Source: https://classicos-de-competicao.webnode.com/news/regulamento-da-liga-desportiva/
Timestamp: 2018-11-21 05:31:45+00:00
Document Index: 79730199

Matched Legal Cases: ['ARTIGO 1', 'ARTIGO 2', 'ARTIGO 3', 'ARTIGO 4', 'ARTIGO 5', 'ARTIGO 6', 'ARTIGO 7', 'ARTIGO 8', 'ARTIGO 9', 'ARTIGO 10', 'ARTIGO 11', 'ARTIGO 12', 'ARTIGO 13', 'ARTIGO 14', 'ARTIGO 15', 'ARTIGO 16', 'ARTIGO 17', 'ARTIGO 18', 'ARTIGO 1', 'ARTIGO 19', 'ARTIGO 2', 'ARTIGO 3', 'artigo 4', 'ARTIGO 4', 'ARTIGO 5', 'ARTIGO 6', 'ARTIGO 7', 'ARTIGO 8', 'ARTIGO 9', 'ARTIGO 10', 'ARTIGO 11', 'ARTIGO 12', 'ARTIGO 13', 'artigo 14', 'ARTIGO 14', 'ARTIGO 15', 'ARTIGO 16', 'ARTIGO 17']

Regulamento da Liga Desportiva :: Clássicos de Competição
INICIO > Regulamento da Liga Desportiva
ARTIGO 1: VEÍCULOS, CHASSI E MODIFICAÇÕES PERMITIDAS
ARTIGO 2: CATEGORIAS
ARTIGO 3: CARROCERIA E DIMENSÕES
ARTIGO 4: PESO
ARTIGO 5: MOTOR
ARTIGO 6: TRANSMISSÃO PARA AS RODAS
ARTIGO 7: SUSPENSÃO
ARTIGO 8: SISTEMA DE FREIOS
ARTIGO 9: SISTEMA DE DIREÇÃO
ARTIGO 10: RODAS E PNEUS
ARTIGO 11: COMBUSTÍVEL E ABASTECIMENTO
ARTIGO 12: LUBRIFICAÇÃO E ARREFECIMENTO
ARTIGO 13: SISTEMA ELÉTRICO
ARTIGO 14: EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA
ARTIGO 15: ESTRUTURA DE SEGURANÇA
ARTIGO 16: TELEMETRIA
ARTIGO 17: LIMITE MÁXIMO DE VELOCIDADE MÉDIA E
ARTIGO 18: CONSIDERAÇÕES GERAIS
– Esta categoria é indicada aos pilotos iniciantes, amadores, que participam por hobby, aos apaixonados pelo antigomobilismo e aos “experientes” pilotos que apreciam reviver os bons
momentos do passado.
II - Devido aos veículos terem 25 anos de existência ou mais, o piloto que
participar desta categoria aceita incondicionalmente a respeitar o seu colega
de pista, se comprometendo a evitar ao máximo qualquer tipo de contato
físico entre os veículos com a finalidade de preservar a integridade destes e
de seus condutores.
III - Os veículos participantes deverão ser apresentados com uma aparência
externa impecável e condizente com o evento. As pinturas, números e
adesivos estéticos ou dos patrocinadores deverão ser elaborados de maneira
harmoniosa e profissional. As linhas e as formas
características da carroceria, suas dimensões originais e outros elementos
estéticos característicos, deverão ser respeitadas e mantidas de modo a
permitir o imediato reconhecimento dos modelos originais.
Diante deste quadro, apresenta-se o presente regulamento a ser firmado e
seguido por todos os participantes:
ARTIGO 1 – VEICULOS CHASSIS E MODIFICAÇÕES PERMITIDAS
1.1 – VEÍCULOS
1.1.1 - Permitidos
Importados e nacionais lançados até 1988, e estes veículos nacionais
produzidos apenas com as modificações estéticas apresentadas pela
fábrica até 92, mas que mantiveram a mesma base técnica.
Carreteras e réplicas nacionais;
1.1.2 - Proibidos
Monopostos e protótipos, independente do ano de fabricação.
1.1.3 – Casos Especiais
Modelos diferentes aos relacionados neste regulamento, ou com alguma
ARTIGO 19 – REGULAMENTO DESPORTIVO
I– Esta categoria é indicada aos pilotos iniciantes, amadores, que participam
por hobby, aos apaixonados pelo antigomobilismo e aos “experientes”
pilotos que apreciam reviver os bons momentos do passado.
Modelos diferentes aos relacionados neste regulamento, ou com alguma divergência quanto ao mesmo, terão que ser previamente vistoriados, aprovados e liberados pela comissão técnica da LIGA.
1.2 – CHASSI
Todos os veículos deverão ter chassi ou carroceria (no caso desta ser
monobloco) original.
1.3 – MODIFICAÇÕES PERMITIDAS
Tudo que não constar deste regulamento como permitido, é expressamente
proibido, sendo assim, todo item que não for contemplado neste regulamento deverá
encontrar-se nas suas características originais.
Os veículos deverão ser originais. Suas carrocerias poderão receber apenas
pequenas modificações com o propósito de adequá-los e torná-los mais seguros para o
uso em competição.
O motor poderá ser trabalhado dentro das regras deste regulamento.
Deverá ser mantida toda a colocação e fixação dos componentes da suspensão.
Deverão ser instalados banco de competição, cintos de segurança quatro ou cinco pontos
e equipamentos de segurança, arco de segurança mais barra transversal.
No caso de dúvida, as peças deverão ser confrontadas com as originais de
Quando este regulamento não permitir clara e especificamente que a peça ou
componente possa receber algum tipo de trabalho, esta deverá ser mantida original.
Proibida toda e qualquer adição de material (solda, colagem, eletrólise, etc.) a
qualquer elemento mecânico, seja motor, câmbio ou suspensão. Somente nos casos
em que este Regulamento permitir serão aceitos tais trabalhos.
ARTIGO 2 – CATEGORIAS
2.1 – CATEGORIA A ► Identificação = Fundo vermelho com a letra “A” em branco.
Veículos com motores originais até 1.400 cc tração dianteira ou traseira
2.2 – CATEGORIA B ► Identificação = Fundo azul com a letra “B” em branco
Veículos com motores originais de 1.401 a 1.600 cc tração traseira
2.3 – CATEGORIA C ► Identificação = Fundo preto com a letra “C” em branco
Veículos de tração dianteira, com motores originais de 1.401 a 1.600 cc
2.4 – CATEGORIA D ► Identificação = Fundo verde com a letra “D” em branco
Veículos de tração dianteira ou traseira, com motores originais, cuja cilindrada seja superior a 1.601cc e no máximo 2.000cc ; veículos carreteira ou réplicas com motores adaptados.
2.5 – CATEGORIA E ► Identificação = Fundo amarelo com a letra “E” em preto
Veiculos adaptados com tração dianteira ou trraseira, equipados com motor ea 111, standart, original sem nenhum tipo de retrabalho, cabeçote original sem nenhum tipo de retrabalho, injetados com mapeamento padrão a ser definido por adendo técnico.
ARTIGO 3 – CARROCERIAS E DIMENSÕES
3.1 – CARROCERIA
facilmente identificado pela sua marca e modelo. A carroceria deverá ser de chapa de
aço, sendo, contudo, permitidos partes em fibra desde que o peso se enquadre
conforme artigo 4º, ou em fibra para os veículos originalmente fabricados com este
Todos os veículos deverão manter suas dimensões originais : comprimento x
Proibido o uso de spoiller dianteiro nos carros originais. A frente original deverá
ser mantida. Permitido excepcionalmente nos veículos caracterizados ou carreteras.
Proibido uso de aerofólio (asa), exceto veículos caracterizados ou carreteras.
Proibido extrator de ar traseiro ou qualquer apêndice aerodinâmico (chapa de
alumínio ou fibra de vidro) localizado na parte traseira do veículo, dianteira ou saias
laterais, com efeito, aerodinâmico, bem como “fundo plano”
Permitida pequena abertura na parte da frente para o sistema de arrefecimento
(sistema de freio).
Obrigatória a retirada dos bancos, laterais internas de papelão, forrações
acústicas e demais materiais inflamáveis. Nos carros totalmente originais será permitido
manter os acabamentos internos sendo, porém, obrigatório a retirada de todos os
bancos e a colocação de um banco tipo concha para o piloto
3.3 – PÁRA-CHOQUE
Obrigatória a retirada dos para-choques. Se o veículo originalmente tiver saído
de fábrica com para-choques envolventes de plásticos, estes poderão ser mantidos.
3.4 – PARALAMAS
Obrigatório manter suas formas e dimensões originais. Permitido para-lamas
abaulados só nos casos de veículos caracterizados ou carreteras.
3.5 – ESPELHOS RETROVISORES
Obrigatória a permanência dos espelhos retrovisores, interno e externo esquerdo
e direito, sendo liberado o uso de qualquer marca e modelo.
3.6 – VIDROS
É permitido o uso de para–brisa laminado, Policarbonato.
Os demais vidros poderão ser substituídos por acrílico ou policarbonato.
3.7 – ENTRE-EIXOS
Deverá ser mantida a medida original do veículo, sendo admitido o rebaixamento
3.8 – LAY OUT E FIXAÇÃO DO CONJUNTO MOTRIZ
Motor, câmbio e diferencial não podem ser deslocados, tanto transversal como
longitudinalmente, em relação à fixação original, exceção feita aos veículos das
categorias “D” que tenham adaptado motor AP dos veículos originalmente fabricados
com motor a AR.
3.9 – TRAVA DO CAPÔ
Obrigatória a instalação de duas travas de segurança no capô dianteiro e
traseiro. Dispensado nos carros totalmente originais.
3.10 – FARÓIS
Poderão ser mantidos os originais ou poderão ser utilizados adesivos imitando o
farol original do veículo. Nos veículos caracterizados e carreteras serão permitidos
faróis auxiliares, fixados em suportes, em substituição aos originais.
Obrigatório que todas as lanternas e faróis sejam protegidos com adesivo
3.11 – GANCHOS DE REBOQUE
Obrigatório a colocação de gancho de reboque na dianteira e na traseira do
veículo, firmemente fixado. Este gancho deverá ser metálico de diâmetro mínimo 8,0
mm, identificado com cor contrastante com a cor do veículo para facilitar a localização.
ARTIGO 4 – PESO
O peso mínimo permitido será de até no máximo 15% abaixo do peso do veículo
original indicado em fontes oficiais emitidas pelas fábricas e/ou no manual do
Em nenhuma hipótese nenhum veículo poderá ter peso inferior a 680 Kg.
Apresenta-se aqui rol de pesos de veículos já conhecidos:
VEÍCULO PESO MÉDIO PADRÃO (KG) PESO MÍNIMO (KG)
VW SEDAN 800 680
VW BRASILIA 890 756
VW ZÉ DO CAIXÃO 900 765
VW TL 880 748
KARMANN-GHIA 820 697
VW PASSAT 900 765
VW SP-2 890 756
PUMA 750 680 *
MIURA 750 680 *
FALCÃO 820 697
PORSCHE SPYDER 650 780 *
BR-800 620 680 *
DODGE-1800 980 833
DODGE DART 1.450 1.232
FNM JK 2000 1.360 1.156
FNM 2150 1.450 1.232
ALFA 2300 1.350 1.147
ALFA GTV 945 803
FIAT 147/SPAZIO 800 680
FIAT OGGI 830 705
DARDO 700 680 *
TOPOLINO 800 680
GORDINI 750 680 *
WILLIS INTERLAGOS 550 680 *
CORCEL I 940 799
CORCEL II 950 807
MAVERICK 4 CILINDROS 1.270 1.079
MAVERICK 6 CILINDROS 1.320 1.122
MAVERICK 8 CILINDROS 1.400 1.190
GALAXIE 500 1.780 1.513
OPALA 1.130 960
CHEVETTE SEDAN 880 748
CHEVETTE HATCH 900 765
PUMA GTB 950 807
SANTA MATILDE 1.240 1.054
CHEVROLET 210 (1956) 1.400 1.190
DKW 950 807
PUMA DKW 900 765
BMW GLAS GT 870 739
SIMCA V-8 1.200 1.020
AERO-WILLYS 1.450 1.232
VW GOL 872 742
VW VOYAGE 890 757
FIAT UNO 880 748
FIAT PRÊMIO 920 782
FORD ESCORT 880 748
* Peso mínimo 680 Kg
Partes em fibra serão permitidas desde que o peso final se enquadre nesteartigo
Caso o peso do veículo não alcance o limite estabelecido, deverão ser
acrescidos lastros fixados abaixo do banco do piloto, até que o peso mínimo seja
alcançado. Não será permitido o uso destes como forma de distribuição de peso no
A Comissão Técnica da Categoria e a LIGA, poderão, a qualquer momento,
durante o campeonato exigir que o piloto proceda à nova pesagem do veículo.
ARTIGO 5 – MOTOR
5. 1 – MOTOR ASPIRADO
É permitida a troca de pistões, para adequação ao uso de álcool como
combustível, desde que respeitado o diâmetro original, sendo permitido o uso de
pistões forjados.
A cilindrada deverá ser a original com tolerância máxima de 1,0mm na medida
do cilindro para os motores de 4 tempos e de 2,5mm nos de 2 tempos.
Os coletores de admissão e exaustão poderão ser substituídos. Medidas livres.
O cabeçote pode ser o original ou não, desde que seja mantida a mesma
marca/fabricante do motor original, porém de fabricação no máximo até 1990, como por
exemplo, o cabeçote GM Cabeçote do Chevette pode ser substituído pelo do Monza;
É permitido o trabalho e o rebaixamento do cabeçote. Taxa de compressão livre.
Permitido somente 2 (duas) válvulas por cilindro, a de admissão e a de
Comandos de válvula opcionais serão aceitos, independente de sua procedência
(importado ou nacional).
É obrigatório o uso do dínamo ou alternador, não sendo permitida qualquer
Permitido ventilador elétrico adicional para auxiliar a refrigeração;
Permitido radiador de óleo;
Radiador e circuito de água livres, porém nos alojamentos originais;
Permitido bomba d’água nos motores de 2 tempos;
Permitido o uso de bomba de óleo externa e cárter seco;
5.2 – CARBURADORES PERMITIDOS
Para os veículos das Categorias “A”,“B” e "C" deverão ser utilizados os carburadores
originais do veículo com trabalho, calibragem e ajustes livres.
Para os veículos da Categoria “D” poderão ser utilizados os carburadores
originais do veículo com trabalho, calibragem e ajustes livres, assim como até dois (2)
carburadores fabricados exclusivamente para competição, de corpo duplo, com
borboleta de no máximo 40 mm.
Na categoria "E" será permitido o uso de injeção eletrônica indireta ou direta de combustível .
Não é permitido o uso de sistema de partida a frio.
5.3 – ESCAPAMENTO
Permitido escapamento trabalhado.
A(s) saída(s) não deverá (ão) formar saliência em relação à circunferência
máxima do carro maior do que de 150 mm para fora.
É obrigatória a utilização de abafador no escapamento sempre que o motor for
acionado no interior dos boxes.
ARTIGO 6 – TRANSMISÃO PARA AS RODAS
6.1 – CAIXA DE CÂMBIO
Deverá ser original, sendo permitida qualquer relação de marchas, desde que
se mantenha o número de marchas originais do veículo e a ré. As engrenagens
deverão ser originais da mesma marca do veículo, e obrigatoriamente nacionais.
Não é permitido modificar as engrenagens para dentes retos. Proibido qualquer
sistema de auxilio eletrônico.
Embreagens deverão ser as originais da marca fabricante do carro.
6.2 – DIFERENCIAL
Caixa do diferencial original, não podendo haver qualquer trabalho ou troca por
relações não disponíveis como item de fábrica.
Proibido o uso de autoblocante.
ARTIGO 7 - SUSPENSÃO
7.1 — FIXAÇÃO
A fabricação das bandejas, o tipo do eixo traseiro e o tipo de suspensão e
molas, não poderão ser modificados ou substituídos por outro.
Os pontos de fixação das bandejas não poderão ser deslocados, seja no sentido
longitudinal ou transversal.
7.2 – BUCHAS
É permitido a substituição das buchas e articulações por sistemas mais seguros
7.3 – AMORTECEDORES E MOLAS
Permitido recalibrar amortecedores, e rebaixar molas.
No caso de VW a AR será permitido colocar catraca, não sendo, conduto,
permitido a utilização de amortecedores com molas externas.
Todos os componentes deverão ser nacionais.
ARTIGO 8 – SISTEMA DE FREIOS
8.1 – FREIO
Os circuitos, obrigatoriamente, devem ser independentes. Permitido o uso de
O restante do conjunto, obrigatoriamente, deve ser mantido original.
Válvulas limitadoras só poderão ser utilizadas quando o veículo, originalmente
tenha saído com este sistema. Neste caso, o equipamento a ser usado é o original do
8.2 – TOMADAS DE AR PARA FREIOS
É permitido o uso de tomadas de ar para ventilação dos freios dianteiros e
traseiros, desde que não implique em modificações drásticas na carroceria.
8.3 – FREIO DE ESTACIONAMENTO
O sistema de freio de estacionamento (freio de mão) poderá ser retirado, sendo
opcional o seu uso.
ARTIGO 9 – SISTEMA DE DIREÇÃO
9.1 – SISTEMA PERMITIDO
Original do veículo sem modificações.
9.2 – VOLANTE
ARTIGO 10 – RODAS E PNEUS
10.1 – RODAS
No máximo aro 15” e tala 8”
. O material de fabricação é livre.
10.2 - PNEUS
Deverão ser utilizados pneus vendidos no mercado de varejo nacional, que
tenham o selo do INMETRO. Os pneus poderão ser de fabricação nacional, produzidos
no Mercosul, ou similares. Considera-se pneu similar aquele que embora produzido em
outros países é o mesmo do que foi produzido no Brasil. (por exemplo: GPS3 foi
produzido aqui, mas hoje no mercado nacional se encontra este pneu vindo da Turquia.
Este pneu poderá ser utilizado)
Os pneus deverão ter medida máxima de largura de 205. Podem ser lixados,
porém com sulcos de no mínimo 2 a 3mm.
Proibido o uso de PNEUS ESPECIAIS de “COMPETIÇÃO”, pneus
“RECAPADOS”
, bem como também uso de válvulas reguladoras eletrônicas de
Ficam proibidos os pneus YOKOHAMA, TOYO e ACHILLES e os pneus
similares a estes que vierem a ser colocados à venda no mercado de varejo nacional.
ARTIGO 11 – COMBUSTÍVEL E ABASTECIMENTO
11.1-TIPO DE COMBUSTÍVEL
Poderá ser utilizado como, combustível, Gasolina ou etanol. Não é permitido o
uso de Metanol ou qualquer combustível que não seja vendido comercialmente para
automóveis de passeio.
11.2 –REABASTECIMENTO
É proibido o reabastecimento durante a prova e no grid.
11.3 – TANQUE DE COMBUSTÍVEL
Tamanho do tanque será livre fixado no local original ou dentro do porta-malas
do veículo. Neste caso deverá existir uma chapa “corta-fogo” separando a cabine do
porta-malas. Sua fabricação poderá ser em metal ou borracha, sendo vedada a
utilização de tanque fabricado em fibra ou plástico.
11.4 –TUBULAÇÃO DE COMBUSTIVEL
Original do veículo, não podendo passar por dentro do habitáculo.
11.5 – BOMBA E FILTRO DE COMBUSTÍVEL
Permitido o uso de bomba elétrica de combustível não podendo ser fixado
dentro do habitáculo. Filtros liberados em quantidade e tamanho.
ARTIGO 12 – LUBRIFICAÇÃO E ARREFECIMENTO
12.1 – RESERVATÓRIO PARA RESPIRO
Obrigatória a colocação de um reservatório de no mínimo 2 (dois) litros para os
respiros do motor e transmissão.
12.2 - RADIADOR
Livre, mas mantendo os pontos do sistema original de refrigeração do motor.
Permitido a instalação de um ventilador elétrico auxiliar. Permitida a refrigeração
forçada de óleo.
Fica permitida a utilização de Cárter seco.
ARTIGO 13 – SISTEMA ELÉTRICO
13.1 – BATERIA
Permitido o uso de chumbo ácido, tipo selada, de qualquer marca, nacional ou
não, que comprovadamente esteja disponível no comércio de varejo, com capacidade
de 12 Volts.
13.2 – LUZES DE FREIO
Obrigatório o uso de 2 (dois) pontos de lâmpadas de freio com capacidade de 21
watts, que ao final da prova esteja em perfeito funcionamento, conforme estabelecido
no parágrafo 1º do artigo 14 do Regulamento Desportivo.
Permitida a instalação de mais 2 (dois) pontos de lâmpadas na parte interna do
habitáculo voltada para a parte traseira do veículo.
ARTIGO 14 – EQUIPAMENTO DE SEGURANÇA
14.1 – BANCO DO PILOTO
Obrigatória a instalação de um banco de competição para piloto
14.2 – EXTINTOR DE INCÊNDIO
Obrigatória a colocação dentro do habitáculo do veículo de no mínimo 1 (um)
extintor de incêndio de 4 kg (quatro quilos) de pó químico fixado na posição
vertical,com alça de acionamento ao alcance do piloto.
Também será obrigatório que cada veículo mantenha no seu box no mínimo 1
(um) extintor de incêndio de 6 kg (seis quilos) de pó químico.
14.3 – CINTO DE SEGURANÇA
Obrigatória a instalação de cinto de segurança homologado FIA/CBA, com no
mínimo 4 (quatro) pontos de fixação.
14.4 – CHAVE GERAL E ALÇA DO EXTINTOR
Obrigatória a utilização de uma chave geral e alça do extintor tanto na parte
interna quanto externa do veículo.
Internamente a chave geral e alça do extintor deverão estar ao alcance do piloto
sentado e com o cinto de segurança afivelado.
Externamente a chave geral e a alça do extintor poderão ser instaladas do lado
ARTIGO 15 – ESTRUTURA DE SEGURANÇA (SANTO ANTÔNIO)
15.1 – ARCO DE SEGURANÇA
Obrigatório o uso de arco de segurança , adicionado de barra transversal.
Permitido soldar o arco de segurança na carroceria do veículo com adição de
Obrigatório que o arco de segurança seja apoiado no chassi no mínimo por 4
Os tubos do arco de segurança deverão ser de aço carbono estirados a frio
com no mínimo 38 mm de diâmetro externo e 2,00 mm. de espessura.
ARTIGO 16 – TELEMETRIA
Proibido o uso de qualquer tipo de telemetria em qualquer componente do carro.
ARTIGO 17 – LIMITES DE VELOCIDADE E PENALIZAÇÕES
17.1 – VELOCIDADE
Em Interlagos o tempo mínimo permitido será de 2'15" e Piracicaba 1'20’’. Não serão permitidos tempos inferiores a este. Caso isto ocorrer o participante terá seu tempo total acrescido, conforme a regra abaixo:
Se o participante completar a volta com um tempo inferior ao permitido
receberá um acréscimo de 20 segundos.
Se o participante repetir a infração pela segunda vez, será novamente
penalizado em mais 20 segundos;
Se o participante cometer a terceira infração, será penalizado com a sua
exclusão da prova.
18.1 ► É proibido o uso de quaisquer instrumentos, dispositivos, ou outro meio
de comunicação que possa orientar o piloto a controlar seu tempo de volta. Assim,
não é permitido o uso de relógio de pulso, celulares (c/GPS), instrumentos no interior do carro, tais como relógios, cronômetros, “hot laps”, GPS, ou quaisquer dispositivos que indiquem "tempo"
. Também não é permitido o uso de rádio para comunicação com
o piloto. Não é permitido sinais externos com as mãos, placas indicativas, cartazes,
faixas, etc...É permitida utilização de instrumentação tipo data logger. O piloto flagrado
utilizando cronômetro, além de ser desclassificado da prova em que tiver utilizado o
cronometro, será punido com a sua suspensão por duas provas da categoria dentro do
Campeonato Paulista de Automobilismo.
18.2 ► O piloto que participar desta categoria aceita incondicionalmente
respeitar o seu colega de pista se comprometendo a evitar ao máximo qualquer tipo de
contato físico entre os veículos com a finalidade de preservar a integridade destes e de
18.3 ► A largada será com os veículos parados, através de sinalização
18.4 ► Para participar desta categoria os modelos diferentes aos relacionados
ou com alguma divergência quanto ao regulamento terão que ser previamente
aprovados e liberados em comum acordo pela comissão técnica da LIGA.
18.5 ► Os carros deverão ter uma aparência impecável. Não serão permitidos
os veículos em mau estado de funilaria e pintura, devendo haver prioridade total para a
18.6 ► Todos os pilotos terão que assinar um termo de conhecimento e
compromisso em respeitar este regulamento.
18.7 ► Os casos omissos serão resolvidos comissão da LIGA.
- O treino será realizado na sexta feira de acordo com adendo da prova.
- A classificação será realizada no Domingo.
- A prova terá duas baterias de 15 ( quinze ) voltas ou 35 ( trinta e cinco ) minutos.
- A largada será na modalidade "parada".
- Na volta 7 ( sete ) sete será feita uma intervenção pelo safety car para juntar o grid, caso haja uma intervenção antes da volta 7 ( sete ) esta será cancelada.
- A classificação se dará por quem mais se aproximar do tempo, nunca abaixo do tempo; O critério de desempate, será por quem fizer o primeiro melhor tempo e assim por diante.Os que fizerem tempos iguais ou acima de 2'15" em interlagos e 1'20" em Piraciacba, largarão em primeiro em ordem crescente dos tempos. Já os carros que fizerem o tempo inferior ao permitido serãopenalizados da seguinte forma:
a) A primeira volta abaixo do tempo estipulado: perda dos tempos de volta e o piloto larga atrás do primeiro pelotão, na ordem decrescente de tempo. O menor tempo de todos larga em último.
b) A segunda volta abaixo do tempo estipulado: perda dos tempos de volta e o piloto larga atrás do primeiro pelotão, na ordem decrescente de tempo. O menor tempo de todos além de largar no final do pelotão terá o acréscimo de 20 segundos ao tempo da prova.
c) O combustivel a ser utilizado é alcool ou gasolina, podendo ser qdiquirido em qualquer posto de combustível a critério do participante.
d) Haverá um descarte no campeonato entre a primeira e oitava etapa.