Source: http://docplayer.com.br/1580790-Portaria-crn-3-no-0112-2000.html
Timestamp: 2017-06-28 07:45:01+00:00
Document Index: 65050266

Matched Legal Cases: ['Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 6', 'Artigo 7', 'Artigo 8', 'Artigo 9', 'Artigo 10', 'Artigo 11', 'Artigo 12', 'Artigo 9', 'Artigo 13', 'Artigo 14', 'Artigo 15', 'Artigo 16', 'Artigo 17', 'Artigo 2', 'Artigo 1', 'Artigo 1', 'Artigo 1']

PORTARIA CRN-3 nº 0112/ PDF
Download "PORTARIA CRN-3 nº 0112/2000"
Bianca Soares Palhares
1 PORTARIA CRN-3 nº 0112/2000 A Presidente do Conselho Regional de Nutricionistas 3ª Região, no uso de suas atribuições legais, que lhe conferem a Lei Federal nº 6583/78 e o Decreto Federal nº 84444/80 e, considerando as Resoluções CFN n os 141/93 (Código de Ética), 200/98 (atribuições principal e específicas), 223/99 (atuação em Nutrição Clínica) e 236/99 (solicitação de exames laboratoriais), considerando os profissionais que exercem suas funções em empresas que recebem paciente de hospitais e/ou que prestam assistência a pacientes em outras empresas, DEFINE as atribuições e procedimentos que deverão nortear a atuação técnica e ética do Nutricionista na área de Nutrição Clínica em nível domiciliar (HOME CARE), procurando-se definir as seguintes terminologias HOME CARE provedor de cuidados que fornece serviços, equipamentos e/ou produtos aos pacientes que necessitam de terapia nutricional no domicílio. ASSISTÊNCIA DOMICILIÁRIA assistência especializada de um profissional e/ou equipe interdisciplinar no domicílio do paciente. INTERNAÇÃO DOMICILIÁRIA tipo de assistência fornecida a pacientes no seu domicílio, similar ao que receberia se estivesse em ambiente hospitalar, necessitando de equipamentos e atenção de profissionais. ATENDIMENTO DOMICILIÁRIO tipo de assistência em que os profissionais visitam periodicamente o paciente, porém a necessidade do uso de equipamentos se restringe aqueles que podem ser manipulados pelo familiar ou responsável. Após essas definições, o CRN-3 resolve que o Nutricionista deverá, nessa área de atuação2 Artigo 1º Receber o encaminhamento do médico e/ou do nutricionista e/ou de outro profissional por escrito, com identificação e número de registro no respectivo Conselho. Artigo 2º Participar com a equipe interdisciplinar do processo de indicação, evolução e avaliação da nutrição oral, enteral e/ou parenteral. Artigo 3º Classificar o atendimento segundo níveis de assistência em Nutrição (primário, secundário e terciário), conforme necessidades dietoterápicas e/ou fatores de riscos individuais e ambientais; Artigo 4º Planejar, desenvolver e avaliar o programa de educação nutricional destinado ao paciente e aos seus familiares, como forma de promover a adesão ao tratamento prescrito pela equipe, a fim de obter melhores resultados e reduzir o tempo para a alta em nutrição. Artigo 5º Sistematizar o atendimento de nutrição, efetuando levantamentos de dados, diagnósticos e condutas, incluindo prescrições e orientações, segundo a(s) patologia(s) e demais fatores que envolvam a dietoterapia, durante o tratamento e o momento da alta em nutrição; Avaliar o estado nutricional do paciente, utilizando medidas Artigo 6º antropométricas e exames laboratoriais, solicitados pelo próprio Nutricionista, ou por outro profissional da equipe, a partir dos diversos métodos e técnicas cientificamente comprovados,3 considerando os aspectos clínicos; Artigo 7º Avaliar a dieta, através de diferentes métodos, diagnosticando sua adequação frente às necessidades nutricionais e dietoterápicas, considerando o aporte por via oral e/ou enteral e/ou parenteral, e aos hábitos alimentares, incluindo padrão alimentar quanto ao número, tipo e composição das refeições, disciplina, restrições e preferências alimentares e aceitação; Artigo 8º Avaliar os hábitos e as condições alimentares da família, com vistas ao apoio dietoterápico, em função da disponibilidade de alimentos, condições, procedimentos e comportamentos em relação ao preparo, conservação, armazenamento, higiene e administração da dieta; Parágrafo único Caso seja detectado, no decorrer do tratamento, que o paciente não tem condições favoráveis para o início e/ou seguimento dos procedimentos preconizados, recomenda-se o encaminhamento à outra instância adequada de tratamento. Artigo 9º Quando a equipe interdisciplinar constatar que o paciente não está apto a fazer o devido seguimento da dieta prescrita, seja por condições físicas, mentais e/ou sociais, deverá ter uma pessoa responsável que pode ser um membro da família ou não. Parágrafo único4 No caso de existir a pessoa responsável, o mesmo deverá ser treinado e monitorado, a cada visita, pelo Nutricionista, no que diz respeito à conduta nutricional do paciente. Artigo 10 Efetuar a prescrição dietética, baseada nos diagnósticos nutricionais, considerando diagnósticos e condutas dos demais profissionais da equipe interdisciplinar; Artigo 11 Avaliar sistematicamente, com base na classificação de Níveis de Assistência em Nutrição, a aceitação e adequação nutricional da dieta, a evolução do estado nutricional e clínico do paciente, fazendo alterações na prescrição dietética e demais condutas, se necessário; Artigo 12 Emitir relatório do atendimento ao profissional e/ou entidade responsável pelo encaminhamento. Parágrafo único Fica proibido o atendimento e a prescrição por meio das diversas mídias, conforme determina o Código de Ética do Nutricionista, Artigo 9º, inciso XI (Resolução CFN nº 141/93). Artigo 13 Registrar e assinar no prontuário, com identificação e número de registro profissional (CRN), todo atendimento de nutrição prestado ao paciente, possibilitando o acompanhamento da evolução nutricional por todos os integrantes da equipe; Artigo 14 Participar do desenvolvimento de protocolos de pesquisas juntamente5 com a equipe interdisciplinar; Artigo 15 Dar alta em nutrição, verificando se todos os objetivos da assistência nutricional foram alcançados dentro do plano de tratamento estipulado pela equipe; Artigo 16 Em todos os procedimentos a serem efetuados junto ao paciente e seus familiares, o Nutricionista deve pautar a sua conduta no Código de Ética da categoria, devendo a) agir de modo criterioso e transformador, de acordo com os padrões sócio-culturais do meio em que estiver atuando, acatando os preceitos legais e respeitando os direitos do paciente, sem praticar discriminação de qualquer natureza; b) utilizar sempre, no exercício da profissão, seu número de registro no CRN; c) assumir responsabilidade somente por atividades para as quais esteja devidamente habilitado e capacitado pessoal e profissionalmente; d) divulgar e propagar os conhecimentos básicos de nutrição, prestando esclarecimentos com finalidade educativa e de interesse social; e) assumir seu papel na determinação de padrões recomendáveis de ensino e de exercício da profissão; f) respeitar as rotinas domiciliares da família do paciente, no que6 tange a hábitos religiosos e culturais; g) não permitir a interferência de pessoas leigas em seus trabalhos e decisões profissionais; h) dar ciência ao CRN-3 de atos atentatórios a qualquer dos dispositivos descritos no Código de Ética do Nutricionista. i) respeitar os princípios da Bioética. Artigo 17 O profissional deve se manter atualizado, e em constante aperfeiçoamento técnico-científico e legal para o desempenho dessa função, considerando os métodos, técnicas e procedimentos para avaliação da evolução do tratamento dietoterápico, em consonância com o plano global de tratamento estipulado pela equipe interdisciplinar. Esta Portaria entra em vigor, na data de aprovação em Reunião Plenária, revogando-se as disposições em contrário. São Paulo, 12 de dezembro de Dra. Joana D Arc Pereira Mura CRN Presidente Documentos relacionados
RESOLUÇÃO CFN Nº. 333/2004 Dispõe sobre o Código de Ética Profissional dos Técnicos em Nutrição e Dietética e dá outras providências. O Conselho Federal de Nutricionistas, no uso das atribuições que lhe Leia mais Os profissionais de enfermagem que participam e atuam na Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional, serão os previstos na Lei 7.498/86.
Regulamento da Terapia Nutricional 1. DEFINIÇÕES: Terapia Nutricional (TN): Conjunto de procedimentos terapêuticos para manutenção ou recuperação do estado nutricional do usuário por meio da Nutrição Parenteral Leia mais FUNDAMENTOS E HISTÓRIA DA NUTRIÇÃO. Profª Omara Machado Araujo de Oliveira
FUNDAMENTOS E HISTÓRIA DA NUTRIÇÃO Profª Omara Machado Araujo de Oliveira Nutricionista (UFF) Mestre em Saúde Coletiva (UFF) Pós-Graduada em Nutrição Clínica ( UFF) ATRIBUIÇÕES LEGAIS E ESPECÍFICAS DO Leia mais PARECER CRN-3 PRESCRIÇÃO DE SUPLEMENTOS NUTRICIONAIS
PARECER CRN-3 PRESCRIÇÃO DE SUPLEMENTOS NUTRICIONAIS INTRODUÇÃO O Conselho Regional de Nutricionistas da 3º Região, no cumprimento de suas atribuições de orientar e disciplinar a prática profissional dos Leia mais 6) o que determinam os itens II e III do 7º do art. 3 e os artigos 6º, 7º e 8º da Medida Provisória nº. 2.178-38, de 24 de agosto de 2001;
1 RESOLUÇÃO CFN Nº 358/2005 Dispõe sobre as atribuições do Nutricionista no âmbito do Programa de Alimentação Escolar (PAE) e dá outras providências. O Conselho Federal de Nutricionistas, no uso das atribuições Leia mais CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES
CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE NUTRIÇÃO, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente documento Leia mais ANEXO II QUADRO DE ATRIBUIÇÕES, REQUISITOS E REMUNERAÇÃO
ANEXO II QUADRO DE ATRIBUIÇÕES, REQUISITOS E REMUNERAÇÃO FUNÇÃO / REMUNERAÇÃO Médico Infectologista REQUISITO Medicina e Título de Especialista concedido pela Respectiva Sociedade de Classe ou Residência Leia mais Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO DE 2013.
ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO DE Leia mais RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011
RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 Ementa: Regulamenta o registro, a guarda e o manuseio de informações resultantes da prática da assistência farmacêutica nos serviços de saúde. O Conselho Federal Leia mais LEI Nº 6.583, DE 20 DE OUTUBRO DE 1978
LEI Nº 6.583, DE 20 DE OUTUBRO DE 1978 Cria os Conselhos Federal e Regionais de Nutricionistas, regula o seu funcionamento, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Leia mais ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL
ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL Das Atribuições dos Profissionais dos Recursos Humanos Atribuições comuns a todos os profissionais que integram a equipe: Conhecer a realidade das famílias pelas Leia mais 1. CADASTRO 2. AGENDAMENTOS:
1. CADASTRO Para atuar no Hospital São Luiz, todo médico tem de estar regularmente cadastrado. No momento da efetivação, o médico deve ser apresentado por um membro do corpo clínico, munido da seguinte Leia mais Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008
Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008 Ementa: Regulamenta o exercício profissional nos serviços de atendimento pré-hospitalar, na farmácia hospitalar e em outros serviços de saúde, de natureza pública Leia mais O trabalho do CFN amplia o campo de atuação dos nutricionistas.
O trabalho do CFN amplia o campo de atuação dos nutricionistas. Quando o campo se expande, mais profissionais chegam ao mercado, mais áreas de atuação se formam e a categoria conquista mais visibilidade. Leia mais CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS CONSELHO REGIONAL DE NUTRICIONISTAS - ª REGIÃO PROMOÇÃO A SAÚDE [ ] ASSISTÊNCIA A SAÚDE [ ]
CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS CONSELHO REGIONAL DE NUTRICIONISTAS - ª REGIÃO UF ROTEIRO DE VISITA TÉCNICA DATA DA VISITA SAÚDE COLETIVA - ATENÇÃO BÁSICA EM SAÚDE PROMOÇÃO A SAÚDE [ ] ASSISTÊNCIA A Leia mais PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE NORMA Nº 648
Página: 1/4 1- OBJETIVO Definir estratégias para garantir a segurança do paciente, visando minimizar os riscos durante os processos associados aos cuidados de saúde através da implementação de boas práticas Leia mais CONSELHO FEDERAL DE FONOAUDIOLOGIA
Resolução CFFa nº 427, de 1º de março de 2013 "Dispõe sobre a regulamentação da Telessaúde em Fonoaudiologia e dá outras providências." O Conselho Federal de Fonoaudiologia no uso de suas atribuições legais Leia mais RESOLUÇÃO CFN Nº 510/2012
Página 1 de 9 RESOLUÇÃO CFN Nº 510/2012 Dispõe sobre o registro, nos Conselhos Regionais de Nutricionistas, de atestados para comprovação de aptidão para desempenho de atividades nas áreas de alimentação Leia mais CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS CONSELHO REGIONAL DE NUTRICIONISTAS - 6 ª REGIÃO UF ROTEIRO DE VISITA TÉCNICA DATA DA VISITA NUTRIÇÃO CLÍNICA INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS Nº DA VISITA Leia mais Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências
Decreto Nº 94.406 / 1987 (Regulamentação da Lei nº 7.498 / 1986) Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências O Presidente da Leia mais NUTRIÇÃO CLÍNICA INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS. Nutricionista Entrevistado(a)
CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS CONSELHO REGIONAL DE NUTRICIONISTAS - ª REGIÃO UF ROTEIRO DE VISITA TÉCNICA DATA DA VISITA ITA NUTRIÇÃO CLÍNICA INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS Nº DA VISITA Leia mais ÁREAS DE ATUAÇÃO, PERFIL E COMPETÊNCIAS DOS EGRESSOS DOS NOVOS CURSOS
CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA ACADÊMICA ÁREAS DE ATUAÇÃO, PERFIL E COMPETÊNCIAS DOS EGRESSOS DOS NOVOS CURSOS 3. CURSO DE NUTRIÇÃO Área de atuação De acordo com a RESOLUÇÃO Leia mais DELIBERAÇÃO N.º 594/2003
DELIBERAÇÃO N.º 594/2003 Dispõe sobre o Exercício Profissional de Farmacêuticos-Bioquímicos em Laboratórios de Análises Clínicas. O PRESIDENTE DO CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO PARANÁ - CRF/PR, Leia mais REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO
REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO APRESENTAÇÃO A Casa de Saúde São José foi fundada em 1923 e tem como missão Servir à Vida, promovendo Saúde. É uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, católica, Leia mais RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07
RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 (Publicada no D.O.U. de 23 nov. 2007, Seção I, pg. 252) Aprova as normas técnicas concernentes à digitalização e uso dos sistemas informatizados para a guarda e manuseio dos documentos Leia mais REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR Regulamento do Programa de Assistência Domiciliar aprovado pelo Conselho REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMILICIAR CAPITULO I DEFINIÇÕES GERAIS Leia mais 1.1. Nutricionista Entrevistado(a) CRN- Estatutário [ ] Celetista [ ] Contratado [ ] Concursado Celetista [ ] Outro [ ] CRN- RT / QT
CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS CONSELHO REGIONAL DE NUTRICIONISTAS - ª REGIÃO UF ROTEIRO DE VISITA TÉCNICA DATA DA VISITA ALIMENTAÇÃO COLETIVA REFEIÇÃO CONVENIO / CESTA DE ALIMENTOS REFEIÇÃO CONVENIO Leia mais PARECER COREN-DF Nº 004/2011
PARECER COREN-DF Nº 004/2011 SOLICITANTE: Dr. Obedes de Souza Vasco, Coren-DF nº 191085-ENF, Sra. Margarida de Souza Queiroz, Dra. Luciana Simionatto e Silva, Coren-DF nº 58827-ENF, e Dra. Christiane Gigante, Leia mais RESOLUÇÃO. Artigo 2º - O Currículo, ora alterado, será implantado no 2º semestre letivo de 2001 para os alunos matriculados no 4º semestre.
RESOLUÇÃO CONSEPE 38/2001 ALTERA O CURRÍCULO DO CURSO DE ENFERMAGEM, REGIME SERIADO SEMESTRAL, DO CÂMPUS DE BRAGANÇA PAULISTA. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, no uso Leia mais LEI COMPLEMENTAR Nº11/12 DE 10/07/2012 FAZ SABER A TODOS OS HABITANTES DESTE MUNICÍPIO QUE A CÂMARA MUNICIPAL APROVOU, E ELE SANCIONA A PRESENTE LEI:
LEI COMPLEMENTAR Nº11/12 DE 10/07/2012 CRIA CARGOS DE PROVIMENTO TEMPORÁRIO/EMPREGO PÚBLICO PARA EXECUÇÃO DE PROGRAMAS ESPECIAIS, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Vilibaldo Erich Schmid, Prefeito do Município Leia mais Hospital de grande porte e alta complexidade, exclusivamente SUS São 419 leitos ativos (55 de UTI adulto e 10 de UTI Ped) 44 especialidades médicas,
Hospital de grande porte e alta complexidade, exclusivamente SUS São 419 leitos ativos (55 de UTI adulto e 10 de UTI Ped) 44 especialidades médicas, 38 enfermarias, 22 unidades de procedimentos especializados, Leia mais RESOLUÇÃO CFN N.º 229/1999
RESOLUÇÃO CFN N.º 229/1999 DISPÕE SOBRE O REGISTRO E CADASTRO DE PESSOAS JURÍDICAS NOS CONSELHOS REGIONAIS DE NUTRICIONISTAS, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS O Conselho Federal de Nutricionistas (CFN), no uso Leia mais COMISSÃO DE RESIDÊNCIA MÉDICA COREME REGIMENTO INTERNO DA RESIDÊNCIA MÉDICA
Hospital Regional de Cotia Seconci SP OSS COMISSÃO DE RESIDÊNCIA MÉDICA COREME REGIMENTO INTERNO DA RESIDÊNCIA MÉDICA CAPÍTULO I DEFINIÇÃO E OBJETIVOS Artigo 1 0. A COREME - Comissão de Residência Médica Leia mais PORTARIA CRN-3 N. 262/2012
PORTARIA CRN-3 N. 262/2012 Dispõe sobre critérios a serem analisados e fixados, para que o TÉCNICO EM NUTRIÇÃO E DIETÉTICA assuma RESPONSABILIDADE TÉCNICA e dá outras providências; A Presidente do Conselho Leia mais RESOLUÇÃO CFN N.º 227/99
RESOLUÇÃO CFN N.º 227/99 DISPÕE SOBRE O REGISTRO E FISCALIZAÇÃO PROFISSIONAL DE TÉCNICOS DA ÁREA DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS O Conselho Federal de Nutricionistas (CFN), no uso das Leia mais LEI MUNICIPAL Nº 1559/02, DE 16 DE JULHO DE 2002.
LEI MUNICIPAL Nº 1559/02, DE 16 DE JULHO DE 2002. Cria e extingue cargos na estrutura do Quadro Permanente de Cargos, lei Municipal 1338/98, e dá outras providências. WOLMIR ÂNGELO DALL`AGNOL, Prefeito Leia mais CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO
PARECER COREN-SP GEFIS Nº 29 / 2010 Abordagem Sindrômica. Participação Legal do Enfermeiro. Programa de Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis. Programa de Atenção Integral em Doenças Prevalentes Leia mais REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO DO HOSPITAL SANTA CRUZ
REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO DO HOSPITAL SANTA CRUZ 1. DOS PRINCÍPIOS E OBJETIVOS O presente Regimento Interno visa disciplinar a constituição, ações, relações, avaliação e direção dos profissionais Leia mais PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. Regulamenta as atribuições da Secretaria de Controle Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região e dá outras providências. A PRESIDENTE DO, no uso de Leia mais MANUAL INFORMATIVO ESTÁGIO CURRICULAR
Universidade Estadual do Centro-Oeste, UNICENTRO Setor de Ciências da Saúde SES/G Departamento de Nutrição DENUT/G MANUAL INFORMATIVO ESTÁGIO CURRICULAR GUARAPUAVA-PR 2008 Apresentação Este manual tem Leia mais NOTA TÉCNICA Perguntas e respostas referentes às Resoluções do CFF nº 585 e nº 586, de 29 de agosto de 2013.
NOTA TÉCNICA Perguntas e respostas referentes às Resoluções do CFF nº 585 e nº 586, de 29 de agosto de 2013. Assessoria da Presidência Assessoria técnica Grupo de consultores ad hoc Conselho Federal de Leia mais POLÍTICA ESTADUAL DE ATENÇÃO INTEGRAL ÀS PESSOAS COM DOENÇA FALCIFORME E OUTRAS HEMOGLOBINOPATIAS
POLÍTICA ESTADUAL DE ATENÇÃO INTEGRAL ÀS PESSOAS COM DOENÇA FALCIFORME E OUTRAS HEMOGLOBINOPATIAS Introdução As Hemoglobinopatias compreendem um grupo de distúrbios hereditários que afetam a síntese de Leia mais CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA
CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1.982/2012 (publicada no D.O.U. de 27 de fevereiro de 2012, Seção I, p. 186-7) Dispõe sobre os critérios de protocolo e avaliação para o reconhecimento de Leia mais VI CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM DIABETES DIETOTERAPIA ACADÊMICA LIGA DE DIABETES ÂNGELA MENDONÇA
VI CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM DIABETES DIETOTERAPIA ACADÊMICA ÂNGELA MENDONÇA LIGA DE DIABETES A intervenção nutricional pode melhorar o controle glicêmico. Redução de 1.0 a 2.0% nos níveis de hemoglobina Leia mais NUTRIÇÃO NO IDOSO. Nut. Melissa Côrtes da Rosa. Especialização em TN enteral e parenteral Especializada no atendimento de idosos CRN2 6250
NUTRIÇÃO NO IDOSO Nut. Melissa Côrtes da Rosa Especialização em TN enteral e parenteral Especializada no atendimento de idosos CRN2 6250 1 AUMENTO DA EXPECTATIVA DE VIDA Dados IBGE Brasil 21 milhões de Leia mais LEI Nº 8.234, DE 17 DE SETEMBRO DE 1991
LEI Nº 8.234, DE 17 DE SETEMBRO DE 1991 Regulamenta a profissão de Nutricionista e determina outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Leia mais CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA
PARECER COREN/SC Nº 007/CT/2014 Assunto: Solicitação de parecer sobre o processo de elaboração de protocolos assistenciais. I Do Fato Trata-se de solicitação sobre a elaboração de protocolos assistências Leia mais ANEXO III REQUISITOS E ATRIBUIÇÕES POR CARGO/FUNÇÃO
ANEXO III REQUISITOS E ATRIBUIÇÕES POR CARGO/FUNÇÃO ANALISTA EM SAÚDE/ ASSISTENTE SOCIAL PLANTONISTA REQUISITOS: Certificado ou Declaração de conclusão do Curso de Serviço Social, registrado no MEC; E Leia mais RESOLUÇÃO CFN N 521/2013
Página 1 de 5 RESOLUÇÃO CFN N 521/2013 Dispõe sobre a concessão de diárias, ajudas de custo e outros subsídios no âmbito dos Conselhos Federal e Regionais de Nutricionistas e dá outras providências. O Leia mais CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (*) CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (*) CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES Nº 5, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2001. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Nutrição. O Presidente Leia mais MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO
MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO Art. 1º - Corpo Clínico é o conjunto de médicos que se propõe a assumir solidariamente a responsabilidade de prestar atendimento aos usuários que Leia mais Dispõe sobre a regulamentação dos estágios curriculares de internato para alunos da Faculdade de Medicina de Botucatu.
Campus de Botucatu PORTARIA nº 141 de 20 de setembro de 2000 Dispõe sobre a regulamentação dos estágios curriculares de internato para alunos da Faculdade de Medicina de Botucatu. O Diretor da Faculdade Leia mais RESOLUÇÃO CRM-PR N.º 191/2013.
RESOLUÇÃO CRM-PR N.º 191/2013. Dispõe sobre a obrigatoriedade dos Contratos firmados entre as Operadoras de Planos de Saúde e os Médicos seguirem as Normativas da ANS Agência Nacional de Saúde Suplementar. Leia mais REGIMENTO INTERNO DA COMISSÂO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (CCIH) E SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (SCIH) DO HU/UFJF
REGIMENTO INTERNO DA COMISSÂO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (CCIH) E SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (SCIH) DO HU/UFJF CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO Artigo 1º Atendendo à Portaria de número Leia mais PARECER CT COREN-SP 043 /2013 PRCI n 100.988 Tickets nº 280.394, 280.449, 286. 884, 297.386, 299.915 Revisão e atualização em Junho de 2014
PARECER CT COREN-SP 043 /2013 PRCI n 100.988 Tickets nº 280.394, 280.449, 286. 884, 297.386, 299.915 Revisão e atualização em Junho de 2014 Ementa: Passagem, cuidados e manutenção de PICC e cateterismo Leia mais Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 4.283, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2010
Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 4.283, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2010 Aprova as diretrizes e estratégias para organização, fortalecimento e aprimoramento das ações e serviços de farmácia Leia mais RESOLUÇÃO CFN N 334/2004 (ALTERADA PELA RESOLUÇÃO CFN Nº 541/14) Dispõe sobre o Código de Ética do Nutricionista e dá outras providências
RESOLUÇÃO CFN N 334/2004 (ALTERADA PELA RESOLUÇÃO CFN Nº 541/14) Dispõe sobre o Código de Ética do Nutricionista e dá outras providências O Conselho Federal de Nutricionistas, no uso das atribuições que Leia mais CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. PARECER COREN-SP 014/2012 CT PRCI n 99.072/2012 e Ticket nº 279.315
PARECER COREN-SP 014/2012 CT PRCI n 99.072/2012 e Ticket nº 279.315 Assunto: Administração de Oxigênio medicinal, sem prescrição médica, por meio de cateter nasal em situação de emergência. 1. Do fato Leia mais Tendências no mercado da nutrição
Parceiros Tendências no mercado da nutrição Apresentação: Nut. Juliana Tolêdo de Faria Graduada em Nutrição FANUT/UFG Esp. Nutrição em Saúde Pública FANUT/UFG Esp. Atividade Física e suas Bases Nutricionais Leia mais ANEXO I DO OBJETO. 3) Os profissionais contratados deverão providenciar o cadastramento junto ao corpo clínico da CONTRATANTE, como membros efetivos;
ANEXO I DO OBJETO Descrição da PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EM NEUROCIRURGIA E NEUROLOGIA AOS PACIENTES DO HOSPITAL, PRONTO SOCORRO ADULTO, PRONTO SOCORRO INFANTIL E AMBULATÓRIO, compreendendo as seguintes funções: Leia mais CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES
CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES 1 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL 1.1. Perfil Comum: Farmacêutico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Leia mais Corpo Clínico do Hospital e Maternidade São Francisco de Assis Regimento Interno
Página1 Corpo Clínico do Hospital e Maternidade São Francisco de Assis Regimento Interno Título I Da definição Art. 1º - O Corpo Clínico do Hospital e Maternidade São Francisco de Assis é uma das entidades Leia mais Ética do Nutricionista na Internet e Redes Sociais. Dulcilene Montalvão da Silva Comissão de Ética do CRN1
Ética do Nutricionista na Internet e Redes Sociais Dulcilene Montalvão da Silva Comissão de Ética do CRN1 PARA FALAR DE ÉTICA... O Nutricionista e sua Profissão As entidades de Classe A missão dos Conselhos Leia mais COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO E PARECERES PARECER n.º 007/2013
COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO E PARECERES PARECER n.º 007/2013 Aprovado na 523ª Reunião Ordinária de Plenário de 26 de agosto de 2013. 1. Do Fato Assunto: Dispensação de medicamentos pelo Técnico de Enfermagem. Leia mais Regimento como elaborar
PGQ - Programa Gestão com Qualidade d Sistema 4 - Oficina Melhores Práticas Oficina i 1 Regimento como elaborar Facilitador Dr.Sérgio Luz sergiol@webcorensp.org.br Apresentação PGQ Programa Gestão com Leia mais CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP GAB Nº 073/2011
PARECER COREN-SP GAB Nº 073/2011 Assunto: Responsabilidade pelo Controle, Guarda e Dispensação de Medicamentos de Pesquisa Clínica. 1. Do fato Solicitado parecer sobre o controle, guarda e dispensação Leia mais Texto CURSO DE COOPERATIVISMO AUDITORIA EM SAÚDE
Texto CURSO DE COOPERATIVISMO AUDITORIA EM SAÚDE Etimologia Termo Auditoria deriva: Palavra inglesa audit que significa examinar, corrigir, certificar. Do latim auditore O que ouve; ouvinte. Definição Leia mais RESOLUÇÃO CRM-TO Nº 91/2013, de 13 de dezembro de 2013.
RESOLUÇÃO CRM-TO Nº 91/2013, de 13 de dezembro de 2013. Dispõe sobre a criação e atribuições das delegacias regionais e dos delegados e dá outras providências. O Conselho Regional de Medicina do Estado Leia mais REGULAMENTO DA OUVIDORIA
CETESC - CENTRO DE ENSINO E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA REGULAMENTO DA OUVIDORIA Campinas/SP SUMÁRIO CAPÍTULO I Da Natureza, Objetivos e Finalidade 1 CAPÍTULO II Da Vinculação Administrativa 2 CAPÍTULO Leia mais CONSELHO REGIONAL DE NUTRICIONISTAS - 6ª REGIÃO PE - AL - PB - RN - PI - MA - CE REGULAMENTO PRÊMIO EMÍLIA AURELIANO DE ALENCAR MONTEIRO 2013
REGULAMENTO PRÊMIO EMÍLIA AURELIANO DE ALENCAR MONTEIRO 2013 CAPÍTULO I - DA CRIAÇÃO DO PRÊMIO SEÇÃO I DA INSTITUIÇÃO Artigo 1 º O PRÊMIO EMÍLIA AURELIANO DE ALENCAR MONTEIRO foi instituído pelo Plenário Leia mais RESOLUÇÃO Nº 102/2007-CEPE/UNICENTRO
RESOLUÇÃO Nº 102/2007-CEPE/UNICENTRO Aprova o Regulamento da Clínica-Escola de Psicologia, da Universidade Estadual do Centro-Oeste, UNICENTRO. O REITOR DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE, UNICENTRO: Leia mais PARECER CREMEC N.º 06/2014 14/03/2014
PARECER CREMEC N.º 06/2014 14/03/2014 PROCESSO-CONSULTA PROTOCOLO CREMEC Nº 6566/08 ASSUNTO: RESPONSABILIDADE MÉDICA PARECERISTA: CÂMARA TÉCNICA DE AUDITORIA DO CREMEC EMENTA O ato médico é responsabilidade Leia mais Manual do Usuário. Cuidados com o prontuário
Manual do Usuário Este manual foi feito para orientar os usuários dos serviços de internação domiciliar da HN Home Care Home Care, tanto para a modalidade de plantão de enfermagem de 12h, quanto para o Leia mais Prescrição Farmacêutica. Aspectos técnicos e legais
Bem Vindos! Prescrição Farmacêutica Aspectos técnicos e legais Quem sou? Prof. Dr José Henrique Gialongo Gonçales Bomfim Farmacêutico Bioquímico 1998 Mestre em Toxicologia USP 2003 Doutor em Farmacologia Leia mais PROJETO DE LEI N.º 5.056, DE 2013 (Da Sra. Erika Kokay)
CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 5.056, DE 2013 (Da Sra. Erika Kokay) Dispõe sobre a profissão de Técnico em Nutrição e Dietética, regulamenta o seu exercício e dá outras providências. DESPACHO: Leia mais Regimento Interno do Corpo Clínico do Hospital São Mateus.
São Mateus. REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO HOSPITAL SÃO MATEUS LTDA [Digite EMISSÃO texto] Nº: 01 REVISÃO Nº: 02 DATA: 10/08/1998 DATA: 28/04/2011 Sumário Capitulo I : Das Definições e Objetivos do Leia mais Resolução nº 1488/98 do Conselho Federal de Medicina
Resolução nº 1488/98 do Conselho Federal de Medicina Deveres dos médicos com relação à saúde do trabalhador Versa sobre normas específicas para médicos que atendam o trabalhador Fonte: Diário Oficial da Leia mais GLOSSÁRIO DE TERMOS COMUNS NOS SERVIÇOS DE SAÚDE DO MERCOSUL
MERCOSUL/GMC/RES. N 21/00 GLOSSÁRIO DE TERMOS COMUNS NOS SERVIÇOS DE SAÚDE DO MERCOSUL TENDO EM VISTA: o Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, a Resolução N 91/93 do Grupo Mercado Comum e a Recomendação Leia mais Considerando inexistir matéria regulamentando a relação profissionais/leitos;
Resolução COFEN Nº 189/96 Normatiza em âmbito Nacional a obrigatoriedade de haver Enfermeiro em todas as unidades de serviço onde são desenvolvidas ações de Enfermagem durante todo o período de funcionamento Leia mais DELIBERAÇÃO Nº 146/12
DELIBERAÇÃO Nº 146/12 Dispõe sobre a Responsabilidade Técnica e o Exercício Profissional de Farmacêutico apto a atuar em Análises Clínicas e Postos de Coleta e dá outras providências. O PRESIDENTE DO CONSELHO Leia mais Introdução. Importante: O Programa não inclui atendimento de urgência/emergência. Nestes casos deverão ser procurados os serviços específicos.
Introdução A Assistência Domiciliar surge para responder à demanda de individualização da assistência, realizando cuidados na privacidade do domicílio do paciente, possibilitando ao mesmo e à família participarem Leia mais CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DO PARANÁ
PARECER Nº 2488/2015 ASSUNTO: CONVÊNIO DETERMINA FIM DE INTERNAÇÃO DE PACIENTE PSIQUIÁTRICO SEM CONDIÇÕES DE ALTA PARECERISTA: CONS. DR. MARCO ANTONIO S. M. RIBEIRO BESSA EMENTA: Prazo de Internação de Leia mais CÓDIGO DE ÉTICA PARA O EXERCÍCIO DA QUIROPRAXIA NO BRASIL
CÓDIGO DE ÉTICA PARA O EXERCÍCIO DA QUIROPRAXIA NO BRASIL Associação Brasileira de Quiropraxia Aprovado em Assembléia Geral Extraordinária da Associação Brasileira de Quiropraxia, Novo Hamburgo, 01 de Leia mais ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA
ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ATRIBUIÇÕES DO MÉDICO I- Realizar consultas clínicas aos usuários de sua área adstrita; II- Participar das atividades de grupos de controle Leia mais ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO
ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO I. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para atuação privativa do Enfermeiro em Aconselhamento Genético, no âmbito da equipe Leia mais Ofício CRN-8 nº 165 /2014 Diretoria Curitiba, 22 de outubro de 2014. Vossa Excelência a Senhora Secretária Municipal da Educação de Curitiba
Ofício CRN-8 nº 165 /2014 Diretoria Curitiba, 22 de outubro de 2014. Vossa Excelência a Senhora Secretária Municipal da Educação de Curitiba Roberlayne de Oliveira Borges Roballo Assunto: Quadro Técnico Leia mais REGULAMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA DA FACULDADE ATENAS CURSO DE MEDICINA
REGULAMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA DA FACULDADE ATENAS CURSO DE MEDICINA PARACATU MG 2013 SUMÁRIO REGULAMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA DA FACULDADE ATENAS 2 CAPÍTULO I - DA NATUREZA Leia mais Campus de Franca TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL DA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO TÍTULO I DAS Leia mais ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO
ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Art. 1º - A Diretoria de Tecnologia de Informação e Comunicação DTIC da Universidade FEDERAL DO ESTADO DO RIO Leia mais R E S O L U Ç Ã O. Fica alterado o Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia, do. São Paulo, 26 de abril de 2012.
RESOLUÇÃO CONSEACC/SP 04/2012 ALTERA O REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PSICOLOGIA, DO CAMPUS SÃO PAULO DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO USF. A Presidente do Conselho Acadêmico de Campus Leia mais Institui a Política de Segurança da Informação da Advocacia-Geral da União, e dá outras providências.
PORTARIA No- 192, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2010 Institui a Política de Segurança da Informação da Advocacia-Geral da União, e dá outras providências. O ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO, no uso de suas atribuições Leia mais JURAMENTO DO NUTRICIONISTA
JURAMENTO DO NUTRICIONISTA Prometo que, ao exercer a profissão de nutricionista, o farei com dignidade e competência, valendo-me da ciência da nutrição, em benefício da saúde do homem, sem discriminação Leia mais NOTA TÉCNICA 03 2013
NOTA TÉCNICA 03 2013 Dispõe sobre a aplicação da Lei nº 12.732, de 22 de novembro de 2012, que versa a respeito do primeiro tratamento do paciente com neoplasia maligna comprovada, no âmbito do Sistema Leia mais Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão
Hospital Universitário Walter Cantídio Diretoria de Ensino e Pesquisa Serviço de Desenvolvimento de Recursos Humanos Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão HOSPITAL Leia mais RECOMENDAÇÃO Nº 02/2012 CGMP
MINISTÉRIO PÚBLICO DA PARAÍBA PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA CORREGEDORIA-GERAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RECOMENDAÇÃO Nº 02/2012 CGMP Recomenda aos Promotores de Justiça com atuação na área da proteção ao Leia mais CONSELHO FEDERAL DE FONOAUDIOLOGIA
RESOLUÇÃO CFFa nº 467, de 24 de abril de 2015. Dispõe sobre as atribuições e competências relativas ao profissional fonoaudiólogo Especialista em Fonoaudiologia do Trabalho, e dá outras providências. O Leia mais RESOLUÇÃO Nº 623 DE 21 DE MARÇO DE 2016
RESOLUÇÃO Nº 623 DE 21 DE MARÇO DE 2016 Ementa: Dispõe sobre a competência legal para o exercício da manipulação de drogas antineoplásicas pela farmacêutico. O Conselho Federal de Farmácia, no exercício Leia mais REGULAMENTO INTERNO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO E PRÁTICA DE ENSINO DO CURSO DE FISIOTERAPIA DA FAP - FACULDADE DE APUCARANA
REGULAMENTO INTERNO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO E PRÁTICA DE ENSINO DO CURSO DE FISIOTERAPIA DA FAP - FACULDADE DE APUCARANA TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS CAPÍTULO I DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Artigo Leia mais Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002.