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Timestamp: 2018-08-15 15:33:03+00:00
Document Index: 157422767

Matched Legal Cases: ['Artigo 1', 'Artigo 2', 'artigo 7', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'Artigo 6', 'Artigo 7', 'Artigo 8', 'Artigo 9']

REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS MENTES BRILHANTES PARA O TURISMO MILITAR - PDF
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Luna Bugalho Weber
1 REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS MENTES BRILHANTES PARA O TURISMO MILITAR Artigo 1º. Âmbito e Objetivos 1 - O Concurso de ideias Mentes Brilhantes para o Turismo Militar tem como principais objectivos: promover a criação de ideias e soluções criativas e inovadoras para a área do Turismo Militar em Portugal; desenvolver abordagens modernas para a sociedade Portuguesa se organizar, rever e envolver com as suas instituições e organizações; criar novas abordagens de gestão e modelos económicos que tenham por base a história, património e identidade nacionais; e desenvolver novos paradigmas de gestão e planeamento para o sector do turismo, que, tendo por base a sua crescente procura, suscitem abordagens pelo lado da oferta visando a promoção das pessoas, da cultura, do património e do desenvolvimento económico, social e territorial. 2 O concurso é uma iniciativa conjunta do Ministério da Defesa Nacional e da Universidade de Aveiro, devidamente articulados com a rede de Instituições do Ensino Secundário e Superior, que tem por objectivo sensibilizar e estimular a criatividade dos alunos que se encontram a frequentar o Ensino Secundário e o Ensino Superior para as temáticas relacionadas com este produto turístico emergente.
2 Artigo 2º. Requisitos da candidatura 1. São aceites a concurso quaisquer tipos de propostas, sendo que as mesmas deverão, preferencialmente, apresentar novas ideias para desenvolver áreas específicas ou transversais do Turismo Militar. As propostas poderão incidir nas seguintes áreas, embora não estejam limitadas a elas: Criação de novos produtos; Criação de novos negócios; Imagem, marketing e comunicação; Inovação e novas tecnologias de informação e comunicação; Modelos de gestão, desenvolvimento e operação; Posicionamento e imagem; Cultura, identidade e património; Recriações históricas; Formação e recursos humanos; Eventos, animação e entretenimento; Criação de redes e estruturas colaborativas. 2. As propostas podem incidir sobre todo o território nacional, ou focalizar-se numa região, num elemento patrimonial, infraestrutura ou equipamento. 3. As propostas deverão incidir sobre um elemento tangível ou intangível associado directa ou indirectamente ao Património Militar ou da Defesa Nacional, tais como, mas não só: unidades militares, fortes, castelos, museus, faróis, cidades/vilas/povoações fortificadas, eventos, factos históricos, encenações, edifícios históricos, etc. 4. As propostas apresentadas deverão encontrar-se minimamente desenvolvidas e fundamentadas e incluir os elementos que se referenciam no artigo 7º. Ao formulário de candidatura poderá ser anexada informação adicional que complemente a proposta. 5. As propostas podem incluir elementos escritos, vídeos, representações gráficas e de desenho, etc.
3 Artigo 3º. Direitos de Propriedade Intelectual 1. Aos projectos apresentados estará sempre associada a autoria dos seus proponentes. 2. A entidade promotora do concurso pode utilizar e implementar o objeto da candidatura, incluindo a cedência da ideia aos interessados. 3. Os candidatos são responsáveis pela não originalidade das propostas a concurso, na eventualidade de ocorrer violação de direitos pertencentes a terceiros. 4. Aos Direitos de Propriedade Intelectual aplica-se a lei portuguesa em vigor. Artigo 4º. Concorrentes 1. Podem concorrer pessoas singulares e pessoas coletivas, individualmente ou em grupo, através da apresentação de uma ideia criativa e inovadora que se possa aplicar ao desenvolvimento do Turismo Militar. 2. Os grupos podem incluir o número de elementos que desejarem. 3. Este concurso integra dois grupos de destinatários: a. Categoria Escolas Secundárias: destina-se a alunos matriculados no ensino secundário, nomeadamente em cursos científico-humanísticos, cursos tecnológicos, cursos profissionais, cursos do ensino artístico especializado. b. Categoria Ensino Superior: destina-se a alunos matriculados no ensino superior, nomeadamente inscritos em cursos técnicos superiores profissionais, licenciaturas, mestrados, doutoramentos ou pós-doutoramento. c. Os grupos podem ter elementos de instituições diferentes e podem ser acompanhados por até 2 Docentes.
4 Artigo 5º. Período de Candidatura As candidaturas são submetidas até às 24 horas do dia 14 de Abril de (Nova Data) Artigo 6º. Formalização e Validação da Candidatura 1. A candidatura considera-se formalizada com a entrega dos seguintes documentos: a. Formulário de candidatura; c. Declaração referente à cedência dos Direitos de Propriedade Intelectual. 2. Eventuais dúvidas bem como o acesso aos formulário a que se refere o ponto podem ser obtidos junto do Professor Doutor Carlos Costa, através do seguinte contacto de 3. A validação das candidaturas será efetuada através do envio de um , que confirmará a receção de toda a documentação referida no presente Artigo, e atribuirá um número de identificação da proposta. As candidaturas podem ser redigidas em Português, Espanhol, Inglês, ou Francês. Artigo 7º. Análise e Avaliação da Candidatura 1. A avaliação da candidatura será realizada em duas fases: Fase 1 Elegibilidade: Avaliação dos requisitos de candidatura, de forma a validar a aceitação da candidatura; Fase 2 Júri: Avaliação dos critérios de seriação, em reunião do Júri, classificando cada ideia numa escala de 1 (insuficiente) a 20 (excelente). 2. A avaliação final (Fase 2) terá em conta os seguintes critérios de seriação: a. Originalidade e inovação da proposta; b. Apresentação e desenvolvimento da Ideia; c. Exequibilidade na implementação da ideia/solução.
5 Artigo 8º. Júri 1. O Júri do concurso será constituído por académicos, cientistas, técnicos, militares ou outras personalidades relacionadas com a área do projecto. 2. O Júri poderá ser assessorado por entidades ou personalidades de reconhecida competência de acordo com a especificidade das candidaturas. 3. Das decisões do Júri não haverá recurso. Artigo 9º. Prémios e Incentivos 1. Todas as propostas recebidas e validadas serão consideradas e ordenadas dentro de cada uma das categorias (Escolas e Ensino Superior), desde que cumpram os respetivos requisitos, podendo os prémios atribuídos ser cumulativos. 2. Os prémios serão distribuídos pelas seguintes categorias: 2.1 Ensino Secundário: a) 1º classificado - na categoria Ensino Secundário; b) 2º e 3º classificados - na categoria Ensino Secundário; c) Menções Honrosas - na categoria Escolas Secundárias. 2.2 Ensino Superior: a) 1º classificado - na categoria Ensino Superior; b) 2º e 3º classificados - na categoria Ensino Superior; c) Menções Honrosas - na categoria Ensino Superior. 2.3 As menções honrosas a que se referem as alíneas c) do ponto anterior, premiarão projectos que se distingam dentro de um conjunto de temáticas, nomeadamente, tecnologia, marketing, inovação de produto, desenvolvimento local e social, viabilidade económica, etc.