Source: http://www.leginf.usp.br/?resolucao=resolucao-cogno-5219-de-15-de-junho-de-2005
Timestamp: 2018-11-21 14:05:44+00:00
Document Index: 1378345

Matched Legal Cases: ['Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 6', 'Artigo 9', 'Artigo 10', 'Artigo 3', 'Artigo 13', 'Artigo 21', 'Artigo 24', 'Artigo 25', 'Artigo 27']

RESOLUÇÃO CoG Nº 5219, DE 15 DE JUNHO DE 2005 | Normas USP
A Pró-Reitora de Graduação da Universidade de São Paulo, tendo em vista o disposto no art. 61 do Estatuto e considerando o deliberado pelo Conselho de Graduação, em Sessão realizada em 19.05.2005, baixa a seguinte
Artigo 1º – O Concurso Vestibular de 2006 será feito por meio de provas que avaliem não só os conhecimentos comuns às diversas formas de educação do ensino médio, mas que também levem em conta a aptidão intelectual do candidato para o estudo superior.
Artigo 2º – O Concurso Vestibular destina-se aos que houverem concluído, ou estejam prestes a concluir, em 2005, curso de ensino médio ou equivalente, bem como aos portadores de diploma de curso superior oficial ou reconhecido, devidamente registrado.
Artigo 3º – Os candidatos habilitados à Universidade serão selecionados mediante processo classificatório, sendo aproveitadas, até seu limite, as vagas fixadas para os diferentes cursos, respeitado o número de chamadas previstas no Manual do Candidato da FUVEST. Conforme disposto no Regimento Geral e Estatuto da USP se, após a última chamada, restarem vagas não preenchidas pelos candidatos do Concurso Vestibular, essas serão destinadas aos processos de transferência e de ingresso de portadores de diploma de nível superior.
§ 3º – A relação das nove mil novecentas e cinqüenta e duas vagas, fixadas para os cursos de graduação da USP, é a que consta do Anexo III desta Resolução.
Artigo 4º – A realização do Concurso Vestibular da Universidade de São Paulo, para 2006, ficará a cargo da Fundação Universitária para o Vestibular – FUVEST.
Artigo 5º – O Manual do Candidato será vendido em determinadas agências do Banespa no período de 08.08 a 14.09.2005. O pagamento da taxa de inscrição poderá ser feito em qualquer agência bancária. A taxa de inscrição proposta pela FUVEST, e aprovada pela Pró-Reitora de Graduação, será de R$ 97,00.
Artigo 6º – A inscrição ao Concurso Vestibular será feita num dos postos de inscrição da FUVEST, relacionados no Manual do Candidato 2006, nos dias 11 e 18.09.2005, mediante apresentação do original do documento de identidade oficial, pelo candidato, ou por apresentação de cópia autenticada do documento oficial por seu procurador, na ocasião, também devidamente identificado.
Parágrafo único – O candidato de nacionalidade estrangeira deverá apresentar o original do documento de identidade de estrangeiro, expedido por autoridade brasileira, que comprove sua condição de morador temporário ou permanente no país.
II) dentro dessa carreira, obedecida a ordem de preferência, pelos cursos em que pretenda ingressar, até o máximo de quatro, naquelas carreiras onde houver mais de um curso.
Artigo 9º – Os candidatos às carreiras de Música e de Artes Plásticas serão, antes da realização da primeira fase, submetidos a um conjunto de Provas Específicas, de caráter eliminatório, conforme o que se segue:
Artigo 10 – Em todas as carreiras, a primeira fase será constituída por prova de Conhecimentos Gerais, sob a forma de testes de múltipla escolha, com 5 (cinco) alternativas, sendo apenas uma correta, entendendo-se por Conhecimentos Gerais o conjunto de disciplinas que constituem o núcleo comum obrigatório do ensino médio, conforme mencionado no § 2º do Artigo 3º.
§ 2º – Cada questão da primeira fase vale um (1) ponto, sendo, portanto, 100 (cem) pontos a nota máxima possível nessa prova.
§ 3º – Os candidatos ao Concurso Vestibular de 2006 da USP poderão solicitar, no ato da inscrição, o aproveitamento da nota de Conhecimentos Gerais, obtida no Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM, para a primeira fase da FUVEST, segundo os critérios:
I) Só poderá ser aproveitada a nota de um único exame do ENEM, realizado em 2004 ou 2005.
II) A nota a ser contabilizada na primeira fase da FUVEST será calculada como se segue: onde F é o número de pontos obtido na prova de primeira fase da FUVEST e E é o número de pontos obtido na prova do ENEM, normalizada, sem levar em conta a prova de Redação. A nota do ENEM será normalizada para a mesma escala de notas da FUVEST. Para efeito de classificação no Concurso Vestibular 2006, a nota calculada pela fórmula imediatamente anterior será aproximada ao décimo da unidade. Porém, apenas para efeito de convocação para a segunda fase, quando for o caso, as notas serão arredondadas para o número inteiro imediatamente superior.
III) Se o candidato não tiver realizado nenhum exame do ENEM em 2004 ou 2005, ou se o valor calculado pela primeira fórmula do item II, for inferior ao valor de F, referido no citado item II, será contabilizado, como nota de primeira fase, o valor de F.
§ 4º – Nas demais provas a que se refere este artigo, os candidatos poderão obter um número inteiro de pontos de 0 (zero) a 40 (quarenta), exceto para as carreiras de Arquitetura São Paulo e Design, nas quais os candidatos poderão obter um número inteiro de pontos de 0 (zero) a 20 (vinte).
Artigo 13 – Ainda na segunda fase, serão realizadas provas de Habilidades Específicas, de caráter classificatório, para as carreiras de: Artes Cênicas (Bacharelado e Licenciatura), Curso Superior do Audiovisual, Esporte, Arquitetura e Design, que terão a seguinte pontuação:
I) 80 (oitenta) pontos nas carreiras de Artes Cênicas – Bacharelado e Licenciatura e Curso Superior do Audiovisual;
II) 40 (quarenta) pontos na carreira de Esporte – Bacharelado;
III) 80 (oitenta) pontos nas carreiras de Arquitetura – São Paulo e Design;
IV) 40 (quarenta) pontos na carreira de Arquitetura – São Carlos.
II) Será designado por “K” o parâmetro definido pela fórmula
K = 16/3 * Md/Ntmax + 1/3
onde Ntmax é o número de questões válidas na primeira fase e Md é a média das notas dos candidatos que já tenham concluído a segunda série do ensino médio até o ano anterior ao da inscrição e que tenham obtido um número de pontos não nulo no conjunto de provas da primeira fase da FUVEST;
a) Se K < 1,4, então N = 1,4V;
b) Se 1,4 ≤ K ≤ 3, então N = KV;
§ 1º – Em nenhuma hipótese, serão convocados, para a segunda fase, candidatos que obtiverem, na primeira fase, um número de acertos inferior a 25% (vinte e cinco por cento) do número total de questões na prova de primeira fase da FUVEST.
Parágrafo único – Não será necessária a guarda da documentação dos candidatos por prazo superior a 1 (um) ano após a realização do Concurso Vestibular.
§ 2º – Após cada chamada, o candidato que não comparecer ao local de matrícula, ou que não se fizer representar por seu procurador nas datas e horários previstos, ficará definitivamente excluído do Concurso Vestibular, sendo ineficazes todos os atos praticados até o momento.
§ 3º – A efetivação da matrícula dos candidatos convocados em 1ª, 2ª e 3ª chamadas estará sujeita à confirmação da mesma que deverá ser feita pessoalmente pelo ingressante ou por procuração, junto ao Serviço de Graduação de sua Unidade, em período a ser estabelecido no Calendário Escolar de 2006; a não manifestação do interessado implicará o cancelamento automático de sua vaga na USP.
Artigo 21 – O desrespeito às normas que regem o Concurso Vestibular, bem como a desobediência às exigências registradas no Manual do Candidato, além de sanções legais cabíveis, implica a desclassificação do candidato.
Artigo 24 – É vedado o ingresso, em cursos de graduação da USP, aos alunos matriculados em cursos de graduação de outra instituição pública de ensino superior, cancelando-se automaticamente a matrícula na USP, se for constatada tal ocorrência.
Artigo 25 – O aluno já matriculado em curso de Graduação da USP e que, em virtude de aprovação no Concurso Vestibular a que se refere esta Resolução, efetuar matrícula em novo curso desta mesma Universidade, será automaticamente desligado do anterior, sendo vedada a realização simultânea de ambos.
§ 2º – Não será permitida a matrícula do aluno que, pertencendo ao corpo discente da USP em 2006, ingressar no mesmo curso que já vinha realizando na mesma Unidade, no mesmo período.
Artigo 27 – Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário (Processo 2005.1.3843.1.3).
Reitoria da Universidade de São Paulo, aos 15 de junho de 2005.
Legenda: P – Português; M – Matemática; F – Física; Q – Química; B – Biologia;
H – História; G – Geografia; HE – Habilidade Específica.
1) Engenharia na Escola Politécnica, Computação e Matemática Computação – São Paulo; Engenharias – São Paulo;
Matemática – (Bacharelados) – Matemática Aplicada e Matemática Aplicada e Computacional
– São Paulo P(40), M(40), F(40), Q(40)
3) Matemática (Bacharelado e Licenciatura), Matemática Aplicada e
Computação Científica – São Carlos P(40), M(40), F(40)
9) Engenharias – São Carlos (Elétrica – Ênfase em Eletrônica,
Elétrica – Ênfase Sistemas de Energia e Automação, Mecânica,
Produção Mecânica, Mecatrônica, Computação) P(40), M(40), F(40)
12) Física – São Paulo e São Carlos (Bacharelado), Meteorologia
e Geofísica, Matemática – (Bacharelados), Estatística e Matemática
– São Paulo, Física Computacional (Bach.) – São Carlos P(40), M(40), F(40)
15) Lic. em Geociências e Educação Ambiental P(40), F(40), Q(40), G(40)
19) Química (Bacharelado e Bacharelado com Atribuições
Tecnológicas com ênfases em Alimentos, Ambiental, Gestão de Qualidade
e Materiais) – São Carlos P(40), Q(40)
20) Química – Bacharelado – Ribeirão Preto
P(80), Q(40)
25) Ciências Biomoleculares – São Carlos P(40), M(40), F(40), B(40)
26) Ciências da Natureza – USP Leste – SP P(40), M(40)
27) Sistemas de Informação – USP Leste – SP P(40), M(40)
9) Licenciado em Enfermagem – Ribeirão Preto P(40), B(40), H(40)
10) Engenharia Agronômica P(40), M(40), Q(40), B(40)
11) Engenharia Florestal P(40), M(40), Q(40), B(40)
12) Ciências dos Alimentos P(40), B(40), Q(40)
13) Farmácia-Bioquímica – São Paulo P(40), F(40), Q(40), B(40)
14) Farmácia-Bioquímica – Ribeirão Preto P(40), F(40), Q(40), B(40)
15) Fisioterapia – São Paulo e Ribeirão Preto P(40), F(40), Q(40), B(40)
16) Fonoaudiologia – São Paulo P(80), F(40), B(40)
17) Fonoaudiologia – Bauru P(40), F(40), Q(40), B(40)
18) Fonoaudiologia – Ribeirão Preto P(80), F(40), B(40)
19) Medicina Veterinária P(40,) F(40), Q(40), B(40)
20) Nutrição P(40), F(40), Q(40), B(40)
21) Nutrição e Metabolismo – Ribeirão Preto P(40), F(40), B(40), Q(40)
22) Odontologia – São Paulo P(40), F(40), Q(40), B(40)
23) Odontologia – Ribeirão Preto P(40), F(40), Q(40), B(40)
24) Odontologia – Bauru P(40), F(40), Q(40), B(40)
25) Psicologia – São Paulo P(40), M(40), B(40), H(40)
26) Psicologia – Ribeirão Preto P(80), B(40), H(40)
27) Terapia Ocupacional – São Paulo e Ribeirão Preto P(40), B(40), H(40)
28) Zootecnia – Pirassununga P(40), M(40), Q(40), B(40)
29) Gerontologia – USP Leste – SP P(40), M(40), B(40), H(40)
30) Obstetrícia – USP Leste – SP P(40), M(40), B(40), H(40)
31) Ciências da Atividade Física – USP Leste – SP P(40), F(40), B(40), H(40)
1) Artes Cênicas (Bacharelado) P(40), H(40), HE(80)
4) Atuária P(40), M(40), H(40), G(40)
5) Música – São Paulo e Ribeirão Preto P(40), HE(120)
6) Audiovisual P(40), H(40), HE(80)
7) Editoração P(40), H(40)
8) Jornalismo P(40), H(40), G(40)
9) Publicidade e Propaganda P(40), H(40)
10) Relações Públicas P(40), H(40)
11) Biblioteconomia P(40), H(40)
12) Turismo P(40), H(40), G(40)
13) Arquitetura – São Paulo P(40), F(20), H(20), HE (80)
14) Arquitetura – São Carlos P(80), H(40), HE(40)
15) Administração – São Paulo P(40), M(40), H(40), G(40)
16) Administração – Ribeirão Preto P(40), M(40), H(40), G(40)
17) Ciências Contábeis – São Paulo P(40), M(40), H(40), G(40)
18) Ciências Contábeis – Ribeirão Preto P(40), M(40), H(40), G(40)
19) Design P(40), F(20), H(20), HE(80)
20) Economia – São Paulo P(40), M(40), H(40), G(40)
21) Economia – Ribeirão Preto P(40), M(40), H(40), G(40)
22) Economia Empresarial e Controladora – Rib. Preto P(40), M(40), F(40), H(40)
23) Ciências Econômicas – Piracicaba P(40), M(40), H(40), G(40)
24) Gestão Ambiental – Piracicaba P(40), B(40), H(40)
25) Direito P(80), H(40), G(40)
26) Relações Internacionais (Bacharelado) P(80), H(40), G(40)
27) Ciências da Informação e da Documentação (Bacharelado) –
Ribeirão Preto P(80), H(40), G(40)
28) Ciências Sociais P(40), H(40), G(40)
29) Filosofia P(80), H(40), G(40)
30) Geografia P(40), H(40), G(40)
31) História P(40), H(40), G(40)
32) Letras – Básico P(80), H(40), G(40)
33) Pedagogia – São Paulo P(80), H(40)
34) Pedagogia – Ribeirão Preto P(80), H(40), G(40)
35) Gestão Ambiental – USP Leste – SP P(40), F(40), Q(40), B(40)
36) Gestão de Políticas Públicas – USP Leste – SP P(40), M(40), H(40), G(40)
37) Lazer e Turismo – USP Leste – SP P(40), M(40), H(40), G(40)
38) Marketing – USP Leste – SP
P(40), M(40), H(40), G(40)
39) Arte e Tecnologia – USP Leste – SP
P(40), H(40), F(40)
Os programas propostos para os exames Vestibulares da FUVEST, cuja última revisão oficial se deu em 2001, procuram atender às proposições presentes na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.294/96), bem como incorporar as orientações gerais das Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio (DCNEM), constantes do Parecer nº 15/98 da Câmara de Educação Básica (CEB) do Conselho Nacional de Educação (CNE), e do Parecer CEB nº 3, de 26.06.98.
Ainda que se continue com exames por disciplinas, observa-se, em todos os programas, a preocupação com a intertextualidade e contextualização de seus temas, sendo que um dos objetivos principais desses programas é o de avaliar as competências e habilidades de alunos egressos do Ensino Médio.
Pretende-se, pois, que o candidato demonstre, entre outras, a capacidade de construir “pontes entre a teoria e a prática”, que seja capaz de perceber organicamente os conteúdos das disciplinas com que atua; que demonstre condições de trabalho com conhecimentos diversos, mobilizando muito menos a memória e muito mais o raciocínio; que evidencie condições de exercer sua capacidade crítica, e que realize a interrelação entre os conteúdos trabalhados.
O candidato deve: (a) compreender as relações entre DNA, gene e cromossomo, reconhecendo que genes são segmentos discretos de moléculas de DNA com informações genéticas codificadas em sua seqüência de bases nitrogenadas; (b) relacionar a segregação e a segregação independente com os eventos cromossômicos que ocorrem na meiose; (c) compreender como as informações genéticas codificadas no DNA fornecem instruções para a fabricação de proteínas e como estas, ao definirem a estrutura e o funcionamento das células, determinam as características dos organismos; (d)
conhecer o princípio básico de duplicação do DNA e que este pode estar sujeito a erros – mutações – que originam novas versões (alelos) do gene afetado; (e) compreender que mutações ocorridas em células germinativas podem ser passadas para as gerações futuras; (f) conhecer o emprego tecnológico da transferência de genes, reconhecendo que a manipulação laboratorial do DNA
permite a identificação de indivíduos, o estabelecimento de relações de parentesco entre eles e a transferência de genes entre organismos de espécies diversas, originando os chamados transgênicos; (g) saber avaliar as vantagens e desvantagens dos avanços das técnicas de clonagem, de manipulação do DNA e dos “Projetos Genoma”, considerando valores éticos, morais, religiosos, ecológicos e econômicos.
Quanto ao aspecto quantitativo, espera-se do candidato a capacidade de efetuar cálculos estequiométricos elementares, envolvendo grandezas como massa, volume, massa molar, quantidade de matéria, entalpia, etc. Será avaliada, também, a sua habilidade em cálculos que envolvam concentração, percentagens e constantes físico-químicas. Considera-se importante a capacidade de lidar com relações quantitativas, envolvendo as variáveis pressão, volume, temperatura e quantidade de matéria. As relações de massa e de volume, assim como os cálculos estequiométricos, deverão ser encarados como conseqüências diretas da existência de átomos, que tomam parte em proporções definidas na constituição das substâncias.
1.4.3. Cálculos estequiométricos: massa, volume, mol, massa molar, volume
molar dos gases.
4.2.5. Equilíbrios em solução envolvendo ácidos, bases e
2.2. Congruência e Semelhança de figuras planas e espaciais. Razões entre comprimentos, áreas e volumes de figuras semelhantes Teorema de Tales e aplicações: problemas envolvendo semelhança, somas dos ângulos internos e externos de polígonos. Casos de semelhança e congruência de triângulos e aplicações. Trigonometria do triângulo retângulo como instrumento para a resolução de problemas: seno, cosseno e tangente de ângulos agudos como razão de semelhança nos triângulos retângulos.
2.5. Construções com régua e compasso no plano: retas perpendiculares e paralelas; mediatriz de segmento; divisão de segmentos em partes proporcionais; bisseção de ângulos; polígonos regulares (inscritos e circunscritos); triângulos quaisquer (com a determinação de seus elementos).
Problemas de tangência, envolvendo circunferências.
Mais recentes na História da Matemática do que os Números, a Geometria ou a Álgebra, as funções têm um papel de grande destaque no interior daquela disciplina por serem instrumentos eficazes na modelagem de problemas reais ou imaginados e por fornecerem formas eficientes de estudá-los. Assim, por exemplo, é importante entender que fenômenos periódicos são descritos principalmente com funções trigonométricas; que certas situações de crescimento ou decrescimento rápido podem ser representadas por funções exponenciais; que distâncias podem ser expressas utilizando a função módulo e que a função logaritmo surgiu para permitir simplificações no cálculo de
produtos ou potências dos números com muitos dígitos que astrônomos ou navegadores necessitavam manipular, no século XVI.
2.3.1 – Gênese da indústria: a cafeicultura e a
concentração de riqueza em São Paulo.
A prova de Português visa a avaliar a capacidade de ler, compreender e interpretar criticamente textos de toda natureza – literários e não literários -, bem como a capacidade de mobilizar conhecimentos lingüísticos na produção de textos que atendam aos requisitos de adequação, correção, coesão e coerência.
7.1. dissertação: fato e demonstração / argumento e inferência / relações lógicas;
7.2. narração: seqüenciação de eventos / temporalidade;
8.1. coesão lexical e gramatical;
1- Prosa: José Lins do Rego (Fogo morto); Graciliano Ramos (São Bernardo, Vidas secas); João Guimarães Rosa (Sagarana, Primeiras estórias, Manuelzão e Miguilim); Jorge Amado (Capitães de areia); Clarice Lispector (Perto do coração selvagem, A legião estrangeira, A hora da estrela); Pedro Nava (Balão cativo); Rubem Braga (Crônicas – Contos); Dalton Trevisan (Cemitério de elefantes); Rubem Fonseca (Feliz ano novo).
2- Poesia: Carlos Drummond de Andrade (Alguma poesia, A rosa do povo, Claro enigma); João Cabral de Melo Neto (Morte e vida severina, A educação pela pedra); Ferreira Gullar (Toda poesia).
A cada ano, a FUVEST apresentará, também, uma lista contendo, no mínimo 6 e, no máximo 8 obras, cuja leitura integral será exigida. Essa lista será válida por 2 anos, ao fim dos quais será, em parte, modificada. Especificamente para o Vestibular de 2005, foram escolhidas as seguintes obras:
Memórias de um sargento de Milícias – Manuel Antônio deAlmeida;
O primo Basílio – Eça de Queirós;
Poemas completos de Alberto Caeiro – (heterônimo de Fernando Pessoa);
Libertinagem – Manuel Bandeira;
A redação deverá ser, obrigatoriamente, uma dissertação em prosa, na qual se espera que o candidato demonstre capacidade de mobilizar conhecimentos e opiniões, argumentando com pertinência e expressando-se de modo coerente e adequado.
Na correção da redação, serão examinados três aspectos (Tema e desenvolvimento, Estrutura e Expressão), sendo que a cada um deles podem ser atribuídos 0, 1, 2, 3 ou 4 pontos.
1 – Tema e desenvolvimento
Considera-se aqui, por um lado, se o texto do candidato atende ao tema proposto e se, por outro lado, configura-se como uma dissertação em prosa. A fuga completa ao tema proposto ou a não-observância do gênero exigido serão tomadas como pressupostos inquestionáveis para que a prova não seja objeto de correção em qualquer outro de seus aspectos, atribuindo-se-lhe nota zero.
No que diz respeito ao desenvolvimento, verificar-se-á além da pertinência na elaboração do tema, também a capacidade crítico-argumentativa do candidato, bem como a maturidade e a inventividade que no texto se manifestam.
Consideram-se aqui, conjuntamente, os aspectos de coesão textual (nas frases, períodos e parágrafos) e de coerência das idéias.
Maior ou menor coerência reflete a capacidade (ou incapacidade) do candidato para relacionar os argumentos e organizá-los de forma a deles extrair conclusões apropriadas, demonstrando capacidade autoral na construção do texto. Serão considerados aspectos negativos a presença de contradições entre frases ou parágrafos, a falta de encadeamento das idéias, a circularidade ou quebra de progressão argumentativa, a falta de conclusão ou a presença de conclusões não decorrentes do que foi previamente exposto.
Serão tidos também como fatos negativos referentes à coesão, entre outros, o estabelecimento de relações semânticas impróprias entre palavras e expressões, bem como o uso inadequado de conectivos.
Consideram-se nesse item o domínio do padrão culto da língua e a fluência do discurso. Serão examinados aspectos gramaticais como ortografia, morfologia, sintaxe e pontuação. A presença de clichês e frases feitas, o uso inadequado de vocábulos são ocorrências, em princípio, negativas. A fluência do discurso será avaliada por meio da competência em expor com clareza e precisão os argumentos selecionados para a defesa do ponto de vista adotado, de acordo com o tema proposto, bem como pelo grau de expressividade demonstrado na escolha e no uso do vocabulário.
Desenho de observação – para avaliação da capacidade de linguagem gráfica na figuração de um modelo.
Desenho geométrico e projetivo – para avaliação da capacidade de representação geométrica de figuras no plano e no espaço.
Desenho de memória – para avaliação da capacidade de retenção e expressão da forma, das proporções e dos detalhes característicos de objetos em geral.
Desenho de criação – para avaliação da capacidade do candidato em expressar, graficamente, sua visão de aspectos da realidade urbana.
Para execução das provas, o candidato deverá estar preparado nos seguintes aspectos:
1. Noções sobre a organização do meio ambiente, a partir de:
a) material acumulado pelo candidato com base na experiência direta (vivência cotidiana) da função, do uso e do significado do espaço.
b) possibilidades intuitivas do candidato em operar com os elementos básicos que configuram seu meio ambiente.
2. Organização Visual no Plano e no Espaço
a) Domínio dos elementos básicos de organização formal no plano, como o ponto, a linha, a superfície, a cor.
b) Domínio dos elementos básicos de organização formal no espaço e sua representação como perspectiva, escala e proporção.
c) Capacitação para representar e expressar pelo desenho.
3.1. Construção geométrica
a) Figuras geométricas planas: retas, paralelismo, perpendicularidade, semi-retas, segmentos, ângulos, polígonos, circunferências e círculos.
b) Relações métricas nos triângulos, polígonos, nos polígonos regulares, circunferências e círculos.
c) Semelhança de figuras planas e espaciais. Razões entre áreas e volumes.
d) Concordância e tangência.
e) Divisão do segmento, do ângulo e do círculo.
f) Razões e proporções das figuras planas.
3.2. Geometria Projetiva
a) Figuras geométricas espaciais – retas e planos, paralelismo, perpendicularismo, ângulos diédricos e poliédricos, poliedros e poliedros regulares.
b) Prismas, pirâmides, cilindros, cones e respectivos troncos.
1. O papel para os trabalhos será fornecido no local das provas, acompanhando as definições dos temas e as instruções para cada tarefa. Não será permitido, ao candidato, levar material de consulta ou de manuseio (como jornais, revistas, esboços, desenhos, fotografias, etc), devendo usar apenas aquele fornecido pela Banca Examinadora, se for o caso. Os candidatos deverão levar todo o tipo de material de desenho, para tratamento em preto e branco e em cores (como grafite de várias durezas, lápis de cor, nanquim, aquarela, guache, lápis de cera, canetas hidrográficas).
2. Para a prova de desenho geométrico, o vestibulando deverá trazer seus instrumentos de desenho: esquadros 45º e 60º, régua e compasso, no mínimo.
a) Geometria E FUNÇÕES
b) linguagem BIDIMENSIONAL
c) linguagem TRIDIMENSIONAL
b) Os candidatos deverão trazer apenas o seguinte material de desenho para tratamento em preto e branco ou cores: grafite, lápis de cor e/ou lápis cera (no mínimo 12 cores); não será permitido o uso de qualquer outro material de desenho;
1. Prova Escrita 1
CHACRA, Sandra. A natureza e o sentido da improvisação teatral. São Paulo, Perspectiva, 1983.
ROUBINE, Jean-Jacques. Introdução às grandes teorias do teatro. Rio de
Janeiro, Zahar, 2003.
2. Prova Escrita 2
Os candidatos deverão desenvolver uma reflexão baseada na experiência das
Obs. Os candidatos deverão portar roupas adequadas ao trabalho prático.
Os candidatos deverão desenvolver uma reflexão baseada na experiência das provas práticas.
As duas etapas – prática e escrita – da Prova Específica avaliam os conhecimentos do candidato sobre arte moderna e contemporânea, brasileira e internacional, bem como sua desenvoltura em linguagem visual. Na prova escrita, serão avaliados o domínio do candidato quanto aos conceitos da arte e teoria da arte (presentes na Bibliografia) e sua capacidade para desenvolver e interpretar tais conceitos. O critério de avaliação do exame prático é comparativo, tendo em vista a capacidade do aluno em adequar seus desenhos à temática proposta.
GOMBRICH, E. H. A História da arte. Rio de Janeiro: Ed. Zahar Editores, 1981.
GULLAR, Ferreira. “Vanguarda e Subdesenvolvimento”, In __ , Vanguarda e Subdesenvolvimento. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, 1978, p. 27-99.
Observação: a bibliografia abrange os seguintes tópicos de interesse:
Cubismo (Braque e Picasso)
Abstração construtiva e informal
A “crise da arte como ciência européia”(Argan, G, C.): Expressionismo abstrato e Pop art; tendências da arte européia nos anos 60.
Arte moderna e contemporânea no Brasil até a década de 1960.
Para a etapa prática da Prova Específica de Artes Plásticas, o candidato deverá trazer lápis grafite: H, 2B, 4B, 6B, canetas esferográficas em duas cores de sua preferência, borracha, apontador de lápis.
As provas avaliarão:
a capacidade analítica do candidato em ler e interpretar exemplos de discurso audiovisual que lhe serão apresentados no momento da prova;
a capacidade do candidato em criar, por meio de composições de escrita dramática, construção de roteiros e diálogos, a partir de estímulos visuais, sonoros e/ou literários;
composições visuais: relações de cromatismo, escala, perspectiva, luz e sombra, relações forma-fundo, e narrativa pictórica com uso exclusivo de imagens.
AUMONT, Jacques – A Imagem – SP, Papirus, 1993.
HOWARD, David e Mabley, Edward – Teoria e Prática do Roteiro – SP, Globo, 1996.
MACHADO, Arlindo – Máquina e Imaginário – SP, EDUSP, 1993.
MACHADO, Arlindo – A Televisão Levada a Sério – SP, SENAC, 2001.
WILSON, Dizard Jr. – A Nova Mídia – RJ, Jorge Zahar Editores, 2000.
XAVIER, Ismail (org) – A Experiência do Cinema (apenas as partes I e II) – RJ, Ed. Graal, 2ª ed., 1991.
A Prova Teórica será formulada de acordo com o conteúdo da Bibliografia e compreenderá os seguintes assuntos:
a) História Geral da Música;
b) Teoria da Música: reconhecimento e manipulação de: escalas maiores e menores; tonalidades; intervalos; tríades; rítmicas mais recorrentes; sinais de expressão; claves; ornamentos; fórmulas de compasso; terminologia musical; notação musical; análise harmônica.
c) Percepção Musical: identificação pela audição de: melodias escritas a uma e a duas vozes; intervalos; tríades; rítmicas mais recorrentes.
CANDÉ, Roland. História universal da música. 2 volumes. São Paulo, Martins Fontes, 1994.
KERMAN, Joseph. Musicologia. Opus 86. São Paulo, Martins Fontes, 1987.
KIEFER, Bruno. História da música brasileira: dos primórdios ao início do século 20. 2 ed. Porto Alegre, Editora Movimento, 1977.
NEVES, José Maria. Música contemporânea brasileira. SãoPaulo, Ricordi Brasileira, 1984.
BRISOLLA, Cyro Monteiro. Princípios de harmonia funcional. São Paulo, Novas Metas, 1979.
KOELLREUTTER, Hans Joachim. Harmonia funcional: introdução à teoria das funções harmônicas. 3 ed. São Paulo, Ricordi Brasileira, 1986.
HOLST, Imogen. ABC da música. São Paulo, Martins Fontes, 1998.
HODEIR, André. As formas da música. Lisboa, Edições 70, 2002.
MARQUES, Henrique. Dicionário de termos musicais. Lisboa, Editora Estampa, 1986.
MICHELS, Ulrich. Atlas de música: parte sistemática / parte histórica (dos primórdios ao Renascimento). Vol. I. Lisboa, Gradiva, 2003.
MICHELS, Ulrich. Atlas de música: del Barroco hasta hoy. Vol. II. Madrid, Alianza, 2002.
TUREK, Ralph. The Elements of Music: Concepts and Applications. Vol. I. 2nd ed. Nova York, McGraw-Hill, 1996.
HINDEMITH, Paul. Treinamento elementar para músicos. 4 ed. São Paulo, Ricordi, 1988.
PRINCE, Adamo. A arte de ouvir: percepção rítmica. Vol. 1. Rio de Janeiro, Lumiar, 2001.
PRINCE, Adamo. A arte de ouvir: percepção rítmica. Vol. 2. Rio de Janeiro, Lumiar, 2002.
WILLEMS, Edgar. Solfejo: curso elementar. São Paulo, Fermata, 1979.
b) Leitura cantada à primeira vista de melodias indicadas pela banca examinadora.
c) Execução, ao instrumento indicado pelo candidato, de uma peça de livre escolha, pertencente aos períodos Barroco ou Clássico.
c) Leitura à primeira vista, ao piano, de um fragmento musical apresentado pela banca.
d) Execução, ao instrumento indicado pelo candidato, de uma peça de livre escolha, pertencente aos períodos Barroco ou Clássico.
e) Apresentação de uma composição original de autoria do candidato, com extensão máxima de três folhas manuscritas, tamanho ofício. Não será aceito trabalho feito em computador.
c) Leitura à primeira vista, ao piano, de um trecho de coral SATB com as vozes separadas em quatro pentagramas.
e) Identificação, através da audição, de algumas dentre as seguintes obras do repertório sinfônico, a serem indicadas pela Banca examinadora:
J.S. Bach: Concertos Brandemburgueses e Suítes n.3 e 4
W.A.Mozart: Sinfonias n. 33 a 41
L. van Beethoven: Sinfonias
J. Brahms: Sinfonias
P. Tchaikovsky: Sinfonias n. 4, 5 e 6
A. Dvorák: Sinfonia n. 9
C. Debussy: Petite Suite (orquestração de Henry Busser)
b) Execução vocal de duas obras: C.W. Gluck – Ária: O del mio dolce ardor e uma peça de livre escolha, que se enquadre nas seguintes opções:
Todos os candidatos ao Curso de Bacharelado em Música, com Habilitação em Instrumento, realizarão as seguintes atividades:
b) Leitura cantada à primeira vista de melodias indicadas
c) Execução das peças indicadas no programa, pelo
instrumento escolhido, listadas a seguir:
c1) W.A. Mozart: Primeiro movimento do Concerto em Sol Maior, K. 313.
c2) Uma peça de livre escolha.
c1) Escolher uma entre as duas obras abaixo relacionadas:
– W.A. Mozart: Primeiro movimento do Concerto em Dó Maior;
c1) W.A. Mozart: Primeiro movimento do Concerto em Lá Maior, K. 622.
c1) W.A. Mozart: Primeiro movimento do Concerto em Si b Maior, K. 191.
c1) Escolher uma entre as três obras abaixo relacionadas:
– W.A. Mozart: Primeiro movimento do Concerto n. 3 para trompa e orquestra;
– W.A. Mozart: Primeiro movimento do Concerto n. 4 para trompa e orquestra;
c1) Um estudo do Método Arbans.
c1) A. Guilmant: Morceau Symphonique.
c1) Knauer: Estudo n. 29, para caixa clara Humel-Ikonen, segundo movimento, para vibrafone.
c1) J.S.Bach: Um movimento de Sonata ou Partita para violino solo.
c2) Escolher uma entre as três obras de W.A. Mozart abaixo relacionadas:
– Primeiro movimento do Concerto n. 3 para violino e orquestra com cadenza;
– Primeiro movimento do Concerto n. 4 para violino e orquestra com cadenza;
– Primeiro movimento do Concerto n. 5 para violino e orquestra com cadenza.
c3) Uma peça de livre escolha.
c1) J.S.Bach: Prelúdio da Suíte n. 3, em Dó Maior (transcrição da Suíte n. 3 para violoncelo).
c1) C. Saint-Saëns: O Cisne.
c2) F.A.Kummer: Estudo n.1, dos 10 Études Mélodiques, Op.57.
2.5.12. Contrabaixo
c1) H.Eccles: Primeiro movimento da Sonata em Sol menor.
2.5.13. Piano
c1) J.S.Bach: Um Prelúdio e Fuga de O Cravo Bem Temperado I ou II.
c2) Um movimento vivo de Sonata de Haydn, Mozart ou Beethoven.
2.5.14. Violão
c1) Heitor Villa-Lobos: Prelúdio n. 5.
c2) Uma obra selecionada entre os seguintes compositores: Dionísio Aguado, Fernando Sor, Mauro Giuliani, Napoleón Coste, Giulio Regondi, Francisco Tárrega, Agustín Barrios, Heitor Villa-Lobos (exceto Prelúdio n. 5), Manuel Ponce, Mario Castelnuovo-Tedesco, Joaquín Turina, Federico Moreno Torroba, Alexandre Tansman, Abel Carlevaro e Leo Brouwer.
2.5.15. Viola caipira (somente para candidatos ao curso de Música – Ribeirão Preto)
c1) Mário de Andrade e H. Villa-Lobos: Viola Quebrada (partitura disponível no site www.musica.pcarp.usp.br).
c2) Uma peça de livre escolh
PROVAS DE APTIDÃO EDUCAÇÃO FÍSICA/ESPORTE
• Avaliação do Aparelho Locomotor;
• Avaliação Ortopédica e Oftalmológica;
• Avaliação Fonoaudiológica; e
• Avaliação dos Aparelhos Cardiovascular e Respiratório.
Essas provas têm caráter eliminatório. Será considerado “não apto” o candidato portador de alterações de porte tal que possam interferir no processo de sua preparação acadêmica e profissional, consideradas, também, as atuais condições oferecidas pela Universidade. Não serão atribuídos pontos a essas provas.
São motivos de inabilitação: (1) desvios do aparelho locomotor, (2) deficiências da marcha e dos membros superiores que impeçam a realização de atividades físicas e desportivas e acuidade visual diminuída por causa não corrigível, (3) alterações de comunicação evidentes, (4) afecções cardiovasculares e respiratórias incompatíveis com o envolvimento em atividades motoras próprias da Educação Física e do Esporte. Tais motivos são relevantes quando se consideram as dificuldades de acesso, locomoção e acompanhamento relacionadas com as atividades habituais, necessárias para o desenvolvimento dos Cursos.
Somente serão submetidos às Provas de Habilidades Específicas os candidatos considerados aprovados nas Provas de Aptidão, que serão as mesmas descritas para a carreira de Educação Física.
A avaliação das Habilidades Específicas será feita por meio de provas classificatórias de capacidades motoras.
TABELA DE VAGAS PARA O CONCURSO VESTIBULAR DE 2006
Bacharelado em Sistemas de InformaçãoLicenciatura em Ciências da Natureza para o Ensino
EESC/ICMC Engenharia Civil
Engenharia Elétrica (Ênfase em
Engenharia Elétrica (Ênfase em Sistemas
de Energia e Automação)
EP Engenharias
FFCLRP Química – Bacharelado – Habilitações: Química
Bacharelado; Química Forense; e Química Tecnológica, Biotecnologia e
AgroindústriaFísica MédicaLicenciatura em QuímicaMatemática Aplicada a Negócios – Bach.
ICMC Ciências da Computação – Bach.Matemática – Bach. e LicenciaturaMatemática Aplic. e Comput. Científica
Informática – Bacharelado (São Carlos)
IF Física – BachareladoFísica – Licenciatura
IFSC/IQSC/ICMC Física – BachareladoCiências Físicas e Biomoleculares – Bach.Física Computacional – Bach.
IG GeologiaGeociências e Educação Ambiental – Lic.
IME Ciência da Computação – Bach.Matemática – LicenciaturaEstatística – Bacharelado
IQ Química – Bacharelado/LicenciaturaLicenciatura em QuímicaQuímica Ambiental – Bacharelado
Química (Bacharelado e Bacharelado com
Atribuições Tecnológicas com ênfases em Alimentos, Ambiental, Gestão de
Qualidade e Materiais) (São Carlos)
IO Oceanografia – Bacharelado