Source: https://blook.pt/publications/?start_type=popular_month
Timestamp: 2020-04-05 01:07:35+00:00
Document Index: 71375784

Matched Legal Cases: ['artigo 9', 'artigo 7', 'artigo 16', 'artigo 14', 'artigo 15', 'artigo 21']

O Contrato de Gestão de Carteira
Revista de Direito Financeiro e dos Mercados de Capitais, Vol. 2 (2020), No. 6, 1-36
Os deveres de informação dos intermediários financeiros após a decisão de investimento
Nuno Salazar Casanova, Melissa Pereira Filgueira
Revista de Direito Financeiro e dos Mercados de Capitais, Vol. 2 (2020), No. 6, 37-68
N.º integral
Revista de Direito Financeiro e dos Mercados de Capitais, n.º 6
Revista de Direito Financeiro e dos Mercados de Capitais, Vol. 2 (2020), No. 6, 1-114
Breves notas sobre o Regulamento do Prospeto
Joana Costa Lopes, Dinis Braz Teixeira
Revista de Direito Financeiro e dos Mercados de Capitais, Vol. 2 (2020), No. 6, 69-79
Revista de Direito Financeiro e dos Mercados de Capitais, Vol. 2 (2020), No. 6, 81-114
Volume completo/full issue
George herbert mead, public philosopher of the city: fostering the transformative potential for building democratic cities
Más allá del nomos de la tierra. un análisis de la crisis del espacio como medida en la era de la post-metrópolis
Jorge Léon Casero, Julia Urabayen
RDFMC (2020)
Os deveres de informação dos intermediários financeiros após a decisão de ...
Ricci, mattèo, tratado da amizade (1601), prefácio de martin gonzález fernández, ...
George herbert mead, public philosopher of the city: fostering the transformative ...
O outro lado da cidade: dinâmicas de apropriação de espaços residenciais ...
The urban disposition. a sartrean framework for the analysis of urban ...
Segregation, hyper surveillance, and the destruction of public space and public ...
Is there a single way for all humans to be human? ...
Más allá del nomos de la tierra. un análisis de la ...
1. Enquadramento histórico, jurídico e doutrinário. § 1.º Natureza, definição e modalidades: 2. Natureza e definição; 3. Contrato de gestão de carteiras com e sem representação; 4. Contrato de gestão de carteiras com e sem representação: a prática portuguesa recolhida; 5. Contrato de gestão de carteira individualizado e padronizado; 6. O contrato de investimento e o contrato de gestão de carteira tácito; 7. Contrato de gestão de carteira discricionário e totalmente discricionário. § 3.º Forma e conteúdo: 8. A forma do contrato de gestão de carteira; 9. O conteúdo mínimo do contrato de gestão de carteiras. § 4.º Os Deveres dos Intermediários Financeiros: 10. Enquadramento; 11. Prestação principal; 12. Dever de lealdade: relação fiduciária; 13. Deveres de informação pré-contratuais; 14. Deveres de informação; 15. Deveres a considerar no exercício dos poderes.
Nuno Salazar Casanova • Melissa Pereira Filgueira
Nos últimos anos temos assistido a um crescente número de litígios judiciais em que são suscitadas questões relativas ao acompanhamento do investimento realizado e aos deveres dos intermediários fi nanceiros após a decisão de investimento pelo cliente, em especial relativas a eventuais deveres de informação sobre alterações supervenientes do risco dos produtos e até sobre deveres de aconselhamento na pendência do investimento. Este artigo procura enunciar e delimitar os deveres – se alguns – de informação dos intermediários financeiros (sejam eles bancos ou outras entidades) após a decisão de investimento pelo cliente.
Joana Costa Lopes • Dinis Braz Teixeira
§ 1.º Enquadramento/Generalidades; § 2.º Âmbito de Aplicação; § 3.º Regime Jurídico; § 4.º As principais alterações: 4.1. O Documento de Registo Universal (artigo 9.º); 4.2. Sumário do Prospeto (artigo 7.º); 4.3. Fatores de Risco (artigo 16.º); 4.4. Regime simplifi cado de divulgação de informações das emissões secundárias (artigo 14.º); 4.5. Do Prospeto UE Crescimento (artigo 15.º); § 5.º Publicação/Divulgação do Prospeto (artigo 21.º).
Ricci, mattèo, tratado da amizade (1601), prefácio de martin gonzález fernández, estudo, preliminar, tradución e ...
. doi: http://dx.doi.org/10.21747/21836892/fil34a7
George herbert mead, public philosopher of the city: fostering the transformative potential for building democratic ...
John dewey and george herbert mead’s public sociologies complemented each other during their forty-year collaboration to develop big ideas, and more importantly, methods to implement them. mead’s public philosophy model offers useful tools and an effective historical perspective for re-centering the fields of philosophy and sociology to enhance public transformative engagement. the key aspect of mead’s social theory this essay analyses is the concept of sociality focuses on the change-producing tension in individual worldviews that comes from participating in a diverse social group or in more than one social group with differing values and norms. mead understood that learning to cultivate community involves processes of recognizing and influencing sociality through participation in multiple generalized others, as well as individual creativity and social leadership. mead’s social theories of community are instrumental in serving as educative tools for leaders in democracies, and for processes for nurturing new norms to change cultures as transforming democratic cities.key words: democratic cities, socialities, three architectures: built, environmental and social/political, gentrification, social inclusion, deliberative and participatory democracy george herbert mead, filósofo público da cidade: promovendo o potencial transformador para a construção de cidades democráticasresumoas sociologias públicas de john dewey e george herbert mead complementaram-se durante as suas colaborações ao longo de quarenta anos, permitindo o desenvolvimento de grandes ideias e, acima de tudo, métodos para implementá-las. o modelo de filosofia pública da mead oferece instrumentos úteis e uma perspectiva histórica efetiva para recentrar os campos da filosofia e da sociologia, de modo a aumentar o envolvimento público transformador. o aspeto central da teoria social de mead que se procurará analisar no presente artigo consiste no conceito de socialidade, concentrando-se na tensão geradora de mudanças nas mundivisões individuais que advêm da participação em grupos sociais diversos ou em mais de um grupo social com valores e normas diferentes. mead entende que aprender a cultivar a comunidade envolve processos de reconhecimento e influência da sociabilidade através da participação em múltiplos outros generalizados, bem como a criatividade individual e a liderança social. as teorias sociais de comunidade de mead são fundamentais enquanto ferramentas educativas para líderes em democracias e para processos de criação de novas normas para mudar culturas enquanto cidades democráticas transformadoras.palavras-chave: cidades democráticas; sociabilidades; três arquiteturas: construída, ambiental e social/política; gentrificação; inclusão social, democracia deliberativa e participativa. doi: 10.21747/21836892/fil34a14
In our network-laden cities abounding with smart technologies, the algorithm gestures toward a material reality wherein we become what we are by making that which in turn makes us. this is especially appropriate upon examination of the feed. one feeds upon their feeds, a sumptuous meal in digital culture: facebook feeds, instagram feeds, and newsfeeds—consumed until all experience is first mediated in accordance to the feast of feeds. in terms of the city, whether it is a look at the map or the news, each is mediated by the appropriate feed which is built upon the ubiquity of the algorithm—arguably one of our historical moment’s most important concepts. thus, i would like to suggest that the algorithm is not only an ontic feature of experience, but an ontological one: we no longer primarily rely on the lived experience of a place, but upon the mediation of a place by an algorithm which generates its being. by focusing on the feed of google maps’ smartphone application and the use of data-driven “predictive policing,” the algorithm emerges as the primary interpretive modality of the city with the consequence of emerging as the interpretive modality of the self.keywords: algorithm, technology, computation, ontology, big data o feed: mediação algorítmica do self e da cidade resumonas nossas cidades emaranhadas em redes repletas de tecnologias inteligentes, o algoritmo aponta para uma realidade material, na qual nos tornamos o que somos fazendo o que, por sua vez, nos faz. isto torna-se particularmente pertinente quando se analisao feed. todos se alimentam dos seus feeds, uma refeição sumptuosa de cultura digital: feeds do facebook, feeds do instagram e feeds de notícias consumidos até que toda a experiência seja mediada, em primeiro lugar, de acordo com o banquete dos feeds. em termos da cidade, seja quando se dá uma olhada num mapa ou se passa pelas notícias, cada um é mediado pelo feed adequado, que se constrói com base na omnipresença do algoritmo – possivelmente, um dos conceitos mais importantes do nosso momento histórico. assim, gostaria de sugerir que o algoritmo não é apenas uma característica ôntica da experiência, mas ontológica: deixamos de depender da experiência vivenciada de um lugar, para passar a vivenciar um lugar com base na mediação por um algoritmo que gera o seu ser. ao concentrarmo-nos no feed da aplicação de smartphone do google maps e no uso do «policiamento preditivo» alimentado por dados, o algoritmo surge como a principal modalidade interpretativa da cidade, com a consequência de emergir como a modalidade interpretativa do self.palavras-chave: algoritmo; tecnologia; computação; ontologia; big data. doi: 10.21747/21836892/fil34a12
La obra política de aristóteles, en especial la constitución de atenas y la política, puede proporcionar otra visión acerca de la democracia ateniense y de la ciudad clásica. dos asuntos resultan particularmente interesantes en esta indagación: la justicia tributaria y la justicia social. ambas justicias conocen un significativo desarrollo tanto en la democracia ateniense como en la reflexión de aristóteles.la justicia tributaria y la justicia social son temas poco tratados en los estudios sobre aristóteles, su pensamiento jurídico y político. sin embargo, porque ofrecen una visión nueva de la «polis», la ciudad clásica y, en concreto, de la democracia ateniense, así como por su relevancia para el tiempo presente y el mundo actual, merecen más atención de la que corrientemente reciben.palabras clave: ciudad, democracia, justicia tributaria, justicia social, aristóteles. abstractaristotle’s political work, especially in the constitution of the athenians and the politics, sheds light on what can be seen as an uncommon view of athenian democracy and of the classic city. two points are particularly interesting in this approach: financial justice and social justice. both forms of justice are significantly developed both in athenian democracy and in aristotle’s approach.financial justice and social justice are under-treated issues in the current studies in aristotelian politics and justice. however, given the novel view of the «polis» they provide us with, namely that of the athenian democracy, and because of their relevance for present times, it deserves much more attention than it currently receives.keywords: city, democracy, financial justice, social justice, aristotle.doi: 10.21747/21836892/fil34a3
The urbanization of the world has placed the whole world, in its diversity, more within the realm of the city. having acknowledged the need to recognize this diversity, the recent debate over the importance, content, and political, economic, social and cultural role of the notion of recognition has crystallized around a double challenge: either as a problem of the material redistribution of goods by all subjects (fraser), or as the active respect for particular identities of sociocultural minorities (taylor). however, the intensification of the phenomenon of human mobility has created a third invisible social subject in the public space: those excluded from stable and rewarding social relationships such as the homeless, the undocumented or the unemployed. these three types of collective subjects have different objectives and social bases, and the public space is today the scene of multiple «struggles for recognition» (honneth), respectively, economic struggle, identity struggle and struggle for relationship (renault). we intend to analyse these three social movements within the dynamics of coexistence in the city and the impacts that they exert on it, and critically reflect on whether and how they contribute to the construction of the common good, viewed from the perspective of «common purposes» (taylor) and «societal goals» (honneth).keywords: recognition, common purposes, societal goals. resumoluta por reconhecimento no interior da cidadea urbanização do mundo fez com que o mundo todo, na sua diversidade, esteja agora contido na cidade. havendo necessidade de reconhecer essa diversidade, o debate nas últimas décadas sobre a importância, o conteúdo e a função política, económica, social e cultural da noção de «reconhecimento» cristalizou-se em torno de um duplo desafio: ora como problema de redistribuição material de bens por todos os sujeitos (n. fraser) ora como respeito ativo pelas identidades socioculturais minoritárias (ch. taylor). no entanto, a intensificação do fenómeno da mobilidade humana fez emergir um terceiro sujeito social invisível no espaço público: os excluídos das relações sociais estáveis e gratificantes como os sem-abrigo, os indocumentados ou os desempregados. constatando-se que estes três tipos de sujeitos coletivos têm objetivos e bases sociais diferenciados, o espaço público é, hoje, palco de múltiplas «lutas por reconhecimento» (a. honneth), respetivamente, luta económica, luta identitária e luta por relação (a. renault). propomo-nos analisar estes três movimentos sociais no interior das dinâmicas de convivência na cidade e os impactos que sobre ela exercem e refletir criticamente se e como contribuem para a construção do bem comum, perspetivado este na ótica de «propósitos comuns» (ch. taylor) e «objetivos sociais» (a. honneth).palavras-chave: reconhecimento, propósitos comuns, objetivos sociais. doi: 10.21747/21836892/fil34a4
Paula Guerra • Marta Rodrigues • Sofia Sousa • Rui Saraiva
Este artigo tem por base uma mesa redonda realizada no âmbito do congresso internacional philosophy of the city 2017, que teve lugar na faculdade de letras da universidade do porto de dia 11 a 13 de outubro, e integrou-se no painel intitulado «the other side of the city: dynamics of appropriation of peripheral residential spaces». com base numa leitura sociológica, o tecido social urbano baseia-se nas construções sociais que o sustentam. por excelência, os bairros sociais localizados nas zonas periféricas das cidades são espaços físicos e sociais, marcados por manifestações de pobreza e exclusão social. nestes espaços, desenvolvem-se modos de vida com configurações específicas e diferenciadas relativamente à sociedade vigente e dominante. tem-se por base que a exclusão social consiste num processo dinâmico e multidimensional constituído de forma relacional como origem de tensões identitárias no espaço. o contributo para este artigo assenta na abordagem dos processos de apropriação em bairros sociais periféricos situados em darque, viana do castelo, focalizando a pesquisa nas influências subjacentes às dinâmicas das identidades sociais e étnicas que se aglomeram nestes espaços sociais relacionais.palavras-chave: cidade; espaços residenciais periféricos; bairros sociais; exclusão social; identidades. the other side of the city: dynamics of appropriation of peripheral residential spacesabstractthis article is based on the communication that took place at the faculty of arts and humanities of university of porto from october 11 to 13, at the international conference philosophy of the city 2017, and was included in the panel entitled «the other side of the city: dynamics of appropriation of peripheral residential spaces». based on a sociological understanding, the urban social tissue is based on the social constructions that underlie it. social neighbourhoods located in peripheral areas of the cities are physical and social spaces characterized by manifestations of poverty and social exclusion. in these spaces are developed ways of life with specific and differentiated configurations compared to dominant society. it is based on the fact that social exclusion is a dynamic and multidimensional process relationally constituted as the source of identity tensions in space. the contribution to this article is based on the approach of the appropriation processes in peripheral social neighbourhoods located in darque, viana do castelo, focusing on research on influences underlying the dynamics of social and ethnic identities that are agglomerated in these relational social spaces.keywords: city; peripheral residential spaces; social neighbourhoods; social exclusion, identities.doi: 10.21747/21836892/fil34a7
The aim of this paper is to examine two concepts of jean-paul sartre’s later philosophy, praxis and hexis, in terms of their applicability for the philosophical analysis of the urban environment. by utilizing to these concepts, the city can be reinterpreted as a practical ensemble that enables certain options for action while simultaneously limiting human freedom by presenting practical constraints. the constant clash of different forms of materiality in the shape of both human beings and artifacts cultivates the urban disposition. it is a dialectical movement of stabilizing equilibrium on one side and oscillating progress on the other. the coshaped reality of the city is characterized by tension between structural dependencies and increased possibilities.keywords: existentialism, dialectics, praxis, philosophy of technology, urban environment a disposição urbana. um enquadramento sartriano para uma análise da vida urbanaresumoeste artigo tem como objetivo investigar dois conceitos da filosofia tardia de jean-paul sartre, praxis e hexis, em termos de sua aplicabilidade à análise filosófica do meio urbano. ao utilizar estes conceitos, a cidade pode ser reinterpretada como um conjunto prático que possibilita certas opções de ação ao mesmo tempo que limita a liberdade humana ao apresentar restrições práticas. o constante choque entre diferentes formas de materialidade na forma tanto de seres humanos como de artefatos cultiva a disposição urbana. é um movimento dialético de estabilização do equilíbrio por um lado, e de oscilização do progresso, por outro. a realidade da cidade moldada em conjunto caracteriza-se pela tensão entre dependências estruturais e possibilidades ampliadas.palavras-chave: existencialismo; dialética; praxis; filosofia da tecnologia; ambiente urbano. doi: 10.21747/21836892/fil34a11
Segregation, hyper surveillance, and the destruction of public space and public life: aristotle's tyrannical regime ...
This article explores the similarities between aristotle’s description of the methods used by a tyrannical government to conserve its power and several critiques of modern and contemporary cities. some of the tyrant’s methods include: the limitation of public spaces and gatherings; the decree that all citizens remain visible; and the political effort to ensure that his subjects remain unknown to each other. this article discusses these measures within the context of contemporary urban theory in which critiques of the modern and contemporary city bear similar themes: the destruction and erosion of public space, hyper surveillance of the population, and segregation within the city leading to lack of political agency. this analysis refers to michel foucault’s discipline and punish: the birth of the prison, jane jacobs’ the death and life of american cities, in addition to other texts of urban theory, to question whether, and how, modern and contemporary cities have tyrannical characteristics as understood by aristotle, while still being democratically-ruled cities.keywords: aristotle; philosophy of the city; hyper-surveillance; segregation; public space resúmeneste artículo explora las similitudes entre la descripción de aristóteles de los métodos usados por un gobierno tiránico para conservar su poder, y varias de las críticas que se le han hecho a las ciudades modernas y contemporáneas. algunos de los métodos del tirano incluyen: el limitar el espacio y reuniones públicas; el obligar a todos los ciudadanos a permanecer visibles; y el establecer políticas públicas para asegurarse de que sus súbditos no se conozcan entre sí. estos métodos se discuten dentro del contexto de la teoría urbana contemporánea, en la cual se pueden encontrar críticas similares a la ciudad moderna y contemporánea: la destrucción y erosión del espacio público, la hiper vigilancia de la población, y cómo la segregación dentro de la ciudad que impide la agencia política de la ciudadanía. este análisis hace referencia a vigilar y castigar: nacimiento de la prisión de michel foucault, y muerte y vida de las grandes ciudades de jane jacobs, además de otros textos de teoría urbana, para cuestionar si, y cómo las ciudades modernas y contemporáneas tienen características tiránicas, según las entendía aristóteles, mientras que son ciudades democráticas.palabras clave: aristóteles; filosofía de la ciudad; hiper vigilancia; segregación; espacio público doi: 10.21747/21836892/fil34a9
Anita Gramigna • Giorgio Poletti
Questo lavoro parte dalla convinzione che la struttura curricolare scolastica fondata sulla diversificazione disciplinare, che spesso si traduce in separatezza metodologica se non in aperta conflittualità tra saperi, induca in chi apprende disorientamento e crisi, rispetto a quella modalità globale di approccio che sembra caratteristica naturale del nostro relazionarci conoscitivo al mondo e soprattutto agli spazi urbani della contemporaneità. lo spazio urbano nel contemporaneo è prima di tutto uno spazio concettuale che richiede un approccio cognitivo globale. parlare di post-disciplinarità, quindi, non vuole essere una provocazione, ma l’espressione di una possibile strategia che pone al primo posto il problema sul quale fare ricerca. l’indagine sul problema ci sembra possa essere garantita dalla solidità metodologica del progetto. lo sfondo epistemologico è di tipo ermeneutico, pertanto, prevede un approccio metodologico qualitativo.parole chiave: post-disciplinarietà, formazione, comunità, didattica, filosofia della città abstractthis work starts from the conviction that the school curriculum structure is based on disciplinary diversification, which often translates into methodological separateness if not in open conflict between knowledge. this methodological separateness seems to induce, in those who learn, disorientation and crisis, compared to that global approach that seems to be a natural characteristic of our cognitive relationship to the world and above all to the urban spaces of the contemporary world. urban space in the contemporary is above all a conceptual space that requires a global cognitive approach. speaking of post-disciplinarity, therefore, does not want to be a provocation, but the expression of a possible strategy that places first the problem on which to do research. the investigation of the problem seems to us to be guaranteed by the methodological solidity of the project. the epistemological background is hermeneutical, therefore, provides a qualitative methodological approach.keywords: post-disciplinary, training, community, didactic, philosophy of the city doi: 10.21747/21836892/fil34a5
Is there a single way for all humans to be human? some problems for aristotelian ...
Aristotelian naturalists may have diverging interpretations of aristotle’s idea that the good life for a human being is a life of activity in accordance with the virtues. such is the case of john mcdowell (mcdowell 1998) and philippa foot (foot 1978). one important question here is whether aristotelian naturalism in moral philosophy commits one to the idea of a good, or goods, which are natural to humans qua humans. naturalism is a very widespread position in contemporary analytic philosophy yet not always very clearly spelled out. in order to search for clarity regarding what one means by naturalism, i explore several strands of mcdowell’s case for second-nature naturalism as a position in moral philosophy. i then assess an argument put forward against it by bernard williams in ethics and the limits of philosophy (williams 1985). building on a suggestion by alan thomas in value and context – the nature of moral and political knowledge (thomas 2006) and complementing it with a view of rationality inspired by s.stich (the fragmentation of reason, stich 1990) i end with a proposal on how to keep aristotelianism in moral philosophy.keywords: common good – virtue – aristotelianism in moral philosophy – universality – rationality. resumoos naturalistas aristotélicos podem ter diferentes interpretações da ideia de aristóteles segundo a qual uma vida boa para um humano é uma vida de atividade de acordo com as virtudes. é este o caso de john mcdowell (mcdowell 1998) e philippa foot (foot 1978). uma questão crucial é saber se o naturalismo aristotélico em filosofia moral nos compromete com a ideia de um bem (ou bens) que seriam naturais para os humanos enquanto humanos. embora o naturalismo seja uma posição actualmente muito difundida na filosofia analítica essa posição nem sempre é claramente explicitada. de forma a procurar clareza quanto ao que se quer dizer com naturalismo exploro neste artigo várias vertentes da defesa de um naturalismo da segunda natureza em filosofia moral que é levada a cabo por mcdowell. em seguida avalio um argumento erguido por bernard williams contra o naturalismo de mcdowell em ethics and the limits of philosophy (williams 1985). com base numa sugestão avançada por alan thomas em value and context – the nature of moral and political knowledge (thomas 2006) e complementando esta com uma concepção da racionalidade inspirada em stephen stich (the fragmentation of reason, stich 1990), termino com uma proposta acerca de como manter hoje uma posição aristotética em filosofia moral.palavras-chave: bem comum-virtude-aristotelismo em filosofia moral-universalidade-racionalidadedoi: 10.21747/21836892/fil34a10
Más allá del nomos de la tierra. un análisis de la crisis del espacio como ...
Jorge Léon Casero • Julia Urabayen
La distinción de las metrópolis del siglo xx con el modelo romano de ciudad reside en el carácter eminentemente biopolítico de las actuales (post)metrópolis. como consecuencia de ello, se ha establecido una primacía del tiempo sobre el espacio como única forma de medir la proximidad de las relaciones (re)productivas: todo lo susceptible de ser convertido en información es instantáneo y el valor de las mercancías depende no tanto de los requerimientos de su proceso de producción como del coste de su transporte. como una fenomenología del espíritu urbano, la presente comunicación desarrolla los principales hitos en el despliegue histórico de esta lógica del espíritu urbano absoluto.palabras clave: política urbana, smart cities, nomos, arcana imperii, sobreexposición. beyond the nomos of the earth. an analysis of the crisis of space as a measure in the age of the post-metropolisabstractthe distinction between the twentieth-century metropolis and the roman model of a city must be sought in the eminently biopolitical character of the modern-day (post-)metropolis. as a result, the primacy of time over space has been established as the only way of measuring the proximity of (re)productive relationships: everything that can be converted into information is instantaneous and the value of goods depends not on the requirements of its production process but on the cost of its transportation. as a kind of phenomenology of the urban spirit, this paper develops the main milestones in the historical unfolding of this logic of the absolute urban spirit.key words: urban politics, smart cities, nomos, arcana imperii, over-exposure. doi: 10.21747/21836892/fil34a8
Margaret kohn raises but does not resolve an important ontological and ethical issue in her recent book, the death and life of the urban commonwealth (2016), when she attempts to justify her claim that all of the people who live in a city are entitled to claim property rights in it, including a right to continue living in their current neighborhood instead of being dispossessed when forces of “gentrification” increase the market price of its housing. a philosophy of the city that can guide interdisciplinary urban theory, democratic political processes, and justice-focused advocacy on this and related problems requires a reasonable and persuasive answer to the question, “who is the subject of the city?” many influential classical and contemporary liberal political theorists have answered this question in the first person singular, “i am,” understanding cities as nothing more than loose and protean collections of individuals linked only by a voluntary, unequal, power-differentiated social contract from which they can withdraw at any time. however, my thesis in this essay is that the question, “who is the subject of the city?” is best answered in the first person plural, “we are,” because a city’s enactors are inextricably interlinked.key words: city, urban ontology, commonwealth, justice, operability, planning ontologia urbana: quem é o sujeito da cidade?resumomargaret kohn levanta uma importante questão ontológica e ética, mas que não consegue resolver, na sua recente obra, the death and life of the urban commonwealth (2016), onde procura justificar a sua afirmação de que todas as pessoas que residem na cidade têm direito a reivindicar direitos de propriedade, incluindo o direito de continuar a viver no seu bairro atual, em vez de serem desapossados quando as forças de «gentrificação» aumentam o valor de mercado dos imóveis. uma filosofia da cidade que seja capaz de orientar uma teoria urbana interdisciplinar e os processos políticos democráticos, bem como uma defesa de esse e outros problemas relacionados, focada na justiça, requer uma resposta credível e persuasiva à pergunta.«quem é o sujeito da cidade?». os teóricos políticos liberais contemporâneos respondem a essa pergunta na primeira pessoa do singular, «eu sou», entendendo as cidades como meras coletividades soltas e mutáveis de indivíduos ligados apenas por um contrato social voluntário, desigual, diferenciado pelo poder, do qual se podem desvincular a qualquer momento. no entanto, a minha tese neste artigo procura sustentar que a melhor resposta à pergunta «quem é o sujeito da cidade?» se conjuga na primeira pessoa do plural, «nós somos», porque os agentes da cidade estão inextricavelmente interligados.palavras-chave: cidade; ontologia urbana; comunidade; justiça; operabilidade; planeamento. doi: 10.21747/21836892/fil34a6
The paper will first retrace the main arguments of the debate about the ideal of social, political and urban integration as it occurred in the united states after the publication of elizabeth anderson’s the imperative of integration; it will show that while the critics of anderson’s ideal of « integration » raise important methodological and normative points, the alternative ideal of « differentiated solidarity », proposed earlier by iris marion young, is not solidly grounded from a normative point of view. then, taking the requirements of a non-ideal contextualist theorization seriously, i’ll propose to test the arguments for and against « integration » when they are translated, both conceptually and geographically, to a french context. in france, the concept of integration is part of another semantic field and of another history of social relations. iris young is right when she states: « in europe, the issue of integration is discussed today most often in terms of the situation of members of groups who have migrated to european countries from asia, africa, the middle east, and the caribbean » (2000, 219). however, at least in the french context, she is wrong to infer: « the arguments i have offered against an ideal of integration (…) apply as much to the situation of cultural minorities in europe, i suggest, as to the context of the united states » (2000, 220). the immigrant minorities concerned by the issue of integration in france are not merely cultural, but racialized minorities and the issue of integration is best posed at the level of « racial cities ». to conclude, i’ll propose some qualified defense of a concept of integration in the french context and in a critical republican perspective, in which it is better conceived not as an imperative, but as an « essentially by-product » of deracialization.keywords: integration, inclusion, non-ideal theory, colonization, racial city. resumél’article commence par présenter les principaux arguments mobilisés dans le débat suscité par la parution de l’ouvrage d’elizabeth anderson, the imperative of integration, sur la nature et la valeur de l’idéal d’intégration. si les critiques de cet idéal soulèvent d’importants points méthodologiques et normatifs, on se propose de montrer que l’idéal alternatif de « solidarité différenciée », proposé auparavant par iris marion young, n’est pas plus satisfaisant d’un point de vue normatif. prenant ensuite au sérieux les exigences méthodologiques d’une théorisation contextuelle non idéale de nos idéaux, l’article se propose de tester les arguments promouvant ou critiquant l’intégration en les situant dans un contexte français. le concept d’intégration en français relève d’un champ sémantique et d’une histoire sociologique très différents de ceux du contexte nord-américain. iris young a raison d’affirmer : « en europe, le problème de l’intégration est aujourd’hui surtout discuté en termes de situation des membres des groupes qui ont migré vers les pays européens depuis l’asie, l’afrique, le moyen-orient ou les caraïbes » (2000, 219). mais, du moins dans la perspective d’une description et d’une évaluation du contexte français, elle a tort d’en inférer que « [l]es arguments que j’ai proposés à l’encontre de l’idéal d’intégration (…) s’appliquent tout aussi bien à la situation des minorités culturelles en europe, à mon avis, qu’au contexte états-unien » (2000, 220). les minorités immigrantes concernées par le problème de l’intégration en france ne sont pas d’abord des minorités culturelles, mais des minorités racisées, et le problème de l’intégration doit d’abord se poser au niveau local de la racialisation des politiques urbaines. l’article proposera pour conclure une défense qualifiée du concept d’intégration dans un contexte français et dans une perspective républicaine critique : il n’est pas conçu dans cette perspective comme un « impératif » mais plutôt comme un « effet essentiellement secondaire » de la déracialisation.mots-clés : intégration, inclusion, théorie non idéale, colonisation, ville raciale. doi: 10.21747/21836892/fil34a1
El objetivo de este breve artículo radica en presentar y argumentar un concepto de sociedad civil global junto con una ética de las instituciones que nos permitan pensar en una posible estructuración institucional de la sociedad civil dentro de una democracia de doble vía. este objetivo se enmarca en la tarea de pensar y definir un nuevo vocabulario capaz de enfrentarse a esta segunda modernidad que supone la globalización y, con ella, a la desaparición del estatismo metodológico, por utilizar palabras de u. beck. de ahí que necesitemos un concepto de sociedad civil radical. esto es, una perspectiva crítica sobre la sociedad civil en contextos de globalización.para ello daremos los siguientes pasos. en primer lugar, entraremos en algunas características básicas de este nuevo escenario, para explicar la relación entre ética y sociedad civil y explicar así el papel de los recursos morales. en segundo lugar, se mostrará la insuficiencia de todo concepto de sociedad civil que excluya a la economía y a sus instituciones, proponiendo reformular la definición habermasiana hacia un concepto más amplio de sociedad civil. en tercer, y último lugar, se propone utilizar el diseño institucional para hablar de una posible estructura institucional de la sociedad civil y avanzar en el papel de la ética en el diseño institucional. este breve recorrido nos permitirá introducir un nuevo concepto de sociedad civil capaz de recoger la fuerza de transformación social de los recursos que le son propios.palabras clave: democracia, globalización, sociedad civil, ética, diseño institucionalabstractglobal civil society: towards an ethics of institutionsthe objective of this brief article is to present and discuss a global civil society concept, along with an ethics of institutions, which enable us to think about a possible institutional structuring of civil society within a two-track democracy. the objective is framed within the task of thinking and defining new vocabulary capable of confronting this second modernity that globalization represents and, with it in u beck’s words, the disappearance of methodological statism. thus, our need for a radical civil society concept; i.e., civil society’s critical perspective in globalization contexts.so, we will take the following steps. firstly, we will come across some basic characteristics of this new global order, of this new scenario, to explain the relationship between ethics and civil society, and to specify the role of moral resources. secondly, the inadequacy of the whole civil society concept will be shown, which excludes the economy and its institutions, and proposes reformulating the habermasian definition that moves towards a broader civil society concept. third and finally, using the institutional design will be proposed to talk about civil society’s possible institutional structure, and to make progress in the role that ethics plays in institutional design. all this will allow us to introduce a new civil society concept, one capable of receiving social transformation force from its own resources.keywords: democracy, globalization, civil society, ethics, institional design doi: 10.21747/21836892/fil34a2