Source: https://dre.tretas.org/dre/61139/resolucao-do-conselho-de-ministros-71-94-de-22-de-agosto
Timestamp: 2020-05-25 06:46:53+00:00
Document Index: 76907084

Matched Legal Cases: ['artigo 7', 'artigo 4', 'artigo 42', 'artigo 11', 'artigo 7', 'artigo 50', 'artigo 7', 'artigo 9', 'artigo 8', 'artigo 32', 'artigo 31', 'artigo 34', 'artigo 18', 'artigo 43', 'artigo 45']

Resolução do Conselho de Ministros 71/94
Resolução do Conselho de Ministros 71/94, de 22 de Agosto
Resolução do Conselho de Ministros n.º 71/94
A Assembleia Municipal de Oliveira de Frades aprovou, em 25 de Fevereiro de 1994, o seu Plano Director Municipal.
O Plano Director Municipal de Oliveira de Frades foi objecto de parecer favorável da comissão técnica que, nos termos da legislação em vigor, acompanhou a elaboração daquele Plano.
Este parecer favorável está consubstanciado no relatório final daquele comissão, subscrito por todos os representantes dos serviços da administração central que a compõem.
Verifica-se ainda a conformidade formal do Plano Director Municipal de Oliveira de Frades com as demais disposições legais e regulamentares em vigor, com excepção da sujeição a prévio parecer favorável da Delegação Regional do Ambiente e Recursos Naturais consagrada no n.º 2 do artigo 7.º do Regulamento do Plano e das alíneas a) e b) do n.º 2 do mesmo artigo, por violarem o disposto no artigo 4.º do Decreto-Lei 93/90, de 19 de Março, com a redacção dada pelo Decreto-Lei 213/92, de 12 de Outubro.
Mais deve referir-se que o disposto na alínea b) do artigo 42.º deve ser interpretado de acordo com a legislação em vigor, designadamente com o artigo 11.º da Lei 1/87, de 6 de Janeiro.
Na aplicação prática do Plano há também a considerar as servidões e restrições de utilidade pública constantes da planta de condicionantes, a qual, embora não seja publicada, constitui elemento fundamental do Plano, a considerar no âmbito da respectiva gestão.
Considerando o disposto no Decreto-Lei 69/90, de 2 de Março, alterado pelo Decreto-Lei 211/92, de 8 de Outubro, e ainda nos Decretos-Leis 93/90, de 19 de Março e 213/92, de 12 de Outubro;
1 - Ratificar o Plano Director Municipal de Oliveira de Frades.
2 - Excluir de ratificação a sujeição a prévio parecer favorável da Delegação Regional do Ambiente e Recursos Naturais consagrada no n.º 2 do artigo 7.º do Regulamento do Plano e as alíneas a) e b) do n.º 2 do mesmo artigo.
Regulamento do Plano Director Municipal de Oliveira de Frades
1 - O presente Regulamento é parte integrante do Plano Director Municipal de Oliveira de Frandes, adiante designado por Plano, e tem por objectivo estabelecer as regras e orientações a que deverá obedecer a ocupação, uso e transformação do solo do território municipal.
2 - As disposições contidas no Plano aplicam-se à totalidade do território municipal, que se encontra delimitado nas peças desenhadas e descrito no relatório.
3 - Quando se verifiquem divergências entre os limites do concelho assinalados nas plantas do Plano e os que resultam das inscrições matriciais e descrições nas conservatórias do registo predial ou outros elementos físicos de demarcação consensualmente aceites pelas populações, aplicar-se-ão as disposições do presente Regulamento unicamente ao território municipal delimitado na planta de ordenamento até que os limites administrativos sejam alterados nos termos da lei.
a) Leito do curso de água - terreno coberto pelas águas quando não influenciadas por cheias extraordinárias, inundações ou tempestadas. O leito é limitado pela linha que corresponder à estrema dos terrenos que as águas cobrem em condições de cheias médias sem transbordar para o solo natural habitualmente enxuto;
b) Margem - faixa de terreno contígua ou sobranceira à linha que limita o leito das águas. A margem tem a largura de 30 m para as águas navegáveis e de 10 m para as águas não navegáveis.
d) Zona da estrada - abrange a faixa de rodagem, as bermas e, quando existam, as valetas, passeios, banquetas ou taludes, as pontes e viadutos incorporados na estrada e os terrenos adquiridos para alargamento da faixa de rodagem, assim como parques de estacionamento e miradouros;
e) Plataforma de estrada - abrange a faixa de rodagem e as bermas;
f) Terreno - a totalidade da propriedade fundiária legalmente constituída;
g) Loteamento - a operação de divisão em lotes de qualquer área de um ou vários terrenos destinados imediata ou subsequentemente à construção;
h) Lote - o terreno constituído através de alvará de loteamento ou parcela de terreno legalmente constituído confinante com a via pública e destinado a uma só edificação;
i) Prédio rústico - todo o terreno não incluído na definição de lote urbano;
j) Área útil de construção, também designada por Au - a soma das superfícies de todos os pisos, situados acima e abaixo do solo, excluindo todos os espaços comuns de circulação e ainda 15 m2, por cada unidade de utilização, desde que destinados a estacionamento;
l) Índice de utilização - o quociente da área útil de construção pela superfície do terreno ou da parte do terreno a que se aplica;
m) Alinhamentos - linha(s) e plano(s) que determina(m) a implantação das edificações;
n) Número de pisos de um edifício - número de pisos do alçado de maior altura do edifício, com excepção dos pisos de cota inferior, quando, cumulativamente:
Estes pisos, relativamente ao alçado oposto, estejam totalmente enterrados;
O alçado de maior altura se defronte totalmente com espaço privado até aos limites do lote;
o) Edifício - construção que integra, no mínimo, uma unidade de utilização ou fracção autónoma;
p) Obras de urbanização - obras que abrangem a preparação do terreno por meio de terraplenagens, a execução de arruamentos, das redes de abastecimento de água e de energia eléctrica, de saneamento, de iluminação pública e os arranjos exteriores dos espaços públicos integrados em loteamento urbano ou construção de edifício(s).
II - Servidões administrativas e outras restrições de utilidade pública ao uso dos solos
1 - As servidões administrativas e outras restrições de utilidade pública ao uso dos solos delimitadas na planta de condicionantes regem-se pelo disposto no presente título e demais legislação aplicável. Têm como objectivo:
2 - As servidões administrativas e outras restrições de utilidade pública ao uso dos solos identificadas nos domínios do património natural, cultural e infra-estruturas básicas são:
b) Leitos e margens do rio Vouga/rio Teixeira/ribeira de Covelinho/rio Águeda/rio Alfusqueiro/ribeira do Carregal/ribeira da Ponte/rio Alforca/ribeira da Arca/ribeira de Cedrim/ribeira de Gaia/rio Frio/ribeira da Pontinha/ribeira de Mesio/ribeira de São Vicente/ribeira de Avide;
c) Albufeiras das Cainhas - Alfusqueiro, de Ribeiradio - Vouga e de Pereiras - Carregal.
f) Reserva Natural do Carvalhedo da Gândara (proposta);
g) Perímetros florestais de São João da Serra, do Vouga, da Pedra de Broa, do Ladário, de Destriz e de Arca/Varzielas;
h) Monumentos nacionais, imóveis de interesse público e valores concelhios;
i) Edifícios públicos;
j) Emissário/colector;
l) Estação elevatória de águas residuais (EEAR);
m) Fossa séptica de uso colectivo;
n) Estação de tratamento de águas residuais (ETAR);
o) Adutora/adutora-distribuidora;
p) Captação de água;
q) Estação elevatória de águas (EEA);
r) Estação de tratamento de águas (ETA);
s) Reservatório;
t) Linhas eléctricas de tensão nominal igual ou superior a 40 kV;
u) Linhas eléctricas de tensão nominal inferior a 40 kV;
v) Instalações de transferência e tratamento de lixos;
x) Rede rodoviária nacional;
y) Rede rodoviária municipal principal;
z) Rede rodoviária municipal secundária;
z1) Aeródromo da Pedra da Broa;
z2) Rede ferroviária - linha do Vouga, ramal de Viseu;
z3) Marco geodésico.
II.1 - Património natural
1 - Nos leitos, margens e numa faixa de 10 m para cada lado da linha de margem e 30 m, quando envolvam águas navegáveis ou flutuáveis, é interdito:
2 - Poderão ser autorizadas na faixa de 10 m para cada lado da linha de margem e 30 m, quando envolvam águas navegáveis ou flutuáveis, mediante parecer favorável dos serviços com competência do Ministério do Ambiente e Recursos Naturais (MARN):
b) A instalação de equipamento de lazer;
Zonas adjacentes aos rios e ribeiras
1 - Nestes zonas é interdito:
a) Destruir o revestimento vegetal ou alterar o relevo natural, com excepção da prática de culturas tradicionalmente em explorações agrícolas e florestais;
c) Implantar edifícios ou realizar obras susceptíveis de constituir obstáculos à livre passagem das águas.
2 - Exceptua-se da interdição referida no número anterior, mas sujeita a parecer favorável da Direcção-Geral do Ordenamento do Território (DGOT) e serviços com competência do MARN:
a) A realização de obras que pela sua natureza visem defender o património já constituído anteriormente e que se entenda ser de preservar em absoluto;
b) A instalação de equipamentos ou estruturas necessárias à economia da exploração agrícola de solos da RAN ou a elas ligadas directamente, tais como servidões, caminhos ou estradas rurais, captações de água, estabelecimento de diques parciais ou sebes destinadas à correcção de leitos temporários ou encaminhamento de águas;
c) Zonas de extracção de excedentes de erosão (protecção de solos).
1 - Numa faixa de 50 m para cada lado da linha de pleno armazenamento (NPA) das albufeiras destinadas ao abastecimento de água às populações é interdito:
a) Instalar vazadouros, lixeiras, parques de sucata ou quaisquer outros depósitos de materiais;
c) Construir fossas ou sumidouros de águas negras;
d) Executar quaisquer construções que não sejam de infra-estruturas de apoio à utilização da albufeira;
e) Adubar, estrumar ou cultivar as terras.
2 - Nas zonas de protecção das albufeiras de águas públicas, numa faixa de 500 m, ficam proibidos:
b) A instalação de explorações de pecuárias intensivas, incluindo as avícolas;
d) O emprego de pesticidas, a não ser com autorização especial, que só deverá ser concedida pela Câmara Municipal, a título excepcional, em casos justificados e condicionados quanto às zonas a tratar e quanto à natureza, características e doses dos produtos a usar;
e) O emprego dos adubos químicos azotados ou fosfatados, nos casos que impliquem risco de contaminação de água destinada ao abastecimento de populações ou de eutrofização da albufeira;
g) A descarga, ou infiltração no terreno, de esgotos de qualquer natureza não devidamente tratados e, mesmo tratados, quando seja viável o seu lançamento a jusante da albufeira ou quando excedam determinados valores, a fixar pelos serviços competentes, além de outros parâmetros, dos teores de fósforo, azoto, carbono, mercúrio e outros metais pesados (como o chumbo e o cádmio) e pesticidas.
1 - Nas zonas delimitadas como REN na planta de condicionantes são proibidas as acções que se traduzam em:
a) Obras de urbanização;
b) Vias de comunicação e acessos;
c) Construções de edifícios;
e) Destruição do coberto vegetal e vida animal.
2 - Exceptuam-se do disposto no número anterior, mas sujeito a prévio parecer favorável da Delegação Regional do Ambiente e Recursos Naturais do Centro (DRARNC):
a) A realização de acções que, pela sua natureza e dimensão, não sejam susceptíveis de prejudicar o equilíbrio biofísico daquelas áreas;
b) A realização de acções de reconhecido interesse público nacional, regional ou local, desde que seja demonstado não haver alternativa económica aceitável para a sua realização;
c) A ampliação de edificações existentes numa percentagem de 25% da sua área bruta.
a) Às áreas classificadas ao abrigo do Decreto-Lei 613/76, de 27 de Julho, e respectiva legislação complementar;
1 - Os solos da RAN devem ser exclusivamente afectos à agricultura, sendo proibidas todas as acções que diminuam ou destruam as suas potencialidades agrícolas, designadamente as seguintes:
a) A construção de obras hidráulicas, de vias de comunicação e acessos, de edifícios, a execução de aterros e escavações, a implantação de muros, postes e vedações com carácter permanente susceptíveis de intervir negativamente na exploração agrícola dos terrenos da RAN consideradas em conjunto ou dificultar acções de emparcelamento;
d) As acções que provoquem erosão e degradação do solo, desprendimento de terras, inundações, excesso de salinidade e outros efeitos negativos;
f) Modificações perniciosas nos perfis pedológicos.
2 - Exceptuam-se da interdição referida no número anterior, mas estão sujeitas a prévio parecer favorável da Comissão Regional da Reserva Agrícola da Beira Litoral, as utilizações não agrícolas de solos integrados na RAN, quando se trate de:
c) Vias de comunicação, seus acessos e outros empreendimentos ou construções de interesse público, desde que não haja alternativa técnica e economicamente aceitável para o seu traçado ou localização;
i) Campos de golfe declarados de interesse para o turismo pela Direcção-Geral do Turismo, desde que não impliquem alterações irreversíveis da topografia do solo e não se inviabilize a sua eventual reutilização agrícola;
j) Ampliação de edificações existentes numa percentagem de 25% da sua área bruta.
Reserva Natural do Carvalhedo da Gândara (proposta)
1 - Na Reserva Natural do Carvalhedo da Gândara, cuja classificação como reserva botânica se propõe, não é permitido lançar águas residuais, industriais ou de uso doméstico sem prévio e eficaz tratamento.
2 - A proibição constante do número anterior é extensiva à área fora da Reserva em relação aos cursos de água que nela passem ou desaguem.
3 - Na área da Reserva é ainda interdito, para além da legislação aplicável:
a) Edificar ou construir quaisquer edificações, à excepção de equipamentos devidamente integrados e de iniciativa da autarquia;
b) Alterar a morfologia do solo e fazer aterros ou depósitos.
4 - A gestão desta Reserva é da competência do Serviço Nacional de Parques, Reservas e Conservação da Natureza (SNPRCN).
1 - Nos perímetros florestais não é permitido lançar águas residuais, industriais ou de uso doméstico sem próprio e eficaz tratamento.
2 - A proibição constante do número anterior é extensiva à área fora do perímetro em relação aos cursos de água que nela passem ou desaguem.
3 - Na área dos perímetros florestais delimitados na planta de condicionantes, a Câmara Municipal poderá exigir a adaptação do projecto de arquitectura, nomeadamente quanto à volumetria, tipo e cor dos revestimentos exteriores ou implantação no terreno, por razões que se prendem com a melhor integração paisagística da construção.
II.2 - Património cultural
1 - O licenciamento de quaisquer obras de alteração ou conservação em imóveis classificados, ou em fase de instrução do processo de classificação, deverá ser precedido da aprovação do respectivo projecto pelo Instituto Português do Património Arquitectónico e Arqueológico.
2 - Nas zonas de protecção não é permitido executar quaisquer obras de demolição, construção ou reconstrução, em edifícios ou terrenos, sem o parecer favorável do Instituto Português do Património Arquitectónico e Arqueológico.
Igual autorização é necessária para a criação ou transformação de zonas verdes ou para qualquer movimento de terras.
3 - Os pedidos de licenças de obras em edifícios classificados ou em fase de instrução do processo de classificação e respectiva área de protecção têm de ser elaborados e subscritos por arquitectos, nos termos do Decreto-Lei 205/88, de 16 de Junho.
4 - Imóveis classificados e suas zonas de protecção (ZP) - são imóveis classificados os que a seguir se indicam, constituídos ou propostos como tal à data da elaboração do Plano e os que na sua vigência, nos termos da legislação em vigor, venham a ser classificados:
Anta da Arca [localização: freguesia de Arca (Decreto de 16 de Junho de 1910)].
Anta pintada de Antelas [localização: freguesia de Pinheiro de Lafões (Decreto 29/90, de 17 de Julho)].
Pelourinho do Oliveira de Frades [localização: Rua de Luís de Camões, Oliveira de Frades (Decreto 23/122, de 11 de Outubro de 1933)];
5 - Edificações em fase de instrução de processo:
5.1 - Proposta de classificação como imóvel de interesse público:
Pedra das Ferraduras Pintadas - Benfeitas, Destriz.
Pedra dos Cantinhos - Benfeitas, Destriz.
Ponte Luís Bandeira (rodoviária) - Sejães.
Ponte de Cunhedo (rodoviária) - Cunhedo.
Ponte de Pinheiro de Lafões (caminho de ferro) - Pinheiro de Lafões.
Ponte de Melos (caminho de ferro) - Pinheiro de Lafões;
5.2 - Proposta de classificação como valor concelhio:
Casa de Fornelo - Fornelo, Arcozelo das Maias.
Casa de Quintela - Quintela, Arcozelo das Maias.
Casas Benfeitas (conjunto) - Benfeitas, Destriz.
1 - Nas zonas de protecção que venham a ser fixadas para edifícios públicos, o licenciamento de quaisquer obras de construção ou reconstrução de edifícios particulares ficará sujeito a prévia aprovação do Ministro do Planeamento e da Administração do Território.
2 - Nas zonas de protecção de edifícios públicos, os projectos de novas edificações deverão ser elaborados e subscritos por arquitectos, nos termos do Decreto-Lei 205/88, de 16 de Junho.
II.3 - Infra-estruturas básicas
1 - É interdita a execução de edificações numa faixa de 5 m de largura, medida para cada um dos lados dos emissários/colectores de esgotos.
2 - É interdita, fora dos aglomerados, a plantação de árvores, numa faixa de 10 m medida para cada um dos lados dos emissários/colectores de esgotos. Nos aglomerados, a faixa de respeito deverá ser analisada caso a caso, mediante o respectivo projecto, não devendo, contudo, ser inferior a 1,5 m.
É interdita a execução de construções ou captações de água num raio de 50 m de qualquer fossa séptica de uso colectivo.
É interdita a execução de edificações num raio de 200 m para a ETAR de Oliveira de Frades, de 150 m para a ETAR da Zona Industrial de Vilarinho - Travassós, e de 50 m para as restantes ETAR.
1 - É interdita a execução de edificações numa faixa de 5 m de largura, medida para cada um dos lados das adutoras e adutoras-ditribuidoras.
2 - É interdita, fora dos aglomerados, a plantação de árvores numa faixa de 10 m, medida para cada um dos lados das adutoras e adutoras-distribuidoras. Nos aglomerados, a faixa de respeito deverá ser analisada caso a caso, mediante o respectivo projecto, não devendo contudo ser inferior a 1,5 m.
Numa faixa de protecção de 50 m, definida a partir dos limites exteriores da vedação, são interditos:
b) A construção de colectores, fossas ou sumidouros de águas negras;
c) O despejo de lixo ou descarga de entulho;
d) Adubar, estrumar ou cultivar terra;
e) Plantar espécies de crescimento rápido, nomeadamente eucalipto.
1 - É interdita a execução de edificações numa faixa de 15 m de largura, definida a partir dos limites exteriores da vedação.
Linhas eléctricas de tensão nominal igual ou superior a 40 kV
As condicionantes a que devem obedecer as linhas eléctricas de tensão nominal igual ou superior a 40 kV são as constantes do regulamento de segurança da linha eléctrica de alta tensão, aprovado pelo Decreto Regulamentar 1/92, de 18 de Fevereiro.
Linhas eléctricas de tensão nominal inferior a 40 kV
As condicionantes a que devem obdecer as linhas eléctricas de tensão nominal inferior a 40 kV são as constantes do regulamento de segurança da linha eléctrica de alta tensão, aprovado pelo Decreto Regulamentar 1/92, de 18 de Fevereiro.
Remoção e destino final dos resíduos industriais
1 - As indústrias produtoras de resíduos, qualquer que seja a sua natureza, devem promover e acordar com a Câmara Municipal a sua recolha, armazenagem, transporte e eliminação ou utilização, de tal forma que não ponham em perigo a saúde humana nem causem prejuízo ao ambiente.
2 - As indústrias cujo processo produtivo seja susceptível de originar resíduos ficam obrigadas a declarar à Câmara Municipal quais os meios adequados para a respectiva eliminação, se for o caso, podendo ainda vir a ser chamadas a participar técnica ou financeiramente no seu destino final.
3 - Os resíduos originados na actividade industrial, tóxicos ou perigosos, são eliminados quer pelo próprio industrial, mediante aprovação da entidade licenciadora, quer por estabelecimentos industriais expressamente licenciados para o efeito.
Instalações de transferência e tratamento de lixos
É interdita a execução de edificações a menos de 200 m dos limites das instalações de transferência e tramento de lixos.
1 - Nas estradas nacionais, constituem faixas de respeito, zonas non aedificandi e servidões todos os corredores e acessos definidos pelos Decretos-Leis n.os:
13/71, de 23 de Janeiro;
64/83, de 3 de Fevereiro;
380/85, de 26 de Setembro;
13/94, de 15 de Janeiro.
2 - Estradas incluídas na rede rodoviária nacional:
2.1 - De acordo com o Plano Rodoviário Nacional (PRN) - EN 227.
2.2 - Propostas:
a) EN 16, entre Oliveira de Frades e São Pedro do Sul;
b) EN 333-3, desde Oliveira de Frades até ao limite do concelho;
c) EM 619, desde a EN 333-3, em Vilarinho, até ao limite do concelho.
1 - É interdita a edificação:
a) Numa faixa de terreno com a largura de 50 m para cada lado do eixo da estrada, até à elaboração do projecto;
b) Numa faixa de terreno com a largura de 20 m para cada lado do eixo, e nunca menos de 10 m, da plataforma da estrada, em fase de execução e nas estradas já concluídas;
c) Depósitos de sucata (de veículos) - 200 m do limite da zona da estrada.
2 - Poderão ser admitidas excepções ao disposto no número anterior nos casos seguintes:
a) Edificações a efectuar dentro dos aglomerados;
b) Vedações de terrenos confinantes com as vias por meio de sebes vivas, muros ou grades, à distância mínima de 5 m da plataforma da estrada e nunca menos de 1 m da zona da estrada. Apenas as vedações vazadas podem ultrapassar 1,20 m acima do nível da berma; outros casos necessitam de apreciação prévia;
c) Edificações simples, especialmente de interesse agrícola, à distância de 5 m da plataforma da estrada;
d) Edificações junto de estradas com condições especiais de traçado em encostas de grande declive;
e) Obras de ampliação ou de alteração em edifícios e vedações existentes situados no todo ou em parte nas referidas faixas. Essas obras poderão ser autorizadas quando não esteja prevista a necessidade de alargar a estrada e quando não houver inconveniente para a visibilidade;
f) Edifícios junto a estradas com processo de desclassificação provenientes da rede rodoviária nacional.
3 - Ficam ainda condicionados a afastamentos mínimos:
a) Instalações industriais e outras instalações que possam perturbar o funcionamento das vias - 50 m da zona da estrada;
b) Feiras ou mercados - 30 m da zona da estrada;
c) Garagens, armazéns, restaurantes, hotéis e congéneres e ainda igrejas, recintos de espectáculos, matadouros e quartéis de bombeiros nas zonas de visibilidade e a uma distância de 50 m do limite da plataforma da estrada, enquanto estiver sob jurisdição da Junta Autónoma de Estradas e de 30 m se e quando estiver na imediação da CM.
4 - Estradas incluídas na rede rodoviária municipal principal:
EM 571, da EN 16 (Belmonte) a Cadavais;
EM 574, da EN 230 ao limite do concelho, por Arca;
EM 614, da EN 333-3, por Sejães, à EN 16, em Pinheiro de Lafões;
EM 616, da EN 16 à EN 16 - Pinheiro de Lafões;
EM 617, da EN 16, pelo Sobreiro, à Feira;
EM 617, da Feira a Destriz;
EM 617.1, da EM 617 (Sobreiro) à EN 16 (Santa Cruz);
EM 618, da EN 333-3, Oliveira de Frades à Corredoura;
EM 619, da EN 333-3 (Vilarinho) ao limite do concelho, por Cajadães;
EM 625, da EN 230 a Varzielas;
EM 639, da EN 16 (Castelo) a Souto de Lafões;
EM 655, da EN 333-3 (Vilarinho) à EM 617 (SPAC);
EN 16;
EN 230;
EN 333-2;
EN 333-3;
CM 1266;
CM 1269;
CM 1270;
CM 1272;
CM 1286;
Estrada de Oliveira de Frades - Ponte do Cunhedo;
Acesso à Zona Industrial;
Estrada que liga a EM 655 ao açude no rio Alfusqueiro.
Rede rodoviária municipal secundária
a) Numa faixa de terreno com a largura de 25 m para cada lado do eixo da estrada, até à elaboração do projecto;
b) Numa faixa de terreno com a largura de 10 m para cada lado do eixo, e nunca a menos de 5 m da plataforma da estrada, na fase de execução e nas estradas já concluídas.
2 - Poderão ser admitidas excepções ao disposto no número anterior, nos casos seguintes:
b) Vedações de terrenos confinantes com as vias por meio de sebes vivas, muros ou grades, à distância mínima de 4 m da plataforma da estrada e nunca a menos de 1 m da zona da estrada. Apenas as vedações vazadas podem ultrapassar 1,20 m acima do nível da berma - outros casos ficam sujeitos a apreciação prévia;
c) Edificações junto de estradas com condições especiais de traçado em encostas de grande declive.
3 - Ficam ainda condicionados a afastamentos mínimos.
a) Instalações industriais e outras instalações que possam perturbar o funcionamento das vias - 30 m da zona da estrada;
b) Feiras ou mercados - 20 m da zona da estrada;
c) As garagens, armazéns, restaurantes, hotéis e congéneres, e ainda igrejas, recintos de espectáculos, matadouros e quartéis de bombeiros nas zonas de visiabilidade e a uma distância de 20 m do limite da plataforma da estrada.
4 - Estradas incluídas na rede rodoviária municipal secundária:
CM 1265 (Cercal-São João da Serra);
CM 1265.1 (Covelinho-São João da Serra);
CM 1267, da EN 16 a Enviande (Ribeiradio);
CM 1268, da EN 16 à Senhora Dolorosa (Ribeiradio);
CM 1269.1, de Souto Maior a Parada (Ribeiradio);
CM 1271 (Arcozelo das Maias-Soutinho);
CM 1273, da EN 16 à Póvoa;
CM 1274, da EM 617 a Nespereira;
CM 1275, da EM 617 a Lameiro Mole (Pinheiro de Lafões);
CM 1276, da EN 16 a Ferreiros;
CM 1277, da EM 618 a Ferreiros;
CM 1277.1 (ramal para a Sernada e Sernadinha);
CM 1278, da EN 333 a São Vicente de Lafões;
CM 1279, da EM 618 a São Vicente de Lafões;
CM 1282 (Sobreiro-Seixa);
CM 1283 (Reigoso-Entre Águas);
CM 1284 (Feira-Benfeitas);
CM 1285 (Arca-Areal);
CM 1285.1 (Arca-Covelo);
CM 1289 (Pereiras-Ponte Fora).
Aeródromo da Pedra da Broa
a) É condicionada toda a construção incluída no perímetro demarcado na planta actualizada de condicionantes - protecção de infra-estruturas.
b) É vedada a construção na faixa demarcada na planta actualizada de condicionantes destinada à ampliação - 2.ª fase.
III - Estrutura e zonamento
Para efeito do disposto nos artigos seguintes, considera-se o território municipal dividido em três áreas:
a) Área integrada no perímetro do plano de urbanização da vila de Oliveira de Frades;
b) Área integrada no perímetro do plano de pormenor da Zona Industrial de Oliveira de Frades (Vilarinho-Travassós);
c) Área exterior ao perímetro do plano de urbanização da vila de Oliveira de Frades e ao perímetro do plano de pormenor da Zona Industrial de Oliveira de Frades (Vilarinho-Travassós), adiante designada por área exterior.
Área integrada no perímetro do plano de urbanização da vila de Oliveira de Frades
1 - Identificada na planta de ordenamento de acordo com os limites propostos pela Câmara Municipal de Oliveira de Frades, está sujeita a PU (plano de urbanização) e engloba áreas urbanas e áreas urbanizáveis.
2 - Área urbana de Oliveira de Frades - PU-U:
Índice de utilização (máximo) - 1;
Número de habitantes/hectare (máximo) - 240;
Número de fogos/hectare (máximo) - 70;
Cércea (máxima) - 4 pisos.
3 - Área urbanizável de Oliveira de Frades:
Zonas de reserva para urbanização de Oliveira de Frades - PU-R;
Zonas de reserva para urbanização são aquelas onde se reconhece vocação para ocupação com fins urbanos, mas em que o previsível crescimento demográfico, a ausência de infra-estruturas urbanísticas ou as deficientes condições de acessibilidade não justificam a sua urbanização imediata;
A Câmara Municipal de Oliveira de Frades determinará a utilização destas zonas, quando considerar ultrapassadas as circunstâncias que justificaram a aplicação do presente regime, através da elaboração de planos de urbanização ou planos de pormenor.
Área integrada no perímetro do plano de pormenor da zona industrial de Oliveira de Frades (Vilarinho-Travassós)
1 - Identificada na planta de ordenamento pelos seus limites, está sujeita a PP (plano de pormenor) ratificado no Diário da República, 1.ª série-B, n.º 194, de 19 de Agosto de 1993.
A área exterior, delimitada na planta de ordenamento à escala de 1:25000, encontra-se, para efeitos de aplicação deste Regulamento, dividida nas seguintes zonas:
1) Áreas urbanas:
a) Aglomerados;
c) Zonas de equipamento;
d) Zonas de interesse turístico;
2) Áreas urbanizáveis - zonas de reserva para urbanização;
3) Zonas agrícolas;
4) Zonas florestais;
5) Zonas de conservação da natureza.
1 - Os aglomerados são as zonas demarcadas na planta de ordenamento onde se prevê a existência das infra-estruturas urbanas (água, esgotos, electricidade, recolha de lixos e espaços livres tratados).
2 - São zonas destinadas predominantemente à habitação e equipamento complementar, tais como instalações culturais, recreativas e comerciais.
É permitida a instalação de unidades hoteleiras ou similares, bem como estabelecimentos e indústrias compatíveis com a habitação (classes C e D), desde que integradas nas condições de edificabilidade e respeitem a legislação em vigor, nomeadamente a legislação sobre ruído, e desde que dessa actividade não resultem prejuízos para terceiros.
3 - Para os aglomerados são estabelecidos os seguintes condicionamentos:
Loteamentos em que todos os lotes confinam com arruamentos existentes ou lotes não decorrentes de alvará de loteamento = 0,80 aplicado à faixa de 25 m de profundidade confinante com a via pública;
Outros loteamentos = 0,40;
Permitida a construção de anexos até 10% da área da faixa de 25 m;
b) Número de pisos máximo - o dominante no local e não superior a 3;
c) Número máximo de unidades de utilização por lote - 2;
d) Quando se tratar de lotes ou prédios edificados, os direitos de reconstrução não poderão ser inferiores aos que já existem, majorados até à cércea e alinhamento dos edifícios contíguos, e quando se tratar de um único lote não proveniente de alvará de loteamento e não edificado, localizado em zona urbana consolidada, a edificabilidade pode ser majorada até à cércea e alinhamento dos edifícios contíguos.
4 - Para cada aglomerado deverão ser elaborados planos de pormenor ou outros estudos de conjunto considerando estrutura viária, alinhamentos e definição de volumes, de acordo com o disposto no artigo 50.º
5 - Na ausência de estudos de conjunto, e quando estes não se mostrarem indispensáveis, as edificações deverão respeitar as características urbanísticas da zona, implantar-se de frente para a rua, dispor de acesso público e integrar-se dentro do volume delimitado pelo alinhamento, profundidade, cércea dominante e afastamento aos limites laterais, conforme Regulamento Geral de Edificações Urbanas e construções nas propriedades contíguas.
6 - A Câmara Municipal poderá exigir a adaptação do projecto de arquitectura a parâmetros de volumetria, tipo e cor dos revestimentos exteriores ou implantação no terreno que garantam a melhor integração paisagística da construção.
7 - Nestas zonas são interditas:
a) A instalação de indústrias do tipo A e B e as do tipo C que a Câmara Municipal considere que tenham efeitos nocivos para a habitação ou sejam susceptíveis de pôr em perigo a saúde e segurança públicas;
b) A instalação da parques de sucata, de depósitos de entulho de qualquer tipo, de lixeiras, de instalações agro-pecuárias, bem como de depósitos de explosivos e de produtos inflamáveis por grosso, devendo, quando existentes, ser eliminadas desta área.
1 - São zonas industriais as destinadas à implantação de edifícios e estabelecimentos industriais, nelas se incluindo as áreas destinadas à instalação de laboratórios de pesquisa e análise, armazéns, depósitos, silos, oficinas, edifícios de natureza recreativa e social ao serviço dos trabalhadores da indústria, escritórios e salas de exposição ligadas à actividade de produção e ainda a edificação de habitação para encarregados e pessoal de vigilância e manutenção dos complexos industriais.
2 - Para as zonas industriais são estabelecidos os seguintes condicionantes:
Loteamentos e lotes não decorrentes de alvará de loteamento - 0,60, aplicado à área do lote;
b) Altura máxima: 9 m, excepto instalações técnicas devidamente justificadas. No caso de lotes não decorentes de alvará de loteamento, a altura máxima de qualquer corpo do edifício, excepto instalações técnicas devidamente justificadas, não poderá ultrapassar um plano a 45º definido a partir de qualquer dos lados do lote com o máximo de 9 m;
d) O tratamento dos efluentes deverá ser realizado em estação própria antes de lançados na rede pública ou nas linhas de drenagem natural. O efluente tratado deve satisfazer as condições fixadas no Decreto-Lei 74/90, de 7 de Março. Deverá ainda ser dado cumprimento ao Decreto-Lei 352/90, de 9 de Novembro (em especial os artigos 22.º e 24.º), em termos de efluentes gasosos;
e) Os espaços livres não impermeabilizados, em especial a faixa de protecção entre os edifícios e os limites do lote, serão tratados como espaços verdes arborizados, sem prejuízo de se assegurar a possibilidade de acesso à circulação de veículos de emergência e implantação de ETAR, quando necessário;
f) Afastamentos mínimos entre edificações - 10 m ou 5 m ao limite do lote.
3 - Os estabelecimentos industriais a instalar nas zonas industriais ficam sujeitos às regras disciplinares do exercício da actividade industrial, tal como se encontram definidas no Decreto-Lei 109/91 e Decreto Regulamentar 10/91, de 15 de Março, com o objectivo de prevenção dos riscos e inconvenientes resultantes da laboração dos estabelecimentos industriais, tendo em vista salvaguardar a saúde pública e dos trabalhadores, a segurança de pessoas e bens, a higiene e segurança dos locais de trabalho, o correcto ordenamento do território e a qualidade do ambiente.
1 - As zonas de equipamento são destinadas exclusivamente à instalação de equipamentos colectivos.
2 - Os projectos de equipamento devem ser acompanhados por um estudo de integração urbana, devendo ser previsto estacionamento público com capacidade adequada aos usos previstos.
3 - Nas zonas de equipamento observa-se-á um regime transitório, que antecederá a sua utilização para o uso público, sendo interdito:
4 - Nas zonas de equipamento onde já existam edificações, estas poderão ser recuperadas ou remodeladas, se tal não se mostrar incompatível com a sua futura utilização como equipamento.
1 - As zonas de interesse turístico são áreas destinadas a equipamento especialmente vocacionadas para lazer de carácter turístico, essencialmente de exterior.
2 - Para estas zonas, enquanto não se dispuser de planos de pormenor ou outros estudos, observar-se-á um regime transitório que antecederá a sua utilização e que consiste em não permitir:
3 - Os estudos a elaborar para estas zonas poderão incluir equipamentos desportivos e comerciais, desde que complementares da utilização turística. Deverão respeitar os seguintes índices - percentagem de solo impermeabilizado, 15%; índice de utilização máxima, 0,20; número máximo de pisos, 3.
4 - As edificações já existentes nestas zonas poderão ser recuperadas ou remodeladas, tendo sempre em consideração a sua interacção no estudo de conjunto.
Zonas de reserva para urbanização
1 - Zonas de reserva para urbanização são aquelas onde se reconhece vocação para ocupação com fins urbanos, mas em que o previsível crescimento demográfico, a ausência de infra-estruturas urbanísticas ou as deficientes condições de acessibilidade não justificam a sua urbanização imediata.
2 - A Câmara Municipal de Oliveira de Frades determinará a utilização destas zonas quando considerar ultrapassadas as circunstâncias que justificaram a aplicação do presente regime, através da elaboração de planos de urbanização ou planos de pormenor.
3 - Enquanto a Câmara Municipal de Oliveira de Frades não determinar a alteração do estatuto da zona de reserva para urbanização através da elaboração de planos de urbanização ou planos de pormenor, observar-se-á o seguinte regime provisório:
a) Não é permitido o loteamento urbano para a ocupação habitacional ou industrial;
b) Apenas será permitido um edifício por terreno legalmente constituído, desde que não inviabilize soluções urbanísticas futuras, devendo obedecer aos seguintes condicionamentos:
Índice de utilização - 0,05, aplicável à totalidade do terreno;
Número máximo de unidades de utilização - 2;
Infra-estruturas autónomas.
4 - Exceptua-se do disposto no número anterior a instalação de equipamento colectivo.
5 - A Câmara Municipal poderá exigir a adaptação do projecto de arquitectura a parâmetros de volumetria, tipo e cor dos revestimentos exteriores ou implantação no terreno que garantam a melhor integração paisagística da construção.
O número de lugares de estacionamento a prever deverá regular-se pela Portaria 1182/92, de 22 de Dezembro.
1 - Zonas agrícolas são as que, pelas suas características morfológicas (tipo de solo, declives, etc.), devem destinar-se preponderantemente à actividade agrícola e desenvolvimento pecuário.
2 - Nestas zonas estão incluídas todas as áreas da RAN e outras áreas agrícolas complementares.
3 - Nas áreas agrícolas não integradas na RAN poderão ser autorizadas edificações nas seguintes condições:
Índice máximo de utilização - 0,01;
Altura máxima - 4,5 m, excepto silos ou outras instalações agrícolas especiais e devidamente justificadas.
Em parcelas com área igual ou superior a 5000 m2 poderão ainda ser autorizadas edificações de apoio habitacional do respectivo proprietário ou agricultor devidamente justificado e nas seguintes condições:
Quando se verificar a presença de construções envolventes, rua pavimentada e proximidade da rede de água e electricidade, poderá o executivo camarário, por unanimidade de votos dos seus membros, permitir a construção em parcelas inferiores a 5000 m2;
b) Equipamentos de interesse social, cultural, turístico e unidades agro-industriais, nas seguintes condições:
Deliberação expressa da Câmara Municipal;
c) As edificações já existentes nestas zonas poderão ser recuperadas ou remodeladas.
4 - As edificações nestas zonas devem localizar-se em solos não incluídos na RAN e ou na REN.
Nas áreas incluídas na REN e na RAN só são permitidas as construções e empreendimentos considerados nos respectivos regimes legais e mediante parecer obrigatório favorável, respectivamente da Delegação Regional do Ministério do Ambiente e Recursos Naturais do Centro (DRARNC) e ou da Comissão Regional da Reserva Agrícola da Beira Litoral (CRRABL), conforme artigos 7.º e 8.º deste Regulamento.
5 - Sempre que se verifiquem sobreposições de usos que sejam incompatíveis com as servidões ou condicionantes, em caso de conflito prevalecem estas últimas (servidões e condicionantes), de acordo com a lei vigor.
1 - As zonas florestais delimitadas na planta de ordenamento são destinadas à produção de material lenhoso, resinas e outros produtos florestais.
2 - Nas zonas florestais não integradas na REN poderão ser autorizadas edificações nas seguintes condições:
a) Apoio exclusivamente florestal ou turístico devidamente justificado, não podendo exceder os seguintes valores:
Altura máxima - 4,5 m, excepto instalações especiais devidamente fundamentadas.
Em parcelas com área igual ou superior a 5000 m2, poderão ainda ser autorizadas edificações de apoio habitacional do respectivo proprietário devidamente justificadas e nas seguintes condições:
Quando se verifique a presença de construções envolventes, rua pavimentada e proximidade de rede de água e electricidade, poderá o executivo camarário, por unanimidade de votos dos seus membros, permitir a construção em parcelas inferiores a 5000 m2;
b) Equipamento de interesse social, cultural e turístico, empreendimentos (comerciais ou industriais) de indiscutível interesse económico, nas seguintes condições:
3 - As edificações nestas zonas devem localizar-se em terrenos não incluídos na REN. Nas áreas incluídas na REN será obrigatório o parecer favorável da Delegação Regional do Ambiente e Recursos Naturais do Centro, conforme o artigo 7.º deste Regulamento.
4 - Sem prejuízo do disposto no artigo 9.º do Decreto Regulamentar 55/81, de 18 de Dezembro (medidas preventivas gerais de carácter policial), estabelecem-se para as zonas florestais, e no âmbito da prevenção contra fogos florestais, as seguintes medidas de controlo de povoamentos:
a) Nos projectos de arborização ou rearborização à base de resinosas, em especial o pinheiro-bravo ou o eucalipto, nunca deverão as manchas por eles ocupadas exceder 100 ha sem serem cantonadas por faixas de folhosas, mais resistentes ao fogo, e com uma largura nunca inferior a 25 m para um e outro lado da linha de talvegue;
b) Nos projectos de arborização ou de rearborização devem constar os locais para construção de pequenas barragens, açudes ou represas onde o declive ou o declive do talvegue permita a formação de lençóis de água de certa extensão;
d) Não deverão ser plantadas espécies de crescimento rápido, nomeadamente eucalipto, em zonas hipsométricas superiores a 800 m.
5 - Sempre que se verifiquem sobreposições de usos que sejam incompatíveis com as servidões ou condicionantes, em caso de conflito, prevalecem estas últimas (servidões e condicionantes), de acordo com a lei em vigor.
Zonas de conservação da natureza
1 - As zonas de conservação da naturaza destinam-se a permitir a salvaguarda da estrutura biofísica necessária para que se possa realizar a exploração dos recursos e a utilização do território, sem que sejam degradadas determinadas circunstâncias e capacidades de que dependem a estabilidade e fertilidade das regiões, bem como a permanência de muitos dos seus valores económicos, sociais e culturais.
2 - A estas áreas aplica-se o disposto no artigo 8.º
IV - Licenças para construção e compensações ao município
IV.1 - Autorização para construir
1 - Nos aglomerados e zonas industriais a edificação deverá ser precedida de loteamento urbano, com as indicações definidas nos números seguintes: nos aglomerados e nas zonas industriais da área exterior, a edificação apenas será permitida em lotes urbanos e sem prejuízo de solução urbanística adequada ao local.
2 - Nas restantes áreas do concelho, nomeadamente nas zonas agrícolas e nas zonas florestais, não são permitidas operações de loteamento urbano. A edificação apenas será permitida de acordo com o que para o efeito o presente Regulamento determinar.
3 - Só poderão ser licenciadas pela Câmara Municipal instalações pecuárias, designadamente aviários, pocilgas, ovis, vacarias, viteleiros e matadouros, desde que seja assegurada a minimização do impacte ambiental das respectivas actividades, nomeadamente no que se refere às águas residuais, efluentes gasosos ou resíduos sólidos produzidos, garantido o cumprimento da legislação aplicável nestes domínios.
As instalações pecuárias só podem ser instaladas nas zonas florestais e agrícolas não incluídas na RAN e na REN a uma distância mínima de 300 m de habitações ou do limite de aglomerados urbanos quando se trate de aviários e de 400 m quando se trate de pocilgas, sem prejuízo de outras servidões.
4 - É obrigatório o licenciamento industrial nos termos legais, Decreto-Lei 109/91 e Decreto Regulamentar 25/93, de 15 de Março e 17 de Agosto, respectivamente, não somente para as indústrias a instalar na Zona Industrial (artigo 32.º) mas também para as que possam vir a ser instaladas nos aglomerados (artigo 31.º).
5 - Relativamente aos estabelecimentos industriais já existentes e devidamente licenciados à data da entrada em vigor do Decreto-Lei 109/91 e Decreto Regulamentar 25/93, de 15 de Março e 17 de Agosto, respectivamente, e não localizadas em zonas industriais, poder-se-á proceder a alteração, mesmo quando se verifique a mudança de classe, após análise caso a caso, e parecer favorável por parte da Câmara Municipal de Oliveira de Frades. A Câmara Municipal poderá solicitar os pareceres às entidades envolvidas no licenciamento industrial, as quais poderão solicitar à Câmara Municipal os elementos julgados necessários para emissão de pareceres fundamentados.
6 - Torna-se possível emitir certidão de localização para os estabelecimentos industriais já existentes à data de entrada em vigor do Regulamento do Exercício da Actividade Industrial (REAI) mas sem licenciamento industrial, se cumprirem cumulativamente os seguintes requisitos:
a) Serem possuidores da licença de obras emitida pela Câmara Municipal;
b) Respeitarem a legislação aplicável em vigor, nomeadamente, entre outra, poluição sonora e atmosférica e resíduos sólidos e líquidos;
c) Obterem parecer favorável da Câmara Municipal, que para tal poderá solicitar os pareceres às entidades envolvidas no licenciamento industrial. A Câmara deverá fornecer os elementos solicitados por estas e julgados necessários para emissão fundamentada.
Cálculo da área útil de construção
1 - A área útil de construção resultante da aplicação do índice de utilização calcula-se nos termos prescritos nas alíneas seguintes:
a) Da área total do terreno deduz-se a área que se mantiver na posse do proprietário com estatuto de prédio rústico, se tal se verificar. A área sobrante pode ser destinada a fins residenciais, industriais, de equipamento e ainda zonas verdes;
b) Aplica-se o índice de utilização à parte do terreno destinada a fins residenciais, industriais ou de equipamento;
c) Aplica-se metade do índice de utilização à parte do terreno destinada a zonas verdes;
d) A área útil de construção será, para o terreno em causa, o somatório das áreas determinadas nas alíneas b) e c).
IV.2 - Compensações ao município
A gestão urbanística municipal deverá respeitar e fazer cumprir o Plano e prosseguir os seguintes princípios:
a) Equidade de tratamento das diversas iniciativas;
b) De que são da responsabilidade dos promotores de loteamentos ou edificações os custos de execução das correspondentes infra-estruturas devendo eventuais excepções a este princípio ser assumidas a título de subsídio municipal por visarem fins sociais ou de desenvolvimento do concelho reconhecidos por deliberação da assembleia municipal.
Compensações ao município pelas licenças de loteamento
Quando da emissão de alvará de loteamento, para além da taxa pela concessão da licença de loteamento, são devidas ao município, cumulativamente:
a) Cedências de terreno previstas no artigo seguinte;
b) Taxas pelas infra-estruturas urbanísticas.
1 - Quando da emissão do alvará de loteamento, deverão ser cedidas gratuitamente ao município:
a) Parcelas de terreno destinadas a infra-estruturas e a pequenos espaços verdes públicos e de utilização colectiva, que irão servir directamente o conjunto a edificar e decorram da solução urbanística adoptada;
b) Parcelas de terreno destinadas a vias principais, sem construção adjacente, equipamentos e zonas verdes de maior dimensão.
2 - Cedências previstas na alínea a) do n.º 1:
a) Estando o local abrangido por plano de pormenor em vigor, estas cedências deverão respeitar o que por ele for determinado;
b) Não estando o local abrangido por plano de pormenor em vigor, estas cedências deverão:
Garantir a necessária circulação de peões e viaturas com o tecido urbano já existente e com os espaços urbanizáveis;
Garantir os necessários estacionamentos, de acordo com o determinado no artigo 34.º;
Prever espaços verdes e de utilização colectiva, cuja área, em princípio, não deverá ser inferior ao estabelecido na Portaria 1182/92, de 22 de Dezembro.
3 - Cedências previstas na alínea b) do n.º 1 - deverão ser cedidas ao município as áreas destinadas pelo Plano a equipamentos, zonas verdes de uso público decorrentes de loteamentos ou planos e vias principais.
4 - As parcelas de terreno a ceder ao município nos termos dos n.os 2 e 3 integram-se automaticamente no domínio público com a emissão do alvará, não podendo ser afectos a fins distintos do previsto no alvará, sem prejuízo de a sua gestão poder ser confiada a terceiros nos termos do artigo 18.º do Decreto-Lei 448/91, de 29 de Novembro.
Compensações ao município pelas licenças de construção
A emissão de alvará de licença de construção está sujeita ao pagamento de taxa. Esta deverá tem em conta a situação do terreno para o qual a obra é licenciada, favorecendo os casos em que tenha sido constituído através de alvará de loteamento.
1 - As taxas previstas nas alínea b) do artigo 43.º e no artigo 45.º serão estabelecidas em função da área útil de construção que o promotor for autorizado a edificar, diminuída da que, legalmente constituída, exista no local.
2 - O valor destas taxas será definido em regulamento municipal, de acordo com o estabelecido no presente título.
As obras relativas à construção de empreendimentos a que seja reconhecido especial interesse público;
A construção de habitação própria.
2 - Tais reduções e isenções serão previstas em regulamento municipal.
V - Operações fundiárias do município
1 - A Câmara Municipal, progressivamente, irá definindo espaços de intervenção prioritária com vista a garantir o desenvolvimento ordenado do concelho e a concretização do Plano.
b) Elaborará, se necessário, um programa de ocupação detalhado e os correspondentes estudos urbanísticos;
c) Substituir-se-á aos proprietários, caso estes não demonstrem interesse ou dinamismo suficientes, recorrendo à declaração de utilidade pública de expropriação ou a um qualquer processo de aquisição ou de associação Câmara/proprietários;
d) Uma vez na posse do terreno, promoverá a sua ocupação de acordo com o programa elaborado, podendo fazê-lo, directamente ou indirectamente, através da sua venda em hasta pública.
3 - Serão desde já considerados como de intervenção prioritária os seguintes espaços, delimitados nas plantas dos elementos fundamentais deste Plano:
Quinta das Cainhas;
Zona Industrial Vilarinho-Travassós;
Zona Industrial do Reigoso;
Praia fluvial de Sejães;
Terrenos adjacentes ao arruamento de acesso ao IP 5, dentro dos limites do concelho, numa faixa de 100 m para um e outro lado;
Barragem da Ribeira de Pereiras;
Açude em Lameiro Longo;
Açude da Ribeira da Gaia-Ladário;
Minihídrica da Ribeira-Cunhedo;
Terrenos adjacentes ao acesso ao regadio do Cercal (São João da Serra);
Carvalhedo da Gândara;
Anta de Arca;
Anta de Antelas.
4 - São considerados ainda de intervenção prioritária os espaços próprios para construção adjacentes a vias públicas infra-estruturadas, delimitados na planta de ordenamento.
1 - Quando, necessitando de adquirir terrenos destinados à construção de equipamentos ou de infra-estruturas, estes se situem em propriedades destinadas também à edificação, a Câmara convidará os proprietários a promoverem a respectiva urbanização ou a associarem-se com a Câmara nesse sentido.
2 - Em caso de recusa ou indisponibilidade dos proprietários em tempo considerado excessivo pela Câmara, esta, por negociações ou através de expropriação, promoverá a aquisição dos terrenos destinados a equipamento ou infra-estruturas.
Planos e estudos urbanísticos
Deverão, sempre que necessário, ser elaborados planos de pormenor ou outros estudos de conjunto para as diversas zonas do concelho.
Estes estudos deverão garantir e pormenorizar as orientações globais deste Plano.
1 - Para os locais que disponham de plano de urbanização ou de plano de pormenor em vigor, serão respeitados os índices urbanísticos por ele definidos.
2 - Para os locais que não disponham de plano de urbanização ou de pormenor, serão aplicados os índices e demais condicionamentos urbanísticos definidos neste Regulamento.
1 - As iniciativas já em curso, nomeadamente:
Loteamentos com alvará caducado, com pedido de licença de loteamento viabilizado ou com informação prévia em vigor;
Edificações com informação de viabilidade em vigor, quando estejam em desacordo com o presente regulamento,
deverão ser analisadas e conduzidas de acordo com as seguintes orientações:
a) Se daí não decorrerem inconvenientes graves para a futura implementação do Plano, deverá ser mantido o essencial das expectativas anteriormente criadas;
b) Se daí decorrerem inconvenientes para a implementação do Plano, deverão ser encontradas soluções intermédias entre as expectativas criadas e o resultante das propostas contidas no Plano.
2 - As iniciativas não abrangidas no número anterior só poderão ser viabilizadas se cumprirem as prescrições do presente Regulamento.
Legislação mais significativa a ser considerada com a aplicação das disposições regulamentares do Plano Director Municipal:
Decreto 20985, de 7 de Março de 1932 - estabelece zonas de protecção dos imóveis classificados como monumentos nacionais e imóveis de interesse público.
Decreto 34993, de 11 de Outubro de 1945 - zonas de protecção a edifícios não classificados como monumentos nacionais.
Lei 2032, de 11 de Junho de 1949 - valores concelhios.
Lei 2037, de 19 de Agosto de 1949 (alterada pelo Decreto-Lei 13/71, de 22 de Janeiro) - Estatuto das Estradas Nacionais.
Decreto-Lei 39780, de 21 de Agosto de 1954 - Regulamento para Exploração e Polícia dos Caminhos de Ferro.
Lei 2110, de 19 de Agosto de 1961 - estradas e caminhos municipais.
Decreto 46349, de 2 de Maio de 1965 - casos especiais de zonas de protecção de monumentos nacionais e de imóveis de interesse público.
Decreto-Lei 46788, de 23 de Dezembro de 1965 - complementa o Decreto-Lei 39780, de 21 de Agosto de 1954.
Decreto-Lei 48594, de 26 de Setembro de 1968 - altera o Decreto-Lei 39780, de 21 de Agosto de 1954.
Decreto-Lei 13/71, de 22 de Janeiro - licenciamento de obras junto a estradas nacionais.
Decreto-Lei 468/71, de 5 de Novembro, e legislação complementar - regime jurídico do domínio público hídrico.
Decreto-Lei 502/71, de 18 de Novembro - classificação das albufeiras de águas públicas de serviço público.
Decreto-Lei 343/75, de 3 de Julho - parques de sucata.
Decreto-Lei 39/76, de 19 de Janeiro (revogado pelo Decreto-Lei 68/93, de 4 de Setembro) - entrega de terrenos baldios.
Decreto-Lei 637/76, de 29 de Julho - licenciamento de objectos de publicidade junto das estradas nacionais e dentro de áreas urbanas.
Decreto-Lei 613/76, de 27 de Julho, e legislação complementar - áreas naturais classificadas.
Decreto-Lei 794/76, de 5 de Novembro - Lei dos Solos.
Decreto-Lei 360/77, de 1 de Setembro - estradas e caminhos municipais.
Decreto-Lei 327/80, de 26 de Agosto - prevenção de incêndios florestais.
Decreto Regulamentar 55/81, de 18 de Dezembro - prevenção de incêndios florestais.
Decreto-Lei 64/83, de 3 de Fevereiro - zonas de servidão non aedificandi em itinerários principais.
Lei 13/85, de 6 de Julho - Lei do Património Cultural.
Decreto-Lei 380/85, de 26 de Setembro - Plano Rodoviário Nacional.
Decreto-Lei 488/85, de 25 de Novembro - normas sobre resíduos sólidos.
Decreto-Lei 86/87, de 26 de Fevereiro - zonas adjacentes às linhas de água.
Portaria 374/87, de 4 de Maio - Regulamento sobre Resíduos Originados na Indústria Transformadora.
Decreto Regulamentar 2/88, de 20 de Janeiro, e legislação complementar - classificação das albufeiras de águas públicas de serviço público.
Decreto-Lei 205/88, de 16 de Junho - projectos de arquitectura em imóveis classificados e respectivas zonas de protecção.
Decreto-Lei 139/89, de 28 de Abril - protecção do relevo natural e do revestimento vegetal.
Decreto-Lei 196/89, de 14 de Junho (alterado pelo Decreto-Lei 274/92, de 12 de Dezembro) - Reserva Agrícola Nacional.
Portaria 528/89, de 11 de Julho - acções de florestação ou reflorestação com espécies florestais de crescimento rápido.
Decreto-Lei 69/90, de 2 de Março - regime jurídico dos planos municipais de ordenamento do território.
Decreto-Lei 70/90, de 2 de Março - regime de bens do domínio público hidríco de Estado.
Decreto-Lei 74/90, de 7 de Março - normas de qualidade da água.
Decreto-Lei 90/90, de 16 de Março, e legislação complementar - regime jurídico da exploração de inertes.
Decreto-Lei 93/90, de 19 de Março, e legislação complementar - Reserva Ecológica Nacional.
Decreto-Lei 327/90, de 22 de Outubro - áreas percorridas por incêndios.
Decreto-Lei 341/90, de 7 de Novembro - normas regulamentares sobre prevenção e detecção de incêndios florestais.
Decreto-Lei 352/90, de 9 de Novembro - regime de protecção e controlo da qualidade do ar.
Decreto-Lei 367/90, de 26 de Novembro - planos regionais de ordenamento do território.
Decreto-Lei 88/91, de 23 de Fevereiro - regula a actividade de armazenagem, recolha e queima de óleos usados.
Decreto-Lei 109/91, de 15 de Março - normas disciplinadoras do exercício da actividade industrial.
Decreto Regulamentar 10/91, de 15 de Março (revogado pelo Decreto-Lei 25/93, de 17 de Agosto) - licenciamento de estabelecimentos e actividades industriais.
Decreto Regulamentar 37/91, de 23 de Julho - classificação das albufeiras das águas públicas de serviço público.
Decreto-Lei 442/91, de 15 de Novembro - Código do Procedimento Administrativo.
Decreto-Lei 445/91, de 20 de Novembro - regime jurídico do licenciamento de obras.
Decreto-Lei 448/91, de 29 de Novembro - regime jurídico do licenciamento das operações de loteamento urbano e de obras de urbanização.
Decreto Regulamentar 1/92, de 18 de Fevereiro - Regulamento de Segurança das Linhas de Alta Tensão.
Portaria 240/92, de 25 de Março - regulamenta o licenciamento das actividades de recolha, armazenagem, tratamento prévio, recuperação, combustão e incineração de óleos usados.
Portaria 333/92, de 10 de Abril - normas relativas à elaboração de planos de ordenamento de albufeiras classificadas.
Decreto-Lei 116/92, de 26 de Junho - altera os Estatutos dos Caminhos de Ferro Portugueses, E. P. (C. P.), cometendo a esta a construção de um novo troço de linha.
Decreto-Lei 211/92, de 8 de Outubro - alteração do Decreto-Lei 69/90.
Decreto-Lei 213/92, de 12 de Outubro - altera o regime da Reserva Ecológica Nacional.
Decreto-Lei 246/92, de 30 de Outubro - regulamenta a implantação e exploração de postos de abastecimento de combustíveis.
Decreto-Lei 269/92, de 28 de Novembro - estabelece normas relativas à desafectação de bens do domínio público ferroviário e ao aproveitamento e exploração do direito de superfície neste domínio.
Decreto-Lei 274/92, de 12 de Novembro - altera o Decreto-Lei 196/89, de 14 de Junho, que define o regime jurídico da Reserva Agrícola Nacional.
Portaria 1182/92, de 22 de Dezembro - regulamenta os parâmetros do dimensionamento das parcelas destinadas a espaços verdes e de utilização colectiva, infra-estruturas viárias e equipamentos de utilização colectiva a que se refere o Decreto-Lei 448/91.
Decreto-Lei 19/93, de 23 de Janeiro - estabelece normas relativas à Rede Nacional de Áreas Protegidas.
Decreto Regulamentar 25/93, de 17 de Agosto - Regulamento do Exercício da Actividade Industrial.
Decreto-Lei 68/93, de 4 de Setembro - Lei dos Baldios.
Decreto-Lei 423/93, de 31 de Dezembro - regula a elaboração e aprovação dos planos municipais de intervenção florestal.
Decreto-Lei 13/94, de 15 de Janeiro - estabelece faixas com sentido non aedificandi junto de estradas nacionais constantes do Plano Rodoviário Nacional.
Extracto do Diário da República original: https://dre.tretas.org/dre/61139.dre.pdf .
1987-02-25 - Decreto-Lei 86/87 - Ministério da Defesa Nacional
Revoga o Decreto-Lei n.º 270/78, de 1 de Setembro (aprova o Regulamento de Uniformes da Força Aérea).
1993-12-31 - Decreto-Lei 423/93 - Ministério do Planeamento e da Administração do Território
REGULA A ELABORAÇÃO E APROVAÇÃO DOS PLANOS MUNICIPAIS DE INTERVENÇÃO NA FLORESTA (PMIF) QUE VISAM ASSEGURAR MEDIDAS DE PROTECÇÃO DAS FLORESTAS CONTRA INCÊNDIOS, DE ACORDO COM AS ORIENTAÇÕES COMUNITÁRIAS DE PROTECÇÃO FLORESTAL PRECEITUADAS NO REGULAMENTO (CEE) 2158/92 (EUR-Lex), DE 23 DE JULHO. COMETE AO INSTITUTO FLORESTAL, QUANDO SOLICITADO, O ACOMPANHAMENTO E O APOIO TÉCNICO NECESSÁRIO Á ELABORAÇÃO DOS REFERIDOS PLANOS, QUE PASSARÃO A SER PRESTADOS PELO INSTITUTO DA CONSERVAÇÃO DA NATUREZA, QUANDO SE TRAT (...)
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