissionalizante ou Mdio completo + curso Tcnico Mdio Profissionalizante ou Mdio completo + curso tcnico em eletrnica com nfase em sistemas computacionais CIDADE DE PASSO FUNDO TITULAO EXIGIDA Curso superior em Engenharia Civil e Registro no Conselho competente
Curso Superior de Tecnologia em: Ambiente Web; Anlise de Sistemas Web; Comrcio Eletrnico; Comunicao em Criao e Desenvolvimento de Web Site e Design; Criao e Desenvolvimento de Sistemas Web; Criao e Desenvolvimento de Websites; Criao e Gesto de Ambientes e Internet; Desenvolvimento de Aplicaes para Internet; Desenvolvimento de Aplicativos Web; Desenvolvimento de Multimdia; Desenvolvimento de Sistema para Web; Desenvolvimento de Sistemas para Internet; Desenvolvimento de Software para Internet; Desenvolvimento de Web Sites e Comrcio Eletrnico; Desenvolvimento de Website; Desenvolvimento para Internet: Desenvolvimento para Web; Desenvolvimento para Web e Comrcio Eletrnico; Desenvolvimento Web com Software Livre; Gesto de Ambientes Web; Informtica e Aplicaes Web; Internet; Internet Business; Internet e Comrcio Eletrnico; Internet e Redes de Computadores; Multimdia Computacional; Web Design; Web Design e e-Commerce; Web Design; Web Site; Web; Webdesign e Internet.
CARGO Engenheiro Civil
REA 36 37 38
CARGO Jornalista Pedagogo Programador Visual Tcnico em Assuntos Educacionais Tradutor e Intrprete de Linguagem de Sinais
CIDADE DE PELOTAS TITULAO EXIGIDA Curso Superior em Jornalismo ou Comunicao Social com Habilitao em Jornalismo e Registro no Conselho competente Curso superior em Pedagogia Curso Superior em Comunicao Visual ou Comunicao Social com Habilitao em Publicidade ou Desenho Industrial com habilitao em Programao Visual Curso Superior em Pedagogia ou Licenciaturas Mdio completo + proficincia em LIBRAS
VAGAS 01 01 01
REA 41 42 43 44
CIDADE DE SANTANA DO LIVRAMENTO CARGO TITULAO EXIGIDA Analista de Tecnologia da Curso Superior, em nvel de graduao, na rea Informao Curso Superior em Cincias Contbeis e Registro no Contador Conselho competente Pedagogo / Orientao Curso superior em Pedagogia com Orientao Educacional Educacional Tecnlogo em Gesto Pblica Curso Superior de Tecnologia em Gesto Pblica e
Registro no Conselho Competente CIDADE DE SAPIRANGA TITULAO EXIGIDA Curso Superior em Administrao e Registro no Conselho competente Curso Superior, em nvel de graduao, na rea Mdio Completo Mdio Profissionalizante ou Mdio completo Curso superior em Servio Social e Registro no Conselho competente Curso superior em Engenharia Civil e Registro no Conselho competente Curso superior em Pedagogia com Superviso Pedaggica Curso superior em Pedagogia com Orientao Educacional Curso Superior em Pedagogia ou Licenciaturas Mdio Profissionalizante ou Mdio completo + curso Tcnico e Registro no Conselho competente Mdio Profissionalizante ou Mdio completo + curso Tcnico Mdio Profissionalizante ou Mdio completo + curso tcnico em eletrnica com nfase em sistemas computacionais
REA 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56
CARGO Administrador Analista de Tecnologia da Informao Assistente de Aluno Assistente em Administrao Assistente Social Engenheiro Civil Pedagogo / Superviso Pedaggica Pedagogo / Orientao Educacional Tcnico em Assuntos Educacionais Tcnico em Contabilidade Tcnico em Secretariado Tcnico de Tecnologia da Informao
VAGAS 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01
REA 57
CIDADE DE VENNCIO AIRES TITULAO EXIGIDA Curso Superior de Tecnologia em Gesto Pblica e Tecnlogo em Gesto Pblica Registro no Conselho Competente CARGO
3.DAS VAGAS DESTINADAS A CANDIDATOS PORTADORES DE DEFICINCIA 3.1. Em ateno ao Princpio da Razoabilidade e considerando as disposies da Lei n. 8.112/90 e do Decreto n. 3.298/99, a reserva de vagas a portadores de deficincia ser de 20% (vinte por cento) do total de vagas oferecidas para cada cargo, ou seja, a cada 5 (cinco) vagas, a quinta vaga fica reservada aos portadores de deficincia. Para tanto, ao final do processo, sero compostas duas listagens classificatrias dos aprovados: uma geral, com a ordem rigorosa de classificao de todos os candidatos, e outra especial, com a ordem rigorosa de classificao, apenas, dos candidatos portadores de deficincia. 3.2. Nos casos em que houver oferecimento inicial de menos de cinco vagas para determinado cargo ou cidade, esta ser preenchida pelo candidato melhor classificado na listagem geral. Assim, caso venham a surgir mais vagas para o mesmo cargo, durante o perodo de validade do Concurso Pblico, a quinta vaga ser preenchida, obrigatoriamente, pelo primeiro classificado da listagem especial (exclusiva de portadores de deficincia), independentemente de quem preencheu a primeira vaga. A incluso do nome em listagens de classificao, geral ou especial, no implica em direito nomeao, para qualquer candidato. A distribuio das vagas dar-se- da seguinte forma:
1 vaga Listagem geral 2 vaga Listagem geral 3 vaga Listagem geral Primeiro conjunto de 5 vagas 4 vaga Listagem geral 5 vaga Listagem portador de deficincia 6 vaga Listagem geral 7 vaga Listagem geral 8 vaga Listagem geral Segundo conjunto de 5 vagas 9 vaga Listagem geral 10 vaga Listagem portador de deficincia 3.3. Caso o primeiro classificado geral seja portador de deficincia, a quinta vaga ser ocupada pelo segundo classificado deficiente e a dcima vaga pelo terceiro classificado deficiente. 3.4. Considera-se pessoa portadora de deficincia aquela que se enquadra nas categorias discriminadas no artigo 4 do Decreto n. 3.298/99. 3.5. O candidato que no declarar sua condio de deficiente no ato da inscrio perder o direito de concorrer (s) vaga(s) reservada(s) aos portadores de deficincia, bem como ao tratamento diferenciado no dia do concurso. 3.6. A pessoa portadora de deficincia, resguardadas as condies especiais previstas no Decreto n. 3.298/99 participar do Concurso em igualdade de condies com os demais candidatos no que concerne ao contedo das provas, avaliao e aos critrios de aprovao, ao horrio e ao local de aplicao das provas, e nota mnima exigida para todos os demais candidatos. 3.7. O candidato que se declarar portador de deficincia, se classificado no concurso, figurar em lista especfica (listagem especial) e tambm na listagem de classificao geral dos candidatos ao cargo/rea de conhecimento/disciplina de sua opo. 3.8. Caso convocado, o candidato dever submeter-se a percia mdica promovida por Junta Mdica do Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia Sul-rio-grandense, que ter deciso terminativa sobre a sua qualificao como portador de deficincia, ou no, e seu respectivo grau, com a finalidade de verificar se a deficincia da qual portador realmente o habilita a concorrer s vagas reservadas para candidatos em tais condies. 3.8.1. O no comparecimento convocao supramencionada acarretar a perda do direito s vagas reservadas aos candidatos em tais condies. 3.8.2. O candidato dever comparecer Junta Mdica do Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia Sul-rio-grandense munido de laudo mdico que ateste o tipo de deficincia em que se enquadra, com expressa referncia ao cdigo correspondente da Classificao Internacional de Doenas (CID). A no observncia do disposto nos subitens anteriores acarretar a perda do direito s vagas reservadas aos candidatos em tais condies. 3.9. A vaga definida no subitem 3.2 que no for provida por falta de candidatos portadores de deficincia, por reprovao no concurso ou na percia mdica, ser preenchida pelos demais candidatos, observada a ordem geral de classificao por cargo. 4.DOS REQUISITOS BSICOS PARA INVESTIDURA NO CARGO PBLICO 4.1. Para investidura em cargo pblico, o candidato habilitado em Concurso Pblico dever atender, na data da posse, aos seguintes requisitos: a) Ser brasileiro nato ou naturalizado; b) No caso de nacionalidade portuguesa, o candidato dever estar amparado pelo estatuto de igualdade entre brasileiros e portugueses, na forma do disposto no art. 13 do Decreto n 70.436 de 18 de abril de 1972; c) Estar em pleno gozo dos direitos polticos; d) Comprovar estar em dia com as obrigaes eleitorais, para os candidatos de ambos os sexos, e com as obrigaes militares, para os candidatos do sexo masculino; e) Ter idade mnima de 18 (dezoito) anos; f) Possuir a escolaridade exigida para o exerccio do cargo; g) Estar apto fsica e mentalmente (atestado fornecido pela junta mdica do prprio Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia Sul-rio-grandense, que se resguarda o
direito de solicitar exames mdicos, clnicos e/ou laboratoriais, se consider-los necessrios para avaliar a aptido antes mencionada). 4.2. Anular-se-o, sumariamente, a inscrio e todos os atos dela decorrentes, se o candidato no comprovar que, AT A DATA DA POSSE, satisfaz a todos os requisitos fixados, no se considerando qualquer situao adquirida aps aquela data. 5.DAS INSCRIES 5.1. Perodo: das 08h do dia 06/04/2014 s 23h59min do dia 29/04/2014. 5.2. Forma: Exclusivamente pela Internet, no endereo eletrnico www.ifsul.edu.br/concursos 5.3. Mais informaes: Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia Sul-rio-grandense / Departamento de Seleo Rua Dom Pedro II, n 855, Centro, Pelotas/RS. 5.4. Aos candidatos que no disponham de acesso Internet, sero disponibilizados computadores para a inscrio no Concurso Pblico. 5.5. Objetivando evitar nus desnecessrio, o candidato dever orientar-se no sentido de efetuar o recolhimento do valor da inscrio somente aps tomar conhecimento de todos os requisitos e condies exigidos neste Edital e nos respectivos Anexos. 5.6. Para consolidar sua inscrio, o candidato dever: a) Preencher o FORMULRIO DE INSCRIO existente no endereo eletrnico acima mencionado; b) Imprimir a respectiva guia para pagamento da taxa de inscrio; c) Fazer o recolhimento da taxa de inscrio no valor de: Nvel Fundamental e Mdio R$ 35,00, Nvel Superior R$50,00 at dia 30/04/2014, somente nas agncias lotricas credenciadas pela Caixa Econmica Federal, at o horrio de fechamento dessas agncias. 5.6.1. A TAXA, UMA VEZ PAGA, NO SER RESTITUDA. 5.7. A inscrio s ser confirmada aps a informao, pelo banco, do pagamento da taxa de inscrio. 5.7.1.Aps 03 (trs) dias teis, a contar do pagamento da taxa, o candidato dever acessar novamente o endereo eletrnico mencionado no subitem 5.2 para verificar se sua inscrio foi efetuada com sucesso. 5.7.2.O candidato que no tiver sua inscrio confirmada at o dia 05/05/2014 dever entrar em contato com o Departamento de Seleo, por intermdio do telefone (53) 33092771. 5.8. No haver iseno total ou parcial do valor da taxa de inscrio, salvo o disposto no Anexo 3 deste Edital. 5.9. O Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia Sul-rio-grandense no se responsabiliza por inscries no recebidas por motivo de ordem tcnica dos computadores, falhas de comunicao, congestionamento de linhas de comunicao, bem como outros fatores de ordem tcnica que impossibilitem a transferncia de dados. 5.10. Aos candidatos, ser disponibilizado o Edital com seus respectivos Anexos, no j mencionado endereo eletrnico do Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia Sul-rio-grandense. Os candidatos no podero alegar desconhecimento acerca do teor dos Editais e dos seus respectivos anexos. 5.11. O preenchimento do formulrio eletrnico de inscrio e as informaes prestadas sero de inteira responsabilidade do candidato. Aps a confirmao da inscrio, caracterizar-se-o, como aceitas, as normas e procedimentos publicados na internet, por meio de editais/anexos ou notas pblicas, no cabendo alegar desconhecimento dessas informaes.
6.DA ESTRUTURAO DO CONCURSO PBLICO 6.1. Da Prova Escrita 6.1.1. A prova para o Concurso pblico ao cargo tcnico-administrativo de que trata o presente Edital consistir de uma Prova Escrita, composta de 40 questes objetivas de mltipla escolha com 04 (quatro) alternativas, tendo cada questo somente 01 (uma) alternativa correta, conforme subitem 6.1.3. 6.1.2. A Prova Escrita, de carter obrigatrio, eliminatrio e classificatrio, versar sobre assuntos do programa constante no Anexo 2. 6.1.3. A constituio da prova dar-se- da seguinte forma: Cargos de Nvel E. Conhecimentos Especficos 27 Lngua Portuguesa 8 Legislao 5 Total 40
Cargos de Nvel D. CARGO
Tcnico em Contabilidade Tcnico em Edificaes Tcnico de Tecnologia da Informao Tradutor e Intrprete de Linguagem de Sinais Tcnico em Secretariado Assistente em Administrao
Conhecimentos Especficos 27 27 27 27
Lngua Portuguesa 8 8 8 8 22 16
Legislao 5 5 5 5 10 16
Informtica 8 8
Total 40 40 40 40 40 40
Cargos de Nvel C. CARGO
Operador de Mquinas Agrcolas Assistente de Aluno
Conhecimentos Especficos 25 12
Lngua Portuguesa 15 16
Legislao 12
6.1.4. Prova Escrita valer 100 (cem) pontos, valendo 2,5 (dois pontos e cinco dcimos) cada questo. Ser considerado aprovado na Prova Escrita aquele candidato que obtiver, no mnimo, 60% (sessenta por cento) de aproveitamento (24 acertos) no total de pontos da prova. O candidato que zerar alguma das disciplinas constantes no subitem 6.1.3 ser automaticamente eliminado do concurso. 6.1.5. As provas escritas sero aplicadas no dia 25/05/2014. 6.1.6. A prova ter a durao improrrogvel de 04 (quatro) horas, com incio s 9h. Os portes fecharo s 8h50min. 6.1.7. O candidato realizar a prova na cidade para a qual se inscreveu, nos locais divulgados a partir do dia 20/05/2014, no endereo eletrnico www.ifsul.edu.br/concursos . 6.1.8. O candidato dever comparecer ao local da prova com 30 (trinta) minutos de antecedncia, munido de lpis, borracha e caneta esferogrfica transparente de cor azul ou preta de ponta grossa, documento oficial de identidade com foto e boleto de pagamento com autenticao mecnica ou comprovante de pagamento. O referido candidato dever encaminhar-se respectiva sala onde ser realizada a prova, no lhe sendo concedido ingresso aps o horrio estabelecido.
6.1.9. Sero considerados documentos de identidade: carteiras expedidas pelos Comandos Militares, pelas Secretarias de Segurana Pblica, pelos Institutos de Identificao e pelos Corpos de Bombeiros Militares; carteiras expedidas pelos rgos fiscalizadores de exerccio profissional (ordens e conselhos); passaporte brasileiro; certificado de reservista; carteiras funcionais expedidas por rgo pblico que, por lei federal, valham como identidade; carteira de trabalho; carteira nacional de habilitao (somente o modelo com foto, obedecido o perodo de validade). 6.1.10. No sero aceitos documentos de identidade em que conste o termo "NO ALFABETIZADO", bem como documentos em condies precrias de conservao. 6.1.11. O candidato s poder se retirar do recinto da prova aps decorrida 01 (uma) hora do incio da mesma. 6.1.12. O candidato apenas poder levar seu caderno de prova aps transcorridas 3 horas de prova. 6.1.13. Durante a prova, no ser permitido o uso de livros, revistas, folhetos, anotaes, calculadoras ou de qualquer outro meio, salvo quando a permisso para seu uso estiver explicitada no Anexo 2 deste Edital. 6.1.13.1. Devero estar desligados e com a bateria retirada, os equipamentos eletrnicos ou de comunicao (bip, telefone celular, relgio de qualquer espcie, walkman, agenda eletrnica, mquina calculadora, notebook, palmtop, smartphone, receptor, gravador ou outros equipamentos similares), sob pena de excluso do concurso. 6.1.14. A candidata que tiver necessidade de amamentar durante a realizao da prova dever levar um acompanhante, o qual ficar em sala reservada e ser responsvel pela guarda da criana. 6.1.14.1. No haver compensao do tempo de amamentao no tempo de durao da prova. 6.1.14.2. A candidata que no levar acompanhante no realizar a prova. 6.1.15. O Carto de Resposta nico e insubstituvel, constando nele a identificao do candidato. 6.1.15.1. Para efetuar a marcao das respostas no Carto de Resposta, o candidato dever preencher os alvolos por completo, com caneta esferogrfica azul ou preta de ponta grossa. 6.1.15.2. Ser ANULADA, no gerando pontuao para o candidato, a questo da prova que contenha mais de uma resposta assinalada, emenda e/ou rasura, bem como aquela que no for transcrita do Caderno de Prova para o Carto de Resposta. 6.1.16. O gabarito da Prova Escrita ser divulgado at 24h aps o trmino da prova, no endereo eletrnico www.ifsul.edu.br/concursos. 6.1.16.1. Recursos quanto ao gabarito da Prova Escrita podem ser interpostos at as 18h do segundo dia til subsequente divulgao do mesmo. 6.1.16.2. No ser concedida reviso e/ou vista de prova e/ou de Cartes de Resposta dos candidatos. 6.2. Da Prova Prtica 6.2.1.Operador de Mquinas Agrcolas e Tradutor Intrprete de Linguagem De Sinais 6.2.1.1. A Prova prtica, de carter obrigatrio, eliminatrio e classificatrio, tem por objetivo avaliar o desempenho do candidato quanto operacionalizao e manuseio de mquinas e implementos agrcolas, dentro das normas tcnicas e legais quanto ao cargo Operador de Mquinas Agrcolas e de traduzir e interpretar
a Linguagem de Sinais quanto ao cargo de Tradutor Intrprete de Linguagem de Sinais. 6.2.1.2. Somente prestaro a PROVA PRTICA os candidatos que obtiverem, no mnimo, 60% (sessenta por cento) de aproveitamento na Prova Escrita, e estiverem classificados conforme tabela abaixo: CARGO QTDE. DE VAGAS PREVISTAS NO EDITAL NMERO MXIMO DE CANDIDATOS CLASSIFICADOS PARA PROVA PRTICA
Operador de Mquinas 1 10 Agrcolas Tradutor Intrprete de 2 15 Linguagem de Sinais 6.2.1.2.1. Havendo candidatos empatados na 10 ou 15 colocao, respectivamente, efetuar a PROVA PRTICA o candidato que atender aos critrios do item 8.3 deste edital; 6.2.1.3. As informaes relativas s provas prticas e seus respectivos contedos sero divulgados aps os prazos previstos para os recursos da prova escrita. 6.2.1.4. Para realizar a Prova Prtica, os candidatos classificados dos dois cargos, devero comparecer no local das provas com 30 (trinta) minutos de antecedncia munidos de documento oficial de identidade com foto. Para o cargo de Operador de Mquinas Agrcolas, ser exigida a Carteira Nacional de Habilitao, sendo a categoria mnima C, a qual dever ter sido obtida ou renovada at a data da realizao da Prova Prtica. 6.2.1.5. Os candidatos da prova prtica sero chamados por ordem alfabtica, devendo assinar a lista de presena. Caso o candidato no se apresente na hora da chamada, ser considerado eliminado do certame. 6.2.1.6. A prova prtica ser constituda de tarefas a serem realizadas individualmente pelo candidato, previamente elaboradas pela Banca Examinadora, com tempo mximo de 30 (trinta) minutos para execuo da prova. 6.2.1.7. Ser eliminado do Concurso Pblico o candidato que NO obtiver, no mnimo, 60,00 (sessenta) pontos na prova prtica. 6.3. Necessidade de atendimento diferenciado 6.3.1.O candidato que necessitar de condies especiais para a realizao de uma das fases do Concurso dever enviar laudo mdico atualizado atestando o tipo de necessidade especial, com expressa referncia ao cdigo correspondente da Classificao Internacional de Doena CID, atravs dos Correios, via Sedex, ao endereo que segue, at a data limite de 05/05/2014. Ao Chefe do Departamento de Seleo Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia Sul-rio-grandense Rua Dom Pedro II, 855 Centro Pelotas-RS CEP 96.010-300. 6.3.2.O atendimento diferenciado, acima mencionado, ser concedido obedecendo aos critrios de viabilidade e de razoabilidade e ser dado a conhecer ao candidato quando da informao, via Internet, do local onde este prestar as provas. 6.3.3.O Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia Sul-rio-grandense no se responsabiliza por documentos no recebidos. 7.DOS RECURSOS
7.1. Facultar-se- ao candidato o prazo de 02 (dois) dias teis, a contar da divulgao do gabarito da prova escrita, para apresentar recurso, que dever ser protocolado, at s 18h, no Cmpus em que o candidato realizou a prova ou no DES. 7.2. No ser aceito recurso via SEDEX, fac-smile (fax) ou correio eletrnico. 7.3. Os recursos sero analisados por Comisso especificamente designada para esse fim pelo Reitor do Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia Sul-rio-grandense. 7.4. O Concurso somente ter continuidade aps julgados os recursos e publicados seus resultados. 7.5. A pontuao relativa (s) questo(es) eventualmente anulada(s) por ato administrativo ser atribuda a todos os candidatos presentes prova escrita, independentemente de formulao de recurso. 8.DA CLASSIFICAO 8.1. Somente sero classificados, colocados em ordem decrescente, os candidatos que alcanarem, no mnimo, 60% (sessenta por cento) de rendimento na Prova Escrita, conforme subitem 6.1.4 deste Edital. 8.2. Os candidatos que prestarem Prova Escrita e prova prtica para o cargo de Operador de Mquinas Agrcolas e Tradutor Intrprete de Linguagem de Sinais sero classificados em ordem decrescente, de acordo com a mdia aritmtica, obtida entre a nota da Prova Escrita (NPE) e nota da prova prtica (NPP), conforme demonstrado na frmula: (NPE) + (NPP) = Mdia Final 2 8.3. Em caso de igualdade na pontuao final, dar-se- preferncia, para efeito de classificao final, sucessivamente, ao candidato que: a) obtiver maior nmero de acertos em Conhecimentos Especficos; b) obtiver maior nmero de acertos em Lngua Portuguesa; c) for mais idoso. 8.4. Os resultados sero divulgados na pgina do Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia Sul-rio-grandense na Internet, no endereo www.ifsul.edu.br/concursos. 8.4.1.No sero divulgados resultados por telefone, via fac-smile (fax) ou correio eletrnico. 9.DA HOMOLOGAO 9.1. Os candidatos classificados sero homologados conforme o Decreto 6.944 de 21 de agosto de 2009, da Presidncia da Repblica.
10. DO PRAZO DE VALIDADE DO CONCURSO 10.1. O Concurso pblico ser vlido por 02 (dois) anos, a contar da data de homologao no Dirio Oficial da Unio, podendo ser prorrogado, uma nica vez, por igual perodo. 11. DAS DISPOSIES FINAIS 11.1. Ser excludo do Concurso o candidato que: a) Declarar, no Formulrio de Inscrio ou em qualquer documento, informao falsa ou inexata; b) Agir com incorreo ou descortesia para com qualquer dos examinadores, executores, seus auxiliares ou autoridades presentes, durante a realizao das provas;
c) For surpreendido, durante a realizao das provas, em comunicao, de qualquer forma, com outro candidato, ou utilizando-se de materiais no permitidos, nos termos do subitem 6.1.13; d) Estiver fazendo uso de qualquer tipo de aparelho eletrnico ou de comunicao (bip, telefone celular, relgios digitais, walkman, agenda eletrnica, notebook, palmtop, receptor, gravador ou outros equipamentos similares), bem como protetores auriculares, durante a realizao da Prova Escrita; 11.2. O candidato deve manter atualizado seu endereo junto ao Departamento de Seleo do Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia Sul-rio-grandense. Para possvel alterao de endereo constante no Formulrio de Inscrio, o candidato dever dirigir-se ao Chefe do Departamento de Seleo, atravs de requerimento que dever ser entregue no prprio Departamento (endereo adiante mencionado) ou ser enviado pelo correio, ao seguinte endereo: Rua Dom Pedro II, n. 855, Centro, Pelotas / RS CEP: 96010-300. 11.3. Observadas as necessidades operacionais do Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia Sul-rio-grandense, o candidato habilitado e classificado, nas formas definidas neste Edital e nos Anexos, ser convocado para nomeao, por escrito, sendo o expediente encaminhado unicamente para o endereo constante no Formulrio de Inscrio. O convocado ficar obrigado a declarar aceitao ou desistncia do cargo para o qual foi concursado, podendo desistir definitivamente ou temporariamente do mesmo. 11.3.1. No caso de desistncia temporria, o candidato renuncia sua atual classificao e passa a posicionar-se em ltimo lugar na lista de aprovados, aguardando nova convocao, que poder ou no se efetivar no perodo de validade deste Concurso Pblico. 11.4. O no pronunciamento do candidato, dentro do prazo determinado na convocao para nomeao de que trata o item 11.3, permitir Administrao exclu-lo do processo e convocar o candidato seguinte. 11.5. No ser fornecido ao candidato qualquer documento comprobatrio de classificao, valendo, para esse fim, a homologao publicada no Dirio Oficial da Unio. 11.6. A inscrio no Concurso Pblico implicar, desde logo, conhecimento e tcita aceitao, pelo candidato, das condies estabelecidas no inteiro teor deste Edital e seus Anexos, expedientes dos quais no poder alegar desconhecimento. 11.7. inteira responsabilidade do candidato, acompanhar toda e qualquer publicao referente ao Concurso, feita exclusivamente no endereo eletrnico www.ifsul.edu.br/concursos. 11.8. A aprovao no Concurso no assegura ao candidato direito nomeao, mas apenas expectativa de ser nomeado, segundo rigorosa ordem classificatria, ficando a concretizao deste ato condicionada observncia das disposies legais pertinentes e, sobretudo, ao interesse e/ou convenincia da Administrao. 11.9. A remoo solicitada pelo servidor, durante o perodo de aquisio da estabilidade no servio pblico (3 anos), no ser acatada pela instituio, a no ser que se enquadre nos casos previstos em lei. 11.10. Os casos omissos sero resolvidos pelo Chefe do Departamento de Seleo, ouvido, se necessrio, o Reitor do Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia Sul-riograndense.
Pelotas, 03 de abril de 2014.
MARCELO BENDER MACHADO REITOR
ANEXO 1 DESCRIO SUMRIA DO CARGO CONSTANTE NESTE EDITAL
DENOMINAO DO CARGO: ADMINISTRADOR NVEL DE CLASSIFICAO: E DESCRIO DO CARGO: Planejar, organizar, controlar e assessorar as organizaes nas reas de recursos humanos, patrimnio, materiais, informaes, financeira, tecnolgica, entre outras; implementar programas e projetos; elaborar planejamento organizacional; promover estudos de racionalizao e controlar o desempenho organizacional; prestar consultoria administrativa. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extenso. DENOMINAO DO CARGO: ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAO NVEL DE CLASSIFICAO: E DESCRIO DO CARGO: Desenvolver e implantar sistemas informatizados, dimensionando requisitos e funcionalidades do sistema, especificando sua arquitetura, escolhendo ferramentas de desenvolvimento, especificando programas, codificando aplicativos; administrar ambientes informatizados; prestar treinamento e suporte tcnico ao usurio; elaborar documentao tcnica; estabelecer padres; coordenar projetos e oferecer solues para ambientes informatizados; pesquisar tecnologias em informtica. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extenso. DENOMINAO DO CARGO: ASSISTENTE SOCIAL NVEL DE CLASSIFICAO: E DESCRIO DO CARGO: Prestar servios sociais orientando indivduos, famlias, comunidade e instituies sobre direitos e deveres (normas, cdigos e legislao), servios e recursos sociais e programas de educao; planejar, coordenar e avaliar planos, programas e projetos sociais em diferentes reas de atuao profissional (seguridade, educao, trabalho, jurdica, habitao e outras); desempenhar tarefas administrativas e articular recursos financeiros disponveis. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extenso. DENOMINAO DO CARGO: CONTADOR NVEL DE CLASSIFICAO: E DESCRIO DO CARGO: Executar a escriturao atravs dos lanamentos dos atos e fatos contbeis; elaborar e manter atualizados relatrios contbeis; promover a prestao, acertos e conciliao de contas; participar da implantao e execuo das normas e rotinas de controle interno; elaborar e acompanhar a execuo do oramento; elaborar demonstraes contbeis e a Prestao de Contas Anual do rgo; prestar assessoria e preparar informaes econmico-financeiras; atender s demandas dos rgos fiscalizadores e realizar percia. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extenso. DENOMINAO DO CARGO: ENGENHEIRO CIVIL NVEL DE CLASSIFICAO: E DESCRIO DO CARGO: Desenvolver projetos de engenharia; executar obras; planejar, coordenar a operao e a manuteno, orar, e avaliar a contratao de servios; dos mesmos; controlar a qualidade dos
suprimentos e servios comprados e executados; elaborar normas e documentao tcnica. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extenso. DENOMINAO DO CARGO: JORNALISTA NVEL DE CLASSIFICAO: E DESCRIO DO CARGO: Recolher, redigir, registrar atravs de imagens e de sons, interpretar e organizar informaes e notcias a serem difundidas, expondo, analisando e comentando os acontecimentos, fazer seleo, reviso e preparo definitivo das matrias jornalsticas a serem divulgadas em jornais, revistas, televiso, rdio, internet, assessorias de imprensa e quaisquer outros meios de comunicao com o pblico. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extenso. DENOMINAO DO CARGO: MDICO VETERINRIO NVEL DE CLASSIFICAO: E DESCRIO DO CARGO: Praticar clnica mdica veterinria em todas as suas especialidades; contribuir para o bem-estar animal; promover sade pblica; exercer defesa sanitria animal; atuar na produo e no controle de qualidade de produtos; fomentar produo animal; atuar nas reas de biotecnologia e de preservao ambiental; elaborar laudos, pareceres e atestados; assessorar na elaborao de legislao pertinente. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extenso. DENOMINAO DO CARGO: PEDAGOGO / REA NVEL DE CLASSIFICAO: E DESCRIO DO CARGO: Implementar a execuo, avaliar e coordenar a (re) construo do projeto pedaggico de escolas de educao infantil, de ensino mdio ou ensino profissionalizante com a equipe escolar; viabilizar o trabalho pedaggico coletivo e facilitar o processo comunicativo da comunidade escolar e de associaes a ela vinculadas. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extenso. DENOMINAO DO CARGO: PROGRAMADOR VISUAL NVEL DE CLASSIFICAO: E DESCRIO DO CARGO: Planejar servios de pr-impresso grfica; realizar programao visual grfica e editorar textos e imagens; trabalhar seguindo normas de segurana, higiene, qualidade e preservao ambiental. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extenso. DENOMINAO DO CARGO: TCNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS NVEL DE CLASSIFICAO: E DESCRIO DO CARGO: Coordenar as atividades de ensino, planejamento e orientao, supervisionando e avaliando estas atividades, para assegurar a regularidade do desenvolvimento do processo educativo. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extenso. DENOMINAO DO CARGO: TECNLOGO / FORMAO NVEL DE CLASSIFICAO: E DESCRIO DO CARGO:
Estudar, planejar, projetar, especificar e executar projetos especficos na rea de atuao. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extenso. DENOMINAO DO CARGO: ASSISTENTE EM ADMINISTRAO NVEL DE CLASSIFICAO: D DESCRIO DO CARGO: Dar suporte administrativo e tcnico nas reas de recursos humanos, administrao, finanas e logstica; atender usurios, fornecendo e recebendo informaes; tratar de documentos variados, cumprindo todo o procedimento necessrio referente aos mesmos; preparar relatrios e planilhas; executar servios reas de escritrio. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extenso. DENOMINAO DO CARGO: TCNICO EM CONTABILIDADE NVEL DE CLASSIFICAO: D DESCRIO DO CARGO: Identificar documentos e informaes, atender fiscalizao; executar a contabilidade geral, operacionalizar a contabilidade de custos e efetuar contabilidade gerencial; realizar controle patrimonial. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extenso. DENOMINAO DO CARGO: TCNICO EM EDIFICAES NVEL DE CLASSIFICAO: D DESCRIO DO CARGO: Realizar levantamentos topogrficos e planialtimtricos; desenvolver projetos de edificaes sob superviso de um engenheiro civil; planejar a execuo, orar e providenciar suprimentos; supervisionar a execuo dos servios; treinar mo-de-obra e realizar o controle tecnolgico de materiais e do solo. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extenso. DENOMINAO DO CARGO: TCNICO EM SECRETARIADO NVEL DE CLASSIFICAO: D DESCRIO DO CARGO: Executar servios de secretaria e escritrio com a finalidade de assegurar e agilizar o fluxo dos trabalhos administrativos junto chefia da unidade. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extenso. DENOMINAO DO CARGO: TCNICO DE TECNOLOGIA DA INFORMAO NVEL DE CLASSIFICAO: D DESCRIO DO CARGO: Desenvolver sistemas e aplicaes, determinando interface grfica, critrios ergonmicos de navegao, montagem da estrutura de banco de dados e codificao de programas; projetar, implantar e realizar manuteno de sistemas e aplicaes; selecionar recursos de trabalho, tais como metodologias de desenvolvimento de sistemas, linguagem de programao e ferramentas de desenvolvimento. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extenso. DENOMINAO DO CARGO: TRADUTOR E INTRPRETE DE LINGUAGEM DE SINAIS NVEL DE CLASSIFICAO: D DESCRIO DO CARGO: Traduzir e interpretar artigos, livros, textos diversos bem idioma para o outro, bem como traduzir e interpretar palavras, conversaes, narrativas, palestras, atividades didtico-pedaggicas em um
outro idioma, reproduzindo Libras ou na modalidade oral da Lngua Portuguesa o pensamento e inteno do emissor. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extenso. DENOMINAO DO CARGO: ASSISTENTE DE ALUNO NVEL DE CLASSIFICAO: C DESCRIO DO CARGO: Assistir e orientar os alunos no aspecto de disciplina, lazer, segurana, sade, pontualidade e higiene, dentro das dependncias escolares. Assistir o corpo docente nas unidades didticopedaggicas com os materiais necessrios e execuo de suas atividades. Auxiliar nas atividades de ensino, pesquisa e extenso. Utilizar recursos de informtica. Executar outras tarefas de mesma natureza e nvel de complexidade associadas ao ambiente organizacional. DENOMINAO DO CARGO: OPERADOR DE MQUINAS AGRCOLAS NVEL DE CLASSIFICAO: C DESCRIO DO CARGO: Operar mquinas agrcolas motorizadas para desenvolver atividades agrcolas, utilizando implementos diversos; zelar diariamente pela conservao e manuteno das mquinas; executar pequenos servios de mecnica fazendo reparos de emergncia nas mquinas em geral; Empregar medidas de segurana. Auxiliar nas atividades de ensino, pesquisa e extenso. Executar outras tarefas de mesma natureza ou nvel de complexidade associado sua especialidade ou ambiente.
ANEXO 2 CONTEDO PROGRAMTICO E BIBLIOGRAFIA
CONTEDO DE LNGUA PORTUGUESA E LEGISLAO COMUM A TODOS OS CARGOS DE NVEL E
LNGUA PORTUGUESA: 1.Interpretao de texto; 2.Tipos de discurso; 3.Sinonmia e antonmia; 4.Homonmia e paronmia; 5.Polissemia; 6.Denotao e conotao; 7.Ambiguidade; 8.Pressupostos e subentendidos; 9.Figuras de linguagem; 10. Classes de palavras e suas especificidades; 11. Correlao verbal; 12. Concordncia verbal e nominal; 13. Regncia verbal e nominal; 14. Crase; 15. Ortografia; 16. Acentuao; 17. Pontuao; 18. Paralelismo sinttico e semntico; 19. Coeso e coerncia. BIBLIOGRAFIA AULETE, Caldas. Novssimo Aulete dicionrio contemporneo da Lngua Portuguesa . Rio de Janeiro: Lexikon, 2011. 1488p. BORBA, Francisco S. (org.) Dicionrio UNESP do Portugus Contemporneo. Curitiba: Pi, 2011. CEGALLA, Domingos Paschoal. Novssima Gramtica da Lngua Portuguesa . 46. ed. So Paulo: Companhia Editora Nacional, 2007. CEREJA, William Roberto; MAGALHES, Thereza Cochar. Gramtica Reflexiva: texto, semntica e interao. So Paulo: Atual, 1999. CUNHA, C. & CINTRA, L. Nova gramtica do portugus contemporneo . 6. ed. Rio de Janeiro: Lexikon, 2013. FIORIN, Jos Luiz; SAVIOLI, Francisco Plato. Lies de texto: leitura e redao. 2. ed. So Paulo: tica, 1997.
LEDUR, Paulo Flvio. Guia Prtico da Nova Ortografia: as mudanas do acordo ortogrfico. 6. ed. Porto Alegre: AGE, 2009. SACCONI, Luiz Antnio. Nossa Gramtica: teoria e prtica. 25. ed. So Paulo: Atual, 1999. VALENA, Ana; CARDOSO, Denise Porto; VIANA, Antnio Carlos; MACHADO, Snia Maria. Roteiro de Redao: lendo e argumentando. So Paulo: Scipione, 1998.
LEGISLAO: 1.Constituio Federal: 1.1 Administrao Pblica (arts. 37 e 38); 1.2 Servidores Pblicos (arts. 39 a 41). 2.Regime Jurdico dos servidores pblicos civis da Unio, das autarquias e das fundaes pblicas federais; 3.Licitaes e contratos da Administrao Pblica; 4.Processo administrativo no mbito da Administrao Pblica; 5.tica Profissional do Servidor Pblico Civil do Poder Executivo Federal; BIBLIOGRAFIA BRASIL, Constituio Federal (1988). Constituio da Repblica Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988 e atualizada at a Emenda Constitucional n. 73, de 06 de abril de 2013. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm 19h25min BRASIL. Regime Jurdico dos Servidores Pblicos Civis da Unio, das autarquias e das fundaes pblicas federais: Lei n. 8.112, de 11 de dezembro de 1990 (e alteraes posteriores). http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8112cons.htm capturada dia 09/03/2014 s 19h26min BRASIL. Lei n. 8.666, de 21 de junho de 1993 (e alteraes posteriores) . Regulamenta o artigo 37, inciso XXI, da Constituio Federal, institui normas para licitao e contratos da Administrao Pblica e d outras providncias. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8666cons.htm capturada dia 09/03/2014 s 19h28min BRASIL. Lei n. 10.520, de 17 de julho de 2002 (e alteraes posteriores) . Institui, no mbito da Unio (....), nos termos do artigo 37, inciso XXI, da Constituio Federal, modalidade de licitao denominada prego, para aquisio de bens e servios comuns, e d outras providncias. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/2002/L10520.htm capturada dia 09/03/2014 s 19h31min BRASIL. Decreto n. 5.450, de 31 de maio de 2005. Regulamenta o prego, na forma eletrnica, para aquisio de bens e servios comuns, e d outras providncias. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Decreto/D5450.htm capturado dia 09/03/2014 s 19h35min. BRASIL. Lei n. 9.784, de 29 de junho de 1999 (e alteraes posteriores) . Regula o processo administrativo no mbito da Administrao Pblica Federal. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9784.htm capturada dia 09/03/2014 s 19h34min BRASIL. Decreto n. 1.171, de 22 de junho de 1994 (e alteraes posteriores) . Aprova o Cdigo de tica Profissional do Servidor Pblico Civil do Poder Executivo Federal. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D1171.htm capturado dia 09/03/2014 s 19h37min capturada dia 09/03/2014 s
BRASIL Decreto n. 6.029, de 1. de fevereiro de 2007 (e alteraes posteriores) . Institui Sistema de Gesto da tica do Poder Executivo Federal, e d outras providncias. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2007/Decreto/D6029.htm capturado dia 09/03/2014 s 19h45min Legislao disponvel nos sites www.planalto.gov.br e www.presidencia.gov.br
Conhecimento Especfico: 1.Evoluo da administrao: 1.1. Principais abordagens da administrao (clssica at contingencial); 1.2. Evoluo da administrao pblica no Brasil (aps 1930); reformas administrativas; a nova gesto pblica. 2.Processo administrativo: 2.1. Funes de administrao: planejamento, organizao, direo e controle. 2.2. Processo de planejamento. 2.2.1. Planejamento estratgico: viso, misso e anlise SWOT. 2.2.2. Anlise competitiva e estratgias genricas. 2.2.3. Redes e alianas. 2.2.4. Planejamento ttico. 2.2.5. Planejamento operacional. 2.2.6. Administrao por objetivos. 2.2.7. Balanced scorecard 2.2.8. Processo decisrio. 2.3. Organizao. 2.3.1. Estrutura organizacional. 2.3.2. Tipos de departamentalizao: caractersticas, vantagens e desvantagens de cada tipo. 2.3.3. Organizao informal. 2.3.4. Cultura organizacional. 2.4. Direo. 2.4.1. Motivao e liderana. 2.4.2.Comunicao. 2.4.3. Descentralizao e delegao. 2.5. Controle. 2.5.1. Caractersticas. 2.5.2. Tipos, vantagens e desvantagens. 2.5.3. Sistema de medio de desempenho organizacional. 3.Gesto de pessoas. 3.1. Equilbrio organizacional. 3.2. Objetivos, desafios e caractersticas da gesto de pessoas. 3.3. Recrutamento e seleo de pessoas. 3.3.1. Objetivos e caractersticas. 3.3.2. Principais tipos, caractersticas, vantagens e desvantagens. 3.3.3. Principais tcnicas de seleo de pessoas: caractersticas, vantagens e desvantagens. 3.4. Anlise e descrio de cargos. 3.5. Capacitao de pessoas.
3.6. Gesto de desempenho. 4.Gesto da qualidade e modelo de excelncia gerencial. 4.1. Principais tericos e suas contribuies para a gesto da qualidade. 4.2. Ferramentas de gesto da qualidade. 4.3. Modelo da fundao nacional da qualidade. 4.4. Modelo de gespblica. 5.Gesto de projetos. 5.1. Elaborao, anlise e avaliao de projetos. 5.2. Principais caractersticas dos modelos de gesto de projetos. 5.3. Projetos e suas etapas. 6.Gesto de processos. 6.1. Conceitos da abordagem por processos. 6.2. Tcnicas de mapeamento, anlise e melhoria de processos. 6.3. Processos e certificao ISO 9001:2008. 6.4. Noes de estatstica aplicada ao controle e melhoria de processos. 7.Organizao e mtodos. 7.1. Natureza da funo de O&M. 7.2. Planejamento: conceito e tcnicas. 7.3. Processo organizador: conceito e fases. 7.4. Anlise estrutural e funcional: conceitos. 7.5. Formulrios: conceito, importncia e caractersticas, elaborao e implantao. 7.6. Manuais: importncia, finalidade e classificao. 8.Administrao de sistemas de informao. 8.1. Conceitos e definies. 8.2. Tipos de sistemas de informao. 8.3. Sistemas integrados de gesto. 8.4. Auditoria de sistemas, tecnologia e segurana da informao. 9.Administrao de marketing. 9.1. Conceitos bsicos. 9.2. Tipos de demanda. 9.3. O papel da informao no marketing. 9.4. Comportamento do consumidor. 10. Administrao de materiais. 10.1. Natureza da administrao de materiais. 10.2. A curva ABC. 10.3. Caractersticas bsicas do controle de estoques. 10.4. Informaes de planejamento logstico. 11. Legislao administrativa. 11.1. Administrao direta, indireta, e fundacional. 11.2. Atos administrativos.
11.3. Requisio. 11.4. Regime dos servidores pblicos federais: admisso, demisso, concurso pblico, estgio probatrio, vencimento bsico, licena, aposentadoria. 12. Finanas pblicas e oramento pblico. 12.1. Conceitos bsicos. 12.2. Teoria das finanas pblicas. 12.3. Viso clssica das funes do Estado. 12.4. Bens pblicos. 12.5. Oramento pblico: conceito e princpios oramentrios. 12.6. Plano Plurianual PPA. 12.7. Lei de Diretrizes Oramentrias LDO. 12.8. Classificao e conceituao da receita oramentria brasileira. 12.9. Classificao e conceituao da despesa oramentria brasileira. 12.10. Tpicos da Lei de Responsabilidade Fiscal: princpios, objetivos, efeitos no planejamento e no processo oramentrio. Limites para despesas de pessoal. Limites para dvida. 13. Licitao pblica. 13.1. Modalidades, dispensa e inexigibilidade. 13.2. Prego. 13.3. Contratos e compras. 13.4. Convnios e termos similares.
BIBLIOGRAFIA BALLOU, Ronald H. Logstica empresarial: transportes, administrao de materiais e distribuio fsica. So Paulo: Atlas, 2007. BERGUE, Sandro Trescastro. Modelos de gesto em organizaes pblicas: teorias e tecnologias para anlise e transformao organizacional. Caxias do Sul: EDUCS, 2011. BITENCOURT, Claudia e colaboradores. Gesto contempornea de pessoas. Novas prticas, conceitos tradicionais. 2 ed. Porto Alegre: Bookman, 2010. CAETANO, Jos. Licitao passo a passo. Dispensa e inexigibilidade de licitao. Lei do prego comentada. Porto Alegre: Rigel, 2004. CARAVANTES, Geraldo R. Administrao: teorias e processo. So Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008. CARAVANTES, Geraldo R. Comportamento organizacional e comunicao. Porto Alegre: AGE, 2008. CHIAVENATO, Idalberto. Introduo teoria geral da administrao: uma viso abrangente da moderna administrao das organizaes. Edio compacta. 3 ed. rev. e atualizada. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. CHIAVENATO, Idalberto. Gesto de pessoas: e o novo papel dos recursos humanos na organizao. 3 ed. Rio de Janeiro, 2008. CRTES, Pedro Luiz. Administrao de sistemas de informao. So Paulo: Saraiva, 2008.
CROCCO, Luciano et al. Fundamentos de marketing: conceitos bsicos . So Paulo: Saraiva, 2005. CURY, Antonio. Organizao e mtodos: uma viso holstica. 6. ed. revista e ampliada. So Paulo: Atlas, 1995. LOBO, Renato Nogueirol. Gesto da qualidade. So Paulo: rica, 2012. LUZIO, Fernando Franco. Fazendo a estratgia acontecer: como criar e implementar as iniciativas da organizao. So Paulo: Cengage Learning, 2010. MCDONALD, Malcolm. Planos de marketing. Planejamento e gesto estratgica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. MEIRELLES, Hely Lopes. Direito administrativo brasileiro. 38 ed. So Paulo: Malheiros Editores Ltda., 2012. MINTZBERG, Henry. Ascenso e queda do planejamento estratgico. Trad. Maria Adelaide Carpigiani. Porto Alegre: Bookman, 2004. Reimpresso 2008. NASCIMENTO, Edson Ronaldo. Gesto pblica. 2 ed. revisada e atualizada. So Paulo: Saraiva, 2010. ROBBINS, Stephen P. Comportamento organizacional. 9 ed. So Paulo: Pearson Education, 2008. STONER, James A. F. e FREEMAN, R. Edward. Administrao. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1998 MATERIAL NECESSRIO PARA A REALIZAO DAS PROVAS Caneta esferogrfica azul ou preta, lpis e borracha. NO PERMITIDO O USO DE CALCULADORA.
CARGO: ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAO
Conhecimento Especfico: 1.Lgica de programao e algoritmos - Tipos primitivos, variveis, constantes e operadores estrutura geral de um programa - Estruturas de controle de programao: deciso e repetio Variveis indexadas: vetores e matrizes - Funes - Registros - Ponteiros, Listas, pilhas e filas Arquivos - Utilizao de Sub-Rotinas - Sub-Rotinas do Tipo Procedimento - Sub-Rotinas do Tipo Funo. 2.Sistemas Operacionais - Gerenciamento de memria - Sistemas de arquivos - Entrada/Sada Segurana - Memria do Computador - Unidade Central de Processamento Codificao Tecnologia da Informao Multiprogramao Gerncia do Processador Sistemas de Arquivos Segurana Programao Concorrente Sistema com Mltiplos Processadores. 3.Banco de Dados - Modelo Entidade x Relacionamento - Modelo Relacional - SQL - ANSI 2011 Regras de Integridade - Banco de Dados Objeto Relacional e Orientado a Objeto - Controle de Concorrncia Transaes - Arquitetura de Sistemas de Banco de Dados. 4.MODELAGEM UML - diagrama de caso de uso - especificao de caso de uso - diagrama de classe - diagrama de sequencia. 5.LINUX - RAID, Shell (bash), Gerenciamento de Arquivos - Gerenciamento de usurios, grupos e privilgios - Gerenciamento de processos - Configurao servidor web (apache). 6.Segurana de Redes - Redes Privadas Virtuais (VPN): Objetivos, Fundamentos, Tunelamento, Protocolo IPSec; Redes sem Fio: Bluetooth: Protocolos do Bluetooth, Arquitetura de Segurana do Bluetooth, Wireless Local Access Network (WLAN): Padro IEEE 802.11, Wired Equivalent Privacy (WEP), Wi-Fi Protected Access (WPA); Segurana de Rede: conceitos bsicos, principais ameaas, vulnerabilidades; Sistema de Deteco de Intruso (IDS): Caractersticas, Tipos, Metodologia de Deteco, Intrusion Prevention System (IPS); Firewall; Criptografia simtrica e assimtrica: conceitos e aplicabilidades; Certificao, autenticao e assinatura digital: conceitos e aplicabilidades. 7.Redes - Modelo OSI; Arquitetura TCP/IP: Protocolo IP: IPv4, IPv6, endereamento, subredes, endereos reservados, roteamento IP; Protocolos de Transporte (TCP e UDP); Resoluo de Nomes: Protocolo DNS; Protocolos de Aplicao (FTP, TFTP, SMTP, POP, IMAP, HTTP, DHCP, SNMP); Topologias de Rede; Arquitetura Ethernet; Srie de Normas ANSI/TIA-568-C; Noes sobre cabeamento estruturado categorias 3, 5, 5e e 6 de acordo com a NBR 14.565; Gerenciamento do cabeamento instalado; Equipamentos Ativos (Repetidor, HUB, Bridge, Switch, Roteador, Modens, Algoritmo Spanning Tree). BIBLIOGRAFIA ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes; CAMPOS, Edilene Aparecida Veneruchi de. Fundamentos da Programao de Computadores. 2 edio. Editora Pearson Prentice Hall, 2003.
DEITAL, H.M., 1945 - C++: como programar / H.M Deital, P.J Deitel; traduo Edson Furmankiewicz; reviso tcnica Fbio Lucchini.--So Paulo: Person Prentice Hall, 2006. Ttulo original: C++ how to program ELMASRI; NAVATHE. Sistemas de banco de dados. 6. ed. So Paulo : Person, 2011. FERREIRA, Rubem E. Linux: Guia do Administrador do Sistema, 2a Ed. rev. e ampliada. So Paulo : Novatec, 2008. FORBELLONE, Andr; EBERSPCHER, Henri. Lgica de Programao - A construo de algoritmos e estruturas de dados. 3 Edio. Editora Pearson Prentice Hall, 2005. GUEDES, G. UML 2: uma abordagem prtica. Novatec, 2011 HEUSER, Carlos Alberto. Projeto de banco de dados. 6. ed. So Paulo: Bookman, 2009. KUROSE, James F., ROSS, Keith W. Redes de Computadores e a Internet: uma abordagem topdown. 6 ed. So Paulo: Pearson, 2013. LOPES, Anita. Introduo programao / Anita Lopes, Guto Garcia. - Rio de Janeiro: Elsevier -11 Reimpresso MANZANO, Jos Augusto N. G. Estudo Dirigido de Algoritmos / Jos Augusto N. G. Manzano, Jayr Figueiredo De Oliveira.-- 14. ed. rev. --So Paulo: rica, 2011 --(Coleo PD) MARIN, Paulo S. Cabeamento Estruturado: desvendando cada passo: do projeto instalao. 4 ed. So Paulo: rica, 2013. MENDES, Douglas Rocha. Redes de Computadores: teoria e prtica. So Paulo: NOVATEC, 2007. NAKAMURA, Emilio Tissato; GEUS, Paulo Lcio de. Segurana de redes em ambientes cooperativos. So Paulo: NOVATEC, 2007. PFLEEGER, Shari Lawrence. Engenharia de software: teoria e prtica. 2 ed. So Paulo. Prentice Hall, 2004. SOFFNER, R. Algoritmos e programao em linguagem C. So Paulo: Saraiva, 2013. STALLINGS, William. Criptografia e Segurana de Redes. 4 ed. So Paulo: Pearson, 2008. TANENBAUM, Andrew S.. Sistemas operacionais modernos. So Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. __________. Redes de computadores. 4 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. TORRES, Gabriel. Hardware: curso completo. 4.ed. Rio de Janeiro: Axcel books, 2001. VELLOSO, Fernando de Castro. Informtica: conceitos bsicos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. ZELENOVSKY, R.; Mendona, A. PC: Um guia Prtico de Hardware e Interfaceamento . MZ Editora, Rio de Janeiro, 2006.
MATERIAL NECESSRIO PARA A REALIZAO DAS PROVAS Caneta esferogrfica azul ou preta, lpis e borracha.
NO PERMITIDO O USO DE CALCULADORA.
Conhecimento Especfico: 1.Poltica social; 2.Pesquisa social; 3.Servio social e educao; 4.Estudo socioeconmico; 5.Planejamento social; 6.Projeto tico poltico profissional; 7.Direitos sociais; 8.Processo de trabalho do assistente social em suas dimenses terico-metodolgica; 9.Tcnico-operativa e tico-poltica; 10. Lei de diretrizes e bases da educao nacional; 11. Estatuto da criana e do adolescente; 12. Programa nacional de assistncia estudantil; 13. Cdigo de tica profissional do assistente social; 14. Lei de regulamentao da profisso do assistente social.
BIBLIOGRAFIA ALMEIDA, Ney Luis Teixeira de Almeida. A educao como direito social e a insero dos assistentes sociais em estabelecimentos educacionais. In: O Servio Social e a Poltica Pblica de Educao. Disponvel em:
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BRASIL. Decreto N 7.234 de 19 de Julho de 2010. Dispe sobre o Programa Nacional de Assistncia Estudantil -PNAES. Disponvel em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato20072010/2010/Decreto/D7234.htm. Acessado em 26/03/2014. BRASIL. Lei n 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educao nacional. Disponvel em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm. Acessado em 26/03/2014. BRASIL. Lei n 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispe sobre o Estatuto da Criana e do Adolescente e d outras providncias. Disponvel em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8069.htm. Acessado em 26/03/2014. CFESS. Subsdios para a atuao de Assistentes Sociais na Poltica de Educao . Ney Luiz Teixeira de Almeida (Org.). Srie Trabalho e Projeto Profissional nas Polticas Sociais. 2012. Disponvel em: http://www.cfess.org.br/arquivos/BROCHURACFESS_SUBSIDIOS-ASEDUCACAO.pdf. Acessado em 26/03/2014. CFESS. Resoluo n 273, 13 de maro de 1993. Institui o Cdigo de tica Profissional dos Assistentes Sociais e d outras providncias, com as alteraes introduzidas pela Resoluo n. 594 de 21 de janeiro de 2011 do Conselho Federal de Servio Social. Disponvel em http://www.cfess.org.br/arquivos/CEP_CFESS-SITE.pdf. Acessado em 26/03/2014 CFESS. Lei 8.662/9, de 7 de junho de 1993. Dispe sobre a profisso de Assistente Social e d outras providncias. CFESS. Atribuies privativas do Assistente Social em questo . Comisso de Fiscalizao. 1 edio ampliada. 2012a. Disponvel em: http://www.cfess.org.br/arquivos/atribuicoes2012completo.pdf. Acessado em 26/03/2014. COUTO, Berenice Rojas. Formulao de projeto de trabalho profissional. In: CONSELHO FEDERAL DE SERVIO SOCIAL-CFESS. Servio Social, direitos sociais e competncias profissionais. Braslia: CFESS/ABEPSS, 2009. Disponvel em: http://flaviaseso.blogspot.com.br/2013/03/livro-servico-social-direitos-sociais-e.html. Acessado em 26/03/2014. IAMAMOTO, Marilda. Servio Social em tempo de Capital e fetiche: capitalismo financeiro, trabalho e questo social. Captulos 3 e 4. P. 209-471 INSTITUTO FEDERAL SUL-RIO-GRANDENSE. Regulamento da Poltica de Assistncia Estudantil. Disponvel em: http://www.ifsul.edu.br/index.php?option=com_docman&Itemid=89. Acessado em 26/03/2014. __________. Normatizao dos Benefcios de Assistncia Estudantil. Disponvel http://www.ifsul.edu.br/index.php?option=com_docman&Itemid=89. Acessado em 26/03/2014. __________. Regimento da Cmara de Assistncia Estudantil. Disponvel http://www.ifsul.edu.br/index.php?option=com_docman&Itemid=89. Acessado em 26/03/2014. em: em:
MIOTO, Regina Clia Tamaso. Estudos socioeconmicos. In: CONSELHO FEDERAL DE SERVIO SOCIAL-CFESS. Servio Social, direitos sociais e competncias profissionais. Braslia: CFESS/ABEPSS, 2009. P. 481-496. NETTO, Jos Paulo. A Construo do Projeto tico-Poltico do Servio Social.In. MOTA, Ana Elizabete et al, (Orgs). Servio Social e Sade. 3 ed. So Paulo: Cortez, 2008. p.141-160. PASTORINI, Alejandra. A categoria questo social em debate. 2 ed.- So Paulo, Cortez, 2007. TEIXEIRA, Joaquina Barata. Formulao, administrao e execuo de polticas pblicas. In: CONSELHO FEDERAL DE SERVIO SOCIAL-CFESS. Servio Social, direitos sociais e competncias profissionais. Braslia: CFESS/ABEPSS, 2009. Disponvel em: http://flaviaseso.blogspot.com.br/2013/03/livro-servico-social-direitos-sociais-e.html. Acessado em 26/03/2014.
MATERIAL NECESSRIO PARA A REALIZAO DAS PROVAS Caneta esferogrfica azul ou preta, lpis e borracha. NO PERMITIDO O USO DE CALCULADORA.
Conhecimento Especfico: 1.Contabilidade Geral 1.1. Contabilidade: conceito, objeto, objetivo, finalidade, campo de aplicao e seus usurios; 1.2. Patrimnio: conceito, bens, direitos, obrigaes, aspectos qualitativo e quantitativo do patrimnio, representao grfica e situaes lquidas patrimoniais; 1.3. Contas: conceito, elementos essenciais, natureza, classificao, funes; 1.4. Plano de contas: funes e condies para formao de um plano de contas; 1.5. Atos e fatos administrativos: fatos permutativos, modificativos e mistos; 1.6. Escriturao: conceito, mtodo de escriturao, lanamentos, elementos essenciais e frmulas de lanamentos; 1.7. Regimes Contbeis: caixa, competncia,; 1.8. Operaes com Mercadorias: Fatos que alteram os valores de compras e venda de mercadorias, impostos e contribuies incidentes; 1.9. Critrio e avaliao de estoques: PEPS ou FIFO, UEPS ou LIFO, Custo Mdio e apurao do resultado; 1.10. Contabilidade de Custos: introduo contabilidade de custos, princpios para avaliao de estoques, custos para deciso e custos para planejamento e controle; 1.11. Depreciao, amortizao e exausto: conceitos, determinao da vida til, forma de clculo e contabilizao; 1.12. Demonstraes Contbeis: conceito e principais demonstraes contbeis (Balano Patrimonial, Demonstrativo do Resultado do Exerccio, Demonstrao de Lucros ou Prejuzos Acumulados, Demonstrao das Mutaes do Patrimnio Lquido e
Demonstrao do Fluxo de Caixa) e outras demonstraes contbeis segundo as Leis 6.404/76, 11.638/07 e 11.941/09; 1.13. Anlise das Demonstraes Contbeis: anlise vertical e horizontal do Balano Patrimonial e da Demonstrao do Resultado do Exerccio; Tipo de ndices: ndice de Liquidez; Operacionais; ndice de Estrutura, ndice de Rentabilidade. 1.14. Princpios Fundamentais de Contabilidade (Resoluo n 750/93 e Resoluo n 1.282/10 do CFC); 2.Contabilidade Pblica 2.1. Contabilidade Pblica: conceito, objeto, objetivo, campo de atuao e sistemas (oramentrio, financeiro, patrimonial e de compensao); 2.2. Patrimnio Pblico: conceito, bens pblicos, inventrio e as suas variaes patrimoniais: aspectos patrimoniais, entidades que compem a administrao direta e indireta e contabilizao; 2.3. Regimes Contbeis: conceito e tipos de regimes (caixa, competncia e misto);
2.4. Oramento Pblico: definio, processo de planejamento-oramento: Plano Plurianual (PPA); Lei de Diretrizes Oramentrias (LDO); Lei de Oramento Anual (LOA); 2.5. Princpios Oramentrios: Programao, universalidade, unidade, anualidade, equilbrio, exclusividade, especificao, publicidade, clareza e do oramento bruto; 2.6. Ciclo Oramentrio: elaborao, estudo e aprovao, execuo, avaliao; 2.7. Crditos adicionais: conceito, classificao, autorizao de abertura, vigncia e indicao e especificao de recursos; 2.8. Receita Pblica: conceito, classificao da receita oramentria, receita extra-oramentria, classificao institucional, econmica e por fontes, estgios da receita e sua escriturao, restituio e anulao de receitas e sua escriturao, dvida ativa e sua escriturao; 2.9. Despesa Pblica: conceito, classificao da despesa oramentria e extra-oramentria, classificao institucional, funcional e escriturao; 2.10. Dvida Pblica: conceito, dvida flutuante e fundada ou consolidada; 2.11. Regime de adiantamento: disposies bsicas; 2.12. Balanos: Oramentrio, Financeiro, Demonstrao das variaes patrimoniais, balano Patrimonial e Demonstrao do fluxo de Caixa; 2.13. Plano de Contas: estrutura do plano de contas, regra de codificao numrica, elenco de contas (sistema financeiro, sistema patrimonial, sistema de compensao e sistema oramentrio). 2.14. Sistema Integrado de Administrao Financeira do Governo Federal (SIAFI): conceito, objetivo, caractersticas e funcionalidade do sistema; 2.15. Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Pblico (NBCASP) 16.1 a 16.10. 2.16. Prestao de contas e Tomada de contas; 2.17. Controle interno e externo na Administrao Pblica: conceitos; tipos de controle; abordagem do controle interno; A controladoria Geral da Unio (finalidade, funes, atividades), Tribunal de Contas da Unio (controle externo); 2.18. Licitaes: conceituao, modalidades, dispensa inexigibilidade, tipos de licitao, edital, anexos do edital, procedimento e julgamento, regimes ou formas de execuo; 2.19. Responsabilidade na Gesto Fiscal e outras providncias (Lei Complementar 101/2000 e 131/2005 ). econmica, estgios da despesa e sua
BIBLIOGRAFIA ARRUDA, Daniel; ARAJO Inaldo Paixo. Contabilidade Pblica. So Paulo: Saraiva 2009. BRASIL. Constituio Federal (1988). __________. Lei n 4.320 de 17 de maro de 1964. Estatui normas gerais de Direito Financeiro para elaborao e controle dos oramentos e balanos da Unio, dos Estados, dos Municpios e do Distrito Federal. Disponvel em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L4320.htm. Acesso em 24/03/2014.
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WILGES, Jos Ilmo. Finanas Pblicas: Oramento e Direito Financeiro . Porto Alegre, RS:AGE, 2006. MATERIAL NECESSRIO PARA A REALIZAO DAS PROVAS Caneta esferogrfica azul ou preta, lpis e borracha. NO PERMITIDO O USO DE CALCULADORA.
Conhecimento Especfico: 1.Projetos: 1.1. Arquitetnico anlise e interpretao; viabilidade tcnica; 1.2. Topogrfico anlise e interpretao; quantificao de volumes de terraplenagem; 1.3. Instalaes hidro-sanitrias e drenagem tubos e conexes, detalhes construtivos, parmetros de normas (gua quente, gua fria, esgoto sanitrio e pluvial); 1.4. Instalaes eltricas anlise e interpretao; ligao de equipamentos. 2.Planejamento, gerenciamento e oramento 2.1. Generalidades: Modalidades de implementao de edificaes, discriminao de servios tcnicos de uma edificao, graus de oramento; 2.2. Elaborao de Custos Unitrios: CUB, clculo de reas, oramento sumrio; 2.3. Oramento Analtico: Composio de custos, custos diretos e indiretos, critrios de medio, encargos sociais, BDI; 2.4. Elaborao de cronograma fsico-financeiro; 2.5. Caderno de encargos. 3.Segurana: 3.1. Proteo contra incndio equipamentos e sinalizao; 3.2. Segurana do trabalho programa, sinalizao, EPI. 4.Obras: 4.1. Materiais de construo agregados, aglomerantes, argamassas, concretos, ao, madeira, tintas, materiais cermicos; 4.2. Execuo prediais (infra-estrutura, supra-estrutura, alvenarias, coberturas,
impermeabilizaes, revestimentos, esquadrias, pavimentaes, instalaes hidrossanitrias e eltricas), topogrficas, drenagem, saneamento, estradas; 4.3. Inspeo vistorias, percias, laudos, notificaes.
BIBLIOGRAFIA ABNT. NBR 5626 Instalaes prediais de gua fria. 1998. ABNT. NBR 5674 Manuteno de edificaes Requisitos para o sistema de gesto de manuteno. 2012. ABNT. NBR 6118 - Projeto de estruturas de concreto. 2007. ABNT. NBR 7198 - Projeto e execuo de instalaes prediais de gua quente. 1993. ABNT. NBR 8160 - Sistemas prediais de esgotos sanitrios projeto e execuo. 1999. ABNT. NBR 10844 - Instalaes prediais de guas pluviais - Procedimento. 1989. ABNT. NBR 13531 - Elaborao de projetos de edificaes - Atividades tcnicas. 1995. ABNT. NBR 13714 - Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incndio. 2000. BAUER, L. A. Falco (Coord). Materiais de construo. 5. ed. Rio de Janeiro: Ltc, 2000. V 1 e 2.
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Conhecimento Especfico: 1.Teoria da informao: transmisso de dados, rudo e entropia; 2.Epistemologia e origens do fenmeno comunicativo; 3.Correntes tericas e paradigmas da comunicao; 4.Jornalismo impresso, online, rdio e televiso: especificidades e limites de cada meio; 5.Tcnicas de codificao em jornalismo: a estrutura da notcia; 6.Gneros e tcnicas de redao jornalstica; 7.Histria da Assessoria de Imprensa; 8.tica e legislao da Assessoria de Imprensa; 9.Assessoria de imprensa: o relacionamento com a mdia; 10. Comunicao organizacional: planejamento estratgico de comunicao, cultura organizacional e comunicao integrada; 11. Identidade e imagem corporativas; 12. Jornalismo cientfico: divulgao cientfica e educao para as cincias; 13. Tecnologias de comunicao e internet: comunicao online, mdias digitais e conhecimento em rede.
BIBLIOGRAFIA BRIGGS, Asa; BURKE, Peter. Uma histria social da mdia: de Gutenberg Internet. Rio de Janeiro. Jorge Zahar Editor: 2006. BUCCI, Eugnio. Sobre tica e imprensa. 2 edio. So Paulo. Companhia das Letras: 2004. BUENO, Wilson da Costa. Comunicao empresarial: polticas e estratgias. So Paulo: Saraiva, 2009. BURKETT, Warren. Antnio Trnsito (tradutor). Jornalismo cientfico: como escrever sobre cincia, medicina e alta tecnologia para os meios de comunicao. Rio de Janeiro. Forense Universitria: 1990. DUARTE, Jorge, (Org.). Assessoria de imprensa e relacionamento com a mdia. So Paulo. Atlas: 2011. FENAJ, Federao Nacional dos Jornalistas. Manual de Assessoria de Comunicao. Braslia: Fenaj, 2007. FERRARI, Pollyana (Org.). Hipertexto Hipermdia, as novas ferramentas da comunicao digital. So Paulo. Editora Contexto: 2007. HOHLFELDT, Antnio, LUIZ, Martino e FRANA, Vera Veiga (Orgs.). Teorias da comunicao: conceitos, escolas e tendncias. Petrpolis. Vozes: 2011. KUNSCH, Margarida M. Krohling (Org.). Comunicao Organizacional. Volume 1 e Volume 2. So Paulo: Saraiva, 2009. LAGE, Nilson. Estrutura da notcia. So Paulo. tica: 1987. LAGE, Nilson. Linguagem jornalstica. So Paulo. tica: 2002.
LOPES, Maria Immacolata Vassallo de (Org.) et al. Epistemologia da comunicao. So Paulo. Loyola: 2003. MAFEI, Maristela. Assessoria de imprensa: como se relacionar com a mdia. So Paulo: Contexto, 2009. MARCHIORI, Marlene (Org.). Faces da cultura e da comunicao organizacional, v.2. So Caetano do Sul: Difuso Editora, 2010. TORQUATO, Gaudncio. Tratado de Comunicao Organizacional e Poltica. So Paulo: Cengage Learning, 2010. TRAQUINA, Nelson. Teorias do jornalismo. Florianpolis. Insular: 2005. WOLF, Mauro; Traduo de Maria Jorge Vilar de Figueiredo. Teorias da comunicao. Lisboa. Presena: 1995.
CARGO: MDICO VETERINRIO
Conhecimento Especfico: 1. Clinica mdica e cirrgica (grandes animais e pequenos animais). 2. Meios auxiliares de diagnstico (imagem, som, anlises clnicas). 3. Doenas infecciosas e parasitrias dos animais domsticos. 4. Sade pblica. 5. Inspeo dos produtos de origem animal. 6. Patologia animal. 7. Produo, reproduo e obstetrcia dos animais de produo. 8. Bioterismo e animais de experimentao. 9. tica profissional e Veterinria legal. 10. Animais pertencentes a fauna silvestre brasileira: Manejo, enfermidades, avaliaes clnicas, administrao de substncias, procedimentos e tcnicas cirrgicas e de coleta de material biolgico e eutansia.
BIBLIOGRAFIA ALBINO, L.F.T. Criao de frango e galinha caipira: avicultura alternativa (Org.) 2 ed. Revisada e ampliada Viosa/MG: Aprenda Fcil. 2005. 208 p. ANDRADE, S.F. Manual de Teraputica Veterinria. 3a Ed. Roca, 2008. BLOOD, D.C. Medicina Veterinria. 4 ed. Rio de Janeiro RJ. Guanabara Koogan. 1978. 871 p. BOELTER, R. Elementos de teraputica veterinria. Porto Alegre RS. Sulina, 1982. 157p. BOWMAN, DWIGHT D. Parasitologia Veterinria de Georgis. 9a ed., 2006. BROOM, D.M. Comportamento e bem-estar de animais domsticos. 4 ed. Barueri-SP: Manole, 2010. COBEA: DIRETRIZ BRASILEIRA PARA O CUIDADO E A UTILIZAO DE ANIMAIS PARA FINS CIENTFICOS E DIDTICOS DBCA. Braslia/DF 2013. DISPONVEL EM
http://www.cobea.org.br/arquivo/download?ID_ARQUIVO=20. Acessado em 01/04/2014. CORRA, Marcio Nunes (Org.). Bovinocultura de corte. Pelotas: Ed. Universitria PREC/UFPel, 2009. 336 p. CORRA, Marcio Nunes (Org.). Bovinocultura de leite. Pelotas: Ed. Universitria PREC/UFPel, 2009. 216 p. CORRA, Marcio Nunes (Org.). Produo animal: ovinocultura. Pelotas: Ed. Universitria PREC/UFPel, 2009. 178 p. CORRA, O. Doenas parasitrias dos animais domsticos. 3 ed. Porto Alegre RS. Sulina, 1976. 370 p. COTRIM, D. Piscicultura: Manual prtico. Porto Alegre-RS. EMATER/RS. 1995. CRMVRS Manual do Responsvel Tcnico. 2 ed. Porto Alegre/RS: Calabria. 2005. Disponvel em http://www.crmvrs.gov.br/manualRT.pdf. Acessado em 01/04/2014.
FABICHAK, I. Codorna: Criao, Instalao, Manejo. So Paulo-SP. Nobel. 2004. FURTADO, Jos Francisco Rodrigues. Piscicultura uma alternativa rentvel. Livraria e editora Agropecuria. 1995. GOTTSCHALL, C.S. Produo de novilhos precoces: Nutrio, manejo e custos de produo . Guaba:Agropecuria, 2001. 208 p. GUELBER SALES, M.N. Criao de galinhas em sistemas agroecolgicos . Vitria/ES: Incaper. 2005 284 p. HAFEZ, B. Reproduo Animal. 7 ed. Barueri-SP: Manole, 2004. MAGALHES, H.M. Elementos de farmacologia veterinria. 2 ed. Porto Alegre RS. Sulina. 180 p. MAIER, J.C. Nutrio e alimentao animal. 3 ed. Revisada e ampliada. Pelotas/RS: Ed. Universitria PREC/UFPel. 2010. 245 p. MAPA Instruo Normativa 36 de 06 de dezembro de 2012. http://www.cidasc.sc.gov.br/defesasanitariaanimal/files/2012/09/IN-n%C2%BA-36.12-1.pdf. Acessado em 02/04/2014. MAPA Instruo Normativa 56 de 06 de novembro de 2008. http://extranet.agricultura.gov.br/sislegisconsulta/consultarLegislacao.do?operacao=visualizar&id=19205. Acessado em 02/04/2014. MCTI-CONCEA Procedimentos para o uso cientfico de animais . Disponvel em
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XAVIER, E.G. Sunos: Manejo (Org.) Pelotas/RS. Ed. Ed. Universitria PRES/UFPel. 2010. 227 p. XAVIER, E.G. Sunos: Produo (Org.) Pelotas/RS. Ed. Ed. Universitria PRES/UFPel. 2010. 166 p. ZANINI, A.C. Farmacologia aplicada. So Paulo SP. Atheneu: Ed Universidade de So Paulo, 1979.
Conhecimento Especfico: 1. O Contexto Educacional Brasileiro e a Educao Profissional: 1.1. Legislao Normatizaes 2. A Gesto Democrtica: 2.1. Planejamento Participativo 2.2. Projeto Poltico Pedaggico 3. Ao Docente: 3.1. Construo do Conhecimento 3.2. Planejamento de Ensino 3.3. Avaliao da Aprendizagem
BIBLIOGRAFIA BRASIL, Ministrio da Educao. Secretaria de Educao Profissional e Tecnolgica. Educao Profissional e Tecnolgica: Legislao Bsica. 6.ed. Braslia: Secretaria de Educao Profissional e Tecnolgica. 2005. BRASIL. Decreto n 5.154, de 23 de julho de 2004. Regulamenta o 2 do art. 36 e os arts. 39 a 41 da Lei n 9394, que estabelece as diretrizes e bases da educao nacional. BRASIL. Decreto n 5840 de 13 de julho de 2006. Institui no mbito federal, o programa de integrao da Educao Profissional com a Educao Bsica na modalidade de Educao de Jovens e Adultos - PROEJA e d outras providncias. BRASIL. Lei 9.394/96 de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educao nacional. Disponvel em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acessado em 26/03/2014. FERREIRA, Naura Syria Carapeto (org.) Gesto Democrtica da Educao: Atuais Tendncias, Novos Desafios. 3 ed. So Paulo SP: Cortez, 2001. GANDIN, Danilo. A Prtica do Planejamento Participativo: Na educao e em outras instituies e movimentos nos campos cultural, social, poltico, religioso e governamental . Petrpolis RJ: Vozes, 1994. HOFFMANN, Jussara. Avaliar para Promover: As Setas do Caminho. Porto Alegre RS: Mediao, 2001. MORETO, Vasco Pedro. Prova um Momento privilegiado de Estudos, no Acerto de Contas . Rio de Janeiro: DP&A, 2005. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Coordenao do Trabalho Pedaggico Do Projeto Poltico Pedaggico ao Cotidiano da Sala de Aula. 4. Ed. So Paulo SP: Libertad, Subsdios Pedaggicos do Libertad. 3, 2002.
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Construo do Conhecimento em Sala de Aula. 15.ed. So Paulo: Libertad. Subsdios Pedaggicos do Libertad; V 2, 1999. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Avaliao. Concepo Dialtica Libertadora do Processo de Avaliao Escolar. 11.Ed. So Paulo: libertad. Cadernos pedaggicos; V 3, 2000. MATERIAL NECESSRIO PARA A REALIZAO DAS PROVAS Caneta esferogrfica azul ou preta, lpis e borracha. NO PERMITIDO O USO DE CALCULADORA.
CARGO: PEDAGOGO / ORIENTAO EDUCACIONAL
Conhecimento Especfico: 1.Legislao: 1.1. Lei n 9394/96 Diretrizes e Bases da Educao Nacional; 1.2. Lei n 8.069/90 Estatuto da Criana e do Adolescente; 1.3. Cdigo de tica dos Orientadores Educacionais do Brasil Dirio Oficial de 05/03/79; 1.4. Decreto n 72.846/73 Regulamenta a Profisso do Orientador Educacional; 1.5. Decreto n 7.234/10 Plano Nacional de Assistncia Estudantil PNAES. 2.A educao no Contexto Atual: desafios e possibilidades; 3.O Fazer Pedaggico do Orientador Educacional; 4.tica e Atribuies do Orientador Educacional; 5.Planejamento Escolar e Orientao Educacional; 6.A Orientao Educacional e a Comunidade Escolar; 7.A Gesto Educacional e a Promoo do Sucesso Acadmico; 8.O Ensino Mdio Integrado; 9.A Interao da Administrao Escolar, da Orientao Educacional, da Superviso Pedaggica e da Assistncia Estudantil no Processo Educativo; 10. O Bullying.
BIBLIOGRAFIA BRASIL. Lei n 8.069/90 de 13 de Julho de 1990. Estatuto da Criana e do Adolescente; BRASIL. Decreto n 72.846/73 de 26 de Setembro de 1973. Regulamenta a Profisso de Orientador Educacional. BRASIL. Decreto n 7.234/10 de 19 de Julho de 2010. Plano Nacional de Assistncia Estudantil PNAES. CURY, Carlos Roberto Jamil. Lei de Diretrizes e Bases da Educao Nacional: Lei n 9394/96, edio e notas Antonio de Paulo. 10. Ed.- Rio de Janeiro: DP&A, 2006. FRIGOTTO, Gaudncio; CIAVATTA, Maria; RAMOS, Marise (orgs). Ensino Mdio Integrado: concepes e contradies. So Paulo: Cortez, 2005. GIACAGLIA, Lia Renata Angeline, PENTEADO, Wilma Millan Alves. Orientao Educacional na Prtica: princpios, histrico, legislao, tcnicas e instrumentos 6. Ed. So Paulo: Cengage Learning, 2010. GRINSPUN, Mrian Paula Sabrosa Zippin (org). A Prtica dos Orientadores Educacionais 7 ed. So Paulo: Cortez, 2012. ____________________________ (org). Superviso e Orientao Educacional: perspectivas de integrao na escola. 4 ed. So Paulo: Cortez, 2008. IMBERNN, Francisco (org). A Educao no sculo XXI: os desafios do futuro imediato. Porto Alegre: Artmed, 2008.
LCK, Helosa. Ao Integrada: Administrao, Superviso e Orientao Educacional . 4 ed. Petrpolis: RJ: Vozes, 1983. __________. Gesto Educacional: uma questo paradigmtica . Petrpolis, Vozes, 2006. SILVA, Ana Beatriz Barbosa. Bullying: mentes perigosas nas Escolas. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010. Cdigo de tica dos Orientadores Educacionais do Brasil Publicado no Dirio Oficial de 05/03/1979. MATERIAL NECESSRIO PARA A REALIZAO DAS PROVAS Caneta esferogrfica azul ou preta, lpis e borracha. NO PERMITIDO O USO DE CALCULADORA.
CARGO: PEDAGOGO / SUPERVISO PEDAGGICA
Conhecimento Especfico: 1.O Contexto Educacional Brasileiro e a Educao Profissional 1.1. Legislao - Normatizaes 1.2 Educao e Trabalho 2.A Gesto Democrtica 2.1. Planejamento Participativo 2.2. Projeto Poltico- Pedaggico 2.3. Superviso Pedaggica 3.Ao Docente 3.1. Construo do conhecimento 3.2. Formao continuada do professor 3.3. Planejamento de Ensino 3.4. Avaliao da aprendizagem
BIBLIOGRAFIA BECKER, Fernando. A origem do conhecimento e a aprendizagem escolar . Porto Alegre: Artmed, 2003. BRASIL, Ministrio da Educao. Secretaria de Educao Profissional e Tecnolgica. Educao Profissional e Tecnolgica: Legislao Bsica. 6. ed. Braslia: Secretaria de Educao Profissional e Tecnolgica, 2005. ________. Ministrio da Educao. Lei n 9.394, de 20 de dezembro de 1996 . Estabelece as Diretrizes e Bases da Educao Nacional. ________. Decreto n 5.154, de 23 de julho de 2004. Regulamenta o 2 do art. 36 e os arts. 39 a 41 da Lei n 9.394, que estabelece as diretrizes e bases da educao nacional. ________. Decreto n 5.478, de 24 de junho de 2005. Institui, no mbito das Instituies Federais de educao tecnolgica, o Programa de Integrao da Educao profissional ao Ensino Mdio na Modalidade de Educao de Jovens e Adultos PROEJA. FERREIRA, Naura Syria Carapeto (org.) Gesto Democrtica da Educao: Tendncias, novos desafios. 3. ed. So Paulo - SP: Cortez, 2001. ________. Superviso Educacional para uma escola de qualidade: da Formao a Ao . 2. ed. So Paulo - SP: Cortez, 2000. FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996. FRIGOTO, Gaudncio... [et al]. Ensino Mdio Integrado: Concepes e Contradies. So Paulo SP: Cortez, 2005. GANDIN, Danilo. A prtica do planejamento participativo: Na educao e em outras instituies e movimentos dos campos cultural, social, poltico, religioso e governamental . Petrpolis - RJ: Vozes, 1994.
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Conhecimento Especfico: 1.Conceitos e fundamentos em design de comunicao visual 2.Produo grfica 3.Tratamento e edio de imagens digitais 4.Princpios de diagramao e tipografia 5.Fundamentos de desenho e ilustrao 6.Design digital 7.Design para web 8.Arquitetura da Informao e Interao humano computador (IHC) 9.Identidade Visual e sinalizao 10. Computao grfica
BIBLIOGRAFIA ADOBE SYSTEMS. Utilizao do Adobe Indesign CS5 & CS5.5 . 2011. Disponvel em: http://help.adobe.com/pt_BR/indesign/cs/using/indesign_cs5_help.pdf. Acessado em 02/04/2014. __________. Utilizao do Adobe Illustrator CS5. 2011. Disponvel em
http://help.adobe.com/pt_BR/illustrator/cs/using/illustrator_cs5_help.pdf. Acessado em 02/04/2014. __________. Utilizao do Adobe Photoshop CS5 . 2011. Disponvel em
http://help.adobe.com/pt_BR/photoshop/cs/using/photoshop_cs5_help.pdf. Acessado em 02/04/2014. AGNER, Luiz. Ergodesign e Arquitetura de Informao: trabalhando com o Usurio . Rio de Janeiro: Quartet, 2009. AMBROSE, Gavin; HARRIS, Paul. Fundamentos de design criativo. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2012. AMBROSE, Gavin. Grids. Porto Alegre: Bookman, 2009. AZEVEDO, E., CONCI, A. Computao Grfica: Teoria e Prtica. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2003. AZEVEDO, E., CONCI, A., LETA, F. Computao Grfica. Vol. 2. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2007. COELHO, Luiz Antonio (org.). Conceitos-chave em design. Rio de Janeiro: PUC-Rio; Novas Idias, 2008. COREL CORPORATION. Manual do CorelDRAW Graphics Suite X5. 2012. DONDIS, Donis A. Sintaxe da linguagem visual. So Paulo: Martins Fontes, 2000. FERNANDES, Amaury. Fundamentos de produo grfica: para quem no produtor grfico. Rio de Janeiro: Rubio, 2003. GAMBA JR. Computao grfica para designers: dialogando com as caixinhas de dilogo . Rio de Janeiro: 2AB Editora, 2003.
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CARGO: TCNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS
Conhecimento Especfico: 1.O Contexto Educacional Brasileiro: 1.1. Lei de Diretrizes e Bases da Educao Nacional Lei n 9.394/96; 2.Tendncias Pedaggicas; 3.A Gesto Democrtica na Educao: 3.1. Conceitos e Possibilidades; 3.2. Mundo do Trabalho e Educao; 4.O Projeto Poltico-Pedaggico numa Gesto Democrtica; 5.O Processo Ensino-Aprendizagem: 5.1 A Produo do Conhecimento; 5.2 Pedagogia para a Autonomia; 6.Novas Tecnologias e Mediao Pedaggica; 7.Planejamento: Fundamentos e Importncia: 7.1. Planejamento x Plano; 7.2. Elaborao de Projetos; 8.Avaliao: 8.1. Avaliao Institucional; 8.2. Avaliao da Aprendizagem. BIBLIOGRAFIA BRASIL. Lei 9.394/96 de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educao nacional. Disponvel em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 10/02/2014. FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessrios prtica educativa . 29. ed. So Paulo: Paz e Terra, 1996. LUCKESI, Cipriano Carlos. Filosofia da Educao. So Paulo: Cortez, 1992. MORETTO, Vasco Pedro. Construtivismo: a produo do conhecimento em aula . 4. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2003. MORAN, Jos Manuel et al. (Org.) Novas tecnologias e mediao pedaggica . Campinas: Papirus, 2000. ROSAR, Maria de Fatima Flix; OLIVEIRA, Dalila Andrade. Poltica e Gesto da Educao. So Paulo: Autntica Editora, 2013. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Avaliao: concepo dialtica-libertadora do processo de avaliao Escolar. So Paulo: Libertad, 2000 (Coleo Cadernos pedaggicos do Libertad, v.6) VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Coordenao do Trabalho Pedaggico: do Projeto polticopedaggico ao cotidiano da sala de aula. 4. ed. So Paulo: Libertad, 2002 (Subsdios Pedaggicos do Libertad, 3)
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Planejamento: Projeto de Ensino-Aprendizagem e Projeto Poltico-Pedaggico: elementos metodolgicos para elaborao e realizao . 12. ed. So Paulo: Libertad, 2004 (Cadernos Pedaggicos do Libertad; v.1.) VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Projeto Poltico-Pedaggico: Uma construo possvel. 5. ed.: Campinas SP: Papirus, 1995.
CARGO: TECNLOGO EM GESTO PBLICA
Conhecimento Especfico: 1. Finanas Pblicas 2. Gesto de Processos 3. Gesto de Projetos 4. Polticas Pblicas 5. Gesto por Competncias 6. Gesto de Pessoas 7. Princpios Constitucionais da Administrao Pblica 8. Planejamento Governamental 9. Processo Licitatrio na Administrao Pblica 10. Gesto de Contratos
BIBLIOGRAFIA BERGUE, Sandro Trescastro. Gesto estratgica de pessoas no setor pblico . So Paulo: Atlas, 2014. BRASIL. Decreto Federal n5.707, de 23 de fevereiro de 2006. Institui a Poltica e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da administrao pblica federal direta, autrquica e fundacional, e regulamenta dispositivos da Lei n 8.112, de 11 de dezembro de 1990. Dirio Oficial [da] Repblica Federativa do Brasil, Braslia, DF, 24 fev. 2006. Disponvel em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Decreto/D5707.htm. Acesso em: 20.03.2014. COSTIN, Claudia. Administrao Pblica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. FERNANDES, Bruno Rocha. Gesto estratgica de pessoas com foco em competncias. 1. Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. KEELING, Ralph; BRANCO, Renato Henrique Ferreira. Gesto de projetos: uma abordagem global. 2. ed. So Paulo: Saraiva, 2012. MATIAS-PEREIRA, Jos. Curso de administrao pblica: foco nas instituies e aes governamentais. 3. Ed. So Paulo: Atlas, 2010. MATIAS-PEREIRA, Jos. Curso de planejamento governamental: foco nas polticas pblicas e nos indicadores sociais. So Paulo: Atlas, 2012. PALUDO, Augustinho. Administrao pblica: questes. 1 ed. Rio de Janeiro, Elsevier, 2013. PAZZAGLINI FILHO, Marino. Princpios constitucionais reguladores da administrao pblica : agentes pblicos, discricionariedade administrativa, extenso da atuao do Ministrio Pblico e do controle do poder judicirio. 3. Ed. So Paulo: Atlas, 2008. PROCOPIUCK, Mario. Polticas pblicas e fundamentos da administrao pblica: anlise e avaliao, governana e redes de polticas, administrao judiciria. So Paulo: Atlas, 2013. SECCHI, Leonardo. Polticas pblicas: conceitos, esquemas de anlise, casos prticos. 2 Ed. So Paulo: Cengage Learning, 2013.
CARGO: TECNLOGO EM AGROINDSTRIA
Conhecimento Especfico: 1. Qumica de alimentos. 2. Alteraes dos alimentos. 3. Microbiologia de Alimentos. 4. Doenas transmitidas por alimentos. 5. Segurana de alimentos. 6. Higiene e controle de qualidade na indstria de alimentos. 7. Conservao de alimentos. 8. Operaes de pr-processamento, processamento e ps-processamento de alimentos. 9. Embalagem para alimentos. 10. Tecnologia de gros e sementes. 11. Tecnologia de frutas e hortalias. 12. Tecnologia de leos e gorduras. 13. Tecnologia de leite e derivados. 14. Tecnologia de carne e derivados. 15. Anlises fsico-qumicas e instrumentais de alimentos. 16. Resduos e subprodutos de alimentos.
BIBLIOGRAFIA BEHMER, M.L.A. Tecnologia do leite: produo, industrializao e analise . 13ed rev. e atualizada. So Paulo: Nobel, 1984. BOBBIO, F.; BOBBIO, P. Introduo a Qumica de alimentos. 2 ed. So Paulo: Varela, 1992. CECCHI, H. M. Fundamentos tericos e prticos em anlise de alimentos . Editora da UNICAMP: 2 Ed. rev.- Campinas, SP, editora da UNICAMP, 2003. CHITARRA, M.I.F.; CHITARRA, A.B. Ps-Colheita de Frutas e Hortalias: Fisiologia e Manuseio. 2,ed. Lavras: UFLA, 2005. EVANGELISTA, J. Tecnologia de alimentos. So Paulo: Editora Atheneu, 2008. FELLOWS, P. J. Tecnologia do Processamento de Alimentos: Princpios e Prtica . 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. FRANCO, B.D.G. de M.; LANDGRAF, M. Microbiologia dos alimentos. So Paulo: Editora Atheneu, 2008. GAVA, A.J.; SILVA, C.A.B da; FRIAS, J.R.G. Tecnologia de alimentos: princpios e aplicaes. So Paulo: Nobel, 2008. GERMANO, P.M.L.; GERMANO, M.I.S. Higiene e segurana sanitria de alimentos. 4ed. So Paulo: Manole, 2011. HOSENEY, R.C. Principios de cincia y tecnologia de los cereales. Zaragoza (Espanha): Editora Acribia, 1981.
KLUGE, R.A.; NACHTIGAL, J.C.; FACHINELLO, J.C.; BILHALVA, A.B.; Fisiologia e Manejo pscolheita de frutas de clima temperado. Campinas: Livraria e Editora Rural, 2002. MORETTO, E.; FETT, R. Tecnologia de leos e gorduras vegetais na indstria de alimentos. So Paulo: Livraria Varela, 1998. OETTERER, M.; REGITANO-DARCE, M.A.; SPOTO, M.H.F. Fundamentos de Cincia e Tecnologia de Alimentos. 1 ed. Barueri, SP: Manole, 2006. ORDONEZ, Juan. Tecnologia de alimentos. Volume 1. Componentes dos Alimentos e processos. 1ed, So Paulo: Editora Artmed, 2005. ORDONEZ, Juan. Tecnologia de alimentos. Volume 2. Alimentos de origem animal. 1ed., So Paulo: Editora Artmed, 2005. PARDI, M.C.; SANTOS, I.C.; SOUZA, E.P.; PARDI, H.S. Cincia, Higiene e Tecnologia da Carne Volume 2: Tecnologia da Carne e Subprodutos: Processamento Tecnolgico. 2.ed. 2.reimpress. Goinia: Ed. UFG, 2007. 1150p. PUZZI. D. Conservao dos gros armazenados. So Paulo: Editora Agronomica Ceres, 1973. 217p TRONCO, V.M. Manual para a inspeo da qualidade do leite. Santa Maria: Editora UFSM, 2010. 203p
CARGO: TECNLOGO EM REDES DE COMPUTADORES
Conhecimento Especfico: 1.Redes de Computadores: Conceitos bsicos de redes de informao; Modelo de Referncia OSI e Modelo de Referncia TCP/IP; Topologias de rede; Classificao das Redes; 2.Camada Fsica: Servios e funes do nvel fsico; Fundamentos da transmisso de dados; Meios de comunicao; Capacidade mxima de um canal; 3.Camada de enlace de dados: Equipamentos de interconexo [repetidores e hubs, pontes ( bridges) e comutadores (Swicth)]; Controle lgico do enlace; Protocolos de acesso ao meio baseados em conteno e acesso ordenado sem conteno; LANs virtuais; Protocolos ARP e RARP; 4.Subcamada de controle de acesso ao meio; Protocolos de acesso mltiplos; 5.Ethernet: Protocolo CSMA/CD; Padro Ethernet, f ast Ethernet e gigabit Ethernet; Endereamento; Nvel fsico; VLANs Virtuais; 6.Camada de rede: Funcionalidades da camada de rede; Protocolo IP; Endereamento IPv4 e IPv6; NAT; Roteamento; Protocolos de roteamento (RIPv1 e 2, OSPF); Protocolo ICMP; 7.Camada de transporte: Servios da camada de transporte; Implementao dos servios da camada de transporte; Protocolo UDP; Protocolo TCP. 8.Camada de aplicao: DNS; Correio Eletrnico; HTTP; FTP e TFTP; DHCP e BOOTP; Telnet e SSH; 9.Segurana de Redes: Ameaas digitais, Tipos de Ataques; Criptografia (chaves simtrica e assimtrica, certificados digitais e assinatura digital); Protocolos de autenticao; Firewalls; Proxy; Rede privadas virtuais; Backup. 10. Redes Sem Fios: IEEE 802.11; Redes sem fio de banda larga (802.16); Bluetooth; Modos de operao (Ad-Hoc e infraestrutura); Segurana em redes sem fio; Implementao de redes sem fios. 11. Implementao de rede em sistemas operacionais Linux e Windows: Configurao de interfaces e redes em sistemas operacionais Linux e Windows; Gerenciamento da tabela de roteamento; Ferramentas de diagnsticos; Shell Script. 12. Instalao e configurao dos servios de rede no Windows server 2008 e Linux : Instalao e configurao do servio DHCP; Instalao e configurao do servio DNS; Instalao e configurao do servidor web (Apache); Instalao e configurao do Active Directory (somente no Windows 2008); Instalao e configurao do servio de DNS; Instalao e configurao do servio de acesso remoto seguro no Linux; Instalao e configurao do Iptables no Linux; Instalao e configurao do proxy (Squid) no Linux; Configurando o firewall do Windows; Instalao e configurao o servio de compartilhamento de arquivos;
BIBLIOGRAFIA BONAN, Adilson R. LINUX - Fundamentos, Prtica & Certificao LPI. Exame 117 - 101. So Paulo: Alta Books. 2009.
__________. LINUX Fundamentos, Prtica & Certificao LPI. Exame 117 - 102. So Paulo: Alta Books. 2009. CARISSIMI, Alexandre S. ROCHOL, Juergen. GRANVILLE Lisandro Z. Redes de Computadores. 1a Edio. Porto Alegre: Bookman. 2009. FERREIRA, Rubem E. Linux. Guia do administrador do sistema. 2a Edio. So Paulo: Novatec. 2008. FOROUZAN, Behrouz A. Protocolo TCP/IP. 3a Edio. So Paulo: McGraw-Hill. 2008. HOLME, Dan. RUEST, Nelson. RUEST, Danielle. Configurao do Windows Server 2008 Active Diretory. Porto Alegre: Bookman. 2010. JARGAS, Aurlio M. SHELL. SCRIPT Profissional. So Paulo: Novatec. 2008. KUROSE, James F. ROOS, Keith W. Redes de Computadores e a Internet, Uma abordagem TopDown. 5a Edio. So Paulo: Pearson. 2011. MORIMOTO, Carlos E. Redes Guia Prtico. Porto Alegre: Sul Editores. 2009. NEMETH, Evi. SNYDER, Garth. HEIN, Trent R. Manual completo do Linux. Guia do administrador. 2a Edio. So Paulo: Person. 2007. NORTHRUP, Tony. MACKIN, J.C. Configurao do Windows Server 2008 Infraestrutura de Rede . Porto Alegre: Bookman. 2009. SOARES, Luiz F G. LEMOS, Guido. COLCHER, Srgio. Redes de Computadores. Das LANs MANs e WANs s Redes ATM . 2a Edio. So Paulo: Campus. 1998. TANENBAUM, Andrew S. Redes de Computadores. 4a Edio. So Paulo: Campus. 2003. VIANA, Eliseu R.C. Virtualizao de servidores Linux para redes corporativas. So Paulo: Cincia Moderna. 2008. MATERIAL NECESSRIO PARA A REALIZAO DAS PROVAS Caneta esferogrfica azul ou preta, lpis e borracha.
CARGO: TECNLOGO EM SISTEMAS PARA INTERNET
Conhecimento Especfico: 1. Instalao, configurao e operao de sistemas operacionais baseados em plataforma Windows e Linux. 2. Redes de computadores: topologias de redes, protocolo TCP/IP, clculo de sub-redes e roteamento de pacotes IP, identificao de equipamentos de redes locais e suas aplicabilidades, projetos de cabeamento estruturado para redes locais e servios de rede. 3. Programao em linguagem Java. 4. Banco de Dados: modelagem de banco de dados (top-down e bottom-up) e implementao na linguagem de consulta estruturada (SQL): comandos de definio de dados, comandos de manipulao de dados, comandos de consulta de dados utilizando mltiplas tabelas, funes de agregao e subconsultas, comandos de controle de dados, regras de integridade.
BIBLIOGRAFIA BARNES, David J.; KOLLING, Michael. Programao orientada a objetos com Java. So Paulo: Pearson : prentice hall, 2004. 368 p. ISBN 8576050129 DAMAS, Lus. SQL: Structured query language. 6 edio. Rio de Janeiro : LTC, 2007. DATE, C. J. Introduo a Sistemas de Banco de Dados. 8 edio. Rio de Janeiro:Campus, 2004 DEITEL, Paul; DEITEL, Harvey. Java: como programar. 8. ed. So Paulo: Pearson, 2010. 1144 p. ISBN 8576055631 ELMASRI, Ramez; NAVATHE, Shamkant B. Sistemas de Banco de Dados. 3 edio. So Paulo: Pearson Addison Wesley, 2005. FERREIRA, Rubem E. Linux: guia do administrador do sistema. So Paulo: Novatec, 2003. HEUSER, Carlos Alberto. Projeto de bando de dados. 6 edio. Porto Alegre: Bookman, 2009. KUROSE, James F.; ROSS, Keith W. Redes de computadores e a internet: uma abordagem topdown. 5. ed. So Paulo: Pearson, 2010. 614 p. ISBN 9788588639973 MANZANO, Jos Augusto N. G; COSTA JUNIOR, Roberto Affonso da. Java 2: programao de computadores: guia bsico de introduo, orientao e desenvolvimento . So Paulo: rica, 2006. 368 p. ISBN 8536501294 MARIN, Paulo S. Cabeamento estruturado: desvendando cada passo: do projeto instalao . 4.ed. So Paulo: rica, 2014. 336 p. ISBN 9788536502076 MINASI, Mark et al. Dominando o windows server 2003: 'a bblia'. 2003. So Paulo: Pearson Makron Books, 2003. MORIMOTO, Carlos Eduardo. Servidores linux: guia prtico. Porto Alegre: Sul editores, 2013. 735 p. ISBN 9788599593134 NEVES, Julio Cezar. Programao Shell Linux. 8. ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2010. PINHEIRO, Jose Mauricio S. Guia completo de cabeamento de redes. Rio de Janeiro: Elsevier : campus, C2003. 239 p. ISBN 9788535213041
PREISS, Bruno R. Estruturas de dados e algoritmos: padres de projetos orientados a objetos com Java. Rio de Janeiro: Elsevier, 2000. 566 p. ISBN 978-85-352-0693-7 PREPPERNAU, Joan; COX, Joyce. Windows 7: passo a passo. Porto Alegre: Bookman, 2010 RODRIGUES FILHO, Renato. Desenvolva aplicativos com Java 6. So Paulo: rica, 2008. 384 p. ISBN 9788536502120 SOUSA, Lindeberg Barros de. Projetos e implementao de redes: fundamentos, solues, arquiteturas e planejamento. 2. ed. So Paulo: rica, 2009. 320 p. ISBN 8536501666 TANENBAUM, Andrew S. Redes de Computadores. Rio de Janiero: Elsevier, 2003. 4. ed. 945 p. ISBN 85-352-1185-3
CARGO: ASSISTENTE EM ADMINISTRAO
Lngua Portuguesa: 1.Interpretao de texto 2.Nveis de linguagem 3.Tipos de discurso 4.Sinonmia e antonmia 5.Homonmia e paronmia 6.Polissemia 7.Ambiguidade 8.Denotao e conotao 9.Figuras de linguagem 10. Classes de palavras e suas especificidades 11. Concordncia verbal e nominal 12. Regncia verbal e nominal 13. Crase 14. Ortografia 15. Acentuao 16. Pontuao 17. Coeso e Coerncia BIBLIOGRAFIA AULETE, Caldas. Novssimo Aulete dicionrio contemporneo da Lngua Portuguesa . Rio de Janeiro: Lexikon, 2011. 1488p. BORBA, Francisco S. (org.) Dicionrio UNESP do Portugus Contemporneo. Curitiba: Pi, 2011. CEGALLA, Domingos Paschoal. Novssima Gramtica da Lngua Portuguesa . 46. ed. So Paulo: Companhia Editora Nacional, 2007. CEREJA, William Roberto; MAGALHES, Thereza Cochar. Gramtica Reflexiva: texto, semntica e interao. So Paulo: Atual, 1999. CUNHA, C. & CINTRA, L. Nova gramtica do portugus contemporneo . 6. ed. Rio de Janeiro: Lexikon, 2013. FIORIN, Jos Luiz; SAVIOLI, Francisco Plato. Lies de texto: leitura e redao. 2. ed. So Paulo: tica, 1997. LEDUR, Paulo Flvio. Guia Prtico da Nova Ortografia: as mudanas do acordo ortogrfico. 6. ed. Porto Alegre: AGE, 2009. SACCONI, Luiz Antnio. Nossa Gramtica: teoria e prtica. 25. ed. So Paulo: Atual, 1999. VALENA, Ana; CARDOSO, Denise Porto; VIANA, Antnio Carlos; MACHADO, Snia Maria. Roteiro de Redao: lendo e argumentando. So Paulo: Scipione, 1998. Legislao: 1.Constituio Federal 1.1 Administrao Pblica (arts. 37 e 38);
1.2 Servidores Pblicos (arts. 39 a 41). 2.Regime Jurdico dos servidores pblicos civis da Unio, das autarquias e das fundaes pblicas federais; 3.Licitaes e contratos da Administrao Pblica; 4.Processo administrativo no mbito da Administrao Pblica; 5.tica Profissional do Servidor Pblico Civil do Poder Executivo Federal; BIBLIOGRAFIA BRASIL, Constituio Federal (1988). Constituio da Repblica Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988 e atualizada at a Emenda Constitucional n. 77, de 11 de fevereiro de 2014. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm capturada dia 09/03/2014 s 19h25min BRASIL. Regime Jurdico dos Servidores Pblicos Civis da Unio, das autarquias e das fundaes pblicas federais: Lei n. 8.112, de 11 de dezembro de 1990 (e alteraes posteriores). http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8112cons.htm capturada dia 09/03/2014 s 19h26min BRASIL. Lei n. 8.666, de 21 de junho de 1993 (e alteraes posteriores). Regulamenta o artigo 37, inciso XXI, da Constituio Federal, institui normas para licitao e contratos da Administrao Pblica e d outras providncias. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8666cons.htm capturada dia 09/03/2014 s 19h28min BRASIL. Lei n. 10.520, de 17 de julho de 2002 (e alteraes posteriores). Institui, no mbito da Unio (....), nos termos do artigo 37, inciso XXI, da Constituio Federal, modalidade de licitao denominada prego, para aquisio de bens e servios comuns, e d outras providncias. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/2002/L10520.htm capturada dia 09/03/2014 s 19h31min BRASIL. Decreto n. 5.450, de 31 de maio de 2005. Regulamenta o prego, na forma eletrnica, para aquisio de bens e servios comuns, e d outras providncias. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Decreto/D5450.htm capturado dia 09/03/2014 s 19h35min BRASIL. Lei n. 9.784, de 29 de junho de 1999 (e alteraes posteriores). Regula o processo administrativo no mbito da Administrao Pblica Federal. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9784.htm capturada dia 09/03/2014 s 19h34min BRASIL. Decreto n. 1.171, de 22 de junho de 1994 (e alteraes posteriores). Aprova o Cdigo de tica Profissional do Servidor Pblico Civil do Poder Executivo Federal. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D1171.htm capturado dia 09/03/2014 s 19h37min BRASIL Decreto n. 6.029, de 1. de fevereiro de 2007 (e alteraes posteriores). Institui Sistema de Gesto da tica do Poder Executivo Federal, e d outras providncias. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2007/Decreto/D6029.htm capturado dia 09/03/2014 s 19h45min Legislao disponvel nos sites www.planalto.gov.br e www.presidencia.gov.br
Informtica: 1.Fundamentos de Computao: Processamento de dados; Componentes de um Computador (Hardware, Software, Perifricos); Armazenamento de informaes; 2.Principais aplicativos livres para Edio de Texto: Formatao; Edio; Configurao; Tabelas; Ferramentas;
3.Principais aplicativos livres para Planilhas Eletrnicas: Formatao; Edio; Configurao; Ferramentas; Grficos; Funes; 4.Principais aplicativos para Gerenciamento de Arquivos: Conceitos de organizao e gerenciamento de arquivos; Pastas e Arquivos; Edio; Exibio. 5.Principais aplicativos para utilizao da Internet: Conceitos de Protocolo; Navegao pginas Web (www) e seus recursos; Correio Eletrnico e seus recursos; Proteo e Segurana. BIBLIOGRAFIA
COX, Joyce. Windows 7: passo a passo. Porto Alegre: Artmed, 2010. LIBREOFFICE. Documentao. Disponvel em:<http://pt-br.libreoffice.org/ajuda-on-line/documentacao/>. Acesso em: 13 mar. 2014. NORTON, Peter. Introduo informtica. So Paulo: Makron, 1996. PIRES, Aguinaldo L. Treinamento Bsico De Internet. Editora Visual Books, 2003. VELOSO, Fernando de Castro. Informtica: conceitos bsicos. 7. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2007.
Lngua Portuguesa: 1.Interpretao de texto 2.Nveis de linguagem 3.Tipos de discurso 4.Sinonmia e antonmia 5.Homonmia e paronmia 6.Polissemia 7.Ambiguidade 8.Denotao e conotao 9.Figuras de linguagem 10. Classes de palavras e suas especificidades 11. Concordncia verbal e nominal 12. Regncia verbal e nominal 13. Crase 14. Ortografia 15. Acentuao 16. Pontuao 17. Coeso e Coerncia BIBLIOGRAFIA AULETE, Caldas. Novssimo Aulete dicionrio contemporneo da Lngua Portuguesa . Rio de Janeiro: Lexikon, 2011. 1488p. BORBA, Francisco S. (org.) Dicionrio UNESP do Portugus Contemporneo. Curitiba: Pi, 2011. CEGALLA, Domingos Paschoal. Novssima Gramtica da Lngua Portuguesa . 46. ed. So Paulo: Companhia Editora Nacional, 2007. CEREJA, William Roberto; MAGALHES, Thereza Cochar. Gramtica Reflexiva: texto, semntica e interao. So Paulo: Atual, 1999. CUNHA, C. & CINTRA, L. Nova gramtica do portugus contemporneo . 6. ed. Rio de Janeiro: Lexikon, 2013. FIORIN, Jos Luiz; SAVIOLI, Francisco Plato. Lies de texto: leitura e redao. 2. ed. So Paulo: tica, 1997. LEDUR, Paulo Flvio. Guia Prtico da Nova Ortografia: as mudanas do acordo ortogrfico. 6. ed. Porto Alegre: AGE, 2009. SACCONI, Luiz Antnio. Nossa Gramtica: teoria e prtica. 25. ed. So Paulo: Atual, 1999. VALENA, Ana; CARDOSO, Denise Porto; VIANA, Antnio Carlos; MACHADO, Snia Maria. Roteiro de Redao: lendo e argumentando. So Paulo: Scipione, 1998. Conhecimento Especfico: 1.Relaes intrapessoais e interpessoais, autoconhecimento e percepo social; 2.Grupos: liderana, cooperao e comunicao;
3.Motivao; 4.Relaes humanas no trabalho; 5.Adolescncia. BIBLIOGRAFIA BOCK, Ana M. Psicologias: Uma Introduo ao Estudo de Psicologia. So Paulo: Saraiva, 1999. MINICUCCI, Agostinho. Relaes Humanas: Psicologias das Relaes Interpessoais. So Paulo: Atlas, 2001. WEIL, Pierre. Relaes Humanas na Famlia e no Trabalho. Petrpolis, RJ: Vozes, 1995. Legislao: 1.Constituio Federal 1.1 Administrao Pblica (arts. 37 e 38); 1.2 Servidores Pblicos (arts. 39 a 41). 2.Regime Jurdico dos servidores pblicos civis da Unio, das autarquias e das fundaes pblicas federais; 3.Licitaes e contratos da Administrao Pblica; 4.Processo administrativo no mbito da Administrao Pblica; 5.tica Profissional do Servidor Pblico Civil do Poder Executivo Federal; BIBLIOGRAFIA BRASIL, Constituio Federal (1988). Constituio da Repblica Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988 e atualizada at a Emenda Constitucional n. 77, de 11 de fevereiro de 2014. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm capturada dia 09/03/2014 s 19h25min BRASIL. Regime Jurdico dos Servidores Pblicos Civis da Unio, das autarquias e das fundaes pblicas federais: Lei n. 8.112, de 11 de dezembro de 1990 (e alteraes posteriores). http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8112cons.htm capturada dia 09/03/2014 s 19h26min BRASIL. Lei n. 8.666, de 21 de junho de 1993 (e alteraes posteriores). Regulamenta o artigo 37, inciso XXI, da Constituio Federal, institui normas para licitao e contratos da Administrao Pblica e d outras providncias. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8666cons.htm capturada dia 09/03/2014 s 19h28min BRASIL. Lei n. 10.520, de 17 de julho de 2002 (e alteraes posteriores). Institui, no mbito da Unio (....), nos termos do artigo 37, inciso XXI, da Constituio Federal, modalidade de licitao denominada prego, para aquisio de bens e servios comuns, e d outras providncias. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/2002/L10520.htm capturada dia 09/03/2014 s 19h31min BRASIL. Decreto n. 5.450, de 31 de maio de 2005. Regulamenta o prego, na forma eletrnica, para aquisio de bens e servios comuns, e d outras providncias. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Decreto/D5450.htm capturado dia 09/03/2014 s 19h35min BRASIL. Lei n. 9.784, de 29 de junho de 1999 (e alteraes posteriores). Regula o processo administrativo no mbito da Administrao Pblica Federal. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9784.htm capturada dia 09/03/2014 s 19h34min BRASIL. Decreto n. 1.171, de 22 de junho de 1994 (e alteraes posteriores). Aprova o Cdigo de tica Profissional do Servidor Pblico Civil do Poder Executivo Federal. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D1171.htm capturado dia 09/03/2014 s 19h37min
BRASIL Decreto n. 6.029, de 1. de fevereiro de 2007 (e alteraes posteriores). Institui Sistema de Gesto da tica do Poder Executivo Federal, e d outras providncias. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2007/Decreto/D6029.htm capturado dia 09/03/2014 s 19h45min Legislao disponvel nos sites www.planalto.gov.br e www.presidencia.gov.br MATERIAL NECESSRIO PARA A REALIZAO DAS PROVAS Caneta esferogrfica azul ou preta, lpis e borracha. NO PERMITIDO O USO DE CALCULADORA.
CARGO: OPERADOR DE MQUINAS AGRCOLAS
Lngua Portuguesa: 1.Interpretao de texto 2.Nveis de linguagem 3.Sinonmia e antonmia 4.Homonmia e paronmia 5.Polissemia 6.Denotao e conotao 7.Figuras de linguagem 8.Classes de palavras e suas especificidades 9. Concordncia verbal e nominal 10. Regncia verbal e nominal 11. Crase 12. Ortografia 13. Acentuao (considerando-se, inclusive, o Novo Acordo Ortogrfico) 14. Pontuao
BIBLIOGRAFIA AULETE, Caldas. Novssimo Aulete dicionrio contemporneo da Lngua Portuguesa . Rio de Janeiro: Lexikon, 2011. 1488p. BECHARA, Evanildo. Moderna Gramtica Portuguesa. 37. ed. Rio de Janeiro: Lucerna, 2006. BORBA, Francisco S. (org.) Dicionrio UNESP do Portugus Contemporneo. Curitiba: Pi, 2011. CEGALLA, Domingos Paschoal. Novssima Gramtica da Lngua Portuguesa. 46. ed. So Paulo: Companhia Editora Nacional, 2007. LEDUR, Paulo Flvio. Guia Prtico da Nova Ortografia: as mudanas do acordo ortogrfico. 6. ed. Porto Alegre: AGE, 2009. SACCONI, Luiz Antnio. Nossa Gramtica: teoria e prtica. 25. ed. So Paulo: Atual, 1999.
Conhecimento Especfico: 1.Medidas de segurana no uso de mquinas e implementos agrcolas 1.1. Normas de segurana na utilizao de mquinas e implementos agrcolas; 1.2. Acidente de trabalho; 1.3. Medidas de segurana na operao de tratores agrcolas; 1.4. Equipamentos de proteo individual; 2.Motores de ciclo diesel 2.1. Partes constituintes dos motores, funes e princpios de funcionamento; 2.2. Sistema de alimentao de ar e combustvel: funes e manuteno; 2.3. Sistemas de lubrificao: funes e manuteno; 2.4. Sistemas de arrefecimento: funes e manuteno;
2.5. Sistema Eltrico: funes e manuteno; 3.Tratores agrcolas 3.1. Tipos de tratores e sua aplicao; 3.2. Classificao dos tratores agrcolas; 3.3. Constituio dos tratores agrcolas; 3.4. Sistema de transmisso: funes e manuteno; 3.5. rgos de acoplamento e transferncia de energia; 4.Combustveis e lubrificantes 4.1. Combustveis: armazenamento e manipulao; 4.2. Combustveis alternativos ao leo diesel; 4.3. Tipos de lubrificantes e suas aplicabilidades em mquinas e implementos agrcolas; 5.Mquinas para preparo do solo 5.1. Classificao das mquinas e implementos para preparo do solo; 5.2. Tipos de preparo do solo; 5.3. Teoria geral da arao; 5.4. Arados: classificao, regulagem e manuteno; 5.5. Escarificadores: regulagem e manuteno; 5.6. Enxadas rotativas: regulagem e manuteno; 5.7. Subsoladores: regulagem e manuteno; 5.8. Grades agrcolas: classificao, regulagem e manuteno; 6.Mquinas para semeadura e adubao 6.1. Fundamentos da semeadura; 6.2. Classificao das mquinas; 6.3. Partes constituintes, funes e funcionamento; 6.4. Semeadora-adubadora em linha: regulagens e manuteno; 6.5. Semeadora a lano: regulagens e manuteno; 6.6. Adubadoras: regulagem e manuteno; 7.Mquinas para aplicao de defensivos agrcolas 7.1. Classificao das mquinas; 7.2. Partes constituintes, funes e funcionamento; 7.3. Calibrao e manuteno; 8.Colhedoras 8.1. Partes constituintes, funes, regulagens e manuteno de uma colhedora autopropelida de gros; 9.Manuteno e conservao de mquinas e implementos agrcolas 9.1. Manuteno preventiva; 9.2. Manuteno peridica; 9.3. Manuteno de conservao;
ALONO, A. dos S. Instalaes e mquinas aplicadas A. Santa Maria: UFSM/NEMA/DER/CCR, 1999. 95p. (Caderno didtico). ALONO, A. dos S. Segurana no meio rural. Santa Maria: UFSM/DEGI, 1999. 200p. (Caderno didtico). ALONO, A. dos S. Legislao e normas para segurana no projeto e utilizao de mquinas agrcolas. In: MACHADO, A. L. T. Gerenciamento e utilizao de mquinas agrcolas. Pelotas: OnLine Informtica, 2002. 89p. (1 CD-ROM). ALONO, A. dos S. Mecanizao agrcola. Santa Maria: UFSM/NEMA/DER/CCR, 1999. 136p. (Caderno didtico). BALASTREIRE, L. A. Mquinas agrcolas. So Paulo: Manole, 1987. GRANDI, L. A. O trator e a sua mecnica. Lavras: UFLA/FAEPE, v.2, 1998. MACHADO, A. L. T. Gerenciamento e utilizao de mquinas agrcolas. Pelotas: OnLine Informtica, 2002. 33p. (1 CD-ROM). MACHADO, A. L. T. & REIS, A. V. Mquinas para o preparo do solo, semeadura, adubao e tratamentos culturais. 2.ed. Pelotas: UFPel, 2005. 253p. MACORIM, U. A. Manual do mecnico. 6.ed. So Paulo: cone, 1989. MIALHE, L. G. Mquinas motoras na agricultura. So Paulo: Edusp, v.1 e 2, 1980. MIALHE, L. G. Manual de mecanizao agrcola. So Paulo: Agronmica Ceres, 1974. MONTEIRO, L. de A.; SILVA, P. R. A. Operao com tratores agrcolas. 1.ed. Botucatu: FEPAF, 2009. MONTEIRO, L. de A. Preveno de acidentes com tratores agrcolas e florestais. Botucatu: Diagrama, 2010. PORTELLA, J. A. Colheita de gros mecanizada. Viosa: Aprenda Fcil, 2000. PORTELLA, J. A. Semeadoras para plantio direto. Viosa: Aprenda Fcil, 2001. REIS, A. V. & MACHADO, A. L. T. Acidentes com mquinas agrcolas: texto de referncia para tcnicos e extensionistas. 1.ed. Pelotas: UFPel, 2009. 103p. REIS, A. V.; MACHADO, A. L. T.; TILLMANN, C. A. C. & MORAES, M. L. B. Motores, tratores, combustveis e lubrificantes. 2.ed. Pelotas: UFPel, 2005. 307p. SAAD, O. Mquinas e tcnicas de preparo inicial do solo. So Paulo: Nobel, 1986. SAAD, O. Seleo do equipamento agrcola. So Paulo: Nobel, 1989. SILVEIRA, G. M. da. Mquinas para colheita e transporte. Viosa: Aprenda Fcil, 2001. SILVEIRA, G. M. da. Mquinas para a pecuria. So Paulo: Nobel, 1997. SILVEIRA, G. M. da. Mquinas para plantio e conduo das culturas. Viosa: Aprenda Fcil, 2001. SILVEIRA, G. M. da. Os cuidados com o trator. Viosa: Aprenda Fcil, 2001. SILVEIRA, G. M. da. O preparo do solo: implementos corretos. Rio de Janeiro: Globo, 1988. MATERIAL NECESSRIO PARA A REALIZAO DAS PROVAS Caneta esferogrfica azul ou preta, lpis e borracha. NO PERMITIDO O USO DE CALCULADORA.
CONTEDO DE LNGUA PORTUGUESA E LEGISLAO COMUM AOS CARGOS DE TCNICO EM CONTABILIDADE, TCNICO EM EDIFICAES, TCNICO DE TECNOLOGIA DA INFORMAO E TRADUTOR E INTRPRETE DE LINGUAGEM DE SINAIS:
Lngua Portuguesa: 1.Interpretao de texto 2.Nveis de linguagem 3.Tipos de discurso 4.Sinonmia e antonmia 5.Homonmia e paronmia 6.Polissemia 7.Ambiguidade 8.Denotao e conotao 9.Figuras de linguagem 10. Classes de palavras e suas especificidades 11. Concordncia verbal e nominal 12. Regncia verbal e nominal 13. Crase 14. Ortografia 15. Acentuao 16. Pontuao 17. Coeso e Coerncia BIBLIOGRAFIA AULETE, Caldas. Novssimo Aulete dicionrio contemporneo da Lngua Portuguesa . Rio de Janeiro: Lexikon, 2011. 1488p. BORBA, Francisco S. (org.) Dicionrio UNESP do Portugus Contemporneo. Curitiba: Pi, 2011. CEGALLA, Domingos Paschoal. Novssima Gramtica da Lngua Portuguesa . 46. ed. So Paulo: Companhia Editora Nacional, 2007. CEREJA, William Roberto; MAGALHES, Thereza Cochar. Gramtica Reflexiva: texto, semntica e interao. So Paulo: Atual, 1999. CUNHA, C. & CINTRA, L. Nova gramtica do portugus contemporneo . 6. ed. Rio de Janeiro: Lexikon, 2013. FIORIN, Jos Luiz; SAVIOLI, Francisco Plato. Lies de texto: leitura e redao. 2. ed. So Paulo: tica, 1997. LEDUR, Paulo Flvio. Guia Prtico da Nova Ortografia: as mudanas do acordo ortogrfico. 6. ed. Porto Alegre: AGE, 2009. SACCONI, Luiz Antnio. Nossa Gramtica: teoria e prtica. 25. ed. So Paulo: Atual, 1999. VALENA, Ana; CARDOSO, Denise Porto; VIANA, Antnio Carlos; MACHADO, Snia Maria. Roteiro de Redao: lendo e argumentando. So Paulo: Scipione, 1998.
Legislao: 1.Constituio Federal 1.1 Administrao Pblica (arts. 37 e 38); 1.2 Servidores Pblicos (arts. 39 a 41). 2.Regime Jurdico dos servidores pblicos civis da Unio, das autarquias e das fundaes pblicas federais; 3.Licitaes e contratos da Administrao Pblica; 4.Processo administrativo no mbito da Administrao Pblica; 5.tica Profissional do Servidor Pblico Civil do Poder Executivo Federal; BIBLIOGRAFIA BRASIL, Constituio Federal (1988). Constituio da Repblica Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988 e atualizada at a Emenda Constitucional n. 77, de 11 de fevereiro de 2014. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm capturada dia 09/03/2014 s 19h25min BRASIL. Regime Jurdico dos Servidores Pblicos Civis da Unio, das autarquias e das fundaes pblicas federais: Lei n. 8.112, de 11 de dezembro de 1990 (e alteraes posteriores).http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8112cons.htm capturada dia 09/03/2014 s 19h26min BRASIL. Lei n. 8.666, de 21 de junho de 1993 (e alteraes posteriores). Regulamenta o artigo 37, inciso XXI, da Constituio Federal, institui normas para licitao e contratos da Administrao Pblica e d outras providncias. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8666cons.htm capturada dia 09/03/2014 s 19h28min BRASIL. Lei n. 10.520, de 17 de julho de 2002 (e alteraes posteriores). Institui, no mbito da Unio (....), nos termos do artigo 37, inciso XXI, da Constituio Federal, modalidade de licitao denominada prego, para aquisio de bens e servios comuns, e d outras providncias. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/2002/L10520.htm capturada dia 09/03/2014 s 19h31min BRASIL. Decreto n. 5.450, de 31 de maio de 2005. Regulamenta o prego, na forma eletrnica, para aquisio de bens e servios comuns, e d outras providncias. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Decreto/D5450.htm capturado dia 09/03/2014 s 19h35min BRASIL. Lei n. 9.784, de 29 de junho de 1999 (e alteraes posteriores). Regula o processo administrativo no mbito da Administrao Pblica Federal. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9784.htm capturada dia 09/03/2014 s 19h34min BRASIL. Decreto n. 1.171, de 22 de junho de 1994 (e alteraes posteriores). Aprova o Cdigo de tica Profissional do Servidor Pblico Civil do Poder Executivo Federal. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D1171.htm capturado dia 09/03/2014 s 19h37min BRASIL Decreto n. 6.029, de 1. de fevereiro de 2007 (e alteraes posteriores). Institui Sistema de Gesto da tica do Poder Executivo Federal, e d outras providncias. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2007/Decreto/D6029.htm capturado dia 09/03/2014 s 19h45min Legislao disponvel nos sites www.planalto.gov.br e www.presidencia.gov.br
CONTEDO ESPECFICO: CARGO: TCNICO EM CONTABILIDADE
Conhecimentos Especficos: 1.Contabilidade Geral 1.1. Contabilidade: conceito, objeto, finalidade, campo de aplicao e seus usurios; 1.2. Patrimnio: conceito, bens, direitos, obrigaes, aspectos qualitativo e quantitativo do patrimnio, posio patrimonial e financeira, variaes do patrimnio lquido; 1.3. Princpios Fundamentais de Contabilidade (Resoluo n 750/93, do CFC e Resoluo n 1.282/10); 1.4. Regimes Contbeis: Caixa, competncia; 1.5. Escriturao: conceito, mtodo de escriturao, lanamentos, elementos essenciais e frmulas de lanamentos; 1.6. Contas: conceito, elementos essenciais, natureza, classificao, funes; 1.7. Atos e fatos administrativos: fatos permutativos, modificativos e mistos; 1.8. Plano de contas: conceito, finalidade e estrutura; 1.9. Depreciao, amortizao e exausto: conceitos, determinao da vida til, forma de clculo e contabilizao; 1.10. Gastos com Pessoal: Folha de pagamento, encargos e aspectos de contabilizao; 1.11. Balano patrimonial, demonstrao do resultado do exerccio e outras demonstraes contbeis segundo as Leis 6.404/76, 11.638/07 e 11.941/09; 1.12. Operaes com mercadorias; critrios de avaliao de estoque e apurao do resultado; 2.Contabilidade Pblica 2.1. Contabilidade Pblica: conceito, objeto, objetivo, campo de atuao e sistemas (oramentrio, financeiro, patrimonial e de compensao); 2.2. Patrimnio Pblico: conceito, bens pblicos, inventrio e as suas variaes patrimoniais: aspectos patrimoniais, entidades que compem a administrao direta e indireta e contabilizao; 2.3. Regimes Contbeis: conceito e tipos de regimes (caixa, competncia e misto); 2.4. Oramento Pblico: definio, processo de planejamento-oramento: Plano Plurianual (PPA); Lei de Diretrizes Oramentrias (LDO); Lei de Oramento Anual (LOA); 2.5. Princpios Oramentrios: Programao, universalidade, unidade, anualidade, equilbrio, exclusividade, especificao, publicidade, clareza e do oramento bruto; 2.6. Ciclo Oramentrio: elaborao, estudo e aprovao, execuo, avaliao; 2.7. Crditos adicionais: conceito, classificao, autorizao de abertura, vigncia e indicao e especificao de recursos; 2.8. Receita Pblica: conceito, classificao, receita oramentria, receita extra-oramentria, classificao econmica da receita, estgios da receita e sua escriturao, restituio e anulao de receitas e sua escriturao, dvida ativa e sua escriturao;
2.9. Despesa Pblica: conceito, classificao, despesa oramentria e extra-oramentria, classificao econmica da despesa, estgios da despesa e sua escriturao; 2.10. Restos a pagar: conceito e escriturao contbil; 2.11. Regime de adiantamento: disposies bsicas; 2.12. Balanos: Oramentrio, Financeiro, Demonstrao das variaes patrimoniais, balano Patrimonial e Demonstrao do fluxo de Caixa; 2.13. Plano de Contas: estrutura do plano de contas, elenco de contas (sistema financeiro, sistema patrimonial, sistema de compensao e sistema oramentrio). 2.14. Sistema Integrado de Administrao Financeira do Governo Federal (SIAFI): conceito, objetivo, caractersticas e funcionalidade do sistema; 2.15. Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Pblico (NBCASP) 16.1 a 16.10. 2.16. Licitaes: conceituao, modalidades, dispensa inexigibilidade, tipos de licitao, edital, anexos do edital, procedimento e julgamento, regimes ou formas de execuo; BIBLIOGRAFIA a ARRUDA, Daniel; ARAJO Inaldo Paixo. Contabilidade Pblica da Teoria Prtica. 2 ed. So Paulo: Saraiva 2009. BRASIL. Constituio Federal de 1988 (atualizada). _______. Lei complementar n 101 de 04 de maio de 2000. Estabelece normas de finanas pblicas voltadas para a responsabilidade na gesto fiscal e da outras providncias. Disponvel em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9784.htm ; acesso em 26 de maro de 2014. _______. Lei n 4.320 de 17 de maro de 1964. Estatui normas gerais de Direito Financeiro para elaborao e controle dos oramentos e balanos da Unio, dos Estados, dos Municpios e do Distrito Federal. Disponvel em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L4320.htm. Acesso em 26 de maro 2014. _______. Lei n 8.666, de 21 de junho de 1993 (atualizada). Regulamenta o art. 37, inciso XXI, da Constituio Federal, institui normas para licitaes e contratos da Administrao Pblica e d outras providncias. Oficial da Unio, Braslia, 22 jun. 1993. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8666cons.htm . Acesso em 30 de maro de 2014. _______. Lei n 11638 de 28 de dez 2007, que altera a Lei 6404-76 - Lei das S/A <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2007/Lei/L11638.htm>acesso em 26 de maro 2014. GIACOMONI, James. Oramento Pblico. So Paulo. Atlas, 2010. IUDCIBUS, Srgio de; MARTINS, Eliseu; KANITZ, Stephen Charles et al. Contabilidade a Introdutria. 11 ed. So Paulo: Atlas, 2010. KOHAMA, Heilio. Contabilidade pblica: teoria e prtica. 12 ed. So Paulo: Atlas, 2012. MARION, Jos Carlos. Contabilidade empresarial. 16 ed. So Paulo: Atlas, 2012. MOTA, Francisco Glauber Lima. Contabilidade Aplicada ao Setor Pblico. 1 ed.So Paulo: Estefnia Gonalves, 2009. NEVES, Silvrio das. Contabilidade Bsica. 14 ed. So Paulo: Atlas, 2012. Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Pblico (NBCASP) 16.1 a 16.10. http://www.cfc.org.br/ : acesso em 26 de maro 2014. QUINTANA, Alexandre Costa; MACHADO, Daiane Pias; QUARESMA, Josi Cristiane da Costa et al. Contabilidade pblica: de acordo com as novas normas brasileiras de contabilidade aplicadas ao setor pblico e a lei de responsabilidade fiscal. So Paulo: Atlas, 2011.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Geral Fcil: 9 ed. So Paulo: Saraiva, 2013. Sistema Integrado de Administrao Financeira do Governo Federal https://www.tesouro.fazenda.gov.br/pt/siafi acesso em 26 de maro de 2014. WILGES, Jos Ilmo. Finanas Pblicas: Oramento e Direito Financeiro. Porto Alegre, RS: AGE, 2006. MATERIAL NECESSRIO PARA A REALIZAO DAS PROVAS Caneta esferogrfica azul ou preta, lpis e borracha. NO PERMITIDO O USO DE CALCULADORA.
CARGO: TCNICO EM EDIFICAES
Conhecimentos Especficos: 1. Desenho Tcnico e Representao grfica de Projetos de Arquitetura 1.1. Normas do desenho tcnico 1.2. Utilizao de materiais e instrumentos de desenho 1.3. Escalas 1.4. Convenes tcnicas 1.5. Leitura e interpretao de projeto arquitetnico 1.6. Representao grfica computacional 2. Materiais de Construo 2.1. Caractersticas e propriedade dos materiais 2.2. Especificaes tcnicas 2.3. Normalizao 2.4. Controle tecnolgico e ensaios 3. Tcnicas Construtivas 3.1. Servios preliminares 3.2. Infra estrutura 3.3. Supra estrutura 3.4. Sistemas de construo 3.5. Revestimentos 3.6. Pavimentaes 3.7. Coberturas 3.8. Esquadrias 3.9. Pinturas 3.10. Sistemas de impermeabilizao 4. Instalaes complementares 4.1. Instalaes eltricas 4.2. Instalaes hidrossanitrias 5. Gesto de resduos na construo civil 6. Higiene e Segurana do Trabalho 6.1. Conceito e importncia de segurana do trabalho 6.2. Acidentes de trabalho, causas, prevenes e consequncias 6.3. Segurana do Trabalho na construo civil 6.4. Legislao, programas e normas Regulamentadoras BIBLIOGRAFIA Associao Brasileira de Normas Tcnicas. NBR 5738:2008 Concreto Procedimento para moldagem e cura de corpos-de-prova. ______________ NBR 5739:2007 Concreto Ensaio de compresso de corpos-de-prova cilndricos. ______________ NBR 6467:2009 Agregados Determinao do inchamento de agregado mido Mtodo de ensaio. ______________ NBR 7215:1996 Cimento Portland Determinao da Resistncia a Compresso. ______________ NBR 9479: 2006 Argamassa e concreto Cmaras midas e tanques para cura de corpos de prova ______________ NBR 12655:2006 Concreto de cimento Portland - Preparo, controle e recebimento Procedimento. _____________ NBR 13279:1995 Argamassa para assentamento de paredes e revestimento de paredes e tetos Determinao da resistncia compresso.
______________ NBR 13281:2005 Argamassas de assentamento e revestimento de paredes e tetos requisitos. ______________ NBR NM 30:2001 Agregado mido Determinao da absoro de gua. ______________ NBR NM 45:2006 Determinao da massa unitria e do volume de vazios. ______________ NBR NM 52:2009 Determinao da massa especfica e massa especfica aparente. ______________ NBR NM 67:1988 Concreto Determinao da consistncia pelo abatimento do tronco de cone. ______________ NBR NM 68:1988 Concreto Determinao da consistncia pelo espalhamento na mesa de Graff. ______________ NBR NM 248:2003 Agregados Determinao da composio granulomtrica. BALDAM, Roquemar de Lima; COSTA, Lourenco; OLIVEIRA, Adriano de. AutoCAD 2013: utilizando totalmente. So Paulo: rica, 2012. 568 p. BAUER, L. A. Falco. Materiais de construo. Volume 1. Rio de Janeiro: LTC, 2011. BAUER, L. A. Falco. Materiais de construo. Volume 2. Rio de Janeiro: LTC, 2011. BRASIL, Ministrio do Trabalho. Normas Regulametadoras NR4, NR7, NR9, NR10 NR12, NR18, NR23, NR33, NR35. Disponvel em http://portal.mte.gov.br/legislacao/normas-regulamentadoras1.htm . Acessado em 02/04/2014. CHING, Francis D. K. Representao grfica em arquitetura. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2000. 192p. GONALVES, Edwar Abreu. Manual de segurana e sade do trabalho. So Paulo: LTR, 2000. MONTENEGRO, Gildo. Desenho Arquitetnico. 4. ed. So Paulo: Edgar Blucher, 2001. YAZIGI, Walid. A tcnica de edificar. So Paulo: Editora PINI, 2004. Resoluo CONAMA 307 de 05/07/2002 e atualizaes posteriores - "Estabelece diretrizes, critrios e procedimentos para a gesto dos resduos da construo civil". (Disponvel em www.mma.gov.br/conama). Acessado em 02/04/2014 MATERIAL NECESSRIO PARA A REALIZAO DAS PROVAS Caneta esferogrfica azul ou preta, lpis e borracha. PERMITIDO O USO DE CALCULADORA NO PROGRAMVEL.
CARGO: TCNICO DE TECNOLOGIA DA INFORMAO
Conhecimentos Especficos: 1.Lgica de programao e algoritmos - Tipos primitivos, variveis, constantes e operadores estrutura geral de um programa - Estruturas de controle de programao: deciso e repetio Variveis indexadas: vetores e matrizes - Funes -Registros - Ponteiros, Listas, pilhas e filasArquivos - Utilizao de Sub-Rotinas - Sub-Rotinas do Tipo Procedimento - Sub-Rotinas do Tipo Funo 2.Sistemas Operacionais - Gerenciamento de memria - Sistemas de arquivos - Entrada/Sada Segurana - Memria do Computador - Unidade Central de Processamento Codificao Tecnologia da Informao Multiprogramao Gerncia do Processador Sistemas de Arquivos Segurana 3.Banco de Dados - Modelo Entidade x Relacionamento - Modelo Relacional - SQL - ANSI 2011 Regras de Integridade - Transaes - Arquitetura de Sistemas de Banco de Dados 4.MODELAGEM UML - diagrama de caso de uso - especificao de caso de uso - diagrama de classe - diagrama de sequencia. 5.LINUX - RAID, Shell (bash), Gerenciamento de Arquivos - Gerenciamento de usurios, grupos e privilgios - Gerenciamento de processos - Configurao servidor web (apache). 6.Segurana de Redes - Redes Privadas Virtuais (VPN): Objetivos, Fundamentos, Tunelamento, Protocolo IPSec; Redes sem Fio: Bluetooth: Protocolos do Bluetooth, Arquitetura de Segurana do Bluetooth, Wireless Local Access Network (WLAN): Padro IEEE 802.11, Wired Equivalent Privacy (WEP), Wi-Fi Protected Access (WPA); Segurana de Rede: conceitos bsicos, principais ameaas, vulnerabilidades; Sistema de Deteco de Intruso (IDS): Caractersticas, Tipos, Metodologia de Deteco, Intrusion Prevention System (IPS); Firewall; Criptografia simtrica e assimtrica: conceitos e aplicabilidades; Certificao, autenticao e assinatura digital: conceitos e aplicabilidades. 7.Redes - Modelo OSI; Arquitetura TCP/IP: Protocolo IP: IPv4, IPv6, endereamento, subredes, endereos reservados, roteamento IP; Protocolos de Transporte (TCP e UDP); Resoluo de Nomes: Protocolo DNS; Protocolos de Aplicao (FTP, TFTP, SMTP, POP, IMAP, HTTP, DHCP, SNMP); Topologias de Rede; Arquitetura Ethernet; Srie de Normas ANSI/TIA-568-C; Noes sobre cabeamento estruturado categorias 3, 5, 5e e 6 de acordo com a NBR 14.565; Gerenciamento do cabeamento instalado; Equipamentos Ativos (Repetidor, HUB, Bridge, Switch, Roteador, Modens, Algoritmo Spanning Tree). BIBLIOGRAFIA ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes; CAMPOS, Edilene Aparecida Veneruchi de. Fundamentos da Programao de Computadores. 2 edio. Editora Pearson Prentice Hall, 2003. DEITAL, H.M., 1945 - C++: como programar / H.M Deital, P.J Deitel; traduo Edson Furmankiewicz; reviso tcnica Fbio Lucchini.--So Paulo: Person Prentice Hall, 2006. Ttulo original: C++ how to program ELMASRI; NAVATHE. Sistemas de banco de dados. 6. ed. So Paulo : Person, 2011. FERREIRA, Rubem E. Linux: Guia do Administrador do Sistema, 2a Ed. rev. e ampliada. So Paulo : Novatec, 2008. FORBELLONE, Andr; EBERSPCHER, Henri. Lgica de Programao - A construo de algoritmos e estruturas de dados. 3 Edio. Editora Pearson Prentice Hall, 2005. GUEDES, G. UML 2: uma abordagem prtica. Novatec, 2011 HEUSER, Carlos Alberto. Projeto de banco de dados. 6. ed. So Paulo: Bookman, 2009. KUROSE, James F., ROSS, Keith W. Redes de Computadores e a Internet: uma abordagem topdown. 6 ed. So Paulo: Pearson, 2013. LOPES, Anita. Introduo programao / Anita Lopes, Guto Garcia. - Rio de Janeiro: Elsevier -11 Reimpresso
MANZANO, Jos Augusto N. G. Estudo Dirigido de Algoritmos / Jos Augusto N. G. Manzano, Jayr Figueiredo De Oliveira.-- 14. ed. rev. --So Paulo: rica, 2011 --(Coleo PD) MARIN, Paulo S. Cabeamento Estruturado: desvendando cada passo: do projeto instalao . 4 ed. So Paulo: rica, 2013. MENDES, Douglas Rocha. Redes de Computadores: teoria e prtica. So Paulo: NOVATEC, 2007. NAKAMURA, Emilio Tissato; GEUS, Paulo Lcio de. Segurana de redes em ambientes cooperativos. So Paulo: NOVATEC, 2007. PFLEEGER, Shari Lawrence. Engenharia de software: teoria e prtica. 2 ed. So Paulo. Prentice Hall, 2004. SOFFNER, R. Algoritmos e programao em linguagem C. So Paulo: Saraiva, 2013. STALLINGS, William. Criptografia e Segurana de Redes. 4 ed. So Paulo: Pearson, 2008. TANENBAUM, Andrew S. Redes de computadores. 4 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. TANENBAUM, Andrew S.. Sistemas operacionais modernos. So Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. TORRES, Gabriel. Hardware: curso completo. 4.ed. Rio de Janeiro: Axcel books, 2001. VELLOSO, Fernando de Castro. Informtica: conceitos bsicos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. ZELENOVSKY, R.; Mendona, A. PC: Um guia Prtico de Hardware e Interfaceamento. MZ Editora, Rio de Janeiro, 2006.
CARGO: TRADUTOR E INTRPRETE DE LINGUAGEM DE SINAIS
Conhecimentos Especficos: 1. Traduo e interpretao em lngua de sinais: terminologias e conceitos utilizados na rea. 2. Aspectos legais e normas tcnicas para atuao como tradutor e intrprete de lngua de sinais. 3. A relao da interpretao de lngua brasileira de sinais e lngua portuguesa. 4. Postura tica e Profissional do Tradutor intrprete de Lngua de Sinais 5. Organizao Poltica dos Tradutores Intrpretes de Lnguas de Sinais 6. Lngua brasileira de sinais. 7. Histrico da formao e constituio da profisso de intrprete de lngua brasileira de sinais. 8. Contextos de traduo da lngua brasileira de sinais. 9. O intrprete de lngua de sinais e a comunidade surda. 10. Estudos Surdos (Incluindo Cultura Surda) 11. Lngua Brasileira de Sinais 12. O Tradutor/Intrprete de Lngua de Sinais no ambiente educacional
BIBLIOGRAFIA Acessibilidade em comunicao na televiso. NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 15290, 2005. http://www.pessoacomdeficiencia.gov.br/app/sites/default/files/arquivos/%5Bfield_generico_imagensfilefield-description%5D_17.pdf Acesso em: 25.03.2013 BRASIL. Decreto-lei n 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei n 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispe sobre a Lngua Brasileira de Sinais-Libras. Dirio Oficial [da] Repblica Federativa do Brasil, Braslia, DF, 23 abr. 2005. Disponvel em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm >. Acesso em: 13.03.2013 BRASIL. Lei 12.319, de 1 de setembro de 2010. BRASIL. Ministrio do Trabalho e Emprego, A Classificao Brasileira de Ocupaes - CBO, instituda por portaria ministerial n. 397, de 9 de outubro de 2002, tem por finalidade a identificao das ocupaes no mercado de trabalho. Classificao Brasileira de Ocupaes Disponivel em: http://www.mtecbo.gov.br/cbosite/pages/home.jsf - Acesso em: 13.03.2013. CAPOVILLA, Fernando Csar, RAPHAEL, Walkiria Duarte; MAURICIO, Aline Cristiana L. NOVO DEIT-LIBRAS: Dicionrio Enciclopdico Ilustrado Trilngue da Lngua de Sinais Brasileira (Libras) baseado em Lingustica e Neurocincias Cognitivas, 2 vols. 2010. So Paulo, SP: EDUSP. GESSER, Audrei. Libras? Que lngua essa? So Paulo: Parbola Editora, 2009. 2 edio. JACOBSON, R. Aspectos lingsticos da traduo. In: Lingstica e Comunicao. So Paulo: Cultrix, 1975. LACERDA, Cristina Broglia de Feitosa, O intrpete educacional de lngua de sinais no ensino fundamental: refletindo sobre limites e possibilidades. In: Ana Claudia Lodi; Kathryn Pacheco Harrison; Sandra Leite de Campos; Ottmar Teske. (Org.). Letramento e Minorias. 1ed.Porto Alegre: Editora Mediao, 2002, v. , p. 120-128. MASUTTI, Mara Lcia & SANTOS, Silvana Aguiar dos (2008). Intrprete de Lngua de Sinais: uma poltica em construo. In Ronice Mller de Quadros [Org.], Estudos Surdos III . Petrpolis: Arara Azul, pp. 148-167. PEREIRA, Maria Cristina Pires. Interpretao interlnge: as especificidades da interpretao de lngua de sinais. Cadernos de Traduo XXI, Vol. 1, p. 135-156. Florianpolis: UFSC, PGET: 2008.
Disponvel em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/traducao/article/view/2175-7968.2008v1n21p135. Acesso em: 26.03.2014. AD , . Alegre, 2004. . de A N PP, . ngua de sinais brasileira estudos ling sticos. ArtMed: Porto
QUADROS, Ronice Mller de. O tradutor e intrprete de lngua brasileira de sinais e lngua portuguesa. Secretaria de Educao Especial; Programa Nacional de Apoio Educao de Surdos Braslia: MEC; SEESP, 2004. Disponvel em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/tradutorlibras.pdf. Acesso em: 26.03.2014. REICHERT, Andr Ribeiro. Interpretes, Surdos e Negociaes Culturais. In: Gladis Perlin e Marianne Stumpf. (Org.). OLHAR SOBRE NS SURDOS: leituras contemporneas. 1ed.So Paulo - SP: EDITORA CRV, 2012. STROBEL, Karin. As imagens do outro sobre a Cultura Surda. Florianpolis: Ed. Da UFSC, 2008.
CARGO: TCNICO EM SECRETARIADO
Lngua Portuguesa: 1.Interpretao de texto 2.Nveis de linguagem 3.Tipos de discurso 4.Sinonmia e antonmia 5.Homonmia e paronmia 6.Polissemia 7.Ambiguidade 8.Denotao e conotao 9.Figuras de linguagem 10. Classes de palavras e suas especificidades 11. Concordncia verbal e nominal 12. Regncia verbal e nominal 13. Crase 14. Ortografia 15. Acentuao 16. Pontuao 17. Coeso e Coerncia 18. Redao oficial 18.1 Ata 18.2 Memorando 18.3 Ofcio 18.4 Relatrio 18.5 Requerimento BIBLIOGRAFIA AULETE, Caldas. Novssimo Aulete dicionrio contemporneo da Lngua Portuguesa . Rio de Janeiro: Lexikon, 2011. 1488p. BORBA, Francisco S. (org.) Dicionrio UNESP do Portugus Contemporneo. Curitiba: Pi, 2011. BRASIL. Presidncia da Repblica. Manual de redao da Presidncia da Repblica / Gilmar Ferreira Mendes e Nestor Jos Forster Jnior. 2. ed. rev. e atual. Braslia : Presidncia da Repblica, 2002. CEGALLA, Domingos Paschoal. Novssima Gramtica da Lngua Portuguesa. 46. ed. So Paulo: Companhia Editora Nacional, 2007. CEREJA, William Roberto; MAGALHES, Thereza Cochar. Gramtica Reflexiva: texto, semntica e interao. So Paulo: Atual, 1999. CUNHA, C. & CINTRA, L. Nova gramtica do portugus contemporneo. 6. ed. Rio de Janeiro: Lexikon, 2013.
FIORIN, Jos Luiz; SAVIOLI, Francisco Plato. Lies de texto: leitura e redao. 2. ed. So Paulo: tica, 1997. KASPARY, Adalberto Jos. Redao Oficial: Normas e Modelos. 17.ed. Porto Alegre: Edita, 2004. LEDUR, Paulo Flvio. Guia Prtico da Nova Ortografia: as mudanas do acordo ortogrfico. 6. ed. Porto Alegre: AGE, 2009. SACCONI, Luiz Antnio. Nossa Gramtica: teoria e prtica. 25. ed. So Paulo: Atual, 1999. VALENA, Ana; CARDOSO, Denise Porto; VIANA, Antnio Carlos; MACHADO, Snia Maria. Roteiro de Redao: lendo e argumentando. So Paulo: Scipione, 1998. Legislao: 1.Constituio Federal 1.1 Administrao Pblica (arts. 37 e 38); 1.2 Servidores Pblicos (arts. 39 a 41). 2.Regime Jurdico dos servidores pblicos civis da Unio, das autarquias e das fundaes pblicas federais; 3.Licitaes e contratos da Administrao Pblica; 4.Processo administrativo no mbito da Administrao Pblica; 5.tica Profissional do Servidor Pblico Civil do Poder Executivo Federal; BIBLIOGRAFIA BRASIL, Constituio Federal (1988). Constituio da Repblica Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988 e atualizada at a Emenda Constitucional n. 77, de 11 de fevereiro de 2014. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm capturada dia 09/03/2014 s 19h25min BRASIL. Regime Jurdico dos Servidores Pblicos Civis da Unio, das autarquias e das fundaes pblicas federais: Lei n. 8.112, de 11 de dezembro de 1990 (e alteraes posteriores). http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8112cons.htm capturada dia 09/03/2014 s 19h26min BRASIL. Lei n. 8.666, de 21 de junho de 1993 (e alteraes posteriores). Regulamenta o artigo 37, inciso XXI, da Constituio Federal, institui normas para licitao e contratos da Administrao Pblica e d outras providncias. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8666cons.htm capturada dia 09/03/2014 s 19h28min BRASIL. Lei n. 10.520, de 17 de julho de 2002 (e alteraes posteriores). Institui, no mbito da Unio (....), nos termos do artigo 37, inciso XXI, da Constituio Federal, modalidade de licitao denominada prego, para aquisio de bens e servios comuns, e d outras providncias. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/2002/L10520.htm capturada dia 09/03/2014 s 19h31min BRASIL. Decreto n. 5.450, de 31 de maio de 2005. Regulamenta o prego, na forma eletrnica, para aquisio de bens e servios comuns, e d outras providncias. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Decreto/D5450.htm capturado dia 09/03/2014 s 19h35min BRASIL. Lei n. 9.784, de 29 de junho de 1999 (e alteraes posteriores). Regula o processo administrativo no mbito da Administrao Pblica Federal. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9784.htm capturada dia 09/03/2014 s 19h34min BRASIL. Decreto n. 1.171, de 22 de junho de 1994 (e alteraes posteriores). Aprova o Cdigo de tica Profissional do Servidor Pblico Civil do Poder Executivo Federal. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D1171.htm capturado dia 09/03/2014 s 19h37min
BRASIL Decreto n. 6.029, de 1. de fevereiro de 2007 (e alteraes posteriores). Institui Sistema de Gesto da tica do Poder Executivo Federal, e d outras providncias. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2007/Decreto/D6029.htm capturado dia 09/03/2014 s 19h45min Legislao disponvel nos sites www.planalto.gov.br e www.presidencia.gov.br
Informtica: 1.Fundamentos de Computao: Processamento de dados; Componentes de um Computador (Hardware, Software, Perifricos); Armazenamento de informaes; 2.Principais aplicativos livres para Edio de Texto: Formatao; Edio; Configurao; Tabelas; Ferramentas; 3.Principais aplicativos livres para Planilhas Eletrnicas: Formatao; Edio; Configurao; Ferramentas; Grficos; Funes; 4.Principais aplicativos para Gerenciamento de Arquivos: Conceitos de organizao e gerenciamento de arquivos; Pastas e Arquivos; Edio; Exibio; 5.Principais aplicativos para utilizao da Internet: Conceitos de Protocolo; Navegao pginas Web (www) e seus recursos; Correio Eletrnico e seus recursos; Proteo e Segurana. BIBLIOGRAFIA
ANEXO 3 PROCEDIMENTOS PARA ISENO 1. Para requerer a iseno do valor da taxa de inscrio, o candidato dever declarar hipossuficincia de recursos financeiros, estar inscrito no Cadastro nico para Programas Sociais do Governo Federal Cadnico e comprovar renda familiar mensal igual ou inferior a 03 (trs) salrios mnimos, conforme Decreto da Presidncia da Repblica, n. 6.593 de 02 de outubro de 2008. 2. O interessado que desejar a iseno da taxa de inscrio dever: a) Preencher e assinar o Formulrio de Inscrio na forma determinada neste Edital (no necessrio imprimir a guia para pagamento); b) Preencher e assinar a Declarao de Hipossuficincia Financeira disponvel abaixo, at a data limite de 17/04/2014; c) Anexar os comprovantes da renda familiar, conforme item 3 deste anexo. d) Entregar todos os documentos no Departamento de Seleo do Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia Sul-rio-grandense, ou post-los, via SEDEX, endereado ao Chefe do Departamento de Seleo do Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia Sul-rio-grandense, no endereo: Rua Dom Pedro II, 855 Centro Pelotas-RS CEP 96.010-300. 3. A renda familiar a ser declarada ser comprovada pelo candidato por meio de cpias autenticadas dos seguintes documentos: a) No caso de empregados privados ou pblicos: pginas da Carteira de Trabalho e Previdncia Social (CTPS), que contenham fotografia, identificao e anotao do ltimo contrato de trabalho e da primeira pgina subsequente em branco ou com a correspondente data de sada anotada do ltimo contrato de trabalho, contracheques dos ltimos 03 (trs) meses; b) No caso de servidores pblicos: contracheques dos ltimos 03 (trs) meses; c) No caso de autnomos: declarao de prprio punho de rendimentos correspondentes a contratos de prestao de servios e/ou contrato de prestao de servios e recibo de pagamento de autnomo (RPA); d) no caso de desempregados: pginas da Carteira de Trabalho e Previdncia Social (CTPS) que contenham a fotografia, identificao e anotao do ltimo contrato de trabalho e da primeira pgina subsequente em branco ou com a correspondente data de sada anotada do ltimo contrato de trabalho; comprovao de estar ou no recebendo o seguro-desemprego. 4. O candidato dever apresentar os documentos previstos no item anterior relativos a cada membro da famlia. 5. Alm da apresentao dos documentos necessrios comprovao da renda familiar, o candidato dever entregar cpia autenticada dos seguintes documentos: a) Documento de identidade; b) Cadastro de Pessoa Fsica (CPF); c) Comprovante de residncia (conta atualizada de luz, gua ou telefone fixo); d) Comprovao de inscrio no Cadastro nico para Programas Sociais do Governo Federal Cadnico. 6. As informaes prestadas no requerimento de iseno, bem como a documentao apresentada, sero de inteira responsabilidade do candidato. Em caso de fraude, omisso, falsificao, declarao inidnea ou qualquer outro tipo de irregularidade com relao s informaes prestadas, o candidato responder legalmente pelo ilcito, sendo adotadas as medidas cabveis nas esferas cvel e criminal, respondendo este, a qualquer momento, por crime contra a f pblica, sendo, por consequncia, eliminado do Concurso. 7. No sero aceitos, aps o envio da documentao, acrscimos ou alteraes das informaes prestadas. 8. No ser aceita solicitao de iseno encaminhada via fax, correio eletrnico ou qualquer
outro meio que no o estipulado no item 2. d. 9. No ser concedida iseno de pagamento da taxa de inscrio ao candidato que, omitir informaes e/ou torn-las inverdicas, fraudar e/ou falsificar documentao, pleitear a iseno sem apresentar cpia autenticada dos documentos exigidos, no observar os prazos e meio para encaminhamento da documentao e ou deixar de enviar qualquer dos documentos exigidos para a comprovao de sua condio. 10. O simples envio da documentao no garante ao interessado a iseno de pagamento da taxa de inscrio. Cada pedido de iseno ser analisado e julgado pelo Departamento de Seleo do Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia Sulrio-grandense. O resultado da anlise dos pedidos de iseno da taxa de inscrio ser divulgado no dia 25 de abril de 2014, pela Internet, no endereo eletrnico www.ifsul.edu.br/concursos. No haver recurso contra o indeferimento do requerimento de iseno da taxa de inscrio. 11. Os candidatos cujas solicitaes de iseno tiverem sido indeferidas, para continuar participando do Concurso pblico, devero emitir a guia e efetuar o respectivo pagamento at a data prevista neste Edital. 12. Estar automaticamente excludo do Concurso pblico o candidato que tiver seu pedido de iseno indeferido e no fizer o recolhimento do valor da inscrio, conforme item anterior.
SERVIO PBLICO FEDERAL INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAO, CINCIA E TECNOLOGIA SUL-RIO-GRANDENSE FORMULRIO PARA DECLARAO DE HIPOSSUFICINCIA DE RECURSOS FINANCEIROS DADOS DA SOLICITAO DE ISENO DO PAGAMENTO DA INSCRIO: Inscrio: Identidade: Data de Nascimento: Endereo: Cidade: Telefone: E-mail: Cargo Pretendido: Qual documentao foi anexa para comprovao de renda? (Marcar somente o que for entregue): ( ( ( ( ) Se empregado do setor privado, ou pblico regido pela CLT, cpia da CTPS; ) Se Servidor Pblico, contracheques dos ltimos 3 (trs) meses; ) Se autnomo, declarao de prprio punho e/ou contrato de prestao de servios com RPA; ) Se desempregado cpias da CTPS, e comprovao de estar ou no recebendo seguro desemprego. Estado: Celular: Nome: CPF: Sexo: Estado Civil: Bairro: CEP:
Composio da Renda Familiar: NOME CPF PARENTESCO RENDA MENSAL
Declaro sob as penas da Lei que estou ciente e de acordo com todas as exigncias especificadas no Edital, notadamente aquelas que versam sobre as condies de hipossuficincia financeira e que as informaes aqui prestadas so verdicas. Pelotas, _________ de ____________________ de 20_____.
Assinatura do Candidato: ___________________________
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