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Timestamp: 2018-06-25 08:29:36+00:00
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Matched Legal Cases: ['Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 6', 'Artigo 7', 'Artigo 8', 'Artigo 9', 'Artigo 10', 'Artigo 11', 'Artigo 12', 'Artigo 13', 'Artigo 14', 'Artigo 15', 'Artigo 16', 'artigo 3', 'Artigo 17', 'Artigo 18', 'Artigo 13', 'Artigo 19', 'Artigo 20', 'Artigo 21', 'Artigo 22', 'Artigo 23', 'Artigo 24', 'Artigo 25', 'Artigo 26', 'Artigo 27', 'Artigo 28', 'Artigo 29', 'artigo 25', 'artigo 24', 'Artigo 30']

Mikaela Prada Caldeira
1 PLANO DE CARREIRA DOCENTE
2 ÍNDICE CAPÍTULO I Do Regulamento 03 CAPÍTULO II Das Atribuições do Magistério no Ensino Superior 03 CAPÍTULO III Do Corpo Docente 04 CAPÍTULO IV Da Organização do Quadro de Carreira 04 CAPÍTULO V Do Regime de Trabalho e da Remuneração 06 CAPÍTULO VI Do Enquadramento e da Progressão 07 CAPÍTULO VII Do Comitê do Plano de Carreira 08 CAPÍTULO VIII Das Disposições Gerais e Transitórias 09 Apêndice A Tabela de Progressão de Carreira Docente 11 Apêndice B Sistema de Pontuação para Avaliação de Mérito 13 2
3 CAPÍTULO I DO REGULAMENTO Artigo 1º - Este regulamento tem por finalidade normatizar e institucionalizar a política a ser aplicada aos profissionais que atuam no magistério superior da ORGANIZAÇÃO EDUCACIONAL BARÃO DE MAUÁ, pessoa jurídica regularmente constituída, estabelecida na Rua Ramos de Azevedo, nº 423, Jardim Paulista, CEP.: no Município de Ribeirão Preto, Estado de São Paulo, regularmente inscrita no CNPJ/MF sob nº / , mantenedora do Centro Universitário Barão de Mauá, nos termos legais, estatutários e regimentais. Parágrafo único As relações de trabalho serão reguladas por dispositivos de ordem constitucional e legal, especialmente pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), pelas Convenções Coletivas, pelo Regimento e Estatuto do Centro Universitário Barão de Mauá e por este Plano de Carreira Docente. Artigo 2 - A finalidade deste Plano de Carreira Docente é normatizar as condições de enquadramento e progressão. Artigo 3 - Para os fins deste plano de carreira considera-se: a) categoria, a subdivisão do cargo em atribuições da mesma natureza; b) nível, a unidade básica da estrutura da categoria, responsável pelo estabelecimento da hierarquia funcional; c) faixa, subdivisão da categoria considerando o tempo de serviço na IES; d) progressão é a passagem de uma categoria ou nível para outro, na ordem crescente (progressão vertical/mérito), bem como a evolução de uma faixa para outra, na ordem crescente (progressão horizontal/tempo). CAPÍTULO II DAS ATRIBUIÇÕES DO MAGISTÉRIO NO ENSINO SUPERIOR Artigo 4 - São atribuições do Magistério no Ensino Superior: I - ministrar aulas no ensino de graduação e de pós-graduação; II - desenvolver atividades de práticas investigativas; III - realizar atividades de extensão; IV orientar estágio supervisionado. 3
4 CAPÍTULO III DO CORPO DOCENTE Artigo 5 - O corpo docente é constituído por profissionais do Centro Universitário Barão de Mauá que desempenham as atribuições descritas no artigo anterior. Artigo 6 - O quadro do corpo docente será fixado pelo Centro Universitário Barão de Mauá, mediante proposta dos Colegiados de curso, referendada pelo Conselho Acadêmico Superior, e integrará o quadro de pessoal da Organização Educacional Barão de Mauá. Artigo 7 - A idoneidade profissional, a capacidade didática, a integridade moral e a boa conduta pública e privada são condições fundamentais para o ingresso e permanência no magistério superior do Centro Universitário Barão de Mauá. Artigo 8 - O corpo docente é constituído por: I - Professores integrantes do Quadro de Carreira Docente; II - Professores Visitantes e/ou Pesquisadores. Parágrafo único - A contratação de Professor Visitante e/ou Pesquisador pela Entidade Mantenedora é determinada por necessidade conjuntural e transitória. CAPÍTULO IV DA ORGANIZAÇÃO DO QUADRO DE CARREIRA Artigo 9 - A carreira docente compreenderá as seguintes categorias de professores: I - II - III - Professor Assistente Professor Adjunto Professor Titular 1º. A categoria de Professor Assistente tem como características: I. Requisitos: I.1. Ser portador de diploma registrado de curso superior expedido por instituição credenciada e reconhecida, nos moldes da legislação na área de conhecimento pretendida; I.2. Ser portador, no mínimo, de certificado de conclusão de curso de especialização expedido por instituição credenciada e reconhecida pelo Ministério da Educação, obtido nos moldes da legislação vigente. 4
5 I.3. Possuir Produção Científica e intelectual pela publicação de textos, artigos, livros e/ou material congênere. II. Descrição ocupacional: II. 1. Ministrar aula em cursos de graduação; II. 2. Orientar atividades práticas e de estágio supervisionado; II. 3. Orientar trabalho de conclusão de curso; II. 4. Ministrar cursos de extensão; II. 5. Ministrar atividades de nivelamento. 2º. A categoria de Professor Adjunto tem como características: I. Requisitos: I.1. Ser portador, no mínimo, de diploma com grau de Mestre, obtido em instituição credenciada e reconhecida, nos moldes da legislação vigente; I.2. Possuir Produção Científica e intelectual pela publicação de textos, artigos, livros e/ou material congênere. II. Descrição ocupacional: II. 1. Ministrar aula em cursos de graduação e de pós-graduação; II. 2. Coordenar cursos de graduação; II. 3. Orientar e coordenar atividades práticas e de estágio supervisionado; II. 4. Orientar trabalho de conclusão de curso; II. 5. Ministrar e coordenar cursos de extensão; II. 6. Ministrar atividades de nivelamento; II. 7. Orientar alunos em projetos de iniciação científica. 3º. - A categoria de Professor Titular tem como características: I. Requisitos: I.1. Ser portador de diploma com grau de Doutor, obtido em instituição credenciada e reconhecida, nos moldes da legislação vigente; I.2. Possuir Produção Científica e intelectual pela publicação de textos, artigos, livros e/ou material congênere. II. Descrição ocupacional: II. 1. Ministrar aula em cursos de graduação e de pós-graduação; II. 2. Coordenar cursos de graduação e de pós-graduação; II. 3. Orientar e coordenar atividades práticas e de estágio supervisionado; II. 4. Orientar trabalho de conclusão de curso; II. 5. Ministrar e coordenar cursos de extensão; II. 6. Ministrar atividades de nivelamento; II. 7. Orientar alunos em projetos de iniciação científica; II. 8. Presidir Comitês de Ética em Pesquisa; II. 9. Coordenar Programas de Iniciação Científica; II. 10. Coordenar grupos de pesquisa. 5
6 Artigo 10 São designadas atividades especiais aquelas cuja atribuição depende de condições ocupacionais específicas. Parágrafo único - As atividades especiais são definidas pelo Colegiado de Curso, com aprovação da Reitoria, conforme a regulamentação profissional relativa ao curso. CAPÍTULO V DO REGIME DE TRABALHO E DA REMUNERAÇÃO Artigo 11 - Os regimes de trabalho para o desenvolvimento das atividades de Magistério Superior são: 1. regime de Trabalho Especial (TE) - para contratação de docente por hora/aula ou atividade; 1.1. regime de Tempo Parcial (TP) - docente contratado atuando com 12 ou mais horas semanais de trabalho na mesma instituição, reservado pelo menos 25% do tempo para estudos, planejamento, avaliação e orientação de estudantes; 1.2. regime de Tempo Integral (TI) - docente contratado com 40 horas semanais de trabalho na mesma instituição, reservado o tempo de pelo menos 20 horas semanais a estudos, pesquisa, trabalhos de extensão, gestão, planejamento, avaliação e orientação de estudantes. Artigo 12 - Os professores serão remunerados de acordo com o respectivo enquadramento no regime de trabalho e no plano de carreira. 1º. Entende-se por remuneração por hora/aula, as horas de trabalho exercidas junto aos alunos pelo docente em atividades previstas no conteúdo programático da disciplina, devidamente aprovado pelo coordenador do curso. 2º. Entende-se por remuneração por hora/atividade as horas de trabalho exercidas pelo docente em atividades previstas no projeto pedagógico entendidas por orientação de trabalhos de conclusão de curso ou monografias, de iniciação científica e de atividades práticas, atividades de extensão, planejamento e avaliação do ensino, nivelamento de alunos, orientações didáticas, bem como funções acadêmicas e administrativas designadas pela Reitoria. 3º. Entende-se por remuneração por hora/estágio as horas de trabalho exercidas pelo docente em atividades de estágio supervisionado previstas no projeto pedagógico. 6
7 CAPÍTULO VI DO ENQUADRAMENTO E DA PROGRESSÃO Artigo 13 O primeiro enquadramento dos docentes que constam do quadro da IES é feito de acordo com a titulação e a pontuação obtida na tabela de progressão de carreira. 1º. Para a pontuação do docente que consta do quadro do magistério da IES são considerados itens classificados em três grupos, a saber: a produção científica, tecnológica, artístico-cultural, de extensão e evolução profissional; dedicação à IES e ao magistério superior; e a avaliação de desempenho institucional (Apêndice B). 2º. Cada um dos grupos de pontuação estipulados na tabela para a progressão por mérito possui uma pontuação mínima que deverá ser atingida, dependendo da titulação do docente. Artigo 14 O cômputo dos pontos e respectiva avaliação serão realizados anualmente. Artigo 15 A progressão na carreira será bienal. Artigo 16 A primeira progressão após o enquadramento será por mérito e a partir dela, obedecendo ao intervalo de dois anos, a progressão se alternará por tempo e por mérito atendendo a Portaria número 2 de 25/05/2006 da Secretaria de Relações do Trabalho, no artigo 3º inciso II. Artigo 17 A análise de progressão será individual a depender da data e do tipo de sua análise. Artigo 18 A progressão por mérito seguirá o estabelecido no Artigo 13, 2º deste capítulo, considerando: quando há permanência de categoria a progressão se dará nível a nível; quando houver alteração de categoria, a progressão se dará para o primeiro nível da categoria alcançada. Artigo 19 A progressão por tempo respeitará a um conjunto de faixas de A até H, sendo o percentual atribuído a cada faixa de 0,5%. 1º. A faixa H, portanto é o limite a ser alcançado na progressão por tempo. Dessa forma, o professor que alcança-la não concorre mais a esse tipo de progressão, sendo submetido somente a avaliações para progressão por mérito. 2º. Nos casos em que o professor alcançar uma progressão por mérito já possuindo uma delimitação em alguma das faixas, esta deverá acompanhar a referida progressão no caso de alteração de categoria e nível. 7
8 Artigo 20 É de responsabilidade exclusiva do docente manter atualizado o seu cadastro curricular junto ao Departamento Didático Pedagógico, bem como a entrega dos comprovantes no referido Departamento. Artigo 21 Será aceita somente documentação referente à formação acadêmica/titulação de Instituições de Ensino Superior devidamente reconhecida pelo Ministério da Educação e, no caso de cursos no exterior deverão os mesmos estar convalidados, conforme prevê a legislação brasileira. Artigo 22 Caso o professor alcance a progressão, os reflexos salariais relativos serão percebidos a partir do mês subsequente. Artigo 23 A constatação de qualquer irregularidade no enquadramento, progressão ou na comprovação da documentação apresentada implica no cancelamento do enquadramento ou progressão aprovado, independente de outras sanções legais. Artigo 24 O docente terá direito a recorrer acerca de irregularidade no cômputo de seus pontos, por meio de recurso junto ao Comitê do plano de Carreira, no prazo de 30 (trinta) dias da divulgação dos resultados de progressão. Artigo 25 A progressão por mérito dar-se-á em função da ordem decrescente de pontos obtidos pelos docentes, mediante a previsão e dotação orçamentária previamente aprovada pela Mantenedora do CBM. Artigo 26 Em caso de vários docentes alcançarem o mesmo número de pontos, superando o limite da dotação orçamentária disponível para tal fim ou superando o número de vagas disponíveis para a progressão seguinte, o desempate se dará pelos critérios abaixo, na seguinte ordem: I produção científica, tecnológica, artístico-cultural, de extensão e evolução profissional; II - tempo de magistério na IES; III tempo de magistério em Instituição de Ensino Superior. Artigo 27º - O número de vagas disponíveis para a progressão de que trata o presente Plano de Carreira será publicado todo início do ano ou sempre que o Comitê entender necessário. CAPÍTULO VII DO COMITÊ DO PLANO DE CARREIRA Artigo 28 O Comitê do plano de Carreira constituído por indicação da Reitoria, com aprovação do Conselho Acadêmico Superior, será presidido por um membro da Pró- Reitoria e composto por um representante das seguintes categorias: Coordenação de Curso; Departamento Didático-Pedagógico; Departamento de Recursos Humanos; Departamento Administrativo/Financeiro e Corpo Docente. 8
9 Artigo 29 São atribuições do Comitê do plano de Carreira: criar e efetivar os instrumentos de avaliação docente; coletar dados para enquadramento e progressão docente e apresentar à reitoria a classificação dos candidatos à progressão conforme artigo 25; divulgar os resultados de enquadramento/progressão; analisar recursos dos docentes conforme artigo 24; revisar e atualizar o plano de carreira quando necessário. CAPÍTULO VIII DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS Artigo 30 - O presente Plano de Carreira é aplicável a todos os docentes do CBM, a partir do início de sua vigência. 1 Caso haja interesse da IES em promover algum docente que não atenda às condições mínimas para promoção, este poderá ser indicado por meio de uma lista tríplice formulada pela Reitoria, Diretoria Administrativa e Comitê do Plano de Carreira Docente. 2 As alterações do quadro de carreira posteriores à publicação do despacho no Diário Oficial da União deverão ser submetidas ao órgão regional do ministério do Trabalho e Emprego para análise e homologação. Este Plano de Carreira Docente entrará em vigor na data de sua aprovação pelo órgão competente. Ribeirão Preto, 27 de novembro de Profa. Dra. Dulce Maria Pamplona Guimarães Reitora Organização Educacional Barão de Mauá O presente instrumento foi aprovado em 05 de dezembro de 2013 em Ata da reunião do Conselho Acadêmico Superior, passando a ter validade a partir de janeiro de
10 APÊNDICE A TABELA DE PROGRESSÃO DE CARREIRA DOCENTE 10
11 TABELA DE PROGRESSÃO DE CARREIRA DOCENTE (*) O percentual das categorias de adjunto e titular no seu nível I é referente ao salário base.
12 APÊNDICE B SISTEMA DE PONTUAÇÃO 12
13 Sistema de pontuação - É um sistema de pontuação para a progressão por mérito. - Esse sistema contempla um mínimo de pontuação para progressão cujos valores estão expressos na Tabela de Progressão de Carreira (Apêndice A). - Serão compostos por critérios de progressão, sendo que os mesmos são subdivididos em diversos itens de análise. - Cada item do critério de Produção tem um máximo de pontuação a ser atribuída exceto Produção Científica (CAPES). - O docente para estar apto a concorrer à progressão deverá: * Ter a titulação mínima necessária. * Obter a pontuação mínima necessária nos critérios de progressão. Os critérios de progressão por mérito são: 1) PRODUÇÃO Corresponde aos comprovantes dos itens de produção, desenvolvimento científico e profissional com data de realização nos últimos 4 anos da avaliação vigente, que não foram considerados no enquadramento e progressão por mérito anterior. Fazem parte deste critério: a) Produção Científica (CAPES) Produção científica publicada em veículos (periódicos / anais de eventos) indexados e classificados pelo sistema Qualis da CAPES. Não há teto máximo de pontuação que o docente possa atingir nesse item. A pontuação será atribuída de acordo com o Quadro 1. Quadro 1: Pontuação referente à Produção Científica (Capes) PRODUÇÃO CIENTÍFICA (CAPES) Artigo publicado em periódicos e/ou em anais de eventos indexados em: Qualis A 1, A 2 e B 1 (CAPES) Artigo publicado em periódicos e/ou em anais de eventos indexados em: Qualis B 2 e B 3(CAPES) Artigo publicado em periódicos e/ou em anais de eventos indexados em: Qualis B 4 e B 5 (CAPES) Artigo publicado em periódicos e/ou em anais de eventos indexados em: Qualis C (CAPES) Pontos
14 b) Produção Científica (outras) Serão atribuídos o máximo de 150 pontos nesse item. Fazem parte deste item: Produção Científica sem padrão CAPES Produção científica publicada em veículos que não constam da indexação e classificação Qualis (CAPES), mas são citadas e pontuadas pelas fichas de avaliação do MEC. Produção técnica e artístico-cultural Produção acadêmica e profissional que se distingue da produção científica publicada citada acima. Inclui produtos, atividades e processos. Atividades de extensão Planejamento e realização de ação de caráter educativo, social, cultural, científico e tecnológico desenvolvidas interna ou externamente à Instituição, solicitadas como tais nas avaliações do MEC e no Cadastro do Ensino Superior. A pontuação será atribuída de acordo com os Quadros 2, 3 e 4. Quadro 2: Pontuação referente à Produção Científica sem Padrão Capes PRODUÇÃO CIENTIFICA SEM PADRÃO CAPES Pontos Livro Publicado na área 50 Livro Publicado em outra área 25 Capítulo de livro ou organização de coletânea na área 25 Capítulo de livro ou organização de coletânea em outras áreas 10 Artigo publicado em periódico científico na área 40 Artigo publicado em periódico científico em outra área 20 Trabalho (completo) publicado em anais na área 25 Trabalho (completo) publicado em anais em outra área 10 Trabalho (resumo) publicado em anais na área 10 Trabalho (resumo) publicado em anais em outra área 05 Traduções de livros, capítulos de livros ou artigos publicados 10 Texto em jornais como opinião de especialista mínimo de cinco 02 Quadro 3: Pontuação referente à Produção Técnica e Artístico-Cultural PRODUÇÃO TÉCNICA E ARTISTICO-CULTURAL Pontos Softwares 30 Trabalhos técnicos (assessorias; consultorias; pareceres; projetos; relatórios; treinamentos, cartas; mapas e similares) 20 14
15 Desenvolvimento de material didático ou instrucional 15 Orientação de TCC por trabalho concluído 05 Participação em bancas de doutorado 10 Participação em bancas de mestrado 05 Participação em bancas de contratação e de concursos 05 Produção de programas de rádio, TV e vídeos 10 Produção intelectual depositada 10 Produção intelectual registrada 10 Produção artístico-cultural compatível com a área do docente 20 Quadro 4: Pontuação referente à Planejamento e Realização de Atividades/Projetos de Extensão PLANEJAMENTO E REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES/PROJETOS DE Pontos EXTENSÃO Até 30 horas 05 Mais de 30 horas 10 Até 30 horas inter/transdisciplinar 15 Mais de 30 horas inter/transdisciplinar 20 c) Evolução Técnica, Profissional e Conhecimento Atividades de aprimoramento e capacitação. São atribuídos no máximo 100 pontos nesse item. A pontuação será atribuída de acordo com o Quadro 5. Quadro 5 Pontuação referente à Evolução Técnica e de Conhecimento EVOLUÇÃO TÉCNICA E DE CONHECIMENTO Pontos Participação em congressos e afins como expositor / palestrante / painel internacional 20 (pela Mauá + 50%) Participação em congressos e afins como expositor / palestrante / painel nacional 15 (pela Mauá + 50%) Participação em congressos e afins como ouvinte internacional 10 Participação em congressos e afins como ouvinte nacional 05 Curso de extensão mais de 30 horas 10 Curso de extensão até 30 horas 05 Curso de especialização (pós) na área (exclui curso de titulação) 30 Curso de capacitação didático / pedagógica mais de 30 horas 20 Curso de capacitação didático / pedagógica até 30 horas 10 15
16 d) Mérito acadêmico Poderá receber 300 pontos o docente que requerer ao Comitê do Plano de Carreira, mediante apresentação de memorial acadêmico, o titulo de Mérito Acadêmico. Para concessão ou não desse título, o Comitê tomará por base os seguintes critérios: tempo de magistério, publicações de referência e reconhecimento em sua área de atuação, entre outros. 2) DEDICAÇÃO Corresponde aos itens referentes à dedicação do docente à IES e ao magistério no ensino Superior. Fazem parte deste critério: a) Tempo na IES Será considerado o tempo de magistério na IES. A pontuação será atribuída de acordo com o Quadro 6. Quadro 6: Pontuação referente ao Tempo na Instituição TEMPO NA INSTITUIÇÃO Pontos De zero até 02 anos 0 Acima de 02 até 04 anos 20 Acima de 04 até 06 anos 40 Acima de 06 até 08 anos 60 Acima de 08 até 10 anos 80 Acima de 10 anos 100 b) Dedicação na IES Será considerado o tempo de dedicação na IES somando horas aulas e atividades do período. Consideram-se atividades do período: tempo dedicado à coordenação, trabalho administrativo, horas atividades entre outros. A pontuação será atribuída de acordo com o Quadro 7. Quadro 7: Pontuação referente ao Tempo de Dedicação TEMPO DE DEDICAÇÃO Pontos De zero até 04 horas 0 Acima de 04 até 08 horas 20 Acima de 08 até 12 horas 40 Acima de 12 até 16 horas 60 Acima de 16 até 20 horas 80 Acima de 20 horas
17 c) Tempo de magistério superior Será considerado o tempo total que o docente leciona no ensino superior, independente da instituição. A pontuação será atribuída de acordo com o Quadro 8. Quadro 8: Pontuação referente ao Tempo de Magistério Superior TEMPO DE MAGISTÉRIO SUPERIOR Pontos De zero até 03 anos 0 Acima de 03 até 06 anos 10 Acima de 06 até 09 anos 20 Acima de 09 até 12 anos 30 Acima de 12 até 15 anos 40 Acima de 15 anos 50 3) AVALIAÇÃO Corresponde às avaliações de desempenho institucional dos docentes que será realizada pelos coordenadores, discentes e departamentos competentes, utilizando os Instrumentos de Avaliação descritos no Apêndice C. 17
18 APÊNDICE C INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO 18
19 Instrumentos de Avaliação I. Introdução Tendo em vista a elaboração e divulgação do Plano de Carreira do corpo docente do Centro Universitário Barão de Mauá, o Comitê nomeado para dar andamento à implantação das regras estipuladas no documento, se reuniu para formatar o instrumento de avaliação dos docentes, a ser aplicado junto aos coordenadores, discentes e departamentos competentes. O resultado da avaliação de cada docente fornecerá os dados para o respectivo enquadramento e progressão de carreira. Aos coordenadores será aplicado formulário compreendendo questões que avaliem o desempenho didático pedagógico e postura profissional dos seus docentes. Aos discentes será aplicado um formulário com questões sobre o desempenho didático pedagógico e a postura profissional de cada docente em cada semestre. O resultado de uma avaliação permite reconhecer a aplicação das competências e planejar o trabalho que será desenvolvido. O objetivo é utilizar a avaliação como instrumento de alinhamento entre coordenador e corpo docente. Os coordenadores serão orientados sobre a avaliação, no sentido de informar seus professores quanto à forma como será desenvolvida, seus objetivos e quais os interesses a serem pactuados por ambas as partes. Aos departamentos competentes, serão solicitados relatórios a serem pontuados de acordo com o desempenho do docente nas suas atribuições técnicoadministrativas inerentes à sua função. A pontuação da Avaliação de Desempenho Final do docente poderá atingir o máximo de 440 pontos, distribuídos segundo a tabela: Critérios de Avaliação Pontos Média dos conceitos dos coordenadores dos cursos a que pertence 170 Média dos conceitos dos discentes 110 Média das avaliações das obrigações profissionais 160 Avaliação de Desempenho Final 440 II. Da aplicação do instrumento Os instrumentos de avaliação do docente em relação ao desempenho pedagógico serão aplicados aos coordenadores e discentes. 19
20 O instrumento de avaliação do docente em relação ao comportamento profissional será aplicado aos coordenadores. Os instrumentos de avaliação do docente em relação às obrigações profissionais serão gerados pelos departamentos competentes. As avaliações realizadas pelo coordenador serão anuais em relação a todos os professores que compõem o corpo docente de seu curso. As avaliações realizadas pelos discentes serão feitas ao término de cada disciplina em relação ao desempenho do professor. Nas disciplinas onde há mais de um docente, o aluno avaliará cada um dos professores na disciplina. III. Descrição dos itens de avaliação no formulário destinado aos coordenadores A seguir são apresentadas as questões que fazem parte da avaliação do coordenador com a descrição dos aspectos a serem considerados em cada questão. Desempenho Didático Pedagógico 1. Elaborou o plano de ensino. O docente deverá elaborar seu plano de ensino no formato estipulado pela IES contendo: ementa, objetivo, metodologia, critérios de avaliação, conteúdo programático, bibliografia básica e bibliografia complementar. 2. Disponibilizou o plano de ensino. O docente disponibilizou o plano de ensino de acordo com o prazo estabelecido. 3. Cumpriu o plano de ensino. O docente cumpriu o plano de ensino. Postura Profissional 1. O professor se pré-dispõe a participar/colaborar na execução de eventos do curso? O docente demonstra interesse e pré-disposição para auxiliar na organização e execução de eventos, como: jornadas, visitas técnicas, palestras, participa de cerimônias de colação de grau, entre outros. 2. O professor participa das reuniões e trabalhos dos órgãos colegiados relacionados ao curso a que pertence? O docente demonstra disponibilidade em participar de reuniões do colegiado do curso. 3. Manteve uma conduta ética em relação ao Curso e à IES? O docente demonstrou um comportamento ético na execução de suas atividades profissionais e de relacionamento, sejam elas em sala de aula, em áreas comuns de convivência, em eventos acadêmicos, entre outros. 20
21 4. Mostrou-se solícito em atender recomendações e solicitações da coordenação e da IES O docente demonstrou uma postura colaborativa em relação às solicitações da coordenação e IES. 5. Manteve o coordenador informado sobre suas atividades acadêmicas? O docente deverá manter relação de proximidade com o coordenador, mantendo-o informado sobre o andamento da disciplina e sobre eventuais problemas e mudanças. O conceito final será a média aritmética dos conceitos atribuídos a cada questão, e a pontuação final desse item de avaliação (Avaliação do Coordenador) seguirá a tabela abaixo: Média dos conceitos - Coordenador Pontuação 0 a 0,9-1 a 1,9 0 2 a 2, a 3, a 4, discentes IV. Descrição dos itens de avaliação no formulário destinado aos A seguir são apresentadas as questões que fazem parte da avaliação do discente com a descrição dos aspectos a serem considerados em cada questão. Desempenho Didático Pedagógico Como os discentes precisarão preencher um formulário de avaliação para cada docente do semestre, todo o semestre, esse formulário foi elaborado com questões simples, que não demandam muito tempo para serem respondidas, e são elas: 1. É pontual com relação ao início e término das aulas? 2. Tem facilidade para explicar o conteúdo? 3. Apresenta domínio do conteúdo? 4. Utiliza várias formas de avaliação? 5. Estabelece um bom relacionamento com os alunos? 21
22 O conceito final será a média aritmética dos conceitos atribuídos a cada questão, e a pontuação final desse item de avaliação (Avaliação do Discente) seguirá a tabela abaixo: Média dos conceitos - Discente Pontuação 0 a 0,9-1 a 1,9 0 2 a 2, a 3, a 4, V. Descrição dos itens de avaliação destinado aos departamentos competentes Obrigações Profissionais 1. Cumprimento dos prazos para entrega de notas: Cumpre os prazos estipulados no Calendário Escolar para entrega de notas e de faltas. Como em cada disciplina devem ser entregues 3 notas (primeira nota, segunda nota e exame de recuperação), a pontuação seguirá a seguinte tabela, considerando todas as disciplinas de todos os cursos do semestre. Porcentagem de Notas inseridas dentro do prazo (%) Pontuação 0 a a a Manutenção do diário de classe atualizado e preenchido corretamente: Preenche o diário de classe conforme instruções da Secretaria da IES informadas no Manual do Professor. A pontuação seguirá a seguinte tabela, considerando todas as disciplinas de todos os cursos do semestre. 22
23 Porcentagem de preenchimento do diário de classe dentro do prazo (%) Pontuação 0 a a a a a Assiduidade Deve manter assiduidade. A pontuação seguirá a seguinte tabela, considerando todas as disciplinas de todos os cursos do semestre. Observar que as faltas justificadas não serão consideradas. Porcentagem de Faltas (%) Pontuação 0 a a a a a A pontuação final desse item de avaliação (Obrigações Profissionais) será de acordo com a média aritmética das três pontuações obtidas, considerando a tabela de conversão a seguir: Média Pontuação equivalente De 0 a 19 0 De 20 a De 40 a De 60 a De 80 a
24 INSTRUÇÕES: PREZADO COORDENADOR, PARA FAZER SUA AVALIAÇÃO ATRIBUA CONCEITOS DE ACORDO COM: Professor Disciplina Turma 0 Não se aplica 1 Não atende a atividade avaliada. 2 Atende a atividade de forma parcial. Atende a atividade de acordo com o estabelecido, somente após 3 intervenção da coordenação. 4 Atende de acordo com o estabelecido. Cumpre as atividades de maneira diferenciada, gerando resultado 5 acima do estabelecido. Desempenho Didático Pedagógico Postura Profissional Elaborou o plano de ensino? Disponibilizou o plano de ensino no prazo estipulado pelo coordenador? Cumpriu o plano de ensino Se pré-dispõe a participar/colaborar na execução de eventos do curso? Participa das reuniões e trabalhos dos órgãos colegiados relacionados ao curso a que pertence? Manteve uma conduta ética em relação ao Curso e à IES? Mostrou-se solícito em atender recomendações e solicitações da coordenação e da IES? Manteve o coordenador informado sobre suas atividades acadêmicas? Pontuação 24
25 INSTRUÇÕES: PREZADO ALUNO, PARA FAZER SUA AVALIAÇÃO ATRIBUA CONCEITOS DE ACORDO COM: 0 Não se aplica 1 Não atende a atividade avaliada. 2 Atende a atividade de forma parcial. Atende a atividade de acordo com o estabelecido, somente 3 após intervenção da coordenação. 4 Atende de acordo com o estabelecido. Cumpre as atividades de maneira diferenciada, gerando 5 resultado acima do estabelecido. Professor Disciplina Turma Desempenho Didático Pedagógico É pontual com relação ao início e término das aulas? Tem facilidade para explicar o conteúdo? Apresenta domínio do conteúdo? Utiliza várias formas de avaliação? Estabelece um bom relacionamento com os alunos? Pontuação 25