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Timestamp: 2017-08-23 08:24:30+00:00
Document Index: 92638632

Matched Legal Cases: ['artigo 12', 'Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 6', 'Artigo 7', 'Artigo 8', 'artigo 13', 'Artigo 9', 'Artigo 10', 'Artigo 11', 'Artigo 12', 'Artigo 13', 'Artigo 14', 'Artigo 15']

b) A Direcção de Serviços de Regulação Técnica e de Segurança; c) A Direcção de Serviços de Formação e Certificação; - PDF
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Marina Rosa da Mota
1 Diário da República, 1. a série N. o de Abril de d) Exercer ou autorizar as actividades portuárias, ou as com estas directamente relacionadas, respeitantes a movimento de navios e de mercadorias, a armazenagem e outras prestações de serviços, como fornecimento de água, energia eléctrica, combustíveis e aluguer de equipamentos, bem como aplicar sanções previstas na lei, sem prejuízo da competência conferida a outras entidades; e) Atribuir licenças para a utilização de bens do domínio público do Estado integrados na respectiva área de jurisdição; f) Propor as medidas necessárias ao garante da segurança das instalações portuárias, promovendo a regulamentação necessária e utilizando os meios e dispositivos adequados; g) Cobrar e arrecadar as receitas provenientes da exploração dos portos e todas as outras que legalmente lhe pertençam e autorizar a restituição de verbas indevidamente cobradas; h) Representar o IPTM, I. P., em todos os actos que se relacionem com a actividade da delegação. 2 O director delegado para a gestão da navegabilidade do Douro assegura a gestão e o funcionamento da respectiva delegação do IPTM, I. P., competindo-lhe: a) Coordenar a acção dos serviços da delegação; b) Decidir sobre os actos relativos à navegação em toda a via navegável, sem prejuízo das competências atribuídas a outras entidades em matéria de segurança e disciplina da navegação; c) Dar parecer sobre as acções que, incidindo na sua área de jurisdição ou fora dela, possam interferir com a navegação; d) Efectuar ou licenciar a extracção de inertes na sua área de jurisdição de acordo com o plano específico para esta actividade, garantindo a sua fiscalização; e) Assegurar o sistema de sinalização e balizagem; f) Assegurar a rede das comunicações radiotelefónicas necessárias à exploração da via navegável; g) Cobrar as taxas de circulação na via navegável que venham a ser aprovadas pelo Governo, bem como quaisquer outras taxas e tarifas que por lei ou regulamento lhe sejam afectas, propondo as alterações que considere necessárias; h) Definir e estabelecer com as entidades públicas que detêm funções de fiscalização formas de actuação articuladas tendo em vista o cumprimento das regras de utilização e manutenção da via navegável; i) Decidir sobre as condições de navegabilidade na via navegável; j) Instruir os processos de contra-ordenação ou confiar a sua instrução a serviços ou agentes com funções de fiscalização, bem como aplicar as coimas ou as sanções legalmente previstas; l) Promover a utilização da via navegável; m) Promover a elaboração e actualização permanente de um roteiro da via navegável; n) Coordenar a divulgação da informação hidrológica necessária à navegação; o) Licenciar as utilizações privativas do domínio hídrico relacionadas com a navegação; p) Representar o IPTM, I. P., em todos os actos que se relacionem com a actividade da delegação. Portaria n. o 545/2007 de 30 de Abril O Decreto-Lei n. o 147/2007, de 27 de Abril, definiu a missão e as atribuições do Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres, I. P. Importa agora, no desenvolvimento daquele decreto-lei, determinar a sua estrutura e organização interna. Assim: Ao abrigo do artigo 12. o da Lei n. o 3/2004, de 15 de Janeiro: Manda o Governo, pelos Ministros de Estado e das Finanças e das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, o seguinte: Artigo 1. o Objecto São aprovados os Estatutos do Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres, I. P., abreviadamente designado por IMTT, I. P., publicados em anexo à presente portaria e que dela fazem parte integrante. Artigo 2. o Entrada em vigor A presente portaria entra em vigor no 1. o dia do mês seguinte ao da sua publicação. Em 27 de Abril de Pelo Ministro de Estado e das Finanças, Emanuel Augusto dos Santos, Secretário de Estado Adjunto e do Orçamento. O Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino Soares Correia. ANEXO ESTATUTOS DO INSTITUTO DA MOBILIDADE E DOS TRANSPORTES TERRESTRES, I. P. Artigo 1. o Estrutura orgânica 1 A estrutura orgânica do Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres, I. P. (IMTT, I. P.), é composta por unidades orgânicas de nível I, designadas por direcções de serviços e gabinetes, que se subordinam, hierárquica e funcionalmente, ao conselho directivo, e por unidades orgânicas de nível II, designadas por departamentos, que funcionam na dependência directa das unidades orgânicas de nível I, à excepção dos departamentos previstos nas alíneas o) ep) don. o 3 do presente artigo, que dependem directamente do conselho directivo. 2 São unidades orgânicas de nível I: a) A Direcção de Serviços de Regulação Jurídico-Económica; b) A Direcção de Serviços de Regulação Técnica e de Segurança; c) A Direcção de Serviços de Formação e Certificação; d) A Direcção de Serviços de Inspecção, Fiscalização e Contra-Ordenações; e) A Direcção de Serviços de Sistemas de Informação; f) O Gabinete Jurídico e de Contencioso; g) A Direcção de Serviços de Administração de Recursos; h) A Direcção de Serviços de Apoio à Gestão;
2 2898 Diário da República, 1. a série N. o de Abril de 2007 i) O Gabinete de Planeamento, Inovação e Avaliação; j) A Direcção de Serviços de Processamento e Atendimento. 3 São unidades orgânicas de nível II: a) O Departamento de Licenciamento de Actividades de Transportes; b) O Departamento de Autorização de Serviços de Transporte Público; c) O Departamento de Contratualização e Tarifários; d) O Departamento de Homologação e Registo de Veículos Rodoviários; e) O Departamento de Inspecção de Veículos Rodoviários; f) O Departamento de Infra-Estruturas e Equipamentos Ferroviários; g) O Departamento de Ensino de Condução; h) O Departamento de Habilitação e Registo de Condutores; i) O Departamento de Formação e Certificação de Profissionais; j) O Departamento de Estudos e Prospectiva; l) O Departamento de Programas e Avaliação; m) O Departamento de Desenvolvimento de Sistemas e Aplicações; n) O Departamento de Tecnologias de Informação e Comunicação; o) O Departamento de Apoio ao Utilizador (help desk); p) O Departamento Jurídico; q) O Departamento de Relações Internacionais; r) O Departamento de Difusão de Informação Pública; s) O Departamento de Informação Documental e Publicações; t) O Laboratório de Psicologia. 4 As direcções de serviços, os gabinetes e os departamentos referidos nos n. os 2e3dopresente artigo são dirigidos por directores e por chefes de departamento, respectivamente. 5 Podem ser criados núcleos ou subunidades orgânicas de nível III, temporários e com objectivos especificados, sempre que a prossecução de atribuições do IMTT, I. P., o justifique, dirigidos por coordenadores, não podendo o número total destes núcleos ou subunidades orgânicas ser superior a quatro. 6 O conselho directivo pode criar, modificar ou extinguir os núcleos ou subunidades orgânicas referidos no número anterior, até ao limite nele fixado. 7 A estrutura orgânica do IMTT, I. P., integra ainda a Unidade de Regulação Ferroviária e cinco Direcções Regionais de Mobilidade e Transportes. 8 As funções dirigentes referidas nos números anteriores são exercidas em regime de comissão de serviço, prevista no Código do Trabalho. Artigo 2. o Direcção de Serviços de Regulação Jurídico-Económica 1 A Direcção de Serviços de Regulação Jurídico- -Económica verifica os requisitos de acesso à actividade e ao mercado pelos operadores, acompanhando as actividades das empresas licenciadas. 2 À Direcção de Serviços de Regulação Jurídico- -Económica compete: a) Promover a definição de condições e requisitos de acesso e permanência nas actividades dos transportes terrestres, incluindo, entre outras, os transportes rodoviário e ferroviário de passageiros e de mercadorias, o aluguer de veículos automóveis de passageiros, o aluguer de veículos de mercadorias sem condutor e a actividade transitária; b) Coordenar o processo de licenciamento e concessão de licença para a instalação e gestão de plataformas, outras instalações logísticas e pólos geradores de tráfego de mercadorias, nos termos da lei e regulamentos aplicáveis; c) Conceder, prorrogar, alterar, suspender ou revogar as licenças das empresas e entidades que prossigam as actividades mencionadas nas alíneas a) e b), bem como outras que por lei lhe caiba licenciar, certificar tais empresas e entidades, e, quando aplicável, o respectivo pessoal, veículos e outros meios técnicos, organizando e mantendo registos de todos esses actos; d) Assegurar a gestão dos registos das empresas e demais entidades intervenientes nas actividades de transporte terrestre; e) Autorizar, nos termos da lei, serviços de transporte público de passageiros; f) Assegurar o apoio do IMTT, I. P., ao Governo e outras entidades competentes nas suas funções de concedente, nomeadamente através da elaboração de normas reguladoras das concessões de exploração e do acompanhamento e realização de todos os procedimentos conducentes à outorga de contratos de concessão ou de outros contratos de fornecimento de serviços públicos neste âmbito; g) Garantir a assessoria do IMTT, I. P., ao Governo e outras entidades públicas competentes na contratação do fornecimento de serviços públicos de transporte, que não em regime de concessão; h) Garantir o apoio do IMTT, I. P., ao Governo e outras entidades públicas competentes na caracterização das situações em que se justificar a imposição de obrigações de serviço público e a concessão da exploração de serviços de transporte público de passageiros; i) Avaliar, no âmbito das suas atribuições, a eficiência e qualidade dos serviços de transportes públicos de passageiros, monitorizando os respectivos sistemas de qualidade quando estes sejam exigíveis; j) Assegurar a gestão dos registos dos serviços de transporte público de passageiros; l) Elaborar estudos tarifários no domínio dos transportes terrestres, tendo em vista, nomeadamente, promover o equilíbrio económico da exploração em ambiente concorrencial e garantir a complementaridade dos diferentes modos na satisfação da procura; m) Apoiar o Governo no processo de definição e aprovação do tarifário dos transportes públicos, nos termos da lei e no âmbito das suas atribuições; n) Promover a obtenção de informação tarifária no plano nacional e internacional. 3 A Direcção de Serviços de Regulação Jurídico- -Económica integra os seguintes departamentos: a) O Departamento de Licenciamento de Actividades de Transporte; b) O Departamento de Autorização de Serviços de Transporte Público; c) O Departamento de Contratualização e Tarifários.
3 Diário da República, 1. a série N. o de Abril de Artigo 3. o Direcção de Serviços de Regulação Técnica e de Segurança 1 A Direcção de Serviços de Regulação Técnica e de Segurança aprova, homologa e certifica veículos e equipamentos afectos aos transportes terrestres, bem como infra-estruturas de natureza ferroviária, garantindo os padrões técnicos e de segurança exigidos e assegurando os respectivos registos. 2 À Direcção de Serviços de Regulação Técnica e de Segurança compete: a) Aprovar, homologar e certificar veículos, sistemas, componentes, unidades técnicas e equipamentos afectos aos sistemas de transporte terrestre, bem como as infra- -estruturas de natureza ferroviária; b) Aprovar ou recusar a aprovação dos sistemas de gestão da segurança que lhe sejam submetidos pelas empresas e entidades sujeitas às suas atribuições de regulação, determinar a respectiva modificação ou revisão e aplicar penalidades por insuficiência de desempenho em matéria de segurança; c) Reconhecer, licenciar e supervisionar as entidades intervenientes nos processos de certificação e inspecção de veículos e equipamentos afectos aos transportes terrestres; d) Determinar, no subsector ferroviário, a introdução de aperfeiçoamentos técnicos nas infra-estruturas, no material circulante, nas oficinas de manutenção e nos restantes meios de exploração, em conformidade com as normas legais aplicáveis e tendo em conta a evolução tecnológica, com o objectivo de melhorar a segurança, a interoperabilidade e a eficiência da exploração; e) Determinar, no subsector do transporte rodoviário, a introdução de aperfeiçoamentos técnicos nos veículos e respectivos componentes, equipamentos e materiais, em conformidade com as normas legais aplicáveis e tendo em conta a evolução tecnológica, com o objectivo de melhorar a segurança e a eficiência da exploração e reduzir impactes ambientais negativos; f) Gerir o sistema de emissão dos cartões tacográficos; g) Assegurar a gestão dos registos dos veículos e respectivos componentes, equipamentos e materiais, bem como das infra-estruturas de natureza ferroviária. 3 A Direcção de Serviços de Regulação Técnica e de Segurança integra os seguintes departamentos: a) O Departamento de Homologação e Registo de Veículos Rodoviários; b) O Departamento de Inspecção de Veículos Rodoviários; c) O Departamento Infra-Estruturas e Equipamentos Ferroviários. Artigo 4. o Direcção de Serviços de Formação e Certificação 1 A Direcção de Serviços de Formação e Certificação certifica os profissionais dos transportes terrestres e a habilitação dos condutores, reconhece, licencia e supervisiona as entidades formadoras e examinadoras e define as políticas e programas de formação, garantindo a fiscalização da sua aplicação. 2 À Direcção de Serviços de Formação e Certificação compete: a) Fiscalizar o funcionamento de escolas de condução e de entidades formadoras de profissionais de transportes terrestres, em matéria de condições de instalação, equipamentos, organização e ensino ministrado; b) Definir os métodos e os programas de formação e avaliação do pessoal afecto ao ensino e exames de condução e promover a sua actualização; c) Garantir a uniformidade dos critérios de avaliação do pessoal técnico afecto ao ensino e aos exames de condução; d) Organizar e manter actualizados os registos das escolas de condução e do respectivo pessoal técnico, assim como os registos das entidades formadoras; e) Definir as condições da emissão, revalidação, troca e apreensão de títulos de condução e certificados profissionais; f) Elaborar e homologar programas de formação de condutores e profissionais de transporte, definir os métodos e os programas de avaliação, controlo e actualização e elaborar as respectivas provas de exames; g) Garantir a uniformidade dos critérios de avaliação de condutores e profissionais de transporte e supervisionar a realização de exames; h) Assegurar a gestão dos registos dos condutores e dos profissionais de transporte; i) Conceder títulos habilitantes para a condução de veículos, bem como para o exercício de profissões e actividades de ensino da condução e para o exercício de profissões nas actividades de transportes terrestres; j) Promover a realização de exames psicológicos com vista à avaliação da capacidade e aptidão mental e psicológica de condutores ou candidatos à condução; l) Colaborar na concepção e desenvolvimento de acções de sensibilização às temáticas da segurança, qualidade e eficiência, no âmbito da formação dos profissionais e da habilitação dos condutores, em cooperação com outras entidades e departamentos. 3 A Direcção de Serviços de Formação e Certificação integra as seguintes unidades orgânicas de nível II: a) O Departamento de Ensino de Condução; b) O Departamento de Habilitação e Registo de Condutores; c) O Departamento de Formação e Certificação de Profissionais; d) O Laboratório de Psicologia. Artigo 5. o Gabinete de Planeamento, Inovação e Avaliação 1 O Gabinete de Planeamento, Inovação e Avaliação desenvolve actividades sectoriais de observação, planeamento e inovação no sector dos transportes terrestres. 2 Ao Gabinete de Planeamento, Inovação e Avaliação compete: a) Promover a realização de estudos e modelos da procura e oferta de transporte terrestre, identificando problemas de articulação modal, défices de capacidade e outros estrangulamentos e propondo medidas e programas para a sua superação; b) Acompanhar a elaboração dos instrumentos de gestão territorial, bem como dos instrumentos sectoriais de escala nacional e regional, integrando as correspondentes estruturas de coordenação, nos termos da lei, e emitindo parecer, quando exigível;
4 2900 Diário da República, 1. a série N. o de Abril de 2007 c) Promover a criação e o funcionamento de um sistema de observação do mercado dos transportes terrestres, atendendo às especificidades de cada um dos subsectores que o integram; d) Promover a recolha e apresentação de elementos estatísticos relativos ao sector dos transportes terrestres; e) Implementar, no quadro das determinações estabelecidas pelo Governo, medidas de natureza financeira e económica de apoio ao desenvolvimento e inovação do sistema de mobilidade e transporte terrestre, assegurando a atribuição das verbas provenientes das diversas fontes de recursos destinadas a essa finalidade. 3 O Gabinete de Planeamento, Inovação e Avaliação integra os seguintes departamentos: a) O Departamento de Estudos e Prospectiva; b) O Departamento de Programas e Avaliação. Artigo 6. o Direcção de Serviços de Inspecção, Fiscalização e Contra-Ordenações 1 A Direcção de Serviços de Inspecção, Fiscalização e Contra-Ordenações inspecciona e fiscaliza as actividades empresariais e profissionais e aplica o respectivo sistema contra-ordenacional. 2 Compete à Direcção de Serviços de Inspecção, Fiscalização e Contra-Ordenações: a) Inspeccionar e fiscalizar as actividades empresariais e profissionais desenvolvidas no âmbito das atribuições do IMTT, I. P., verificando o cumprimento da regulamentação e contratualização aplicáveis; b) Instaurar e instruir processos de inquérito e autos de notícia por contra-ordenação, garantir o processamento e a aplicação das sanções e penalidades nos termos da lei e proceder a averiguações. Artigo 7. o Direcção de Serviços de Sistemas de Informação 1 A Direcção de Serviços de Sistemas de Informação assegura o planeamento, gestão, controlo e acompanhamento dos sistemas de informação do IMTT, I. P., competindo-lhe: a) Planear e desenvolver a estratégia de sistemas e tecnologias de informação e comunicação; b) Definir e implantar a infra-estrutura informática de suporte aos sistemas de informação e comunicação, nomeadamente em termos de equipamentos (hardware) e suportes lógicos (software) de base, assegurando o seu funcionamento, gestão e actualização; c) Promover a articulação segura dos sistemas de informação e da rede informática interna com outros sistemas de informação e redes relevantes, nacionais e internacionais; d) Garantir a adequação, operacionalidade e actualização dos mecanismos de segurança física e lógica de salvaguarda dos sistemas de informação; e) Definir linhas de orientação para a aquisição, disponibilização e utilização dos recursos informáticos e propor normativos que garantam a segurança e regulem o acesso à informação; f) Executar ou promover a execução de projectos de desenvolvimento de sistemas e aplicações, bem como as acções de formação necessárias à sua exploração; g) Garantir a disponibilidade, coerência e qualidade dos dados necessários aos sistemas de informação; h) Assegurar a execução e coordenação técnica das tarefas de operação, manutenção e administração dos diferentes componentes do sistema informático, incluindo nomeadamente redes, bases de dados e aplicações; i) Assegurar a funcionalidade e operacionalidade dos meios técnicos necessários à disponibilização, interna e externa, de serviços em linha (online) com recurso a tecnologias de ambiente Internet, incluindo designadamente a operacionalização da página electrónica do IMTT, I. P.; j) Assegurar o serviço de apoio aos utilizadores (help desk) no âmbito dos sistemas e tecnologias de informação e comunicação; l) Apoiar as unidades do IMTT, I. P., na definição de requisitos tecnológicos e aplicacionais, na elaboração de cadernos de encargos ou termos de referência e na gestão de serviços contratualizados com entidades externas, no âmbito das tecnologias de informação e comunicação. 2 A Direcção de Serviços de Sistemas de Informação integra os seguintes departamentos: a) O Departamento de Desenvolvimento de Sistemas e Aplicações; b) O Departamento de Tecnologias de Informação e Comunicação; c) O Departamento de Apoio ao Utilizador (help desk). Artigo 8. o Unidade de Regulação Ferroviária 1 A Unidade de Regulação Ferroviária tem as competências previstas no artigo 13. o do Decreto-Lei n. o 147/2007, de 27 de Abril. 2 A Unidade de Regulação Ferroviária integra duas unidades orgânicas de nível II: a) O Departamento Jurídico-Económico; b) O Departamento de Regulação Técnica. Artigo 9. o Gabinete Jurídico e de Contencioso 1 O Gabinete Jurídico e de Contencioso é responsável pela prestação de apoio jurídico especializado, bem como pela coordenação do desenvolvimento e enquadramento legal e da regulamentação do sector dos transportes terrestres, competindo-lhe: a) Colaborar na preparação e elaborar projectos de diplomas legais, de regulamentos, de contratos ou de quaisquer outros actos jurídicos; b) Elaborar informações e pareceres de natureza jurídica que lhe forem solicitados pelo conselho directivo; c) Proceder à identificação e análise de questões legais relacionadas com os transportes terrestres, cujo esclarecimento se revele conveniente; d) Proceder à organização e promover a instrução de processos disciplinares, de inquérito ou similares de que seja incumbido; e) Acompanhar os processos de contencioso administrativo, judicial e comunitário, no âmbito da actividade do IMTT, I. P.;
5 Diário da República, 1. a série N. o de Abril de f) Garantir a permanente actualização dos normativos jurídicos e proceder à preparação da transposição de normativos comunitários; g) Coordenar, em articulação com outros departamentos, o relacionamento com os organismos comunitários e internacionais e a participação em comissões ou grupos de trabalho, nos domínios dos transportes, trânsito e segurança rodoviária; h) Assegurar a preparação dos relatórios e comunicações nacionais exigidos pelo cumprimento das obrigações internacionais; i) Acompanhar e coordenar a troca de informação e de experiências com outros países e desenvolver as acções de cooperação internacional consideradas oportunas; j) Proceder à identificação e recolha da legislação nacional e comunitária e de jurisprudência com interesse para as actividades prosseguidas pelo IMTT, I. P., e elaborar e manter actualizado o respectivo sistema de base documental; l) Acompanhar os sistemas de gestão e cumprimento dos tratados, convenções e protocolos internacionais nas áreas de intervenção do IMTT, I. P., e analisar as condicionantes que impõem sobre as políticas e medidas nacionais. 2 O Gabinete Jurídico e de Contencioso integra os seguintes departamentos: a) O Departamento Jurídico; b) O Departamento de Relações Internacionais. Artigo 10. o Direcção de Serviços de Administração de Recursos 1 A Direcção de Serviços de Administração de Recursos assegura a gestão dos recursos administrativos, humanos, financeiros e patrimoniais do IMTT, I. P., competindo-lhe: a) Assegurar a elaboração e coordenação do orçamento do IMTT, I. P., e a afectação dos recursos financeiros aos serviços, tendo em vista a execução do plano de actividades aprovado; b) Efectuar o controlo da execução orçamental; c) Organizar a conta anual de gerência e preparar os elementos indispensáveis à elaboração do relatório financeiro; d) Colaborar na formulação e apuramento dos indicadores estatísticos de natureza económica ou financeira relativos à actuação do IMTT, I. P., assegurando a recolha e o tratamento de informações necessárias; e) Controlar os movimentos de tesouraria, efectuando mensalmente o seu balanço; f) Processar as requisições de fundos de contas das dotações consignadas no orçamento ao IMTT, I. P.; g) Assegurar a gestão dos recursos financeiros, contabilizar o seu movimento e promover os pagamentos autorizados; h) Verificar e processar todos os documentos de despesa remetidos pelos diversos serviços e organizar os respectivos processos; i) Informar os processos de pessoal e material, no que respeita à legalidade e cabimento da verba; j) Organizar os concursos públicos e a celebração de contratos para a aquisição de bens e serviços; l) Proceder às aquisições de bens e serviços nos termos da legislação em vigor; m) Organizar e manter actualizado o inventário e cadastro dos bens sob responsabilidade do IMTT, I. P.; n) Garantir a manutenção e conservação das instalações e do equipamento, mobiliário e outro material; o) Assegurar a gestão do parque automóvel e a utilização dos combustíveis; p) Assegurar a guarda de valores e a conservação e distribuição dos artigos armazenados e a gestão do armazém; q) Organizar e manter actualizados os processos individuais do pessoal afecto ao IMTT, I. P.; r) Praticar todos os actos preparatórios relativos a recrutamento, selecção, provimento, promoção e cessação de funções de pessoal. 2 As funções cometidas à Direcção de Serviços de Administração de Recursos serão progressivamente transferidas para a Secretaria-Geral do Ministério das Obras Públicas Transportes e Comunicações ou para quaisquer outras entidades que o Governo crie com funções de serviços partilhados, logo que reunidas condições para contratualizar essas funções. Artigo 11. o Direcção de Serviços de Apoio à Gestão A Direcção de Serviços de Apoio à Gestão concentra as funções de suporte do IMTT, I. P., na área da gestão e auditoria interna, competindo-lhe: a) Coordenar a preparação do plano anual de actividades, acompanhar de forma sistemática a sua execução e promover a sua avaliação; b) Coordenar a elaboração dos relatórios trimestrais de execução de actividades; c) Elaborar e promover a apresentação e divulgação do relatório anual de actividades; d) Coordenar a elaboração de projectos e programas de investimento anuais e plurianuais do IMTT, I. P., acompanhar a sua execução física e financeira e promover a sua avaliação, disponibilizando os instrumentos necessários; e) Coordenar a implementação de um sistema de controlo de gestão e a elaboração dos respectivos relatórios; f) Coordenar os processos de avaliação e valorização dos colaboradores, incluindo os procedimentos no âmbito do SIADAP; g) Coordenar a inventariação das necessidades de conhecimento e saber dos serviços e de valorização profissional dos colaboradores, bem como a elaboração dos programas de formação, monitorizando a sua execução; h) Coordenar a implementação de um sistema de gestão da qualidade; i) Promover a formulação dos indicadores estatísticos de natureza económica ou financeira relevantes para a actividade do IMTT, I. P., definindo os procedimentos de recolha e tratamento da informação necessária; j) Analisar e avaliar, em termos de eficiência e eficácia, a actividade prosseguida pelos serviços, detectando e caracterizando os factores e situações condicionantes da realização dos objectivos aprovados e propondo medidas tendentes à eliminação das disfunções ou incorrecções detectadas; l) Realizar estudos económico-financeiros e técnico- -administrativos que suportem os processos de decisão interna e de coordenação da actividade operacional;
6 2902 Diário da República, 1. a série N. o de Abril de 2007 m) Verificar o cumprimento das disposições legais e regulamentares e identificar as situações de falta de uniformidade na aplicação dos procedimentos; n) Estudar, promover e coordenar acções referentes à racionalização, normalização e simplificação dos procedimentos e circuitos administrativos; o) Elaborar projectos de instruções e procedimentos visando a execução eficaz e eficiente das actividade do IMTT, I. P.; p) Gerir o expediente postal e de comunicações electrónicas; q) Assegurar um serviço de selecção, recolha e difusão interna da informação sobre o sector dos transportes terrestres e as actividades do IMTT, I. P., prestada nos meios de comunicação social. Artigo 12. o Direcção de Serviços de Processamento e Atendimento A Direcção de Serviços de Processamento e Atendimento, como serviço de suporte, processará a documentação apresentada por meios electrónicos pelos utilizadores, bem como a informação transferida por meios electrónicos por outros serviços do IMTT, I. P., preparando a emissão dos documentos requeridos, competindo-lhe: a) Conceber e desenvolver formas e metodologias apropriadas ao atendimento público centralizado e nas unidades desconcentradas; b) Prestar um serviço de atendimento centralizado dos utilizadores, por via telefónica ou pela Internet, apoiando-os directamente nas suas solicitações ou encaminhando-os para os serviços competentes. Artigo 13. o Departamento de Difusão da Informação Pública O Departamento de Difusão da Informação Pública promove a divulgação generalizada da informação sobre transportes terrestres, competindo-lhe: a) Divulgar informação relativa ao sector dos transportes terrestres, designadamente sobre o funcionamento e desenvolvimento do sistema de mobilidade e transportes terrestres nacional e sobre as actividades desenvolvidas pelo IMTT, I. P., seguindo princípios de transparência, rigor e acessibilidade, garantindo a sua permanente actualização e coordenando a sua difusão; b) Assegurar a gestão dos conteúdos e da apresentação do sítio (site) do IMTT, I. P., garantindo a sua actualização permanente; c) Conceber e realizar acções de promoção da mobilidade sustentável e da intermodalidade e qualidade dos serviços de transporte público, em colaboração com outros departamentos e entidades; d) Conceber e realizar acções de sensibilização às temáticas da segurança, qualidade e eficiência, no âmbito da formação dos profissionais e da habilitação dos condutores, em cooperação com outras entidades e departamentos; e) Apoiar a realização de eventos destinados à divulgação e debate de temas, estratégias, planos, programas e outros instrumentos relativos ao sector dos transportes terrestres, divulgando os respectivos documentos de suporte, assentos e relatórios. Artigo 14. o Departamento de Informação Documental e Publicações O Departamento de Informação Documental e Publicações identifica e promove o acesso a fontes de informação relevantes para as atribuições do IMTT, I. P., e gere o acervo bibliográfico e documental próprio, bem como o arquivo histórico relacionado com os transportes terrestres, competindo-lhe: a) Identificar e promover o acesso a fontes de informação relevantes para as atribuições do IMTT, I. P.; b) Gerir o acervo bibliográfico e documental próprio, bem como o arquivo histórico relacionado com os transportes terrestres; c) Seleccionar e divulgar os sítios (sites) com informação relevante para as atribuições do IMTT, I. P., promovendo a aquisição dos direitos de acesso quando necessário e arquivando os documentos em termos que permitam a sua consulta interna; d) Seleccionar e promover a aquisição e difusão de documentação nas áreas de interesse para os serviços do IMTT, I. P., bem como proceder ao seu tratamento e actualização; e) Gerir a biblioteca e promover a difusão bibliográfica, organizando exposições e outras formas de apresentação de material formativo e informativo; f) Publicar, apoiar e estimular a elaboração de boletins e outros suportes informativos sobre temas no âmbito das atribuições do IMTT, I. P., publicitando dados técnicos, documentos e textos científicos ou de divulgação; g) Manter e divulgar o arquivo histórico do sector de transportes terrestres. Artigo 15. o Direcções regionais de mobilidade e transportes 1 As direcções regionais de mobilidade e transportes são serviços desconcentrados, de âmbito territorial correspondente ao das NUTS II, dependendo directamente do conselho directivo, e têm competências executivas em matérias relacionadas com veículos, condutores e profissionais de transportes terrestres, bem como em matéria de licenciamento e autorização de transporte. 2 Na dependência directa de cada direcção regional funcionam as delegações distritais de viação, unidades orgânicas de nível II, em número total não superior a As delegações distritais de viação existem em cada um dos distritos da NUTS II correspondente ao âmbito territorial da direcção regional, salvo no distrito onde esta esteja sediada. 4 No âmbito de cada direcção regional de mobilidade e transportes podem ser criados núcleos ou subunidades orgânicas de nível III, não podendo o número total destes núcleos ou subunidades orgânicas ser superior a quatro. 5 As funções dirigentes referidas nos números anteriores são exercidas em regime de comissão de serviço, prevista no Código do Trabalho.