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Timestamp: 2019-01-20 05:34:18+00:00
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Matched Legal Cases: ['Artigo 1', 'Artigo 2', 'Artigo 3', 'Artigo 4', 'Artigo 4', 'Artigo 5', 'artigo 6', 'Artigo 6', 'Artigo 7', 'artigo 6', 'Artigo 8', 'Artigo 9', 'Artigo 8', 'Artigo 10', 'Artigo 11', 'Artigo 12', 'Artigo 13', 'Artigo 27', 'Artigo 14', 'Artigo 15', 'Artigo 16', 'Artigo 1']

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO (2º CICLO) EM ENGENHARIA FLORESTAL E DOS RECURSOS NATURAIS - PDF
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Maria Eduarda Araújo Cruz
1 1.1 REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO (2º CICLO) EM ENGENHARIA FLORESTAL E DOS RECURSOS NATURAIS Ao abrigo do Decreto-Lei nº 74/2006 de 24 de Março, e do disposto na Deliberação nº 1487/2006 da Reitoria da Universidade Técnica de Lisboa, o Conselho Científico do Instituto Superior de Agronomia aprova o seguinte regulamento: Artigo 1º Criação A Universidade Técnica de Lisboa, através do Instituto Superior de Agronomia, confere o grau de mestre em Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais. Artigo 2º Objectivos O principal objectivo do curso de Mestrado em Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais é o de fornecer uma formação universitária adequada à satisfação das necessidades polivalentes do desenvolvimento do sector florestal português, designadamente à gestão sustentada dos ecossistemas florestais, de modo a assegurar a conservação e uso sensato do património natural associado às florestas e a indispensável interacção com as industrias dos produtos florestais. Os Engenheiros Florestais e dos Recursos naturais são profissionais que analisam, concebem, projectam, e orientam a concretização de trabalhos sobre o desenvolvimento polivalente do sector florestal. Artigo 3º Organização e Estrutura Curricular 1 O curso de mestrado em Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais tem a duração de 4 semestres (2 anos) compreendendo um total de 120 ECTS sendo constituído por uma parte curricular com 78 ECTS e uma dissertação de 42 ECTS. 2 A parte de ensino consiste em unidades curriculares obrigatórias (54 ECTS) e unidades curriculares optativas (24 ECTS), de acordo com o plano de estudos apresentado em anexo. 3 Salvo nas situações contempladas no ponto seguinte, os ECTS em unidades curriculares optativas poderão ser obtidos com qualquer unidade curricular em funcionamento no Instituto Superior de Agronomia, nas restantes escolas da Universidade Técnica de Lisboa, ou de outras Universidades Nacionais ou Internacionais desde que reconhecidas pelo ISA. 1
2 4 Aos alunos admitidos na situação referida no ponto 2 do Artigo 4º, pode o CC do ISA aconselhar ou exigir a realização de ECTS complementares em determinadas áreas científicas, em função do seu currículo académico, científico e profissional. 5 A escolha de um determinado conjunto de unidades curriculares optativas, conforme indicado no plano de estudos, permite ao aluno obter uma especialização em Gestão Florestal, Gestão de Recursos Naturais, Engenharia de Produtos Florestais e Floresta Urbana. Caso o aluno não escolha as unidades curriculares indicadas obterá o mestrado em Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais sem área de especialização. 6 Se um aluno tiver aproveitamento em vários conjuntos de unidades curriculares optativas, conforme indicado no plano de estudos, poderá obter mais do que uma especialização. 7 As unidades curriculares poderão ser leccionadas em língua portuguesa ou inglesa, ou noutra língua oficial da União Europeia desde que previamente aceite pelo Conselho Científico do ISA. 8 A dissertação de mestrado é orientada para a realização de uma tarefa individual concreta no âmbito das áreas científicas que integram o curso de mestrado e deve consistir num trabalho original de aprofundamento de conhecimentos previamente adquiridos pelo aluno ao longo do curso e deve traduzir a sua capacidade para participar em tarefas de concepção, planeamento, investigação ou desenvolvimento. Artigo 4º Regras de admissão 1 Todos os diplomados do 1º ciclo pelo ISA em Ciências da Engenharia Engenharia Florestal têm acesso directo garantido ao curso de 2º ciclo a que se refere este regulamento, desde que ele funcione nesse ano lectivo. 2 Podem também candidatar-se a este mestrado: a) Titulares do grau de licenciado, ou equivalente legal, ou do grau de bacharel de cursos de Engenharia Florestal, Agronomia ou áreas afins; b) Titulares de um grau académico de ensino superior estrangeiro conferido na sequência de um 1º ciclo de estudos, nas áreas referidas na alínea a), organizado de acordo com os princípios do Processo de Bolonha por um Estado aderente a este Processo; c) Titulares de um grau académico superior estrangeiro, nas áreas referidas na alínea a), que seja reconhecido como satisfazendo os objectivos do grau de licenciado pelo Conselho Científico do ISA; d) Detentores de um currículo escolar, científico ou profissional, que seja reconhecido como atestando capacidade para realização deste ciclo de estudos pelo Conselho Científico do ISA. 2
3 3 Os candidatos abrangidos pelas condições descritas no ponto 2 deste artigo serão seriados e seleccionados pela respectiva Comissão de Curso de acordo com os seguintes critérios: a) Classificação da licenciatura ou bacharelato; b) Afinidade da licenciatura ou bacharelato com o mestrado; c) Natureza da licenciatura ou bacharelato e do estabelecimento de ensino onde ela foi obtida; d) Currículo académico, científico e profissional; e) Outros elementos julgados necessários pela Comissão de Curso, inclusive uma eventual entrevista. 4 No que se refere ao ponto 3.c) deste artigo, em igualdade de circunstâncias terão prioridade os detentores de diploma do 1º ciclo de qualquer curso do ISA. 5 O número de vagas, prazos de candidatura e comprovativos a entregar pelos candidatos a que se referem os pontos 1 e 2 deste artigo, serão oportunamente fixados pelo Reitor sob proposta do Conselho Científico do ISA. Artigo 5º Inscrições em Unidades Curriculares 1 Um aluno pode-se inscrever, em cada semestre, em unidades curriculares que totalizem, no máximo, 37,5 ECTS, com a excepção do previsto nos pontos 1 e 2 do artigo 6º. 2 A inscrição em cada unidade curricular está condicionada pela obtenção de precedências que serão oportunamente divulgadas. 3 Depois de iniciado um semestre um aluno tem 3 semanas para alterar a sua inscrição em unidades curriculares opcionais, podendo mudar de unidade curricular se o desejar. 4 O aluno poderá, se o desejar, inscrever-se em unidades curriculares extra-curriculum, sendo devido pagamento de acordo com a tabela de emolumentos em vigor. Estas inscrições não estão sujeitas ao regime de precedências, não contam para os ECTS necessários para obtenção do diploma do curso (embora a unidade curricular venha listada no suplemento ao diploma, se o aluno obtiver aprovação), mas contam para o limite semestral de inscrições referido no ponto 1. 5 Para o aluno se poder inscrever na dissertação deverá ter completado pelo menos 48 ECTS de unidades curriculares do mestrado. 6 Os ECTS a obter em unidades curriculares optativas podem ser realizados em qualquer semestre (par ou ímpar). 3
4 Artigo 6º Inscrição na dissertação 1 A dissertação de mestrado compreende 42 ECTS anuais e a inscrição será realizada sempre no semestre impar. No ano em que o aluno se inscrever na dissertação, o limite anual de ECTS em que o aluno se pode inscrever é de 75, independentemente dos semestres. 2 A Comissão de Curso elaborará uma lista de temas de dissertação que poderão ser propostos pelos docentes ou pelos próprios alunos. 3 O orientador da dissertação será um doutor ou um especialista de mérito reconhecido pela Comissão, que poderá ser eventualmente coadjuvado por um co-orientador. 4 No caso do Orientador não pertencer ao ISA, será nomeado um Co-Orientador pertencente ao ISA. 5 O trabalho poderá ser realizado no ISA ou numa instituição externa ao ISA. 6 A inscrição na dissertação deverá ser acompanhada por uma informação conjunta do aluno, do orientador proposto e do presidente do departamento ou secção autónoma do orientador sobre o tema da dissertação, com uma breve descrição do trabalho a realizar. Esta proposta terá de ser entregue até 1 mês após o início do semestre em que o aluno efectua a 1ª inscrição na dissertação. Artigo 7º Entrega da dissertação 1 A dissertação será objecto de trabalho escrito individual e de uma defesa pública do mesmo que inclui uma apresentação oral. 2 A dissertação escrita deverá obedecer às normas definidas num documento próprio que se encontra na página da internet do ISA. 3 Deverão ser entregues 6 exemplares da dissertação em papel. 4 A dissertação deverá ser entregue na Divisão Académica, após aprovação em todas as restantes unidades curriculares obrigatórias e opcionais constantes no curriculum do curso, até 3 meses após o último dia de aulas do ano lectivo em que o aluno se inscreveu. 5 A entrega em data posterior ao estipulado no número anterior obriga a nova inscrição na dissertação de acordo com o estabelecido no artigo 6º. Artigo 8º Constituição do júri 1 O júri para apreciação da dissertação é constituído por 3 a 5 membros, consoante inclua ou não o co-orientador, mas incluindo sempre o orientador. 4
5 2 - Os membros do júri devem ser especialistas no domínio em que se insere a dissertação e são nomeados de entre nacionais ou estrangeiros titulares do grau de doutor ou especialistas de mérito reconhecido como tal pelo Conselho Científico do ISA. 3 O júri é constituído no prazo máximo de 30 dias após a entrega da dissertação e é nomeado pelo Conselho Científico do ISA sob proposta da Comissão de Curso respectiva. 4 O presidente do júri é o docente do ISA mais graduado e, de entre estes, o mais antigo. 5 O despacho de nomeação do júri deve ser comunicado ao candidato por escrito no prazo de dez dias úteis após a sua nomeação. 6 O júri reunirá no prazo máximo de 30 dias, após a sua nomeação, para emitir um parecer sobre a aceitação da dissertação como apresentada ou necessidade de alterações. Neste último caso o candidato: a) Tem 45 dias para apresentar uma nova versão da dissertação com as alterações propostas efectuadas; b) Em alternativa fará uma declaração a dizer que prescinde de efectuar essas alterações; 7 As provas de defesa da dissertação são marcadas e terão lugar no prazo máximo de 30 dias após o parecer positivo ou a apresentação dos documentos referidos no número anterior. Artigo 9º Defesa da dissertação 1 A dissertação é objecto de apresentação, apreciação e discussão pública pelo júri nomeado de acordo com o Artigo 8º deste regulamento. 2 As provas defesa da dissertação têm a duração máxima de 90 minutos. O candidato deverá fazer uma apresentação de, no máximo, 15 minutos seguindo-se uma discussão onde podem ser intervenientes todos os membros do júri. Nesta discussão o candidato deverá dispor de tempo idêntico ao utilizado pelos membros do júri. 3 - Após discussão da dissertação, o júri reúne para apreciação e classificação da prova. A apreciação final da dissertação é expressa pelas fórmulas de Aprovado (com ou sem alterações) ou Reprovado por votação nominal justificada não sendo permitidas abstenções. Em caso de empate o presidente do júri tem voto de qualidade. No caso da dissertação ter merecido aprovação, a sua classificação é a que resultar da média aritmética das classificações atribuídas por cada membro do júri na escala numérica de 10 a 20 valores. 4 As alterações à dissertação propostas pelo júri deverão ser efectuadas pelo aluno e validadas pelo presidente do júri, devendo ser entregues 4 exemplares em papel, 4 em suporte digital e um CD/DVD contendo 2 páginas com o resumo e o abstract da versão 5
6 corrigida na Divisão Académica do ISA no prazo máximo de 30 dias após a data da discussão. 5 - Da reunião do júri é lavrada acta, da qual constam a classificação da dissertação, os votos de cada um dos membros do júri e a respectiva fundamentação, que pode ser comum a todos ou a alguns desses membros. 6 O presidente do júri só assinará a acta após o cumprimento do estipulado no nº 5 deste artigo. Artigo 10º Atribuição da Classificação Final 1 - Ao grau académico de mestre é atribuído uma classificação final, expressa no intervalo da escala numérica inteira de 0 a 20, bem como no seu equivalente na escala europeia de comparabilidade de classificações, calculado segundo as normas apropriadas. 2 - O cálculo da classificação final do mestrado é efectuado pela média ponderada, pelas unidades de crédito ECTS, das classificações de todas as unidades curriculares, incluindo a dissertação. 3 - Aos alunos que não realizarem a dissertação mas que completem com aproveitamento a parte curricular do Curso de Mestrado em Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais, correspondente a 78 ECTS, será emitido um certificado de Pós-Graduação em Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais. 4 - A emissão da Carta de Curso é acompanhada da emissão do correspondente suplemento ao diploma nos termos do Decreto-Lei nº42/2005, no prazo máximo de 90 dias após a sua requisição. A emissão de qualquer certidão que ateste a conclusão do curso está dependente do requerimento da carta de curso. Artigo 11º Confidencialidade Alguns trabalhos de dissertação, pela sua natureza ou por serem desenvolvidos em colaboração com entidades empresariais, podem implicar a necessidade de garantir alguma confidencialidade em determinadas componentes da dissertação. Estas situações deverão ser comunicadas à Comissão de Curso antes da entrega da dissertação, identificando claramente a entidade e a parte da dissertação que requer a confidencialidade. Caso a Comissão de Curso considere relevantes os motivos invocados para a necessidade de garantir o carácter de confidencialidade, deverão seguir-se os seguintes procedimentos: a) O título, resumo e as palavras-chave (tanto em língua portuguesa como em língua inglesa) não poderão ter carácter confidencial; 6
7 b) O presidente da Comissão de Curso e todos os elementos do júri deverão aceitar e assinar um compromisso de confidencialidade (em modelo aprovado pelos órgãos de gestão do ISA e disponibilizado na sua página na internet); c) O texto da dissertação que se tornará público, deverá ser revisto e autorizado pela entidade que requer a confidencialidade, em conjunto com a comissão de curso; d) Os dados e as partes do texto considerados confidenciais deverão constar de um anexo, em volume separado, que é distribuído apenas aos elementos do júri devendo ser devolvido à entidade que requereu a confidencialidade no final das provas. Artigo 12º Calendário Escolar O calendário escolar será definido anualmente pelos Conselhos Directivo e Pedagógico do ISA. Artigo 13º Propinas O montante das propinas e respectivo regime de pagamento do curso de mestrado em Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais será definido anualmente pelo Conselho Directivo do ISA, nos termos do Artigo 27º do Decreto-Lei nº 74/2006 de 24 de Março. Artigo 14º Código de Conduta Os alunos do curso de Mestrado em Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais deverão tomar conhecimento e subscrever o código de conduta do ISA quando da sua inscrição no curso. Artigo 15º Regime de prescrições O Regime de prescrições para o mestrado em Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais segue o estabelecido pela Lei nº 37/2003 de 22 de Agosto. Artigo 16º Casos Omissos Os casos omissos do presente regulamento serão resolvidos pelos órgãos de gestão apropriados do ISA. 7
8 ANEXO Plano Curricular do Mestrado (2º Ciclo) do Curso de Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais O plano de estudos do Mestrado em Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais contempla quatro áreas de especialização: Gestão Florestal Gestão de Recursos Naturais Engenharia de Produtos Florestais Floresta Urbana Das 13 unidades curriculares requeridas, 9 são obrigatórias e as restantes 4 são unidades curriculares optativas dentro de um leque que varia consoante a área de especialização. Para o aluno ficar com uma determinada especialização tem de tirar pelo menos 4 Unidade Curriculares de entre as optativas indicadas na respectiva tabela, sendo as restantes livres (do ISA, do resto da UTL ou de outras universidades nacionais e internacionais reconhecidas pelo ISA). Em alternativa o aluno poderá escolher as unidades curriculares optativas de um modo inteiramente livre dentro do leque de optativas oferecidas, sendo-lhe atribuído o grau de Mestre em Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais, sem nenhuma área de especialização. Área de Especialização: Gestão Florestal UNIDADES CURRICULARES ÁREA CIENTÍFICA ANO / SEMESTRE ECTS Detecção Remota e Análise de Imagem Ciências da Terra 1º Ano/1º Semestre 6.0 Génese e Qualidade do Solo Ciências da Terra 1º Ano/1º Semestre 6.0 Gestão e Conservação da Vegetação e de Sistemas Agro-Florestais Engenharia Florestal 1º Ano/1º Semestre 6.0 Estatística e Delineamento Matemática 1º Ano/1º Semestre 6.0 Economia do Ambiente 1º Ano/1º Semestre 6.0 Gestão de Recursos Naturais 1º Ano/2º Semestre 6.0 Inventário Florestal e Modelos de Crescimento e Produção Engenharia Florestal 1º Ano/2º Semestre 6.0 Genética e Melhoramento Florestal Engenharia Florestal 1º Ano/2º Semestre 6.0 Investigação Operacional Aplicada Matemática 2º Ano/1º Semestre 6.0 Dissertação Engenharia Florestal 2º Ano 42.0 Lista das Unidades Curriculares Optativas para esta área de especialização Ecologia e Gestão de Populações Animais Biologia 1º Semestre 6.0 Engenharia dos Produtos Florestais I Engenharia Florestal 1º Semestre 6.0 Gestão e Conservação de Ecossistemas de Águas Interiores Biologia 1º Semestre 6.0 Ecologia e Gestão do Fogo Engenharia Florestal 2º Semestre 6.0 Política Florestal e Ordenamento do Território Engenharia Florestal 2º Semestre 6.0 Gestão Multifuncional de Ecossistemas Ciências da Terra 2º Semestre 6.0 Gestão da Fauna Silvestre Biologia 2º Semestre 6.0 8
9 Área de Especialização: Gestão de Recursos Naturais UNIDADES CURRICULARES ÁREA CIENTÍFICA ANO / SEMESTRE ECTS Detecção Remota e Análise de Imagem Ciências da Terra 1º Ano/1º Semestre 6.0 Génese e Qualidade do Solo Ciências da Terra 1º Ano/1º Semestre 6.0 Gestão e Conservação da Vegetação e de Sistemas Agro-Florestais Engenharia Florestal 1º Ano/1º Semestre 6.0 Estatística e Delineamento Matemática 1º Ano/1º Semestre 6.0 Economia do Ambiente 1º Ano/1º Semestre 6.0 Gestão de Recursos Naturais 1º Ano/2º Semestre 6.0 Inventário Florestal e Modelos de Crescimento e Produção Engenharia Florestal 1º Ano/2º Semestre 6.0 Investigação Operacional Aplicada Matemática 2º Ano/1º Semestre 6.0 Ecologia e Gestão de Populações Animais Biologia 2º Ano/1º Semestre 6.0 Dissertação Engenharia Florestal 2º Ano 42.0 Lista das Unidades Curriculares Optativas para esta área de especialização Gestão e Conservação de Ecossistemas de Águas Interiores Biologia 1º Semestre 6.0 Gestão Integrada de Bacias Hidrográficas Engenharia do Ambiente 1º Semestre 6.0 Ecologia e Gestão do Fogo Engenharia Florestal 2º Semestre 6.0 Gestão Multifuncional de Ecossistemas Ciências da Terra 2º Semestre 6.0 Política Florestal e Ordenamento do Território Engenharia Florestal 2º Semestre 6.0 Gestão da Fauna Silvestre Biologia 2º Semestre 6.0 Genética e Melhoramento Florestal Engenharia Florestal 2º Semestre 6.0 Área de Especialização: Engenharia de Produtos Florestais UNIDADES CURRICULARES ÁREA CIENTÍFICA ANO / SEMESTRE ECTS Detecção Remota e Análise de Imagem Ciências da Terra 1º Ano/1º Semestre 6.0 Engenharia dos Produtos Florestais I Engenharia Florestal 1º Ano/1º Semestre 6.0 Métodos de Análise dos Produtos Florestais Engenharia Florestal 1º Ano/1º Semestre 6.0 Estatística e Delineamento Matemática 1º Ano/1º Semestre 6.0 Economia do Ambiente 1º Ano/1º Semestre 6.0 Gestão de Recursos Naturais 1º Ano/2º Semestre 6.0 Operações Unitárias Engenharia Florestal 1º Ano/2º Semestre 6.0 Genética e Melhoramento Florestal Engenharia Florestal 1º Ano/2º Semestre 6.0 Engenharia dos Produtos Florestais II Engenharia Florestal 2º Ano/1º Semestre 6.0 Dissertação Engenharia Florestal 2º Ano 42.0 Lista das Unidades Curriculares Optativas para esta área de especialização Ecologia e Gestão de Populações Animais Biologia 1º Semestre 6.0 Génese e Qualidade do Solo Ciências da Terra 1º Semestre 6.0 Gestão e Conservação da Vegetação e de Sistemas Engenharia Florestal 1º Semestre 6.0 Agro-Florestais Investigação Operacional Aplicada Matemática 1º Semestre 6.0 Ecologia e Gestão do Fogo Engenharia Florestal 2º Semestre 6.0 Política Florestal e Ordenamento do Território Engenharia Florestal 2º Semestre 6.0 Gestão Multifuncional de Ecossistemas Ciências da Terra 2º Semestre 6.0 Inventário Florestal e Modelos de Crescimento e Produção Engenharia Florestal 2º Semestre 6.0 9
10 Área de Especialização: Floresta Urbana UNIDADES CURRICULARES ÁREA CIENTÍFICA ANO / SEMESTRE ECTS Detecção Remota e Análise de Imagem Ciências da Terra 1º Ano/1º Semestre 6.0 Génese e Qualidade do Solo Ciências da Terra 1º Ano/1º Semestre 6.0 Gestão e Conservação da Vegetação e de Sistemas Agro-Florestais Engenharia Florestal 1º Ano/1º Semestre 6.0 Estatística e Delineamento Matemática 1º Ano/1º Semestre 6.0 Economia do Ambiente 1º Ano/1º Semestre 6.0 Gestão de Recursos Naturais 1º Ano/2º Semestre 6.0 Introdução aos Espaços Arborizados Urbanos Engenharia Florestal 1º Ano/2º Semestre 6.0 Investigação Operacional Aplicada Matemática 2º Ano/1º Semestre 6.0 Vegetação do Espaço Urbano Biologia 2º Ano/1º Semestre 6.0 Dissertação Engenharia Florestal 2º Ano 42.0 Lista das Unidades Curriculares Optativas para esta área de especialização Gestão e Conservação de Ecossistemas de Águas Interiores Biologia 1º Semestre 6.0 Ecologia e Gestão de Populações Animais Biologia 1º Semestre 6.0 Inventário Florestal e Modelos de Crescimento e Produção Engenharia Florestal 2º Semestre 6.0 Ordenamento do Território Nível Municipal 2º Semestre 6.0 Gestão Multifuncional de Ecossistemas Ciências da Terra 2º Semestre 6.0 História do Urbanismo Arquitectura Paisagista 2º Semestre 6.0 Genética e Melhoramento Florestal Engenharia Florestal 2º Semestre
Plano do 2º Ciclo (Mestrado) do Curso de Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
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Mestrado em TEATRO Normas regulamentares
Mestrado em TEATRO Normas regulamentares Artigo 1.º Grau A Escola Superior Artística do Porto confere o grau de Mestre em Teatro, opção Dramaturgia e Estudos Teatrais e opção Encenação e Produção. Artigo