Source: http://psicopedagogia-umolhardiferente.blogspot.com/2010/
Timestamp: 2017-06-26 20:55:26+00:00
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Matched Legal Cases: ['Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 7', 'Artigo 8', 'Artigo 9', 'Artigo 10', 'Artigo 11', 'Artigo 12', 'Artigo 13', 'Artigo 14', 'Artigo 15', 'Artigo 16', 'Artigo 17', 'Artigo 18', 'Artigo 19', 'Artigo 20', 'artigo 8']

Thaina Ribeiro - Psicopedagogia Um olhar diferente!: 2010
Sim, muito importante. Ela é fundamental para entender o que está acontecendo com o indivíduo que apresenta sintomas de distúrbio de aprendizagem. Além do que, é pela avaliação multidisciplinar que se tem condições de um encaminhamento adequado a cada caso, considerando as várias possibilidades, inclusive de manifestação da própria dislexia. E porque um diagnóstico multidisciplinar e de exclusão? Somente um diagnóstico multidisciplinar pode identificar com precisão o que está ocorrendo. Os distúrbios de leitura e escrita são os fatores de maior incidência em sala de aula, mas nem todos têm uma causa comum. Embora a dislexia seja o maior índice, outros fatores também podem causar os mesmos sintomas; distúrbios psicológicos, neurológicos, oftalmológicos, etc.
Com relação à dislexia ocorre o mesmo; são considerados os inúmeros fatores e as características de cada paciente, para se fazer um encaminhamento adequado a cada caso. Na ABD, um relatório é entregue ao paciente ou responsável (no caso de menores) e este relatório deve ser apresentado ao profissional que fará o acompanhamento, permitindo a este, adotando a linha que mais lhe convier, direcionar imediatamente suas intervenções, alcançando assim resultados mais eficazes em menor tempo.
Qualquer idade, sendo adulto ou jovem terá atendimento adequado a sua faixa etária. Muitas vezes, antes do primeiro ano de alfabetização, poderá acorrer um ‘’quadro de risco’’, ou seja, poderá não ser confirmada a dislexia, mas também não se descartam outros fatores. Podemos sugerir um acompanhamento adequado e fazer uma observação mais cuidadosa, até podermos diagnosticar com precisão após a alfabetização se há, de fato, a presença de um quadro de dislexia. ABD - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DISLEXIA
CÓDIGO DE ÉTICA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSICOPEDAGOGIA - ABPpReformulado pelo Conselho Nacional e Nato do biênio 95/96
CAPÍTULO IDOS PRINCÍPIOSArtigo 1º
A psicopedagogia é um campo de atuação em Saúde e Educação que lida com o processo de aprendizagem humana; seus padrões normais e patológicos, considerando a influência do meio _ família, escola e sociedade _ no seu desenvolvimento, utilizando procedimentos próprios da psicopedagogia.Parágrafo únicoA intervenção psicopedagógica é sempre da ordem do conhecimento relacionado com o processo de aprendizagemArtigo 2ºA Psicopedagogia é de natureza interdisciplinar. Utiliza recursos das várias áreas do conhecimento humano para a compreensão do ato de aprender, no sentido ontogenético e filogenético, valendo-se de métodos e técnicas próprios.Artigo 3ºO trabalho psicopedagógico é de natureza clínica e institucional, de caráter preventivo e/ou remediativo.Artigo 4Estarão em condições de exercício da Psicopedagogia os profissionais graduados em 3º grau, portadores de certificados de curso de Pós-Graduação de Psicopedagogia, ministradoem estabelecimento de ensino oficial e/ou reconhecido, ou mediante direitos adquiridos, sendo indispensável submeter-se à supervisão e aconselhável trabalho de formação pessoal.Artigo 5O trabalho psicopedagógico tem como objetivo: (i) promover a aprendizagem, garantindo o bem-estar das pessoas em atendimento profissional, devendo valer-se dos recursos disponíveis, incluindo a relação interprofissional; (ii) realizar pesquisas científicas no campo da Psicopedagogia.
São deveres fundamentais dos psicopedagogos:A) Manter-se atualizado quanto aos conhecimentos científicos e técnicos que tratem o fenômeno da aprendizagem humana;B) Zelar pelo bom relacionamento com especialistas de outras áreas, mantendo uma atitude crítica, de abertura e respeito em relação às diferentes visões do mundo;C) Assumir somente as responsabilidades para as quais esteja preparado dentro dos limites da competência psicopedagógica;D) Colaborar com o progresso da Psicopedagogia;E) Difundir seus conhecimentos e prestar serviços nas agremiações de classe sempre que possível;F) Responsabilizar-se pelas avaliações feitas fornecendo ao cliente uma definição clara do seu diagnóstico;G) Preservar a identidade, parecer e/ou diagnóstico do cliente nos relatos e discussões feitos a título de exemplos e estudos de casos;H) Responsabilizar-se por crítica feita a colegas na ausência destes;I) Manter atitude de colaboração e solariedade com colegas sem ser conivente ou acumpliciar-se, de qualquer forma, com o ato ilícito ou calúnia. O respeito e a dignidade na relação profissional são deveres fundamentais do psicopedagogo para a harmonia da classe e manutenção do conceito público.CAPÍTULO IIIDAS RELAÇÕES COM OUTRAS PROFISSÕESArtigo 7ºO psicopedagogo procurará manter e desenvolver boas relações com os componentes das diferentes categorias profissionais, observando, para este fim, o seguinte:A) Trabalhar nos estritos limites das atividades que lhes são reservadas;B) Reconhecer os casos pertencentes aos demais campos de especialização; encaminhando-os a profissionais habilitados e qualificados para o atendimento;
Artigo 8ºO psicopedagogo está obrigado a guardar segredo sobre fatos de que tenha conhecimento em decorrência do exercício de sua atividade.Parágrafo ÚnicoNão se entende como quebra de sigilio, informar sobre cliente a especialistas comprometidos com o atendimento.Artigo 9ºO psicopedagogo não revelará, como testemunha, fatos de que tenha conhecimento no exercício de seu trabalho, a menos que seja intimado a depor perante autoridade competente.Artigo 10ºOs resultados de avaliações só serão fornecidos a terceiros interessados, mediante concordância do próprio avaliado ou do seu representante legal.Artigo 11ºOs prontuários psicopedagógicos são documentos sigilosos e a eles não será franqueado o acesso a pessoas estranhas ao caso.
CAPÍTULO VDAS PUBLICAÇÕES CIENTIFICASArtigo 12ºNa publicação de trabalhos científicos, deverão ser observadas as seguintes normas:a) A discordância ou críticas deverão ser dirigidas à matéria e não ao autor;b) Em pesquisa ou trabalho em colaboração, deverá ser dada igual ênfase aos autores, sendo de boa norma dar prioridade na enumeração dos colaboradores àquele que mais contribuir para a realização do trabalho;c) Em nenhum caso, o psicopedagogo se prevalecerá da posição hierarquia para fazer publicar em seu nome exclusivo, trabalhos executados sob sua orientação;d) Em todo trabalho científico deve ser indicada a fonte bibliográfica utilizada, bem como esclarecidas as idéias descobertas e ilustrações extraídas de cada autor.
Artigo 13ºO psicopedagogo ao promover publicamente a divulgação de seus serviços, deverá faze-lo com exatidão e honestidade.Artigo 14º O psicopedagogo poderá atuar como consultor científico em organizações que visem o lucro com venda de produtos, desde que busque sempre a qualidade dos mesmos.
CAPÍTULO VIIDOS HONORÁRIOSArtigo 15ºOs honorários deverão ser fixados com cuidado, a fim de que representem justa retribuição ao serviços prestados e devem ser contratados previamente.
CAPÍTULO VIIIDAS RELAÇÕES COM SAÚDE E EDUCAÇÃOArtigo 16ºO psicopedagogo deve participar e refletir com as autoridades competentes sobre a organização, implantação e execução de projetos de Educação e Saúde Pública relativo às questões psicopedagógicas.
CAPÍTULO IXDA OBSERVÂNCIA E CUMPRIMENTO DO CÓDIGO DE ÉTICAArtigo 17ºCabe ao psicopedagogo, por direito, e não por obrigação, seguir este código.Artigo 18º Cabe ao Conselho Nacional da ABPp orientar e zelar pela fiel observância dos princípios éticos da classe.Artigo 19ºO presente código só poderá ser alterado por proposta do Conselho da ABPp e aprovado em Assembléia Geral.
Artigo 20ºO presente código de ética entrou em vigor após sua aprovação em Assembléia Geral, realizada no V Encontro e II Congresso de Psicopedagogia da ABPp em 12/07/1992, e sofreu a 1ª alteração proposta pelo Congresso Nacional e Nato no biênio 95/96, sendo aprovado em 19/07/1996, na Assembléia Geral do III Congresso Brasileiro de Psicopedagogia da ABPp, da qual resultou a presente solução.
O Psicopedagogo Clínico é um agente facilitador do desenvolvimento global da criança ou adolescente, que busca proporcionar o estímulo a um crescimento intelectual e emocional.O atendimento Psicopedagógico ajuda a criança e adolescente a estabelecerem uma relação positiva com a aprendizagem, conquistando maior autonomia na sua rotina diária e na escola.Utiliza recursos e materiais que permitem a criança ou adolescente ampliar o seu mundo de experiências exercitando a curiosidade, a atenção, o pensar, a criatividade e o prazer na produção.
Muitos anos atrás, em um sítio afastado da cidade, uma humilde lavradora costumava recolher retalhos de cores variadas e bem vistosas. Quando tinha retalhos suficientes, com a dedicação de quem gosta daquilo que faz, costurava-os um a um com um ponto pequeno, firme e adequado, unindo-os de tal forma que não havia risco de se separarem e de o trabalho se desfazer.Depois de vários dias e várias semanas costurando retalhos, com suas mãos hábeis e delicadas, ela estendia a peça sobre a cama de casal e sorria diante da obra de sua fé, confiança, auto-estima e dedicação.Era uma colcha multicolorida que alegrava os olhos de toda a família e que pesava o suficiente para manter-se na cama sem escorregar para o chão. Os retalhos, bem costurados, guardavam calor para o amor dos esposos. Era como um cobertor, que abrigava para oferecer descanso, aquecia para dar energia e fazia adormecer para sonhar.Perto desse sítio havia uma escola com uma única professora, que tinha a responsabilidade de ensinar todas as disciplinas. Ela não era especializada em nenhumas delas, mas preparava muito bem suas aulas para cumprir com eficiência o seu trabalho.As pessoas, ao se referirem a ela, diziam que tinham uma mística, uma vocação e um modo estranho de... dinamizar a aprendizagem. Em matemática ensinava a honestidade, dizendo que se deve aprender a fazer contas e usar os números para não se enganar e nem enganar a ninguém.Ensinava a multiplicar serviço, a somar cooperação, a subtrair má-vontade e a dividir lucros e virtudes e entre todos. Associava a matemática com as disciplinas sociais, relacionando as operações ao tempo e ao espaço.Fazia viagens geográficas pelo mundo e pela história, ressaltando a bondade dos protagonistas. Valorizava não só os inventores, os líderes e os generais, mas também os soldados, os indígenas, os comerciantes e os lavradores.Ensinava a amar a arte, os artistas, as obras e os artesãos; mostrava a beleza da natureza e a relacionava com a gratidão de Deus.Unia a vida do universo com a do ser humano e com a de todas as criaturas na área das ciências naturais.Por meio dos sinônimos, antônimos e conjugações, mostrava a importância da comunicação, quando expressa por palavras elegantes, otimistas, delicadas, respeitosas e tolerantes.Na área do desenho, deixava voar a imaginação com os símbolos que tivessem significado para a vida, a família, a pátria, a identidade e o sentido de pertencer à mãe terra.Acreditava na brincadeira e misturava-se aos alunos nos momentos lúdicos que enchiam aprendizagem de alegria e espontaneidade.Era uma professora que unia os valores a todas as disciplinas. Como a camponesa que tecia os retalhos, essa mestra costurava conhecimentos entre si com um ponto que dava consistência a todos.Como aquela mulher, ela tecia uma colcha que se transformava em formação integral. Era uma educação única, que entusiasmava os alunos com o dinamismo necessário para manter o interesse do grupo. Entre uma disciplina e outra, a costura conseguia fazer com que a educação servisse para a vida. Nenhuma disciplina era um retalho separado. Unidas, concentravam calor, alegria e otimismo.Era uma professora que transmitia amor por seu trabalho. Para ela, lecionar era um meio de formação holística. Compreendia que os valores não se ensinam, mas integram-se ao trabalho, são vividos e sentidos.A ética era uma costura com a qual ela tecia não só conhecimentos, mas também seu próprio trabalho, sendo consequente e dando o melhor de si.Mais do que a mente, ela atingia o coração dos jovens.Fonte: Ética: Arte de Viver – A alegria de ser uma pessoa com dignidade - Betuel Cano Postado por
“O conhecimento é a base da própria vida. A sabedoria abre caminhos novos para que possamos sentir e mesmo desfrutar da felicidade. Não poderá existir civilização sem que a inteligência ocupe algum lugar na pauta do conforto. Não pode existir progresso sem a intervenção da sabedoria. Entretanto ela se divide em duas forças altamente dignas,com duas dinâmicas opostas: o conhecimento exterior e o auto-conhecimento.A sapiência externa nos faz investir á procura de valores até certo ponto perecíveis, mas necessário ao nosso equilíbrio. Passamos por perigos inúmeros,sujeito ás investidas do orgulho, em sintonia com o egoísmo e sob o domínio da vaidade. Entrementes,se vencermos essas condições na altura em que elas se nos apresentam,sairemos livres,para nossos conhecimentos,que podemos crer,serão a maior verdade,que é o conhecimento de nós mesmos,é o estudo do universo interno,aprofundando-nos dentro dele como se fora o nosso próprio mundo.Este conhecimento se chama SABEDORIA AMOR.Há quem diga que o amor não é sabedoria.Está completamente enganado.Quem ama nas linhas ensinadas por Nosso Senhor Jesus Cristo é um verdadeiro sábio.Ao conhecermos as nossas deficiências,abrimos portas de luz nas esferas da consciência,de sorte a nos enriquecermos em todos os rumos,dos valores eternos, de talentos que Deus depositou em nossos corações, para a garantia de nós mesmos .As religiões de todo o mundo e a filosofia que medra em toda a terra têm a missão sagrada de indicar ás criaturas os arcanos da sabedoria interna,que é a verdadeira senda de iluminação. Aquele que já conhece a si mesmo dispensa certos acessórios que pesam muito sobre os ombros e que exigem tempo precioso na sua conservação. O sábio interno nasce de novo , é um novo homem que surge de dentro do homem velho.Todo movimento que se preocupa com as coisas externas das criaturas pode fazer muito em favor das almas em sofrimento,não resta dúvidas.Entretanto quando encontramos quem nos ajuda a trabalhar dentro de nós,a descobrir os nossos tesouros,esse é o caminho ensinado por Cristo,que nos liberta definitivamente.Quem conhece a si mesmo tem mais facilidade em conhecer as lições externas e as propriedades que lhe sustentam a vida.Deus está no centro de todos nós, esperando,como pai,os nossos apelos nascidos da vontade. Cristo pega em nossas mãos para nos mostrar os caminhos abertos pela caridade. O céu está mais próximo de nós do que pensamos: reside dentro de nós mesmos,executar as cirurgias indispensáveis em todas as áreas da nossa conduta,dominar os nossos impulsos inferiores e discipliná-los transformando-os em instrumento de trabalho e de paz,para que surja o amor no centro dos sentimentos e juntos a ele,a tranqüilidade imperturbável em todos os caminhos que devemos trilhar. "QUEM CONHECE A SI MESMO, JÁ NÃO TEM TEMPO D CRITICAR QUALQUER PESSOA.” Postado por
NAPE O núcleo de atendimento pedagógico especializado é um espaço facilitador da construção do saber.Garantir às interações físicas, funcionais, sociais e educacionais por meio do reconhecimento e atendimento as particularidades das crianças e adolescentes com necessidades educativas e especiais, proporcionando-lhes diferentes alternativas de atendimento, sem discriminação beneficiando a todos com o convívio e crescimento, na diversidade sem perder de vista a educação de qualidade através do trabalho pedagógico, o que implica na atualização e desenvolvimento de conceitos e metodologias educacionais compatíveis com o desafio da inclusão. LEGISLAÇÃOConstituição (1989): garante o direito á escola para todos. Prevê o pleno desenvolvimento dos cidadãos sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.Estatuto da Criança e do Adolescente (1990) garante o direito á igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola, sendo o Ensino Fundamental obrigatório. Assegura o atendimento educacional especializado preferencialmente na rede regular.Declaração de Salamanca (1994): O texto dez que os alunos que têm deficiências graves devem ser atendidos no mesmo ambiente de ensino que todos os demais.Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional LDB (1996): Afirma que o atendimento especializado pode ocorrer em classes especiais quando não for possível oferecê-lo na escola comum.Decreto N° 3956 Convenção de Guatemala (2001): Assegura que o acesso ao ensino fundamental é um direito e, priva pessoas em idade escolar dele, mantendo-as unicamente em escolas ou classes especiais fere a convenção e a constituição.Obs: De acordo com o artigo 8° da Lei Federal N° 7.853/89, os crimes cometidos contra as pessoas com necessidades especiais podem ser punidos com prisão de 1 a 4 anos e multa. Em caso de denúncia procurar o ministro público.
Atitudes que favorecem o sucesso dos seus filhos:
1. Fale sempre da escola, para criar em seu filho uma expectativa positiva em relação aos estudos.2. Abrace-o e deseje-lhe coisas boas quando ele estiver de saída para aula.3. Na volta, procure saber como foi o dia dele, o que aprendeu e com se relacionou com todos.4. Conheça o professor e converse com ele sobre a criança e o trabalho dela na escola.5. Em caso de notas baixas, não espere ser chamado: Vá à escola para saber o que está acontecendo.6. Mantenha uma relação de respeito, carinho e consideração com todos os professores.7. Resolva diretamente os problemas entre você, seu filho e o professor e só recorra a outros em último caso.8. Crie o hábito de observar os materiais escolares e ajude nas lições de casa.9. Quando seu filho estiver com problemas, compartilhe-os com a escola sem omitir fatos nem julgar atitudes.10. Comente com amigos e parentes os êxitos escolares dele, por menores que sejam para reforçar a auto-estima e autoconfiança de seu filho.
Défict de Atenção com ou sem Hiperatividade
Um número significativo de crianças sofre da Síndrome de Déficit de Atenção e Hiperatividade (SDAH).
Trata-se de uma desordem muito mais comum nos rapazes do que nas moças: 80% a 90% dos casos diagnosticados são de rapazes.
A situação torna-se preocupante quando estas crianças começam a freqüentar a escola, podendo o seu comportamento comprometer o desempenho escolar.
As crianças hiperativas manifestam alguns sintomas de falta de atenção que é possível identificar:
•	Apresentam dificuldade em manter a atenção ao executar tarefas ou atividades;
•	Evitam as tarefas que requerem esforço mental persistente;
•	Distraem-se facilmente com estímulos irrelevantes;
•	Não tomam atenção suficiente aos pormenores ou cometem erros por descuido nas tarefas escolares, no trabalho ou noutras atividades lúdicas;
•	Parecem não ouvir quando se lhes dirigem diretamente;
•	Perdem objetos necessários a tarefas ou atividades que terão de realizar.
Eis alguns sintomas de hiperatividade - impulsividade observáveis nas crianças:
•	Mexem permanentemente os pés;
•	Levanta-se na sala em situações em que se espera que estejam sentadas;
•	Correm e saltam excessivamente em situações inapropriadas;
•	Apresentam dificuldade em se envolver numa atividades de forma tranqüila;
•	Falam em excesso;
•	Respondem antes da pergunta ser completada;
•	Apresentam dificuldade em esperar pela sua vez.
O educador deve estabelecer regras precisas e conseqüências claras e não deve utilizar uma linguagem de confronto, de modo a evitar comportamentos inadequados. Deve também alternar atividades paradas com atividades mais ativas, ajustando o ritmo.
Para as crianças hiperativas, é importante que o estabelecer e realizar tarefas de forma rotineira.
Pais e Escola •	comparecer na Escola sempre que pedido ou por iniciativa própria;
•	participar activamente e cooperar em actividades extracurriculares;
•	incentivar a criança a usar a Biblioteca da escola, se existir.
Pais, Filhos e Escola •	incutir nas crianças/alunos a compreensão nítida da necessidade de respeito pelo trabalho, o horário, os professores e as exigências disciplinares da Escola;
•	incentivar a criança a participar nas actividades promovidas pela Escola.
Em Casa •	proporcionar um local adequado em casa para que a criança possa estudar e fazer os trabalhos de casa;
•	respeitar algum silêncio quando a criança estiver a fazer os trabalhos de casa, para que seja um momento de concentração que pemita uma melhor apreensão dos conteúdos das aulas.
•	estabelecer, em acordo com a criança, um horário para a realização dos trabalhos escolares.
Em Geral •	procurar criar o hábito de ser assídua e pontual às aulas;
•	atribuir pequenas responsabilidades, ajudando a criança a organizar-se nas actividades escolares para torná-la mais independente e segura de si;
•	mostrar interesse em tudo o que a criança realiza, incentivando-a nas pesquisas e esclarecendo dúvidas, sem, no entanto, fazer os trabalhos por ela;
•	favorecer o seu desenvolvimento de acordo com sua capacidade, não fazendo comparações com os colegas, mas estimulando-a a superar-se;
•	ser optimista perante a vida em geral, criando um ambiente positivo.
ANÁLISE DOS CONTEÚDOS VIVENCIAIS
TIPO DE ENTREVISTA OU QUESTIONÁRIO, PARA CONHECER MELHOR A CRIANÇA OU ADOLESCENTE1. Como você se sente frequentemente?(você se sente habitualmente Alegre?.... Triste?... Disposto?...Desanimado...)2. O que você acha de você mesmo?(você se acha bom, ruim, destemido, medroso, simpático, antipático...)3. O que você acha que os outros pensam de você?4. Você se sente melhor em casa, na rua ou na escola?5. Quais as pessoas que você mais gosta?6. Quais as pessoas que você não gosta?7. Quais as pessoas que você tem mais medo?8. Quais as pessoas que você tem raiva?9. Quais as pessoas que você tem pena?10. Quais as pessoas que você tem vergonha?11. Quais os seus três maiores desejos?12. De que é que você mais gosta?13. De que é que você não gosta?14. Que é que lhe dá mais medo?15. Que é que lhe dá mais raiva?16. Que é que lhe dá mais pena?17. Que é que lhe dá mais vergonha?18. Qual sua lembrança mais antiga?19. Das coisas boas que lhe aconteceram, qual foi a melhor?20. Das coisas ruins que lhe aconteceram, qual foi a pior?21. O que você quer ser quando crescer?22. O que você não deseja ser quando crescer?OUTRO TIPO DE ENTREVISTA OU QUETIONÁRIO:1. EU GOSTARIA TANTO...2. FICO TRISTE QUANDO...3. EU NÃO GOSTO DE...4. ÀS VEZES EU SOU....5. EU NÃO SOU...6. MINHA MÃE ÀS VEZES...7. EU GOSTARIA QUE PAPAI...8. EU GOSTARIA DE TER...9. EU GOSTARIA DE SER...10. EU SOU...11. EU ACHO ÀS VEZES QUE AS PESSOAS...12. EU NÃO SOU MAIS...13. GOSTARIA QUE MAMÃE...14. PAPAI ÀS VEZES....15. EU NÃO CONSIGO....16. OS PAIS ÀS VEZES...17. OS FILHOS ÀS VEZES...18. SER LIVRE É....19. SEMPRE PENSO...20. MINHA PRINCIPAL CARACTERÍSTICA É...
ALGUNS TRANSTORNOSQUE AFETAM A APRENDIZAGEM Dislexias:
A incapacidade de aprender a ler de um indivíduo que possui a capacidade intelectual necessária. Vários são os termos dados a este transtorno como: dislexia específica, dislexia de evolução, e no passado "cegueira verbal congênita”.
Segundo L. Bender (Teoria de atraso na maturação cerebral. "Retardo de maturação", explica Bender, "significa lenta diferenciação em relação a um padrão estabelecido, sem que se especifique ser o déficit local, estrutural, específico ou fixo. Não implica em limitação obrigatória quanto ao potencial; na verdade, com freqüência sobrevêm aceleramento de maturação”.
A intervenção psicopedagógica em indivíduos que tem problema de retenção vem no sentido de auxiliar para que este faça um maior número de relações entre o objeto de estudo ( o que quer ou precisa aprender) e suas estruturas mentais. Transtornos Emocionais
Sexualidade Hiperatividade:A imagem composta da primeira infância das crianças hiperativas é a crianças é a de crianças que tem dificuldades de alimentar-se, de dormir, estão muitas vezes em mau estado de saúde e não aprende a falar, ou só falam adequadamente após ou três anos de idade ou mais.
Será identificado o nível de linguagem, as causas do atraso, orientação da participação familiar. Autismo: Transtorno do desenvolvimento caracterizado, de maneira geral, por problemas nas áreas de comunicado e interação, bem como por padrões restritos, restritos, repetitivos e estereotipados de comportamento, interesses e atividades. Postado por